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	<title>Blog do Jojó</title>
	
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	<description>Um espaço para compartilhar com amigos, alunos e curiosos sobre filosofia, vida, trabalho, amor, esporte e Yôga.</description>
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		<title>Yôganidrá – o relax consciente do Yôga Antigo. – Parte 4</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 11:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relaxamento]]></category>

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		<description><![CDATA[(continuação da semana anterior) Yôganidrá &#38; Etapas da descontração Texto extraído do livro Tratado de Yôga – DeRose – Ed. Nobel “Um bom relaxamento é dividido em quatro partes que são: entrada utilização preparação para a saída saída A entrada consiste em ajudar o praticante a obter uma rápida descontração muscular e emocional. É o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>(continuação da semana anterior)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Yôganidrá &amp; Etapas da descontração</strong></p>
<p style="text-align: center;">Texto extraído do livro <em>Tratado de Yôga </em>– DeRose – Ed. Nobel</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Um bom relaxamento é dividido em quatro partes que são:</em></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong><em>entrada</em></strong></li>
<li><strong><em>utilização</em></strong></li>
<li><strong><em>preparação para a saída</em></strong></li>
<li><strong><em>saída</em></strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><em>A <strong>entrada</strong> consiste em ajudar o praticante a obter uma rápida descontração muscular e emocional. É o acesso ao relaxamento, que se consegue mais facilmente ou mais profundamente graças a determinados recursos técnicos que o instrutor aprende no curso de formação.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>A <strong>utilização</strong> consiste em usar o estado de descontração e de receptividade para alguma coisa mais que simplesmente relaxar. Senão, seria como abrir a porta do automóvel, entrar nele, abrir a outra porta e sair por ela, sem ter utilizado o veículo para ir a parte alguma. A primeira fase, <strong>entrada</strong>, é o abrir a porta do automóvel e entrar nele. Mas é a segunda fase, <strong>utilização</strong>, que permitirá produzir os colossais efeitos de reprogramação emocional. Esta consiste na introjeção de ordens positivas.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><a rel="attachment wp-att-1688" href="http://blogdojojo.com/2012/yoganidra-%e2%80%93-o-relax-consciente-do-yoga-antigo-%e2%80%93-parte-4/rio-2-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-1688" title="Rio 2" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2012/05/Rio-21.jpg" alt="" width="142" height="106" /></a>A <strong>preparação para a saída</strong> consiste em preparar o praticante para que, quando for dada a ordem de retornar, ele a aceite e cumpra. Como o estado de relaxamento é muito agradável, algumas pessoas mais preguiçosas podem eventualmente não querer nem saber de sair dali. Não tem problema nenhum. Podem voltar alguns minutos mais tarde. Mas acontece que quando a prática for ministrada num estabelecimento de ensino de Yôga, deve haver disciplina, há horários a cumprir. E, além disso, precisamos levar em conta os colegas de turma que podem ficar mal impressionados se um aluno não obedecer ao comando de retornar. Esta terceira fase é uma segurança a mais para que o praticante saia quando for chamado.<span id="more-1684"></span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>A <strong>saída</strong> consiste em trazer o praticante gradualmente e reinjetando sua consciência no corpo, na ordem certa para que se reapodere do seu território orgânico sem deixar parte alguma sem domínio. Tem que ser feita com muita competência para não induzir o aluno a se levantar e ir-se sem, entretanto, ter despertado de fato!”</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Yôganidrá &amp; cérebro ancestral</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Observando a evolução do primata humano nos últimos dez mil anos, o funcionamento e anatomia dos pés, mãos, pâncreas não se alteraram desde o final da Era Glacial. O mesmo pode-se considerar para o cérebro humano.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes milhares de anos são um período muito curto na evolução das espécies, para o corpo fazer alterações substanciais e adaptar-se aos eventos e tecnologia que surgiram desde então. Acrescente-se o fato de que o ambiente vem modificando-se numa velocidade muito maior do que a capacidade adaptativa de um corpo e cérebro da Idade da Pedra.</p>
<p style="text-align: justify;">Baseado nestas suposições cunhou-se uma proposição muito curiosa, denominada, <em>Princípio da Savana</em> e que diz que o cérebro humano tem dificuldade para entender e lidar com elementos e situações que não existiam no ambiente ancestral, há dez mil anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fundamentados nestas reflexões, poderíamos ponderar que o nosso cérebro identifica ameaças nas situações mais inusitadas, e eventualmente, dificulta a entrada do praticante em um estado mais profundo de descontração física e mental.</p>
<p style="text-align: justify;">Para atenuar a sensação de perigo imaginário, sugerimos que o praticante adote as seguintes medidas:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Mantenha os lábios entreabertos com a mandíbula solta e conserve o abdome solto. Estes procedimentos funcionam como chaves que sinalizam ao cérebro ancestral que o ambiente é seguro, e, portanto, ele pode desligar os mecanismos de alerta;</li>
