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	<description>Relações Internacionais de verdade!</description>
	<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 20:52:23 +0000</pubDate>
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		<title>A política do wishful thinking</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 20:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mr. X</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[América do Norte]]></category>

		<category><![CDATA[Artigos / Opinião]]></category>

		<category><![CDATA[Nobel]]></category>

		<category><![CDATA[obama]]></category>

		<category><![CDATA[paz]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Academia surpreendeu o mundo dando o Prêmio Nobel da Paz para Obama. Não que ele não fosse o candidato ideal para esse grupo de velhotes que já premiou criaturas obscenas como o terrorista Yasser Arafat e a picareta Rigoberta Menchu. Mas é que Obama, fora belos discursos, não fez ainda NADA digno de nota [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1424" title="obama" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/10/obama.jpg" alt="obama" width="540" height="195" /></p>
<p>A Academia surpreendeu o mundo dando o Prêmio Nobel da Paz para Obama. Não que ele não fosse o candidato ideal para esse grupo de velhotes que já premiou criaturas obscenas como o terrorista Yasser Arafat e a picareta Rigoberta Menchu. Mas é que Obama, <span style="font-style: italic;">fora belos discursos</span>, não fez ainda NADA digno de nota na sua administração. Zero, zilch, nulla, nada. O próprio Saturday Night Live, dominado por escritores esquerdistas, fez um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_mMR9Ztva58">esquete</a> observando a curiosa falta de <span style="font-style: italic;">acomplishments</span> do presidente-celebridade.</p>
<p>Qual famoso acordo de paz Obama celebrou em seus oito meses de governo? Qual ação de sua administração poderia ter sido usada como desculpa para o prêmio? E notem ainda que, de acordo com as próprias regras da Academia, as ações que contam para o prêmio teriam de ocorrer <span style="font-weight: bold;">antes de 1 de fevereiro de 2009</span>. Ou seja, para o comitê <del>sueco</del> norueguês (ao contrário dos outros Nobel, o prêmio da paz é escolhido por um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nobel_Peace_Prize">comitê norueguês</a>), a grande ação de paz de Obama foi mesmo se eleger presidente.</p>
<p>Como mesmo seus discursos - um no Egito bajulando o povo muçulmano, outro na Europa pedindo um mundo sem armas nucleares - tiveram resultados negativos, isto é, resultaram apenas em posturas mais agressivas de <del>inimigos</del> &#8220;países incompreendidos&#8221; como Coréia do Norte e Irã, só podemos concluir uma coisa: para o Comitê Nobel, resultados não contam. Nem mesmo acordos de paz contam. Contam só belos discursos, só o <span style="font-style: italic;">wishful thinking</span>. Se eu amanhã subir em um caixote e disser em praça pública que desejo um mundo de paz em que todos vivam de mãos dadas, corro o sério risco de receber um Nobel na cabeça.</p>
<p>Isso é perigoso. É perigoso para Obama, pois gera expectativas que não serão cumpridas: temo que, daqui por diante, vai ser só ladeira abaixo para o rapaz.</p>
<p>É perigoso para o mundo, pois a idéia de que as palavras e as (supostas) boas intenções sejam mais importantes do que as ações, embora seja um firme dogma da esquerda, não funciona no mundo real. Em breve teremos um Irã com armas nucleares e uma possível proliferação por todo o Oriente Médio, e não há discurso de paz que possa resolver esse pepino.</p>
<p>Mas talvez o comitê tenha escolhido Obama agora justamente por essa razão: em um ano, quando a situação mundial pegar fogo, mísseis voarem e a popularidade do presidente estiver rastejando, será tarde.</p>
<p>Isso nos leva também a uma certa teoria da conspiração. Quer dizer, Obama é um mistério. Praticamente tudo o que ele conquistou foi menos por mérito do que por sorte ou indicação. Vejam bem: depois de ter feito um college medíocre e viver em meio a drogas e dissolução, de repente começou uma ascenção vertiginosa. Foi aceito em Harvard. (Não se sabe quais notas teve, pois ninguém divulga.) Ganhou um contrato para escrever duas autobiografias, sem ter escrito previamente um panfleto sequer (há quem diga que Bill Ayres seja o ghost-writer desses livros). Virou Senador antes de ter tido qualquer emprego. Foi eleito Presidente na base da esperança. E, agora, ganha o Nobel antes de ter feito qualquer coisa para merecê-lo.</p>
<p>Só há duas explicações: ou ele é apenas uma marionete de um poderoso grupo globalista internacional, ou ele é mesmo o <a href="http://blogdomrx.blogspot.com/2008/02/ser-que-obama-o-anticristo.html">Anticristo</a>.</p>
<table style="font-style: italic;" border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>O villain, villain, smiling, damned villain!</td>
<td align="right" valign="top"><a name="114"> </a></td>
</tr>
<tr>
<td>My tables,—meet it is I set it down,</td>
<td align="right" valign="top"><a name="115"> </a></td>
</tr>
<tr>
<td>That one may smile, and smile, and be a villain;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-weight: bold;">(Hamlet, Act I, Scene V)</span></p>
<p>Via <a href="http://blogdomrx.blogspot.com/2009/10/politica-do-wishful-thinking.html" target="_blank">Blog do Mr X</a>.</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.flickr.com/photos/benheine/3520998607/" target="_blank">Barack Obama&#8217;s Toughest Opponent: Himself (Ben Heine)</a>.<span style="font-weight: bold;"><br />
</span></p>
<img src="http://www.mondopost.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1418&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Métodos de Negociação – Técnica Batna</title>
		<link>http://www.mondopost.com.br/2009/10/10/metodos-de-negociacao-%e2%80%93-tecnica-batna/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 20:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Machado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos / Opinião]]></category>

