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	<title>Blog Industrial</title>
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	<description>Blog do setor industrial</description>
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		<title>Empresas usam grafologia para contratar e reter talentos</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2014 19:44:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
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		<description><![CDATA[Embora a primeira escola tenha surgido há alguns séculos, em Paris, a Grafologia começou a ser mais difundida no Brasil nas empresas na década de 80, quando a qualidade passou a ser ainda mais exigida dos profissionais diante da acirrada competitividade do mercado.  A rotatividade, de modo geral, estava se tornando muito alta e, mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/10/images1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4968" title="images" src="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/10/images1.jpg" alt="" width="192" height="145" /></a>Embora a primeira escola tenha surgido há alguns séculos, em Paris, a Grafologia começou a ser mais difundida no Brasil nas empresas na década de 80, quando a qualidade passou a ser ainda mais exigida dos profissionais diante da acirrada competitividade do mercado.  A rotatividade, de modo geral, estava se tornando muito alta e, mesmo dispondo de testes psicológicos, faltavam algumas ferramentas para analisar o comportamento dos indivíduos nas organizações.</p>
<p>A Grafologia veio como complemento, e trata-se de uma análise   de fácil aplicação que permite 90% de acerto, por isso, tem ganhado espaço. A VP Máquinas fabricante de dobradeiras de acrílico é uma das empresas adeptas da ciência como auxílio na captação de pessoas e remanejamento entre funcionários. “Desde que começamos a utilizar essa ferramenta de gestão identificamos mais rapidamente se a função condiz com a identidade das pessoas. Muitas vezes temos colaboradores excelentes mas trabalhando em locais onde o talento não é bem aproveitado e a grafologia ajuda na correção de rotas de maneira a beneficiar ambos os lados”, defende Ana Paula Paschoalino Freitas, Diretora Comercial da VP Máquinas.</p>
<p>Um exemplo de uso da grafologia como apoio em tomada de decisão foi o caso de um dos funcionários da produção. Muito embora a organização fosse um pré-requisito para a função exercida de Felipe Araújo Silva , a sua característica mais marcante era a criatividade.  Desse modo, a transferência para a área de pré-impressão, voltada  para comunicação visual  e que utiliza ferramentas de criação, se mostrou uma decisão acertada da diretoria. “Vimos que o perfil não era para o setor produtivo, e a grafologia confirmou o que estávamos percebendo no dia a dia”, completa Ana.</p>
<p>O sucesso com a mudança não surpreende a grafóloga Janete Dias, Professora de grafologia da pós-graduação na Unicid, uma vez que a técnica consegue identificar inúmeras  características do indivíduo. “Por meio da escrita se verifica inclusive  a maneira como a pessoa  trabalha. Sinais de inteligência e de originalidade de ideias; se tem planejamento e organização em suas tarefas; se tem boa memória ou não, além de indícios de perseverança e de ambição que também são visíveis”, conta Janete.</p>
<p>Na opinião de Ana Paula, a metodologia é válida como complemento e requer a associação com outras técnicas. “Para nós a grafologia significa um recurso adicional de gestão, um suporte. Serve para fornecer subsídios complementares na identificação de potenciais e competência. Uma maneira para tentarmos minimizar erros de análise e reduzir o turn over. É nossa obrigação estarmos atentos às ferramentas que são essenciais para a gestão de pessoas, e fazemos isso visando não só otimizar os processos ou melhorar a produtividade mas, principalmente, com o intuito de termos pessoas engajadas e que fiquem felizes em trabalhar na VP Máquinas”, conclui a empresária.</p>
<p><em> Fonte: Gabrisa Assessoria e Comunicação</em></p>
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		<title>Separando a água do diesel</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2014 18:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[O diesel tem características hidroscópicas, ou seja, absorve água do ambiente comprometendo componentes dos motores devido a esta contaminação. Ao desenvolver um inovador separador de água e de impurezas de duplo estágio, a MAHLE estabelece parâmetros únicos para o sistema de filtração no segmento
