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	<title>Árvores de Portugal</title>
	
	<link>http://www.arvoresdeportugal.net</link>
	<description>Site da Associação Árvores de Portugal</description>
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		<title>O Monumental Freixo da Quinta da Ponte</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 22:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores notáveis]]></category>
		<category><![CDATA[faia]]></category>
		<category><![CDATA[fraxinus angustifolia]]></category>
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		<description><![CDATA[Preâmbulo: O presente texto é o terceiro e último de uma série que iniciei com a publicação, no passado dia 24 de Agosto, do texto Pequenos Milagres. Continuando o percurso pela estrada que, a partir da Guarda, conduz à aldeia da Faia, no vale do Mondego, logo após um núcleo de medronheiros arbóreos, é visível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Preâmbulo:</strong> O presente texto é o terceiro e último de uma série que iniciei com a publicação, no passado dia 24 de Agosto, do texto <i><a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/08/pequenos-milagres/">Pequenos Milagres</a></i>. </p>
<p>Continuando o percurso pela estrada que, a partir da Guarda, conduz à aldeia da Faia, no vale do Mondego, logo após um núcleo de <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/08/medronheiros-arboreos-no-vale-do-mondego/">medronheiros arbóreos</a>, é visível um antigo solar rodeado de árvores que ultrapassam os muros da propriedade.</p>
<p>Trata-se da Quinta da Ponte, uma bela propriedade situada junto ao rio e que inclui o citado solar, edificado no século XVII, hoje transformado numa unidade de turismo rural. Alertados, pelo Fernando Romão, para a beleza dos seus jardins, decidimos entrar para o confirmar e, simultaneamente, conhecer melhor a respectiva riqueza dendrológica. Em boa hora o fizemos…<span id="more-3680"></span></p>
<p>A partir do exterior, por cima dos muros, foi desde logo perceptível que uma árvore se destacava das demais. E que árvore! Um freixo (<i>Fraxinus angustifolia</i> Vahl) de proporções senhoriais, como atestam as fotografias que acompanham este texto. </p>
<p>Este exemplar é uma daquelas árvores capazes de nos provocar um enamoramento quase imediato. Os motivos, não sendo passíveis de ser totalmente traduzidos numericamente, requereriam, da minha parte, a enumeração exaustiva de diversos adjectivos. Felizmente, as imagens falam por si e poupam-me a necessidade de os enumerar.</p>
<p>Apesar de não dispormos de um instrumento de medição que nos permitisse determinar a altura deste freixo, a sua imponência está por demais ilustrada na imagem mais à direita. Olhem bem para essa imagem, pois à primeira podem não ter reparado na pessoa que serve de escala à fotografia. É uma grande árvore, não é?! </p>
<p>Igualmente impressionante é a altura a que se encontram os primeiros ramos, o que contribui para sublinhar a sua monumentalidade.</p>
<p>Possui um perímetro de tronco à altura do peito de mais de quatro metros, valor que supera alguns freixos classificados como árvores de interesse público. No total, tanto quanto consegui apurar na página da Autoridade Florestal Nacional (AFN), existem apenas cinco freixos classificados que o superam em termos de perímetro de tronco, com destaque para um <a href="http://www.afn.min-agricultura.pt/portal/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/286&#038;Concelho=&#038;Freguesia=&#038;Distrito=">exemplar localizado na freguesia de Valongo</a> (concelho de Avis), que, com os seus 7,63 m de <abbr title="Perímetro à Altura do Peito">PAP</abbr>, deverá ser o freixo mais grosso de Portugal. </p>
<p>No entanto, pese embora não tenha sido possível determinar a altura exacta deste freixo da Quinta da Ponte, os citados cinco espécimes classificados que o superam em <abbr title="Perímetro à Altura do Peito">PAP</abbr>, parecem-me de porte inferior. Os três exemplares localizados, respectivamente, nos concelhos de <a href="http://www.afn.min-agricultura.pt/portal/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/291&#038;Concelho=&#038;Freguesia=&#038;Distrito=">Arganil</a>, <a href="http://www.afn.min-agricultura.pt/portal/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/537&#038;Concelho=&#038;Freguesia=&#038;Distrito=">Figueira da Foz</a> e <a href="http://www.afn.min-agricultura.pt/portal/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/233&#038;Concelho=&#038;Freguesia=&#038;Distrito=">Bombarral</a>, aparentam, inclusivamente, já ter sido podados.</p>