		<category><![CDATA[Negociações Internacionais]]></category>

		<category><![CDATA[Batna]]></category>

		<category><![CDATA[Maana]]></category>

		<category><![CDATA[negociação]]></category>

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		<description><![CDATA[
Tenho escrito nesse portal uma série de artigos sobre a atividade negociadora, a principio tenho abordado a questão conceitual, as habilidades individuais necessárias e como concatenar as matérias da graduação em relações internacionais, com essa atividade, assim venho enfatizando a importância da preparação, da capacidade de análise, da capacidade de controlar e usar as emoções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1422" title="handshake" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/10/handshake.jpg" alt="handshake" width="540" height="195" /></p>
<p>Tenho escrito nesse portal uma série de artigos sobre a atividade negociadora, a principio tenho abordado a questão conceitual, as habilidades individuais necessárias e como concatenar as matérias da graduação em relações internacionais, com essa atividade, assim venho enfatizando a importância da preparação, da capacidade de análise, da capacidade de controlar e usar as emoções e reiteradamente lembro o valor da preparação e do trato objetivo das questões, quando numa mesa de negociação.</p>
<p>Nesse texto, introduzo uma ferramenta prática, muito usada na preparação de uma negociação internacional, que é construída sobre os trabalhos de (FISHER; URY. 1994), que é o sistema Batna (Best alternative to a negotiated agreement) que pode ser encontrado na literatura como Maana (Melhor alternativa à negociação de um Acordo).</p>
<p>Esse método é apresentado não só na obra “Como chegar ao sim” dos autores já citados, editado pela Imago, mas também em manuais de Diplomacia Comercial, como o excelente: “Como derrubar as barreiras internacionais de comércio: Manual de Diplomacia Comercial” de Paulo Nogueira, da Editora Aduaneiras.</p>
<p>Esse método consiste na formulação rigorosa dos conceitos apresentados, nos textos anteriores e cuja racionalização é possível graças aos conhecimentos oferecidos pela graduação em relações internacionais, que cria não só o rigor analítico e a facilidade de lidar com assuntos diversos, mas também a sensibilidade cultural, que cria um ambiente de negociação propício ao acordo, que nem sempre é o que a alta-administração da empresa, ONG, ou órgão público, tem como ideal, portanto esse método permite, antecipar e calcular um acordo que não o ideal, é um meio de não ser surpreendido a mesa de negociação com uma posição aparentemente inflexível da contra-parte.</p>
<p>Isso por que ao conhecer os interesses envolvidos é possível mapear alternativas viáveis e práticas, por que o cenário ideal, raramente é visto na mesa de negociação e a ruptura pode significar prejuízo à organização, afinal foram gastos horas de trabalho e recursos pecuniários na busca dessa negociação.</p>
<p>Nesse método de cinco passos que permite por no papel uma avaliação de todos os atores envolvidos na negociação, seus interesses, suas opções possíveis, critério objetivo de cada um desses atores e a Batna (que é a alternativa para salvar a negociação).</p>
<p>O primeiro item consiste em listar, todas as organizações que podem ser envolvidas direta e indiretamente na negociação e o número de atores e sua relevância se alteram a cada negociação, de forma geral, não se pode esquecer grupos de pressão, sindicatos, burocratas, o próprio negociador da contraparte, a imprensa, acionistas, etc.</p>
<p>Uma vez identificados esses atores é hora de descobrir os interesses de cada um na negociação, o que têm a perder e a ganhar, um exemplo, burocratas, tendem a querer agradar seus superiores e avançarem em suas carreiras, sindicalistas tendem a querer manutenção e melhoria de condições de emprego e objetam veementemente redução de trabalhadores, horas ou benefícios. Um repórter vai querer, ter acesso a informações mais detalhadas que seus concorrentes, grupos de pressão ambiental vão se preocupar com impactos ambientais, e assim por diante.</p>
<p>É um passo essencial, que necessita de um trabalho adequado, por que sem identificar corretamente os interesses, não poderemos construir um cenário que permita descobrir as condições objetivas da negociação, e as alternativas.</p>
<p>A quarta etapa como vimos é a identificação das condições objetivas, assim é preciso uma miríade de conhecimentos que permitam após uma meticulosa reflexão definir essas condições, além disso, nessa etapa como nas demais é preciso, trabalhar metodologicamente e com rigor, a profusão de informações que devem ser apuradas nessa fase de preparação, é nessa fase que o cientista e o operador de relações internacionais no mercado (por assim dizer) se sobrepõem, pois ao aplicar o rigor da ciência no trato das informações aumenta-se muito a chance de obterem-se conclusões corretas e antecipar as posições das partes interessadas.</p>
<p>É aqui que multidisciplinaridade de um profissional de relações internacionais se destaca ao poder sem muitos problemas observar questões políticas internas e externas, macroeconômicas, microeconômicas, legislação internacional, regimes internacionais, logística, contratos internacionais, ou seja, é capaz de decodificar todas as informações levantadas pela equipe de maneira rápida e satisfatória. Além de trazer elementos que podem ser esquecidos por profissionais de outros ramos, como a influencia e os riscos políticos, todas essas coisas que somos treinados a perceber. Que em caso de investimentos, ou de parcerias de longo prazo, se não observados o resultado pode ser potencialmente prejudicial à empresa e/ou organização que você esteja representando, pode ser prejudicial por causas políticas (nacionalização, por exemplo), dificuldades de receber os pagamentos, levantamento de barreiras comerciais.</p>
<p>Ao fazer esse levantamento chegamos ao ponto crucial desse método que é ter propostas por escrito a mão pronta para serem usadas quando a negociação chegar a pontos de impasse, pois nesse momento ter uma Batna, não só evita o rompimento das negociações, como oferece um cenário, ainda vantajoso para ambas as partes, sem, contudo ser o ideal, mas não é prejudicial, ou seja, esse é um método para ser usado em negociações cooperativas.</p>
<p>Essa é uma das muitas metodologias disponíveis, mas que se usada a profundo, com todas as etapas analisadas a fundo deve dotar o negociador com alternativas para todos os impasses previsíveis, e pelo conhecimento adquirido na preparação, deve ter a capacidade de chegar a um acordo, não previamente vislumbrado, mas que seja confortável para todos os envolvidos.</p>
<p>Pode-se concluir que o processo negociador começa antes mesmo da definição da tática a ser usada, começa na identificação dos objetivos estratégicos da empresa, da pesquisa sobre os envolvidos e na busca de alternativas, que necessariamente, nos coloca diante da tarefa de se por no lugar das outras partes envolvidas, e aqui temos outra vantagem da sensibilidade e facilidade de transitar por diferentes culturas e opiniões que em geral, consta do perfil dos bacharéis em Relações Internacionais. Como sempre para melhores e mais completas informações busquem os autores aqui citados, e façam uma pesquisa, sobre esse método, que apesar de trabalhoso, prevê situações que podem resultar no fracasso das negociações e por isso ajuda a preparar variações táticas que evitem que isso ocorra.</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.flickr.com/photos/32490173@N05/3169262303/" target="_blank">Fonte</a>.</p>
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		<title>Teatro do absurdo</title>
		<link>http://www.mondopost.com.br/2009/09/27/teatro-do-absurdo/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 18:51:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mr. X</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[América Central]]></category>

