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	<title>Ruby Inside Brasil</title>
	
	<link>http://www.rubyinside.com.br</link>
	<description>Notícias sobre a comunidade Ruby e Rails no Brasil e no mundo</description>
	<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 14:00:16 +0000</pubDate>
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		<title>Vagrant - Crie e provisione máquinas virtuais como no EC2 com Ruby</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/RubyInsideBrasil/~3/TDYysS7gQxo/vagrant-crie-e-provisione-maquinas-virtuais-como-no-ec2-com-ruby-3091</link>
		<comments>http://www.rubyinside.com.br/vagrant-crie-e-provisione-maquinas-virtuais-como-no-ec2-com-ruby-3091#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 14:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rosa</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/03/vagrant_chilling.png" alt="vagrant_chilling.png" style="float: left; margin-right: 12px; margin-bottom: 12px;" height="120" width="121"/>O <a href="http://vagrantup.com/" target="_blank">Vagrant</a> é uma ferramenta feita em Ruby para criar e fazer deploy de ambientes de desenvolvimento virtualizados. Ela usa o <a href="http://www.virtualbox.org/" target="_blank">VirtualBox</a>, ferramenta open-source de virtualização de sistemas da Oracle, em conjunto com o <a href="http://www.rubyinside.com/chef-tasty-server-configuraiton-2162.html" target="_blank">Chef</a>, um sistema de gerenciamento de configuração.</p>
<p><span id="more-3091"></span></p>
<p>Se você já achava fácil criar VMs com o EC2 da Amazon EC2, o Vagrant traz um sistema ainda mais simples para sua máquina de desenvolviemnto local. Para começar é bem simples,&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/03/vagrant_chilling.png" alt="vagrant_chilling.png" style="float: left; margin-right: 12px; margin-bottom: 12px;" height="120" width="121">O <a href="http://vagrantup.com/" target="_blank">Vagrant</a> é uma ferramenta feita em Ruby para criar e fazer deploy de ambientes de desenvolvimento virtualizados. Ela usa o <a href="http://www.virtualbox.org/" target="_blank">VirtualBox</a>, ferramenta open-source de virtualização de sistemas da Oracle, em conjunto com o <a href="http://www.rubyinside.com/chef-tasty-server-configuraiton-2162.html" target="_blank">Chef</a>, um sistema de gerenciamento de configuração.</p>
<p><span id="more-3091"></span></p>
<p>Se você já achava fácil criar VMs com o EC2 da Amazon EC2, o Vagrant traz um sistema ainda mais simples para sua máquina de desenvolviemnto local. Para começar é bem simples, abra um terminal e digite:</p>
<pre><code>sudo gem install vagrant
vagrant box add base http://files.vagrantup.com/base.box
mkdir vagrant
vagrant init
vagrant up</code></pre>
<p>Mas há um porém: ele faz o download de uma imagem básica que tem 370MB, ou seja, não é um processo exatamente rápido, mas uma vez concluído você pode criar novas VMs quantas vezes quiser.</p>
<p><strong>O VirtualBox é uma dependência externa não inclusa no Vagrant. Você precisará <a href="http://www.virtualbox.org/wiki/Downloads" target="_blank">baixar e instalar uma versão</a> para o seu sistema operacional antes de poder testá-lo.</strong></p>
<p>Além de fazer o básico, que é criar novasa VM's, o Vagrant também pode fazer port forwarding, distribuição, setup de ambientes, acesso SSH, compartilhar pastes e fazer o <a href="http://vagrantup.com/docs/provisioning.html" target="_blank">provisionamento de softwares em uma VM</a> usando o Chef. Se você quiser montar automaticamente uma VM  com Apache 2, <a href="http://www.railsinside.com/" target="_blank">Rails</a>, Phusion Passenger, ou <a href="http://github.com/opscode/cookbooks" target="_blank">coisas parecidas</a>, o Chef e o Vagrant poderão te ajudar. São ferramentas poderosas!</p>
<p>Quando analisamos a documentação e a <a href="http://vagrantup.com/" target="_blank">página oficial</a>, ele se torna referência. Existe um <a href="http://vagrantup.com/docs/getting-started/index.html" target="_blank">guia prático para se começar a utilizá-lo</a>, muita of <a href="http://vagrantup.com/docs/index.html" target="_blank">documentação</a> e um <a href="http://vimeo.com/9976342" target="_blank">screencast de 12 minutos para iniciantes</a>. Bom trabalho pessoal!</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/RubyInsideBrasil/~4/TDYysS7gQxo" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ignite RailsConf – Lightning Talks na Pre-Conferência - 6 de Junho</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/RubyInsideBrasil/~3/F0-pnT7dnmI/ignite-railsconf-lightning-talks-pre-conferencia-3085</link>
		<comments>http://www.rubyinside.com.br/ignite-railsconf-lightning-talks-pre-conferencia-3085#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 16:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[Ignite]]></category>