<p>Este freixo é tão esmagador que não podemos deixar de nos interrogar como podem ainda haver árvores destas por classificar, no nosso país? </p>
<p>(Com a excepção da segunda imagem a contar da direita, todas as fotografias são da autoria do António Monteiro.)</p>
<p><strong>Adenda:</strong> Se pensam, por um segundo, que a riqueza da Quinta da Ponte se esgota neste freixo estão muito enganados! Dentro do perímetro desta quinta, junto ao Mondego, existe ainda uma notável galeria de amieiros, com espécimes de grandes dimensões, bem como diversos loureiros e azereiros de porte arbóreo. </p>
<p>Todo um património arbóreo e paisagístico que urge classificar. Da proprietária do espaço, para além da simpatia e disponibilidade com que nos recebeu e conduziu numa visita guiada pelo espaço, encontrámos uma franca abertura para a concretização deste desígnio.</p>
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		<title>Os Pássaros Fazem Cantar as Árvores</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 16:46:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[jardim museu da cidade]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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		<description><![CDATA[As árvores que eu vejo em vez de fruto dão pássaros Os pássaros são o fruto mais vivo das árvores Os pássaros começam onde as árvores acabam Os pássaros fazem cantar as árvores Ao chegar aos pássaros as árvores engrossam movimentam-se deixam o reino vegetal para passar a pertencer ao reino animal Como pássaros poisam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>As árvores que eu vejo em vez de fruto dão pássaros<br />
Os pássaros são o fruto mais vivo das árvores<br />
Os pássaros começam onde as árvores acabam<br />
Os pássaros fazem cantar as árvores<br />
Ao chegar aos pássaros as árvores engrossam movimentam-se<br />
deixam o reino vegetal para passar a pertencer ao reino animal<br />
Como pássaros poisam as folhas na terra<br />
Quando o Outono desce veladamente sobre os campos<br />
Gostaria de dizer que os pássaros emanam das árvores<br />
mas deixo essa forma de dizer ao romancista<br />
é complicada e não se dá bem na poesia<br />
não foi ainda isolada da filosofia<br />
Eu amo as árvores principalmente as que dão pássaros<br />
Quem é que lá os pendura nos ramos?<br />
De quem é a mão a inúmera mão?<br />
Eu passo e muda-se-me o coração.</p></blockquote>
<p>— <i>Ruy Belo</i></p>
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		<title>Final de Tarde. Final de Verão.</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 07:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lugares]]></category>
		<category><![CDATA[Árvores]]></category>
		<category><![CDATA[bosque]]></category>
		<category><![CDATA[coníferas]]></category>
		<category><![CDATA[covilhã]]></category>
		<category><![CDATA[serra da estrela]]></category>

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		<description><![CDATA[Porque Nem Só de Mar Vive o Verão… Também pode viver de finais de tarde à sombra de bosques de coníferas, como o das imagens, onde a luz filtrada pelas agulhas mimetiza o encanto e o silêncio de uma floresta nórdica. (Antes que o Verão acabe ou que um qualquer telejornal das oito nos devolva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Porque <i><a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/08/nem-so-de-mar-vive-o-verao/">Nem Só de Mar Vive o Verão</a></i>…</p>
<p>Também pode viver de finais de tarde à sombra de bosques de coníferas, como o das imagens, onde a luz filtrada pelas agulhas mimetiza o encanto e o silêncio de uma floresta nórdica.</p>
<p>(Antes que o Verão acabe ou que um qualquer telejornal das oito nos devolva à realidade triste do país.)</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/arvoresdeportugal/~4/1YI7HwmCyvA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Medronheiros Arbóreos no Vale do Mondego</title>
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		<comments>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/08/medronheiros-arboreos-no-vale-do-mondego/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 08:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores notáveis]]></category>
		<category><![CDATA[arbutus unedo]]></category>
		<category><![CDATA[ericaceae]]></category>
		<category><![CDATA[faia]]></category>
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		<category><![CDATA[medronheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Preâmbulo: Este texto é o segundo de uma série que iniciei com a publicação, no passado dia 24 de Agosto, do texto Pequenos Milagres. A melhor maneira de aceder da cidade da Guarda ao vale do Mondego é através da velhinha estrada nacional (EN) 16. O verdejante da paisagem ajuda a iludir as curvas sinuosas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Preâmbulo:</strong> Este texto é o segundo de uma série que iniciei com a publicação, no passado dia 24 de Agosto, do texto <i><a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/08/pequenos-milagres/">Pequenos Milagres</a></i>.</p>
