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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2portuguesefull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:creativeCommons="http://backend.userland.com/creativeCommonsRssModule" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181</atom:id><lastBuildDate>Mon, 09 Nov 2009 02:01:00 +0000</lastBuildDate><title>Academia Econômica</title><description>Debates sobre economia, política e sociedade.</description><link>http://academiaeconomica.blogspot.com/</link><managingEditor>danielsimoes@ymail.com (Daniel Simões Coelho)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>278</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/</creativeCommons:license><image><link>http://academiaeconomica.blogspot.com</link><url>http://dannyellsimoes.googlepages.com/acadeco3.jpg</url><title>Academia Econômica</title></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://academiaeconomica.blogspot.com/feeds/posts/default" type="application/rss+xml" /><feedburner:emailServiceId>academia</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><feedburner:feedFlare href="http://add.my.yahoo.com/rss?url=http%3A%2F%2Facademiaeconomica.blogspot.com%2Ffeeds%2Fposts%2Fdefault" src="http://us.i1.yimg.com/us.yimg.com/i/us/my/addtomyyahoo4.gif">Subscribe with My Yahoo!</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.newsgator.com/ngs/subscriber/subext.aspx?url=http%3A%2F%2Facademiaeconomica.blogspot.com%2Ffeeds%2Fposts%2Fdefault" src="http://www.newsgator.com/images/ngsub1.gif">Subscribe with NewsGator</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http%3A%2F%2Facademiaeconomica.blogspot.com%2Ffeeds%2Fposts%2Fdefault" src="http://o.aolcdn.com/favorites.my.aol.com/webmaster/ffclient/webroot/locale/en-US/images/myAOLButtonSmall.gif">Subscribe with My AOL</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.bloglines.com/sub/http://academiaeconomica.blogspot.com/feeds/posts/default" src="http://www.bloglines.com/images/sub_modern11.gif">Subscribe with Bloglines</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.netvibes.com/subscribe.php?url=http%3A%2F%2Facademiaeconomica.blogspot.com%2Ffeeds%2Fposts%2Fdefault" src="http://www.netvibes.com/img/add2netvibes.gif">Subscribe with Netvibes</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://fusion.google.com/add?feedurl=http%3A%2F%2Facademiaeconomica.blogspot.com%2Ffeeds%2Fposts%2Fdefault" src="http://buttons.googlesyndication.com/fusion/add.gif">Subscribe with Google</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.pageflakes.com/subscribe.aspx?url=http%3A%2F%2Facademiaeconomica.blogspot.com%2Ffeeds%2Fposts%2Fdefault" src="http://www.pageflakes.com/ImageFile.ashx?instanceId=Static_4&amp;fileName=ATP_blu_91x17.gif">Subscribe with Pageflakes</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.addtoany.com/?linkname=Academia%20Econ%C3%B4mica&amp;linkurl=http%3A%2F%2Facademiaeconomica.blogspot.com%2Ffeeds%2Fposts%2Fdefault&amp;type=feed" src="http://www.addtoany.com/addfr-b.gif">Add to Any Feed Reader</feedburner:feedFlare><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-912703255291386693</guid><pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-09T00:01:01.036-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">analise</category><title>Economistas amam o passado</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://viagemaleatoria.files.wordpress.com/2009/10/cheiro-de-passado.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="375" src="http://viagemaleatoria.files.wordpress.com/2009/10/cheiro-de-passado.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Quem conhece a Ciência Física sabe que diversas teorias e paradigmas surgiram e foram superados ao longo da história. Este fato é surpreendente na medida em que, tratamos esse e outros ramos similares de ciência exata como fonte de verdade. Como pode afinal uma ciência exata ser tão volátil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito comum que tratemos a física como fonte de explicações para tudo ao nosso redor, se opõe a essa apenas os fundamentos religiosos. Em outras palavras, esses surgimentos e superações mostram que a verdade de ontem pode não ser a verdade de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se isto é valido no campo tão lógico das ciências, que proporções terão as transformações nas teorias no campo social? Os autores mais brilhantes do século XVII e XVIII não possuíam a capacidade de entender as variáveis de nossos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como as teorias da física são superadas pela descoberta de novos elementos, os autores mais atuais das ciências sociais compreendem melhor o atual espaço. Entretanto, da mesma forma que os físicos em meio a “teoria da corda” ou “teoria do caos” não desprezam os avanços obtidos pela “teoria da relatividade” e “teoria newtoniana”, não se pode descartar autores do tempo de Smith.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tragédia está nos tempos atuais, os economistas parecem querer matar e ressuscitar os velhos autores quase que em todos os momentos. Perderam-se as contas, por exemplo, de quantas vezes Keynes morreu e renasceu. Aparentemente os profissionais contemporâneos não são capacidades de crias suas próprias teorias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém pode afirmar que se esperem ideias novas a todo instante, mas se espera de um campo que se denomina Ciência Econômica a capacidade de criar teses e formular argumentos sem usar “as bíblias” dos antigos pensadores como verdade inalterável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Necessita-se deixar os economistas mortos do jeito que estão, mortos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****&lt;br /&gt;Alunos da PUC-RIO escrevem sobre economia em &lt;a href="http://espectroeconomico.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Espectro Econômico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-912703255291386693?l=academiaeconomica.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/TP3F-eM2daM" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/TP3F-eM2daM/economistas-amam-o-passado.html</link><author>danielsimoes@ymail.com (Daniel Simões Coelho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://academiaeconomica.blogspot.com/2009/11/economistas-amam-o-passado.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-4412268228206513778</guid><pubDate>Sat, 07 Nov 2009 13:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-07T11:46:16.932-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">hoje e dia</category><title>Bora pro ENADE ?</title><description>Amanhã meus colegas de curso de todo o país (ingressantes e concluintes) irão ceder sua bela tarde de sol de domingo para o exame do ENADE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já comentei neste espaço, de maneira breve, o que penso deste tipo de avaliação. O que pega mesmo é o fato de eu estudar em uma faculdade federal, não ganho nenhum beneficio direto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digo isso pelo fato de várias faculdades oferecerem descontos para os alunos que se saírem bem no exame. Inclusive algumas dessas ofereceram ao longo do ano uma espécie de cursinho preparatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente, essas instituições não estão preocupadas diretamente com a qualidade do ensino,  mas com a publicidade que farão caso se saiam bem na avaliação do MEC.