<li>Existem praticantes treinados que com alguns poucos minutos de yôganidrá, promovem um estado bastante satisfatório de descontração. Porém, para o aluno iniciante sugerimos pelo menos oito minutos de relaxamento. Este é o tempo necessário que o organismo necessita para aumentar as concentrações de hormônios parassimpáticos (relaxantes) e retirar da corrente sanguíneas os simpáticos (adrenalinizantes).</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><strong>(continua)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Reflexão sobre Mestre e discípulo</title>
		<link>http://blogdojojo.com/2012/reflexao-sobre-mestre-e-discipulo/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 11:43:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Só educamos àqueles a quem amamos. Quando uma liderança deixa de educar seu colaborador, isto significa que ela desistiu dele. Toda repreensão tem em si uma atitude reeducadora. Porém, cabe sempre ao Mestre a habilidade de aplicá-la com gentileza e cuidado, para evitar uma atitude defensiva do educando. Sábio é o líder que faz  do educar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a rel="attachment wp-att-1679" href="http://blogdojojo.com/2012/reflexao-sobre-mestre-e-discipulo/mestre-e-discipulo-menor/"><img class="alignleft size-full wp-image-1679" title="Mestre e discipulo menor" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2012/05/Mestre-e-discipulo-menor.jpg" alt="" width="105" height="142" /></a>Só educamos àqueles a quem amamos.<br />
Quando uma liderança deixa de educar seu colaborador, isto significa que ela desistiu dele.<br />
Toda repreensão tem em si uma atitude reeducadora.<br />
</strong><strong>Porém, cabe sempre ao Mestre a habilidade de aplicá-la com gentileza e cuidado, para evitar uma atitude defensiva do educando.<br />
</strong><strong>Sábio é o líder que faz  do educar um ato de poder.<br />
E duas vezes mais sábio o discípulo que valoriza a orientação.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Yôganidrá – o relax consciente do Yôga Antigo. – Parte 3</title>
		<link>http://blogdojojo.com/2012/yoganidra-o-relax-consciente-do-yoga-antigo-parte-3/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 11:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relaxamento]]></category>
		<category><![CDATA[condicionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>
		<category><![CDATA[Jojó]]></category>

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		<description><![CDATA[(continuação da semana anterior) Yôganidrá &#38; reprogramação A emocionalidade é um recurso característico dos mamíferos objetivando melhorar a capacidade de reação e escolhas aos estímulos externos, melhorando as chances de sobrevivências dos indivíduos das varias espécies. Como tudo na Natureza, este expediente comportamental embute um ônus: predispõe os mamíferos ao condicionamento, outra ferramenta evolutiva. Esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>(continuação da semana anterior)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Yôganidrá &amp; reprogramação</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-1675" href="http://blogdojojo.com/2012/yoganidra-o-relax-consciente-do-yoga-antigo-parte-3/lago/"><img class="alignleft size-full wp-image-1675" title="lago" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2012/05/lago.jpg" alt="" width="250" height="188" /></a>A emocionalidade é um recurso característico dos mamíferos objetivando melhorar a capacidade de reação e escolhas aos estímulos externos, melhorando as chances de sobrevivências dos indivíduos das varias espécies.</p>
<p style="text-align: justify;">Como tudo na Natureza, este expediente comportamental embute um ônus: predispõe os mamíferos ao condicionamento, outra ferramenta evolutiva. Esta inclina os seres vivos à automatização de procedimentos que o cérebro e principalmente, a emocionalidade, considerem prazerosos ou vantajosos. Uma vez incorporados, tornam-se hábitos e serão executados automaticamente, como, por exemplo, dirigir um carro.<span id="more-1674"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Muitas destas condutas já vêm no kit genético e outras tantas são aprendidas e fortemente influenciadas pela família, época e local em que o indivíduo nasce.</p>
<p style="text-align: justify;">A reprogramação emocional consiste em um sistema de ordens mentais, possibilitando a adoção de novos hábitos comportamentais, mais inteligentes substituindo outros que consideremos desatualizados.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Yôganidrá &amp; Tipos de relaxamento</strong></p>
<p style="text-align: center;">Texto extraído do livro <strong><em>Tratado de Yôga</em></strong><em> </em>– DeRose – Ed. Nobel.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Existem vários tipos de indução para relaxamento. Alguns deles são:</em></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><em>relaxamento das cores;</em></li>
<li><em>relaxamento dos sons;</em></li>
<li><em>relaxamento da praia;</em></li>
<li><em>relaxamento da clareira no bosque;</em></li>
<li><em>relaxamento da gota de orvalho caindo na superfície de um lago sereno;</em></li>
<li><em>relaxamento da rosa;</em></li>
<li><em>relaxamento da cachoeira de luz;</em></li>
<li><em>e muitos outros”.</em></li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><strong>Yôganidrá &amp; o sentido da descontração</strong></p>
<p style="text-align: center;">Texto entre aspas extraído do livro <strong><em>Tratado de Yôga</em></strong><em> </em>– DeRose – Ed. Nobel</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“A base inicial consiste em um comando de descontração do corpo todo, parte por parte. A base inicial pode induzir a descontração, localizando a consciência em cada segmento do corpo, um por um, a fim de desligar todos os pontos de tensão. O comando da base inicial é quase sempre semelhante, mas pode seguir ordens distintas, variando a cada dia:</em></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><em>descontração dos pés para a cabeça;</em></li>