<p>A melhor maneira de aceder da cidade da Guarda ao vale do Mondego é através da velhinha estrada nacional (EN) 16. O verdejante da paisagem ajuda a iludir as curvas sinuosas e, em poucos minutos, vencemos o desnível entre a inóspita continentalidade do planalto e o abrigado vale de matizes mediterrânicas.<span id="more-3640"></span></p>
<p>Foi no vale do Mondego, bem perto da aldeia da Faia, que o Fernando Romão nos conduziu à descoberta de um pequeno núcleo de medronheiros (<i>Arbutus unedo</i> L.) de porte arbóreo. </p>
<p>Esta espécie, apesar de surgir na maioria das vezes na forma arbustiva, pode assumir um porte arbóreo, podendo superar, em condições óptimas, os 10 metros de altura. No nosso país, essas condições verificam-se, por exemplo, na Mata do Solitário, no Parque Natural da Arrábida, na qual o medronheiro é uma das espécies arbóreas dominantes, juntamente com o carrasco (<i>Quercus coccifera</i> L.), os adernos (<i>Phillyrea</i> sp.) e a aroeira (<i>Pistacia lentiscus</i> L.)</p>
<p>Deste pequeno grupo de medronheiros do vale do Mondego, destacam-se dois exemplares, visíveis nas imagens que acompanham este texto, com perímetros de tronco que superam os dois metros à altura do peito. Apesar de não termos nenhum instrumento para a medição da altura, para o mais alto destes exemplares, visível nas imagens mais à esquerda, estimámos um valor que andará próximo da dezena de metros. </p>
<p>Uma descoberta impressionante para quem, como eu, só conhecia medronheiros arbóreos de relatos em livros de botânica, como no caso dos referidos espécimes da Arrábida ou de fotografias (como <a href="http://sombra-verde.blogspot.com/2009/04/medronheiros-monumentais.html">estes exemplares</a>, no concelho de Armamar, que me tinham sido dados a conhecer pelo <a href="http://arquitecturadouro.blogspot.com/">Rafael Carvalho</a>).</p>
<p>(Com excepção da imagem mais à esquerda, todas as fotografias são da autoria do António Monteiro.)</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/arvoresdeportugal/~4/ohgreybeSPI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Com Filosofia Não Há Árvores: Há Ideias Apenas</title>
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		<comments>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/08/com-filosofia-nao-ha-arvores-ha-ideias-apenas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 22:09:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[alberto caeiro]]></category>
		<category><![CDATA[jardim botânico da universidade de lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Não basta abrir a janela Para ver os campos e o rio. Não é bastante não ser cego Para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma. Com filosofia não há árvores: há ideias apenas. Há só cada um de nós, como uma cave. Há só uma janela fechada, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Não basta abrir a janela<br />
Para ver os campos e o rio.<br />
Não é bastante não ser cego<br />
Para ver as árvores e as flores.<br />
É preciso também não ter filosofia nenhuma.<br />
Com filosofia não há árvores: há ideias apenas.<br />
Há só cada um de nós, como uma cave.<br />
Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora;<br />
E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,<br />
Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.</p></blockquote>
<p>— <i>Alberto Caeiro (Heterónimo de Fernando Pessoa)</i></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/arvoresdeportugal/~4/1AC4x-hCaKk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Nem Só de Mar Vive o Verão</title>
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		<comments>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/08/nem-so-de-mar-vive-o-verao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 14:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores]]></category>

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		<title>Pequenos Milagres</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 15:31:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores notáveis]]></category>
		<category><![CDATA[amoreiras]]></category>
		<category><![CDATA[guarda]]></category>
		<category><![CDATA[platanaceae]]></category>
		<category><![CDATA[platanus hispanica]]></category>
		<category><![CDATA[platanus hybrida]]></category>