		<category><![CDATA[RailsConf]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rubyinside.com.br/?p=3085</guid>
		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ignitebaltimore.png" alt="ignitebaltimore.png" style="float: left; margin-right: 12px; margin-bottom: 12px;" height="83" width="115"/>A comunidade Rails de Baltimore, <a href="http://railsconf.com" target="_blank">onde será realizada a  RailsConf desse ano</a>, está organizando uma pré-festa não oficial na noite anterior ao seu início: <a href="http://igniterailsconf.com" target="_blank"><b>Ignite RailsConf</b></a>. Os eventos Ignite tem o formato de lightning talks, onde 16 palestrantes tem  5 minutos para falar sobre qualquer assunto que queiram, mas com um detalhe: os slides do palestrante são mudados automaticamente a cada 15 segundos. O lema do Ignite é <i>"nos ilumine com sua sabedoria, mas seja breve!"</i>&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ignitebaltimore.png" alt="ignitebaltimore.png" style="float: left; margin-right: 12px; margin-bottom: 12px;" height="83" width="115">A comunidade Rails de Baltimore, <a href="http://railsconf.com" target="_blank">onde será realizada a  RailsConf desse ano</a>, está organizando uma pré-festa não oficial na noite anterior ao seu início: <a href="http://igniterailsconf.com" target="_blank"><b>Ignite RailsConf</b></a>. Os eventos Ignite tem o formato de lightning talks, onde 16 palestrantes tem  5 minutos para falar sobre qualquer assunto que queiram, mas com um detalhe: os slides do palestrante são mudados automaticamente a cada 15 segundos. O lema do Ignite é <i>"nos ilumine com sua sabedoria, mas seja breve!"</i></p>
<p><span id="more-3085"></span></p>
<p><b>O Ignite começará dia 6 de Junho de 2010, às 18 horas no </b> <i><b>Sheraton Inner Harbor</b></i>, que se conecta ao centro de convenções onde será realizada a RailsConf. Você pode se registrar para participar <a href="http://igniterailsconf.eventbrite.com/" target="_blank">aqui</a>. Ingressos custam US$ 5, todo o lucro do evento será revertido para projetos da comunidade Ruby ou caridade (se quiser recomendar alguma entidade para receber as doações, envie um e-mail para <a href="mailto:mike@subelsky.com">mike@subelsky.com</a>).</p>
<p>A organização busca palestras sobre vários assuntos, e você pode mandar sua proposta <a href="http://igniterailsconf.com/proposals/new" target="_blank">aqui</a>. Nem todas as palestras serão específicas sobre Rails, mas todas serão de interesse para desenvolvedores Rails. (A palestra ideal seria como uma versão do recente artigo <a href="http://blog.peepcode.com/tutorials/2010/what-pythonistas-think-of-ruby" target="_blank">What Pythonistas Think of Ruby</a> escrito por Geoffrey Grosenbach). Você não precisa particiar da RailsConf para ir ao evento ou palestrar.</p>
<p>Eles também estão procurando patrocinadores para amortizar os custos de locação do espaço, comida e filmagem. Até o momento, as seguintes empresas ofereceram seu apoio: <a href="http://newrelic.com" target="_blank">NewRelic</a>, <a href="http://hashocket.com" target="_blank">Hashrocket</a>, <a href="http://peepcode.com" target="_blank">Peepcode</a>, <a href="http://smartlogic.com" target="_blank">Smartlogic</a>, and <a href="http://intridea.com" target="_blank">Intridea</a>. Se você tiver interesse em patrocinar, por favor envie e-mails para <a href="mailto:mike@subelsky.com">mike@subelsky.com</a>.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/RubyInsideBrasil/~4/F0-pnT7dnmI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Suporte oficial do RPM da New Relic à Rack e Sinatra – Finalmente!</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/RubyInsideBrasil/~3/Qc8m_M_psHM/suporte-oficial-do-rpm-da-new-relic-a-rack-e-sinatra-%e2%80%93-finalmente-3076</link>
		<comments>http://www.rubyinside.com.br/suporte-oficial-do-rpm-da-new-relic-a-rack-e-sinatra-%e2%80%93-finalmente-3076#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 13:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Deployment]]></category>

		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>

		<category><![CDATA[Monitoramento]]></category>

		<category><![CDATA[NewRelic]]></category>

		<category><![CDATA[Performance]]></category>

		<category><![CDATA[Rack]]></category>

		<category><![CDATA[Sinatra]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rubyinside.com.br/?p=3076</guid>
		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/03/newrelic_inline.png" alt="NewRelic_inline.png" style="float: left; margin-right: 12px; margin-bottom: 12px;" height="103" width="103"/>O <a href="http://www.newrelic.com/" target="_blank">RPM da New Relic</a> é uma aplicação para monitoramento de performance e análises, e há algumas semanas foi anunciado que eles adicionaram suporte completo para aplicações Ruby em Sinatra ou baseadas em Rack à seus serviços que originalmente foram criados para Rails. Já era possível adicionar suporte às ferramentas da New Relic a aplicações que não são feitas em Rails, mas ao oferecer suporte oficial podemos ter várias funcionalidades que antes não estavam disponíveis.</p>
<p><span id="more-3076"></span></p>
<p>O press&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/03/newrelic_inline.png" alt="NewRelic_inline.png" style="float: left; margin-right: 12px; margin-bottom: 12px;" height="103" width="103">O <a href="http://www.newrelic.com/" target="_blank">RPM da New Relic</a> é uma aplicação para monitoramento de performance e análises, e há algumas semanas foi anunciado que eles adicionaram suporte completo para aplicações Ruby em Sinatra ou baseadas em Rack à seus serviços que originalmente foram criados para Rails. Já era possível adicionar suporte às ferramentas da New Relic a aplicações que não são feitas em Rails, mas ao oferecer suporte oficial podemos ter várias funcionalidades que antes não estavam disponíveis.</p>
<p><span id="more-3076"></span></p>
<p>O press release da New Relic soa falso, como qualquer press release, mas vale a pena destacar o que Ryan Tomayko tem a dizer, uma vez que ele é um colaborador do Sinatra e e do Rails, e funcionário do GitHub:</p>
<blockquote><p>O Rack deu aos desenvolvedores Ruby liberdade incrível para inovar e experimentar ao criar aplicações web.</p>
<p>Cada vez mais desenvolvedores usam o Rack e plataformas leves como o Sinatra para criar pequenas aplicações auxiliares ou adicionar funcionalidades que precisam de alta performance a outros sites. A possibilidade de monitorar e fazer o profiling dessas aplicações usando o RPM da New Relic aumenta muito a visibilidade dessas plataformas.</p>
</blockquote>
<p>Além disso, a New Relic também atualizou o "agente" utilizado para fazer a comunicação entre sua aplicação e os servidores deles, e adicionou algumas funcionalidades específicas para Ruby, incluindo visibilidade do processo de garbage collection, profiling em modo de desenvolvimento, melhor suporte à JRuby e análise do Phusion Passenger (que parece ser especialmente útil para fazer ajustes finos).</p>
<p>Como de costume, o RPM é gratuito para ser usado na versão "Lite", e novos usuários ganham uma semana para experimentar as funcionalidades "Gold" gratuitamente, e você pode continuar com o plano Lite se não quiser pagar. O plano "Bronze" começa em US$50 por mês (para contratos anuais) por host, mas eles também tem um sistema de preços "on demand", como o Amazon EC2, que começa em US$ 0,10 por hora.</p>
<p>Temos <a href="http://www.rubyinside.com/new-relic-a-new-35-million-funded-player-in-the-rails-application-monitoring-space-880.html" target="_blank">acompanhado a New Relic</a> desde o começo de 2008 e aparentemente eles só tem crescido nos últimos anos. No começo, o RM-Manage da <a href="http://www.fiveruns.com/" target="_blank">FiveRuns</a> era uma opção melhor que o RPM (na minha opinião) mas, como parece que a FiveRuns está saindo de cena, a New Relic se tornou a dona da bola quando o assunto é monitoramento de aplicações web em Ruby (embora o <a href="http://scoutapp.com/" target="_blank">Scout</a> esteja se tornando um concorrente respeitável em algumas áreas).</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/RubyInsideBrasil/~4/Qc8m_M_psHM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rubyinside.com.br/suporte-oficial-do-rpm-da-new-relic-a-rack-e-sinatra-%e2%80%93-finalmente-3076/feed</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>Sétimo encontro do Guru-SP dia 13 de Março - Atualizado</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/RubyInsideBrasil/~3/7S7P0Gvy5pw/setimo-encontro-do-guru-sp-dia-13-de-marco-3069</link>
		<comments>http://www.rubyinside.com.br/setimo-encontro-do-guru-sp-dia-13-de-marco-3069#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 17:29:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>

