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	<title>Blog de Alexandre Montagna</title>
	
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>Plaft, plaft!</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 00:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Certa vez, uma moça interessada em praticar conosco veio vestida de tal forma que parecia uma veterana da Guerra dos Farrapos, viu o pessoal bem-vestido que estava praticando dentro da escola e decidiu dar meia-volta: - &#8220;Ah não, eu não quero isso. Eu queria fazer a minha &#8216;ióga&#8217; (sic) bem à vontade e vir de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2241" title="guerra-dos-farrapos-yoga-ioga" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2013/03/guerra-dos-farrapos-yoga-ioga.jpg" alt="" width="180" height="270" />Certa vez, uma moça interessada em praticar conosco veio vestida de tal forma que parecia uma veterana da Guerra dos Farrapos, viu o pessoal bem-vestido que estava praticando dentro da escola e decidiu dar meia-volta:</p>
<p>- &#8220;Ah não, eu não quero isso. Eu queria fazer a minha &#8216;ióga&#8217; (sic) bem à vontade e vir de qualquer jeito, não quero ter que me vestir &#8216;assim&#8217; (sic)&#8221;.</p>
<p>O &#8220;assim&#8221; que os alunos trajavam era indumentária normal, bonita, de qualquer pessoa que se preze, tanto para realizar nossas práticas quanto para confraternizar no pós-aula. E então ela saiu pela tangente, com suas pantufas que faziam plaft-plaft no chão.</p>
<p>Ô, estigma de filosofia hiponga!</p>
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		<title>Não me apresente como Instrutor de Yôga</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2012 18:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não me apresente como Instrutor de Yôga &#160; &#8220;A harmonia do mundo depende da retificação dos nomes.&#8221; (Confúcio) Saiba informar que trabalho com o Método DeRose, que vai muito além das técnicas. &#8220;Yôga&#8221; é uma palavra-mágica. É mágica porque, quando você fala, sai uma bobagem qualquer da cartola da pessoa. Coisas muito piores do que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Não me apresente como Instrutor de Yôga</h1>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">&#8220;<em>A harmonia do mundo depende da retificação dos nomes</em>.&#8221; (Confúcio)</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2225" title="problema-palavra-yoga-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2012/12/problema-palavra-yoga-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="333" height="333" />Saiba informar que trabalho com o Método DeRose, que vai muito além das técnicas.</p>
<p>&#8220;Yôga&#8221; é uma palavra-mágica. É mágica porque, quando você fala, sai uma bobagem qualquer da cartola da pessoa. Coisas muito piores do que um coelho.</p>
<p>Por favor, não utilize a palavra-mágica. Isto dificultará a comunicação.</p>
<p>Quando apresentei a Sarita para um senhor muito gentil, ato contínuo, ele pergunta se este é o nome verdadeiro dela. Nome verdadeiro? É óbvio que é o nome verdadeiro! Não somos alternativos espiritualistas que largam o nome de cartório para adotar um místico pseudônimo. Da próxima vez direi &#8220;Sim, ela é Sarita e agora sou o Jujubánanda!&#8221;&#8230;</p>
<p>Tudo isso só aconteceu porque alguém já havia mencionado a palavra-mágica para o desinformado senhor.</p>
<p>É claro que, dentro de toda a cultura preconizada, nós também ensinamos esta filosofia. Só que o Método DeRose é muito mais amplo! Por exemplo: nós também temos um livro para educação de cães e não somos pet shop. Também temos livros sobre alimentação e não somos escola de gastronomia.</p>
<p>Promovemos a evolução dos alunos em diversas áreas, e é uma tristeza quando ignoram tudo isto e me apresentam como profissional da palavra-mágica. Quando me apresentam assim, num piscar de olhos uma profusão de balelas surgem na cabeça da pessoa que está me conhecendo, ela pensa em coisas que não faço e supõe coisas que não existem.</p>
<p>Quando me apresentam da forma errada, imediatamente eu deixo de ser um profissional de uma filosofia edificante, uma cultura enriquecedora para a qualidade de vida e alta performance do indivíduo, e passo a ser visto como um diletante que ensina ginástica exótica. Isso quando a coisa não piora e me chamam de zen (isto já virou ofensa).</p>
<p>Por favor, tenha a gentileza de me apresentar a um amigo, parente ou colega de trabalho com a informação REAL sobre o que eu faço. Método DeRose. Sou instrutor do Método DeRose. Na linguagem coloquial, obviamente, também posso ser referenciado como professor.</p>
<p>Para saber mais sobre o Método, acesse <a title="Entrevista com DeRose" href="http://www.vimeo.com/11532716" target="_blank">www.vimeo.com/11532716</a>, vídeo no qual o próprio DeRose concede entrevista sobre o sistema que ensinamos.</p>
<p>No Rio Grande do Sul, se você mora em Porto Alegre ou Pelotas, ligue já e agente uma aula na escola do Método DeRose mais próxima de você.</p>
<p>Pode me agradecer depois por e-mail, telefone ou aqui no blog.</p>
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		<title>O Presidente é importante, mas nem tanto.</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2012 13:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente de uma nação pode interferir em várias decisões, mas não é a figura essencial da mudança. Nem ele, nem seu partido. Dentro do Capitalismo, o poder de decisão está com quem tem poder sobre o capital. Por isso, megacorporações podem ter mais poder do que muitas nações. O poder é do capital e, portanto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2203" title="fistofpowerleft" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2012/09/fistofpowerleft.gif" alt="" width="486" height="408" /></p>
<p>O presidente de uma nação pode interferir em várias decisões, mas não é a figura essencial da mudança. Nem ele, nem seu partido.</p>
<p>Dentro do Capitalismo, o poder de decisão está com quem tem poder sobre o capital. Por isso, megacorporações podem ter mais poder do que muitas nações.</p>
<p>O poder é do capital e, portanto, pode ser de cada um de nós. Não adianta mudar o presidente ou o prefeito. Se você quiser progresso, torne-se um capitalista justo e perfeito.</p>
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		<title>Sobre um sistema econômico justo</title>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 02:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma história sobre o defeito de um sistema econômico Um professor de economia nunca havia reprovado um só aluno antes, mas tinha, certa vez, reprovado uma classe inteira. Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e ‘justo’. O professor então disse: “Ok, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Uma história sobre o defeito de um sistema econômico</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2169" title="socialismo-comunismo-capitalismo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/socialismo-comunismo-capitalismo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="150" height="134" />Um professor de economia nunca havia reprovado um só aluno antes, mas tinha, certa vez, reprovado uma classe inteira. Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e ‘justo’.</p>
<p>O professor então disse: “<em>Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.</em>”</p>
<p>Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas’. Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que provavelmente ninguém receberia um “A”…</p>
<p>Depois que a média das primeiras provas foi tirada, todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.</p>
<p>Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi “D”.</p>
<p>Ninguém gostou.</p>
<p>Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”.</p>
<p>As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala.</p>
<p>Portanto, todos os alunos repetiram o ano… para sua total surpresa.</p>
<p>O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.</p>
<p>Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.</p>
<p>“<em>Quando a recompensa é grande”, </em>ele disse,<em> “o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável.</em>”</p>
<p>“<em>É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.</em>”</p>
<p>“<em>Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.</em></p>
<p><em>É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.</em>”</p>
<p>Adrian Rogers, 1931</p>
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		<title>Coca-cola Zero Problemas</title>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 21:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gosto muito de Coca-cola Zero. Diante de alguns boatos que falavam mal deste refrigerante, resolvi pesquisar e achei um texto interessante no site do Uol. Não acredito cegamente em textos só porque estão em portais, então eu deixo uma margem de ceticismo sempre, como vacina contra a manipulação. De qualquer forma, é válido ler e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><img class="alignleft size-full wp-image-2161" title="coke-coca-cola-zero-cancer-cancerigena-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/coke-coca-cola-zero-cancer-cancerigena-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="160" height="168" /></p>
<p>Gosto muito de Coca-cola Zero. Diante de alguns boatos que falavam mal deste refrigerante, resolvi pesquisar e achei um texto interessante no site do Uol. Não acredito cegamente em textos só porque estão em portais, então eu deixo uma margem de ceticismo sempre, como vacina contra a manipulação. De qualquer forma, é válido ler e seguir pesquisando até chegar a uma conclusão mais próxima da verdade:</p>
<p>&#8220;Se existe uma resposta simples para a questão, ela pode ser resumida da seguinte forma: não existe estudo que comprove a relação entre refrigerantes light, diet ou zero e a incidência de câncer em humanos. O que não significa que a bebida possa ser consumida como água.</p>
<p>O grande “vilão” associado à Coca Zero é o ciclamato de sódio, adoçante que foi proibido pelo FDA (Food and Drug Administration, órgão regulador de alimentos e remédios nos EUA), mas é aprovado no Brasil e em vários outros países. Mais de 50, segundo a Coca-Cola, que dispõe em seu site uma área só para esclarecer “boatos e mitos” sobre seus produtos ( veja em http://www.cocacolabrasil.com.br/boatos_mitos.asp?inicio=1).</p>
<p>A Coca Zero vendida nos EUA (sim, ela não foi banida por lá) possui outros tipos de adoçantes em sua fórmula (como é possível consultar, em inglês, no endereço http://www.virtualvender.coca-cola.com/ft/index.jsp).</p>
<p>No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já recebeu tantos questionamentos que também decidiu divulgar, em 2009, um informe técnico (http://www.anvisa.gov.br/alimentos/informes/40_020609.htm) sobre o assunto. O texto explica como e quando começou toda a polêmica: em meados de 1970, quando um estudo demonstrou que a ingestão crônica de ciclamato aumentava a incidência de tumores de bexiga em ratos, levando o FDA a proibir a substância.</p>
<p>Outras pesquisas não comprovaram o risco, mas os EUA até hoje mantêm a proibição (para os críticos, isso é reflexo do “lobby do aspartame”). Uma pesquisa feita pelo Instituto Nacional de Câncer dos EUA, por exemplo, avaliou por 17 anos a ingestão por macacos de quantidades diárias (cinco vezes por semana) de ciclamato equivalentes às de 30 latas de refrigerante dietético. Nenhum dos animais contraiu câncer de bexiga, esclarece a Anvisa.&#8221;</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2012/01/28/coca-zero-da-cancer-veja-o-que-dizem-especialistas-sobre-o-mito-propagado-na-internet.jhtm">http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2012/01/28/coca-zero-da-cancer-veja-o-que-dizem-especialistas-sobre-o-mito-propagado-na-internet.jhtm</a></p>
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		<title>Cada um tem sua trajetória própria</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 13:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ode à compreensão Escolhas são baseadas em receios, desejos e ponderações. Há a escolha de vir, há a escolha de ir. Há quem escolha ficar. As escolhas das pessoas podem não nos agradar. Podem sequer ser as melhores escolhas para elas mesmas. Mas são delas as escolhas. Respeitemos. Artigos possivelmente relacionados:Jogue o seu jogoVamos para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ode à compreensão</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2174" title="trajetoria-escolhas-karma-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/trajetoria-escolhas-karma-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="186" height="125" />Escolhas são baseadas em receios, desejos e ponderações.<br />
Há a escolha de vir, há a escolha de ir.<br />
Há quem escolha ficar.<br />
As escolhas das pessoas podem não nos agradar.<br />
Podem sequer ser as melhores escolhas para elas mesmas.<br />
Mas são delas as escolhas. Respeitemos.</p>
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		<title>Escravidão mental</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 13:08:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lembre-se do primeiro axioma do Método DeRose: &#8220;não acredite!&#8221;. É bastante sério o ato de estar preso a um paradigma e conceber toda uma visão de mundo dentro de premissas ilusórias. Estas concepções acabam tornando-se engessadas e são difíceis de ser transformadas ou aprimoradas em nossa mente. Em A Origem, DiCaprio ilustra isto ao dizer que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Lembre-se do primeiro axioma do Método DeRose: &#8220;não acredite!&#8221;.</em></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2056" title="inception-a-origem-escravidao-intelectual-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/12/inception-a-origem-escravidao-intelectual-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="159" height="168" />É bastante sério o ato de estar preso a um paradigma e conceber toda uma visão de mundo dentro de premissas ilusórias. Estas concepções acabam tornando-se engessadas e são difíceis de ser transformadas ou aprimoradas em nossa mente.</p>
