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&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8l0h1IB3RFA/TnfV-ZIOA5I/AAAAAAAAG0k/8ve_H_199m8/s1600/mo%25C3%25A7achuva.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-8l0h1IB3RFA/TnfV-ZIOA5I/AAAAAAAAG0k/8ve_H_199m8/s320/mo%25C3%25A7achuva.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Chega um momento em que você desiste de andar no encalço das horas, como se perseguisse os segundos para resolver os seus dilemas existenciais, livrar-se das dores que a vida lhe dá de presente e alterar os traços do desenho que rabiscou no dia mais feliz da sua vida. De repente, uma ausência recém descoberta se instala no peito e começa a oscilar entre o cinza e o ocre, algo muito parecido com solidão, mas que lhe faz companhia, mesmo ferindo a pele, os ossos, as lembranças. É tão inexata e disforme quanto as suas angústias, mas branda e morna o suficiente para protegê-lo da chuva que virou tempestade.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se eu disser que somente as pessoas felizes conseguem transmitir felicidade, você dirá que qualquer um sabe disso. Se eu argumentar que a autoestima é importante para que a pessoa consiga se equilibrar no meio em que vive, você também dirá que isso é do conhecimento de todos. Mas se eu perguntar como andam as suas emoções ultimamente, você, certamente, fará um minuto de reflexão e pensará para responder.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É claro que não me refiro a quem está apaixonado, sorrindo para o mundo. Projeto-me a você, que largou as emoções atrás da porta ou resolveu viver apenas com o que vem do outro. E às vezes, não vem nada. É uma espera funesta, um adiamento constante de “deixar para amanhã” as coisas do coração. É atirar-se na cama, de costas, olhar para o teto procurando pela própria vida. E você passa a sentir as coisas com peso, indo-e-voltando-caindo-e-levantando, completamente fascinado com a ideia de mergulhar ainda mais no escuro, mesmo sabendo que pode ser um caminho só de ida, porque não existe volta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É aquele momento em que tudo e nada faz sentido, e você não se arrepende nem se confessa culpado pela insipidez, pela languidez ou pela falta de zelo consigo mesmo em acreditar que a vida se movimenta em espiral, e lá no fim, tudo será perfeito. Eu sei, são tantos compromissos e afazeres que lhe são introjetados que é melhor e mais cômodo fazer de conta que emoção é sofisma ou é coisa do passado. Quem sabe você tenha o sonho itinerante de que amanhã tudo mudará; as coisas tornarão a ser empolgantes e você volte a se apaixonar, talvez até pela mesma pessoa... A ilusão faz parte da vida, não é? Mas acredite,&lt;b&gt; resgatar emoções mofadas é ilusão&lt;/b&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Entre um café da manhã e outro você percebe que nada de diferente acontece, e as afeições antigas, e os sorrisos fáceis já não fazem parte da mesa nem da cama nem de coisa nenhuma. E aí começa a se perguntar onde errou ou quem errou mais nessa história. Como pôde permitir que a estagnação adentrasse pela porta e se instalasse displicentemente no meio da sala, confinando seu mundo sensorial no canto da estante?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O que acontece conosco com o passar dos anos? Será que a emoções envelhecem junto com o corpo e enferrujam? Cansamos de tentar inventar um pequeno enredo a cada dia para manter o sorriso e a satisfação em alta? Ou será que o comodismo, esse gigante de mãos afáveis nos acariciou de tal maneira que fomos submersos numa espécie de preguiça para “sentir” a vida? A resposta está no descompromisso que temos conosco. Depois de um tempo, cruzamos os braços e passamos a esperar do outro a resposta para as nossas insatisfações internas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A linearidade nem sempre é positiva. Mudar de planos, desafogar os sentimentos, libertar-se do recheio insosso que você vai acumulando no prato, em pequenas porções, podem ser atitudes eficazes para uma guinada na torpidez em que a vida se encontra (com a sua permissão). Ninguém cai no poço "da tristeza" por descuido. É provável que tenha deixado o fechamento do capítulo para o outro e aí, sim, por descuido, colocou em mãos alheias a obrigação pela sua estabilidade emocional. É fato, ninguém o completará em plenitude (e nem por todo o tempo). O grande equívoco está em querer usurpar sentimentos e não em somá-los espontaneamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O “suicídio” emocional traz consigo a covardia, a acomodação, a fraqueza. Dá-nos de graça a insegurança, os conflitos internos e a depressão. Enquanto insistirmos em bater o martelo para uma visão dependente de relacionamento, cairemos, fatalmente, numa esfera vazia, perene; num emaranhado de saídas insólitas e errôneas. É cerrar a porta para o seu próprio mundo, apegando-se à utopia personalizada de que um dia, por encanto, a felicidade voltará a compor aquele antigo quadro empoeirado da parede. Aliás, nesse quadro, se você olhar bem, perceberá que o brilho dos seus olhos ainda pede vida. &lt;b&gt;Viva!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="025" src="http://www.youtube.com/embed/E0aQDui5jvI" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cc0000;"&gt;O Direito Autoral é protegido pela Lei n.º 9.610 de 19/02/1998. Violar é crime estabelecido pelo artigo 184, do Código Penal. Se quiser publicar o texto, solicite à autora, ou então, publique a fonte do mesmo. Obrigada!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-667648806694190503?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-20T12:08:21.311-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-8l0h1IB3RFA/TnfV-ZIOA5I/AAAAAAAAG0k/8ve_H_199m8/s72-c/mo%25C3%25A7achuva.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">11</thr:total><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/09/suicidio-emocional.html</feedburner:origLink></item><item><title>Começo, Meio e Fim</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/Ck6xC63Q1rE/comeco-meio-e-fim.html</link><category>reflexão</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Mon, 05 Sep 2011 15:21:14 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-4096616218264298078</guid><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-efkzbxMexB4/TmUEQFJtdlI/AAAAAAAAGwI/F0ZylOACpu4/s1600/come%25C3%25A7o.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 398px; height: 385px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-efkzbxMexB4/TmUEQFJtdlI/AAAAAAAAGwI/F0ZylOACpu4/s400/come%25C3%25A7o.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5648925981913478738" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Na correria da vida, quase nunca paramos para analisar as coisas que realmente são (ou foram) importantes para nós: as histórias que construímos no dia-a-dia. Envolvemo-nos com elas por um determinado tempo, e depois, de maneira inexplicável, talvez por razões do próprio tempo ou por desencanto, abandonamos, descurtimos o que até então fazia parte de nós. Somos assim, exigimos a inovação, aquilo que nos fascina, sem questionar se vai durar muito ou se só precisamos de outra novidade para repelir aq&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; "&gt;uilo que nos era caro, atraente, entusiástico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; "&gt;Pense agora em todas as coisas que você abandonou pelo meio: aquele quadro que começou a pintar e jamais será fixado na parede se você não findá-lo, o texto inacabado que escrevia nas noites insones e está perdido no seu computador entremeio a tantos outros, correndo o risco de nunca ser lido por ninguém (a não ser você), o jardim (agora esquecido), com ervas daninhas a invadir os seus girassóis de que tanto gosta (ou gostou), aquele amigo que sumiu da sua vida, que o divertia nos dias de chuva e você deixou que ele se fosse, as aulas de música que foram interrompidas pela sua "falta de tempo", a história de amor que não viveu e, de vez em quando, lembra com saudade, imaginando como seria hoje se a tivesse vivido com todas as cores que ela prometia. Não importa quem interrompeu o seu trajeto, se a culpa foi sua ou não, o que importa é o que você não vivenciou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há explicação lógica para as nossas impressões mentais. De repente, vemo-nos propensos a percebê-las, seja ao abrir um álbum de fotografias da época mais ingênua e doce da sua vida, ao encontrar uma pessoa que fez parte do passado e ainda invade o seu pensamento nas noites nostálgicas ou ao ouvir uma música que se funde com as experiências emotivas da ocasião. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, pior do que não concluir um enredo, é deixá-lo no começo. Não se deu a oportunidade de desenvolvê-lo, ampliá-lo, aprofundá-lo... Esse é pior do que os outros... é uma narrativa sem meio. Sequer chegou a se divertir com ela, nem a valorizou. E se fosse a grande história da sua vida? Algo que ficou na metade da metade. A parte que poderia ter sido a mais sensata (ou a mais louca), você ignorou. Sejam coisas materiais, projetos profissionais ou sentimentos abandonados, mal resolvidos, foi o seu "eu" que esteve presente durante um tempo nesses acontecimentos. Que interessa se foi uma história de uma página ou de trezentas?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É preciso pensar nisso vez ou outra e recuperar o que ainda der tempo. Conclua as suas histórias! Dê um final interessante a elas para que não sinta um gosto acre na boca, que faz doer o peito quando recordá-las. Se preciso for, recomponha-as, acrescente o que faltou, dê um outro colorido, mas não as perca para sempre. Permita-se chegar ao fim da estrada pela qual se embrenhou. Quem pode saber o que o aguarda no final? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Os sentimentos que carregamos são só nossos, e eles afloram em momentos inesperados. Nem cabe justificar a sensação de dever cumprido ao concluirmos as nossas histórias. Talvez a relevância seja para desmistificar os fantasmas que poderão surgir no futuro, sondando-nos a mente sobre este ou aquele, isto ou aquilo, que evanesceram e viraram breu. Se o capítulo ficou inconcluso, termine-o! O importante é não negar as emoções. É preciso vivê-las em todas as suas instâncias, com euforia ou com dor, para se sentir pleno e com a certeza de que tudo valeu a pena.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;iframe width="320" height="245" src="http://www.youtube.com/embed/CcFwQE3Zr80" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-4096616218264298078?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-05T19:21:14.394-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-efkzbxMexB4/TmUEQFJtdlI/AAAAAAAAGwI/F0ZylOACpu4/s72-c/come%25C3%25A7o.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">16</thr:total><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/09/comeco-meio-e-fim.html</feedburner:origLink></item><item><title>Sexo em Cancún?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/3csm-oAMq6Q/sexo-em-cancun.html</link><category>casamento</category><category>mulher</category><category>emoção</category><category>Comportamento</category><category>sentimento</category><category>homem</category><category>Relacionamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Sun, 28 Aug 2011 12:06:32 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-1497493639981563570</guid><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-w4JG0NHPGU8/TlpoyFrUkYI/AAAAAAAAGvo/h0k3_b2NXd8/s1600/sexo.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 350px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-w4JG0NHPGU8/TlpoyFrUkYI/AAAAAAAAGvo/h0k3_b2NXd8/s400/sexo.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5645940292588966274" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Ele já não olha mais pra ela com os mesmos olhos de volúpia que a deixavam de pernas bambas, como que prevendo o que rolaria nos próximos minutos entre as quatro paredes silenciosas,  hoje bem mais comportadas do que antigamente. Ela já não sente mais vontade de deixar a toalha cair distraidamente, no quarto, após o banho, sob a observação maliciosamente irresistível daquele que fôra o desejo mais insano e arrebatador da sua vida. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Ele dorme antes, ela tem insônia. Ele engordou, ela criou rugas. Ambos tentam disfarçar o indisfarçável, amenizar a tese óbvia da falta de tesão que se instalou entre os lençóis, sem data pra ir embora. - Deve ser fase, ela diz! - Ando com problemas, ele pensa! Procuram psicólogo, terapia de casal, compram acessórios, mudam as posições, trocam o perfume, veem filmes quentes, tomam banho juntos, fazem comida afrodisíaca, leem sobre pompoarismo, tentam encontrar respostas para a fatídica pergunta que um dia chega, sem avisar: - Por que não transamos mais? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;E a resposta não vem, o silêncio se abre, o sorriso se fecha... Enquanto um morde os lábios ansiosamente numa tentativa desesperada de salvar o que está em via de sucumbir ao chão, o outro, em mesmo grau de angústia, rói as unhas e pensa, pensa e rói as unhas, sentindo peso, culpa, inquietação. O que no começo do mês era uma questão aberta com um ponto de interrogação, agora já é um inquirimento de páginas e páginas a ilustrar a mente todas as noites após o jantar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Enquanto ele divide o desconforto com a televisão, ela vai pro banheiro e começa a conjeturar: - Será que estou com &lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color:black;background:white"&gt;síndrome do&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="color:black;background:white"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: black; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; font-style: normal; "&gt;desejo hipoativo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;? Ele arrumou outra? Por que não sente mais ciúmes de mim? Teremos de nos separar? Mas nós éramos tão felizes! Eu era tão feliz! Sempre elogiei o meu casamento às minhas amigas, aos parentes, à vizinha... Sempre nos demos mais ou menos bem na cama. O que aconteceu? Os homens ainda me olham na rua; não devo estar tão feia... Talvez uma segunda lua de mel...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;E lá vão eles pra Cancún ratificar o desejo e a tese de que tudo pode ser recuperado. &lt;b&gt;Re&lt;/b&gt;avaliar os sentimentos com calma, &lt;b&gt;re&lt;/b&gt;fazer as mesmas práticas com mais cuidado, &lt;b&gt;re&lt;/b&gt;namorar, &lt;b&gt;re&lt;/b&gt;noivar, &lt;b&gt;re&lt;/b&gt;casar e voltar à rotina refeitos, realizados, reafirmando o amor que sentem um pelo outro. Mas ela gostou tanto da cultura ancestral, e ele se encantou tanto com os espetáculos noturnos de &lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color:black;background:white"&gt;XCaret, que até esqueceram o propósito que os levou até ali. Estavam tão felizes, fraternalmente descontraídos, cada um com a sua felicidade, que não cabia espaço para o problema trazido na bagagem. Isso ficaria pra quando voltassem. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Voltaram! Sequer transaram! E a falta de tesão continuou... Só as lembranças recreativas da viagem ficaram...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;pesar de a maioria dos psicoterapeutas afirmarem que os problemas do casamento começam pela ausência de comunicação (leia-se: falta de diálogo), pondero e muito esse jargão. Há fatores internos e externos que acabam por se fundir e formar um grande alicerce entre os dois. A rotina, os compromissos, a personalidade de cada um que, a cada dia, acomoda-se furtiva e indisciplinadamente são questões relevantes que podem levar os prospectos emocionais de outrora à ambivalência de sentimentos atual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Sexo está ligado ao prazer intenso que ambos se permitem sentir. A convivência desmistifica o príncipe e banaliza a princesa. A facilidade de acesso sem precisar conquistar, lutar, envolver-se, pode, sim, estar ligada à falta de desejo crescente que, por sua vez, desgasta o relacionamento já que ambos veem o sexo como combustível necessário para a saúde física e psicológica do casal. Sentir-se desejado, admirado pelo outro é uma prerrogativa obrigatória, não facultativa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A palavra é “desencanar”. &lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color:black;background:white"&gt;Viver diariamente um relacionamento é bem diferente daquilo que vemos em filmes ou lemos em romances. Também não tem muito a ver com&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;os conselhos estereotipados de especialistas no assunto. Não somos constantes e intensos em tempo integral e, às vezes, por não haver entendimento de que precisamos de tempo e espaço para sentir a vida com olhos únicos, acabamos reféns da nossa própria escolha, que é comungar os passos e as ações simetricamente com as do outro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Ela não precisa mudar o cor do batom pra voltar a ser charmosa, ele não precisa emagrecer, ela só precisa entender que rotina não combina com tesão, e ele precisa ter ciência de que as mulheres são imensamente diferentes dos homens &lt;span&gt; &lt;/span&gt;em relação a sexo. Não há contorcionismos que operem o milagre das mesmas sensações de antigamente. Também não é fase, que um dia passa. Não passa! Incorre em erro quem tenta “&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;re&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;ler”, &lt;span&gt; &lt;/span&gt;“&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;re&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;paginar”, &lt;span&gt; &lt;/span&gt;“&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;&lt;b&gt;re&lt;/b&gt;alinhar&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;”, “&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;re&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;pensar” e “&lt;b&gt;re&lt;/b&gt;tificar” o relacionamento. A vida anda pra frente. E cada dia, a história é diferente! Não há nada pra ser resgatado, apenas vivido. E ponto!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="line-height: 18px;"&gt;&lt;iframe width="420" height="025" src="http://www.youtube.com/embed/BZvWSptIbSU" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-1497493639981563570?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-28T16:06:32.911-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-w4JG0NHPGU8/TlpoyFrUkYI/AAAAAAAAGvo/h0k3_b2NXd8/s72-c/sexo.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">8</thr:total><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/08/sexo-em-cancun.html</feedburner:origLink></item><item><title>Por que mentimos?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/Kqu_C_UaHXY/por-que-mentimos.html</link><category>mulher</category><category>Comportamento</category><category>homem</category><category>Relacionamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Sat, 27 Aug 2011 08:06:41 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-2327684281534377546</guid><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-JjKsnihstds/TlhKfvCHSvI/AAAAAAAAGvg/rdctDyrzLLs/s1600/mentira.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 314px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-JjKsnihstds/TlhKfvCHSvI/AAAAAAAAGvg/rdctDyrzLLs/s400/mentira.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5645344041970649842" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;div align="justify" style="line-height: 19px; font-size: 13px; font-family: Arial, sans-serif; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;em&gt;Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas.
&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="file:///autor/Friedrich_Nietzsche/" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(140, 19, 19); text-decoration: none; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;Friedrich Nietzsche&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="line-height: 19px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;Mentir, como todos sabemos, vai de encontro aos padrões morais de comportamento e é considerado “pecado” em alguns seguimentos religiosos. Temos uma visão bastante linear em relação a essa prática, colocando-nos em xeque quando, por impulso ou evasiva, acabamos “cometendo” esse ato nos nossos relacionamentos, que pode acarretar uma série de implicações para o nosso futuro, seja para estremecer a solidez da relação ou para pôr um ponto final naquilo que não tem mais credibilidade. Mentir, a meu ver, não é pecado, é ilusão!