		<category><![CDATA[Encontro]]></category>

		<category><![CDATA[Guru-SP]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rubyinside.com.br/?p=3069</guid>
		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.guru-sp.org" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-2076" title="logo_guru" src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2009/08/logo_guru.jpg" alt="logo_guru" width="140" height="136" /></a>Depois de uma longa pausa os encontros mensais do <strong><a href="http://www.guru-sp.org" target="_blank">Guru-SP</a></strong> (Grupo de Usuários Ruby de São Paulo) estão de volta! O sétimo encontro será realizado no <strong>dia 13 de Março de 2010, à partir das 9:00</strong> num auditório oferecido pela <a href="http://caelum.com.br" target="_blank">Caelum</a>, que fica à Rua Dr. Diogo de Faria, 1201 - Vila Mariana, próximo ao metrô Santa Cruz, <a href="http://tinyurl.com/ya2mxma" target="_blank">clique aqui</a> para ver o mapa. <strong>Atenção: não é no mesmo prédio da Caelum, olhem o mapa!</strong><br />
<span&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.guru-sp.org" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-2076" title="logo_guru" src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2009/08/logo_guru.jpg" alt="logo_guru" width="140" height="136" /></a>Depois de uma longa pausa os encontros mensais do <strong><a href="http://www.guru-sp.org" target="_blank">Guru-SP</a></strong> (Grupo de Usuários Ruby de São Paulo) estão de volta! O sétimo encontro será realizado no <strong>dia 13 de Março de 2010, à partir das 9:00</strong> num auditório oferecido pela <a href="http://caelum.com.br" target="_blank">Caelum</a>, que fica à Rua Dr. Diogo de Faria, 1201 - Vila Mariana, próximo ao metrô Santa Cruz, <a href="http://tinyurl.com/ya2mxma" target="_blank">clique aqui</a> para ver o mapa. <strong>Atenção: não é no mesmo prédio da Caelum, olhem o mapa!</strong><br />
<span id="more-3069"></span></p>
<p>Na agenda está um uma discussão sobre os próximos encontros do grupo, que provavelmente terão as datas e local definidos até o fim do ano, ou seja, <strong>teremos encontros mensais estáveis e previsíveis o ano todo</strong>. É uma ótima oportunidade para se envolver no grupo e se organizar para o resto do ano. Além disso, teremos duas palestras muito legais:</p>
<p><strong>Palestra 1: Por que Vim? - PotHix (Willian Molinari)</strong><br />
Nessa palestra ele mostrará um pouco sobre esse editor, filosofia, comandos básicos, modos de edição, qual o melhor modo de usar, como customizar, killer commands, bons plugins para desenvolver com facilidade e principais vantagens/desvantagens.</p>
<p><strong>Palestra 2: HPricot - Jonas Alves</strong><br />
Coletar dados da internet manualmente demanda muito tempo e esforço, e a qualidade das informações podem ser comprometidas por erros humanos. Testamos ferramentas em PHP, Java, C++, C# e Ruby. De todas as opções, o Hpricot se destacou pelo seu poder e simplicidade de uso na extração de dados de websites. Na apresentação ele mostrará como construir um extrator de dados de vários sites com Hpricot.</p>
<p><strong>Para participar <a href="http://tinyurl.com/yb3jmay" target="_blank">basta preencher esse formulário</a></strong> e aparecer no dia com muito entusiasmo, e se puder, leve seus amigos. O encontro deve ir até 14:00 e depois teremos o famoso #HoraExtra para socializar e confraternizar. Se tiverem dúvidas, deixem comentários aqui no post, irei respondê-las o mais rápido possível, ou entrem no <a href="http://groups.google.com/group/ruby-sp" target="_blank">grupo de discussão do Guru-SP</a> ou no <a href="http://guru-sp.org" target="_blank">site oficial do grupo</a>.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/RubyInsideBrasil/~4/7S7P0Gvy5pw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Participe do Yahoo! Brasil Open Hack Day 2010</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/RubyInsideBrasil/~3/rfw8Y_X5Qps/participe-do-yahoo-brasil-open-hack-day-2010-3050</link>
		<comments>http://www.rubyinside.com.br/participe-do-yahoo-brasil-open-hack-day-2010-3050#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 13:15:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[HackDay]]></category>

