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	<title>Dokimos</title>
	
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	<description>Dokimos</description>
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		<title>Augustus Nicodemus | Qual Tradução da Bíblia Devo Usar?</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 20:44:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zwinglio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qual tradução da Bíblia devo usar? Assista o vídeo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/05/biblia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7574" title="Bíblia" src="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/05/biblia-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>Qual tradução da Bíblia devo usar? Assista o vídeo.</p>
<p><object width="560" height="315" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/hhT5y6pYdL0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="560" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/hhT5y6pYdL0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
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		<title>Grandes Pensadores Cristãos: Justino Mártir (100-165)</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 19:26:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zwinglio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grandes Pensadores Cristãos]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filósofo]]></category>
		<category><![CDATA[Justino Mártir]]></category>
		<category><![CDATA[Logos]]></category>

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		<description><![CDATA[Não apenas pelo número e extensão de suas obras, mas também pela profundidade e originalidade de seu pensamento, Justino Mártir (ou Justino, o Mártir), sem dúvida alguma, é o mais importante dos apologistas gregos do século 2º. Sua terra natal foi a cidade bíblica Siquém, que era então chamada de Flávia Neápolis. Filósofo convicto, Justino [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/05/Justin_Martyr.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7531" title="Justino Mártir" src="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/05/Justin_Martyr-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /></a>Não apenas pelo número e extensão de suas obras, mas também pela profundidade e originalidade de seu pensamento, Justino Mártir (ou Justino, o Mártir), sem dúvida alguma, é o mais importante dos apologistas gregos do século 2º. Sua terra natal foi a cidade bíblica Siquém, que era então chamada de Flávia Neápolis. Filósofo convicto, Justino veio ao Cristianismo após uma peregrinação intelectual que ele mesmo relata em sua obra Diálogo com Trifo. Mesmo depois de sua conversão, contudo, ele não colocou de lado o manto de filósofo; pelo contrário, declarava que no Cristianismo ele tinha encontrado a verdadeira filosofia. Essa é a tese de suas duas apologias – que provavelmente são duas partes de uma única tese.</p>
<p style="text-align: justify;">Como é de se esperar em obras desta natureza, as Apologias de Justino não são tratados sistemáticos sobre a fé cristã. Na Primeira Apologia, após uma introdução muito breve, Justino diz que é razoável abandonar aquelas tradições que não são boas e amar somente a verdade. É precisamente isto que as pessoas a quem a obra é dirigida deveriam fazer, pois tais pessoas eram conhecidas como sábias e filósofas, e a justiça requer que os cristãos não sejam condenados somente por seu nome, mas que se leve em consideração o que este nome envolve antes de condená-los. Por isso a necessidade de uma exposição do que o nome “cristão” realmente significa e qual é o relacionamento dos cristãos com o Império, com os bons costumes e com o paganismo. Este é, em resumo, o argumento da Primeira Apologia, repetido diversas vezes com algumas variações.</p>
<p style="text-align: justify;">[...]</p>
<p style="text-align: justify;">Fazendo uso de um conceito muito comum entre os filósofos gregos, Justino afirma que todo conhecimento é produto do logos. Para ele, este logos não é apenas o princípio racional do universo, mas é também o Cristo preexistente do prólogo do Quarto Evangelho. Portanto, combinando estas duas tradições com relação ao logos, Justino conclui que todo conhecimento é um dom de Cristo e que,</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Aqueles que viveram racionalmente foram cristãos, ainda que eles tenham sido considerados ateus; conforme, entre os gregos, Sócrates e Heráclito, e homens como esses; e entre os bárbaros, Abraão, Ananias, Azarias, Misael, Elias e muitos outros cujas ações e nomes nos recusamos a contar um por um, porque sabemos que seria tedioso.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Estes “cristãos” dos tempos antigos conheceram a Palavra apenas “parcialmente”. Eles apenas conheceram aquelas verdades que a Palavra lhes revelou, mas eles não puderam contemplar a Palavra. Esta Palavra, contudo, fez-se carne, e deste modo os cristãos conhecem a Palavra “inteiramente”.</p>
<p style="text-align: justify;">Justo L. Gonzalez</p>
<p style="text-align: justify;">In: <strong>Uma História do Pensamento Cristão</strong> vol. 1. pp. 99-101.</p>
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		<title>Gandhi Era Bom?</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 22:31:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zwinglio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mito]]></category>
		<category><![CDATA[Bom]]></category>