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); line-height: 19px; "&gt;Mentimos porque precisamos, por questão de ponto de vista, por omissão, por covardia, por receio de não conseguir expor com clareza o que passa pela mente e quais são as expectativas que temos em relação ao que está nos impulsionando a praticar esse ato. Mentimos por não encontrar saída imediata à determinada atitude que, grosso modo, desassemelha-se dos nossos procedimentos habituais. Mentimos por incongruência entre realidade e utopia, ou seja, simultaneamente, criamos dois espaços paralelos onde um é incompatível com o outro, tornando-se necessária a transgressão. Mentimos até para nós mesmos ao crer que o parceiro acreditou na nossa mentira ou que ele fala a verdade 24 horas por dia.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;div align="justify" style="color: rgb(0, 0, 0); line-height: 19px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px;"&gt;A necessidade de mentir (numa relação amorosa) talvez se dê por uma falha de comunicação. Em algum momento estamos pecando em palavras ou gestos o que queremos traduzir. Não, não me diga que quem ama não tem necessidade, às vezes, de mentir. Chegará o dia em que sentiremos gosto por flertar com a liberdade, com o autoconhecimento, com o nosso "eu" que clama por individualidade, ou até mesmo para encontrar respostas a anseios que passam apenas pela nossa mente, não do parceiro. Fato é que pensamentos e preferências são coisas exclusivas de cada ser humano e, salvo raras exceções, convergir em 100% essas peculiaridades é impossível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: rgb(0, 0, 0); line-height: 19px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;
&lt;br /&gt;Para se descobrir que alguém mentiu ou anda mentindo é necessário um bom tempo de observação a fim de concluir em que pontos o comportamento está divergente do caráter ou da personalidade desse indivíduo. Uma vez comprovada a versão dos fatos, é hora de esclarecê-la ou esquecê-la. Sim, pois há verdades que não cabem à nossa realidade ou não queremos que caibam. É preciso, então, guardá-las apenas na memória, ignorando os possíveis danos emocionais, impedindo-os que venham à tona. Seria essa a saída para manter o que pensamos ser o nosso prognóstico de vida? Ou seria ilusão para manter o relacionamento?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: rgb(0, 0, 0); line-height: 19px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;
&lt;br /&gt;Experimente fazer um teste contando à sua esposa sobre o sonho que teve com a amiga dela; comente que encontrou uma ex-namorada do tempo de faculdade e a convidou para um café, descreva, em detalhes, sobre o olhar mais demorado que lança à prima dela sempre que a vê; faça uma pequena lista de defeitos que ela tem e que o irritam profundamente. Ela vai adorar saber! Inclusive, vai ajudá-lo a decifrar todos os pensamentos que passam pela sua mente, sem você mesmo saber por quê.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: rgb(0, 0, 0); line-height: 19px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;
&lt;br /&gt;Todas as omissões que cometemos no dia a dia também não deixam de ser uma falsa fantasia de estarmos sendo verdadeiros com o outro. É uma ilusão romântica de que, para continuarmos com o caráter inabalado e o amor em temperatura estável, jamais deveremos mencionar os desejos proibidos, as aspirações individuais e o quanto sonhamos sozinhos, calados, contidos, com catarses interiores que só a nós dizem respeito e fazem sentido. Isso vale também para as meias-verdades e as distorções ocasionais que acabamos desenvolvendo para nos livrar do desconforto inquisitório a que poderemos ser submetidos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: rgb(0, 0, 0); line-height: 19px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;
&lt;br /&gt;Se vamos ou não adotar essa prática em algum momento da nossa vida, só as circunstâncias poderão dizer. Se a nossa postura diante desse meio ilícito for sempre tida como normal, acredito que tenha chegado a hora de pesar o quanto estamos sendo verdadeiros conosco mantendo em sigilo um lado da nossa história que talvez não mereça ser camuflado. Quando a mentira é imensamente maior do que aquilo que se pode mostrar é porque nos perdemos na condução das nossas expectativas. Se os limites impostos por nós mesmos estão em desacordo com a natureza dos nossos desejos é sinal de que a realidade que estamos vivendo merece ser repensada. E muito!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: rgb(0, 0, 0); line-height: 19px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="color: rgb(0, 0, 0); line-height: 19px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px;"&gt;&lt;iframe width="320" height="025" src="http://www.youtube.com/embed/Ryist_SoEeU" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="line-height: 19px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="line-height: 19px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-2327684281534377546?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-27T12:06:41.132-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/-JjKsnihstds/TlhKfvCHSvI/AAAAAAAAGvg/rdctDyrzLLs/s72-c/mentira.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">9</thr:total><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/08/por-que-mentimos.html</feedburner:origLink></item><item><title>Você é Especial para Alguém...</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/GEkqHvCuec8/voce-e-especial-para-alguem.html</link><category>Comportamento</category><category>Relacionamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Wed, 24 Aug 2011 16:35:55 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-2625647328914291562</guid><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-jecUx2AiEC0/TlWF_hTvH3I/AAAAAAAAGvY/C-dtMQ5PkUs/s1600/euvoce.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-jecUx2AiEC0/TlWF_hTvH3I/AAAAAAAAGvY/C-dtMQ5PkUs/s400/euvoce.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644565034298187634" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;object width="415" height="025"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5AC4Vaj86IY&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x3a3a3a&amp;amp;color2=0x999999"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/5AC4Vaj86IY&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x3a3a3a&amp;amp;color2=0x999999" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="415" height="025"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;É incontável o número de pessoas que passa pela nossa vida, algumas deixam marcas de amizade, outras de ressentimento, de saudade e ainda há as que não deixam coisa nenhuma, apenas passam e vão embora, sem que haja sequer motivo para serem lembradas posteriormente. São as insípidas ao nosso paladar! Porém, todas elas convergem em um ponto: cada uma tem um comportamento que lhe é próprio, que a caracteriza das demais. Há tipos extrovertidos, excêntricos, introspectivos, carismáticos, estranhos, etc. Mas escolhemos para perto apenas o tipo que nos atrai, como um ímã, uma essência aromática, um jeito peculiar que nos faz bem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Em se tratando de comportamento entram aí a personalidade, o temperamento e as atitudes mais ou menos padrão que cada pessoa tem. Às vezes, devido aos imprevistos do cotidiano, pode-se mudar essa simetria e moldá-la de acordo com o fato presente. Afinal, ninguém é tão equilibrado (e coerente) a ponto de agir sempre da mesma maneira até nas circunstâncias sobrevenientes. Porém, de um modo geral, somos identificados pela especificidade com que demonstramos as nossas ações e reações, sejam elas raras ou comuns. Daí a atração ou repulsão recíproca.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Esse padrão de atitude é que definirá quem fica e quem vai embora. Sentimo-nos atraídos por aquelas que convergem no nosso modo de pensar e agir, que nos completam por possuírem semelhanças emocionais e/ou psicológicas, resultando em laços de amizade ou algo mais, se for o caso. Em contrapartida, afastamo-nos daquelas que destoam das peculiaridades que nos são próprias ou que vão de encontro com os nossos fundamentos. Essas não nos encantam. São opacas aos nossos olhos e nos fazem mal. Podemos até conviver socialmente com esses indivíduos, mas inexiste interação, empatia ou desejo de estreitar a relação. E esse sentimento de repulsa quase sempre é sentido por ambos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Acredito que essa força que nos aproxima de alguém em especial seja algo sinestésico, percebido pelos dois. É aquele momento em que as energias fluem e evoluem para algo sólido e prazeroso. &lt;b&gt;Essa pessoa passa a ser exclusiva&lt;/b&gt;, a fazer parte da nossa vida e a ter um grau de importância que entra por um caminho sinuoso de emoções e acaba perfazendo todo o trajeto dos sentimentos. Há sintonia em todos os sentidos: no olhar, nas palavras, nos gestos, na cumplicidade real, verdadeira...&lt;b&gt; Nem a distância&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;nem o tempo&lt;/b&gt; apagam essa sensação fantástica de correspondência sensorial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A verdade é que não conseguimos viver sozinhos, sem um amigo verdadeiro, sem conhecer a paixão, sem nos envolver, &lt;b&gt;sem um amor que nos complete&lt;/b&gt;. A ausência dessa ligação nos torna reticentes e arredios às emoções. Passamos a ter uma visão ambivalente do mundo, alterando o comportamento e as atitudes. É um andar mais lento para chegar em casa, uma sensação de fome após estar saciado, é uma letargia permanente que encobre o sorriso e traz a nostalgia para dentro de nós. Precisamos de alguém por perto, bem próximo, isso é urgente, para ontem. E por onde quer que vamos, sempre haverá alguém, &lt;b&gt;basta estar atento para identificá-lo&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Encontrar essa pessoa é como fechar um ciclo e iniciar outro. É apalpar o vento, ouvir o silêncio, enxergar os sonhos! É uma energia que nasce e se expande para todos os lados. Que importa se esse alguém é tímido ou extrovertido em demasia, se tem manias estranhas ou fala demais, se é bonito ou de beleza comum; é a pessoa que escolhemos para ampliar as nossas emoções. &lt;b&gt;No meio de tantas outras&lt;/b&gt;, no meio de todas as outras, &lt;b&gt;é a que faz a diferença&lt;/b&gt;! Não há nada que substitua essa vivência. Quem não compreende isso não sabe viver. Temos que aproveitar o que for possível, afinal, o amanhã é incerto para todos nós.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-2625647328914291562?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-24T20:35:55.190-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-jecUx2AiEC0/TlWF_hTvH3I/AAAAAAAAGvY/C-dtMQ5PkUs/s72-c/euvoce.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">8</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/5AC4Vaj86IY&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x3a3a3a&amp;amp;color2=0x999999" length="1178" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/5AC4Vaj86IY&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x3a3a3a&amp;amp;color2=0x999999" fileSize="1178" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> É incontável o número de pessoas que passa pela nossa vida, algumas deixam marcas de amizade, outras de ressentimento, de saudade e ainda há as que não deixam coisa nenhuma, apenas passam e vão embora, sem que haja sequer motivo para serem lembradas post</itunes:subtitle><itunes:author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</itunes:author><itunes:summary> É incontável o número de pessoas que passa pela nossa vida, algumas deixam marcas de amizade, outras de ressentimento, de saudade e ainda há as que não deixam coisa nenhuma, apenas passam e vão embora, sem que haja sequer motivo para serem lembradas posteriormente. São as insípidas ao nosso paladar! Porém, todas elas convergem em um ponto: cada uma tem um comportamento que lhe é próprio, que a caracteriza das demais. Há tipos extrovertidos, excêntricos, introspectivos, carismáticos, estranhos, etc. Mas escolhemos para perto apenas o tipo que nos atrai, como um ímã, uma essência aromática, um jeito peculiar que nos faz bem. Em se tratando de comportamento entram aí a personalidade, o temperamento e as atitudes mais ou menos padrão que cada pessoa tem. Às vezes, devido aos imprevistos do cotidiano, pode-se mudar essa simetria e moldá-la de acordo com o fato presente. Afinal, ninguém é tão equilibrado (e coerente) a ponto de agir sempre da mesma maneira até nas circunstâncias sobrevenientes. Porém, de um modo geral, somos identificados pela especificidade com que demonstramos as nossas ações e reações, sejam elas raras ou comuns. Daí a atração ou repulsão recíproca. Esse padrão de atitude é que definirá quem fica e quem vai embora. Sentimo-nos atraídos por aquelas que convergem no nosso modo de pensar e agir, que nos completam por possuírem semelhanças emocionais e/ou psicológicas, resultando em laços de amizade ou algo mais, se for o caso. Em contrapartida, afastamo-nos daquelas que destoam das peculiaridades que nos são próprias ou que vão de encontro com os nossos fundamentos. Essas não nos encantam. São opacas aos nossos olhos e nos fazem mal. Podemos até conviver socialmente com esses indivíduos, mas inexiste interação, empatia ou desejo de estreitar a relação. E esse sentimento de repulsa quase sempre é sentido por ambos. Acredito que essa força que nos aproxima de alguém em especial seja algo sinestésico, percebido pelos dois. É aquele momento em que as energias fluem e evoluem para algo sólido e prazeroso. Essa pessoa passa a ser exclusiva, a fazer parte da nossa vida e a ter um grau de importância que entra por um caminho sinuoso de emoções e acaba perfazendo todo o trajeto dos sentimentos. Há sintonia em todos os sentidos: no olhar, nas palavras, nos gestos, na cumplicidade real, verdadeira... Nem a distância, nem o tempo apagam essa sensação fantástica de correspondência sensorial. A verdade é que não conseguimos viver sozinhos, sem um amigo verdadeiro, sem conhecer a paixão, sem nos envolver, sem um amor que nos complete. A ausência dessa ligação nos torna reticentes e arredios às emoções. Passamos a ter uma visão ambivalente do mundo, alterando o comportamento e as atitudes. É um andar mais lento para chegar em casa, uma sensação de fome após estar saciado, é uma letargia permanente que encobre o sorriso e traz a nostalgia para dentro de nós. Precisamos de alguém por perto, bem próximo, isso é urgente, para ontem. E por onde quer que vamos, sempre haverá alguém, basta estar atento para identificá-lo. Encontrar essa pessoa é como fechar um ciclo e iniciar outro. É apalpar o vento, ouvir o silêncio, enxergar os sonhos! É uma energia que nasce e se expande para todos os lados. Que importa se esse alguém é tímido ou extrovertido em demasia, se tem manias estranhas ou fala demais, se é bonito ou de beleza comum; é a pessoa que escolhemos para ampliar as nossas emoções. No meio de tantas outras, no meio de todas as outras, é a que faz a diferença! Não há nada que substitua essa vivência. Quem não compreende isso não sabe viver. Temos que aproveitar o que for possível, afinal, o amanhã é incerto para todos nós.</itunes:summary><itunes:keywords>Comportamento, Relacionamento</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/08/voce-e-especial-para-alguem.html</feedburner:origLink></item><item><title>O Reflexo da Rejeição</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/SYy9yiBZfs0/o-reflexo-da-rejeicao.html</link><category>tristeza</category><category>rejeição</category><category>Comportamento</category><category>Relacionamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Sat, 27 Aug 2011 08:23:47 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-8286628144737782315</guid><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9SdyLc5ha2E/TlBPtY2qLbI/AAAAAAAAGvQ/lsIG3M4MQu0/s1600/rejei%25C3%25A7ao.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 399px; height: 334px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-9SdyLc5ha2E/TlBPtY2qLbI/AAAAAAAAGvQ/lsIG3M4MQu0/s400/rejei%25C3%25A7ao.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5643097974279646642" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;i&gt;Fazer tudo para agradar é o caminho mais rápido para rejeição. Todo charme tem um pouco de antipatia. &lt;/i&gt;(Fabrício Carpinejar)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; "&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Você já parou para pensar que pode, de repente, ter mudado o seu comportamento por medo da rejeição de quem você ama? Já&lt;/span&gt; chegou a refletir que pode ser o único responsável pelo fato de essa pessoa o excluir da vida dela, sem chance de reconciliação? Cogitou que pode ter havido aí uma tentativa, mesmo inconsciente, de transformar esse alguém em supridor das suas carências?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Essas perguntas podem e devem ser trabalhadas mentalmente quando alguém se vê rejeitado em um relacionamento que, a princípio, parecia ideal, mas, no correr do tempo, foi destoando em sintonia e necessidades. E por razões que a própria razão desconhece, temos a incrível capacidade de (sempre) posar de vítima nos delenlaces amorosos, sem analisar as causas do veredito. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Não existe culpado e inocente diante de uma rejeição afetiva. Há desencontro de emoções e expectativas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Num relacionamento, não se pode ficar entre o médio e o agudo quando, na verdade, deseja-se um sonoro grave a crepitar no ouvido. Meio-termo só faz bem à saúde social, não afetiva. Há vezes que não precisamos de harmonia e equilíbrio na relação. Há que sacudir o pacote de emoções e perceber quais delas vêm à mão mais rapidamente. Precisamos, feliz ou infelizmente, de provas, em palavras e gestos, que reafirmem os sentimentos constantemente. E isso vale para ambos!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; line-height: 19px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Na verdade, as nossas emoções são tateadas no decorrer dos dias, à medida que vamos conhecendo aquele ser que ali está, com diferenças e singularidades, com características convergentes e dessemelhanças insuportáveis. O convívio vai alterando a imagem, a ideia que temos do parceiro, que pode aumentar ou diminuir consideravelmente. E é nesse momento que ocorre a proximidade ou o afastamento de um em relação ao outro. Carência, intolerância, apatia, insegurança e, especialmente, dependência, são fatores relevantes para que alguém comece a ser repelido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Eu diria que a rejeição percorre o caminho tortuoso de não ser amado e de não poder mais amar quem se ama, pois é quando o indivíduo se vê na iminência do fim que ele iniciará um longo processo de perguntas sem respostas imediatas, um desespero que o colocará em xeque entre o passado e o presente, ou seja, tudo o que foi vivido e sentido até ali, por que terminou e como será o futuro, agora com a presença da ausência da pessoa amada. Sem chance de remendar ou apagar o cansaço inegável do relacionamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O silêncio, que vem seguido das marcas no rosto, do desalinho na rotina, do estresse emocional e da falta de expectativa de uma possível reconciliação desenham os ditames da realidade que se tem a enfrentar. É uma espécie de reinvenção da própria história, agora acompanhado apenas de uma assombrosa dor abissal, que incomoda, vagando da sala para o quarto e se aninhando pelas paredes escuras das noites insones.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Ninguém consegue sair do estado de rejeição de uma hora para outra, não sem passar pelo período de abstinência do parceiro, algo que fica entre domínio e superação da história. Genericamente falando, não sem moldar a argila fresca da nova situação. E há que ser um seguimento vagaroso, até se chegar à secagem e cozedura para, depois, colori-la nos tons que melhor lhe aprouver. Sentindo-se, novamente ou pela primeira vez, artesão de si mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;É comum que fiquem resquícios de mágoas e incompreensão dos acontecimentos que culminaram na rejeição, porém, faz-se necessário sair logo do &lt;i&gt;underground&lt;/i&gt; de lembranças ruins, possibilitando a si mesmo, e a mais ninguém, uma perspectiva ampla de um caminho inusitado, com o frescor de outros personagens, outros temas, diferentes cores e sabores. Só a nós cabe a incumbência de buscar a felicidade ou manter a infelicidade. Afinal, o que é a vida senão um conjunto de sensações? Boas, espera-se! &lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;iframe width="349" height="025" src="http://www.youtube.com/embed/-fDXDsjg4Is" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;PS: Quem tiver interesse de copiar o texto, peço que indique a fonte e/ou coloque os créditos à autora do site. Obrigada!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-8286628144737782315?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-27T12:23:47.106-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-9SdyLc5ha2E/TlBPtY2qLbI/AAAAAAAAGvQ/lsIG3M4MQu0/s72-c/rejei%25C3%25A7ao.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">9</thr:total><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/08/o-reflexo-da-rejeicao.html</feedburner:origLink></item><item><title>A Vitória sobre si mesmo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/mkeOQxCa2FM/vitoria-sobre-si-mesmo.html</link><category>reflexão</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Wed, 17 Aug 2011 15:50:06 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-6558407661489473394</guid><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9YXVNXzpt2g/Tkw_Qj_oq5I/AAAAAAAAGvA/9jgMM3yDAzM/s1600/vitoria.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 363px; height: 341px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-9YXVNXzpt2g/Tkw_Qj_oq5I/AAAAAAAAGvA/9jgMM3yDAzM/s400/vitoria.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641953986960993170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; font-size: 10pt; font-family: Tahoma; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;i&gt;Não tema! Este não é um texto de ajuda, do tipo que dá dicas para se viver melhor. Trata-se de uma meia dúzia de argumentos que fui acumulando ao longo dos dias e que me levaram a algumas conclusões acerca do quanto nos permitimos à vida e do quanto a negamos.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; font-size: 10pt; font-family: Tahoma; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;i&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; font-size: 10pt; font-family: Tahoma; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-indent: 0px !important; font-size: 10pt; font-family: Tahoma; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; font-family: Tahoma; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;Costumo dizer e me repetir exaustivamente que não existe ninguém melhor do que nós mesmos para nos promover. E essa promoção não é um marketing pessoal, mas uma espécie de marca registrada, que nos confia um estereótipo de determinação, ou seja, tudo começa com o "eu": o que sou, como sou, de que maneira as pessoas me veem. Se demonstro uma personalidade apática, insegura ou dependente, não demorará  em aparecer alguém para interferir na minha vida, numa tentativa de mudança, de adequação, de alinhamento ao que a maioria espera de mim.    