		<category><![CDATA[Yahoo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rubyinside.com.br/?p=3050</guid>
		<description><![CDATA[<p><a href="http://hackday.com.br/" target="_blank"><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/03/20100225202117-openhackbrazil20101.jpg" alt="20100225202117-openhackbrazil20101" title="20100225202117-openhackbrazil20101" width="140" height="170" class="alignleft size-full wp-image-3055" /></a>Esse mês teremos um evento muito bacana: <strong>Yahoo! Brasil Open Hack Day 2010</strong>! O evento, organizado em parceria com o Senac, busca reunir desenvolvedores para um final de semana de diversão e hacking, usando as plataformas abertas do Yahoo! como o <a href="http://developer.yahoo.com/yap/" target="_blank">YAP</a>, <a href="http://developer.yahoo.com/yql/" target="_blank">YQL</a>, <a href="http://developer.yahoo.com/flickr/" target="_blank">Flickr</a> e <a href="http://developer.yahoo.com/meme/guide/" target="_blank">Meme</a>.</p>
<p>Os hacks podem ser feitos usando qualquer linguagem e ou outras plataformas abertas, incluindo Ruby e Rails, e os melhores serão premiados. O evento é gratuito,&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://hackday.com.br/" target="_blank"><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/03/20100225202117-openhackbrazil20101.jpg" alt="20100225202117-openhackbrazil20101" title="20100225202117-openhackbrazil20101" width="140" height="170" class="alignleft size-full wp-image-3055" /></a>Esse mês teremos um evento muito bacana: <strong>Yahoo! Brasil Open Hack Day 2010</strong>! O evento, organizado em parceria com o Senac, busca reunir desenvolvedores para um final de semana de diversão e hacking, usando as plataformas abertas do Yahoo! como o <a href="http://developer.yahoo.com/yap/" target="_blank">YAP</a>, <a href="http://developer.yahoo.com/yql/" target="_blank">YQL</a>, <a href="http://developer.yahoo.com/flickr/" target="_blank">Flickr</a> e <a href="http://developer.yahoo.com/meme/guide/" target="_blank">Meme</a>.</p>
<p>Os hacks podem ser feitos usando qualquer linguagem e ou outras plataformas abertas, incluindo Ruby e Rails, e os melhores serão premiados. O evento é gratuito, tem comida na faixa e no Sábado serão realizados alguns tech talks para esquentar os motores.<br />
<span id="more-3050"></span></p>
<p><strong>Tech talks</strong><br />
Sala 1:<br />
09:30 – Mashups: desenvolvendo com a Web<br />
10:20 – YAP, a plataforma de aplicativos do Yahoo!<br />
11:10 – Desenvolvimento fácil para iPhone e Android</p>
<p>Sala 2:<br />
09:30 – Hacks de hardware com Arduino<br />
10:20 – “SELECT * FROM internet;” como usar o YQL com Yahoo! Meme e outros serviços<br />
11:10 – Extraindo dados públicos “na marra”</p>
<p>O Guilherme Chapiewski, figurinha carimbada das comunidades Ruby, Python e Agile, <a href="http://gc.blog.br/2010/02/05/vem-ai-o-yahoo-brasil-open-hack-day-2010/" target="_blank">escreveu sobre o evento em seu blog</a>, e você pode obter mais informações no <a href="http://developer.yahoo.net/blog/archives/2010/02/announcing_the_yahoo_brazil_open_hack_day_2010.html" target="_blank">Yahoo! Developer Network</a>, no <a href="http://meme.yahoo.com/brhackday/" target="_blank">blog oficial do Meme</a>, no <a href="http://www.facebook.com/OpenHackDayBrasil" target="_blank">Facebook</a>, se atualizar no <a href="http://twitter.com/brhackday" target="_blank">Twitter em @brhackday</a> e, é claro, no <a href="http://hackday.com.br" target="_blank">site oficial</a>.</p>
<p>Junte sua equipe, bole seu projeto, prepare seu notebook e inscreva-se! Mas não demore, as <strong>vagas são limitadas</strong>. Se puder, ajude a divulgar o evento através do Twitter, <a href="http://twitter.com?status=Participe%20do%20Yahoo!%20Brasil%20Open%20Hack%20Day%202010!%20Saiba%20mais%20no%20%40rubyinside_br%20http%3A%2F%2Frubyurl.com%2F23P4" target="_blank">clicando aqui</a>.</p>
<blockquote><p><center><strong>Serviço</strong></center><br />
<strong>Quando:</strong> dias 20 e 21 de Março de 2010, à partir das 8:00hs do dia 20<br />
<strong>Quanto:</strong> Gratuito, basta se inscrever no <a href="http://hackday.com.br" target="_blank">site oficial</a>, vagas limitadas<br />
<strong>Onde:</strong><br />
Centro Universitário Senac – Campus Santo Amaro<br />
Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux, 823<br />
Santo Amaro – São Paulo/SP – Brasil<br />
CEP 04696-000</p></blockquote>
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		<item>
		<title>Conheça o Rails 3 Upgrade Handbook de Jeremy McAnally</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/RubyInsideBrasil/~3/vpZ7k1CZ5l8/conheca-o-rails-3-upgrade-handbook-de-jeremy-mcanally-3037</link>
		<comments>http://www.rubyinside.com.br/conheca-o-rails-3-upgrade-handbook-de-jeremy-mcanally-3037#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 12:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Rails]]></category>