<p>Em <em>A Origem</em>, DiCaprio ilustra isto ao dizer que uma ideia é o mais resiliente parasita. Não um vírus, uma bactéria ou verme intestinal: uma ideia. Uma vez alojada na mente, é quase impossível erradicar uma ideia. Uma vez completamente formada e entendida, ela gruda em algum lugar no cérebro. E é altamente contagiosa.</p>
<p>As idéias falsas são facilmente permitidas pelo indivíduo quando elas suprem carências emocionais. Depois, para esta pessoa, será desconfortável aprovar uma ideia verdadeira que refute uma confortável ideia falsa já aceita.</p>
<p>Quando em debate, uma ideia falsa sempre perderá para uma ideia verdadeira. No entanto, é possível vencer uma ideia verdadeira sem ter razão: basta realizar um contorno intelectual, dançando com a dialética e escapando das associações corretas, fazendo o interlocutor aceitar que 2 mais 2 é igual a 5. Esta é a tática que muitos líderes espirituais utilizam. E tem dado certo.</p>
<p>Para não se tornar escravo de um paradigma, você deve viver em constante meditação.</p>
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		<title>Formas de Tratamento: como se dirigir ao destinatário</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 18:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Formas de Tratamento: como se dirigir ao destinatário Como se dirigir a autoridades públicas e a membros do clero? As convenções associadas à redação de cartas vão desde o uso da palavra Senhor, ao se endereçar um envelope a uma pessoa do sexo masculino, até o uso de formas de tratamento mais complexas, usadas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><img class="alignleft size-full wp-image-2151" title="gentleman-softly-falling-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/gentleman-softly-falling-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="150" height="180" />Formas de Tratamento: como se dirigir ao destinatário</h2>
<p><em>Como se dirigir a autoridades públicas e a membros do clero? As convenções associadas à redação de cartas vão desde o uso da palavra Senhor, ao se endereçar um envelope a uma pessoa do sexo masculino, até o uso de formas de tratamento mais complexas, usadas para se dirigir a pessoas de posição.</em></p>
<p><em>Aqui seguem algumas formas de tratamento:</em></p>
<p><strong>I. Presidente:</strong><em><br />
</em><strong>A carta começa com:</strong> <em>Excelentíssimo Senhor Presidente da República<br />
</em><strong>No corpo do texto:</strong> <em>Vossa Excelência</em><em><br />
</em><strong>Endereçado em envelope como:</strong><em>Digníssimo Presidente da República Federativa do Brasil ou Ao Excelentíssimo Presidente da República.</em></p>
<p><strong>II. Presidente da CNBB:<br />
A carta começa com:</strong><em> Vossa Excelência Reverendíssima<br />
</em><strong>No corpo do texto:</strong><em> Excelentíssimo Senhor<br />
</em><strong>No envelope:</strong><em> A Sua Excelência Reverendíssima Dom Fulano de Tal.</em></p>
<p><strong>III. Papa:<br />
</strong><strong>A carta começa com:</strong><em> Vossa Santidade<br />
</em><strong>No corpo do texto:</strong><em> Santíssimo Padre<br />
</em><strong>No envelope:</strong><em> A Sua Santidade o Papa.</em></p>
<p><strong>IV. Ministro do Estado</strong><br />
<strong>A carta começa com:</strong><em> Vossa Excelência<br />
</em><strong>No corpo do texto:</strong><em> Excelentíssimo Senhor<br />
</em><strong>No envelope:</strong><em> A Sua Excelência o Senhor Digníssimo Ministro Fulano de Tal</em></p>
<p><strong>V. Membros do Congresso Nacional</strong><br />
<strong>A carta começa com:</strong><em> Vossa Excelência<br />
</em><strong>No corpo do texto:</strong><em> Excelentíssimo Senhor<br />
</em><strong>No envelope:</strong><em> A Sua Excelência o Senhor Deputado Fulano de Tal </em>ou<em> DD. Membro da Câmara Fulano de Tal.</em></p>
<p><strong>VI. Governadores e Prefeitos</strong><br />
<strong>A carta começa com:</strong><em> Vossa Excelência<br />
</em><strong>No corpo do texto:</strong><em> Excelentíssimo Senhor Governador/Prefeito<br />
</em><strong>No envelope:</strong><em> Ao Excelentíssimo Senhor Fulano de Tal ou DD. Governador Fulano de Tal</em></p>
<p><strong>VII. Reitor e Vice-Reitor de Universidade</strong><br />
<strong>A carta começa com:</strong><em> Vossa Magnificência ou Vossa Excelência<br />
</em><strong>No corpo do texto:</strong><em> Magnífico Reitor </em>ou <em>Excelentíssimo Senhor Reitor<br />
</em><strong>No envelope:</strong><em> A Sua Magnificência o Senhor Fulano de Tal ou Digníssimo Reitor Fulano de Tal.</em></p>
<p><strong>VIII. Desembargadores municipais e delegados de polícia</strong><br />
<strong>A carta começa com:</strong><em> Vossa Senhoria<br />
</em><strong>No corpo do texto:</strong><em> Ilustríssimo Senhor </em>ou <em>Prezado Senhor<br />
</em><strong>No envelope:</strong><em> Ao Senhor Fulano de Tal </em>ou <em>A Sua Senhoria o Senhor Fulano de Tal</em></p>
<p><strong>Escrevendo para Organizações</strong></p>
<p>Se você estiver escrevendo para uma organização ou instituição, tente primeiro descobrir por telefone o nome da pessoa que deverá receber sua carta, além da maneira pela qual ela prefere ser tratada.</p>
<p>Se você não tiver tempo ou oportunidade para descobrir esse tipo de informação, procure não se dirigir à organização genericamente. Em geral, há um funcionário especializado, a que você pode se dirigir. Segue-se uma lista de organizações e instituições, com o título da pessoa a quem você deve dirigir-se.</p>
<p><strong>Associação: </strong><em>Presidente<br />
</em><strong>Autoridade Policial: </strong><em>Chefe de Polícia<br />
</em><strong>Banco: </strong><em>Gerente<br />
</em><strong>Câmara do Comércio: </strong><em>Presidente/<wbr>Secretário<br />
</wbr></em><strong>Cartório: </strong><em>Tabelião<br />
</em><strong>Cartório de Registro: </strong><em>Escrivão<br />
</em><strong>Clube: </strong><em>Presidente/Secretário<br />
</em><strong>Colégio: </strong><em>Diretor/Professor/<wbr>Supervisor<br />
</wbr></em><strong>Comissão: </strong><em>Membro da Comissão/Secretário<br />
</em><strong>Comitê:</strong><em> Presidente<br />
</em><strong>Companhia/Sociedade Anônima: </strong><em>Presidente<br />
</em><strong>Confederação: </strong><em>Presidente<br />
</em><strong>Conselho: </strong><em>Secretário-Geral<br />
</em><strong>Conselhos ou Juntas: </strong><em>Secretário<br />
</em><strong>Construtora: </strong><em>Gerente/<wbr>Administrador<br />
</wbr></em><strong>Corte: </strong><em>Juiz<br />
</em><strong>Distrito Policial: </strong><em>Superintendente<br />
</em><strong>Fundação: </strong><em>Presidente/Diretor<br />
</em><strong>Instituto/Instituição: </strong><em>Diretor<br />
</em><strong>Ministério: </strong><em>Ministro<br />
</em><strong>Museu/Galeria: </strong><em>Diretor<br />
</em><strong>Organização: </strong><em>Diretor<br />
</em><strong>Repartição Pública: </strong><em>Chefe<br />
</em><strong>Sindicato: </strong><em>Presidente/<wbr>Secretário<br />
</wbr></em><strong>Sociedade: </strong><em>Secretário/<wbr>Administrador<br />
</wbr></em><strong>Tribunal: </strong><em>Secretário/Escrivão<br />
</em><strong>Unidade das Forças Armadas: </strong><em>Oficial Encarregado<br />
</em><strong>Zona Eleitoral: </strong><em>Funcionário de Registro</em></p>
<p>A forma habitual de se iniciar uma carta para uma organização é utilizando-se as expressões<em>Prezado Senhor</em> ou <em>Prezada Senhora</em>. Estas cartas geralmente devem terminar com a expressão <em>Atenciosamente.</em> Se você souber o nome da pessoa a quem deve dirigir-se, use então <em>Prezado Sr.</em> <em>Fulano de Tal </em>e termine com <em>Cordialmente. </em>Se a pessoa for uma mulher, e você não tiver certeza de seu estado civil (Senhora ou Senhorita) ou de seu <em>status</em>profissional (Dra.), escreva seu nome completo no envelope e na parte superior da folha (junto com seu endereço), e simplesmente comece a carta com <em>Prezada Senhora.</em></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.algosobre.com.br/cartas/formas-de-tratamento-como-se-dirigir-ao-destinatario.html">http://www.algosobre.com.br/cartas/formas-de-tratamento-como-se-dirigir-ao-destinatario.html</a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Complemento: forma de tratamento para os membros de famílias reais</strong><br />
Conforme sugerido em <a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/que-tratamento-utilizar-com-uma-autoridade/">metododerose.org/blogdoderose/profissao/que-tratamento-utilizar-com-uma-autoridade/</a></p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-2166" title="sua-alteza-imperial-e-real-o-principe-dom-bertrand-de-orleans-e-braganca" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2012/05/sua-alteza-imperial-e-real-o-principe-dom-bertrand-de-orleans-e-braganca.jpg" alt="" width="150" height="166" />Imperador/Imperatriz</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Majestade Imperial.<br />
<strong>Rei/Rainha</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Majestade.<br />
<strong>Grão-Príncipe/Grã-Princesa</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Alteza Real.<br />
<strong>Príncipe Imperial/Princesa Imperial</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Alteza Imperial e Real.<br />
<strong>Príncipe Real/Princesa Real</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Alteza Real.<br />
<strong>Príncipe/Princesa</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Alteza Real, quando Príncipe Monarca utiliza-se Sua/Vossa Alteza Sereníssima.<br />
<strong>Infante/Infante</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Alteza Real.<br />
<strong>Delfim</strong> &#8211; tratamento Sua/Vossa Alteza Real.<br />
<strong>Arquiduque/Arquiduquesa</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Alteza Imperial.<br />
<strong>Grão-Duque/Grã-Duquesa</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Alteza Real, quando Grão-Duque Monarca utiliza-se o tratamento de Sua/Vossa Alteza Sereníssima.<br />
<strong>Duque/Duquesa</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Alteza, se membro da família real; se não utiliza-se o tratamento de Sua/Vossa Excelência/Graça.<br />
<strong>Marquês/Marquesa</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Graça/Excelência.<br />
<strong>Conde/Condessa</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Graça/Excelência.<br />
<strong>Conde-Barão</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Graça/Senhoria.<br />
<strong>Visconde/Viscondessa</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Graça, na Espanha Sua/Vossa Excelência.<br />
<strong>Barão/Baronesa</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Graça/Senhoria.<br />
<strong>Baronete/Baronetesa</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Senhoria.<br />
<strong>Comendador/Dama</strong> Comendadora &#8211; tratamento de Sua/Vossa Graça/Senhoria.<br />
<strong>Senhor/Senhora</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Graça/Senhoria.<br />
<strong>Cavaleiro &#8211; Sir)/Dama</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Senhoria.<br />
<strong>Dom/Dona</strong> &#8211; tratamento de Sua/Vossa Senhoria.</p>
<p>Fonte: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%ADtulo_nobili%C3%A1rquico">http://pt.wikipedia.org/wiki/Título_nobiliárquico</a></p>
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		<title>Links para terça-feira (17-4-12)</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 11:51:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cachorro vira-lata: um ser especial, por Alessandro Martins, no Blog da Vivi. Onde está a diferença? Post divertido no Blog do Julio Simões. Vídeo para incentivar o uso do cinto de segurança, visto no Blog do DeRose. Artigos possivelmente relacionados:Quem fofocar para você, fofocará sobre você.Treino da língua portuguesaWilson Simonal e a velha história de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://virginiabarbosa.com/?p=50" target="_blank">Cachorro vira-lata: um ser especial, por Alessandro Martins, no Blog da Vivi</a>.</p>
<p><a href="http://juliosimoes.blog.br/2010/04/13/onde-esta-a-diferenca/" target="_blank">Onde está a diferença? Post divertido no Blog do Julio Simões</a>.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=h-8PBx7isoM" target="_blank">Vídeo para incentivar o uso do cinto de segurança, visto no Blog do DeRose</a>.</p>
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		<title>Mau cheiro cultural no Facebook</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 01:41:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de tantas lutas e resistência, os indígenas tentam integrar-se aos nossos costumes. Os verdadeiros brasileiros, se podemos assim dizer, estão esforçando-se para fazer parte da nova realidade criada pelos invasores europeus. &#8220;Fedorentos&#8221;. É assim que alguém de péssimo linguajar e lamentável nível cultural classifica os indígenas que se apresentaram no programa da Xuxa há poucos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de tantas lutas e resistência, os indígenas tentam integrar-se aos nossos costumes. Os verdadeiros brasileiros, se podemos assim dizer, estão esforçando-se para fazer parte da nova realidade criada pelos invasores europeus.</p>
