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	<title>Alexandre Figueiredo</title>
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	<description>Website pessoal do Alexandre Figueiredo</description>
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	<title>Alexandre Figueiredo</title>
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		<title>The Bone Collector (Lincoln Rhyme #1)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[alexvf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 12:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros de que gostei]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Jeffery Deaver é um autor de thrillers viciantes, cheios de acção, e sem momentos lentos ou aborrecidos. É um dos meus escritores de ficção preferidos. Já li vários livros escritos por ele mas, da série do Lincoln Rhyme, para já ainda só li dois. Adquiri mais três que tenho neste momento em fila para ler brevemente. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Jeffery Deaver é um autor de thrillers viciantes, cheios de acção, e sem momentos lentos ou aborrecidos. É um dos meus escritores de ficção preferidos.<br />
Já li vários livros escritos por ele mas, da série do Lincoln Rhyme, para já ainda só li dois. Adquiri mais três que tenho neste momento em fila para ler brevemente. O que vos aconselho hoje, é o primeiro desta série, com o título <strong>The Bone Collector (Lincoln Rhyme #1)</strong> ou em bom Português, O Coleccionador de Ossos.</p>
<h2>O Coleccionador de Ossos</h2>
<p>O Lincoln Rhyme era o responsável pela secção forense do Departamento da Polícia de Nova Iorque. Era um criminologista fora de série e um audaz estudioso da ciência forense. Manteve este cargo até ter tido um acidente enquanto investigava o local de um crime. O tecto cedeu, uma viga caiu-lhe em cima, e ficou quadriplégico. Praticamente paralítico em todo o corpo, apesar de conseguir controlar tudo do pescoço para cima, deste para baixo só consegue mexer o dedo anelar da mão esquerda.</p>
<p><img class="float-right rounded" src="https://alexandrefigueiredo.com/wp-content/uploads/2020/09/the-bone-collector-lincoln-rhyme-1.jpg" alt="The Bone Collector (Lincoln Rhyme #1)" />Não é uma pessoa feliz e, rapidamente percebemos que uma das poucas visitas que ele tem na parte inicial da narrativa é um homem que ele contratou para o ajudar a suicidar-se. Esses planos são no entanto adiados. Ele é desafiado para encontrar um assassino cruel que começou a raptar pessoas em plena cidade. Este criminoso fá-las aparecer em alturas e locais diferentes, deixando junto delas ténues pistas para a localização da vítima seguinte. Apesar de inicialmente se ter negado a aceitar o caso, a particularidade dos locais do crime e a habilidade e proactividade da agente que encontrou a primeira vítima, convencem-no a aceitar o desafio.</p>
<p>A primeira vítima foi encontrada, enterrada na vertical só com a cabeça e uma mão de fora, pela agente da polícia Amelia Sachs. Rapidamente, para manter a área do crime segura de destruição de provas, mandou parar um comboio e fechou uma das estradas mais movimentadas de Manhattan. Este gesto, que recebeu a reprovação do &#8220;chefe da polícia&#8221;, foi a razão pela qual o Lincoln Rhyme colocou esta agente sem nenhuma experiência forense, a analisar todas as cenas dos diversos crimes que correram durante esta história.</p>
<p>Não vou divulgar mais detalhes para não entrar em <em>spoilers</em> mas, há semelhança da maior parte dos livros que li do Jeffery Deaver, este thriller, o primeiro de uma série de vários com os Lincoln Rhyme e Amelia Sachs como protagonistas, é viciante do princípio ao fim. Aconselho vivamente.</p>