		<category><![CDATA[Referências]]></category>

		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Livro]]></category>

		<category><![CDATA[Rails3.0]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.railsupgradehandbook.com/?r=rubyinside"><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/03/r3ug.png" alt="r3ug.png" style="float: left; margin-right: 12px; margin-bottom: 12px;" height="136" width="148"/></a>O especialista em Rails Jeremy McAnally (Escolhido como <a href="http://www.rubyinside.com/rubys-top-hitter-in-2008-jeremy-mcanally-1404.html" target="_blank">"Top Hitter" de 2008</a> pelo Ruby Inside) está estudando o Rails 3 há bastante tempo, e gastou boas horas produzindo o <a href="http://www.railsupgradehandbook.com/?r=rubyinside" target="_blank"><b>the Rails 3 Upgrade Handbook</b></a>, um PDF de 119 páginas que custa US$12 (sem DRM!) mostrando como atualizar suas aplicações Rails 2.x para Rails 3.0.</p>
<p><span id="more-3037"></span></p>
<p>Tirando as 6 páginas entre capa e índice, o livro tem 113 páginas de incríveis. Para começar, ele faz uma explicação&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.railsupgradehandbook.com/?r=rubyinside"><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/03/r3ug.png" alt="r3ug.png" style="float: left; margin-right: 12px; margin-bottom: 12px;" height="136" width="148"></a>O especialista em Rails Jeremy McAnally (Escolhido como <a href="http://www.rubyinside.com/rubys-top-hitter-in-2008-jeremy-mcanally-1404.html" target="_blank">"Top Hitter" de 2008</a> pelo Ruby Inside) está estudando o Rails 3 há bastante tempo, e gastou boas horas produzindo o <a href="http://www.railsupgradehandbook.com/?r=rubyinside" target="_blank"><b>the Rails 3 Upgrade Handbook</b></a>, um PDF de 119 páginas que custa US$12 (sem DRM!) mostrando como atualizar suas aplicações Rails 2.x para Rails 3.0.</p>
<p><span id="more-3037"></span></p>
<p>Tirando as 6 páginas entre capa e índice, o livro tem 113 páginas de incríveis. Para começar, ele faz uma explicação geral da jornada do Rails 2 e do Merb até o Rails 3, e depois disso começa a mostrar como  atualizar sua aplicação. Existem alguns posts espalhados cobrindo alguns dos tópicos desse e-book, mas se você quiser um único guia de "como atualizar uma aplicação Rails 2.x para Rails 3.0", sem ter que procurar nada, o <a href="http://www.railsupgradehandbook.com/?r=rubyinside" target="_blank">Rails 3 Upgrade Handbook</a> é a escolha certa.</p>
<p>Quer ter uma idéia de como ele é? Jeremy disponibilizou um <a href="http://www.railsupgradehandbook.com/r3uh-sample.pdf" target="_blank">PDF com algumas páginas de exemplo</a>, mas você pode ver alguns exemplos abaixo. Como pode ver, ele é bem feito:</p>
<p><center></p>
<p><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/03/rug1.png" alt="rug1.png" height="376" width="480"></p>
<p><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/03/rug2.png" alt="rug2.png" height="374" width="480"></p>
<p></center></p>
<p>Mas por US$ 12? Parece que todo mundo só quer saber de vendar as coisas hoje em dia... Jeremy entrou em contato com Peter Cooper, editor do Ruby Inside internacional, uma semana antes de publicar o e-book, perguntando sobre o preço que deveria praticar. A princípio ele estava pensando em vendê-lo por volta de US$ 20, mas foi sugerido que ele baixasse o preço - não porque não <i>vale</i> US$ 20, mas porque ele é tão útil que todos deveriam achar que vale a pena comprá-lo, e por fim ele decidiu por um preço ainda menor do que o sugerido.</p>
<p>Se você está interessado no Rails 3 e tem experiência com o Rails 2, <a href="http://www.railsupgradehandbook.com/?r=rubyinside" target="_blank"><b>o livro é uma pechincha por US$ 12</b></a> - certamente ele poupará US$ 20 de tempo perdido procurando informações na <a href="http://guides.rails.info/3_0_release_notes.html">documentação</a> e em 1001 blogs <img src='http://www.rubyinside.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Mas se você <i>realmente</i> quer arrancar cada centavo de valor do trabalho do Jeremy, você pode baixar o <a href="http://humblelittlerubybook.com/book/" target="_blank">Humble Little Ruby Book</a> escrito por ele. É gratuito, pode ser lido online ou como PDF, e é uma excelente introdução ao Ruby, perfeito para você recomendar a seus colegas, filhos ou pra quem mais você quise. Se alguém tem o direito de vender seus produtos de vez em quando, esse alguém é ele!</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/RubyInsideBrasil/~4/vpZ7k1CZ5l8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Screencast de Vim para desenvolvedores Rails</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/RubyInsideBrasil/~3/vUrfQm9NYlA/screencast-de-vim-para-desenvolvedores-rails-3033</link>
		<comments>http://www.rubyinside.com.br/screencast-de-vim-para-desenvolvedores-rails-3033#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 12:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>

