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	<title>Árvores de Portugal</title>
	
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	<description>Site da Associação Árvores de Portugal</description>
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		<title>Tríptico de Inverno</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 20:55:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem, como eu, gosta (sobretudo) de árvores de folha caduca, sabe que é no inverno que estas revelam a sua intimidade, que os seus ramos despidos desenham, na paisagem, o esqueleto da sua essência. No inverno, as árvores são mais árvores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem, como eu, gosta (sobretudo) de árvores de folha caduca, sabe que é no inverno que estas revelam a sua intimidade, que os seus ramos despidos desenham, na paisagem, o esqueleto da sua essência. No inverno, as árvores são mais árvores.</p>
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		<title>O Sobreiro é a Árvore Nacional de Portugal</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 15:15:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Árvores de Portugal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores]]></category>
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		<category><![CDATA[árvore nacional de portugal]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje, dia 22 de dezembro, pelas 12 horas e 36 minutos, o Parlamento português aprovou, por unanimidade, o Projeto de Resolução que institui o sobreiro como a Árvore Nacional de Portugal. Neste momento histórico, as Associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza gostariam de agradecer a todos os que divulgaram e apoiaram a nossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, dia 22 de dezembro, pelas 12 horas e 36 minutos, o Parlamento português aprovou, por unanimidade, o Projeto de Resolução que institui o sobreiro como a Árvore Nacional de Portugal.</p>
<p>Neste momento histórico, as Associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza gostariam de agradecer a todos os que divulgaram e apoiaram a nossa iniciativa e, em particular, aos que assinaram a petição por nós criada. Gostaríamos de sublinhar a preciosa ajuda da Rota da Cortiça, na pessoa da Dr.ª Sofia Carrusca, incansável no empenho a esta causa.<span id="more-5113"></span></p>
<p>De igual modo, um agradecimento à autarquia de Coruche, na pessoa da Dr.ª Susana Cruz, pelo convite que nos permitiu estarmos presente na última edição da FICOR, na qual recolhemos um número significativo de assinaturas e de outro tipo de apoios.</p>
<p>Por último, mas não menos importante, um especial agradecimento ao Sr. deputado Miguel Freitas, por todas as diligências que efetuou, junto dos seus colegas deputados, através das quais se conseguiu que, por unanimidade, o Parlamento aprovasse, no dia de hoje, o Projeto de Resolução n.º 123/XII/1.ª, que institui  o sobreiro como um símbolo nacional.</p>
<p>É uma decisão que dedicamos a todos os que, ao longo da história, devotaram a sua vida à investigação e à defesa desta espécie, caso do engenheiro Joaquim Vieira Natividade, mas também a todos os milhares de portugueses que trabalharam, e trabalham, no setor corticeiro, desde os empregados fabris aos tiradores de cortiça.</p>
<p>É um dia histórico para Portugal ou, como tão bem disse hoje, no Parlamento, o deputado Miguel Freitas: </p>
<blockquote><p>A partir de agora, sempre que se abaterem sobreiros, não se abate apenas uma espécie protegida, abate-se um símbolo da nação.</p></blockquote>
<p>Pegando nestas palavras, as Associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza relembram que o dia de hoje é um ponto de partida e não um ponto de chegada. Muito há ainda a fazer na defesa desta espécie. Como sempre, estamos inteiramente disponíveis para continuar a lutar, com aqueles que a nós se quiserem juntar, na defesa das causas relacionadas com o sobreiro e os seus povoamentos.</p>
<p>Hoje é o primeiro dia do resto da vida dos sobreiros e dos sobreirais&#8230;</p>
<p>Viva o sobreiro! </p>
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		<title>A Urgência em Salvar uma Árvore</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 07:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Árvores de Portugal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores classificadas]]></category>
		<category><![CDATA[Participação Cívica]]></category>
		<category><![CDATA[castanheiro]]></category>
		<category><![CDATA[guarda]]></category>
		<category><![CDATA[guilhafonso]]></category>
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		<description><![CDATA[As associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza fizeram o que se lhes pedia. Dentro das suas limitadas possibilidades, lançaram um comunicado para alertar quem pode (ainda) salvar o magnífico castanheiro de Guilhafonso, no concelho da Guarda. Aguardamos que a nossa urgência, a urgência de quem ama e quer salvar uma árvore com centenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza fizeram o que se lhes pedia. Dentro das suas limitadas possibilidades, lançaram um <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2011/12/vamos-salvar-o-castanheiro-de-guilhafonso/">comunicado</a> para alertar quem pode (ainda) salvar o magnífico castanheiro de Guilhafonso, no concelho da Guarda. </p>