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; font-family: Tahoma; "&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; font-family: Tahoma; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;Segundo Platão "a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="text-indent: 0px !important; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt; primeira e melhor vitória é conquistar a si mesmo". Isso é tão real e necessário nas nossas vidas, que a negação dessa prática pode nos transformar em eternos insatisfeitos, deslizando sorrateiros pelas beiradas da felicidade sem nunca tê-la sentido plenamente. E nesse ínterim entre uma e outra luta, vem o comodismo de pensar que o desenho da paisagem não precisa ser alterado, que o que é bom para os outros deve ser também para mim, e que a vida ao meu redor é mais importante do que o que eu penso e sinto sobre as coisas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; font-family: Tahoma; "&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; font-family: Tahoma; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="text-indent: 0px !important; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;Ledo engano agir de acordo com o inconsciente coletivo, aquele invólucro que mantemos guardado no cérebro e que se manifesta cada vez que é impelido. Outrossim, numa analogia ilustrativa, poderíamos chamar de "efeito manada", aquilo que, no mundo dos negócios é consensual, motivado por um impulso direcionado, que contenta a todos e não necessita de pausa para questionamentos. Sim, pois é somente quando paramos para questionar as nossas atitudes que percebemos o quanto temos de nós naquele momento e o que veio de fora para dentro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; font-family: Tahoma; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="text-indent: 0px !important; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; font-family: Tahoma; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; font-family: Arial; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; font-family: Tahoma; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; font-family: Arial; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O rompimento com velhos hábitos, a coragem para enfrentar discordâncias de toda ordem, a despreocupação com o que os outros pensarão a seu respeito diante de decisões de cunho pessoal são indícios de que está havendo aí uma vitória sobre si mesmo. Se buscamos espontaneidade na vida, não podemos entrar na cela que abriga o coletivo, trancar a porta e apagar a luz. Há que existir, em algum lugar da consciência, um pedido de socorro, uma espada empunhada para a guerra, um fio de conduta exclusivo, costurado à mão e com assinatura personalizada.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; font-family: Tahoma; "&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; font-family: Tahoma; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="text-indent: 0px !important; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;Ter coragem de vencer a si mesmo é mais amplo do que apenas superar barreiras interiores. Também não se trata de tentar liberar-se de tudo o que acreditou até então e vestir uma máscara insidiosa com novos valores e conduta dissonante da anterior. Ainda que se precise destruir uma verdade para construir outra, sempre haverá um pouco da essência já experimentada e, tenha sido boa ou má, deixou pistas valiosas pelo caminho, que servem de luz à nova sombra.   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; font-family: Tahoma; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; font-family: Tahoma; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="text-indent: 0px !important; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;A vida é um eterno aflorar de dentro para fora, que começa com o "eu", vai se construindo dentro de um espaço recheado de "nós", mas é atemporal, pois nunca estaremos prontos para a próxima batalha, nem ao menos aquecidos o suficiente para saber se sairemos vitoriosos ou com mais experiência. E seja em que sentido for: profissional, amoroso ou social. O que não podemos é nos apegar a valores caducos e torná-los estilo de vida eterna, especialmente se esses conceitos corroem as bordas dos dias e nos fazem inimigos das nossas expectativas.      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; font-family: Tahoma; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;N&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;ão se trata de acreditar que conseguimos vencer a nós próprios e sim de querer essa vitória, ignorando a dificuldade e sobrepondo a necessidade. Já dizia Nietzsche, "se tu olhares durante muito tempo para um abismo, o abismo também olhará para dentro de ti". Não se pode desperdiçar o tempo pensando em como fazer ou esperando que alguém o faça. Ambos são incertos: o triunfo  ou o fracasso; há, porém, que enfrentar o que se agiganta desconfortável: sozinho e sem medo. E se soar como dica, esta será a única: Jamais peça permissão para fazer! Permita-se!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-indent: 0px !important; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;iframe width="325" height="249" src="http://www.youtube.com/embed/qT6XCvDUUsU" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-6558407661489473394?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-17T19:50:06.083-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-9YXVNXzpt2g/Tkw_Qj_oq5I/AAAAAAAAGvA/9jgMM3yDAzM/s72-c/vitoria.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">8</thr:total><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/08/vitoria-sobre-si-mesmo.html</feedburner:origLink></item><item><title>E hoje em dia, como é que se diz: "Eu te amo"?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/RJpTi1OH2O8/e-hoje-em-dia-como-e-que-se-diz-eu-te.html</link><category>Amor</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Tue, 09 Aug 2011 08:49:11 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-7756670521633877166</guid><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3TH1lrYfizs/TkEuktS6v5I/AAAAAAAAGug/fa-HBOUpOYg/s1600/amor.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 312px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-3TH1lrYfizs/TkEuktS6v5I/AAAAAAAAGug/fa-HBOUpOYg/s400/amor.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638839416613683090" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;O amor é um sentimento raro, profundo, o mais puro de todos os sentimentos. Se não fosse assim, não nos perguntaríamos, cada vez que nos envolvemos com alguém, o que estamos sentindo de fato. O que percebemos a cada relacionamento é o quanto é difícil proferir, com toda a certeza, “Eu te amo”! Pode perceber, é a única frase que pensamos antes de falar. É como se ela tivesse um peso incalculável, e a falta de segurança em afirmar esse conjunto de sete letras nos faz refletir o quanto tem de verdadeiro nele e qual a proporção que poderá atingir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;div align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;É muito fácil dizer “Eu te adoro”, “Sou apaixonada(o) por você” ou algo que o valha, mas os três vocábulos juntos, ditos com veemência, causam-nos interrogações, talvez por temermos a reação do outro ou por não termos certeza de reciprocidade na resposta. O amor é inseguro, apesar de ser denso, intenso, completo. Especialmente hoje em dia, vejo que as pessoas procuram relutar na demonstração do que sentem para não transpor fragilidade; preferem evitar uma possível humilhação de ficar no vácuo frente ao objeto amado. Daí tantos volteios lexicais similares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;O amor, por ser mais sério, vem travestido de formalidade. Rola em outra frequência; n&lt;/span&gt;ão vem embalado para presente, tampouco se apresenta de fácil acesso. É complicado às vezes, talvez por isso o intento em negá-lo. Mas é dono de uma beleza inerente só a ele, muito mais que a beleza da paixão.&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt; T&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;em, por si só, uma gama de raízes e responsabilidades que acabam por torná-lo respeitoso, cerimonioso, que exige um tratamento mais apurado e cuidadoso. Até me lembrei do filme “&lt;em&gt;Ghost, do outro lado da Vida&lt;/em&gt;” em que o personagem &lt;em&gt;Sam&lt;/em&gt; tem dificuldade em retribuir as declarações da sua amada &lt;em&gt;Molly&lt;/em&gt;. Ela sempre dizia “Eu te amo” e recebia em troca “Idem”. Isso era uma espécie de ultraje para ela, já que procurava o retorno do que tinha necessidade de evidencia&lt;/span&gt;r.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;div align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;Somente após a morte,&lt;em&gt; Sam&lt;/em&gt; percebe que a amava de verdade a se arrepende pela falta. Mas por que agia assim quando estavam no melhor tempo de convivência? Por que tinha predileção em se sentir acima do ser amado, como se aceitasse o amor e tudo o que ele traz como consequência, mas não se permitia aliar-se, devolvendo a simbologia das três palavras que pesam mais que qualquer demonstração de afeto. Será que ferimos de maneira consciente? É possível calarmos emoções pela própria negação a elas? Acredito que esse melindre encontre resposta fácil em cada um de nós. Basta procurarmos lá dentro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;O que penso sobre demonstração de sentimentos é muito simples. Uma vez sentidos, nada mais natural, sincero e bonito do que revelar ao outro, em palavras, em gestos e atitudes o quanto essa pessoa é importante e qual é o peso que ela tem. Sentimentos são incondicionais, não se deve esperar equiparação. Mesmo em tempos modernos, o que existe de feio em declarar o que sente? E não é porque não acertamos no primeiro alvo, que desistiremos de tentar nas tantas outras possibilidades. Se você ama de verdade, diga isso ao seu amor. Não espere que ele procure na escuridão dos seus olhos essas &lt;strong&gt;três&lt;/strong&gt; palavras que resumem as outras &lt;strong&gt;mil&lt;/strong&gt; que as justificam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;iframe width="325" height="249" src="http://www.youtube.com/embed/I0XrRUxObSM" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-7756670521633877166?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-09T12:49:11.785-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/-3TH1lrYfizs/TkEuktS6v5I/AAAAAAAAGug/fa-HBOUpOYg/s72-c/amor.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">15</thr:total><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/08/e-hoje-em-dia-como-e-que-se-diz-eu-te.html</feedburner:origLink></item><item><title>A Química da Paixão</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/8XX8O2wqyEk/quimica-da-paixao.html</link><category>tesão</category><category>Amor</category><category>alegria</category><category>mulher</category><category>emoção</category><category>Comportamento</category><category>sentimento</category><category>homem</category><category>paixão</category><category>Relacionamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Sun, 07 Aug 2011 10:16:07 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-727764318404570803</guid><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-x7HZPXqZipI/Tj7CtmwsCxI/AAAAAAAAGuY/0E3pN2hJpS8/s1600/alguemespecial.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 399px; height: 331px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-x7HZPXqZipI/Tj7CtmwsCxI/AAAAAAAAGuY/0E3pN2hJpS8/s400/alguemespecial.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638157872269101842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Alguém pode me dizer&lt;br /&gt;Se estava prevista na palma da minha mão&lt;br /&gt;Esta paixão inesperada&lt;br /&gt;Se estava já escrita e demarcada&lt;br /&gt;Na linha da minha vida&lt;br /&gt;Se fazia já parte da estrada&lt;br /&gt;E tinha que ser vivida?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;(Bruna Lombardi)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;"De repente, não mais que de repente", aquele alguém aparece, do nada, como se esse encontro tivesse sido premeditado para ser assim: o momento era propício, seguido do encanto (que foi recíproco), a expectativa (que nasceu espontaneamente), com cara de domingo e gosto de aventura, sem pressa de acontecer... Mas num&lt;i&gt; insight&lt;/i&gt;, aconteceu!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso não tem nada a ver com destino, mas com uma espécie de química, que conduz toda a magia de olhares que se seguem, de gestos que se completam, de palavras que se encaixam, de vontades que convergem para um único fim: conciliar as sensações. São os instintos emocionais de ambos, que entram no jogo e só aquele alguém é capaz de fazê-lo jogar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estamos suscetíveis a algumas pessoas, isso é fato: é o jeito de chegar, o toque das mãos que deslizam pelo braço, um modo  de mexer nos cabelos, a vontade de aproximar mais, um pouco mais, sentir o perfume, o cheiro, a busca pelo desejo incontrolável de união, fusão, descoberta, exploração... Tem que ser com ela, tem que ser com ele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa explosão de impulsos, seguida de outros estímulos, como ambiente e situação, além das dopaminas e serotoninas que afloram pelo corpo, oportuniza os pré-amantes a viver essa experiência, independente de idade, conduta ou impedimentos. É um emergir do lugar-comum para um recanto qualquer do Olimpo, cercado de ébanos, ao som de cítaras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E nessa viagem sem volta rumo ao desconhecido todos os sensores são estimulados ao mesmo tempo, permitindo-se pôr em febre, um misto quente de emoções que  ativa os mecanismos cerebrais e os coloca em ação constante. O resultado é a satisfação física e emocional mútua, algo que fica entre paixão e prazer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O apetite vai faltar, as mãos vão suar, o coração andará em sobressaltos, o riso será solto, o dia, de nuvens, e a noite de sonhos. É um estado de concepção mística dos sentidos, beirando quase um amor cortês, com direito a um prelúdio de Romeu e Julieta ou Tristão e Isolda, que tão bem exemplificam essa condição amorosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A química da paixão é uma espécie de paradoxo entre realidade e fantasia, nada o fará perder o humor e a vontade de viver, pelo menos enquanto durar esse estágio intenso de arrebatamento sentimental. É uma contemplação de si e do outro, em estado de graça. Uma fome que não sacia, uma perfeição inventada a dois.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em suma, esse poder afrodisíaco que um apaixonado exerce sobre o outro opera revoluções. É um vício, uma fonte inesgotável de contentamento, um antídoto contra a tristeza... Há, por ora, um apagamento de experiências passadas, dores mal curadas, alegrias tímidas, carências mal resolvidas. É uma página colorida, rabiscada com as digitais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há quem já não tenha passado (ou está passando) por essa pseudoloucura de envolvimento. E ela tem sabor de pecado, deixa marcas na pele, dilata as pupilas, exala tesão, faz se contorcer e suar, desalinha o certo e amotina o duvidoso. Portanto, quando essa química pintar na sua vida, mergulhe fundo e embeba-se de prazer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;iframe width="425" height="025" src="http://www.youtube.com/embed/5SbIYIO2e2I" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-727764318404570803?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-07T14:16:07.157-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-x7HZPXqZipI/Tj7CtmwsCxI/AAAAAAAAGuY/0E3pN2hJpS8/s72-c/alguemespecial.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">15</thr:total><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/08/quimica-da-paixao.html</feedburner:origLink></item><item><title>Tão Perto, tão Longe...</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/qCnRA9CrBrY/tao-perto-tao-longe.html</link><category>Amor</category><category>Comportamento</category><category>Relacionamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Tue, 26 Jul 2011 15:45:42 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-8228330617352235171</guid><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-jDQUA0U-QDU/Ti8sc1UMwyI/AAAAAAAAGuA/GCF4DwMoqcI/s1600/pertolonge.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 298px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-jDQUA0U-QDU/Ti8sc1UMwyI/AAAAAAAAGuA/GCF4DwMoqcI/s400/pertolonge.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633770532723540770" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; color: rgb(0, 0, 0); -webkit-text-decorations-in-effect: none; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); -webkit-text-decorations-in-effect: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;Tudo em ti era uma ausência que se demorava: uma despedida pronta a cumprir-se.&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 21px; "&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;(Cecília Meireles)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); -webkit-text-decorations-in-effect: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 21px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Esta semana estive pensando sobre o  motivo que leva determinadas pessoas a se manter ao lado de alguém que já não corresponde às expectativas ou talvez nunca tenha correspondido, mas, por insistência, insegurança, por amor, acabam se nutrindo de pequenas gotas de emoções que, mais cedo ou mais tarde, secarão por completo, levando-as à deprimente situação de angústia, até chegar à tristeza absoluta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Quem se deixa entrar nesse processo conhece bem os sintomas de quando as coisas já foram por água abaixo. A verdade é que paramos de nos perceber e passamos a ver somente os defeitos de quem está conosco e, como num mecanismo de autodefesa à própria incapacidade de reação, culpamos o outro por nos encontrarmos estagnados, sem tesão pela vida e por todas as vicissitudes que já foram vividas por ambos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;line-height: 14.25pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;line-height: 14.25pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Ninguém quer viver sozinho, mas a solidão muitas vezes é maior quando, acompanhados, não somos vistos. E como pesa essa amarra que nos aprisiona o corpo e a mente, tornando-nos reféns da nossa própria sorte.&lt;/span&gt; Não libertamos o outro e não nos damos chance de liberdade para sair do tom pastel, m&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;esmo que isso represente algo misterioso, disforme, obscuro, talvez futuramente doloroso, cheio de incoerência e sem garantia de retorno à tepidez. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;line-height: 14.25pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;line-height: 14.25pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Teme-se isso tudo! E o&lt;/span&gt;s temores que acompanham um (pré) fim de caso são bastante comuns. Tem-se a noção exata do que se irá enfrentar quando a barreira da suportabilidade for vencida. É uma espécie de prenúncio de morte, sem a menor ideia de quanto tempo se guardará o luto pela ausência da pessoa amada. Muitas lágrimas serão sentidas, o sentimento de solidão será sufocante seguido de um provável&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;inconformismo&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;e um desconforto sombrio, que cercará o seu universo, comprimido pela dor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Independente das razões que levaram a essa realidade, o que se tem em mãos é uma mistura de um presente repleto de incertezas com um futuro imprevisto. Alie-se a isso o inevitável&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;i&gt;trabalho de Sísifo&lt;/i&gt; para esquecer aquele alguém a quem se dedicou o melhor de si e tinha tudo para dar certo. &lt;b&gt;Ninguém está preparado para perder&lt;/b&gt;, ainda que haja conciência de que tatear o desconhecido pode ser um convite irresistível a uma nova vida, talvez repleta de dias melhores. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Por mais que se esforce, não há como se preservar emoções em medidas iguais. E como queremos da vida um doce poema, ao sentirmos o fim da rima, entramos num processo de nostalgia, tentando, em suspiros, resgatar as michas do que um dia foi exato e completo. Mas já paramos para pensar que num relacionamento podemos estar com a &lt;i&gt;espada de Dâmocles&lt;/i&gt; apontada para a nossa cabeça, sujeita a nos ferir a qualquer momento? Não, ninguém alimenta essa possibilidade, já que somos, por essência, idealizadores do amor romântico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Viver com alguém é tão inexato que é impossível prever a dimensão dos sentimentos do outro, do quanto ele se permite (ou deseja) de nós. Não é proposital, posto que emoções não são conscientes nem calculáveis. Elas acontecem (ou não)! E se não houver mais motivo para aprofundar um sorriso, aproximar para um beijo, estender a noite e preencher o dia com a presença de quem se tem ao lado, não há mais por que sustentar o alicerce com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; apenas duas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; mãos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 10pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;object width="329" height="249"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CqLEcfC6yg4?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/CqLEcfC6yg4?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="329" height="249" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-8228330617352235171?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-26T19:45:42.917-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-jDQUA0U-QDU/Ti8sc1UMwyI/AAAAAAAAGuA/GCF4DwMoqcI/s72-c/pertolonge.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">20</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/CqLEcfC6yg4?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" length="3094" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/CqLEcfC6yg4?