&lt;br /&gt;Infelizmente (ou não) como universidades federais não criam propagandas, não temos nenhum incentivo para que saiamos bem no exame.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os professores e funcionários apenas surgem com aquele velho “papinho” de sempre de que é bom e que os mais beneficiados seremos nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato que até agora ainda não decidi se farei a prova de maneira correta ou apenas irei para assinar meu nome. A única certeza é que serei obrigado a perder um dia de praia para ir fazer o ENADE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que irei condicionar minha decisão a alguma coisa, não descobri. O mais certo que seja ao meu humor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos que pretendem levar a serio, desejo boa sorte e que os conhecimentos adquiridos ate o momento sejam uteis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços e boa prova!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****&lt;br /&gt;Não deixe de ler &lt;a href="http://escolhaseconsequencias.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Escolhas e Consequências&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-4412268228206513778?l=academiaeconomica.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/KthaeQphN60" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/KthaeQphN60/imagens-do-pc.html</link><author>danielsimoes@ymail.com (Daniel Simões Coelho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_QWjWDJg0kHs/SvM5P3pHgHI/AAAAAAAAAzw/WjjB5RsKXeU/s72-c/ismo10.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://academiaeconomica.blogspot.com/2009/11/imagens-do-pc.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-2330676489650617317</guid><pubDate>Tue, 03 Nov 2009 22:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-03T20:35:53.867-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">hoje e dia</category><title>Comprei uma panela de pressão ...</title><description>&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Tumulto e filas: que pressão por uma panela!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;03/11/2009 - 11h48 (gazeta online)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://gazetaonline.globo.com/_midias/jpg/200704-4af039b4b847b.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="246" src="http://gazetaonline.globo.com/_midias/jpg/200704-4af039b4b847b.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manhã de tumulto em frente às lojas da Ricardo Eletro espalhadas pela Grande Vitória. Populares demonstraram revolta com a desorganização causada por uma promoção-relâmpago: panelas de pressão a R$ 9,90. Em Vila Velha, no pólo de confecções da Glória, uma das lojas nem chegou a abrir nesta terça-feira (3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estava aqui desde às 6h30 e vi muitas pessoas impacientes. Quando as portas abriram, houve correria", comenta a costureira Maura Grijó, 44 anos. Com lágrimas nos olhos, a estudante Yasmim Reis, 13, lamentou não conseguir comprar uma panela de pressão por não ter CPF. "Disseram que só pode comprar quem tem CPF. Minha mãe queria muito essa panela. Não posso voltar para casa sem uma peça", lamenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O triste é ter que ler o final da matéria dizendo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado dessa promoção ressalta a força da marca Ricardo Eletro em todo o Brasil, que busca sempre oferecer grandes oportudidades para os seus clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;______________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem comentário, hahahahahah&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia no &lt;a href="http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2009/11/558129-tumulto+e+filas+que+pressao+por+uma+panela.html" target="_blank"&gt;Gazeta Online &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****&lt;br /&gt;Leia e veja como pode ser a &lt;a href="http://economiapratica.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Economia Prática&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-2330676489650617317?l=academiaeconomica.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/JLXk7yWwvZk" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/JLXk7yWwvZk/comprei-uma-panela-de-pressao.html</link><author>danielsimoes@ymail.com (Daniel Simões Coelho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://academiaeconomica.blogspot.com/2009/11/comprei-uma-panela-de-pressao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-5748590583628563073</guid><pubDate>Mon, 02 Nov 2009 12:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-02T10:29:28.645-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">analise</category><title>Déficit Primário</title><description>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Setor público tem pior resultado fiscal para setembro desde 1991&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Valor Online&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;30/10/2009 10:40&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRASÍLIA - O setor público brasileiro consolidado registrou déficit primário de R$ 5,763 bilhões em setembro, ao contrário de um mês antes, quando o governo conseguiu fazer uma economia de US$ 5,042 bilhões. Em setembro de 2008, o saldo foi positivo em US$ 6,618 bilhões. De acordo com a série histórica do BC, foi o pior resultado para meses de setembro desde 1991.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este resultado considera os registros de todas entidades federais e representa o fluxo de caixa do governo, desconsiderando as despesas com os juros - como a própria matéria da VALOR explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, significa que no último mês o governo gastou mais do que arrecadou. Cabe aqui uma investigação dos motivos para esse rombo de quase seis bilhões de reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me chama a atenção é a preocupação similar de alguns analistas com o aumento do déficit ao longo do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se essa expansão dos gastos tiverem como pano de fundo o receituário keynesiano, parece, então, que entraremos em uma nova e perigosa Era na economia brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deriva dessa preocupação os movimentos da taxa de juros e do índice de inflação. Associados com o insistente fluxo de entrada de capitais e seus impactos sobre o câmbio e a Balança Comercial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora nos resta acompanhar os dados...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****&lt;br /&gt;Materiais de aula em &lt;a href="http://economianova.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Economia Nova&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-5748590583628563073?l=academiaeconomica.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/OkQ_G6eFXNk" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/OkQ_G6eFXNk/deficit-primario.html</link><author>danielsimoes@ymail.com (Daniel Simões Coelho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://academiaeconomica.blogspot.com/2009/11/deficit-primario.