		<category><![CDATA[Gandhi]]></category>
		<category><![CDATA[Moral]]></category>

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		<description><![CDATA[Via Lux Lucet In Tenebris Título Original: Era Mahatma Gandhi realmente uma boa pessoa? Extraído do Wall Street Journal (H/T Thinking Matters New Zealand) Excerto [Wintery Knight]: Ainda que recebendo créditos por liderar a independência da Índia contra a Grã Bretanha, Gandhi na verdade minou os esforços. Entre 1900 e 1922, ele suspendeu sua desobediência civil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/05/Gandhi.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7519" title="Gandhi" src="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/05/Gandhi.jpg" alt="" width="262" height="262" /></a>Via <a href="http://charlesgomes.wordpress.com/especiais/era-mahatma-gandhi-realmente-uma-boa-pessoa/" target="_blank">Lux Lucet In Tenebris</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Título Original: Era Mahatma Gandhi realmente uma boa pessoa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Extraído do <a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052748703529004576160371482469358.html?mod=djemEditorialPage_h" target="_blank">Wall Street Journal</a> (H/T Thinking Matters New Zealand)</p>
<p style="text-align: justify;">Excerto [<a href="http://winteryknight.wordpress.com/2011/04/07/was-mahatma-gandhi-really-a-good-person/" target="_blank">Wintery Knight</a>]:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ainda que recebendo créditos por liderar a independência da Índia contra a Grã Bretanha, Gandhi na verdade minou os esforços. Entre 1900 e 1922, ele suspendeu sua desobediência civil pelo menos 3 vezes, mesmo que mais de 15,000 apoiadores estivessem na cadeia pela causa. (Quando a Grã Bretanha finalmente recuou da Índia, foi principalmente motivada pelo Primeiro Ministro anti-Imperialista Clemente Attlee, e o fato de que a Grã Bretanha estava quase falida pela guerra)</li>
<li>Gandhi era perigosamente politicamente incompetente. Ele advertiu os judeus a adotar a não violência com os nazis, e escreveu uma carta a Hitler começando com as palavras “meu amigo”. Ele também aconselhou os judeus da palestina a “contar com a boa vontade dos árabes”. Afortunadamente para sua existência, os judeus o ignoraram.</li>
<li>Bem como ter chamado Hitler de amigo, Gandhi e Mussolini se deram bem quando eles se encontraram em Dezembro de 1931. Gandhi elogiou o “serviço para os pobres, sua oposição à super-urbanização, seus esforços para trazer coordenação entre capital e trabalho, e a paixão pelo seu povo” de Mussolini.</li>
<li>Gandhi foi um proeminente racista, descrevendo “o novo Kaffir” como alguém “cuja ocupação é caçar e cuja única ambição é coletar um número de gado para comprar uma esposa, e então passar sua vida em indolência e nudez,” e falando aos brancos africanos, “nós acreditamos tanto na pureza de raças como imaginamos que eles acreditam”.</li>
<li>Ele também foi um hipócrita em muitos níveis. Ele proibiu seu filho de casar com uma muçulmana mesmo publicamente promovendo a união Muçulmano-Hindu. Ele denunciava advogados, ferrovias e políticas parlamentaristas, entretanto ele era um advogado profissional que constantemente se usava de ferrovias para chegar aos encontros para argumentar que a India merecia seu próprio parlamento. E mesmo sendo conhecido por suas greves de fome, sua posição oficial era de que a greve de fome “é a pior forma de coerção, que milita contra os princípios fundamentais da não-violência” (nos quais ele cria).</li>
<li>Suas posições sobre a nudez e castidade sexual eram também contraditos pelos seu comportamento depravado: quando ele estava com 70 anos ele encorajava sua neta de 17 anos, Manu, a estar nua durante seus “aconchegos noturnos” com ele. Após dispensar vários leais e antigos membros de sua forte comitiva de 100 pessoas que poderiam desaprovar essa parte da sua “busca espiritual”, ele começou a dormir nu com Manu e outras jovens também.</li>
<li>A despeito de ser imaginado como um homem pacífico, ele era cruel e insensível. “Não haverá lágrimas mas somente alegria se amanhã eu receber as novas de que todos os três de vocês foram mortos,” ele uma vez contou a alguns de seus empregados. “A um Hindu ele uma vez disse, ” Eu não me importo se cada um das 500 famílias na sua área está prestes a morrer.” E ele forçou Manu, sua neta (lembre-se dos “aconchegos noturnos”), a caminhar por uma selva conhecida por abrigar estupradores – somente para que ela pudesse recolher uma pedra-pomes que ele gostava de usar em seus pés. Quando ela retornou chorando, ele caiu na risada e disse: “se algum rufião te tomasse e você tivesse encontrado sua morte corajosamente, meu coração haveria dançado de alegria.”</li>
<li>Em 1908 ele deixou sua esposa por um homem alemão chamado Hermann Kallenbach. Seu retrato (o único) permanece na minha cornija no meu quarto,” ele escreve a Kallenbach. “A cornija está a frente da minha cama.” Gandhi se auto-apelidou de “Casa de cima” e Kallenbach de “Casa de baixo.” Os dois juraram “mais amor, e ainda mais amor-tanto amor quanto esperavam que o mundo ainda não viu”</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Pessoas se perguntam o que acontecerá às boas pessoas que nunca ouviram falar de Jesus, mas quem de nós é realmente bom? Todos necessitamos de um Salvador para ser reconciliado com Deus. Nenhum de nós é moralmente perfeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais sobre Gandhi na ABC News. Não acredite em tudo que você vê nos filmes.</p>