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" fileSize="3094" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> Tudo em ti era uma ausência que se demorava: uma despedida pronta a cumprir-se. (Cecília Meireles) Esta semana estive pensando sobre o motivo que leva determinadas pessoas a se manter ao lado de alguém que já não corresponde às expectativas ou talvez nun</itunes:subtitle><itunes:author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</itunes:author><itunes:summary> Tudo em ti era uma ausência que se demorava: uma despedida pronta a cumprir-se. (Cecília Meireles) Esta semana estive pensando sobre o motivo que leva determinadas pessoas a se manter ao lado de alguém que já não corresponde às expectativas ou talvez nunca tenha correspondido, mas, por insistência, insegurança, por amor, acabam se nutrindo de pequenas gotas de emoções que, mais cedo ou mais tarde, secarão por completo, levando-as à deprimente situação de angústia, até chegar à tristeza absoluta. Quem se deixa entrar nesse processo conhece bem os sintomas de quando as coisas já foram por água abaixo. A verdade é que paramos de nos perceber e passamos a ver somente os defeitos de quem está conosco e, como num mecanismo de autodefesa à própria incapacidade de reação, culpamos o outro por nos encontrarmos estagnados, sem tesão pela vida e por todas as vicissitudes que já foram vividas por ambos. Ninguém quer viver sozinho, mas a solidão muitas vezes é maior quando, acompanhados, não somos vistos. E como pesa essa amarra que nos aprisiona o corpo e a mente, tornando-nos reféns da nossa própria sorte. Não libertamos o outro e não nos damos chance de liberdade para sair do tom pastel, mesmo que isso represente algo misterioso, disforme, obscuro, talvez futuramente doloroso, cheio de incoerência e sem garantia de retorno à tepidez. Teme-se isso tudo! E os temores que acompanham um (pré) fim de caso são bastante comuns. Tem-se a noção exata do que se irá enfrentar quando a barreira da suportabilidade for vencida. É uma espécie de prenúncio de morte, sem a menor ideia de quanto tempo se guardará o luto pela ausência da pessoa amada. Muitas lágrimas serão sentidas, o sentimento de solidão será sufocante seguido de um provável inconformismo e um desconforto sombrio, que cercará o seu universo, comprimido pela dor. Independente das razões que levaram a essa realidade, o que se tem em mãos é uma mistura de um presente repleto de incertezas com um futuro imprevisto. Alie-se a isso o inevitável trabalho de Sísifo para esquecer aquele alguém a quem se dedicou o melhor de si e tinha tudo para dar certo. Ninguém está preparado para perder, ainda que haja conciência de que tatear o desconhecido pode ser um convite irresistível a uma nova vida, talvez repleta de dias melhores. Por mais que se esforce, não há como se preservar emoções em medidas iguais. E como queremos da vida um doce poema, ao sentirmos o fim da rima, entramos num processo de nostalgia, tentando, em suspiros, resgatar as michas do que um dia foi exato e completo. Mas já paramos para pensar que num relacionamento podemos estar com a espada de Dâmocles apontada para a nossa cabeça, sujeita a nos ferir a qualquer momento? Não, ninguém alimenta essa possibilidade, já que somos, por essência, idealizadores do amor romântico. Viver com alguém é tão inexato que é impossível prever a dimensão dos sentimentos do outro, do quanto ele se permite (ou deseja) de nós. Não é proposital, posto que emoções não são conscientes nem calculáveis. Elas acontecem (ou não)! E se não houver mais motivo para aprofundar um sorriso, aproximar para um beijo, estender a noite e preencher o dia com a presença de quem se tem ao lado, não há mais por que sustentar o alicerce com apenas duas mãos. </itunes:summary><itunes:keywords>Amor, Comportamento, Relacionamento</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/07/tao-perto-tao-longe.html</feedburner:origLink></item><item><title>A Irresponsabilidade do Amor</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/d6b4QDBIpzM/irresponsabilidade-do-amor.html</link><category>vida</category><category>mulher</category><category>Comportamento</category><category>homem</category><category>Relacionamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Sun, 17 Jul 2011 11:13:28 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-9121967399475973464</guid><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-avrM6Qa-9h0/TiMXzVYVFMI/AAAAAAAAGt4/BcgOvdPDRqI/s1600/maos.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 329px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-avrM6Qa-9h0/TiMXzVYVFMI/AAAAAAAAGt4/BcgOvdPDRqI/s400/maos.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5630370129823208642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;É bem possível que este texto cause discordância de análise por parte de algumas pessoas que apreciam a famosa frase “&lt;i&gt;Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas&lt;/i&gt;”, que faz parte do XXI capítulo d’&lt;i&gt;O Pequeno Príncipe&lt;/i&gt;, de Saint Exupéry. A ideia não é polemizar a obra tampouco a frase em questão, mas argumentar sobre a inconsistência (leia-se: fragilidade) semântica dessa “verdade” quando vista em parte e não no todo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Sentimento não é pacto,  não é contrato. É humanamente impossível precisar o que pode acontecer quando nos envolvemos emocionalmente com alguém.  O que sentimos pelo outro é voluntário, independe de ele ter feito algum esforço para nos conquistar.  Aliás, ninguém nos conquista, nós é que permitimos (ou não) que alguém nos ganhe de presente.  A viagem é individual, ainda que estejamos acompanhados  do viajeiro que se senta harmoniosamente ao nosso lado, prognosticando uniformidade no envolvimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Quantas pessoas já passaram pela nossa vida e nos fizeram sentir todos os tipos de emoções possíveis sem terem tido o trabalho de nos seduzir? A relação conquistador-conquistado passa pela linha tênue da mutualidade. Se conseguirmos o mesmo grau de intensidade na relação, é possível que atinjamos a tão sonhada felicidade e uma equilibrada satisfação emocional. Caso contrário, teremos cativante e cativado percorrendo  vias diferentes de expectativas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Ao discorrer sobre este tema e, indiretamente, sobre a obra &lt;i&gt;O Pequeno Príncipe&lt;/i&gt;, que já vendeu mais de oitocentos milhões de exemplares em todo o mundo, detenho-me apenas em uma das frases, a mais famosa, que serve de exemplo sobre a responsabilidade que existe por trás do amor. Ao entendermos o “&lt;i&gt;Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas&lt;/i&gt;” como uma verdade em si mesma, ignorando a amplitude do enredo, certamente, tenderemos a cair numa visão equivocada, desconsiderando que a mensagem para a cena 'raposa-príncipe', revela-nos que é preciso permissão para ser cativado e não existe  culpa de quem a praticou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Estendendo o sentido literal da palavra “cativar”, teremos, além de “atrair”, “seduzir”, as denotações “aprisionar”, “escravizar”.  Levemos isso em conta antes de interpretar, à luz da emoção, o que melhor nos convém. Só me sentirei atraído por alguém se eu assim me permitir e que isso não signifique que essa pessoa é responsável pelo álibi que a concedi, tornando-a  diligente dos meus sentimentos em relação a ela. O amor é desprovido de responsabilidade; nada tem a ver com obrigação. Não tem hora para chegar tampouco para ir embora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Abrangendo um pouco mais a análise em torno dessa frase, a título analógico, lembrei-me de Leonardo Boof, que em seu livro &lt;i&gt;Saber Cuidar&lt;/i&gt;, alerta-nos sobre a importância do cuidado a partir do “ato de cativar”.  Ora,  não estamos preparados para entender nem dimensionar os sentimentos.  Torna-se, portanto, complexo saber até que ponto estamos medindo e pesando a entrega do outro e o quanto estamos lhe devolvendo em  proporção.  O que é essencial a ele pode apenas ser importante para mim.  E essas verdades ,  num futuro próximo,  tendem  a tomar rumos distintos em relação ao que eu espero dele e  o que ele  espera de mim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Se o amor tem luz própria, não posso querer tomar a luz de quem me ama emprestada para poder brilhar. Posso cuidar do meu amor;  não há maneira de exigir que o outro o faça por mim. Sou responsável por mim mesma. Preciso me cativar, cuidar-me como prioridade de vida. Vestir essa indumentária em quem está comigo é perder-me de mim mesma e tutelar ao outro a condução da minha felicidade. A razão do amor está no que vem de dentro para fora (de cada um). E essa razão compreende apenas o hoje, o agora, o que estamos vivendo. Responsabilizar “eternamente” alguém  para que cuide do amor que sentimos é anular o verdadeiro propósito que nos leva a viver a dois.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;object width="325" height="249"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wuQe_9XlK4E?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/wuQe_9XlK4E?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="325" height="249" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-9121967399475973464?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-17T15:13:28.201-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/-avrM6Qa-9h0/TiMXzVYVFMI/AAAAAAAAGt4/BcgOvdPDRqI/s72-c/maos.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">14</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/wuQe_9XlK4E?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" length="3255" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/wuQe_9XlK4E?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" fileSize="3255" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>É bem possível que este texto cause discordância de análise por parte de algumas pessoas que apreciam a famosa frase “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”, que faz parte do XXI capítulo d’O Pequeno Príncipe, de Saint Exupéry. A ide</itunes:subtitle><itunes:author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</itunes:author><itunes:summary>É bem possível que este texto cause discordância de análise por parte de algumas pessoas que apreciam a famosa frase “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”, que faz parte do XXI capítulo d’O Pequeno Príncipe, de Saint Exupéry. A ideia não é polemizar a obra tampouco a frase em questão, mas argumentar sobre a inconsistência (leia-se: fragilidade) semântica dessa “verdade” quando vista em parte e não no todo. Sentimento não é pacto, não é contrato. É humanamente impossível precisar o que pode acontecer quando nos envolvemos emocionalmente com alguém. O que sentimos pelo outro é voluntário, independe de ele ter feito algum esforço para nos conquistar. Aliás, ninguém nos conquista, nós é que permitimos (ou não) que alguém nos ganhe de presente. A viagem é individual, ainda que estejamos acompanhados do viajeiro que se senta harmoniosamente ao nosso lado, prognosticando uniformidade no envolvimento. Quantas pessoas já passaram pela nossa vida e nos fizeram sentir todos os tipos de emoções possíveis sem terem tido o trabalho de nos seduzir? A relação conquistador-conquistado passa pela linha tênue da mutualidade. Se conseguirmos o mesmo grau de intensidade na relação, é possível que atinjamos a tão sonhada felicidade e uma equilibrada satisfação emocional. Caso contrário, teremos cativante e cativado percorrendo vias diferentes de expectativas. Ao discorrer sobre este tema e, indiretamente, sobre a obra O Pequeno Príncipe, que já vendeu mais de oitocentos milhões de exemplares em todo o mundo, detenho-me apenas em uma das frases, a mais famosa, que serve de exemplo sobre a responsabilidade que existe por trás do amor. Ao entendermos o “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas” como uma verdade em si mesma, ignorando a amplitude do enredo, certamente, tenderemos a cair numa visão equivocada, desconsiderando que a mensagem para a cena 'raposa-príncipe', revela-nos que é preciso permissão para ser cativado e não existe culpa de quem a praticou. Estendendo o sentido literal da palavra “cativar”, teremos, além de “atrair”, “seduzir”, as denotações “aprisionar”, “escravizar”. Levemos isso em conta antes de interpretar, à luz da emoção, o que melhor nos convém. Só me sentirei atraído por alguém se eu assim me permitir e que isso não signifique que essa pessoa é responsável pelo álibi que a concedi, tornando-a diligente dos meus sentimentos em relação a ela. O amor é desprovido de responsabilidade; nada tem a ver com obrigação. Não tem hora para chegar tampouco para ir embora. Abrangendo um pouco mais a análise em torno dessa frase, a título analógico, lembrei-me de Leonardo Boof, que em seu livro Saber Cuidar, alerta-nos sobre a importância do cuidado a partir do “ato de cativar”. Ora, não estamos preparados para entender nem dimensionar os sentimentos. Torna-se, portanto, complexo saber até que ponto estamos medindo e pesando a entrega do outro e o quanto estamos lhe devolvendo em proporção. O que é essencial a ele pode apenas ser importante para mim. E essas verdades , num futuro próximo, tendem a tomar rumos distintos em relação ao que eu espero dele e o que ele espera de mim. Se o amor tem luz própria, não posso querer tomar a luz de quem me ama emprestada para poder brilhar. Posso cuidar do meu amor; não há maneira de exigir que o outro o faça por mim. Sou responsável por mim mesma. Preciso me cativar, cuidar-me como prioridade de vida. Vestir essa indumentária em quem está comigo é perder-me de mim mesma e tutelar ao outro a condução da minha felicidade. A razão do amor está no que vem de dentro para fora (de cada um). E essa razão compreende apenas o hoje, o agora, o que estamos vivendo. Responsabilizar “eternamente” alguém para que cuide do amor que sentimos é anular o verdadeiro propósito que nos leva a viver a dois. </itunes:summary><itunes:keywords>vida, mulher, Comportamento, homem, Relacionamento</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/07/irresponsabilidade-do-amor.html</feedburner:origLink></item><item><title>Despedidas são mesmo necessárias?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/6etwvuIflEo/despedidas-sao-mesmo-necessarias.html</link><category>vida</category><category>tristeza</category><category>mulher</category><category>emoção</category><category>sentimento</category><category>atitude</category><category>homem</category><category>Relacionamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Wed, 13 Jul 2011 06:13:14 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-3401990823508337491</guid><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FjshG_lrUto/Th12ksxg46I/AAAAAAAAGtQ/z8qZM7FU-Xw/s1600/googbye.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 361px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-FjshG_lrUto/Th12ksxg46I/AAAAAAAAGtQ/z8qZM7FU-Xw/s400/googbye.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628785482149192610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 14px; "&gt;&lt;i style="color: rgb(102, 102, 102); "&gt;Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas as tentativas de aproximação. Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso.&lt;/i&gt;(Caio Fernando Abreu)&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="color: rgb(42, 42, 42); line-height: 17px; font-family: Tahoma; font-size: 10pt; "&gt;&lt;em style="line-height: 17px; font-style: italic; "&gt;&lt;span style="line-height: 14px; font-size: 10pt; font-family: Arial, sans-serif; color: rgb(102, 102, 102); "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: 'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; color: rgb(42, 42, 42); line-height: 17px; font-size: 10pt; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;&lt;i style="line-height: 17px; font-style: italic; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; line-height: 17px; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;&lt;i style="line-height: 17px; font-style: italic; "&gt;&lt;b&gt;Nas despedidas amorosas, geralmente, existe quem despede e quem é despedido. Este texto versa sobre o sujeito-paciente, aquele que sofre (integralmente) a ação do veredito.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="line-height: 17px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 17px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Falar em despedida ou separação, numa análise prágmatica, é algo bem corriqueiro, afinal, quem já não passou por isso, seja em maior ou menor intensidade emocional, mas, com certeza, já viveu o seu quinhão de desconforto ou de lágrimas. Despedir-se de alguém é sinônimo de encerramento de enredo, ruptura de um lastro afetivo, fim da convivência física e início de uma série de lembranças que farão parte de uma nova rotina, agora, na ausência de um dos personagens, tendo, à princípio, como companheira fiel, a solidão. E isso dói!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 17px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; "&gt;Por que as despedidas são necessárias? É mesmo inevitável dar (ou receber) um adeus quando não há mais história para construir? E se simplesmente nos afastássemos, aos poucos, sem ferir, sem romper abruptamente com os laços que nos mantiveram ali por um tempo? A quem ficou, serão dias, noites e uma frase na garganta, dilatada, inflamada, que não quer sair: "Quem errou? Fui eu ou foi você?" M&lt;span class="ecxApple-style-span" style="line-height: 19px; "&gt;as o fato é que o fim chegou, entrou pela porta, instalou-se no sofá da sala, empurrando-o para fora. A&lt;/span&gt; consciência pedirá, primeiramente, entendimento, depois mudança. É complexo apagar da memória um epílogo amoroso, uma presença marcante, sentimentos que habitam no coração. Essas coisas não entram em modo &lt;i&gt;off&lt;/i&gt; de uma hora para outra.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Temos a exata consciência da saúde dos nossos relacionamentos, especialmente quando estão doentes, no entanto, quem ainda tem esperança de cura, insiste em manter o outro por perto, mesmo que à custa de unguentos que só fazem retardar o veredito. Falta coragem para mudar, colocar o pé para dentro do redemoinho e deixar ao sabor do vento a durabilidade da tensão. A incerteza amedronta. Temos o dom de nos apegar, esticar ao máximo o que nos é conhecido, por medo de que pode vir. Preferimos o alicerce, a muleta, a migalha, o pouco ou quase nada que recebemos a darmos chance ao improvável. É natural sobrepormos a emoção à razão quando é o nosso coração que está em jogo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="line-height: 17px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 17px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Sim, tudo é um processo, para quem recebeu o adeus, haverá insônia, passando a ferro as lembranças e todos os possíveis e alcançáveis pedaços do enredo, até os nauseantes e inintendíveis, chegando, então, à aceitação do fim. E mesmo que se tente evitar, o tempo é de reflexão, de abrir uma fenda para que escoem todas as reminiscências necessárias, as mágoas empoladas, a parte sombria, que não se quer guardar. Tudo é um ciclo, há tempo de sorrisos e igualmente de lágrimas. É preciso fazer essa travessia turva e até meio indigesta a fim de obter uma nova via de acesso, onde o passado não cabe mais.  &lt;span style="line-height: 17px; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="line-height: 17px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 17px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;E por trás desse assédio de tristeza temporária e quase saudade pelo que foi, o&lt;span class="ecxApple-style-span" style="line-height: 19px; "&gt; tempo responderá que nada é mais doloroso do que ficar ao lado de alguém que não nos enxerga, que já não sente o prazer da nossa companhia, que se aliviou com a nossa ausência, que foi embora sem olhar para trás. Seria tão mais simples apenas ir, sem o bilhete de adeus, sem formalizar o desenlace, sem esclarecer que aquela história de amor chegou ao último capítulo. Não precisaríamos ganhar o prêmio do adeus. Evitaríamos mortificar este momento para sempre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="line-height: 17px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="line-height: 19px; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 17px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="line-height: 19px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A quem foi "despedido" resta, além das lembranças, o sentimento de desamparo, a dor da solidão que será carregada com  zelo por um tempo, por todos os cantos da casa, levada ao shopping nas tardes de sábado, tomar um café no domingo de manhã, uma companhia que, se não houver desvelo, será quase apreciável: terá aroma, sabor, feição e, quem sabe, vida própria. A quem foi "despedido" resta entender, mesmo que aos poucos, que a vida está lá fora, continua com todas as "dores e delícias" possíveis de serem vividas e que uma ruptura amorosa não significa que houve perda, mas sim o resgate de si mesmo&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 10pt; font-family: arial; "&gt;.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="color: rgb(42, 42, 42); line-height: 17px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; font-size: 10pt; font-family: Tahoma; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="line-height: 19px; font-family: arial; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ecxMsoNormal" style="font-family: 'Segoe UI', Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; color: rgb(42, 42, 42); line-height: 17px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.35em; margin-left: 0px; font-size: 10pt; "&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="line-height: 17px; font-family: Tahoma; "&gt;&lt;object width="325" height="249"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/H-zPDjdvMVs?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/H-zPDjdvMVs?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="325" height="249" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-3401990823508337491?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-13T10:13:14.644-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-FjshG_lrUto/Th12ksxg46I/AAAAAAAAGtQ/z8qZM7FU-Xw/s72-c/googbye.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">22</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/H-zPDjdvMVs?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" length="3088" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/H-zPDjdvMVs?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" fileSize="3088" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas as tentativas de aproximação. Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso.</itunes:subtitle><itunes:author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</itunes:author><itunes:summary>Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas as tentativas de aproximação. Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso.(Caio Fernando Abreu) Nas despedidas amorosas, geralmente, existe quem despede e quem é despedido. Este texto versa sobre o sujeito-paciente, aquele que sofre (integralmente) a ação do veredito. Falar em despedida ou separação, numa análise prágmatica, é algo bem corriqueiro, afinal, quem já não passou por isso, seja em maior ou menor intensidade emocional, mas, com certeza, já viveu o seu quinhão de desconforto ou de lágrimas. Despedir-se de alguém é sinônimo de encerramento de enredo, ruptura de um lastro afetivo, fim da convivência física e início de uma série de lembranças que farão parte de uma nova rotina, agora, na ausência de um dos personagens, tendo, à princípio, como companheira fiel, a solidão. E isso dói!Por que as despedidas são necessárias? É mesmo inevitável dar (ou receber) um adeus quando não há mais história para construir? E se simplesmente nos afastássemos, aos poucos, sem ferir, sem romper abruptamente com os laços que nos mantiveram ali por um tempo? A quem ficou, serão dias, noites e uma frase na garganta, dilatada, inflamada, que não quer sair: "Quem errou? Fui eu ou foi você?" Mas o fato é que o fim chegou, entrou pela porta, instalou-se no sofá da sala, empurrando-o para fora. A consciência pedirá, primeiramente, entendimento, depois mudança. É complexo apagar da memória um epílogo amoroso, uma presença marcante, sentimentos que habitam no coração. Essas coisas não entram em modo off de uma hora para outra.Temos a exata consciência da saúde dos nossos relacionamentos, especialmente quando estão doentes, no entanto, quem ainda tem esperança de cura, insiste em manter o outro por perto, mesmo que à custa de unguentos que só fazem retardar o veredito. Falta coragem para mudar, colocar o pé para dentro do redemoinho e deixar ao sabor do vento a durabilidade da tensão. A incerteza amedronta. Temos o dom de nos apegar, esticar ao máximo o que nos é conhecido, por medo de que pode vir. Preferimos o alicerce, a muleta, a migalha, o pouco ou quase nada que recebemos a darmos chance ao improvável. É natural sobrepormos a emoção à razão quando é o nosso coração que está em jogo. Sim, tudo é um processo, para quem recebeu o adeus, haverá insônia, passando a ferro as lembranças e todos os possíveis e alcançáveis pedaços do enredo, até os nauseantes e inintendíveis, chegando, então, à aceitação do fim. E mesmo que se tente evitar, o tempo é de reflexão, de abrir uma fenda para que escoem todas as reminiscências necessárias, as mágoas empoladas, a parte sombria, que não se quer guardar. Tudo é um ciclo, há tempo de sorrisos e igualmente de lágrimas. É preciso fazer essa travessia turva e até meio indigesta a fim de obter uma nova via de acesso, onde o passado não cabe mais. E por trás desse assédio de tristeza temporária e quase saudade pelo que foi, o tempo responderá que nada é mais doloroso do que ficar ao lado de alguém que não nos enxerga, que já não sente o prazer da nossa companhia, que se aliviou com a nossa ausência, que foi embora sem olhar para trás. Seria tão mais simples apenas ir, sem o bilhete de adeus, sem formalizar o desenlace, sem esclarecer que aquela história de amor chegou ao último capítulo. Não precisaríamos ganhar o prêmio do adeus. Evitaríamos mortificar este momento para sempre. A quem foi "despedido" resta, além das lembranças, o sentimento de desamparo, a dor da solidão que será carregada com zelo por um tempo, por todos os cantos da casa, levada ao shopping nas tardes de sábado, tomar um café no domingo de manhã, uma companhia que, se não houver desvelo, será quase apreciável: terá aroma, sabor, feição e, quem sabe, vida própria. A quem foi "despedido" resta entender, mesmo que aos poucos, que a vida está lá fora, continua com todas as</itunes:summary><itunes:keywords>vida, tristeza, mulher, emoção, sentimento, atitude, homem, Relacionamento</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/07/despedidas-sao-mesmo-necessarias.html</feedburner:origLink></item><item><title>Timidez Masculina: charme ou defeito?