<li><em>descontração descendo pela frente, do pescoço até os pés, e subindo por trás, dos pés até à cabeça;</em></li>
<li><em>descontração do centro para as extremidades, partindo do umbigo, sem retornar ao tronco;</em></li>
<li><em>descontração em círculo (tronco, braço esquerdo, perna esquerda, perna direita, braço direito, cabeça);</em></li>
<li><em>descontração em estrela (do tronco para os braços, pernas e cabeça, um por um, retornando ao tronco);”</em></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><em>“A melhor é dos pés para a cabeça, já que a morte geralmente ocorre nesse sentido – morremos primeiramente nos pés e, por último, a vida sai da cabeça (excluída a possibilidade de morte cerebral ou de estado de coma).</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por isso, a posição do relaxamento denomina-se, nada mais nada menos que shavásana, a posição do cadáver (shava = cadáver; ásana = posição), aludindo, entre outras coisas, à ordem de retirada da consciência. Além disso, a cabeça só relaxa no final, para que o praticante permaneça “lúcido e consciente” durante o máximo de tempo e, se possível, por toda a descontração. “</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Lucidez x hipnose</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando pratiquei Yôga na Índia, em 1998, achei curioso que independentemente da modalidade, todos os instrutores, colocavam os praticantes deitados com a cabeça voltada para ele e iniciavam a descontração na ordem inversa daquela preconizada pela Nossa Proposta.</p>
<p style="text-align: justify;">Este recurso é muito utilizado em psicoterapia, aonde o terapeuta necessita tomar o comando da psiquê do paciente com o intuito de ajudá-lo. Por isso, inicialmente descontrai a mente para extinguir o senso crítico e dominar a vontade do cliente. Ou seja, induz à hipnose.</p>
<p style="text-align: justify;">Ocorre que qualquer modalidade de Yôga sério evitará sempre a hipnose, pois o objetivo desta filosofia arcaica é proporcionar mais lucidez ao praticante e não a inconsciência!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>(continua na próxima semana)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Yôganidrá – o relax consciente do Yôga Antigo. – Parte 2</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 13:22:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relaxamento]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>
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		<category><![CDATA[Yôga Antigo]]></category>

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		<description><![CDATA[(continuação da semana anterior) Uma visão mítica Na mitologia hindu, a palavra yôganidrá alude ao sono de Vishnú Náráyana, que dorme, deitado, nas águas originais de Anantasêsha, serpente de mil cabeças, que representa a eternidade. Adormecido, Vishnu sonha, brotando-lhe do umbigo uma flor de lótus, da qual insurge Brahma, o primogênito do universo, para engendrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>(continuação da semana anterior)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Uma visão mítica</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-1662" href="http://blogdojojo.com/2012/yoganidra-o-relax-consciente-do-yoga-antigo-parte-2/montanha2/"><img class="alignleft size-full wp-image-1662" title="montanha2" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2012/04/montanha2.jpg" alt="" width="142" height="106" /></a>Na mitologia hindu, a palavra yôganidrá alude ao sono de Vishnú Náráyana, que dorme, deitado, nas águas originais de Anantasêsha, serpente de mil cabeças, que representa a eternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Adormecido, Vishnu sonha, brotando-lhe do umbigo uma flor de lótus, da qual insurge Brahma, o primogênito do universo, para engendrar o mundo, iniciando, desta forma, um novo ciclo cósmico.<span id="more-1661"></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Impactos físicos e neurológicos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Embora o foco do Yôganidrá não seja os benefícios, o impacto sobre o corpo, emocionalidade e mente são impressionantes, principalmente quando integrado ao<em> asthanga sádhana </em>(prática óctupla) da Nossa<br />
Filosofia.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Descontração muscular absoluta, conduzindo os músculos esqueléticos ao mais profundo grau de hipotonia, possibilitando que estes descansem e recuperem-se totalmente de qualquer esforço ou cansaço;</li>
<li>Redução do ritmo cardíaco e respiratório, proporcionando um descanso mais do que merecido à estes dois incansáveis operários orgânicos, e prevenindo futuros problemas coronários ou aéreos;</li>
<li>Retração da pressão arterial;</li>
<li>As ondas cerebrais são o elemento de comunicação entre nosso cérebro, corpo e mente por meio de vibração elétrica. Nomeadas como ondas Beta, Alfa, Theta e Delta, a condição vibratória dessas ondas influencia diretamente na qualidade de vida. No estado de vigília utilizamos prioritariamente as ondas Beta, de alta frequência cerebral, que pelo uso sistemático, estimulam o stress, geram dispersão mental e ansiedade emocional. O yôganidrá promove a ativação de ondas Theta e Deita, predispondo a mente ao aquietamento e a meditação.</li>