<p>&#8220;Fedorentos&#8221;. É assim que alguém de péssimo linguajar e lamentável nível cultural classifica os indígenas que se apresentaram no programa da Xuxa há poucos dias. Além de aparentar ser mal-educada, mal-instruída e mal-letrada, esta figura demonstra desconhecer a própria história nacional, pois não trata com respeito estes que aqui habitavam antigamente e <span style="text-decoration: underline;">ainda sofrem</span> com o choque de culturas. O pobres nativos, que habitavam o campo inteiro e que ficaram no escanteio do jogo.</p>
<p>Este post serve para lembrar que devemos tratar os indígenas com respeito e consideração. <a style="text-align: center;" href="http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2012/04/mpf-investiga-postagens-do-facebook-que-chamam-indios-de-fedorentos.html">A matéria do G1 pode ser acessada aqui. A criatura poderá ser processada por falar asneiras na rede.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2135" title="facebook-indios-fedorentos" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2012/04/facebook-indios-fedorentos.jpg" alt="" width="620" height="465" /></p>
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		<title>Hoje é o Dia do Yôga!</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 14:08:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nossa Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Método DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[Sarita Borges]]></category>
		<category><![CDATA[Sary]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado originalmente no Dia do Yôga 2010. E está sendo um dia muito produtivo, tal como a nossa filosofia merece. Esta data, 18 de fevereiro, aniversário do educador DeRose, foi aprovada por lei em treze estados brasileiros como Dia do Yôga. Estou muito feliz pelo meio século de magistério do Método DeRose, pelo fortalecimento mundial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Publicado originalmente no Dia do Yôga 2010.</em></p>
<p>E está sendo um dia muito produtivo, tal como a nossa filosofia merece. Esta data, 18 de fevereiro, aniversário do educador DeRose, foi aprovada por lei em <a title="Estados que homologaram o Dia do Yôga" href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/dia-do-yoga-18-de-fevereiro/">treze estados brasileiros</a> como Dia do Yôga. Estou muito feliz pelo meio século de magistério do Método DeRose, pelo fortalecimento mundial da egrégora que trabalha com esta cultura, por crescer cada vez mais profissional e filosoficamente e por <a href="http://saritaborges.com/blog/arquivo/eu-e-o-metodo-derose/" target="_blank">compartilhar este <em>life style</em> com a Sary</a>, minha amada e linda cara-metade.</p>
<div id="attachment_1353" class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-1353" title="DeRose - 50 anos de ensino." src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/metodo-derose-50-anos-de-ensino-magisterio-yoga-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="DeRose - 50 anos de ensino. Parabéns!!!" width="320" height="252" /><p class="wp-caption-text">DeRose - Mais de 50 anos de ensino. Parabéns!!!</p></div>
<p>Vivam os praticantes e estudiosos do Yôga, <a href="http://yoga-sc.org.br/convocacao.php" target="_blank">sinceros e com a alma pura</a>!!</p>
<p>Viva <a href="http://www.metododerose.org/blog" target="_blank">DeRose</a>!!</p>
<p>Viva <a href="http://www.yogachapeco.com" target="_blank">Yôga</a>!!</p>
<div id="attachment_2130" class="wp-caption aligncenter" style="width: 526px"><img class="size-full wp-image-2130" title="dia-do-yoga-fevereiro-mestre-derose-sao-paulo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2012/02/dia-do-yoga-fevereiro-mestre-derose-sao-paulo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="516" height="739" /><p class="wp-caption-text">Homologação no Estado de São Paulo</p></div>
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		<title>Veja como a televisão pode mostrar filmagens manipuladoras (Shining / “O Iluminado”)</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 05:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sámkhya: o Saber]]></category>
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		<category><![CDATA[lucidez]]></category>
		<category><![CDATA[manipulação]]></category>
		<category><![CDATA[não acredite]]></category>
		<category><![CDATA[O Iluminado]]></category>
		<category><![CDATA[percepção]]></category>
		<category><![CDATA[realidade]]></category>
		<category><![CDATA[Shining]]></category>

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		<description><![CDATA[Seja no noticiário ou nas gravações de um reality show, a televisão edita as cenas de acordo com as conveniências dos mandantes. http://www.youtube.com/watch?v=sfout_rgPSA Artigos possivelmente relacionados:Em quantas mentiras o povo acreditará no futuro?O teatro da gripeAinda sobre a gripe suína&#8230;Você é responsável pelo que os outros entendem de vocêDoação e adoção: Steve Jobs é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seja no noticiário ou nas gravações de um <em>reality show</em>, a televisão edita as cenas de acordo com as conveniências dos mandantes.</p>
<div style="text-align: center; margin: 10px; border: 10px solid #ccc">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=sfout_rgPSA">http://www.youtube.com/watch?v=sfout_rgPSA</a></p>
</div>
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		<title>Clássico documentário “Ilha das Flores”, de Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 20:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura & Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Casa de Cinema de Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha das flores]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Furtado]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[sistema]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Você deve assistir a este ótimo documentário escrito e dirigido pelo cineasta Jorge Furtado em 1989, com produção da Casa de Cinema de Porto Alegre. http://www.youtube.com/watch?v=Hh6ra-18mY8 Confira os créditos, elenco etc: casacinepoa.com.br/os-filmes/créditos/ilha-das-flores. Artigos possivelmente relacionados:Nem Dilma, nem Serra: eu e tu!O Presidente é importante, mas nem tanto.Sobre um sistema econômico justoO mundo que preconizamosPlaft, plaft!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você deve<strong> </strong>assistir a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_das_Flores_(curta)" target="_blank">este ótimo documentário</a> escrito e dirigido pelo cineasta Jorge Furtado em 1989, com produção da Casa de Cinema de Porto Alegre.</p>
<div style="text-align: center; margin: 10px; border: 10px solid #ccc">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Hh6ra-18mY8">http://www.youtube.com/watch?v=Hh6ra-18mY8</a></p>
</div>
<p>Confira os créditos, elenco etc: <a href="http://www.casacinepoa.com.br/os-filmes/produ%C3%A7%C3%A3o/curtas/ilha-das-flores" target="_blank">casacinepoa.com.br/os-filmes/créditos/ilha-das-flores</a>.</p>
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		<item>
		<title>Deus, o Universo e tudo mais</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/alexandremontagna/~3/diIvl3m8yIY/</link>
		<comments>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/deus-o-universo-e-tudo-mais/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 11:08:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sámkhya: o Saber]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur C. Clarke]]></category>
		<category><![CDATA[Carl Sagan]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[God]]></category>
		<category><![CDATA[saber]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Hawking]]></category>
		<category><![CDATA[the Universe and Everything Else]]></category>
		<category><![CDATA[Universo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Em Deus, o Universo e tudo mais, professor Stephen Hawking, doutor Carl Sagan e novelista Arthur C. Clarke discutem sobre a origem e o fim do universo assim como a natureza de Deus, a essência da ciência, e os mecanismos da criatividade.&#8221; Parte 1 [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Ut0Q4SwCetE[/youtube] http://www.youtube.com/watch?v=Ut0Q4SwCetE Parte 2 http://www.youtube.com/watch?v=zUN4djWJzoM Parte 3 http://www.youtube.com/watch?v=1or5MgVys8E Parte 4 http://www.youtube.com/watch?v=kcRyeOQYlMU [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Em <em>Deus, o Universo e tudo mais</em>, professor Stephen Hawking, doutor Carl Sagan e novelista Arthur C. Clarke discutem sobre a origem e o fim do universo assim como a natureza de Deus, a essência da ciência, e os mecanismos da criatividade.&#8221;</p>
<div style="text-align: center;">Parte 1</div>
<div style="text-align: center;">[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Ut0Q4SwCetE[/youtube]<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ut0Q4SwCetE" target="_blank"> http://www.youtube.com/watch?v=Ut0Q4SwCetE</a></div>
<div style="text-align: center;">
<p>Parte 2<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="data" value="http://www.youtube.com/v/zUN4djWJzoM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;hd=1&amp;border=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zUN4djWJzoM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;hd=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/zUN4djWJzoM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;hd=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" data="http://www.youtube.com/v/zUN4djWJzoM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;hd=1&amp;border=1"></embed></object><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=zUN4djWJzoM" target="_blank"> http://www.youtube.com/watch?v=zUN4djWJzoM</a></p>
<p>Parte 3<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="data" value="http://www.youtube.com/v/1or5MgVys8E&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;hd=1&amp;border=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/1or5MgVys8E&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;hd=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/1or5MgVys8E&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;hd=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" data="http://www.youtube.com/v/1or5MgVys8E&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;hd=1&amp;border=1"></embed></object><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=1or5MgVys8E" target="_blank"> http://www.youtube.com/watch?v=1or5MgVys8E</a></p>
<p>Parte 4<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="data" value="http://www.youtube.com/v/kcRyeOQYlMU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;hd=1&amp;border=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/kcRyeOQYlMU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;hd=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/kcRyeOQYlMU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;hd=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" data="http://www.youtube.com/v/kcRyeOQYlMU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;hd=1&amp;border=1"></embed></object><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=kcRyeOQYlMU" target="_blank"> http://www.youtube.com/watch?v=kcRyeOQYlMU</a></p>
<p>Parte 5<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="data" value="http://www.youtube.com/v/4oQqP9T27Us&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;hd=1&amp;border=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/4oQqP9T27Us&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;hd=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/4oQqP9T27Us&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;hd=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" data="http://www.youtube.com/v/4oQqP9T27Us&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;hd=1&amp;border=1"></embed></object><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=4oQqP9T27Us" target="_blank"> http://www.youtube.com/watch?v=4oQqP9T27Us</a></p>
<p>Parte 6<br />
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		<title>O mundo que preconizamos</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 16:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura & Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Saiu no Blog do DeRose o seguinte vídeo, indicado por Pablo: httpv://www.youtube.com/watch?v=hYR11V-qcHQ Este vídeo ilustra muito bem o mundo que preconizamos. O nosso Método de mudar o mundo segue conceitos muito belos, como estes que você encontra abaixo: &#8220;Manual de Civilidade&#8221; MetodoDeRose.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/manual-de-civilidade/ Civilidade, o que é isso? O que vem a ser “civilidade”? O Dicionário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu no Blog do DeRose o seguinte vídeo, indicado por Pablo:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=hYR11V-qcHQ">httpv://www.youtube.com/watch?v=hYR11V-qcHQ</a></p>
<p>Este vídeo ilustra muito bem o mundo que preconizamos. O nosso Método de mudar o mundo segue conceitos muito belos, como estes que você encontra abaixo:</p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>&#8220;Manual de Civilidade&#8221;</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/manual-de-civilidade/">MetodoDeRose.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/manual-de-civilidade/</a></p>
<p><strong>Civilidade, o que é isso?</strong></p>
<p>O que vem a ser “civilidade”? O Dicionário Houaiss nos diz que é “um conjunto de formalidades, de palavras e atos que os cidadãos adotam entre si para demonstrar mútuo respeito e consideração, boas maneiras, cortesia.” Como sinônimo nos oferece a palavra “delicadeza”.</p>