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-1119301913207585828</guid><pubDate>Wed, 28 Oct 2009 12:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-29T17:50:48.421-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">freeday</category><title>Diferenciação de Produtos (final)</title><description>Ultimos flagras de alguns produtos que são diferentes de como são mostrados nas embalagens ou propagandas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_______________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pullman - Bolo Recheado Romeu e Julieta&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s203.photobucket.com/albums/aa174/pitakus/?action=view&amp;amp;current=13.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Academia Economica" border="0" height="200" src="http://i203.photobucket.com/albums/aa174/pitakus/13.jpg" title="Academia Economica" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Habib's - Esfiha de Carne &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s203.photobucket.com/albums/aa174/pitakus/?action=view&amp;amp;current=14.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Academia Economica" border="0" height="200" src="http://i203.photobucket.com/albums/aa174/pitakus/14.jpg" title="Academia Economica" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Bauducco - Goiabinha&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s203.photobucket.com/albums/aa174/pitakus/?action=view&amp;amp;current=15.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Academia Economica" border="0" height="200" src="http://i203.photobucket.com/albums/aa174/pitakus/15.jpg" title="Academia Economica" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Rocambole Pullman, mas pode chamar de Bimbo também...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i203.photobucket.com/albums/aa174/pitakus/16.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Academia Economica" border="0" height="200" src="http://i203.photobucket.com/albums/aa174/pitakus/16.jpg" title="Academia Economica" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_______________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebi por email&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****&lt;br /&gt;Leia o blog do nobre professor &lt;a href="http://flauzinoneto.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Flauzino Neto &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-1119301913207585828?l=academiaeconomica.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/MbZV66_w3rE" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/MbZV66_w3rE/diferenciacao-de-produtos-final.html</link><author>danielsimoes@ymail.com (Daniel Simões Coelho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://academiaeconomica.blogspot.com/2009/10/diferenciacao-de-produtos-final.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-8982026768583068535</guid><pubDate>Mon, 26 Oct 2009 23:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-26T21:17:20.201-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">macrodinamica</category><title>Mundell-Fleming (revisão?)</title><description>• Utilizamos o modelo IS-LM para verificar como as políticas econômicas afetam as variáveis do sistema econômico. Analisamos, entre outros, os impactos sobre os investimentos.&lt;br /&gt;• O modelo Mundell-Fleming é agregado à noção de IS-LM e a curva BP para compreender o que ocorrer com uma economia aberta.&lt;br /&gt;• Primeiros questionamentos: como o câmbio afeta o sistema, qual curva é alterada e como a taxa de juros internacional age?&lt;br /&gt;• O que ocorre quando a taxa de juros internacional é menor que a nacional? Há entrada líquida de capitais, os efeitos dependerão, como pode ser visto no gráfico, do regime cambial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_QWjWDJg0kHs/SuYp_5e1RvI/AAAAAAAAAyw/1zcfxOFY-u0/s1600-h/1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_QWjWDJg0kHs/SuYp_5e1RvI/AAAAAAAAAyw/1zcfxOFY-u0/s400/1.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;• O gráfico acima apresenta o que ocorreria no regime de cambio flutuante. O ponto de equilíbrio se altera e a curva IS se desloca para esquerda. Quais conclusões podemos inferir desse processo?&lt;br /&gt;• O gráfico seguinte apresenta, por sua vez, uma economia com o regime de cambio fixo. Novamente o ponto de equilíbrio se altera, mas dessa vez é a curva LM que se desloca. Por que há essa diferença? E quais conclusões podemos inferir desse processo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QWjWDJg0kHs/SuYqJVW82DI/AAAAAAAAAy4/Dh63rhVfajs/s1600-h/2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_QWjWDJg0kHs/SuYqJVW82DI/AAAAAAAAAy4/Dh63rhVfajs/s400/2.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;• Segundo Simidian, os efeitos das políticas econômicas podem ser as seguintes:&lt;br /&gt;• Algumas conclusões: Em taxas de cambio fixas (política fiscal é potente / política monetária inexpressiva); Em taxa de cambio flutuante (política fiscal inexpressiva / política monetária poderosa).&lt;br /&gt;• O modelo Mundell-Fleming mostra que o efeito de quase toda política econômica em uma pequena economia aberta depende se a taxa de câmbio é flutuante ou fixa.&lt;br /&gt;• O modelo Mundell-Fleming mostra que o poder da política monetária e fiscal para influenciar a demanda agregada depende do regime cambial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;gt;&amp;gt; Políticas Econômicas com câmbio flutuante&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_QWjWDJg0kHs/SuYqZ99yJ-I/AAAAAAAAAzI/C4EF2alh7vk/s1600-h/4.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_QWjWDJg0kHs/SuYqZ99yJ-I/AAAAAAAAAzI/C4EF2alh7vk/s400/4.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;gt;&amp;gt; Políticas Econômicas com câmbio fixo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_QWjWDJg0kHs/SuYqb1EZmVI/AAAAAAAAAzQ/g77zYWkb2Lw/s1600-h/5.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="272" src="http://1.bp.blogspot.com/_QWjWDJg0kHs/SuYqb1EZmVI/AAAAAAAAAzQ/g77zYWkb2Lw/s400/5.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Este trabalho faz parte de outra pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conteúdo relacionado: &lt;a href="http://academiaeconomica.blogspot.com/2009/08/is-lm-revisao.html"&gt;IS-LM&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://academiaeconomica.blogspot.com/2009/08/curva-bp-revisao.html"&gt;Curva BP&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://academiaeconomica.blogspot.com/2009/10/politicas-economicas-no-modelo-is-lm.html"&gt;Políticas Economicas no modelo IS-LM&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não copie, use a cabeça (principalmente alunos da UFES)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conteúdo elaborado com referência disponível em: &amp;lt;www.unb.br/face/eco/joaquim/virtual/Ch12%20adaptado.ppt&amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****&lt;br /&gt;Leia o blog da selva &lt;a href="http://economiaecapitalismo.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Economia e Capitalismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-8982026768583068535?l=academiaeconomica.