<li>Diminuição do metabolismo basal, que é a taxa calórica ou energética que o corpo utiliza durante o repouso, para o funcionamento de todos os órgãos vitais. Quanto menor for o consumo de energia, maior será o coeficiente de recuperação física, energética, emocional e mental.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><strong>Yôganidrá &amp; autoconhecimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por meio da descontração característica do SwáSthya, produz-se no praticante um estado intermediário entre a vigília e o sono. Embora lúcido, o inconsciente, denominado pelo Yôga de <em>chidákásha</em>, entende que o educando dorme e autoriza a emersão dos<em> samskáras</em>, as tendências subconscientes dos condicionamentos, que são os<em> vásanás</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Através de uma linguagem cifrada, simbólica, uma enorme gama de elementos armazenados no inconsciente, tais como lembranças, recalques, fobias, desejos, medos, complexos, instintividade reprimida etc, emergem e são atualizados, permitindo que o aluno compreenda, de forma segura e metabolizável a si mesmo, as origens e o entendimento do seu <em>modus operandi</em>, facilitando as mudanças de hábito, adotando outros, mais inteligentes e evoluídos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Yôganidrá &amp; siddhis</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Educador DeRose, <em>siddhi, significa literalmente, perfeição, significa poder paranormal. Os chakras, quando desenvolvidos além de um determinado patamar, excedem a simples distribuição de energia para o funcionamento do organismo e começam a produzir efeitos que transcendem a faixa da normalidade. O superávit energético torna-se tanto que todo o sistema biológico (o qual inclui o psiquismo) passa a funcionar de uma maneira incomum, manifestando capacidades, aptidões e faculdades que as demais pessoas não possuem</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>No SwáSthya Yôga</em>, &#8211; continua DeRose &#8211; <em>os siddhis são desenvolvidos pelo despertamento da energia kundaliní, que está latente em todos os seres humanos e localiza-se na base da coluna vertebral. Essa força descomunal é ativada pelas técnicas do SwáSthya e sua ascensão pela medula estimula e vitaliza os chakras, centros de poder que temos ao longo da coluna. Portanto, manifestar um siddhi não significa que você despertou a kundaliní. Significa que superestimulou um ou mais chakras. Conforme já vimos, eles podem ser estimulados sem o despertamento da força ígnea kundaliní, mediante diversos recursos externos.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisando-se os tratados milenares sobre o Yôga, observa-se que esta filosofia ancestral reconhece 84 modalidades de siddhis ou paranormalidades. Entre elas, o yôganidrá predispõe o desenvolvimento de três:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Catalepsia voluntária, também chamada de ísitwa, aonde o yôgi induz o corpo à rigidez cadavérica, apesar de continuarem funcionando as funções vitais e os sentidos;</li>
<li style="text-align: justify;">O poder de concretização mental, conhecido como kámávasáyitva, em que a força da mentalização alcança extraordinários coeficientes de precipitação no plano da realidade;</li>
<li style="text-align: justify;">O domínio da projeção astral voluntária.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><strong>(continua na próxima semana)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Yôganidrá – o relax consciente do Yôga Antigo. – Parte 1</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 13:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relaxamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Extraído do livro Yôganidrá &#8211; o relax consciente do Yôga Antigo &#8211; Joris Marengo A palavra yôganidrá contém o termo nídra que significa sono em sânscrito. Poderíamos então traduzir o termo para o português como o Yôga do sono. Porém, esta tradução é contraproducente. Principalmente para o leigo ou aluno iniciante, pois associaria a técnica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #3366ff;"><span style="color: #000000;">Extraído do livro</span><span style="color: #000000;"> <em>Yôganidrá &#8211; o relax consciente do Yôga Antigo &#8211; </em>Joris Marengo</span><strong><a rel="attachment wp-att-1638" href="http://blogdojojo.com/2012/yoganidra-o-relax-consciente-do-yoga-antigo-parte-1/relax/"><img class="alignleft size-full wp-image-1638" title="relax" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2012/03/relax.jpg" alt="" width="142" height="106" /></a></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">A palavra yôganidrá contém o termo nídra que significa sono em sânscrito. Poderíamos então traduzir o termo para o português como o <em>Yôga do sono</em>. Porém, esta tradução é contraproducente. Principalmente para o leigo ou aluno iniciante, pois associaria a técnica com sono, alienação, letargia ou inconsciência, e o yôganidrá é o oposto disto tudo.<span id="more-1637"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Encontrando suas raízes nos Tantra Shástras, escrituras multimilenares do Hinduísmo, nas práticas pré-arianas de nyása, o yôganidrá é uma poderosa técnica de autoconhecimento através da reprodução de um estado neurofisiológico que simula o sono profundo, porém, totalmente consciente. Também denominado de vigilância serena ou sono psíquico, só pode denominar-se técnica de descontração enquanto o praticante mantem-se lúcido e acordado. No momento em que o educando dorme, o treinamento transforma-se em um mero exercício de relaxamento, perdendo-se os incríveis desdobramentos físicos, emocionais, energéticos e mentais,</p>
