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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150</atom:id><lastBuildDate>Wed, 11 Nov 2009 22:14:38 +0000</lastBuildDate><title>Roseli Abrão</title><description /><link>http://roseliabrao.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (horahnews)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>173</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/RoseliAbrao" type="application/rss+xml" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-2595894987397860736</guid><pubDate>Thu, 12 Nov 2009 02:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-11T20:14:38.162-02:00</atom:updated><title>Alvaro e Beto reafirmam compromisso de unidade</title><description>O prefeito de Curitiba, Beto Richa, e o senador Alvaro Dias reafirmaram terça-feira, em Brasília, o compromisso de acatar o resultado das pesquisas de opinião pública que serão realizadas no início do ano que vem para definir o candidato do PSDB à sucessão do governador Roberto Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Reafirmamos o compromisso de unidade, disse o senador Alvaro Dias a este horaH.&lt;br /&gt;Segundo Alvaro, até porque ele não tem pressa, ao contrário de Richa, que tem que ter um “período de transição”, a data da realização das pesquisas será definida pelo prefeito.&lt;br /&gt;Isso significa que as pesquisas terão que ser realizadas entre janeiro e março já que o prazo fatal para a renúncia é o dia 2 de abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Temos que respeitar o tempo dele, disse o senador, que não quis comentar declarações recentes do líder da bancada tucana na Assembléia Legislativa, deputado Ademar Traiano, que disse que 90% do PSDB quer a candidatura de Beto Richa ao governo do Estado.&lt;br /&gt;Segundo Alvaro, Traiano é livre para dar opiniões e tem todo direito de manifestar sua preferência, “mas há uma definição do partido que o candidato será escolhido através de pesquisas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Isso é definitivo, não há como especular, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nova blogueira&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A secretária de Ciência e Tecnologia, Lygia Pupatto, que colocou seu nome à disposição do PT para disputar o governo do Estado, também está lançando um blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nele, destaca a possibilidade de o partido lançar três mulheres às eleições majoritárias do ano que vem: a ministra Dilma Roussef à Presidência da República; Gleisi Hoffmann ao Senado e ela, Lygia, ao governo do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ela, este seria um fato inédito na política do Paraná e serviria “para que outras mulheres também participem da vida pública”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pré-candidata petista destaca pesquisa realizada pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que atesta que o Brasil ocupa o 142º lugar no ranking mundial de participação feminina na política, perdendo, inclusive, para o Iraque e o Afeganistão e também para Angola e Moçambique, países de língua portuguesa na África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;No primeiro turno&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O deputado paranaense Dr. Rosinha se entusiasma com a candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, à sucessão do presidente Lula a ponto de afirmar que a petista pode vencer já no primeiro turno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rosinha se apega a mais recente pesquisa da Vox Populi, que aponta uma redução de oito pontos percentuais entre o governador de São Paulo, José Serra, e a ministra Dilma Roussef.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Julgamento adiado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O Tribunal Regional Eleitoral adiou para a próxima quarta-feira, dia 18, o julgamento da ação que pede a cassação do mandato do deputado estadual Mário Roque, do PMDB.&lt;br /&gt;A ação é do segundo suplente do PSB, Wilson Quinteiro, que com base na resolução do tribunal Superior Eleitoral, argumenta que Roque perdeu o direito de assumir o mandato por ter trocado de partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Repúdio a ...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A Comissão de Direitos Humanos propôs, mas o plenário da Câmara Municipal de Curitiba adiou por dez sessões a votação de uma moção de repúdio e protesto à visita do presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, ao Brasil, no dia 23 de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vereador Algaci Túlio, do PMDB, justificou a moção como sendo um pensamento do povo brasileiro de rejeição a vinda de Ahmadinejad ao país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O adiamento se deu a pedido da vereadora Josete, do partido do presidente Lula, mas quando voltar à pauta Ahmadinejad já estará de volta ao seu país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;... Ahmadinejad&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mas o repúdio à visita do presidente do Irã do Brasil vem também de Brasília.&lt;br /&gt;O deputado paranaense Rodrigo Rocha Loures, do PMDB, disse que “o momento da visita de Ahmadinejad é&amp;nbsp;inconveniente, inoportuna e indesejada”.&amp;nbsp;Segundo Rocha Loures, há um&amp;nbsp;movimento no Congresso Nacional para desaconselhar o iraniano de visitar o&lt;br /&gt;parlamento nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O símbolo máximo e a casa da democracia brasileira não podem servir de palco para entreter o preconceito, a intolerância e o&amp;nbsp;obscurantismo, disse o deputado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-2595894987397860736?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/11/alvaro-e-beto-reafirmam-compromisso-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-2271839791605800769</guid><pubDate>Wed, 11 Nov 2009 03:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-10T23:46:01.336-02:00</atom:updated><title>Beto é franco favorito em Campo Largo</title><description>O prefeito de Curitiba, Beto Richa, abre em Campo Largo, município da Grande Curitiba, uma vantagem de quase 30 pontos sobre o senador Osmar Dias na disputa pelo governo do Estado, no ano que vem. Pesquisa feita pelo Instituto Paraná Pesquisa entre os dias 5 e 8 de novembro, ouvindo 693 eleitores, mostra que se as eleições fossem hoje Beto ganharia com 55,84% dos votos contra 26,12% de Osmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números de Campo Largo não diferem de outras pesquisas já realizadas em municípios da Região Metropolitana de Curitiba. O prefeito Beto Richa ganharia de Osmar e de Alvaro. Se a disputa fosse entre os irmãos Dias, a vantagem seria do senador tucano Alvaro Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Paraná Pesquisa está incluindo mais dois nomes na disputa pelo governo do Estado: do advogado Lineu Tomás, do PSC; e do ex-prefeito de Londrina, Nedson Micheletti, do PT (até agora o nome petista era do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é só em relação ao governo do Estado que os números se repetem. Para a Presidência da República a liderança é do governador de São Paulo, José Serra, do PSDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Senado a preferência é pelas candidaturas do governador Roberto Requião e da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, mas o tucano Gustavo Fruet está chegando perto. O deputado já lidera a segunda opção ao Senado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cenário I&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beto Richa (PSDB) – 43,43%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvaro Dias (PSDB) – 25,40%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osmar Dias (PDT) – 16,88%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orlando Pessuti (PMDB) – 4,47%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lineu Tomas (PSC) – 0,14%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melo Viana (PV) – 0,14%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nedson Micheletti (PT) – 0,14%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabe – 5,19%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum – 4,18%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cenário II&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beto Richa – 55,84%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osmar Dias – 26,12%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orlando Pessuti – 5,34%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nedson Micheletti – 0,43%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melo Viana – 0,29%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lineu Tomás – 0,14%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabe – 6,20%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum – 5,63%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cenário III&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvaro Dias – 44,30%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osmar Dias – 32,18%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orlando Pessuti – 6,20%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melo Viana – 0,87%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nedson Micheletti – 0,43%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lineu Tomás – 0,29%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabe – 8,08%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum – 7,65%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cenário IV&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beto Richa – 51,23%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvaro Dias – 31,46%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orlando Pessuti – 5,48%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nedson Micheletti – 0,43%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melo Viana – 0,29%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lineu Tomás – 0,14%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabe – 5,77%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum – 5,19%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Presidência da República&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Serra (PSDB) – 46,46%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma Roussef (PT) – 14,29%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciro Gomes (PSB) – 12,12%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heloisa Helena (Psol) – 7,94%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marina Silva (PV) – 3,75%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabe – 7,79%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum – 7,65%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Senado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Requião (PSDB) – 57%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gleisi Hoffmann (PT) – 36,51%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gustavo Fruet (PSDB) – 34,49%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Barros (PP) – 9,52%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abelardo Lupion (DEM) – 4,04%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Elísio (DEM) – 2,02%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alfredo Kaefer  (PSDB) – 1,88%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabe – 7,65%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum – 6,35%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Primeiro voto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Requião – 45,89%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gleisi Hoffmann – 21,07%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gustavo Fruet – 13,71%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Barros – 3,03%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abelardo Lupion – 1,15%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alfredo Kaefer – 0,72%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Elísio – 0,43%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Segundo voto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gustavo Fruet – 20,78%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gleisi Hoffmann – 15,44%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Requião – 11,11%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Barros – 6,49%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abelardo Lupion – 2,89%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Elísio – 1,59%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alfredo Kaefer – 1,15%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Lula &amp;amp; Requião&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo do presidente Lula tem a aprovação de 79% dos eleitores de Campo Largo (17,32% desaprovam), enquanto o governo de Roberto Requião é aprovado por 72,15% dos eleitores (24,10% desaprovam).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Eleições/2.010&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O PMDB realiza nesta quarta-feira uma reunião de presidentes de diretórios dos municípios da Região Metropolitana de Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pauta, uma ação conjunta visando as eleições do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reunião será às 19 horas, na sede do Diretório Regional, na Vicente Machado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Encontro nacional&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O presidente do PMDB do Paraná, deputado Waldyr Pugliesi, está intensificando a convocatória de lideranças nacionais do partido para o encontro nacional que será realizado no dia 21 de novembro em Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intenção é, segundo o deputado, “começar pelo Paraná a formatação de um programa nacional de governo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Não vamos discutir se o PMDB terá candidatura própria para a sucessão do presidente Lula. Vamos debater um programa de governo. Com um programa de governo teremos embasamento para decidir pela candidatura própria ou por uma composição em 2010, disse Pugliesi.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-2271839791605800769?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/11/beto-e-franco-favorito-em-campo-largo.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-8755190444935167754</guid><pubDate>Tue, 10 Nov 2009 02:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-09T18:06:29.611-02:00</atom:updated><title>Beto é (quase) unanimidade no PSDB</title><description>Não dá para dizer que o prefeito Beto Richa é o candidato do PSDB à sucessão do governador Roberto Requião porque ainda não passou pela convenção, mas esta é a vontade de 90% da base do partido. A afirmação é do líder da bancada tucana na Assembléia Legislativa, deputado Ademar Traiano, e é corroborada pelo deputado federal tucano Alfredo Kaefer que, em visita a Assembléia Legislativa, disse que hoje o clima no interior é muito mais “propicio” para Beto do que para os senadores Alvaro e Osmar Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Kaefer, que é de Cascavel, Beto Richa já é um candidato forte na principal base do senador Osmar Dias, que são as regiões Oeste e Sudoeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o tucano, desde que o prefeito de Curitiba assumiu sua condição de pré-candidato, vem diminuindo a diferença com o senador pedetista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Há alguns meses a diferença entre Osmar e Beto era muito grande, mas a cada semana encurta a distância, assegura Kaefer, que testemunha que a forma de Beto Richa administrar Curitiba está “contagiando” a população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto Traiano como Kaefer defendem que Beto e Osmar estejam no mesmo palanque nas eleições do ano que vem, mas esta aliança só será possível se o senador pedetista desistir de sua candidatura ao governo e concorrer ao Senado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- A candidatura do PSDB ao governo é irreversível, garantem os dois deputados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Beto com Lula&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O prefeito de Curitiba, Beto Richa, será recebido, nesta terça-feira, em Brasília, pelo presidente Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na oportunidade assinam um Protocolo de Cooperação Federativa, que trará recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social para obras em Curitiba, em programa inserido no PAC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os recursos serão de R$ 10,2 milhões, incluindo contrapartida da Prefeitura, e beneficiarão 830 famílias das vilas Bela Vista da Ordem, Beira Rio e Parolin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro Marcio Fortes, das Cidades, também assina o protocolo, em evento no Palácio do Itamaraty, às 15h30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela manhã, Richa e Marcio Fortes participam de reunião com os ministros do Esporte, Orlando Silva, e do Planejamento, Paulo Bernardo, para discussão de investimentos para ações e projetos para a Copa do Mundo de 2014.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Na praia de Osmar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Quando esteve em Campo Mourão, na última sexta-feira, além de fazer palestra a estudantes de Direito, o prefeito Beto Richa fez uma visita à Coamo  e foi recebido pelo seu presidente, José Aroldo Galacine.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o deputado Ademar Traiano, Richa e Galacine “trocaram figurinhas” por mais de uma hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conversa passou pelos rumos da economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Em banho-maria&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Os pedetistas paranaenses vão levar a aliança com o PT em banho-maria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos é esta a impressão do líder da bancada do PT na Assembléia Legislativa, deputado Péricles de Melo, que participou da reunião entre as executivas dos dois partidos na manhã desta segunda-feira para discutir as eleições do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Péricles, os pedetistas argumentaram que será “muito difícil” consolidar esta aliança neste momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que isso, o PDT deixou claro que quer todos os partidos da base de apoio do governo lula – o que inclui – o PMDB no apoio à candidatura do senador Osmar Dias.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PT não está órfão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O PT admite abrir mão de disputar a sucessão do governador Roberto Requião em favor de uma aliança com o senador Osmar Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, segundo Péricles de Melo, até para mostrar que não está “órfão” o partido lançou dois nomes para a disputa, caso a aliança não se viabilize – do ex-prefeito de Londrina, Nedson Micheletti, e da secretária de Ciência e Tecnologia, Ligia Pupatto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Requião quer entrar no jogo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista à revista “Carta Capital”, o governador Roberto Requião fala das eleições do ano que vem, defende a candidatura própria do PMDB, e se habilita a concorrer. Mas não só isso, reafirma sua condição de “lulista”, mas não perdoa os petistas paranaenses que buscam uma aliança com o senador Osmar Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, na íntegra, a entrevista concedida ao jornalista Sérgio Lírio, da “Carta Capital”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Difícil medir até que ponto a aproximação do PT com um seu velho adversário, o senador, Osmar Dias, tem pesado nas criticas recentes do governador paranaense Roberto Requião ao pré-compromisso firmado entre o PMDB e o Palácio do Planalto para as eleições de 2010. Fato é que Requião, “lulista” segundo suas próprias palavras, há muito defende uma candidatura presidencial peemedebista. Inclusive postulou, sem sucesso, sua indicação nas disputas de 2002 e 2006. Á época, como agora, o partido preferiu atrelar-se a outras legendas. Segundo o governador, o PMDB tem condições de oferecer um projeto alternativo de desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA CAPITAL: Peemedebista do Sul defendem a candidatura do senhor a presidência. O senhor toparia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Requião: Caso todo o partido tomasse essa decisão, seria uma honra. Já postulei a indicação duas vezes e fui derrotado nas duas ocasiões, pois o PMDB preferiu apoiar outras candidaturas. Mas esse debate interno não me torna diferente. Quero deixar claro que sou e continuo lulista. Acho que o governo Lula trouxe avanços inegáveis na área social. Distribui renda, reduziu as desigualdades. Mas fez uma aliança como grande capital. O Brasil passou a ser administração de forma objetiva pelo Banco Central. Não há ninguém capaz, com esta estrutura, de formular e aplicar um plano de desenvolvimento, uma política trabalhista, um programa agrícola. Continuamos subordinados ao Consenso de Washington, mesmo neste momento em que o mundo assiste á falência do neoliberalismo. Acredito que a adoção de políticas sociais sólidas é um primeiro passo, a preparação para a retomada do desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CC: O senhor se declara lulista, mas é contra o pré-compromisso eleitoral firmado entre lideranças do PMDB e o Planalto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião: As pessoas podem jantar juntas, se reunir. Mas, no caso, os representantes do PMDB tinham apenas o direito de escolher a sobremesa, no máximo. Não podiam submeter o partido a um compromisso não discutido internamente. Veja, não sou contra um acordo com o PT, apesar do comportamento deles aqui no Paraná (os petistas costuram apoio ao senador Osmar Dias, do PDT, adversário de Requião). É um acerto que só tem um objetivo aqui, abrir uma vaga para o senado a um nome do PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CC: O que um candidato do PMDB poderia oferecer de diferente no atual cenário de polarização entre o PT e o PSDB?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião: Um projeto de país. O que somos e o que pretendemos ser? Um mercado para o desfrute dos outros ou uma nação para os nossos? Existe alguma diferença essencial entre o empreendimento colonial açucareiro que os portugueses montaram no nordeste brasileiro e o nosso papel de produtores de commodities hoje? mais ainda que diferença isso fez quando os holandeses se apossaram dos engenhos e passaram a comandar o processo de produção? Isso alterou em um átomo a realidade de vida dos brasileiros? Um candidato do PMDB faria a diferença ao apresentar proposta de um projeto nacional, desvinculado dos interesses do capital financeiro, das grandes corporações transnacionais, desse capitalismo pantagruélico, devorador de vidas, de energia, de sonhos, de dignidade. Se vejo no meio de tal polarização PT-PSDB o Henrique Meirelles e toda aquela gente do Banco Central, não percebo qualquer divergência. Ao contrário, vejo um traço de união. Estabilidade, preservar os fundamentos macroeconômicos ..que os diferencia? Onde a polarização? São notáveis os avanços que o Presidente Lula impulsionou. No entanto, não podemos ficar presos ao papel de produtores de grãos e minérios para a exportação. Chegou a hora da construção de um projeto nacional que consolide a inclusão de milhões de brasileiros que o presidente Lula trouxe á mesa. Do contrário, logo, logo estarão de novo disputando restos. Pior ainda: vejo gente defender, sem qualquer constrangimento, a diminuição das ações de inclusão e de solidariedade, argumentando que “essa gente já comeu o que basta “e é hora de “cuidar do Brasil”. Quer dizer, retomar as privatizações, desregulamentar as relações trabalhistas, e aquela “modernização” todas dos anos FHC. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CC: Caso não tenha candidatura própria, o senhor acha possível PMDB seguir unido e torno de uma candidatura de outro partido, da ministra Dilma, por exemplo? Ou será como sempre tem sido: parte da legenda apóia e parte faz oposição?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião: A unidade dessa federação de interesses que é o PMDB em torno de uma candidatura parece-me um tanto quanto difícil. Na verdade, já está rachado. Como você disse, “será como sempre tem sido”. Ainda assim acredito que a maior parte dos diretórios estaduais irá com a ministra Dilma, caso naufrague a ideia de candidatura própria. Da parte das bases do partido não há dúvidas ou divisões: a opção é pela candidatura própria. Talvez porque as bases tenham mais o sentimento de partido que a cúpula dirigente, sempre á disposição de acordos, de acertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CC: Que avanços o governo Lula não fez e que precisam ser feitos pelo próximo presidente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião: Quem ousaria negar avanços do governo Lula na área social? Quem ousaria negar a ele o grande mérito de ter trazido ao convívio da civilização, da modernidade, da contemporaneidade, dezenas de milhões de brasileiros? Pessoas com um prato de comida á mesa, apresentadas a um pedaço de carne, com dentes, com luz e água encanada em suas casas, calçadas, vestidas, lendo e escrevendo, freqüentando uma faculdade, morando com certa decência. Como negar esse extraordinário trabalho de inclusão? Foi tão significante esse avanço que tem gente torcendo o nariz, com saudade do cativeiro, disfarçando todo o preconceito de classe com aqueles surrados argumentos de sempre, aquelas histórias de ensinar a pescar em vez de dar o peixe. Depois de 500 anos, os pobres aproximaram-se da mesa e eles querem enxotá-los. Para que essa conquista se consolide e não haja retrocesso, temos de avançar com um projeto de nação, desvinculado dos interesses do mercado financeiro, do grande capital. Precisamos entender que o nosso destino se opõe, diverge em essência da globalização neoliberal. Precisamos entender que as políticas sociais hoje vigentes têm vida curta, um vôo de gafinha, sem mudanças estruturais que redirecione o País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CC: Seria, para recorrer a uma imagem cara ao governador mineiro, Aécio Neves, um programa pós-Lula?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião: Não. Essa ideia do pós-Lula é um disfarce do antitulismo. O que os tucanos querem é voltar ao que havia antes a predominância do Banco Central sem as políticas sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CC: O Lula tenta fazer de 2010 uma disputa plebiscitária...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião: Com o Ciro Gomes, a Marina Silva e a Heloisa Helena na parada não será possível. O Lula não poderá dizer, por exemplo, que o Ciro, com enormes serviços prestadores a seu governo, virou de repente um antipetista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CC: O que o senhor acha da candidatura Ciro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião: Ela embaralharia o cenário. Faria o Serra baixar de 30%, o que provavelmente levaria o governador de São Paulo a desistir da disputa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-8755190444935167754?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/11/beto-e-quase-unanimidade-no-psdb.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-2117074485652693038</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2009 08:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-06T09:57:43.586-02:00</atom:updated><title>Pressão dos deputados pode determinar as alianças</title><description>A pressão dos deputados estaduais e federais que estão em busca da reeleição pode determinar as alianças ao governo do Estado nas eleições do ano que vem. A avaliação é do diretor-presidente do Instituto Paraná Pesquisa, Murilo Hidalgo, que não tem dúvidas que os parlamentares vão exigir um palanque&amp;nbsp;forte capaz de ajudá-los nas urnas de 3 de outubro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O fator legislativo vai pesar na formação das alianças, diz Murilo Hidalgo, que destaca que o coeficiente eleitoral será de cerca de 100 mil votos para deputado estadual e de cerca 200 mil votos para deputado federal. Sem um candidato forte ao governo, que puxe votos, será difícil para os partidos repetirem as bancadas que têm hoje na Assembléia Legislativa e na Câmara Federal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo é o PMDB, que tem 18 deputados estaduais e oito deputados federais. Multiplicando o coeficiente eleitoral pelo númeromero atual de deputados seriam necessários 1,8 milhão de votos para eleger uma bancada de 18 à Assembléia Legislativa e de 1,6 milhão de votos para repetir uma bancada de oito à Câmara Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação de Murilo Hidalgo, se o vice-governador Orlando Pessuti não virar o ano com percentual acima de 10% nas pesquisas de opinião pública sua candidatura se tornará inviável e os deputados peemedebistas vão pressionar o partido para uma aliança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mais viável, acredita, é com o PSDB do prefeito Beto Richa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é só no PMDB que isso pode acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No PT também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para não ver sua bancada mingar tanto na Assembléia Legislativa como na Câmara Federal terá que fazer uma aliança e nada melhor do que ter um candidato forte ao governo, como o senador Osmar Dias, para obter sucesso nas urnas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A dinâmica da política.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há um ano ninguém apostaria numa aproximação entre PT e PDT e entre PMDB e PSDB, o que é uma realidade hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se imaginava era que o PDT estaria com o PSDB e o PMDB com o PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Hoje o que se vê é o prefeito Beto Richa e o senador Osmar Dias percorrendo caminhos distintos, que pode culminar numa disputa no ano que vem. Isto mostra como a política é dinâmica, diz Murilo Hidalgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reaproximação administrativa entre o governador Roberto Requião e o prefeito Beto Richa é, na avaliação de Hidalgo, um passo em direção a aliança entre PMDB e PSDB; da mesma forma a retomada das negociações entre PT e PDT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Com que vai ganhar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Alguns democratas ainda acreditam que é possível reunir o prefeito de Curitiba, Beto Richa, e o senador Osmar Dias na disputa do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas caso isso não seja possível, o DEM estará no palanque daquele "que irá ganhar", garante o deputado Durval Amaral.O deputado não quis abrir o jogo, mas assegurou que "nós nunca erramos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Movimento contra o "acórdão"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O presidente do PMDB de Curitiba, Doático Santos, acredita que encontro que o partido realizará no dia 21 de novembro pode ser o inicio de um movimento nacional contra o "acórdão" firmado pelas cúpulas peemedebista e petista visando as eleições presidenciais do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doático, que foi incumbido de convidar os presidentes de diretórios das Capitais, avalia que se a base do PMDB se unir tem condições de derrubar este acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na linha do governador Roberto Requião, defende que o partido elabore um plano de governo para o país e a partir daí defina se tercandidato próprio ou fará aliança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Mas se elaborarmos um plano de governo teremos condições de lançar candidato próprio, consagrando, assim, o segundo turno, diz Doático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apenas administrativo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Doático Santos não acredita que a reaproximação administrativa entre o governo do Estado e a prefeitura de Curitiba evolua para uma aliança eleitoral entre PMDB e PSDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Em termos administrativos essa reaproximação é importante, mas partidariamente nós temos candidato ao governo, disse o dirigente peemedebista, que afirma que depois de oito anos de governo Requião "não tem sentido" o PMDB deixar de ter candidato próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pregão eletrônico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Tribunal de Contas do Paraná determinou que as compras de bens e serviços comuns decorrentes de transferências de recursos voluntários da União e do Estado, os convênios, devem ser licitadas por pregão eletrônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão está baseada na Lei Estadual 15.117/06, além do Decreto Federal 5.554/05.A decisão atinge de frente a prática corrente, em muitos municípios, de adotar o pregão presencial como regra nas licitações, o que afastaria potenciais concorrentes da disputa, uma vez que exclui a possibilidade de participação de licitantes via internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na adoção da determinação, o TC seguiu o entendimento do Tribunal de Contas da União.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Entre aspas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;"Só não me machucou mais porque o Requião amortizou a minha queda". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frase do deputado Nereu Moura, que estava no palanque que desabou em Paiçandu. O deputado levou quatro pontos na cabeça e sofreu escoriações nos braços e pernas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-2117074485652693038?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/11/pressao-dos-deputados-pode-determinar.html</link><author>noreply@blogger.com (Redação)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-241528306397241705</guid><pubDate>Thu, 05 Nov 2009 02:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-04T21:31:51.618-02:00</atom:updated><title>Requião e Beto numa boa</title><description>O rompimento entre o governador Roberto Requião e o prefeito Beto Richa por conta da campanha de 2.006 são águas passadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos administrativamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de o governador perdoar a dívida da Cidade Industrial de Curitiba, no valor de 403 milhões de reais (esta divida tornava a prefeitura de Curitiba sem capacidade de endividamento para contrair novos empréstimos), o prefeito Beto Richa vai encaminhar à Câmara Municipal uma mensagem pedindo autorização para que o município possa emprestar 60 milhões de reais da Agência de Fomento do governo do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses recursos são os mesmos que Requião cortou quando Beto apoiou o senador Osmar Dias no segundo turno daquela eleição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, Richa volta a pleitear os recursos e pretende investi-los, entre outras, em obras do Anel Viário, do Laboratório Municipal, na Unidade de Saúde do Jardim Aliança e em dois centros de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A retomada do relacionamento administrativo pode evoluir para o político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos é o que esperam – e torcem – alguns deputados peemedebistas, que trabalham no sentido de viabilizar uma aliança entre PMDB e PSDB às eleições do ano que vem em apoio a candidatura de Richa à sucessão de Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta aliança não é vista com bons olhos pelo presidente do PSDB paranaense, deputado Valdir Rossoni, que, no entanto, assegura que, ao contrário de 2.006, “não vai trabalhar contra”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Não vou me insurgir. Vou ser um magistrado, o que a maioria decidir eu aceito, disse Rossoni aos jornalistas, nesta quarta-feira, na Assembléia Legislativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para recordar: em 2.006, Rossoni, que queria que o PSDB fizesse uma aliança com o senador Osmar Dias, conseguiu junto a cúpula nacional tucana a anulação da convenção que aprovou a indicação do então deputado Hermas Brandão como candidato a vice na chapa de Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pinta de candidato&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Se alguém ainda tem dúvidas sobre a (pré) candidatura do prefeito de Curitiba, Beto Richa, à sucessão do governador Roberto Requião basta acessar seu novo site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos destaques do site é o encontro estadual do PSDB, realizado em setembro no Madalosso, “que pede Beto governador”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Encontro esvaziado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Sem os dois principais personagens – o senador Osmar Dias e a presidente do PT paranaense, Gleisi Hoffmann, o encontro da próxima segunda-feira entre as executivas do PT e do PDT ficará esvaziado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem o presidente do PDT, deputado Augustinho Zucchi, está seguro do que será discutido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto é assim que pretende ter uma conversa com Osmar “para combinar a pauta”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PSDB recepciona novos tucanos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O PSDB reúne seu diretório regional na próxima segunda-feira para recepcionar seus novos filiados, entre eles o senador Flávio Arns e o deputado Mauro Moraes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo seu presidente, Valdir Rossoni, “será uma festa”, com a presença do prefeito Beto Richa, do senador Alvaro Dias e de todos os deputados estaduais e federais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encontro será às 10 horas, na sede do partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Plataforma do candidato?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O jornalista Mauro Santayana, do Jornal do Brasil, vê no recente artigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso uma plataforma de candidato à sucessão do presidente Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citando “atentos observadores”, o jornalista afirma que se “suspeita” que por detrás da indecisão do PSDB em escolher entre o governador de São Paulo e o governador de Minas, haja manobra do próprio Fernando Henrique, talvez com a aquiescência de Serra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante do impasse entre Aécio e Serra, e do provável crescimento da candidatura de Ciro e – quem sabe? – da própria Dilma, a saída seria a ida de alguns próceres do PSDB e de outras agremiações ao escritório político do ex-presidente, instalado com doações de empresários, no final de seu governo. Ali, apelariam para o patriotismo paulista de sua excelência, a fim de recuperar o poder, avalia Santayana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Processo arquivado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A Justiça Eleitoral do Paraná arquivou nesta quarta-feira o processo do Partido Verde contra o vereador curitibano Professor Galdino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PV expulsou Galdino, que hoje está no PSDB, acusando-o de ter feito “caixa dois” na campanha eleitoral e até de assédio sexual. A versão do vereador é que o PV o expulsou depois de ter exonerado dois funcionários indicados pelo partido para o seu gabinete, “que eram pagos pela Câmara de Curitiba, mas prestavam serviços para o PV”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Novos municípios&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Nelson Justus, que participa nesta sexta-feira, em Florianópolis, do VII Encontro do Colegiado dos Presidentes das Assembléias Legislativas, está confiante na aprovação, no Congresso Nacional, da PEC que dá autonomia para os Estados para criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas alerta que é preciso cautela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Existem vários Brasis. No Pará, por exemplo, têm que ser criados porque existem distritos que distam 300 quilômetros da sede do município. É outra realidade. Mas aqui, se não agirmos com muito cuidados estaremos dividindo a miséria, disse o deputado, que reconheceu que num passado recente “se criou a bangu novos municípios no Paraná”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-241528306397241705?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/11/requiao-e-beto-numa-boa.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-6576085425124921237</guid><pubDate>Wed, 04 Nov 2009 02:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-03T18:30:53.703-02:00</atom:updated><title>Para Iatauro, PT terá “prejuízos incalculáveis” se lançar candidato próprio</title><description>O chefe da Casa Civil, Rafael Iatauro, está prevendo “prejuízos incalculáveis” para o PT, inclusive para a candidatura da ministra Dilma Roussef, caso o partido decida romper com o PMDB e lançar candidato próprio à sucessão do governador Roberto Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu blog, Iatauro vê fragilidade nos dois nomes que se dispõe a liderar a chapa petista – a secretária de Ciência e Tecnologia, Lygia Pupatto e o ex-prefeito de Londrina, Nedson Micheletti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Qualquer dos nomes disponíveis para a disputa da sucessão estadual vão derrubar os votos de legenda tanto para a Câmara Federal e para a Assembléia Legislativa, reduzindo suas bancadas, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que Iatauro não reconheça que Nedson e Pupatto sejam “nomes respeitáveis, competentes”, mas não tem “qualquer densidade eleitoral”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não são apenas os candidatos às eleições proporcionais que sofrerão prejuízos, avalia o chefe da Casa Civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Também vai sobrar para a Gleisi Hoffmann, candidata ao Senado, que, a cada dia, aparece nas pesquisas com reais chances de conquistar uma vaga, mas que poderá ser prejudicada. Sem um nome forte na chapa ao governo do Estado, sofrerá a rejeição dos paranaenses ao Partido dos Trabalhadores, alertou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Iatauro a candidatura própria do PT não passa de uma “aventura” que pode custar “muito caro” ao partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sobra até para Dilma&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;“O chefe da Casa Civil avalia que “na esteira desta decisão haverá considerável perda para a candidatura de Dilma Rousseff que, já em posição sofrível na preferência dos paranaenses”“&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, Dilma “contabilizará estragos em sua votação no Paraná,” uma vez que seu que seu palanque no Estado “se resumirá ao PT”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Osmar, uma incógnita&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Rafael Iatauro não se limita a avaliar as decisões do PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai além e diz que a “indecisão do senador Osmar Dias em assumir definitivamente a sua candidatura ao governo do Estado é a grande incógnita nos meios políticos paranaenses”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Corre a versão, cada vez mais difundida, que Osmar estaria inclinado a disputar a reeleição ao Senado. É que sem o apoio do Partido dos Trabalhadores suas chances se reduzem, pois teria pouco tempo no horário eleitoral, a classe rural não engoliu o namoro com o PT e as pesquisas indicam um crescimento constante e firme nas intenções de voto para Beto Richa, analisou Iatauro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Bom para Beto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Caso o PT decida mesmo ter candidato próprio estará provocando uma “divisão nos votos de esquerda”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste caso, segundo Iatauro, quem leva vantagem é o prefeito Beto Richa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iatauro elogiou a postura de Beto que, disse, não está “hostilizando” o governador Roberto Requião, preferindo seguir sua “caminhada pelo interior reunindo-se com lideranças locais, propondo seu projeto de governo do Paraná”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dirceu defende aliança com PMDB&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O ex-ministro José Dirceu voltou a defender uma aliança do PT com o PMDB no Paraná, considerando “precipitadas” as declarações de lideranças petistas em favor do senador Osmar Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também em seu blog, o ex-ministro disse que o governador Roberto Requião “tem liderança, não apoia Serra, pode fechar com Dilma, mas quer uma discussão que passe pelos governadores e pelos Estados, por um programa e por compromissos de governo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Como vemos, cabe ao PT e à nossa pré-candidata entrar em campo e disputar os apoios estaduais que dependem, também, das alianças e palanques com o PMDB. A começar pelo Paraná, onde estamos pagando pelas declarações precipitadas pró-senador Osmar Dias de dirigentes e parlamentares, sem levar em consideração a liderança de Requião, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pela candidatura própria&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Se depender da enquete feita pelo PMDB nacional em seu site oficial, o partido lança candidato próprio à sucessão do presidente Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado da votação mostrou que 41,16% são pela candidatura própria; 39,90% defendem uma aliança com o PT; 13,29% querem aliança com o PSDB; e 5,65% preferem que o partido libere as bases para apoiar a quem quiserem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pura maldade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;-- Eles se reuniram no dia dos mortos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunta feita por um deputado peemedebista ao saber do encontro, na terça-feira, entre a cúpula do PT e o senador Osmar Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Voltam a conversar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, avaliou como uma conversa rotineira o encontro com o senador Osmar Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conclusão da reunião foi marcar um encontro entre as executivas do PT e do PDT para o próximo dia 9.