		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>

		<category><![CDATA[Artigos / Opinião]]></category>

		<category><![CDATA[Política Internacional]]></category>

		<category><![CDATA[América Latina]]></category>

		<category><![CDATA[Chávez]]></category>

		<category><![CDATA[Embaixada]]></category>

		<category><![CDATA[Honduras]]></category>

		<category><![CDATA[Zelaya]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto seus seguidores se empanturram na Embaixada do Brasil sem dividir a comida com os famintos funcionários brasileiros, Zé da Laia afirma que está sendo &#8220;torturado com gases tóxicos alteradores da consciência&#8221; e por &#8220;radiação de alta freqüência&#8221; (sic) produzida por &#8220;mercenários israelenses&#8221; que &#8220;planejam assassiná-lo&#8221;. Realmente, a julgar pela foto abaixo, o sujeito parece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto seus seguidores se empanturram na Embaixada do Brasil <a href="http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/09/23/zelayistas-nao-dividem-comida-funcionarios-da-embaixada-brasileira-passam-fome-767746420.asp">sem dividir a comida com os famintos funcionários brasileiros</a>, Zé da Laia <a href="http://www.miamiherald.com/news/5min/story/1248828.html">afirma</a> que está sendo &#8220;torturado com gases tóxicos alteradores da consciência&#8221; e por &#8220;radiação de alta freqüência&#8221; (sic) produzida por &#8220;mercenários israelenses&#8221; que &#8220;planejam assassiná-lo&#8221;. Realmente, a julgar pela foto abaixo, o sujeito parece estar passando muito mal.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1409" title="ze-laia" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/09/ze-laia.jpg" alt="ze-laia" width="495" height="371" /></p>
<p>Que bufões como Chávez, Evo e Zelaya sejam não apenas levados a sério, como ainda colocados em posições de poder em lugar do <span style="font-weight: bold;">quarto de hospício </span>que claramente merecem, só mostra que passamos dos limites há muito tempo.</p>
<p>Pobre América Latina. Parece-se cada vez mais a uma peça de Becket ou de Ionesco.</p>
<p>Via <a href="http://blogdomrx.blogspot.com/2009/09/teatro-do-absurdo.html" target="_blank">Blog do Mr. X</a>.</p>
<img src="http://www.mondopost.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1408&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Estágio no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA</title>
		<link>http://www.mondopost.com.br/2009/09/27/estagio-no-ministerio-da-agricultura-pecuaria-e-abastecimento-%e2%80%93-mapa-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 18:36:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Letícia Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>