O mercado brasileiro com diferentes níveis de qualidade do Diesel (S10 e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><a href="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/10/images.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4964" title="images" src="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/10/images.jpg" alt="" width="320" height="157" /></a>O diesel tem características hidroscópicas, ou seja, absorve água do ambiente comprometendo componentes dos motores devido a esta contaminação. Ao desenvolver um inovador separador de água e de impurezas de duplo estágio, a MAHLE estabelece parâmetros únicos para o sistema de filtração no segmento</div>
<div id="_mcePaste">O mercado brasileiro com diferentes níveis de qualidade do Diesel (S10 e S500) possui desafios importantes ao longo de toda a cadeia produtiva e consumidora. Além disso, há o acréscimo de biodiesel que vem sendo adicionado ao diesel. O uso do biodiesel amplia a matriz enérgica do Brasil ao trazer uma fonte renovável de origem vegetal ou animal para a cadeia produtiva do diesel, reduzindo a necessidade de importações e auxiliando no processo de redução de níveis de enxofre devido a novos níveis de emissões.</div>
<div id="_mcePaste">Entretanto, o biodiesel tem também como característica de maior facilidade na absorção de água. A presença da água no diesel é prejudicial para os motores dos veículos porque geram corrosão nas bombas de combustível, sistema de injeção, bicos injetores, válvulas e componentes em geral do sistema de alimentação do motor.</div>
<div id="_mcePaste">A presença de água em maior quantidade proporciona ataque microbiológico mais intenso ao combustível, aumentado quantidade de sedimentos de origem biológica. Estes sedimentos em maior quantidade somados à maior instabilidade da mistura água e diesel devido ao acréscimo do biodiesel, representam desafio adicional para o desenvolvimento de sistemas de filtração.</div>
<div id="_mcePaste">Considerando este cenário de condições extremas, testes foram realizados pela MAHLE Metal Leve visando avaliar a tecnologia atualmente existente no mercado de estágio único de filtração. Na condição de contaminação de campo, principalmente devido a sedimentos de origem orgânica, e combustível com maiores níveis de biodiesel, foram verificadas limitações deste tipo de tecnologia visando manter a função de separação de água em condições mínimas.</div>
<div id="_mcePaste">Testes realizados mostraram que, em um primeiro momento, sistemas de filtração de estágio único realizam separação de água em níveis acima de 96%. Entretanto, a partir de determinada exposição a contaminantes e circulação de combustível diesel, o desempenho dos separadores de água é reduzido a níveis abaixo do recomendado (menor que 20%).</div>
<div id="_mcePaste">Solução: separação em dois estágios</div>
<div id="_mcePaste">O novo conceito de produto foi desenvolvido considerando dois estágios de filtração. Em uma primeira fase ocorre a filtração do contaminante e processo de coalescência das gotas microscópicas de água. Estas aumentam de tamanho e chegam com melhor condição de filtração definitiva no segundo estágio do filtro, onde o processo final de separação da água do diesel ocorre com menor quantidade de contaminante. Deste modo, o sistema de duplo estágio consegue manter a sua função primária de separação de água mesmo com maior presença de sedimentos.</div>
<div id="_mcePaste">Testes de campo e de laboratório comprovam que o novo conceito MAHLE de filtragem em dois estágios demonstra eficiências acima de 96% na condição inicial e mantém eficiência de separação de água acima de 70% mesmo com a exposição de contaminantes ou mistura com biodiesel. Nessa mesma situação, concorrentes chegaram a níveis de eficiência não superiores a 15%.</div>
<div id="_mcePaste">&#8220;Nosso conceito é único no mercado brasileiro. Com o novo sistema desenvolvido pela MAHLE Metal Leve estamos conseguindo uma eficiência muito acima da média do mercado, o que resguarda o sistema de alimentação dos motores, reduz muito as trocas de filtros e os gastos com manutenção&#8221;, diz Fábio Moreira, gerente de desenvolvimento de sistemas de filtração.</div>
<p><em>Fonte: <span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 10pt;">press consultoria</span></em></p>
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		<title>Seminário da Micro e Pequena Indústria apresenta estratégias de vendas na FIESP</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 16:28:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana</dc:creator>
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O Departamento de Micro, Pequena e Média Indústria (Dempi) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) realizou o Seminário da Micro e Pequena Indústria (MPI), na terça-feira (7). Durante todo o dia, foram realizadas palestras com diversos especialistas da área de vendas, estratégias e inovação.