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		<title>Santuários Descobertos em Judá Confirmam Descrições Bíblicas</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 19:44:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zwinglio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arqueologia]]></category>
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Rei Davi]]></category>
		<category><![CDATA[Santuários]]></category>

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		<description><![CDATA[[By Jeff Schapiro, Christian Post Reporter] Arqueólogo da Universidade Hebraica de Jerusalém descobriu santuários de culto que remontam ao tempo do rei Davi. Seu achado pode oferecer maior clareza para algumas referências obscuras a construções na Bíblia. Professor Yosef Garfinkel diz que sua descoberta em Khirbet Qeiyafa, uma antiga cidade fortificada localizada 30 quilômetros a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/05/Khirbet-Qeiyafa-e-Yousef1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7513" title="" src="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/05/Khirbet-Qeiyafa-e-Yousef1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>[By Jeff Schapiro, <a href="http://global.christianpost.com/news/shrine-discovery-in-judah-may-confirm-clarify-biblical-descriptions-74613/" target="_blank">Christian Post Reporter</a>] Arqueólogo da Universidade Hebraica de Jerusalém descobriu santuários de culto que remontam ao tempo do rei Davi. Seu achado pode oferecer maior clareza para algumas referências obscuras a construções na Bíblia.</p>
<p style="text-align: justify;">Professor Yosef Garfinkel diz que sua descoberta em Khirbet Qeiyafa, uma antiga cidade fortificada localizada 30 quilômetros a sudoeste de Jerusalém e adjacente ao vale de Elá, comprovam a narrativa bíblica sobre como era a região antes da construção do Templo de Salomão.</p>
<p style="text-align: justify;">“Esta é a primeira vez que arqueólogos descobriram uma cidade fortificada em Judá datada do período do rei Davi”, explicou Garfinkel em um comunicado de imprensa. “Nem mesmo na região de Jerusalém achamos uma cidade fortificada tão bem conservada deste período”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Pela primeira vez na história temos objetos reais do tempo de Davi, que podem estar relacionado com os monumentos descritos na Bíblia”, comemora o comunicado de imprensa, do Ministério das Relações Estrangeiras de Israel. Curiosamente, o anúncio foi feito poucos dias após um “selo” do mesmo período ter sido localizado em Jerusalém.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo de arqueólogos liderado por Garfinkel descobriu várias peças em um local de escavação perto da cidade israelense de Bet Shemesh. Eles podem ser suficientes para mudar o modo como vemos a descrição bíblica dos reinados de Davi e Salomão.</p>
<div>
<p style="text-align: justify;">A descoberta é composta de três caixas esculpidas em pedra, com cerca de 20 centímetros de altura, usadas para armazenar objetos do culto.</p>
<p style="text-align: justify;">“Seu design meticuloso correspondem às descrições bíblicas do palácio e do Templo de Salomão”, disse Garfinkel, que passou cinco anos escavando Khirbet Qeiyafa, também conhecida como a “Fortaleza de Elá”, uma cidade cercada por muralhas e localizada estrategicamente entre Jerusalém e as cidades habitadas pelos filisteus.</p>
<p style="text-align: justify;">O Antigo Testamento narra com grande detalhe os reinados de Davi e Salomão, durante o século 10 aC, mas até hoje há pouquíssimas evidências que confirmem sua magnitude ou até mesmo a sua existência. Em Jerusalém há abundância de vestígios do período do Segundo Templo (século 6 aC), mas as referências ao primeiro Templo ainda são objeto de debate acadêmico e político.</p>
<p style="text-align: justify;">Um deles é um muro de 70 metros, com uma alta torre de vigia que foi desenterrada perto das muralhas da cidade antiga de Jerusalém, dois anos atrás. Ela foi identificada como um possível trabalho do rei Salomão. Estruturas fortificadas do mesmo tamanho foram encontrados em Khirbet Qeiyafa, cuja construção data entre os séculos 10 e 11 aC.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os achados de agora estão peças de cerâmica, ferramentas feitas de pedra e metal, obras de arte, e três salas que serviriam de santuários. Os itens encontrados, diz Garfinkel, revelam que as pessoas que viviam ali eram monoteístas e não tinham um ícone. Ou seja, não adoravam imagens de escultura de seres humanos ou animais. Os israelitas da Bíblia eram assim, muito diferentes dos povos vizinhos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ao longo dos anos, milhares de ossos de animais foram encontrados, incluindo ovelhas, cabras e gado, mas nunca de porcos. Agora descobrimos três salas de culto, com vários apetrechos, mas nenhuma imagem de culto humana ou animal foi encontrada”, disse Garfinkel.</p>
<p style="text-align: justify;">“Isto comprovaria que a população local obedecia duas proibições bíblicas – carne de porco e imagens esculpidas. E também que seu culto diferia dos cananeus ou dos filisteus”.</p>
