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	<title>andrelop's blog</title>
	
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	<description>Ramblings of a hard to follow human being</description>
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		<title>A palavra, a verdade e a mentira : quando utilizá-los ?</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 00:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrelop</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Somos tão idiotas. ﻿Não dizemos o que pensamos e não pensamos no que dizemos. Se soubéssemos dizer o que pensamos de forma seletiva serial maravilhoso.
Seria interessante se soubéssemos dizer o que pensamos quando isso é realmente importante, mas não quando isso pode potencialmente nos trazer resultados indesejados.
Obviamente, existem momentos em que é possível pressentirmos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;">Somos tão idiotas. ﻿</span><span style="font-size: small;">Não dizemos o que pensamos e não pensamos no que dizemos. Se soubéssemos dizer o que pensamos de forma seletiva serial maravilhoso.</span></p>
<p>Seria interessante se soubéssemos dizer o que pensamos quando isso é realmente importante, mas não quando isso pode potencialmente nos trazer resultados indesejados.</p>
<p>Obviamente, existem momentos em que é possível pressentirmos que dizer o que pensamos pode trazer resultados indesejados e é em momentos como esses que devemos nos conter.</p>
<p>Porém, existem momentos em que é praticamente impossível saber ao certo o que ocorrerá se dissermos o que realmente pensamos. Tanto pode ser um retorno desejável quanto podemos ter um péssimo retorno, completamente contrário ao o qual realmente esperávamos.</p>
<p>Talvez seja por isso que a maioria das pessoas acabam deixando de dizer o que realmente pensam, exatamente para evitar possíveis resultados indesejados.</p>
<p>Temos medo. Essa é a verdade. Não necessariamente medo da palavra, do ato de dizer, mas sim das consequências resultantes de nosso hipotético ato de usar a verdade.</p>
<p>Temos medo de machucar as pessoas ou mesmo de afastá-las, de forma que nosso contato com as mesmas fique prejudicado ou mesmo impossibilitado.</p>
<p>É impossível saber ao certo se o pensamento do receptor de nossas palavras está em sintonia tão boa com nosso pensamento a ponto do mesmo entender a mensagem da forma como a imaginamos.</p>
<p>É comum o contrário acontecer, ou seja, tentarmos flertar com a idéia de dizermos o que pensamos e a mensagem ser compreendida de forma completamente diferente da forma inicialmente intencionada.</p>
<p>Poderíamos encurtar todo o processo e tornar a vida muito mais simples para todos, simplesmente nos privando de ocultar a verdade e tornando nossas idéias públicas, de forma que as mesmas passassem a ser transmitidas da forma mais sincera possível.</p>
<p>Infelizmente, não somos evoluídos o bastante para nos permitir esse exercício de sinceridade. Os mais intelectualmente evoluídos provavelmente iriam nos odiar. Odiariam aqueles de nós que simplesmente tivessem optado por utilizar a verdade.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SlkD41k0rjS1nh2T_XKa8zi7PjY/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SlkD41k0rjS1nh2T_XKa8zi7PjY/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SlkD41k0rjS1nh2T_XKa8zi7PjY/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SlkD41k0rjS1nh2T_XKa8zi7PjY/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/andrelop/~4/iYX4cUad0f8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>formspring.me : Excesso de informação e escassez de tempo para coisas simples</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 20:42:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrelop</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais uma resposta a uma pergunta que recebi no formspring.me. Para quem ainda não entendeu, o formspring.me é um serviço onde você pode se cadastrar e as pessoas, cadastradas ou não, anonimamente ou não, podem lhe fazer perguntas.
É uma espécie de FAQ sobre você mesmo, onde os interessados podem saber mais sobre você ou mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma resposta a uma pergunta que recebi no <a href="http://www.formspring.me/andrelop">formspring.me</a>. Para quem ainda não entendeu, o formspring.me é um serviço onde você pode se cadastrar e as pessoas, cadastradas ou não, anonimamente ou não, podem lhe fazer perguntas.</p>
<p>É uma espécie de FAQ sobre você mesmo, onde os interessados podem saber mais sobre você ou mesmo lhe fazer perguntas relacionadas a sua opinião sobre qualquer assunto.</p>
<p>Caso esteja interessado/interessada em saber algo sobre mim ou minha opinião sobre um determinada assunto, confira se já respondi a pergunta que você faria em <a href="http://www.formspring.me/andrelop">meu perfil no formspring.me</a> ou <a href="http://www.formspring.me/andrelop">faça você mesmo sua própria pergunta</a>.</p>
<p>Abaixo, a pergunta que resolvi selecionar e a resposta que forneci a mesma :</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Pergunta :</strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Como lidar com a quantidade de informação hoje em dia ? Existe tempo para leitura dos &#8220;Clássicos&#8221; como Fernando Pessoa e Machado de Assis ?</strong> by <a href="http://www.formspring.me/geekbr">geekbr</a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Resposta :</strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Se eu soubesse realmente como lidar com a quantidade de informações com a qual somos bombardeados diariamente eu provavelmente escreveria um livro sobre isso e ficaria rico e famoso, exatamente como o fazem os escritores de livros de auto-ajuda.</p>
<p>Realmente, vivemos em um tempo em que somos bombardeados com um quantidade enorme de informações. A grande sacada, que muitos ainda não entenderam, é que não somos obrigados a absorver e entender toda essa informação.</p>
<p>Podemos filtrar somente a informação que necessitamos ou somente a informação que nos interessa e ignorar todo o ruído adicional que teima em querer nos perseguir e se disfarçar de conteúdo importante.</p>
<p>Existem inúmeras ferramentas, como os agregadores de feeds (Google Reader, por exemplo), que nos permitem perder menos tempo indo atrás das informações, nos trazendo a informação automaticamente sempre que uma atualização ocorrer na fonte original.</p>
<p>Certamente, existe também o perigo de nos empolgarmos com a quantidade de informação disponível e caírmos na armadilha de tentarmos acompanhar toda e qualquer fonte de notícia, na vã esperança de que alguma informação útil um dia será nos passada a partir dessas fontes.</p>
<p>Nesse ponto, é importante ter a noção da existência da possibilidade de uma filtragem ainda mais profunda da informação que chega até nós, para separar o ruído da informação útil.</p>
<p>Ainda reutilizando o exemplo dos agregadores de feeds, existe a possibilidade da assinatura de feeds por tags/palavras-chaves, de forma que não exatamente todo o conteúdo das fontes de origem da informação nos serão trazidas, mas sim somente a informação devidamente rotulada com uma palavra-chave (tag) específica, a qual esperamos realmente refletir o assunto descrito pelo identificador da palavra-chave utilizada.</p>
<p>Também temos a opção de simplesmente dedicar menos tempo a acompanhar toda essa informação que nos cerca e nos preocuparmos mais com nossos amigos, parentes, familiares, companheiros e com as pessoas que nos cercam de uma forma geral.</p>
<p>Lembre-se que toda a informação importante que nos é trazida pela Internet é, em essência, produzida por pessoas, não por máquinas. As máquinas são somente um meio de transporte para que a informação nos atinja.</p>
<p>E se a informação é produzida pelas pessoas, nada mais natural do que ir diretamente a fonte das informações, ou seja, nada mais natural do que recorrer as pessoas, as quais produzem a informação, e não aos veículos que somente a transportam, as máquinas.</p>
<p>Mesmo que inconscientemente, todos estamos em algum nível viciados em informação. Não somente nós, que vivenciamos a tecnologia diariamente, mas em diferentes níveis virtualmente todos estão parcialmente dependentes/viciados em informação.</p>
<p>Um exemplo é que, atualmente, dificilmente encontramos um conhecido que não possua ao menos uma conta em um serviço de mensagens instantâneas (MSN/Windows Live Messenger é o mais comum entre as pessoas não técnicas) e um perfil em alguma rede social (Orkut é o mais comum entre as pessoas não técnicas).</p>
<p>Todos estão com uma certa frequência acessando/utilizando esses serviços. Isso não é necessariamente ruim. Quando utilizados como apenas mais uma forma de manter contato com outras pessoas, ou mesmo como uma forma de organizar encontros reais entre pessoas que de outra forma dificilmente se conheceriam, é até saudável utilizar esses serviços.</p>
<p>O problema começa a ocorrer quando a pessoa substitui a vida social real pela vida &#8220;social&#8221; virtual, utilizando somente o meio virtual para o contato com outras pessoas e ignorando completamente sua necessidade natural de contato humano/físico.</p>
<p>Em relação a tempo, salvo o tempo em que você vende seu conhecimento para seu empregador, você é quem decide o que fazer de seu tempo livre. Se você não tem nenhum tempo livre e, ao invés disso, consome todo seu tempo trabalhando, talvez seja o caso de reavaliar sua vida.</p>
<p>Vale realmente a pena ter todo o seu tempo ocupado com trabalho ? A recompensação financeira conseguida com isso realmente vale a pena todo o tempo perdido, o qual certamente não será lhe devolvido novamente e o qual lhe fará falta, senão em pouco tempo, mas ao menos de médio a longo prazo ?</p>
<p>É essencial, mesmo que por vezes complicado, ter ao menos algum tempo livre para se divertir, interagir com outras pessoas reais (não virtuais), se dedicar a hábitos saudáveis (como a leitura citada) e, em última instância, até mesmo ter algum tempo livre para você mesmo, mesmo que seja para simplesmente não fazer coisa alguma, somente para descansar.</p>
<p>Estou convencido de que uma grande área de pesquisa/trabalho passará a ser a psicologia, uma vez que a sociedade atual está se perdendo com tamanha intensidade em meio a tanta tecnologia que certamente precisaremos cada vez mais ser analisados e ter nossos problemas entendidos para podermos voltar a viver como antigamente, quando não tínhamos a interferência da tecnologia atrapalhando as relações humanas.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YQhLoPYJlutqeVzhmGNEONZz0Vo/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YQhLoPYJlutqeVzhmGNEONZz0Vo/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YQhLoPYJlutqeVzhmGNEONZz0Vo/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YQhLoPYJlutqeVzhmGNEONZz0Vo/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/andrelop/~4/cPlHh6QVNFw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>formspring.me : Resposta a nova pergunta : estupidez humana, sociedade e consumo</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 01:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrelop</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até que consiga encontrar uma forma um pouco mais automatizada de publicar respostas a perguntas selecionadas que me fazem em meu perfil  no serviço formspring.me, vou esporadicamente publicar as perguntas que acreditar interessantes e suas respectivas respostas como posts por arqui.