<p>Se o nome deste livro não te é estranho, há uma razão para isso. Em 1999 foi <a href="https://www.imdb.com/title/tt0145681/">realizado um filme</a> baseado nesta história, com o mesmo nome e com actores de renome nas personagens principais. O Lincoln Rhyme foi representado pelo Denzel Washington e a Amelia Sachs é a não menos famosa Angelina Jolie. Para além disso, teve também direito a uma série da NBC &#8211; <a href="https://www.imdb.com/title/tt9307990/">Lincoln Rhyme: Hunt for the Bone Collector</a> &#8211; lançada neste ano, que teve 10 episódios.</p>
<p>Podes encontrar este livro em quase todas as boas livrarias. Entre outros sítios, à altura que escrevo, está disponível no <a href="https://www.bookdepository.com/Bone-Collector-Jeffery-Deaver/9781444791556">Book Depository</a>, que entrega gratuitamente em Portugal em apenas alguns dias úteis.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Crossfit</title>
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		<dc:creator><![CDATA[alexvf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2020 15:20:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actividades que pratico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crossfit&#8230; nem sei como começar! Depois de ter praticado natação, karate, ténis, e outros desportos, é difícil descrever a marca que o Crossfit está a deixar em mim. Pratiquei natação quando era miúdo. Pratiquei durante vários anos, quando as piscinas em Coimbra eram outras. Felizmente, para os meus pais era essencial que o fizesse. E ainda bem que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Crossfit&#8230; nem sei como começar! Depois de ter praticado natação, karate, ténis, e outros desportos, é difícil descrever a marca que o Crossfit está a deixar em mim.</p>
<p>Pratiquei natação quando era miúdo. Pratiquei durante vários anos, quando as piscinas em Coimbra eram outras. Felizmente, para os meus pais era essencial que o fizesse. E ainda bem que assim foi. Graças a isso, e à ausência de computadores e consolas na altura que me obrigavam a brincar na rua o dia todo, fiquei com uma boa preparação física que me tem ajudado ao longo da vida. Quando saí da natação, comecei a treinar karate no ACM de Coimbra, onde andei 3 ou 4 anos. Experimentei o ténis, desporto que só treinei durante dois anos. E, mais tarde, voltei ao karate, desta vez no Bairro Norton de Matos.</p>
<p>Quando fiquei com a mania de que já era &#8220;crescido&#8221;, e que tinha melhores coisas onde gastar o meu tempo, deixei por completo o desporto. Isto, tirando o facto de que a bicicleta era, e foi durante uns anos, o meu único meio de transporte.</p>
<p>Quando fui pai pela primeira vez, e me apercebi da dependência que uma criança tem dos pais, decidi que estava na altura de voltar a fazer desporto na esperança de que isso me ajudasse a &#8220;andar por cá&#8221; o máximo de tempo possível. A decisão foi descarregar uma daquelas apps de <em>jogging</em> para <em>smartphones</em> e começar a registar as minhas corridas e o respectivo progresso.</p>
<p>Comecei a correr 3 ou 4 vezes por semana e, inicialmente, a evolução foi brutal. Passadas duas semanas já corria 6 kms seguidos e no fim do primeiro mês estava a correr 8 kms sem abrandar. A partir daí, estagnei um bocado na evolução. Decidi deixar de fumar para ver se resolvia o problema. Resolveu. Ao fim de uns tempos já estava a correr 15 kms pelas ruas de Coimbra, com subidas como a Av. António Portugal, a Av. Elísio de Moura e até da Baixa aos Olivais. A partir daí ganhei outro problema &#8211; não tinha disponibilidade para correr tanto tempo. Decidi então começar a correr apenas 10 kms, mas o mais rápido possível. Foi uma maravilha durante uns tempos, mas começou a faltar alguma coisa. Não me conseguia cansar tanto como pretendia.</p>
