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	<description>Tecnologia e Gadgets para Nerds</description>
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			<creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/</creativeCommons:license><image><link>http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/</link><url>http://creativecommons.org/images/public/somerights20.gif</url><title>Some Rights Reserved</title></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/Snege" type="application/rss+xml" /><feedburner:emailServiceId>Snege</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><item>
		<title>Parabéns Nicola Tesla</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 14:50:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>david.snege</dc:creator>
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O Google hoje faz uma homenagem ao homem que acreditava ser possível transmitir eletrecidade pelo ar, Nicola Tesla que durante toda sua vida lutou contra as armações do seu principal concorrente Thomas Edson.
Essa é uma homenagem mais que merecida ao homem que foi praticamente perseguido por ter inventado uma forma diferente de energia da que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1052" title="tesla09" src="http://finegrafic.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/tesla09.gif" alt="tesla09" width="306" height="134" /></p>
<p>O Google hoje faz uma homenagem ao homem que acreditava ser possível transmitir eletrecidade pelo ar, Nicola Tesla que durante toda sua vida lutou contra as armações do seu principal concorrente Thomas Edson.</p>
<p>Essa é uma homenagem mais que merecida ao homem que foi praticamente perseguido por ter inventado uma forma diferente de energia da que conhecemos hoje.</p>
<p>Conheçam um pouco da história dele, um dos cientistas que mais admiro. (fonte wikipedia)</p>
<h3><span>Primeiros anos</span></h3>
<div>
<div style="width: 182px;"><a title="Cerca de 1879, aos 23 anos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Tesla_young.jpg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/60/Tesla_young.jpg/180px-Tesla_young.jpg" alt="" width="180" height="233" /></a></div>
</div>
<p>Tesla nasceu na aldeia de <a title="Smiljan (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Smiljan&amp;action=edit&amp;redlink=1">Smiljan</a>, <a title="Império Austríaco" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Austr%C3%ADaco">Império Austríaco</a>, perto da cidade de <a title="Gospić (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Gospi%C4%87&amp;action=edit&amp;redlink=1">Gospić</a>, hoje na actual <a title="Croácia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cro%C3%A1cia">Croácia</a>, filho de pais sérvios.</p>
<p>O seu certificado de baptismo regista que nasceu a 9 de Julho de 1856, filho do Padre Milutin Tesla, presbítero da <a title="Igreja Ortodoxa Sérvia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Ortodoxa_S%C3%A9rvia">Igreja Ortodoxa Sérvia</a>, Metropolitanato de <a title="Sremski Karlovci (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Sremski_Karlovci&amp;action=edit&amp;redlink=1">Sremski Karlovci</a>, e de Đuka Mandić. A sua origem paterna supõe-se que seja ou de um dos <a title="Clãs sérvios (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Cl%C3%A3s_s%C3%A9rvios&amp;action=edit&amp;redlink=1">clãs sérvios</a> locais na região do vale do <a title="Rio Tara" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Tara">Tara</a> ou da nobreza herzegovina descendente de <a title="Pavle Orlović (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Pavle_Orlovi%C4%87&amp;action=edit&amp;redlink=1">Pavle Orlović</a><sup id="cite_ref-9"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-9">[10]</a></sup> A sua mãe, Đuka , filha de um padre da Igreja Ortodoxa Sérvia, era proveniente de uma família domiciliada em Lika e <a title="Banija (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Banija&amp;action=edit&amp;redlink=1">Banija</a>, mas com raízes profundas no <a title="Kosovo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kosovo">Kosovo</a>. Era talentosa a fazer utensílios domésticos e memorizou muitos <a title="Poesia épica sérvia (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Poesia_%C3%A9pica_s%C3%A9rvia&amp;action=edit&amp;redlink=1">poemas épicos sérvios</a>, mas nunca aprendeu a ler.<sup id="cite_ref-10"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-10">[11]</a></sup></p>
<p>Nikola foi o quarto de cinco filhos, tendo um irmão mais velho (Dane, que foi morto num acidente <a title="Hipismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipismo">equestre</a> quando Nikola tinha cinco anos) e três irmâs (Milka, Angelina e Marica).<sup id="cite_ref-cheney-uth-glenn-99_11-0"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-cheney-uth-glenn-99-11">[12]</a></sup> A família mudou-se para Gospić em 1862. Tesla frequentou a escola em <a title="Karlovac (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Karlovac&amp;action=edit&amp;redlink=1">Karlovac</a>, conseguindo fazer quatro anos em apenas três.<sup id="cite_ref-12"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-12">[13]</a></sup></p>
<p>Tesla estudou depois <a title="Engenharia electrotécnica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia_electrot%C3%A9cnica">engenharia electrotécnica</a> na <a title="Universidade do Tecnologia de Graz (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Universidade_do_Tecnologia_de_Graz&amp;action=edit&amp;redlink=1">Politécnico Austríaco</a> em <a title="Graz" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Graz">Graz</a> (1875). Enquanto aí estava, estudou as utilizações da corrente alterna. Algumas fontes referem que recebeu graus de bacharelato da Universidade ed Graz.<sup id="cite_ref-13"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-13">[14]</a></sup><sup id="cite_ref-14"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-14">[15]</a></sup><sup id="cite_ref-15"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-15">[16]</a></sup> No entanto, a universidade afirma que não recebeu nenhum grau e que não continuou os estudos após o primeiro semestre do terceiro ano, durante o qual deixou de assistir às aulas.<sup id="cite_ref-16"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-16">[17]</a></sup><sup id="cite_ref-17"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-17">[18]</a></sup><sup id="cite_ref-18"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-18">[19]</a></sup><sup id="cite_ref-19"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-19">[20]</a></sup> Em Dezembro de 1878 deixou Graz e quebrou todas as relações com a sua família. Os amigos pensaram que se tinha afogado no <a title="Mura" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mura">Mura</a>. Foi para <a title="Maribor" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maribor">Maribor</a>, (actual <a title="Eslovénia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eslov%C3%A9nia">Eslovénia</a>), onde arranjou um primeiro emprego como engenheiro assistente durante um ano. Sofreu um <a title="Esgotamento nervoso" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Esgotamento_nervoso">esgotamento nervoso</a> nesta altura. Tesla foi mais tarde persuadido pelo seu pai a frequentar a <a title="Universidade Carolina" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Carolina">Universidade Carolina</a> em <a title="Praga" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Praga">Praga</a>, onde estudou na época do Verão de 1880. Foi aqui que foi influenciado por <a title="Ernst Mach" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ernst_Mach">Ernst Mach</a>. No entanto, após a morte do seu pai, deixou a universidade, tendo completado apenas um termo.<sup id="cite_ref-seifer-96_20-0"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-seifer-96-20">[21]</a></sup></p>
<p>Tesla dedicou-se a ler muitas obras, memorizando livros inteiros, tendo supostamente uma <a title="Memória fotográfica (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Mem%C3%B3ria_fotogr%C3%A1fica&amp;action=edit&amp;redlink=1">memória fotográfica</a>.<sup id="cite_ref-cheney-79_21-0"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-cheney-79-21">[22]</a></sup> Tesla relatou na sua autobiografia que experienciava momentos pormenorizados de inspiração. Durante o início da sua vida, Tesla foi atingido pela doença recorrentemente. Sofria de uma maleita peculiar na qual clarões de luz que o cegavam apareciam em frente aos seus olhos, muitas vezes acompanhados de alucinações. A maioria das vezes as visões estavam ligadas a uma palavra ou ideia com a qual se deparava; apenas por ouvir o nome de um assunto, involuntariamente o visionava com detalhes realísticos. Os actuais <a title="Cinestesia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinestesia">cinestetas</a> reportam sintomas semelhantes. Tesla podia visualizar uma invenção no seu cérebro na sua forma precisa antes de avançar para a fase da construção, uma técnica por vezes conhecida como <a title="Pensamento visual (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Pensamento_visual&amp;action=edit&amp;redlink=1">pensamento visual</a>. Tesla tinha também muitas vezes <em>flashbacks</em> de acontecimentos anteriores da sua vida; isto começou a ocorrer durante a infância.<sup id="cite_ref-cheney-79_21-1"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-cheney-79-21">[22]</a></sup></p>
<div>
<div style="width: 182px;"><a title="Campo magnético rotativo trifásico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:3phase-rmf-noadd-60f-airopt.gif"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f1/3phase-rmf-noadd-60f-airopt.gif" alt="" width="180" height="135" /></a></p>
<div>
<div><a title="Ampliar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:3phase-rmf-noadd-60f-airopt.gif"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" alt="" width="15" height="11" /></a></div>
<p><a title="Campo magnético rotativo (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Campo_magn%C3%A9tico_rotativo&amp;action=edit&amp;redlink=1">Campo magnético rotativo</a> <a title="Sistema trifásico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_trif%C3%A1sico">trifásico</a></div>
</div>
</div>
<p>Em 1880 mudou-se para <a title="Budapeste" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Budapeste">Budapeste</a> para trabalhar sob a direcção de <a title="Tivadar Puskás (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Tivadar_Pusk%C3%A1s&amp;action=edit&amp;redlink=1">Tivadar Puskás</a> numa companhia de <a title="Telegrafia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Telegrafia">telegrafia</a>,<sup id="cite_ref-22"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-22">[23]</a></sup> a <a title="Companhia telefónica (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Companhia_telef%C3%B3nica&amp;action=edit&amp;redlink=1">Companhia Nacional de Telefones</a>. Enquanto aí, conheceu Nebojša Petrović, um jovem inventor sérvio que vivia na Áustria. Embora o encontro de ambos fosse breve, trabalharam em conjunto num projecto que utilizava turbinas gémeas para criar energia continuamente. Quando começaram as comunicações <a title="Telefone" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Telefone">telefónicas</a> em Budapeste em 1881, Tesla tornou-se o electricista-chefe da companhia, e mais tarde engenheiro do primeiro sistema telefónico do país. Desenvolveu também um aparelho que, de acordo com alguns, era um <a title="Repetidor" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Repetidor">repetidor</a> ou <a title="Amplificador" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Amplificador">amplificador</a> de <a title="Telefone" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Telefone">telefone</a>, mas que segundo outros poderia ter sido o primeiro <a title="Altifalante" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Altifalante">altifalante</a>.<sup id="cite_ref-23"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-23">[24]</a></sup></p>
<p><a id="Fran.C3.A7a_e_Estados_Unidos" name="Fran.C3.A7a_e_Estados_Unidos"></a></p>
<h3><span>França e Estados Unidos</span></h3>
<p>Em <a title="1882" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1882">1882</a> deslocou-se para <a title="Paris" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paris">Paris</a>, <a title="França" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7a">França</a> para trabalhar como engenheiro na &#8220;Continental Edison Company&#8221;, desenhando aperfeiçoamentos em equipamentos eléctricos. Também trabalhou em Lyon.</p>
<p>Tesla mudou-se para os <a title="Estados Unidos da América" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica">Estados Unidos da América</a> em <a title="1884" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1884">1884</a>, estabelecendo-se em <a title="Nova Iorque" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Iorque">Nova Iorque</a> e tornando-se um assistente do famoso cientista da época <a title="Thomas Alva Edison" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Alva_Edison">Thomas Alva Edison</a>. Após um sério desentendimento com este por não haver recebido um gigantesco bônus prometido por Edison (segundo ele, uma brincadeira) por algumas de suas aplicações, aprimoramentos e descobertas (<a title="1886" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1886">1886</a>), Tesla perde o emprego e passa por um período difícil, realizando trabalho braçal.</p>
<p>Em <a title="1887" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1887">1887</a>, consegue realizar um contrato com um grande investidor e vende sua patente da <a title="Corrente alternada" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Corrente_alternada">corrente alternada</a> para <a title="George Westinghouse" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/George_Westinghouse">George Westinghouse</a>, que convence o governo americano a adotar o modelo-padrão de <a title="Corrente alternada" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Corrente_alternada">corrente alternada</a> como meio mais eficiente para a distribuição de <a title="Energia elétrica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_el%C3%A9trica">energia elétrica</a>, contrariando interesses de seu antigo empregador <a title="Thomas Edison" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Edison">Thomas Edison</a>.</p>
<p>Quando viaja pelos <a title="Estados Unidos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos">Estados Unidos</a> e <a title="Europa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Europa">Europa</a>, a partir de <a title="1891" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1891">1891</a>, apresenta novos ensaios científicos, detalhando aplicações insuspeitadas sobre a aplicação da <a title="Corrente alternada" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Corrente_alternada">corrente alternada</a> de alta frequência e várias outras descobertas. Desenvolve a partir desse período um conjunto extenso de inventos para produção e uso da <a title="Eletricidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eletricidade">eletricidade</a>, como o <a title="Motor elétrico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Motor_el%C3%A9trico">motor elétrico</a> e registra outra centena de patentes, como o acoplamento de dois circuitos por indução mútua, princípio adotado nos primeiros geradores industriais de ondas hertz, o princípio e metodologia de criar energia (<a title="Corrente alternada" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Corrente_alternada">corrente alternada</a>) através de <a title="Campo magnético" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Campo_magn%C3%A9tico">campo magnético</a> rotativo, o <a title="Motor" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Motor">motor</a> assíncrono de campo giratório, entre outros.</p>
<div>
<div style="width: 182px;"><a title="Turbina de Tesla, 1909" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:TeslaTurbineOriginal.png"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/09/TeslaTurbineOriginal.png/180px-TeslaTurbineOriginal.png" alt="" width="180" height="118" /></a></p>
<div>
<div><a title="Ampliar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:TeslaTurbineOriginal.png"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" alt="" width="15" height="11" /></a></div>
<p>Turbina de Tesla, 1909</p></div>
</div>
</div>
<p>Inventou também a corrente polifásica, comutadores elétricos e ligação em estrela, novos tipos de geradores e <a title="Transformador" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transformador">transformadores</a>, comunicação sem fio, a lâmpada fluorescente, controle remoto por rádio e protótipos de transmissão de energia.</p>
<p><a id="Vida_pessoal" name="Vida_pessoal"></a></p>
<h2><span>Vida pessoal</span></h2>
<div>
<div style="width: 182px;"><a title="Milutin Tesla, pai de Nikolas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Milutin_Tesla.jpg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/Milutin_Tesla.jpg/180px-Milutin_Tesla.jpg" alt="" width="180" height="273" /></a></p>
<div>
<div><a title="Ampliar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Milutin_Tesla.jpg"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" alt="" width="15" height="11" /></a></div>
<p>Milutin Tesla, pai de Nikolas</p></div>
</div>
</div>
<p>Tesla era fluente em muitos idiomas. Para além do <a title="Língua servo-croata" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_servo-croata">sérvio</a>, falava ainda 7 outras línguas: <a title="Língua checa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_checa">checo</a>, <a title="Língua inglesa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_inglesa">inglês</a>, <a title="Língua francesa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_francesa">francês</a>, <a title="Língua alemã" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_alem%C3%A3">alemão</a>, <a title="Língua húngara" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_h%C3%BAngara">húngaro</a>, <a title="Língua italiana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_italiana">italiano</a>, e <a title="Latim" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Latim">latim</a>.</p>
<p>Tesla poderá ter sofrido de <a title="Transtorno obsessivo-compulsivo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_obsessivo-compulsivo">transtorno obsessivo-compulsivo</a>,<sup id="cite_ref-24"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-24">[25]</a></sup> e tinha muitas manias e fobias pouco habituais. Fazia as coisas de acordo com o número três, e era inflexível em relação a ficar em quartos de hotel cujo número era divisível por três. Tesla era também notado por ficar fisicamente revoltado por joalharia, sobretudo brincos de pérola. Era fastidioso acerca da limpeza e higiene, e era, segundo a opinião corrente, <a title="Misofobia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Misofobia">misofóbico</a>.</p>
<p>Tesla era obcecado por pombos, encomendando sementes especiais para os pombos que alimentava no <a title="Central Park" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Central_Park">Central Park</a> e chegando mesmo a trazer alguns com ele para o seu quarto de hotel. Tesla era um amante de animais, lembrando-se muitas vezes com contentamento dum gato que tinha todo na infância, &#8220;O Magnífico Macak.&#8221; Tesla nunca se casou. Era <a title="Celibato" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Celibato">celibatário</a> e afirmava que a castidade era muito útil às suas capacidades científicas.<sup id="cite_ref-cheney-79_21-2"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-cheney-79-21">[22]</a></sup> No entanto, existiram numerosos relatos de mulheres disputando a afeição de Tesla, algumas mesmo loucas de amor por ele. Tesla, embora delicado, reagia de um modo ambivalente a essas mulheres, no sentido romântico.</p>
<p>Tesla era sujeito a se alienar e era geralmente murmurado. No entanto, quando realmente participava na vida social, muitas pessoas o referiam de um modo muito positivo e admirador. Robert Underwood Johnson descreveu-o como atingindo uma &#8220;distinta doçura, sinceridade, modéstia, refinamento, generosidade, e força.&#8221; A sua leal secretária, Dorothy Skerrit, escreveu: &#8220;o seu sorriso genial e postura nobre sempre evidenciaram o carácter cavalheiresco que estava tão arraigado na sua alma.&#8221; Hawthorne, amigo de Tesla, escreveu que &#8220;poucas vezes se conhece um cientista ou engenheiro que também seja um poeta, um filósofo, um apreciador de música erudita, um linguista, e um <em>connoisseur</em> de comida e bebida.&#8221;</p>
<p>No entanto, Tesla por vezes mostrava traços de crueldade; expressava abertamente a sua repulsa por pessoas obesas, tendo despedido certa vez uma secretária devido ao seu peso.<sup id="cite_ref-cheney-79_21-3"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-cheney-79-21">[22]</a></sup> Era também rápidon a criticar as roupas dos outros, e em muitas ocasições ordenou uma subordinada que fosse a casa e mudasse de vestido.<sup id="cite_ref-cheney-79_21-4"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-cheney-79-21">[22]</a></sup></p>
<p>Tesla era largamente conhecido pela sua teatralidade, apresentando as suas inovações e demonstrações ao público de uma forma artística, quase como um mágico. Isto parece não estar de acordo com a sua observada propensão à reclusão; Tesla era uma figura complexa. Recusava-se a seguir as convenções sem a sua bobine Tesla bombardeando electricidade através da sala, apesar da audiência muitas vezes estar aterrorizada, embora assegurasse que era tudo absolutamente seguro.</p>
<div>
<div style="width: 182px;"><a title="Mark Twain no laboratório de Tesla, Primavera de 1894" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Twain_in_Tesla%27s_Lab.jpg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/9e/Twain_in_Tesla%27s_Lab.jpg/180px-Twain_in_Tesla%27s_Lab.jpg" alt="" width="180" height="227" /></a></p>
<div>
<div><a title="Ampliar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Twain_in_Tesla%27s_Lab.jpg"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" alt="" width="15" height="11" /></a></div>
<p><a title="Mark Twain" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mark_Twain">Mark Twain</a> no laboratório de Tesla, Primavera de 1894</div>
</div>
</div>
<p>Na meia idade, Tesla tornou-se um amigo muito próximo de <a title="Mark Twain" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mark_Twain">Mark Twain</a>, passando ambos muito tempo juntos no seu laboratório e em outros lugares.</p>
<p>Nos seus últimos anos Tesla tornou-se um <a title="Vegetariano" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vegetariano">vegetariano</a>. Num artigo da <em><a title="Century Illustrated Magazine (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Century_Illustrated_Magazine&amp;action=edit&amp;redlink=1">Century Illustrated Magazine</a></em> escreveu: &#8220;É de certo preferível cultivar vegetais e, penso eu, portanto, que o <a title="Vegetarianismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vegetarianismo">vegetarianismo</a> é uma alternativa recomendável aos hábitos bárbaros estabelecidos.&#8221; Tesla argumentava que é errado comer carne cara quando um número tão elevado de pessoas está à fome; Também acreditava que a alimentação vegetal era &#8220;superior a isso [carne] tanto no desempenho mecânico como mental&#8221;. Também argumentava que o abate dos animais era &#8220;imoral e cruel&#8221;.<sup id="cite_ref-25"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-25">[26]</a></sup></p>
<p>No final da sua vida sofria de sensibilidade extrema à luz, som e outras influências.<sup id="cite_ref-26"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla#cite_note-26">[27]</a></sup></p>
<div>
<div style="width: 272px;"><a title="Foto do laboratório de Tesla em Colorado Springs, em 1900" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Tesla_colorado.jpg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cc/Tesla_colorado.jpg/270px-Tesla_colorado.jpg" alt="" width="270" height="217" /></a></p>
<div>
<div><a title="Ampliar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Tesla_colorado.jpg"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" alt="" width="15" height="11" /></a></div>
<p>Foto do laboratório de Tesla em <em>Colorado Springs</em>, em 1900</div>
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</div>
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<div style="width: 182px;"><a title="Descarga de Tesla" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Tesla-coil-discharge.jpg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c4/Tesla-coil-discharge.jpg/180px-Tesla-coil-discharge.jpg" alt="" width="180" height="149" /></a></p>
<div>
<div><a title="Ampliar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Tesla-coil-discharge.jpg"><img src="http://pt.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" alt="" width="15" height="11" /></a></div>
<p>Descarga de Tesla</p></div>
</div>
</div>
<p><a id="Legado_e_honras" name="Legado_e_honras"></a></p>
<p>Fica aqui minha pequena homenagem ao mestre da eletrecidade.</p>
<p><img class="alignnone" title="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" alt="" width="88" height="31" /></p>
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		<title>Crome agora é OS</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 12:31:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>david.snege</dc:creator>
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		<category><![CDATA[OS]]></category>
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		<description><![CDATA[
E o google finalmente anuncia o seu OS que tem muito mais a ver com Android do que qualquer outra coisa no mundo, ele usa como Kernel o meu querido Linux, tem design minimalista e vai ser um sistema baseado em mobilidade e principalmente na nuvem.
