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          <title>JKOnline RSS</title>
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          <description>The Krishnamurti Online Repository RSS</description>
          <language>en</language>
          <pubDate>Thu, 24 May 2012 21:32:00 EDT</pubDate>
          <managingEditor>info@jkrishnamurti.org (Paloma Salvador)</managingEditor>
          <webMaster>info@jkrishnamurti.org (Paloma Salvador)</webMaster><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/xml" href="http://feeds.feedburner.com/JKOnline_DailyQuotes_PT" /><feedburner:info uri="jkonline_dailyquotes_pt" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>JKOnline_DailyQuotes_PT</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><title>Uma violeta não pode se tornar uma rosa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/WvPuAJA4Ulk/20120524.php</link><description>Diz-se que exemplo é melhor que preceito. Não pode o valor do exemplo pessoal a outro ser considerável, como o seu mesmo? Krishnamurti: qual é o motivo por trás dessa pergunta? Não é porque o interrogante deseja seguir um exemplo, pensando que isso poderá levá-lo à realização? Seguir o outro nunca leva à realização. Uma violeta não pode se tornar uma rosa, mas a violeta em si mesma pode ser uma flor perfeita. Não tendo certeza, a pessoa busca certeza na imitação do outro. Isto produz medo do qual surge a ilusão de abrigo e conforto no outro, e as muitas falsas  ideias de disciplina, meditação e a subjugação da pessoa a um ideal. Tudo isso simplesmente indica a falta de compreensão da pessoa, a perpetuação da ignorância. Isto é a raiz do sofrimento, e em vez de discernir a causa, você pensa que pode compreender a si mesmo através do outro. Olhar para o exemplo de outro só leva à ilusão e ao sofrimento. - Collected Works, Volume III. New York City 2nd Public Talk 4th June, 1936 </description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120524.php</feedburner:origLink></item><item><title>Autoestima</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/11ArW_cOXDc/20120523.php</link><description>Nós todos nos colocamos em vários níveis, e estamos constantemente caindo dessas alturas. É das quedas que temos vergonha. A autoestima é a causa de nossa vergonha, de nossa queda. É esta autoestima que deve ser compreendida, e não a queda. Se não há pedestal onde se coloca, como pode haver alguma queda? Por que você se colocou num pedestal chamado autoestima, dignidade humana, o ideal e assim por diante? Se a pessoa puder compreender isto, então não haverá vergonha do passado; ele terá passado completamente. Você será o que é sem o pedestal. Se o pedestal não está lá, a altura que faz você olhar para baixo ou para cima, então você é o que sempre evitou. É este evitar o que é, o que você é, que provoca confusão e antagonismo, vergonha e ressentimento. Você não tem que me dizer ou a outro o que você é, mas estar cônscio do que você é, o que quer que seja, agradável ou desagradável: viva com isto sem justificar ou resistir. Viva com isto sem dar nome; pois a própria palavra é uma condenação ou uma identificação. Viva com isto sem medo, pois o medo impede a comunhão, e sem comunhão você não pode viver com isto. Estar em comunhão é amar. Sem amor, você não pode varrer o passado; com amor, não há passado. - Commentaries on Living Series I Chapter 57, Self-Esteem</description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120523.php</feedburner:origLink></item><item><title>O anonimato que é inocência</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/LBAi953mFM4/20120522.php</link><description>Em todas as mesas havia narcisos, novos, frescos, tirados do jardim, com o vigor da primavera ainda neles. De um lado da mesa havia lírios cor de creme com centros amarelos. Ver este branco cremoso e o amarelo brilhante daqueles muitos narcisos era ver o céu azul, sempre se expandindo, sem limites, silencioso. Quase todas as mesas estavam ocupadas por pessoas falando muito alto e rindo. Numa mesa próxima uma mulher alimentava seu cachorro secretamente com a carne que ela deveria comer. Todos pareciam ter imensas porções de alimento, e não era uma visão agradável ver pessoas comendo; talvez possa ser bárbaro comer publicamente. Um homem do outro lado da sala encheu-se de vinho e carne e tinha acabado de acender um grande charuto, e uma aparência de beatitude surgiu em seu rosto gordo. Sua igualmente gorda esposa acendeu um cigarro. Os dois pareciam estar perdidos do mundo. E lá estavam eles, os narcisos amarelos, e ninguém parecia se importar. Eles estavam ali por motivos decorativos que não tinham absolutamente significado; e quando você olhava para eles, seu brilho amarelo enchia a sala barulhenta. A cor tem esse estranho efeito sobre o olho.  