<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0">

<channel>
	<title>Luzia Winandy</title>
	
	<link>http://www.luzia.psc.br/blog</link>
	<description>Psicóloga - Psicoterapeuta</description>
	<pubDate>Tue, 15 May 2012 18:27:46 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.7.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/LuziaWinandy" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="luziawinandy" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">LuziaWinandy</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item>
		<title>O Divórcio e Suas Implicações (Entrevista)</title>
		<link>http://www.luzia.psc.br/blog/2012/05/o-divorcio-e-suas-implicacoes-entrevista/</link>
		<comments>http://www.luzia.psc.br/blog/2012/05/o-divorcio-e-suas-implicacoes-entrevista/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 18:20:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luzia Winandy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Divórcio e suas implicações(Entrevista)]]></category>

		<category><![CDATA[crise familiar]]></category>

		<category><![CDATA[divório]]></category>

		<category><![CDATA[familia]]></category>

		<category><![CDATA[separaçao]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzia.psc.br/blog/?p=589</guid>
		<description><![CDATA[Por: Luzia Winandy
Entrevista para a Revista &#8220;Uma Girl&#8221; no mes de maio
Uma situação de divórcio gera sempre um estado de crise familiar. Não importa qual o desfecho que levou tal decisão mas o sentimento de estar só e abandonado vai sempre prevalecer nos membros da família, num primeiro momento. Como ocorre com toda perda e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-right: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2012%2F05%2Fo-divorcio-e-suas-implicacoes-entrevista%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2012%2F05%2Fo-divorcio-e-suas-implicacoes-entrevista%2F" height="61" width="51" /></a></div><p>Por: Luzia Winandy<br />
Entrevista para a Revista &#8220;Uma Girl&#8221; no mes de maio</p>
<p>Uma situação de divórcio gera sempre um estado de crise familiar. Não importa qual o desfecho que levou tal decisão mas o sentimento de estar só e abandonado vai sempre prevalecer nos membros da família, num primeiro momento. Como ocorre com toda perda e separação é fundamental o luto que se forma diante desta perda. Todos estão perdendo, desde a perda do espaço físico, seja com brigas ou sem brigas, até a perda da figura mãe e pai que não mais serão vistos como uma dupla, mas como seres individuais. Com tudo isto, eles podem ter reações diversas:</p>
<p> -Para uns, pode vir como uma negação total (fazer de conta que não estão se incomodando, que os pais são indiferentes para eles. Esta é uma das piores reações, porque muitos pais vendo os filhos reagirem desta maneira,ficam acreditando que não houve nenhum problema a separação, que eles aceitaram bem o novo contexto familiar. Isto acaba impedindo um diálogo familiar sobre os sentimentos que cada um está nutrindo de verdade.<br />
 - Para outros, a reação pode ser de rebeldia. Aparentemente, esta é a reação que mais incomoda e preocupa aos pais; no entanto é uma reação normal, o filho ficar rebelde diante de uma situação em que o equilíbrio familiar perdeu o lugar. Esta é a forma que o filho tem para dizer aos pais o quanto infeliz e inseguro ele está diante desta nova situação. O filho homem muitas vezes fica com uma fantasia que agora vai ter de ser o “pai” da família, quando está com a mãe e, se for mulher, fica com uma fantasia de que agora terá de ser a “mãe” da família se for morar com o pai. Esta situação mal resolvida, pode gerar uma tremenda confusão no mundo emocional da criança ou do adolescente. Eles formam fantasias de serem os responsáveis pelos seus genitores e responsáveis pelos desentendimentos entre eles, culminando na separação.<span id="more-589"></span><br />
 - Outras reações podem surgir diante desta crise e vai depender também da idade da criança: com regressões fisiológicas, como voltar a urinar na cama quando menores; desestabilizar o humor, ora podendo aparecer sentimentos de tristeza e solidão ora irritabilidade e ansiedade excessivas; diminuição do rendimento escolar; afastamento social, tornando-se mais isoladas.</p>
<p>Importante lembrar que, de qualquer maneira, a crise familiar decorrente do divórcio, sempre vai existir e precisa aparecer como tal. No entanto, os pais não precisam temer a crise, faz parte deste processo. Eles precisam, sim, se empenharem em ajudar a resolver a crise que é à base de muito diálogo. Trazer este assunto em discussão familiar, onde todos podem falar sobre seus medos, tristezas e fantasias voltadas sobre a situação que se encontram no momento atual. Os pais, por outro lado, precisam garantir para os filhos que o amor e o cuidado de pais para com eles prevalecem da mesma forma, porém em espaços físicos diferentes. Normalmente precisa de um tempo para ser resolvido e buscar soluções mais adequadas para a nova situação. Assim sendo, este diálogo também precisa perdurar por um tempo. Não é uma única conversa que vai ser a solução.<br />
 Existe uma tendência dos filhos se julgarem os culpados pela separação, acreditando muitas vezes que o divórcio é fruto por não ter sido um bom filho.<br />
 Importante ainda os pais tomarem os cuidados para não entrarem em disputa pelo amor do filho. Se o divórcio foi com muita mágoa e ressentimento do casal, eles precisam resolver isto entre eles, de outra maneira, que não seja inundando os filhos com desvalorizações do ex-parceiro(a).</p>
<p>Se os pais não conseguirem conduzir esta situação sozinhos, é muito importante buscar ajuda profissional, que pode estar mediando todo este processo familiar, numa tentativa de conduzir para uma resolução mais adequada.</p>
<p>É importante salientar que, como toda crise, uma vez encontrada uma solução adequada, e tendo lidado adequadamente com a situação, todos ganham um amadurecimento e podem viver muito felizes com as novas estruturas e núcleos familiares estabelecidos. Para isto os pais precisam continuar funcionando como pais, ou seja, impondo limites, regras, ajudando o filho a ficar no lugar que lhe pertence de verdade: - que é ser filho. E não ficar tentando compensar, com permissividade acentuada, a vida do filho.</p>
<p>Como manter uma relação saudável?<br />
 O respeito mútuo, cumplicidade, doação ao outro e o diálogo formam a base fundamental de uma relação bem sucedida. Tem pessoas que pensam que por estarem juntos há tempo, não precisam fazer mais nada para manutenção do amor. No entanto, o amor precisa estar sempre sendo tratado, olhado, como se fosse ainda na fase de conquistas, porque, na verdade, precisamos conquistar nosso parceiro diariamente.</p>
<p>O que fazer quando o divórcio impede uma relação saudável posterior?</p>
<p>Todos envolvidos, pais e filhos precisam entender que tudo tem um tempo de resolução. Não basta apenas anunciar o divórcio e terem umas poucas conversas para se poder considerar tudo resolvido à contento. É muito importante serem tolerantes ao tempo necessário para sentirem a dor da perda; poderem chorar pelo que ficou para trás e que em uma época foi tão cheio de expectativas e sonhos. É importante formar esse luto da perda e assimilar todo o ocorrido para, pouco a pouco, introduzir uma nova pessoa em sua vida. Não é bem indicado entrar numa nova relação logo após a separação.</p>
<p>Que dicas você daria para os filhos que têm os pais se separando?<br />
 Primeiro eles precisam entender que estão vivendo uma crise familiar. E que como qualquer crise, precisa de um tempo para solução e adaptação. Num primeiro momento, parece assustador viver esta situação nova, mas à medida que o tempo passa, tudo vai tomando um rumo e novamente o equilibrio se estabelece. Mas é importante eles não ficarem fantasiando a volta dos pais ou tentando reconciliá-los. Os filhos precisam saber que os pais tem vida própria e que da mesma forma que eles, como filhos, tem projetos de vida, os pais também tem seus projetos e que muitas vezes o parceiro que eles escolheram, em épocas passadas, não estão atendendo às expectativas que eles criaram. E que muitas vezes fazemos escolhas erradas acreditando que estamos acertando. </p>
<p>Quando os pais sugerem que os filhos escolham lados, o que fazer? Que dicas você dá?<br />
 Esta é uma questão muito conflitante. O filho ter de escolher com quem ficar faz muito mal para ele. Ele vai se sentir sempre culpado quando estiver com o pai que não foi o escolhido. Esta decisão não deve ser dos filhos. A mãe ainda é considerada a responsável pelo filho. O ideal seria dividir cuidados, na medida do possivel, de acordo com a disponibilidade dos pais: como levar na escola e buscar, nas atividades, dividir os finais de semana e não manter rigidamente horários para ficar com os filhos. </p>
<p>É mais fácil quando se tem irmãos?<br />
 Quando tem irmãos facilita em algumas situações por eles acabarem formando um conluio entre eles. Pode até favorecer, se os irmãos se ajudarem mutuamente, conversando entre si, falando da mesma dor etc, ou seja, eles acabam não se sentindo tão sozinhos, desamparados e responsáveis.</p>
<p>Que dicas você dá para os filhos que tiveram os pais separados, e que têm problemas para manter um convívio saudável?<br />
 Os filhos precisam sempre lembrar que são os pais que não se amam mais como marido e mulher e porisso precisam se separar. Mas que o amor que os pais sentem por ele, como filho, permanece igual, nada mudou, só vai mudar a rotina, e que para isto ele precisa de um tempo para se acostumar e se adaptar a um dia a dia diferente. Dá sim, muitas saudades de ter os pais juntos na mesma casa cuidando dele mas que é muito possivel eles o fazerem, da mesma forma, em casas separadas. À medida que o tempo passa, tudo vai se reorganizando novamente e acaba por se acostumar com essa nova reestruturação familiar. </p>
<p>Luzia Winandy</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzia.psc.br/blog/2012/05/o-divorcio-e-suas-implicacoes-entrevista/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Crianças devem fazer regime? (Entrevista)</title>
		<link>http://www.luzia.psc.br/blog/2012/04/criancas-devem-fazer-regime-entrevista/</link>
		<comments>http://www.luzia.psc.br/blog/2012/04/criancas-devem-fazer-regime-entrevista/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 19:41:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luzia Winandy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Crianças devem fazer regime?(Entrevista)]]></category>