Os detalhes que nós Geeks gostamos de avaliar ainda são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="http://www.fubiz.net/wp-content/uploads/2009/02/chrome1-550x319.jpg" src="http://www.fubiz.net/wp-content/uploads/2009/02/chrome1-550x319.jpg" alt="" width="550" height="319" /></p>
<p>E o google finalmente anuncia o seu OS que tem muito mais a ver com Android do que qualquer outra coisa no mundo, ele usa como Kernel o meu querido Linux, tem design minimalista e vai ser um sistema baseado em mobilidade e principalmente na nuvem.</p>
<p>Os detalhes que nós Geeks gostamos de avaliar ainda são vagos e não temos muita coisa para especular, mas ele será disponibilizado no sistema Open Source ou seja, vamos ter códigos de sobra para ler e estudar, e ainda melhorar o sistema, além de que ele promete rodar até mesmo em X86 e ARM o que pode ser uma maravilha para aparelhos menos potentes como alguns smartPhones.</p>
<p>Agora só falta começarem a surgir PCs ou Netbooks com este sistema por ai, tudo vai depender da cabeça das empresas para implantar e ter coragem de testar o sistema.</p>
<p><img class="alignnone" title="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" alt="" width="88" height="31" /></p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffinegrafic.com%2Fblog%2F%3Fp%3D1048&amp;linkname=Crome%20agora%20%C3%A9%20OS"><img src="http://finegrafic.com/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Snege/~4/YhXQxrWxoXQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Intel lança SSDs com até 320GB daqui 2 semanas?</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 11:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>david.snege</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Se todo mundo acha aque a Intel está por fora da onde de SSDs estão enganados. A Intel esta a um passo de lançar seus novos discos de estado sólido com 34nm Nand Flash.
E os planos são de colocar no mercado unidades com até 320Gb e um custo inferior do que andamos vendo por ai.  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="http://www.blogcdn.com/www.engadget.com/media/2009/06/intel-ssd-11247-image.jpg" src="http://www.blogcdn.com/www.engadget.com/media/2009/06/intel-ssd-11247-image.jpg" alt="" width="475" height="117" /></p>
<p>Se todo mundo acha aque a Intel está por fora da onde de SSDs estão enganados. A Intel esta a um passo de lançar seus novos discos de estado sólido com 34nm Nand Flash.</p>
<p>E os planos são de colocar no mercado unidades com até 320Gb e um custo inferior do que andamos vendo por ai.  Bom o negócio é esperar mesmo.</p>
<p><img class="alignnone" title="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" alt="" width="88" height="31" /></p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffinegrafic.com%2Fblog%2F%3Fp%3D1045&amp;linkname=Intel%20lan%C3%A7a%20SSDs%20com%20at%C3%A9%20320GB%20daqui%202%20semanas%3F"><img src="http://finegrafic.com/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Snege/~4/nXjzj8qouU0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>A arte da Fotografia</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 23:52:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>david.snege</dc:creator>
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		<description><![CDATA[História da Fotografia
Fotografia uma arte.
A luz, por onde tudo começou
Para que possamos compreender o fenômeno da fotografia, é necessário conhecer algumas propriedades físicas da luz. A luz é uma forma de energia eletromagnética radiante, à qual nossos olhos são sensíveis. A maneira como a vemos e como a fotografamos é diretamente afetada por duas importantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>História da Fotografia</p>
<p>Fotografia uma arte.</p>
<p>A luz, por onde tudo começou<br />
Para que possamos compreender o fenômeno da fotografia, é necessário conhecer algumas propriedades físicas da luz. A luz é uma forma de energia eletromagnética radiante, à qual nossos olhos são sensíveis. A maneira como a vemos e como a fotografamos é diretamente afetada por duas importantes características da luz: ela viaja em linha reta e a uma velocidade constante. A luz pode ser refletida, absorvida e transmitida.<br />
Quando a luz é refletida por um objeto, se propaga em todas as direções.<br />
O orifício de uma câmara escura, quando diante desse objeto, deixará passar para o interior alguns desses raios que irão se projetar na parede branca. E como cada ponto iluminado do objeto reflete assim os raios de luz, temos então uma projeção da sua imagem, só que de forma invertida e de cabeça para baixo.<br />
Como cada ponto do objeto corresponde a um disco luminoso, a imagem formada possui pouca nitidez e, a partir do momento em que se substitui à parede branca pelo pergaminho de desenho, esta falta de definição passou a ser um grande problema para os artistas que pretendiam usar a câmara escura na pintura.</p>
<p>A câmera escura, o princípio da fotografia</p>
<p>A fotografia não tem um único inventor. Ela é uma síntese de várias observações e inventos em momentos distintos. A primeira descoberta importante para a photographia foi a &#8220;câmara obscura&#8221;. O conhecimento de seus princípios óticos se atribui a Aristóteles, anos antes de Cristo, e seu uso para observação de eclipses e ajuda ao desenho, a Giovanni Baptista Della Porta.<br />
Sentado sob uma árvore, Aristóteles observou a imagem do sol, durante um eclipse parcial, projetando-se no solo em forma de meia lua quando seus raios passarem por um pequeno orifício entre as folhas. Observou também que quanto menor fosse o orifício, mais nítida era a imagem.<br />
Séculos de ignorância e superstições ocuparam a Europa, sendo os conhecimentos gregos resguardados no oriente. Um erudito árabe, Alhazem, descreveu a câmara escura em princípios do século XI.<br />
No século XIV já se aconselhava o uso da câmara escura como auxílio ao desenho e à pintura. Leonardo da Vinci fez uma descrição da câmara escura em seu livro de notas, mas não foi publicado até 1797. Giovanni Baptista Della Porta, cientista napolitano, publicou em 1558 uma descrição detalhada da câmara e de seus usos. Esta câmara era um quarto estanque à luz, possuía um orifício de um lado e a parede à sua frente pintada de branco. Quando um objeto era posto diante do orifício, do lado de fora do compartimento, sua imagem era projetada invertida sobre a parede branca.<br />
Alguns, na tentativa de melhorar a qualidade da imagem projetada, diminuíam o tamanho do orifício, mas a imagem escurecia proporcionalmente, tornando-se quase impossível ao artista identificá-la.<br />
Este problema foi resolvido em 1550 pelo físico milanês Girolamo Cardano, que sugeriu o uso de uma lente biconvexa junto ao orifício, permitindo desse modo aumentá-lo, para se obter uma imagem clara sem perder a nitidez.</p>
<p>Isto foi possível graças à capacidade de refração do vidro, que tornava convergentes os raios luminosos refletidos pelo objeto. Assim, a lente fazia com que a cada ponto luminoso do objeto correspondesse um pequeno ponto de imagem, formando-se assim, ponto por ponto da luz refletida do objeto, uma imagem puntiforme.<br />
Desse modo, o uso da câmara escura se difundiu entre os artistas e intelectuais da época, que logo perceberam a impossibilidade de se obter nitidamente a imagem, quando os objetos captados pelo visor estivessem a diferentes distâncias da lente. Ou se focalizava o objeto mais próximo, variando a distância da lente / visor (foco), deixando todo o mais distante desfocado, ou vice-versa. Danielo Brabaro, em 1568, no seu livro &#8220;A prática da perspectiva&#8221; mencionava que variando o diâmetro do orifício, era possível melhorar a nitidez da imagem. Assim, outro aprimoramento na câmara escura apareceu: foi instalado um sistema, junto com a lente, que permitia aumentar e diminuir o orifício. Este foi o primeiro &#8220;diaphragma&#8221;.<br />
Quanto mais fechado o orifício, maior era a possibilidade de focalizar dois objetos a distâncias diferentes da lente.<br />
Nesta altura, já tínhamos condições de formar uma imagem satisfatoriamente controlável na câmara escura, mas gravar essa imagem diretamente sobre o papel sem intermédio do artista era a nova meta, só alcançada mais tarde com o desenvolvimento da química.</p>
<p>A química, em auxílio à fotografia</p>
<p>Em 1604, o cientista italiano Angelo Sala, observou que certo composto de prata se escurecia quando exposto ao sol. Acreditava-se que o calor era o responsável.<br />
Em 1727, o professor de anatomia Johann Schulze, da universidade alemã de Altdorf, notou que um vidro que continha ácido nítrico, prata e gesso se escurecia quando exposto à luz proveniente de uma janela. Por eliminação, ele demonstrou que os cristais de prata halógena, ao receberem luz, e não o calor como se supunha, se transformavam em prata metálica negra. Como suas observações foram acidentais e não tinham utilidade prática na época, Schulze cedeu suas descobertas à Academia Imperial de Nuremberg.<br />
Em 1802, Sir Humphrey Davy publicou uma descrição do êxito de Thomas Wedgewood na impressão de silhuetas de folhas e vegetais sobre couro. Thomas, o filho mais moço de Josiah Wedgewood, o famosos ceramista inglês, estando familiarizado com o processo de Schulze, obteve essas imagens mediante a ação da luz sobre o couro branco impregnado de nitrato de prata. Mas Wedgewood não conseguiu &#8220;fixar&#8221; essas imagens, isto é, eliminar o nitrato de prata que não havia sido exposto e transformado em prata metálica, pois apesar de bem lavadas e envernizadas, elas se escureciam quando expostas à luz.<br />
A câmara escura também era do conhecimento da família de Wedgewood. Josiah a usava constantemente para desenhar casas de campo e copiar seus desenhos nas suas famosas porcelanas. No entanto, seu filho não chegou a obter imagens impressas com o auxílio da câmara escura devido à sua morte prematura, aos 34 anos.<br />
Aos 40 anos, Nicéphore Niépce se retirou do exército francês para dedicar-se a inventos técnicos, graças à fortuna que sua família havia feito com a revolução. Nesta época, a litografia era muito popular na França e, como Niépce não tinha habilidade para o desenho, tentou obter através da câmara escura uma imagem permanente sobre o material litográfico de imprensa. Recobriu um papel com cloreto de prata e expôs durante várias horas na câmara escura, obtendo uma fraca imagem parcialmente fixada com ácido nítrico. Como essas imagens eram negativas e Niépce queria imagens positivas que pudessem ser utilizadas como placas de impressão, determinou-se a realizar novas tentativas.<br />
Após alguns anos, Niépce recobriu uma placa de metal com betume branco da judéia, que tinha a propriedade de se endurecer quando atingido pela luz.<br />
Nas partes não afetadas, o betume era retirado com uma solução de essência de alfazema. Em 1826, expondo uma dessas placas durante aproximadamente 8 horas na sua câmara escura, conseguiu uma imagem do quintal de sua casa.<br />
Apesar dessa imagem não ter meios tons e não servir para litografia, todas as autoridades na matéria a consideram a primeira fotografia permanente do mundo. Esse processo foi batizado por Niépce de &#8220;HELIOGRAFIA&#8221;, gravura com a luz solar.<br />
Foi através dos irmãos Chevalier, famosos ópticos de Paris, que Niépce entrou em contato com outro entusiasta que procurava obter imagens impressionadas quimicamente: Louis Jacques Mandé Daguerre. Este, durante alguns anos, causara sensação em Paris com o seu &#8220;Diorama&#8221;, um espetáculo composto por enormes painéis translúcidos pintados por intermédio da câmara escura, que produziam efeitos visuais (fusão, trimensionalidade) através de iluminação controlada no verso destes painéis.<br />
Niépce e Daguerre durante algum tempo mantiveram correspondência sobre seus trabalhos. Em 1829 firmaram uma sociedade com o propósito de aperfeiçoar a Heliografia, compartilhando seus conhecimentos secretos.</p>
<p>Daguerre, ao perceber as grandes limitações do betume da Judéia, decidiu prosseguir sozinho nas pesquisas com a prata halógena. Suas experiências consistiam em expor, na câmara escura, placas de cobre recobertas com prata polida e sensibilizadas sobre o vapor de iodo, formando uma capa de iodeto de prata sensível à luz.<br />
Dois anos após a morte de Nièpce, Daguerre descobriu que uma imagem quase invisível, latente, podia revelar-se com o vapor de mercúrio, reduzindo-se assim de horas para minutos o tempo de exposição. Conta a história que uma noite Daguerre guardou uma placa sub-exposta dentro de um armário onde havia um termômetro de mercúrio que se quebrara. Ao amanhecer, abrindo o armário, Daguerre constatou que a placa havia adquirido uma imagem de densidade bastante satisfatória, tornara-se visível. Em todas as áreas atingidas pela luz o mercúrio criava um amálgama de grande brilho, formando as áreas claras da imagem. Após a revelação, agora controlada, Daguerre submetia a placa com a imagem a um banho fixador, para dissolver os halogenetos de prata não revelados, formando as áreas escuras da imagem. Inicialmente foi usado o sal de cozinha, o cloreto de sódio, como elemento fixador, sendo substituído posteriormente por Tiosulfato de sódio (hypo) que garantia maior durabilidade à imagem. Este processo foi batizado com o nome de Daguerreotipia.<br />
Através do amigo Arago, que era então membro da câmara e deputados da França, Daguerre, em 1839, na Academia de Ciências e Belas Artes, descreveu minuciosamente seu processo ao mundo em troca de uma pensão estatal. Mas, dias antes, por intermédio de um agente, Daguerre requereu a patente de seu invento na Inglaterra.<br />
Rapidamente, os grandes centros urbanos da época ficaram repletos de daguerreótipos, a ponto de vários pintores figurativos, como Dellaroche, exclamarem em desespero: &#8220;A pintura morreu&#8221;. Como sabemos, foi nessa efervescência cultural que foi gerado o impressionismo.<br />
Apesar do êxito da daguerreotipia, que se popularizou por mais de vinte anos, sua fragilidade, a dificuldade de se ver a cena devido à reflexão do fundo polido do cobre e a impossibilidade de se fazer várias cópias partindo-se do mesmo original, motivaram novas tentativas com a utilização da fotografia sobre o papel.<br />
Hercules Florence &#8211; A descoberta isolada da fotografia no Brasil<br />
O francês Hercules Florence, aplicou-se a uma série de invenções durante os 55 anos em que viveu no Brasil até sua morte, na Vila de São Carlos (Campinas).<br />
Em 1830, diante da necessidade de uma oficina impressora, inventou seu próprio meio de impressão, a POLYGRAPHIE, como ele a chamou. Seguindo a meta de um sistema de reprodução, pesquisou a possibilidade de se reproduzir usando a luz do sol e descobriu um processo fotográfico que chamou de PHOTOGRAPHIE, em 1832, como descreveu em seus diários da época, anos antes de Daguerre. Em 1833, Florence fotografou através da câmara escura com uma chapa de vidro e usou um papel sensibilizado para a impressão por contato.<br />
Enfim, totalmente isolado e sem conhecimento do que realizavam seus contemporâneos europeus Niépce, Daguerre e Talbot, obteve resultados fotográficos.<br />
Fox &#8211; Talbot: um nobre aperfeiçoando a fotografia<br />
Na Inglaterra, um descendente de família nobre, membro do parlamento britânico, escritor e cientista aficionado, WILLIAM HENRY FOX-TALBOT, usava a câmara escura para desenhos em suas viagens. Na intenção de fugir da patente do daguerreótipo em seu país e solucionar suas limitações técnicas, pesquisava uma forma de impressionar quimicamente o papel.<br />
Talbot iniciou suas pesquisas fotográficas tentando obter cópias por contato de silhuetas de folhas, plumas, rendas e outros objetos.<br />
O papel era mergulhado em nitrato e cloreto de prata e depois de seco fazia seu contato com os objetos, obtendo-se uma silhueta escura. Finalmente, o papel era fixado, de modo imperfeito, com amoníaco, ou com uma solução concentrada de sal. Às vezes, também era usado o idodeto de potássio.<br />
No ano de 1835, Talbot construiu uma pequena câmara de madeira, com somente 6,30 cm2, que sua esposa chamava de &#8220;ratoeira&#8221;. A câmara foi carregada com papel de cloreto de prata e, de acordo com a objetiva utilizada, era necessária de meia a uma hora de exposição. A imagem negativa era fixada em sal de cozinha e submetida a um contato com outro papel sensível. Desse modo, a cópia apresentava-se positiva, sem a inversão lateral. A mais conhecida nos mostra a janela da biblioteca da abadia de Locock Abbey, considerada a primeira fotografia obtida pelo processo negativo/positivo.<br />
As imagens de Talbot eram bastante pobres, devido ao seu reduzido tamanho de 2,5 cm2, se comparadas com a Heliografia de Nièpce, de 20,3 x 60,5 cm, obtida nove anos antes. Sua lentidão, seu tamanho, e sua incapacidade de registrar detalhes não causavam interesse ao público, em comparação aos daguerreótipos.<br />
Em 1839, quando chegaram à Inglaterra os rumores do invento de Daguerre, Talbot tinha aprimorado suas pesquisas e precipitadamente publicou seu trabalho e o apresentou à Royal Institution e à Royal Society. Sir Herchel logo concluiu que o Tiossulfato de sódio seria um fixador eficaz e sugeriu os termos: FOTOGRAFIA, NEGATIVO E POSITIVO.<br />
Um ano depois, o material sensível foi substituído por iodeto de prata, sendo submetido, após a exposição, a uma revelação com ácido gálico. Mas para as cópias continuou a usar o papel de cloreto de prata. O processo, que inicialmente foi batizado de CALOTIPIA, ficou conhecido como TALBOTIPIA e foi patenteado na Inglaterra em 1841. Talbot comprou uma casa em Reading, contratou uma equipe para produzir cópias, fotografou várias paisagens turísticas e comercializava as cópias em quiosques e tendas artísticas em toda a Grã-Bratanha.<br />
&#8220;THE PENCIL OF NATURE&#8221;, o primeiro livro do mundo ilustrado com fotografias, foi publicado por Talbot em 1844. O livro foi editado em seis grandes volumes com um total de 24 talbotipos originais e continha a explicação detalhada de seus trabalhos, estabelecendo certos padrões de qualidade para a imagem.<br />
Como o negativo da talbotipia não era constituído de um papel de boa qualidade como base de sensibilização, na passagem para o positivo se perdiam muitos detalhes devido à fibrosidade do papel. Muitos fotógrafos pensavam em melhorar a qualidade da cópia, utilizando como base o vidro.<br />
Archer e suas placas úmidas<br />
A dificuldade em usar o vidro como base do negativo era a de se encontrar algo que contivesse, numa massa uniforme, os sais de prata sensíveis à luz, para que não se dissolvessem durante a revelação.<br />
Abel Niépce de Saint-Victor, primo de Nicéphore Niépce, descobriu em 1847 que a clara do ovo, ou a albumina, era uma solução adequada no caso de iodeto de prata. Uma placa de vidro era coberta com clara de ovo, sensibilizada com iodeto de potássio, submetida a uma solução ácida de nitrato de prata, revelada com ácido gálico e finalmente fixada no tiossulfato de sódio.<br />
O método da albumina proporcionava uma grande precisão de detalhes mas requeria uma exposição de 15 minutos aproximadamente. Sua preparação era bastante complexa e as placas podiam ser guardadas durante 15 dias.<br />
O ano de 1851 foi muito significativo para a fotografia. Na França, morreu Daguerre. Na Grã-Bretanha, como fruto da Revolução Industrial, foi organizada a &#8220;Grande Exposição&#8221;, apresentando os últimos modelos produzidos.<br />