<p>Aguardamos que a nossa urgência, a urgência de quem ama e quer salvar uma árvore com centenas de anos, seja a mesma de quem tem nas mãos o seu presente e futuro.</p>
<p>(Fotografias de Ricardo Nabais &#8211; Novembro de 2011.)</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/arvoresdeportugal/~4/xMv5H80ffpI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Porreiro, pá</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 22:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dendroclastia]]></category>
		<category><![CDATA[podas]]></category>
		<category><![CDATA[redondo]]></category>
		<category><![CDATA[rolagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um episódio de ignorância, com algum ódio à mistura. Desta vez no Redondo, perante o olhar complacente de alguns moradores, condenados, agora, a conviver com estes seres deformados. Uma manhã de trabalho, cerca de dez funcionários, dois tratores e uma empilhadora telescópica. Mangas arregaçadas, ambiente divertido, bom trabalho, agora é que não cai mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Mais um episódio de ignorância, com algum ódio à mistura. Desta vez no Redondo, perante o olhar complacente de alguns moradores, condenados, agora, a conviver com estes seres deformados.<br />
Uma manhã de trabalho, cerca de dez funcionários, dois tratores e uma empilhadora telescópica.<br />
Mangas arregaçadas, ambiente divertido, bom trabalho, agora é que não cai mais nenhum ramo, não tarda estão viçosas, a rebentar cheias de força, com imensas folhinhas verdes. Porreiro, pá.</p></blockquote>
<p><span id="more-5097"></span></p>
<p>Este foi o relato que nos chegou, por parte do leitor Vasco Soeiro, de mais um <em>arboricídio</em>. Desta vez, na vila do Redondo. </p>
<p>Como se pode constatar pelas imagens, está aberta, no Alentejo e no resto do país, nova época de destruição do património arbóreo público das nossas vilas e cidades. Destruição paga com os nossos impostos e com a justificação, errada, de ser feita a bem das árvores e a bem da nossa segurança.</p>
<p>Sabendo dos constrangimentos financeiros que padecem os nossos municípios, receio bem que mesmo as autarquias que, no passado, souberam optar pela qualidade na hora de atribuir a manutenção das árvores nos seus concelhos, optem agora pelo preço mais barato praticado por tantas empresas que operam no setor, sem qualquer funcionário com preparação para executar este tipo de intervenção.</p>
<p>(Fotografias da autoria de Vasco Soeiro)</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/arvoresdeportugal/~4/0byzvgI_NNE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Vamos Salvar o Castanheiro de Guilhafonso</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 12:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Árvores de Portugal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores classificadas]]></category>
		<category><![CDATA[Participação Cívica]]></category>
		<category><![CDATA[associação transumância e natureza]]></category>
		<category><![CDATA[autoridade florestal nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Perante as notícias na imprensa que referem a preocupante situação do castanheiro de Guilhafonso, no concelho da Guarda, as associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza, decidiram emitir o comunicado que a seguir se transcreve, a enviar, entre outras entidades, à Autoridade Florestal Nacional, Câmara Municipal da Guarda e Junta de Freguesia de Pera [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Perante as <a href="http://www.guarda.pt/noticias/sociedade/Paginas/habitantes-de-guilhafonso-preocupados-sade-de-castanheiro-gigante.aspx">notícias na imprensa</a> que referem a preocupante situação do castanheiro de Guilhafonso, no concelho da Guarda, as associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza, decidiram emitir o comunicado que a seguir se transcreve, a enviar, entre outras entidades, à Autoridade Florestal Nacional, Câmara Municipal da Guarda e Junta de Freguesia de Pera do Moço.<span id="more-5086"></span></p>
<blockquote><p>As associações Transumância e Natureza e Árvores de Portugal vêm, por meio deste comunicado, demonstrar a sua preocupação com os relatos que apontam o majestoso castanheiro de Guilhafonso, na freguesia de Pera do Moço, concelho da Guarda, como estando a sofrer de um acelerado processo de degradação.<br />
Confiantes que as causas para esse fenómeno possam ser revertidas, com a intervenção pronta de técnicos especializadas em fitopatologias relacionadas com esta nobre espécie, as ditas associações apelam à urgente intervenção da Autoridade Florestal Nacional, uma vez que estamos perante um espécime classificado como sendo de interesse público, desde 27 de outubro de 1971.<br />
De igual modo, uma vez que a árvore está localizada em espaço público, apelamos igualmente à intervenção da Junta de Freguesia de Pera do Moço e da Câmara Municipal da Guarda, no sentido de se envolverem diretamente na procura de uma solução para este caso, nomeadamente através da cobertura dos custos financeiros que a intervenção na árvore possa exigir.<br />