<p style="text-align: justify;">Pequenos “santuários portáteis” ou “miniaturas” foram descobertos no local. Eles possuem marcas que os arqueólogos acreditam serem capazes de esclarecer o significado de algumas palavras bíblicas que perderam o seu verdadeiro significado ao longo do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na descrição do palácio de Salomão, em 1 Reis 7:1-6, por exemplo, a palavra “Slaot” foi traduzida como “pilares”, mas agora eles dizem que seria melhor ser entendido como “triglifos”, que seriam as vigas do telhado, também comuns nos templos gregos. O termo “Sequfim”, que já havia sido traduzida como “três ordens de janelas”, agora está sendo entendida como “três portas de entrada rebaixadas”.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram encontradas casas na cidade cuja altura é exatamente duas vezes sua largura, como são muitos edifícios de Jerusalém. Esse seria o teste de conexão entre a capital e o que se acredita que foi a cidade bíblica de Saaraim, habitada nos tempos de Davi e Salomão e mencionada nos livros de 1 Samuel e 1 Crônicas.</p>
<p style="text-align: justify;">“Saaraim, aqui no Vale de Elá, significa “duas portas”. É uma cidade única do período do Primeiro Templo, pois possuía duas portas de entrada, todas as outras tinham apenas uma”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os pesquisadores, essas últimas descobertas reforçam a corrente de estudo que vê na Bíblia um relato confiável dos acontecimentos históricos. “A precisão das descrições não nos deixa outra opção, mas quem ainda não acredita me explique como tal similaridade é possível”, finaliza Garfinkel.</p>
<p style="text-align: justify;">Hershel Shanks, editor da revista Biblical Archaeology Review, disse ao Christian Post que as descobertas são “extremamente interessantes” e que nem 20% do local foi escavado ainda, então o mais é provável que podem haver algumas surpresas pela frente”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Via <a href="http://noticias.gospelprime.com.br/santuarios-descobertos-em-juda-confirmam-descricoes-biblicas/" target="_blank">Gospel Prime</a></em></p>
</div>
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		<title>Encontrado em Israel “Selo” do Período do Templo de Salomão</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 19:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zwinglio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arqueologia]]></category>
		<category><![CDATA[Matanias]]></category>
		<category><![CDATA[Selo]]></category>
		<category><![CDATA[Templo de Salomão]]></category>

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		<description><![CDATA[A Autoridade Israelense de Antiguidades anunciou a descoberta de um “selo” de mais de 2.000 anos de idade. O selo tem o nome Matanias, que em sua forma original é extremamente semelhante ao do primeiro-ministro de Israel, Netanyahu. O selo foi achado durante escavações perto do Muro das Lamentações, edificação construída para contenção do Templo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/05/matanyahu-275x155.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7507" title="" src="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/05/matanyahu-275x155.jpg" alt="" width="275" height="155" /></a>A Autoridade Israelense de Antiguidades anunciou a descoberta de um “selo” de mais de 2.000 anos de idade. O selo tem o nome Matanias, que em sua forma original é extremamente semelhante ao do primeiro-ministro de Israel, Netanyahu.</p>
<p style="text-align: justify;">O selo foi achado durante escavações perto do Muro das Lamentações, edificação construída para contenção do Templo de Herodes, que foi construída sobre as ruínas do famoso Templo de Salomão.</p>
<p style="text-align: justify;">Sua importância arqueológica é grande dada a importância do local. Especialmente em um período que estudiosos judeus são questionados publicamente por muçulmanos que afirmam que o primeiro templo nunca existiu.</p>
<p style="text-align: justify;">A descoberta foi feita perto das ruínas de um edifício que data do final do período do Primeiro Templo. Estava abaixo da base de um antigo canal de drenagem que recentemente ficou exposto nas escavações no Jardim Arqueológico de Jerusalém.</p>
<p style="text-align: justify;">Eli Shukron, diretor das escavações da Autoridade Israelense de Antiguidades, disse à imprensa: “O nome Matanias, assim como o nome Natanias, significa “presente para Deus”. Estes nomes são mencionados várias vezes na Bíblia. Tratam-se de nomes típicos no Reino de Judá, durante o final do período do Primeiro Templo – século VIII A.C. até a destruição do Templo, em 586 antes de Cristo”.</p>
<p style="text-align: justify;">O nome aparece duas vezes em 1 Crônicas 25, em uma seção com a listagem de nomes hebreus a quem o rei Davi tinha designado para cantar louvores e desempenhar outras funções no Tabernáculo.</p>
<p style="text-align: justify;">O selo de cerca de 2 centímetros de cumprimento foi descoberto no chão do antigo edifício. Um padrão de cerâmica comum naquele período também foi encontrado no local.</p>
<p style="text-align: justify;">A gravação foi feita em uma pedra semi-preciosa e traz em hebraico o nome de seu proprietário: “Lematanyahu Ben Ho…”, que significa: “Pertence a Matanyahu filho de Ho…”). O resto da inscrição está ilegível.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas importantes daquele período usavam selos dentro de anéis para assinar cartas como uma marca de identificação pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Encontrar um selo do período do Primeiro Templo, ao pé das paredes no Monte do Templo é algo raro e muito emocionante. Esta é uma identificação indubitável de um homem chamado Matanyahu, que viveu aqui mais de 2.700 anos atrás”, comentou Eli Shukrun.</p>