Um invento que em pouco tempo chegou a suplantar todos os métodos existentes foi o processo do COLÓDIO ÚMIDO, de Frederick Scott Archer, publicado no &#8220;The Chemist&#8221; em seu número de março. Esse obscuro escultor londrino, com grande interesse pela fotografia, não estava satisfeito com a qualidade da imagem, deteriorada pela textura fibrosa dos papéis negativos, e sugeriu uma mistura de algodão de pólvora e éter, chamada colódio, como um meio de unir os sais de prata nas placas de vidro.</p>
<p>O processo consistia em:<br />
a.Espalhar cuidadosamente o colódio com iodeto de potássio sobre o vidro, escorrendo até formar uma superfície uniforme.<br />
b.No quarto escuro, com luz alaranjada, a placa era submetida a um banho de nitrato de prata.<br />
c.A placa era exposta na câmara escura ainda úmida, porque a sensibilidade diminuía rapidamente à medida que o colódio secava. O tempo médio de exposição ao sol era de 30 segundos.<br />
d.Antes que o éter, que se evaporava rapidamente, secasse, tornando-se impermeável, revelava-se com ácido pirogálico ou com sulfato ferroso.<br />
e.A fixagem era feita com tiossulfato de sódio ou com cianeto de potássio (venenoso), e finalmente lavava-se bem o negativo.<br />
O colódio, além de muito transparente, permitia uma concentração de sais de prata, fazendo com que as placas fossem 10 vezes mais sensíveis que as de albumina. Seu único inconveniente era a necessidade de sensibilizar, expor e revelar a chapa num curto espaço de tempo. Como Archer não teve interesse em patentear seu processo, morrendo na miséria e quase desconhecido, os fotógrafos ingleses podiam pela primeira vez praticar a fotografia.<br />
Talbot, acreditando que sua patente cobria o processo colódio, levou ao tribunal um fotógrafo que utilizava a placa úmida em Oxford Street. O juiz pôs em dúvida o direito de Talbot de reclamar da invenção do colódio e os jurados decidiram que esta não infringia sua patente. Então a fotografia estava livre, pois além disso a patente de Daguerre havia expirado em 1853. A fotografia agora tinha condições de crescer em popularidade e a quantidade de aplicações do colódio cresceu durante 30 anos. O número de retratistas aumentou consideravelmente, pessoas de todas as classes sociais desejavam retratos e se estendeu o uso de uma adaptação barata do processo colódio chamada AMBROTIPO.<br />
As variações do colódio: o ambrótipo e o ferrótipo<br />
A variante Ambrotipia, elaborada por Archer com a coloração de Peter Wickens Fry, consistia em um positivo direto obtido com a chapa de colódio. Branqueava-se um negativo de colódio sub-exposto, escurecia-se o dorso com um tecido preto ou um verniz escuro, dando assim a impressão de um positivo. Quando um negativo é colocado sobre um fundo escuro com o lado da emulsão para cima, surge uma imagem positiva graças à grande reflexão de luz da prata metálica. Dessa maneira o negativo não podia mais ser copiado, mas representava uma economia de tempo e dinheiro, pois se eliminava as etapas de obtenção da cópia. O nome Ambrótipo foi sugerido por Marcos A. Root, um daguerrotipista da Filadélfia, sendo também usado este nome na Inglaterra. Na Europa era geralmente chamado Melainotipo. Os retratos pequenos, feitos através deste processo, foram muito difundidos nos anos cinqüenta até serem superados pela moda das fotografias tipo &#8220;carte-de-visite&#8221;.<br />
Outra variação do processo colódio, o chamado Ferrótipo, ou Tintipo, produzia uma fotografia acabada em menos tempo que o Ambrótipo. Há divergências entre autores quanto ao criador do processo; para uns, o Ferrótipo foi elaborado por Adolphe Alexandre Martin, um mestre francês, em 1853. Para outros, foi Hanníbal L. Smith, um professor de química da universidade de Kenyon, quem introduziu o processo. Este processo era constituído por um negativo de chapa úmida de colódio com um fundo escuro para a formação do positivo. Mas, ao invés de usar verniz ou um pano escuro, era utilizada uma folha de metal esmaltada de preto ou marrom escuro, como suporte do colódio. O baixo custo era devido aos materiais empregados e sua rapidez decorria das novas soluções de processamento químico.<br />
O Ferrótipo desfrutou de grande popularidade entre os fotógrafos nos Estados Unidos a partir de 1860, quando começaram a aparecer os especialistas fazendo fotos de crianças em praças públicas, famílias em piqueniques e recém casados em porta de igrejas.<br />
O inconveniente de todos os processos por colódio era a utilização obrigatória de placas ainda úmidas. Idealizou-se várias maneiras de conservar o colódio em estado pegajoso e sensível durante dias e semanas, de forma que toda manipulação química pudesse ser realizada no laboratório do fotógrafo em sua casa, mas logo apareceu um processo &#8220;seco&#8221; que substituiu rapidamente o colódio: a gelatina.<br />
Maddox e sua emulsão de gelatina e brometo de prata<br />
Em setembro de 1871, um médico e microscopista Inglês, Richard Lear Maddox, publicou no British Journal of Photography suas experiências com uma emulsão de gelatina e brometo de prata como substituto para o colódio. O resultado era uma chapa 180 vezes mais lenta que o processo úmido, mas com o novo processo aperfeiçoado e acelerado por John Burgess, Richard Kennett e Charles Benett, a placa seca de gelatina estabelecia a era moderna do material fotográfico fabricado comercialmente, liberando o fotógrafo da necessidade de preparar as suas placas. Rapidamente várias firmas passaram a fabricar placas de gelatina seca em quantidades industriais.<br />
Burgess comercializou a emulsão de brometo de prata e gelatina engarrafada, mas os resultados não foram satisfatórios devido à presença de sub-produtos tais como nitrato de potássio. Em 1873, Kennett vendia emulsões secas e placas preparadas com bastante sensibilidade à luz. Em 1878, Bennett publicou que conservando a emulsão a 32oC de quatro a sete dias, se produzia uma &#8220;maturação&#8221; que aumentava a sensibilidade.<br />
Fabricantes britânicos como a Wratten &amp; Wainwrigth e The Liverpool Dry Plate Co., em 1880, monopolizaram a fabricação de placas secas. Logo fábricas em todos os países passaram a imitá-los, até que em 1883 quase nenhum fotógrafo usava o material colódio.<br />
A história de George Eastman e da Kodak<br />
George Eastman nasceu em 12 de julho de 1854, na vila de Waterville, estado de Nova York, Estados Unidos. Seus pais foram Maria Kilbourn e George Washington Eastman. Quando George ainda tinha 6 anos, seu pai vendeu o negócio que tinha e se mudou para Rochester para poder dedicar todo o seu tempo ao Colégio Comercial Eastman, nesta cidade. Com a morte do pai, dois anos mais tarde, começaram os tempos difíceis para a Sra. Eastman, George e suas duas irmãs mais velhas.<br />
George conseguiu ficar na escola até os 14 anos e, mesmo sendo aplicado, nunca se destacou nos estudos. Nesta idade a pobreza obrigou George a deixar os estudos. Com determinação prometeu a si próprio aliviar a difícil situação financeira e ajudar no lar. Obteve um emprego de mensageiro em uma companhia de seguros, com um salário de 3 dólares semanais; e se destacou por ser cuidadoso e minucioso no trabalho. Um ano depois, já em outra companhia de seguros e pela sua dedicação, teve um aumento em seu salário para 5 dólares semanais. Para conseguir um emprego melhor, estudou contabilidade à noite. Em 1874, depois de ter trabalhado em companhias de seguros por 5 anos, e com apenas 20 anos de idade, ingressou no Banco de Poupança de Rochester.<br />
George Eastman sempre foi austero e poupava mesmo quando ganhava os escassos 3 dólares semanais. Com um novo salário de 800 dólares anuais pôde poupar nos sete anos seguintes 3000 dólares que usou para iniciar seu negócio fotográfico.<br />
Ensaios de um aficionado<br />
Aos 24 anos decidiu tomar merecidas férias. Havia trabalhado sem descanso na contabilidade do banco, ficando muitas vezes até altas horas da madrugada. A leitura sobre a ilha de São Domingos havia despertado seu interesse em visitá-la. Um engenheiro que trabalhava no sótão do banco lhe sugeriu que documentasse a viagem fotograficamente. Este conselho iniciou George Eastman na fotografia. Comprou um equipamento com todos os apetrechos necessários naqueles dias. A câmara era muito maior que as de hoje e necessitava de um tripé; a tenda que servia de câmara escura tinha que ser grande o suficiente para aplicar a emulsão nas placas de vidro antes da exposição e para revelá-las em seguida. O equipamento incluía, além disso, as soluções químicas, tanques de vidro, um pesado suporte para as placas e uma jarra para a água. As aulas para aprender a tirar fotografias lhe custaram 5 dólares.<br />
Apesar de não ter viajado para São Domingos, quando aprendeu a tirar fotos com placas úmidas foi fotografar a ponte da ilha de Mackinac. Como o tanque de vidro cheio de nitrato de prata para sensibilizar as placas tinha que estar hermeticamente fechado e bem protegido, ele o envolveu em sua roupa de viagem. Apesar de tantas precauções, o tanque se rompeu e ele teve que comprar roupa nova.<br />
Um grupo de turistas se colocou na ponte para posar e observaram como Eastman enfocou a câmara, entrou na tenda para sensibilizar a placa e saiu pronto para tirar a foto. Apesar do calor, o fascinado grupo permaneceu ali durante a longa e complicada operação, e esperou ele sair da tenda após revelar a placa. Estava olhando a foto quando alguém lhe perguntou se vendia. &#8220;Não é para vender&#8221;, respondeu. &#8220;Sou um aficionado&#8221;. Ao saber disto, o curioso se indignou declarando que quando alguém não mais do que um aficionado devia indicar isto com uma placa.<br />
Se bem que no início queria simplificar a fotografia para satisfação pessoal, logo considerou as possibilidades de fabricar placas secas para vender. Como fonte de referência para suas experiências leu todas as publicações disponíveis sobre a matéria e consultou a Enciclopédia Britânica de uma biblioteca.<br />
Trabalhava no banco de dia e experimentava na cozinha de sua mãe durante as noites, misturando e cozinhando soluções de segunda a sexta. Se deitava no sábado à noite e dormia até a manhã de segunda, só acordando para comer. Segundo sua mãe, algumas vezes estava tão cansado que não conseguia tirar a roupa e dormia no chão da cozinha, perto do fogão.<br />
Os três primeiros anos de suas experiências fotográficas foram os mais duros de sua vida de trabalho. O medo da pobreza que assustava sua mãe e irmãs, uma delas vítima da poliomielite, foi a força motriz que o levou a ganhar dinheiro para ajudar a família. A firmeza de sua determinação e seu profundo amor pela mãe constituíram os motivos propulsores de grande parte de sua existência.<br />
Nasce uma empresa<br />
Em abril de 1880, George Eastman alugou o terceiro andar de um edifício de Rochester e começou a fabricar placas secas para venda. As dificuldades que surgiam eram enfrentadas e resolvidas.<br />
A nova companhia sofreu um duro golpe quando se perdeu um lote de placas secas nas mãos dos distribuidores. Mesmo tendo aceitado todas de volta, Eastman não pôde devolvê-las até depois de muitas experiências e uma viagem à Inglaterra para averiguar porque suas emulsões falharam.<br />
Em busca da simplicidade<br />
Eastman se dedicou ao desenvolvimento de novos produtos para simplificar a fotografia. Procurava encontrar uma base mais leve e flexível que o vidro. Primero usou papel para o suporte da emulsão; o rolo de papel estava protegido em um &#8220;porta-rolo&#8221; e se usava nas câmaras da mesma forma como as &#8220;porta-placas&#8221; de vidro.<br />
Nesta época o Sr. Eastman não previa o futuro dos materiais fotográficos para uso do amador, que dois anos mais tarde chegou a ser um fator tão importante em seu negócio. Sua idéia, no início, era trocar as placas de vidro usadas pelos fotógrafos profissionais.<br />
Em 1885 anunciava que estava introduzindo uma nova película sensível que seria um substituto econômico e conveniente para as placas de vidro, tanto para tomadas internas quanto externas. Apesar do sistema de porta-rolos ser adequado e ter um êxito inicial, o papel não era inteiramente satisfatório como suporte da emulsão porque a granulação do papel se reproduzia na cópia.<br />
Eastman substituiu o papel pela película de colódio mas não conseguiu fabricar uma que fosse suficientemente forte para sustentar a emulsão. Então decidiu cobrir o papel com uma camada de galatina comum solúvel e em seguida com outra insolúvel, sensível à luz. Depois de exposta e revelada, a gelatina com a imagem se soltava do papel, se transferia a uma folha de gelatina clara e se envernizava como colódio.<br />
Foi então que Eastman mudou de idéia, alterou a direção de seu trabalho e estabeleceu o curso que o levou ao êxito na fotografia. Em certa ocasião disse: &#8220;Quando concebemos nosso plano para a fotografia em películas, esperávamos que todos os que usavam placas de vidro adotassem este novo meio, mas foram poucos os que o fizeram. Era evidente que para ter um grande negócio teríamos que chegar ao público&#8221;.<br />
Fotografia para todos<br />
Para chegar ao público, Eastman decidiu fabricar um novo tipo de câmara. Esta, introduzida em 1888, foi a primeira câmara Kodak. Era do tipo &#8220;caixão&#8221;, leve e pequena, carregada com um rolo de papel para 100 exposições. O preço da câmara carregada, estojo e correia era de 25 dólares. Uma vez feita a exposição, se enviava a câmara a Rochester, onde o rolo exposto era retirado, processado, feitas as cópias e colocado um novo rolo, tudo por 10 dólares. Isto foi uma mudança radical na política da empresa.<br />
O porta-rolo havia sido imposto no sistema fotográfico.<br />
A câmara Kodak havia criado um mercado completamente novo e transformado em fotógrafos aqueles que só queriam tirar fotos e não tinham nenhum conhecimento da matéria. Qualquer um podia &#8220;apertar o botão&#8221; e a companhia do Sr. Eastman &#8220;fazia o resto&#8221;.<br />
Eastman continuou experimentando para substituir a base de papel. Contratou um jovem químico que fez soluções de nitrocelulose em vários solventes e chegou a produzir uma base de película flexível e resistente.<br />
Em agosto de 1889 saíram para venda os primeiros rolos de película transparente. No início era fabricada estendendo uma solução de nitrocelulose sobre uma mesa de vidro de 66 metros de comprimento e 1.06 metros de largura. Uma vez seca, se cobria com substrato de silicato de soda para reter a emulsão e logo se revestia com uma emulsão de gelatina. A nova película era transparente e sem grandes granulações e podia servir de base permanente para a imagem negativa, evitando-se a descolagem. Além disso, era possível produzi-la em tiras de 66 metros de comprimento. Esta película transparente e flexível de Eastman, junto com o aparelho desenhado simultaneamente por Edison, asseguraram o êxito da cinematografia.<br />
Em 1891 se melhorou ainda mais a película transparente para amadores ao colocá-la em carretéis que podiam ser colocados na câmara em plena luz do dia. A câmara não precisava mais ser enviada a Rochester para ser recarregada e os rolos de filme podiam ser comprados praticamente em qualquer lugar.<br />
As câmaras para a nova película se simplificaram ainda mais. A câmara Kodak dobrável, de bolso, foi lançado no mercado em 1898; um fole permitia que se recolhesse a lente. Em 1900 apareceu a primeira câmara Brownie, para crianças, ao preço de um dólar.<br />
O desenvolvimento da fotografia com rolos de película criou uma situação muito diferente daquela até então existente. Antes da aparição das câmaras Kodak e Brownie, o fotógrafo devia ter certa habilidade manual, pois devia processar seus próprios negativos e fazer as impressões e, por conseguinte, estava interessado nos aspectos técnicos. Os novos fotógrafos usavam câmaras simples, para filmes em rolo, sem ter que preocupar com a técnica fotográfica ou com o mecanismo dos equipamentos. Só tinham que fotografar os motivos de seu agrado. A fabricação de filme se converteu em uma operação industrial e o fotoacabamento era feito por milhares de pequenos laboratórios que revelavam o filme e faziam as cópias para os fotógrafos.<br />
George Eastman sempre esteve muito interessado nos avanços técnicos, mas sua maior preocupação foi desenvolver métodos simples, para que o público pudesse ter prazer com a fotografia. Este princípio constituiu sua maior contribuição à indústria. Segundo Charles G. Abbott, &#8220;foi uma revolução fotográfica concebida pela devoção de um aficionado&#8221;.<br />
Em 1923 lançou no mercado o primeiro filme de 16mm em branco e preto, o processo correspondente e a câmara para cinema portátil Kodak. O filme podia ser carregado na câmara à luz do dia; logo depois de exposta se enviava à Kodak para o processamento reversível e se devolvia pronto para ser projetado em casa. Filmar em 1924 já era tão fácil quanto tirar fotos: simplesmente &#8220;apertando o botão&#8221;.<br />
Eastman queria resultados também na fotografia a cores e trabalhou em vários processos. O primeiro processo Kodacolor (que não deve ser confundido com o filme atual, de mesmo nome) se aproximou dos requisitos procurados e as melhorias continuaram até a fotografia colorida ficar tão simples quanto em branco e preto.<br />
O legado fotográfico de Eastman<br />
Este aficionado de Rochester, ao simplificar a difícil e especializada arte fotográfica daquela época, facilitou a tomada de fotografias &#8230; &#8220;somente com o apertar de um botão&#8221;.<br />
Fez da fotografia um auxiliar eficaz na medicina, educação, ciência, indústria, arte e entretenimento.<br />
Eastman foi, ainda, um pioneiro no campo das relações trabalhistas. Acreditava que para ter muito êxito, os empregados deviam ter algo mais que bons salários. Suas idéias eram muito avançadas para a sua época, mas ele sabia que a aplicação desta filosofia resultaria em mais lealdade e melhor produção.<br />
Já nos primeiros anos de seu negócio começou a planejar para que seus empregados pudessem participar nos lucros da empresa. Em 1898 distribuiu uma considerável soma de seu próprio dinheiro entre os empregados. Mais tarde criou o &#8220;Fundo de Benefício&#8221; e logo o &#8220;Dividendo do Empregado&#8221;, que davam direito a cada trabalhador a uma soma proporcional ao dividendo anual das ações da companhia. Este dividendo, ou &#8220;abono&#8221; anual, foi uma verdadeira inovação. A prosperidade de uma organização, dizia Eastman, não se deve necessariamente a invenções e patentes, mas sim à boa vontade e lealdade dos empregados, que se asseguram com certa forma de participação nos resultados.<br />
Cumprindo com o que ele considerava uma responsabilidade de empresário, estabeleceu planos de aposentadoria, seguros de vida e ajuda para incapacitados.<br />
Carl W. Ackerman, seu biógrafo, escreve: &#8220;O Sr. Eastman foi um gigante de sua época. A filosofia social que praticou ao desenvolver sua companhia não só se adiantou à sua época, como ainda se passaram muitos anos antes de ser amplamente reconhecida e aceita&#8221;.<br />
Doa sua fortuna<br />
George Eastman é tão conhecido como filantropo quanto como o criador de uma nova era na fotografia. Doou 20 milhões de dólares para o Instituto Tecnológico de Massachussets, de forma anônima, como sendo um certo &#8220;Sr. Smith&#8221;, que se popularizou em uma conhecida canção do Instituto.<br />
Estabeleceu um plano dental massivo para crianças com clínicas dentais em Rochester, Londres, Paris, Roma, Bruxelas e Estocolmo, custando somente a clínica de Rochester 2,5 milhões de dólares, pois acreditava &#8211; de forma correta &#8211; que as crianças com dentes bem cuidadas teriam mais oportunidades na vida devido à sua melhor aparência.<br />
Amava a música e queria que todos pudessem se deleitar com ela, criando uma escola de música, um teatro e uma orquestra sinfônica, existentes até nossos dias com muito sucesso.<br />