Estamos confiantes que as ditas instituições públicas saberão estar à altura das suas responsabilidades e zelar pela proteção de um património natural contemporâneo da Era dos Descobrimentos.</p>
<p>Algodres, 28 de novembro de 2011 </p>
<p>Associação Transumância e Natureza<br />
Associação Árvores de Portugal</p></blockquote>
<blockquote>
<p>(Fotografias da autoria de Pedro Nuno Teixeira Santos &#8211; Agosto de 2007.)</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/arvoresdeportugal/~4/XXNJWcXqE4g" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>A Solidão da Árvore Sozinha</title>
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		<comments>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/11/a-solidao-da-arvore-sozinha/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 08:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[alentejo]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[ruy belo]]></category>

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		<description><![CDATA[Breve Sonata em Sol [UM] (Menor, Claro) A solidão da árvore sozinha no campo do verão alentejano é só mais solitária do que a minha e teima ali na terra todo o ano quando nem chuva ou vento já lhe fazem companhia e o calor é tão triste como o é somente a alegria Eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Breve Sonata em Sol [UM] (Menor, Claro)</p>
<p>A solidão da árvore sozinha<br />
no campo do verão alentejano<br />
é só mais solitária do que a minha<br />
e teima ali na terra todo o ano<br />
quando nem chuva ou vento já lhe fazem companhia<br />
e o calor é tão triste como o é somente a alegria<br />
Eu passo e passo muito mais que o próprio dia.</p></blockquote>
<p>- <i>Ruy Belo</i></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/arvoresdeportugal/~4/f26oPaxZEUE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Era Uma Rua Com Sombra</title>
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		<comments>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/11/era-uma-rua-com-sombra/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 08:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dendroclastia]]></category>
		<category><![CDATA[abates]]></category>
		<category><![CDATA[loulé]]></category>
		<category><![CDATA[más práticas]]></category>
		<category><![CDATA[podas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Câmara Municipal de Loulé volta ao ataque às suas árvores. Mais abates sem aviso antecipado (ver a série de textos &#8220;II Exposição Sobre o Abate de Árvores no Concelho de Loulé&#8221; no blogue MAC Loulé). Por arremedo de informação, esta folha de papel colada nas árvores, onde a principal preocupação são os carros estacionados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Loulé volta ao ataque às suas árvores.<span id="more-5056"></span></p>
<p>Mais abates sem aviso antecipado (ver a série de textos <a href="http://macloule.blogspot.com/search?q=II+Exposi%C3%A7%C3%A3o+Sobre+o+Abate+de+%C3%81rvores+no+Concelho+de+Loul%C3%A9">&#8220;II Exposição Sobre o Abate de Árvores no Concelho de Loulé&#8221;</a> no blogue MAC Loulé). Por arremedo de informação, <a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZUDX9lWfr_8/Trxivg0TyeI/AAAAAAAACT8/5j8wKfo7pKE/s1600/Imagem6Novembro2012%2B143.jpg">esta</a> folha de papel colada nas árvores, onde a principal preocupação são os carros estacionados e a justificação da intervenção se fica por duas linhas e meia. Continua por ser apresentado qualquer estudo ou sequer uma opinião técnica que fundamente esses abates. A supressão de mais de 99% das copas das sobreviventes, essa não tem qualquer justificação possível. É pura ignorância e do pior tipo: a ignorância arrogante.</p>
<p>Interessante é relembrar que, aquando da minha conversa com o senhor vice-presidente da CML, relativa ao <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/03/loule-abate-alameda-de-tilias-no-dia-da-arvore/">abate das tílias</a> na Praça da República, me ter sido garantido que neste concelho, desde que ele tinha assumido o cargo, este tipo de intervenção (podas drásticas e rolagens) tinham sido banidas das práticas camarárias. A intervenção na maior <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2009/11/a-araucaria/">araucária</a> do concelho e esta recente razia das árvores da Av. 25 de Abril provam exactamente o contrário. </p>
<p>Por outro lado, as últimas imagens mostram porque as árvores em Loulé estão condenadas a viver pouco tempo. Neste local há espaço de sobra para alargar as caldeiras. Em vez disso, cortam-se as raízes mas as caldeiras voltam a ficar do mesmo tamanho. Então, para que se mexeu? </p>
<p>Cruel ironia é, no mesmo local, se apelar à colaboração dos munícipes (sim, os mesmos que foram sobranceiramente ignorados quando se decidiu abater e arrasar o verde desta avenida) na &#8220;preservação do ambiente&#8221;. Olha para o que eu digo&#8230;</p>
<p>Mas as árvores em Loulé continuam a ser úteis. Pelo menos no Natal. Poupam-se uns tantos postes de fixação da iluminação festiva (imagem 5). Se calhar, até vamos ter um efeito muito mais bonito sem todas aquelas frondosas copas a atrapalhar.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/arvoresdeportugal/~4/RkmpbnwhLYg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Petição Prestes a Fazer História</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/arvoresdeportugal/~3/ihvZpPsrX9E/</link>