		<category><![CDATA[obesidade]]></category>

		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzia.psc.br/blog/?p=586</guid>
		<description><![CDATA[Por: Luzia Winandy
Participação na entrevista para o Portal IG-filhos e crianças dia 05/04/2012
Link: http://delas.ig.com.br/filhos/criancas-devem-fazer-regime/n1597732243895.html
As pesquisas mostram que o numero de crianças com sobrepeso ou obesas tem sido cada vez mais crescente e que a chance de uma criança gorda se tornar um adulto obeso é enorme. Sabemos ainda que as conseqüências da obesidade são preocupantes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-right: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2012%2F04%2Fcriancas-devem-fazer-regime-entrevista%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2012%2F04%2Fcriancas-devem-fazer-regime-entrevista%2F" height="61" width="51" /></a></div><p>Por: Luzia Winandy</p>
<p>Participação na entrevista para o Portal IG-filhos e crianças dia 05/04/2012<br />
Link: http://delas.ig.com.br/filhos/criancas-devem-fazer-regime/n1597732243895.html</p>
<p>As pesquisas mostram que o numero de crianças com sobrepeso ou obesas tem sido cada vez mais crescente e que a chance de uma criança gorda se tornar um adulto obeso é enorme. Sabemos ainda que as conseqüências da obesidade são preocupantes, gerando graves problemas de saúde na vida adulta. Em vista disto, está havendo uma preocupação em fazer um trabalho preventivo junto às famílias.</p>
<p>Podemos dizer que o excesso de peso na infância é um indicativo que toda a família e a dinâmica familiar e alimentar precisam ser alteradas.  Precisa mudar, antes de tudo, a rotina não só da criança mas familiar. Os pais precisam tomar consciência que é responsabilidade deles este cuidado alimentar. A criança come o que os pais compram e oferecem a ela.<br />
Importante lembrar que alimento e afeto são coisas muito associadas. Muitas vezes as crianças comem como forma de compensar sentimentos que não estão podendo aparecer na relação familiar.  Estão impossibilitados de expressar afetos e o excesso de comida acaba vindo como conseqüência destes processos internos mal resolvidos. </p>
<p>Abordar com a criança o problema de forma inadequada pode contribuir para torná-lo ainda mais sério que justamente por se sentirem pressionadas ou humilhadas as crianças podem descontar suas frustrações na comida. “O excesso de peso pode trazer problemas de saúde graves, mas a família tem a obrigação de tratar este assunto com respeito e afeto. A criança precisa se sentir apoiada e incentivada e evitar expor a criança a situações humilhantes é fundamental&#8221;.</p>
<p>Luzia Winandy</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzia.psc.br/blog/2012/04/criancas-devem-fazer-regime-entrevista/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Hiperidrose: Uma Compreensão Psicológica (Entrevista)</title>
		<link>http://www.luzia.psc.br/blog/2012/03/hiperidrose-uma-compreensao-psicologica-entrevista/</link>
		<comments>http://www.luzia.psc.br/blog/2012/03/hiperidrose-uma-compreensao-psicologica-entrevista/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 14:37:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luzia Winandy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Hiperidrose: Uma Compreensão Psicológica(Entrevista)]]></category>