Não era tanto, de modo que o olho absorveu a cor, enquanto a cor parecia encher seu ser. Você era aquela cor; não se tornou aquela cor – você era dela, sem identificação ou nome: o anonimato que é inocência. Onde não existe anonimato existe violência, em todas as suas diferentes formas. - The Only Revolution Europe Part 13</description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120522.php</feedburner:origLink></item><item><title>Alteridade</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/PsrcuBZpbGw/20120521.php</link><description>De repente aconteceu, voltando do quarto; ali estava com uma recepção envolvente, tão inesperada. A pessoa saiu só para voltar novamente; estivemos falando sobre várias coisas, nada muito sério. Foi um choque e uma surpresa encontrar esta outra coisa bem-vinda no quarto; estava ali esperando com um convite tão aberto que uma desculpa pareceria fútil. Várias vezes,  no comum, longe daqui sob algumas árvores, ao longo do caminho que era usado por muitos, estaria esperando bem na curva do caminho; com assombro a pessoa ficava ali, perto das árvores, completamente aberta, vulnerável, sem palavras, sem um movimento. Não era uma fantasia, uma ilusão autoprojetada; o outro, que aconteceu de estar ali, sentiu também; em diversas ocasiões estava ali, com uma saudação envolvente de amor e foi completamente incrível; cada vez havia uma qualidade nova, uma nova beleza, uma nova austeridade. E foi assim neste quarto, alguma coisa totalmente nova e completamente inesperada. Foi a beleza que pôs a mente toda quieta e o corpo sem um movimento; pôs a mente, o cérebro e o corpo intensamente alertas e sensíveis; fez o corpo tremer e em alguns minutos aquela outra coisa bem-vinda havia partido, tão suavemente quanto chegou. Nenhum pensamento ou emoção fantasiosa poderia fazer acontecer tal evento; o pensamento é pequeno, faça o que fizer, e o sentimento é muito frágil e enganador; nenhum deles, em seu mais desvairado empenho poderia construir estes eventos. Eles são muito imensuravelmente grandes, muito imensos em sua força e pureza para pensamento ou sentimento; estes têm raízes e eles não têm. Não podem ser convidados ou mantidos; pensamento-sentimento podem jogar qualquer jogo astuto e fantasioso mas não podem conter a outra coisa. Ela existe por si mesma e nada pode tocá-la. - Krishnamurti Notebook</description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120521.php</feedburner:origLink></item><item><title>A austeridade é muito mais profunda do que ter apenas poucas coisas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/wTs7hRCggiU/20120520.php</link><description>Você é sempre um hóspede nesta terra e tem a austeridade de um hóspede. Austeridade é muito mais profunda do que ter apenas poucas coisas. A própria palavra austeridade foi deturpada pelos monges, pelos “sannyasis”, pelos eremitas. Sentado no alto daquela montanha sozinho no isolamento de muitas coisas, muitas pedras e pequenos animais e formigas, essa palavra não tem significado. Na distância além das montanhas estava o mar imenso, reluzente, luminoso. Nós fragmentamos a terra em sua e minha – sua nação, minha nação, sua bandeira e a bandeira dele, esta religião particular e a religião do homem lá longe. O mundo, a terra está dividida, fragmentada. E por isso nós lutamos e disputamos, e os políticos exultam em seu poder de manter esta divisão, nunca olhando o mundo como um todo. Eles não conseguiram a mente global. Eles nunca sentiram nem perceberam a imensa possibilidade de não haver nacionalidade, nem divisão, eles não podem perceber a  feiura do poder deles, sua posição e seu sentido de importância. São como você ou o outro, apenas ocupam o assento do poder com seus pequeninos desejos e ambições, e assim, aparentemente, mantém, enquanto o homem está sobre esta terra, a atitude tribal em relação à vida. Eles não têm uma mente que não está comprometida com algum ponto, algum ideal, ideologias – uma mente que passa além da divisão de raça, cultura, das religiões que o homem inventou. Os governos devem existir enquanto o homem não for uma luz para si mesmo, enquanto ele não viver sua vida diária com ordem, cuidado, trabalhando diligentemente, olhando, aprendendo. Ele precisa que lhe digam o que fazer. Foi lhe