		<category><![CDATA[Estágio]]></category>

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		<description><![CDATA[Vaga de Estagiário na  Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio – SRI  do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA
Brasília-DF
Assuntos do Estágio:
Balança Comercial do Agronegócio Brasileiro e outros temas relacionados ao comércio exterior agrícola. Para conhecer melhor alguns dos trabalhos desenvolvidos basta acessar a página do MAPA (www.agricultura.gov.br/internacional) no link &#8220;Balança Comercial do Agronegócio&#8221;.
Pré-requisitos:
I [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Vaga de Estagiário na  Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio – SRI  do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA</strong><br />
Brasília-DF</p>
<p><strong>Assuntos do Estágio</strong>:<br />
Balança Comercial do Agronegócio Brasileiro e outros temas relacionados ao comércio exterior agrícola. Para conhecer melhor alguns dos trabalhos desenvolvidos basta acessar a página do MAPA (<a href="http://www.agricultura.gov.br/internacional">www.agricultura.gov.br/internacional</a>) no link &#8220;Balança Comercial do Agronegócio&#8221;.</p>
<p><strong>Pré-requisitos:</strong><br />
I - Estar cursando o 3º semestre, no mínimo, e 6º semestre, no máximo, do curso de Relações Internacionais ou Economia;<br />
II - Possuir bons conhecimentos de Excel; e<br />
III - Inglês instrumental para leitura de textos.<br />
Carga horária: 4 ou 6 horas diárias</p>
<p><strong>Remuneração</strong>: Bolsa CIEE</p>
<p>Os interessados deverão encaminhar currículo para o seguinte endereço eletrônico: <a href="mailto:cgoe@agricultura.gov.br">cgoe@agricultura.gov.br</a></p>
<img src="http://www.mondopost.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1400&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Concurso de Monografias em Finanças Públicas</title>
		<link>http://www.mondopost.com.br/2009/09/27/concurso-de-monografias-em-financas-publicas/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 18:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Letícia Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>

		<category><![CDATA[Concurso de monografia]]></category>

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		<description><![CDATA[O concurso de monografias Prêmio Tesouro Nacional constitui iniciativa da Secretaria do Tesouro Nacional - STN, com patrocínio da Fundação Getúlio Vargas - FGV e da Caixa Econômica Federal - CAIXA, sendo realizado pela Escola de Administração Fazendaria - ESAF.
Os temas do concurso são: &#8220;Política Fiscal e Dívida Pública&#8221;, &#8220;Tópicos Especiais de Finanças Públicas&#8221;, &#8220;Política [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O concurso de monografias Prêmio Tesouro Nacional constitui iniciativa da Secretaria do Tesouro Nacional - STN, com patrocínio da Fundação Getúlio Vargas - FGV e da Caixa Econômica Federal - CAIXA, sendo realizado pela Escola de Administração Fazendaria - ESAF.</p>
<p>Os temas do concurso são: &#8220;Política Fiscal e Dívida Pública&#8221;, &#8220;Tópicos Especiais de Finanças Públicas&#8221;, &#8220;Política Fiscal e a Crise Economica  Internacional &#8221; e &#8220;Qualidade do Gasto Público&#8221;.</p>
<p><strong>Inscrições até 05 de outubro de 2009<br />
</strong>CONSULTE PREMIAÇÃO E COMO SE INSCREVER<br />
Maiores informações podem ser obstidas nos sites:<br />
<a href="http://www.esaf.fazenda.gov.br">http://www.esaf.fazenda.gov.br</a><br />
<a href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br" target="_blank">http://www.tesouro.fazenda.gov.br</a></p>
<img src="http://www.mondopost.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1392&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Especialistas alemães veem com ceticismo cooperação militar Brasil-França</title>
		<link>http://www.mondopost.com.br/2009/09/06/especialistas-alemaes-veem-com-ceticismo-cooperacao-militar-brasil-franca/</link>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 23:29:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enrique Villalobos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>