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/RNSHlugwKz8/timidez-masculina-charme-ou-defeito.html</link><category>Comportamento</category><category>homem</category><category>timidez</category><category>Relacionamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Sat, 02 Jul 2011 16:52:13 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-3751104927437352993</guid><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-f-fWWJGGYyU/Tg-sYOUSUEI/AAAAAAAAGrI/Yrt4TSDTa5o/s1600/timidez.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-f-fWWJGGYyU/Tg-sYOUSUEI/AAAAAAAAGrI/Yrt4TSDTa5o/s400/timidez.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5624903991769059394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;Já escrevi sobre vários tipos de homens, desde os certinhos até os chamados "cafa", mas nunca havia dedicado um post sobre eles - os tímidos. Então, aí vai a minha versão, completamente inspirada (ou perceptiva) em um belíssimo exemplar deles.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Falar sobre "homens tímidos" não é tão difícil, basta olhar à volta e perceber que existem muitos exemplares encantadores com esse perfil. É claro que o homem tímido acaba causando uma certa aflição a quem por ele se interessa, já que não revela exatamente o que está pensando ou sentindo. É um jogo de enigmas e limitações que precisam ser cuidadosamente interpretados, trabalhados,  muito mais à luz da razão do que às emoções causadas pelo envolvimento (muitas vezes irresistível) com esse tipo “obscuramente sedutor”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Todos sabemos que  existe uma lei de atração e de repulsão. Geralmente nos sentimos atraído(a)s por alguém dotado de um psiquismo semelhante ao nosso. Porém, mesmo que façamos o tipo extrovertido, é interessante e curioso observar aquele cara distinto da maioria, que chega de mansinho, como quem nada quer e acaba despertando uma série de perguntas intrigantes, com pouquíssimas respostas, pelo menos imediatas. Homem tímido é aquele que se faz perceber pelo modo de olhar (e às vezes, de evitá-lo), pelos gestos que articula e, especialmente, pelas poucas palavras que profere ou pelo silêncio que faz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Sim, de um modo geral, as mulheres preferem os homens expansivos, como se isso fosse sinal de confiança e intrepidez, mas há situações discordantes dessa regra que podem levá-las e uma grande história romântica onde o príncipe não é necessariamente um  Don Juan, mas tem a mesma capacidade de conquistar, só que pelo sentido inverso: o da fuga em vez do ataque, o da insinuação em vez da transparência. Quer algo mais instigante do que isso? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;É questão de percepção e sensibilidade: há um conjunto de evidências que fazem do homem reticente um tipo bastante sedutor: tudo lhe é peculiar, intrigante, o oposto do que se espera, mas capaz de despertar na mulher um fascínio sobrepujante, inquieto, cativante. E essa particularidade atrativa de comportamento pode evoluir, incontestavelmente, para uma espécie de charme pessoal, que independe de fatores externos, pois isso lhe é natural.   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Diferentemente  do que a maioria pensa, homens esfuziantes, sorridentes, sarados e extrovertidos  não são os únicos que não escapam da visão feminina. Esse limite psicológico dos homens tímidos, que não avançam o sinal, que titubeiam nas palavras, que não seguem os instintos, que não põem a bola em campo de uma vez pode ser muito excitante, como um prenúncio de aventura envolta em mistério. Sim, vale a pena “correr o risco” de se envolver com um tipo desses e, de repente, encontrar alguém muito mais interessante do que os tidos "normais". Basta se permitir!  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;object width="325" height="249"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Jrqok-poe6Y?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Jrqok-poe6Y?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="325" height="249" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-3751104927437352993?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-02T20:52:13.307-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/-f-fWWJGGYyU/Tg-sYOUSUEI/AAAAAAAAGrI/Yrt4TSDTa5o/s72-c/timidez.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">19</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/Jrqok-poe6Y?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" length="3120" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/Jrqok-poe6Y?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" fileSize="3120" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> Já escrevi sobre vários tipos de homens, desde os certinhos até os chamados "cafa", mas nunca havia dedicado um post sobre eles - os tímidos. Então, aí vai a minha versão, completamente inspirada (ou perceptiva) em um belíssimo exemplar deles. Falar sobr</itunes:subtitle><itunes:author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</itunes:author><itunes:summary> Já escrevi sobre vários tipos de homens, desde os certinhos até os chamados "cafa", mas nunca havia dedicado um post sobre eles - os tímidos. Então, aí vai a minha versão, completamente inspirada (ou perceptiva) em um belíssimo exemplar deles. Falar sobre "homens tímidos" não é tão difícil, basta olhar à volta e perceber que existem muitos exemplares encantadores com esse perfil. É claro que o homem tímido acaba causando uma certa aflição a quem por ele se interessa, já que não revela exatamente o que está pensando ou sentindo. É um jogo de enigmas e limitações que precisam ser cuidadosamente interpretados, trabalhados, muito mais à luz da razão do que às emoções causadas pelo envolvimento (muitas vezes irresistível) com esse tipo “obscuramente sedutor”. Todos sabemos que existe uma lei de atração e de repulsão. Geralmente nos sentimos atraído(a)s por alguém dotado de um psiquismo semelhante ao nosso. Porém, mesmo que façamos o tipo extrovertido, é interessante e curioso observar aquele cara distinto da maioria, que chega de mansinho, como quem nada quer e acaba despertando uma série de perguntas intrigantes, com pouquíssimas respostas, pelo menos imediatas. Homem tímido é aquele que se faz perceber pelo modo de olhar (e às vezes, de evitá-lo), pelos gestos que articula e, especialmente, pelas poucas palavras que profere ou pelo silêncio que faz. Sim, de um modo geral, as mulheres preferem os homens expansivos, como se isso fosse sinal de confiança e intrepidez, mas há situações discordantes dessa regra que podem levá-las e uma grande história romântica onde o príncipe não é necessariamente um Don Juan, mas tem a mesma capacidade de conquistar, só que pelo sentido inverso: o da fuga em vez do ataque, o da insinuação em vez da transparência. Quer algo mais instigante do que isso? É questão de percepção e sensibilidade: há um conjunto de evidências que fazem do homem reticente um tipo bastante sedutor: tudo lhe é peculiar, intrigante, o oposto do que se espera, mas capaz de despertar na mulher um fascínio sobrepujante, inquieto, cativante. E essa particularidade atrativa de comportamento pode evoluir, incontestavelmente, para uma espécie de charme pessoal, que independe de fatores externos, pois isso lhe é natural. Diferentemente do que a maioria pensa, homens esfuziantes, sorridentes, sarados e extrovertidos não são os únicos que não escapam da visão feminina. Esse limite psicológico dos homens tímidos, que não avançam o sinal, que titubeiam nas palavras, que não seguem os instintos, que não põem a bola em campo de uma vez pode ser muito excitante, como um prenúncio de aventura envolta em mistério. Sim, vale a pena “correr o risco” de se envolver com um tipo desses e, de repente, encontrar alguém muito mais interessante do que os tidos "normais". Basta se permitir! </itunes:summary><itunes:keywords>Comportamento, homem, timidez, Relacionamento</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/07/timidez-masculina-charme-ou-defeito.html</feedburner:origLink></item><item><title>O que é ser Mal-Amado(a)?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/unRcyQLyka4/o-que-e-ser-mal-amadoa.html</link><category>Amor</category><category>tristeza</category><category>emoção</category><category>Comportamento</category><category>sentimento</category><category>felicidade</category><category>Relacionamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Sun, 19 Jun 2011 22:27:29 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-5773407978699430851</guid><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-tsNr7Y0pj1o/Tf6zZViQt_I/AAAAAAAAGqI/mRN2HcizKnY/s1600/malamado.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-tsNr7Y0pj1o/Tf6zZViQt_I/AAAAAAAAGqI/mRN2HcizKnY/s400/malamado.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5620126632863905778" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Antes de adentrar no universo temático a que me propus, considero importante fazer uma pequena explanação a respeito do prefixo latino &lt;b&gt;&lt;i&gt;mal-&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, que significa: maldade, desgraça, imperfeição. É a partir dele que podemos interpretar a expressão tão conhecida “mal-amado(a)” e que traduz um tipo de relacionamento que pode se tornar vicioso caso não haja, por parte do “infectado”, a dissipação dessa prática sobre si.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Tanto homens quanto mulheres podem permitir-se ser mal-amados, seja por um tempo ou por uma vida toda. Ser mal-amado(a) não é sinônimo de ser carente ou solitário(a), como a maioria pensa, é ser mal gostado(a), mal desejado(a), mal querido(a). É um jeito torto de ser (licenciosamente) amado(a). Permanecer nessa realidade depende do quanto vale e pesa a auto-estima. Uma pessoa mal-amada é aquela que tem um amor ruim, defeituoso, que leva anos para se formar ou para se dissipar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A verdade é que já evoluímos muito nos nossos relacionamentos, porém estagnamos na padronização comportamental das relações amorosas às quais nos envolvemos. É expectativa da mulher ser amada, assumida. Ainda hoje é ela quem se responsabiliza por formar um lar, um ninho, uma família. Já o homem, compromete-se a lhe proporcionar felicidade e amor consistente. É uma visão romanticamente linear, mas racional e sistemática em excesso para que dê certo sempre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Existem amores às avessas, truncados, que começam e terminam mal. Outros, nem terminam. Resistem, ano após ano, recomeçando, tentando encaixar-se ou, simplesmente, deixando ao sabor do tempo, o veredito da história. É como se a pessoa acreditasse que ali existe amor puro, mesmo que não haja o frescor das emoções nem a insistência em mudança. Exemplos de se amar mal é a promessa não cumprida, o amor não correspondido à altura, a expectativa sempre alerta, que não se realiza nunca. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Uma pessoa mal-amada é aquela que se dá a um amor furtivo, dissimulado, algo que fica entre “o que pode ser” e “o que parece, mas não é”. É um amor falso, tendencioso, beirando o abismo. Aquele que faz mal, que despreza, que desorienta, que incomoda, que desgasta física e psicologicamente. E independe se a pessoa compactua com essa circunstância. O fato é que permitir-se ser mal-amado(a) abre possibilidades para dois seres infelizes que, um ao lado do outro, sofrem as mazelas dessa relação débil, insuficiente, sofismática.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Consentir-se ter um amor ruim é ser indulgente consigo e com o outro, é ter um comportamento obtuso, inseguro, de atitudes mecânicas e uma visão desesperançada da vida. É bom lembrar de vez em quando que uma relação não é via de mão única e que ambos precisam “plantar” para “colher”. A quem se contenta com um amor-bambo, acostume-se a ser denso, porque as coisas não vão mudar. Conforme-se com a tristeza e aprenda a não acreditar em felicidade. Como disse Victor Hugo: “&lt;i&gt;&lt;b&gt;A suprema felicidade da vida é ter a convicção de que somos amados&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;”. Em suma, "&lt;i&gt;take it or leave it&lt;/i&gt;"!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-5773407978699430851?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-20T02:27:29.579-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-tsNr7Y0pj1o/Tf6zZViQt_I/AAAAAAAAGqI/mRN2HcizKnY/s72-c/malamado.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">25</thr:total><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/06/o-que-e-ser-mal-amadoa.html</feedburner:origLink></item><item><title>Quem é dono de Quem?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/9MS96Bb_bgU/quem-e-dono-de-quem.html</link><category>Amor</category><category>mulher</category><category>emoção</category><category>Comportamento</category><category>sentimento</category><category>homem</category><category>Relacionamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Wed, 15 Jun 2011 19:35:59 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-4866381928719558417</guid><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-tlKkK9cS2YM/TfjQbaP9FBI/AAAAAAAAGp0/Wg1xn1v_-JA/s1600/pris%25C3%25A3o.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-tlKkK9cS2YM/TfjQbaP9FBI/AAAAAAAAGp0/Wg1xn1v_-JA/s400/pris%25C3%25A3o.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5618469704465978386" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Segundo os especialistas em psicologia social, o ser humano é dotado de seis diferentes tipos de amor: altruísta, romântico, lúdico, pragmático, possessivo e cooperativo. Acredito que um dos tipos de amor mais perigoso é o amor possessivo -  aquele que aprisiona, conduz, direciona as emoções conforme a sua vontade e determinação. Pior do que isso, de acordo com a sua visão de amor. Uma pessoa que entende o outro como propriedade é incompetente para construir qualquer relação. Ela é portadora do amor que sufoca, que angustia. É o amor dependente, que só se satisfaz com a total dedicação do(a) parceiro(a) em todas as situações, desde as mais simples até as mais complexas. É o amor egoísta, chantagista, que torna o relacionamento pesado e tóxico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;É claro que ninguém saberá como vai agir diante do amor já que este foge a regras e explicações, também é improvável que alguém consiga medir a intensidade dos seus sentimentos e tente equilibrá-la para mais ou para menos a fim de atingir um nível satisfatório ou ideal, que não fira a liberdade do(a) parceiro(a). Porém, quando as coisas começam a se desenhar desarmônicas é chegada a hora de racionalizar até que ponto as próprias atitudes estão soando invasivas na vida do outro e prejudicando a estabilidade do relacionamento. Tudo começa com as desconfianças, seguidas de cobranças, até chegar ao controle absoluto da rotina do outro, tornando-se normal a inquirição sufocante e incômoda sobre as ações e reações do(a) parceiro(a) em todas as suas relações: sejam elas afetivas ou profissionais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É o cotidiano o responsável pelas divergências que começam a surgir, dando vazão a discussões, desgaste e decepção. Cobra-se pelo atraso para chegar em casa, pelo jantar que não foi como o esperado, por não ter atendido o celular, pela falta do carinho de antes, pelo encontro com os amigos até mais tarde, pelo que postou na rede social a um(a) amigo(a), pela música que resolveu ouvir sozinho(a) e por tantas outras motivações que acabam ofuscando os sentimentos. Quem não se sente seguro numa relação afetiva tende a policiar todo e qualquer acontecimento que envolva a sua cara-metade. No menor sinal de "perigo" haverá uma reação negativa diante da pessoa (e daquilo) que se quer preservar. E se não houver um esclarecimento plausível (por parte do "acusado"), a partir desse momento, qualquer passo divergente do habitual será motivo para cobranças imediatas, seguidas de chantagens e mais desconfianças.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Normalmente, as pessoas que agem dessa maneira são aquelas que se dão por inteiro à relação e passam a viver somente para aquela história, para aquela pessoa, sufocando a si e ao outro num espaço onde não cabe mais nada, a não ser os dois. Ela abdica dos seus gostos, dos prazeres antigos, da sua opinião e das amizades em nome de uma realidade que foi rabiscada com traços exclusivos para serem seguidos à risca, segundo as suas expectativas. Sequer percebe que essas expectativas podem não ser recíprocas. Ela esquece que ambos possuem jeitos, quereres e temperamentos oblíquos, que não há por que comungarem da mesma maneira. Ela não percebe ainda que não é o patrulhamento diário que garantirá o futuro da relação. Sobretudo, ela se recusa a ver que sentimento não se impõe, conquista-se no dia a dia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Se o outro, que a essa altura, já mudou o comportamento por questões impostas não estiver disposto a entender o que está acontecendo e procurar resolver o impasse à custa de muito diálogo, desatando os nós das desconfianças, fatalmente, esse amor estará fadado ao fracasso. Num primeiro momento, poderá investir no relacionamento com justificativas e tolerância, mas a tendência é que se canse das exigências comportamentais do inseguro e assuma uma personalidade fria e distante, assassinando, aos poucos, a relação. E entram aí o silêncio, a desilusão, a falta de perspectiva futura, até o incontestável fim daquilo que poderia ser uma doce e estável história de amor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Dividir o mesmo espaço e ter os mesmos desejos não significa controlar, orientar, manipular as atitudes do(a) parceiro(a). Não bastam cumplicidade e amor, faz-se necessário confiança e liberdade para ir e vir. É bom olharmos para as nossas atitudes e percebermos até onde estamos indo, se as nossas ações não estão interferindo na vida social de quem está ao nosso lado. Quem manipula é desprovido de amor próprio, gera conflitos internos e fica deprimido. Quem ama possessivamente cai, mais cedo ou mais tarde, numa esfera vazia, perene; num labirinto sem saída. Ligue-se, confira-se, execute-se! Não permita o fechamento do capítulo da sua história à outra pessoa, mas não queira ser você o(a) autor(a) do término da história dela. Não coloque em mãos alheias a obrigação pela sua estabilidade emocional. Ninguém nos completará em plenitude (e nem por todo o tempo). O nosso equívoco está em querer personificar as emoções e não em senti-las espontaneamente. Pense nisso!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="349"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lykwPjEBl5c?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/lykwPjEBl5c?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="349" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-4866381928719558417?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-15T23:35:59.844-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-tlKkK9cS2YM/TfjQbaP9FBI/AAAAAAAAGp0/Wg1xn1v_-JA/s72-c/pris%25C3%25A3o.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">14</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/lykwPjEBl5c?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" length="3110" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/lykwPjEBl5c?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" fileSize="3110" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> Segundo os especialistas em psicologia social, o ser humano é dotado de seis diferentes tipos de amor: altruísta, romântico, lúdico, pragmático, possessivo e cooperativo. Acredito que um dos tipos de amor mais perigoso é o amor possessivo - aquele que ap</itunes:subtitle><itunes:author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</itunes:author><itunes:summary> Segundo os especialistas em psicologia social, o ser humano é dotado de seis diferentes tipos de amor: altruísta, romântico, lúdico, pragmático, possessivo e cooperativo. Acredito que um dos tipos de amor mais perigoso é o amor possessivo - aquele que aprisiona, conduz, direciona as emoções conforme a sua vontade e determinação. Pior do que isso, de acordo com a sua visão de amor. Uma pessoa que entende o outro como propriedade é incompetente para construir qualquer relação. Ela é portadora do amor que sufoca, que angustia. É o amor dependente, que só se satisfaz com a total dedicação do(a) parceiro(a) em todas as situações, desde as mais simples até as mais complexas. É o amor egoísta, chantagista, que torna o relacionamento pesado e tóxico. É claro que ninguém saberá como vai agir diante do amor já que este foge a regras e explicações, também é improvável que alguém consiga medir a intensidade dos seus sentimentos e tente equilibrá-la para mais ou para menos a fim de atingir um nível satisfatório ou ideal, que não fira a liberdade do(a) parceiro(a). Porém, quando as coisas começam a se desenhar desarmônicas é chegada a hora de racionalizar até que ponto as próprias atitudes estão soando invasivas na vida do outro e prejudicando a estabilidade do relacionamento. Tudo começa com as desconfianças, seguidas de cobranças, até chegar ao controle absoluto da rotina do outro, tornando-se normal a inquirição sufocante e incômoda sobre as ações e reações do(a) parceiro(a) em todas as suas relações: sejam elas afetivas ou profissionais. É o cotidiano o responsável pelas divergências que começam a surgir, dando vazão a discussões, desgaste e decepção. Cobra-se pelo atraso para chegar em casa, pelo jantar que não foi como o esperado, por não ter atendido o celular, pela falta do carinho de antes, pelo encontro com os amigos até mais tarde, pelo que postou na rede social a um(a) amigo(a), pela música que resolveu ouvir sozinho(a) e por tantas outras motivações que acabam ofuscando os sentimentos. Quem não se sente seguro numa relação afetiva tende a policiar todo e qualquer acontecimento que envolva a sua cara-metade. No menor sinal de "perigo" haverá uma reação negativa diante da pessoa (e daquilo) que se quer preservar. E se não houver um esclarecimento plausível (por parte do "acusado"), a partir desse momento, qualquer passo divergente do habitual será motivo para cobranças imediatas, seguidas de chantagens e mais desconfianças. Normalmente, as pessoas que agem dessa maneira são aquelas que se dão por inteiro à relação e passam a viver somente para aquela história, para aquela pessoa, sufocando a si e ao outro num espaço onde não cabe mais nada, a não ser os dois. Ela abdica dos seus gostos, dos prazeres antigos, da sua opinião e das amizades em nome de uma realidade que foi rabiscada com traços exclusivos para serem seguidos à risca, segundo as suas expectativas. Sequer percebe que essas expectativas podem não ser recíprocas. Ela esquece que ambos possuem jeitos, quereres e temperamentos oblíquos, que não há por que comungarem da mesma maneira. Ela não percebe ainda que não é o patrulhamento diário que garantirá o futuro da relação. Sobretudo, ela se recusa a ver que sentimento não se impõe, conquista-se no dia a dia. Se o outro, que a essa altura, já mudou o comportamento por questões impostas não estiver disposto a entender o que está acontecendo e procurar resolver o impasse à custa de muito diálogo, desatando os nós das desconfianças, fatalmente, esse amor estará fadado ao fracasso. Num primeiro momento, poderá investir no relacionamento com justificativas e tolerância, mas a tendência é que se canse das exigências comportamentais do inseguro e assuma uma personalidade fria e distante, assassinando, aos poucos, a relação. E entram aí o silêncio, a desilusão, a falta de perspectiva futura, até o incontestável fim daquilo que poderia ser uma doce e estável história de amor. Dividir o mesmo espaço e ter os mesmos desejos não signif</itunes:summary><itunes:keywords>Amor, mulher, emoção, Comportamento, sentimento, homem, Relacionamento</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/06/quem-e-dono-de-quem.html</feedburner:origLink></item><item><title>Se Você está sem Namorado(a)...