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		<title>Não tá fácil pra ninguém…</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 18:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[A Hora do Pesadelo]]></category>
		<category><![CDATA[Federico Chiesa]]></category>
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		<description><![CDATA[Nem os vilões escapam.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Há algumas semanas, nas minhas andanças pela web, acabei caindo no site do fotógrafo italiano <strong>Federico Chiesa</strong>, um cara de criatividade sem limites. Do portfólio bem completo, o que mais chamou minha atenção foi esse ensaio sobre a vida dos vilões de clássicos do cinema. A ideia era retratar a fase &#8220;pós-aposentadoria&#8221; dos maiores e mais assustadores personagens de todos os tempos, tudo impregnado de uma decadência pesada, mas ao mesmo tempo bem humorada. O resultado? Fantástico! <strong>Darth Vader</strong> abre a lista, mas tem mais imagens depois do clique.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/c3.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p><span id="more-57438"></span></p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/c1.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/c4.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/c2.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/c.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Eaí, curtiu? </p>
<p><small><a target='blank' href="http://www.federicochiesa.com">Fonte</a></small></p>
</div>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0jl1K7pPhhQ74MGXGgqzg_gJFxM/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0jl1K7pPhhQ74MGXGgqzg_gJFxM/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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		<title>A Metamorfose (Franz Kafka)</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 12:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feijoada</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[A Metamorfose]]></category>
		<category><![CDATA[Franz Kafka]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[INSETO MALDITO!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Todo mundo já ouviu (Pelo menos eu espero sinceramente que vocês já tenham ouvido) falar sobre a história de um cara que se transforma em barata. Essa história, crianças, foi criada por <strong>Franz Kafka</strong>, um dos escritores mais importantes do século XX. Suas obras têm como marca a solidão do indivíduo e seu sentimento de impotência diante do poder. Muito bem, é essa a atmosfera do livro <strong>A Metamorfose</strong>. A falta de defesa de alguém perante uma situação incomum e imutável.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/franz-kafka.jpg" class="centro" alt=" " />Kafka <em>[Nota do editor: Ah vá, achei que fosse a barata].</em></div>
<p><span id="more-57413"></span></p>
<p>A história começa quando <strong>Gregor Samsa</strong> acorda se sentindo estranho, e de repente ele percebe que virou uma barata. É, assim, do nada mesmo. Sem explicação alguma. De repente, sua família (Pai, mãe e uma irmã mais nova) simplesmente tem nojo dele, e nem o querem ver por perto. Lógico, o cara virou uma barata! O livro conta então, do ponto de vista dele, as mudanças que ocorrem em sua casa, na sua família e nele mesmo. É muito interessante observar a mudança de comportamento e das prioridades de Gregor. O que antes parecia indispensável acaba se tornando fútil, o que antes era nojento, passa a ser desejável. O restante da família também é afetado, lógico, já que era ele quem mais ajudava no sustento da casa. Logo, numa situação tão bizarra, eles têm que se virar pra se sustentar. E o antes tão querido filho e irmão passa a ser um incômodo e asqueroso hóspede, que eles escondem a todo custo.</p>
<p>No começo, parece que o livro é uma história completamente sem noção, sem razão aparente e você fica pensando: Mas que diabos é isso? Essa foi a minha impressão do livro nos primeiros parágrafos. Mas, como eu acho que todo autor quer passar alguma mensagem em sua obra, eu continuei lendo e pensando em que tipo de mensagem Kafka queria passar. Posso estar errada, pode ser que a minha interpretação do livro nada tenha a ver com a de vocês, ou com a do próprio Kafka, ou pode ser que nem aja interpretação alguma e eu, com a minha mente fértil e que sempre busca razão pra tudo, tenha inventado e visto ligações malucas entre a história e a vida. Mas isso não importa, o que importa é que eu vou compartilhar com vocês essa interpretação (E eu espero que vocês concordem comigo, porque eu estou certa).</p>
<p>Depois de ter começado a pensar no possível significado do livro, pensei melhor no título: A Metamorfose. Caso vocês ainda não tenham feito a 7º série ainda, ou então, sejam simplesmente analfabetos funcionais mesmo, metamorfose é uma mudança na forma, na estrutura e no tamanho do corpo, dos estados juvenis ou larvares de muitos animais, até chegarem ao estado adulto. Lembram-se das aulas de biologia? Da famosa lagarta que vira borboleta? Pois então, o mais clássico exemplo de metamorfose. Uma coisa se transformar em outra. E não é isso o que acontece conosco, desde o momento em que nascemos? Não nos transformamos? Mudamos de aparência, de altura, de peso. Num âmbito maior, conforme amadurecemos, mudamos nossas metas, nossa visão do mundo, nossas opiniões, nossas prioridades, às vezes até nossa personalidade.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/metamorfose.jpg" class="centro" alt=" " />Isso é uma metamorfose, crianças.</div>
<p>Comecei então a relacionar a metamorfose do protagonista à nossa própria mudança, ao nosso amadurecimento como indivíduos dotados de opinião própria, de vontades próprias. Mudamos conforme passam os anos, conforme adquirimos conhecimento e experiência. Hoje meus objetivos, minhas vontades, minhas prioridades, são completamente diferentes do que há 5, 10 anos atrás. Meus gostos mudaram, minha personalidade foi definida. E mudar é meio estranho, tanto pra você, porque está experimentando coisas novas, quanto para os que te cercam, que veem essas mudanças. Às vezes só percebemos essa mudança de forma muito abrupta, da mesma forma que o foi com Gregor. Vamos dormir certa noite e quando acordamos, nos damos conta que mudamos. Nos damos conta que a garotinha ou o garotinho já não existem mais. Nos damos conta que já viramos adultos (Vocês eu não sei, falo por mim&#8230;), que temos responsabilidades e deveres, contas para pagar e outras para fazer, escolher uma carreira, uma faculdade, e por aí vai.</p>