		<category><![CDATA[Artigos / Opinião]]></category>

		<category><![CDATA[Europa]]></category>

		<category><![CDATA[Militarismo]]></category>

		<category><![CDATA[Negociações Internacionais]]></category>

		<category><![CDATA[Política Internacional]]></category>

		<category><![CDATA[alemanha]]></category>

		<category><![CDATA[cooperação]]></category>

		<category><![CDATA[França]]></category>

		<category><![CDATA[militar]]></category>

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		<description><![CDATA[
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, chega ao Brasil nesta segunda-feira (07/09) para, entre outros compromissos, ratificar um acordo de cooperação militar com o Brasil. A parceria prevê a fabricação de 50 helicópteros, a construção em série de quatro submarinos convencionais, além do desenvolvimento do primeiro submarino brasileiro de propulsão nuclear.
Também estão previstos investimentos em instalações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1389" title="french_ssbn_submarine" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/09/french_ssbn_submarine.jpg" alt="french_ssbn_submarine" width="540" height="195" /></p>
<p>O presidente francês, Nicolas Sarkozy, chega ao Brasil nesta segunda-feira (07/09) para, entre outros compromissos, ratificar um acordo de cooperação militar com o Brasil. A parceria prevê a fabricação de 50 helicópteros, a construção em série de quatro submarinos convencionais, além do desenvolvimento do primeiro submarino brasileiro de propulsão nuclear.</p>
<p>Também estão previstos investimentos em instalações industriais e portuárias. A propulsão nuclear será desenvolvida pelo Brasil, o know-how nuclear explicitamente não faz parte do acordo. O projeto vai custar ao governo brasileiro cerca de 8,6 bilhões de euros e será financiado, em parte, através de empréstimo feito por um consórcio de seis bancos europeus.</p>
<p>A parceria estratégica de defesa entre os dois países foi estabelecida durante a visita de Sarkozy ao Brasil em dezembro passado. A colaboração militar poderá ainda incluir a compra de 36 caças franceses. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recentemente havia dito que também poderiam ser feitos negócios envolvendo aviões militares, pois a França ofereceria uma ampla transferência de tecnologia.</p>
<p><strong>Investimento vale a pena?</strong></p>
<p>Especialistas alemães da área de defesa veem a cooperação militar com ceticismo. Na opinião deles, o tratado de custo bilionário, que renovará o arsenal militar brasileiro, pode contribuir para impulsionar uma corrida armamentista dentro do continente latino-americano sem, entretanto, trazer os benefícios esperados pelo governo brasileiro.</p>
<p>“Não estou muito certo se o Brasil realmente conseguirá a transferência tecnológica almejada com esse acordo”, comenta o jornalista Otfried Nassauer, diretor do Centro de Informação Berlinense para Segurança Transatlântica (BITS, na sigla em alemão).</p>
<p>Ele avalia que há uma considerável chance de o projeto brasileiro do submarino nuclear ter resultados aquém do esperado. “Não é possível hoje saber se esse projeto realmente terá o sucesso desejado do ponto de vista tecnológico e se ele dará ao Brasil uma vantagem militar em relação a outros países. Um projeto tão ambicioso também pode fracassar”, afirma.</p>
<p>Nassauer não acha que a atual cooperação com a França seja motivo de apreensão para as nações vizinhas ao Brasil, devido ao bom relacionamento entre os atuais governos do continente. Entretanto, sua opinião é que o dinheiro seria mais bem empregado em outros setores.</p>
<p>“A pergunta que o governo Lula deve se fazer é se os investimentos não são muito altos e se é o caso de investir tanto dinheiro no próprio status político e militar”, questiona Nassauer. “Há muitos outros setores da sociedade e da economia nos quais, com os mesmos recursos, provavelmente se obteria bem mais postos de trabalho e possivelmente até maior transferência de tecnologia. Tecnologia militar é sempre mais cara do que a tecnologia civil”, acrescenta o jornalista.</p>
<p><strong>Hegemonia regional</strong></p>
<p>O cientista político Daniel Flemes, especialista em políticas de segurança do Instituto Alemão para Estudos Globais e Regionais (Giga), de Hamburgo, avalia que a cooperação com a França pode enfraquecer a cooperação com os vizinhos latino-americanos e provocar uma competição regional por armamentos.</p>
<p>“O fato de o Brasil estar procurando parceiros fora da América Latina em busca de know-how tecnológico pode provocar uma corrida armamentista no continente e pode ser um entrave para uma maior colaboração com os países vizinhos no setor de defesa”, alerta Flemes.</p>
<p>Ele lembra que o acordo é apenas mais um passo do Brasil não só para confirmar sua posição como líder regional, mas também para pavimentar o caminho rumo ao tão sonhado status de grande potência. “O país se esforça para sublinhar sua hegemonia regional não somente na área econômica e política, como também militar. E, ao mesmo tempo, procura consolidar sua posição de potência emergente num contexto mais amplo”, explica Flemes.</p>
<p>Para o analista, este é um passo compreensível, lembrando os esforços dos países próximos na ampliação do poderio militar. “Alguns países vizinhos ao Brasil também estão se empenhando na modernização de seu aparato militar. A Venezuela gastou, nos últimos quatro a cinco anos, 4 bilhões de euros em importações de armamentos da Rússia, enquanto o Chile também vem investindo pesadamente em armamentos nos últimos anos”, ressalta Flemes.</p>
<p>“O Brasil não está sozinho”, resume o cientista político, ao lembrar que a soma de gastos com armamentos dos países sul-americanos mais que duplicou nos últimos cinco anos.</p>
<p><strong>Alemanha não tem experiência</strong></p>
<p>O ministro brasileiro da Defesa, Nelson Jobim, justifica a escolha afirmando que os franceses foram os únicos que se dispuseram a transferir tecnologia para o Brasil. Além do mais, a Alemanha, que também havia sido consultada, não teria experiência com a construção de submarinos nucleares.</p>
<p>&#8220;Isso é correto. A Alemanha nunca construiu um submarino com propulsão nuclear. E também nunca construiu um submarino tão grande que comporte um reator nuclear. Os submarinos alemães são significativamente menores&#8221;, diz Nassauer.</p>
<p>Autor: <a href="http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4637843,00.html?maca=bra-rss-br-all-1030-rdf" target="_blank">Marcio Damasceno</a></p>
<p>Revisão: Roselaine Wandscheer</p>
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		<title>Estágio na Unidade de Articulação e Cooperação Internacional da Apex-Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 18:33:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Letícia Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>

		<category><![CDATA[APEX]]></category>

		<category><![CDATA[Estágio]]></category>

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		<description><![CDATA[VAGA de Estágio na Unidade de Articulação e Cooperação Internacional da Apex-Brasil
Bolsa 800.00 + auxílio transporte + vale refeição/alimentação
Horário 6hs/dia (30 hs semanais)
Atribuições: 
Auxiliar na elaboração e tradução de documentos (acordos, convênios, memorandos de entendimento e outros instrumentos internacionais); acompanhamento de Programas de Cooperação Internacional com entidades homólogas à Apex-Brasil e organismos internacionais; auxiliar no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>VAGA de Estágio na Unidade de Articulação e Cooperação Internacional da Apex-Brasil</strong></p>
<p>Bolsa 800.00 + auxílio transporte + vale refeição/alimentação<br />
Horário 6hs/dia (30 hs semanais)</p>
<p><strong>Atribuições: </strong></p>
<p>Auxiliar na elaboração e tradução de documentos (acordos, convênios, memorandos de entendimento e outros instrumentos internacionais); acompanhamento de Programas de Cooperação Internacional com entidades homólogas à Apex-Brasil e organismos internacionais; auxiliar no acompanhamento da execução de projetos de cooperação entre o Brasil e os países parceiros da Apex-Brasil; auxiliar na recepção de missões estrangeiras de natureza institucional da Apex-Brasil; auxiliar nas atividades operacionais rotineiras.</p>
<p><strong>Requisitos:</strong></p>
<p>Bons conhecimentos do Pacote Office 2007;</p>
<p>Inglês Avançado;</p>
<p>Espanhol ou Francês avançado;</p>
<p>Experiência de estágio anterior.</p>
<p>Pede-se que envie currículos até o dia <strong>10 de setembro</strong> para Sophia Costa, no email: <a href="mailto:sophiacav@gmail.com">sophiacav@gmail.com</a></p>
<img src="http://www.mondopost.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1381&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Compaixão por terroristas</title>
		<link>http://www.mondopost.com.br/2009/08/24/compaixao-por-terroristas/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 01:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mr. X</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos / Opinião]]></category>