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista a uma emissora de rádio, Gleisi disse que a nota oficial divulgada após a reunião do partido no último final de semana não foi um “ultimato” a Osmar, mas reafirmou que, assim como os demais, o PT também tem a sua dinâmica e não pode ficar à espera de decisões de outros partidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PMDB avalia nota&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A executiva do PMDB paranaense se reúne na manhã desta quarta-feira para decidir se lança ou não nota rebatendo a do PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns peemedebistas defendem que o partido faça um desagravo ao governador Roberto Requião e ao líder de seu governo, Luiz Cláudio Romanelli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consideram que, ao defenderem o deputado Professor Lemos, os petistas “atacaram” Requião e Romanelli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente estadual do partido, deputado Waldyr Pugliesi, não quis entrar no mérito da nota do PT, mas afirmou que “houve oportunismo de muita gente, inclusive de petistas, que surfaram na frase do governador Roberto Requião” que fez analogia entre o câncer de mana em homens e as paradas gays.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Em defesa do PMDB&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O deputado Mauro Moraes foi à tribuna da Assembléia Legislativa para listar oito nomes (sete deputados federais e um senador) que deixaram o PMDB e que não sofreram retaliação, mantendo seus mandatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moraes leu, inclusive, uma nota assinada pelo presidente nacional, Michel Temer, em resposta a uma matéria da revista “Veja”, reafirmando que o partido não iria reivindicar o mandato dos “infiéis”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado, que agora está no PSDB, vê na atitude do PMDB paranaense, que já foi à Justiça Eleitoral pedindo seu mandato, “uma grave discriminação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do PMDB, Waldyr Pugliesi, reafirmou que, “aqui, o partido fará de tudo para não ser usurpado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os parlamentares que deixaram o PMDB são os deputados federais Carlos Alberto Canuto (PSC), Geraldo Pudin (PR), Laerte Bessa (PSC), Rita Camata (PSDB) e Zequinha Marinho (PSC); e o senador Mão Santa (PSC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Serraglio, aliado de Mauro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A nota à revista “Veja” está disponível no site do PMDB desde o dia 2 de agosto, mas foi o deputado federal Osmar Serraglio quem a encaminhou, via e-mail, a Mauro Moraes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Entre aspas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;“Não sei se são lernistas, mas certamente são richistas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frase do presidente do PMDB, Waldyr Pugliesi, ao ser questionado sobre a declaração do governador Roberto Requião, na semana passada, quando disse que a candidatura do vice-governador Orlando Pessuti sofre resistências por parte da ala lernista do partido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-6576085425124921237?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/11/para-iatauro-pt-tera-prejuizos.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-1941700067859584428</guid><pubDate>Fri, 30 Oct 2009 17:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-30T15:31:56.483-02:00</atom:updated><title>Beto, Requião e Serra lideram pesquisa em S. José dos Pinhais</title><description>Mais uma pesquisa de intenção de votos num município da Grande Curitiba mostra a preferência do eleitor pelas candidaturas do prefeito Beto Richa ao governo do Estado; do governador Roberto Requião ao Senado; e do governador de São Paulo, José Serra, à Presidência da República. Pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisa em São José dos Pinhais mostra que se as eleições fossem hoje, o prefeito Beto Richa bateria o senador Osmar Dias por 57,81% dos votos contra 21,64%.  Num cenário onde os irmãos Dias se enfrentariam, a dianteira seria do tucano Alvaro Dias, que teria 43,58% dos votos contra 30,63% de Osmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num cenário com todos os pré-candidatos, Beto teria 48,62% contra 21,64% de Alvaro Dias e 14,13% de Osmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Senado, a liderança é do governador Roberto Requião, que seria eleito com 47,73% dos votos. Gleisi Hoffmann ficaria com a segunda vaga, com 41,40% dos votos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governador José Serra é o preferido dos eleitores de São José dos Pinhais para suceder o presidente Lula. Teria 48,12% dos votos contra 13,24% da ministra Dilma Roussef.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 27 de outubro ouvindo 1.012 eleitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Primeiro cenário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beto Richa (PSDB) – 48,62%&lt;br /&gt;Alvaro Dias (PSDB) – 21,64%&lt;br /&gt;Osmar Dias (PDT) – 14,13%&lt;br /&gt;Orlando Pessuti (PMDB) – 3,95%&lt;br /&gt;Paulo Bernardo (PT) – 0,69%&lt;br /&gt;Melo Viana (PV) – 0,59%&lt;br /&gt;Não sabe – 5,34%&lt;br /&gt;Nenhum – 4,84%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Segundo cenário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beto Richa – 57,81%&lt;br /&gt;Osmar Dias – 21,64%&lt;br /&gt;Orlando Pessuti – 4,84%&lt;br /&gt;Paulo Bernardo – 0,89%&lt;br /&gt;Melo Viana – 0,69%&lt;br /&gt;Não sabe – 7,11%&lt;br /&gt;Nenhum – 6,82%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Terceiro cenário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvaro Dias – 43,58%&lt;br /&gt;Osmar Dias – 30,63%&lt;br /&gt;Orlando Pessuti – 6,62%&lt;br /&gt;Melo Viana – 1,48%&lt;br /&gt;Paulo Bernardo – 1,19%&lt;br /&gt;Não sabe – 8,70%&lt;br /&gt;Nenhum – 7,57%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quarto cenário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beto Richa – 55.93%&lt;br /&gt;Alvaro Dias – 26,19%&lt;br /&gt;Orlando Pessuti – 5,14%&lt;br /&gt;Paulo Bernardo – 0,79%&lt;br /&gt;Melo Viana – 0,69%&lt;br /&gt;Não sabe – 5,83%&lt;br /&gt;Nenhum – 5,24%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Senado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Requião (PMDB) – 47,73%&lt;br /&gt;Gleisi Hoffmann (PT) – 41,40%&lt;br /&gt;Gustavo Fruet (PSDB) – 30,63%&lt;br /&gt;Ricardo Barros (PP) – 12,55%&lt;br /&gt;Abelardo Lupion (DEM) – 4,64%&lt;br /&gt;Alfredo Kaefer (PSDB) – 2,17%&lt;br /&gt;João Elisio Ferraz de Campos (DEM) – 2,08%&lt;br /&gt;Não sabe – 8,70%&lt;br /&gt;Nenhum – 7,71%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Primeiro voto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Requião  - 36,96%&lt;br /&gt;Gleisi Hoffmann – 24,51%&lt;br /&gt;Gustavo Fruet – 15,22%&lt;br /&gt;Ricardo Barros – 4,74%&lt;br /&gt;Abelardo Lupion – 1,19%&lt;br /&gt;Alfredo Kaefer – 0,59%&lt;br /&gt;João Elisio – 0,40%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Segundo voto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gleisi Hoffmann – 16,90%&lt;br /&gt;Gustavo Fruet – 15,42%&lt;br /&gt;Roberto Requião – 10,77%&lt;br /&gt;Ricardo Barros – 7,81%&lt;br /&gt;Abelardo Lupion – 3,46%&lt;br /&gt;João Elisio – 1,68%&lt;br /&gt;Alfredo Kaefer – 1,58%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Presidência da República&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Serra (PSDB) – 48,62%&lt;br /&gt;Dilma Roussef (PT) – 13,24%&lt;br /&gt;Ciro Gomes (PSB) – 11,66%&lt;br /&gt;Heloisa Helena (Psol) – 7,21%&lt;br /&gt;Marina Silva (PV) – 5,14%&lt;br /&gt;Não sabe – 7,71%&lt;br /&gt;Nenhum – 6,42%&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-1941700067859584428?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/10/beto-requiao-e-serra-lideram-pesquisa.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-6582994400024309757</guid><pubDate>Fri, 30 Oct 2009 02:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-29T17:51:52.332-02:00</atom:updated><title>Requião diz que com Pessuti o Paraná “não vai regredir”</title><description>O governador Roberto Requião deixará o governo do Estado no inicio de abril do ano que vem para concorrer ao Senado com uma preocupação: que o seu sucessor, a ser eleito em outubro, não permita que o Estado regrida. Para ele, só há um candidato capaz de dar continuidade à “uma administração profissional, competente, mantendo as políticas sociais”. É o vice-governador Orlando Pessuti, que deve ser o candidato do PMDB à sua sucessão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Sem a menor sombra de dúvida (sua administração) é a melhor do país, do ponto de vista financeiro, do equilíbrio das contas, disse Requião numa longa conversa com jornalistas nesta quinta-feira, antes do encontro promovido pela Unale, na Assembléia Legislativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Requião, Pessuti “tem um aprendizado administrativo de oito anos ao meu lado como vice-governador”, e até por isso, de todos os candidatos que estão no páreo “é disparadamente o melhor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião sempre que fala em Pessuti condiciona sua candidatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz sempre “se ele passar” na convenção. Questionado, o governador admite que seu vice encontra resistência “dos setores ligados ao esquema do Lerner, antigo de desvio de dinheiro público, de benesses, de escândalos passados”. Inclusive no PMDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- No próprio PMDB, o partido não é hermético, é um partido que tem correntes que estão ligadas a outras tendências. Acho muito ruim isto, lamentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Só se PT apoiar o PMDB&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez o governador Roberto Requião descartou a possibilidade – sonhada pelo presidente Lula – de promover no Paraná uma aliança com todos os partidos que integram a base de seu governo, inclusive o PDT do senador Osmar Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Esta possibilidade está descartada, sem nenhuma sombra de dúvida. Não vejo caminho porque o PMDB resolveu que vai ter candidato, então não tem aliança nacional. Agora, ela é possível se a base do PT apoiar o PMDB, disse Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pré-acordo não prevalece&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Requião, que no dia 21 de novembro dará inicio a um movimento nacional contra o pré-acordo entre as cúpulas do PMDB e do PT às eleições do ano que vem, está confiante que ele não prevalece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque não tem nenhuma base legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Num jantar a única coisa que eles podem resolver é qual é a sobremesa que vão comer, não o destino de um partido político. O partido fala pelas suas instâncias oficiais, fala pela sua convenção, disse Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Programa de governo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O encontro do dia 21 de novembro dará inicio, também, a elaboração de um programa de governo e, segundo Requião, a partir dele, o PMDB decidirá se terá candidato próprio às Presidência da República ou se fará uma aliança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Mas em cima de um programa, não de um compromisso de empregos, cargos e benesses. Fica feio isto. Estes acordos sem base programática são feios, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mais que Lula&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ao defender que o PMDB elabore um programa de governo para o país, o governador Roberto Requião disse que ele deve representar “um avanço em relação ao bom governo do Lula”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PMDB faz seu cronograma&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Se depender de Requião, o PMDB não precisa ter pressa na elaboração do programa de governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode, inclusive, ficar pronto, “no dia da convenção”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, este fato não atrasará as negociações para uma tomada de posição (candidatura própria ou aliança) até porque “não são os outros partidos que estabelecem o cronograma do PMDB”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Precatórios (I)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Requião não admitiu que suas conversas com o governador de São Paulo, José Serra, passem pelas eleições do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, tem conversado com Serra e também com o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, mas sobre a medida do Conselho Nacional de Justiça que determina que os presidentes dos Tribunais de Justiça sejam responsáveis pelo pagamento dos precatórios, tomando medidas administrativa em relação aos Estados e até pedindo a intervenção junto ao Supremo Tribunal Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Achei uma verdadeira loucura esta medida. Como se a solução fosse uma intervenção e como se os precatórios não fossem pagos pela vontade dos governadores e não pela falta de dinheiro, disse Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Precatórios (II)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Requião comemorou a decisão da Câmara Federal que na quarta-feira votou um novo projeto que joga por terra a proposta do CNJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o governador, o Paraná é o único Estado brasileiro que não tem este problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dívida do Paraná com precatórios é na faixa de R$ 4,5 bilhões, revelou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Matusalém&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Bem humorado, Requião disse que ao governador de Minas Gerais, Aécio Neves, pediu, também, que reponha a cachaça (Matusalém) que ele sempre lhe manda e que acabou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Falta de humor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Requião creditou à “falta de humor” a repercussão nacional da declaração que fez na “escolinha” do dia 20 sobre câncer de mama nos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- É uma bobagem total, né? Uma coisa tola. Falta de humor, mas a minha intenção foi chamar a atenção para o assunto, disse Requião, no entanto, admite que, em função disso, a campanha desenvolvida pelo governo do Estado se transformou “na mais comentada do país’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o governador, “ela vai funcionar muito melhor e os homens passaram a ter consciência que isto pode também ser uma doença masculina e que a prevenção é importante”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Não perdoou&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Requião não perdoou o deputado petista Professor Lemos, que foi à tribuna da Assembléia Legislativa, na quarta-feira para protestar e dizer que declarações como estas “vão contra todo o esforço que é realizado para acabar com a homofobia no Brasil”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião pegou pesado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Fiquei muito chateado com o que o Lemos fez aqui na Assembleia. Quero pedir desculpas publicamente ao Lemos, não sabia que ele ia ficar tão ofendido. Mas ele tem que entender que eu o respeito, qualquer que seja a sua posição quanto a diversidade sexual. Só recomendo que não tome hormônios femininos e que não faça implante de silicone, que isto é perigoso. A minha intenção não foi ofender o Lemos. Ele não deve se julgar discriminado, ele pode ter a escolha que quiser, nós vamos gostar dele do mesmo jeito. Só recomendo a ele que faça exame do câncer da mama, não use hormônio feminino e não faça implante de silicone, ironizou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Direito de resposta&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Até porque não quer transformar  a “escolinha” num “circo de debate sobre homossexualidade”, Requião não vai dar o direito de resposta pedido pela APPAD – Associação Paranaense da Parada da Diversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- É um direito de pedir, de postular, mas não vejo porque levar para a frente isto. Não tem esta importância toda, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Em defesa das minorias&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Requião destacou que nenhum governo fez tanto pelas minorias como o seu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Ninguém jamais se preocupou tanto com as minorias e com a liberdade do que eu no governo. Desde a prefeitura, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião destacou que sua preocupação, na “escolinha” de terça-feira, foi mesmo o movimento gay, “que está crescendo, e em consequência, cresce o uso de hormônios e de silicone”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- A gente tem que se preocupar com isto sim, por isto a campanha do câncer da mama, defendeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Venezuela &amp;amp; Mercosul&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Requião defendeu a entrada da Venezuela no Mercosul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que são contra – disse – querem, na verdade, reeditar o isolamento de Cuba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- No que deu o isolamento de Cuba? Deu a manutenção de Fidel Castro 40 e poucos anos no poder, a exacerbação do espírito nacionalista contra o isolamento. O isolamento não traz nenhuma vantagem para o Mercosul, para o Brasil e muito menos para a Venezuela. É uma tolice, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião destacou que o governo venezuelano é um bom parceiro para o Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Nós multiplicamos as relações com a Venezuela por mil e quinhentos no nosso comércio. O comércio do Paraná com a Venezuela hoje é importantíssimo, afirmou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-6582994400024309757?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/10/requiao-diz-que-com-pessuti-o-parana.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-6660381694614303145</guid><pubDate>Wed, 28 Oct 2009 23:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-28T21:24:00.260-02:00</atom:updated><title>Quanto antes melhor</title><description>A exemplo do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, o senador paranaense Alvaro Dias também defende que o PSDB defina até dezembro a chapa à sucessão do presidente Lula. É que, segundo Alvaro, em alguns Estados, entre eles o Paraná, as alianças estão “amarradas” à espera da definição nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvaro Dias acredita que o ultimato dado por Aécio (ele disse que lançará sua candidatura ao Senado em janeiro se o PSDB não decidir, até dezembro, quem será o candidato à Presidência da República) forçará o governador de São Paulo, José Serra a antecipar sua decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Não há como discutir as alianças nos Estados antes de definir a questão nacional, disse o senador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do PSDB paranaense, deputado Valdir Rossoni, pensa diferente. Para ele não há pressa nesta definição porque não tem dúvida que a chapa será formada pelos dois governadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Rossoni, o governador de São Paulo, José Serra, está certo em esperar até março porque, assim, “sai do debate menor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- É uma postura inteligente porque na hora em que definir sua candidatura entrará na linha de fogo, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Em março&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma, Rossoni defende que a definição do candidato do PSDB à sucessão do governador Roberto Requião também só aconteça em março.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, segundo ele, a definição do prefeito Beto Richa, se será ou não candidato ao governo, será o ponto de partida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;É prematuro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O senador Alvaro Dias avaliou que de nada adianta definir alianças nos Estados antes da definição do quadro nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- É prematuro, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até por isso concorda com a decisão de seu irmão, Osmar Dias, de paralisar as negociações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fora da CPI&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O PSDB e o DEM decidiram se retirar da CPI da Petrobrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o senador Alvaro Dias, que foi quem propôs a investigação, a oposição não pode compactuar com uma “farsa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se depender de sua proposta, a oposição encaminhará as denúncias ao Ministério Público para que proceda as investigações necessárias, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A saída dos parlamentares de oposição não paralisa a CPI, já que os governistas têm maioria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Eles podem até apresentar um parecer, mas não com nosso aval, disse o senador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Governo impede investigação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Em seu blog, o senador Alvaro Dias  disse que desde o primeiro momento o governo Lula “dominou de forma absoluta a comissão para impedir a investigação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--  Não quer revelação das falcatruas, dos desmandos, das ilicitudes, da corrupção. Quer o acobertamento de todas as irregularidades. Arquivou todos os requerimentos mais conseqüentes, lamentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o senador paranaense, o governo impediu que a oposição tivesse acesso a documentos, informações, relatórios, inquéritos, sindicâncias, contratos, convênios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Com isso impede-nos de superar a primeira etapa para o aprofundamento da investigação, disse Alvaro, que não viu outra saída que não fosse a “radicalização”, ou seja, “denunciar a farsa retirando-nos definitivamente da CPI e encaminhando ao Ministério Público as representações que possibilitem a instauração dos procedimentos necessários para a  investigação judiciária competente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Conselho Político&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O PMDB de Curitiba reconduz nesta quinta-feira o deputado Alexandre Curi à frente de seu Conselho Político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solenidade será às 19 horas, no Hotel Braz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ex-secretário Renato Adur e o deputado federal Marcelo Almeida integram o conselho formado ainda pelos deputados e vereadores com domicílio eleitoral de Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o presidente municipal do partido, Doático Santos, o conselho e partido têm, de imediato, duas tarefas: organizar a campanha de filiação de 10 mil filiados e a organização do encontro das lideranças nacionais e dos presidentes dos diretórios municipais no próximo dia 21 em Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Manter o equilibro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Para o deputado Alexandre Curi a função do conselho político é manter o equilíbrio das forças que compõem &lt;br /&gt;o partido e planejar as ações, com critério, da participação do PMDB nas eleições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- É um trabalho de muita conversa, planejamento e ação. O PMDB não pode se omitir da responsabilidade que tem nas eleições de 2010, principalmente pelo que representa o eleitorado de Curitiba e da região metropolitana. Vamos conversar com diversas lideranças empresariais, políticas e das entidades de classe. Vamos organizar um plano de ação para as eleições, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Vice será candidato&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O PSDB já tem candidato a deputado estadual em Guarapuava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o vice-prefeito Jorge Luiz Massaro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-6660381694614303145?