		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>

		<category><![CDATA[Hiperidrose]]></category>

		<category><![CDATA[sudorese]]></category>

		<category><![CDATA[tensão emocioanal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzia.psc.br/blog/?p=577</guid>
		<description><![CDATA[Por: Luzia Winandy
Participação na Entrevista para a Rede de Tv  MEGATV  no dia 29/02/2012
Toda a problemática da hiperidrose gira em torno do excesso de sudorese que a doença provoca. É uma desordem fisiológica caracterizada por suor excessivo.  Em alguns o suor intenso pode ser nas mãos, nos pés, nas axilas, inguinal ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-right: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2012%2F03%2Fhiperidrose-uma-compreensao-psicologica-entrevista%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2012%2F03%2Fhiperidrose-uma-compreensao-psicologica-entrevista%2F" height="61" width="51" /></a></div><p>Por: Luzia Winandy<br />
Participação na Entrevista para a Rede de Tv  MEGATV  no dia 29/02/2012</p>
<p>Toda a problemática da hiperidrose gira em torno do excesso de sudorese que a doença provoca. É uma desordem fisiológica caracterizada por suor excessivo.  Em alguns o suor intenso pode ser nas mãos, nos pés, nas axilas, inguinal ou crânio-facial, algumas vezes acompanhado de rubor facial. Esta sudorese excessiva é muito constrangedora e acaba por dificultar atividades diárias, seja no âmbito profissional como no social.  Atividades corriqueiras como escrever, segurar papéis, apertar mãos de outra pessoa, dar um abraço, podem ser dificultadas pela hiperidrose, principalmente se o quadro é grave e ocorrer gotejamento na região afetada.  Este sintoma acaba tomando uma dimensão muito grande na vida do portador dela, com muitos complexos e muita vergonha de se expor com as marcas deixadas pela transpiração excessiva em seu corpo. É uma sudorese constante, que tem como fatores agravantes, a ansiedade diante de situações de tensão ou pressão emocional.<br />
Podemos dizer que aspecto psicológico nuclear da hiperidrose é a ansiedade que desencadeia em relação à transpiração excessiva e quanto mais ansiosa fica, maior a vigilância em relação ao corpo, mais aumenta a sudorese. </p>
<p>Estudos mostram que embora não se conheça exatamente as causas pelas quais isto ocorre e não seja considerada e nem classificada como um transtorno de ansiedade, todo o quadro caracteriza uma situação semelhante à de uma ansiedade fóbica. Inclusive por ser a sudorese excessiva um dos sintomas de ansiedade e pela reação que a pessoa apresenta de se esquivar de contato interpessoal e de situações em que se sente sob forte pressão. Ela passa a temer e fugir das situações da mesma forma que um fóbico também se esquiva.</p>
<p>Conseqüência emocional e social: Como o distúrbio afeta o dia a dia e a qualidade de vida do paciente<span id="more-577"></span><br />
A hiperidrose afeta muito emocionalmente a pessoa. Ela se sente envergonhada porque fica sempre preocupada com as marcas da sudorese.  Evita o aperto de mão, um abraço, e acaba formando um distanciamento físico do outro, passando uma imagem de distanciamento físico afetivo.  Ou ainda, diante de situações onde ela fica muito em evidencia, seja em falar com um grupo, ou mesmo dar uma opinião, fica constrangida, acreditando que todos estão percebendo as marcas que a sudorese lhe deixa, sejam no rosto, no corpo e com isto normalmente aumenta a ansiedade pela sua preocupação com sua aparência. Ela perde o controle da situação e fica se sentindo muito constrangida e embaraçada.  Por ficar tão presa neste estigma passa a não confiar em seus próprios recursos internos, sentindo-se empobrecida diante do mundo, muitas vezes com uma percepção de si bastante inadequada. Com isso, deixa de perceber suas qualidades e também suas outras fragilidades. Tornando-se muitas vezes insegura e com medo de ousar.  Todo seu foco de experiência de vida acaba se voltando para este aspecto. </p>
<p>O inicio dos sintomas pode ocorrer na infância, na adolescência ou somente na idade adulta.   Suas conseqüências emocionais se manifestam em geral, na adolescência e na vida adulta, momento que se desenvolve mais o senso critico, de medo e vergonha da avaliação dos outros em relação aos seus sintomas.  São estas conseqüências negativas que acabam por conduzir a uma ansiedade em situações de tensão ou pressão emocional, aumentando ainda mais a sudorese.<br />
Para os casos mais graves, seus relacionamentos acabam se tornando bastante restritos, principalmente por ter uma preocupação muito voltada para seu problema e negligenciar o relacionamento com os outros. Gasta muito de sua energia preocupada  com sua aparência. Isto a afasta de uma convivência saudável. Nesse ponto, pode acabar por levar a uma desestruturação afetiva- emocional e social de sua vida.<br />
Ela acredita que se ficar em seu cantinho, sem se expor muito, a sudorese fica sob controle e ninguém perceberá.  De fato, na rotina do dia a dia, ela até consegue esconder  e manter seu “segredo”, seja com camisetas apropriadas, meias ou mesmo  com alguns disfarces. Mas diante de uma situação de conflito mais intensa, que a submeta mesmo a pequenas pressões ou tensões emocionais, existe uma tendência do quadro se agravar aumentando a sudorese.  Lembrando que quando se submete a situações que desencadeiam ansiedade ou estresse o sintoma se manifesta mais intensamente e de modo descontrolado. E é disto que ela se esquiva, fica numa tentativa constante de evitar tais situações. Mas sabemos que isto é impossível na vida. Não conseguimos, por mais que nos esforcemos, manter uma vida linear.   Pelo contrário, passamos o tempo todo por altos e baixos,  deparando  com conflitos diários. É desta situação que na maioria das vezes o portador quer evitar:  não quer ser visto num grupo, não quer dar sua opinião, se é chamado pela chefia, já se sente ameaçado. Mas sempre com medo de ser visto em sua “deficiência”. Podemos muitas vezes pensar que esta deficiência é encobridora de algo que a pessoa acaba deixando latente. Ela deposita toda sua fragilidade e medo nos sintomas dela, com isto, impedindo de ver quais são seus reais medos e fragilidades. Uma psicoterapia vai ajudar a abrir este campo para ela. E ela vai se deparar com uma baixa auto-estima, que por viver tão refém de seus medos da aparência de um corpo suado, tem dificuldades de olhar para si como um todo, em suas qualidades e defeitos.</p>
<p> O tratamento é importante, na medida em que pode ajudar o paciente a lidar com a ansiedade e reduzir assim seus medos de se mostrar tal como ela é.  Vai ajudá-la a entrar em contato com suas qualidades e também fragilidades, limitações, falhas, medos, fraquezas, defeitos. A olhar para seus principais sentimentos negativos e idéias errôneas que muitas vezes formulou ao longo da vida, desmitificar as interpretações erradas de seus pensamentos acerca de si mesmas. Trabalhar a auto-estima (como a pessoa percebe e valoriza a si mesma).<br />
 O trabalho todo evolui no sentido de ajudá-lo a entender seu problema e aliviar sua preocupação exacerbada com sua aparência e medo da avaliação negativa pelos outros de sua aparência física. O tratamento trabalha com técnicas que levam a pessoa aprender a gerenciar suas crises de pensamentos negativistas da doença, a modificar a relação com as sensações do corpo. O objetivo de uma intervenção em psicoterapia é ajudá-la a desenvolver maior confiança em si própria.</p>
<p>Luzia Winandy</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzia.psc.br/blog/2012/03/hiperidrose-uma-compreensao-psicologica-entrevista/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Mudanças Comportamentais (Entrevista)</title>
		<link>http://www.luzia.psc.br/blog/2012/02/escolha-propria-entrevista/</link>
		<comments>http://www.luzia.psc.br/blog/2012/02/escolha-propria-entrevista/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 18:26:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luzia Winandy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mudanças Comportamentais(entrevista)]]></category>

		<category><![CDATA[Escolha Propria]]></category>

		<category><![CDATA[Mudanças comportamentais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzia.psc.br/blog/?p=570</guid>
		<description><![CDATA[Por: Luzia Winandy
Participação na Matéria do portal:
http://abiliodiniz.uol.com.br/qualidade-de-vida/escolha-propria.htm
1 – Embora a sociedade esteja mais aberta às mudanças comportamentais, hoje ainda há muita cobrança social em cima das ações individuais. Um exemplo é o que acontece com a mulher. Se ela está solteira por muito tempo, cobram quando ela vai casar, se ela casa, quando vai ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-right: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2012%2F02%2Fescolha-propria-entrevista%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2012%2F02%2Fescolha-propria-entrevista%2F" height="61" width="51" /></a></div><p>Por: Luzia Winandy<br />
Participação na Matéria do portal:<br />
http://abiliodiniz.uol.com.br/qualidade-de-vida/escolha-propria.htm</p>
<p>1 – Embora a sociedade esteja mais aberta às mudanças comportamentais, hoje ainda há muita cobrança social em cima das ações individuais. Um exemplo é o que acontece com a mulher. Se ela está solteira por muito tempo, cobram quando ela vai casar, se ela casa, quando vai ter filhos, etc. Como as pessoas podem lidar melhor com essas cobranças sociais para não sofrerem com isso?</p>
<p>Penso que isto faz parte da vida, vivemos numa cultura onde formar uma família ainda é algo que no final das contas é o desejo de uma grande maioria.  As pessoas que se sentem cobradas a ter um companheiro e filhos, na verdade estão projetando na sociedade uma cobrança particular delas mesmas que muitas vezes não podem ser vistas em si próprias. As pessoas se cobram de ter esta família porque querem atender a um desejo delas que provavelmente esteja ainda latente mas que só está sendo manifesto na “voz” da sociedade.  Porque as mulheres não estão muitas vezes podendo dizer: eu quero ter uma família, eu desejo casar, ter filhos, ser uma mãe e ter tudo que uma mulher sonha.  Porque a maternidade é algo inato, são poucas as mulheres que não sonham em ter um companheiro e em ter filhos. Ela está muito conflitante com essa nova mulher que precisa dar conta de uma carreira profissional e além do mais ser bem sucedida. Por isso, quando a sociedade cobra esta realização de mulher ela fica tão sofrida, por coincidir justamente com um desejo e sentimento próprio dela, que ela não está podendo identificar como sendo seu.<br />
A melhor forma de lidar com isto é a pessoa entrar em contato com seus próprios desejos e sonhos. Nós não sonhamos com uma única coisa, o que precisamos é priorizar  a busca da realização do sonho que julgamos ser mais importante. <span id="more-570"></span></p>
<p>2 – Você fala no seu artigo “Tirando as máscaras” que usamos máscaras para convivermos em sociedade. Como perceber que essas máscaras estão prejudicando nossa jornada e que devemos nos livrar delas? Como é possível nos livrar das máscaras sociais?</p>
<p>Precisamos de “mascaras” para conseguirmos viver de forma civilizada na sociedade. Esta máscara é fundamental para nossa sobrevivência e para uma boa convivência com aqueles que nos cercam.  Isto é, sermos educados, e atender as leis/ normas de uma cultura, sociedade e família. No entanto, precisamos nos cuidar para que estas máscaras não nos enrijeçam a tal ponto de perdemos nossa liberdade de “ser” e vivermos aprisionado em atender unicamente expectativas dos outros sobre nós, com uma preocupação constante de agradar e ser aceito.<br />
Se deixamos de ousar e correr risco nas nossas decisões corriqueiras, com medo de se responsabilizar pelas conseqüências de seus atos, está na verdade passando do limite no uso da “máscara”, principalmente se o impedimento for o medo da avaliação pelo outro e da vergonha que sentirá se perceberem seu erro. Ele estará privilegiando o julgamento do outro em detrimento de seu próprio desejo e criatividade.<br />
Quando arriscamos, nos deparamos com nossas próprias frustrações, fragilidades, defeitos, incompetências, impotências e medos que nos mobilizará e permitirá nos desenvolvermos melhor como pessoas.</p>
<p>3 – Você acha que o caminho em busca da felicidade tem a ver com assumir as próprias escolhas e enfrentar a pressão social e externa? Ou você acredita que a pessoa que segue padrões pré-estabelecidos tem mais chance de ser feliz? Por quê?<br />
Poderemos pensar que assumir as próprias escolhas e se responsabilizar pelas suas conseqüências, é um sinal de amadurecimento que nos eleva a auto-estima desencadeando uma sensação de felicidade.  Claro que não podemos esquecer que existem normas / regras sociais e familiares que não tem como fugirmos delas. É o equilíbrio entre estas forças que vai fazer a diferença.</p>
<p>Luzia Winandy</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzia.psc.br/blog/2012/02/escolha-propria-entrevista/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Hipocondria (Entrevista)</title>
		<link>http://www.luzia.psc.br/blog/2012/01/hipocondria-entrevista/</link>
		<comments>http://www.luzia.psc.br/blog/2012/01/hipocondria-entrevista/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 16:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luzia Winandy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Hipocondria(Entrevista)]]></category>