		<category><![CDATA[Europa]]></category>

		<category><![CDATA[Terrorismo]]></category>

		<category><![CDATA[África]]></category>

		<category><![CDATA[Líbia]]></category>

		<category><![CDATA[Lockerbie]]></category>

		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>

		<category><![CDATA[terrorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Há algo de podre no mundo ocidental. Talvez mereçamos mesmo morrer e ser destruídos sem piedade.
O terrorista responsável pelo atentado de Lockerbie, que matou 270 pessoas, foi solto pelas autoridades escocesas e retornou à Líbia, onde foi recebido como herói.
O motivo alegado é a compaixão: o pobre terrorista estava com câncer e morreria logo, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1378" title="terrorism" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/08/terrorism.jpg" alt="terrorism" width="540" height="195" /></p>
<p>Há algo de podre no mundo ocidental. Talvez mereçamos mesmo morrer e ser destruídos sem piedade.</p>
<p>O terrorista responsável pelo atentado de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pan_Am_Flight_103">Lockerbie</a>, que matou 270 pessoas, foi solto pelas autoridades escocesas e retornou à Líbia, onde foi recebido como herói.</p>
<p>O motivo alegado é a compaixão: o pobre terrorista estava com câncer e morreria logo, mas há suspeitas que a verdadeira razão seja um <a href="http://pajamasmedia.com/richardfernandez/2009/08/22/a-tribute-to-our-decency/">lucrativo</a> acordo comercial do Reino Unido com a Líbia. Parece ser uma explicação mais plausível. Negócios, negócios, justiça à parte.</p>
<p>Independentemente dos motivos, um articulista do Guardian, porta-voz maior do esquerdismo atual, <a href="http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2009/aug/23/kenny-macaskill-decision-megrahi-release">celebrou</a> a liberdade do terrorista, afirmando ser um &#8220;tributo à decência humana&#8221;. Que um asno zurre asneiras, não é surpreendente. Mas o número de imbecis concordando nos comentários não deixa de ser algo arrasador.</p>
<p>270 pessoas morreram sem qualquer compaixão. O próprio terrorista preso jamais demonstrou qualquer arrependimento pelo massacre. Os líbios, os palestinos (também acusados de participação no atentado, ao lado do Irã), e por extensão todo o mundo islâmico, agora mesmo celebram seu herói e cospem coletivamente na cova dos 270 &#8220;infiéis&#8221; mortos.</p>
<p>Richard Fernandez observa que, ao mesmo tempo em que o terrorista foi solto, as autoridades inglesas <a href="http://pajamasmedia.com/richardfernandez/2009/08/21/what-a-wonderful-world/">prenderam</a> uma adolescente acusada de <span style="font-style: italic;">cyberbulling</span> no Facebook, dando a letra de quais são os crimes que realmente preocupam nossa superficial sociedade atual.</p>
<p>Mas o evento mostra principalmente que, na verdade, a tal &#8220;compaixão&#8221; progressista não passa de um narcisismo delirante. O importante é <span style="font-style: italic;">mostrar</span> compaixão, aparecer <span style="font-style: italic;">aos outros</span> como mais nobre, mais bom, defensor dos frascos e comprimidos, mesmo à custa de mais atentados, que fatalmente ocorrerão. O articulista do Guardian pode dar-se ao luxo de celebrar a &#8220;compaixão&#8221; por um terrorista pois não foram seus familiares os que morreram na explosão. Afinal, o importante é mostrar que &#8220;somos melhores do que eles&#8221;. E, se de quebra ainda der para conseguir um milionário acordo petrolífero, que problema há?</p>
<p>Não, uma sociedade que libera um assassino de 270 pessoas, na maioria mulheres e crianças, após meros 7 anos de cadeia, não é uma sociedade &#8220;decente&#8221;. É uma sociedade estúpida, em fase de câncer terminal.</p>
<p>Via <a href="http://blogdomrx.blogspot.com/2009/08/compaixao-por-terroristas.html" target="_blank">Blog do Mr. X</a>.</p>
<p><em>Imagem: <a href="https://www.cia.gov/news-information/cia-the-war-on-terrorism/dci-counterterrorist-center-terrorist-buster-logo.html" target="_blank">Fonte</a>.</em></p>
<img src="http://www.mondopost.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1377&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Nunca houve tantos escravos como na atualidade, diz pesquisador</title>
		<link>http://www.mondopost.com.br/2009/08/22/nunca-houve-tantos-escravos-como-na-atualidade-diz-pesquisador/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 17:21:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enrique Villalobos</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[América Central]]></category>