Essa é a primeira. Perguntem mais e eu provavelmente terei mais material para publicar  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até que consiga encontrar uma forma um pouco mais automatizada de publicar respostas a perguntas selecionadas que me fazem em meu perfil  no serviço formspring.me, vou esporadicamente publicar as perguntas que acreditar interessantes e suas respectivas respostas como posts por arqui.</p>
<p>Essa é a primeira. Perguntem mais e eu provavelmente terei mais material para publicar <img src='http://www.andrelop.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong><span style="font-size: large;">Pergunta :</span></strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Partindo da citação &lt;quote&gt;<strong>Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, no que respeita ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta</strong>&lt;/quote&gt; Como você entende hoje a estupidez humana, a sociedade de consumo. by <a href="http://www.formspring.me/geekbr"><span style="color: #000000;">geekbr</span></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>Minha resposta :</strong></span></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A estupidez humana sempre existiu e sempre existirá. Infelizmente, parece ter piorado com o tempo.</p>
<p>Procuramos formas de obter satisfação nos afastando cada vez mais uns dos outros, sendo cada vez mais egocêntricos, nos importando cada vez menos com nossos pares.</p>
<p>Criamos redomas artificiais e tentamos curar os problemas que isso nos traz recorrendo ao consumismo desenfreado, mas não conseguimos entender que isso não nos vai trazer a felicidade que teimamos em afastar quando optamos por nos afastar uns dos outros.</p>
<p>Dizem que umas das características do ser humano que o diferencia dos demais seres e que o torna a espécie dominante é a capacidade de armazenar informações e transmití-la aos seus semelhantes.</p>
<p>Isso foi a base da evolução humana e foi o que nos permitiu construir sob o que nossos antepassados criaram. É por isso que não precisamos redescobrir a eletricidade a cada nova geração, por exemplo, mas sim evoluir a partir de conceitos básicos compreendidos e passados a frente por gerações anteriores.</p>
<p>Infelizmente, porém, se por um lado somos capazes de compreender conceitos abstratos e complexos relacionados a ciência, matemática, física e demais áreas do conhecimento, somos um zero a esquerda no que diz respeito a conhecermos a nós mesmos.</p>
<p>Começamos a entender a importância que temos uns para os outros somente próximo ao final de nossas vidas. E mesmo sofrendo muito para começarmos a entender isso, somos seres ruins o bastante para não tentarmos transmitir a nossas gerações futuras a importância disso.</p>
<p>Parece que sentimos prazer em deixar que cada nova geração cometa os mesmos erros, sofra o mesmo que sofremos e tenha um início da compreensão de quanto tempo de vida perdeu tentando se enganar somente ao final de sua existência.</p>
<p>O ciclo sempre vai se repetir. Não me orgulho nada disso, tenho vergonha em fazer parte de uma espécie tão mesquinha e egoísta, que impede sua própria evolução por não se importar em sua evolução como espécie, mas sim no quanto pode ter de vantagem hoje.</p>
<p>Imediatistas e egocêntricos, somos uma sociedade patética. Nos julgamos donos de tudo e na verdade não somos donos de coisa alguma. Não temos a mínima importância no mundo e no universo, mas acreditamos, de alguma forma, que nossos bens materiais e nossa superioridade imaginada como espécie dominante realmente nos torna importantes.</p>
<p>Nos maravilhamos com a tecnologia e passamos a tê-la como nosso principal companheiro, deixando de lado nossos pares reais de carne, osso e alma, dando pouca ou nenhuma importância aos mesmos.</p>
<p>O sentido da vida não é 42. O sentido da vida, em minha opinião, é conseguirmos evoluir não tecnologicamente, mas sim afetivamente, como espécie, junto a nossos pares, de forma amigável. Uma evolução espiritual, como queira.</p>
<p>Nunca vamos entender e conseguir explicar questões relacionadas ao metafísico, sobrenatural, a alma ou como o queira chamar se não conseguirmos compreender conceitos tão simples como amizade, convivência em sociedade, paz, amor e respeito.</p>
<p>Felizmente, não são todos de nossa raça que são realmente repugnantes conforme descrito aqui. Algumas pessoas, infelizmente a minoria, conseguem compreender o que é realmente importante.</p>
<p>Infelizmente, essas pessoas são ignoradas pela grande maioria de nossa sociedade e taxada como &#8220;pobres&#8221;, por optarem por não ostentar luxo e bens materiais, mas sim por tentarem simplesmente se importar uns com os outros.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oE9kZisXR-m45nQtRKOwSJTub9A/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oE9kZisXR-m45nQtRKOwSJTub9A/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oE9kZisXR-m45nQtRKOwSJTub9A/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oE9kZisXR-m45nQtRKOwSJTub9A/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/andrelop/~4/9krW0nc5SaE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>How wrong the world is : should we just reboot society ?</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 00:15:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrelop</dc:creator>
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		<description><![CDATA[It&#8217;s always not our business when we hear about bad things happening elsewhere. Yes, we feel sorry and give our condolences when needed, just like how the social etiquette says we should, but that&#8217;s not the point.