		<category><![CDATA[hipocondria]]></category>

		<category><![CDATA[mania de doença]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzia.psc.br/blog/?p=556</guid>
		<description><![CDATA[Por: Luzia Winandy
Entrevista para o Portal:
http://www.podtersaude.com.br/2011/11/30/hipocondria/
http://www.podbr.com/
O que  é hipocondria e  o que a  caracteriza?
Conhecida popularmente como a “mania de doença”, como já dizia Freud, onde simples pontos doloridos podem servir de base para acreditar que está portadora de uma doença grave, baseando-se numa interpretação incorreta de tais sintomas corporais. Essa suspeita de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-right: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2012%2F01%2Fhipocondria-entrevista%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2012%2F01%2Fhipocondria-entrevista%2F" height="61" width="51" /></a></div><p>Por: Luzia Winandy<br />
Entrevista para o Portal:<br />
http://www.podtersaude.com.br/2011/11/30/hipocondria/<br />
http://www.podbr.com/</p>
<p>O que  é hipocondria e  o que a  caracteriza?<br />
Conhecida popularmente como a “mania de doença”, como já dizia Freud, onde simples pontos doloridos podem servir de base para acreditar que está portadora de uma doença grave, baseando-se numa interpretação incorreta de tais sintomas corporais. Essa suspeita de doença leva-os a estar constantemente vigiando seu corpo, com comportamentos repetidos de verificação da saúde, como providências para evitar o pior, uma distorção cognitiva na avaliação da saúde.  O aumento da ansiedade que se desencadeia decorrente desta vigilância ao corpo provoca novas sensações corpóreas, que a pessoa pode avaliar como prova da doença.  Podemos dizer que o aspecto nuclear que caracteriza a hipocondria é um medo ou crença infundada de estar sofrendo de uma enfermidade grave, baseando-se na interpretação errônea dos sintomas não patológicos como sinal de doença grave; envolve preocupação excessiva com doenças físicas, um estado de alerta nos movimentos corporais, atenção seletiva corporal com interpretações catastróficas de sinais ou sensações corporais como alguma doença grave.   Está associada a ansiedades  fóbicas de  um medo irracional de morte, e uma ansiedade obsessiva  em relação ao corpo, com uma  preocupação e auto observação obsessiva  do corpo.</p>
<p>- Quais os sintomas da hipocondria?<span id="more-556"></span></p>
<p>• Viver com a suspeita constante de ser portador de alguma enfermidade grave.<br />
• Tem mania de comprar remédios na farmácia.<br />
• Dar importância excessiva a qualquer desconforto físico ou dor, como sinal de doença grave.<br />
• Grande sensibilidade para identificar movimentos, barulhos e outros sinais do corpo que passariam despercebidos para a maioria das pessoas.<br />
• A insônia, a enxaqueca e a labirintite, por exemplo, estão entre as queixas mais comuns das pessoas com hipocondria. Muitas vezes  um simples mal estar como  enxaqueca, dor abdominal, dores no peito ou musculares, que a pessoa interpreta como sendo uma doença grave, e mesmo comprovada com exames médicos a não existência de nenhuma doença, ela  fica desconfiada e inicia uma peregrinação nos médicos.<br />
- Quando a preocupação com a saúde se torna excessiva e pode ser identificada como transtorno? Causas?<br />
É medida pelo prejuízo que acarreta na vida da pessoa. Se usados com bom senso, uma atenção maior em relação a um diagnóstico e sintomas de doenças são normais e importantes. Passa a ser considerado um problema quando se torna uma preocupação constante e mesmo quando os exames e consultas médicas indiquem que se encontra saudável, a pessoa insistir na existência da doença e tornar isto um sofrimento.<br />
As causas disto podem ser constitucional, adquirido desde o nascimento e também devido a fatores ambientais, sendo este um grande facilitador da hipocondria. Se a pessoa foi educada num ambiente onde existiu um hiperproteção da mãe para a dor e doença, e para os sofrimentos da vida, como únicas fontes de atenção para a criança, a pessoa fica muito vulnerável a desenvolver uma hipocondria. Ou então ela pode ter vivido em ambientes com sensação permanente de insatisfação, carência e desatenção; Estados freqüentes de profunda ansiedade, tristeza ou depressão. Negativismo e queixas constantes em relação à vida. A proximidade com Doenças físicas graves com alguém da família.  Ter perdido alguém da família por ter sofrido algum erro médico. Ou mesmo a morte de um parente ou amigo próximo. Isto pode estar relacionado ao quadro depressivo por conta disto.</p>
<p>- Pode vir acompanhada por outros distúrbios?<br />
A hipocondria está muito associada à ansiedade e aos transtornos de ansiedade em geral, bem como aos transtornos depressivos, as fobias, depressão, síndrome de pânico. </p>
<p>- É comum a ingestão desnecessária de medicamentos e um ‘alívio’ após ingerir a medicina. Conseqüências.<br />
A pessoa hipocondríaca está sempre tomando medicações, acreditando que com isto vai se livrar de sua doença para se sentir mais aliviada. Mas como os medicamentos não surtem efeito e a sensação de doença continua, ela recorre a novos médicos em busca de outros remédios. E assim vai desenvolvendo uma peregrinação aos médicos, sempre desconfiando do diagnóstico.</p>
<p>- Quais as conseqüências: emocional e social/ Como o distúrbio afeta o dia a dia e a qualidade de vida do paciente?<br />
Seus relacionamentos acabam se tornando bastante restritos, principalmente por ter uma preocupação muito voltada para si mesmo e negligenciar o relacionamento com os outros. Gasta muito de sua energia com essa suposta doença grave. Por ser considerada uma pessoa muito negativa e que só fala de doença e medicação é tida uma pessoa pouco agradável para se conviver e conseqüentemente existe um afrouxamento nos vínculos.  Também pela irritação que o hipocondríaco demonstra com as pessoas da família, que não entendem como ela, a gravidade da suposta doença. Isto a afasta de uma convivência saudável. Nesse ponto, pode acabar por levar a uma desestruturação afetivo emocional e social de sua vida podendo conduzir a uma depressão.</p>
<p>- Relações familiares e sociais tende a ser encarada como algo ‘engraçado’. Como auxiliar amigos e familiares que tenham este transtorno?<br />
A patologia é séria e prejudica a vida de pacientes e parentes. É muito importante encaminhar uma pessoa com tal transtorno para um atendimento psicológico. Uma psicoterapia vai ajudar a desmistificar essas crenças que ele formou ao longo do tempo.</p>
<p>- Sobre o Tratamento<br />
O tratamento de psicoterapia é muito indicado.  No entanto, são pacientes que se mostram hostis e desconfiados na relação com o terapeuta o que dificulta o vinculo terapêutico, tão importante para se formar um compromisso da pessoa com o tratamento.  São pacientes que tem muita dificuldade em receber atendimento psicológico, por considerarem que seus problemas são físicos e não emocionais.   Principalmente por usarem  o corpo como um tipo de “abafador”, ao invés de serem pensadas as emoções e sentimentos, fica represado em nível de corpo e dor física, por ter dificuldade de entrar em contato com o mundo emocional; O trabalho todo evolui no sentido de ajudá-lo a entender seu problema e aliviar sua preocupação exacerbada com a saúde física e tratar o medo da doença, as crenças da doença bem como corrigir as idéias errôneas em relação aos sintomas. O tratamento trabalha com técnicas que levam a pessoa aprender a gerenciar suas crises de pensamentos negativistas de doença, a modificar a relação com as sensações do corpo, e visam desenvolver habilidades de relaxamento e controle de respiração.   O tratamento é importante, na medida em que pode ajudar o paciente a lidar com a ansiedade e, ao mesmo tempo, diminuir as constantes procura  por médicos e preocupação com doenças imaginárias.</p>
<p>Luzia Winandy</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzia.psc.br/blog/2012/01/hipocondria-entrevista/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Ciumes de Você (Entrevista)</title>
		<link>http://www.luzia.psc.br/blog/2011/12/ciumes-de-voce-entrevista/</link>
		<comments>http://www.luzia.psc.br/blog/2011/12/ciumes-de-voce-entrevista/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 17:47:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luzia Winandy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ciumes de Você (Entrevista)]]></category>