		<category><![CDATA[platanus orientalis var. acerifolia]]></category>
		<category><![CDATA[plátano]]></category>
		<category><![CDATA[sobral da serra]]></category>

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		<description><![CDATA[No passado dia 18, estive com o António Monteiro e com o Fernando Romão, da Associação Transumância e Natureza (ATN), com o objectivo de preparar uma actividade conjunta, a realizar no final do próximo mês de Outubro e sobre a qual serão dados, brevemente, mais detalhes. A tarde foi ainda aproveitada para visitar algumas árvores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No passado dia 18, estive com o António Monteiro e com o Fernando Romão, da Associação Transumância e Natureza (ATN), com o objectivo de preparar uma actividade conjunta, a realizar no final do próximo mês de Outubro e sobre a qual serão dados, brevemente, mais detalhes.</p>
<p>A tarde foi ainda aproveitada para visitar algumas árvores monumentais, no concelho da Guarda. Esse conjunto de árvores dará origem a um pequeno conjunto de textos, que hoje inicio mostrando os dois plátanos (<i>Pla­ta­nus ori­en­ta­lis</i> L. var. <i>ace­ri­fo­lia</i> Aiton) de Amoreiras, uma pequena aldeia da freguesia de Sobral da Serra. (Os mesmos plátanos que tinham sido dados a conhecer, na sua versão invernal, num <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/04/platanos-monumentais-em-porto-da-carne/">texto</a> de Abril passado.)<span id="more-3617"></span></p>
<p>Um dos plátanos, parcialmente visível à esquerda, nas três fotografias mais à direita, possui dimensões inferiores ao outro. No entanto, as copas de ambas as árvores formam uma unidade que aumenta o efeito estético que cada um dos espécimes teria de forma isolada. Daqui resulta, na minha opinião, a necessidade de pedir a classificação do conjunto formado por estes dois exemplares, e não apenas do plátano de maiores dimensões.</p>
<p>Enquanto contemplávamos estas árvores, não pudemos deixar de pensar no(s) motivo(s) do pequeno milagre perante os nossos olhos: qual a razão que tem poupado estes plátanos ao mesmo (triste) destino de tantos outros?</p>
<p>Desde logo se nos afigurou como mais plausível a teoria de que estes plátanos, nomeadamente o de maior porte, devem ter alguma utilidade para a comunidade. Efectivamente, a sua sombra resguarda da canícula uma boa dezena de automóveis. Infelizmente, alguém descobriu outra utilidade para o seu tronco, o qual funciona como local privilegiado para a afixação de cartazes, situação visível na imagem mais à esquerda.</p>
<p>Como habitualmente, nestas pequenas aldeias, é natural que alguém se aproxime quando observa pessoas a fotografar árvores. À curiosidade junta-se, muitas vezes, a vontade de transmitir algum pedido, muitas vezes para podar as árvores em questão.</p>
<p>Também neste caso, se aproximou de nós um habitante da aldeia. Contrariamente ao que seria expectável, não fez perguntas, nem pediu para podar ou cortar os plátanos ou transmitir essa vontade a outras instâncias. Pelo contrário, confirmou a estima dos habitantes de Amoreiras por estes dois plátanos. Mas, logo após confessar este amor, lá foi dizendo que as árvores estão a ficar grandes e que lhes deveriam cortar alguns ramos…</p>
<p>Pareceu-nos evidente que, no dia em que um ramo caia sobre um carro e lhe faça um risco, o amor a estas árvores será seriamente posto à prova. Para evitar tentações populistas, o mais adequado será solicitar a sua classificação quanto antes.</p>
<p>(A fotografia mais à esquerda é da autoria do António Monteiro.)</p>
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		<title>À Beira Rio</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 07:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lugares]]></category>
		<category><![CDATA[Árvores]]></category>
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		<category><![CDATA[valença]]></category>

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		<description><![CDATA[Há vários anos que estou a trabalhar longe da minha terra natal, Valença, fazendo apenas três visitas anuais – Inverno, Primavera e Verão. São, por isso, muitos os locais que conheci bem e que há muito não visito. Mas o rio Minho é sempre uma prioridade, embora a zona que mais frequento seja a que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há vários anos que estou a trabalhar longe da minha terra natal, Valença, fazendo apenas três visitas anuais – Inverno, Primavera e Verão. São, por isso, muitos os locais que conheci bem e que há muito não visito. Mas o rio Minho é sempre uma prioridade, embora a zona que mais frequento seja a que está à porta da minha casa.</p>