The heart of the matter is about bad things happening to ourselves and to those we care about. And [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>It&#8217;s always not our business when we hear about bad things happening elsewhere. Yes, we feel sorry and give our condolences when needed, just like how the social etiquette says we should, but that&#8217;s not the point.</p>
<p>The heart of the matter is about bad things happening to ourselves and to those we care about. And before one would ask me if there&#8217;s any need to send me condolences, please don&#8217;t. There&#8217;s no need. No one really died nor is badly ill and about to die.</p>
<p>This post is about how wrong the whole world seems to be these days. Things are just upside down. All the good values are completely and loudly ignored and bad practice seems to have become the de-facto standard.</p>
<p>Bad professionals are being picked instead of the good ones because the bad ones are somewhat connected to the right people, which are the ones who makes the decisions. Good people are being left behind and insanely bad people are being elevated to the higher positions.</p>
<p>Good people are being left alone, without any good friends to share happiness and all the good feelings, because people these days seems to like the ones who are those most likely to get rich by using evil tactics, so they choose their friends appropriately, using the money as the key factor.</p>
<p>Good people are being left alone, without a love to share experiences and to create a good, happy and healthy family , because the damn money is fuckingly impregnated everywhere, taking good people away from good people.</p>
<p>The good people are being taken by the bad guys, those ones who have enough money to provide a gorgeous and rich life, a life completely empty of happiness, but which ultimately will at least provide a good foundation on which possible future generations could be forged and, maybe, just maybe, these future generations would be happy, as their previous generations certainly won&#8217;t be.</p>
<p>People today are sacrificing their happiness for money. It&#8217;s so sad everything needs to be centered on this thing, which we firstly created, but which now is taking our life, friends, loves and happiness away from us.</p>
<p>One can&#8217;t ask for sincere love anymore before having material belongings to prove he&#8217;s worth it. It isn&#8217;t enough anymore to be a good person, to demonstrate love, compassion, comprehension, good humour and good will. You should most importantly demonstrate you have money if you are serious about wanting some love back.</p>
<p>It&#8217;s disgusting that these days that&#8217;s the standard scenario for human relations and not the complete opposite. It&#8217;s disgusting we let it be that way and that we now have to survive in a world where the practive don&#8217;t match the desired and previously intended behaviour.</p>
<p>What&#8217;s this ? Why are we lying to ourselves, saying to everyone we are good and decent people when in practice we don&#8217;t accept friendship and love without firstly making sure our friends and potential lovers have some seriously decent amount of this drug called money ?</p>
<p>Would someone please be so kind to enlighten me and, most importantly, would someone please be so fuckingly consistent, proving actions matches words, being my friend and possible female lover and not asking me first how much money I have in my bank account ?</p>
<p>That&#8217;s not a rant for someone specific, but for the society as a whole, a collection of human beings I&#8217;m starting to want away from me more and more as long as this disgusting behaviour keeps being the practice.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IM3MrD-GbuGmRzL1PGPx2GXwS30/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IM3MrD-GbuGmRzL1PGPx2GXwS30/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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		<title>Assuma sua idiotice e salve a humanidade</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 19:33:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrelop</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A menos que você seja um adolescente ou tenha sérios problemas para se desvencilhar dessa época de sua vida, você certamente já deve ter compreendido que não conseguirá aprender tudo.
É impossível uma única pessoa, por mais inteligente que seja, conseguir aprender tudo em seu relativamente curto tempo de vida. Na verdade, você não precisa saber [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A menos que você seja um adolescente ou tenha sérios problemas para se desvencilhar dessa época de sua vida, você certamente já deve ter compreendido que não conseguirá aprender tudo.</p>
<p>É impossível uma única pessoa, por mais inteligente que seja, conseguir aprender tudo em seu relativamente curto tempo de vida. Na verdade, você não precisa saber tudo. Nunca precisou. Isso nunca foi e nunca lhe será exigido.</p>
<p>Porém, como humanos, raça extremamente pouco evoluída, ainda temos um instinto primário que nos leva a acreditar que podemos fazer tudo, lidar com qualquer situação, resolver qualquer problema e ter as respostas para qualquer pergunta.</p>
<p>Muitos reconhecem isso como arrogância, pretensão ou soberba. Eu acredito que possa sim existir uma pitada desses sentimentos envolvida, mas acredito que o ser humano provavelmente deve ter algo próprio de sua raça que o faça agir dessa forma nas mais variadas situações.</p>
<p>Muitos irão citar um longo caminho ainda a ser trilhado em nosso crescimento espiritual no objetivo de nos tornarmos seres melhores. Eu não conheço nada de espiritualismo e não estou envolvido com nada relacionado e, portanto, não posso comentar, mas gostaria de poder confiar que um dia poderemos nos livrar dessas imperfeições.</p>
<p>O fato é que nos parece comum faltarmos com a verdade em relação a nossos conhecimentos e nossa capacidade de lidar com um desafio e/ou situação complexa. Por vezes assumimos que podemos lidar com algo que nem mesmo temos idéia do que seja, confiando que provavelmente conseguiremos, de alguma forma, chegar a uma conclusão satisfatória.</p>
<p>Muitas vezes conseguimos, mas é comum observar situações constrangedoras e difíceis de serem solucionadas somente porque alguém acreditou que seria capaz de assumir uma responsabilidade muito grande relacionada a algo para o que não estava preparado.</p>
<p>Uma forma de evitar isso é, primeiramente, tentar evitar o complexo de super-homem/super-mulher e acreditar que consegue dar conta de tudo. Obviamente, isso é impossível e não é somente porque achamos que não o seja que realmente o deixará de ser.</p>
<p>Estive lendo um <a href="http://jangosteve.com/post/380926251/no-one-knows-what-theyre-doing">ótimo texto</a> (encontrado em uma indicação de <a href="http://twitter.com/fzero/">@fzero</a> via Twitter) no qual o autor cita que o conhecimento humano pode ser dividido basicamente em três grandes grupos : o que você sabe que sabe, o que você sabe que não sabe e o que você não sabe que não sabe.</p>
<p>O que você sabe que sabe é simples e engloba todo o conhecimento que vocẽ tem certeza que possui. Pense em qualquer coisa que você possa responder com propriedade e exatidão prontamente quando questionado. Isso é o que você sabe que sabe.</p>
<p>Mais importante do que o conhecimento que você sabe que sabe é o conhecimento que você sabe que não sabe. Basicamente, é estando ciente que você não sabe sobre um determinado assunto que você se livra de problemas maiores, evitando situações e/ou tarefas para as quais você sabe que não está preparado.</p>
<p>Porém, o terceiro grupo, o conhecimento que se encaixa no grupo do que você não sabe que não sabe é o mais importante dentre esses três grandes grupos citados.</p>
<p>O conhecimento que se encaixa no grupo do que você não sabe que não sabe é a grande armadilha pela qual você por vezes se deixa ser pego. Pense nas diversas situações em que você não tinha certeza se sabia sobre algo e optou por assumir uma responsabilidade relacionada a isso.</p>
<p>Situação comum : uma reunião, você sendo questionado sobre um assunto que você não domina, mas que você acredita não ser tão complexo e, instintivamente, decide não ser tão complexo a ponto de ser um impeditivo para o avanço de um determinado projeto.</p>
<p>Você simplesmente assume que conseguirá lidar com o problema e, talvez por ter passado por situações e/ou problemas semelhantes anteriormente, por comparação, deixa o projeto prosseguir acreditando que o ponto em questão pode ser solucionado de forma trivial.</p>
<p>Pouco tempo depois, após a reunião, você descobre que o ponto em questão é extremamente complexo e demandará mais pessoal, equipamento ou verba do que você havia imaginado, claramente caracterizando um ponto crítico e de alta importância, o qual não deveria ter sido assumido como simples.</p>
<p>Pessoalmente, nunca passei por situações como essa, mas já cheguei a estar muito próximo das mesmas (e, felizmente, consegui evitá-las) e presenciar situações constrangedoras pelas quais pessoas que assumiram saber sobre algo e não sabiam passaram.</p>
<p>O autor do texto citado anteriormente cita que o mais importante não é você somente saber muito, mas sim ter ciência do que você não sabe e, ainda mais importante, tentar evoluir no sentido de, cada vez mais, manter o conhecimento do grupo que você não sabe que não sabe mínimo.</p>
<p>Veja bem, a idéia não é simplesmente absorver todo o conhecimento existente, o que sabemos ser impossível, mas sim tentar manter o grupo de conhecimento das coisas que você não sabe que não sabe pequeno, seja tomando ciência de que você não sabe sobre algo e, portanto, adicionado esse conhecimento a lista das coisas que você sabe que não sabe ou realmente aprendendo sobre isso, o que o adicionaria na lista das coisas que você sabe que sabe.</p>
<p>A idéia é agir defensivamente, no intuito de não causar danos a você ou a terceiros tentando se meter com assuntos que você certamente não conhece ou, pior ainda, com assuntos que você nem mesmo tem certeza se não conhece.</p>