Promoveu e levou a cabo um plano para a criação de uma Faculdade de Medicina e Hospital para a Universidade de Rochester e em 1924 doou 30 milhões de dólares à Universidade de Rochester, Instituto Tecnológico de Massachussets, Hampton e Muskegee &#8211; estes últimos institutos para a educação dos negros.<br />
Nada disto foi feito por impulso, mas sim por uma convicção fundamentada em cuidadoso estudo e conhecimento obtidos através de consultas com os especialistas em negócios, em música, em medicina, em educação. Para ele sua grande fortuna lhe oferecia uma melhor oportunidade de ser útil.<br />
George Eastman era um homem modesto, avesso à publicidade. Foi inventor, técnico, organizador e executivo com visão patriótica e filantrópica. Foi o primeiro fabricante dos Estados Unidos que formulou e colocou em prática a moderna política de produção em grande escala e baixo preço, para distribuição mundial, amplamente respaldada por investigações científicas e grande publicidade.<br />
Viveu a sua filosofia: &#8220;O que fazemos em nossas horas de trabalho determina o que temos; o que fazemos em nossas horas de ócio determina o que somos&#8221;.<br />
Por ocasião de sua morte, em 1932, o editorial do jornal New York Times dizia:<br />
&#8220;Eastman foi um fator relevante na educação do mundo. Daquilo que capitalizou por suas grandes contribuições à raça humana, deu generosamente para seu bem estar; patrocinou a música e o saber; apoiou o ensino e a investigação científica; procurou diminuir o sofrimento humano favorecendo a instituições sanitárias; ajudou os mais necessitados em sua luta cotidiana; fez de sua cidade um centro artístico, glorificou sua pátria ante os olhos do mundo&#8221;.<br />
Curso de fotografia tradicional</p>
<p>Na arte da fotografia, criatividade e técnica andam juntas: aprenda sobre os principais temas e boas fotos!<br />
Fotografar se torna mais gratificante se seus resultados correspondem ao objetivo desejado: ângulo escolhido perfeito; iluminação com o efeito especial imaginado; realce da beleza do rosto em close; desfocalização proposital do fundo para um ponto de interesse no primeiro plano, destacando-o dos demais.</p>
<p>Para conseguir isso, é preciso conhecer todo o potencial dos filmes e câmeras. Depois, com muita prática e constante exercício de observação, é possível obter resultados cada vez mais satisfatórios.<br />
Estas informações básicas e registro de imagens mostram, de forma ordenada e simples, os principais conhecimentos da arte fotográfica.<br />
Fotografia vem do grego e significa escrever com a luz.<br />
A luz é, portanto, o elemento mais importante da fotografia, ao lado de mais quatro elementos básicos:<br />
1. Assunto<br />
2. Câmera<br />
3. Filme<br />
4. Processamento (revelação)<br />
Para uma foto perfeita, é necessário dominar esses elementos básicos, tendo seu pleno controle.</p>
<p>Luz</p>
<p>Por definição, luz é a forma de energia radiante visível. A luz é indispensável para sensibilizar o filme e nele formar as imagens fotográficas. Logo, a qualidade de uma foto depende do controle da entrada de luz na câmera.</p>
<p>Sempre que possível, utilize o exposímetro &#8211; mais conhecido como fotômetro &#8211; para regular a câmera. Se não possuir fotomêtro, leia com atenção a bula que acompanha cada filme para obter a orientação segura de regulagem.<br />
A luz pode ser:</p>
<p>Natural: luz do sol.<br />
Artificial: luz incandescente, fluorescente, flash etc.</p>
<p>A luz que sensibiliza o filme é refletida pelo assunto fotografado. Portanto, observe com cuidado a maneira pela qual o assunto está refletindo a luz. Os objetos polidos e brilhantes produzem fortes reflexos, que podem comprometer a qualidade da foto. As áreas com diferenças de iluminação, isto é, partes com muita reflexão de luz &#8211; ou muito claras &#8211; e partes com pouca reflexão &#8211; ou muito escuras &#8211; resultarão em fotos muito contrastadas.<br />
Procure manter sempre uniformidade de iluminação no assunto a ser fotografado.<br />
Assunto</p>
<p>Tecnicamente, o assunto é o que reflete a luz, ou seja, a luz incide sobre o assunto e é por ele refletida com maior ou menor intensidade. Essa luz refletida passa através da lente da câmera e grava as imagens no filme. É fundamental ver como o assunto reflete a luz e procurar obter melhores resultados dessa iluminação. Estude cuidadosamente os vários efeitos produzidos pela reflexão da luz; mude a posição do assunto e das fontes de luz até conseguir o efeito desejado.</p>
<p>Escolha do assunto<br />
Usando sua criatividade e tomando cuidados com a luz, você pode fazer as mais diferentes fotos, nos mais variados ângulos. Procure fotografar cada assunto de diversos ângulos e com maneiras diferentes de iluminação. Os resultados podem ser surpreendentes.</p>
<p>Câmera fotográfica</p>
<p>Faz fotografias com a utilização da luz refletida pelo assunto que, passando através de sua lente, forma imagens em um material sensível, que é o filme. É necessário o completo conhecimento da câmera fotográfica para conseguir bons resultados.</p>
<p>Veja as partes que compõem uma câmera e qual a função de cada uma.<br />
Caixa à prova de luz<br />
É a estrutura básica para a instalação dos demais componentes. Sua função é impedir a entrada de luz, a não ser aquela refletida pelo assunto, que deve passar pela abertura da lente. A penetração de luz por outro local, que não seja a abertura da lente, poderá produzir estrias escuras no negativo e claras no positivo. Esse defeito na câmera pode ser consertado em uma oficina especializada.<br />
Abertura do diafragma<br />
A caixa à prova de luz contém uma abertura onde é instalada a lente. Por essa abertura passam os raios de luz que formam a imagem fotográfica. Com a lente funciona um mecanismo chamado diafragma, cuja função é controlar a quantidade de luz que deve atingir o filme. As primeiras câmeras só possuíam uma abertura de diafragma, o que limitava seu uso aos dias de sol.<br />
As fábricas contornaram esse problema usando pequenas chapas metálicas com dois orifícios de diâmetros diferentes. Assim, em dias de sol intenso, usa-se a abertura menor do diafragma. Este princípio é utilizado nas câmeras mais simples.</p>
<p>Dias de sol: pequena abertura<br />
Dias nublados: grande abertura<br />
Posteriormente, foram produzidas câmeras com várias aberturas, que permitem fotografar em diferentes condições de iluminação. Hoje as câmeras são dotadas de diafragmas com lâminas de aço sobrepostas, que permitem selecionar as mais diferentes aberturas para as diversas condições de iluminação.<br />
As aberturas são indicadas pelos números &#8220;f&#8221;, tais como: f/22; f/16; f/11; f/8; f/5.6; f/4; f/2.8; f/2 e f/1.4. Quanto menor o número, maior a abertura do diafragma e vice-versa.<br />
Obturador<br />
Controla o tempo de penetração da luz na câmera para sensibilizar o filme. A velocidade de penetração da luz é indicada pelos números: 1, 2, 4, 8, 15, 30, 60, 125, 500, 1000 ou mais, dependendo da câmera, e ainda pelas letras B e T.<br />
Assim, a velocidade 1 permite a penetração de luz por um segundo. Os demais números representam frações de segundo, calculados de forma que o tempo de entrada de luz seja reduzido pela metade toda vez que se mude de um número para outro imediatamente superior.<br />
Por exemplo: Ao mudar de 1 para 2, a luz entrará por meio segundo; pela velocidade 60, a luz entrará o equivalente a 1/60 de segundo, o que corresponde à metade do tempo que entraria pela velocidade 30; os maiores números &#8211; 250, 500, 1.000 ou mais &#8211; representam maior velocidade para ser usada com o assunto em movimento. Quando usar velocidade baixa (1/15 ou menos), a câmera deve estar apoiada em tripé para evitar fotos tremidas ou borradas; as letras B e T são usadas para exposições superiores a um segundo. Nesses casos, a câmera também deve estar no tripé; use &#8220;B&#8221; e mantenha o disparador pressionado pelo tempo desejado. Quando soltar o disparador, o obturador se fechará. Usando &#8220;T&#8221;, pressione o disparador para abri-lo e pressione novamente para fechá-lo.</p>
<p>Lente<br />
Concentra os raios de luz na direção exata para formar a imagem nítida do assunto sobre o filme. Quando você faz uma fotografia, a luz refletida pelo assunto passa através da lente e forma a imagem no filme.<br />
Mecanismo para prender e transportar o filme<br />
Toda câmera possui um mecanismo que mantém o filme na posição correta e permite movimentá-lo para a próxima exposição, manualmente ou por &#8220;motor&#8221;. O uso incorreto ou defeito nesse mecanismo podem acarretar fotos remontadas, mal-enquadradas ou fotogramas sem exposição.<br />
Visor<br />
Através dele você observa e enquadra o assunto. Lembre-se: o ângulo abrangido pela lente da câmera é diferente do ângulo de visão de seus olhos. Portanto, a câmera vai registrar uma cena diferente da que você vê.</p>
<p>Filme</p>
<p>Composto de material sensível à luz, o filme tem a propriedade de gravar as imagens que passam através da lente da câmera.</p>
<p>Existem filmes em tamanhos diferentes para diferentes câmeras. Verifique no manual de instruções da câmera o filme certo para ela e escolha o filme em função do tipo de fotografia que você deseja &#8211; cópias coloridas, slides ou cópias em preto e branco.<br />
O filme é constituído de uma base plástica &#8211; geralmente acetato de celulose, flexível e transparente, sobre a qual é depositada a emulsão fotográfica. Esta é colocada no filme sobre uma fina camada de gelatina que contém cristais de prata, sensíveis à luz.<br />
Os cristais de prata, quimicamente chamados de haletos ou halogenetos de prata, podem ser mais ou menos sensíveis à luz. Ou seja, há um tipo de filme que exige maior quantidade de luz para gravar as imagens. Outros, permitem o registro com menos luz. A essa propriedade dá-se o nome de sensibilidade.<br />
Sensibilidade<br />
A sensibilidade dos filmes é indicada por números do sistema ISO &#8211; International Standards Organization (antigamente ASA ou DIN). O sistema DIN (alemão) ainda é utilizado.<br />
De ISO 25 até 64<br />
São filmes considerados de baixa sensibilidade e indicados para grandes ampliações.<br />
De ISO 100 até 200<br />
São filmes considerados de média sensibilidade, permitindo ampliações maiores, com nitidez e definição. São indicados para uso geral.<br />
De ISO 400 até 3200<br />
São filmes considerados de alta sensibilidade e são indicados para fotos em locais de pouca iluminação, sem uso de flash ou para fotos de ação, que exigem maiores velocidades do obturador. Grandes ampliações podem apresentar ligeira granulação.<br />
Código DX<br />
São barras impressas no magazine do filme que informam qual a sensibilidade e o número de poses. Esta leitura é feita por um conjunto de sensores existente nas câmeras.</p>
<p>Como usar sua câmera</p>
<p>As câmeras fotográficas podem ser classificadas como simples, automáticas e ajustáveis. Com qualquer uma você consegue ótimas fotos, desde que conheça seu uso e suas limitações.</p>
<p>Câmera simples<br />
É controlada por duas aberturas:</p>
<p>sol (abertura pequena);<br />
nublado (abertura grande).</p>
<p>O avanço e rebobinamento do filme é manual. Não tem código DX (é preciso regular a sensibilidade do filme manualmente). Foco fixo (1.20m a infinito).<br />
Alguns modelos possuem duas aberturas: sol (abertura pequena) e nublado (abertura grande). Outros modelos possuem apenas uma abertura.<br />
A câmera simples tem baixa velocidade do obturador, por isso, é necessário segurá-la com firmeza. Procure um ponto de apoio, seja no rosto ou no corpo.<br />
A lente da câmera simples é pré-ajustada para perfeita focalização geralmente a partir de 1.20m. Assim, mantenha essa distância mínima do assunto a ser fotografado, pois distâncias menores resultarão em fotos fora de foco.<br />
Procure, através do visor, fazer o enquadramento do assunto a ser fotografado. Se estiver fotografando uma pessoa, coloque-a em destaque no quadro. Mantendo uma margem de segurança acima, abaixo e nas laterais, para evitar cortes de partes do corpo.<br />
Não se esqueça de observar as condições de luz: antes de cada exposição, ajuste a câmera para sol ou nublado. As câmeras simples não produzem boas fotos com luz artificial. Por isso, use o flash quando fotografar dentro de casa. Fotos contra o sol e na sombra não devem ser tiradas com câmeras simples.<br />
Câmeras de uso único, também consideradas como &#8220;simples&#8221;, podem, suprir a ausência da câmera convencional. É excelente para as seguintes situações: iniciação fotográfica, uso na praia (modelo aquática para mergulho até 2.5m, surfistas etc), piscinas, viagens, quando você esqueceu sua câmera permanente, etc. Todos os modelos, inclusive aqueles que possuem flash embutido, vêm equipados com filme Kodak ISO 800, que permite fotografar em diversas condições de iluminação. Estas câmeras fazem parte do programa de reciclagem da Kodak.<br />
Câmera automática<br />
Elas têm este nome porque tem uma fotocélula que determina a abertura do diafragma, a velocidade do obturador, ou ambos.<br />
Em geral também tem avanço e rebobinamento de filme motorizado (automático), flash com sensor que determina quando deve ser acionado e lente com pelo menos 3 passos de foco (1.20m, 3m e infinito).<br />
Elas possuem maior versatilidade que as câmeras simples, embora tenham limitações que impedem sua utilização sob determinadas condições de luz.<br />
Câmera ajustável<br />
Dispõe de regulagens independentes para abertura do diafragma, velocidade do obturador e focalização do assunto. Sua principal característica é o fato de poder trocar de objetivas (pode-se usar desde grande angulares até super-teles). São as máquinas dos fotógrafos profissionais.<br />
Têm ainda recursos para fotos nas mais difíceis condições de iluminação. Para isso, é necessário completo conhecimento da câmera e seus componentes, bem como de sua regulagem correta.<br />
Para regular corretamente, leia a bula que acompanha o filme, ou use o fotômetro. As câmeras ajustáveis controlam a luz que deve sensibilizar o filme, pela abertura do diafragma e pela velocidade do obturador.<br />
Paralax<br />
As câmeras simples e alguns modelos de câmeras automáticas têm o visor separado da objetiva da câmera. Este visor é usado para o enquadramento. A figura ao lado mostra que o ângulo abrangido pelo visor não é o mesmo da lente que faz a foto. A esta diferença dá-se o nome de paralax. É preciso, portanto, deixar margem de segurança acima e abaixo do assunto para evitar cortes.<br />
Algumas câmeras já possuem a chamada correção de paralax e isto consta do folheto que acompanha a câmera. Em outros modelos, essa correção é marcada por uma, duas, ou mais linhas brancas, formando margens no visor. O assunto, nesse caso, deve ser enquadrado dentro do espaço limitado por essas linhas.<br />
Exposição à luz, diafragma e obturador</p>
<p>Tabela de exposição à luz do dia para ajustar câmeras sem exposímetro:</p>
<p>Ajuste do obturador em 1/100 ou 1/125 de segundo</p>
<p>Sol claro ou nebuloso, sobre areia clara ou neve<br />
f/16<br />
Sol claro ou nebuloso, com sombras pronunciadas<br />
f/11<br />
Nublado fraco (sombras suaves)<br />
f/8<br />
Nublado claro (sem sombras)<br />
f/5.6<br />
Sombra ao descoberto ou nublado denso<br />
f/4</p>
<p>Os filmes apresentam variações na regulagem, por isso é importante consultar a bula de cada filme.<br />
Veja agora como regular a sua câmera para as diversas condições de luz e assuntos.<br />
Abertura do diafragma<br />
Recapitulando: Para usar corretamente o diafragma, oriente-se pelos números &#8220;f&#8221;: f/22, f/16, f/8, f/5.6, f/4, f/2.8, f/2 e f 1.4. O número f/22 representa a menor abertura e f/1.4, a maior abertura.<br />
Os números &#8220;f&#8221; controlam a quantidade de luz que deve penetrar na câmera e são calculados de tal maneira que, ao mudar de um número &#8220;f&#8221; maior para o imediatamente inferior, você dobra a entrada de luz que passava pela abertura anterior.<br />
Assim, pela abertura f/16 entra o dobro de luz que entraria por f/22; por f/5.6 penetra o dobro de luz que penetraria por f/8, e assim por sucessivamente. Da mesma forma, quando você muda a abertura de um número &#8220;f&#8221; menor para outro imediatamente superior, reduz pela metade a entrada de luz. Por exemplo: pela abertura f/2.0 entra a metade da luz que entraria por f/1.4; pela abertura f/11 entra a metade de luz que entraria por f/8.<br />
Velocidade do obturador<br />
Como já vimos, o obturador controla o tempo pelo qual a luz deve entrar na câmera para sensibilizar o filme. Essas velocidades são indicadas pelos números: 1, 2, 4, 8, 15, 30, 60, 125, 250, 500, 1000, ou mais, e pelas letras B e T. Quando você regula a velocidade no número 1, permite a entrada de luz durante um segundo. Os demais números representam frações de segundo e são calculados de maneira a reduzir o tempo de entrada de luz pela metade, toda vez que você mudar de um número para outro imediatamente superior.<br />
É a combinação abertura do diafragma/velocidade do obturador que torna possível obter fotos nas mais diversas condições de iluminação.<br />
Por exemplo, se você regular a velocidade em 1, a luz entrará por um segundo; quando mudar para 2, reduz o tempo para meio segundo. Assim, se você regular a velocidade para 60 (1/60 de segundo), a luz entrará pela metade do tempo que entraria em 30 (1/30 de segundo) e assim sucessivamente.<br />
Dessa maneira, os números 125, 250, 500, 1000, ou mais, representam as maiores velocidades, que devem ser usadas para assunto em movimento, ou seja, para paralisar o movimento do assunto.<br />
Para usar baixas velocidades (30, 15 ou menos), deve-se colocar a câmera em um tripé ou em outro suporte firme para evitar que as fotos saiam tremidas ou borradas. As letras B e T são utilizadas para tempos de exposição maiores que um segundo. Assim, use a B mantendo o obturador pressionado durante o tempo que necessitar para a exposição; a letra T exige que se pressione o obturador para abrir e depois para fechar. No caso das letras B e T, a câmera também deve estar no tripé ou firmemente apoiada.<br />
Combinação velocidade / abertura</p>
<p>Veja agora, na ilustração &#8220;bula do filme&#8221; (ao lado), as indicações necessárias para a abertura do diafragma e a velocidade do obturador.</p>
<p>Partindo das indicações da bula, ou fotômetro, você pode variar as regulagens para diversas situações. Por exemplo: em dia de sol &#8211; diafragma f/11; velocidade 1/125. Se você mudar a abertura do diafragma para f/8, vai entrar o dobro de luz.<br />
Se você mantiver a velocidade 1/125 a fotografia ficará superexposta. Assim, para que a fotografia saia correta é preciso compensar o excesso de entrada de luz, com a velocidade mais rápida do obturador para 1/250.<br />
Este esquema orientará você sobre as possíveis alterações na regulagem, sem comprometer a qualidade da foto. Partindo de uma combinação inicial de dia de sol, &#8211; f/11 a 1/125 você pode fazer as seguintes modificações para obter boas fotos, dependendo das circunstâncias:<br />
f/16 a 1/60<br />
f/11 a 1/125<br />
f/8 a 1/250<br />
f5.6 a 1/500<br />
f/4 a 1/1000<br />
Assim, em uma cena normal, use f/11 a 1/125; para fotografar uma corrida de bicicletas e paralisar a ação, use f/5.6 a 1/500; no caso de corrida de automóvel, use f/4 a 1/1000 para paralisar a ação; se a foto for feita em dia nublado escuro, a bula do filme KODAK ISO 100 dá a seguinte indicação:<br />