<p>Muitas vezes o choque é maior para aqueles que convivem, ou que já conviveram, conosco antes da nossa “metamorfose”, antes do nosso amadurecimento. E às vezes elas simplesmente não acreditam que aquela garotinha quieta, pequenininha e aparentemente meiga se transformou em outra pessoa (Ainda pequena), mas nada quieta, que não tem medo de ir contra todo mundo, que defende com unhas e dentes a opinião dela e que ama rock ‘n roll. É engraçado perceber que a maioria das pessoas que crescem, mudam e amadurecem se transformam em ótimas ovelhas negras na família. É isso aí. A família ou até mesmo alguns amigos tem um modo de pensar ou de agir, e quando seus pequenos crescem, eles não se tornam o que a maioria esperava. Não que tenham se transformado em pessoas ruins (Pelo menos não a maioria, eu espero), mas se transformaram em homens e mulheres com opiniões, gostos e atitudes diferentes do que é o costume da família ou dos amigos de infância. Não que todos que crescem virem ‘ovelhas negras’. Muitos pais educam seus filhos para serem pessoas com uma mente crítica, que sabem a diferença entre certo e errado por eles mesmos (Beijo para os meus pais!). Que sabem que não devem abaixar a cabeça pra tudo ou todos só porque estes estão no poder. Que tem suas próprias convicções e que lutam para defendê-las.</p>
<p>É estranho que muita gente ache ruim alguém ser assim. Parece que as pessoas são muito conformistas, pensar da mesma forma de sempre é bom, é cômodo. E quando um feliz amigo ou membro da família abre os olhos para o mundo, ele é tachado como a ‘ovelha negra’. Da mesma forma que a família do protagonista, a família tenta esconder o filho, primo, sobrinho. Só porque ele se transformou em algo que a família não é ou não aprova. Alguns “amigos” fazem o mesmo. Eu perdi amizades simplesmente por ser a diferente do grupo, a que se não concordava, debatia, se discordava de uma atitude, falava. Nunca tive medo de discordar de todo mundo e ir contra a maré se era por algo em que eu acreditava. E essa atitude afastou algumas pessoas. É ridículo as pessoas não conseguirem conviver com outra apenas porque ela mudou, apenas porque ela não concorda com o que todos querem. A família e os amigos deviam apoiá-lo, ficar feliz por ele. Qual é o problema em pensar diferente? Em ser diferente? Ele continua sendo seu filho, primo, amigo, continua tendo seu sangue, apenas cresceu, amadureceu. Aceitem. Apoiem.</p>
<p>E essa aí foi a minha interpretação de A Metamorfose. Acredito sim que Kafka queria mostrar que todos nós mudamos, mental, física, emocionalmente. Faz parte do ser humano crescer e amadurecer. E que as pessoas à nossa volta precisam aceitar essas mudanças e não achar que a pessoa virou algo repulsivo apenas porque é ou pensa diferente. A família tem o papel de educar, apoiar e mostrar o caminho. Mas será que existe só aquele caminho? Desnecessário eu dizer que não me refiro a escolher o caminho obviamente errado e se tornar um bandido ou um traficante, né? Me refiro a caminhos diferentes do que trilharam nossos pais, tios, ou amigos, mas que vai te fazer feliz, e que mesmo paralelo ao deles, não te torna alguém ruim, apenas diferente. E sim, eu sou a ovelha negra da família.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/kafka-a-metamorfose.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p><strong>Aline Freitas</strong> é ovelha negra da família, não sabe dar nota pra livro mas jura de pé junto que é gente boa. Pelo menos ela escreve bons textos por vontade própria. Também quer mandar seu texto pra ser publicado? <a target='blank' href="http://www.baconfrito.com/ajude-o-bacon-seja-escrevendo-ou-nao.html"><strong>É pra já!</strong></a></p>
</div>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oMKOjmZdkINheOXqVz_oV0_yGtY/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oMKOjmZdkINheOXqVz_oV0_yGtY/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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		<title>Lost vai voltar (?)</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 18:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Lost]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[Em meio a tantas séries canceladas, Lost pode voltar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Tudo indica que sim, <strong>Lost</strong> retornará, mas não é pra uma 7° temporada. <em>Orra, então pra que, oras?</em> Pra se redimir da cagada que foi a 6° temporada. É isso mesmo, levou 2 anos, mas finalmente (Espero eu) encontraram histórias melhores para serem contadas na 6° temporada.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/Lost.jpg" alt="" /><span id="more-57394"></span></p>
<p>Ninguém gostou do final de <strong>Lost</strong> (Tá, alguém deve ter gostado), mas que foi uma merda foi. E parece que a <strong>ABC</strong> percebeu isso e resolveu que após longos 2 anos, estava na hora de desfazer a cagada que foi enfiada goela abaixo dos telespectadores. <strong>Damon Lindelof</strong>, co-criador da série, disse que a ABC é quem tem os direitos sobre a série, e que os chefões desejam desconsiderar a 6° temporada, criando uma totalmente nova. Disse também que sente como se o mundo ainda não tivesse assistido o final de Lost, assumindo completamente a merda que fez 2 anos atrás, porém, não terá nenhum envolvimento caso a nova 6° temporada realmente aconteça, mas disse que seria hipócrita por estar estragando <strong>Star Trek</strong> e não deixar ninguém mexer em sua série (Não foram bem essas as palavras, mas basicamente isso). Seria bom ter um novo final de Lost? Porra, óbvio. Não só um novo final, mas um temporada que explique a maioria das coisas que ficaram sem respostas ou tiveram explicações bem chulas, como os sussurros ou a porra dos números que estavam em todo lugar. Só espero que façam isso com o elenco original.</p>
<p>Cês lembram da vergonha alheia que foi a sexta temporada? Tudo indicava que eles estavam em uma realidade alternativa, que a respostas para as perguntas da 1° temporada seriam dadas e que teríamos um final magistral. Mas o que tivemos foi um purgatório, respostas meia boca e um final tipo <strong>Chico Xavier</strong>. Porra, aquilo foi um total insulto aos fãs. Foram 6, SEIS anos desperdiçados com: Vocês estão mortos, se fodam aí, agora caminhem para a luz e sejam felizes. Putz, que demais. Lost foi bom, apenas por ter transformado <strong>JJ Abrans</strong> no queridinho de séries e filmes sci fi. Sim, graças a fama de JJ, tivemos <strong>Fringe</strong>, <strong>Cloverfield</strong> (Ah, é legal vai), <strong>Super 8</strong>, <strong>Alcatraz</strong> (Que infelizmente foi cancelada) e <strong>Persons of Interest</strong>. Tem também o novo <strong>Star Trek</strong>, mas o que ele fez pode ser considerado a limpar a bunda com a bíblia. Não se mexe em Star Trek, cara. Mas enfim, Lost voltará e provavelmente, JJ deve dar as caras em um episódio ou outro, afinal, é melhor endireitar uma obra 2 anos depois, do que deixar na merda pra sempre. De qualquer jeito, volta Lost.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/Jack.jpg" alt="" /></p>
</div>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6puKxNefsK414rj1j33V1w6iY0Q/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6puKxNefsK414rj1j33V1w6iY0Q/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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		<title>Tô ficando atoladinho</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 12:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Loney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Ler]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias - Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Chloë Moretz, eu te espero.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Deixando de lado este título absolutamente tosco (E gay), o assunto aqui é outro: Não estou dando conta da quantidade de <strong>livros</strong> que tenho para ler. Sério, é absurdo, tenho ao menos 50 para ler, e assim que esses 50 acabarem, há a coleção completa da <strong>Agatha Christie</strong>. Fazendo umas contas marromenos, tenho 140 livros para ler, num total de mais de 50.000 páginas. Como diriam os cariocas, <em>iço é coisa pra caralho merrrrrrmãum</em>.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/fav.jpg" class="centro" alt=" " /><span id="more-57400"></span></p>