<p>Eu tiraria formalidades e colocaria atitudes, já que a civilidade precisa ser tão legitimamente incorporada que não deve depender de formalidades. Defendo que a civilidade é autêntica quando exercida até com seus amigos íntimos, com seus familiares e com seu parceiro afetivo.</p>
<p><strong>Cordialidade</strong></p>
<p>Cordialidade provém do latim <em>cordis</em>, coração. É algo que fazemos de coração, com afeto, com amor. Expressar cordialidade como um estilo de vida, além de ser uma postura linda perante a vida, perante o mundo, faz bem a nós mesmos. No passado, havia inclusive remédios que eram denominados <em>cordiais</em>, porque faziam bem ao coração.</p>
<p>De fato, você fica com uma sensação de coração mais leve quando manifesta uma atitude bonita, amável, seja lá com quem for. Isso nos demonstra que o maior beneficiado não é o outro que foi alvo da nossa gentileza e sim nós mesmos, em primeiro lugar.</p>
<p>A civilidade abre portas, facilita os trâmites sociais, culturais e até mesmo os burocráticos. Um aluno cordial cativa seus professores que facilitarão sua vida escolar. Um funcionário gentil azeita as relações com clientes, com colegas e com superiores. Um cliente simpático consegue mais boa vontade e, às vezes, até um desconto por parte do vendedor. Um vendedor atencioso vende mais, ganha mais dinheiro. Um morador simpático consegue exceções maravilhosas do porteiro do seu prédio.</p>
<p>A civilidade, a cordialidade são muito fáceis quando o outro já está sendo amável. Mas, e quando o outro está sendo grosseiro e agressivo? Bem, aí é preciso que sua civilidade seja muito autêntica e que você tenha assumido o compromisso perante si próprio de ser cordial em qualquer situação, com qualquer pessoa, haja o que houver.</p>
<p>Certa vez, a vizinha apresentou uma reclamação por escrito contra uma instrutora do nosso Método que morava no apartamento de cima. Reclamava que  a moradora de cima chegava tarde, andava de salto alto e ouvia música muito alta. Fora uma reclamação injusta. Na época, Virgínia nem usava salto alto. E sempre foi uma jovem suave, de modos sutis. O impulso da indignação era escrever uma carta veemente que rebatesse as reclamações daquela senhora. A vontade de qualquer pessoa seria a de lhe dizer umas verdades e criar um confronto. Mas, como Virgínia é instrutora do Método <strong>DeRose</strong>, orientei-a a escrever esta carta:</p>
<p>“Prezada Sra. Rosa Maria.</p>
<p>Fiquei ciente de que, involuntariamente, <strong>perturbei o seu sossego</strong>. Peço que me desculpe, pois tenho plena consciência de que a minha liberdade termina onde começa a do meu vizinho. Lamentavelmente, as paredes e lajes do nosso prédio são muito finas e o mínimo ruído produzido num apartamento perturba os que estão em baixo e em volta.</p>
<p>Procuro ouvir minhas músicas em volume baixo e sempre que posso caminho descalça quando estou em casa. Mesmo assim, soube que o som tem atrapalhado o seu descanso.</p>
<p>Já providenciei um tapete para ver se assim os ruídos do meu apartamento não reverberam mais no seu e vou tentar escutar minhas músicas ainda mais baixo. Caso essas medidas não sejam suficientes, por favor, me informe para que eu veja que outros cuidados preciso adotar para não incomodá-la.</p>
<p>Quanto a chegar tarde em casa, eu preciso trabalhar até tarde e como não tenho computador em casa preciso usar o do escritório da Universidade onde trabalho, a fim de que na manhã seguinte minhas tarefas estejam em dia. Mas procurarei entrar em casa o mais silenciosamente possível.</p>
<p>Obrigada pela sua compreensão.</p>
<p>Virgínia Barbosa<br />
Apartamento 75<br />
Tel. xxxx-xxxx”</p>
<p>Como resultado dessa cartinha, a moradora retirou a queixa contra a vizinha, elogiou-a perante todos os condôminos e até eu recebi elogios por nossa instrutora ser tão educada.</p>
<p>No mesmo prédio, uma vizinha reclamou da moradora ao lado que, por acaso era outra instrutora da nossa Cultura. A reclamação era absurda, pois aludia a barulho que faziam as amigas recebidas altas horas da noite pela Mariana. Acontece que a Mariana não recebia ninguém na sua casa, nem de noite, nem de dia, pois trabalhava muito o dia todo e à noite chegava e caía na cama, de cansada, e dormia.</p>
<p>Mais uma oportunidade de alimentar conflitos ou de cultivar as boas relações humanas. Aconselhei Mariana que escreveu a seguinte carta:</p>
<p>“Estimada vizinha Vivian.</p>
<p>Acabo de receber o seu e-mail que foi enviado ao síndico, sobre alguns probleminhas que estão ocorrendo no nosso andar.</p>
<p>Lamento que ao abrir a porta eu tenha feito muito barulho. Não percebi, mas é possível que assim tenha sido por falta de cuidado da minha parte. Vou prestar mais atenção das próximas vezes.</p>
<p>Sobre eu chegar de madrugada com uma amiga falando alto, isso pode ter ocorrido no máximo uma vez, há muito tempo. Moro sozinha e não recebo amigos ou amigas em casa, pelo simples motivo de que trabalho na escola até tarde e não me sobra tempo para atividades sociais em minha residência. Imagino que possa ter sido outra pessoa e sugiro que, para tirarmos a dúvida, da próxima vez que isso ocorrer, a prezada vizinha observe pelo olho mágico ou mesmo abra a porta para flagrar quem está entrando com a amiga de madrugada, falando alto.</p>
<p>De qualquer forma, estou ao seu inteiro dispor para conversarmos e buscarmos juntas as soluções que satisfaçam a todos nós que precisamos compartilhar um espaço tão pequeno.</p>
<p>Cordialmente,</p>
<p>Mariana Rodrigues”</p>
<p>Mas o prédio é mesmo problemático. A vítima seguinte fui eu mesmo, com reclamações descabidas sobre a minha cadela Jaya que é extremamente educada. Argumentava o síndico que alguns condôminos reclamaram por que ela estava solta e eles tinham medo. E porque cachorro tem que descer pelo elevador de serviço e sair pela garagem. E que nossos cães (dos moradores que tinham cachorros) não poderiam circular nem brincar nas áreas comuns do térreo. E mais uma porção de implicâncias. Agora era a minha vez de escrever uma cartinha de acordo com os nossos princípios de cordialidade e conciliação. Enviei esta carta a todos os moradores:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Estimado Vizinho.</p>
<p>Sou o proprietário do apartamento 71. Recentemente, nosso Síndico teve uma amável conversa comigo a respeito da minha cachorrinha Jaya (que de cachorrinha só tem o carinho que sinto por ela, pois é meio grandalhona) e do Fred, o labrador preto de propriedade da moradora Sra. Regina.</p>
<p>O síndico me informou que, às vezes, eles correm e sujam o chão com as patas cheias de terra e que alguns moradores têm medo deles, não por ser bravos – pois eles são bem mansos e queridos – mas pelo seu tamanho, uma vez que poderiam trombar com algum condômino mais idoso. Ele está com a razão.</p>
<p>Por isso,  por uma questão de civilidade e boa vizinhança, quero encontrar uma solução que o deixe satisfeito e que agrade aos demais moradores sem, com isso, prejudicar os que tem cães.</p>
<p>Como parte da solução, propus instalar, por minha conta, uma cerca que proteja o canteiro de flores para que elas não sejam pisoteadas pelos nossos amiguinhos de quatro patas.</p>
<p>Propus, também, que a parte de trás, que dá para a Av. Rebouças, seja isolada e que nossos cães possam se exercitar e brincar sem perturbar os demais moradores.</p>
<p>Caso o estimado Vizinho tenha alguma opinião ou sugestão a respeito, eu agradeceria se tivesse a bondade de me escrever ou contactar, para que pudéssemos avaliar e ponderar uma solução adequada.</p>
<p>Com toda a boa vontade do</p>
<p><strong>DeRose</strong>”</p>
<p>Bem, nem sempre a gentileza funciona. Nesse caso, não adiantou nada quanto aos cães. Mas tenho a certeza de que contribuiu bastante para a nossa  boa imagem junto aos vizinhos. E isso é sempre muito importante.</p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>&#8220;Três-vezes-três ações de civilidade por dia&#8221;</strong></h2>
<p>Um bom exemplo de praticante do Método DeRose na área de conceitos é a ação efetiva para transformar o mundo através da civilidade (podemos chamar de boas ações ou até de boas maneiras).<br />
Todos os dias vamos computar quantas ações louváveis protagonizamos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Três vezes três</strong></p>
<p style="text-align: left;">O três é um dos números reverenciados na nossa tradição hindu, e encontramo-lo na Trimurti, no trishúla, no trikuti, no tribandha, no trigranthi etc. Vamos então fazer nossa contagem a partir dele.<br />
Se você realizar hoje menos de três ações meritórias, considere este como um dia de chumbo.<br />
Se realizar três boas ações, este foi um dia de bronze.<br />
Com duas vezes três ações de boas maneiras, seu dia terá sido de prata.<br />
Conquistando três-vezes-três ações de civilidade, comemore um dia de ouro.<br />
Mas se conseguiu realizar mais de três-vezes-três ações, você é o nosso heroi e o seu dia foi de diamante!<br />
Que ações poderiam ser essas?<br />
Efetue uma doação a alguma instituição de assistência social séria.<br />
Participe como voluntário em alguma campanha filantrópica.<br />
Envolva-se de corpo e alma com as campanhas da Defesa Civil da sua cidade.<br />
Dê comida a quem tem fome.<br />
Dê um agasalho a quem tem frio.<br />
Dê um sorriso, uma atenção, um afeto a quem esteja precisando disso tanto quanto o que tem fome e o que tem frio.<br />
Salve um cão abandonado.<br />
Regue as flores do jardim do seu vizinho, desinteressadamente.<br />
Pare o carro a fim de dar passagem a um pedestre que esteja querendo atravessar a rua, mesmo fora da faixa.<br />
Socorra um desconhecido que esteja caído na calçada tendo um ataque epilético.<br />
Dê flores a um amigo.<br />
Não se abale quando outro motorista for mal educado, der uma fechada ou mesmo bater no seu carro.<br />
Peça desculpas, mesmo quando tiver a certeza de que está com a razão.<br />
Trate bem um mendigo que venha pedir dinheiro.<br />
Telefone para um amigo, colega ou parente, só para perguntar como vai.<br />
Converse amenidades com um desconhecido no supermercado ou no shopping center.<br />
Dê a mão a uma senhora para sair do carro.<br />
Ofereça-se para ajudar a carregar as compras ao vizinho no prédio em que mora ou ao desconhecido no estacionamento.<br />
Carregue a bolsa pesada da sua amiga.<br />
Ouça o desabafo de quem precise falar sobre um problema.<br />
Jogue no lixo algo que alguém tiver deixado cair fora da lixeira.<br />
Acaricie um cão.<br />
Elogie o filho de alguém.<br />
Dê os parabéns a um colega ou concorrente por uma conquista ou por um projeto vitorioso.<br />
Dê uma gorjeta mais substancial do que o mínimo de praxe.<br />
Agradeça pelo serviço e elogie a atuação do garçom ou outro profissional.<br />
Diga &#8220;você está com a razão&#8221;.<br />
Sorria para as pessoas no clube, nas lojas, na sua empresa.<br />
Trate com cortesia o seu porteiro, a sua auxiliar de limpeza e todo o pessoal subalterno.<br />
Recicle.<br />
Dê informações, auxilie, oriente (na empresa, no trânsito, na faculdade).<br />
Converse com os funcionários que o atendem.<br />
Escute as reivindicações do cônjuge. E atenda-as.<br />
Diga obrigado e sorria para alguém na rua, no trânsito, nas compras.<br />
Responda com gentileza a um vizinho irritado.<br />
Acalme um colega, um familiar ou um amigo quando ele estiver zangado com você.<br />
Não insulte a quem bem que merecia.<br />
Quando não precisar de algum objeto ou roupa não o guarde nem o jogue fora: procure quem esteja precisando e faça-lhe presente. O que não presta para um pode ser uma bênção para outro.<br />
Dê uma informação útil a alguém.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Método Giraldi, da Polícia Militar do Estado de São Paulo:</strong></p>
<p>Não tome decisões emocionadas.<br />
A família é o que há de mais importante. Tenha tempo para esposa e filhos.<br />
A ausência de um pai e de uma mãe é a porta de entrada para as drogas<br />
Serenidade em todos os momentos.<br />
Há três formas de amor: a palavra, o tato e o olhar. Portanto abrace seu filho, sua esposa e seus amigos.<br />
Sorria sempre.<br />
Elogie seu filho e seu subalterno quando possível.<br />
Não grite com seu filho ou com seu subalterno. Troque o medo pelo respeito.<br />
Problemas no trabalho, não devem entrar no lar.<br />
Visite sempre seus pais, para não visitá-los no cemitério.</p>
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		<title>Testando: poça, pôxa.</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 02:39:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acentua&#231;&#227;o no wordpress d&#225; problema no Facebook. Testing sharing at Facebook. Houston, we have encoding issues. Artigos possivelmente relacionados:O sistema não detectou artigos possivelmente relacionados]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acentua&#231;&#227;o no wordpress d&#225; problema no Facebook.</p>
<p><em>Testing sharing at Facebook. Houston, we have encoding issues.</em></p>
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		<title>História de um brahmane, por Voltaire</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 00:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sámkhya: o Saber]]></category>
		<category><![CDATA["Histoire d'un Bramin"]]></category>
		<category><![CDATA["the story of a good brahman"]]></category>
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		<description><![CDATA[História de um brahmane &#8220;Durante as minhas viagens encontrei um velho brahmane &#8211; homem muito sábio, cheio de espírito e erudição; além do mais, era rico, e portanto mais sábio ainda, já que, como não lhe faltava nada, não precisava enganar ninguém. Sua casa era otimamente governada por três lindas mulheres que faziam de tudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><strong>História de um brahmane</strong></div>