Agora, compare as duas tabelas: as regulagens variam muito de um dia de sol para um dia nublado. Antes de determinar a regulagem, consulte a bula do filme e não se esqueça deste ponto: Se você abrir o diafragma em um ponto, permitirá o dobro da entrada de luz, que permitirá o dobro da entrada de luz, que deve ser compensada aumentando um ponto na velocidade do obturador.<br />
f/1.4 a 1/1000<br />
f/2 a 1/500<br />
f/2.8 a 1/250<br />
f/4 a 1/125<br />
f/5.6 a 1/60<br />
f/8 a 1/30</p>
<p>Para conseguir a regulagem correta, o ideal é usar o exposímetro da câmera (também conhecido como fotômetro). Trata-se de um instrumento dotado de célula fotossensível, que mede a intensidade de luz refletida pelo assunto. Com esse dispositivo você terá a indicação exata de várias velocidades e aberturas do diafragma que podem ser usadas em cada situação.<br />
Focalização<br />
Outro recurso da câmera ajustável é a focalização do assunto através da própria objetiva. Girando o anel de focalização, você obtém o ajuste na devida distância da câmera/assunto para reproduzir nitidamente as imagens no plano focal. A maioria das câmeras de hoje em dia tem o foco automático, que é um telêmetro interno que determina exatamente a distância câmera/assunto. Naquelas que permitem o ajuste manual do foco, o anel de distância contém a escala em metros e em pés que também facilita a focalização.<br />
Profundidade de Campo<br />
Os controles de focalização, de qualquer tipo, em geral são fáceis de operar. Mas, para aproveitá-los ao máximo, é importante saber que, quando você focaliza um motivo, a profundidade de campo &#8211; zona de foco aceitável na frente e atrás do assunto &#8211; varia enormemente, conforme o tamanho da abertura, a distância do assunto à câmera e a distância focal da objetiva. Adquirindo prática em controlar a profundidade de campo, você pode aumentar o impacto de qualquer fotografia.<br />
A abertura do diafragma é o fator mais importante na determinação da profundidade de campo. Quanto menor a abertura, maior a profundidade de campo e vice-versa.<br />
Um exemplo: com f/16 numa objetiva normal, focalizando um assunto a 5 metros de distância, tudo ficará focado desde 2,5 metros à frente da câmera até o infinito. Com f/5.6 a zona nítida irá de desde cerca de 1 metro à frente do assunto até mais ou menos 2 metros atrás. Com f/2, apenas o assunto ficará nítido.<br />
A distância focal da objetiva também influi na profundade de campo. Com a mesma abertura do diafragma, a profundidade de campo será tanto maior quanto menor for a distância focal de sua objetiva. Portanto, uma objetiva grande angular dá mais profundidade de campo com, digamos diafragma 11 do que uma objetiva normal com este mesmo diafragma.<br />
Mono-reflex<br />
As câmeras reflex de uma só objetiva são também chamadas mono-reflex (para diferenciar das antigas câmeras reflex de duas objetivas). São mais práticas, pois a focalização é feita pela própria objetiva. Em razão dessa operação, as câmeras mono-reflex mostram, através do visor, o assunto exatamente como vai sair na foto, pois a paralaxe não existe.<br />
Uma vez pressionado o obturador, o espelho se levanta para que a luz possa atingir o filme, formando a mesma imagem vista pelo fotógrafo. Quando o espelho é levantado, o observador perde, por instantes, a visão da cena. Estas câmeras permitem o uso de teleobjetivas e grande angular com facilidade, pois as lentes são intercambiáveis. Pode-se também adaptar acessórios como lentes de aproximação e tubos de extensão. Apesar de todos esses recursos, as câmeras ajustáveis exigem os mesmos cuidados das câmeras simples e compactas (automáticas) para obter fotos de boa qualidade:</p>
<p>Segurar a câmera com firmeza.<br />
Ajustar corretamente a distância do assunto (quando usar foco manual). As câmeras ajustáveis permitem a focalização a partir de 45cm ou menos. No anel de focalização, é indicada a distância mínima.<br />
Enquadrar o assunto corretamente.<br />
Observar as condições de luz e regular a câmera de acordo com a bula do filme ou pela indicação do exposímetro.<br />
Praticar muito com a câmera, pois só assim obterá resultados cada vez melhores.<br />
Anotar as regulagens feitas em cada foto e estudar depois os resultados. Assim você saberá quais as modificações necessárias para as próximas fotos.</p>
<p>Acessórios para câmeras</p>
<p>As câmeras mono-reflex são as mais adequadas para a utilização de acessórios, em razão de permitirem a focalização através da própria objetiva.</p>
<p>Objetiva normal<br />
A lente ou objetiva normal é aquela cuja distância focal corresponde à medida da diagonal do negativo. As câmeras que utilizam filme 135 (35mm) teriam uma distância focal normal de 43mm. Os fabricantes, no entanto, consideram normais as lentes de 45, 50 ou 55mm. As mais usadas são as de 50mm.<br />
Teleobjetiva<br />
É a lente que possui uma distância focal maior que a objetiva normal. As mais usadas são as de distância focal de 85, 105, 200, 300, 400, 500, 1000mm ou mais. A função da teleobjetiva é aumentar o tamanho da imagem no negativo. Quanto maior a sua distância focal, maior a imagem formada. Para se calcular exatamente o aumento da imagem, divida a distância focal da teleobjetiva pela distância focal da objetiva normal.<br />
Por exemplo:<br />
Distância focal da teleobjetiva = 200mm<br />
Distância focal da objetiva normal = 50mm<br />
Dividindo 200 por 50 você obtém 4, que corresponde ao número de vezes a que foi multiplicado o tamanho da foto, a partir da lente normal.<br />
A teleobjetiva diminui o ângulo de tomada da foto à medida que aumenta o tamanho da imagem. A teleobjetiva de 200mm abrange um ângulo de aproximadamente 12 graus, enquanto a lente normal alcança um ângulo de 50 graus. O livro de instruções da câmera sempre traz uma tabela indicando as teleobjetivas para serem usadas e seus ângulos de abrangência. As teleobjetivas são indicadas para situações em que é difícil a aproximação do assunto, como nos esportes, de crianças, animais e retratos. A teleobjetiva requer muita prática e cuidados na sua utilização.<br />
Grande angular<br />
A lente grande angular possui distância focal menor que a normal. Suas distâncias focais mais comuns são de 35mm e 24mm. Ela aumenta o ângulo de tomada. Quanto menor a distância focal, maior será seu ângulo de abrangência. As objetivas normais de 50mm têm um ângulo de, aproximadamente, 50 graus. Enquanto a grande angular de 35mm alcança um ângulo maior, em torno de 65 graus; a de 28mm atinge até 75 graus e a lente de 24mm, cerca de 85 graus. Estes valores podem sofrer pequenas variáveis, de acordo com as câmeras. Por isso, é importante consultar o manual para saber o valor exato de cada objetiva. Existe ainda a lente angular especial de 180 graus, conhecida também como olho-de-peixe (fish-eye). A lente grande angular é útil por abranger um ângulo maior. Ela é usada para conseguir efeitos especiais. Seu uso requer muita prática.</p>
<p>Flash</p>
<p>Quando não há luz suficiente para fotografar, a decisão lógica é usar o flash. Algumas câmeras avisam quando seu uso é necessário. Não há segredo no uso do flash, desde que você conheça bem o seu equipamento.<br />
Dicas gerais:<br />
Reflexos<br />
Preste atenção quando houver fundos brilhantes ou óculos na cena, pois produzirão brilhos desagradáveis quando o flash estiver apontando diretamente para eles. Coloque-se em ângulo quando fotografar com fundos tais como: espelho, vidraças ou revestimentos brilhantes. Peça às pessoas com óculos para virar um pouco a cabeça ou tirar os óculos.<br />
Reflexos vermelhos<br />
Os olhos de algumas pessoas (e dos animais) podem refletir a luz do flash com um brilho vermelho. Para evitar este reflexo interno do olho, acenda todas as luzes do aposento &#8211; a maior luminosidade ajudará a diminuir o tamanho da pupila. Além disso, se for possível, aumente a distância entre o flash e a objetiva da câmera. Em algumas câmeras é possível usar um extensor para o flash. Finalmente, afaste-se, nos limites permitidos pelo flash, para que os reflexos fiquem menos intensos.<br />
Faixa de distâncias<br />
Com câmeras simples, fotografe dentro dos limites de distância recomendados pela câmera, tipo de flash e filme. Com outras câmeras, a faixa de distâncias para expor corretamente é determinada pela sensibilidade do filme, diafragma e, eventualmente, pelo modo de operação do flash.<br />
Primeiro plano superexposto<br />
Qualquer pessoa ou objeto que estiver mais próximo que o limite da faixa do flash ficará superexposto e muito claro na fotografia. Componha a cena de modo que o motivo principal esteja mais próximo que todas as outras coisas, mas dentro do limite de distâncias do flash.<br />
Grupos<br />
Pessoas que estejam a diferentes distâncias da câmera recebem diferentes quantidades da luz do flash &#8211; algumas ficam muito claras, outras muito escuras. Procure fazer com que todas as pessoas estejam aproximadamente à mesma distância do flash.<br />
Flash para câmeras simples<br />
Para obter fotos bem-expostas com uma câmera simples, mantenha o assunto na faixa de distância do flash &#8211; em geral, de 1 a 4 m. Use pilhas novas (de preferência as pilhas Kodak especialmente desenvolvidas para câmeras fotográficas) e mantenha os contatos da pilha, na câmera, limpos. Com flashcubes, magicubes ou flipflash, verifique se uma lâmpada nova está em posição antes de bater.</p>
<p>Flash eletrônico</p>
<p>O tipo de flash de uso mais popular com câmeras 35mm é o eletrônico. Antes de procurar sua combinação flash-câmera, leia as instruções a seguir.</p>
<p>1. Para obter uma boa exposição com câmeras que tenham flash embutido, confira se a sensibilidade do filme está corretamente marcada. Com um flash avulso, ajuste a sensibilidade do filme no flash e observe as situações de ajustes.<br />
2. Se for necessário, regule a velocidade recomendada pelo manual da câmera para flash eletrônico. A velocidade do obturador não influi na exposição, uma vez que a duração do flash é, geralmente, 1/1000s ou menos. No entanto, o uso de velocidades altas produzirá fotografias parcialmente expostas com obturador de plano focal ou subexpostas com um obturador de Íris.<br />
3. Focalize cuidadosamente. A distância câmera-motivo determina a exposição, com flashes embutidos.<br />
4. As câmeras sem flash embutido têm uma sapata para acessórios que pode ou não ter contatos elétricos. Colocando um flash com contatos elétricos na sapata, são feitas as ligações necessárias. Câmeras ou flashes mais antigos podem não ter contatos. Ligue o (cabo PC) &#8211; que normalmente acompanha o flash &#8211; ao flash e à câmera. Se houver mais de um contato na câmera, escolha o que estiver marcado com um &#8220;X&#8221; &#8211; os outros são para flashes de lâmpada.<br />
5. O flash leva algum tempo para ficar pronto para a próxima foto (tempo de recarga). A lâmpada-piloto acende quando o flash estiver carregado. Quando a lâmpada-piloto demorar muito para acender, troque as pilhas &#8220;alcalinas&#8221;.<br />
Flashes embutidos e conjugados<br />
Algumas câmeras 35mm têm um flash embutido ou podem ser ligadas a um flash especial, formando um sistema conjugado. Ligue o flash, focalize e faça a foto. A câmera e o flash, juntos, regulam automaticamente a exposição. As câmeras com flash embutido dependem do índice ISO marcado na câmera. Quando o flash é separado, pode ser necessário marcar a sensibilidade do filme num dial do flash.<br />
Existem câmeras que funcionam automaticamente com qualquer flash, desde que você siga as instruções e faça, previamente, as regulagens necessárias, como indicar o modo de operação do flash ou o número-guia. É importante focalizar cuidadosamente para obter fotos nítidas e uma exposição correta. (A focalização controla também a abertura do diafragma).<br />
Flashes automáticos controlados por fotocélula<br />
Os flashes automáticos projetados para operar com qualquer câmera são comandados por fotocélulas. Ao regular o índice ISO no flash, e escolher um diafragma e um modo de operação correspondente, a fotocélula passa a controlar a quantidade de luz emitida pelo flash, medindo a intensidade de luz refletida pelo assunto. Para cada combinação diafragma/modo de operação, a fotocélula pode controlar o rendimento do flash numa determinada faixa de distância. Para operar corretamente este tipo de flash, leia com atenção o manual de instruções.<br />
Com um flash automático (com fotocélula), você decide a faixa de distâncias necessárias e o modo de operação do flash, e então regula a abertura. Nas câmeras mais modernas, como as câmeras Advantix da Kodak, é usado o flash sensalite, que mede a distância e a luminosidade do ambiente e regula o disparo do flash automaticamente. O flash garantirá uma exposição correta para tal. Marque a sensibilidade do filme no flash.</p>
<p>Flashes manuais</p>
<p>Flashes manuais para câmeras automáticas ou manuais</p>
<p>Os flashes mais baratos ou mais antigos usam toda a potência para cada disparo. Para se obter fotografias com exposição correta é preciso regular a câmera. Uma vez que a velocidade será sempre a mesma (conforme a recomendação do manual de instruções da câmera &#8211; em geral 1/30, 1/60 ou 1/125 de segundo), você só terá que regular a abertura. Eis um caso típico explicado passo a passo:<br />
1. Ligue o flash na câmera. Se a sapata não tiver contatos, ligue-o com um cabo PC.<br />
2. Marque o índice ISO do filme que estiver usando no dial-calculador do flash.<br />
3. Regule a câmera com a velocidade indicada para flash.<br />
4. Ligue o flash.<br />
5. Focalize o motivo.<br />
6. Verifique na escala de distâncias da objetiva a distância entre o flash e o motivo, supondo-se que o flash está acoplado à câmera. (A exposição baseia-se sempre na distância entre o flash e o motivo e não entre a câmera e o motivo).<br />
7. Marque a distância no dial-calculador do flash para saber a abertura.<br />
8. Regule a abertura do diafragma.<br />
9. Bata a foto<br />
O processo demora apenas alguns segundos. Muitas pessoas regulam sua câmera para 3 metros e fotografam apenas desta distância, principalmente em festas.<br />
Números-guia<br />
A proliferação dos sistemas automáticos de flashes quase apagou da memória uma fórmula que era usada para calcular a regulagem do diafragma quando se usa flash. Ela pode ser muito útil num aperto.<br />
Eis como funciona: Se você souber o número-guia para a combinação flash/filme que estiver usando, é fácil calcular a abertura sabendo a distância flash-motivo. Basta dividir o número-guia pela distância &#8211; o resultado será a abertura do diafragma ou um número muito próximo dela. Veja o exemplo abaixo.<br />
Fórmula do número-guia &#8211; O número-guia de um flash é 25 com um filme de ISO 100. A distância flash-motivo é 3 de metros:<br />
25 : 3 = f/8 (arredonde se for necessário)<br />
Freqüentemente, o número-guia para determinado flash é dado para uma única sensibilidade de filme. Faça os cálculos da mesma maneira, porém, some ou subtraia pontos de diafragma conforme o indicado pelo acréscimo ou decréscimo de sensibilidade do filme que estiver usando. (Se estiver usando um filme de ISO 100 e mudar para um de ISO 200, faça os cálculos usuais com o número-guia e depois escolha o diafragma seguinte, menor.)<br />
Manuseio e cuidado<br />
Os piores inimigos de um flash eletrônico são pilhas gastas e uso esporádico. Particularmente no caso dos modelos recarregáveis é importante fotografar com flash todos os meses. O ideal é tirar as pilhas e guardá-las em local arejado e fresco. Assim, você aumenta a duração das pilhas e protege os contatos do flash. Tire as pilhas com o flash ligado e com carga total nos capacitores, para proteger o flash enquanto estiver guardado. Ao usar novamente, coloque-as no flash e prepare o capacitor disparando o flash, manualmente, várias vezes. Lembre-se que as pilhas fracas podem diminuir a vida de seu flash.<br />
Flash com luz do dia<br />
Uma forma de reduzir o contraste entre as áreas de luz e de sombra com sol intenso é &#8220;encher&#8221; estas sombras com luz de um flash eletrônico. (Os resultados podem ser satisfatórios mesmo com uma câmera simples. Experimente e veja).</p>
<p>Sem flash<br />
Com flash<br />
Como colocar o filme</p>
<p>Tão importante quanto saber regular a câmera é colocar o filme corretamente. São vários os tamanhos e embalagens dos filmes para serem utilizados em diferentes tipos de câmeras. Vejamos, por exemplo, a colocação de um filme 35mm numa câmera manual:</p>
<p>Filme 135 (35mm)<br />
O filme 135 é o mais utilizado pelos fotógrafos amadores e vem embalado em &#8220;magazine&#8221; com a ponta para fora. É esta a seqüência para a sua colocação na câmera:</p>
<p>1.Abra a parte traseira da câmera e puxe o botão de rebobinar. Coloque o filme no espaço correspondente e empurre de volta o botão. Puxe a ponta do filme até o carretel receptor.<br />
2.Encaixe as perfurações do filme sobre a roda dentada e prenda firmemente a ponta do filme no carretel receptor. (lado oposto)<br />
3.Antes de fechar a parte traseira da câmera, avance o filme até que as perfurações dos dois lados se encaixem nas duas rodas dentadas do transportador. Verifique se o filme está realmente preso ao carretel receptor e então feche a câmera.<br />
4.As câmeras que usam este tipo de filme têm um marcador de exposições automático.<br />
Nas câmeras dotadas de sistema &#8220;easy-loading&#8221;, siga as instruções do item 1, apenas encaixando a ponta do filme sobre o carretel receptor e leve em consideração as instruções contidas no manual.<br />
Algumas câmeras simples ainda usam filmes 110 e 126, acondicionados em cartuchos plásticos à prova de luz, cujo encaixe não exige técnica especial. Basta abrir a câmera e colocá-lo na posição correta, fechar a tampa e girar a alavanca de transporte até travar. Dessa forma você estará em condições de tirar a primeira foto. Depois de cada exposição, gire a alavanca até travar novamente. Proceda assim até o final do filme. Depois gire a alavanca até que todo o papel protetor passe pela janela da câmera, abra a câmera, retire o cartucho e envie para processamento.<br />
Regras simples para obter boas fotos</p>
<p>Depois de estudar os cinco temas que envolvem o exercício da fotografia &#8211; luz, assunto, câmera, filme e processamento &#8211; você está apto a fotografar. Existem, porém, alguns conselhos para não se cometer erros e aperfeiçoar cada vez mais seu gosto pela fotografia.</p>
<p>Fotografar de perto</p>
<p>Observe as fotos dos bons fotógrafos: não há espaço vazio. O assunto de interesse está enchendo o fotograma. É por isso que as fotos ficam mais sugestivas e interessantes. Um assunto observado pelo visor, ou mesmo um detalhe, podem resultar em belas fotos. Uma foto feita de perto elimina o excesso de fundo e o efeito desagradável do segundo plano. Enquanto isso, um close mostra apenas os detalhes absolutamente essenciais, além de oferecer maior impacto à foto.<br />
Pequenos animais e flores, por exemplo, quando fotografados de perto, poderão mostrar detalhes nunca observados. Para fotografar de perto, entretanto, é necessário tomar certos cuidados:<br />
- Utilizar lentes de aproximação, tubos ou fole de extensão, ou ainda macro-objetiva.<br />
- Usar tripé ou ponto de apoio para a câmera.<br />
- Observar com atenção o enquadramento, com cuidado especial para as câmeras com visor que necessitam de correção de paralaxe.<br />
Eliminar o fundo<br />
Um dos problemas que prejudicam a boa fotografia é o fundo. Os grandes mestres da fotografia afirmam que fundos mal escolhidos podem estragar completamente as fotos. Uma foto em que não houve preocupação com o fundo por parte do fotógrafo, pode apresentar:<br />
- Muita coisa atrapalhando e se misturando com o assunto em primeiro plano.<br />
- Fundos como um poste, uma árvore, um ramalhete de flores ou outro objeto, se aparecerem atrás da cabeça de uma pessoa, causam impressão desagradável.<br />