dito o que fazer pelos anciãos, pelos gurus, e ele aceitou as ordens deles, suas destrutivas disciplinas peculiares como se eles fossem deuses nesta terra, como se conhecessem as implicações dessa vida extraordinariamente complexa. - Krishnamurti to Himself</description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120520.php</feedburner:origLink></item><item><title>Não somos destinados a destruir um ao outro</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/i8Ap_C0ezP0/20120519.php</link><description>É nossa terra, não sua ou minha ou dele. Somos destinados a viver nela, nos ajudando, não destruindo um ao outro. Isso não é nenhuma tolice romântica mas um fato real. Mas o homem dividiu a terra, esperando assim encontrar no particular felicidade, segurança, uma sensação de conforto permanente. Até que uma mudança radical aconteça e varramos todas as nacionalidades, todas as ideologias, todas as divisões religiosas, e  estabeleçamos uma relação global – psicologicamente primeiro, interiormente antes de organizar o exterior – continuaremos com as guerras. Se você fere os outros, se mata os outros, seja pela raiva ou com o assassinato organizado chamado guerra, você, que é o resto da humanidade, não um ser humano separado lutando com o restante da humanidade, está destruindo a si mesmo. Este é o ponto real, o ponto básico, que você deve compreender e resolver. Até você se comprometer, se dedicar a erradicar esta divisão nacional, econômica, religiosa, estará perpetuando a guerra, você é responsável por todas as guerras, nuclear ou tradicional. - Krishnamurti to Himself</description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120519.php</feedburner:origLink></item><item><title>O amor nunca se ajusta</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/RXy50I77-AA/20120518.php</link><description>Você pode estar tratando as palestras que temos tido como uma troca de  ideias, como um processo de aceitar novas  ideias e descartar antigas, ou como um processo de negar novas  ideias e se prender às antigas. Nós não estamos absolutamente tratando de  ideias. Estamos tratando de fatos. E quando se está interessado em fatos, não existe ajustamento; ou você o aceita ou o nega. Ou você pode dizer, “Não gosto dessas  ideias, prefiro as antigas, vou viver na minha própria confusão” ou você pode seguir com o fato. Não pode entrar num acordo, não pode se ajustar. Destruição não é ajustamento. Ajustar-se, dizer, “Eu devo ser menos ambicioso, não tão invejoso”, não é destruição. E a pessoa deve, certamente, ver a verdade que ambição, inveja, é feia, estúpida, e a pessoa deve destruir todos estes absurdos. O amor nunca se ajusta. Apenas desejo, medo, esperança se ajustam. É por isso que o amor é uma coisa destrutiva, porque ele se recusa a adaptar-se ou a se conformar num padrão. Então, começamos a descobrir que quando há a destruição de toda autoridade que o homem criou para si mesmo em seu desejo de estar seguro interiormente, então há criação. Destruição é criação. Assim, se você abandonou  ideias, e não está se ajustando ao seu próprio padrão de existência ou a um novo padrão que você pensa que o orador está criando – se você chegou tão longe – verá que o cérebro pode, e deve, funcionar só em relação a coisas externas, responder só a demandas externas; daí o cérebro fica completamente quieto. Isto significa que a autoridade da experiência dele chegou ao fim, e, assim, ele é incapaz de criar ilusão. E para descobrir o que é verdade, é essencial que o poder de criar ilusão sob qualquer forma chegue ao fim. E o poder de criar ilusão é o poder do desejo, o poder da ambição, de querer ser aquilo e não ser isso. Assim o cérebro deve funcionar neste mundo com razão, com sensatez, com clareza; mas internamente ele deve estar completamente quieto. Foi nos dito pelos biólogos que se passaram milhões de anos até o cérebro chegar ao estágio atual, e que se passarão milhões de anos para se desenvolver mais. Ora, a mente religiosa não depende do tempo para seu desenvolvimento. Gostaria que você acompanhasse isto. O que quero transmitir é que quando o cérebro – que deve funcionar com suas respostas na existência externa – se torna quieto internamente, então não há mais o mecanismo de acumular experiência e conhecimento, e, portanto, internamente ele está completamente quieto mas totalmente vivo, e então ele pode saltar o milhão de anos. - Saanen 9th Public Talk 13th August 1961</description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120518.php</feedburner:origLink></item><item><title>Compreendendo