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/10/quanto-antes-melhor.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-7364279133128212932</guid><pubDate>Tue, 27 Oct 2009 23:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-27T21:20:00.279-02:00</atom:updated><title>Serra quer o apoio de Requião</title><description>Enquanto setores do PSDB paranaense torcem o nariz para o PMDB, o principal presidenciável tucano, o governador de São Paulo, José Serra, continua tentando atrair o apoio do governador Roberto Requião às eleições do ano que vem. Segundo deputados com trânsito livre no Palácio das Araucárias, Serra e Requião conversam por telefone pelo menos uma vez por semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interesse de Serra aumentou depois que Requião protestou publicamente contra o pré-acordo assinado na semana passada entre as cúpulas do PT e do PMDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião ironizou o jantar que reuniu as cúpulas dos dois partidos em Brasília. Disse que, num jantar, “a única coisa concreta que ocorre depois de uma comida boa e sobremesa é um arroto”. Que jantar “não é instância de decisão para coisa nenhuma”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião, inclusive, vai liderar um movimento contra este pré-acordo e marcou para o dia 21 de novembro, em Curitiba, uma reunião de peemedebistas que também não aceitam que o partido seja entregue de “mão beijada” para o PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governador tem repetido que antes de mais nada PMDB deveria elaborar um programa de governo e, a partir daí, definir se o partido deve ter candidato próprio ou se faz uma aliança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O receio tucano &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Questionados, alguns tucanos paranaenses preferem não comentar a possibilidade de uma aliança entre PSDB e PMDB no Paraná. Mas não escondem seus receios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não em função das eleições majoritárias, mas das proporcionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os tucanos consideram que a chapa do PMDB, notadamente à Assembléia Legislativa, é  “muito pesada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que, na eventualidade de uma aliança, os candidatos tucanos veriam suas chances de eleição ou reeleição reduzidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Serviríamos de escada para o PMDB, disse um deputado, que preferiu o off. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cardozo e Pessatti lançam chapa &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O secretário-geral do Partido dos Trabalhadores, José Eduardo Cardozo, e o historiador Márcio Pessatti lançam sexta-feira em Curitiba suas candidaturas a presidente nacional e estadual do PT, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois candidatos têm, no Paraná, o apoio do deputado federal Dr. Rosinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ato de lançamento será  às 19 horas, no auditório do hotel Del Rey, na Boca Maldita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escolha dos novos dirigentes petistas será no dia 22 de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todo o país, cerca de 826 mil filiados petistas de 4,6 mil municípios estão aptos a votar.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Um problema do Planeta Terra &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O secretário de Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, abriu sua exposição na audiência pública da Assembléia Legislativa, nesta terça-feira, dizendo que os problemas de segurança pública não são exclusivos do Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que “é um assunto que toma conta do Planeta Terra”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto é assim – disse o secretário – que 70% da mídia nacional e internacional estão concentradas na segurança pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- É um problema da humanidade que se agravou principalmente nos últimos 15 anos e por uma série de causas. No Brasil não é diferente nem no Paraná, disse Delazari.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário reconheceu que os problemas são grandes e as dificuldades também, mas garantiu que a polícia do Paraná trabalha “dia e noite” no combate a criminalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- A polícia não para, não descansa. Enfrenta esses problemas, disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Só noticia ruim&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Delazari lamentou que apenas as “noticias ruins” sejam destacadas pela mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconheceu, no entanto, que “as noticias ruins têm potencial de divulgação muito maior”, mas não deixou de lamentar que a mídia não dê “o mesmo espaço para divulgar boas ações”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Meu garoto  &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;“A despeito das declarações beligerantes de Roberto Requião (PMDB) sobre a perspectiva de aliança com o PT, José Dirceu viajou ao Paraná para encontro com o governador. Em pauta, o projeto de seu filho, Zeca Dirceu, de saltar da Prefeitura de Cruzeiro do Oeste para uma cadeira de deputado federal”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota da coluna “Painel” desta terça-feira, na Folha de S. Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Romanelli &amp;amp; Requião&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O deputado Luiz Claudio Romanelli, do PMDB, integra a comitiva do governador Roberto Requião que, nesta sexta-feira, inaugura bibliotecas cidadãs em Sapopema e em Guapirama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Sapopema, Requião entrega ainda uma clínica da mulher e da criança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Stephanes vetado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O PMDB de Curitiba reinstala nesta quinta-feira o conselho político do partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado Alexandre Curi será  reconduzido a presidência do conselho formado pelos deputados estaduais, deputados federais e vereadores com domicílio eleitoral em Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só um parlamentar ficará  de fora do conselho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o deputado Stephanes Júnior, que ingressou com uma ação contra a reeleição de Doático Santos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Entre aspas&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;“A democracia não protege os que dormem. Ele está há vinte dias falando da convenção. Sabia da convenção. Todos os procedimentos legais foram feitos. Ele deveria entrar no PMDB, assim entenderia como é o funcionamento de tudo. Ele não conhece o PMDB".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frase do presidente reeleito do PMDB de Curitiba, Doático Santos, a respeito da tentativa do deputado Stephanes Júnior de anular a convenção realizada no último sábado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-7364279133128212932?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/10/serra-quer-o-apoio-de-requiao.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-5663104147577651941</guid><pubDate>Tue, 27 Oct 2009 02:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-26T18:08:07.631-02:00</atom:updated><title>Em Araucária, Beto e Alvaro ganham de Osmar</title><description>Mais um município da Grande Curitiba demonstra preferência pela candidatura do prefeito Beto Richa à sucessão do governador Roberto Requião. Pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisa, realizada entre os dias 16 e 20 de outubro, ouvindo 805 eleitores, mostra que Richa venceria o senador Osmar Dias com mais do que o dobro de votos – 59,50% contra 23,45%. O senador pedetista perderia, inclusive, se a disputa fosse contra seu irmão, o senador Alvaro Dias – 40,75% contra 35,90%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na pesquisa espontânea, Beto Richa é o mais citado pelos eleitores (6,71%). O governador Roberto Requião é o segundo (4,48), seguido dos senadores Osmar Dias 3,11%) e Alvaro Duas (1,16%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma pesquisa mostra que o governador Roberto Requião é o candidato preferido ao Senado, com 52,92% de intenções de votos. Se as eleições fossem hoje, a petista Gleisi Hoffmann seria eleita para a segunda vaga do Senado que estará em disputa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os eleitores de Araucária também elegeriam o governador de São Paulo, José Serra, do PSDB, à sucessão do presidente Lula. Serra teria 43,60% dos votos contra 15,65% da petista Dilma Roussef. O deputado Ciro Gomes, do PSB, teria 13,17%; a senadora Maria Silva, do PV, teria 6,34%; e a ex-senadora Heloisa Helena, do Psol, 5,71%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Primeiro cenário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Num cenário com todos os pré-candidatos ao governo do Estado, o prefeito de Curitiba, Beto Richa, do PSDB, teria 49,57% dos votos. O senador Alvaro Dias, do PSDB, teria 21,12%; e o senador Osmar Dias, do PDT, 16,15%. O vice-governador Orlando Pessuti, do PMDB, teria 3,48%; o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, do PT, 0,75%; e Melo Viana, do PV, 0,25%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabem em quem votariam, 4,60%; nenhum dos candidatos, 3,85%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Segundo cenário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Beto Richa – 59,50%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osmar Dias – 23,48%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orlando Pessuti – 3,98%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bernardo – 1,37%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melo Viana – 0,37%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabe – 5,84%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum – 5,09%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Terceiro cenário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvaro Dias – 40,75%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osmar Dias – 35,90%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orlando Pessuti – 6,09%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bernardo – 0,99%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melo Viana – 0,50%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sane – 6,96%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum – 6,96%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quarto cenário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beto Richa – 56,27%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvaro Dias – 27,70%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orlando Pessuti – 4,35%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bernardo – 1,12%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melo Viana – 0,25%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabe – 5,47%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum – 4,60%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Senado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Requião (PMDB) – 52,92%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gleisi Hoffmann (PT) – 38,14%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gustavo Fruet (PSDB) – 34,29%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Barros (PP) – 8,82%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abelardo Lupion (DEM) – 4,10%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alfredo Kaefer (PSDB)  – 1,61%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Elísio (DEM) – 0,75%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sane – 7,45%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum – 6,46%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Presidência&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Serra – 43,60%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma Roussef – 15,65%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciro Gomes – 13,17%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marina Silva – 6,34%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heloisa Helena – 5,71%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabe – 7,45%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum – 8,07%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Lula &amp;amp; Requião&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O governo do presidente Lula é aprovado por  84,22% dos eleitores de Araucária (12,55% desaprovam); enquanto o do governador Roberto Requião é aprovado por 70,68% dos eleitores (24,97% desaprovam).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nada mudou&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O presidente do PDT paranaense, deputado Augustinho Zucchi, garante que as relações entre o senador Osmar Dias e o PT não mudaram com o fato dele ter assinado a CPI que irá investigar o  MST no Congresso Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, não prejudica as negociações porque “é um fato isolado” e não é uma “questão como esta que irá definir uma aliança”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O Osmar fez certo (em assinar) porque não pode submeter um compromisso com seu mandato com a questão eleitoral, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zucchi reafirmou que o senador Osmar Dias “tem uma carreira política consolidada no Estado e não vai mudar seu posicionamento por causa de uma aliança”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, o foco do PDT deixou de ser as alianças e sim a elaboração do plano de governo. Tanto é assim que Osmar estará neste final de semana em Pato Branco e Francisco Beltrão; no dia 6 de novembro no Vale do Ivaí e, no dia 7, em Ponta Grossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PMDB quer mandato de Mauro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A Justiça Eleitoral do Paraná já está analisando a ação impetrada pelo PMDB que pede o mandato do deputado Mauro Moraes, que se filiou ao PSDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até porque o parecer do procurador eleitoral foi desfavorável ao deputado, que pedia justa causa para deixar o PMDB, o presidente estadual, deputado Waldyr Pugliesi, acredita que o partido ganhará esta batalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste caso quem assume é o presidente da Cohapar, Rafael Greca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Não houve acordo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Pugliesi negou que tivesse havido um acordo para preservar o mandato de Moraes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, o que houve foi um compromisso de manter sua legenda para concorrer à reeleição caso permanecesse no PMDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sob condições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que ele não dissentisse das orientações do partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O partido não foi omisso. Está defendendo o mandato, que é seu, não do deputado que tentou surrupiar, disse Pugliesi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Anulação da convenção&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Os deputados Stephanes Junior e Rodrigo Rocha Loures ingressaram com uma ação na Justiça comum pedindo a anulação da convenção do diretório de Curitiba, no último sábado, que reelegeu Doático Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os deputados argumentaram que o estatuto do partido não foi cumprindo já que não havia edital, convocando os filiados para a convenção, em nenhum dos dez cartórios eleitorais de Curitiba nem na Câmara Municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Delazari&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Será nesta terça-feira a audiência pública com o secretário de Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, na Assembléia Legislativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo roteiro estabelecido num acordo de lideranças, Delazari terá ate uma e meia hora para falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada deputado terá cinco minutos para fazer perguntas e, depois da respostas do secretário, dois minutos para réplica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A audiência começará às 14h30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Entre aspas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;“Sempre tem especulação sobre as eleições. Mas Requião é um homem de palavra. Ele disse a Dilma, na minha frente, que a apoiaria”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frase postada pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann, em seu twitter. Ela não diz, mas tem a ver com a declaração de guerra do governador Roberto Requião contra o acordo de cúpula entre PMDB e PT à sucessão presidencial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-5663104147577651941?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/10/em-araucaria-beto-e-alvaro-ganham-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-3772226094574358045</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2009 02:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-22T18:04:17.756-02:00</atom:updated><title>Osmar cancela ato político com aliados</title><description>O senador Osmar Dias dá mais um “nó” na cabeça de muitos políticos paranaenses. Depois de anunciar, pela voz de seu fiel escudeiro, deputado Augustinho Zucchi, que estava paralisando as negociações visando alianças às eleições do ano que vem, decidiu cancelar um ato político que seria realizado no dia 6 de novembro em Curitiba com a presença de dirigentes de partidos simpáticos à sua candidatura à sucessão do governador Roberto Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encontro havia sido agendado em Brasília com o aval do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, principal negociador do PT na busca de uma aliança às eleições do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ato político contaria com a participação, além do PDT e do PT, do PR e do PSC. A intenção era convidar, também, outros partidos que integram a base aliada do governo Lula, como o PMDB, PP e PSB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pedido de Osmar, o presidente do PDT, deputado Augustinho Zucchi, telefonou para a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, para dizer que era “melhor” adiar o encontro, mas sem marcar uma nova data. Segundo fontes petistas, não houve uma explicação dos motivos do cancelamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só para recordar: no inicio da semana o deputado Augustinho Zucchi disse aos jornalistas que fazem a cobertura diária da Assembléia Legislativa que o senador Osmar Dias havia decidido dar um “breque” (o termo foi dele) nas negociações de alianças. Avaliou que “tudo o que se conversou de um ano para cá foi conjecturas, nada se concretizou, foi tudo balela e fuxico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CPI do MST&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A presidente do PT paranaense, Gleisi Hoffmann, lamentou a decisão do senador Osmar Dias de assinar o pedido de uma CPI do MST no Congresso Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até porque não conversou com ele, Gleisi disse que não sabe seus reais motivos. No entanto, disse entender a “situação” do senador, já que é ligado ao agronegócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, ao que tudo indica, este fato não prejudica a busca de uma aliança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Gleisi o PT continua com a disposição de conversar com o PDT e com o PMDB visando as eleições do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os motivos de Osmar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista a rádio CBN, o senador Osmar Dias afirmou que assinou a CPI porque quer saber se houve ou não repasses irregulares para o MST, que, segundo ele, “se transformou em um movimento de invasão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionado se isso não prejudica as conversas com o PT para uma aliança, Osmar disse que não pretende mudar suas convicções políticas para agradar possíveis aliados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- As convicções são minhas. Tenho coerência. É só olhar minha carreira política. quem quiser vir para um projeto comigo terá que aceitar estas convicções. Tenho muito orgulho de ser filho de produtor rural e defender a propriedade, o direito ao emprego e a segurança pública. Quem segue a Constituição não comete nenhum pecado. Esse é o momento de sabermos se os candidatos que estão aí conhecem o Paraná, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Palanque para a oposição&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Coordenador da Frente Parlamentar da Terra, o deputado paranaense Dr. Rosinha, do PT, lamentou que integrantes da base aliada do governo Lula tenha respaldado a CPI do MST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, a instalação de uma CPI “que pretende criminalizar um movimento social internacionalmente reconhecido como o MST só será possível por causa de uma parte da base governista, frágil e sem compromisso com o governo que diz apoiar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rosinha atribuiu a criação da CPI a interesses político-eleitorais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O pedido da CPI é uma mera tentativa de se fazer um palanque eletrônico para a oposição, avaliou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esquerda petista irrita Osmar&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O senador Osmar Dias ficou irritado com as declarações de militantes de esquerda do PT que, na quarta-feira, lançaram em Curitiba um movimento pela candidatura própria do partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E cobrou do deputado André Vargas na viagem de avião de Brasília a Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado petista “acalmou” o senador dizendo que no Paraná a esquerda não representa 1% dos votos, que o Campo Majoritário, que tem mais de 70% dos votos, deve vencer a disputa pela presidência do partido, em novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vargas não quis entrar no mérito da decisão de Osmar de cancelar o encontro do dia 6 de novembro e de assinar a CPI do MST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disse apenas que a semana “não foi boa para a aliança”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Acordo nacional revolta Requião&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Porque é arbitrário, antidemocrático, inadmissível, o governador Roberto Requião&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não aceita o acordo firmado em Brasília pela cúpula do PMDB com o PT em apoio à candidatura da ministra Dilma Roussef à sucessão do presidente Lula. Até por isso promete reagir e o ponto de partida será o encontro já programado para o dia 15 de novembro quando pretende reunir em Curitiba lideranças nacionais peemedebistas que ou apóiam a candidatura própria do partido ou querem uma aliança com o PSDB de José Serra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado Alexandre Curi garante que Requião está “muito bravo” com este acordo, por isso vai iniciar uma dissidência. que, acredita, terá a adesão de todos aqueles que não dos governadores e deputados estaduais do PMDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O acordo pode ter o apoio dos deputados federais e senadores, mas não tem o apoio dos governadores, reportou Curi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um entendimento pessoal&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo”, Requião reafirmou o que disse a jornalistas paranaenses na última segunda-feira ao participar da sessão solene da Assembléia Legislativa que concedeu o titulo de Cidadão Honorário do Paraná ao senador gaucho Pedro Simon. Que não reconhece o compromisso até porque um partido “fala pela sua convenção nacional”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O que houve em Brasília foi um entendimento pessoal, entre dirigentes. Acordos, só se forem em cima de plano de governo, de propostas, de idéias. Do contrário é acerto, troca de favores futuros, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião defende que antes de definir pela candidatura própria ou uma aliança o PMDB elabore um plano de governo para o País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Em primeiro lugar, um programa de governo. O que o PMDB quer para um futuro governo do Brasil. Tendo um programa de governo, nós temos condição de discutir a possibilidade de uma candidatura própria ou de fazer uma coligação se isso não for possível. Sem um programa de governo é um acordo entre pessoas que não abrange nunca o conjunto das forças peemedebistas no Brasil, disse.