		<category><![CDATA[Ciúmes]]></category>

		<category><![CDATA[tipos de ciumes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzia.psc.br/blog/?p=547</guid>
		<description><![CDATA[Por: Luzia Winandy
Entrevistas para a Revista Capricho  ed. 1136 mes 11/2011
Por que meu namorado sente tanto ciúme de mim?
- Sabemos que o ciúme é um sentimento natural no ser humano e toda relação amorosa pressupõe-se a existência de ciúmes. Precisamos ainda lembrar que a adolescência é uma fase da vida em que os meninos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-right: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2011%2F12%2Fciumes-de-voce-entrevista%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2011%2F12%2Fciumes-de-voce-entrevista%2F" height="61" width="51" /></a></div><p>Por: Luzia Winandy<br />
Entrevistas para a Revista Capricho  ed. 1136 mes 11/2011</p>
<p>Por que meu namorado sente tanto ciúme de mim?<br />
- Sabemos que o ciúme é um sentimento natural no ser humano e toda relação amorosa pressupõe-se a existência de ciúmes. Precisamos ainda lembrar que a adolescência é uma fase da vida em que os meninos estão buscando uma auto- afirmação; estão em fase de transição da vida infantil e dependente dos pais, para uma vida de independência. Estão buscando uma identidade.  E esta organização da identidade se dá com muitas turbulências.  Isto implica que os jovens em geral ainda se sentem muito inseguros em relação a si próprio. Esta insegurança os faz se sentir como muito inadequados, inferiores, incompetentes e quando se encontram num relacionamento amoroso sentem que não é o bastante para a namorada (o) e tem medo de perder. É este medo da perda que acaba levando a sentir ciúmes.  Estudos mostram que os adolescentes têm dificuldades de expressar seus sentimentos em palavras e acabam por fazê-lo através de atitudes e que com o passar do tempo eles vão se organizando mentalmente e podem expressar num discurso verbal mais coerente o que ele está sentindo. Numa relação amorosa, muitas vezes nos sentimos inseguros e ficamos com medo de perder a pessoa amada para outra pessoa.  Sentir ciúmes faz parte de um relacionamento, todos nós alguma vez já o sentimos. O ciúme está relacionado com a falta de confiança (no outro ou em si próprio); quando não estamos nos sentindo capazes de sermos amados por outro, por não acreditar em si mesmo e se sentir sempre inferior.  No entanto, é importante dosar esse sentimento. É a dosagem do comportamento e da reação ao sentimento ciumento que vai diferenciar.</p>
<p>O que fazer com um namorado ciumento?<br />
Podemos dizer que o mais importante a fazer com um namorado (a) ciumento (a) é buscar o diálogo, mas não somente sobre os ciúmes, mas sobre esta etapa da vida deles, dos reais medos, das incertezas, das mudanças, das inseguranças que eles sentem, seus principais temores sobre o namoro, sobre a vida, suas expectativas de futuro etc..  Saliente também o quanto é desconfortável viver com tantas cobranças e as chateações decorrentes disto. Que você também é adolescente, e tal como ele (a) também precisam ficar abertos para o mundo e isto não implica em sair com outros meninos (as).  Enfatize que ambos precisam descobrir como é viver esta nova etapa na vida.  Dialogar é sempre a melhor solução. Obviamente que não se pode esperar de imediato um discurso verbal coerente e organizado, mas à medida que se propõem ao diálogo existe uma tendência a evoluir.  No entanto, é importante estar alerta para os diferentes tipos de ciúmes. Como disse é a dosagem do comportamento e da reação do ciumento que vai ser o termômetro para se avaliar se vale à pena investir nesta relação.</p>
<p>- existem tipos de ciúmes diferentes?<br />
O tipo normal, o mais comum e saudável, quando a pessoa fica se sentindo ameaçada ou mesmo se sentindo excluída, mas o respeito e a individualidade não ficam prejudicados.  A manifestação dele não vem de modo irracional e as discussões são embasadas em fatos reais ou em fantasias próximas da realidade. Ela tem um caráter mais de compreensão e adaptação; costuma ser passageiro e mantém um desejo de preservar o relacionamento.  </p>
<p>Enquanto o Ciúme Patológico se baseia em idéias infundadas, exageradas e muitas vezes absurdas de ciúme. Neste caso o que se manifesta é o desejo de manter o controle do (a) outro (a.) A pessoa fica ruminando sobre os relacionamentos anteriores do outro (a) e muitas vezes fica buscando por indícios que possam comprovar sua infidelidade. Sua mente fica dominada pela desconfiança e insegurança. Sua atitude em geral é de explosão, de raiva, de violência e humilhação para com o (a) namorado (a). Podendo inclusive ameaçar a integridade física do outro.<br />
<span id="more-547"></span></p>
<p>O que isso diz sobre o cara?-como isso afeta a menina?<br />
A demonstração do sentimento de ciúme pode ajudar a melhor compreender uma situação que se está vivendo e para tanto, merece ser ouvida e examinada.  Por isso a importância da pessoa ficar atenta a estas reações: se forem na maioria das vezes descontroladas, com violência verbal ou física, humilhando o (a) namorado (a) e vivendo a relação amorosa como posse e controle, isto nos mostra uma pessoa com um caráter bastante comprometido e vulnerável.  Estas reações mostram que a pessoa tem um descontrole emocional e não um amor apaixonado.  Na maioria das vezes precisam de ajuda psicológica para se tratarem. Muitas vezes o outro (a) fica tão fragilizado (a) e humilhado (a) com esta situação e acaba se sentindo com tão baixa auto-estima e inseguro quanto o namorado (a). </p>
<p>-como sair dessa?<br />
Neste caso o melhor é se afastar deste relacionamento: converse com seus pais e troquem de idéias com eles sobre o comportamento do namorado (a), busquem ajuda de profissionais se for o caso. Lembrando sempre que fase de namoro existe justamente para se conhecer e avaliar se vale à pena ficar com a pessoa ou não. É melhor esquecê-lo (a) e deixar seu coração aberto para curtir outros garotos (as) e você vai descobrir que tem muitos outros tão ou mais interessantes do que ele.<br />
Lembrando de não manter o namoro, como única fonte de prazer e alegria.  A importância de se ampliar também para outras áreas tão fundamentais para o desenvolvimento como pensar nos estudos, na prática esportiva, sair com os amigos, participar das atividades da família e principalmente não perder de vista seus sonhos pessoais.</p>
<p>Luzia Winandy</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzia.psc.br/blog/2011/12/ciumes-de-voce-entrevista/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>A Importância da Auto-estima(Entrevista)</title>
		<link>http://www.luzia.psc.br/blog/2011/11/a-importancia-da-auto-estimaentrevista/</link>
		<comments>http://www.luzia.psc.br/blog/2011/11/a-importancia-da-auto-estimaentrevista/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 13:44:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luzia Winandy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[A Importancia da Auto-Estima(Entrevista)]]></category>