<p>Não é feio e nem proibido assumir que você não conhece sobre um determinado assunto, visto que, conforme já citado, é impossível para qualquer ser humano saber tudo sobre todos os assuntos.</p>
<p>Nem mesmo aquela pessoa super inteligente que você conhece e acredita ter a resposta para todas as perguntas sabe realmente tudo sobre todos os assuntos.</p>
<p>Muitos sabem muito sobre um assunto ou sobre um grupo de assuntos específicos, mas provavelmente sabem pouquíssimo ou mesmo nada sobre outros assuntos totalmente não relacionados. É normal, não devemos nos sentir ruins por não sabermos tudo.</p>
<p>O mais importante é, novamente, não tentarmos esconder nossos sentimentos e esconder ou camuflar esse desconhecimento, assumindo riscos desnecessários, os quais provavelmente irão gerar situações muito mais complexas e difíceis de serem solucionadas posteriormente.</p>
<p>É preferível passar por cima do ego e perguntar sobre algo que não se conhece, o que por si só já ajuda a aumentar a lista dos conhecimentos que você sabe que sabe, do que não perguntar e fingir que sabe.</p>
<p>Eu tenho um comportamento que muitos acreditam ser ruim, mas do qual não pretendo me livrar tão cedo : ser pessimista. Sim, eu sempre assumo o pior cenário e trabalho no sentido de estar preparado para o pior.</p>
<p>Pode ser algo psicológico, mas posso garantir que esse comportamento me livrou de muitos problemas. Não queira assumir uma grande responsabilidade sem estar ciente e preparado para todos os riscos que a mesma possa trazer.</p>
<p>Pesquise, questione, aprenda, transfira conhecimento, certifique-se de que todos os envolvidos estejam cientes dos desafios, dos possíveis problemas, dos riscos envolvidos e das formas imaginadas para contornar essas dificuldades.</p>
<p>Lembre-se que é perfeitamente possível ninguém de sua equipe ter levantando uma questão para a qual a resposta ainda se encontre pendente em sua cabeça simplesmente porque se trata de um conhecimento que todos os envolvidos não sabem que não sabem.</p>
<p>Você também pode não saber a resposta, mas ao menos poderá contribuir fazendo com que os envolvidos retirem esse conhecimento de suas listas das coisas que não sabem que não sabem e o adicionem a lista de coisas que sabem que não sabem, onde o mesmo é bem menos perigoso.</p>
<p>Obviamente, tendo ciência da existência da questão pendente, todos poderão trabalhar juntos em uma forma de solucioná-la e trazê-la para a lista de conhecimentos que o grupo como um todo sabe que sabe.</p>
<p>Eu passei por inúmeras situações em que fui considerado inteligente e/ou capaz/competente não por dar uma solução para um problema, mas sim somente por ter apontado problemas que detectei e não foram detectados por outros.</p>
<p>Novamente, é uma prova de que simplesmente aumentar a quantidade de conhecimentos que você sabe que sabe não é o único ponto importante em sua vida, mas sim também aumentar a lista de conhecimentos que você sabe que não sabe, através da diminuição da lista dos conhecimentos que você não sabe que não sabe.</p>

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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lQmZDsY8sJszxjv0soffyc-h3sA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lQmZDsY8sJszxjv0soffyc-h3sA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/andrelop/~4/ghl71BRX3uc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Seu cérebro como produto : prepare sua vitrine</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 00:37:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrelop</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atualmente, vivemos uma fase de transição um pouco complexa, nebulosa e indefinida. Provavelmente já houveram fases semelhantes em outras épocas, uma vez que tudo no mundo é cíclico.
Não somos mais a geração Coca-Cola, não somos a geração das grandes guerras (apesar das guerras ainda existirem, em menor escala, mas não em menor número de vítimas), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, vivemos uma fase de transição um pouco complexa, nebulosa e indefinida. Provavelmente já houveram fases semelhantes em outras épocas, uma vez que tudo no mundo é cíclico.</p>
<p>Não somos mais a geração Coca-Cola, não somos a geração das grandes guerras (apesar das guerras ainda existirem, em menor escala, mas não em menor número de vítimas), não somos a geração de coisa alguma.</p>
<p>Nada assustadoramente grande e importante aconteceu em nossa geração. Aliás, eu nem faço parte da geração atual, já que não sou adolescente há um bom tempo, mas prefiro simplesmente ignorar esse fato.</p>
<p>Minha geração (infância nos anos 80 e adolescência nos anos 90) não teve nada de extremamente importante acontecendo globalmente enquanto se desenvolvia.</p>
<p>O resultado é que atualmente somos um bando de quase tiozinhos com saudades de modas e cultura tosca dos anos 80. Sim, sinal de decadência, mas fazer o quê ? A idade chega e quanto a isso não há nada a ser feito.</p>
<p>Porém, é importante notar que, por mais que a criação não possa ser atribuído a nossa geração, fomos nós, os adolescentes dos anos 90, que começamos a realmente utilizar computadores e fazer do uso dos mesmos uma mania presente em nosso dia-a-dia, assim como a TV (infelizmente) ainda é presente atualmente na vida de nossos pais.</p>
<p>A geração seguinte, os nascidos nos anos 90 e vivendo sua adolescência atualmente, já nasceram em um mundo onde o uso de computadores e a Internet era algo completamente normal. Sim, é estranho imaginar isso, mas existiu um tempo em que se utilizava computadores desconectados da Internet.</p>
<p>Reconheço, uma grande parte das possibilidades atuais não existiam sem a Internet e a principal vantagem, a possibilidade do alcance do que você produz ser global, não era sequer imaginada.</p>
<p>Resumindo, era um tempo chato para os padrões atuais e quem utilizava computadores nessa época (e, obviamente, anteriormente a essa época) realmente podia ser chamado de &#8220;nerd&#8221;.</p>
<p>Apesar de ser uma época desconectada, foi necessária, visto que durante a mesma grande parte das tecnologias existentes atualmente foi inventada. Hoje em dia, qualquer um é rotulado de &#8220;nerd&#8221;, já que o termo está na moda.</p>
<p>Naquela época, no entanto, somente quem realmente gostava da coisa o fazia, visto que era necessário ter muita imaginação para sentar em frente a uma telinha ilhada, desconectada, por horas e horas, conversando somente com a máquina e não com outras pessoas.</p>
<p>Confesso que, atualmente, apesar de obviamente saber que existe utilidade em computadores desconectados, os mesmos perdem praticamente 90% de sua utilidade caso estejam sem acesso a Internet. E estou comentando somente o uso doméstico que fazemos dos mesmos.</p>
<p>Profissionalmente falando, na área em que trabalho, a falta do acesso Internet só serve para aumentar a integração dos funcionários na degustação do líquido sagrado nosso de cada dia, o santificado café.</p>
<p>Sou um ser estranho, visto que iniciei nesse mundo de tecnologias acompanhando o surgimento comercial da Internet e o início do uso massificado do acesso a mesma, e estou entrando em uma era em que o não acesso a Internet significa, na prática, não ter chance alguma de algum tipo de sucesso profissional.</p>
<p>Atualmente, não somente os profissionais da área de tecnologia, mas qualquer tipo de profissional, sem o louvado acesso a Internet, no mínimo, não consegue executar suas funções profissionais de forma correta, independente da complexidade do mesmo.</p>
<p>A perda do acesso, atualmente, é obviamente muito mais sentida e indesejada do que a perda da televisão o era em gerações passadas. A TV, por mais que tenhamos tentado reverter esse quadro, sempre foi um meio muito mais de entretenimento do que de cultura.</p>
<p>A Internet, por outro lado, apesar de ter todo o entretenimento e a baboseira necessária para quem os procura, oferece uma gama extremamente mais extensa de material cultural para os que estiverem realmente interessados.</p>
<p>Um reflexo disso é que uma quantidade extremamente grande de ocupações e até mesmo de profissões foram criadas nos últimos anos. Profissões essas que nem mesmo eram sequer imaginadas como possíveis há poucos anos.</p>
<p>Utilizamos a Internet para nos divertir, para estudar, para trabalhar, para namorar e, provavelmente, qualquer outra atividade humana que você possa imaginar possui uma forma de ser reproduzida na Internet. No mínimo, ao menos pode ser facilitada.</p>
<p>Isso nos leva ao fato de que, já há alguns anos, e isso tem se intensificado ainda mais com a Internet e as tecnologias que dela se utilizam, o trabalho humano passou a ser essencialmente intelectual.</p>
<p>Obviamente, sempre existiu trabalho intelectual e sempre existiu o trabalho braçal. Também obviamente, isso não significa o fim completo do trabalho braçal, mas sim um foco cada vez menor no mesmo, somente o estritamente necessário, e um maior foco no conteúdo produzido através do uso do intelecto.</p>
<p>O que me leva ao assunto principal desse post (sim, eu utilizo idéias introdutórias muito maiores do que o ponto principal, me processe) : em um futuro próximo, nossa principal ferramenta de trabalho será o cérebro.</p>
<p>Para algumas profissões, como a que exerço, por exemplo, isso já é uma realidade e, na verdade, o tem sido basicamente desde sua invenção. O fato é que um número muito maior de profissões baseadas no pensar e no intelecto foram e continuarão a ser criadas.</p>
<p>Sendo o cérebro nossa principal ferramenta de trabalho, não seria comum que, dentro de algum tempo, venhamos a notar uma maior necessidade de substâncias que possam estimular o cérebro, da mesma forma que, nas épocas do trabalho baseado na força física, nos era útil ter ferramentas para melhorar nosso desempenho físico ?</p>
<p>Veja bem, não estou me referindo a drogas ilegais. As mesmas sempre existiram e provavelmente sempre existirão. A forma e a apresentação mudarão, mas as mesmas sempre estarão lá, disponíveis para quem quiser se destruir.</p>
<p>Me refiro a formas não prejudiciais a saúde de estimular o pensamento e o trabalho cerebral. Formas legais, sem que tenhamos que nos render a perigosas soluções milagrosas ilegais e seus conhecidos efeitos colaterais.</p>