No painel sobre “Gestão de vendas – como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/10/vendas.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4961" title="vendas" src="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/10/vendas.jpg" alt="" width="284" height="177" /></a></p>
<p>O Departamento de Micro, Pequena e Média Indústria (Dempi) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) realizou o Seminário da Micro e Pequena Indústria (MPI), na terça-feira (7). Durante todo o dia, foram realizadas palestras com diversos especialistas da área de vendas, estratégias e inovação.</p>
<p>No painel sobre “Gestão de vendas – como transformar estratégias e resultados”, os palestrantes destacaram a importância de estabelecer processos. “O brasileiro é muito bom em criatividade, mas precisa melhorar os processos”, afirmou a mediadora Martha Gabriel.</p>
<p>Para falar sobre os quatro “Cs” da gestão dos canais de vendas, foi convidado o presidente e fundador da Praxis Business, Adir Ribeiro, que ressaltou as mudanças cada vez mais rápidas do mercado. Ribeiro lembrou Darwin e afirmou que, também nas vendas, o que vai sobreviver é o que melhor se adapta.</p>
<p>“Temos que entender o comportamento do consumidor, que hoje é omni-channel, quer comprar do jeito dele. E tem muita opção de compra hoje”, afirmou, explicando a teoria dos quatro Cs para definir os canais de venda.</p>
<p>O primeiro “C” é o controle, ou seja, como ele vai negociar com o cliente, como vai aplicar sua política comercial. Em seguida vem o “C” de cobertura de mercado, que define a capilaridade. Custo é o terceiro “C”: quanto o empresário está disposto a gastar? E o último “C” é o de convencimento, que se refere às estratégias de engajamento por meio dos canais.</p>
<p>Segundo Ribeiro, o desafio é o equilíbrio entre esses Cs. “Geralmente as pessoas querem controle e cobertura altos e custo baixo, mas isso não existe. Toda decisão acarreta uma perda, o trade-off. É preciso abrir mão de alguma coisa”, explica o especialista.</p>
<p>Como orientações finais, o executivo salientou que a evolução do mercado é muito rápida, por isso o empresário precisa entender o que faz sentido para o seu consumidor. Para ele, também é fundamental o foco em relacionamento e processos.</p>
<p>“No Brasil, a gente tem muito a cultura do ‘deixa a vida me levar’, mas só teve um cara que ganhou dinheiro com isso”, brincou, referindo-se ao sucesso de Zeca Pagodinho.</p>
<p><strong>Ferramentas</strong></p>
<p>Ernesto Costa Santos, professor, palestrante e autor do livro “VAP! – Vendas de Alta Performance”, falou sobre o uso das ferramentas de gestão na realidade das empresas. Entre os exemplos, Santos apresentou o funil de vendas.</p>
<p>“Cerca de 90% das razões de estresse dos profissionais de vendas está na entrega final, na saída do funil. O desafio do líder é tentar olhar a entrada desse funil, conhecendo as etapas de cada um dos produtos, dos mercados e das soluções”, explica.</p>
<p>O palestrante ressalta que, além de fazer prospecção de clientes por meio da análise do funil de vendas, é possível também prospectar oportunidades. “Primeiro, é preciso definir o que é oportunidade, depois rastrear isso por canal, internalizar essa informação e acompanhar a evolução de cada uma delas. Essa é uma forma de buscar as metas da sua empresa.”</p>
<p>No passo a passo, as etapas do processo comercial, que segundo Santos devem ser analisadas e tabuladas, são: prospecção, programação, coleta e registro de informações, otimização das relações e ampliação dos negócios.</p>
<p>Além das informações, o professor também falou da importância da inovação e de agregar valor ao produto, adequando a cada cliente. “Tudo isso pode trazer maior volume de vendas cruzadas, maior incidência de vendas ampliadas, clientes com maior tempo de vida útil, campanhas mais assertivas, políticas comerciais mais competitivas, informação mais ágil e precisa e maiores índices de fidelidade”, garante.</p>
<p><strong>Muito além da inovação</strong></p>
<p>O diretor titular do Dempi/Fiesp, Milton Bogus, concordou com a necessidade de mudança de cenário econômico para estimular as MPIs. “Para sobreviver não basta inovar, produzir mais e reduzir custos, as indústrias devem também vender mais e melhor em um mercado cada vez mais competitivo”, ressaltou.</p>
<p>Para auxiliar nessa busca pela sobrevivência e excelência, o diretor destacou as ações desenvolvidas pelo Dempi/Fiesp para levar propostas e soluções aderentes à realidade das empresas. Segundo ele, foram realizados mais de 48 eventos, além da atuação junto ao poder federal, estadual e o poder legislativo, para buscar a melhoria do ambiente, com bons resultados como a aprovação da revisão da lei geral das MPs.</p>
<p>Bogus destacou ainda a necessidade de inovação, para estar conectado com o mercado de forma global. “Precisamos investir constantemente na inovação e na gestão visando o crescimento da micro para a pequena, da pequena para a média e desta para a grande.</p>