<p>Já falei aqui em algum lugar (Mas não tô afim de ir procurar) que um problema quando se gosta de livros é o querer comprar cada vez mais, e em outro lugar (Leia o parênteses anterior) falei que ganhei um monte de livros. Vou dizer o óbvio: Eu gosto de ler. Gosto pra caralho, mas a coisa aqui está tão bagunçada, que mesmo tendo um monte de coisa para ler e certo tempo para fazê-lo, não consigo ler.</p>
<p>É uma lógica estranha, algo como &#8220;gosto de golfinhos, mas ficar num tanque com 70 não é tão divertido assim&#8221;. Não estou conseguindo ler, e quando consigo, parece que a coisa &#8220;não anda&#8221;, que a leitura não se desenvolve, e porra, isso é um quebra clima do caralho. Estou me destraindo demais, qualquer coisa é motivo para baixar o livro&#8230; Eu até dormi! Porra, eu não fazia isso com dez anos!</p>
<p><a href="http://www.baconfrito.com/a-invencao-de-hugo-cabret-hugo.html"><strong>A Invenção de Hugo Cabret</strong></a> na cabeceira da cama desde ontem à noite. Não sei se vocês sabem, mas o livro tem umas 400 páginas, sendo que a gigantesca maioria delas é desenhada. Caras, é quase um gibi, mas com apenas um quadrinho por página: É ridículo. Juro por tudo que é mais sagrado que não consegui lê-lo. Em literais 30 minutos é possível terminar o livro, e ainda sim já tem umas 20 horas que ele está lá parado.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/fondo1_800x600.jpg" class="centro" alt=" " />ESRB: Máximo 7 anos.</div>
<p>E aí você pode me perguntar: &#8220;Mas então qual a porra de função deste texto, já que você tá só reclamando?!&#8221;. A resposta é bem simples: O tempo que gasto fazendo o post, eu não preciso ler. Uma fuga descarada e um tanto quanto preocupante se for considerar que minha área aqui no <strong>Bacon</strong> é literatura.</p>
<p>Eu, sinceramente, não sei como terminar este post sem que a frase final seja algo na linha de &#8220;tenho que ir, vou tentar ler mais um pouco&#8221;. Se pudesse dar um conselho para vocês, seria &#8220;não comprem coisas demais&#8221;, mas todos sabemos que eu estaria me enganando e que nenhum de vocês iria seguir tal conselho, então, o mínimo que posso fazer é lhes dizer é &#8220;façam da leitura um prazer, e não uma obrigação, porque isso fode com a tua vida&#8221;. Mas então, tenho que ir: Tenho uma luta com <strong>Hugo Cabret</strong> para perder.</p>
</div>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/USPH-812YjESkXExoSMhWKhz7Vk/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/USPH-812YjESkXExoSMhWKhz7Vk/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/USPH-812YjESkXExoSMhWKhz7Vk/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/USPH-812YjESkXExoSMhWKhz7Vk/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baconfrito/~4/5AUSwejP1Cs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>CDS #144 – Xirley (Gaby Amarantos)</title>
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		<comments>http://www.baconfrito.com/cds-144-xirley-gaby-amarantos.html#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 May 2012 03:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pizurk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipe da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Gaby Amarantos]]></category>
		<category><![CDATA[Treme]]></category>

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		<description><![CDATA[Se eu vi, vocês terão que ver também.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Eu não queria fazer isso, mas fui obrigado. Tudo culpa da <strong><a target='blank' href="http://twitter.com/lolamarcon">Lola</a></strong>. Enfim, hoje vocês vão conhecer o mais novo expoente do tecnobrega, <strong>Gaby Amarantos</strong>. Mas deixando preconceitos de lado, a voz da mulher é do caralho<s>, nem parece que é dela mesmo</s>. E o clipe é um primor. Da bagaceira. A câmera roda tanto que eu fiquei tonto. Mas como é feito praticamente de shots sem cortes, ficou bacana.<span id="more-57251"></span></p>
<p><iframe width="650" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/niGt6fhwMtA?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Xirley</strong> está no álbum <strong>Treme</strong>, de 2012.</p>
</div>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Hge4zft39MOoTjhbqMhbRV5MkK4/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Hge4zft39MOoTjhbqMhbRV5MkK4/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Hge4zft39MOoTjhbqMhbRV5MkK4/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Hge4zft39MOoTjhbqMhbRV5MkK4/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baconfrito/~4/_-dGhJ_GlsE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Battle Panic – Tower Defense</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 11:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Loney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogaí]]></category>
		<category><![CDATA[Battle Panic]]></category>
		<category><![CDATA[Tower Defense]]></category>

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		<description><![CDATA[Orcs everywhere!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Fui supreendido novamente quando o <strong>Pizurk</strong> me enviou dois links de jogos para o <strong>Jogaí</strong>: O primeiro era uma merda, já que era um <em>demo</em> e eu não sabia, o que significa que o jogo termina do nada, e o segundo é este aqui: <strong>Battle Panic</strong>. Devo dizer, de vez em quando o Pizurk me deixa orgulhoso.</p>
<p><em>Nota do editor: Eu não joguei o outro até o fim, então não sabia que era demo. Se fode ae.</em><br />
<em>Nota do autor: Incompetente.</em><br />
<span id="more-57366"></span></p>
<p><a target='blank' href="http://ninjakiwi.com/Portugues/Games/Strategy/Play/Battle-Panic.html"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/Battle-Panic.jpg" class="centro" alt=" " /></a></p>
<p><em>Mouse</em> faz tudo. Pensar em <em>tower defense</em> se resume a dois tipos de jogo: Um castelo, em que você cria armas/defesas ou aqueles caminhos, em que você pode posicionar suas armas. Battle Panic mistura um pouco dos dois: Você tem que criar unidades de ataque/defesa, mas precisa de recursos para isso, e isso fica por sua conta, ou seja, nada de clicar e ficar olhando. A <strong>Ninja Kiwi</strong> costuma fazer bons jogos, e esse não é diferente: É realmente bem feito, apesar da chatice-cada-vez-mais-comum de ter que fazer login caso queira coisas melhores no jogo (Caso você não queira, jogue como &#8220;convidado&#8221;). Um bom jogo, que além de valer por si mesmo vale para mostrar que TD pode ser diferente <s>diferentemente desta frase tosca de encerramento</s>.</p>