		<category><![CDATA[América do Norte]]></category>

		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>

		<category><![CDATA[Artigos / Opinião]]></category>

		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>

		<category><![CDATA[Europa]]></category>

		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

		<category><![CDATA[África]]></category>

		<category><![CDATA[Ásia-Pacífico]]></category>

		<category><![CDATA[escravidão]]></category>

		<category><![CDATA[slavery]]></category>

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		<description><![CDATA[
Na noite de 22 para 23 de agosto de 1791, a ilha de Santo Domingo (hoje Haiti e República Dominicana) assistiu ao começo de uma insurreição que teria um papel decisivo na abolição do tráfico transatlântico de escravos. Hoje, o 23 de agosto é comemorado pela Unesco como o Dia Internacional de Lembrança do Tráfico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1373" title="slavery" src="http://www.mondopost.com.br/wp-content/uploads/2009/08/slavery.jpg" alt="slavery" width="540" height="195" /></p>
<p>Na noite de 22 para 23 de agosto de 1791, a ilha de Santo Domingo (hoje Haiti e República Dominicana) assistiu ao começo de uma insurreição que teria um papel decisivo na abolição do tráfico transatlântico de escravos. Hoje, o 23 de agosto é comemorado pela Unesco como o Dia Internacional de Lembrança do Tráfico de Escravos e sua Abolição.</p>
<p>Sobre este assunto, a Deutsche Welle entrevistou o jornalista norte-americano Benjamin Skinner, autor do livro <strong>A Crime So Monstrous: Face-To-Face with Modern-Day Slavery</strong> (Um crime tão monstruoso: face a face com a escravidão hoje). O professor do <em>Carr Center for Human Rights Policy da Harvard Kennedy School</em> adverte que escravos hoje são muito mais baratos do que em qualquer outro momento da história da humanidade.</p>
<p>Deutsche Welle: <em>A escravidão é um fato do passado?</em></p>
<p>Benjamin Skinner: Com certeza, não. Embora existam mais de 300 tratados internacionais e mais de uma dúzia de convenções universais exigindo o fim da escravidão e do comércio de escravos, este ainda é um problema que desafia o mundo moderno. Pessoas e nações presumem que a lei seja suficiente para erradicar o comércio, mas não é. A abolição legal é um primeiro passo necessário, mas a abolição real requer a aplicação rigorosa dessa lei para perseguir os traficantes e proteger e reabilitar as vítimas.</p>
<p><em>Quantos escravos existem hoje no mundo?</em></p>
<p>Como a escravidão é ilegal em qualquer parte do mundo, os traficantes escondem suas vítimas, temendo as autoridades. Em qualquer país, escravos são uma população oculta. Mas as estimativas mais amplamente aceitas apontam que haja entre 12,3 milhões e 27 milhões de escravos.</p>
<p><em>E em números relativos, em comparação com o passado?</em></p>
<p>Há mais escravos hoje do que em qualquer outro momento da história da humanidade. Mas, por mais deprimentes que sejam os números absolutos, podemos encontrar certo consolo no fato de a porcentagem de escravos na população mundial ser hoje menor. Os três grandes movimentos abolicionistas do passado de fato trouxeram progressos. Mas ainda há muito a ser feito neste quarto e último.</p>
<p><em>O que caracteriza a condição de escravo?</em></p>
<p>Escravos são pessoas forçadas a prestar um serviço, mantidas ilegalmente e ameaçadas com violência, sem pagamento e em esquema de subsistência. São pessoas que não podem fugir de seu trabalho.</p>
<p><em>Que tipo de trabalho eles fazem hoje em dia?</em></p>
<p>São usados em todos os ramos da indústria, da agricultura e do setor de serviços. A maioria é forçada a trabalhar para quitar uma dívida, em muitos casos herdada de um ancestral. Todo ano, centenas de milhares são forçados a cruzar fronteiras internacionais para executar trabalhos domésticos ou manuais, também como pedintes, ou se tornam vítimas de prostituição forçada. Crianças são obrigadas a lutar em guerras civis brutais; homens e mulheres, espoliados e obrigados a produzir componentes de produtos de consumo que você talvez tenha em casa. A escravidão está em todo e em nenhum lugar.</p>
<p><em>Que motivos levam hoje à escravidão?</em></p>
<p>As circunstâncias de cada escravo são diferentes, claro, mas há temas recorrentes. Em primeiro lugar, escravos tendem a vir de comunidades profundamente empobrecidas e socialmente isoladas. Tendem a ser jovens, do sexo feminino, com acesso restrito a educação e saúde, e sem qualquer acesso ao crédito formal. Também costumam viver em áreas onde o domínio da lei é fraco e criminosos podem tirar vantagem de sua vulnerabilidade  e isolamento para lucrar.</p>
<p><em>Que países e regiões possuem o maior número de escravos?</em></p>
<p>O sul da Ásia em geral – e a Índia, em particular – possui mais escravos do que todo o resto do mundo junto. A abolição do trabalho escravo na Índia, assim como a do sistema de castas, continua sendo uma promessa não cumprida. Nos níveis estaduais e distritais, bem como nos panchayats [sistema político indiano que agrupa quatro vilas em volta de uma vila central], a boa intenção das leis nada significa para os milhões de pessoas forçadas a trabalhar para pagar uma dívida que, em muitos casos, foi feita gerações antes.</p>
<p><em>E na América Latina?</em></p>
<p>Há centenas de milhares, talvez milhões de escravos na América Latina. O Haiti tem umas 300 mil crianças escravas. Ofereceram-me uma por 50 dólares numa rua de Porto Príncipe, a cinco horas de distância da minha casa em Nova York. Dezenas de milhares são traficadas da América Central e do México para localidades mais ao norte. Nos Estados Unidos, a maior parte dos escravos é mexicana ou foi traficada através do México.</p>