<p>Ter a mente livre de preocupações, bem como ter uma boa dose de inspiração são pontos que, em minha opinião, são essenciais para que o trabalhador intelectual possa produzir e desempenhar bem suas funções.</p>
<p>O raciocínio lógico exige concentração, um certo desligamento do mundo real, uma imersão no problema e uma volta a realidade com soluções e respostas que resolvam problemas reais. É quase que um estado de transe.</p>
<p>Desenvolvedores de software provavelmente já conhecem bem esse estado. Mesmo eu, que não lido com desenvolvimento diretamente em meu dia-a-dia, sinto frequentemente que me encontro nesse estado fora da realidade.</p>
<p>Caso não queiramos rumar em direção ao buraco sem fundo da depressão, precisamos não somente da motivação financeira materializada na figura de nosso salário pago, mas também de inspiração para produzirmos.</p>
<p>Da mesma forma que um escritor precisa se inspirar para escrever seus textos ou um pintor precisa de inspiração para desenvolver suas obras, o profissional intelectual precisa de inspiração para conseguir produzir, dada a quantidade assustadora de informações com as quais o mesmo lida diariamente no cumprimento de suas funções.</p>
<p>Conhecendo bem nossos governantes e a sociedade retrógrada e empacadora do progresso em que vivemos, obviamente substâncias inspiradoras, caso venham a um dia existir (e não vejo o motivo para que não venham a existir), demorariam pequenas eras para serem aprovadas como soluções legais para problemas reais.</p>
<p>Dito isso, pergunto : o futuro nos reserva uma nova droga, mesmo que temporária, a qual nos preencheria com a inspiração necessária para que possamos continuar a produzir em uma sociedade totalmente baseada na informação ?</p>
<p>Alimento para o pensamento. Deixem suas opiniões nos comentários e, por favor, respeitem o português. Ele não somente fornecer seu pães.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fqvsrcKqqiaVTUZ9CIjBF1lg-S4/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fqvsrcKqqiaVTUZ9CIjBF1lg-S4/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fqvsrcKqqiaVTUZ9CIjBF1lg-S4/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fqvsrcKqqiaVTUZ9CIjBF1lg-S4/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/andrelop/~4/uFpG8iQWk58" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Como não se dar mal : pergunte-me como!</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 17:25:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma das coisas que sempre me questionei na vida foi porque os adultos insistiam tanto em coisas que, à época, em minha infância, pareciam tão exageradamente chatas.
Seja uma boa pessoa. Seja educado. Estude. Não tenha vícios. Não faça aos outros o que não gostaria que lhe fizessem. Coisas obviamente chatas e nada interessantes quando estamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das coisas que sempre me questionei na vida foi porque os adultos insistiam tanto em coisas que, à época, em minha infância, pareciam tão exageradamente chatas.</p>
<p>Seja uma boa pessoa. Seja educado. Estude. Não tenha vícios. Não faça aos outros o que não gostaria que lhe fizessem. Coisas obviamente chatas e nada interessantes quando estamos no início de nossas vidas.</p>
<p>Na época adolescência nos parecem ainda pior, uma vez que nessa época estamos atolados de hormônios ocupando o lugar do cérebro e tendemos a agir de forma insana muito facilmente.</p>
<p>Quando você começa a entrar na vida adulta, começa a sentir uma dificuldade imensa em entender tudo. A vida passa a ficar bem mais complicada e tudo parece algo extremamente complicado e de outro mundo.</p>
<p>É natural, já que você passa a ter que se comportar e agir como adulto caso queira ser respeitado e ter chance de conseguir algo na vida. Ninguém gosta de um &#8220;adultocente&#8221; (um adulto com comportamento adolescente), por mais que digam o contrário e que possa lhe parecer &#8220;cool&#8221; ter sempre uma atitude jovem.</p>
<p>Ter um espírito jovem não significa fazer as mesmas bobagens que você fazia na adolescência, com toda a falta de experiência e todos os hormônios que podiam ser utilizados como desculpa. Parece óbvio, mas muito gente não entende isso.</p>
<p>Aliás, muito gente não entende conceitos básicos. Aliás, muita gente parece ter que ser agredida fisicamente para começar a fazer os neurônios funcionarem no tranco, dada a quantidade de bizarrices e vidas desperdiçadas que vemos por aí.</p>
<p>O problema principal é que as pessoas parecem utilizar o cérebro somente esporadicamente. Sério, esse monte de peso que você possui dentro de sua caixa craniana não está aí somente para fazer peso. Use-o.</p>
<p>O ser humano possui habilidades espantosas, mas  existem pessoas que atendem o instinto selvagem de forma tão rápida e conseguem acionar seus orgãos menos intelectuais de forma tão fácil que parecem nem precisar ter um cérebro para acioná-los.</p>
<p>Infelizmente, mesmo sabendo que o cérebro é o que comanda todos os outros membros e orgãos do corpo e por isso é utilizado quase que inconscientemente de forma constante, as pessoas parecem esquecer que ele existe, na grande maioria das vezes.</p>
<p>Voltando ao assunto dos conselhos paternos, na vida adulta você começa a ter lampejos de entendimento do significado dos mesmos. Ainda os tem como chatos, mas entende que são necessários.</p>
<p>Nossos pais não nos diziam detalhes indicando a razão de você realmente ter que seguir seus conselhos simplesmente porque não estávamos preparados intelectualmente para entendê-los.</p>
<p>O mais lamentável é que, na vida adulta, muitas pessoas continuam parecendo não ter a capacidade intelectual de entendê-los. Não é culpa do cérebro. Como um orgão, ele precisa ser exercitado ou fatalmente irá atrofiar.</p>
<p>E não há uma forma de exercitar o cérebro senão consumindo cultura. Lendo, escrevendo, vendo filmes interessantes, discutindo sobre questões importantes, conhecendo opiniões e pontos de vista e compartilhando suas opiniões e pontos de vistas. Tudo isso exercita o cérebro.</p>
<p>Da mesma forma que sentimos dor nas pernas e nos braços quando vamos à academia em uma primeira vez, não é fácil iniciar sua vida cultural. Felizmente, da mesma forma que seu corpo se adapta aos exercícios e passa a suportar cargas mais intensas, seu cérebro se alimenta da cultura e passa a solicitar mais.</p>
<p>De forma similar aos exercícios, cultura também faz bem a saúde, mais especificamente a sua saúde mental. E todos sabemos que somente exercitar um em detrimento do outro não é uma boa idéia. Mente sã, corpo são.</p>
<p>O que é difícil de entender é que as pessoas da sociedade atual possuem a sua disposição uma ferramenta global, altamente útil e repleta de todas as forma de cultura como a Internet e não a utilizam.</p>
<p>Óbvio que se você está lendo este texto você utiliza a Internet, visto que não teria acesso ao mesmo de outra forma. É importante notar, no entanto, que ter acesso a Internet não necessariamente significa que você realmente a utiliza, que você realmente tira algum proveito da mesma.</p>
<p>Claro, com a Internet se tornando nossa segunda casa, nada mais natural do que se divertir com a mesma, procurando distrações e humor. Mas a Internet não serve somente para bater papo com seus amiguinhos e alimentar seus pequenos animais em suas minúsculas fazendas virtuais.</p>
<p>Você tem a disposição uma quantidade virtualmente infinita de informações sobre virtualmente qualquer assunto. Me espanta as pessoas ainda procurarem cursos e treinamentos nos dias atuais, quando tudo o que se precisa pode ser encontrado online.</p>
<p>Obviamente, é necessário foco para não se distrair e passar o tempo todo consumindo conteúdo inútil, mas o conteúdo relevante e útil está disponível e facilmente acessível. Na maioria das vezes, de forma gratuita.</p>
<p>É incompreensível ver pessoas reclamando de falta de oportunidades, se lamentando por não conseguirem um emprego ou uma promoção devido a não conhecerem um assunto específico ou mesmo pagando caros centros de ensino para tentarem adquirir conhecimento que já está livremente e gratuitamente disponível na Internet.</p>
<p>Uma pesquisa de 5 segundos, seguida de um clique de botão lhe separam da maioria do conhecimento que você precisa. Tecnologias atuais lhe permitem emular ambientes de tecnologia complexos nos quais virtualmente qualquer tipo de solução pode ser testada.</p>
<p>Nunca foi tão fácil ser autodidata. É só ter um pouco de força de vontade e perder alguns minutos e você certamente consegue encontrar qualquer coisa que precisar, bem como aprender sozinho o que precisa ou tem vontade de aprender.</p>
<p>Quanto mais você aprende, mais compreende a imensidão de assuntos interessantes e mais tem vontade de aprender. Seu cérebro lhe agradece, sua saúde lhe agradece, seus familiares e amigos lhe agradecem, a sociedade lhe agradece e você passa a ter a capacidade de entender que, lá na infância, os conselhos que seus pais lhe davam são totalmente relevantes.</p>
<p>São formas simplificadas de lhe dizer que você pode ser feliz e que, para isso, é só seguir as pistas que a vida lhe dá gratuitamente. Tudo e todos com os quais você tem contato formam sua vida e fazem parte da mesma.</p>
<p>Você começa aprendendo com as mais próximos, seus pais, e continua seguindo as dicas que lhe são dadas continuamente, mesmo que indiretamente, até o final de sua vida. A isso damos o nome de evolução.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/06dwGHsS1EdrK3ASG9HyT2-pLnE/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/06dwGHsS1EdrK3ASG9HyT2-pLnE/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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		<title>Redes sociais : estão todas fadadas a irrelevância ?</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 22:53:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrelop</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tenho que reconhecer : ultimamente, tenho utilizado muitas redes sociais. Muito mais do que eu imaginaria poder utilizar em um passado não muito distante (alguns poucos meses, em tempo de Internet).