<p><a href="http://crossfitcoimbra.pt/"><img class="float-left rounded" src="https://alexandrefigueiredo.com/wp-content/uploads/2020/09/crossfit-coimbra.png" alt="Logo do Crossfit Coimbra" /></a>Por coincidência ou não, por volta dessa altura, o meu amigo e colega de trabalho João Lourenço falou-me num desporto chamado Crossfit, que ele treinava, e que o deixava derreado o resto do dia. Explicou-me em que consistia e não precisou de dizer mais nada. No dia seguinte já tinha uma marcação, na Box do <a href="https://www.facebook.com/Crossfitcoimbra/">Crossfit Coimbra</a> para ir experimentar.</p>
<p>Antes de continuar sinto-me na obrigação de explicar o que é o Crossfit (ou cross training). O Crossfit é um programa de treino e condicionamento físico, desenvolvido para melhorar as capacidades físicas de qualquer tipo de pessoa, desde atletas de elite, militares, idosos ou jovens. O objetivo do Crossfit é potenciar todas as principais capacidades físicas do ser humano, como a resistência respiratória e cardiovascular, a resistência muscular, a flexibilidade, a força, a coordenação, a potência, a agilidade, o equilíbrio e a velocidade. Os três principais princípios desta modalidade são os <strong>movimentos funcionais</strong> (que se assemelham bastante aos nossos movimentos diários), a <strong>alta intensidade</strong> (para o desenvolvimento do melhor condicionamento físico possível) e a <strong>variação constante</strong> (uma rotina de exercícios diferente todos os dias).</p>
<p>Mas voltemos à história. Estávamos em Setembro de 2015, num dia de muito calor, quando entrei pela primeira vez na Box. Por causa da minha pontualidade britânica, quando cheguei ainda estava a terminar a aula/treino anterior. Mas o que é isto?! Metade da malta em tronco nu, alguns deles (e delas), pareciam saídos de um filme dos Jogos Olímpicos na Roma antiga. Como dizia um colega meu que foi experimentar uma vez e não voltou &#8220;Oh pá, a saltar à corda pareciam todos o Terminator!&#8221;</p>
<p>Não me deixei intimidar. Afinal de contas, eu era um jovem de 40 anos que corria e não ia precisar de muito tempo para chegar ao ritmo deles. NOT! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.1.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>Este primeiro treino foi logo de choque. O <abbr class="initialism" title="Workout Of the Day">WOD</abbr> era uma Girl. As Girls são <em>benchmarks</em> (treinos que os <em>crossfitters</em> fazem periodicamente para poderem medir a sua evolução). A Girl era a Angie, que é um WOD para tempo, ou seja, deve ser feito no menor tempo possível, e que consiste no seguinte:</p>
<ul>
<li>100 elevações na barra (push-ups)</li>
<li>100 flexões (pull-ups)</li>
<li>100 &#8220;abdominais&#8221; (sit-ups)</li>
<li>100 air squats (agachamentos)</li>
</ul>
<p>Para um tipo que corria há cerca de 2 anos, a última parte devia ser fácil, mas primeiro era preciso chegar lá!</p>
<p>Apesar desta primeira experiência, continuei. Fui ganhando força, muita força, resistência, um físico e uma forma para lá do que pretendia inicialmente, e quebrando barreiras que nunca pensei ser possível quebrar nesta idade. Ao fim de uns meses já fazia <em>double-unders</em>, que é saltar à corda a pés juntos, mas passando a corda duas vezes por baixo dos pés em cada salto. Agora já faço alguns <em>triple-unders</em> seguidos. Ao fim de 2 anos, com 42 anos de idade, já fazia cerca de 25 metros em <em>handstand walk</em> (andar a fazer o pino). Agora faço curvas, ando para trás e para a frente, levanto um dos braços, etc. Dois anos antes, se me virasse ao contrário 2 segundos, subia-me logo o sangue à cabeça e ficava cheio de tonturas. Três anos depois de começar a treinar Crossfit, já fazia <em>muscle-ups</em> (elevações na barra ou nas argolas seguidas de um <em>dip</em>, até ficar com os braços esticados e a bacia ao nível da barra).</p>