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/yQztPLevK6g" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/yQztPLevK6g/arte-de-generalizar.html</link><author>danielsimoes@ymail.com (Daniel Simões Coelho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://academiaeconomica.blogspot.com/2009/10/arte-de-generalizar.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-1196705723476739992</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2009 21:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-22T19:22:23.507-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">notas</category><title>Boicote ao ENADE</title><description>&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2009/10/552060-estudantes+de+direito+da+ufes+vao+boicotar+enade.html"&gt;Estudantes de direito da Ufes vão boicotar Enade&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;22/10/2009 - 13h20 (Guido Nunes - gazeta online)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Os estudantes argumentam que a realização do protesto é necessária pois o curso passa uma imagem que não é verdadeira por conta das boas atuações no Enade. Eles disseram ainda que o mérito é dos alunos e não da instituição e dos professores. A intenção com o boicote seria a de mostrar os problemas que existem no curso."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha opinião é a mesma, vou deixar a prova em branco, será que eu arrumo o adesivo?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-1196705723476739992?l=academiaeconomica.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/8GWMixioU28" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/8GWMixioU28/boicote-ao-enade.html</link><author>danielsimoes@ymail.com (Daniel Simões Coelho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://academiaeconomica.blogspot.com/2009/10/boicote-ao-enade.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-7698130939050472124</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2009 13:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-22T11:08:00.388-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">outros</category><title>Pensamento</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/ararcangelo/RzE0R1cdKQI/AAAAAAAAAFQ/looc7x6BZcM/Pensamento_thumb%5B5%5D.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="241" src="http://lh6.ggpht.com/ararcangelo/RzE0R1cdKQI/AAAAAAAAAFQ/looc7x6BZcM/Pensamento_thumb%5B5%5D.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer texto encontrado pela internet, nos jornais ou outras fontes estarão regados de opinião. Assim também ocorre nas conversas, nas imagens, na música e etc. Aliás, qualquer forma de expressão carrega consigo alguma forma de opinião. Passamos a vida recheados de convicções e “acredito” que isso seja normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normal também é a consequência da existência de convicções. Ideias opostas, pensamentos divergentes provocam a discussão. Mas “a meu ver” existem dois tipos de discussão: a construtiva, onde ambos ou pelo menos um irá aproveitar algo (não que isso signifique mudança de posição, mas talvez refinamento dos argumentos); a destrutiva, onde um dos lados ou ambos impedem que sua mente absorva os argumentos contrários (o final pode ser os mais diversos, desde a indiferença com o debatedor ou a agressão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Prefiro” as construtivas, primeiro “por acreditar” que nenhum ser humano é possuidor da verdade, portanto, em todos os dias estou vulnerável a erros. Segundo porque críticas (que não necessariamente são positivas) ajudam a crescer como pessoa, aliás, as críticas, que costumam chamar de negativas, são melhores, pois quando alguém concorda com o que você diz nada se acrescenta (em certos casos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, um debate construtivo não precisa ser necessariamente aquele onde as pessoas concordam com o que você diz. Aliás, se fosse assim nem haveria debate. Você pode concordar com parte do que é dito ou discordar totalmente, mas principalmente siga algumas regras básicas: (i) entenda que ninguém é obrigado a pensar como você; (ii) o outro não está errado por pensar diferente de você; (iii) tenha em mente que você pode estar errado; (iv) escute os argumentos contrários; (v) evite discutir sobre assuntos dos quais você não entende; (vi) diplomas e títulos não fazem ninguém mestre da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria contraditório se eu esperasse que todos concordassem com este texto, mas se discordarem, peço que sejam ao menos educados. Existem mais de seis bilhões de pessoas no planeta, e algo que não é opinião é a certeza que nem todos pensam da mesma forma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****&lt;br /&gt;Assuntos de economia: &lt;a href="http://economiaclara.wordpress.com/" target="_blank"&gt;Economia Clara&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-7698130939050472124?l=academiaeconomica.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/iv4jvcK4PrY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/iv4jvcK4PrY/pensamento.html</link><author>danielsimoes@ymail.com (Daniel Simões Coelho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://academiaeconomica.blogspot.com/2009/10/pensamento.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-6164550856123819631</guid><pubDate>Tue, 20 Oct 2009 02:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-20T00:01:00.460-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">analise</category><title>Recursos Limitados</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://blog.ftc.br/ftcdigital/wp-content/uploads/2008/08/terra-em-fogo2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://blog.ftc.br/ftcdigital/wp-content/uploads/2008/08/terra-em-fogo2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No artigo que escrevi para o “dia da ação global”, comentei sobre a incompatibilidade entre o sistema de acumulação capitalista e as políticas de preservação do meio ambiente e proteção contra a degradação dos recursos naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os recursos são escassos, como sabemos, e esse não é o único problema. Uma alternativa para contornar tais dificuldades é agir para desacelerar o processo de desgaste natural, principalmente via a adoção de tecnologias para utilização de novas fontes. Outra ideia é a adoção de políticas contra a poluição, o desmatamento e a exploração selvagem do solo, da água, da fauna e da flora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei deixar claro que essas atitudes não são gratuitas e que nenhum governo ou empresa estão dispostos a pagar a conta. Principalmente porque o possível resultado será visível em longo prazo, além de muitos nem acreditarem que as catástrofes anunciadas irão ocorrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ambientalistas ou mesmo aqueles que vestem a bandeira das causas do planeta, seja membro do Greenpeace ou não, se irritam ao saber que a verdade nua e crua é que preservar a natureza não é um bom investimento. Pelo menos, os retornos na maioria das vezes não são testemunháveis em vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que dizer do trabalhador, da parte fraca dos laços econômicos capitalistas? Por que imputar tão grandes desafios aos empresários e ao governo e esquecer-se da responsabilidade de cada um. Esse indivíduo precisa viver de alguma forma, em alguns casos, essa forma é destruindo a natureza. Surge o desafio: O que pesa mais a questão social ou ambiental?