<p style="text-align: justify;">Os arqueólogos haviam decidido que toda a terra desta escavação seria bem peneirada, através de uma técnica conhecida como “peneira molhada” que permite uma identificação mais meticulosa dos materiais restantes. O curioso é que o processo foi realizado com a ajuda de milhares de crianças em idade escolar de todo Israel, no Tzurim Emek National Park. Cerca de 4.500 alunos participaram do trabalho nos últimos meses, bem como outros voluntários.</p>
<p><em>Via <a href="http://noticias.gospelprime.com.br/encontrado-em-israel-selo-do-periodo-do-templo-de-salomao/" target="_blank">Gospel Prime</a></em></p>
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		<title>Ainda Não é o Fim da Ladeira, Mas Bem Que Poderia Ser</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 14:27:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zwinglio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curtas]]></category>
		<category><![CDATA[Apóstolos]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Heresia]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda não é o fim da ladeira, mas bem que poderia ser.  Semana passada, mais precisamente, quinta-feira, dia  3, voltando do trabalho, sintonizei meu rádio em uma fm daqui de Vitória da Conquista e estavam transmitindo ao vivo o evento de  uma igreja apostólica desta mesma cidade. Peguei o bonde andando, mas deu tempo para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/05/heresia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7503" title="Heresia" src="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/05/heresia-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Ainda não é o fim da ladeira, mas bem que poderia ser.  Semana passada, mais precisamente, quinta-feira, dia  3, voltando do trabalho, sintonizei meu rádio em uma <em>fm</em> daqui de Vitória da Conquista e estavam transmitindo ao vivo o evento de  uma igreja apostólica desta mesma cidade. Peguei o bonde andando, mas deu tempo para ouvir uma “apóstola” convocando as mais de duas mil pessoas a ofertarem uma oferta denominada de “oferta pela remissão da culpa”.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquei chocado!</p>
<p style="text-align: justify;">Ou melhor, fiquei irado!</p>
<p style="text-align: justify;">Esta mulher estava anulando a obra da cruz!</p>
<p style="text-align: justify;">Para agravar a situação, nem o apóstolo, esposo da apóstola, nem o apóstolo líder da igreja promotora do evento, tampouco os pastores presentes, se ocuparam de corrigir esta heresia disseminada na cidade, no sudoeste da Bahia e norte de Minas Gerais.</p>
<p style="text-align: justify;">São todos hereges? Perguntar não ofende.</p>
<p style="text-align: justify;">Basta apenas uma Escritura para chamarmos de heresia esta heresia:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão dos nossos delitos, segundo as riquezas da sua graça. Ef 1:7</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Depois desta coisa horrorosa, falou-se em primícias e compra de livros&#8230; Cada vez mais me convenço que tudo tem a ver com $.</p>
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		<title>Resenha | Questões Cruciais do Novo Testamento</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 02:37:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zwinglio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Historicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Testamento]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[BLOMBERG, Craig L. Questões Cruciais do Novo Testamento. Rio de Janeiro, CPAD, 2009, 176 p. Em PDF Craig L. Blomberg (Ph.D., University of Aberdeen) é professor de Novo Testamento no Seminário de Denver, no Colorado, USA, onde ensina há mais de quinze anos. Ele tem se destacado dentre os eruditos evangelicais por seu engajamento acadêmico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/05/NT.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7490" title="Questões Cruciais do Novo Testamento" src="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/05/NT-197x300.jpg" alt="" width="197" height="300" /></a>BLOMBERG, Craig L. Questões Cruciais do Novo Testamento. Rio de Janeiro, CPAD, 2009, 176 p.</strong></p>
<p style="text-align: right;">Em <a href="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/05/RESENHA-Questões-Cruciais-do-Novo-Testamento.pdf" target="_blank">PDF</a></p>
<p style="text-align: justify;">Craig L. Blomberg (Ph.D., University of Aberdeen) é professor de Novo Testamento no Seminário de Denver, no Colorado, USA, onde ensina há mais de quinze anos. Ele tem se destacado dentre os eruditos evangelicais por seu engajamento acadêmico com temas de importância crítica. Blomberg é autor e editor de mais de dez livros. Além deste resenhado, podemos fazer referência ao livro <strong>Jesus e os Evangelhos: uma introdução ao estudo dos quatro evangelhos</strong> publicado no Brasil pela Editora Vida Nova.   Além de se destacar como um escritor profícuo, Blomberg ministra palestras sobre o Novo Testamento em diversas instituições educacionais e igrejas.</p>
<p style="text-align: justify;">Este trabalho do Dr. Craig Blomberg debruça-se sobre três questões relativas ao Novo Testamento que são [ou pelo menos devem ser] do interesse de todo cristão: o Novo Testamento é historicamente confiável? Paulo foi o verdadeiro fundador do Cristianismo? Como o cristão deve aplicar o Novo Testamento à vida?</p>