No ﻿longínquo tempo de poucos meses atrás, eu ainda tinha a mesma visão que a maioria das pessoas que conheço tem das redes sociais : [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho que reconhecer : ultimamente, tenho utilizado muitas redes sociais. Muito mais do que eu imaginaria poder utilizar em um passado não muito distante (alguns poucos meses, em tempo de Internet).</p>
<p>No ﻿longínquo tempo de poucos meses atrás, eu ainda tinha a mesma visão que a maioria das pessoas que conheço tem das redes sociais : tecnologias bobinhas para se divertir, mas sem nenhum conteúdo relevante real.</p>
<p>Felizmente, após algum tempo tentando entendê-las, consegui perder o preconceito e passei a compreender que a relevância, em muitos casos, existe para quem corre atrás e não para quem quer que a mesma caia em seu colo como que por mágica.</p>
<p>Ainda não venci o preconceito principal e não desfiz o <strong>orkuticído</strong> cometido a muitos anos atrás, mas comecei a <em>viver</em> em outras redes sociais. Mais especificamente, comecei já há algum tempo a utilizar serviços de microblogging como o <a href="http://www.twitter.com/andrelop">Twitter</a> e o <a href="http://identi.ca/andrelop">Identi.ca</a> (apesar de reconhecer que uso muito mais o Twitter do que o Identi.ca, mea culpa).</p>
<p>O Twitter tem tudo e mais um pouco para lhe parecer algo extremamente sem sentido e sem utilidade, mas depois de algum tempo você passa a entender o funcionamento e começa a aproveitá-lo.</p>
<p>Hoje em dia, sei que quem diz que Twitter é somente para idiotas que querem ficar sabendo quantas vezes desconhecidos foram ao banheiro são pessoas que realmente não entenderam a utilidade do serviço.</p>
<p>Se você só tem somente esse tipo de informação (inútil, obviamente) em sua timeline, desculpe lhe dizer, mas o incompetente é você. Ao contrário das demais redes sociais do passado (novamente, passado em tempo de Internet), com serviços de microblogging você é quem define a qual tipo de conteúdo quer ter acesso.</p>
<p>Se as pessoas que você segue não são relevantes para você e só falam besteiras, simplesmente pare de seguí-las. Simples assim. Ninguém é obrigado a continuar seguindo alguém só porque esse alguém o segue.</p>
<p><strong>Reciprocidade o cacete</strong> <img src='http://www.andrelop.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Sério, não sofra e não tenha medo de utilizar o equivalente ao botão de trocar de canal das redes sociais : utilize o recurso de &#8220;<em>unfollow</em>&#8220;. É efetivo e faz bem a saúde mental.</p>
<p>Você segue quem fala o que lhe interessa, seja amigo pessoal/conhecido ou não. Eu acompanho várias pessoas que não me acompanham e não passo a acompanhar todos que passaram a me acompanhar.</p>
<p>Se eu acreditar que um amigo, seja ele um amigo pessoal ou não, parou de ser relevante como o era no início e se tornou um maluco informando seus horários para fazer o número dois, &#8220;unfollow&#8217;&#8221; nele.</p>
<p>É fácil assim e, após isso, invariavelmente a felicidade volta a reinar em sua timeline. Na verdade, a regra de ouro para manter a sanidade é bem simples : somente acompanhe as pessoas que são relevantes para você.</p>
<p>Após algum tempo de uso de serviços de microblogging, passei a dar mais valor para redes sociais e, por isso, resolvi dar uma chance ao Facebook, já que todos diziam que se tratava de um Orkut melhorado e com uma quantidade de salsas bem menor.</p>
<p>Não me arrependi e, com a integração do Facebook com quase tudo que se possa imaginar em termos de redes sociais, principalmente com serviços de microblogging, passei a gostar do serviço.</p>
<p>Cheguei até a flertar com o <a href="http://www.formspring.me/andrelop">formspring.me</a>. Resisti bastante no início devido a outro preconceito, o de acreditar que se tratava de um serviço inútil para uma pessoa comum e irrelevante como eu.</p>
<p>Por quê eu iria utilizar um serviço onde as pessoas poderiam me fazer perguntas de todos os tipos ? Isso me cheirava a algo restrito a (sub)celebridades instantâneas, coisa que obviamente nunca fui e não pretendo ser.</p>
<p>Depois de algumas pessoas conhecidas pedirem para que eu passasse a utilizar o serviço, aceitei a idéia como uma forma de iniciar somente mais uma brincadeira, já que sabia que provavelmente seriam perguntas engraçaralhas para as quais eu teria respostas ainda mais engraçaralhas.</p>
<p>Me inscrevi no serviço e as pessoas começaram a me fazer perguntas. Achei bastante interessante e passei a respondê-las. Surgiram perguntas não tão engraçaralhas como eu imaginava e eu gostei da brincadeira de respondê-las. As pessoas retribuíram e começaram a fazer mais perguntas, eu gostei e mantive meu perfil no serviço até hoje.</p>
<p>O interessante do serviço é que as pessoas podem fazer perguntas anonimamente. Ou seja, se você quer saber se possui inimigos, essa é sua chance, já que, nesse caso, invariavelmente vão aparecer perguntas cabeludas de &#8220;anônimos&#8221;.</p>
<p>No meu caso, acredito que tenha um dom até então desconhecido : o dom de enganar muito bem as pessoas, já que consegui passar todo esse tempo sem nenhuma pergunta cabeluda. Consegui responder tudo o que foi perguntado até o momento, sem descartar nenhuma pergunta.</p>
<p>Ou seja, ou eu não tenho inimigos realmente (improvável) ou as pessoas encontraram alguém ainda pior do que eu para chatear. Por mais que solicitasse perguntas inteligentes e desafiadoras (não ofensivas, obviamente), não tive muitas perguntas que me fizeram perder muito tempo pensando em respostas, infelizmente.</p>
<p>De qualquer forma, acredito que o ponto principal é que, atualmente, as redes sociais são ferramentas bastante interessantes, seja para se divertir, encontrar pessoas com interesses em comum e trocar figurinhas, trabalhar e até mesmo encontrar seus arquiinimigos, quando pinta aquela vontade de sacanear (algo muito frequente, em meu caso).</p>
<p>Se você ainda acredita que redes sociais são coisas de miguxos e estão fadadas ao fracasso, ao esquecimento e a obsolescência, azar o seu. Pense novamente e tente se livrar de seus preconceitos. Você não tem nada a perder.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wvORyEwP-H1nUopVAj0UDRMPFNw/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wvORyEwP-H1nUopVAj0UDRMPFNw/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wvORyEwP-H1nUopVAj0UDRMPFNw/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wvORyEwP-H1nUopVAj0UDRMPFNw/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/andrelop/~4/IAJ_RZrLSrE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Quem poderá nos defender ?</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 23:49:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrelop</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais uma vez, contrariando as indicações de tudo e de todos, estive pensando sobre o futuro, minha condição de nerd e a sociedade estranha na qual estou inserido.