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai explicar para o pescador que uma determinada região é reserva ambiental, que a pesca de determinado peixe ou qualquer outro fruto do mar está proibida. Mesmo que ele entenda que isso é bom para a reprodução da espécie, o pescador sabe que ele também precisa sobreviver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diga para o trabalhador da Amazônia Legal que a exploração de madeira ali encontrada é crime. Desconhece o cidadão as leis do país? De modo algum, só que a dor da fome fala mais alto. Ninguém pode condenar o trabalhador e julgá-lo criminoso, essa é sua única forma de sobrevida. E assim como os demais, também não está disposto a pagar a conta da degradação ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem pesa mais? Nem o social, nem o ambiental, mas o econômico...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****&lt;br /&gt;&lt;a href="http://economiafinancas.com/" target="_blank"&gt;Sabia que Todo o economista é um leigo, todo o leigo é economia? Então descubra&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-6164550856123819631?l=academiaeconomica.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/TZ5LfFD5Ddk" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/TZ5LfFD5Ddk/recursos-limitados.html</link><author>danielsimoes@ymail.com (Daniel Simões Coelho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://academiaeconomica.blogspot.com/2009/10/recursos-limitados.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-9057617950038672384</guid><pubDate>Sat, 17 Oct 2009 16:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-17T13:48:13.463-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">analise</category><title>Mexendo na sua poupança</title><description>Remontando ainda ao período do Império do Brasil (1822-1889) (1), sendo produto da criação da Caixa Econômica da Corte (atual CAIXA) e pensada, em parte, por Dom Pedro II, a caderneta de poupança, desde a sua origem, objetiva ser uma reserva monetária para as camadas mais humildes da população, para as quais se torna um porto-seguro, onde suas economias serão mantidas, com vistas à utilização em momentos de aperto financeiro, ou mesmo como auxílio na velhice. É uma definição “romântica” que vem sendo historicamente utilizada pelos políticos do nosso Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pelas ironias da vida, ela está sendo ameaçada pelas garras do Leão. O projeto de lei, proposto pelo Ministério da Fazenda, prevê a taxação dos rendimentos sobre o saldo excedente a R$ 50.000,00 que um indivíduo possua aplicado na caderneta. Isso vindo de um governo, supostamente, popular ou dos trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ação governamental tem como propósito primordial a não-equiparação dos rendimentos da poupança, em termos de rentabilidade, aos títulos públicos e privados, pois Guido Mantega teme que os grandes investidores em títulos decidam transferir seus capitais para poupança, já que a remuneração dos títulos dá-se principalmente pela SELIC, atualmente em queda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_M_YDPD3WUZc/StYJ5RRXNrI/AAAAAAAAAQI/oRC6YkLlpCQ/s1600/Sem+t%C3%ADtulo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_M_YDPD3WUZc/StYJ5RRXNrI/AAAAAAAAAQI/oRC6YkLlpCQ/s640/Sem+t%C3%ADtulo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A taxa básica de juros nos últimos cinco anos despencou de 19,75%, em meados de 2005, para 8,75%, no patamar atual. Segundo dados do Banco Central, o saldo total da caderneta de poupança aumentou em 85% nesse mesmo período. Afirmar que redução de 11 p.p. da SELIC foi responsável por esse aumento necessita de um estudo mais específico. O fato é que a poupança tornou-se, como se pode concluir da tabela acima, uma aplicação que ganhou destaque, principalmente quando se trata de aplicação de renda fixa. Observe que apesar do rendimento da poupança ter-se reduzido, aproximou-se das aplicações como CDB (Certificado de Depósito Bancário) e dos Fundos de Investimento Extramercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E porque o governo emite títulos? Porque o governo federal gasta mais do que arrecada. Isso gera déficit e só tem duas saídas: ou o governo emite dinheiro sem lastro provocando inflação, ou apela para o mercado e vende títulos financeiros representativos da dívida pública. Se o déficit continua crescendo, o governo vende mais títulos e vai se endividando cada vez mais. Para a dívida parar de crescer só há dois caminhos: novos tipos de impostos (ou aumento das alíquotas dos existentes) e, outro não tão popular, especialmente em época eleitoral, a redução das despesas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É prudente abrir um parêntesis aqui, para brindar o sarcasmo no fato de considerar como “abastados” pessoas que têm uma poupança de R$ 50.000,00. Acredito fielmente que se fôssemos perguntar aos proprietários de tais fundos para que o dinheiro seria utilizado, provavelmente, mencionar-se-ia o casamento de um dos filhos, o sonho de construir uma casa ou, até mesmo, a vontade de comprar um trator. Em todo caso, devia-se perguntar ao Sr. Guido Mantega a razão pela qual não são taxados os ganhos oriundos da especulação financeira feita por estrangeiros, que totalizam muito mais do que R$ 50.000,00/especulador?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa questão, como em todas as outras, a maior parte da população interpreta o fato (intenção de taxar a poupança) isoladamente de um contexto, parecendo que as decisões de política pública são meros arranjos do acaso. Frente ao exposto, por exemplo, na revista Conjuntura Econômica (Setembro/2009), no espaço da Carta do IBRE, “A carga tributária e os nossos dilemas”, não há o consenso sobre qual é o papel que o Estado deve exercer nas nossas vidas (e o que queremos verdadeiramente financiar via tributação). Caso não ocorra um debate franco dentro da sociedade como um todo, podemos comprometer quaisquer chances de um real crescimento estável de longo prazo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: &lt;a href="http://economiapratica.blogspot.com/" targte="_blank"&gt;Matheus Pacini&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;Co-autor: &lt;a href="http://academiaeconomica.blogspot.com"&gt;Daniel Simoes&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****&lt;br /&gt;Assuntos interessantes você encontra em &lt;a href="http://economiaversusdireito.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Economia &amp; Direito&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-9057617950038672384?l=academiaeconomica.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/MvRs_bLvCEY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/MvRs_bLvCEY/mexendo-na-sua-poupanca.html</link><author>danielsimoes@ymail.com (Daniel Simões Coelho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_M_YDPD3WUZc/StYJ5RRXNrI/AAAAAAAAAQI/oRC6YkLlpCQ/s72-c/Sem+t%C3%ADtulo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://academiaeconomica.blogspot.com/2009/10/mexendo-na-sua-poupanca.