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		<title>Biscoitos e cosméticos dos resíduos do maracujá</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2014 18:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Biscoitos]]></category>
		<category><![CDATA[cosméticos]]></category>
		<category><![CDATA[resíduos do maracujá]]></category>

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		<description><![CDATA[Resultado de parceria público-privado, a indústria Extrair Óleos Naturais utiliza as sementes de maracujá, provenientes de resíduos de indústrias de sucos e polpas do Norte Fluminense, para extração de óleo de alta qualidade. Recentemente, a indústria recebeu o Prêmio CREA-RJ de Meio Ambiente 2014, em reconhecimento pelo trabalho ligado à sustentabilidade da cadeia produtiva do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/09/maracuja2.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4953" title="maracuja" src="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/09/maracuja2.jpg" alt="" width="317" height="190" /></a>Resultado de parceria público-privado, a indústria Extrair Óleos Naturais utiliza as sementes de maracujá, provenientes de resíduos de indústrias de sucos e polpas do Norte Fluminense, para extração de óleo de alta qualidade. Recentemente, a indústria recebeu o Prêmio CREA-RJ de Meio Ambiente 2014, em reconhecimento pelo trabalho ligado à sustentabilidade da cadeia produtiva do maracujá no Rio de Janeiro.</p>
<p>Também aprovou mais um projeto de inovação junto à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) para ampliação e automatização de sua linha de produção, visando o aproveitamento de outro resíduo: o farelo derivado da prensagem da semente, resultante da extração do óleo. Esse farelo desengordurado possui alto valor nutricional, podendo ser utilizado na fabricação de pães, biscoitos, sorvetes, caldas e recheios na indústria alimentícia. Como cerca de 70% do maracujá é composto por casca e semente, estima-se que a indústria fluminense possa gerar um desperdício e um impacto ambiental de cerca de 40 mil toneladas por ano, caso esses resíduos não sejam aproveitados.</p>
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		<title>A Editora B2B está em novo telefone</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2014 20:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/09/telefone-banas1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4946" title="telefone banas" src="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/09/telefone-banas1.jpg" alt="" width="324" height="448" /></a></p>
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		<title>Com aumento de visitantes nacionais e internacionais, 22ª Fenasucro amplia oportunidades para a tecnologia sucroenergética brasileira</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2014 20:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Feiras 2014]]></category>
		<category><![CDATA[Fenasucro]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia sucroenergética brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[A Fenasucro 2014 atingiu as expectativas de público, geração de negócios e, principalmente, de troca de conhecimento a que se propôs. A Feira, em sua 22ª edição, promoveu debates e apresentou soluções em inovações, equipamentos, tecnologia e pesquisa para toda a cadeia produtiva da cana-de-açúcar, recebendo grandes nomes em conferências e palestras que apontaram os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/09/fenasucro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4940" title="fenasucro" src="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/09/fenasucro.jpg" alt="" width="448" height="299" /></a>A Fenasucro 2014 atingiu as expectativas de público, geração de negócios e, principalmente, de troca de conhecimento a que se propôs. A Feira, em sua 22ª edição, promoveu debates e apresentou soluções em inovações, equipamentos, tecnologia e pesquisa para toda a cadeia produtiva da cana-de-açúcar, recebendo grandes nomes em conferências e palestras que apontaram os rumos e os desafios da retomada de crescimento do setor.</p>
<p>Foram 33.240 visitantes, 9% superior à edição passada, entre brasileiros e estrangeiros de mais de 50 países como Arábia Saudita, Dinamarca, Costa Rica, Inglaterra, Estados Unidos, Islândia, Itália, Suíça, Venezuela, entre outros, que geraram um volume de negócios cuja projeção indica alcançar R$ 2,2 bilhões nos próximos 12 meses.</p>