Para melhorar o fundo da foto, você deve:<br />
- Mudar o ângulo de tomada da fotografia, até conseguir eliminar o efeito desagradável.<br />
- Mudar a posição do assunto.<br />
- Utilizar grande abertura do diafragma, com velocidade do obturador adequada às condições de iluminação. Isso diminui a profundidade de campo e desfocaliza o fundo.<br />
Planejar com antecedência<br />
Um dos pontos básicos para melhorar suas fotos é o planejamento antecipado do que vai ser fotografado.<br />
Pense nos seguintes pontos:<br />
O que vou fotografar?<br />
Quais as condições de luz e de ambiente?<br />
Que filmes deverei utilizar?<br />
Que acessórios serão necessários?<br />
Depois, verifique se o equipamento está em ordem: pilhas do flash novas, lentes limpas, cabo de conexão do flash. Confira as condições de luz, consulte a bula do filme ou o fotômetro, regule a abertura do diafragma e velocidade do obturador de acordo com a sensibilidade do filme e as condições de luz, veja, através do visor, qual o ângulo que lhe dará melhor enquadramento e composição do assunto. Lembre-se de que todo o processo fotográfico pode ser controlado por você, antes de apertar o disparador.<br />
A única coisa que não pode ser planejada é a reação ou expressão da pessoa a ser fotografada. Ela deve ser natural. Para captar uma expressão característica de uma criança, por exemplo, é preciso, além de todo o preparo antecipado, a oportunidade para conseguir o gesto, o olhar, o sorriso. Nesse momento, a teleobjetiva ajudará bastante, pois permite que o fotógrafo se mantenha afastado do assunto, facilitando a desinibição e a expressão natural.<br />
Enquadrar bem<br />
Procure enquadrar o tema corretamente, observando o alinhamento das linhas horizontais e verticais da câmera. Enquadramento significa composição, isto é, a seleção e o arranjo que se deve fazer do assunto, antes de fotografá-lo.</p>
<p>Você pode conseguir a melhor composição do assunto de várias maneiras:<br />
- Coloque alguma coisa no primeiro plano para preencher os espaços vazios. Um portão, uma árvore ou uma pessoa, para servir de moldura à cena.<br />
- Ao fotografar pessoas, procure deixá-las em destaque, para ocupar a maior área do fotograma. O espaço ocupado pelas pessoas deve ser maior na frente do que atrás.<br />
- As pessoas devem ser fotografadas em atitudes naturais, assim você conseguirá maior beleza e naturalidade em suas fotos. Evite poses rígidas e forçadas. Procure conversar com a pessoa para mantê-la despreocupada. Quando perceber o momento oportuno, acione o disparador e você verá que os resultados serão bem melhores.<br />
- Acostume-se a escolher o ângulo a ser fotografado, através do visor da câmera. Procure examinar o assunto de vários ângulos: mais perto, mais longe, de cima para baixo, de baixo para cima. Analise bem todos os ângulos e escolha o que mais lhe agradar e só então aperte o disparador. Se tiver dúvidas, tire duas ou três fotos de ângulos diferentes e assim será mais fácil estudá-las para escolher a melhor depois.<br />
- Procure observar atentamente as fotografias feitas por outras pessoas. Os erros cometidos podem ser evitados nas suas fotos. Esse exercício ajudará a melhorar sua técnica fotográfica.<br />
Se você quiser aperfeiçoar o seu gosto pela arte fotográfica, visite as exposições de fotografia, consulte álbuns de reprodução de fotos premiadas, com senso crítico. Observe cada detalhe, procurando descobrir a regulagem utilizada, os efeitos conseguidos com lentes, filtros e as possíveis modificações que tornariam a foto ainda melhor. Assim, você estará aguçando a sua capacidade de observação. Cada vez que analisa uma foto, em todos os seus aspectos, você passa a tirar uma série de conclusões sobre seu próprio trabalho e sua imaginação começa a vislumbrar uma infinidade de assuntos a serem fotografados.<br />
Composição fotográfica</p>
<p>A definição de composição fotográfica é simples: é a seleção e os arranjos agradáveis dos assuntos dentro da área a ser fotografada. Os arranjos são feitos colocando-se figuras ou objetos em determinadas posições. Às vezes, na mudança do ângulo de tomada, você pode deslocar sua câmera suavemente, acarretando uma mudança na composição.</p>
<p>Alguns instantâneos podem se tornar boas composições, mas a maioria das boas fotografias são criadas. Como você cria boas fotos? Primeiro, aprendendo as normas básicas para uma boa composição. Após ter aprendido o elementar, você concluirá que uma foto bem composta, frequentemente envolve planejamento cuidadoso e, às vezes, paciência.<br />
Você concluirá que as normas de composição se tornarão parte de suas idéias quando estiver procurando motivos fotográficos e, em breve, elas serão algo normal para você. Neste programa, iremos discutir simplicidade, regra dos terços, linhas, equilíbrio, enquadramento e fusões. Considere estes itens não como regras, mas como simples orientações.<br />
A primeira e, talvez, a mais importante das orientações, baseia-se na simplicidade. Procure formas que dêem maior atenção visual ao centro de interesse da foto. Uma das formas seria selecionar um fundo suficientemente uniforme, que não roube a atenção que o assunto principal merece.<br />
Portanto, você pode simplificar suas fotos e reforçar o centro de interesse selecionando fundos simples, evitando assuntos não-relacionados com o assunto principal e chegando mais perto. Se você quer fazer o centro de interesse um pouco mais dinâmico, desloque-o ligeiramente fora do centro.<br />
Você pode usar a regra dos terços como um guia para a colocação do assunto fora do centro da área fotografada.<br />
Vejamos como funciona:<br />
Antes de tirar a foto, imagine a área da fotografia dividida simultaneamente em três terços verticais e horizontais. As intersecções dessas linhas imaginárias sugerem 4 opções para a colocação do centro de interesse para uma boa composição. A opção depende do assunto e como você quer que ele seja apresentado.</p>
<p>Você deve sempre considerar a direção do movimento dos assuntos e, geralmente, deixar espaço à frente, dentro do qual possam se movimentar.</p>
<p>Você pode usar diagonais como linhas de condução a fim de proporcionar um direcionamento na foto. É um caminho simples e fácil para os olhos seguirem em direção ao assunto principal.</p>
<p>Você pode também usar linhas repetidas para chamar a atenção do observador para o centro de interesse.</p>
<p>Uma das mais comuns e atrativas linhas usadas na composição é a chamada curva em S.</p>
<p>Conseguir bom equilíbrio também faz parte das recomendações para uma boa composição. O enquadramento e a disposição dos assuntos foram todos cuidadosamente selecionados a fim de poderem criar uma foto bem equilibrada.</p>
<p>Equilíbrio perfeito é simplesmente arranjar as formas, as cores, as áreas de luz e sombra que se complementam mutuamente para dar uma aparência bem equilibrada.</p>
<p>Enquadramento é o nosso quinto item para melhorar uma composição fotográfica.<br />
Isto é, enquadrar o centro de interesse harmoniosamente com os objetos que se encontram em primeiro plano. Isto dá à fotografia uma sensação de profundidade, necessária para que a foto não seja considerada tão-somente um instantâneo.<br />
Lembre-se: nós vemos as coisas em três dimensões, portanto, é mais freqüente do que se imagina as pessoas concentrarem-se somente no assunto principal e não perceberem que o fundo está interferindo.<br />
Evitar fusões é a nossa sexta orientação para uma melhor composição.<br />
A fusão de fundo é desagradável, e poderá roubar a atenção do centro de interesse. Fusões de fundo são objetos ou linhas que estão excessivamente juntas ao assunto principal. Neste caso, a árvore parece estar saindo da cabeça da menina.</p>
<p>Fotos de movimento</p>
<p>As fotos com paralisação e movimento permitem que você preserve um momento rápido emocionante, de modo que depois você possa visualizar o movimento muitas vezes.</p>
<p>Como congelar o movimento<br />
A técnica mais comum é usar alta velocidade de obturador. Movimentos em ângulos retos e movimentos em close são os mais difíceis de paralisar. Movimentos em diagonal, em direção à câmera ou se afastando dela e movimentos distantes são mais fáceis. Determinados tipos de movimento têm um ponto culminante um instante sutil em que o movimento quase para. Basta estar atento para apertar o disparador no ponto culminante. Para criar sensação de velocidade, como na foto abaixo, acompanhe o movimento do assunto com a câmera. O assunto sairá nítido e o fundo, borrado.<br />
Fotos noturnas<br />
Cenas de rua bem iluminadas, parques de diversões, fogueiras, edifícios iluminados e fontes luminosas são alguns assuntos excelentes para boas fotos à noite. O melhor horário para fotos noturnas ao ar livre é pouco antes da escuridão total, quando ainda existem no céu tonalidades de azul e laranja.<br />
Fotografar ao ar livre à noite é fácil, principalmente devido aos resultados satisfatórios que você obtém com uma grande variedade de exposições.<br />
Exposições curtas tendem a deixar as sombras escuras e a registrar cores nas áreas brilhantes, por exemplo, anúncios luminosos.<br />
Exposições mais longas tendem a desbotar as áreas mais brilhantes, mas apresentam mais detalhes nas sombras.<br />
Parques de diversões bem iluminados são assuntos fascinantes para fotos noturnas à luz ambiente.<br />
Você pode criar notáveis configurações luminosas, registrando os riscos desenhados pelo tráfego noturno. Ao fotografar fogos de artifício, coloque a câmera sobre um tripé, abra o obturador em B e registre várias explosões antes de fechá-lo.</p>
<p>Sistema advantix</p>
<p>A Kodak perguntou aos seus consumidores o que eles mais queriam quando tirassem fotos. O resultado da mais extensiva pesquisa em toda a história da Kodak &#8211; 10 anos, 22.000 entrevistas, 45 estudos em 10 países &#8211; indicou que 91% dos consumidores afirmaram que este sistema resolveria seus problemas de fotografia.</p>
<p>O sistema consiste em:<br />
Um novo tipo de filme/cassete:<br />
- Carregamento automático, à prova de erros.<br />
- Avançada tecnologia magnética para melhores fotos.<br />
- Ilustração do cassete.<br />
- Uma nova emulsão com menor granulação.<br />
- Símbolos informando o estado do filme.<br />
Um novo tipo de câmera, computadorizada:<br />
- Portátil, cabe no bolso.<br />
- Sistema de intercâmbio de informação (ix): a câmera grava informações da foto no filme (tecnologia magnética). Estas informações serão usadas durante a revelação para fornecer melhores cópias.<br />
- Flash Kodak Sensalite, que ativa automaticamente quando necessário e reduz o efeito de &#8220;olho vermelho&#8221;.<br />
- Todas as lentes são de vidro de alta qualidade.<br />
- Trava de segurança que evita a abertura acidental da câmera.<br />
Novos formatos de fotos: com um simples toque de botão, escolha o formato da fotografia entre 3 tipos<br />
C (Clássico) &#8211; Este modo permite fotos similares, em tamanho, às cópias 35mm (10&#215;15 cm).<br />
H (HDTV &#8211; formato da tela de TV de alta definição) &#8211; Também dos formatos conhecido como foto de grupo, pois resulta em cópias mais largas (10&#215;17 cm).<br />
P (Panorâmica) &#8211; Produz as cópias mais largas, para paisagens (10&#215;29 cm).<br />
Mais formas para organizar suas fotos:<br />
Um índice de fotos que ajuda a organizá-las. Com este índice você conseguirá localizar rapidamente as fotos que quer duplicar ou ampliar, pois tem um número de registro igual ao do cassete onde está guardado o negativo. Um estojo para armazenar e organizar os seus negativos com segurança. Cabem 12 filmes e 12 cartões índice de fotos em cada estojo.<br />
Futuro:<br />
Você poderá: &#8211; Acrescentar texto à fotografia.<br />
- Transmitir imagens eletronicamente, por modem.<br />
- Acrescentar som às imagens.</p>
<p>O coração do Sistema Advantix da Kodak é o cassete com o filme. Este, depois de colocado na câmera, automaticamente alimenta o filme; evita sobreposições (fotos tiradas uma sobre a outra), pois não se consegue recolocar o filme exposto na câmera. A área do fotograma do filme Advantix (30 x 17mm) é menor se comparada com aquela do filme 135 (36 x 24mm), tornando o sistema mais compacto.<br />
O filme Advantix tem uma camada magnética em uma das faces. Informações magnéticas, tais como formato da imagem (C, H, P), contraluz, se foi usado flash, e outras, são gravadas para uso na melhoria da qualidade das cópias durante o fotoacabamento (revelação e impressão).</p>
<p>Depois de revelado, o negativo é devolvido dentro do cassete, para proteger a informação magnética e para facilitar o armazenamento em um estojo especial (cabem 12 filmes em cada estojo).<br />
O filme usa uma base de polietileno que é mais fina, mais resistente, e não enrola com facilidade, quando comparado com o acetato, facilitando o trabalho na revelação.<br />
O cassete tem um disco de dados contendo informações tais como: sensibilidade, tipo de filme e comprimento (número de exposições). Esta informação é lida pela câmera quando a carregamos.<br />
O cassete do filme Advantix é feito somente de plástico, ao contrário do filme 135 onde são usados diversos materiais. Isto o torna totalmente reciclável.<br />
Sensibilidade do filme Advantix e aplicações típicas:<br />
Os filmes Advantix que vem em tamanhos de 15, 25 e 40 exposições, são codificados por cores:<br />
- Vermelho &#8211; 100 ISO.<br />
- Violeta &#8211; 200 ISO.<br />
- Azul &#8211; 400 ISO.</p>
<p>Glossário</p>
<p>Câmera automática: Incorpora um dispositivo medidor de luz que ajusta automaticamente o diafragma ou o tempo de exposição ou ambos, para garantir uma exposição correta.</p>
<p>Câmera escura: Sala ou quarto à prova de luz, onde são processados filmes e papéis fotográficos; o mesmo que quarto escuro.<br />
Câmera reflex &#8220;SLR&#8221;: Câmera de uma só lente (Single Lens Reflex), em que a própria objetiva funciona também como objetiva do visor. Nela há um espelho que reflete a imagem, através de um prisma para o visor, no nível dos olhos. Ao ser feita a fotografia, o espelho se levanta, momentaneamente, para dar passagem aos raios luminosos que sensibilizarão o filme. Nessas câmeras, não há efeito de paralaxe.<br />
Câmera semi-automática: Incorpora um exposímetro, também conhecido como fotômetro, para medir a luz que a câmera &#8220;vê&#8221;. Essa indicação é feita, geralmente, em termos de abertura do diafragma e é usada para o ajuste manual do diafragma (no &#8220;f&#8221;) da própria câmera.<br />
Câmera simples: Aquela em que há pouco ou nada a ajustar. Geralmente, a câmera simples tem apenas uma ou duas aberturas do diafragma (sol e nublado), foco fixo (não há necessidade de ajustar a distância) e uma ou duas velocidades do obturador.<br />
Composição: É o arranjo dos elementos de uma fotografia, o assunto principal, primeiro plano, fundo e motivos secundários.<br />
Cópia de contato: A que é feita expondo-se o papel fotográfico em contato direto com o negativo.</p>
<p>Definição: É a clareza nos detalhes e contornos. Depende da dimensão do menor ponto da imagem que pode ser gravado no filme com a objetiva que se está usando.<br />
Densidade: É o grau de enegrecimento do negativo (ou da cópia), que determina a quantidade de luz que pode atravessá-lo (ou refletir dele). Um negativo superexposto é mais denso que um normal ou subexposto.<br />
Distância focal: Distância entre a objetiva e um ponto determinado, onde se forma a imagem focalizada de um assunto a grande distância, quando a objetiva está focalizada para o infinito. A distância focal de uma objetiva determina o tamanho da imagem na fotografia.</p>
<p>Emulsão: Camada fina de material sensível à luz (geralmente constituído de sais de prata cristalizados, suspensos em gelatina) na qual se forma a imagem, nos filmes e papéis fotográficos.<br />
Exposição: Tempo durante o qual a luz deve incidir sobre o material sensível (filme ou papel) para formar a imagem fotográfica. A exposição é controlada pelo obturador e pela abertura do diafragma.<br />
Exposímetro: Instrumento dotado de célula fotossensível empregado para medir a intensidade da luz que é refletida por um objeto. É usado para determinar a exposição correta para obter uma boa fotografia. No Brasil também é conhecido por fotômetro.</p>
<p>Filme Pan ou Pancromático: Filme sensível a todas as cores do espectro para gravar imagens em preto-e-branco com aproximadamente a mesma gama de tonalidades do olho humano.<br />
Filtro: Vidro ou outro material transparente em cores, que se usa diante da objetiva, com finalidades especiais, como acentuar o azul do céu.<br />
Foco Fixo: Diz-se da câmera em que não há possibilidade de ajuste da distância entre a objetiva e o assunto.<br />
Fole: Parte flexível da câmera que une a objetiva ao corpo da câmera e serve para afastar ou aproximar a lente do plano focal.</p>
<p>Grande Angular: Objetiva capaz de incluir no negativo área maior que a coberta pela objetiva normal.<br />
Granulação: Tamanho dos cristais da emulsão dos filmes ou papéis fotográficos. A granulação aumenta quanto maior for a sensibilidade do filme e também com o tamanho da ampliação do negativo.</p>
<p>Lente de Aproximação: Lente simples que é colocada diante da objetiva para fazer fotos com distância menor do que a normalmente permitida pela objetiva.<br />
Luminosidade: A maior abertura de diafragma (no &#8220;f&#8221; menor) permitida por uma determinada objetiva.</p>
<p>Negativo: Filme processado que apresenta uma imagem negativa da imagem do original. As partes claras do original aparecem escuras no negativo, e as partes escuras aparecem claras. Os negativos são usados para fazer cópias e ampliações.<br />
Negativo Fraco: Aquele que foi subexposto, pouco revelado ou ambos; o negativo fraco tem menor densidade que o negativo normal.<br />
Número &#8220;f&#8221;: O mesmo que abertura do diafragma.</p>
<p>Objetiva: Componente óptico da câmera para captar e focalizar os raios luminosos de forma a produzir uma imagem nítida no filme.<br />
Objetiva Luminizada: É a objetiva recoberta por uma camada de material transparente, destinada a reduzir a quantidade de luz refletida pela lente.<br />
Objetiva Zoom: Objetiva em que se pode variar a distância focal.<br />
Obturador: Uma cortina, lâminas ou outro tipo de cobertura móvel, para controlar o tempo da incidência da luz sobre o filme.<br />
Obturador Central: É aquele que opera entre dois elementos da objetiva.<br />
Obturador de Cortina: Funciona como uma cortina e se localiza à frente do filme, permitindo que a luz, através de uma fenda, incida sobre ele.</p>
<p>Paralaxe: É a diferença de ângulo entre o campo de visão da objetiva e do visor. O ângulo percebido através do visor é diferente do ângulo &#8220;visto&#8221; pela objetiva.<br />
Positivo: Imagem em uma cópia ou transparência. Tem as mesmas relações de tonalidades que as da cena original.</p>
<p>Quarto Escuro: O mesmo que câmera escura.</p>
<p>Sensibilidade: É a propriedade da emulsão fotográfica em gravar a imagem em maior ou menor tempo de exposição. É representada por números (como 25, 64, 100, 125, 200, 400 etc). Esse número, indicativo da sensibilidade do filme fotográfico, sengundo padrões ISO (International Standards Organization), é utilizado no ajuste dos exposímetros (fotômetros). Quanto maior esse número, maior será a sensibilidade do filme.<br />
Slide: Transparência fotográfica geralmente em cores, montado em molduras para projeção.<br />
Subexposição: Condição que se nota quando um negativo é atingido por pequena quantidade de luz produzindo negativos claros e, como conseqüência, cópias e ampliações muito escuras. A subexposição em slides torna-os muito escuros.<br />