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-124330568584225224</guid><pubDate>Thu, 15 Oct 2009 03:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-15T13:19:16.707-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">analise</category><title>Limited Resource</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.blogactionday.org/imgs/badges/bad-180-150.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.blogactionday.org/imgs/badges/bad-180-150.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Economia política é um termo polêmico e seu conceito pode ser apresentado como o oferecido pela Academia de Ciências da ex-URSS: A economia política é uma das ciências sociais. Estuda as leis da produção social e da distribuição dos bens materiais nos diferentes estágios de desenvolvimento da sociedade humana (1).  Segundo Paul A. Samuelson e William D. Nordhaus, economia pode ser definida como a ciência que estuda a forma como as sociedades utilizam os recursos escassos para produzir bens com valor e de como os distribuem entre os vários indivíduos (2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, os recursos naturais dos quais dispomos para dar continuidade ao processo de acumulação capitalista não é eterno. Essa conclusão parece obvia, mas isso é só aparência. Há quem defenda que sempre será possível substituir um recurso por outro. Vejamos o caso do petróleo, que ao longo dos anos sofre concorrências de outros combustíveis. A tecnologia avança para que a sociedade não fique escrava das reservas do ouro negro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro importante conceito é externalidade,  são atividades que envolvem a imposição involuntária de custos (externalidades negativas) ou de benefícios (externalidades positivas) sobre terceiros, sem que estes tenham oportunidade de impedir, sem que tenham a obrigação de pagar ou que tenham o direito de serem indenizados (3). Essas externalidades podem ser advindas dos mais diversos fenômenos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando essas externalidades são provocadas pela ação dos próprios agentes econômicos, a teoria econômica trata de estabelecer mecanismos que reduzam ou eliminem essas perturbações. Todavia, quando esses problemas são causados pela natureza a solução não parece tão fácil. Como já mencionado, o processo de inovação tecnológica segue para minimizar os efeitos provocados pela limitação dos recursos e pelos efeitos adversos da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que se questiona quando se analisa os relatórios dos cientistas especializados é:  será a tecnologia será capaz de sustentar este modo de produção por muito tempo? Um dos relatórios sobre as mudanças climáticas traz um grande alerta para os tomadores de decisão e dá a certeza de que as ações do homem são responsáveis pelo aquecimento global. “O relatório coloca a pergunta mais complicada que é se estamos preparados ou não para atacar o problema porque não temos muito tempo a perder”, ressalta Furtado (4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os economistas formais estão perdidos em seus programas econométricos, os profissionais de camisa cor rubra se ocupam das leituras do pensamento social-marxista e especialistas à CEPAL trabalham em suas teorias desenvolvimento centro-periferia. Quase não sobra espaço para se questionar quais impactos do objeto de nossa ciência sobre o mundo em que vivemos. A solução é complicada e preconceituosamente é dito que se ocupam dessa questão os ambientalistas exagerados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos maiores problemas para que os acadêmicos não tratem dessa questão é que seus impactos não podem ser teorizáveis ou pelo menos não o problema por completo. Um caso curioso é quanto o cálculo da riqueza nacional, esse deveria descontar os efeitos deletérios causados à natureza. Uma solução na superação de tal distorção seria, portanto, a obtenção do Produto Interno Bruto Ajustado Ambientalmente, conhecido por PILA, que seria obtido pela dedução da exaustão do capital natural no cálculo do PIB, ou seja: PILA = PIB – Exaustão do Capital Natural (5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas essa e como outras soluções são difíceis, não pela sua complexidade prática, mas pelos problemas econômicos que podem causar. Tanto por parte dos chefes de Estado, quanto pelos lideres empresariais tais medidas por mais graves que sejam não são interessantes. A explicação é simples, porque preservar a natureza e cuidar para que os efeitos apocalípticos sejam eliminados não rende lucro. Nenhuma empresa ou país quer gastar dinheiro para obter resultado em tão longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esse motivo que muitos especialistas, empenhados neste trabalho em favor do planeta, buscam formas de convencimento dos tomadores de decisão baseada em retornos financeiros. Catastrofista ou não, o fato é que até mesmo os economistas antigos já afirmavam que os recursos são escassos e assim como as mudanças climáticas podem causar prejuízos às futuras gerações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ocorre que a definição do Economista é a profissão daqueles que, de alguma forma, tentam compreender, modelar e prever os comportamentos relacionados à escassez e variações de uma economia (6). Mas nem os conceitos de economista ou de economia política dizem nada de agir para que os recursos sejam menos escassos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; TEIXEIRA, A. Marx e a economia política: a crítica como conceito. &lt;i&gt;Revista Econômica.&lt;/i&gt; v. II, n.4, p.85-109, 200.&lt;br /&gt;(2)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; NUNES, P. &lt;i&gt;Conceito de Economia&lt;/i&gt;. 2006. Disponível em: &amp;lt;http://www.notapositiva.com/trab_professores/textos_apoio/economia/01conceconomia.htm&amp;gt;. Acesso em: 12 de outubro de 2009.&lt;br /&gt;(3)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; MARQUES, A. &lt;i&gt;Externalidades&lt;/i&gt;, Universidade Federal de Roraima, 2008. Disponível em: &amp;lt;http://www.ufrr.br/index2.php?option=com_content&amp;amp;do_pdf=1&amp;amp;id=2672&amp;gt;. Acesso em: 12 de outubro de 2009.&lt;br /&gt;(4)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; ALBUQUERQUE, F. Relatório sobre mudanças climáticas exige medidas de governos, diz Greenpeace. &lt;i&gt;Agência Brasil&lt;/i&gt;, 02 de fevereiro de 2007. Disponível em: &amp;lt;http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/02/02/materia.2007-02-02.3066345686/view&amp;gt;. Acesso em: 12 de outubro de 2009.&lt;br /&gt;(5)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; SIQUEIRA, A. &lt;i&gt;A gestão ambiental e o desenvolvimento sustentável sob a ótica da contabilidade ambiental&lt;/i&gt;. Disponível em: &amp;lt;www.milenio.com.br/siqueira/Trab047.doc&amp;gt;. Acesso em: 12 de outubro de 2009.&lt;br /&gt;(6)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Conceito pesquisado em: http://dicionario.babylon.com/economista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este artigo faz parte da iniciativa do &lt;a href="http://www.blogger.com/www.blogactionday.org" target="_blank"&gt;Blog Action Day: Climate Change&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-124330568584225224?l=academiaeconomica.