<p>Isto porque, segundo o presidente do Ceise Br, Antonio Eduardo Tonielo Filho, a recente implantação da mecanização da colheita da cana-de-açúcar, com a finalidade de gerar maior produtividade e ligada a questões sustentáveis, foi primordial para uma sequência de outras inovações tecnológicas dentro da indústria de base, responsável pela fabricação de máquinas e equipamentos às usinas. “A própria utilização da biomassa como fonte de energia no processamento da cana estimulou o desenvolvimento de caldeiras cada vez mais eficientes, contribuindo com a redução de custos. Se hoje o Brasil é o principal produtor de derivados da cana-de-açúcar, é graças aos altos investimentos dessa indústria que produz máquinas e equipamentos cada vez mais eficientes, para que as unidades produtoras tenham maior produção e produtividade. O desenvolvimento da indústria sucroenergética brasileira é genuinamente nacional e conquistou o mercado externo pela produção de açúcar, do etanol com eficiência e custos competitivos, e geração de energia”, destacou Tonielo.</p>
<p>A movimentação dos negócios da Fenasucro também atingiu as micro e pequenas empresas que estavam presentes no evento em uma parceria estabelecida com o Sebrae. &#8220;Participar de uma feira tão importante como a Fenasucro é fundamental para as micro e pequenas empresas do setor que querem mostrar seus produtos e serviços, estando em contato com os grandes players do mercado. Na edição da feira deste ano, tivemos ainda mais certeza de que apoiar os pequenos negócios é o caminho para manter a cadeia produtiva fortalecida como um todo, ajudando prestadores de serviços e fornecedores a se manterem competitivos&#8221;, comenta Rodrigo Matos do Carmo, gerente regional do Sebrae-SP.</p>
<p>Além de ser um vetor de soluções e plataforma de novos negócios para as indústrias, a Fenasucro também trouxe alternativas que impactam no ganho de eficiência e redução dos custos no campo. “A Feira apresentou uma vitrine de produtos e serviços à disposição dos produtores rurais. Nela, encontramos o que há de mais moderno e os principais lançamentos do mercado. São as novas tecnologias que podemos utilizar nas lavouras, ajudando na redução de custos e aumento de produtividade. Esse é o principal impacto da feira para as lavouras de cana-de-açúcar, os benefícios que ela apresenta e que podemos utilizar para melhorar o nosso rendimento”, considera o presidente da Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil (Orplana), Manoel Ortolan.</p>
<p>De acordo com o diretor do evento, Gabriel Godoy, a apresentação de soluções para o momento vivido pelo setor foi o principal destaque da Feira neste ano e o fomentador dos negócios gerados. “A Fenasucro trouxe soluções customizadas para cada necessidade dos compradores e contribuiu com oportunidades de negócios e de financiamentos para que muitas usinas se preparem para os cenários que se desenham na economia mundial para o setor sucroenergético”, completa.</p>
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		<item>
		<title>Presença de Clusters franceses do setor de química verde no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2014 19:53:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[clusters]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[química verde]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o apoio do Ministério francês da Economia, Indústria e Emprego (DGCIS) e da UBIFRANCE, em parceria com os polos de competitividade franceses do setor da Química Verde, 14 empresas e o cluster IAR chegam ao Brasil para a Missão Química Verde e Biocombustíveis, entre os dias 22 e 26 de setembro.
Para identificar, encontrar e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/09/quimica-verde.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4936" title="quimica verde" src="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/09/quimica-verde.jpg" alt="" width="274" height="184" /></a>Com o apoio do Ministério francês da Economia, Indústria e Emprego (DGCIS) e da UBIFRANCE, em parceria com os polos de competitividade franceses do setor da Química Verde, 14 empresas e o cluster IAR chegam ao Brasil para a <em>Missão Química Verde e Biocombustíveis, </em>entre os dias 22 e 26 de setembro.</p>
<p>Para identificar, encontrar e desenvolver parcerias tecnológicas e industriais com empresas brasileiras, a delegação francesa terá uma agenda atribulada composta por reuniões e visitas às usinas de biomassa, etanol e açúcar nos estados de São Paulo e Alagoas.</p>
<p>A expectativa de concretizar parcerias franco-brasileiras é grande por parte dos franceses, sendo o segundo ano consecutivo que as empresas vêm ao Brasil para este fim.</p>
<p>A missão começará com o lançamento do Club IAR, do Polo de Competitividade Indústria &amp; Agro-Recursos para a valorização da biomassa. Nele, a delegação francesa participará de rodadas de negócios para acelerar sua competitividade na área da bioeconomia em conjunto com as empresas brasileiras. A Secretaria de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil (MDIC) fará uma apresentação sobre as ferramentas franco-brasileiras de financiamento dedicadas aos projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação no que tange a biotecnologia.</p>