</div>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ESJP8nTyKFtUBAUhcDU-i69Ar34/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ESJP8nTyKFtUBAUhcDU-i69Ar34/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ESJP8nTyKFtUBAUhcDU-i69Ar34/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ESJP8nTyKFtUBAUhcDU-i69Ar34/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baconfrito/~4/A63Xnf5e9iE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Corre pra assistir – Os 3</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 18:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias - Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Os 3]]></category>

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		<description><![CDATA[Reality shows e triângulos amorosos na terra em que não existe amor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Mais uma vez, não é uma resenha e mais uma vez é sobre um filme nacional foda. <strong>Os 3</strong> chuta os bagos de reality shows e confirma mais uma vez que palavrões e <strong><em>celton melo</em></strong> (Como disse o amigo entusiasta nos comentários do texto sobre <a target=blank' href="http://www.baconfrito.com/corre-pra-assistir-2-coelhos.html"><strong>2 Coelhos</strong></a>) não são necessários para um filme nacional ser bom. Quer ver?</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/Os-3.jpg" alt="" /><span id="more-57339"></span></p>
<p><strong>Cazé</strong> (<strong>Victor Mendes</strong>), <strong>Camila</strong> (<strong>Juliana Schalch</strong>) e <strong>Rafael</strong> (<strong>Gabriel Godoy</strong>) são 3 jovens fodidos que acabaram de chegar em São Paulo. Eles se conhecem na fila para o banheiro em uma festa e como os 3 estavam doidos pra mijar, decidiram usar o banheiro ao mesmo tempo. E assim se forma uma amizade. Os 3 passam o resto da festa juntos e como Camila estava morando na casa de uma prima da tia de uma amiga da avó dela e Rafael em um fusca, Cazé, o único que tinha conseguido um lugar pra morar, convida os dois novos melhores amigos para morar com ele. Assim, surgem Os 3, apelido que ganharam da galerinha da faculdade por estarem sempre juntos. Durante um bom tempo, tudo corre bem, só que aí acontece o que sempre acontece quando caras passam muito tempo com gurias: Eles se apaixonam. O grande problema é que eles tinham uma regra: Nós nunca vamos nos pegar. Legal na teoria, péssimo na prática. <em>Ah Jô, mas isso é só mais um draminha de quinta categoria sobre triângulos amorosos</em>. Errado, jovem gafanhoto.</p>
<p>Embora a tensão sobre o triângulo amoroso esteja presente em parte do filme, a história é outra. Durante a apresentação de um trabalho de faculdade, Os 3 mostram a ideia de um reality show pela internet/site de compras. Após o término da apresentação, eles são abordados por um produtor, que gostou da ideia deles e diz que quer botar em prática, com Os 3. No princípio, eles não aceitam a proposta, mas acabam se convencendo que é uma boa forma de continuarem juntos, já que estavam perto de se formar. Assim, começa o reality show mais chato de toda a internet. Os 3 não ficam muito a vontade com as câmeras espalhadas pelo galpão e recebem a notícia de que serão cancelados. Na tristeza total por verem que o momento crucial da separação deles finalmente havia chegado, eles fizeram o que qualquer jovem faria em uma despedida: Fumaram maconha e encheram a cara, perdendo a linha e mostrando o que todos queriam ver, que é putaria. Assim, eles continuam juntos, mas decidem que para manter o reality show no ar, precisavam começar a encenar algumas situações. E assim instala-se o caos entre Os 3, que após um tempo se tornam Os 4, com a chegada de uma pseudo-prima de Camila interpretada por <strong>Sophia Reis</strong> (Filha do <strong>Nando Reis</strong>), que pela primeira vez (Eu acho) decide mostrar que é uma delicinha e mostra os mamilos. A mensagem da história, é: Pessoas são capazes de qualquer coisa para ter seus 15 minutos de fama. <em>Ooooooooooooooh, não me diga Jo</em>. É, todo mundo sabe disso, mas ver isso assim, tão abertamente, é bem legal. E porra, assiste logo o filme e para de reclamar que filme nacional sem o <em>celton melo</em> é uma merda. Vê o trailer aí e aproveita pra dar uma espiada rápida nos mamilos da Sophia.</p>
<p><iframe width="650" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/m2EZW6er4Uo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
</div>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6LaFOVvLKwtefxBcUw7WD1rbCBQ/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6LaFOVvLKwtefxBcUw7WD1rbCBQ/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6LaFOVvLKwtefxBcUw7WD1rbCBQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6LaFOVvLKwtefxBcUw7WD1rbCBQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baconfrito/~4/pYh4pTqYeVY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Disco a disco: A discografia comentada do Sonic Youth</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 12:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>chinaski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Indie]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias - Músicas]]></category>
		<category><![CDATA[Rock alternativo]]></category>
		<category><![CDATA[Sonic Youth]]></category>

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		<description><![CDATA[Juventudo sônica e muito GLOM GLOM GLOM. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Uma das bandas que mais me influenciaram quando resolvi tentar ser músico (E não consegui, claro) foi o <strong>Sonic Youth</strong>. As guitarras desencontradas, as afinações excêntricas e sem noção, a microfonia, o noise, ali tinha tudo que um bom (E um péssimo) guitarrista deveria saber. Veja aqui comentada disco a disco a discografia desta banda, que vai deixar saudades, seja pela originalidade ou pelas músicas inesquecíveis.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/sonic-youth.jpg" class="centro" alt=" " /><span id="more-57212"></span></p>
<p>A história do Sonic Youth começou quando o guitarrista <strong>Thurston Moore</strong> se mudou para Nova Iorque em 1977. Ele queria brincar de ser punk. Logo de cara, entrou pra uma bandinha chamada <strong>Coachmen</strong>, e tocando nessa banda que Thurston conheceu <strong>Lee Ranaldo</strong>, que era fã do Coachmen e ex-membro do <strong>Glenn Branca&#8217;s Electric Guitar Ensemble</strong>, e <strong>Kim Gordon</strong>, ex vocalista de uma banda fracassada chamada <strong>CKM</strong>. Eles resolveram formar uma banda. Thurston sugeriu depois de alguns nomes a combinação do nome do meio de <strong>Fred &#8220;Sonic&#8221; Smith</strong> do <strong>MC5</strong> com um grupo de reggae, <strong>Big Youth</strong>. Kim depois falou que &#8220;Assim que Thurston chegou com o nome Sonic Youth, um certo clima de que era mais do que nós esperávamos fazer veio a tona.&#8221; </p>