<p>Neste momento não há muitos (agora até nem me lembro de algum), entre as centenas de movimentos que é possível fazer num treino de Crossfit, que eu não consiga fazer. E tudo isto tendo começado aos 40 anos de idade.</p>
<p>A forma que tenho e sinto actualmente devo-a também ao meu <em>background</em> de desporto que praticava quando era miúdo, sem dúvida nenhuma, mas a gigantesca maioria de responsabilidade é devida ao Crossfit, ao Crossfit Coimbra e aos seus treinadores, que nos obrigam a começar devagar e a ir progredindo com responsabilidade.</p>
<p>Entretanto, e porque o Crossfit é um tópico bastante discutido cá em casa, actualmente também a minha esposa e o meu filho são praticantes desta modalidade.</p>
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		<title>Yamaha DT 125 R</title>
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		<dc:creator><![CDATA[alexvf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 21:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[As Minhas motas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A minha segunda mota foi uma Yamaha DT 125 R. O tipo de mota (trail) e de motor (mono-cilíndríco a 2 tempos) eram os mesmos da DT 50, mas o resto era completamente diferente. Os travões de disco e o dobro da potência, faziam desta máquina um bicho muito mais excitante de conduzir. Estávamos todos tão habituados à [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img class="img-fluid rounded" src="https://alexandrefigueiredo.com/wp-content/uploads/2020/08/dtr125.png" alt="Yamaha DT 125 R" /></p>
<p>A minha segunda mota foi uma Yamaha DT 125 R. O tipo de mota (trail) e de motor (mono-cilíndríco a 2 tempos) eram os mesmos da DT 50, mas o resto era completamente diferente. Os travões de disco e o dobro da potência, faziam desta máquina um bicho muito mais excitante de conduzir. Estávamos todos tão habituados à cinquentinhas, que me lembro de uma vez ir com o Fritz a pendura, na Rua do Brasil, e depois de ultrapassar um carro ele comentar: &#8220;<em>Man, nem precisaste de meter uma mudança abaixo para ultrapassar! Foi só rodar um bocado o punho!</em>&#8220;. Não estou a mentir se disser que foi a minha mota preferida.</p>
<p>As voltas que dei com ela, embora maioritariamente na estrada, passaram a ser bastante mais nos pinhais e nas pistas de motocross que havia espalhadas pelos arredores de Coimbra. Custa a acreditar mas, debaixo da ponte que separa Coimbra de Ceira havia uma pequena pista e, na actual praia do Rebolim, havia uma maiorzinha. Para os lados de Sto. Varão, ao lado da estarada do Rio, havia outra e as minhas voltinhas passaram a ser menos nas inúmeras ruas estreitas de Coimbra, e mais em terra, brita e calhaus. Vale de Canas também tinha vários trilhos engraçados. Um deles, o que fiz mais vezes, começava no fim da Rua Eládio Alle Alvarez e terminava à frente da antiga Pizzaria Macel, na Rua Brigadeiro Correia Cardoso. Agora já não existe porque a circular externa cortou-o ao meio.</p>