<p><img class="alignleft" title="Voltaire" src="http://alexandremontagna.com/img/voltaire.jpg" alt="" width="100" height="140" />&#8220;Durante as minhas viagens encontrei um velho brahmane &#8211; homem muito sábio, cheio de espírito e erudição; além do mais, era rico, e portanto mais sábio ainda, já que, como não lhe faltava nada, não precisava enganar ninguém. Sua casa era otimamente governada por três lindas mulheres que faziam de tudo para agradá-lo; e quando não se divertia com elas, sua ocupação era filosofar.</p>
<p>Perto de sua moradia, que era bonita, bem decorada e cercada de encantadores jardins, morava uma velha hindu, muito devota, imbecil e extremamente pobre.</p>
<p>- Quem me dera não ter nascido! &#8211; disse-me um dia o brahmane. Perguntei-lhe por quê. &#8211; Faz quarenta anos que eu estudo &#8211; respondeu-me -, e foram quarenta anos perdidos: ensino aos outros, e ignoro tudo; esse estado me enche a alma de tanta humilhação e desgosto que faz com que minha vida seja insuportável. Nasci, vivo no tempo, e não sei o que é o tempo; encontro-me num ponto no meio das duas eternidades, como dizem os nossos sábios, e não tenho a mínima idéia do que seja a eternidade. Sou feito de matéria, penso, e nunca pude saber o que é que produz o pensamento; ignoro se o meu entendimento é em mim uma simples faculdade, como a de caminhar, de digerir, e se penso com a minha cabeça como seguro com as minhas mãos. Não apenas o princípio de meu pensamento me é desconhecido, mas também o princípio dos meus movimentos: não sei por que existo. Não obstante, cada dia me fazem perguntas sobre todos esses pontos; é preciso responder; nada tenho que preste para lhes comunicar; falo bastante, e fico confuso e envergonhado de mim mesmo depois de haver falado. O pior é quando me perguntam se Brahma (Deus do panteão hindu que personifica o Absoluto no aspecto de criador do mundo. Pertence à trimurti junto com Vishnu e Shiva [N. de A.M.]) foi produzido por Vishnu, ou se ambos são eternos. Deus é testemunha de que nada sei a respeito, o que bem se vê pelas minhas respostas. &#8220;Ah! Meu reverendo&#8221;, imploram-me, &#8220;dize-me como é que o mal inunda toda a Terra.&#8221; Sinto-me nas mesmas dificuldades que aqueles que me fazem tal pergunta: digo-lhes algumas vezes que tudo vai o melhor possível; mas aqueles que foram arruinados ou mutilados na guerra não acreditam nisso, nem eu tampouco; retiro-me abatido pela sua curiosidade e pela minha ignorância. Vou consultar nossos antigos livros, e estes duplicam minha escuridão. Vou consultar meus companheiros: respondem-me alguns que o essencial é gozar a vida e zombar dos homens; outros acreditam saber alguma coisa, e perdem-se em divagações; tudo contribui para aumentar o doloroso sentimento que me domina. Às vezes me sinto à beira do desespero, quando penso que, depois de todas as minhas pesquisas, não sei nem de onde venho nem para onde vou ou no que me transformarei.</p>
<p>O estado desse excelente homem me causou verdadeira compaixão: ninguém tinha mais senso e boa-fé. Compreendi que, quanto mais luzes havia no seu entendimento e mais sensibilidade no seu coração, mais infeliz era ele.</p>
<p>Vi no mesmo dia a velha sua vizinha: perguntei-lhe se alguma vez havia ficado aflita por querer saber como era a sua alma. Ela nem entendeu a minha pergunta: jamais em sua vida refletira um instante sobre um só dos pontos que atormentavam o brahmane; acreditava de todo o coração nas metamorfoses de Vishnu e, desde que algumas vezes pudesse conseguir água do Ganges para se lavar, considerava-se a mais feliz das mulheres.<br />
Impressionado com a felicidade daquela pobre criatura, voltei ao meu filósofo e lhe disse:</p>
<p>- Não te envergonhas de ser infeliz, quando mora à tua porta uma velha autômata que não pensa em nada e vive feliz?</p>
<p>- Tens razão &#8211; respondeu-me ele. &#8211; Mil vezes eu disse a mim mesmo que seria feliz se fosse tão tolo como a minha vizinha, contudo não desejaria tal felicidade.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-2035" title="meditation-moon-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/12/meditation-moon-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="196" height="196" />Essa resposta me impressionou mais que todo o resto; consultei minha consciência e vi que na verdade também não desejaria ser feliz sob a condição de ser imbecil.</p>
<p>Apresentei a questão a filósofos, e eles concordaram com a minha opinião. &#8220;Contudo&#8221;, dizia eu, &#8220;existe uma terrível contradição nessa maneira de pensar&#8221;. Pois de que se trata, afinal? De ser feliz. Que importa, então, ter espírito ou ser tolo? Mais ainda: aqueles que estão contentes consigo mesmos estão bem certos de estar contentes; mas aqueles que raciocinam não tem tanta certeza de raciocinar bem. &#8220;É claro&#8221;, dizia eu, &#8220;que se deveria preferir não ter senso comum, desde que este contribua, o mínimo que seja, para o nosso mal-estar.&#8221; Todos concordaram comigo, porém não encontrei ninguém que aceitasse se tornar imbecil para se sentir contente. Daí concluí que, se damos muito valor à felicidade, damos mais ainda à razão.</p>
<p>Contudo, pensando bem, parece uma insensatez preferir a razão à felicidade. Como explicar, então, tal contradição? E também todas as outras. Há muito a discutir a respeito disso.&#8221;</p>
<p style="text-align: right;">(<em>Histoire d&#8217;un Bramin</em>, Voltaire)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Utilize óculos escuros de qualidade. A lente é o segredo!</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 01:02:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cuidado: as lentes dos óculos escuros devem ser de qualidade séria. Lentes escuras reduzem a quantidade de luz que chega aos seus olhos, fazendo com que a pupila se dilate. Tudo bem até aí. Entretanto, quando as lentes são de má qualidade, elas diminuem só a luz, mas não bloqueiam os raios nocivos e &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2028" title="oculos-de-sol-escuros-sunglass-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/12/oculos-de-sol-escuros-sunglass-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="109" height="200" />Cuidado: as lentes dos óculos escuros devem ser de qualidade séria. Lentes escuras reduzem a quantidade de luz que chega aos seus olhos, fazendo com que a pupila se dilate. Tudo bem até aí. Entretanto, quando as lentes são de má qualidade, elas diminuem só a luz, mas não bloqueiam os raios nocivos e &#8211; como você está com suas pupilas dilatadas &#8211; você receberá um banho enorme de raios prejudiciais à saúde de seus olhos. Ou seja, se é para ter óculos de camelôs, é muito mais saudável não usar nada.</p>
<p>Você pode ler dicas interessantes aqui: <a href="http://viagem.hsw.uol.com.br/oculos-de-sol.htm">http://viagem.hsw.uol.com.br/oculos-de-sol.htm</a></p>
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		<title>Um ano de Moinhos de Vento. Um ano de Porto Alegre.</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 03:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitas conquistas pessoais&#8230; Amizade com pessoas especiais&#8230; Amadurecimento profissional&#8230; Vida alegre&#8230; 1 ano de Porto Alegre! Muito obrigado a todos que estão fazendo linda parte desta trajetória. Artigos possivelmente relacionados:Sat chakra histórico na Unidade MoinhosO mundo que preconizamosVim a Porto Alegre para exatamente istoVamos para Porto, alegres!Plaft, plaft!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center; font-size: 18px; font-weight: bold; line-height: 1.2em;">
<p>Muitas conquistas pessoais&#8230;</p>
<p>Amizade com pessoas especiais&#8230;</p>
<p>Amadurecimento profissional&#8230;</p>
<p>Vida alegre&#8230;</p>
<p><span style="font-size: 30px; line-height: 30px;">1 ano de Porto Alegre!</span></p>
</div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2022" title="freddie-mercury-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/12/freddie-mercury-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="280" height="422" /></p>
<div style="text-align: center; font-size: 18px; font-weight: bold; line-height: 1.5em;">Muito obrigado<br />
a todos que estão<br />
fazendo linda parte<br />
desta trajetória.</div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2023" title="sarita-borges-alexandre-montagna-dezembro-2011" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/12/sarita-borges-alexandre-montagna-dezembro-2011.jpg" alt="" width="230" height="174" /></p>
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		<title>A mente atrás do rosto (personam) e os jogos de poder</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 03:08:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Verbos da simplicidade inocente de um sentimento. Há quem trate tudo isto como um jogo. De fato, um jogo é. A vida, esta que começa quando você está no ventre de sua mãe, é um jogo. Ela lhe coloca em situações nas quais você precisa se relacionar com outros indivíduos. Para você, a sua vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Verbos da simplicidade inocente de um sentimento.</p>
<p>Há quem trate tudo isto como um jogo. De fato, um jogo é. A vida, esta que começa quando você está no ventre de sua mãe, é um jogo. Ela lhe coloca em situações nas quais você precisa se relacionar com outros indivíduos. Para você, a sua vida é o mais importante. Para os outros, o mais importante é a vida deles. Para você, a vida acontece através das janelas dos seus olhos. Para os outros, a vida é vista pela ótica do sistema visual deles. O perfume da vida que você sente, só você sente. Os outros sentem outros cheiros.</p>
<p>Apesar de o Cosmos ser uma grande teia em que tudo se influencia mutuamente e em que todos nós somos colegas de existência, a noção de mundo que todos têm é que o Universo se divide entre &#8220;eu&#8221; e &#8220;os outros&#8221;. E aí o jogo começa (&#8220;let the game begin&#8221;)! A corrida pela sobrevivência, as estratégias de sucesso, os jogos de poder. A transa com a fêmea-alpha, o degustar da lebre recém abatida, a melhor caverna da floresta, a melhor sombra da savana, o maior respeito angariado. Viva o macho-alpha. Longa vida ao Fuhrer.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2003" title="martin-dace-work-called-jessie-holding-a-mask" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/12/martin-dace-work-called-jessie-holding-a-mask.jpg" alt="" width="300" height="300" />O problema se agrava quando o cérebro é capaz de armar complexas estratégias para o poder. Esta evolução dos estratagemas de sobrevivência conduz à falsidade, às palavras para despistar, às cortinas de fumaça e veste lobos com peles de cordeiros. Indivíduos que abraçam a vítima como se fossem um irmão. Uma irmandade de Caim e Abel. Neste cenário, obter triunfo é uma arte digna de jogador que trata os demais como adversários, e não como amigos. Aliás, aos olhos de um estrategista, ninguém é, na verdade, amigo. Estes são apenas outros jogadores a quem concede-se proximidade e com quem compartilha-se um pouco do espaço vital enquanto for conveniente. Ilusórias parcerias e amizades podem se transformar em pó num piscar de olhos, antes que você consiga soletrar a frase &#8220;esta-relação-não-me-ajuda-a-obter-poder&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Nada é aquilo que parece ser.&#8221;</em> (DeRose)</p>
<p>Tratar os amigos como adversários no jogo da vida definitivamente não é o caminho mais empático, amoroso e fraternal. Este caminho evoluído é, via de regra, uma meta proposta por diversas correntes e ordens que visam uma Fraternidade Universal, uma Irmandade sem limites e uma União e Integração entre todas as criaturas vivas. Entretanto, poucos são os seguidores, os iniciados ou os cidadãos que realmente estão engajados para que esta proposta aconteça de fato. E sem envolver dogmas, claro.</p>
<p>A utópica união dos seres passa pelo exercício da transparência, lealdade, sinceridade e alma pura. Este romantismo ideal tem terreno infértil no planeta Terra mesmo entre pessoas de quem espera-se um pouco mais de boa vontade. Na verdade, eu ainda não sei dizer se o problema é na fertilidade do terreno (pessoas) ou na habilidade do plantio (método para implementar a união). A impressão é que mesmo os <strong>considerados e aceitos</strong> como homens-de-bem vez ou outra são até piores do que os maus declarados. Às vezes fico imaginando que Maquiavel foi um rapaz com muita boa vontade, mas sentiu que <em>em terra de mãos duras, mão macia se machuca</em>, e assim produziu seus textos sobre como conquistar poder dentre tanta competição e hostilidade, baseando-se em experiências sofridas e observadas.</p>
<p>A chave para o sucesso na vida afetiva e de verdadeiras amizades é perceber o real valor das pessoas. A intenção por trás da ação. A mente atrás do rosto. Jamais deposite seu coração nas mãos de um jogador. Espere até encontrar um amigo.</p>
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		<title>Os axiomas do Método DeRose</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 23:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Axiomas do Método DeRose Estes axiomas são o fruto de muita experiência de vida. Eles foram elaborados pensando em você e para ajudá-lo a tornar sua vida mais fácil. Aceite-os como um presente. Reúna sua galera para desfrutá-los num grupo de debates ou de meditação. 1. Não acredite. 2. Dar segunda chance é dar uma segunda oportunidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Axiomas do Método DeRose</strong></p>