<p style="text-align: justify;">No SwáSthya definimo-lo com técnica de descontração consciente, que permite a assimilação e manifestação dos efeitos dos angas precedentes do ashtánga sádhana, a poderosa prática óctupla característica do Método DeRose de Yôga avançado.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Yôganidrá <em>versus</em> relaxamento</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Muitas sistemas destra filosofia arcaica utilizam algo semelhante ao yôganidrá, denominado <em>shavásana</em>, mas que se difere principalmente pelo volume de técnicas associados ao primeiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Shavásana</em>, como a denominação já sinaliza, é exclusivamente um ásana, um procedimento orgânico, em que o praticante apenas descansa por alguns instantes, mas não é uma tecnologia de descontração consciente propriamente dita.</p>
<p style="text-align: justify;">Como metodologia de descontração, o yôganidrá não se inclui do conjunto de técnicas da maioria das modalidades de Yôga. Diferente do <em>shavásana, </em>o procedimento de descontração no SwáSthya inclui:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Mais de vinte posições diferentes para desfrutar da técnica;</li>
<li>Centenas de estilos musicais para auxiliar no aprofundamento da descontração;</li>
<li>Variação na aplicação da luminosidade ambiente;</li>
<li>Riquíssimo acervo na seleção de visualização de cores;</li>
<li>Tipos diferentes de respiração, associados ao objetivo de cada indução;</li>
<li>Diferentes perfumes projetados na atmosfera do local em que se realiza a descontração, com poderosa influência sobre o sistema nervoso central;</li>
<li>Centenas de modelos de indução verbal, extremamente cativantes e que exigem uma formação específica para alcançar os resultados almejados;</li>
<li>Poderosa reprogramação emocional, com forte impacto sobre os hábitos do praticante, auxiliando-o a substituí-los por outros, mais inteligentes.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;">(Continua na próxima semana)</p>
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		<title>Meditação  “O templo da paz está dentro de ti”</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 13:17:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meditação]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o intuito de aquietar os veículos mais densos, imobilize-se confortavelmente, com as mãos sobre as pernas ou colo, executando o Shiva mudrá. Assuma uma condição de cômoda aquietação. Um sutil sorriso desenha-se no seu rosto como reflexo da prática. Você está em imóvel conforto físico, emocional e mental. Nessa qualidade de consciência, medite na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-1651" href="http://blogdojojo.com/2012/meditacao-%e2%80%9co-templo-da-paz-esta-dentro-de-ti%e2%80%9d/templo-da-paz-color-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-1651" title="Templo da paz. Color" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2012/03/Templo-da-paz.-Color1.jpg" alt="" width="211" height="283" /></a>Com o intuito de aquietar os veículos mais densos, imobilize-se confortavelmente, com as mãos sobre as pernas ou colo, executando o Shiva mudrá. Assuma uma condição de cômoda aquietação. Um sutil sorriso desenha-se no seu rosto como reflexo da prática. Você está em imóvel conforto físico, emocional e mental.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa qualidade de consciência, medite na mensagem:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O templo da paz está dentro de ti.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>De nada adianta buscá-lo lá fora. Em teu coração jaz o recanto somente acessível a ti próprio e ao qual ninguém poderá penetrar. O nome desse Templo é Anáhata e ele constitui o teu refúgio indestrutível. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Deves recolher tua mente pela manhã e à noite, a fim de manter o caminho aberto e livre de erva daninha. Nele deves penetrar em busca de ti próprio duas vezes por dia para cuidar do asseio do teu Templo interior.<span id="more-1633"></span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Imagines que tão logo cerres os olhos, teu coração se torna luminoso como um Sol e nele penetra tua consciência, como se fora o recinto de um Templo material. Visualiza um aposento acolhedor e suave, banhado em luz azul-celeste agradável e numa temperatura amena. A harmonia das esferas se faz ouvir na forma de melodia tranquila e celestial. Coloca ao oriente uma chama votiva na qual hás de incinerar teus momentos de amargura em holocausto de tolerância à chispa Divina que habita dentro de ti.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Sê feliz. </em></p>
<p style="text-align: justify;">Torne imperturbável a sua consciência imersa nessa mensagem. Convirja-a para percepções geradas por ela. Concentre-se até saturar as ondas mentais.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. [</strong>Execução do samyama<strong>]&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Encerrando a prática, passe as mãos ao prônam mudrá, em frente ao peito, e cumprimentemo-nos com a palavra SwáSthya!</p>
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		<title>Relaxamento no jardim</title>
		<link>http://blogdojojo.com/2012/relaxamento-no-jardim/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 13:01:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relaxamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Extraído do livro 5o Aulas Práticas do Yôga Antigo. Desfrute com música. 1. entrada: relaxe profundamente e abandone-se totalmente, com o corpo imóvel, os olhos fechados e a mente serena. Coloque-se na posição mais confortável que possa encontrar. Daqui por diante, não se mexa mais. Permaneça lúcido e acordado, ouvindo tudo o que eu disser para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><a rel="attachment wp-att-1618" href="http://blogdojojo.com/2012/relaxamento-no-jardim/jardim-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-1618" title="Jardim" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2012/03/Jardim1.jpg" alt="" width="189" height="142" /></a>Extraído do livro <em>5o Aulas Práticas do Yôga Antigo.</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em></em>Desfrute com música.</strong></p>