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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Não é por motivo diferente que presidentes como Getulio Vargas, Juscelino Kubitschek e recentemente Lula ficarão para história deste país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas acreditam que o governo possui um botão mágico que é capaz de resolver todos os problemas econômicos da nação. E essa crença é fortificada pelos discursos demagógicos dos lideres de governo, que sempre exaltam os pontos positivos e por vezes inexistentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparentemente, existem dois caminhos opostos para o desenvolvimento de uma nação. De um lado ficam os defensores de uma política estabilizadora, de controle da inflação e equilíbrio das contas externas. De outro, aparecem os que acreditam que a principal meta é fazer com a economia cresça de qualquer forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que a inflação causa grandes problemas, também que um país não pode viver sem crescimento se arriscando em ver a elevação das taxas de desemprego de modo assustador. Economicamente, acredita-se que nenhuma nação pode manter um crescimento sustentável sem controle das variáveis macroeconômicas. Politicamente, essas medidas são nada populares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tornar mais claro esta exposição, analisemos caso a caso os lideres citados no início do texto e outros. Vargas foi um dos presidentes mais mencionados deste país, seus feitos são relembrados pela história, como a criação da estatal do petróleo e a criação das leis do trabalho. O fato de ter sido um presidente populista, que fazia jogo duplo – acordos com a aristocracia e presentes de agrado para o povo – não são capazes de sujar sua imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Denota-se que até hoje, mesmo que os políticos sejam corruptos, populistas entre outros maus adjetivos, as pessoas veneram quando esses fazem algo ou pelo menos dizem que o fazem. Vargas era conhecido como “pai dos pobres”, mas os brasileiros esquecem que ele era a “mãe dos ricos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JK foi responsável pelos “anos dourados” do Brasil. Seu plano de metas e sua promessa de cinqüenta anos em cinco gerou forte impulso para economia. Juscelino foi responsável pela modernização do país. Entretanto, como já dizia o poeta, não existe almoço grátis. O financiamento desses investimentos era baseado, entre outros, nos empréstimos externos. O resultado deixado por JK foi um país mais desenvolvidos, porém com uma conta enorme para pagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que possuem mais de 30 anos certamente desejam esquecer-se da década de 80. A famosa década perdida foi marcada por sucessivas tentativas fracassadas de controle da inflação. Os academicos tiveram oportunidade de mostrar que suas teorias dariam resultados, mas o que de fato se conseguiu foi que nenhuma delas deu suporte paras as políticas estabilizadoras. O cenário não contribui de maneira positiva e os presidentes e ministros da fazenda são até hoje marcados como péssimos administradores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Henrique Cardoso, a despeito de todas as afirmações que defendem que ele não foi o autor do “plano de estabilização”, conseguiu controlar o nível de preços e levar a economia brasileira para um patamar de maior de estabilidade. Mas como antes já dito, por mais grave que seja a inflação, a grande massa não gosta das políticas necessárias para regular a macroeconomia. Afinal, ninguém deseja perder e isso é necessário nesses casos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquecem-se, porém, que é impossível crescimento econômico em um cenário como os dos anos 80. FHC ficou com sua imagem suja, principalmente quando se lembra das privatizações feitas. Estatais ineficientes, que em sua maioria serviam para elevar a dívida pública, foram vendidas a “preço de banana”. Mas se os fins justificam os meios, o povo tem memória curta e fica tudo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem ou mal, se não fosse os resultados obtidos pelo presidente anterior. O atual presidente não seria capaz de fazer metade do que pôs em prática. Lula não precisou gastar um neurônio com problemas inflacionários. Sua meta era crescimento e geração de emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que Lula não se mostrou diferente dos presidentes anteriores. Tudo que ele criticava em suas campanhas presidenciais, foi feitos nos últimos sete anos. O resultado do crescimento e geração de emprego em sua gestão foi ínfimo, investimentos que muitas vezes são resultados de gestão anteriores, assim com a geração de emprego fizeram parte de sua estatística ludibriadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pagamento da divida com o FMI enche a boca dos lideres governistas, mas a divida publica cresce novamente nos últimos anos. O Programa de Crescimento deveria chamar-se PACderme, suas obras são lentas e burocráticas, servindo apenas como arma política. Os próximos jogos internacionais- Copa e Olimpíada – serão marcados como feito dele, o que não é verdade. O Brasil não se tornará melhor por sediar esses eventos, mas o desenvolvimento passa pela reforma política e intelectual dos cidadãos desta nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A herança de lula será a elevação da taxa de juros causada pela pressão inflacionária que está por vir. O aumento da dívida e o crescimento irrisório deveriam ser marcados como a imagem do governo atual. Mas ficará na historia a entrada de capitais – que não favorece nada a classe que ele defendia quando sua barba era negra; a amortização da divida externa; a mesada de 90 reais para as famílias e a simpatia do caro companheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****&lt;br /&gt;Leia também &lt;a href="http://econoideias.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Econoideias&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-4399385616042195173?l=academiaeconomica.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/irhiBD5t4mA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/irhiBD5t4mA/comunicados.html</link><author>danielsimoes@ymail.com (Daniel Simões Coelho)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://academiaeconomica.blogspot.com/2009/10/comunicados.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-967869111857312822</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2009 03:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-09T08:29:49.566-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">audiocast</category><title>Audiocast #2 - Liberdade existe</title><description>Esse é o segundo audiocast...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Assunto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Liberdade&lt;br /&gt;&gt; Liberdade é fazer tudo que eu quero?&lt;br /&gt;&gt; Quando um individuo agindo livremente limita minha liberdade.&lt;br /&gt;&gt; Minhas ações e suas reações.&lt;br /&gt;&gt; As trocas e quem define o ônus da restrição e quem pagará.&lt;br /&gt;&gt; As punições e suas implicações.&lt;br /&gt;&gt; A liberdade em nosso lar.&lt;br /&gt;&gt; As leis contra a liberdade.