		<category><![CDATA[Rails]]></category>

		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Screencasts]]></category>

		<category><![CDATA[Vim]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rubyinside.com.br/?p=3033</guid>
		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/03/vimforrails.png" alt="vimforrails.png" style="border: 1px solid rgb(0, 0, 0); float: left; margin-right: 12px; margin-bottom: 12px;" height="105" width="175"/><a href="http://www.codeulatescreencasts.com/products/vim-for-rails-developers" target="_blank">Usando o Vim como uma IDE para Rails</a> é um screencast profissional feito por Ben Orenstein que mostra como você pode usar o <a href="http://www.vim.org/" target="_blank">Vim</a> (um editor de texto open source bastante popular) como um tipo de IDE para Rails. Ele custa US$ 9 e tem aproximadamente  37 minutos. Pedimos uma cópia para testar com a promessa de publicar uma avaliação.</p>
<p><span id="more-3033"></span></p>
<h3>Pontos positivos</h3>
<p>Ben fez um ótimo trabalho na produção desse screencast, sendo uma introdução interessante à alguns&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/03/vimforrails.png" alt="vimforrails.png" style="border: 1px solid rgb(0, 0, 0); float: left; margin-right: 12px; margin-bottom: 12px;" height="105" width="175"><a href="http://www.codeulatescreencasts.com/products/vim-for-rails-developers" target="_blank">Usando o Vim como uma IDE para Rails</a> é um screencast profissional feito por Ben Orenstein que mostra como você pode usar o <a href="http://www.vim.org/" target="_blank">Vim</a> (um editor de texto open source bastante popular) como um tipo de IDE para Rails. Ele custa US$ 9 e tem aproximadamente  37 minutos. Pedimos uma cópia para testar com a promessa de publicar uma avaliação.</p>
<p><span id="more-3033"></span></p>
<h3>Pontos positivos</h3>
<p>Ben fez um ótimo trabalho na produção desse screencast, sendo uma introdução interessante à alguns plugins específicos para Rails, como o <a href="http://rails.vim.tpope.net/" target="_blank">Rails.vim</a>, criado por Tim Pope, e o <a href="http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=2540" target="_blank">Snipmate</a>, criado por Michael Sanders, um conjnto de snippets parecidos com os do TextMate para o Vim. E, obviamente, vocë pode testar ambos gratuitamente, sem ver o screencast.</p>
<h3>Pontos negativos</h3>
<p>Parece que esse é o primeiro screencast profissional feito pelo Ben, e a falta de experiência aparece em alguns pontos. Ele não se esforça para explicar o básico do Vim, se concentrando em mostrar os atalhos específicos do Rails para quem já conhece bem o Vim. Se você não conhece o Vim ou não passa do <code>:q!</code>, esse screencast não é para você.</p>
<p>Dada a necessidade de familiaridade com o vim, é estranho o fato de Ben passar os primeiros 5 minutos enfatizando a importância do operador ser capaz de digitar rapidamente e dando dicas de como aumentar a sua velocidade de digitação.</p>
<h3>Há mais pontos positivos do que negativos</h3>
<p>Porém, depois que ele começa a falar das coisas específicas do Vim para Rails, vemos que seu estilo combina com o formato de screencast. A qualidade do som é boa ele explica de maneira clara. Ele evita termos técnicos desnecessários e suas demonstrações são relevantes e concisas. Ele mostra como navegar rapidamente em um projeto Rails dentro o Vim e também mostra com utilizar os snippets à la TextMate, como fazer pesquisas dentro do projeto e comentários em várias linhas.</p>
<p>No fim, ele vale mais do que US$ 9, desde que você esteja familiarizado com o vim e queria uma ajudinha para se tornar um "power user" com Rails. Além disso, US$ 9 é apenas uma fração do custo do TextMate.</p>
<h3>A entrevista</h3>
<p>Fizemos algumas perguntas à Ben, para saber o que o levou a fazer o screencast e o porque do seu interesse pelo Vim:</p>
<p><b>Por que você recomendaria o vim em relação ao TextMate, por exemplo, para desenvolvedores Rails?</b></p>
<blockquote>
<p>Bom, você é neurótico por eficiência? O TextMate é um excelente produto, mas tenho certeza que editores do estilo do Vim sejam muito mais rápidos e facilitem mais o desenvolvimento.</p>
<p>Acho que o TextMate tem algumas funcionalidades muito boas, como o localizador de arquivos com Cmd+t e snippets, mas eles já foram portados para o vim. Você pode replicar as funcionalidade do Cmd+t instalando o fuzzyfinder_textmate, e eu mostro como usar snippets à la TextMate no screencast.</p>
</blockquote>
<p><b>Qual o seu histórico com editores de texto, particularmente com desenvolvimento para Ruby/Rails?</b></p>
<blockquote>
<p>Um amigo o recomendou logo que comecei, e tive a sorte de aprendê-lo e usá-lo desde o início. Fiquei impressionado pelo modo como ele foi projetado para velocidade: as tarefas mais comuns podem ser feitas de maneira incrivelmente rápida, normalmente precisando apertar apenas uma tecla. Depois de um ano, comecei a fazer vários programas em Common Lisp, e para essa tarefa Emacs é o único editor que vale a pena pensar em usar, então passei a usá-lo. Era impressionante como foi difícil esse processo, e escrevi o artigo Switching Editors is Just as Hard as Switching Languages sobre minha tentativa. Eu amava o modo como podia customizar o Emacs, mas sentia saudades da eficiência do vim.</p>
<p>Por fim, comecei a trabalhar com Rails profissionalmente full-time, e voltei para o vim. Adoraria poder fazer scripts para vim em elisp, como no Emacs, mas tirando isso não poderia estar mais feliz com um editor.</p>
</blockquote>
<p><b>Algum conselho final?</b></p>
<blockquote>
<p>Acho que é de importancia vital para as pessoas customizar seus editores e refinar constantemente essas mudanças para que elas possam trabalhar cada vez mais rápido. Se mudar de editor de texto por uma semana não é o fim do mundo pra você, quer dizer que você não está gastando tempo suficiente ajustando seu ambiente. Particularmente, eu guardo toda minha configuração do vim configuration (e todos meus outros arquivos de configuração) em um repositório git. Cada máquina que utilizo tem exatamente o mesmo ambiente customizado, e sou muito mais produtivo com ele.</p>
<p>O screencast é uma coletânea dos plugins e técnicas que adicionei ao meu repertório ao longo do tempo.</p>
</blockquote>
<p>O screencast do Ben pode ser encontrado <a href="http://www.codeulatescreencasts.com/products/vim-for-rails-developers" target="_blank">aqui.</a></p>
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		<item>
		<title>Criando uma classe para trabalhar com números bem feita</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/RubyInsideBrasil/~3/s36g156QKv4/criando-uma-classe-para-trabalhar-com-numeros-bem-feita-3025</link>
		<comments>http://www.rubyinside.com.br/criando-uma-classe-para-trabalhar-com-numeros-bem-feita-3025#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 13:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Interessante]]></category>