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-3772226094574358045?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/10/osmar-cancela-ato-politico-com-aliados.html</link><author>noreply@blogger.com (horahnews)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-6496333457743882428</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2009 02:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-21T18:20:53.260-02:00</atom:updated><title>Esquerda do PT rejeita aliança com Osmar, “inimigo dos trabalhadores”</title><description>Eles podem até divergir em relação a aliança com o PMDB em nível nacional, mas convergem na defesa da candidatura própria do PT aos governos estaduais e, no caso especifico do Paraná, são radicalmente contra o apoio à candidatura do senador Osmar Dias, a quem consideram “inimigo da classe trabalhadora”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Representantes da esquerda do PT se reuniram em Curitiba nesta quarta-feira para lançar um manifesto pela candidatura própria do partido porque, como argumentou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valter Pomar, que integra a executiva nacional e que representou no ato Iriny Lopes, candidata à presidência nacional do partido, “vencer em 2010 não significa só eleger Dilma Roussef, mas também governadores”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serge Goulart, que concorre à presidência nacional do PT, disse que o partido “tem a obrigação de romper as alianças com todos os partidos de direita e lançar candidato próprio em todos os Estado”, do contrário será “um festival de degradação do partido”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso do Paraná, disse que o “PT não pode ser humilhado”, o que acontecerá se apoiar o senador Osmar Dias, que é um “inimigo da classe trabalhadora”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goulart repudiou também o pré-acordo assinado em Brasília na noite de terça-feira dizendo que as cúpulas petista e peemedebista jantaram “um banquete de comida estragada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, o PMDB só é aliado do governo Lula quando defende seus “interesses capitalistas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcos Sokol, que também concorre à presidência nacional do PT, afirma que a ministra Dilma Roussef “é a única que pode representar as aspirações da população”, mas sua eleição “não pode ser ao preço de rifar as candidaturas próprias nos Estados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado Tadeu Veneri, que concorre à presidência estadual do PT, não quis entrar no mérito de uma possível aliança com o senador Osmar Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamentou apenas que a cúpula do partido esteja “no caminho inverso da base que quer candidatura própria”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele não há a necessidade alianças para formar um palanque forte para Dilma Roussef no Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Quem vai fazer a campanha de Dilma nos Estados são os petistas. Mais do que o nome o que importa é o programa, o projeto, disse Veneri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Presenças&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Estiveram presentes ao ato, no Plenarinho da Assembléia Legislativa, os candidatos a presidência nacional do PT Serge Goulart e Marcos Skol, os representantes das candidaturas de Geraldo Magela, Calor Lima, e Iriny Lopes, Valter Pomar; os candidatos a presidente do PT paranaense Tadeu Veneri e Alfeu Capellari; e o candidato a presidência do PT de Curitiba, Ulisses Kaniak.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dobrandino rejeita acordo com PT&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O ex-presidente do PMDB paranaense, deputado Dobrandino Gustavo da Silva, foi à tribuna da Assembléia Legislativa nesta quarta-feira para esbravejar contra o pré-acordo assinado entre a cúpula nacional do partido com o PT na noite de terça-feira em Brasília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Quem é o Sarney para levar o PMDB a engrossar a candidatura do PT? questionou o deputado, que disse que o “seu” PMDB não é o PMDB que “pratica o mensalão” que apóia “a roubalheira” do governo Lula, que faz “vistas grossas” às ações do MST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O meu PMDB não é o partido da bandidagem. Eu não sou deste PMDB, enfatizou Dobrandino, que garantiu que fará “de tudo” para impedir esta aliança prometida pela “cúpula, que é a banda podre do partido”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PSDB, plano B do PMDB&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Dobrandino Gustavo da Silva se soma aos peemedebistas que defendem a candidatura própria do partido não só à Presidência da República, mas também à sucessão do governador Roberto Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado, no entanto, admite uma aliança caso a candidatura do vice-governador Orlando Pessuti não se viabilize.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nunca com o PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De preferência com o PSDB do prefeito Beto Richa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;É excludente&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O líder do governo na Assembléia Legislativa, deputado Luiz Cláudio Romanelli, não endossou as criticas feitas ao PT por seu colega de bancada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas avaliou que o acordo assinado em Brasília é “muito ruim”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O PMDB deveria discutir o tema de forma mais abrangente porque desse jeito é excludente, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Decisão de Osmar agrada tucanos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A decisão do senador Osmar Dias de dar um tempo nas negociações de alianças agradou setores do PSDB paranaense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns viram nesta decisão um recuo nas conversas com o PT, o que abre uma brecha para que se volte a sonha com a reedição da aliança que respaldou a campanha de reeleição do prefeito Beto Richa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Na medida em que ele se afasta do PT eu o vejo com mais simpatia, admitiu o presidente do PSDB paranaense, deputado Valdir Rossoni.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o dirigente tucano, “fica mais fácil para a população aceitar uma aliança do grupo que apoiou Richa do que uma aliança do senador Osmar Dias com o PT”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ainda é cedo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Rossoni disse que há tempo o seu partido vem defendendo que as negociações de alianças sejam feitas apenas no ano que vem, até por isso concorda com a decisão de Osmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Ainda é cedo para decisões, afirmou Rossoni, que avalia que o momento será março/abril do ano que vem quando o quadro sucessório estará praticamente definido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-6496333457743882428?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/10/esquerda-do-pt-rejeita-alianca-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-1612099920172703895</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2009 08:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-21T11:35:39.205-02:00</atom:updated><title>Osmar dá um “breque” nas alianças</title><description>Até porque tudo o que se conversou de um ano para cá foi conjecturas, nada se concretizou, foi tudo balela e fuxico, o senador Osmar Dias decidiu dar um “breque” na busca por alianças às eleições do ano que vem. A informação é do presidente do PDT paranaense, deputado Augustinho Zucchi, que disse, no entanto, que o senador continua aberto a conversas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prioridade de Osmar passa a ser, exclusivamente, o “Projeto Paraná”, que tem por objetivo colher sugestões para o plano de governo que pretende apresentar na campanha eleitoral do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o dirigente pedetista, não existe nada de concreto sobre alianças e não apenas em relação à candidatura do senador Osmar Dias. Este é um fato que se repete em relação a todos os pré-candidatos à sucessão do governador Roberto Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão de dar um “breque”, segundo Zucchi, é até para acabar com “essa história de se dizer que se plantou um caminhão de ‘se’ e se colheu 20 de ‘quase”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Proposta indecente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O presidente do PDT, Augustinho Zucchi, refutou as declarações do vice-governador Orlando Pessuti que disse, segunda-feira, que o senador Osmar Dias não precisa, necessariamente, ser candidato ao governo do Estado para subir no palanque da ministra Dilma Roussef.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as opções que Osmar tem à sua disposição, segundo Pessuti, está uma nova campanha ao Senado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Esta alternativa é inviável. Osmar será candidato ao governo, reafirmou Zucchi, que provocou: “Como um cara que tem 40% de intenções de votos vai abrir mão da candidatura?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Aliança possível&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Proposta por proposta, Zucchi sugere que o PMDB suba no palanque de Osmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Garante que estará assegurada ao partido de Pessuti uma vaga na majoritária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, a candidatura do governador Roberto Requião ao Senado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Seria de bom senso, sugere, acrescentando que “a aliança possível é com o Osmar candidato a governador”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Usina de Mauá&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por sete votos contra três a oposição aprovou nesta terça-feira na Comissão de Constituição e Justiça da Assembléia Legislativa o parecer do deputado Reni Pereira, do PSB, que propõe a devolução ao Palácio das Araucárias da mensagem em que o governo pede autorização para a construção da Usina de Mauá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na visão de Pereira, o governo não poderia ter começado a obra sem antes ter autorização da Assembléia Legislativa, ferindo, portanto, o artigo 209 da Constituição do Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder do governo, deputado Luiz Cláudio Romanelli, vai recorrer da decisão da CCJ na própria comissão e depois ao plenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele argumenta que o artigo 209 da Constituição não especifica em que momento a autorização para a construção da usina precisa ser dada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Mérito é com o plenário&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;O deputado Augustinho Zucchi, do PDT, saiu em defesa de Romanelli dizendo que não cabe à CCJ analisar o mérito da questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas a constitucionalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- A Assembléia Legislativa não pode ficar sob esta decisão. Se é uma questão de mérito tem que vir a plenário, defendeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Entre aspas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“Esta noite quando refletia sobre esse título concedido pela Assembleia Legislativa do Paraná, um anjo surgiu no meu sonho e esse anjo me dizia: “Pedro tu és pedra e sobre teu comportamento e teu exemplo, reconstruiremos o velho MDB de guerra”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frase do governador Roberto Requião ao discursar saudando o senador gaúcho Pedro Simon, que na segunda-feira recebeu o título de Cidadão Honorário do Paraná.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-1612099920172703895?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/10/osmar-da-um-breque-nas-aliancas.html</link><author>noreply@blogger.com (Redação)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-8689018251235039063</guid><pubDate>Tue, 20 Oct 2009 02:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-19T18:04:46.312-02:00</atom:updated><title>Se o PSDB quiser, Scalco está à disposição</title><description>O ex-ministro Euclides Scalco não recuou de sua decisão de não mais participar da vida partidária, mas isso não significa que não esteja à disposição do PSDB para dar conselhos. Ao participar da sessão solene da Assembléia Legislativa que concedeu o título de Cidadão Honorário do Paraná ao senador gaúcho Pedro Simon, do PMDB (eles foram colegas de escola em Porto Alegre), Scalco revelou aos jornalistas que vem sendo procurado pelo PSDB nacional para dar “palpites”, o que já não acontece no Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Scalco não quis avaliar o quando estadual nem mesmo opinar sobre a disputa dentro do PSDB paranaense que tem dois pré-candidatos ao governo (o prefeito Beto Richa e o senador Alvaro Dias), mas não se furtou em falar do quadro nacional. Scalco defendeu que o PSDB defina desde já sua chapa – que defende seja pura, com José Serra na cabeça e Aécio Neves como vice – porque está perdendo terreno na corrida presidencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O Lula está com a Dilma a tiracolo a semana inteira e quanto mais (o PSDB)  demorar mais perde, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Scalco a chapa Serra/Aécio é “poderosíssima”, afinal, juntando São Paulo e Minas são mais de 40 milhões de votos. Alia-se a isso o fato de o “Norte mineiro fazer parte do Nordeste”, onde está o maior eleitorado de Lula, atestou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao defender uma decisão urgente do PSDB, o ex-ministro disse que isso não precisa, necessariamente, ferir a legislação eleitoral, como faz o PT que, segundo ele, faz  campanha extemporânea sem que o Ministério Público tome uma atitude assim como os partidos de oposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Scalco, de nada adiante PSDB, DEM e PPS pedirem informações ao Palácio do Planalto sobre a viagem do presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef, na semana passada, ao Vale do São Francisco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Não tem que questionar gastos, mas o fato em si, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Simon critica cúpula nacional do PMDB&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O senador gaúcho Pedro Simon criticou a cúpula nacional do PMDB que, segundo ele, está decidindo a participação nas eleições do ano que vem à revelia do partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O comando está indo à revelia de uma decisão que ela própria tomou, disse Simon, lembrando que a direção nacional havia determinado que o partido fizesse reuniões estaduais para depois, numa convenção nacional, decidir sua participação nas eleições de 2.010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Simon, o PSDB gaúcho já se reuniu e definiu pela candidatura própria e até tirou três nomes que poderiam liderar a chapa do partido à sucessão do presidente Lula – do governador do Paraná, Roberto Requião, do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e do ex-governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Não tem força&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Apesar de o PMDB em seis Estados preferir a candidatura própria – além do Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Goiás e Pernambuco – é difícil vencer a “máquina” do comando nacional que já definiu pelo apoio , segundo Simon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, o PMDB detém sete ministérios, além de presidências de várias estatais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O comando é o comando, tem a máquina, lamenta Simon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Programa antecede candidatura&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O governador Roberto Requião, que participou da sessão solene da Assembléia Legislativa que homenageou Pedro Simon, voltou a defender que antes de definir pela candidatura própria ou uma aliança o PMDB elabore um plano de governo para o País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Em primeiro lugar, um programa de governo. O que o PMDB quer para um futuro governo do Brasil. Tendo um programa de governo, nós temos condição de discutir a possibilidade de uma candidatura própria ou de fazer uma coligação se isso não for possível, disse o governador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Requião, sem um programa de governo seria “um acordo entre pessoas que não abrangeria nunca o conjunto das forças peemedebistas no Brasil”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião pretende promover, no dia 15 de novembro, um encontro nacional do PMDB em Curitiba para começar a discutir a elaboração de um programa de governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Lulista, mas...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mesmo ressaltando que é um “lulista”, Requião fez críticas ao governo federal ao defender que programa de governo defende para o País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Nós precisamos, ao invés do que acontece hoje, um governo que privilegie o trabalho e o capital produtivo e que deixe de prestigiar o capital vadio e financeiro. É um bom começo para discutir um programa para o país. Mas é esse é o caminho, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Visões diferentes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O governador Roberto Requião esteve com o presidente do PSDB de São Paulo, ex-governador Orestes Quércia, no último final de semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, conversaram “rapidamente” sobre a sucessão presidencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assumiu que ele e Quércia têm visões diferentes sobre o processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O Quércia tem outra visão. O PMDB de São Paulo quer apoiar o Serra, não é a minha posição. Apoiar o Serra hoje seria a mesma coisa do que partir para um acordo sem programa. Apoiar o Serra por que?  É lindo o Serra, é mais bonito que a Dilma? É melhor que os candidatos que o PMDB pode ter? É mais engraçadinho do que o Ciro Gomes. Não é por aí. Ou a gente define o quer para o país e cima disso o partido lança candidato ou coliga, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Acordo nacional favorece Pessuti?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O vice-governador Orlando Pessuti também defende a candidatura própria do PMDB à sucessão do presidente Lula, mas acredita que é iminente o acordo com o PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se isto se concretizar favorece os entendimentos com o PT em apoio à sua candidatura ao governo do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Se o PMDB fechar com o PT fica mais fácil conversar aqui, espera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Osmar tem opções&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O vice-governador afirmou que o apoio do PT à sua candidatura não tira o senador Osmar Dias do palanque da ministra Dilma Roussef.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, Osmar tem pelo cinco opções de candidaturas, ao contrário dele, que, se assumir o governo, só pode concorrer à reeleição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O Osmar pode ser candidato a presidente, a vice-presidente, a senador, a deputado estadual e deputado federal, enumerou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Osmar perde para Beto e Alvaro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Pela segunda vez em menos de um mês o senador Osmar Dias amarga resultados negativos em Ponta Grossa, onde em 2.006 vendeu com larga margem o governador Roberto Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se as eleições fossem hoje, Osmar perderia para o prefeito Beto Richa e para seu irmão, Alvaro Dias, naquela cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa é do Instituto Paraná Pesquisa e foi realizada entre os dias 11 e 13 de outubro, ouvindo 55 eleitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num cenário com os três pré-candidatos, Beto tem 38,38% dos votos, Alvaro tem 26.31%, e Osmar 18,92%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num confronto direto com Beto, Osmar tem 34.41% contra 45.59% do prefeito de Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na pesquisa espontânea, Beto tem mais que o dobro de intenções de votos que Osmar – 10,27% contra 4,86%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na espontânea, o governador Roberto Requião, que não pode concorrer novamente ao governo do Estado, tem 6,13%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nizan no lugar de Rocha Loures&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O secretário de Assuntos Estratégicos, Nizan Pereira, será o substituto do deputado federal Rodrigo Rocha Loures na terceira vice-presidência do PMDB de Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão foi do governador Roberto Requião&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Entre aspas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;“Se vocês soubessem tudo o que eu sei daria uma semana de manchetes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frase enigmática do presidente do PSDB paranaense, deputado Valdir Rossoni, aos jornalistas que fazem cobertura da Assembléia Legislativa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-8689018251235039063?