&lt;br /&gt;&gt; A liberdade na história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_____________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1ª Parte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object type="application/x-shockwave-flash" data="http://suporteacademia.googlepages.com/player.swf" id="audioplayer1" height="24" width="290"&gt; &lt;param name="movie" value="http://suporteacademia.googlepages.com/player.swf"&gt;&lt;param name="FlashVars" value="playerID=1&amp;amp;soundFile=http://sites.google.com/site/audiocastacademia/audiocast_2_1.mp3"&gt;&lt;param name="quality" value="high"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_____________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2ª Parte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object type="application/x-shockwave-flash" data="http://suporteacademia.googlepages.com/player.swf" id="audioplayer1" height="24" width="290"&gt; &lt;param name="movie" value="http://suporteacademia.googlepages.com/player.swf"&gt;&lt;param name="FlashVars" value="playerID=1&amp;amp;soundFile=http://sites.google.com/site/audiocastacademia/audiocast_2_2.mp3"&gt;&lt;param name="quality" value="high"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;_____________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravado em: 05/10/2009&lt;br /&gt;Tempo Total: ~20 minutos&lt;br /&gt;_____________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que me perdoem pelas falhas no português ou o grau de informalidade da conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****&lt;br /&gt;Assuntos interessantes em &lt;a href="http://econocronicas.zip.net/" target="_blank"&gt;Econocronicas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-967869111857312822?l=academiaeconomica.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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Já sua posição é alterada graças aos gastos autônomos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ocorreria se o governo adotasse políticas expansionistas ou contracionistas em relação aos gastos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A curva IS seria afetada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caso 1: Política Fiscal Expansionista&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A curva IS (vermelha) se deslocaria da posição "a” para a posição “b”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No curto prazo, haveria aumento da renda (Y), entretanto, as taxas de juros também se elevariam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taxas de juros mais altas provocam o efeito conhecido como Efeito de Crowding Out, que corresponde à redução dos investimentos e outros componentes sempre que aumentam as despesas públicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_QWjWDJg0kHs/Sr5LYafZtUI/AAAAAAAAAyI/A_714F6zUmA/s1600-h/img1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_QWjWDJg0kHs/Sr5LYafZtUI/AAAAAAAAAyI/A_714F6zUmA/s320/img1.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caso 2: Política Fiscal Contracionista&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A curva IS se deslocaria da posição “a” para “c”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No curto prazo, haveria redução de Y e também da taxa de juros (i).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No longo prazo, os efeitos contraditórios tanto nos casos 1 e 2 retomariam a economia para o estado de equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Retornar ao estado de equilíbrio não significa que retorna ao mesmo ponto inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ocorreria se o governo desejasse expandir ou contrair a oferta monetária?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A curva LM seria afetada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caso 1: Política Monetária Expansionista&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A curva LM (azul) se deslocaria da posição “a” para “c”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No curto prazo, haveria aumento da renda e redução da taxa de juros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_QWjWDJg0kHs/Sr5LmxgX0bI/AAAAAAAAAyQ/MF9Vw_9FQD0/s1600-h/img2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_QWjWDJg0kHs/Sr5LmxgX0bI/AAAAAAAAAyQ/MF9Vw_9FQD0/s320/img2.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caso 2: Política Monetária Contracionista&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A curva se deslocaria da posição “a” para “b”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No curto prazo, haveria redução de Y e das taxas de juros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________________________ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota 2: A curva IS e LM representam a demanda por investimentos e por moeda respectivamente e não a oferta desses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota 3: As conclusões daqui deduzidas não são pontos pacíficos. A interpretação depende do posicionamento ideológico adotado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;____________________________________ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presente trabalho faz parte de outro estudo, servindo como revisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;Não copie, não me responsabilizo pela veracidade desta apresentação.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**** &lt;br /&gt;Leia assuntos profissionais em &lt;a href="http://criticaeconomica.wordpress.com/" target="_blank"&gt;Crítica Econômica&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-6146179629239719870?l=academiaeconomica.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/NorqUvSuLxc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/NorqUvSuLxc/politicas-economicas-no-modelo-is-lm.html</link><author>danielsimoes@ymail.com (Daniel Simões Coelho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_QWjWDJg0kHs/Sr5LYafZtUI/AAAAAAAAAyI/A_714F6zUmA/s72-c/img1.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://academiaeconomica.blogspot.com/2009/10/politicas-economicas-no-modelo-is-lm.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-2934849732432468776</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2009 13:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-30T10:36:49.218-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">notas</category><title>Feriados e a Economia</title><description>&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Câmara aprova antecipação de feriados para as segundas-feiras&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;De acordo com o texto aprovado, os feriados dos dias da Paz Universal (1º de janeiro), Carnaval (festa móvel), Sexta-feira Santa (festa móvel), Independência do Brasil (7 de setembro) e Natal (25 de dezembro) são os únicos que não serão alterados.&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2009/09/541638-camara+aprova+antecipacao+de+feriados+para+as+segundas+feiras.html" target="_blank"&gt;Gazeta Online&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_______________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagina que hoje as pessoas nem sabe o motivo da folga quando ela cai no dia certo. Se o feriado for na quarta e a folga na segunda, qual o motivo de existí-lo. Acabe de vez com o feriado ou deixe como está.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/116708335437037181-2934849732432468776?l=academiaeconomica.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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