<p>Esta mota era também a mota que tinha quando conheci a minha esposa. Foi a primeira mota a sério (com + de 50 cc) que ela conduziu e a primeira vez que o fez, correu mal. Ela estava habituada a andar de scooter, numa Yamaha BWS e, às vezes, da DT 50 do irmão. Mas a DTR era consideravelmente mais alta e ela apercebeu-se da verdadeira distância entre o banco e o solo dois metros depois de ter arrancado. Estávamos numa esplanada da Figueira da Foz com uns amigos e ela pediu-me a chave da mota para a ir finalmente experimentar. A mota estava estacionada no passeio e ela arrancou devagarinho para, quando a roda da frente descesse para a estrada, poder confirmar se vinham carros nessa faixa. O pior é que, quando a roda da frente desceu o passeio e rodou mais uns centímetros, a distância do banco ao chão aumentou na mesma proporção da altura do passeio. O resultado foi o previsível &#8211; os pés não chegavam ao chão e a mota caiu para o lado, felizmente sem estragos humanos ou materiais.</p>
<p>Esta máquina ficou na minha história por outra razão. Foi a primeira mota que me levou à concentração anual do Moto Clube de Faro. Fui com o Durão a epndura, e sempre pela estrada porque não valia a pena metê-la na autoestrada. Levava um pneu de terra atrás porque, à boa maneira portuguesa, deixei a substituição dele para o dia anterior à concentração e não consegui encontrar mais nenhum. Cheguei a Faro com metade dos <em>pitons</em> no pneu e, dois dias depois, novamente a Coimbra com um pneu de terra liso.</p>
<h2>Especificações</h2>
<table class="table table-dark table-striped table-sm">
<tbody>
<tr>
<th>Marca</th>
<td>Yamaha</td>
</tr>
<tr>
<th>Modelo</th>
<td>DT 125 R</td>
</tr>
<tr>
<th>Tipo de motor</th>
<td>1 cilindro, 2 tempos, refrigerado a líquido</td>
</tr>
<tr>
<th>Cilindrada</th>
<td>124 cm<sup>3</sup></td>
</tr>
<tr>
<th>Potência</th>
<td>14.1 cv</td>
</tr>
<tr>
<th>Caixa de velocidades</th>
<td>6 velocidades</td>
</tr>
<tr>
<th>Embraiagem</th>
<td>Multi disco em óleo</td>
</tr>
<tr>
<th>Travões</th>
<td>Disco (230 mm à frente e 220 mm atrás)</td>
</tr>
<tr>
<th>Arranque</th>
<td>Kick starter</td>
</tr>
<tr>
<th>Peso (a seco)</th>
<td>116 Kg</td>
</tr>
<tr>
<th>Capacidade do tanque</th>
<td>10 litros</td>
</tr>
<tr>
<th>Capacidade do depósito de óleo</th>
<td>1.2 litros</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Yamaha DT 50 LC</title>
		<link>https://alexandrefigueiredo.com/motas/yamaha-dt-50-lc/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[alexvf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2020 15:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[As Minhas motas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de vários anos a pedalar e a tentar convencer os meus pais de que precisava de uma mota para me deslocar, os meus pais lá acederam e ofereceram-me a minha primeira mota. Nunca mais me vou esquecer desse dia. Lembro-me da viagem do stand para casa como se tivesse ido buscar a mota (o termo correcto é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de vários anos a pedalar e a tentar convencer os meus pais de que precisava de uma mota para me deslocar, os meus pais lá acederam e ofereceram-me a minha primeira mota. Nunca mais me vou esquecer desse dia. Lembro-me da viagem do stand para casa como se tivesse ido buscar a mota (o termo correcto é &#8220;motorizada&#8221;) ontem.</p>
<p>Era uma Yamaha DT50 LC, comprada em segunda mão no <em>stand</em> da Yamaha da Figueira da Foz. Vinha toda de origem, com os plásticos laterais, a protecção para os salpicos do óleo da corrente e, pior ainda, com uns espelhos retrovisores gigantes e aquele guiador alto que nos dava um ar de totós quando a conduzíamos de costas direitas. Talvez por isso, 2 minutos depois de sair do stand, quando acabava de concluír a última curva antes de entrar na estrada das Abadias, apercebi-me de atrás de mim alguém a dar &#8220;gasadas&#8221;, com a embraiagem premida. Era um tipo numa Honda CRM 50, à espera de se picar com o totó da DT LC, que pouco depois fiquei a saber, foi também a minha primeira vítima num &#8220;picanço&#8221; de mota. Em abono da verdade foi também a última, visto que nunca mais me meti em avarias dessas. As minhas avarias eram outras, como descrevo mais abaixo.</p>