<p><strong>1. entrada: </strong>relaxe profundamente e abandone-se totalmente, com o corpo imóvel, os olhos fechados e a mente serena. Coloque-se na posição mais confortável que possa encontrar. Daqui por diante, não se mexa mais.</p>
<p>Permaneça lúcido e acordado, ouvindo tudo o que eu disser para filtrar e assimilar somente aquilo que você quiser. Sinta-se à vontade e feliz. Faça uma respiração profunda e relaxe ao expirar. Irradie a descontração para a pele, músculos e nervos superficiais, músculos e nervos profundos, tendões e ossos até a medula.<span id="more-1614"></span></p>
<p>Soltando, abandonando, descansando o abdômen; os grandes músculos das costas acomodam-se ao chão assim como toda a coluna vertebral, vértebra por vértebra. Depois, expandindo a descontração para os braços, cotovelos, antebraços, mãos e dedos das mãos. Em seguida, partindo do tronco, solte toda a musculatura das coxas, joelhos, panturrilhas, pés e dedos dos pés.<img title="Mais..." src="http://blogdojojo.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></p>
<p>Agora, projetando-se ainda do tronco, o relaxamento atua sobre o pescoço, relaxando carótida e jugular, laringe e faringe e a cabeça; soltando e descontraindo os maxilares, faces, lábios, língua, narinas, globos e músculos oculares, pálpebras, sobrancelhas, a testa sem rugas, o couro cabeludo e as orelhas.</p>
<p><strong>2. utilização:</strong></p>
<p>Enquanto metaboliza os efeitos dos demais angas através deste yôganidrá, imagine-se deitado sobre a grama de um extenso jardim. Sinta seu corpo acomodado, uma suave brisa acariciando a sua pele e o calor ameno do sol lhe aquecendo. Acima, estende-se o céu azul, e ao seu redor, até aonde a vista alcança, crescem milhares de flores, de centenas de espécies diferentes, que formam uma cena deslumbrante de cores e cheiros.</p>
<p>De olhos fechados, você ouve o som dos batimentos das asas dos beija-flores, o zumbido gentil das abelhas e o canto dos pássaros, em uma autêntica sinfonia pastoral.</p>
<p>A aragem delicada traz até você uma variação deliciosa de perfumes de rosa, jasmim e outras, além de pétalas multicoloridas que em movimentos circulares descem e pousam sobre o seu corpo descontraído.</p>
<p>Como em um grande bailado bucólico, sincronize a sua respiração com a leve oscilação das pétalas em suspensão: quando você inala, elas erguem-se e ao expirar, descem. Quando inala, elevam-se e ao exalar, declinam-se.</p>
<p><strong>3. preparação para a saída:</strong> <em>“daqui a cinco segundos, ao terminar este relaxamento, você estará com uma expressiva sensação de paz, satisfação, saúde, energia e leveza, com muita disposição, entusiasmo, alegria e bem-estar. Com muita motivação para viver, sorrir, amar e trabalhar”.</em></p>
<p><strong>4. saída do yôganidrá: </strong><em>“comece agora a retornar ao corpo físico, trazendo a consciência pelos cinco sentidos, do mais sutil ao mais denso: ouvindo melhor os sons em torno, ouvindo melhor a minha voz; inspirando profundamente e sentindo o perfume do ar; movendo a língua, procurando sentir gosto; movendo os lábios; abrindo os olhos e enxergando; movendo o corpo todo, sentindo o tato de todo o corpo, espreguiçando bastante e devolvendo força e vitalidade aos músculos; bocejando, sorrindo e sentando-se para meditar”.</em></p>
<p><em>“A parte mais importante do despertamento foi o sorriso”.</em></p>
<p style="text-align: center;">O trecho entre aspas foi extraído do CD, <strong><em>Prática Básica</em></strong>, do Sistematizador DeRose.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>MEDITAÇÃO DO ÔM PULSANDO  NO ÁJÑA CHAKRA</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 12:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meditação]]></category>

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		<description><![CDATA[Observe por alguns instantes a natureza da mente com sua inconstância e mutabilidade. Existe um andamento ininterrupto de pensamentos. Eles estão ali, a deslocar-se, esteja você dormindo ou acordado, o tempo inteiro. Quando cessam as idéias, o trânsito mental é interrompido e o que se experimenta é um grande silêncio. Esta placidez é a meditação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-1611" href="http://blogdojojo.com/2012/meditacao-do-om-pulsando-no-ajna-chakra-meditacao-do-om-pulsando-no-ajna-chakra/om-curto-pequeno/"><img class="alignleft size-full wp-image-1611" title="OM curto pequeno" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2012/03/OM-curto-pequeno.jpg" alt="" width="176" height="236" /></a>Observe por alguns instantes a natureza da mente com sua inconstância e mutabilidade. Existe um andamento ininterrupto de pensamentos. Eles estão ali, a deslocar-se, esteja você dormindo ou acordado, o tempo inteiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando cessam as idéias, o trânsito mental é interrompido e o que se experimenta é um grande silêncio. Esta placidez é a meditação e é o que iremos usufruir a seguir.</p>
<p style="text-align: justify;">Confortavelmente, acomode-se sentado, com as costas eretas, os olhos fechados, as pernas cruzadas e as mãos sobre as pernas ou pés, realizando o Shiva mudrá. Assuma uma condição de cômoda imobilidade. Um sorriso</p>
<p style="text-align: justify;">quase imperceptível delineia-se no seu rosto, como reflexo desta prática meditativa.<span id="more-1610"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Você está aquietado. Nesta condição, volte a sua atenção para o cérebro. Identifique e contorne toda a anatomia cerebral incluindo a região frontal, posterior, superior e inferior, até obter uma percepção tátil de toda a massa encefálica. Acompanhe um sutil aumento da temperatura e bioeletrecidade no local. A sensação é muito agradável.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim concentrado, sincronize a consciência com uma suave pulsação proveniente do interior da caixa craniana. Ela existe e é fruto da atividade das ondas cerebrais. Observe-as.</p>