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/10/se-o-psdb-quiser-scalco-esta-disposicao.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-6032443156143464782</guid><pubDate>Fri, 16 Oct 2009 01:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-15T22:00:01.111-03:00</atom:updated><title>Que partido é esse?</title><description>Ao participar do encontro realizado pelo partido em Curitiba, o governador Roberto Requião lamentou que o PMDB “ainda não se explicitou com clareza como partido político”. Para ele, o PMDB deveria almejar o poder (nacional) até porque “aquele que não pensa em disputar eleições majoritárias não justifica a sua existência”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião fez críticas à cúpula nacional do PMDB que, sem ouvir as bases, vem negociando a participação do partido nas eleições presidenciais do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defendeu que, antes de qualquer decisão, o partido elabore um programa de governo para o País e, a partir dele, se for o caso, busque uma aliança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Algumas pessoas podem dizer que um partido quando não consegue montar uma candidatura se alia a outros partidos, mas se alia como? Numa negociata de distribuição de cargos, garantia de ministérios ou em cima de um programa muito claro de modificação e transformação do país? questionou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Requião lembrou que quando de sua fundação, o PMDB se definiu “como partido das classes populares, o partido das classes desligadas do grande capital, o partido dos pobres, dos funcionários públicos, dos trabalhadores, das mulheres e das minorias”, mas o que ficou explicitado em seu programa até hoje não se transformou com clareza num projeto de governo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chega de ser massa de manobra&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O professor Roberto Mangabeira Unger, que participou do encontro do PMDB de Curitiba, defendeu a candidatura própria do partido nas eleições presidenciais de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O maior partido do país precisa ter a proposta para o país. Não pode ser uma massa de manobra de outras forças, disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Mangabeira, o PMDB pode ser um agente político de uma alternativa nacional e até por isso promete percorrer todo o país para debater com as bases do partido um projeto de poder que se possa traduzir numa candidatura presidencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mangabeira disse que o povo brasileiro já demonstrou, repetidas vezes, que é capaz de construir um nome que comande um novo projeto de desenvolvimento da nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O PMDB tem muitos nomes, inclusive o do governador Roberto Requião, inteiramente capacitados para exercer a Presidência da República, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PT afasta Osmar do DEM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mais um democrata afirma que se o senador Osmar Dias se aliar mesmo ao PT para a disputa das eleições do ano que vem estará, definitivamente, excluindo o DEM de seu palanque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o deputado Elio Rusch, que lembra que o PT, historicamente, “é nosso adversário”.&lt;br /&gt;-- O PT foi contra o Osmar em 2.006, foi contra o Beto em 2.008, relembra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rusch, que é secretário-geral do DEM paranaense, ainda acredita que é possível um entendimento entre o senador Osmar Dias e o prefeito de Curitiba, Beto Richa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoalmente promete “brigar” por esse entendimento até porque a maioria dos municípios de sua base eleitoral (Oeste) se divide entre os dois pré-candidatos, com uma ligeira vantagem para o senador pedetista, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rompimento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A convocação que acabou se transformando em convite para que o secretário de Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, compareça à Assembléia Legislativa, pode ter arranhado a longa amizade entre os deputados oposicionistas Valdir Rossoni, do PSDB, e Elio Rusch, do DEM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arrependimento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por falar em Rossoni, ele confessa estar arrependido de ter desistido de buscar uma cadeira na Câmara Federal nas eleições do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tamanho é o seu “desgosto” com os rumos da Assembléia Legislativa.&lt;br /&gt;Só para lembrar: Rossoni iria concorrer à Câmara Federal, mas desistiu da idéia diante da iminente candidatura do prefeito de Curitiba, Beto Richa, à sucessão do governador Roberto Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Obrigatoriedade do voto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A obrigatoriedade do voto e o seu impacto na democracia brasileira serão discutidos no debate "Democracia: voto obrigatório ou voto facultativo?", promovido pela Escola Judiciária Eleitoral e pela Escola Superior do Ministério Público da União. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Entre aspas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“MP Eleitoral concluiu investigações. Provado que as denúncias feitas contra mim eram falsas e tinham objetivo de forjar armação política”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frase do prefeito Beto Richa, postada em seu twitter.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-6032443156143464782?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/10/que-partido-e-esse.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-4242195964198198527</guid><pubDate>Wed, 14 Oct 2009 23:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-14T20:37:00.236-03:00</atom:updated><title>Beto só não será candidato se não quiser</title><description>O prefeito de Curitiba, Beto Richa, só não será candidato à sucessão do governador Roberto Requião se não quiser. A afirmação é do presidente do PSDB paranaense, deputado Valdir Rossoni, que vem acompanhando as viagens de Richa pelo interior e testemunha que há uma “onda” richista no Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Rossoni, “tudo conspira a favor de Beto”. A prova disso foi a pesquisa realizada entre os tucanos que participaram, em setembro, em Curitiba, do encontro regional do partido. Por pouco não houve unanimidade: 93% dos tucanos que foram ao restaurante Madalosso apontaram Beto Richa como candidato do partido ao governo do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- A candidatura de Beto ganha apoio dentro e fora do PSDB, afirma Rossoni.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de o PSDB ter definido a pesquisa como critério para escolha do nome que irá disputar a sucessão do governador Roberto Requião, já que o senador Alvaro Dias também está no páreo, Rossoni defende que é preciso ir além.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- É a avaliação da pesquisa, mas é também o que cada pré-candidato pode aglutinar de apoios de prefeitos, deputados e de outros partidos. É preciso analisar a rejeição e a possibilidade de crescimento de cada candidatura. Uma série de fatores será levada em conta, disse Rossoni.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dirigente tucano lembra que quem consolida uma candidatura é a convenção partidária (que, de acordo com o calendário eleitoral deverá ser realizada entre os dias 10 e 30 de junho de 2.010), mas sua expectativa é que o PSDB chegue à convenção com candidato único.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Beto e Requião, a chapa do “coração” de João Elísio&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O ex-governador João Elísio Ferraz de Campos confirmou nesta quarta-feira, em entrevista à rádio Banda B, que está sendo “incentivado” por amigos a disputar uma cadeira no Senado, nas eleições do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E está nimado com a possibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que isso, já tem até a chapa ideal para a disputa das eleições do ano que vem: Beto Richa, do PSDB, ao governo do Estado; o governador Roberto Requião, do PMDB, e ele, João Elísio, do DEM, para o Senado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- É a chapa que está no meu coração, disse ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ex-governador, que é presidente da Fenaseg – Federação Nacional das Empresas de Seguro, disse que se for candidato, independente de alianças, esta será sua chapa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O acordo é comigo, é o que eu vou fazer, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Grandes eleitores&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Para João Elísio, o prefeito Beto Richa e o governador Roberto Requião são os “grandes eleitores” do Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que se tiver o apoio dos dois, suas chances de se eleger senador serão maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ex-governador disse não ter dúvida que uma das vagas do Senado que estarão em disputa já é do Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra pode ser dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Elísio disse que ser candidato não é uma questão de vida ou morte, mas que gostaria de voltar a disputar uma eleição até porque chegou a uma fase na vida que seus negócios já estão nas mãos dos filhos e que pela sua experiência de vida pode ajudar o Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Nunca me afastei da política, apenas não disputei cargos, e pela minha vivência nacional e internacional acho que posso ajudar o meu Estado, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pedro Simon, cidadão honorário do Paraná&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O senador gaúcho, Pedro Simon, do PMDB, será homenageado na próxima segunda-feira pela Assembléia Legislativa com o título de Cidadão honorário do Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solenidade será às 16 horas, com a presença do governador Roberto Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Requião participa do encontro de TREs&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O governador Roberto Requião participa, nesta quinta-feira, da solenidade de abertura do 1º Encontro Simultâneo dos Colégios de Presidentes e de Corregedores dos Tribunais Regionais Eleitorais, que será realizado na sede do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abertura, às 9 horas, será feita pelo desembargador Alberto Motta Moraes, presidente do TRE do Rio de Janeiro e presidente do Colégio de Presidentes dos TREs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palestra de abertura será feita pelo jurista paranaense Renê Dotti, que falará sobre “crimes eleitorais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encontro será encerrado nesta sexta-feira, no Hotel Deville Rayon, e contará com a presença do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Carlos Ayres Britto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Universidades estaduais&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A Comissão de Educação do Senado Federal aprovou projeto do senador Osmar Dias que prevê a participação da União no financiamento das universidades estaduais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o senador paranaense, a intenção do seu projeto “é determinar que a União participe do financiamento das universidades estaduais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Se garantirmos recursos às universidades podemos melhorar a qualidade do ensino e a remuneração dos professores. é justo que o governo federal, que detém 63% dos recursos vindos dos tributos que pagamos, arque com o custeio das universidades estaduais para expandir a oferta de vagas e melhorar a qualidade dos cursos nessas instituições, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osmar destacou que o Paraná, que conta com seis universidades estaduais, gasta R$ 1,2 milhões por ano no ensino superior público.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-4242195964198198527?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/10/beto-so-nao-sera-candidato-se-nao.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-2665427930149497534</guid><pubDate>Wed, 14 Oct 2009 03:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-13T17:50:58.998-03:00</atom:updated><title>Apesar do acordo, Delazari ainda provoca bate-boca na Assembleia</title><description>Um acordo selado entre os líderes do governo, Luiz Cláudio Romanelli, e da oposição, Elio Rusch, para levar o secretário de Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, no próximo dia 27, não acalmou os ânimos na Assembléia Legislativa. Pelo contrário. Provocou um novo bate-boca no plenário. É que para alguns oposicionistas, como o tucano Valdir Rossoni, Delazari “não merece benevolência”. Não pode ser convidado, mas sim convocado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rossoni insistiu na votação do requerimento apresentado na última quarta-feira com a assinatura de 31 parlamentares, inclusive do PMDB, mas o presidente da Casa, Nelson Justus, e o líder do governo, Luiz Cláudio Romanelli, argumentaram que com o acordo o requerimento perdeu o objeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder da bancada de oposição, deputado Elio Rusch, do DEM, aceitou trocar a convocação pelo convite, mas não perdoa Delazari pelas suas declarações, notadamente quando chamou os deputados de oposição de “urubus”, que “querem tirar proveito político de uma tragédia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Ele foi muito infeliz. Ao invés de chamar os deputados de ‘urubus’ deveria se preocupar com as delegacias que estão sem funcionários, deveria pensar nas famílias que estão sendo assaltadas em todos os cantos do Paraná. O que nós queremos é o que a sociedade quer: explicações, disse Rusch.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder do governo, Luiz Cláudio Romanelli, não perdoou Rossoni ao dizer que, ao exigir a votação do requerimento, estava fazendo prevalecer sua “vaidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Já há um acordo com o líder da oposição para que o secretário venha. Se ele (Rossoni) não concordar, o problema é dele, provocou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prá acalmar os ânimos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Pré-candidato ao Senado pelo PP, o deputado federal Ricardo Barros guarda a sete chaves uma nova pesquisa do Ibope sobre as eleições no Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado diz que não vai divulgar os números porque botaria mais lenha na fogueira.&lt;br /&gt;-- O processo já está muito tumultuado. Vamos acalmar os ânimos, propõe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Barros, ao encomendar a pesquisa o fez para “consumo interno” de seu partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Requião &amp;amp; Pessuti&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O PMDB de Curitiba formaliza nesta quarta-feira a inscrição da chapa “Pessuti e Requião” para a convenção que irá renovar o diretório municipal, no dia 24 de outubro.&lt;br /&gt;Segundo o presidente municipal do partido, Doático Santos, “é uma chapa de unidade em que terá a candidatura de Orlando Pessuti ao Governo do Estado como vetor da mobilização da militância e dos simpatizantes peemedebistas de Curitiba e região metropolitana”.&lt;br /&gt;A subscrição da chapa peemedebista, às 18 horas, antecede a palestra do professor Mangabeira Unger, que se filiou ao PMDB em setembro e vai falar sobre projetos de desenvolvimento ao país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nem todos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A chapa, que será liderada por Doático Santos, não contempla todos os parlamentares do PMDB com domicilio em Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado Reinhold Stephanes, que quer trocar Doático pelo deputado federal Marcelo Almeida na presidência do partido, está de fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Veto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Doático Santos justifica a exclusão de Stephanes Junior da chapa dizendo que é em razão de sua postura, uma vez que “sistematicamente” contraria as decisões partidárias.&lt;br /&gt;-- Essa posição só será revista se o presidente do Conselho Político, deputado Alexandre Curi, pedir, disse Doático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TRE sedia encontro &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná sedia quinta e sexta-feira o 1º Encontro Simultâneo dos Colégios de Presidentes e de Corregedores dos Tribunais Regionais Eleitorais.&lt;br /&gt;A palestra de abertura terá como tema "Crimes Eleitorais" e será proferida pelo professor René Ariel Dotti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Na Itália&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O vice-governador Orlando Pessuti e sua mulher, Regina, estão de malas prontas para uma viagem a Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A viagem é comemorativa aos 29 anos de casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Só os dois&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O PMDB do Paraná leva ao ar, na próxima semana, seus “comerciais”, que têm como estrelas o governador Roberto Requião e o vice, Orlando Pessuti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inserções, de 30 segundos a um minuto, vão ao ar já na próxima segunda-feira, dia 19, das 19h30 às 22 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As veiculações prosseguem nos mesmo horário nos dias 21, 23 e 26 de outubro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-2665427930149497534?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/10/apesar-do-acordo-delazari-ainda-motiva.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-1261061725490664868</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2009 03:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-08T16:50:01.192-03:00</atom:updated><title>População não está nem aí para as eleições</title><description>Ao contrário dos políticos, a população não está nem um pouco preocupada com as eleições do ano que vem. Este fato se reflete nas pesquisas espontâneas que mostram que a maioria não sabe em quem votar para governador do Estado, presidente da República e muito menos para senador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor da Paraná Pesquisa, Murilo Hidalgo, avalia que a população começará a se interessar pelo processo eleitoral a partir de abril, mês que marca a renúncia de alguns ocupantes de cargos executivo que deverão concorrer no dia 3 de outubro, a exemplo do governador Roberto Requião e possivelmente do prefeito de Curitiba, Beto Richa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Hoje o povo está mais preocupado com o final do Campeonato Brasileiro do que com as eleições. As eleições só estão próximas para os políticos, diz Hidalgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo deste distanciamento está na pesquisa realizada recentemente pela Paraná Pesquisa no município de Colombo. A pesquisa espontânea mostra que 66,21% não sabem em quem votar para presidente; 72,77% para governador e 90,97% para senador. Quando chamado a opinar em quem votaria, lideram a lista quem não pode concorrer novamente ao cargo, como o presidente Lula à Presidência da República e o governador Roberto Requião para o governo do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- A população não vive a intensidade das eleições como os políticos que, quando agem, o fazem como o segundo turno fosse no próximo dia 30 de outubro, disse Hidalgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Culpa deles&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Alguns políticos reclamam que o processo eleitoral do ano que vem foi antecipado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o diretor da Paraná Pesquisa, Murilo Hidalgo, a culpa é dos próprios políticos e se reclamam é porque têm que arcar com os custos desta campanha antecipada, e, o que é pior, com o desgaste que sofrem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem exceção, a pré-campanha mostra que todos os pretendentes ao Palácio das Araucárias só têm uma preocupação: buscar dividendos eleitorais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- As andanças pelo interior do Estado mostram isso. Eles deveriam estar preocupados em discutir o Estado, mas o que os move é o interesse eleitoral, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Não vai dar certo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Murilo Hidalgo está prevendo “turbulências” no ninho tucano por conta da escolha do candidato à sucessão do governador Roberto Requião – Alvaro Dias ou Beto Richa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, se o único critério são as pesquisas de opinião pública “vai dar confusão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Com certeza vai acabar em confusão, a não ser que um abra uma larga vantagem sobre o outro. Se os números forem próximos vai haver divergência gerando pesquisas para todos os gostos, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é preciso esperar o ano que vem para ver que esta tese é verdadeira. Recentemente o PSDB nacional realizou uma pesquisa que mostrou uma ligeira vantagem para o prefeito Beto Richa. O senador Alvaro Dias não aceitou e convenceu a direção nacional a realizar outra pesquisa, que lhe foi favorável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;De olho em 2.010&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Um levantamento feito pelo site “Congresso em Foco” mostra que um quarto do Senado se movimenta nos bastidores para se lançar candidato a governos estaduais em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o levantamento, 23 senadores, entre titulares, licenciados e suplentes, articulam candidatura para governador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desses, 17 estão numa situação confortável: poderão continuar no Senado (como o senador Alvaro Dias) mesmo que não tenham sucesso nas urnas, uma vez que seus mandatos só terminarão no início de 2015.