<p>Esta mota foi a minha companheira durante 2 anos. Ia com ela para todo o lado, fizesse chuva ou Sol. Em passeios com os amigos, muitos deles apenas dentro da cidade, alguns por ruas nunca dantes navegadas, fiz mais de 30.000 quilómetros. Umas vezes éramos dois, outras vezes éramos dez, mas havia sempre alguém que quisesse gastar gasolina e fazer barulho. Era um grupo excelente e bastante variado. Havia DTs &#8211; a minha, a do Narsa, a do Madeira e a do Apita &#8211; várias scooters (as do Preto e do Sangalhos andavam que se fartavam, a do Fritz nem por isso), havia as Casal Boss do Barranca, do Ricardito e do Durão, a Honda Scoopy do Zé Maria com o seu cesto para o capacete, a pasteleira do Urbano, e muito mais. Havia de tudo.</p>
<p>Foi também nesta mota que ganhei o gosto por andar no mato (vulgo &#8220;motocross&#8221;), e por fazer cavalinhos, para os quais tinha uma sensibilidade considerável. Desde fazer rotundas completas na roda de trás em pé na mota até fazer &#8220;deslizes&#8221; de dezenas de metros (&#8220;deslizar&#8221; só na roda de trás, no ponto de equilíbrio, sem usar o acelerador).</p>
<p><img class="rounded float-right" src="https://alexandrefigueiredo.com/wp-content/uploads/2020/08/dt50lc2.png" alt="Motor da Yamaha DT50 LC" />Os &#8220;prós&#8221; desta máquina eram, sem dúvida, a disponibilidade do motor, a resistência aos maus tratos e às quedas, a durabilidade, a facilidade de condução e o peso. Este motor, aliado ao baixo peso do conjunto, permitia &#8220;sacar&#8221; cavalos em qualquer velocidade, incluíndo em 5ª ou 6ª. Já os &#8220;cons&#8221; eram definitivamente os travões. Era de longe o pior componente desta mota e, com o tempo e o uso, a travagem ia piorando consideravelmente. Senti bem isso na pele (ou será no osso?) quando caí em cavalinho a quase 60km/h na Av. Fernando Namora (na altura conhecida por &#8220;prolongamento da Elísio de Moura&#8221;) e parti um pé. Aí, o travão de trás falhou numa altura crucial. Aproveito para agradecer mais uma vez, agora 30 anos depois, ao Madeira, que vinha atrás de mim e me deu os primeiros socorros e ao Adriano, que passou na zona uns minutos depois e me meteu no hospital em menos tempo do que aquele que eu demorei a cair.</p>
<h2>Especificações</h2>
<table class="table table-dark table-striped table-sm">
<tbody>
<tr>
<th>Marca</th>
<td>Yamaha</td>
</tr>
<tr>
<th>Modelo</th>
<td>DT50 LC</td>
</tr>
<tr>
<th>Tipo de motor</th>
<td>1 cilindro, 2 tempos, refrigerado a líquido</td>
</tr>
<tr>
<th>Cilindrada</th>
<td>49 cm<sup>3</sup></td>
</tr>
<tr>
<th>Potência</th>
<td>7.2 cv</td>
</tr>
<tr>
<th>Caixa de velocidades</th>
<td>6 velocidades</td>
</tr>
<tr>
<th>Embraiagem</th>
<td>Multi disco em óleo</td>
</tr>
<tr>
<th>Travões</th>
<td>Tambor (frente e trás)</td>
</tr>
<tr>
<th>Arranque</th>
<td>Kick starter</td>
</tr>
<tr>
<th>Peso (a seco)</th>
<td>76 Kg</td>
</tr>
<tr>
<th>Capacidade do tanque</th>
<td>8.5 litros</td>
</tr>
<tr>
<th>Capacidade do depósito de óleo</th>
<td>1.3 litros</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr />
<p><small>Nota: Infelizmente não encontro fotografias minhas desta mota. A imagem exibida nesta página é propriedade da <a href="http://www.oldtimerstudiolisboa.com/pt/motos/yamaha-dt-50-lc/142">Oldtimer Studio Lisboa</a>.</small></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://alexandrefigueiredo.com/motas/yamaha-dt-50-lc/">Yamaha DT 50 LC</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://alexandrefigueiredo.com">Alexandre Figueiredo</a>.</p>
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