<h3>Confusion is sex &#8211; 1983</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/confusion-is-sex.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>O primeiro disco do Sonic Youth mostrou que a banda não estava de brincadeira. Somente o caos. De pop, nada nas primeiras faixas da banda, que experimentava afinações extravagantes, mania roubada de <strong>Glenn Branca</strong>, para construir mantras pautados na catarse, desembocando num feedback incontrolável. Ainda sem um baterista oficial (Um tal de <strong>Jim Sclavunos</strong> e um outro chamado <strong>Bob Bert</strong> se alternavam nas baquetas), Moore, Ranaldo e Gordon se trancaram num estúdio e gravaram esta meia hora de noise. Como canções, apenas uma versão lo-fi de <strong>I Wanna Be Your Dog</strong> dos <strong>Stooges</strong> e <strong>The World Looks Red</strong>, quase uma canção, com letras de <strong>Michael Gira</strong>. A reedição de 1995 contém o EP <strong>Kill Yr Idols</strong>, com os primeiros clássicos <strong>Brother James</strong> e a canção título do EP.</p>
<h3>Bad Moon Rising – 1985</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/BadMoonRising.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Neste disco, o Sonic começava a mostrar o que estava por vir. <strong>Brave Men Run</strong> apenas começa e o ouvinte percebe que neste segundo disco a formula do Sonic irá continuar, com texturas mais intensas, como no final de <strong>Society is a Hole</strong>, no começo de <strong>I Love Her All the Time</strong>, e em toda <strong>Satan is Boring</strong>. Violência e crueza em todos os riffs. Um dos grandes momentos acontece em <strong>Death Valley’ 69</strong>, inspirada nos assassinatos do clã <strong>Manson</strong>, com a participação de <strong>Lydia Lunch</strong> nos vocais. O primeiro disco com a presença de <strong>Steve Shelley</strong>, peça fundamental na banda e que colocou a casa em ordem, no lugar do baterista Bob Bert.</p>
<h3>Evol – 1986</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/evol.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>É <strong>Tom Violence</strong> começar, e <strong>Evol</strong> arranca com o inesperado: Sim, a harmônia pode acontecer no Sonic Youth. E pode até chegar a emocionar. É uma canção, finalmente. É isso que será o Sonic Youth a partir deste disco, a base melhor do que nunca, com Shelley sentado ali e a crueza de sempre, mas com lugar para sutilezas e climas densos e hipnóticos. A enorme <strong>Shadow of a Doubt</strong>, por exemplo, com a voz de Kim Gordon criando um clima mais que perfeito. Aqui finalmente provamos da voz de Lee Ranaldo, que assina sua primeira música, <strong>In The Kingdom #9</strong>. Depois deste disco, foi só a ascensão do Sonic. Momento clássico: <strong>Expressway to Yr Skull</strong>.</p>
<h3>Sister – 1987</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/SISTER.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Thuston canta em um canal e Kim o faz do outro. As guitarras soam como uma briga, gritando e berrando, como se estivessem sendo assassinadas. Esse foi por muito tempo o meu disco preferido dos Sonics. Muitos devem ter se apaixonado pela banda escutando <strong>Cotton Crown</strong> e o hino <strong>Schizophrenia</strong>, com sua bateria cavalgante e seus picos de tensão, um dos momentos mais inspirados da história da música alternativa. Também estão lá <strong>Beauty Lies in the Eye</strong> e o cover de <strong>Johnny Strike</strong>, <strong>Hot Wire My Heart</strong>. Mas Sister se destaca por ser o primeiro disco dos Sonics onde tudo se encaixa perfeitamente, as afinações, os feedbacks, as dissonâncias, o noise, a fúria, a microfonia, tudo se torna funcional e seguindo a melodia.</p>
<h3>Daydream Nation – 1988</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/daydream-nation.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>De cara, uma trolada: A linda intro de pouco mais de um minuto de <strong>Teen Age Riot</strong> faz qualquer um pensar que ali teremos uma linda e singela canção. Mas não, é um hino punk, retardado, aparentemente mal tocado, desafinado, com suas guitarras mal (Ou muito bem) encaixadas. Para muitos, este disco é a obra prima do Sonic Youth. O disco preferido da galera indie, o único que qualquer um consegue ouvir numa boa, faixa a faixa, sem pular nenhuma ou sem apertar no repeat e grudar em outra. É também o disco preferido da crítica, tão aclamado que foi capaz de despertar o interesse da super gravadora multinacional <strong>Geffen</strong>. E eu deixo bem claro que nenhum elogio é exagerado a esse álbum, é um grande trabalho de consagração, onde se condensa melhor que nunca o que o grupo vinha buscando: Aplicar sua escola pós punk e seus dotes experimentais à canção de rock. Vem deste álbum seu status de marco da música alternativa. Claro, com pérolas como <strong>Silver Rocket</strong> (Um dos melhores riffs da história, perfeito) e <strong>Candle</strong> (A dissonância como uma forma de acalmar e enfurecer ao mesmo tempo). Impossível não escutá-lo do começo ao fim. Uma e outra vez. E de novo.</p>
<h3>Goo &#8211; 1990</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/goo-gif_.gif" class="centro" alt=" " /></p>
<p>E então chegava a hora do Sonic Youth ganhar o mundo. Contrato com a Geffen, turnê mundial com <strong>Nirvana</strong>, <strong>Dinosaur Jr.</strong>, <strong>Babes in Toyland</strong> e os anos 90 a ponto de explodir. Se Daydream Nation era a síntese perfeita entre experimentação e pop, Goo ultrapassa a barreira e se joga de cabeça nas melodias (E uma produção um tanto quanto mainstream, há que se dizer). Assim, milhões novos fãs ao alcance. <strong>Titanium Expose</strong> (Que riff putaqueparivelmente fodástico!), Lee quebrando tudo em <strong>Mote</strong> (Quem puder ouvir toda a discografia sabe que em todo disco, a melhor música é a composta por Lee Ranaldo), a cadência de <strong>Dirty Boots</strong> e o pogo mais feliz do mundo com <strong>Kool Thing</strong> (Com <strong>Chuck D</strong> do <strong>Public Enemy</strong> e um solo de guitarra que faz cócegas na espinha). Ah, tem também <strong>Disappearer</strong>, uma obra prima. Era a música indie tocando finalmente nas rádios.</p>
<h3>Dirty – 1992</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/Dirty.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Depois da consolidação com Goo, estava aberta a brecha: O Nirvana dominou o mundo (Desbancando do primeiro lugar da Billboard o monstro <strong>Michael Jackson</strong>) e as bandas da cena alternativa passaram a jogar na primeira divisão da música. Sem a concorrência dos <strong>Pixies</strong>, o Sonic Youth se tornou uma especie de padrinho dos alternativos. Foi o disco mais bem produzido da carreira do grupo, com a produção do <strong>Butch Vig</strong>, que produziu o excelente <strong>Nevermind</strong> e era a estrela do momento. Os Sonics tiraram da cartola várias jóias para colar nas rádios, como <strong>100%</strong> (Na época, não dava pra ver um video de skatistas que não tivesse essa música como trilha sonora), <strong>Youth Against Fascism</strong> e especialmente <strong>Sugar Kane</strong> (Uma das mais belas melodias da carreira do Sonic). Depois de Dirty, o Sonic Youth se tornou parte da música popular americana: Estava nas rádios, em todas as lojas, em filmes, seriados, até nos <strong>Simpsons</strong>. Todavia, não há que se mal interpretar as coisas: O fato de Dirty ser seu disco mais popular não quer dizer que tenha sido uma tentativa de seguir os passos de Nevermind. Os novaiorquinos seguiram na sua e esse foi o passo maior deles em direção a música pop. Menção à parte para <strong>Chapel Hill</strong> e <strong>Theresa’s Sound-world</strong>, duas maravilhas do noise progressivo.</p>