<p>Ironicamente, o Brasil, um dos últimos países a abolir formalmente a escravidão, é hoje um dos mais proativos no combate ao tráfico. Equipes móveis de inspeção do Ministério brasileiro do Trabalho resgatam cerca de 5 mil escravos por ano. Mas infelizmente eles não recebem aconselhamento ou proteção adequados, e dá para contar nos dedos de uma mão quantos criminosos foram condenados. Ou seja, quase a metade dos escravos resgatados volta ao regime escravo. Ainda há muito a ser feito na região.</p>
<p><em>Qual o papel do Estado em países onde existe escravidão?</em></p>
<p>A escravidão existe onde os Estados são fracos ou corruptos, mas ela também pode ser usada por regimes autoritários como forma de controlar a população. Por exemplo, no Sudão, onde o governo do norte armou e encorajou as milícias a escravizar durante uma guerra civil de 22 anos. Ou em Mianmar, onde o governo impõe o regime de corvéia à população rural.</p>
<p><em>É sabido que, em certos países, é possível libertar um escravo pagando por ele. Algumas organizações fazem isso. Você considera este um caminho válido?</em></p>
<p>Certamente não. Por mais que comprar a liberdade de um escravo faça o comprador se sentir bem, essa prática, na melhor das hipóteses, dá margem à corrupção. Na pior delas, incentiva o comércio com a miséria humana.<br />
<em><br />
Quanto custa um escravo hoje?</em></p>
<p>Escravos hoje são mais baratos do que nunca. Presenciei negociações de venda em quatro continentes e recebi ofertas de 45 dólares na África do Sul até cerca de 2 mil dólares (na verdade, tratava-se da troca por um carro usado) na Romênia. Com mais de 1,1 bilhão de pessoas subsistindo com menos de um dólar por dia, a oferta de potenciais escravos é praticamente ilimitada.</p>
<p><em>Quais são as consequências tardias da escravidão nas sociedades em que ela existiu, como nos EUA e na América Latina?</em></p>
<p>Países que falham em lembrar que a escravidão é um compromisso vivo estão condenados a viver em insegurança e desigualdade, e em meio a atividades criminosas. Mas aqueles que se encarregarem da difícil tarefa de eliminar a escravidão serão recompensados com sociedades mais prósperas e pacíficas. O que me lembra as palavras de Maya Angelou: &#8220;<strong><em>A história, por mais dolorosa, não pode ser &#8216;desvivida&#8217;. Mas, se enfrentada com coragem, não precisa ser revivida</em></strong>&#8220;.</p>
<p>Autor: Pablo Kummetz</p>
<p>Revisão: <a href="http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4589344,00.html?maca=bra-rss-br-all-1030-rdf" target="_blank">Roselaine Wandscheer</a></p>
<p><em>Imagem: <a href="http://www.flickr.com/photos/quettabalochistan/2986608888/" target="_blank">Fonte</a>.</em></p>
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		<title>I Fórum Centro-Oeste de Relações Internacionais.</title>
		<link>http://www.mondopost.com.br/2009/08/22/i-forum-centro-oeste-de-relacoes-internacionais/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 17:13:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Letícia Vieira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[I Fórum RI centro-oeste]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos dias 05, 06 e 07 de setembro será realizado o I Fórum Centro-Oeste de Relações Internacionais.
Objetivo do projeto:
O Fórum Centro-Oeste de Relações Internacionais (FoCO RI) propõe-se a ser um novo espaço de fomento à pesquisa acadêmica em Relações Internacionais. A iniciativa procura criar um novo espaço que aproxime profissionais – praticantes, pesquisadores e professores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 05, 06 e 07 de setembro será realizado o I Fórum Centro-Oeste de Relações Internacionais.</p>
<p><strong>Objetivo do projeto:</strong><br />
O Fórum Centro-Oeste de Relações Internacionais (FoCO RI) propõe-se a ser um novo espaço de fomento à pesquisa acadêmica em Relações Internacionais. A iniciativa procura criar um novo espaço que aproxime profissionais – praticantes, pesquisadores e professores da área – dos estudantes de graduação e pós-graduação. Assim, o FoCO RI almeja servir também como referência para o debate das relações internacionais contemporâneas sob o ângulo da pesquisa.</p>
<p>O evento intenta promover a aproximação entre os diversos centros de estudo na área de Relações Internacionais, além de incentivar o fortalecimento de uma cultura de debate, cooperação e produção acadêmica conjunta entre os estudantes de graduação e pós-graduação de Relações Internacionais de todos estes centros. Busca também estabelecer um espaço capaz de estimular discussões que possam contribuir para o ensino, a pesquisa e a prática profissional na área de relações internacionais no país.</p>
<p>Com a finalidade de alcançar os objetivos propostos, o evento contará com os seguintes trabalhos: mesas redondas, mini-curso e cine-debate durante os quais serão debatidas e apresentadas as várias fontes, técnicas e áreas de pesquisa em Relações Internacionais, com ênfase aos seguintes temas: Filosofia da Ciência, América do Sul, Estados Unidos e Segurança Internacional e BRICS.</p>
<p>A comissão organizadora é composta por estudantes universitários e conta também com a cooperação de professores e de instituições como o Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília e o Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais do Ministério das<br />
Relações Exteriores. Faz-se importante ressaltar que, por ser um Fórum, o evento pretende realizar-se anualmente e deverá divulgar gratuitamente por meio eletrônico os principais produtos do evento.</p>
<p>Maiores informações no link: <a href="http://focori.com.br/" target="_blank">http://focori.com.br/</a></p>
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