<p style="text-align: justify;">Acrescente então ao aprazível latejamento a vocalização mental do japa ÔM repetido e ritmado: ÔM, ÔM, ÔM, ÔM.</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhe a vocalização mental e sua reverberação dentro do cérebro em perfeita e agradabilíssimo sincronismo: ÔM, ÔM, ÔM, ÔM.</p>
<p style="text-align: justify;">Sinta-o pulsar como um som aveludado por toda a sua caixa craniana, invadindo seu ouvido interno, fazendo desaparecer toda a realidade sensorial externa. Concentre-se.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. [</strong>Execução do samyama<strong>]&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Encerrando a prática, passe as mãos ao prônam mudrá, em frente ao peito, e cumprimentemo-nos com a palavra SwáSthya!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Descontração junto a natureza</title>
		<link>http://blogdojojo.com/2012/descontracao-junto-a-natureza/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 17:21:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Extraído do livro 5o Aulas Práticas do Yôga Antigo. Desfrute com música. 1. entrada: relaxe profundamente e abandone-se totalmente, com o corpo imóvel, os olhos fechados e a mente serena. Coloque-se na posição mais confortável que possa encontrar. Daqui por diante, não se mexa mais. Permaneça lúcido e acordado, ouvindo tudo o que eu disser para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Extraído do livro <em>5o Aulas Práticas do Yôga Antigo.</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em> </em>Desfrute com música.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a rel="attachment wp-att-1602" href="http://blogdojojo.com/2012/descontracao-junto-a-natureza/natureza/"><img class="alignleft size-full wp-image-1602" title="natureza" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2012/02/natureza.jpg" alt="" width="236" height="177" /></a>1. entrada: </strong>relaxe profundamente e abandone-se totalmente, com o corpo imóvel, os olhos fechados e a mente serena. Coloque-se na posição mais confortável que possa encontrar. Daqui por diante, não se mexa mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Permaneça lúcido e acordado, ouvindo tudo o que eu disser para filtrar e assimilar somente aquilo que você quiser. Sinta-se à vontade e feliz. Faça uma respiração profunda e relaxe ao expirar. Irradie a descontração para a pele, músculos e nervos superficiais, músculos e nervos profundos, tendões e ossos até a medula.</p>
<p style="text-align: justify;">Soltando, abandonando, descansando o abdômen; <a href="file:///E:/50%20Aulas%20do%20Y%C3%B4ga%20Antigo/A%20revis%C3%A3o%20set%202011/Aulas%20-%201%20a%2010%20-%20revisado%20Setembro%202011.doc#_msocom_1">[u1]</a> os grandes músculos das costas acomodam-se ao chão assim como toda a coluna vertebral, vértebra por vértebra. Depois, expandindo a descontração para os braços, cotovelos, antebraços, mãos e dedos das mãos. Em seguida, partindo do tronco,<a href="file:///E:/50%20Aulas%20do%20Y%C3%B4ga%20Antigo/A%20revis%C3%A3o%20set%202011/Aulas%20-%201%20a%2010%20-%20revisado%20Setembro%202011.doc#_msocom_2">[u2]</a> solte toda a musculatura das coxas, joelhos, panturrilhas, pés e dedos dos pés.<span id="more-1597"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Agora, projetando-se ainda do tronco, o relaxamento atua sobre o pescoço, relaxando carótida e jugular, laringe e faringe e a cabeça; soltando e descontraindo os maxilares, faces, lábios, língua, narinas, globos e músculos oculares, pálpebras, sobrancelhas, a testa sem rugas, o couro cabeludo e as orelhas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. utilização: </strong>imagine-se deitado junto a uma paisagem campestre. Atente a textura macia da grama verde embaixo de você. O céu é de um azul sem nuvens. Uma brisa suave acaricia sua pele, envolvendo-o com o perfume das flores silvestres. O sol ameno aquece seu corpo. O silêncio é apenas quebrado pelo movimento das folhas das árvores próximas e o canto de um pássaro distante. Ouça também o doce som das águas de um riacho próximo, brincando entre as pedras. Imagine que seu corpo se dissolve entre as árvores, as flores, os arbustos, as águas do riacho, o sol e o céu. Desfrute deste momento&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto permanece descontraindo, valorize estes momentos tão importantes na sua semana. Eles fazem toda a diferença, gerenciando a sua qualidade de vida e lhe proporcionando mais energia, disposição e alegria de viver.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. preparação para a saída:</strong> <em>“daqui a cinco segundos, ao terminar este relaxamento, você estará com uma expressiva sensação de paz, satisfação, saúde, energia e leveza, com muita disposição, entusiasmo, alegria e bem-estar. Com muita motivação para viver, sorrir, amar e trabalhar”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. saída do yôganidrá: </strong><em>“comece agora a retornar ao corpo físico, trazendo a consciência pelos cinco sentidos, do mais sutil ao mais denso: ouvindo melhor os sons em torno, ouvindo melhor a minha voz; inspirando profundamente e sentindo o perfume do ar; movendo a língua, procurando sentir gosto; movendo os lábios; abrindo os olhos e enxergando; movendo o corpo todo, sentindo o tato de todo o corpo, espreguiçando bastante e devolvendo força e vitalidade aos músculos; bocejando, sorrindo e sentando-se para meditar”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“A parte mais importante do despertamento foi o sorriso”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">O trecho entre aspas foi extraído do CD, <strong><em>Prática Básica</em></strong>, do Sistematizador DeRose.</p>