Nós, nerds, apesar de sermos paparicados pelas empresas criadoras de tecnologias, na esperança de que sejamos formadores de opiniões e espalhemos nossas opiniões sobre seus produtos entre nossos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez, contrariando as indicações de tudo e de todos, estive pensando sobre o futuro, minha condição de nerd e a sociedade estranha na qual estou inserido.</p>
<p>Nós, nerds, apesar de sermos paparicados pelas empresas criadoras de tecnologias, na esperança de que sejamos formadores de opiniões e espalhemos nossas opiniões sobre seus produtos entre nossos semelhantes (e, principalmente, para os não semelhantes), somos na verdade meros objetos sendo utilizados.</p>
<p>Inicialmente, acreditamos que as empresas desenvolvedoras de tecnologia realmente desenvolvem produtos pensando em nosso perfil. Porém, infelizmente, pouco tempo depois, caímos na realidade e percebemos que a realidade é bastante diferente.</p>
<p>Atualmente, os gadgets mais interessantes, os que possuem maior capacidade de criar um novo mercado ou de se estabelecerem como uma nova tendência e cair nas graças do uso massificado não são muito amigáveis para os nerds.</p>
<p>Obviamente, são atraentes como qualquer nova tecnologia o é. Porém, não são atraentes o suficiente para que passem a ocupar um espaço dedicado e garantido em nossa vida.</p>
<p>Celulares, por exemplo, por mais que eu os odeie, passaram a ocupar um local dedicado e garantido em minha vida, por mais que eu me arrependa de dizer disso. São um caso específico, na verdade, pois, ao menos em meu caso, são um mau necessário.</p>
<p>Mas servem para ilustrar, nesse contexto. O ponto é que se tornou algo presente no dia-a-dia de todos, algo massificado, que virtualmente todos possuem e não sabem mais como viver sem. Em outras palavras, ocupou seu lugar em nossas vidas.</p>
<p>Os gadgets atualmente lançados, mais atraentes ao público em geral e que possuem capacidade de conquistar seu lugar em nossas vidas, no entanto, pecam quando o assunto é conquistar realmente um lugar na vida de nossa classe, nerds estranhos segundo a maioria da humanidade não estranha.</p>
<p>Eles não possuem a &#8220;hackeabilidade&#8221; necessária. Não são dispositivos que permitam que façamos o que quiser com os mesmos. Obviamente, nenhum dispositivo de consumo massificado terá níveis de &#8220;fuçabilidade&#8221; muito altos, por motivos óbvios : o público alvo pouco se importa com esse item.</p>
<p>Porém, para nós, nerds, esse item é extremamente importante, senão essencial. É aceitável que o gadget, em última instância, seja fornecido com um conjunto limitado de recursos que permitam sua personalização de acordo com as preferência dos usuários mais exigentes.</p>
<p>O que não é aceitável, a meu ver, é que esses mesmos gadgets não permitam modificação alguma e, por vezes, até mesmo tornem isso algo ilegal. A minha opinião é que, contanto que eu não esteja fazendo algo realmente ilegal, sou eu quem deve decidir o que eu posso e o que eu não posso fazer com um gadget pelo qual eu paguei.</p>
<p>Infelizmente, ultimamente, o que venho percebendo é que, cada vez mais, os novos dispositivos de desejo são fornecidos de fábrica com opcionais que não são, em primeiro momento, indesejáveis para o público em geral mais que o são para o nerd padrão.</p>
<p>DRM, por exemplo, é algo que se encaixa nesse contexto. Se eu comprei o gadget e se eu comprei o conteúdo, porque diabos a empresa que me vendeu o dispositivo é que tem que decidir que eu só poderei usar o conteúdo em um único dispositivo ?</p>
<p>Por quê a empresa que desenvolveu o leitor de livros eletrônicos tem que decidir que o livro que eu adquiri só pode ser lido no dispositivo de leitura eletrônica que ela ou seu parceiro comercial me vendeu ?</p>
<p>Eu posso muito bem querer ler esse livro em meu desktop, em meu smartphone, em um laptop ou em um netbook. Sendo eu o dono da cópia adquirida e possuíndo todos esses gadgets, porque não poderia usar o conteúdo dessa forma ?</p>
<p>São todas formas moralmente legais de utilização. Porém, infelizmente, os dispositivos atuais estão sendo distribuídos com mecanismos que impedem que algo tão simples como o cenário descrito acima seja possível.</p>
<p>Se eu quiser instalar um aplicativo de um terceiro em meu dispositivo eu perco totalmente o suporte ao dispositivo ? Não seria mais correto eu, no máximo, não ter suporte ao aplicativo de terceiro em questão e não a todo o dispositivo ?</p>
<p>Pior, isso significa que, na visão da empresa que desenvolveu o produto, eu sou agora um fora da lei ? E, como fora da lei, estaria eu sujeito a penas legais ? Seria justo eu ser punido legalmente somente por estar usando meu dispositivo, comprado legalmente, da forma que eu acredito ser a forma correta e não da forma que a empresa desenvolvedora da tecnologia definiu como correta ?</p>
<p>Pense bem, a minha forma de uso não é moralmente incorreta. Eu não estou deixando de pagar ninguém, não estou utilizando conteúdo adquirido por meios não oficiais e ilegais, mas se não adquiri o conteúdo (seja ele um aplicativo, um livro eletrônico, uma música ou qualquer outro conteúdo) diretamente da empresa que desenvolve a tecnologia ou de seus parceiros eu estou agora, oficialmente, sendo reconhecido como um usuário ilegal ?</p>
<p>Já não é ruim o suficiente os gadgets atuais serem severamente limitados ? Já não é feio o suficiente essas empresas lançarem produtos artificialmente limitados somente para terem chance de lançarem novas versões continuamente, cada uma acrescentando somente uma pequena funcionalidade dentre todas as que sabemos que poderiam existir desde a primeira versão do produto ?</p>
<p>Agora, além de sermos obrigados a conviver com produtos artificialmente limitados, com preços inflados totalmente fora de nossa realidade, ainda temos nossa liberdade de utilização de algo que adquirimos legalmente sendo cerceada de acordo com os interesses de quem os desenvolveu ?</p>
<p>Essas empresas não entendem que, a partir do momento que o produto é vendido, a propriedade daquela cópia do mesmo passa a ser do indivíduo que a adquiriu e não mais delas, as empresas criadoras ?</p>
<p>Você aceitaria adquirir um carro se soubesse que a empresa poderia, remotamente e automaticamente, sem o seu consentimento e sem o seu conhecimento prévio, esgotar o tanque de gasolina caso você circulasse por estradas que as montadoras acreditassem que não fossem interessantes ?</p>
<p>Você aceitaria ser taxado de ilegal caso decidisse ir até a praia no final de semana com seu carro e a estrada utilizada como caminho para seu passeio não fosse administrada pela montadora ou por um de seus parceiros ?</p>
<p>Não ? Então por quê devemos aceitar situação semelhante com os dispositivos tecnológicos que adquirimos ? Por quê aceitar que a empresa que desenvolve nosso leitor de livros eletrônicos apague remotamente de nossosdispositivos de leitura, sem nosso consentimento, um livro pelo qual pagamos ?</p>
<p>Por quê aceitar que seu novo gadget seja artificialmente limitado, não permita a instalação de aplicativos de terceiros para execução de músicas e não permita que as mesmas sejam transferidas de seu desktop para o mesmo caso as mesmas não tenham sido adquiridas da empresa desenvolvedora da tecnologia em questão ou de seus parceiros ?</p>
<p>Visão deturpada da realidade ? Alarmismo inconsciente ? Visão exagerada de um futuro que obviamente não será tão ruim assim ? Sinto dizer, mas isso já ocorre hoje em dia.</p>
<p>Bem-vindo ao presente.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Lg0m4jI2AcfKSNvqPkm3Mkcc-Og/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Lg0m4jI2AcfKSNvqPkm3Mkcc-Og/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Lg0m4jI2AcfKSNvqPkm3Mkcc-Og/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Lg0m4jI2AcfKSNvqPkm3Mkcc-Og/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/andrelop/~4/4vXrztBql9A" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Levando sua informação com você, para onde você for</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 21:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrelop</dc:creator>
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		<description><![CDATA[﻿﻿Se eu ainda não disse, que seja agora dito :  sou viciado em informação. Assino inúmeros feeds RSS e leio por completo a grande maioria deles.