<p style="text-align: justify;">Na <strong>introdução</strong> Blomberg explica a razão de escrever um texto com esse formato de “três perguntas cruciais”. A idéia partiu da Editora <em>Baker Books</em> que publicou vários volumes neste feitio com conteúdos teológicos controversos. Nas páginas introdutórias o autor diz como chegou às “três perguntas crucias”. Duas outras informações importantes são apresentadas. A primeira diz respeito ao caráter investigativo breve de temas densos e distanciados de uma pesada documentação acadêmica e a segunda trata da razoável apresentação de notas em cada capítulo, fato que, segundo o autor, permite-nos ter certeza de que os pontos de vistas apresentados por ele descansam no mais detalhado e meticuloso conhecimento. Ao todo são 301 notas divididas assim: 114 referentes ao primeiro capítulo; 101 ao segundo e 86 ao terceiro.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>capítulo um </strong>discute a historicidade do Novo Testamento. Inicialmente Blomberg chama a atenção para o fascínio que a figura de Jesus e as origens cristãs causam no público estado-unidense. A prova disso são as inúmeras obras publicadas a esse respeito. No entanto, ele apressa-se em fazer uma clara distinção entre estas obras apresentando-as em três categorias: a que não possui nenhuma evidência histórica genuína; a que distorce evidências descobertas recentemente e a que nos aproximam para mais perto do conhecimento responsável.</p>
<p style="text-align: justify;">O empreendimento de Blomberg neste capítulo é bem sucedido. A intenção da investigação proposta não consiste em explorar a amplitude que a pesquisa historiográfica em pauta exige. No entanto, devido a precisão na abordagem e a boa seleção de argumentos, o autor consegue demonstrar como os Evangelhos e Atos carregam em si mesmos um peso considerável de confiabilidade histórica. Evidências cumulativas favorecem esta sentença. Com isso, o autor não está negando que existam dificuldades em atestar a historicidade de algumas passagens. Porém, ele reivindica o benefício da dúvida destas referências devido ao fato da confiabilidade histórica, conforme demonstrada por ele, de tantas passagens dos Evangelhos e de Atos.</p>
<p style="text-align: justify;">No <strong>capítulo dois </strong>o assunto em pauta é a polêmica discussão sobre ter sido Paulo o verdadeiro fundador do cristianismo, conforme defende o ceticismo extremo. Blomberg debruça-se sobre a questão na tentativa de demonstrar o erro dos céticos em tentar manter Jesus e Paulo afastados. Para ele, Paulo era muito bem informado a respeito do Jesus histórico e seus ensinos. Logo, é improcedente a proposta de descontinuidade entre as vidas e ensinos de ambos conforme defendida pelo ceticismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como no primeiro capítulo, parece-nos que Blomberg mais uma vez é convincente. Cruzando mais de uma centena de referências dos Evangelhos e das Epístolas Paulinas, o autor apresenta uma relação proximal entre Jesus e Paulo no que tange a liturgia, ensinos éticos e escatologia. Além deste cruzamento, o autor traz a baila outras possíveis alusões aos ensinos de Cristo nos escritos paulinos e a defesa de que Paulo detinha o conhecimento de outros elementos da tradição do Evangelho como tópicos indicadores de uma congruência doutrinal entre os dois personagens bíblico. Blomberg não foge da instigante ausência de maiores e explícitas menções das palavras e obras de Jesus nos escritos paulinos e discute o assunto. Ele responde à pergunta “por que não há mais?” apresentando sete respostas bem trabalhadas. Dentre elas está a apresentação de uma intensa continuidade entre Jesus e Paulo quanto a temas teológicos mais amplos. Ei-los: justificação pela fé, reino de Deus, o papel da Lei, a missão gentílica e a Igreja e o papel das mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">Avançando em seus paralelos, Blomberg adentra pelo campo da cristologia. Em Paulo encontramos um Jesus claramente deificado. Nesse sentido, costuma-se afirmar que Jesus não tinha sobre si uma visão exaltada. Daí, conclui-se mais uma vez a existência de uma descontinuidade. Mas, Blomberg não está de acordo com isso e diz que mesmo analisando tão somente o material mais aceito dos Sinópticos entre os estudiosos uma “cristologia explícita” emerge de modo abundante. Antes de apresentar a “cristologia explícita”, ele discute a “cristologia implícita” dos Sinópticos. No final desta discussão, ele admite a existência de cristologias distintas entre as Epístolas de Paulo e os Sinópticos. Contudo, ele sentencia: “[...] dificilmente será exato dizer que Paulo tomou a imagem de um simples profeta ou rabino judeu e a distorceu em uma figura exaltada e divina, contrária à evidência histórica sobre o que Jesus disse e fez” (p. 101).</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>capítulo três</strong> ocupa-se em discutir a aplicabilidade do texto neotestamentário à vida. Esta aplicação, segundo o autor, não é válida a parte de uma interpretação legítima. Blomberg pretende com este capítulo superar os manuais de princípios de interpretação bíblica que apenas ocupam-se em instrumentalizar os leitores quanto às regras da hermenêutica. Para isso ele apresenta princípios para a aplicação do Novo Testamento considerando cada gênero literário em particular. Antes, porém, o autor comenta ser improcedente trabalhar princípios de aplicação do Novo Testamento à vida sem fazer menção da clareza de grandes porções das Escrituras. Ele lembra que os reformadores enfatizavam a “perspicuidade” das Escrituras.  No entanto, ele destaca também a existência de passagens que não são tão claras e que dependem de análises mais acuradas por parte de intérpretes detentores dos instrumentais técnicos úteis para uma boa interpretação dos textos mais obscuros.</p>