		<category><![CDATA[Referências]]></category>

		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[Avançado]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/02/somenums.png" alt="somenums.png" style="border: 1px solid rgb(0, 0, 0); float: left; margin-right: 12px; margin-bottom: 12px;" height="121" width="117"/>
</p><p>Robert Klemme, escreveu um artigo no blog <a href="http://www.rubyinside.com.br/ruby-best-practices-o-melhor-novo-blog-sobre-ruby-deste-ano-1495" target="_blank">Ruby Best Practices</a> com um tutorial sobre o <a href="http://blog.rubybestpractices.com/posts/rklemme/019-Complete_Numeric_Class.html" target="_blank"><b>processo de construir uma nova classe numérica a partir do zero em Ruby</b></a> - analisando todas pegadinhas e necessidades da tarefa, que é bem mais difícil e complexa do que você pode imaginar!</p>
<p>Robert decide criar uma classe <code>HexNum</code> para representar números inteiros que podem ser mostrados como números hexadecimais. Existe uma série de coisas a se levar em consideração&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/02/somenums.png" alt="somenums.png" style="border: 1px solid rgb(0, 0, 0); float: left; margin-right: 12px; margin-bottom: 12px;" height="121" width="117">
<p>Robert Klemme, escreveu um artigo no blog <a href="http://www.rubyinside.com.br/ruby-best-practices-o-melhor-novo-blog-sobre-ruby-deste-ano-1495" target="_blank">Ruby Best Practices</a> com um tutorial sobre o <a href="http://blog.rubybestpractices.com/posts/rklemme/019-Complete_Numeric_Class.html" target="_blank"><b>processo de construir uma nova classe numérica a partir do zero em Ruby</b></a> - analisando todas pegadinhas e necessidades da tarefa, que é bem mais difícil e complexa do que você pode imaginar!</p>
<p>Robert decide criar uma classe <code>HexNum</code> para representar números inteiros que podem ser mostrados como números hexadecimais. Existe uma série de coisas a se levar em consideração ao se fazer conversões entre os tipos numéricos existentes e essa nova classe <code>HexNum</code>, conversões <em>para</em> outros tipos, suportar métodos de comparação padrão e overloading de funções.</p>
<p>Todos os pontos acima são tratados nesse artigo, com a alta qualidade que o blog RBP vêm mostrando até o momento. Esse artigo em particular deve ser bastante interessante para qualquer rubista que goste de ir à fundo no código, ou seja, não é um artigo para iniciantes <img src='http://www.rubyinside.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/RubyInsideBrasil/~4/s36g156QKv4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rubyinside.com.br/criando-uma-classe-para-trabalhar-com-numeros-bem-feita-3025/feed</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>Como o Ruby gerencia memória e faz garbage collection</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/RubyInsideBrasil/~3/RXpwbZ6-W0g/como-o-ruby-gerencia-memoria-e-faz-garbage-collection-3018</link>
		<comments>http://www.rubyinside.com.br/como-o-ruby-gerencia-memoria-e-faz-garbage-collection-3018#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 13:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>

		<category><![CDATA[Interessante]]></category>

		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[GarbageCollector]]></category>

		<category><![CDATA[Memória]]></category>

		<category><![CDATA[Memprof]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rubyinside.com.br/?p=3018</guid>
		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/02/garbage.jpg" alt="garbage.jpg" style="border: 1px solid rgb(0, 0, 0); float: left; margin-right: 12px; margin-bottom: 12px;" height="103" width="106"/><a href="http://timetobleed.com/garbage-collection-slides-from-la-ruby-conference/" target="_blank">Garbage Collection and the Ruby Heap</a> é uma apresentação feita por Joe Damato e Aman Gupta no último LA Ruby Conference. Por enquanto temos apenas os slides, 70 ao todo, mas eles são bastante detalhados e quase servem como um pequeno e-book sobre o sistema de garbage collection do Ruby.</p>
<p>Joe e Aman comparam o gerenciamento de memória em C com o do Ruby e mostram as diferenças entre o stack e o heap. Uma vez que utiliza garbage collection,&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/02/garbage.jpg" alt="garbage.jpg" style="border: 1px solid rgb(0, 0, 0); float: left; margin-right: 12px; margin-bottom: 12px;" height="103" width="106"><a href="http://timetobleed.com/garbage-collection-slides-from-la-ruby-conference/" target="_blank">Garbage Collection and the Ruby Heap</a> é uma apresentação feita por Joe Damato e Aman Gupta no último LA Ruby Conference. Por enquanto temos apenas os slides, 70 ao todo, mas eles são bastante detalhados e quase servem como um pequeno e-book sobre o sistema de garbage collection do Ruby.</p>
<p>Joe e Aman comparam o gerenciamento de memória em C com o do Ruby e mostram as diferenças entre o stack e o heap. Uma vez que utiliza garbage collection, o Ruby segue o caminho fácil, colocando tudo no heap e a apresentação mostra como o MRI (o Ruby 1.8 do Matz) faz isso, e também mostra como os objetos são gerenciados dentro em memória, incluindo os structs em C.</p>
<p><center><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/02/cvsruby.png" alt="cvsruby" title="cvsruby" width="386" height="288" class="aligncenter size-full wp-image-3019" /></center></p>
<p>O sistema de garbage collection do MRI não é muito otimizado, embora o Ruby Enterprise Edition da Phusion tenha feito alguns ajustes, e a apresentação mostra a viabilidade de se utilizar outros sistemas de garbage collection. Como sempre, os problemas aparecem na compatibilidade com as extensões nativas.</p>
<p>Eles fecham a apresentação com um interessante tutorial de como utilizar o <a href="http://github.com/ice799/memprof" target="_blank">memprof</a> (um profiler de memória para Ruby) para debugar um vazamento de memória no <a href="http://www.rubyinside.com.br/rails-30-beta-36-links-e-artigos-para-voce-comecar-2947" target="_blank">Rails 3.</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/RubyInsideBrasil/~4/RXpwbZ6-W0g" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<feedburner:origLink>http://www.rubyinside.com.br/como-o-ruby-gerencia-memoria-e-faz-garbage-collection-3018</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Disponibilizados 5 capítulos do livro Ruby Best Practices da O’Reilly de graça!</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/RubyInsideBrasil/~3/d2H4OWlqH4A/disponibilizados-5-capitulos-do-livro-ruby-best-practices-da-o%e2%80%99reilly-de-graca-3010</link>
		<comments>http://www.rubyinside.com.br/disponibilizados-5-capitulos-do-livro-ruby-best-practices-da-o%e2%80%99reilly-de-graca-3010#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 17:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rosa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bibliotecas]]></category>