<p>Graças a uma <a href="http://www.facebook.com/pages/Arvores-de-Portugal/135284153173264#!/photo.php?pid=471017&#038;o=all&#038;op=1&#038;view=all&#038;subj=135284153173264&#038;aid=-1&#038;id=1840413543&#038;oid=135284153173264">fotografia de um carvalho</a> enviada por um leitor para a nossa página no <i><a href="http://www.facebook.com/?ref=home#!/pages/Arvores-de-Portugal/135284153173264">Facebook</a></i>, tive novamente o ensejo e oportunidade de revisitar um destes locais – a Ínsua do Crasto, em Friestas, Valença. <span id="more-3593"></span></p>
<p>Trata-se de uma <a href="http://wikimapia.org/#lat=42.051611&#038;lon=-8.5563701&#038;z=17&#038;l=9&#038;m=h">língua de terra</a>, quase transformada em ilha por um braço de rio (esteiro). </p>
<p>A vegetação das margens é luxuriante, com pouca presença de exóticas (com a excepção de uma mancha de mimosas), mas com vários exemplares de grande porte de espécies autóctones. Nesta estreita faixa de bosque ribeirinho, é fácil encontrar carvalhos e até sobreiros de grandes troncos cobertos de trepadeiras tão grossas como o braço de um homem. Devido à densidade de vegetação, os loureiros atingem alturas superiores a 10m, para além de uma grossura pouco usual (terceira fotografia). Junto à linha de água, os freixos, os amieiros e os salgueiros debruçam-se sobre a corrente. A sombra reina em tons esverdeados. </p>
<p>Não sei se consegui localizar o exemplar enviado pelo nosso leitor, uma vez que neste local a identificação de um indivíduo específico é muito difícil, mas as imagens acima dão uma ideia do porte de algumas das árvores que por aqui existem. A quarta fotografia mostra um carvalho com cerca de 3,40 metros de <abbr title="Perímetro à Altura do Peito">PAP</abbr>.</p>
<p>Infelizmente, a imbecilidade humana não conhece limites e não há lugar no planeta que esteja a salvo da nossa estupidez. Nas últimas imagens, para além de pilhas de lixo abandonado, em grande parte, pelos pescadores desportivos e dos maus tratos às árvores, podem também ver-se os restos de fogueiras, feitas à noite. Em plena floresta!</p>
<p>Agradeço ao leitor que nos enviou a fotografia deste belo carvalho, por a ter partilhado connosco e por me ter dado a desculpa que precisava para voltar a este maravilhoso local.</p>
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		<title>Verão Azul</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 07:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Teresa Domingues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores]]></category>
		<category><![CDATA[aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[bignoniaceae]]></category>
		<category><![CDATA[floração]]></category>
		<category><![CDATA[jacaranda mimosifolia]]></category>
		<category><![CDATA[jacarandá]]></category>

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		<description><![CDATA[Os jacarandás (Jacaranda mimosifolia D. Don.) de Aveiro estão a florir.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os jacarandás (<i>Jacaranda mimosifolia</i> D. Don.) de Aveiro estão a florir. </p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/arvoresdeportugal/~4/JNaB7cU1uX4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>De Regresso à Rainha do Norte</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 07:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores notáveis]]></category>
		<category><![CDATA[freixo de espada à cinta]]></category>
		<category><![CDATA[olea europaea]]></category>
		<category><![CDATA[oleaceae]]></category>
		<category><![CDATA[oliveira]]></category>

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		<description><![CDATA[De regresso à Rainha do Norte, uma oliveira (Olea europaea L.) soberana perdida em terras de Freixo de Espada à Cinta, o António Monteiro decidiu partilhar connosco mais umas belíssimas imagens da mesma. Rendida aos seus encantos, desta vez, o António, para além da máquina fotográfica, não se esqueceu de levar uma fita métrica, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De regresso à <em><a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/05/a-rainha-do-norte/">Rainha do Norte</a></em>, uma oliveira (<i>Olea europaea</i> L.) soberana perdida em terras de Freixo de Espada à Cinta, o António Monteiro decidiu partilhar connosco mais umas belíssimas imagens da mesma.<span id="more-3561"></span></p>
<p>Rendida aos seus encantos, desta vez, o António, para além da máquina fotográfica, não se esqueceu de levar uma fita métrica, com a qual mediu um perímetro de tronco de 5,60 metros. Impressionante, esta vetusta oliveira duriense!</p>
<p>(Fotografias da autoria de António Monteiro.)</p>
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