Superexposição: Condição que se nota quando um filme é atingido por quantidade excessiva de luz, produzindo negativos muito escuros e, conseqüentemente, cópias muito brancas. A superexposição em transparências ou slides deixa-os muito claros.</p>
<p>Telêmetro: Dispositivo óptico para medir distâncias. Hoje, na maioria das câmeras, esse dispositivo é conjugado com a objetiva, de forma a possibilitar a focalização perfeita do assunto.<br />
Teleobjetiva: Uma objetiva que faz a imagem aparecer maior no filme, dando a impressão de que o assunto está mais próximo da câmera do que na realidade.<br />
Transparência ou Slide: Imagem fotográfica gravada no filme que pode ser vista ou projetada (luz que atravessa o filme).<br />
Curso de fotografia digital</p>
<p>Clique, amplie, recorte, mude: no mundo digital, você faz a imagem. Descubra e experimente tudo o que a tecnologia  de fotografia digital pode oferecer a você e às suas fotos.</p>
<p>Cada câmera tem uma característica. Avalie suas necessidades e escolha a sua.<br />
Veja como escolher</p>
<p>Zoom, pixels, formato de arquivos&#8230; Aprenda sobre os termos usados na fotografia digital.</p>
<p>Iniciantes:</p>
<p>Para fotografar todos os momentos da vida de forma doméstica em ambientes internos ou externos. Devido à simplicidade de uso, é ideal para quem quer apontar e clicar.<br />
Oferecem resolução de 3MP a 5MP para fotos até 30&#215;40cm à 50&#215;75cm, totalmente automática, controles simples, fáceis de usar.<br />
Exemplo: Câmera digital KODAK C310.<br />
Amadoras:<br />
Para fotografar todos os momentos da vida de forma doméstica em ambientes internos ou externos, interagindo com os recursos nos modos de cena programados pela câmera.<br />
Exemplo: Câmeras Digitais KODAK C340 e C360.<br />
Avançadas:<br />
Para fotografar todos os momentos da vida de forma criativa, através dos recursos fotográficos. Capacidade de operar com baixa iluminação, longa duração das baterias, captura imagens com arquivos TIFF e RAW. São mais rápidas ao fotografar.<br />
Oferecem alta resolução para fotos até 1MB, controles fotográficos sofisticados, controles avançados, flash embutido e também externo.<br />
Exemplo: Câmera digital KODAK Z7590.<br />
Com design:<br />
Para fotografar tudo de forma discreta, já que podem ser transportadas no bolso. É uma câmera compacta, leve, sofisticada e simples de operar.<br />
Exemplo: Câmera Digital KODAK V530 e V550.<br />
Profissionais:<br />
Usada por fotógrafos profissionais para fotografar eventos sociais, produtos, propaganda, estúdio… Geralmente do tipo REFLEX ou tipo TTL com recursos profissionais.<br />
Exemplo: Câmera Digital KODAK P880 e P850.</p>
<p>Pixel e resolução</p>
<p>Pixel (Picture x Element)</p>
<p>Pixel é o elemento que forma a imagem digital, assim como a prata forma a imagem no filme. Tem um formato quadrado e são alinhados um ao lado do outro.<br />
A quantidade de pixel determina o tamanho da imagem digital. Podemos concluir que a unidade de medida da imagem digital é em pixels e a unidade de medida da fotografia é em cm ou polegadas.<br />
Exemplo: A imagem com 1200&#215;1600 é menor que a imagem com 2400&#215;3000.<br />
Resolução<br />
A resolução determina na câmera digital o tamanho da imagem em pixel, com objetivo de gerar o tamanho da foto no papel conforme a necessidade do cliente.<br />
Uma câmera digital com resolução máxima de 8MP, significa que o sensor CCD tem 8 milhões de pixels com três canais de cores (RGB) cada. Quando reduzimos a resolução, por exemplo, de 8MP para 5MP estamos agrupando os pixels, logo, transformando o espaço com 8MP para 5MP. Sendo assim, os pixels ficaram maiores e de menor quantidade, reduzindo o tamanho da foto final.</p>
<p>Baterias</p>
<p>Podem ser de três tipos:</p>
<p>Bateria recarregável<br />
Bateria proprietária<br />
Pilhas alcalinas.</p>
<p>A principal característica da bateria é a corrente em mAh (mili Ampère hora). Quanto maior o número em mAh maior é a capacidade em fotografar.<br />
A bateria de lithium oferece o dobro da capacidade das baterias de NI-MH (níquel metal hidreto).<br />
Quanto dura a bateria?<br />
A autonomia da bateria é algo difícil de medir, uma vez que depende do tipo e do uso dos recursos da câmera.<br />
Veja a relação dos recursos que aumentam o consumo das baterias:<br />
Quando maior for a sensibilidade em ISO.<br />
As exposições mais longas.<br />
Disparos em seqüência.<br />
Disparos com flash.<br />
Muito movimento com zoom<br />
Maior resolução<br />
Maior compactação<br />
Visualização das fotos com freqüência.<br />
Sintomas de bateria fraca:<br />
Tempo maior para focar<br />
Foco não é encontrado em ambientes mais escuros<br />
A câmera fica lenta em geral<br />
Observar sempre o indicador de carga de baterias<br />
Tempo maior para recarregar o flash</p>
<p>Zoom</p>
<p>Zoom é a capacidade de aproximação da imagem sem que a câmera fique perto do assunto.</p>
<p>Permite fazer closes em grandes distâncias (Tele) ou fotografar em ambientes pequenos em um grande ângulo sem cortar o assunto (Wide).<br />
Zoom óptico e zoom digital<br />
O zoom óptico é um movimento interno das lentes mudando o ângulo de visão da objetiva, sendo, um grande ângulo de visão chamado de grande angular (W) Wide ou um pequeno ângulo de visão chamado de (T) Tele.<br />
Exemplo: Em um ambiente pequeno o indicado é a posição grande angular. Para um local distante como um campo de futebol o indicado é uma tele.<br />
Os ângulos de visão são representados por números em milímetros, exemplo 34mm à 102mm. O termo equivalente quer dizer que o zoom de 34mm a 102mm equivale a câmera de filme 135.<br />
A potência do zoom é medido pelo número de vezes que ele consegue aumentar a imagem.<br />
Exemplo: O zoom óptico de 3x (34mm x 3 = 102mm , logo , 34mm a 102mm).<br />
O zoom óptico aumenta a imagem criando uma ampliação óptica e projetando no CCD para ser capturada. Este é um processo de imagem real e não compromete a qualidade em tamanha escala.<br />
O zoom digital aumenta a imagem criando uma ampliação artificial partindo da imagem no sensor CCD. Este efeito digital compromete a qualidade em tamanha escala.</p>
<p>Memória</p>
<p>O cartão de memória faz o papel do filme fotográfico na câmera digital. É um chip removível de memória com a finalidade de gravar e apagar as imagens.</p>
<p>As capacidades de memória em MB ou GB determinam a quantidade de fotos e o tempo do vídeo a serem armazenados. Existem outros fatores como o tipo de cena e nível de compactação escolhido que determinam a capacidade de armazenamento.<br />
Existem vários tipos de padrões dos cartões de memória:</p>
<p>SD: Secure Digital (Kodak)<br />
CF: Compact Flash (Canon e Nikon)<br />
MS: Memory Stick (Sony)<br />
XD: Extra Drive (Olympus e Hitachi)</p>
<p>Na câmera digital a memória interna, assim como os cartões de memória removível, cumpre o papel do filme, pois grava as fotos em todos os tamanhos e formatos, assim como pequenos vídeos.<br />
Flash</p>
<p>O flash é o meio mais portátil e favorável de se adicionar luz à cena. Ele ilumina a cena, corrige um contra luz e suaviza as sombras do sol. O flash pode ser embutido ou externo.</p>
<p>Existe um recurso de compensação do flash. (-2, -1, 0, +1, +2).<br />
Os ajustes podem ser:</p>
<p>Auto<br />
Preenchimento<br />
Desligado<br />
Redutor de olhos vermelhos.</p>
<p>O modelo indicado para fotógrafos avançados tem uma sapata para flash externo e uma saída PC para flash de estúdio.<br />
Formatos de imagem</p>
<p>O método de gravar as imagens na memória interna ou no cartão de memória das câmeras digitais chama-se FORMATO.</p>
<p>São três os formatos mais comuns: JPEG, TIFF, RAW.</p>
<p>JPG: Ótimo, Padrão, Básico<br />
TIFF<br />
RAW<br />
Os formatos têm como objetivo armazenar o máximo de informações no mínimo de espaço.</p>
<p>Cada formato possui vantagens e desvantagens diferentes.<br />
A finalidade das imagens determina o formato.<br />
Cada formato usa um esquema de compressão diferente.</p>
<p>O formato JPEG é predominante nas câmeras digitais. Utiliza algoritmos de compressão para diminuir o tamanho do arquivo da imagem, aumentando assim a capacidade em quantidades de fotos armazenadas.<br />
O grau de compressão pode ser único e fixo como nas câmeras dedicadas aos fotógrafos iniciantes.<br />
Os graus de compressão (ótimo, padrão e básico) podem ser definidos pelo fotógrafo nas câmeras avançadas.</p>
<p>A degradação da imagem é proporcional à compressão:<br />
ÓTIMO</p>
<p>A taxa de compressão é menor, logo a degradação da imagem é proporcional a essa taxa, gerando um arquivo grande.<br />
PADRÃO</p>
<p>A taxa de compressão é maior, logo a degradação da imagem é proporcional a essa taxa, gerando um arquivo médio.<br />
BÁSICO</p>
<p>A taxa de compressão é elevadíssima, logo a degradação da imagem é proporcional a essa taxa, gerando um arquivo muito pequeno.</p>
<p>Os outros formatos TIFF e RAW são encontrados nas câmeras digitais dedicadas aos fotógrafos avançados e profissionais.<br />
TIFF:<br />
Sem ou com compressão lzw, sem perda de qualidade.<br />
Arquivos maiores.<br />
Impressão fotográfica e manipulação.<br />
Armazena codificando sem reduzir o tamanho do arquivo.<br />
JPG:<br />
Várias opções de compressão, com ou sem perda de qualidade.<br />
Arquivos menores.<br />
Impressão fotográfica, manipulação e internet.<br />
Armazena codificando, reduzindo o tamanho do arquivo.<br />
RAW:<br />
Nome genérico dos formatos de arquivos proprietários das câmeras.<br />
Cada fabricante tem o seu arquivo.<br />
Não podemos manipular.<br />
Dados brutos captados pelo CCD ou ainda um pré-formato.<br />
Negativo digital (imagem latente).<br />
RAW é 1/2 do tamanho do TIFF com qualidade igual.</p>
<p>Monitor LCD/Visor</p>
<p>Visor é um monitor colorido e pequeno na parte posterior da câmera para monitorar o acesso do menu, enquadrar o assunto a ser fotografado e rever as imagens.</p>
<p>Visor interno eletrônico / EVF<br />
É um visor eletrônico colorido interno que substituiu o visor óptico, sendo assim tem a vantagem de não cortar o assunto e também é usado para monitorar o acesso ao menu, enquadrar o assunto a ser fotografado e rever as imagens.<br />
Geralmente indicado para quando o ambiente está muito claro ou muito escuro e também oferece maior firmeza ao fotografar.<br />
Visor interno óptico<br />
Para ambientes claros ou escuros, economizar baterias, indicado para ser usado quando a cena for de movimento, pois, quando usar o visor óptico devemos desligar o LCD, sendo assim o obturador estará fechado e quando acionarmos o disparador a câmera não perderá o tempo para fechar o obturador e depois fotografar.</p>
<p>Histograma</p>
<p>Histograma é um gráfico de luminosidade da imagem que permite ao fotógrafo conferir com exatidão a exposição da foto em tons de cinza.</p>
<p>Recursos mais comuns das câmeras</p>
<p>Função fotografar ou filmar</p>
<p>Possibilita registrar as nossas lembranças em duas formas diferentes, uma como foto e outra como pequena filmagem &#8211; Modo fotografar, Modo gravar vídeo &#8211; com ou sem Áudio.<br />
As câmeras digitais são câmeras preparadas para fotografar com resultado final em papel fotográfico ou também gravar as imagens em CD ou enviá-las por e-mail.<br />
Outra aplicação é gravar imagens em movimento, resultando pequenos clipes, para serem visualizados em monitores do micro ou TV.<br />
Saída de vídeo e áudio<br />
Este é um recurso encontrado em todas as câmeras KODAK. As pessoas podem ver as suas fotos assim como os pequenos vídeos na tela da TV de sua casa.<br />
Menu em português: simples ou avançado<br />
O fotógrafo iniciante quer facilidade ao navegar no menu, enquanto o avançado quer um menu com mais opções, para interagir ou criar fotos diferentes.<br />
Sensibilidade em ISO<br />
Antes de fotografar, temos que determinar a sensibilidade do sensor da câmera digital, conforme a iluminação do ambiente. Este procedimento pode ser ajustado para modo manual ou automático:</p>
<p>Modo Manual<br />
ISO 100: para cenas externas, com luz muito forte do sol.<br />
ISO 200: para cenas externas, com luz do sol ou dias nublados.<br />
ISO 400: para ambientes internos com pouca luz.</p>
<p>Modo Auto<br />
Automaticamente ajusta a sensibilidade do sensor da câmera conforme o ambiente.</p>
<p>Modo de exposição<br />
Este ajuste determina a quantidade de luz que forma a imagem. É uma combinação entre os elementos internos, diafragma e obturador.</p>
<p>Modo Auto: O fotógrafo não tem preocupação com a luz.</p>
<p>Modo Criativo: O fotógrafo pode interagir com a velocidade e o diafragma.</p>
<p>Modo Programa: O fotógrafo escolhe a programa conforme a cena.</p>
<p>Modo Manual: O fotógrafo faz o ajuste da velocidade do obturador e diafragma.</p>
<p>Modo de medir a luz<br />
A seleção de medida da luz pode ser:<br />
Multi-pontos: Faz uma avaliação de exposição em toda a cena.<br />
Central: Faz uma avaliação de exposição na região central da cena.<br />
Pontual: Faz uma avaliação de exposição no centro da cena.<br />
Foco<br />
Existem duas posições de ajuste: Auto ou Manual.<br />
Multi-zona: Faz uma avaliação do foco em toda a cena.<br />
Central: Faz uma avaliação do foco na região central da cena.<br />
Pontual: Faz uma avaliação do foco no centro da cena.<br />
Balanço de branco<br />
Recurso disponível capaz de calibrar o branco em relação às diversas fontes de iluminação, equilibrando as cores das fotos. Os ajustes podem ser:<br />
Auto<br />
Luz dia<br />
Tungstênio<br />
Fluorescente<br />
Nublado<br />
Manual<br />
Disparador automático<br />
É um recurso que retarda o tempo do disparo da foto. Serve para quando o fotógrafo quer fazer parte da foto.<br />
Exemplo: O fotógrafo fixa a câmera dispara e corre na frente dela para fazer parte do cenário.<br />
Uma outra aplicação é quando o fotógrafo seleciona uma velocidade baixa do obturador.<br />
Exemplo: Seleciona 15 de velocidade, ativa o disparador automático, dispara e depois tem um tempo para apoiar a câmera sem tremer a câmera.</p>
<p>Dicas para uma boa foto</p>
<p>Deixe a timidez de lado. Pegue a câmera guardada no fundo da gaveta e prepare-se para fazer grandes fotos. Aqui você aprenderá a fotografar o seu assunto predileto, usar o flash e selecionar o filme apropriado.</p>
<p>Vamos! Pegue sua câmera e aprenda a &#8220;congelar&#8221; um ginasta em pleno ar, a mostrar a família e os amigos agindo de maneira espontânea e natural, e volte de férias com aquelas fotos que seus amigos realmente gostariam de ver e apreciar.</p>
<p>Segure a câmera com firmeza<br />
Aproxime-se do assunto<br />
Escolha um fundo neutro e simples<br />
Mantenha as pessoas entretidas<br />
Componha um cenário<br />
Observe a luz<br />
Escolha um ângulo diferente<br />
Congele a ação<br />
Capture sentimentos<br />
Faça experiências</p>
<p>Segure a câmera com firmeza</p>
<p>Uma mão sem firmeza apertando o botão disparador da câmera produzirá uma foto tremida. Segure firmemente a câmera com as duas mãos. Mantenha os braços junto ao corpo para dar maior firmeza. Aperte suavemente o botão disparador. As fotos sairão nítidas.</p>
<p>Aproxime-se do assunto</p>
<p>Quando em dúvida, aproxime-se do assunto que você vai fotografar (atenção para a distância mínima recomendada no manual da sua câmera). Aproximar-se do assunto é, provavelmente, o passo mais importante para se obter boas fotos. Tente fazer com que a sua foto diga: &#8220;este é o meu assunto&#8221;. Preencha um terço ou mais da área da foto com o assunto que você escolheu para fotografar.</p>
<p>Escolha um fundo neutro e simples</p>
<p>Olhe através do visor de sua câmera e examine o cenário de fundo antes de pressionar o botão disparador. Movimente-se até eliminar tudo aquilo que possa desviar a atenção do assunto de sua foto. Experimente escolher como fundo o céu, a água ou a grama.</p>
<p>Mantenha as pessoas entretidas</p>
<p>Fotografe pessoas entretidas em seus ambientes naturais. Mostre uma criança brincando com sua bicicleta, ou um adulto esculpindo um objeto, etc. Converse com elas para mantê-las à vontade. Pergunte o que estão fazendo. Agindo assim, você fará com que elas fiquem relaxadas em atitudes espontâneas e sem fazer pose.</p>
<p>Componha um cenário</p>
<p>Estude a cena de sua foto. Coloque o assunto principal afastado do centro da fotografia. Ao fazer fotos de paisagens, acrescente algumas linhas acentuadas como uma estrada, cerca ou curso de um rio que direcionem a atenção para o assunto principal da foto.</p>
<p>Observe a luz</p>
<p>A iluminação tem uma influência decisiva em sua foto. Estude a luz antes de tirar a fotografia, como os tons dourados de um amanhecer ou pôr-do-sol. Verifique como a direção da luz afeta o assunto: luz frontal (o sol atrás de quem está fotografando), para obter fotos brilhantes e nítidas; iluminação por trás (o sol por trás do assunto), para criar silhueta; iluminação lateral (o sol iluminando um dos lados do assunto) para mostrar a textura do assunto.</p>
<p>Escolha um ângulo diferente</p>
<p>Movimente-se até encontrar o ângulo para tirar a foto. O simples fato de você se curvar, esticar ou abaixar pode melhorar bastante suas fotos. Comece com a escolha de ângulos diferentes. Ajoelhe-se ou deite-se no chão para mostrar flores no primeiro plano. Ou, então, fotografe do alto (da janela do segundo andar de um prédio, por exemplo) para mostrar os desenhos de uma calçada.</p>
<p>Congele a ação</p>
<p>O movimento está em toda parte, um &#8220;skatista&#8221; fazendo piruetas no ar e se apoiando em uma das mãos, ou uma gaivota sobrevoando e mergulhando no mar. Para câmeras com velocidades do obturador ajustáveis, use um filme de alta sensibilidade, como o KODAK ISO 400, e a velocidade ajustada para 1/500 ou 1/1000 de segundo a fim de &#8220;paralisar a ação&#8221;. Pressione o botão disparador um pouquinho antes do ponto culminante do movimento.</p>
<p>Capture sentimentos</p>
<p>Por que fotografamos alguma coisa? Geralmente porque nos interessa fotografar tudo aquilo que faz as pessoas se sentirem felizes ou até mesmo tristes. Ao fazer uma foto, tente captar seu próprio sentimento.</p>
<p>Faça experiências</p>
<p>Regras, regras, sempre regras. Ao fotografar, tenha sempre em mente que você está sob o controle de uma série delas. Desobedecer as regras, contudo, pode levar a uma foto bastante original. Aquela que faz você dizer em alto e bom som: &#8220;esta é minha foto preferida&#8221;.</p>
<p>Fonte: www.kodak.com.br</p>
<p>Lembro que fiz um curso da própria Kodak cedido gratuitamente a muito tempo, naquela época não existiam cameras digitais, mas o curso falava um pouco de cada coisa que existe neste apanhado do site da Kodak, minha câmera dos sonhos é uma Kodak P880 mas ainda não tenho uma&#8230;não importa o que importa é a experiência.</p>
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		<title>Mini netbook da HP o 4310s</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 14:46:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>david.snege</dc:creator>
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		<category><![CDATA[3"]]></category>
		<category><![CDATA[512Mb]]></category>
		<category><![CDATA[8Gb Ram]]></category>
		<category><![CDATA[ATI Mobility Radeon HD 4330]]></category>
		<category><![CDATA[Celeron 2 Duo]]></category>
		<category><![CDATA[HP]]></category>
		<category><![CDATA[Mini netbook da HP o 4310s]]></category>
		<category><![CDATA[Netbook]]></category>

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		<description><![CDATA[
Este é o novo Mini netbook da HP o 4310s e ele oferece promessas de configurações que começam em $799 e vai subindo de acordo com os opcionais que você desejar, sua tela tem 13,3&#8243; seu processador começa com um Celeron Core 2 Duo.