<p>Estes axiomas são o fruto de muita experiência de vida. Eles foram elaborados pensando em você e para ajudá-lo a tornar sua vida mais fácil. Aceite-os como um presente. Reúna sua galera para desfrutá-los num grupo de debates ou de meditação.</p>
<p>1. Não acredite.</p>
<p>2. Dar segunda chance é dar uma segunda oportunidade para que a pessoa repita a mesma atitude.</p>
<p>3. Repassar sua incumbência a terceiros é uma forma quase infalível de a tarefa sair errada.</p>
<p>4. Deixar recado não funciona.</p>
<p>5. Fazer surpresa quase sempre resulta em desastre.</p>
<p>6. Tudo o que você disser chegará ao conhecimento da pessoa envolvida no comentário.</p>
<p>7. Nada é aquilo que parece ser.</p>
<p>8. Tudo é relativo.</p>
<p>Axioma temporário: E-mail não funciona (a menos que você telefone perguntando se o destinatário conseguiu abrir e ler o arquivo).</p>
<p>Axioma Número Zero (do Joris Marengo): O Mestre sempre tem razão.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>&#8220;Espero que o Joris tenha razão!&#8221; (DeRose)</strong></em></p>
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		<title>Reflexão de Epicurus</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 11:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Epicurus, falecido há 2281 anos, aos 71 anos de idade. Artigos possivelmente relacionados:A personificação do imponderávelPara onde vamos depois que morremos?O Deus de Einstein e dos cientistas profundamente religiososHá metafísica bastante em não pensar em nada.Frase para carregar no coração e pendurar na porta de casa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/reflexao-de-epicurus/epicurus-god-atheists-blog-alexandre-montagna/" rel="attachment wp-att-1498"><img class="aligncenter size-full wp-image-1993" title="epicurus-god-atheists-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/epicurus-god-atheists-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="492" height="332" /><br />
</a></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: center;"><strong>Epicurus</strong>, falecido há 2281 anos, aos 71 anos de idade<strong>.</strong></div>
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		<title>Superpopulação</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 11:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Menos é mais.</strong> Há uma inflação de gente no planeta azul que flutua ao redor do Sol. Não precisamos procriar tanto. E nem devemos. Assim como uma moeda se desvaloriza quanto é feita em demasia, a Humanidade também perde o seu valor se crescer demais. O povo já está para as grandes corporações assim como o gado está para a indústria do abate: manipulado em meio à loucura. Temos hoje um conglomerado de <em>personas</em> que vieram ao mundo e ir-se-ão sem saber do que se trata o tanto de trabalho burro que realizaram. Horas e horas diárias e cíclicas fazendo coisas que não querem para atingir resultados que não precisam. Mentes cansadas entregues a um paradigma existencial vigente que nós mesmos criamos. A superpopulação é um problema real, que afeta e polui a terra, a água e o ar deste planeta que nos sustenta condicionalmente. A Natureza, <em>latu sensu</em>, sempre estará bem. A biodiversidade é que está indo para uma situação pior &#8211; e nós estamos incluídos neste barco.</p>
<p>Atenção aos futuros papais e mamães: revertamos este quadro! A partir de agora, vamos todos considerar que o número ideal de filhos é de -2 a 1 por casal. Não entendeu o &#8220;-2&#8243;? Isto seria adotar duas crianças. Você não só deixa de colocar mais uma no mundo, como ainda salva uma criaturinha que nasceu em condições paupérrimas. Se o número populacional estivesse controlado, o ideal seria dois filhos por casal, mas agora estamos em campanha de diminuição de povo. Ter mais do que um filho é agir com um egoísmo que desconsidera o caso da contingência. Proliferar tanto assim é dar um tiro no próprio pé: maior número de pessoas por metro quadrado implica em <strong>redução do espaço vital</strong> individual, o que gera ansiedade, desentendimentos, brigas e guerras; causa, em âmbito global, um acirramento da luta social por comida, segurança e abrigo do frio e do calor (aluguéis caríssimos). Os pais esvaem-se em energia e dinheiro para sustentar suas criaturinhas durante longos anos, e deixam de valorizar o próprio crescimento financeiro e intelectual, criando um círculo vicioso de pais inexperientes com filhos despreparados. Não precisamos disso. Aguardemos a chegada dos 30, 35 anos para ter filhos (ou melhor, <span style="text-decoration: underline;">um filho</span>; ou melhor: <span style="text-decoration: underline;">adotar</span> um ou dois) e paremos de procriar em excesso.</p>
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		<title>Faça amor, não faça pornô</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 11:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[http://revistatpm.uol.com.br/revista/112/reportagens/faca-amor-nao-faca-porno.html Artigos possivelmente relacionados:Comercial das Havaianas com a velhinha moderninhaSaryFrase para carregar no coração e pendurar na porta de casaMau cheiro cultural no FacebookA mente atrás do rosto (personam) e os jogos de poder]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1988" title="amor-porno-sexo-filosofia-shakta-shaktism-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/amor-porno-sexo-filosofia-shakta-shaktism-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="600" height="374" /></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://revistatpm.uol.com.br/revista/112/reportagens/faca-amor-nao-faca-porno.html">http://revistatpm.uol.com.br/revista/112/reportagens/faca-amor-nao-faca-porno.html</a></p>
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		<title>Os nativos brasileiros</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 11:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se um país &#8211; os Estados Unidos por exemplo &#8211; invadissem o Brasil, impusessem sua cultura (isso era para ser uma hipótese?), seus costumes e os seus métodos para gerenciar a sociedade, você gostaria? Sendo que, nessas condições, você seria considerado um cidadão inferior, já que não estaria encaixado aos costumes estadunidenses. Se eles forçassem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se um país &#8211; os Estados Unidos por exemplo &#8211; invadissem o Brasil, impusessem sua cultura (isso era para ser uma hipótese?), seus costumes e os seus métodos para gerenciar a sociedade, você gostaria? Sendo que, nessas condições, você seria considerado um cidadão inferior, já que não estaria encaixado aos costumes estadunidenses. Se eles forçassem você a se adequar aos procedimentos impostos por eles, que não são os verdadeiros donos desta terra, você acharia justo?</p>
<p>Não? Então seja bem-vindo ao pensamento indígena! Cultive um pouco mais de empatia e tenha paciência quando deparar-se com alguma revolta dos índios pelo Brasil afora. Quinhentos anos é pouco para superar a perda das terras e da tradição cultural que os nativos brasileiros sofreram.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Curumim Chama Cunhatã Que Eu Vou Contar</strong><br />
por Jorge Ben Jor</p>
<div id="attachment_1086" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-1086" title="indios-indigenas-brasil-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/indios-indigenas-brasil-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Todo dia, toda hora, era dia de índio" width="200" height="150" /><p class="wp-caption-text">Todo dia, toda hora, era dia de índio</p></div>
<p>Jês, Kariris, Karajás, Tukanos, Caraíbas,<br />
Makus, Nambikwaras, Tupis, Bororós,<br />
Guaranis, Kaiowa, Ñandeva, YemiKruia<br />
Yanomá, Waurá, Kamayurá, Iawalapiti, Suyá,<br />
Txikão, Txu-Karramãe, Xokren, Xikrin, Krahô,<br />
Ramkokamenkrá, Suyá</p>
<p>Hey! Hey! Hey!<br />
Hey! Hey! Hey!</p>
<p>Curumim chama cunhatã que eu vou contar<br />
Cunhatã chama curumim que eu vou contar<br />
Curumim, cunhatã<br />
Cunhatã, curumim</p>
<p>Antes que os homens aqui pisassem<br />
Nas ricas e férteis terraes brazilis<br />
Que eram povoadas e amadas por milhões de índios<br />
Reais donos felizes<br />
Da terra do pau-brasil<br />
Pois todo dia, toda hora, era dia de índio<br />
Pois todo dia, toda hora, era dia de índio</p>
<p>Mas agora eles só têm um dia<br />
O dia dezenove de abril<br />
Mas agora eles só têm um dia<br />
O dia dezenove de abril</p>
<p>Amantes da pureza e da natureza<br />
Eles são de verdade incapazes<br />
De maltratarem as femeas<br />
Ou de poluir o rio, o céu e o mar<br />
Protegendo o equilíbrio ecológico<br />
Da terra, fauna e flora<br />
Pois na sua história, o índio<br />
É o exemplo mais puro<br />
Mais perfeito, mais belo<br />
Junto da harmonia da fraternidade<br />
E da alegria,</p>
<p>Da alegria de viver<br />
Da alegria de amar<br />
Mas no entanto agora<br />
O seu canto de guerra<br />
É um choro de uma raça inocente<br />
Que já foi muito contente<br />
Pois antigamente</p>
<p>Todo dia, toda hora, era dia de índio<br />
Todo dia, toda hora, era dia de índio</p>
<p>Hey! Hey! Hey!</p>
<p>Jês, Kariris, Karajás, Tukanos, Caraíbas,<br />
Makus, Nambikwaras, Tupis, Bororós,<br />
Guaranis, Kaiowa, Ñandeva, YemiKruia<br />
Yanomá, Waurá, Kamayurá, Iawalapiti, Suyá,<br />
Txikão, Txu-Karramãe, Xokren, Xikrin, Krahô,<br />
Ramkokamenkrá, Suyá</p>
<p>Todo dia, toda hora, era dia de índio<br />
Todo dia, toda hora, era dia de índio</p>
<p>Hey! Hey! Hey!<br />
Curumim, cunhatã<br />
Hey! Hey! Hey!<br />
Cunhatã, curumim<br />
Hey! Hey! Hey!<br />
Curumim, cunhatã<br />
Hey! Hey! Hey!<br />
Cunhatã, curumim</p>
<p>E aqui uma bela graça do Marcelo Adnet: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=EcdkZ1POMnA">http://www.youtube.com/watch?v=EcdkZ1POMnA</a></p>
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		<title>Remediar com drogas</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 11:08:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sempre que posso, não tomo remédios para aliviar dores. Procuro conviver com a dorzinha, que é passageira e amiga, pois é um aviso natural que sinto quando estou fazendo algo errado. Considero que isto seja muito bom, pois assim o corpo não cria a famosa &#8220;resistência&#8221; aos remédios, que é fato. Deste modo, quando em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que posso, não tomo remédios para aliviar dores. Procuro conviver com a dorzinha, que é passageira e amiga, pois é um aviso natural que sinto quando estou fazendo algo errado. Considero que isto seja muito bom, pois assim o corpo não cria a famosa &#8220;resistência&#8221; aos remédios, que é fato. Deste modo, quando em ocasiões que me exijam recuperação imediata &#8211; como ministrar uma aula ou participar de um curso &#8211; bastará tomar uma dose mínima e tudo se resolverá rapidamente.</p>
<p>É um posicionamento bastante válido, desde que seja sem fanatismos. Eliminemos aquele &#8220;fundamentalismo naturalista&#8221; que faz pessoas alternativóides morrerem porque não quiseram tomar um remédio salvador ao sofrer de um problema grave. Bom senso sempre.</p>
<p>Encerro com a seguinte matéria:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quem costuma tomar medicamentos por conta própria<br />
pode contribuir para a proliferação de bactérias mais resistentes</strong></p>
<p style="text-align: center;"><small>Texto extraído do artigo &#8220;<em>7 fatos sobre a superbactéria</em>&#8221; (<a href="http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/7-fatos-sobre-a-superbacteria/">http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/7-fatos-sobre-a-superbacteria/</a>)</small></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/files/2010/10/antibiotico-superbacteria.jpg" rel="lightbox[1682]"><img class="aligncenter" title="antibiotico-superbacteria" src="http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/files/2010/10/antibiotico-superbacteria.jpg" alt="" width="269" height="269" /></a></p>
<blockquote><p>Se você é daqueles que tomam antibiótico sem orientação médica ou interrompem o tratamento antes do tempo recomendado, saiba que também é responsável pela proliferação de superbactérias. Com os antibióticos, as mais fracas morrem. Mas podem existir outras capazes de resistir, graças a mutações genéticas naturais. Ao tomar o remédio de qualquer jeito, você, cidadão de bem, acaba contribuindo para selecionar as linhagens mais resistentes e permitir que se multipliquem, podendo fazer um estrago depois. Porém, justiça seja feita: o uso indiscriminado de remédio é apenas uma das causas. As próprias bactérias, independente disso, acabam desenvolvendo mecanismos de resistência.</p></blockquote>
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		<title>Você é responsável pelo que os outros entendem de você</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 14:08:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1965" title="problemas-de-comunicacao-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/problemas-de-comunicacao-blog-alexandre-montagna.png" alt="" width="200" height="130" /></p>
<p>Vez ou outra me deparo com uma mensagem que diz que nós somos responsáveis apenas e tão somente por aquilo que dizemos, e não pelo que os outros entendem sobre o que foi dito.</p>