</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/sQcvA9QSaQA/se-voce-esta-sem-namoradoa.html</link><category>namorado</category><category>Amor</category><category>tristeza</category><category>Comportamento</category><category>sentimento</category><category>Opinião</category><category>reflexão</category><category>Relacionamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Tue, 14 Jun 2011 07:10:21 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-4129914231507642026</guid><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zppxhClTEAw/TfQtGuZF8VI/AAAAAAAAGnk/eC-4NuALnpA/s1600/cora%25C3%25A7ao.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 362px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-zppxhClTEAw/TfQtGuZF8VI/AAAAAAAAGnk/eC-4NuALnpA/s400/cora%25C3%25A7ao.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617164228793594194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É sempre em datas comemorativas, de fundo emocional, que se costuma refletir sobre a própria situação e, consequentemente, pode-se ficar deprimido(a), chateado(a), sentindo-se inferior por não estar na mesma sintonia que as pessoas do seu convívio ou que se vê por aí, parecendo respirar felicidade e satisfação a dois. Mas as coisas não são bem assim, especialmente se considerarmos que as aparências enganam e que somos nós que escrevemos o enredo de cada história à qual fazemos parte, o que significa que "estar sozinho pode ser por responsabilidade própria e não porque ninguém nos quer”. Já pensou nisso?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Querendo ou não, quem já não reservou um tempo para meditar sobre a sua situação amorosa no Dia dos Namorados, em algum momento da sua vida? Pode até não ser o atual, mas todos nós já refletimos sobre a solidão temporária a que somos acometidos nesse dia. Perguntas do tipo: Qual é o meu problema? Por que não consigo um(a) namorado(a)? Essas indagações podem ser negativas se nos prostrarmos na condição de vítimas ou injustiçados pelo destino, que não nos presenteia com alguém interessante, cheio de amor pra dar, preferencialmente de cabeça aberta e disposto a posar na mesma foto abraçadinho. É ou não é?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Sim, temos a péssima mania de nos vitimizar frente ao espelho, procurando desculpas que justifiquem a nossa falta de sorte por não ter alguém que nos complete, participe da nossa vida, faça-nos sentir vivos, felizes, importantes, repletos de emoções positivas. Mas será que o simples fato de ter um(a) parceiro(a) ao lado é sinônimo de plenitude? Será que não somos nós mesmos que repelimos muitas histórias por, intuitivamete, percebermos que não darão em nada? Que aquela pessoa não tem nada a ver conosco? Que a nossa individualidade está acima da subserviência? Que maximizamos as nossas prioridades em detrimento das alheias? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;É interessante conhecer-se, aceitar-se antes de investir em alguém que lhe seja agradável aos olhos e ao coração. Estar sozinho não implica estar infeliz. É preciso aprender a conviver consigo mesmo(a), curtir-se, para, então, candidatar-se a dividir a vida com alguém, levando tudo o que tem de si e recebendo o que o outro tem a oferecer. Pisar devagar em terreno desconhecido é sempre melhor do que mergulhar de cabeça, seguindo os instintos que, sabe-se lá para onde nos levarão. Um pouco de lucidez é bom antes de se entregar ao deleite emocional, afinal, todos conhecemos o sabor de uma desilusão amorosa, e ela é amarga, desconfortável, faz mal à saúde e pode nos levar a perder o que temos de mais próprio: a personalidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Para quem está só é um pouco complicado entender que solidão pode ser uma coisa boa, mas são momentos como este que nos permitem olhar para dentro, refletir em causa própria, descobrir o que queremos e descartar os filmes que já vimos e que não nos fizeram bem. Quem já passou por experiências amorosas frustrantes conhece bem o valor da frase "antes só do que mal acompanhado(a). Ter com quem sonhar é prazeroso, mas perder o sono por uma pessoa que nos tira do eixo, enfraquece-nos, faz-nos perder o rumo, pode ser bem pior do que não ter ninguém. Claro que é muito bom ter em quem pensar quando vai dormir e também ao acordar, mas que seja alguém que nos faça sorrir e não nos oportunize chorar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Portanto, no Dia dos Namorados, para quem está só e não tem o que comemorar, não há por que ficar triste, circunspecto, sentindo-se rejeitado por estar desprovido de companhia. Considere quem está angustiado, vivendo uma relação doente, quem se encontra em estado de desânimo por conta de um amor mal resolvido, quem espera por uma resposta que não vem, quem sofre por não ter o retorno dos sentimentos. A vida é mutante, flexível, paradoxal. Hoje a realidade é para expectativas, mas amanhã pode ser para certezas. E pode ter certeza de uma coisa: nada, nada mesmo pode se comparar à sensação livre, leve e solta de não estar sofrendo por alguém. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" count="none" via="LucianaMP"&gt;Tweet&lt;/a&gt;&lt;script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fhttp://www.facebook.com/lucianamariap&amp;amp;layout=standard&amp;amp;show_faces=true&amp;amp;width=450&amp;amp;action=like&amp;amp;colorscheme=light&amp;amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="325" height="249"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YC28N6XKjTw?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/YC28N6XKjTw?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="325" height="249" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-4129914231507642026?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-14T11:10:21.424-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-zppxhClTEAw/TfQtGuZF8VI/AAAAAAAAGnk/eC-4NuALnpA/s72-c/cora%25C3%25A7ao.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">21</thr:total><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/06/se-voce-esta-sem-namoradoa.html</feedburner:origLink></item><item><title>A Eterna Insatisfação Feminina</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/6yVgAu4xmR8/eterna-insatisfacao-feminina.html</link><category>cotidiano</category><category>casamento</category><category>mulher</category><category>Comportamento</category><category>sentimento</category><category>homem</category><category>Opinião</category><category>Relacionamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Tue, 07 Jun 2011 19:57:57 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-3100833459911491924</guid><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-guFakjyzecs/Te6fPfyi45I/AAAAAAAAGnc/_EuHrinnbZU/s1600/mo%25C3%25A7aflores.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 286px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-guFakjyzecs/Te6fPfyi45I/AAAAAAAAGnc/_EuHrinnbZU/s400/mo%25C3%25A7aflores.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615600873957942162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;"Penso, com mágoa, que o relacionamento da gente sempre foi um tanto unilateral, sei lá, não quero ser injusto nem nada - apenas me ferem muito esses teus silêncios." (CAIO FERNANDO ABREU)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Acredito que somente os homens com sensibilidade muito apurada consigam, de fato, desvendar algumas linhas do horizonte feminino&lt;/b&gt;. É na maneira de olhar, de tocá-la, de penetrar no seu mundo que ele avançará alguns passos em sua direção. Ele precisa ter sintonia emocional para captar o que ela tenta traduzir em símbolos sensoriais. É necessário uma porção razoável de perspicácia para compreender os jogos de sinais, as táticas intuitivas, as ações e digressões psicológicas femininas. Talvez o “&lt;i&gt;nuisance&lt;/i&gt;” esteja justamente no gosto de surpresa que toda mulher tem. Não é pouco o número de homens que afirma serem as mulheres intraduzíveis. Mas onde paira o mistério, afinal?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Toda mulher tem os seus enigmas, características intrigantes que lhes são peculiares: ora simplistas e pessoais, ora imprevisíveis em amplitude. Para entendê-la em conteúdo seria fundamental conhecer a sutil diferença entre sentimento e emoção. Ela sabe distinguir ambos e procura mostrá-los ao parceiro, numa tentativa de que, juntos, possam desfrutar das mesmas sensações e das mesmas expectativas no decorrer dos dias, meses e anos. Mas a coisa não flui assim, haja vista que, por serem  consideravelmente diferentes, &lt;b&gt;as mulheres esperam sempre um pouco mais do que o parceiro pode ou está disposto a oferecer&lt;/b&gt;. A simetria masculina o impede de perceber a necessidade de inconstância, que tão bem combina com os prognósticos femininos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Mas veja, a minha tentativa não é expor diferenças visíveis e invisíveis entre os dois sexos, pendendo em favor de um deles. &lt;b&gt;Um não precisa se enrolar na toalha do outro para compartilhar das mesmas necessidades ou dos mesmos desejos&lt;/b&gt;. A causa da maioria dos conflitos e da insatisfação, especialmente feminina, é a visão unilateral que alimenta em relação ao relacionamento e que a põe míope frente à prerrogativa de que existe uma outra pessoa  envolvida no enredo, plena de vontades, pensamentos e idéias próprias. No máximo, o que se pode fazer é expor a insatisfação, sinalizar os pontos ruins e aguardar mudanças (ou não) diante da contenda amorosa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A mulher, de um modo geral, percebe o amor da maneira que lhe é própria. É um misto de febre e encanto, admiração e desejo, que a coloca em xeque a ponto de fazê-la buscar um meio de preservar o relacionamento a todo custo. Ela idealiza os passos em prol dessa relação, com todas as promessas e delícias que ela tem a oferecer. Isso lembra aquela música ultra-romântica, do &lt;i&gt;Bryan Adams&lt;/i&gt;: "&lt;i&gt;Quando você amar alguém... fará todas as coisas loucas que não pode explicar, atirará na lua e apagará o sol&lt;/i&gt;". &lt;b&gt;Viver para aquela pessoa é um sonho feminino concebível e praticável&lt;/b&gt;. Porém, é quando o amor se delineia uma nebulosa inquietação que ela deixa cair por terra a idealização do convívio e o percebe volúvel, sem a fragrância de promessas nem o romantismo de outrora. Passa, então, a reclamar, numa ação comensurável entre o antes e o agora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Nós, mulheres, tornamo-nos insatisfeitas porque é da nossa natureza querer flertar sempre com a surpresa, o romance, o inesperado&lt;/b&gt;, e se isso nos é tirado por conta da rotina, perdemos o propósito e a certeza. Em sua larga maioria, os homens adentram em um mundo singular, sem necessidade de renovação posto que já não visualizam mais a magia do flerte que faz as mãos suarem, o coração disparar, o corpo responder a diferentes estímulos emocionais. Não veem a conquista como algo contínuo e mutante. São imbuídos de uma preguiça cega, surda, muda, que se espalha no sofá da sala, tira a camisa e toma uma cerveja. Criam um mundinho próprio onde não há disposição para manter aceso o desejo, a admiração, a satisfação da sua companheira com as suas investidas amorosas, constantes, intensas, mas que para ela, seria como um alimento de prazer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Tudo bem, &lt;i&gt;Drummond&lt;/i&gt; disse: “&lt;i&gt;Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram&lt;/i&gt;”. É claro que viver em um castelo encantado, esperando que o príncipe esteja sempre a postos é infantil e surreal, mas se o convívio é para ser a dois, não custa tanto sair um pouco do mundinho masculino tão objetivo, linear e ensimesmado para fazer graça no palco ali ao lado, ainda que repleto de laços cor-de-rosa, sabores diversos de queijos e vinhos e perfumes adocicados. &lt;b&gt;Afinal, a satisfação está em ser feliz com o outro, chova ou faça sol.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-count="none" data-via="LucianaMP"&gt;Tweet&lt;/a&gt;&lt;script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fhttp://www.facebook.com/lucianamariap&amp;amp;layout=standard&amp;amp;show_faces=true&amp;amp;width=450&amp;amp;action=like&amp;amp;colorscheme=light&amp;amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="349"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/H61ODYmEio8?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/H61ODYmEio8?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="349" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-3100833459911491924?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-07T23:57:57.371-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/-guFakjyzecs/Te6fPfyi45I/AAAAAAAAGnc/_EuHrinnbZU/s72-c/mo%25C3%25A7aflores.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">27</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/H61ODYmEio8?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" length="3042" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/H61ODYmEio8?version=3&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" fileSize="3042" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> "Penso, com mágoa, que o relacionamento da gente sempre foi um tanto unilateral, sei lá, não quero ser injusto nem nada - apenas me ferem muito esses teus silêncios." 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Não é pouco o número de homens que afirma serem as mulheres intraduzíveis. Mas onde paira o mistério, afinal? Toda mulher tem os seus enigmas, características intrigantes que lhes são peculiares: ora simplistas e pessoais, ora imprevisíveis em amplitude. Para entendê-la em conteúdo seria fundamental conhecer a sutil diferença entre sentimento e emoção. Ela sabe distinguir ambos e procura mostrá-los ao parceiro, numa tentativa de que, juntos, possam desfrutar das mesmas sensações e das mesmas expectativas no decorrer dos dias, meses e anos. Mas a coisa não flui assim, haja vista que, por serem consideravelmente diferentes, as mulheres esperam sempre um pouco mais do que o parceiro pode ou está disposto a oferecer. A simetria masculina o impede de perceber a necessidade de inconstância, que tão bem combina com os prognósticos femininos. Mas veja, a minha tentativa não é expor diferenças visíveis e invisíveis entre os dois sexos, pendendo em favor de um deles. Um não precisa se enrolar na toalha do outro para compartilhar das mesmas necessidades ou dos mesmos desejos. A causa da maioria dos conflitos e da insatisfação, especialmente feminina, é a visão unilateral que alimenta em relação ao relacionamento e que a põe míope frente à prerrogativa de que existe uma outra pessoa envolvida no enredo, plena de vontades, pensamentos e idéias próprias. No máximo, o que se pode fazer é expor a insatisfação, sinalizar os pontos ruins e aguardar mudanças (ou não) diante da contenda amorosa. A mulher, de um modo geral, percebe o amor da maneira que lhe é própria. É um misto de febre e encanto, admiração e desejo, que a coloca em xeque a ponto de fazê-la buscar um meio de preservar o relacionamento a todo custo. Ela idealiza os passos em prol dessa relação, com todas as promessas e delícias que ela tem a oferecer. Isso lembra aquela música ultra-romântica, do Bryan Adams: "Quando você amar alguém... fará todas as coisas loucas que não pode explicar, atirará na lua e apagará o sol". Viver para aquela pessoa é um sonho feminino concebível e praticável. Porém, é quando o amor se delineia uma nebulosa inquietação que ela deixa cair por terra a idealização do convívio e o percebe volúvel, sem a fragrância de promessas nem o romantismo de outrora. Passa, então, a reclamar, numa ação comensurável entre o antes e o agora. Nós, mulheres, tornamo-nos insatisfeitas porque é da nossa natureza querer flertar sempre com a surpresa, o romance, o inesperado, e se isso nos é tirado por conta da rotina, perdemos o propósito e a certeza. Em sua larga maioria, os homens adentram em um mundo singular, sem necessidade de renovação posto que já não visualizam mais a magia do flerte que faz as mãos suarem, o coração disparar, o corpo responder a diferentes estímulos emocionais. Não veem a conquista como algo contínuo e mutante. São imbuídos de uma preguiça cega, surda, muda, que se espalha no sofá da sala, tira a camisa e toma uma cerveja. Criam um mundinho próprio onde não há disposição para manter aceso o desejo, a admiração, a satisfação da sua companheira com as suas investidas amorosas, constantes, intensas, mas que para ela, seria como um alimento de prazer. Tudo bem, Drummond disse: “Nossa dor não advém das coisas viv</itunes:summary><itunes:keywords>cotidiano, casamento, mulher, Comportamento, sentimento, homem, Opinião, Relacionamento</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/06/eterna-insatisfacao-feminina.html</feedburner:origLink></item><item><title>Mea Culpa, Mea Máxima Culpa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/rJtjktrJDg8/mea-culpa-mea-maxima-culpa.html</link><category>vida</category><category>culpa</category><category>cotidiano</category><category>casamento</category><category>mulher</category><category>Comportamento</category><category>sentimento</category><category>homem</category><category>Relacionamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Fri, 27 May 2011 14:36:02 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-1806555907209716004</guid><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FZPCiGoSs_s/Td_8OzUNM1I/AAAAAAAAGm8/Sc1oNJmkkYw/s1600/culpa.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 299px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-FZPCiGoSs_s/Td_8OzUNM1I/AAAAAAAAGm8/Sc1oNJmkkYw/s400/culpa.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5611480991950254930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Mea Culpa, Mea Máxima Culpa&lt;/b&gt;! Não foi à toa que me lembrei da tão proferida frase religiosa quando decidi escrever sobre as culpas que atribuímos a nós mesmos ao longo da vida. A frase latina, que pode ser traduzida como “falha minha” ou “meu próprio erro”, leva-nos a pensar no quão grave é atribuir a si mesmo a responsabilidade por determinada situação que anda a reboque ou que tenha culminado em fracasso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Numa análise simétrica, eu diria que culpa é um doloroso sentimento interior que vai corroendo, desgastando o psicológico, a ponto de comprometer a autoestima ou a busca pela liberdade dessa sensação fantasmagoricamente negativa. Equivocamo-nos ao remeter a nós próprios a condição de réus, pois nada pode ser mais verdadeiro do que a intenção de acertar. Ninguém pode, por exemplo, sentir-se o responsável por &lt;/span&gt;levar à derrocada algum imbróglio amoroso ou um relacionamento estável, de anos, com prospectos de “eternidade”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Em contrapartida, é inevitável não ser acometido pelo sentimento de culpa quando algo tinha tudo para dar certo e resulta em insucesso. Avaliar de forma negativa o que não se conseguiu atingir é o primeiro erro que cometemos, pois virão, na seqüência, o arrependimento, a frustração, o mal-estar e a sensação de impotência frente à realidade. Essa bola de neve só tenderá a diminuir caso aceitemos que as falhas perpetradas não podem nem devem ser forças supremas capazes de nos destruir. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O relacionamento amoroso é, indubitavelmente, o responsável pelos diversos tipos de dolo que alimentamos. Pode-se sentir culpado por não fazer o outro feliz, por não ter se empenhado mais quando ainda havia tempo, por ter priorizado situações menos relevantes e esquecido que a manutenção da relação afetiva depende de jogo de cintura, vontade, relevância e comprometimento. Não fosse assim, não haveria tantos casais separados, que assinaram a sentença do fracasso e bebem, por um longo tempo, o licor amargo do “delito” pelo término da história.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;É quando tentamos nos enquadrar em modelos-padrão de relacionamentos que iniciamos o processo do fim. Será que somos incapazes de perceber que a vida flui de maneira diversa para cada pessoa e que é impossível apostar todas as fichas na vitória se temos como oponente o inesperado? Mais do que isso, as pessoas não visualizam e não sentem o relacionamento da mesma forma, o que acarreta em frustração para um e indiferença para outro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A culpa nada mais é do que um sentimento do que fomos um dia e que não conseguimos manter por toda a vida. É uma autopunição por termos desviado do caminho, perdido o curso do vento, as coordenadas geográficas das ações, o ponto de equilíbrio entre ser e estar, a vontade de permanecer inerte, como sempre foi, numa realidade imutável e venturosa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Porém, será que alguém já parou para pensar que a culpa não poderia ser, de repente, um pseudo-sentimento ao qual nos apegamos (como um plano B) para continuar violando a própria consciência? Ora, pode-se, perfeitamente, continuar transgredindo a realidade e massificando os sentimentos posteriormente como forma masoquista de punição. Um exemplo claro desse comportamento seria manter a indiferença diante do caos amoroso mesmo se consumindo em culpa por isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Acredito que a nossa&lt;b&gt; mea culpa&lt;/b&gt; seria muito mais branda se aceitássemos que não somos perfeitos e não há como delinear o futuro ao nosso gosto, que devemos entender que temos dias de riso e noites de pranto, que ora somos agentes, ora pacientes das ações conjuntas que podem levar o relacionamento à ruína, que estamos nos descobrindo e descobrindo o outro a todo instante. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A vida a dois seria mais fácil se clareássemos as causas e os efeitos das nossas atitudes, se abríssemos um leque de possibilidades para o dia ruim, para a insatisfação do outro, para a falta de entendimento nos diálogos e o excesso de zelo em querer que a relação se mantenha sempre exata. Quando tivermos nitidez desses detalhes, sairemos da condição de réus e passaremos a respirar sem culpa nenhuma por termos perdido o jogo, afinal, em jogo, nem sempre se perde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;object width="425" height="25"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5AC4Vaj86IY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/5AC4Vaj86IY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="25" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-1806555907209716004?