<p style="text-align: justify;">O núcleo desta abordagem é extremamente didático. Por exemplo. Ao tratar dos Evangelhos, Blomberg apresenta considerações gerais e, depois, delimita a sequência de seus comentários discutindo especificamente o Evangelho de Mateus. Para trabalhar as formas literárias e os princípios vinculados aos Evangelhos o autor distingui genealogias, narrativas do nascimento, o ministério de João Batista, as tentações de Jesus, o chamado e a instrução dos discípulos, as histórias de milagres, histórias de provérbios e pronunciamentos, parábolas, confissão e má interpretação, atos simbólicos, discurso apocalíptico, narrativas da paixão, padrões de paradigma e narrativas da ressurreição. Nesse processo, ele incorpora exemplos relacionados a Marcos, Lucas e João.</p>
<p style="text-align: justify;">É da opinião deste resenhista que o livro surpreende pelo academicismo demonstrado em tão poucas páginas. Esta virtude é ressaltada quando refletimos sobre a complexidade das “três perguntas cruciais” discutidas. Embora este texto esteja revestido de academicismo, é necessário dizer que isso não se constitui em uma barreira para aqueles leitores que estejam dedicando-se ainda a leituras básicas. Nem sempre um trabalho acadêmico está cravejado de termos técnicos ou de um peso teórico que dificultam a penetração no mesmo. É o caso de <em>Questões Cruciais do Novo Testamento</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro aspecto destacável é a preocupação do autor em apontar notas sobre cada questão abordada, fato que eleva a confiabilidade de suas conclusões. Ademais, o livro agrada pela fluidez da leitura, ponto garantido devido a uma disposição bem didática dos assuntos ao longo das cento e setenta e seis páginas.</p>
<p style="text-align: justify;">Este livro pode ser recomendado para o público em geral. Em particular, recomendo-o para seminaristas, professores, teólogos, pastores, outros líderes religiosos e todos aqueles que se interessam pelo assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Por <em><strong>Zwinglio Rodrigues</strong></em></p>
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		<title>Falsos Apóstolos</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2012 03:21:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zwinglio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Apocalipse]]></category>
		<category><![CDATA[Falsos Apóstolos]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de Éfeso]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheço as tuas obras, assim o teu labor como a tua perseverança, e que não podes suportar homens maus, e que puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achastes mentirosos. Apocalipse 2:2 A igreja de Éfeso, provavelmente, fora fundada por Áquila e Priscila. Ali, o apóstolo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li style="text-align: justify;"><a href="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/04/falso-profeta.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-7481" title="Falsos Apóstolos" src="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/04/falso-profeta-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Conheço as tuas obras, assim o teu labor como a tua perseverança, e que não podes suportar homens maus, e que puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achastes mentirosos. Apocalipse 2:2</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A igreja de Éfeso, provavelmente, fora fundada por Áquila e Priscila. Ali, o apóstolo Paulo esteve por duas vezes sendo quem em uma destas trabalhou por lá pelo período de dois anos (At 19:10). Mais tarde o trabalho desenvolveu-se junto com a liderança de Timóteo que tinha como atividade principal opor-se às falsas doutrinas (1ª Tm 1:3).  Irineu de Lion e Eusébio de Cesaréia chamavam Éfeso de lar do idoso João, o apóstolo. De fato, João fez desta cidade a sua base de operações.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais ou menos quarenta anos depois da fundação da igreja de Éfeso, encontramos Jesus Cristo enviando-lhe uma mensagem (Ap 2:1-7).</p>
<p style="text-align: justify;">Esta igreja não era perfeita, evidentemente (Ap 2:4). No entanto, ela era uma das mais vigorosas comunidades cristãs do Novo Testamento.  As elevadas revelações da Epístola aos Efésios escrita pelo apóstolo Paulo por volta do ano 61 d.C. atestam isso. Provavelmente seja esta a razão daquela comunidade não estar disposta a negociar com “homens maus” conforme atesta o Senhor Jesus (Ap 2:2). É exatamente esta referência positiva que me interessa nesse instante.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes “homens maus” são chamados também de “mentirosos”. Tais homens foram assim rotulados porque “a si mesmos se declaram apóstolos” coisa que não são. Não sabemos com certeza a identidade desses filhos do pai da mentira. Alguns estudiosos opinam que eles são os mesmos “nicolaítas” citados no versículo seis, porém, isso é irrelevante para meu objetivo nesse instante.</p>