<p><strong>Isto é um grande erro!</strong> A função da comunicação é, pasme, se comunicar. O objetivo é justamente se fazer entender pelos outros que nos escutam. Portanto, se alguém não está entendendo o que você diz é porque você está se comunicando mal. <strong>Não adianta</strong> jogar a culpa para o interlocutor, alegando incapacidade intelectual de compreender você. <strong>Você é que tem que adaptar a sua linguagem</strong> para que os outros a entendam. E você realmente precisa fazer isso, pois se você está se comunicando com alguém é porque esta conversa é interessante para você. Se não fosse interessante, então você não estaria falando nada. Assuma o compromisso de se fazer entender. Se você não quiser se fazer entender, então nem comece a falar. Ninguém quer mais desentendimentos na vida.</p>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 17:08:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Steve Paul Jobs foi um homem que mudou as coisas. Admirado por muitos; respeitado por todos. Revolucionou o mundo através da tecnologia, e direta ou indiretamente isto reverberou em você. Adoção Graças à adoção de Clara e Paul, Steve se tornou Jobs e teve oportunidades.  O que seria deste bebê de San Francisco, California, se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-thumbnail wp-image-1968 alignleft" title="steve-jobs-organs-adoption-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/steve-jobs-organs-adoption-blog-alexandre-montagna-150x138.jpg" alt="" width="150" height="138" /> Steve Paul Jobs foi um homem que mudou as coisas. Admirado por muitos; respeitado por todos. Revolucionou o mundo através da tecnologia, e direta ou indiretamente isto reverberou em você.</p>
<h2 style="text-align: center;">Adoção</h2>
<p>Graças à adoção de Clara e Paul, Steve se tornou Jobs e teve oportunidades.  O que seria deste bebê de San Francisco, California, se não tivesse sido adotado? Talvez, um eterno desconhecido chamado Steve Schieble Jandali (sobrenomes dos <a href="http://info.abril.com.br/noticias/mercado/pai-de-jobs-nunca-chegou-a-conhece-lo-05102011-58.shl" target="_blank">pais biológicos</a>).</p>
<h2 style="text-align: center;">Transplante de órgãos</h2>
<p>Graças aos transplantes de órgãos, Steve Jobs pode receber um fígado em transplante que lhe salvou a vida. O que seria de Steve Jobs se a pessoa de vinte e poucos anos que morreu num acidente de carro não tivesse escolhido ser doador de órgãos? Talvez, o <em>Apple guy</em> não tivesse podido lançar mais algumas revoluções, e então ainda estaríamos sem estas coisinhas escandalosamente fantásticas chamadas iPads e tablets &#8211; que, mais do que dispositivos futurísticos, auxiliam as pessoas a se relacionarem e a produzirem mais.</p>
<h2 style="text-align: center;">Conclusão</h2>
<p>Adoção, de fato, é muito nobre: ao invés de acrescentar ao mundo uma nova criança, você aprimora outra que já existe e que nasceu num ambiente desfavorecido, ou que nasceu com pais incompetentes e irresponsáveis. De uma forma ou de outra, este filhão ou filhona lhe será grato pelo resto da vida. Não será seu filho de sangue, e não há mal nisso. Aliás, esta criança já é um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eva_mitocondrial" target="_blank">parente distante</a>.</p>
<p>Doação de órgãos, de fato, é muito nobre também: qual o motivo de obrigar os órgãos a ficarem inválidos dentro de um corpo sem vida, enquanto eles, por si sós, poderiam salvar outras vidas? O problema é que as pessoas não gostam de pensar em morrer, e falar em doação de órgãos é como se agourasse a expectativa de vida. Chega de pensamento provinciano. E ficará mais fácil se você imaginar a hipótese de <span style="text-decoration: underline;">precisar</span> de órgãos. Seja altruísta, nem que seja por egoísmo.</p>
<div style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1970" title="doacao-de-orgaos-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/doacao-de-orgaos-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="300" height="216" /><img class="size-full wp-image-1971" title="adocao-criancas-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/adocao-criancas-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="300" height="370" /></div>
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		<title>Amor desimpedido</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 10:48:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Amor desimpedido Livre, solto, escolhido Fecundado na amizade No romance colhido Se quando o tempo passa A paixão cessa e o amor permanece Gozo de um amor sincero Bem o que eu quero Todo coração merece Artigos possivelmente relacionados:Cada um tem sua trajetória própriaUm ano de Moinhos de Vento. Um ano de Porto Alegre.Você é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1961" title="rosa-amarela-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/rosa-amarela-blog-alexandre-montagna.png" alt="" width="150" height="202" /></p>
<p>Amor desimpedido<br />
Livre, solto, escolhido<br />
Fecundado na amizade<br />
No romance colhido</p>
<p>Se quando o tempo passa<br />
A paixão cessa e o amor permanece<br />
Gozo de um amor sincero<br />
Bem o que eu quero<br />
Todo coração merece</p>
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		<title>Jojójí – um Gigante em nossa Instituição</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 03:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Toda Instituição possui os seus gigantes. Indivíduos que já estão lá há muito mais tempo que você, e se tornam figuras nas quais você se baseia para galgar o seu próprio crescimento e tomar as suas próprias decisões. Na organização internacional do Método DeRose, o Professor Joris Marengo é um destes ícones. Profissional com 34 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1951" title="joris-marengo-jojoji-yoga-metodo-derose-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/joris-marengo-jojoji-yoga-metodo-derose-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="176" height="230" />Toda Instituição possui os seus gigantes. Indivíduos que já estão lá há muito mais tempo que você, e se tornam figuras nas quais você se baseia para galgar o seu próprio crescimento e tomar as suas próprias decisões.</p>
<p>Na organização internacional do <a href="http://metododerose.org/" target="_blank">Método DeRose</a>, o Professor Joris Marengo é um destes ícones. Profissional com 34 anos de atuação no mercado da Qualidade de Vida, Jojó &#8211; que é o seu apelido &#8211; cativa e angaria o respeito de todos pelo seu carisma e pela imponência de suas realizações. Jojó já concebeu muitas preciosidades, tais como livros, festivais internacionais, festivais culturais de utilidade pública, cursos, palestras, datas comemorativas, <em>workshops</em>, jornais do <em>métier</em>, CD&#8217;s, anúncios de TV e treinamentos de proficiência voltados para outros profissionais, além de há anos presidir a Federação do Método DeRose de Santa Catarina e dirigir uma escola desta filosofia na <a href="http://metododerosefloripa.com/" target="_blank">Av. Rio Branco, 533</a>, em Florianópolis.</p>
<p>Mais de três décadas após o início dos trabalhos, <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/guru-e-guruji/" target="_blank">Jojójí</a> possui diversos livros que estão para ser lançados em breve e deverão ser tratados como diamantes, pois são muito valiosos os seus conhecimentos gerais e específicos sobre áreas do autoconhecimento, filosofia, relações humanas, antropologia, anatomia e história da humanidade. Saiba mais sobre o <a href="http://blogdojojo.com/sobre-o-jojo/" target="_blank">Jojó em seu blog</a>, que está recheado de artigos com trechos de seus livros.</p>
<p>Ele fez, faz e ainda fará muito pela <a href="http://metododerose.org/entrevista/" target="_blank">Nossa Cultura</a>. Obrigado pela amizade e pela inspiração, Jojó!</p>
<div id="attachment_1956" class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><img class="size-full wp-image-1956" title="joris-marengo-formatura-metodo-derose-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/joris-marengo-formatura-metodo-derose-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="650" height="298" /><p class="wp-caption-text">Solenidade da minha formatura como Instrutor do Método DeRose na Faculdade de Ciências Sociais de Florianópolis. Prof. Joris está sentado à frente, entre o Maestro Edgardo Caramella e a Professora Fernanda Neis. Ao lado, está o Comendador DeRose, que recebeu neste mesmo evento o título de Professor Doutor Honoris Causa.</p></div>
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		<title>Guru e gurují</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 03:13:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Guru Na Índia, o termo guru significa professor, e designa qualquer instrutor, professor ou Mestre de qualquer arte ou ciência. Logo, há o guru de violão, o guru de inglês, o guru de biologia etc. No ocidente, este termo possui conotação pejorativa de espertalhão espiritual e outras coisas esotéricas. Por este motivo, não é conveniente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1954" title="guru-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/guru-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="200" height="159" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Guru</strong></p>
<p>Na Índia, o termo <em>guru</em> significa professor, e designa qualquer instrutor, professor ou Mestre de qualquer arte ou ciência. Logo, há o guru de violão, o guru de inglês, o guru de biologia etc. <span style="text-decoration: underline;">No ocidente, este termo possui conotação pejorativa</span> de espertalhão espiritual e outras coisas esotéricas. Por este motivo, não é conveniente utilizar esta palavra bonitinha, nem a de baixo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Gurují</strong></p>
<p>Utiliza-se o sufixo <em>jí</em> para tornar o apelido carinhoso. Portanto, gurují pode equivaler às expressões &#8220;querido professor&#8221; ou &#8220;estimado professor&#8221;. Na língua portuguesa seria &#8220;professorzinho&#8221;, porque para tornar um nome carinhoso nós o colocamos no diminutivo, motivo pelo qual às vezes deixa-se de chamar alguém pelo vocativo carinhoso simplesmente porque esta pessoa cresceu.</p>
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		<title>Solidão existencial</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 11:08:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pode estar rodeado de humanos, mas sente-se só. Uma solidão existencial, me permitindo falar de coisa tão profunda, parece expressar que algo está incompleto ou inacabado, tal como fios soltos de um aparelho eletrônico. Esta ruptura em nossos fios é um pequeno detalhe nosso, de ausência notável. Os líderes religiosos aligeiram-se para manter a doutrinação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Pode estar rodeado de humanos, mas sente-se só.</em></p>
<p>Uma solidão existencial, me permitindo falar de coisa tão profunda, parece expressar que algo está incompleto ou inacabado, tal como fios soltos de um aparelho eletrônico. Esta ruptura em nossos fios é um pequeno detalhe nosso, de ausência notável. Os líderes religiosos aligeiram-se para manter a doutrinação e proclamam: &#8220;<em>para unir os fios, é preciso a religião, é preciso reconectar-se com Ele</em>&#8220;. Esta afirmação poderia ser verdade se o <em>Ele</em>mento em questão não fosse uma personificação masculina do imponderável, um <em>sujet</em> mago e vago, que só existe por dogma de fé e nós já vimos que é ótimo para manipulação de rebanhos. Logo, a afirmação é inválida.</p>
<p>A solidão existencial está a chamar para algo superior, sim, mas que está além do intelecto, e não aquém dele.</p>
<p>Tenha discernimento para encarar a sua evolução pessoal sem acomodar-se nas palavras que lhe oferecerão para conforto emocional. Quanto maior a desestrutura nas emoções, maior também será a probabilidade das correntes espiritualistas conquistarem uma nova ovelha: você. Livre-se das crenças na busca pelo autoconhecimento, pois estas acabam muito mais mascarando a Natureza e distorcendo a trilha do que ajudando ir adiante. Os fracos tremem e desistem quando confrontam-se com suas próprias fraquezas, e fogem para as respostas amenas das crenças, que afagam as emoções enquanto afogam a inteligência.</p>
<p>Confira a tirinha presente no post <a href="http://joaoedus.blogspot.com/2011/02/estava-aqui-tentando-e-tentando.html" target="_blank"><em>Buraco no meio do peito</em></a>, no blog do <a href="http://joaoedus.blogspot.com/" target="_blank">João Eduardo</a>.</p>
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		<title>Jogue o seu jogo</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 13:24:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O importante é ser quem você é, e isso quem sabe melhor é você, não os outros. Jogue o seu jogo. Você faz isso quando se distancia das expectativas dos outros. Você só consegue se encontrar consigo mesmo quando renuncia as opiniões alheias e, apurando sua sensibilidade, delimita um outro mundo. Recolha-se com frequência para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote style="font-size: 18px; line-height: 27px;"><p>O importante é ser quem você é, e isso quem sabe melhor é você, não os outros.<br />
Jogue o seu jogo. Você faz isso quando se distancia das expectativas dos outros. Você só consegue se encontrar consigo mesmo quando renuncia as opiniões alheias e, apurando sua sensibilidade, delimita um outro mundo. Recolha-se com frequência para dentro de si e reflita sobre aquilo que quer fazer.</p></blockquote>
<p style="text-align: right;"><em>Arthur Schopenhauer</em></p>
<p style="text-align: right;">Extraído do <a href="http://marcelohirota.com/?p=1691" target="_blank">blog do Marcelo Hirota</a>.</p>