<p>Além disso, a delegação visitará no estado de São Paulo o Centro Tecnológico de Bio Etanol (CTBE), o Centro Tecnológico da Cana (CTC) e as usinas de açúcar e etanol São João e Suzano. No estado de Alagoas, será visitada a usina de etanol 2G Bioflex Agroindustrial e a Planta de etanol celulósico, da empresa Granbio.</p>
<p>Ademais das visitas às usinas, o evento <a href="http://www.greenpowerconferences.com/EF/?sSubSystem=Prospectus&amp;sEventCode=BF1409BR&amp;sSessionID=55n11g2i93f08gq5pqijcfd5o7-18863876">World Bio Markets Brasil</a>, organizado pela Green Power Conferences, será palco de encontros e debates entre os expositores franceses e brasileiros envolvidos com a bioeconomia inovadora. O evento acontecerá no Hotel Tívoli em São Paulo, entre os dias 24 e 26 de setembro.</p>
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		<title>Mecânica dos fluidos sofre com desvarios da economia</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2014 19:28:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[ABIMAQ]]></category>
		<category><![CDATA[Controvale]]></category>
		<category><![CDATA[fluidos]]></category>
		<category><![CDATA[mecânica]]></category>

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		<description><![CDATA[O mau desempenho do cenário macroeconômico nacional atingiu em cheio o setor de mecânica dos fluidos que inclui bombas, motobombas, válvulas e filtros. Somente o mercado de bombas, que é um termômetro do setor inteiro devido à sua importância nas aplicações de fluidos, está com previsão de fechar o ano com desempenho negativo de 10% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/08/economia.png"><img class="alignright size-full wp-image-4932" title="economia" src="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/08/economia.png" alt="" width="379" height="306" /></a>O mau desempenho do cenário macroeconômico nacional atingiu em cheio o setor de mecânica dos fluidos que inclui bombas, motobombas, válvulas e filtros. Somente o mercado de bombas, que é um termômetro do setor inteiro devido à sua importância nas aplicações de fluidos, está com previsão de fechar o ano com desempenho negativo de 10% a 15%, aponta a Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos).</p>
<p>“As bombas são divididas em duas categorias: seriadas e não-seriadas. As bombas seriadas tipo standard, que são aquelas voltadas ao consumidor final, tiveram um desempenho relativamente bom no 1º semestre respondendo por um crescimento entre 5% a 10% em relação ao mesmo período do ano passado. Já as bombas não-seriadas, voltadas à indústria, sofreram um tombo de 20% em relação ao mesmo período de 2013”, analisa Nelson Reginato, vice-presidente da Câmara de Bombas e Motobombas, da Abimaq / foto.</p>
<p>Reginato avalia que o bom desempenho de bombas seriadas contrabalançou, de certa forma, o setor por estar com desempenho positivo no ano. “Senão fossem as bombas seriadas, o tombo no ano poderia ser pior”, observa Reginato, sinalizando para a falta de investimentos no país tanto públicos quanto privados.</p>
<p>Segundo ele, outro fator que está contribuindo para os reveses no setor de mecânica dos fluidos é a ausência de grandes projetos ao longo deste ano. “Estamos, basicamente, com falta de investimentos em projetos importantes. Ou seja, o cenário é desalentador porque não há projetos em licitação e nem mesmo renovações na carteira de pedidos. E, vamos supor que, se algo sair agora em termos de projetos relevantes para o setor, vai faturar somente daqui há um ano e meio”, aponta o vice-presidente da Câmara de Bombas e Motobombas.</p>
<p>Por outro lado, ele afirma que a melhora da economia dos EUA, que anunciou em julho um crescimento de 4% no semestre poderá refletir nas exportações brasileiras. “Os EUA é o segundo maior mercado ao qual o setor direciona exportações. Além disso, também podemos contar com essa relativa melhora do dólar”, explica, se referindo à recuperação da moeda norte-americana que chegou a bater R$ 2,26 em julho.</p>
<p>Para o engenheiro técnico da Controvale, Danilo Diogo o ano de 2014  se apresentou sem grandes surpresas. “Mercado estático, muitas vezes até em retração, com baixo crescimento devido principalmente ao evento esportivo que se realizou no final do semestre,  que roubou a cena e manteve a atenção da grande maioria. Agora as expectativas se voltam para o segundo semestre que, historicamente, tende a ser melhor, principalmente pelo fato de que a maioria das empresas preparam paradas programadas de suas máquinas para manutenção”, avalia.</p>
<p>Segundo ele, a Controvale Hidráulica Industrial planeja alcançar um crescimento entre 10 a 15% nos negócios este ano. “Neste período, além de termos as ações de investimentos para 2015 no setor Educacional já tomando forma, ou seja, as instituições de ensino, como faculdades privadas, cursos técnicos e escolas técnicas federais já estão efetivamente fechando suas compras para o próximo ano. Com este cenário, esperamos um melhor resultado e a recuperação dos números do primeiro semestre”.</p>