Ele pode ser equipado com drive de DVD ou Blue-ray, você pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="http://www.blogcdn.com/www.engadget.com/media/2009/06/4310s-gif-version-haha.jpg" src="http://www.blogcdn.com/www.engadget.com/media/2009/06/4310s-gif-version-haha.jpg" alt="" width="600" height="454" /></p>
<p>Este é o novo Mini netbook da HP o 4310s e ele oferece promessas de configurações que começam em $799 e vai subindo de acordo com os opcionais que você desejar, sua tela tem 13,3&#8243; seu processador começa com um Celeron Core 2 Duo.</p>
<p>Ele pode ser equipado com drive de DVD ou Blue-ray, você pode escolher colocar uma ATI mobility Radeon HD 4330 com 512Mb de Ram e alocar até 8Gb de memória Ram principal, isso fora muitos outros opcionais, a HP promete seu lançamento para o dia 20 de Julho.</p>
<p><img class="alignnone" title="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" alt="" width="88" height="31" /></p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffinegrafic.com%2Fblog%2F%3Fp%3D1035&amp;linkname=Mini%20netbook%20da%20HP%20o%204310s"><img src="http://finegrafic.com/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Snege/~4/ddOx8qcXWD0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Lenovo ThinkPad T400s</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 16:23:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>david.snege</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[NERD]]></category>
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		<category><![CDATA[IBM]]></category>
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		<category><![CDATA[Netbook]]></category>
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		<category><![CDATA[Potente]]></category>

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		<description><![CDATA[
O fininho ai de cima é mais potente que muitos netbooks por ai e garanto que tem desempenho de um notebook normal, com um processador Core2Duo de 2.53Ghz um Hd de 250Gb comum ou um SSD 128Gb, um drive de DVD ou Blue-ray, trackpad multitouch, Ethernet, Wi-fi, WiMax, WWan, Bluetooth, Slot ExpressCard 34mm ou um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="http://www.blogcdn.com/www.engadget.com/media/2009/06/lenovo-thinkpad-t400s_small.jpg" src="http://www.blogcdn.com/www.engadget.com/media/2009/06/lenovo-thinkpad-t400s_small.jpg" alt="" width="500" height="379" /></p>
<p>O fininho ai de cima é mais potente que muitos netbooks por ai e garanto que tem desempenho de um notebook normal, com um processador Core2Duo de 2.53Ghz um Hd de 250Gb comum ou um SSD 128Gb, um drive de DVD ou Blue-ray, trackpad multitouch, Ethernet, Wi-fi, WiMax, WWan, Bluetooth, Slot ExpressCard 34mm ou um Leitor 5 em 1 de cartões o menino ainda aguenta em média 6hs, isso sem contar outros itens como DisplayPort, eSata e outros.</p>
<p>O preço desse &#8220;Netbook&#8221; começa em $1.599 na configuração básica e vai se alterando conforme os opcionais que são incluídos.</p>
<p><img class="alignnone" title="http://www.blogcdn.com/www.engadget.com/media/2009/06/lenovo-thinkpad-t400s_3.jpg" src="http://www.blogcdn.com/www.engadget.com/media/2009/06/lenovo-thinkpad-t400s_3.jpg" alt="" width="593" height="228" /></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jlUNmZlRLc8&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/jlUNmZlRLc8&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>via: <a href="http://translate.google.com/translate?sl=auto&amp;tl=pt&amp;u=http%3A%2F%2Fwww.engadget.com%2F2009%2F06%2F23%2Flenovo-intros-well-connected-0-83-inch-thick-thinkpad-t400s%2F" target="_blank">Engadget</a></p>
<p><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"> </span>david.snege</p>
<p><img class="alignnone" title="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" alt="" width="88" height="31" /></p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffinegrafic.com%2Fblog%2F%3Fp%3D1030&amp;linkname=Lenovo%20ThinkPad%20T400s"><img src="http://finegrafic.com/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Snege/~4/cWKnD1Qa0Ec" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Seagate lança novos Hds Externos</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 15:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>david.snege</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[1Tb]]></category>
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		<category><![CDATA[HD externo]]></category>
		<category><![CDATA[Seagate]]></category>
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		<description><![CDATA[
Parece que a Seagate vem com força total no seguimento de storage portatil, agora com a sua série BlackArmor, eles são lindos e pequenos o suficiente para te deixar com vontade de gastar o que você não tem para possuir um brinquedo destes.
Alguns dos modelos novos tem até 4Tb de capacidade com interface USB 2.0 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="http://www.blogcdn.com/www.engadget.com/media/2009/06/090622-blackarmor-g09.jpg" src="http://www.blogcdn.com/www.engadget.com/media/2009/06/090622-blackarmor-g09.jpg" alt="" width="419" height="230" /></p>
<p>Parece que a Seagate vem com força total no seguimento de storage portatil, agora com a sua série BlackArmor, eles são lindos e pequenos o suficiente para te deixar com vontade de gastar o que você não tem para possuir um brinquedo destes.</p>
<p>Alguns dos modelos novos tem até 4Tb de capacidade com interface USB 2.0 ou eSata, outros tem 2Tb e o menor da linha tem 500Gb, além de espaço para guardar até mesmo os maiores backups, estes HDs são um verdadeiro sonho em design para os amantes da Seagate como eu.</p>
<p>Infelizmente os preços não são aquela bagatela que gostariamos que fosse, mas são pelo menos justos eu diria, começando em $159 para o modelo com 500Gb e terminando em $310 para o modelo de 2Tb, mas o preço chega a $700 quando o assunto é o topo de linha com 4Tb. Eu diria que se eu pudesse comprava o de 4Tb sem choramingar.</p>
<p><img class="alignnone" title="http://www.blogcdn.com/www.engadget.com/media/2009/06/090622-blackarmor-g06.jpg" src="http://www.blogcdn.com/www.engadget.com/media/2009/06/090622-blackarmor-g06.jpg" alt="" width="640" height="475" /></p>
<p><img class="alignnone" title="http://www.blogcdn.com/www.engadget.com/media/2009/06/090622-blackarmor-g04.jpg" src="http://www.blogcdn.com/www.engadget.com/media/2009/06/090622-blackarmor-g04.jpg" alt="" width="560" height="629" /></p>
<p>via: <a href="http://translate.google.com/translate?sl=auto&amp;tl=pt&amp;u=http%3A%2F%2Fwww.engadget.com%2F2009%2F06%2F22%2Fseagate-unleashes-three-new-blackarmor-storage-devices-for-small%2F" target="_blank">engadget</a></p>
<p>david.snege</p>
<p><img class="alignnone" title="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" alt="" width="88" height="31" /></p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffinegrafic.com%2Fblog%2F%3Fp%3D1026&amp;linkname=Seagate%20lan%C3%A7a%20novos%20Hds%20Externos"><img src="http://finegrafic.com/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Snege/~4/5kdI4TNRRks" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Fotos da Palestra com Richard Stallman</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 23:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>david.snege</dc:creator>
				<category><![CDATA[NERD]]></category>
		<category><![CDATA[OS]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[Free BSD]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Stallman Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp Fotos Richard Stallman]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quem disse que eu nunca iria ver esse cara ao vivo, olha eu ai, sem photoshop e sem montagem.
Richard Stallman esteve hoje no centro de convenções da Unicamp para falar de seu projeto GNU e explicar os conceitos de ser livre e não ser, explicar os conceitos de compartilhar ou não compartilhar, e como ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1022" title="DSC06799" src="http://finegrafic.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/DSC06799.jpg" alt="DSC06799" width="512" height="384" /></p>
<p>Quem disse que eu nunca iria ver esse cara ao vivo, olha eu ai, sem photoshop e sem montagem.</p>
<p>Richard Stallman esteve hoje no centro de convenções da Unicamp para falar de seu projeto GNU e explicar os conceitos de ser livre e não ser, explicar os conceitos de compartilhar ou não compartilhar, e como ele mesmo disse, de ser o amigo mau ou o amigo que compartilha coisas que realmente valem a pena.</p>
<p>Nesta palestra acabei por descobrir que o cara é meio pirado com relação aos seus conceitos, e ele não quis autografar meu livro, mas sai na foto com ele mesmo assim, segundo ele o Linux não é um software livre por completo então ele não gosta disso. Não posso falar nada nem mudar o pensamento dele, mas acho o Linux muito mais livre que outros softwares por ai, e acabei chegando a conclusão que se você pensar igual o Stallman Pensa você vai ficar maluco.</p>
<p>Dentre as coisas legais que aconteceram ao meu ver foi o fato dele ser um bom piadista quando palestra, mas o bom humor dele vai rápido embora, foi só um coitado na plateia não conseguir se expressar direito e ele simplesmente ignorou o cara. No final das contas digamos que a palestra foi proveitosa e que tirei muitas coisas úteis dos textos dele para continuar minha tarefa por ai de converter mais pessoas para o mundo livre, <span style="text-decoration: line-through;">meu mundo livre = Linux</span> não quero levar ninguém para o Free BSD, mas quero que no minímo parem de pagar para usar um OS cretino como o Windows.</p>
<p>Mais fotos podem ser encontradas no album picasa do <a href="http://picasaweb.google.com/tiagoft/RichardStallmanNaUnicamp#" target="_blank">Tiago FT</a>, não sei quem era essa boa alma, mas ele prometeu colocar as fotos e eu acabei de chegar em casa e elas já estavam lá, outro cara legal que esta comigo em uma outra foto tirou fotos com o celular dele, pegou meu e-mail e prometeu mandar, assim que chegarem eu posto aqui.</p>
<p>É isso ai, e Viva o Mundo Livre.</p>
<p>Fotos: <a href="http://picasaweb.google.com/tiagoft/RichardStallmanNaUnicamp#" target="_blank">http://picasaweb.google.com/tiagoft/RichardStallmanNaUnicamp#</a></p>
<p>david.snege</p>
<p><img class="alignnone" title="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" alt="" width="88" height="31" /></p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffinegrafic.com%2Fblog%2F%3Fp%3D1021&amp;linkname=Fotos%20da%20Palestra%20com%20Richard%20Stallman"><img src="http://finegrafic.com/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Snege/~4/KuCgszwcOj8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>É Hoje com ele Richard M. Stallman</title>
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		<comments>http://finegrafic.com/blog/?p=1017#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 13:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>david.snege</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gadgets]]></category>

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		<description><![CDATA[
Hoje na Unicamp ele, o ícone estará falando de GNU, Linux e do movimento livre, maiores informações nos endereços abaixo.
http://www.ic.unicamp.br/~islene/mc039/stallman.html
http://www.ic.unicamp.br/~islene/mc039/cartaz.pdf

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="https://gualtar.eb23.org/home/a2737/AENE/TIC/PORTEFÓLIO/richard_stallman_grande.jpg" src="https://gualtar.eb23.org/home/a2737/AENE/TIC/PORTEFÓLIO/richard_stallman_grande.jpg" alt="" width="585" height="600" /></p>
<p>Hoje na Unicamp ele, o ícone estará falando de GNU, Linux e do movimento livre, maiores informações nos endereços abaixo.</p>
<p><a href="http://www.ic.unicamp.br/~islene/mc039/stallman.html" target="_self">http://www.ic.unicamp.br/~islene/mc039/stallman.html</a></p>
<p><a href="http://www.ic.unicamp.br/~islene/mc039/cartaz.pdf " target="_blank">http://www.ic.unicamp.br/~islene/mc039/cartaz.pdf</a></p>
<p><img class="alignnone" title="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" src="http://creativecommons.org/images/public/somerights20.png" alt="" width="88" height="31" /></p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Ffinegrafic.com%2Fblog%2F%3Fp%3D1017&amp;linkname=%C3%89%20Hoje%20com%20ele%20Richard%20M.%20Stallman"><img src="http://finegrafic.com/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_120_16.png" width="120" height="16" alt="Share/Save/Bookmark"/></a><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Snege/~4/arg455YVzyw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Ame seu NERD</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 00:34:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>david.snege</dc:creator>
				<category><![CDATA[NERD]]></category>
		<category><![CDATA[amar um nerd]]></category>
		<category><![CDATA[amor nerd]]></category>
		<category><![CDATA[encontre seu nerd]]></category>
		<category><![CDATA[texto nerd]]></category>

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		<description><![CDATA[Devido a problemas no meu casamento, e são problemas bestas mas acho que todo NERD encontra pelo caminho, resolvi colocar este texto aqui para que voçê NERD mande para sua amada, e faça ela refletir sobre suas vantagens.
Ame um nerd, saiba por que:

1. Você pode ter certeza daquilo que ele é, e de como será.
Nerd [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Devido a problemas no meu casamento, e são problemas bestas mas acho que todo NERD encontra pelo caminho, resolvi colocar este texto aqui para que voçê NERD mande para sua amada, e faça ela refletir sobre suas vantagens.</p>
<div>Ame um nerd, saiba por que:</div>
<div></div>
<div>1. Você pode ter certeza daquilo que ele é, e de como será.<br />
Nerd não muda.</div>
<div>
Ele não tenta fingir que é outra pessoa só para te agradar, porque nem se ele quisesse ele saberia como parecer legal, bonito, etc. As qualidades de um NERD são imutáveis.</div>
<div>
Se ele gosta de C++, vai morrer gostando de C++. Pode até ser que passe a usar Java também, mas no fundo é tudo a mesma coisa.</div>
<div>
Se ele gosta de De Volta para o Futuro, vai morrer gostando disso.</div>
<div>
Se hoje ele é gordinho, amanhã será gordinho.</div>
<div>
Se hoje ele é magrelo, amanhã será magrelo.</div>
<div>
Diferente dos garotos que fazem musculação para você achar que eles são gostosos, e depois que você casar eles vão virar uns gordos barrigudos.</div>
<div>
2. Se ele diz que vai fazer uma festa em rede é verdade.</div>
<div>
Sabe aquele papo dos homens comuns de falar que vai jogar futebol e ir a outro lugar?</div>
<div>Se Nerd fala que vai a casa de alguém para  jogar RPG, ou jogar em rede é porque ele vai fazer isso MESMO.</div>
<div></div>
<div>Ele não vai mentir para você, falando que vai fazer uma coisa e ir fazer outra coisa.</div>
<div>
3. Nerd tem empregos estáveis.<br />
Muita gente diz que mulher gosta de dinheiro, tremenda mentira.</div>
<div></div>
<div>O que mulher odeia são homens idiotas que não conseguem ter um emprego decente.<br />
Até porque senão você ( mulher ) tiver um marido com emprego tosco, ainda tem que ouvir sua mãe, suas amigas falando:</div>
<div></div>
<div>- Nossa! Mas que marido você arrumou, ele é um banana.</div>
<div></div>
<div>Com Nerds não tem preocupação. Até porque Nerd sempre faz algo que ninguém entende, e daí parece ser muito mais importante o emprego dele do que realmente é.</div>
<div>
- Ah! Meu namorado cuida de um Servidor de rede</div>
<div>
4. Nerd sempre resolverá o problema do seu computador muito mais rápido e melhor que o suporte técnico. E o melhor, de graça.</div>
<div>
5. Ele não vai esquecer seu aniversário.</div>
<div>
A menos que a bateria do Palm dele acabe.</div>
<div>
6. Ele não tem ciúmes do carro dele.</div>
<div>
Ele não vai ficar falando do carro dele o tempo todo</div>
<div>
Mas não pegue os livros de RGP e nem toque no computador dele.</div>
<div>
Computador é uma coisa sagrada, NUNCA TOQUE NELE.</div>
<div>
7. Nerd adora saber como as coisas funcionam.</div>
<div>
Então enquanto ele não conseguir fazer você ter um orgasmo, ele vai estudar o porquê, estudar os pontos sensíveis de uma mulher, criar um gráfico com as possíveis formas de te fazer chegar lá medindo a probabilidade de isso acontecer.</div>
<div></div>
<div>Fará cálculos de Permutação para saber qual o conjunto dessas formas é a melhor para fazer você ter um orgasmo.<br />
Só não pergunte para ele o que ele está fazendo, porque se ele tentar te explicar você não vai entender.</div>
<div></div>
<div>8. A maioria dos Nerds odeiam lugares cheios</div>
<div>
9. Todo mundo tem defeito.</div>
<div>
Mesmo tendo bons motivos para amar um NERD, NUNCA, JAMAIS, NEM PENSE, em interrompê-lo quando ele está na frente de um computador, esse momento é sagrado.</div>
<div>
Então, AME um NERD!</div>
<div>
Mas NUNCA encoste no computador dele, fale mal de RPG ou dos programas de Computador.<br />
Faça isso e  ele ficará feliz,<br />
E você sera feliz para sempre do lado dele !</div>
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