		<category><![CDATA[Referências]]></category>

		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[GregoryBrown]]></category>

		<category><![CDATA[Livro]]></category>

		<category><![CDATA[OReilly]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rubyinside.com.br/?p=3010</guid>
		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/02/rbp.png" alt="rbp.png" style="float: left; margin-right: 12px; margin-bottom: 12px;" height="111" width="125"/>O livro <a href="http://rubybestpractices.com/" target="_blank">Ruby Best Practices</a> (em inglês) escrito por Gregory Brown e publicado pela O'Reilly, traz uma análise do "Ruby way" de fazer as coisas, e mais especificamente, porque rubistas costumam escrever código dessa maneira. É um livro muito interessante, e <a href="http://www.rubyinside.com/ruby-best-practices-gregory-brown-interview-1332.html" target="_blank">o analisámos e entrevistamos o autor</a> há pouco mais de um ano.</p>
<p>Gregory sempre quis poder publicá-lo com a licença Creative Commons e a O'Reilly foi bacana e permitiu que ele o fizesse, disponibilizando um&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.rubyinside.com.br/wp-content/uploads/2010/02/rbp.png" alt="rbp.png" style="float: left; margin-right: 12px; margin-bottom: 12px;" height="111" width="125">O livro <a href="http://rubybestpractices.com/" target="_blank">Ruby Best Practices</a> (em inglês) escrito por Gregory Brown e publicado pela O'Reilly, traz uma análise do "Ruby way" de fazer as coisas, e mais especificamente, porque rubistas costumam escrever código dessa maneira. É um livro muito interessante, e <a href="http://www.rubyinside.com/ruby-best-practices-gregory-brown-interview-1332.html" target="_blank">o analisámos e entrevistamos o autor</a> há pouco mais de um ano.</p>
<p>Gregory sempre quis poder publicá-lo com a licença Creative Commons e a O'Reilly foi bacana e permitiu que ele o fizesse, disponibilizando um capítulo por vez. Até o momento, <a href="http://github.com/sandal/rbp-book/tree/gh-pages/pdfs/" target="_blank">foram disponibilizados os 5 primeiros capítulos</a> para download no GitHub (em formato PDF). Mais especificamente:</p>
<ul>
<li>Capítulo 1 - <a href="http://github.com/sandal/rbp-book/raw/gh-pages/pdfs/ch01.pdf" target="_blank">Escrevendo código baseado em testes</a></li>
<li>Capítulo 2 - <a href="http://github.com/sandal/rbp-book/raw/gh-pages/pdfs/ch02.pdf" target="_blank">Criando APIs lindas</a></li>
<li>Capítulo 3 - <a href="http://github.com/sandal/rbp-book/raw/gh-pages/pdfs/ch03.pdf" target="_blank">Dominando as técnicas de programação dinâmica</a></li>
<li>Capítulo 4 - <a href="http://github.com/sandal/rbp-book/raw/gh-pages/pdfs/ch04.pdf" target="_blank">Processamento de texto e gerenciamento de arquivos</a></li>
<li>Capítulo 5 - <a href="http://github.com/sandal/rbp-book/raw/gh-pages/pdfs/ch05.pdf" target="_blank">Técnicas de programação funcional</a></li>
</ul>
<p>Porém, não só baixar e pronto não. Se você ler esses capítulos, Gregory implora para que você os comente e dê conselhos ou insights <a href="http://blog.rubybestpractices.com/" target="_blank">através dos posts relevantes no blog Ruby Best Practices</a>, e ele também sugere que, se você <em>realmente</em> gostou do livro, compre uma cópia, ação que irá, no mínimo, ajudar a covencer a O'Reilly que esse modelo de publicação é funciona. <a href="http://blog.rubybestpractices.com/posts/gregory/015-rbp-ch1.html" target="_blank">Segundo Gregory</a> o livro ainda não cobriu nem a o adiantamento que ele recebeu (como assim!?), o que torna essa compra mais importante ainda.</p>
<p>Para comprar uma cópia, <a href="http://oreilly.com/catalog/9780596523008/index.html" target="_blank">vá até o site da O'Reilly para comprar cópias impressas ou e-book</a> ou à sua loja preferida (provavelmente, a Amazon.com será a opção mais barata).</p>
<p>Parabéns ao Gregory e à O'Reilly pela iniciativa.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/RubyInsideBrasil/~4/d2H4OWlqH4A" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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