		<category><![CDATA[Auto-estima]]></category>

		<category><![CDATA[confiança]]></category>

		<category><![CDATA[medos]]></category>

		<category><![CDATA[segurança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzia.psc.br/blog/?p=537</guid>
		<description><![CDATA[Entrevista para o portal www.abiliodiniz.com.br dia 04/11/2011
http://mobile.abiliodiniz.com.br/abilio-mobile/qualidade-de-vida/valorize-se.htm  
Por: Luzia Winandy
1 – Gostaria que me falasse um pouco sobre o que é a autoestima. E porque ela é tão importante para manter todas as áreas da vida, como trabalho e relacionamentos, funcionando bem. É verdade que ela ajuda em tudo, porque?
Auto estima refere-se à forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-right: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2011%2F11%2Fa-importancia-da-auto-estimaentrevista%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2011%2F11%2Fa-importancia-da-auto-estimaentrevista%2F" height="61" width="51" /></a></div><p>Entrevista para o portal www.abiliodiniz.com.br dia 04/11/2011<br />
http://mobile.abiliodiniz.com.br/abilio-mobile/qualidade-de-vida/valorize-se.htm  </p>
<p>Por: Luzia Winandy</p>
<p>1 – Gostaria que me falasse um pouco sobre o que é a autoestima. E porque ela é tão importante para manter todas as áreas da vida, como trabalho e relacionamentos, funcionando bem. É verdade que ela ajuda em tudo, porque?<br />
Auto estima refere-se à forma como percebemos e valorizamos a nós mesmos.  Podemos defini-la como sendo o resultado de uma avaliação que a pessoa faz de si própria, incluindo suas experiências de vida, sentimentos, pensamentos e julgamentos pessoais. Se neste “balanço” ela faz um julgamento positivo de si mesma, com segurança e confiança, podemos dizer que ela tem uma elevada auto-estima; isto contribuirá para que ela transcenda esta visão de confiança e segurança, para o mundo. A forma como percebemos e valorizamos a nós mesmos determina em grande medida a forma como nos comportamos, como lidamos com a nossa vida e como nos conduzimos.  Isto é, verá o mundo e as pessoas ao seu redor também mais confiantes, o que vai refletir em relacionamentos interpessoais mais fortes, seguros, onde os conflitos são solucionados com menos ansiedade e menos medos.  Pessoas com auto-estima elevada arriscam mais, não tem medo de errar e nem temem o julgamento alheio.  Isto conduz a um viver com muito mais liberdade. E quem não gosta de estar ao lado de pessoas assim? Por isto são sempre pessoas de muito sucesso, tanto a nível profissional quanto de relacionamentos interpessoais. Ela vai acreditar mais em suas capacidades e se arriscar mais.</p>
<p>2 – Porque em grande parte dos desequilíbrios emocionais, a pessoa perde a auto-estima?  Em que situações da vida é mais comum ocorrer essa perda?<br />
Poderíamos dizer que em alguns desequilíbrios emocionais acontecem  por  ocorrer  uma ruptura na auto-estima da pessoa.  Pessoas com auto estima elevada, diante de um conflito ou perdas significativos, ela se abala, forma um luto, sofre e retoma a vida pouco a pouco, sem se acusar ou sem acusar o mundo de estar contra ela. Consegue se reerguer e encontrar seu ponto de equilíbrio novamente. Ao contrário das pessoas com baixa auto-estima, diante de tais situações, elas não se restabelecem, não encontram  o ponto de equilíbrio tão vital para nosso bem estar emocional, podendo entrar em depressão ou ser abatidas por transtornos emocionais  mais importantes.</p>
<p>3 – Quais os sintomas e características de uma pessoa que perde a auto-estima? Ela pode entrar em depressão? Como é esse processo?<br />
Pode acontecer que uma  perda significativa no universo da pessoa conduza a um desequilíbrio interno, afetando assim o julgamento que ela tem de si próprio.  Por exemplo, uma perda amorosa: ela entrar num processo de melancolia e ficar culpada pela perda.  Ou então, numa perda de um trabalho, a pessoa deixa de avaliar a situação como um todo e se restringe apenas a se auto acusar de incompetente. Casos assim podem  levar a uma auto recriminação e desvalorização, podendo conduzir a uma depressão.</p>
<p>4 – E como surge auto-estima? Ela faz parte de um traço de personalidade ou a pessoa pode desenvolvê-la ao longo da vida? Como isso é possível?<span id="more-537"></span><br />
Estudos indicam que a formação da auto estima tem sua base na infância. Quando nascemos, nos sentimos os próprios “reizinhos”, com todos os cuidados maternos que recebemos. A formação da auto estima inicia a partir principalmente do olhar da mãe. Uma mãe que olha para seu bebê, refletindo para este o quanto ele é importante; o bebê vai reconhecer este olhar, absorver esta informação e vai pensar: eu sou amado, eu sou querido, eu sou lindo&#8230; eu sou importante. Estes dados simbólicos serão registrados em sua mente inconsciente e transformados positivamente a cada nova conquista e a cada frustração no desenrolar de seu desenvolvimento. E desta forma ele vai se tornando uma pessoa segura, compreendendo que mesmo nas frustrações o olhar da mamãe ainda continua a amá-lo. A medida que ele vai crescendo, ao receber de seus pais e pessoas próximas elogios genuínos e reais sobre seus feitos, festejando suas vitórias e podendo ser escutados em seus medos e anseios, ele vai inscrevendo em sua mente seu verdadeiro valor. Isto lhe dá uma segurança de ser amado. É esta segurança fundamental para a auto-estima. </p>
<p> 5 - Quais são as dicas para ganhar ou manter a auto-estima? Como podemos gostar mais de nós mesmos?<br />
<!--more--><br />
 É muito importante a pessoa procurar descobrir coisas que gosta de fazer: esportes, lazer, trabalho, amor e se empenhar em tais atividades.  Não ficar se julgando apenas pelos resultados negativos e frustrantes que sempre ocorrerão mas considerar principalmente o que está indo bem. Lembrar sempre que toda atividade terão as duas facetas (frustrantes e gratificantes). Se o olhar for dirigido apenas para os resultados frustrantes, as chances de a pessoa se auto avaliar negativamente é muito grande; importante também a pessoa se aceitar como ela é, gostando de si com seus defeitos e qualidades. Precisamos de nos amar antes de cobrar o amor do outro.<br />
 6 – Uma pessoa precisa ser bonita para ter auto-estima elevada? É comum vermos tantas pessoas que não possuem o “padrão de beleza” imposto pela sociedade feliz e de bem com a vida. Seria porque elas tem auto-estima elevada?<br />
Uma elevada auto-estima é transformadora.  Podemos nos tornar bonitos mesmo não tendo traços físicos idealizados por uma sociedade.  A beleza está dentro da pessoa e é isto que ela vai refletir no mundo. </p>
<p>7 – Como a baixa auto-estima se manifesta entre as crianças? Os pais podem ajudar os filhos a recuperarem ou até manter a auto-estima? Como?<br />
Uma baixa auto-estima pode aparecer nas crianças de diversas formas: pelo isolamento, timidez, rebeldia, crianças medrosas, agressivas, dependentes dos pais, passivas, submissas, medo de uma avaliação negativa do outro, medo de dizer não, dificuldade de expressar sua opinião, medo de errar, perfeccionistas, dificuldade de aprendizagem, ansiosas, hostis. Todas estas são formas de comportamento que retratam que algo não está bom com a criança e esta é a forma inconsciente que ela encontra para pedir ajuda e atenção dos pais.<br />
É importante que os pais fiquem mais atentos aos comportamentos dos filhos, procurando escutar, reconhecer, elogiar e aceitar os sentimentos das crianças, mostrando-se interessado por ela.  Dar ouvidos para o que a criança diz sentir faz com que elas se sintam mais amadas e valorizadas. De igual relevância deve permitir que a criança possa experimentar por si mesma as coisas, adequadas para sua idade, e ensiná-las que podem aprender com os erros.  Uma coisa errada pode ajudar a criança a descobrir algo que não sabia antes e a lidar melhor com as frustrações decorrentes do erro. </p>
<p>Luzia Winandy</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzia.psc.br/blog/2011/11/a-importancia-da-auto-estimaentrevista/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Ansiedade (matéria)</title>
		<link>http://www.luzia.psc.br/blog/2011/10/ansiedade-materia/</link>
		<comments>http://www.luzia.psc.br/blog/2011/10/ansiedade-materia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 19:09:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luzia Winandy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ansiedade(matéria)]]></category>