<p>O reflexo da carga tributária alta e a falta de incentivo ao pequeno e médio empreendedor são apontados como os principais vilões do setor. “Esses entraves nos levam a uma falta de investimentos no setor industrial deflagrando uma reação em cadeia onde todos são atingidos. Comércio, indústria e o setor de serviço sofrem com a ineficiência governamental e são forçados a manter seus negócios retraídos, com receio de investir, pois não tem segurança do retorno. Todos sabemos que nosso país tem um enorme potencial de consumo e poderíamos nos beneficiar muito desta situação”, observa.</p>
<p>Ele aponta que a menor carga tributária deve acarretar em mais empregos e melhores condições de vida. “Nossos empresários são verdadeiros heróis lutando e “remando” sempre contra a falta de estimulo e ações concretas por parte do governo. Não é um exagero afirmarmos estas questões, pois a conta é simples: menor carga tributária, mais empregos, melhor condição de vida, maior consumo, mais produção e aí, o ciclo se fecha”.</p>
<p>Para Diogo, a inovação na busca por novos produtos de tecnologia superior, por meio de desenvolvimento interno ou até mesmo as novidades que vem de fora, podem ser fortes aliados para propor uma situação real de redução de custos ao setor produtivo, proporcionando mais fôlego e melhores resultados às indústrias do setor. “Por outro lado, levando novas técnicas e novos produtos às Instituições de ensino, contribuímos para uma educação técnica de melhor qualidade, colocando o profissional mais bem preparado dentro da indústria, que também é um ponto importante no cenário da eficiência administrativa”, acrescentou citando como exemplo um dos nichos de atuação da Controvale.</p>
<p>Mesmo diante do cenário desfavorável ele se diz otimista com o setor de maquinas e equipamentos.“Mesmo nos melhores anos do setor, sempre convivemos com a falta de incentivo e as dificuldades de investimento. As armas que temos contra isso, por incrível que pareça, são: a globalização proporcionando uma maior oferta de produtos e melhorando a relação custo x benefício, a criatividade inerente a nossa cultura e as ações destemidas de nossos empreendedores que sempre acreditaram em melhores resultados”, apregoa.</p>
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		<title>ARGO-HYTOS &#8211; O Estado da Arte em Válvulas Hidráulicas</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2014 19:16:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana</dc:creator>
				<category><![CDATA[máquina]]></category>
		<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[ARGO-HYTOS]]></category>
		<category><![CDATA[Válvulas Hidráulicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A ARGO-HYTOS tem quebrado paradigmas nas aplicações de válvulas hidráulicas. Por várias décadas, os padrões de válvulas direcionais não têm sido alterados. Perdas de carga, consumo de corrente, vazamentos internos, vazões e pressões máximas de operação eram comportamentos persistentes no mercado. Para a ARGO-HYTOS estes paradigmas serviram somente para motivar seus engenheiros na busca de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/08/argos-imagem.png"><img class="alignright size-full wp-image-4926" title="argos imagem" src="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/08/argos-imagem.png" alt="" width="450" height="299" /></a>A ARGO-HYTOS tem quebrado paradigmas nas aplicações de válvulas hidráulicas. Por várias décadas, os padrões de válvulas direcionais não têm sido alterados. Perdas de carga, consumo de corrente, vazamentos internos, vazões e pressões máximas de operação eram comportamentos persistentes no mercado. Para a ARGO-HYTOS estes paradigmas serviram somente para motivar seus engenheiros na busca de quebrá-los e estabelecer novos padrões de performance em seu portifolio de produtos.</p>
<p>“Com uma linha completa de produtos dos tamanhos TN4 (Cetop 2) a TN25 (Cetop <img src='http://www.blogindustrial.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> nas versões Light Line e Pesada, a família de direcionais da ARGO-HYTOS atende sob medida cada aplicação” descreve o engenheiro Waldir Vianna Junior, diretor da ARGO-HYTOS.</p>
<p>A ARGO-HYTOS possui, além dos tamanhos TN4, TN6, TN10, TN16 e TN25, as versões Leve (Light Line) e Pesada (Standard). “Não há mais espaço para desperdícios no mercado atual. Somente com uma linha completa de válvulas, é possível atender com precisão a necessidade de cada cliente e manter a competitividade em cada segmento”, descreve Vianna.</p>
<p>O executivo ressalta ainda que, graças à escala de produção que a ARGO-HYTOS possui em sua fábrica em Vrchlabí – República Tcheca, atingiu-se o melhor custo-benefício de mercado considerando todos os players globais. “Nossas válvulas são testadas considerando a potência hidráulica direcionada, ou seja, o conjugado de pressão e vazão em todos os tipos de embolos direcionais, e a única válvula TN06 de mercado que atinge 350 Bar, 80 lpm, centro tandem P-T e tensão 220VCA é a nossa”.</p>