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os outros seis (um deles é o senador Osmar Dias) admitem ir para o “tudo ou nada” na disputa estadual, abrindo mão da candidatura à reeleição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o “Congresso em Foco”, o PSDB é o partido com maior número de senadores pré-candidatos: sete tucanos trabalham para entrar diretamente nas disputas estaduais. PT e PTB vêm logo atrás, com quatro senadores cada. Em seguida, aparecem o DEM, com três senadores, e o PMDB com dois. PSB, PDT e PR também têm representantes interessados em trocar o Senado pelo Executivo estadual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Disputa entre senadores&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Segundo o “Congresso em Foco”, em pelo menos quatro Estados há possibilidade de disputa entre senadores na eleição para governador: Paraná, Rondônia, Tocantins e Santa Catarina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Disputa entre irmãos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O “Congresso em Foco” levanta a possibilidade de uma disputa entre irmãos Dias no Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avalia que se o senador Alvaro Dias ganhar a disputa interna contra o prefeito Beto Richa, poderá enfrentar a candidatura do irmão, Osmar Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistado pelo site, Alvaro, no entanto, reafirma o que já disse aos jornalistas paranaenses: que há um acordo entre ele e Osmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Nós não pretendemos disputar um contra o outro. Já entramos em acordo que quem tiver mais condições eleitorais para disputar terá o apoio do outro, reafirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Falta só o nome&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Do blog do jornalista Cláudio Humberto: “A presidente do PMDB, Iris de Araújo (GO), apresentou na reunião de cúpula de ontem, pesquisa que revela que 58% do partido prefere a candidatura própria à Presidência. Só tem um problema: o nome. Ela não apresentou nenhum e o PMDB não tem um candidato forte”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Osmar reclama do PT&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Quem revela é o deputado Wilson Picler, do PDT: no jantar da bancada pedetista com a ministra Dilma Roussef, o senador Osmar Dias cobrou mais apoio do PT nas disputas estaduais, como no caso do Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Osmar, reporta Picler, o PDT não deve ser visto simplesmente como um palanque para Dilma, mas que seria necessário um apoio efetivo do PT à sua candidatura ao governo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-1261061725490664868?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/10/populacao-nao-esta-nem-ai-para-as.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-4488533036162730039</guid><pubDate>Thu, 08 Oct 2009 03:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-07T17:38:38.755-03:00</atom:updated><title>Oposição consegue 31 assinaturas para convocar Delazari</title><description>Com o apoio de doze integrantes da bancada governista, sete deles do PMDB, a oposição conseguiu reunir 31 assinaturas num requerimento para convocar o secretário de Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, para depor na Assembléia Legislativa. O mote foi a chacina no bairro Uberaba, em Curitiba, mas a oposição quer questionar Delazari sobre os altos índices de criminalidade no Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O requerimento só será votado na próxima terça-feira e até lá o líder do governo, deputado Luiz Cláudio Romanelli, espera reverter a situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Uma coisa é assinar, outra é votar. Aqui é como a Roma antiga. Os leões terão que enfrentar os gladiadores, disse Romanelli, que espera, durante o feriadão, convencer os integrantes da bancada aliada a retirem suas assinaturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Romanelli garante que Delazari irá à Assembléia Legislativa, mas não nos termos da oposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Ele virá pelas nossas mãos, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Romanelli admite que o problema da segurança pública é grave, mas pondera que “não é um discurso da oposição que vai mudar a situação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- É só para satisfazer a fogueira das vaidades, disse o líder, que provocou dizendo que o Uberaba, notadamente as Vilas Audi e Icaraí, “são regiões de exclusão social, que abrigam os filhos da ilusão lernista”, numa alusão à política de atração de montadoras de veículos no governo Jaime Lerner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;As assinaturas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Assinaram o requerimento pedindo a convocação do secretário de Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, os deputados Luiz Accorsi, Mauro Moraes, Valdir Rossoni, Ademar Traiano e Luiz Nishimori, do PSDB; Plauto Miró Guimarães, Elio Rusch e Durval Amaral, do DEM; Augustinho Zucchi,  Neivo Beraldin e Fernando Scanavacca, do PDT; Marcelo Rangel, Felipe Lucas e Douglas Fabrício, do PPS; Reni Pereira, do PSB; Rosane Ferreira, do PV; Edson Praczyk, do PRB; Chico Noroeste, do PR; Ney Leprevost e Antonio Belinati, do PP; Elton Welter, Péricles de Mello, Tadeu Veneri e Professor Lemos, do PT; Jonas Guimarães, Luiz Eduardo Cheira, Stephanes Júnior, Nereu Moura, Dobrandino Gustavo da Silva, Mário Roque e Edson Strapasson, do PMDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PDT janta com Dilma mas não amarra apoio&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O presidente do PDT paranaense, deputado Augustinho Zucchi, garante que duas coisas ficaram claras no jantar da ministra Dilma Roussef com a bancada pedetista no Congresso Nacional na terça-feira: o partido não decidiu pelo apoio à candidatura da ministra e nos Estados terá liberdade para promover alianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zucchi, que conversou com o senador Osmar Dias, reportou que a ministra pediu o apoio do PDT, que houve manifestações favoráveis, mas não decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão nos Estados, notadamente no Paraná, não foi tratado no jantar, mas segundo o líder pedetista, o senador Osmar Dias deixou claro que sua prioridade  neste momento não são as alianças, mas o “Projeto Paraná”, que vai balizar seu programa de governo a ser apresentado na campanha do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PMDB vai à Justiça pelo mandato dos “infiéis”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Reunida nesta quarta-feira a executiva do PMDB paranaense decidiu ingressar na próxima terça-feira com três ações na Justiça Eleitoral para reivindicar os mandatos do deputado Mauro Moraes, do vice-prefeito de Medianeira, Ricardo Endrigo, e do vereador Celso de Souza Schimidt, de Santo Antônio da Platina, que abandonaram o PMDB para disputar as eleições de 2010 por outras legendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O PMDB do Paraná não está disposto a ser surrupiado. Os mandatos são do PMDB. Foram conquistados nas urnas com as propostas do partido e faremos tudo para mantê-los no partido, disse o presidente do partido, deputado Waldyr Pugliesi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dirigente peemedebista destacou que a resolução do TSE determina que os mandatos pertencem aos partidos e não aos candidatos eleitos,  estabelece a fidelidade partidária e tem por objetivo impedir a troca-troca de partidos políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Na fila de espera&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;As ações do PMDB no TER pretendem garantir os direitos aos suplentes Rafael Greca, do PMDB, na Assembléia Legislativa; e do Professor Jaime Sacco, do PCdoB, Câmara de Vereadores de Santo Antônio da Platina.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-4488533036162730039?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/10/oposicao-consegue-31-assinaturas-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-6051173445164472454</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2009 03:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-06T17:41:18.788-03:00</atom:updated><title>Colombo elege Beto, Requião e Serra</title><description>Se as eleições fossem hoje, os eleitores de Colombo, município da Grande Curitiba elegeriam o prefeito de Curitiba, Beto Richa, ao governo do Estado, o governador Roberto Requião ao Senado, e o governador de São Paulo, José Serra, à Presidência da República. É o que mostra a mais recente pesquisa do Instituto Paraná Pesquisa, realizada entre os dias 23 e 26 de setembro, ouvindo 808 eleitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Paraná Pesquisa simulou quatro cenários na disputa pelo governo do Estado, o primeiro deles com todos os pré-candidatos. Neste cenário, o prefeito Beto Richa (PSDB) lidera com 50,87% dos votos. O senador Alvaro Dias, também do PSDB, seria o segundo colocado, com 22,65%, bem a frente de seu irmão, o senador Osmar Dias, do PDT, que teria 11,39%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa disputa entre Beto e Osmar, o prefeito de Curitiba teria uma vantagem de 60,77% contra 19,80% do senador pedetista. Osmar perderia também se disputasse contra seu irmão, Alvaro Dias. Neste cenário, sem o prefeito Beto Richa, Alvaro teria 42,70% dos votos contra 31,19% de Osmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quarto cenário simula uma disputa entre Beto e Alvaro, com vantagem para o prefeito de Curitiba – 55,07% contra 27,23%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disputa pelo Senado seria vencida pelo governador Roberto Requião, que teria 53,84% dos votos. A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, teria 38,99%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A corrida presidencial, segundo a Paraná Pesquisa, seria vencida pelo governador de São Paulo, José Serra, do PSDB, que teria 44,55% dos votos. Em segundo lugar o deputado Ciro Gomes, do PSB, com 14,36%. A ministra Dilma Roussef, do PT, ficaria em terceiro, com 13,61%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Primeiro cenário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Beto Richa (PSDB) – 50,87%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvaro Dias (PSDB) – 22,65%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osmar Dias (PDT) – 11,39%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orlando Pessuti (PMDB) – 4,83%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bernardo (PT) – 0,99%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melo Viana (PV) – 0,12%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabe – 4,70%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum – 4,46%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Segundo cenário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Beto Richa – 60,77%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osmar Dias – 19,80%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orlando Pessuti – 5,94%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bernardo – 1,11%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melo Viana – 0,12%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabe – 6,44%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum – 5,82%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Terceiro cenário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Alvaro Dias – 42,70%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osmar Dias – 31,19%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orlando Pessuti – 8,17%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bernardo – 1,86%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melo Viana – 1,11%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabe – 8,04%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum – 6,93%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quarto cenário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Beto Richa – 55,07%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvaro Dias – 27,23%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orlando Pessuti – 6,06%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bernardo – 0,99%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melo Viana – 0,62%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabe – 5,57%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum – 4,46%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Senado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Roberto Requião (PMDB) – 53,84%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gleisi Hoffmann (PT) – 38,99%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gustavo Fruet (PSDB) – 30,20%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flávio Arns (PSDB) – 19,31%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Barros (PP) – 9,28%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abelardo Lupion (DEM) – 3,0%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Elísio Ferraz de Campos (DEM) – 1,49%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabe – 6,06%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum – 5,32%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Presidência da República&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;José Serra (PSDB) – 44,55%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciro Gomes (PSB) – 14,36%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma Roussef (PT) – 13,61%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marina Silva (PV) – 7,30%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heloisa Helena (Psol) – 6,59%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabe – 7,05%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum – 6,93%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Lula &amp;amp; Requião&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A Paraná Pesquisa sondou também o eleitor de Colombo sobre os governos Lula e Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado mostrou que 80,94% dos eleitores aprovam o governo Lula; 16,96% desaprovam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo de Roberto Requião tem a aprovação de 69,31% dos eleitores; 25,87% desaprovam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Boicote a Dilma&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O governador Roberto Requião não foi a Londrina na segunda-feira para a assinatura de convênios do programa “Minha Casa, Minha Vida” com a presença da ministra Dilma Roussef.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo deputados com trânsito livre no Palácio das Araucárias, foi um “boicote” à ministra, já que o governador não teria sido convidado para a assinatura da ordem de serviço da estrada Transbrasiliana, na última sexta-feira, que reuniu o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e o senador Osmar Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Os dois estão direto no interior fazendo campanha, reclamou um palaciano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Boa vizinhança&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O presidente do PDT paranaense, deputado Augustinho Zucchi, fez, segunda-feira, uma visita de cortesia ao presidente do PPS, Rubens Bueno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não poderia deixar de ser, a conversa girou sobre as eleições do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zucchi reportou que Bueno está empenhado na construção da candidatura do governador de São Paulo, José Serra, à sucessão do presidente Lula, avaliando que o quadro estadual depende do cenário nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionado se será candidato às eleições do ano que vem, Rubens Bueno disse a Zucchi que não colocou seu nome porque ainda trabalha pela manutenção da “grande aliança” que apoiou a reeleição do prefeito Beto Richa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Palanque eleitoral&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O deputado Alexandre Curi, do PMDB, afirmou que a bancada governista rejeitou o requerimento pedindo a convocação do secretário de Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, porque a oposição pretendia transformar o evento num “palanque eleitoral”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Nós conhecemos a realidade do problema da segurança pública, que não é de agora, mas de 20, 30 anos, sabemos o que temos que fazer, mas não admitimos que alguns queiram ganhar votos em cima da segurança pública. Não queremos que se transforme num palanque eleitoral e é o que iria acontecer, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curi afirmou que todos os deputados, inclusive da oposição, podem participar às segundas-feiras do programa “Mãos Limpas”, no Palácio das Araucárias, que discute questões de segurança pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O da última segunda-feira debateu especificamente a chacina do Uberaba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ministro em Curitiba&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Daniel Vargas, estará nesta quarta-feira em Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro se reúne com empresários na Federação das Indústrias do Estado do Paraná para discutir projetos de empreendedorismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Troca-troca&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Um levantamento feito pelo site “Congresso em Foco” mostra que, mesmo correndo o risco de perderem o mandato, já que incorreram em infidelidade partidária, 30 parlamentares – 26 deputados e quatro senadores – trocaram de partido nas duas últimas semanas.&lt;br /&gt;Do Paraná, apenas o senador Flávio Arns, que trocou o PT pelo PSDB.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-6051173445164472454?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/10/colombo-elege-beto-requiao-e-serra.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-8268997081097931869</guid><pubDate>Tue, 06 Oct 2009 03:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-05T18:17:27.895-03:00</atom:updated><title>Beto “turbina” PSDB, diz Rossoni</title><description>A pré-candidatura do prefeito de Curitiba, Beto Richa, à sucessão do governador Roberto Requião, “alavancou” o PSDB paranaense. A afirmação é do presidente regional do partido, deputado Valdir Rossoni, que fez nesta segunda-feira um balanço das últimas adesões ao ninho tucano, entre elas, quatro detentores de mandato – o senador Flávio Arns, que deixou o PT; o deputado estadual Mauro Moraes, que abandonou o PMDB;  o vereador Professor Galdino, que havia sido expulso do PV, e o vice-prefeito de Medianeira, Ricardo Endrigo, que era do PMDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rossoni não quis revelar qual o partido que mais sofreu perdas em razão das filiações ao PSDB, mas não negou que “boa parte” veio do PMDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ser o partido que mais recebeu adesões, o PSDB foi um dos poucos que não sofreu nenhuma baixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Rossoni, mais do que nomes, as “conquistas” do PSDB foram regionais, o que permite ao partido fechar as duas chapas proporcionais – deputado estadual e deputado federal – com lideranças de todo o Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A lista de adesões&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Aqui, a lista de adesões ao PSDB na semana que antecedeu o prazo final de filiações: senador Flávio Arns; deputado Mauro Moraes; vereador Professor Galdino; ex-deputados Renato Gaúcho e Antonio Costenaro Neto; secretário Antidrogas de Curitiba, Fernando Francischini; ex-prefeito de Foz do Iguaçu, Samis da Silva; Paulo Rosenmann, filho do ex-deputado Max Rosenmann; Eduardo Pimentel Slavieiro, neto do ex-governador Paulo Pimentel; Ricardo Guerra, empresário de Pato Branco; Ricardo Endrigo, vice-prefeito de Medianeira; Mauricio Iamakawa, ex-prefeito de Paranavaí; Eurides Moura, ex-prefeito de Rolândia; Cláudio Eberhardt, ex-prefeito de Santa Terezinha de Itaipu;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Aldir Vendruscullo, o “Carrapicho”, radialista de Parto Branco; Rita Morais, ex-vereadora de Palmital; Noel Guima, radialista de Sarandi; Jorge Roiko, ex-vereador de São Mateus do Sul; Samuel Olegário, líder comunitário de Engenheiro Beltrão; Robson Cantu, empresário de Pato Branco; Sérgio Bolognese, professor de Apucarana; Yeda Maria José de Paula, de Rio Branco do Sul; e Ezilda Furquim Bezerra, presidente do Sindicato da Indústria de Cal do Paraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PMDB quer mandato de Moraes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O PMDB se reúne nesta quarta-feira e, a exemplo que fez em relação ao vice-prefeito de Medianeira, Ricardo Endrigo, e ao vereador Celso de Souza Schimidt, de Santo Antônio da Platina, deve bater o martelo para reivindicar na Justiça Eleitoral o mandato do deputado Mauro Moraes, que no dia 2 de outubro deixou o partido para se filiar ao PSDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Surfista&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O deputado Nereu Moura não perdoou  Mauro Moraes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, não passa de um “surfista”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Não é de admirar que ele tenha mudado de partido. Qualquer ondinha quer surfar, disse o deputado, que afirmou que esta não foi a primeira vez que o deputado Mauro Moraes “traiu” o PMDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maldosamente, Nereu Moura disse que Mauro Moraes já passou pela maioria dos partidos com registro no TSE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Trânsfugas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mas não foi só Mauro Moraes que caiu em desgraça com os peemedebistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário do Meio Ambiente, Rasca Rodrigues, e o presidente do Tecpar, Aldair Rizzi, também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Eles não passam de trânsfugas que merecem ser punidos nas urnas, disse o deputado Nereu Moura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rasca Rodrigues trocou o PMDB pelo PV; e Rizzi se filiou ao PSB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Se eu fosse o governador Roberto Requião os demitiria porque esta é uma falta de respeito ao próprio governador, disse Moura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Até a última instância&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O deputado Mauro Moraes não se mostra preocupado com a possibilidade de perder o mandato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque acredita que o julgamento de sua ação em que pedia justa causa para se desfiliar do PMDB lhe será favorável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que, segundo ele, as provas testemunhais foram amplamente favoráveis, já que seus colegas que depuseram na Justiça Eleitoral “confirmaram as perseguições” que sofreu no partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na hipótese de o TRE negar justa causa, o novo tucano promete ir ao Tribunal Superior Eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Vou até a última instância, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Só quatro partidos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mauro Moraes já passou pelo PMDB e pelo PSDB por duas vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste meio tempo esteve no PL e no PSC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Só uma baixa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O DEM paranaense só sofreu uma “baixa” com o troca-troca de partidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ex-vice-governadora Emilia Belinati deixou o DEM para se filiar ao PSB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Continua deputado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O deputado Mário Roque, do PMDB, vai continuar exercendo seu mandato até que o Tribunal Regional Eleitoral decida quem deve ficar com a vaga aberta com a renúncia de Fernando Carli Filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A afirmação é do presidente da Assembléia Legislativa, deputado Nelson Justus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de semana, o procurador regional eleitoral, Néviton de Oliveira Batista Guedes, deu parecer favorável na ação movida pelo segundo suplente do PSB, que reivindica o mandato sob a alegação que Mário Roque, que era o primeiro suplente do partido, mudou de legenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cai diferença entre Osmar e Beto no Sudoeste&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Os richistas estão fazendo uma leitura diferente da pesquisa realizada na região Sudoeste do Estado que mostra o senador Osmar Dias à frente na corrida ao Palácio das Araucárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa, realizada pela Radar entre os dias 6 e 8 de setembro e publicada pelo “Jornal de Beltrão”, mostra Osmar com 52% das intenções de votos contra 33 de Richa, mas, comparando com a pesquisa anterior, realizada em agosto Osmar caiu sete pontos enquanto Richa subiu 9 pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em agosto o senador pedetista tinha 59% de intenções de votos contra 24% do prefeito de Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- A diferença para o Osmar ainda é considerável, mas é preciso analisar que, no primeiro levantamento, o Beto ainda não era pré-candidato ao governo. A segunda sondagem veio depois do encontro estadual do PSDB que definiu pela candidatura própria, avalia o presidente do PSDB, deputado Valdir Rossoni.