		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>

		<category><![CDATA[ansioso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzia.psc.br/blog/?p=528</guid>
		<description><![CDATA[Por: Luzia Winandy
Quem de nós não sentiu ansiedade? A Ansiedade é inerente ao desenvolvimento humano e permeia grande parte de nossas experiências. Todos nós sabemos o que significa sentir ansiedade, pois todos já a experimentamos de alguma forma. No entanto, ela vem se apresentando como um dos grandes problemas da atualidade e em geral é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-right: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2011%2F10%2Fansiedade-materia%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2011%2F10%2Fansiedade-materia%2F" height="61" width="51" /></a></div><p>Por: Luzia Winandy</p>
<p>Quem de nós não sentiu ansiedade? A Ansiedade é inerente ao desenvolvimento humano e permeia grande parte de nossas experiências. Todos nós sabemos o que significa sentir ansiedade, pois todos já a experimentamos de alguma forma. No entanto, ela vem se apresentando como um dos grandes problemas da atualidade e em geral é decorrência da vida agitada que levamos, da pressão no trabalho, alta competição, medo de demissão, problemas de relacionamento, problemas financeiros, de solidão entre outros.<span id="more-528"></span></p>
<p>Ansiedade é semelhante a uma sensação de nervosismo: a respiração fica mais difícil, o corpo se tenciona, os ombros endurecem. Ela tem sido definida como um estado emocional desagradável que vem acompanhado de desconforto físico tais como frio na barriga, coração acelerado, nó na garganta, mãos suadas e entre outros, uma sensação paralisante. Outros sintomas biológicos que acompanham a ansiedade são a taquicardia, sensação de sufocamento, sudorese, dores e tremores, náusea, desconforto abdominal, vertigem, desmaio, sensações de formigamento. Existem ainda aqueles que são acompanhados de dificuldade de concentração, angústia, apreensão, medo, insegurança, e um mal estar indefinido.</p>
<p>É importante identificar as raízes da ansiedade. A mente tomada pela ansiedade em vez da segurança e determinação torna-se o motivo de constantes dúvidas e incertezas. O ansioso sempre hesita em fazer ou dizer qualquer coisa com medo de errar. O medo de errar está na base de grande parte da ansiedade.</p>
<p>Cada ansioso vive sua ansiedade de modo particular, buscando aliviar a ansiedade recorrendo muitas vezes a recursos como comer em demasia, fazer uso de álcool, drogas e tabaco, tornar-se agressivo, etc. Para sarar da ansiedade  é preciso descer às suas raízes mais profundas e entrar em contato com os sentimentos que estão provocando a ansiedade.</p>
<p>Luzia Winandy</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzia.psc.br/blog/2011/10/ansiedade-materia/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Ansiedade Pré-Vestibular (Entrevista)</title>
		<link>http://www.luzia.psc.br/blog/2011/09/ansiedade-pre-vestibular-entrevista/</link>
		<comments>http://www.luzia.psc.br/blog/2011/09/ansiedade-pre-vestibular-entrevista/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 15:21:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luzia Winandy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ansiedade Pré vestibular(Entrevista)]]></category>

		<category><![CDATA[Ansiedade Pré-vestibular]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzia.psc.br/blog/?p=520</guid>
		<description><![CDATA[Por: Luzia Winandy
Entrevista para a Revista Atitude no mes de setembro de 2011
1) Em meio a outras doenças já conhecidas por nós, no seu site há um
tópico especial para tratamento de ansiedade pré vestibular. A Senhora tem
recebido muita procura relacionada a esta ansiedade específica?
Sem dúvida, está havendo um aumento progressivo na procura de tratamento para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-right: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2011%2F09%2Fansiedade-pre-vestibular-entrevista%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2011%2F09%2Fansiedade-pre-vestibular-entrevista%2F" height="61" width="51" /></a></div><p>Por: Luzia Winandy<br />
Entrevista para a Revista Atitude no mes de setembro de 2011</p>
<p>1) Em meio a outras doenças já conhecidas por nós, no seu site há um<br />
tópico especial para tratamento de ansiedade pré vestibular. A Senhora tem<br />
recebido muita procura relacionada a esta ansiedade específica?</p>
<p>Sem dúvida, está havendo um aumento progressivo na procura de tratamento para ansiedade pré vestibular.  Este é um tema que tem sido foco de muita atenção e estudos nos últimos tempos. Atualmente as instituições de ensino estão conscientizando mais os vestibulandos do sucesso do exame estar relacionado não só à habilidade acadêmica mas também ao aspecto emocional .  Está havendo mais abertura para que estes traços de ansiedade possam ser trabalhados e encaminhados para acompanhamento, dependendo do caso. Os vestibulandos estão se permitindo buscar uma ajuda psicológica e não ficar tão sozinhos nesta jornada.  Normalmente eles contam com o apoio da família para isto e se sentem mais encorajados para um tratamento.  </p>
<p>2) A quem ou a que a Senhora atribui as dificuldades e tensões enfrentadas<br />
pelos adolescentes nessa fase? Escola? Família?</p>
<p> Penso que é o momento que o jovem está vivendo que é o fator determinante da ansiedade. Não tem como fugir ou escapar dessa pressão de  vestibular. Toda essa situação de preparação para o vestibular gera uma grande expectativa, porque o ingresso na universidade está condicionado a ser aprovado ou não. Sendo assim, a cobrança sempre vai existir, seja interna ou externamente. O que vai diferenciar é a forma como o jovem vai  encarar essas cobranças.  Se ele estudar pensando em ser o melhor de todos ou que esta é a sua única oportunidade de ingressar na universidade, ou ainda que o vestibular seja um fator decisivo na sua vida, provavelmente isto causará muita ansiedade. Por outro lado, se ele usar essa ansiedade de modo benéfico, buscando desenvolver o  melhor de si mesmo, pensando em seu potencial, provavelmente ele ficará muito mais tranqüilo e aprenderá com muito mais facilidade, o que vai lhe permitir  se sentir mais seguro na hora da prova.</p>
<p>3) Como os pais devem se posicionar nesse período pré teste?<span id="more-520"></span><br />
Os pais devem apoiar ao máximo o estudo dos filhos.  Tranquilizá-los que o vestibular é apenas uma etapa na vida.  Evitar fazer cobranças excessivas, críticas, humilhações e desvalorizações de qualquer natureza em relação a ele de modo a deixar o filho se sentir sem recursos na tomada decisões a respeito de sua própria vida. Podem também contribuir facilitando e dando condições ambientais de estudo e lazer para o filho. O filho se sente gratificado vendo que os pais estão acompanhando todo seu percurso, torcendo por ele, algumas vezes dando opiniões e sugerindo quando requisitados, desde que não venham em forma de cobranças.  Tudo tem uma medida, o importante é deixar claro para o filho usar o máximo de seu potencial no momento da prova e caso não dê certo, existem outras faculdades, outros vestibulares, outros cursos e que esta não é a única oportunidade. Existem outras tantas e de  qualidade. </p>
<p>4) Há alguma maneira de relaxar e aliviar as tensões do vestibulando?<br />
Um bom planejamento é fundamental e permite dividir o tempo de modo a não ficar restrito apenas a estudar. Lembrar sempre que a mente precisa de estar tranqüila e relaxada.  Entendemos que o tempo do vestibulando é corrido,  a quantidade de matérias é excessiva e o vestibular exige que os candidatos estudem muito todas as disciplinas. Para tanto, é importante ele se organizar no tempo, definindo as prioridades e um bom planejamento, de modo a não ficar restrito apenas a alguns pontos. Esforço e dedicação são fundamentais nesta jornada. As pesquisas apontam que estudar diariamente, freqüentar todas as aulas e não perder os simulados do cursinho são fundamentais para se chegar ao objetivo final.  Não se esquecendo de incluir neste planejamento,  uma rotina, com um horário para as principais refeições, fazendo uma boa alimentação calmamente e com qualidade; manter um repouso noturno; ter momentos de lazer; fazer uma caminhada de preferência ao ar livre e praticar esportes e jogos não competitivos ao menos uma vez na semana; ouvir música; não encarar tudo como urgência; procurar ter uma boa convivência familiar.</p>
<p>5) Quando é necessária a ajuda de um profissional, como o psicólogo?<br />
O mais indicado seria procurar por ajuda de psicólogo quando perceber a persistência  de algumas manifestações fisiológicas da ansiedade, como por exemplo: uma dificuldade de concentração, incapacidade de relaxar, sensação de desânimo e fadiga, palpitações, insônia, dificuldade de respirar, entre outros.  Em  muitos casos, o nível da ansiedade ultrapassa os limites tolerantes pelo organismo da pessoa, provocando um desequilíbrio interno com conseqüentes alterações funcionais.    É neste ponto que ele precisa ficar atento, quando seu sistema orgânico e emocional deixou de estar em sintonia e o aluno se sente “enfraquecido” e sem forças para chegar ao seu objetivo final.  No entanto, o que ocorre, na maioria das vezes, procura-se por um profissional quando já está num ponto crítico, com uma baixa autoconfiança ou uma insegurança de tamanha relevância, que vem em decorrência de um elevado nível de ansiedade e esgotamento. Os sintomas aparecem em maior ou menor grau de acordo com cada um. Cada pessoa reage de uma forma diferente e também terão limiares diferentes de esgotamento. </p>
<p>6) Como a família deve se comportar depois da prova diante de um<br />
desempenho ruim?<br />
Todos sabemos que a frustração por perda e um recomeço é doloroso mas é importante lembrar que também nos fortalece.   Não passar no vestibular amadurece muito o aluno. Se encarar a reprovação do vestibular como algo terrível e sem possibilidade de reparação, talvez o que vai dominar a mente do vestibulando é o tédio, a raiva, o sentimento de incompetência, etc. Porém se ele conseguir encarar estas frustrações, levantando os pontos que o impediram de conseguir a vaga no vestibular, olhando e analisando a melhor forma de se programar para o próximo ano, quais os cuidados que deve tomar que não foram tomados neste ano, o que ele deixou de considerar que foi importante etc., e assim analisar uma melhor programação de estudo para o próximo vestibular, com certeza ele se sairá de forma muito mais amadurecida e confiante para o próximo ano e também para a vida. É importante ajudar o aluno a focar no seu objetivo.  Prontificar-se a ajudá-lo a se programar para o próximo ano e tranqüilizá-lo nessa retomada. </p>
<p>Luzia Winandy</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzia.psc.br/blog/2011/09/ansiedade-pre-vestibular-entrevista/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Vida Estressante (Matéria)</title>
		<link>http://www.luzia.psc.br/blog/2011/08/vida-estressante-materia/</link>
		<comments>http://www.luzia.psc.br/blog/2011/08/vida-estressante-materia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 21:04:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luzia Winandy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[vida estressante(materia)]]></category>