		<comments>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/11/peticao-prestes-a-fazer-historia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 08:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Árvores de Portugal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Participação Cívica]]></category>
		<category><![CDATA[assembleia da república]]></category>
		<category><![CDATA[árvore nacional de portugal]]></category>
		<category><![CDATA[petição]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de resolução]]></category>
		<category><![CDATA[sobreiro]]></category>

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		<description><![CDATA[A petição em defesa do reconhecimento do sobreiro como a árvore nacional de Portugal, enviada recentemente à Assembleia da República, teve o efeito pretendido junto da Comissão Parlamentar de Agricultura e Mar. Deste modo, foi entregue na Mesa da Assembleia da República, na passada sexta-feira, dia quatro, um projeto de resolução que visa fazer do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=sobreiro">petição</a> em defesa do reconhecimento do sobreiro como a árvore nacional de Portugal, <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2011/10/sobreiro-arvore-nacional-de-portugal-peticao-enviada-ao-parlamento/">enviada</a> recentemente à Assembleia da República, teve o efeito pretendido junto da Comissão Parlamentar de Agricultura e Mar.<span id="more-5043"></span> </p>
<p>Deste modo, foi entregue na Mesa da Assembleia da República, na passada sexta-feira, dia quatro, um projeto de resolução que visa fazer do sobreiro a árvore nacional de Portugal, subscrito por todos os partidos com assento parlamentar. O documento entregue tem como primeiros subscritores todos os membros da Comissão de Agricultura e Mar: Miguel Freitas (PS), Pedro do Ó Ramos (PSD), Abel Batista (CDS), Agostinho Lopes (PCP), José Luís Ferreira (Partido Ecologista Os Verdes), Luís Fazenda (Bloco de Esquerda) e pelo presidente daquela comissão, Vasco Cunha. Este projeto baseia-se na citada petição, uma iniciativa da nossa associação e da Associação Transumância e Natureza.</p>
<p>Este projeto de resolução deverá ser votado no início de dezembro, ainda no decorrer do Ano Internacional das Florestas, que se celebra até ao final do presente ano.</p>
<p>Estamos prestes a fazer história, a ver reconhecido simbolicamente o papel fulcral do sobreiro na vida do nosso país. Esperemos, com impaciência, mas também com redobrada esperença, a votação, no parlamento, deste projeto de resolução.</p>
<p>Fonte da informação: <em><a href="http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=121721">DiáriOnline/Região Sul</a></em></p>
<p>(Fotografias de Pedro Nuno Teixeira Santos.)</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/arvoresdeportugal/~4/ihvZpPsrX9E" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>O Que Se Aprende Na Escola</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 08:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em Valença, do 1º Ciclo ao Ensino Secundário, isto o que se vê nas escolas e o que se ensina aos alunos. E depois queremos que eles venham a ser adultos bem formados, membros responsáveis da sociedade. Talvez estes alunos, vítimas destes maus tratos intelectuais (não tenhamos dúvidas que uma paisagem destas em todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Valença, do 1º Ciclo ao Ensino Secundário, isto o que se vê nas escolas e o que se ensina aos alunos. E depois queremos que eles venham a ser adultos bem formados, membros responsáveis da sociedade. </p>
<p>Talvez estes alunos, vítimas destes maus tratos intelectuais (não tenhamos dúvidas que uma paisagem destas em todos os espaços escolares em redor, é uma agressão à sensibilidade das crianças), venham apenas a reflectir a formação, ou falta dela, dos adultos de hoje. No futuro não nos poderemos queixar, a educação destes jovens é da nossa exclusiva responsabilidade.</p>
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		<title>Alimentar as Árvores Com Livros</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 07:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<description><![CDATA[Hubo árboles antes que hubiera libros, y acaso cuando acaben los libros continúen los árboles. Y acaso llegue la humanidad a un grado de cultura tal que no necesite ya de libros, pero siempre necesitará de árboles, y entonces abonará los árboles con libros. - Miguel de Unamuno (Duas fotografias mais à esquerda da autoria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Hubo árboles antes que hubiera libros, y acaso cuando acaben los libros continúen los árboles. Y acaso llegue la humanidad a un grado de cultura tal que no necesite ya de libros, pero siempre necesitará de árboles, y entonces abonará los árboles con libros.</p></blockquote>
<p>- <i>Miguel de Unamuno</i></p>
<p>(Duas fotografias mais à esquerda da autoria de Miguel Rodrigues.)</p>
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