<h3>Experimental Jet Set, Trash and No Star – 1994</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/Experimental-Jet-Set-Trash-and-No-Star.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Dizem que depois do barulho vem o silencio. Com a banda superexposta e popular demais, o grupo decide mudar de rumo. Experimental&#8230; foi o momento de baixar a bola. Diminuíram tudo: O tom, a velocidade e as expectativas. Um disco para antecipar o fim da festa (Saiu pouco depois da morte de <strong>Kurt</strong>). O blues marca o pulso. Assim assinala a faixa de abertura, <strong>Winner’s Blues</strong> (Uma pérola de Thurston Moore). Kim Gordon tem aumentado seu protagonismo e, tirando o pseudo hit <strong>Bull in the Heather</strong>, tudo vai em passos lentos (<strong>Skink, Bone, Sweet Shine</strong>). Sem renunciar à desaceleração, o grupo também entrega alguns rocks (<strong>Screaming Skull, Self-Obsessed and Sexxee</strong>). A pérola: <strong>Tokio Eye</strong>.</p>
<h3> Washing Machine – 1995</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/Washing-Machine.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Aqui temos um retorno as origens. Depois da renuncia ao mainstream de Experimental, a banda dá um passo em direção ao experimentalismo. Ainda com a verve melódica a essa altura inalterável, mas sem resignar seu gosto pela microfonia e pelo noise, aqui finalmente voltando a ser mais e mais exacerbado do que nunca. As novas músicas se estendiam e terminavam num enxame de guitarras (Quase não há baixos nesse disco), chegando até a dez minutos de duração (<strong>Washing Machine</strong>) e quase passando dos vinte (<strong>The Diamond Sea</strong>, uma das melodias mais belas que Thurston Moore já compôs). A pérola do disco é a agradável <strong>Little Trouble Girl</strong>, um dueto cândido e arrepiante entre as duas Kims, Kim Gordon e <strong>Kim Deal</strong> (<strong>The Breeders</strong>, <strong>Pixies</strong>). Uma revoltada volta as origens.</p>
<h3>A Thousand Leaves – 1998</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/A-Thousand-Leaves.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>E então a banda com seus fãs consolidados (E sem aquela aura de vendidos, que foi totalmente desfeita com os dois últimos discos), eles lançam seu trabalho mais ambicioso. A abertura com <strong>Sunday</strong> (Que tinha um clipe em que aparecia <strong>Macaulay Culkin</strong> e que tocava o tempo todo na MTV) engana bastante. Este é na verdade o disco mais complexo dos caras. A duração (Uma hora e quinze) não esconde isso, assim como os lentos e suspensos diálogos entre guitarras que se deixavam levar pela improvisação. Muita gente não curtiu e achou a lombra do disco muito dispersa. Mais além dos típicos estouros, <strong>A Thousand Leaves</strong> plana por paisagens bucólicas e a melancolia de peças como <strong>Wildflower Soul</strong> ou <strong>Hits of Sunshine</strong>, essa dedicada a <strong>Allen Ginsberg</strong>. Na minha opinião, este foi o disco mais sútil da banda.</p>
<h3>NYC Ghosts &#038; Flowers &#8211; 2000</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/NYC-Ghost-Flowers.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>O experimentalismo e o improviso do disco anterior desembocaram neste disco, o trabalho mais estranho e diferente da banda. Custa a engrenar, por causa das suas introduções alongadas ou por suas continuas quebras. Parece bossa nova em vários momentos, principalmente por causa da bateria marcada em ritmo quebrado, solto. É um álbum sem ganchos, sem hits, sem riffs, apenas com climas, densos e etéreos. Eu odiei o disco na época de seu lançamento. Mas a passagem do tempo soube jogar a seu favor e lhe outorgou um lugar privilegiado na discografia do grupo. Eu confesso que ainda não entendi qual foi a deste disco, mas sinto que a cada vez que o escuto, gosto mais e mais dele. Hoje soa quase como uma sinfonia experimental: Oito movimentos que se compeletam, formando um labirinto de sons, atmosferas fantasmagóricas, ruídos urbanos, tensão e calma. É a primeira parte da trilogia com <strong>Jim O’Rourke</strong>, que assume aqui como produtor. A influência do movimento beat se faz mais presente que nunca na arte da capa, de <strong>William Burroughs</strong>.</p>
<h3>Murray Street – 2002</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/Murray-Street.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Depois assinar a produção do disco anterior, Jim O’Rourke se tornou um membro oficial da banda (E outra vez cuidou da produção), tudo pareceu indicar que começa uma nova era na banda. No campo musical, agora com três guitarras, a banda era capaz de mais melodias e noises do que nunca. Mas este terminou sendo o trabalho mais fraco da banda. Coincidência ou não, foi o primeiro disco dos novaiorquinos logo após a queda das Torres Gêmeas (O título do disco assinala o lugar onde caiu um dos motores dos aviões sequestrados). O melhor momento ficou com Karen Revisited (Composta por Lee Ranaldo, claro).</p>
<h3>Sonic Nurse – 2004</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/Sonic-Nurse.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Finalmente, com a adaptação de O’Rourke (Atuando como músico e produtor, outra vez) completa, ele resolve que iria deixar a banda logo após o disco. Mas finalmente deixa sua marca. As dez canções do disco simplesmente foram as melhores da banda em uma década. Já no início, <strong>Pattern Recognition</strong> e <strong>Unmade Bad</strong> dizem tudo. Outros grandes momentos são <strong>New Hempshire</strong>, <strong>I Love You Golden Blue</strong> e a cota de Ranaldo em <strong>Paper Cup Exit</strong>, pra variar, a melhor do disco (O cara só precisava compor uma pra compor a melhor).</p>
<h3>Rather Ripped – 2006</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/Rather-Ripped.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>Com O’Rourke já de fora da banda, os Sonics tentaram uma volta as origens, com um rock composto de guitarras mais diretas do que em seus últimos trabalhos. E iniciam o disco a mil, com <strong>Reena</strong>, onde os vocais de Kim Gordon soam como no início da banda (Lembrem que afinação não era o seu forte). O disco funciona muito bem, se assemelhando a veia punk dos primeiros trabalhos e sabendo usar a experiência dos discos anteriores, juntando perfeitamente a agressividade do inicio da banda às combinações harmônicas, inspiradíssimas, que permitem melodias novas ou ao menos curiosas em seu repertório. Grudentas, as linhas de guitarras e de voz, como em <strong>Incinerate</strong>, <strong>What a Waste</strong> e toda <strong>Rats</strong> (Ranaldo, como sempre, compondo a melhor música do disco) se destacam num disco que está à altura do anterior.</p>