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-8268997081097931869?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/10/beto-turbina-psdb-diz-rossoni.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-2978801627637269517</guid><pubDate>Fri, 02 Oct 2009 03:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-01T18:40:33.021-03:00</atom:updated><title>Petistas ainda acreditam na aliança</title><description>Apesar de o governador Roberto Requião ter reafirmado à ministra Dilma Roussef que não  admite uma aliança liderada pelo senador Osmar Dias, petistas paranaenses ainda acreditam que será possível unir PT, PMDB e PDT na disputa pelo governo do Estado. O deputado federal Angelo Vanhoni é um deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, o fato de Requião e Dilma conversarem “ajudou muito” na busca desta aliança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Esta aliança é negociável. Não tenho dúvida que vamos estar juntos no Paraná, disse o deputado, que afirmou que o candidato da aliança deverá ser aquele que tiver maior visibilidade eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Vanhoni, se a escolha fosse hoje seria o senador Osmar Dias, que está à frente nas pesquisas. Mas se lá na frente for o vice-governador Orlando Pessuti por que não pode ser ele o candidato? questiona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todo caso, se não for possível unir os três partidos, nada impede que dois candidatos ao governo subam no palanque da ministra Dilma Roussef, aceita o deputado, que relata que no Ceará o mesmo candidato a governador, Cid Gomes, do PSB, que concorre à reeleição, terá em seu palanque quatro presidenciáveis – Dilma Roussef (PT), José Serra (PSDB), Ciro Gomes (PSB) e Marina Silva (PV) – porque todos esses partidos integram o governo daquele Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vanhoni, que acompanhou a conversa entre a ministra e o governador, afirmou que Dilma voltou a Brasília “contente”, com a certeza que Requião e de resto o PMDB do Paraná estará em seu palanque na campanha presidencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Puxão de orelha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A presidente do PT paranaense, Gleisi Hoffmann, reconheceu, em entrevistas à imprensa, que o governador Roberto Requião “puxou a orelha” dos petistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao reafirmar que o PMDB terá candidato ao governo e que o nome é Orlando Pessuti, Requião insistiu que o lugar do PT não é buscar fazer coligação com o PDT, mas estar ao lado do PMDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Poesia &amp;amp; política&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Em seu blog, Gleisi disse que o encontro entre a ministra Dilma Roussef e o governador Roberto Requião foi “interessantíssimo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Além de falarmos sobre poesia e literatura falamos, é claro, de política. O governador reafirmou que o vice-governador Pessuti é o candidato do PMDB ao governo do Estado e que gostaria de ter o PT caminhando junto. A ministra, por sua vez, destacou a importância do apoio do governador para o projeto nacional liderado pelo presidente Lula aqui no Paraná. Durante o jantar, além de elogiar os discursos que a ministra fez durante o dia, Requião deu algumas sugestões sobre a estratégia para a campanha presidencial do próximo ano, relatou Gleisi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os melhores parlamentares&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Quatro parlamentares paranaenses – os senadores Alvaro Dias e Flávio Arns, e os deputados Gustavo Fruet e Dr. Rosinha – estão entre os melhores parlamentares deste ano escolhido por 176 jornalistas que fazem a cobertura diária do Congresso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta votação é a primeira etapa da votação do “Prêmio Congresso em Foco” que há quatro anos é realizada pelo site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano passado, o vencedor do prêmio foi o senador Alvaro Dias, o mais votado pelos internautas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Boicote às eleições&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A União Brasileira de Municípios (Ubam) está propondo aos prefeitos dos 5.640 municípios brasileiros um boicote às eleições do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A represália é ao governo federal que, segundo o presidente da entidade, Leonardo Santana, não dá uma resposta rápida aos reclames dos municípios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Leonardo Santana, o que está acontecendo com os municípios “é uma falta de sensibilidade e compromisso da equipe econômica do governo federal, em face da política tímida e mesquinha promovida por quem não sabe o que significa federalismo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, desde o ano passado que o governo resolveu mexer nas contas dos Municípios, com programas de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados, do Imposto de Renda, os quais, uma vez diminuídos, causaram uma catástrofe financeira nas prefeituras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Os municípios estão falidos, sem condições de garantir a gestão plena da saúde, educação e bem estar da população. Mais de 70% das prefeituras está diminuindo o horário de funcionamento, ficando claro a redução no quadro de pessoal, o que será um verdadeiro caos social nas pequenas cidades, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Copa do Mundo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A Assembléia Legislativa sedia na próxima segunda-feira o IV Fórum Legislativo das Cidades-Sedes da Copa do Mundo de 2014. O evento está sendo organizado pela Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados e pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na oportunidade serão discutidas as estratégias locais para o alcance dos objetivos traçados pelo Comitê Organizador da Copa 2014 da cidade, bem como as atividades dos legislativos locais, identificando as demandas que serão desenvolvidas pelas casas legislativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os participantes do encontro, o vice-governador Orlando Pessuti, que coordena o comitê gestor da Copa, e os presidentes das comissões especiais criadas na Assembléia Legislativa, deputado Osmar Bertoldi, e na Câmara Municipal de Curitiba, vereador Mário Celso Cunha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-2978801627637269517?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/10/petistas-ainda-acreditam-na-alianca.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-4969642522390388282</guid><pubDate>Thu, 01 Oct 2009 03:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-30T18:49:11.062-03:00</atom:updated><title>Pessuti minimiza atritos com Requião</title><description>O vice-governador Orlando Pessuti minimizou nesta quarta-feira os atritos entre ele e o governador Roberto Requião. Segundo ele, este não foi o primeiro nem será o último. Disse que em 25 anos de convívio político os dois já tiveram, por baixo, 50 desentendimentos, “mas sempre acabamos nos entendendo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há distanciamento, assegurou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Pessuti, o mais importante é que na campanha eleitoral Requião será seu cabo-eleitoral, assim como ele foi em todas as eleições em que o governador participou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vice-governador nega que Requião não esteja “empenhado” na (pré) campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Ele tem trabalhado para fortalecer o partido em regiões estratégicas do Estado e no momento apropriado trabalhará como principal cabo eleitoral, espera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessuti, que assinou a ficha de filiação do diretor do Detran, coronel David Pancotti, do médico Afonso Antoniuk, e do secretário especial para Coordenação de Projetos Sociais do Paraná, Nivaldo Maldonado Gonçalves, no PMDB, disse entender a preocupação dos deputados, mas ele tem certeza que os problemas serão superados e que o partido “não corre o risco de eleger só a metade da atual bancada (18 deputados), mas tem condições de eleger muito mais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que, avalia, o PMDB terá a “mais forte e competitiva” chapa à Assembléia Legislativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Abandono&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pessuti também minimizou o “abandono” que vem sofrendo por parte de alguns parlamentares que trabalham por uma aliança com o PSDB do prefeito Beto Richa, e de secretários de Estado que não estão “empenhados” em sua candidatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Otimista, o vice-governador acredita que quando começar a campanha todos estarão em seu palanque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- O que para alguns é uma preocupação, para mim é animador porque sem ter o apoio, o trabalho ferrenho de todos já tenho 8% nas pesquisas, quando todos se integrarem esse índice vai subir. O que temos hoje é fruto do trabalho de poucos, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Não é exclusividade do PMDB&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pessuti disse que “tumultos” não são exclusivos do PMDB, mas estão presentes em todos os partidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só para citar dois exemplos, destacou que no PSDB e no PDT há um “conflito de sangue” (entre os irmãos Alvaro e Osmar Dias”; e no PT há um “conflito entre marido e mulher” (numa referência ao ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que fez uma declaração minimizada por sua mulher, Gleisi Hoffmann).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Não há boicote&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O vice-governador assegurou que, ao contrário do que tem sido divulgado, o governador Roberto Requião o esteja boicotando, cortando diárias e impedindo que use o avião do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, o avião ele só usa em casos extremos, e por mais que Requião “esbraveje” nunca o proibiu de usá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Chapa pura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O que também preocupa dos deputados é que Pessuti não estaria conseguindo atrair partidos para uma aliança com o PMDB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso não é uma preocupação para o vice-governador que argumentou que, desde 1982, quando se restabeleceu as eleições diretas para o governo do Estado, o PMDB saiu com chapa pura em cinco eleições “e sempre venceu”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Nas duas vezes que fez coligações perdeu a disputa, destacou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;PMDB quer mandato dos “infiéis”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A executiva do PMDB paranaense decidiu em reunião nesta quarta-feira que vai à Justiça Eleitoral reivindicar o mandato daqueles que deixaram o partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agora são dois casos: o vereador Celso de Souza Schimidt, de Santo Antônio da Platina, que se filiou ao PT; e do vice-prefeito de&lt;br /&gt;Medianeira, Ricardo Endrigo, que aderiu ao PSDB.&lt;br /&gt;O PMDB está na expectativa da decisão do deputado Mauro Moraes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso deixe mesmo o partido, também irá reivindicar seu mandato.&lt;br /&gt;-- Vamos acionar a Justiça Eleitoral para garantir ao partido os mandatos&lt;br /&gt;que foram conquistados nas urnas, disse o presidente do partido, deputado Waldyr Pugliesi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pró-Pessuti&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O tom é de brincadeira, mas não deixa de expressar uma preocupação dos deputados do PSDB, DEM e PPS, que temem que o PMDB entre na aliança que deverá respaldar a candidatura do prefeito Beto Richa ao governo do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Vamos fazer um abaixo assinado para que o Pessuti seja candidato, brincou um parlamentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que os deputados desses três partidos temem é que, no caso de uma aliança, sirvam de “escada” para os 18 deputados do PMDB que buscam a reeleição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pura ironia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O governador Roberto Requião foi, terça-feira à noite, na inauguração do bar/restaurante Vila Madalena, do deputado Fábio Camargo, do PTB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no dia em que sancionou com todas as pompas a lei antifumo, teve que dividir espaço com muitos fumantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que quisesse, não poderia fazer nada, afinal, a lei só entrará em vigor no dia 28 de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por favor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O deputado Nereu Moura, do PMDB, já antecipou um pedido ao vice-governador Orlando Pessuti, que deverá assumir a cadeira de Roberto Requião a partir de abril do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que ele libere as emendas apresentadas pelos parlamentares ao Orçamento do Estado, já que esta não é uma praxe do governador Roberto Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessuti entregou nesta quarta-feira ao presidente da Assembléia Legislativa, deputado Nelson Justus, a proposta orçamentária para o ano que vem que, por nove meses irá gerir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-4969642522390388282?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/09/pessuti-minimiza-atritos-com-requiao.html</link><author>noreply@blogger.com (Palu)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5201439819375901150.post-5842201790872250619</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2009 09:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-30T10:07:17.741-03:00</atom:updated><title>Deputados querem fim dos atritos entre Requião e Pessuti</title><description>Os deputados Nereu Moura e Alexandre Curi estão empenhados numa nova missão: pôr fim aos atritos entre o governador Roberto Requião e seu vice, Orlando Pessuti. Apesar de acreditarem que "o pior da crise já passou", os deputados querem que Requião e Pessuti voltem a ser "bons amigos" e para isso nada melhor do que uma "conversa franca".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que os deputados temem é que este atrito venha a enfraquecer a candidatura de Pessuti ao governo do Estado, e, consequentemente, prejudique a campanha de reeleição dos integrantes da bancada do partido na Assembléia Legislativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Se o Requião diz que o Pessuti é o seu candidato, tem que transformar o discurso em prática. Tem que prestigiar mais o Pessuti, mostrar com atitudes que ele é o candidato, defende o deputado Nereu Moura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado, que assegura que o vice-governador está sendo "um leão para trabalhar", acredita que uma "conversa de amigos" pode "consertar algumas questões que não estão sendo bem encaminhadas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro deputado peemedebista, que preferiu o off, garante que o relacionamento entre Requião e Pessuti "está complicado", e isso preocupa os integrantes da bancada que buscam a reeleição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- A bancada quer um candidato competitivo. O partido tem uma estrutura sem igual no Paraná e não tem quem lidere esse processo. Se o PMDB tem uma chapa forte (de candidatos a deputado) precisa de alguém capaz de aglutinar, defende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os peemedebistas, o relacionamento entre Requião e Pessuti, que já estava tumultuado, se agravou quando Pessuti faltou à "escolinha" do dia 8 de setembro, feriado da Padroeira de Curitiba, cortado por Requião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;171 político&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Na esteira do que registrou este &lt;em&gt;&lt;strong&gt;hora H&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, na última quarta-feira, o presidente do PMDB paranaense, deputado Waldyr Pugliesi, foi à tribuna da Assembléia, para dizer que o assédio de outros partidos a filiados do PMDB, com a promessa de uma eleição fácil, é uma espécie de '171 político', em referência ao artigo do Código Penal referente ao estelionato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pugliesi, que disse que esta situação não passará incólume aos olhos do governador Roberto Requião, ponderou que "em política a ética nem sempre é a diretriz do comportamento da maioria, mas alguma dose de compostura é necessária".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Se ela não ocorre espontaneamente é preciso que seja imposta, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nos Anais da Assembléia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O líder do governo na Assembléia Legislativa, deputado Luiz Cláudio Romanelli, pediu na sessão desta terça-feira a inclusão nos Anais da Assembléia do artigo assinado pelo prefeito de Curitiba, Beto Richa, publicado no jornal "Gazeta do Povo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No artigo, Beto fala do encontro do PSDB no dia 12 de setembro, quando colocou seu nome à disposição do partido para a disputa pelo governo do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que isso, defendeu "a formulação de um novo projeto paranaense de desenvolvimento, representativo das forças sociais e econômicas do Estado e ancorado em bases ambientalmente sustentáveis".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- Com os olhos voltados para o futuro, propomos um programa que agregue às boas iniciativas em execução (e não apenas no âmbito do Estado, mas também na esfera dos municípios) uma visão estratégica de desenvolvimento, lastreada nas extraordinárias potencialidades do Paraná, destacou o prefeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas de todo o artigo, o que "sensibilizou" Romanelli foi que Beto adotou a mesma defesa do governador Roberto Requião e de todos os peemedebistas: que a Copel, a Sanepar e o Porto de Paranaguá devem permanecer sob controle do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- A Copel, a Sanepar e o Porto têm valor crucial para o Estado porque atuam em setoresestratégicos e já demonstraram sua capacidade de fomento social e econômico, afirmou o prefeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nova filiação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nesta quarta-feira o vice-governador Orlando Pessuti abona a ficha de filiação ao PMDB do secretário especial para Coordenação de Projetos Sociais do Paraná, Nivaldo Maldonado Gonçalves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será às 14 horas no gabinete da liderança do PMDB na Assembleia Legislativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ficha limpa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Representantes das 43 entidades que fazem parte do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) protocolaram nesta terça-feira, na Câmara Federal, projeto de lei de iniciativa popular que propõe a inelegibilidade de candidatos processados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta, batizada de "ficha limpa", foi entregue ao presidente da Câmara, Michel Temer, com mais de 1,3 milhões de assinaturas. Temer, no entanto, avisou que os deputados devem flexibilizar o projeto abrindo brecha maior para permitir que alguns condenados em primeira instância possam disputar as eleições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É falso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Tribunal Superior Eleitoral está alertando sobre um novo e-mail falso em nome do tribunal&lt;br /&gt;circula pela internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem induz o eleitor a clicar em um link para regularizar o título eleitoral, que teria sido cancelado devido a uma suposta ausência como mesário nas últimas eleições. Há ainda uma orientação para que o eleitor preencha o formulário que estaria anexo à mensagem, sendo que esta aparece falsamente assinada pelo presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Britto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O TSE insiste que não envia e-mails a eleitores, nem autoriza nenhuma outra instituição a fazê-lo em seu nome e alerta que mensagens desta natureza devem ser apagadas, pois podem conter vírus de computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Copa de 2.010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O deputado Luiz Carlos Martins está comemorando que a sua emissora de rádio - Banda B - será a única de Curitiba que irá transmitir os jogos da Copa do Mundo do ano que vem, que será realizada na África do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Banda B é uma das 19 emissoras de rádio brasileiras que compraram os direitos de transmissão dos jogos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5201439819375901150-5842201790872250619?l=roseliabrao.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://roseliabrao.blogspot.com/2009/09/deputados-querem-fim-dos-atritos-entre.html</link><author>noreply@blogger.com (Redação)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item></channel></rss>