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-27T18:36:02.880-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-FZPCiGoSs_s/Td_8OzUNM1I/AAAAAAAAGm8/Sc1oNJmkkYw/s72-c/culpa.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">12</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/5AC4Vaj86IY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" length="1119" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/5AC4Vaj86IY?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" fileSize="1119" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Mea Culpa, Mea Máxima Culpa! Não foi à toa que me lembrei da tão proferida frase religiosa quando decidi escrever sobre as culpas que atribuímos a nós mesmos ao longo da vida. A frase latina, que pode ser traduzida como “falha minha” ou “meu próprio erro”</itunes:subtitle><itunes:author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</itunes:author><itunes:summary>Mea Culpa, Mea Máxima Culpa! Não foi à toa que me lembrei da tão proferida frase religiosa quando decidi escrever sobre as culpas que atribuímos a nós mesmos ao longo da vida. A frase latina, que pode ser traduzida como “falha minha” ou “meu próprio erro”, leva-nos a pensar no quão grave é atribuir a si mesmo a responsabilidade por determinada situação que anda a reboque ou que tenha culminado em fracasso. Numa análise simétrica, eu diria que culpa é um doloroso sentimento interior que vai corroendo, desgastando o psicológico, a ponto de comprometer a autoestima ou a busca pela liberdade dessa sensação fantasmagoricamente negativa. Equivocamo-nos ao remeter a nós próprios a condição de réus, pois nada pode ser mais verdadeiro do que a intenção de acertar. Ninguém pode, por exemplo, sentir-se o responsável por levar à derrocada algum imbróglio amoroso ou um relacionamento estável, de anos, com prospectos de “eternidade”. Em contrapartida, é inevitável não ser acometido pelo sentimento de culpa quando algo tinha tudo para dar certo e resulta em insucesso. Avaliar de forma negativa o que não se conseguiu atingir é o primeiro erro que cometemos, pois virão, na seqüência, o arrependimento, a frustração, o mal-estar e a sensação de impotência frente à realidade. Essa bola de neve só tenderá a diminuir caso aceitemos que as falhas perpetradas não podem nem devem ser forças supremas capazes de nos destruir. O relacionamento amoroso é, indubitavelmente, o responsável pelos diversos tipos de dolo que alimentamos. Pode-se sentir culpado por não fazer o outro feliz, por não ter se empenhado mais quando ainda havia tempo, por ter priorizado situações menos relevantes e esquecido que a manutenção da relação afetiva depende de jogo de cintura, vontade, relevância e comprometimento. Não fosse assim, não haveria tantos casais separados, que assinaram a sentença do fracasso e bebem, por um longo tempo, o licor amargo do “delito” pelo término da história. É quando tentamos nos enquadrar em modelos-padrão de relacionamentos que iniciamos o processo do fim. Será que somos incapazes de perceber que a vida flui de maneira diversa para cada pessoa e que é impossível apostar todas as fichas na vitória se temos como oponente o inesperado? Mais do que isso, as pessoas não visualizam e não sentem o relacionamento da mesma forma, o que acarreta em frustração para um e indiferença para outro. A culpa nada mais é do que um sentimento do que fomos um dia e que não conseguimos manter por toda a vida. É uma autopunição por termos desviado do caminho, perdido o curso do vento, as coordenadas geográficas das ações, o ponto de equilíbrio entre ser e estar, a vontade de permanecer inerte, como sempre foi, numa realidade imutável e venturosa. Porém, será que alguém já parou para pensar que a culpa não poderia ser, de repente, um pseudo-sentimento ao qual nos apegamos (como um plano B) para continuar violando a própria consciência? Ora, pode-se, perfeitamente, continuar transgredindo a realidade e massificando os sentimentos posteriormente como forma masoquista de punição. Um exemplo claro desse comportamento seria manter a indiferença diante do caos amoroso mesmo se consumindo em culpa por isso. Acredito que a nossa mea culpa seria muito mais branda se aceitássemos que não somos perfeitos e não há como delinear o futuro ao nosso gosto, que devemos entender que temos dias de riso e noites de pranto, que ora somos agentes, ora pacientes das ações conjuntas que podem levar o relacionamento à ruína, que estamos nos descobrindo e descobrindo o outro a todo instante. A vida a dois seria mais fácil se clareássemos as causas e os efeitos das nossas atitudes, se abríssemos um leque de possibilidades para o dia ruim, para a insatisfação do outro, para a falta de entendimento nos diálogos e o excesso de zelo em querer que a relação se mantenha sempre exata. Quando tivermos nitidez desses detalhes, sairemos da condição de réus e passaremos a respirar sem culpa nenhuma por term</itunes:summary><itunes:keywords>vida, culpa, cotidiano, casamento, mulher, Comportamento, sentimento, homem, Relacionamento</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/05/mea-culpa-mea-maxima-culpa.html</feedburner:origLink></item><item><title>O que é, afinal, essa tal felicidade?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/HCtCyF1wyxA/o-que-e-afinal-essa-tal-felicidade.html</link><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Tue, 17 May 2011 16:02:56 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-3678361730191374943</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-12N5iviYsLU/TdL2XZnPleI/AAAAAAAAGkg/DGj0gw8qLV0/s1600/relac.png"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-12N5iviYsLU/TdL2XZnPleI/AAAAAAAAGkg/DGj0gw8qLV0/s400/relac.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607815367902598626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Estive, por esses dias, com uma frase do Freud na cabeça que, de certa maneira, impulsionou a produção deste texto. Ela diz: “&lt;i&gt;A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz&lt;/i&gt;”. Pensando, genericamente, a teoria freudiana faz todo o sentido. Porém, considerando que, erroneamente, buscamos a felicidade no outro, se esta destoar da nossa, como seremos felizes? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Acredito que a estranheza nas relações se dê pela diferença de expectativa que ambos constroem mentalmente. Somos dotados de vontades, instintos, emoções, que despertam de maneira peculiar, especialmente se atentarmos para a sexualidade de cada ser. Homens são mais objetivos e não escondem o que sentem e pensam, seja nos trâmites profissionais ou nos seus relacionamentos. Já as mulheres, cheias de sensações complexas e unilaterais, enfrentam dificuldade em traduzir o que querem ou esperam em determinada situação do seu envolvimento amoroso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É muito fácil idealizar uma relação, esperar que ela dê certo e que ambos se completem com a mesma intensidade. Mas, por mais otimistas que sejam os prognósticos de felicidade, precisamos pesar e medir o grau de envolvimento, a personalidade de cada um e as sutilezas comuns a cada sexo. Como lidar, então, com a felicidade própria se ela depende da satisfação alheia? Não existe possibilidade de se sentir feliz se o outro não responde com reciprocidade. Portanto, afirmar que “a felicidade é um problema individual”, não só é relativo como é intrigante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;É possível que, em tempos de paixão, as emoções comunguem pelo mesmo caminho e tudo flua em plena constância e satisfação. No entanto, ao passar a fase onírica de entusiasmo febril, pode ser que a sensação de felicidade comum aos dois comece a ganhar um aspecto turvo, cedendo espaço à busca pela felicidade individualizada, aquela que nutrirá os próximos dias e a  nova realidade. A tendência masculina é a mudança de comportamento, e a feminina, a frustração. É óbvio que isso acontece com todos os casais. Chegará o momento em que os gostos, as vontades e os ideais emergentes comecem a se solidificar, e o afastamento (ainda que sutil) seja inevitável. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Mas não é isso que queremos, tampouco o que esperamos que aconteça nos nossos relacionamentos, afinal, a primazia de dividir a vida com alguém está em ser e fazer o outro feliz. É para isso que vivemos a dois. A quatro mãos buscamos plenitude e estabilidade ,a quatro mãos escrevemos a nossa história. Contemplamos sonhos e desejos comuns a ambos. Buscamos sempre no outro a resposta para um sorriso, o motivo para dormir até mais tarde, a razão para ouvir uma música romântica, a confissão do “eu te amo”, a sensação de ser admirado por alguém que nos é especial. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A felicidade que queremos, portanto, é algo que combina com prazer, segurança, entrega, fidelidade e desejo de que será para sempre. Os laços podem ser mútuos, mas a sensação de bem-estar ao lado do outro só será contínua e estável se, ao passar o estágio de encantamento, ambos percebam que, embora sejam dois, a felicidade de cada um é responsabilidade própria, sem que se possa atribuir ao outro encargos de mantê-la em estado permanente. Aliás, de permanente, só existe o desejo de ser feliz!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;object height="249" width="325"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LyJNWRShtTo?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/LyJNWRShtTo?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="249" width="325"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-3678361730191374943?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-17T20:02:56.191-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-12N5iviYsLU/TdL2XZnPleI/AAAAAAAAGkg/DGj0gw8qLV0/s72-c/relac.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">22</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/LyJNWRShtTo?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" length="1086" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/LyJNWRShtTo?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" fileSize="1086" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> Estive, por esses dias, com uma frase do Freud na cabeça que, de certa maneira, impulsionou a produção deste texto. Ela diz: “A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz”. Pensando</itunes:subtitle><itunes:author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</itunes:author><itunes:summary> Estive, por esses dias, com uma frase do Freud na cabeça que, de certa maneira, impulsionou a produção deste texto. Ela diz: “A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz”. Pensando, genericamente, a teoria freudiana faz todo o sentido. Porém, considerando que, erroneamente, buscamos a felicidade no outro, se esta destoar da nossa, como seremos felizes? Acredito que a estranheza nas relações se dê pela diferença de expectativa que ambos constroem mentalmente. Somos dotados de vontades, instintos, emoções, que despertam de maneira peculiar, especialmente se atentarmos para a sexualidade de cada ser. Homens são mais objetivos e não escondem o que sentem e pensam, seja nos trâmites profissionais ou nos seus relacionamentos. Já as mulheres, cheias de sensações complexas e unilaterais, enfrentam dificuldade em traduzir o que querem ou esperam em determinada situação do seu envolvimento amoroso. É muito fácil idealizar uma relação, esperar que ela dê certo e que ambos se completem com a mesma intensidade. Mas, por mais otimistas que sejam os prognósticos de felicidade, precisamos pesar e medir o grau de envolvimento, a personalidade de cada um e as sutilezas comuns a cada sexo. Como lidar, então, com a felicidade própria se ela depende da satisfação alheia? Não existe possibilidade de se sentir feliz se o outro não responde com reciprocidade. Portanto, afirmar que “a felicidade é um problema individual”, não só é relativo como é intrigante. É possível que, em tempos de paixão, as emoções comunguem pelo mesmo caminho e tudo flua em plena constância e satisfação. No entanto, ao passar a fase onírica de entusiasmo febril, pode ser que a sensação de felicidade comum aos dois comece a ganhar um aspecto turvo, cedendo espaço à busca pela felicidade individualizada, aquela que nutrirá os próximos dias e a nova realidade. A tendência masculina é a mudança de comportamento, e a feminina, a frustração. É óbvio que isso acontece com todos os casais. Chegará o momento em que os gostos, as vontades e os ideais emergentes comecem a se solidificar, e o afastamento (ainda que sutil) seja inevitável. Mas não é isso que queremos, tampouco o que esperamos que aconteça nos nossos relacionamentos, afinal, a primazia de dividir a vida com alguém está em ser e fazer o outro feliz. É para isso que vivemos a dois. A quatro mãos buscamos plenitude e estabilidade ,a quatro mãos escrevemos a nossa história. Contemplamos sonhos e desejos comuns a ambos. Buscamos sempre no outro a resposta para um sorriso, o motivo para dormir até mais tarde, a razão para ouvir uma música romântica, a confissão do “eu te amo”, a sensação de ser admirado por alguém que nos é especial. A felicidade que queremos, portanto, é algo que combina com prazer, segurança, entrega, fidelidade e desejo de que será para sempre. Os laços podem ser mútuos, mas a sensação de bem-estar ao lado do outro só será contínua e estável se, ao passar o estágio de encantamento, ambos percebam que, embora sejam dois, a felicidade de cada um é responsabilidade própria, sem que se possa atribuir ao outro encargos de mantê-la em estado permanente. Aliás, de permanente, só existe o desejo de ser feliz! </itunes:summary><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2011/05/o-que-e-afinal-essa-tal-felicidade.html</feedburner:origLink></item><item><title>Sem medo de ser Feliz</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/C2ZrQH1aG5U/sem-medo-de-ser-feliz.html</link><category>vida</category><category>alegria</category><category>Comportamento</category><category>Comemoração</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Sun, 19 Dec 2010 09:12:31 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-1773657552127716322</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/TQ4IYCHcvzI/AAAAAAAAGSA/euPWBVpmSmw/s1600/girassol.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/TQ4IYCHcvzI/AAAAAAAAGSA/euPWBVpmSmw/s1600/girassol.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É incrível a capacidade que temos de nos reinventar. Queremos, ou melhor, sentimos essa necessidade sempre que as coisas começam a se repetir de forma exaustiva e sem atraentes. Precisamos do novo, da surpresa, de algo que nos faça respirar com mais leveza ou anseio, que nos incentive a continuar a mesma trilha, porém de uma forma diversa à constante.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000;"&gt;É&lt;/span&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000;"&gt;sempre nesta fase do ano que resolvemos colocar a nossa lista de insatisfações em cima da mesa e ir riscando, fato a fato, o que não satisfez e, de repente, acrescentar algo que tem fervilhado na mente e já ocupa um pequeno espaço no nosso mundo onírico, esperando para fazer parte do cotidiano e nos ajudar a rubricar a nossa personalidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para mim, o ano de 2010 foi excelente em vários sentidos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aprendi a insultar o medo, especialmente a ver que podia ir mais longe do que eu imaginava. Passei a acreditar nisso, de verdade. Joguei fora o comodismo, o marasmo da vida redondinha e comecei a visualizar sob outro prisma os meus ideais, aqueles que sempre tive, mas não conseguia tirar da gaveta.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A vida tem sido ótima depois que descobri que posso ver "além do horizonte", que cada dia tenho tido surpresas maravilhosas por conta disso, que os anseios que me assombravam foram fatores positivos depois que passei a encará-los com sobriedade e decisão, que tudo depende do quanto estamos dispostos e nos envolver nos desafios e fazer deles uma prioridade. Sim, eles precisam ser prioridade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;
Este ano foi o mais incrível de todos. Tive dúvidas, quis recuar, voltar a ser o que eu era, dormir e acordar do mesmo jeito, mas nada foi o bastante para me fazer desistir. A vontade de contemplar o inusitado como uma oportunidade única de preencher as lacunas que sempre me faltaram foi mais forte do que eu mesma. O resultado? O melhor possível.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já não alimento o receio do nebuloso, basta-me uma pequena senda para encontrar a saída. Tenho certeza de que o ano que está chegando será maior ainda, pois a estrutura já está pronta, esperando alvos não trilhados, mais cores, outros aromas, alguns sobressaltos e muitas pessoas para dividir comigo este pequeno-imenso espaço que me pertence e onde sou muito feliz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-1773657552127716322?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-12-19T15:12:31.280-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/TQ4IYCHcvzI/AAAAAAAAGSA/euPWBVpmSmw/s72-c/girassol.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">36</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/tQgvyTomW7Y?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" length="1072" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/tQgvyTomW7Y?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" fileSize="1072" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> É incrível a capacidade que temos de nos reinventar. Queremos, ou melhor, sentimos essa necessidade sempre que as coisas começam a se repetir de forma exaustiva e sem atraentes. Precisamos do novo, da surpresa, de algo que nos faça respirar com mais leve</itunes:subtitle><itunes:author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</itunes:author><itunes:summary> É incrível a capacidade que temos de nos reinventar. Queremos, ou melhor, sentimos essa necessidade sempre que as coisas começam a se repetir de forma exaustiva e sem atraentes. Precisamos do novo, da surpresa, de algo que nos faça respirar com mais leveza ou anseio, que nos incentive a continuar a mesma trilha, porém de uma forma diversa à constante.&amp;nbsp; É sempre nesta fase do ano que resolvemos colocar a nossa lista de insatisfações em cima da mesa e ir riscando, fato a fato, o que não satisfez e, de repente, acrescentar algo que tem fervilhado na mente e já ocupa um pequeno espaço no nosso mundo onírico, esperando para fazer parte do cotidiano e nos ajudar a rubricar a nossa personalidade. Para mim, o ano de 2010 foi excelente em vários sentidos.&amp;nbsp;Aprendi a insultar o medo, especialmente a ver que podia ir mais longe do que eu imaginava. Passei a acreditar nisso, de verdade. Joguei fora o comodismo, o marasmo da vida redondinha e comecei a visualizar sob outro prisma os meus ideais, aqueles que sempre tive, mas não conseguia tirar da gaveta.&amp;nbsp; A vida tem sido ótima depois que descobri que posso ver "além do horizonte", que cada dia tenho tido surpresas maravilhosas por conta disso, que os anseios que me assombravam foram fatores positivos depois que passei a encará-los com sobriedade e decisão, que tudo depende do quanto estamos dispostos e nos envolver nos desafios e fazer deles uma prioridade. Sim, eles precisam ser prioridade. Este ano foi o mais incrível de todos. Tive dúvidas, quis recuar, voltar a ser o que eu era, dormir e acordar do mesmo jeito, mas nada foi o bastante para me fazer desistir. A vontade de contemplar o inusitado como uma oportunidade única de preencher as lacunas que sempre me faltaram foi mais forte do que eu mesma. O resultado? O melhor possível.&amp;nbsp; Já não alimento o receio do nebuloso, basta-me uma pequena senda para encontrar a saída. Tenho certeza de que o ano que está chegando será maior ainda, pois a estrutura já está pronta, esperando alvos não trilhados, mais cores, outros aromas, alguns sobressaltos e muitas pessoas para dividir comigo este pequeno-imenso espaço que me pertence e onde sou muito feliz. </itunes:summary><itunes:keywords>vida, alegria, Comportamento, Comemoração</itunes:keywords><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2010/12/sem-medo-de-ser-feliz.html</feedburner:origLink></item><item><title>O que elas têm que nós não temos?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/Dgz3oBlbqOA/o-que-as-francesas-tem-que-nos-nao.html</link><category>Comportamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Thu, 14 Oct 2010 11:59:11 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-1635318760519564126</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/TKC4o_lKSRI/AAAAAAAAF9E/sEWOjPNOQbg/s1600/francesas.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 369px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/TKC4o_lKSRI/AAAAAAAAF9E/sEWOjPNOQbg/s400/francesas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5521616157557803282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A razão de fazer este post não é propriamente para falar sobre o livro que acabei de ler, mas para tocar em algumas questões femininas bem interessantes. É claro que não podemos comparar mulheres de nacionalidades diferentes levando em conta que há culturas específicas envolvidas. No entanto, lendo o livro  “&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O que as Mulheres Francesas sabem&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;” (Editora Planeta), de Debra Ollivier, percebi o quanto somos mais encucadas do que elas e presas a conceitos que, muitas vezes, nem a nós fazem sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito mais distantes das superficilalidades que nos melhoram física e psicologicamente, as francesas não se preocupam com o que os outros pensam delas e nem esperam ser compreendidas pelos homens (como nós). O &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;glamour&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; está na liberdade que se permitem sendo elas mesmas, sem dar chance às reprimendas sociais. Isso me fascinou, já que tenho tocado em alguns pontos comportamentais, há algum tempo, e percebo juízos de valor, reservas e respostas prontas que, a mim, decepcionam profundamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A admiração que tantas mulheres nutrem pelas  francesas não está apenas no corpo bonito que elas expõem, mas no estilo  de vida que transcende preconceito e regras desusadas. Longe de serem  perfeitas, o segredo delas é comportamental e não estético. Conseguem  atrair pelos valores que acreditam e espanam na nossa frente e não pelas  futilidades que a mídia tanto lhes atribui como mérito. A questão da  sedução é espontânea, não resulta necessariamente em envolvimento.  Flerte, para elas, incorre em exercício intelectual, não sexual.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/TKC4-YIdCvI/AAAAAAAAF9U/gvW7-uQ0KRw/s1600/livrofrancesas.jpg"&gt;&lt;img style="text-align: justify;float: left; margin-top: 0pt; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0pt; cursor: pointer; width: 129px; height: 200px; " src="http://1.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/TKC4-YIdCvI/AAAAAAAAF9U/gvW7-uQ0KRw/s200/livrofrancesas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5521616524925537010" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Das dez coisas (que as francesas sabem) sobre amor, sexo e atração que a  autora americana explicita em seu livro, separei cinco para comentar.  