		<category><![CDATA[crise]]></category>

		<category><![CDATA[desanimo]]></category>

		<category><![CDATA[estresse]]></category>

		<category><![CDATA[impaciencia]]></category>

		<category><![CDATA[insonia]]></category>

		<category><![CDATA[irritabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzia.psc.br/blog/?p=504</guid>
		<description><![CDATA[Por: Luzia Winandy
Matéria para o site www.luzia.psc.br em 23/08/2011 
O que se percebe hoje, principalmente com um mercado corporativo muito exigente e com as novas configurações familiares, são situações constantes de estresses, como por exemplo, um excesso de pressão no trabalho, alta competição, medo de demissão, problemas de relacionamento, problemas financeiros, de solidão entre outros.
Lembrando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-right: 10px;"><a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2011%2F08%2Fvida-estressante-materia%2F"><img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.luzia.psc.br%2Fblog%2F2011%2F08%2Fvida-estressante-materia%2F" height="61" width="51" /></a></div><p>Por: Luzia Winandy<br />
Matéria para o site www.luzia.psc.br em 23/08/2011 </p>
<p>O que se percebe hoje, principalmente com um mercado corporativo muito exigente e com as novas configurações familiares, são situações constantes de estresses, como por exemplo, um excesso de pressão no trabalho, alta competição, medo de demissão, problemas de relacionamento, problemas financeiros, de solidão entre outros.</p>
<p>Lembrando que estresse é como um esgotamento físico e mental; uma reação do organismo a um determinado evento ou experiência, provocando um desequilíbrio interno no individuo, acarretando prejuízos na vida pessoal, profissional e social.  Salientando que qualquer mudança em nossa vida pode ser um fator estressante.  As pessoas muitas vezes não encontram soluções ou encontram soluções pouquíssimas adequadas para as situações estressantes, gerando com isto uma crise, intensificando conseqüentemente o estresse.  </p>
<p>Cada pessoa reage e tem limiares diferentes para enfrentar situações estressantes; vai depender da sensibilidade afetiva dela, da imagem que tem de si própria, da auto-estima e autoconfiança.<br />
Estudos demonstram que o estresse tem sido considerado um fator de risco para inúmeras doenças e, se não tratados podem levar a depressão ou síndromes mais importantes ou ainda, evoluir para doenças cada vez mais graves, sejam de ordem cardiovasculares (arteriosclerose, derrame); gastrointestinais; reprodutivas (impotência, aborto espontâneo); infecciosas (herpes labial, gripes e resfriados); reumáticas (lúpus, artrite reumatóide). </p>
<p>Os portadores na maioria das vezes não percebem que estão doentes, sentem-se principalmente desanimados, irritados e cansados. O mais indicado seria a pessoa monitorar seu nível de estresse e ficar sempre atento aos sinais de alterações, que podem aparecer como uma desmotivação excessiva e um cansaço mais generalizado, acompanhado com perturbações no sono (insônia ou dormir em excesso); dificuldades de concentração e uma impaciência incomum; ou ainda com dores musculares e físicas. <span id="more-504"></span></p>
<p>Independente do grau de estresse é sempre bom o sujeito estar atento aos vários setores que sustentam nosso ser. Não fazer do trabalho, por exemplo, sua única fonte de vida; é importante reservar um horário para si próprio procurando ter lazer, com caminhadas ao ar livre, andar de bicicleta, em parques ou praças; hoje em dia a vida está muito pobre de interação social, as pessoas estão muito individualistas, pela própria correria do dia a dia: buscar um maior relacionamento social, fazer novos amigos, buscar velhas amizades, ir ao cinema, ao teatro etc. Dormir bem e alimentar-se adequadamente.  È muito importante procurarmos atender a todos os nossos setores (social, cultural, lazer, profissional, relacional e afetivo) tão úteis para minimizarmos os conflitos do dia a dia.</p>
<p>Se perceber que não está conseguindo voltar ao seu equilíbrio emocional, não deixe de procurar ajuda profissional.  Quando tratados no inicio, uma psicoterapia evolui com muito mais facilidade. Um tratamento deve priorizar em encontrar qual é o núcleo dos conflitos que está conduzindo ao estresse, investigando a razão ou a causa motivadora. É muito comum os sintomas ocultarem conflitos bem adversos ao que se apresenta de modo manifesto.<br />
Luzia Winandy</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzia.psc.br/blog/2011/08/vida-estressante-materia/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>