<h3>The Eternal – 2009</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/The-Eternal.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p>O até agora disco definitivo e derradeiro da banda, subiu um degrau a mais na carreira do quarteto, que mudava de gravadora (Saíram da Geffen para a superindie <strong>Matador</strong>). Um trabalho inflamável que seguiu no equilíbrio entre o pop e experimentalismo, mas agora a coisa apodrece um pouco, e a mão de <strong>John Agnello</strong> na produção enche o grupo de aspereza. Canções que bem poderiam figurar em Evol ou em Sister dão conta de uma espécie de volta à fonte que, ao contrário do disco anterior e sem estar claramente entre o melhor de sua carreira, oferece momentos altos em canções como <strong>No Way</strong> ou <strong>Antenna</strong>. Infelizmente, esse parece ter sido realmente o último disco, pois a banda se separou em 2011, após uma passagem pelo Brasil no festival SWU. Quem viu, viu, quem não viu, terá que sonhar. Sonic Youth acabou mesmo. Fiquem com este show no SWU, o último.</p>
<p><iframe width="650" height="471" src="http://www.youtube.com/embed/_jxEKM4T8XU?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
</div>
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		<title>Estréias da semana – 18/05</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 18:31:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pizurk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Estréias]]></category>
		<category><![CDATA[O Corvo]]></category>
		<category><![CDATA[O Que eu Mais Desejo]]></category>
		<category><![CDATA[Oliver Sherman – Uma vida em conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Fuga]]></category>

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		<description><![CDATA[Protejam-se das porcarias que vão estrear!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/get-the-gringo.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p><strong>Plano de Fuga</strong> (<em>Get the Gringo</em>)<br />
<em>Com: Mel Gibson, Peter Stormare, Bob Gunton, Dean Norris, Kevin Hernandez, Scott Cohen, Patrick Bauchau, Stephanie Lemelin, Aaron Cohen</em><br />
Em um plano clichê, um criminoso tenta se evadir da polícia americana fugindo pro México. Acontece que a polícia mexicana não deixa barato: Pega o cara e joga na cadeia. E não é uma cadeia qualquer não, é uma das mais perigosas do mundo. E sabe quem vai ajudar o cara a se manter vivo nesse inferno na Terra? Um moleque de 9 anos de idade.<br />
Mel Gibson, você está de sacanagem.<span id="more-57323"></span></p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/the-raven.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p><strong>O Corvo</strong> (<em>The Raven</em>)<br />
<em>Com: John Cusack, Alice Eve, Luke Evans, Brendan Gleeson, Pam Ferris, Kevin McNally, Brendan Coyle, Oliver Jackson-Cohen, Dave Legeno</em><br />
Já ouviu falar de Edgar Allan Poe? Pois é, aquele poeta famosão e tal. Os últimos cinco dias de vida dele foram um mistério total. O que se sabe é que ele estava zanzando por Baltimore, sob grande estresse e delirando. Além de ficar repetindo o nome Reynolds, ele vestia as roupas de outra pessoa, e acabou morrendo num hospital, pouco depois, sem no entanto explicar porra nenhuma. O filme mostra uma hipótese: Poe estaria na verdade investigando um assassino em série que usava seus livros como obra-prima.<br />
E há quem diga que o Hemingway era casca grossa. Mas o John Cusack não me inspira confiança pra papel de ação.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/oliver-sherman.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p><strong>Oliver Sherman – Uma vida em conflito</strong> (<em>Oliver Sherman</em>)<br />
<em>Com: Garret Dillahunt, Donal Logue, Molly Parker, Kaelan Meunier, Marla J. Hayes, Fiona Highet, Jamie Lyle, Duane Murray</em><br />
Oliver é um veterano de guerra, que vai até o interior do país para encontrar Franklin, o soldado que salvou sua vida. Acontece que as rotinas [E as vidas] são diferentes, o que gera tensão, e desperta <s>VONTADE DE MATAR MWAHUAHUAHUA</s> sentimentos que Franklin queria evitar.<br />
Drama pós-guerra, ou como fazer propaganda contra os conflitos sem parecer anti-patriótico.</p>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/kiseki.jpg" class="centro" alt=" " /></p>
<p><strong>O Que eu Mais Desejo</strong> (<em>Kiseki</em>)<br />
<em>Com: Koki Maeda, Ohshirô Maeda, Ryôga Hayashi, Cara Uchida, Kanna Hashimoto, Rento Isobe, Hoshinosuke Yoshinaga, Hiroshi Abe, Yoshio Harada, Isao Hashizume</em><br />
Após o divórcio de seus pais, Koichi, de 12 anos, foi morar com a mãe, enquanto Ryunosuke foi morar com o pai. Koichi queria mesmo é que sua família voltasse a viver em harmonia, todos juntos. Ai ele escuta um amiguinho da escola falando que um desejo pode se realizar se for feito no momento em que dois trens-bala se cruzam. Pronto, tá feita a merda: Koichi resolve fazer uma viagem secreta [Ou seja, fugir de casa] até o local onde os trens se cruzam, pra ver se realmente funciona.<br />
Puta merda, se fosse fácil assim, eu acho que iam haver muitos desejos bizarros no Japão. Se bem que lá tá cheio de coisa bizarra.</p>
</div>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_TPL1-Eaav99NAxJ4He_Ya2RP30/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_TPL1-Eaav99NAxJ4He_Ya2RP30/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_TPL1-Eaav99NAxJ4He_Ya2RP30/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_TPL1-Eaav99NAxJ4He_Ya2RP30/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baconfrito/~4/HlreAq_JJqw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Biophilia (Björk)</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 12:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Biophilia]]></category>
		<category><![CDATA[Björk]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas - Álbuns]]></category>

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		<description><![CDATA[Barulhos estranhos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><strong>Biophilia</strong> não é só um álbum. É um projeto musical enorme e bem original, pra marcar a volta depois de quatro anos de hiato. É um CD meio gravado no <strong>iPad</strong>, meio remixado em estúdio, meio gravado em casa, e, como sempre, bizarro. Então, se você acha que a <strong>Björk</strong> é <s>muito</s> meio estranha, feche a aba e vá ler a resenha do filme da <a target='blank' href="http://www.baconfrito.com/hannah-montana-o-filme-hannah-montana-the-movie.html"><strong>Hannah Montana</strong></a>.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/Sleeve-for-Bjorks-Homogen-007.jpg" class="centro" alt=" " />A Björk puxa seu pé à noite se você não curtir o álbum.</div>
<p><span id="more-57259"></span></p>
<p>O mais legal do álbum é que, se você for rico e tiver um iPad, dá pra mexer e interagir, e mesmo remixar cada faixa separadamente. Desbloqueando novos aplicativos, todos conectados a um aplicativo-mãe, dá pra viajar por cada música. E a própria Björk explicou o motivo de tanta parafernalha em cima de meia dúzia de músicas. Hoje em dia, segundo ela, só não faz música quem não quer (<a target='blank' href="http://www.baconfrito.com/vocaloids-e-a-musica-feita-pelo-computador.html">E não precisa nem de voz bonita pra isso</a>).</p>
<p>Além disso, essa aparelhagem eletrônica é mão na roda até pro pessoal profissional. A própria Björk, que praticamente só canta, pôde compôr e produzir cada parte em separado do Biophilhia. Sozinha, sem ninguém metendo o bedelho. Tendo-se bom senso, dá pra fazer muita coisa com meia dúzia de samples.</p>