<p style="text-align: justify;">Meu destaque aqui é a capacidade dos crentes efésios em reconhecer um falso apóstolo e sua bravura em resisti-los. É sabido que Inácio de Antioquia elogiou-os porque eles não eram condescendentes com os falsos ensinos e seus mensageiros. Fazia parte do <em>dna</em> da igreja de Éfeso o combate aos mentirosos. O Concílio de Éfeso, no ano 431, reunido para discutir e condenar a nefasta cristologia de Nestório demonstra como esta comunidade era resistente aos falsos mestres.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cristãos efésios não se intimidavam com os títulos daqueles que se apresentavam à comunidade. Em seu claro elogia a igreja, Jesus ressalta o fato deles porem à prova os auto-intitulados apóstolos: “[...] puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos [...]. Por à prova significa testar, examinar. Sem dúvida tal teste ocorria por meio de análises e arguições doutrinárias. Provar os espíritos era uma prática comum da igreja primitiva (1ª Jo 4:1). O dom de discernimento de espíritos (1ª Co 12:10) era um instrumento que auxiliava os primeiros cristãos na luta contra a sutileza dos falsos apóstolos.  O teste prático também fazia parte desse confronto. Questionava-se: a vida moral desses auto-declarados apóstolos condiz com o Evangelho? Resoluta e corajosamente, os cristãos da igreja de Éfeso enfrentava os pseudo apóstolos e não comungava com eles, mas, irmanada do ponto de vista eclesiástico, retirava esses sujeitos da comunidade dos santos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em dias tão tormentosos como o nosso pulsa em meu coração o desejo de ver uma igreja que não se intimide em resistir e denunciar alguns [são muitos] dos atuais mentirosos auto-intitulados apóstolos. Não é difícil detectar quem são os falsos. Basta ler o que eles escrevem, ouvir o que eles falam e observar se suas vidas estão sendo marcadas por uma revolução moral contínua que o poder do Evangelho é capaz de operar. Certamente será embaraçoso para aqueles que prescindem da voz do Espírito Santo em favor da verborragia dos falsos apóstolos, alcançar esse discernimento. Note que em Éfeso quem resistia aos apóstolos mentirosos eram os crentes, mas quem os declara como não sendo apóstolos é o Senhor Jesus Cristo (Ap 2:2). O que isso revela? Harmonia entre os servos e seu Senhor. Sensibilidade espiritual, profundidade doutrinária, preservação da fé entregue aos santos de uma vez por todas (Jd 3).</p>
<p style="text-align: justify;">Há muitos líderes apostólicos por aí que já foram declarados como não sendo “apóstolos do Cordeiro”. Eles não estão longe de nós e não são nossos desconhecidos. Podemos encontrá-los na próxima esquina da nossa cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos acostumados a tentar imitar os bereanos que conferiam junto às Escrituras as coisas ditas por Paulo e Silas (At 17:11). Esta é uma atitude correta. No entanto, frente aos falsos apóstolos, precisamos atuar para além da ação dos bereanos, pois não é suficiente conferir suas teoria e práticas com a Bíblia. É necessário rejeitá-los objetivamente de modo que fique patente que eles não são membros legítimos da comunidade cristã. É preciso resistí-los sem medo de possíveis ameaças e imprecações, pois maior é O que está em nós. Foi o que fizeram os efésios. É o que devemos fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">Por <strong>Pr. Zwinglio Rodrigues</strong></p>
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		<title>Zygmunt Bauman: Pós-Modernidade</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 23:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zwinglio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-Modernidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O Núcleo de Pesquisa em Estudos Culturais através de produção da CPFL Energia e do Fronteiras do Pensamento têm a honra de apresentar um depoimento exclusivo em vídeo do sociólogo polonês Zygmunt Bauman, gravado em sua casa na cidade de Leeds, Inglaterra, no dia 23 de julho de 2011, pela equipe da CPFL e do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/04/zygmunt-bauman2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7458" title="Zygmunt  Bauman" src="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2012/04/zygmunt-bauman2-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>O Núcleo de Pesquisa em Estudos Culturais através de produção da CPFL Energia e do Fronteiras do Pensamento têm a honra de apresentar um depoimento exclusivo em vídeo do sociólogo polonês Zygmunt Bauman, gravado em sua casa na cidade de Leeds, Inglaterra, no dia 23 de julho de 2011, pela equipe da CPFL e do Fronteiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Bauman nos motivou a encarar um grande desafio contemporâneo: entender as mudanças que o advento da modernidade líquida produz na condição humana. E esse desafio orienta repensamos os velhos conceitos que costumavam cercar as narrativas de nossas vidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprendemos com Bauman a tratar com rigor conceitual &#8211; reconhecendo a fluidez entre os laços, entre os conceitos e os saberes &#8211; temas que ainda não haviam conquistado um estatuto acadêmico claro, como o amor, o medo e a felicidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Oferecemos a você este vídeo em que Zygmunt Bauman fala de expectativas para o século XXI, internet, a necessidade de construção de políticas globais, a construção de uma nova definição de democracia, entre outros temas.</p>
<p style="text-align: justify;">Produção &#8211; CPFL e Fronteiras do Pensamento</p>
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		<title>Mario Sergio Cortella | Você Sabe Com Quem Está Falando?</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 00:08:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zwinglio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  Assista o Vídeo.]]></description>
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