<div>
<hr size="1" />
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<p style="text-align: justify;"><a href="file:///E:/50%20Aulas%20do%20Y%C3%B4ga%20Antigo/A%20revis%C3%A3o%20set%202011/Aulas%20-%201%20a%2010%20-%20revisado%20Setembro%202011.doc#_msoanchor_1">[u1]</a>ponto e vírgula</p>
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<p><a href="file:///E:/50%20Aulas%20do%20Y%C3%B4ga%20Antigo/A%20revis%C3%A3o%20set%202011/Aulas%20-%201%20a%2010%20-%20revisado%20Setembro%202011.doc#_msoanchor_2">[u2]</a>vírgula</p>
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<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Descontração da estrela de luz</title>
		<link>http://blogdojojo.com/2012/descontracao-da-estrela-de-luz/</link>
		<comments>http://blogdojojo.com/2012/descontracao-da-estrela-de-luz/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 17:14:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Extraído do livro 5o Aulas Práticas do Yôga Antigo. Desfrute com música. 1. entrada: relaxe profundamente e abandone-se totalmente, com o corpo imóvel, os olhos fechados e a mente serena. Coloque-se na posição mais confortável que possa encontrar. Daqui por diante, não se mexa mais. Permaneça lúcido e acordado, ouvindo tudo o que eu disser para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Extraído do livro <em>5o Aulas Práticas do Yôga Antigo.</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em> </em>Desfrute com música.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a rel="attachment wp-att-1585" href="http://blogdojojo.com/2012/descontracao-da-estrela-de-luz/estrela-de-luz/"><img class="alignleft size-full wp-image-1585" title="Estrela de luz" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2012/02/Estrela-de-luz.jpg" alt="" width="236" height="186" /></a>1. entrada:</strong> relaxe profundamente e abandone-se totalmente, com o corpo imóvel, os olhos fechados e a mente serena. Coloque-se na posição mais confortável que possa encontrar. Daqui por diante, não se mexa mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Permaneça lúcido e acordado, ouvindo tudo o que eu disser para filtrar e assimilar somente aquilo que você quiser.</p>
<p style="text-align: justify;">Sinta-se à vontade e feliz. Faça uma respiração profunda, e relaxe ao expirar. Irradie a descontração para a pele, músculos e nervos superficiais, músculos e nervos profundos, tendões e ossos até a medula.<span id="more-1584"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Expanda a descontração, relaxando a carótida, musculatura do pescoço, descontraindo o peito, tranquilizando o coração, soltando as costelas, pulmões e diafragma. Conduza o relaxamento para baixo, irradiando a descontração para os órgãos abdominais e do baixo-ventre, coxas, joelhos, panturrilhas, tornozelos, planta e dedos dos pés.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, dirija a descontração pela parte posterior das pernas, glúteos, toda a extensão da coluna vertebral, os grandes músculos costais até a nuca, irradiando o relaxamento neuromuscular pelo couro cabeludo, músculos faciais, globo ocular, testa e orelhas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. utilização: </strong>visualize uma esfera de luminosidade branca na cavidade abdominal, e sinta a descontração expandindo-se do centro para as extremidades do corpo, como uma estrela.</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhe o brilho muito claro, emanando do abdômen e atingindo simultaneamente os pés, mãos e cabeça, ultrapassando todo o corpo com luz e bem-estar. Milhares de partículas desta coloração adentram aos tecidos, células e moléculas, e depois para além dos limites da pele e constroem uma redoma de cor branca que pulsa em um ritmo muito suave e discreto. Você toma a forma de uma estrela alva e muito brilhante.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao expandir-se, sempre do centro do corpo para a periferia, este calor e luminosidade irão dissolvendo todas as tensões musculares e articulares, amplificando a sensação de descontração. Sinta-se vivo. Seu corpo vibra suavemente. Observe o estado maravilhoso em que você se encontra, e agradeça por este momento, como uma dádiva que você se proporciona, como uma auto-oferenda. Perceba-se imensamente feliz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. preparação para a saída:</strong> <em>“daqui a cinco segundos, ao terminar este relaxamento, você estará com uma expressiva sensação de paz, satisfação, saúde, energia e leveza, com muita disposição, entusiasmo, alegria e bem-estar. Com muita motivação para viver, sorrir, amar e trabalhar”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. saída do yôganidrá: </strong><em>“comece agora a retornar ao corpo físico, trazendo a consciência pelos cinco sentidos, do mais sutil ao mais denso: ouvindo melhor os sons em torno, ouvindo melhor a minha voz; inspirando profundamente e sentindo o perfume do ar; movendo a língua, procurando sentir gosto; movendo os lábios; abrindo os olhos e enxergando; movendo o corpo todo, sentindo o tato de todo o corpo, espreguiçando bastante e devolvendo força e vitalidade aos músculos; bocejando, sorrindo e sentando-se para meditar”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“A parte mais importante do despertamento foi o sorriso”.</em></p>
<pre>O trecho entre aspas foi extraído do CD, <strong><em>Prática Básica</em></strong>, do Sistematizador DeRose.</pre>
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