<p>Enfim, voltando ao assunto, o CD tem mais do que fru-fru pra <em>macfaggot</em>. Tem música e tal. E cada faixa, aparentemente, representa algum elemento da natureza. Começando com <strong>Moon</strong>, um dos singles. É uma faixa&#8230; Legal. Meio parada pra se começar um CD, mas isso são padrões modernos dessa sociedade capitalista, e nossa querida Björk ignora todos. Reza a lenda que cada padrão da harpa na abertura significa uma fase da lua, mas isso é bem visualizado no videoclipe. Aliás, cada aspecto em si é meio desconexo, mas quando junta letra + instrumental + videoclipe, a ideia cresce até ficar original e inovadora.</p>
<div class="legendacentro"><iframe width="650" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/br2s0xJyFEM?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><em>Nota do editor: ESSA PERUCA! ESSA PERUCA!!!</em></div>
<p><strong>Thunderbolt</strong> é a segunda. Aqui já aparecem os primeiros instrumentos &#8220;criados&#8221; pela cantora: Uma bobina de <strong>Tesla</strong>. Não que eu já tenha visto um troço desses, mas a senhora <strong>Wikipedia</strong> me disse que é usado como uma espécie de transformador. O importante é: Gera raios. E é dela que vem o ruído constante no fundo da música. Interessante. Pena que a faixa seja parada demais, e repetitiva. São cinco minutos de barulhos <s>semelhantes a peidos</s>.</p>
<p>Agora vem <strong>Crystalline</strong>. A temática aqui é comparar a formação de um cristal às relações humanas. Claro, somos todos únicos e valiosos e coisa e tal. É a música com o instrumental mais desenvolvido, e o mais legal dela é a celesta adaptada que a Björk fez. Misturando xilofone, com piano e com uma estrutura de madeira, temos um constante barulho de sininhos. E as clássicas batidas arrastadas, já presentes em 11 a cada 10 partes da discografia da cantora. Há uma mistura entre essa discografia antiga e a nova, entre tudo o que já foi feito e a renovação. Uma música de passagem. Deveras profundo, não?</p>
<p>Chegando <s>ao ponto áton</s> à parte <s>dos <strong>Cavaleiros do Zodíaco</strong></s> que fala sobre o cosmos, sobre a energia vital de tudo, sobre o que podia ser mas não é, a música que realmente marca a passagem, a derrubada dos muros <s>essa frase tá muito longa já</s>, o equilíbrio, a canção do universo girando e dos planetas planetando. Enquanto todo o resto do álbum tá relacionado ao material, <strong>Cosmogony</strong> aborda a filosofia da parada. O instrumental é suavíssimo, e mesmo assim é um dos mais desenvolvidos. Música calma pra aqueles dias em que se quer pensar na vida. Pra aquela galera que vai fazer prova de filosofia na cara e na coragem, sem estudar e tal.</p>
<p>Tá tudo muito complicado antes da metade do CD.</p>
<p>Enfim, agora é a vez de <strong>Dark Matter</strong>. Uh, branco e preto, bom e mau, luz e trevas. Todos precisamos daquela porção de maldade pra viver em equilíbrio e tal. É uma das faixas mais densas, mais tensas. A Björk parece que vai explodir, e assim a música segue numa linha agonizante. Que vontade de largar aquele pescotapa nela pra ela dar um grito e acabar com essa coisa. Metade da música é silêncio, a outra metade é barulho de TV quebrada. De enlouquecer de nervoso.</p>
<p><strong>Hollow</strong> é uma sacada de mestre. A música em si é repetitiva (Tenho a impressão de que o álbum todo é igual), mas o clipe, mostrando uma célula se dividindo ao ritmo da música, é foda a décima potência. Se eu tivesse assistido uma semana atrás, ia ter tirado dez em biologia. Assistam o clipe, a canção em si nada tem demais.</p>
<div class="legendacentro"><iframe width="650" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/Wa1A0pPc-ik?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>Agora, cromossomos dançando não é coisa que se veja todo dia.</div>
<p><strong>Virus</strong>, espertamente, vem depois de DNA. Sabe, a divisão celular, a multiplicação da vida, o nascimento. Aí vem o vírus e PIMBA!, destrói tudo. Aliás, o aplicativo dessa aqui mostrava vídeos de vírus apaixonados por bactérias, o que exemplifica bem a ideia de amar tanto uma coisa a ponto de destruí-la, e de como nos consumimos a ponto de perder nossa personalidade, sofrer mutações e transformar RNA em DNA usando a transcriptase reversa. Sabe, aquelas coisas do dia-a-dia. Afinal, quem nunca passou horas caçando glóbulos brancos, não? Ou será que os glóbulos brancos representam as defesas emocionais daqueles que sofreram por amor? Será que cada pé na bunda é como um resfriado? Ou pés na bunda são como o vírus da AIDS, que sempre voltam pra atormentar? Coisas a se pensar.</p>
<p>Ah, sim, o instrumental é feito de&#8230; Sininhos. E arranjos vocais.</p>
<p><strong>Sacrifice</strong> fala sobre a relação homem-natureza. Por que a gente mata tudo que é verde mesmo? Enfim. Aqui temos de novo um instrumental mais desenvolvido. A Björk tá com a mania de tacar só arranjo vocal nas músicas tem uns quatro CDs, e dessa vez ela combinou com batidas eletrônicas e instrumentos de sopro. Uma mistura diferente, e olha, casou melhor do que dava pra imaginar.</p>
<p><strong>Mutual Gore</strong> e <strong>Solstice</strong> são quase complementares. Ambas falam da terra, de mudança, do solo se desprendendo e migrando pro lado oposto. Novamente, são músicas compostas basicamente de sintetizadores + voz. E claro, isso foi legal até a septuagésima faixa.</p>
<p>De um modo geral, a Björk vem se desligando da instrumentação orgânica. Cada álbum novo é muito mais conceitual do que musical, e a diferença do <strong>Debut</strong> pra esse é tanta que só dá pra reconhecer pelo timbre dela, um dos mais únicos e bonitos. Agora, num panorama geral, o <strong>Biophilia</strong> é extremamente cru. Até pelo fato de que cada ouvinte pode remixar as faixas à vontade, toda a instrumentação dá base pra se criar muito em cima.</p>
<p>Por fim, é uma boa ideia. Cada um pode criar e recriar, e no fim haverá 578 versões de cada música. Mas não dá pra escutar faixa por faixa separadamente, já que todas funcionam apenas em conjunto com seus respectivos vídeos/aplicativos.</p>
<p>Mesmo sendo bem inovador, dá saudades da velha Björk que cantava <strong>Play Dead</strong> e <strong>Joga</strong> com uma orquestra.</p>
<div class="nota-7">
<div class="critica">
<h3>Biophilia &#8211; Björk</h3>
<p><img src="http://www.baconfrito.com/wp-content/uploads/2012/05/Biophilia.jpg" class="centro" alt=" " /><br />
<strong>Lançamento:</strong> 2011<br />
<strong>Gênero musical:</strong> Alternativo<br />
<strong>Faixas:</strong><br />
1. Moon<br />
2. Thunderbolt<br />
3. Crystalline<br />
4. Cosmogony<br />
5. Dark Matter<br />
6. Hollow<br />
7. Virus<br />
8. Sacrifice<br />
9. Mutual Core<br />
10. Solstice</div>
</div>
</div>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TIzCK3k-xBdPSWck3RyE8xBP5QQ/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TIzCK3k-xBdPSWck3RyE8xBP5QQ/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TIzCK3k-xBdPSWck3RyE8xBP5QQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TIzCK3k-xBdPSWck3RyE8xBP5QQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/baconfrito/~4/EZ4pgNNj5j0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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