São elementos fundamentais que, na prática, têm resultados mais  satisfatórios e relevantes do que aqueles que comumente executamos,  fixando-nos em idealizar teorias e transferi-las para a nossa vida como  se fossem verdades absolutas e prognósticos de felicidade. As relações amorosas não podem ser vistas como uma meta a ser cumprida, onde se obterá êxito ou fracasso. Se pensarmos  bem, tendemos a andar em massa pelos mesmos caminhos, cometendo os mesmos erros, padronizando as personalidades, sem questionar a  realidade de cada caso. Vamos a elas:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt;&lt;b&gt; As mulheres francesas não acham que as coisas se encaixem  perfeitamente, como em uma caixa. Possibilidades românticas não têm que  ser corretas e seguras. O desejo pode ser mais importante do que útil. A  experiência pode ser mais importante do que o desfecho&lt;/b&gt;. Como em contos de fadas, queremos sempre um final feliz, independente  das vias que temos que passar para chegar ao ponto desejado. A  idealização é tão presente em nós, mulheres, quanto a insistência em  querer equiparar o grau dos sentimentos, do desejo e das expectivas do  sexo oposto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;2.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt; As mulheres francesas abraçam as contradições. Elas podem ser  femininas e feministas, sensuais e tradicionais, clássicas e libertinas,  submissas e fortes, compatíveis e desafiadoras.&lt;/b&gt; &lt;/i&gt;Essa espontaneidade a que se permitem é muito mais atraente do que  tentarmos provar, o tempo todo, que somos mais do que demonstramos e  menos do que ainda podemos ser. Não somos livres no quesito  "comportamento" já que não existe equilíbrio entre essência e vivência. A  questão é libertar-se dos estereótipos, sem assumir um único estilo  para mostrar segurança. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt;&lt;b&gt; São adultas e não acreditam na juventude eterna. Você nunca verá  uma francesa vestindo uma camiseta que diz "A vida começa aos setenta  anos", simplesmente porque não começa.&lt;/b&gt; Estamos rodeadas de segredinhos para manter a saúde, esconder as rugas,  mostrar aos outros que estamos de bem com a vida, sem aflorar  insatisfação com o avanço da idade. É mais fácil viver a ditadura  coletiva a ser criticada pela autenticidade. Viver o presente nos é  estranho. Daí a camuflagem que só não é eficaz em frente ao espelho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;4. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;As mulheres francesas não acreditam em &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;experts&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;, gurus do  amor, livros e técnicas para encontrar o amor. Elas não gostam de  regras. &lt;/b&gt;A maioria das mulheres, quando apaixonadas, tomam dois caminhos: querer  entender os seus sentimentos e os do outro e, desesperadamente, manter  isso vivo a todo custo. Em se tratando de relacionamento amoroso não  existe segurança nem receitas milagrosas a serem seguidas. Depende de  cada caso e do grau de envolvimento que se atinge no decorrer da  história. Daí as frustrações e o não entendimento quando o esforço  dispendido resulta em fracasso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt;&lt;b&gt; Para as francesas, as expressões "alma gêmea" e "felizes para sempre"  não existem. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Enaltecer o amor verdadeiro não implica colocá-lo em uma redoma de vidro e exaltá-lo diariamente como se fosse uma peça rara para ser apreciada. Isso retorna ao ponto da "idealização". As pessoas são diferentes, possuem visões e expectativas peculiares, buscam sanar seus desejos e priorizar os anseios de maneira muito pessoal. Acreditar em alma gêmea e que será feliz para sempre (do mesmo jeito) é o mesmo que crer em duendes e em coelhinho da Páscoa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" count="none" via="LucianaMP" lang="es"&gt;Tweet&lt;/a&gt;&lt;script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-1635318760519564126?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-10-14T15:59:11.002-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/TKC4o_lKSRI/AAAAAAAAF9E/sEWOjPNOQbg/s72-c/francesas.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">44</thr:total><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2010/09/o-que-as-francesas-tem-que-nos-nao.html</feedburner:origLink></item><item><title>Abaixo os Chatos!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/GFlqySyUvSc/quem-nao-teve-um-dia-tera-um-chato-na.html</link><category>mulher</category><category>Comportamento</category><category>homem</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Thu, 14 Oct 2010 11:29:58 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-67754515964848834</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/TLdMHD7l9iI/AAAAAAAAF-c/Q3A2dfYveg0/s1600/chato.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/TLdMHD7l9iI/AAAAAAAAF-c/Q3A2dfYveg0/s400/chato.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5527970751818626594" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quem não teve, um dia terá um chato na sua vida. Dispensam-se dicas e explicações. Ele é mestre em aporrinhação. O cara é carne de pescoço, o legítimo pé no saco em tempo integral. Seja nas comemorações em família, nas festas da empresa ou no &lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:small;"&gt;happy hour&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:small;"&gt; com os amigos, esse incauto é catedrático em estragar o ambiente. Quem não conhece uma figura dessas? O sujeito aparece nos momentos mais inconvenientes, fala mais que papagaio, nunca termina uma história (já que emenda uma coisa na outra), é desprovido de “desconfiômetro” e, sobretudo, tem cara de panaca. Inconfundível!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:small;"&gt;Porém, pior do que conhecer um chato é ter de se sujeitar a ser amigo dele. Quer saber como? Ele pode ser o irmão da sua esposa, o filho do seu chefe, o vizinho daquela gata que você está azarando há um ano ou o primo do editor do jornal em que você pretende trabalhar. Simples, não é? Se você se vir numa situação dessas, sugiro muita paciência e criatividade para não enlouquecer enquanto ele age - dissimulado e insistente. E quando digo paciência, refiro-me àquela regada a ervas fitoterápicas e muito mantra para aguentar essa criatura decididamente insuportável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:small;"&gt;Como dizem, "o chato nunca perde o tempo dele, perde o dos outros"e haja sangue de barata para se manter sereno diante de alguém que o cutuca cada vez que vai falar. Ele tem coragem de ir à sua casa no domingo de manhã para combinar o almoço do batizado da sobrinha que será daqui a um mês. Mas não existe chato pior do que aquele que o encontra na rua e resolve acompanhá-lo(a) por todos os lugares, tomando o cuidado de parar de dois em dois metros para dramatizar os detalhes. Aliás, esse é o chato sem noção, pois não foi convidado para o passeio e ainda que ir de primeira classe. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:small;"&gt;Com certeza, depois de uma experiência dessas, você nunca mais cairá na besteira de parar na rua para conversar com ele, muito menos dizer: - Passa lá em casa! Pode apostar que ele passa. A impressão que tenho é de que o chato nunca tem nada para fazer. Está sempre disponível! Liga para você a qualquer hora do dia ou da noite e ainda diz: - Te acordei? Que pena, mas já que acordou deixa eu te contar uma piada. Não! Definitivamente, qualquer chato é péssimo: o que conta o final do filme, o que cospe quando fala, o que se mete na sua vida, o que pensa que é engraçado, o mala sem alça que não larga do seu pé. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:small;"&gt;O chato por natureza age até virtualmente. É o tipo que, no MSN, fala com você, mesmo vendo que está ocupado, envia correntes e afins por e-mail e depois pergunta se leu e gostou, pede que você o adicione no Orkut só para comentar todas as suas fotos e ainda solicita que comente as dele. No Twitter, discorda de todo mundo e ainda dá diretrizes aos seguidores sobre o que devem escrever em 140 caracteres. Uma coisa é certa: o chato é insolente, espaçoso e faz mal à saúde. Não sei se lhe falta ou sobra um parafuso, mas ele não se toca. É o tipo que, se você lhe contar uma novidade, ele dirá: - Eu já sabia!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size:small;"&gt;Existem alguns chatos que sabem que são chatos e se divertem com isso. Aprimoram tanto a chatice que passam para a categoria de ”chatos de galochas”. São uma ameaça à paz mundial. Bastam cinco minutos para identificá-lo e mais cinco para dar no pé. Se o convidar para uma festa, ele será o primeiro a chegar e o último a sair, se levá-lo a um boteco, ele vai pedir a saideira umas trinta e cinco vezes. Ele é tão chato que a família finge que está dormindo quando ele chega, suspira aliviada quando ele viaja e fica feliz quando ele faz hora extra. E tem mais, se o meliante se calar de repente, ligue imediatamente para a funerária, ele morreu. Ufa! Já foi tarde!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Fonte da imagem (&lt;a href="http://robobender.blogspot.com/2009/09/manual-do-chato.html"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-67754515964848834?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-10-14T15:29:58.776-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/TLdMHD7l9iI/AAAAAAAAF-c/Q3A2dfYveg0/s72-c/chato.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">28</thr:total><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2010/09/quem-nao-teve-um-dia-tera-um-chato-na.html</feedburner:origLink></item><item><title>Colóquio sobre o Egoísmo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/SuEvdrEvRsI/coloquio-sobre-o-egoismo.html</link><category>egoísmo</category><category>casamento</category><category>mulher</category><category>emoção</category><category>Comportamento</category><category>sentimento</category><category>atitude</category><category>homem</category><category>estilo</category><category>Relacionamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Wed, 15 Sep 2010 17:54:08 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-7290197766843770848</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/TJE_MfXSg4I/AAAAAAAAFvQ/M9ok-jClAd0/s1600/egoismo.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 302px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/TJE_MfXSg4I/AAAAAAAAFvQ/M9ok-jClAd0/s400/egoismo.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5517260502315729794" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;"O egoísmo não é amor por nós próprios, mas uma desvairada paixão por nós próprios". (Aristóteles)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O comportamento humano, apesar de contraditório e vulnerável, é muito fácil de ser decifrado ainda que nos consideremos seres complexos. Os homens, de um modo geral, afirmam que as mulheres são subjetivas e exigentes demais. Elas, por sua vez, não conseguem reverberar a praticidade racional daqueles por quem se sentem atraídas. Ambos só olham os seus umbigos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Já faz um tempo que tenho analisado casos a minha volta, procurando encaixar possíveis respostas para esse quebra-cabeça, que mais envolve emoção do que razão. Não temos o hábito de nos debruçar sobre o problema que nos surge. Queremos a solução imediata com meia dúzia de deduções próprias, que não permitem ver o outro lado da moeda. Somos egoístas por natureza!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Quando o conflito se apresenta à nossa frente, é comum que queiramos nos livrar dele o mais rápido possível. Colocamos a responsabilidade nos ombros do outro, lavamos as mãos e esperamos ansiosamente que ele assine a &lt;i&gt;mea-culpa&lt;/i&gt; e procure contorná-la, caso contrário, o conflito permanecerá inconcluso, sem data para ser reavaliado, com  direito a chantagem e tudo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O ser humano é idealista e se recusa a enxergar o óbvio (quando o tempo da paixão e dos quereres se esgota). É o momento em que o perfume começa a evaporar, as novidades ficam escassas e as manias, evidentes. Não se vê mais o outro com os mesmos olhos. Então, começamos um processo de fabricação de uma personagem fictícia que atenda a todo o nosso arsenal psicológico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O mais grave dessa fase é quando tudo passa a ser discutido, até a maneira como o outro se senta à mesa ou se comporta diante dos amigos. Perde-se o respeito, ganha-se impaciência, criam-se regras mentais que, a nosso gosto, devem ser seguidas à risca para que as coisas continuem no curso. Ignoramos personalidade, valores, conceitos, educação, cultura, simplesmente tudo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O que falta às pessoas é enxergar que não se pode impor comportamento e ideias a quem as tem. No máximo, ampliá-los. Essa diversidade de caracteres, uma vez reprimida, acaba gerando frustração e distanciamento. Não há quem possa aceitar passivamente ser contrariado, julgado, doutrinado, lembrado o tempo todo de que precisa agir diferente e, ao final disso, ainda ser feliz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Somos egoístas quando priorizamos apenas a nossa parte da história; quando desrespeitamos o pensamento e o modo de ser do outro; quando exigimos subserviência de quem está no mesmo nível emotivo de envolvimento. Somos completamente egoístas quando colocamos cartas à mesa e esclarecemos como será o jogo. Nesse caso, o outro sempre será o perdedor. Mas deve haver um?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-7290197766843770848?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-09-15T21:54:08.745-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/TJE_MfXSg4I/AAAAAAAAFvQ/M9ok-jClAd0/s72-c/egoismo.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">28</thr:total><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2010/09/coloquio-sobre-o-egoismo.html</feedburner:origLink></item><item><title>Você é uma Pessoa Elegante?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/_xyoxsEVem0/voce-e-uma-pessoa-elegante.html</link><category>Comportamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Fri, 03 Sep 2010 13:29:59 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-3926276617874860717</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/TIA9A9oWUuI/AAAAAAAAFk0/HxFD2R2KmtY/s1600/Deseleg%C3%A2ncia.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5512473030654579426" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/TIA9A9oWUuI/AAAAAAAAFk0/HxFD2R2KmtY/s400/Deseleg%C3%A2ncia.png" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Elegância não é questão de nível social, é questão de atitude. É quase uma dádiva. Saber portar-se é tudo. Quem já não se pegou pensando na falta de elegância de alguém? O elegante nato é perfeito do começo ao fim do dia, mesmo sem platéia. É um sujeito cordial, quase amoroso, traz sempre um sorriso no rosto, pede licença para falar, envia mensagens aos amigos em datas comemorativas, responde a todos os e-mails que recebe, jamais dá ouvidos a fofocas no trabalho, não usa perfume além do necessário, é discreto no visual, está sempre com o celular desligado em lugares que exigem silêncio, ouve música no volume mínimo, não desconta nos outros os seus problemas, valoriza o esforço de quem o ajuda, tem postura adequada para cada situação, não é dono da verdade, só opina em questões pessoais se for solicitado e nunca diz: -&lt;em&gt;Você sabe com quem está falando&lt;/em&gt;? É o cara perfeito!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O que se pode considerar deselegante? Vejamos: Falar alto é deselegante (dê um voto aos professores), rir alto é pior ainda, tirar os sapatos em público é terrível, saborear um delicioso quindim e lamber todos os dedos (em público) são quinze pontos a menos no quesito "boas maneiras", falar de boca cheia, não fechar a porta do banheiro quando está em casa, furar a fila, guardar lugar na fila no cinema para os dez amigos que ainda vão chegar, incentivar concursos de arroto, falar mais do que ouvir, comentar com a sua amiga que ela engordou, não cumprir com as promessas, gabar-se das suas marcas de roupas, sapatos e carro, não ceder o lugar aos mais velhos, fazer gestos obscenos com o dedo do meio no trânsito, ultrapassar em local proibido, orgulhar-se de ser intransigente, fazer comparações enaltecendo o que se refere a si, ser o primeiro a chegar e o último a ir embora da festa...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Vamos combinar, ninguém consegue ser elegante em tempo integral. O comportamento humano depende muito da situação - uma atitude descortês vinda de um pulha qualquer pode afetar as emoções de qualquer um. E aí, o procedimento habitual de equilíbrio e candura podem ceder lugar aos rompantes desairosos, afinal, ninguém tem "sangue de barata". Claro, você pode e deve deixar o seu lado brucutu e barraqueiro sempre em casa, mas uma pequena dose de "espontaneidade comportamental" de vez em quando não faz mal a ninguém. Elegância tem a ver com saber enfiar o pé na jaca e sair dela sem vexame. E para não dizer que não falei de sexo, é elegante não tornar público o que aconteceu a dois, seja ele o(a) companheiro(a) ou uma simples aventura. Enfim, basta ser cordial, educado, simpático, bondoso, nobre, gentil, carismático, discreto, generoso e já estará sendo elegante. Muito simples, não é mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-3926276617874860717?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-09-03T17:29:59.571-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/TIA9A9oWUuI/AAAAAAAAFk0/HxFD2R2KmtY/s72-c/Deseleg%C3%A2ncia.png" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">42</thr:total><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2010/09/voce-e-uma-pessoa-elegante.html</feedburner:origLink></item><item><title>Como levar um Fora em 3 Lições</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/AfroditeParaMaiores/~3/5-wBK2WW8_w/como-levar-um-fora-em-tres-licoes.html</link><category>vida</category><category>carência</category><category>tristeza</category><category>rejeição</category><category>Comportamento</category><category>dicas</category><category>Relacionamento</category><author>afroditelmp@gmail.com (Luciana Maria Penteado)</author><pubDate>Thu, 14 Oct 2010 10:59:29 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2261340666369193025.post-80965434851720903</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/THzxqYoQr7I/AAAAAAAAFhM/sJ2miea1ZWs/s1600/p%C3%A9nabunda.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 367px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/THzxqYoQr7I/AAAAAAAAFhM/sJ2miea1ZWs/s400/p%C3%A9nabunda.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5511545754462760882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Já faz um tempo que fiz um texto chamado “&lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold; font-family: arial;" href="http://www.afroditeparamaiores.com/2009/08/exorcize-dor-de-cotovelo.html"&gt;Exorcize a dor de cotovelo&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;”. Tenho essa mania de querer resolver a dor alheia, como se fosse possível saber o que o outro está sentindo e como se sobrepor (rapidamente) às perdas que a vida se lhe impõe. Frequentemente, encontramos em revistas de comportamento (impressas e digitais) dicas variadas para enfrentar a tão fatídica dor de cotovelo, consequência de um famigerado pontapé no traseiro que, se não põe a pessoa por terra, ao menos, estremece  a sua auto-estima por tempo indeterminado. Então,  invertendo a minha ordem de pensamento, resolvi racionalizar sobre as causas que motivam uma pessoa a arremessar o (a) parceiro(a) para a frente, sem dó nem piedade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Levar um passa-fora pode ser uma experiência muito saudável se considerarmos que a vida continua e haverá outros relacionamentos que, pela similaridade comportamental, também terão percalços e tempo ruim. O que nunca paramos para pensar é se estamos no caminho certo, pois, muito mais do que olhar a satisfação do outro, preocupamo-nos com o nosso bem-estar. Também, alie-se a esse fato, as dicotominas de personalidade, o desequilíbrio intelectual e a falta de sintonia nas aspirações. Então, veja aqui, as três lições que o(a) levarão  a ser excluído(a) da vida do(a) parceiro(a).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;1. &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Seja reclamão(ona) e exclusivista&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;- nada mais entediante do que uma pessoa que reclama de tudo, seja dos amigos, dos ambientes que frequenta ou da vida como um todo. É preciso adaptar-se a determinadas situações, mesmo que algo esteja indo na contramão das expectativas. Quando estamos acompanhados, é preciso priorizar o conjunto e não o individual. Protestos em excesso desgastam a relação, assim como exigir exclusividade, como se fosse proprietário(a) da pessoa. Ninguém tolera essas atitudes. Levar um pé na bunda é questão de tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; 2. &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Seja egocêntrico(a) e autoritário(a)&lt;/span&gt; - quem só consegue enxergar a si mesmo física e psicologicamente jamais terá um relacionamento completo. Ao outro sempre faltará a reciprocidade necessária para que as coisas fluam harmoniosamente. Se você tem talento, é habilidoso(a), inteligente e bonito(a), certamente, a outra pessoa também possui características que a distingue das demais. Olhar só para si como se fosse o único ser passível de admiração, dentro de algum tempo, passará a ser repelido pelo narcisismo e pela falta de educação. Aliás, essa repulsa também vale para quem é mandão(ona) e só faz valer a sua vontade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;3. &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Seja submisso(a) e ingênuo(a) &lt;/span&gt;- ao contrário de quem se acha demais para o outro, é a pessoa que se considera inferior. Esta, sem dúvida, acabará sendo dispensada por não atender ao quesito mínimo: valorizar-se. Todos sabemos que a auto-estima precisa estar sempre em alta para que possamos ser admirados e conviver na mesma frequência do(a) parceiro(a). Engrandecer o outro em detrimento de si mesmo(a) é como assinar a sentença do chute. Estar num nível abaixo para se manter é o mesmo que ser ingênuo e não querer enxergar o óbvio. Submissão e ingenuidade não combinam com relacionamento amoroso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Isso é fato, tem gente que adora se sacanear e colocar tudo a perder por insegurança, falta de atitude ou excesso de autoconfiança. Equilíbrio é indispensável a quem escolhe uma vida a dois. Carência, mau humor e pegação no pé também são colaboradores fantásticos para levar um fora, sem possibilidade de retorno. Ninguém pense que sustentar-se numa relação é fácil. Espontaneidade não é sinônimo de egoísmo. Soltar todos os bichos, manias, vontades (e ainda querer ser admirado por isso) é condenar o envolvimento amoroso ao fracasso. E se você disser que ainda opta pela egolatria, seus dias a dois estão contados.&lt;br /&gt;&lt;script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2261340666369193025-80965434851720903?l=www.afroditeparamaiores.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-10-14T14:59:29.763-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_Zlea2bTycXQ/THzxqYoQr7I/AAAAAAAAFhM/sJ2miea1ZWs/s72-c/p%C3%A9nabunda.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">39</thr:total><feedburner:origLink>http://www.afroditeparamaiores.com/2010/08/como-levar-um-fora-em-tres-licoes.html</feedburner:origLink></item><media:rating>nonadult</media:rating></channel></rss>