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		<title>Para além da curva da estrada (Fernando Pessoa)</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 04:17:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Morrer é apenas não ser visto. Morrer é a curva da estrada. (Fernando Pessoa) Para além da curva da estrada Talvez haja um poço, e talvez um castelo, E talvez apenas a continuação da estrada. Não sei nem pergunto. Enquanto vou na estrada antes da curva Só olho para a estrada antes da curva, Porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Morrer é apenas não ser visto. Morrer é a curva da estrada.</em><br />
(Fernando Pessoa)</p>
<p>Para além da curva da estrada<br />
Talvez haja um poço, e talvez um castelo,<br />
E talvez apenas a continuação da estrada.<br />
Não sei nem pergunto.<br />
Enquanto vou na estrada antes da curva<br />
Só olho para a estrada antes da curva,<br />
Porque não posso ver senão a estrada antes da curva.<br />
De nada me serviria estar olhando para outro lado<br />
E para aquilo que não vejo.<br />
Importemo-nos apenas com o lugar onde estamos.<br />
Há beleza bastante em estar aqui e não noutra parte qualquer.<br />
Se há alguém para além da curva da estrada,<br />
Esses que se preocupem com o que ha para além da curva da estrada.<br />
Essa é que é a estrada para eles.<br />
Se nós tivermos que chegar lá, quando lá chegarmos saberemos.<br />
Por ora só sabemos que lá não estamos.<br />
Aqui há só a estrada antes da curva, e antes da curva<br />
Há a estrada sem curva nenhuma.</p>
<p style="text-align: center;">Este poema é para ti, <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100000839884714" target="_blank">Gus</a>, que agora tem a mamãe do lado de lá da estrada.<br />
Receba meu abraço fraternal do lado de cá.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1926" href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/para-alem-da-curva-da-estrada-fernando-pessoa/gustavo-dal-cin/"><img class="alignnone size-full wp-image-1926" title="gustavo-dal-cin" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/05/gustavo-dal-cin.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
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		<title>Em quantas mentiras o povo acreditará no futuro?</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 11:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após as armas de destruição em massa no Iraque, a histeria mundial da gripe suína, as pulseiras &#8220;Power Balance&#8220;, o fim do mundo de 2012, em quantas mentiras mais o povo acreditará? Se você for crente, emocionalizado, abstrato ou obscuro nas idéias e impreciso no raciocínio, tenderá a ser manipulado, doutrinado, enganado, envolvido por alguma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após as armas de destruição em massa no Iraque, a histeria mundial da gripe suína, as pulseiras &#8220;<em>Power Balance</em>&#8220;, o fim do mundo de 2012, em quantas mentiras mais o povo acreditará?</p>
<p>Se você for crente, emocionalizado, abstrato ou obscuro nas idéias e impreciso no raciocínio, tenderá a ser manipulado, doutrinado, enganado, envolvido por alguma corrente qualquer, retraindo-se  com baixo senso crítico e extrema incapacidade de compreensão dos fatos puros.</p>
<p>É preciso que percebamos o quanto é mais seguro ter um temperamento cético, racional, matemático, claro e exato nesse mundo.</p>
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		<title>A Beleza</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 11:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Andando por um charmoso bairro de Porto Alegre, vejo que uma velhinha com bengala e de costas curvas atravessará a rua. Parece dinâmica dentro de suas sérias limitações. Penso em auxiliá-la, mas não, não precisa: o semáforo sinalizará o vermelho e ela realizará o trajeto tranquilamente. De qualquer forma, ando ao lado para um eventual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Andando por um charmoso bairro de Porto Alegre, vejo que uma velhinha com bengala e de costas curvas atravessará a rua. Parece dinâmica dentro de suas sérias limitações. Penso em auxiliá-la, mas não, não precisa: o semáforo sinalizará o vermelho e ela realizará o trajeto tranquilamente. De qualquer forma, ando ao lado para um eventual auxílio caso ela tropece num paralelepípedo. <em>&#8220;Sei que ela está indo bem, mas eu podia ao menos dar um apoio moral</em>&#8221; &#8211; pensei. Miro-a com os cantos dos olhos. Completada a missão, sigo até a agência dos Correios para cumprir minha tarefa pessoal. Eis que instantes depois entra a velhinha, pega a sua senha e, sorrindo, me cumprimenta e senta no banco da fileira logo à minha frente. Em seguida, ainda sorrindo, se vira com dificuldades, faz um sinal para eu me aproximar e poupá-la de ter que se virar ainda mais, pois seu pescoço não permitiria tanto, e pergunta: &#8220;<em>nós já nos conhecemos ou você é sempre assim essa pessoa simpática?&#8221;</em> Essa é uma questão polêmica. Tecnicamente, eu já a conhecia desde minutos atrás, mas era uma amizade unilateral, não-recíproca. Declarei que provavelmente seria a segunda opção. E ela continua, utilizando o seu prejudicado fôlego da melhor forma possível: &#8220;<em>É que é difícil encontrar alguém que dê um sorriso sincero, com solidariedade*. E eu sempre costumo falar para as pessoas tudo aquilo que eu vejo de bom nelas. Eu acho que a beleza na vida sempre deve ser elogiada.</em>&#8221;</p>
<p>Logo em seguida a sua senha prioritária foi chamada. Seu nome é Laura, sua idade é avançada, e ela vê a beleza nas coisas sutis.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Beleza</strong>, por DeRose.<br />
Para ser lido com o fundo musical de <em>Les Sylphides</em>.</p>
<p style="text-align: center;">A beleza está nas pétalas da flor,<br />
está no hálito morno das areias,<br />
está no pássaro que voa e canta,<br />
está no vento que fala comigo<br />
na meditação do entardecer.</p>
<p style="text-align: center;">A beleza está na rocha viva,<br />
está nas Sílfides do incenso que aspiro,<br />
está no olhar terno dos que amam.</p>
<p style="text-align: center;">Se a beleza está em toda parte,<br />
por que não haveria de estar<br />
Naquele que jaz em ti?</p>
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		<title>Governador do Rio Grande do Sul aborda questão das drogas.</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Apr 2011 01:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tema polêmico foi abordado durante palestra do governador Tarso Genro em aula magna na UFRGS. Please upgrade your browser Veja a matéria no jornal ZH. Grande Tarso! Artigos possivelmente relacionados:Só há vendedor se houver compradorMétodo DeRose é uma cultura!Crack, mais uma drogaEntrevista com DeRoseDia Nacional do Combate ao Fumo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tema polêmico foi abordado durante palestra do governador Tarso Genro em aula magna na UFRGS.</p>
<div style="text-align: center;"><div class="iframe-wrapper">
  <iframe src="http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/PlayerPopup.aspx?midia=176286&amp;isEmbed=true&amp;channel=42" frameborder="0" style="height:458px;width:500px;">Please upgrade your browser</iframe>
</div></div>
<p><a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&amp;local=1&amp;section=Geral&amp;newsID=a3265412.xml">Veja a matéria no jornal ZH</a>.</p>
<p>Grande Tarso!</p>
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		<title>Só há vendedor se houver comprador</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 14:08:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O financiamento do crime é feito por quem compra as coisas que os criminosos vendem. Da mesma forma, o roubo dos aparelhos de som de carros ocorre porque há quem compre os aparelhos roubados. Um rapaz me disse que compraria aparelhos de som de carro roubados porque ele já havia sido furtado algumas vezes e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O financiamento do crime é feito por quem compra as coisas que os criminosos vendem.</p>
<p>Da mesma forma, o roubo dos aparelhos de som de carros ocorre porque há quem compre os aparelhos roubados.</p>
<p>Um rapaz me disse que compraria aparelhos de som de carro roubados porque ele já havia sido furtado algumas vezes e estava de saco cheio de gastar dinheiro. Então, ele pensou: &#8220;<em>Comprarei aparelhos roubados porque é mais barato e meu prejuízo será menor se eu for roubado novamente</em>&#8220;. Este cabeça-de-jumento não percebeu que tal atitude é justamente a que <strong>alimenta o sistema</strong> de roubos de som de carro. Se não houvessem os compradores, não haveria para quem vender. Por que um ladrão roubaria milhares de aparelhos? Para escutar em casa? Para fazer coleção? NÃO! Rouba para vender aos cabeças-de-jumento que compram. A estupidez humana é infinita!</p>
<p>E o mesmo é com as drogas: só há tráfico porque há quem as compre.</p>
<p>Aliás, sou até mesmo a favor da legalização das drogas. Qual o mistério? Ora, já liberaram o venenoso cigarro e o perturbador álcool, que é o mais poderoso dos psicotrópicos e a principal <em>causa mortis</em> na sociedade, direta ou indiretamente. Então, por que não liberar o restante das drogas? Tenho forte inclinação a deduzir que muitas instituições de duas faces devem estar ganhando dinheiro com o tráfico. Que droga.</p>
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		<title>Nosso primeiro contato com a TV em Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Apr 2011 01:52:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fomos convidados a aparecer num programa matinal bem conceituado e recebido pelos televisores gaúchos. Foi a primeira vez em que pude perceber o quão delicado pode ser conceder entrevistas que serão cortadas em módulos por profissionais que não conhecem a nossa filosofia. Nesse sentido, eu me sinto mais seguro falando ao vivo, pois tudo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fomos convidados a aparecer num programa matinal bem conceituado e recebido pelos televisores gaúchos. Foi a primeira vez em que pude perceber o quão delicado pode ser conceder entrevistas que serão cortadas em módulos por profissionais que não conhecem a nossa filosofia. Nesse sentido, eu me sinto mais seguro falando ao vivo, pois tudo o que eu falar será transmitido (e isso é bem importante).</p>
<p>A repórter foi amável, o <em>camera man</em> foi só sorrisos e o técnico de suporte bateu um papo bacana. Amenizando os critérios, o resultado foi tranquilo, claro. Parentes e amigos acharam tudo maravilhoso e diversas pessoas nos parabenizaram com alegria. Entretanto, em termos de esclarecimento à sociedade, lamento pela supressão de trechos importantes que dariam aos interessados uma noção mais clara acerca do tema. Nós compreendemos: é da natureza jornalística explorar atrações para o grande público e, com isso, manipularem as cenas para valorizar os benefícios e as vantagens para o tele-espectador. Mesmo assim, assimilei o duro aprendizado de que gravações devem ser feitas <strong>sob</strong> as minhas diretrizes (e não <em>sobre!</em>) e acompanhadas praticamente com punhos-de-ferro. Nas próximas oportunidades, que serão muitas, estou certo de que o entrevistado, o entrevistador e o espectador ficarão muito mais felizes devido ao melhor aproveitamento do nosso conteúdo, que é de boa qualidade.</p>
<p>O pessoal de casa não pode ficar com a sensação de que trabalhamos com atividade física. As técnicas vão muito além do âmbito físico e não possuem nenhuma semelhança com ginástica. Mais importante ainda é assimilar que temos um grande foco em reeducação comportamental, em boa cultura, boa alimentação, bom relacionamento humano e tudo o que possa estar associado com isto. Se esta dimensão não for transmitida, a reportagem terá sido desperdiçada.</p>
<p><small>P.S.: alguns dias após a entrevista, um aluno resolveu tirar uma pulga que ficou atrás da orelha, e me perguntou: &#8220;<em>aquela música que colocaram de fundo da matéria não foi sugerida por vocês, né?</em>&#8220;. Respondi, fazendo cara de lástima: &#8220;<em>Nãããão!</em>&#8221; Explico: na edição que foi ao ar, entrou uma músiquinha pra lá de chorosa, típica de filmes em que o samurai, após a batalha, volta para a mulher e filhos que o esperavam no doce lar do campo. Devem ter achado que era uma matéria de ióga. Então, que engulamos um sonzinho zen, oras!</small></p>
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		<title>Quando o intelecto vai na frente no caminho da evolução</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 14:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saber, mas não viver o que sabe. De que adianta? Em profundas mentalizações, você vai longe, vê-se vendo e sendo Luz, expande-se em direção a todas as galáxias, desapega-se de si próprio e das coisas todas e, leve e flutuante, compreendendo o sentido de tudo, sorri em felicidade inefável. Depois da iluminação intelectual, é hora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Saber, mas não viver o que sabe. De que adianta?</em></p>
<p>Em profundas mentalizações, você vai longe, vê-se vendo e sendo Luz, expande-se em direção a todas as galáxias, desapega-se de si próprio e das coisas todas e, leve e flutuante, compreendendo o sentido de tudo, sorri em felicidade inefável.</p>
<p>Depois da iluminação intelectual, é hora de levantar e agir para conduzir todo o restante do organismo a esta grande meta da hiperconsciência, pois, o corpo, com seus condicionamentos e labirintos emocionais, está um bocado mais para trás e ainda não comunga perfeitamente do mesmo ponto de vista.</p>
<p>O Yôgi puxa o antropóide para ambos serem um só.</p>
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