<p>“Cem por cento dos corpos e embolos direcionais são produzidos em máquinas CNC que medem e corrigem o programa de usinagem a cada peça produzida, mantendo assim, precisão milesimal. Somente a ARGO-HYTOS garante o menor vazamento interno de mercado mesmo considerando a intercambiabilidade de embolos e corpos de válvulas. Isto só é possível graças a excelência de usinagem de nosso time na República Tcheca” completa Vianna.</p>
<p>Características técnicas:</p>
<p>1)      Tamanhos: TN04, TN06, TN10, TN16, TN25</p>
<p>2)      Pressão máxima: 350 Bar</p>
<p>3)      Vazões:até 600 lpm</p>
<p>Informações <strong>: www.argo-hytos.com/products/valves/directional-valves.html</strong></p>
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		<title>Super Finishing do Brasil &#8211; Resistência acima de tudo</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2014 18:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[máquina]]></category>
		<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[diamante]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Super Finishing]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento de superfície]]></category>

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		<description><![CDATA[Um tipo de tratamento de superfície concebido a partir de grafite e diamante é a inovação da Super Finishing para as indústrias nacionais. A empresa desenvolveu essa tecnologia inédita no país para poder oferecer um tratamento de superfície com dureza superior a qualquer outro tipo de revestimento encontrado no mercado criando, assim, o Diamond.
“Pela primeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Super-Finishing-imagem1.png"><img class="alignright size-full wp-image-4919" title="Super Finishing imagem" src="http://www.blogindustrial.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Super-Finishing-imagem1.png" alt="" width="338" height="228" /></a>Um tipo de tratamento de superfície concebido a partir de grafite e diamante é a inovação da Super Finishing para as indústrias nacionais. A empresa desenvolveu essa tecnologia inédita no país para poder oferecer um tratamento de superfície com dureza superior a qualquer outro tipo de revestimento encontrado no mercado criando, assim, o Diamond.</p>
<p>“Pela primeira vez, utilizamos a nanotecnologia para conseguirmos chegar a um nível superior de resistência à corrosão e atrito. Demoramos três anos para desenvolver essa tecnologia que envolveu até mesmo a participação de um cientista que passou pela Nasa”, explica Alberto Araújo Silva,diretor comercial da empresa. Segundo ele, a composição desse tipo de tratamento de superfície utiliza diamante “amorfo” sintético. “O processo conta com grafite e alguns gases contendo o átomo de carbono que passa por um reator que os transforma em diamante sintético”, descreve Araújo. Concebido por meio de processos físicos e químicos, o “diamante amorfo” é completamente sintético. “Se usa o grafite para se extrair o átomo de carbono para fazer crescer os filmes de diamante”, explica Vladimir Airoldi, pesquisador do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) egresso da agência espacial norte-americana Nasa, e que está por trás do projeto.</p>
<p>A matéria-prima da tecnologia do Diamond, segundo ele, além do grafite, tem origem em gases como metano e acetileno. “O revestimento também conta com níquel que tem o papel de diminuir as tensões internas e contribuir para melhorar a aderência”, afirma Airoldi.</p>
<p>Peças como eixos, pistões, peças à brasão são o alvo desse revestimento indicado para acessórios que exijam alta resistência. “Na indústria de petróleo, as válvulas de esferas e válvulas borboletas são indicadas para receber esse tipo de tratamento de superfície”, afirma Araújo.  Uma das principais vantagens desse tipo de tratamento de superfície, está na sua dureza, que pode variar entre 1500 HV a 4000 HV pelo método Vickers, unidade de medida utilizada para dimensionar a dureza de materiais. “Para se ter uma ideia de comparação, os outros revestimentos de superfície do mercado alcançam, no máximo, de 1 a 4  GigaPascal de dureza, ou seja, muito abaixo do desempenho do Diamond”, aponta o diretor da Super Finishing.</p>
<p>Suas principais características são:</p>
<p>1)    Baixo Coeficiente de atrito : &lt;0,1</p>
<p>2)    Taxa de crescimento: 0.5 a o.7 microns/h</p>
<p>3)    Baixo “stress”: Alta flexibilidade e aderência &lt;1.0 GPA</p>
<p>4)    Dureza elevada: Entre 1500 HV a 4000 HV(método Vickers)</p>
<p>5)    Alta aderência ao substrato metálico: &gt;30N de carga crítica</p>
<p>Mais informações <strong>www.superfinishing.com.br</strong></p>
]]></content:encoded>
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