Já tentei de diversas formas levar a informação comigo para todos os lugares, mas sempre falhei miseravelmente em todas as minhas tentativas, por diversos motivos distintos.



Ultimamente, tenho me divertido bastante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>﻿﻿Se eu ainda não disse, que seja agora dito :  sou viciado em informação. Assino inúmeros feeds RSS e leio por completo a grande maioria deles.</p>
<p>Já tentei de diversas formas levar a informação comigo para todos os lugares, mas sempre falhei miseravelmente em todas as minhas tentativas, por diversos motivos distintos.</p>
<div id="_mcePaste">
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_186" class="wp-caption alignleft" style="width: 298px"><a href="http://www.andrelop.org/blog/wp-content/uploads/2010/01/pearl.jpg"><img class="size-full wp-image-186  " title="O brinquedinho" src="http://www.andrelop.org/blog/wp-content/uploads/2010/01/pearl.jpg" alt="O brinquedinho" width="288" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">O brinquedinho</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Ultimamente, tenho me divertido bastante com meu novo brinquedo/presente. O pequenino netbook me permite armazenar uma quantidade copiosa de informações e levá-las comigo para onde quer que eu queira.</p>
<p>Já havia tentado armazenar as informações que queria ter sempre comigo no smartphone, mas sempre tive como empecilho o fato do smartphone não ser na verdade um computador real.</p>
<p>Ele quebra um galho, mas não tem tudo o que um computador real pode oferecer e tentar utilizá-lo como se o mesmo realmente fosse um computador real sempre acabou me trazendo dores de cabeça.</p>
<p>Existe também o problema da limitação de espaço e capacidade. Um smartphone, por mais poderoso que seja, não é um computador real e, por isso, é limitado em vários pontos.</p>
<p>Um dos pontos principais é a capacidade de armazenamento. Isso seria solucionável com o abuso da nuvem para armazenar seus dados e tê-los disponíveis com você onde você estivesse. Infelizmente, isso é lindo na teoria, mas na prática ainda não é toda essa maravilha que pregam.</p>
<p>Existe a questão dos planos de dados terem um custo proibitivo para a grande maioria das pessoas (eu incluso) e o problema de ambas velocidade de acesso e cobertura serem bastante diferentes do que as operadoras querem nos fazer acreditar.</p>
<p>Eu tinha uma esperança com o Kindle. O que mais me chamava a atenção no Kindle era a conexão 3G gratuita. Ou seja, você compra o gadget, pode carregar seus livros por aí, ter acesso a Amazon para comprar os livros que quiser, acesso a jornais online (somente aqueles que tiverem uma parceria com a Amazon, provavelmente), ler em uma tela que não fica devendo quase nada a experiência de leitura de um livro convencional e uma conexão constante a Internet.</p>
<p>Seria uma maravilha se não fosse pelo fato de que, ao menos na versão internacional do Kindle, aquela que oficiamente lhe possibilitará utilizar a conexão 3G gratuita em território nacional, você não poderá utilizar o gadget para navegar livremente na Internet.</p>
<p>Segundo a Amazon, a conexão é para acesso exclusivo a loja online da Amazon (para comprar livros e baixá-los para o Kindle) e provavelmente ao conteúdo de parceiros de conteúdo online, como um jornal online, por exemplo.</p>
<p>De lambuja, a única coisa a qual lhe permitem acesso na versão internacional, ao menos para os usuários brasileiros, é a Wikipedia. Não que eu não acredite que seja louvável dar acesso gratuito a Wikipedia (conexão gratuita, não somente o acesso a informação lá contida), mas acredito que o gadget seria quase perfeito se ao menos acesso ao Google Reader fosse permitido.</p>
<p>Imagine poder ler seus feeds RSS atualizados enquanto você está sentado no trem, naquelas viagens tediosas, maçantes e infindáveis as quais somos obrigados a nos sujeitar para a locomoção diária casa -&gt; trabalho, trabalho -&gt; casa. Seria ótimo.</p>
<p>Enquanto isso não é possível, eu tinha a idéia de utilizar a funcionalidade de leitura offline do Google Reader, implementada com base no Google Gears, para poder armazenar uma cópia do conteúdo dos feeds RSS que assino para leitura offline.</p>
<p>Quando ganhei o netbook, utilizei a instalação Windows XP que veio com o mesmo (com licença, tudo oficialmente legal) para testar todos os componentes de hardware e somente depois acabar com o Windows e instalar Linux.</p>
<p>Uma das coisas com as quais fiquei feliz, na época, foi o fato de conseguir ter o Google Reader funcionando com o Google Gears na versão do Google Chrome, meu navegador preferido, para Windows XP.</p>
<p>Fiquei bastante contente e comecei a imaginar que tinha resolvido o meu problema de conseguir levar comigo minhas informações para onde eu as quisesse disponíveis. Obviamente, não era em tempo real, mas já quebrava um galho.</p>
<p>Qual não foi minha decepção ao descobrir que a leitura offline do Google Reader, com base no Google Gears, não funciona na versão do Google Chrome para Linux. O Google Gears, na verdade, não é instalável no Google Chrome para Linux.</p>
<p>E como dizem por aí que o Google estaria abandonando o Google Gears para implementar a mesma funcionalidade em HTML5, até que isso seja feito, infelizmente, provavelmente não teremos leitura offline para o Google Reader funcionando no Google Chrome para Linux.</p>
<p>Porém, somente hoje, acabei tropeçando sem querer na informação de que o Liferea, um leitor de feeds offline que usei muito no passado, possui suporte a sincronização com o Google Reader.</p>
<p>Fiquei muito contente com isso. Instalei o Liferea novamente rapidamente, consegui apontar para o Google Reader como fonte de feeds (somente fornecendo as credenciais de minha conta Google) e em poucos minutos estava com ele sincronizado com o Google Reader.</p>
<p>O interessante é que a sincronização e de mão dupla, ou seja, o que você lê offline é marcado como lido na versão online e vice-versa. No Liferea, você ainda pode marcar posts como &#8220;starred&#8221;, da mesma forma que o faz na interface Web do Google Reader.</p>
<p>Adicionalmente, no Liferea, você ainda tem a funcionalidade &#8220;broadcast-friends&#8221;, a qual lhe permite visualizar os posts compartilhados por seus contatos Google que compartilham seus feeds no Google Reader.</p>
<p>Obviamente, o suporte ao Google Reader no Liferea não possui todas as funcionalidades que a interface Web do Google Reader possui, mas possui todas as principais funcionalidades e  a funcionalidade mais útil está lá : sincronizar suas leituras de e para o Google Reader.</p>
<p>Agora, com o netbook, posso ter comigo minhas informações da forma como as quero, em qualquer lugar, e ter certeza que não estaria lendo informações duplicadas por estar lendo as mesmas uma vez em uma versão offline e outra em uma versão online do Google Reader.</p>
<p>Isso tudo acontece sem a necessidade de acesso a Internet durante minha movimentação diária e sincronizo as informações de e para o Google Reader quando chego em algum local onde conexão a Internet esteja disponível. Bastante cômodo.</p>
<p>Obviamente, uma solução final perfeita para a leitura offline (ou para a leitura online através de um gadget que esteja sempre conectado e que seja financeiramente viável) ainda não existe.</p>
<p>Essa é a forma que eu passarei a adotar para lidar com minhas leituras e acredito que a mesma seja um bom meio termo entre facilidade, comodidade e bom tratamento ao meu pobre e coitado bolso.</p>
<p>Agora, o que falta somente é realmente poder sacar o netbook da bolsa, abrí-lo e utilizá-lo dentro de um trem (não um metrô) metropolitano em São Paulo e não temer por perder sua vida sendo assaltado.</p>
<p>Nessas horas, sinto inveja do pessoal da Europa, os quais, segundo fiquei sabendo, fazem isso rotineiramente. Por lá, aparentemente, utilizar notebooks/netbooks dentro de trens é tão comum quanto é usar o celular em trens de São Paulo.</p>
<p>E você? Como você lida com sua leitura diária e como consegue se manter atualizado? Você consegue utilizar suas horas perdidas dentro do transporte público para colocar sua leitura em dia? De que forma? Qual a sua solução?</p>
</div>

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