a mente</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/bVflTdwny48/20120517.php</link><description>Não estamos interessados no que você deveria ou não deveria fazer; esse não é o problema. Estamos interessados na compreensão da mente; e na compreensão não há condenação, nem exigência de um padrão de ação. Você está simplesmente observando; e a observação é negada quando você de preocupa com um padrão de ação, ou simplesmente explica a inevitabilidade de uma vida de escravidão. O que importa é observar sua própria mente sem julgamento – apenas olhar para ela, vê-la, ficar cônscio do fato que sua mente é uma escrava, e não mais; porque essa própria percepção libera energia, e é esta energia que vai destruir a escravidão da mente. Mas se você simplesmente pergunta, “Como vou me libertar de minha escravidão à rotina, do meu medo e tédio na existência diária?”, nunca vai liberar esta energia. Estamos interessados apenas em perceber o que é; e é a percepção do que é que vai liberar o fogo criativo. Você não pode perceber se não faz a pergunta correta e uma pergunta correta não tem resposta, porque ela não precisa de resposta. São as perguntas erradas que invariavelmente têm respostas. O impulso por trás da pergunta correta, sua própria urgência, traz a percepção. A mente perceptiva está viva, em movimento, cheia de energia, e só tal mente pode compreender o que a verdade é. Mas a maioria de nós, quando nos encontramos face a face com um problema deste tipo, invariavelmente buscamos uma resposta, uma solução, o “o que fazer” é muito fácil, leva a mais infortúnio, mais miséria. Esse é o caminho dos políticos. Esse é o caminho das religiões organizadas, que oferecem uma resposta, uma explicação; e tendo encontrado, a chamada mente religiosa fica satisfeita. Mas nós não somos políticos nem somos escravos de religiões organizadas. Estamos agora examinando os caminhos de nossas próprias mentes, e para isso não deve haver medo. Para descobrir sobre si mesmo, o que a pessoa pensa, o que a pessoa é, as extraordinárias profundezas e movimentos da mente – apenas para estar cônscio de tudo isso é preciso certa liberdade. E para sondar dentro de si mesmo também é preciso espantosa energia, porque a pessoa tem que viajar  uma distância imensurável. A maioria de nós é fascinada pela ideia de ir à lua ou à-- a Vênus; mas essas distâncias são muito menores do que a distância para dentro de nós mesmos. - Bombay 1st Public Talk 23rd December 1959 The Collected Works Vol. XI</description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120517.php</feedburner:origLink></item><item><title>A autoridade é nociva</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/bYLLqedYLY8/20120516.php</link><description>Pergunta: Foi nos dito que o pensamento deve ser controlado para gerar aquele estado de tranqüilidade necessário para compreender a realidade. Poderia nos dizer como controlar o pensamento? Krishnamurti: Primeiro, senhor, não siga qualquer autoridade. A autoridade é nociva. A autoridade destrói, a autoridade perverte, a autoridade corrompe; e um homem que segue a autoridade está se destruindo, e destruindo também aquilo que ele colocou na posição de autoridade. O seguidor destrói o mestre, como o mestre destrói o seguidor. O guru destrói o pupilo, como o pupilo destrói o guru. Pela autoridade você nunca descobrirá nada. Você deve estar livre da autoridade para descobrir alguma coisa. Deve estar livre da autoridade para descobrir a realidade. É uma das coisas mais difíceis estar livre da autoridade, tanto a externa como a interna. A autoridade interna é a consciência da experiência, consciência do conhecimento. E a autoridade externa é o estado, o partido, o grupo, a comunidade. Um homem que quer descobrir a realidade deve afastar toda autoridade, externa e interna. Então, não deixe que lhe digam o que pensar. Essa é a maldição da leitura: a palavra do outro se torna importantíssima. O interrogante começa dizendo: “Foi nos dito”. Quem lhe disse? Senhor, não vê que os líderes e santos e grandes mestres falharam, são a causa de você estar onde está? Então os deixe sozinhos. Você os fez falharem porque não está buscando a verdade, você quer gratificação. Não siga ninguém, inclusive eu mesmo; não faça do outro sua autoridade. Você mesmo tem que ser o mestre e o pupilo. No momento em que você reconhece o outro como mestre e você mesmo como pupilo, está negando a verdade. Não há mestre nem pupilo na busca da verdade. A busca da verdade é importante, não você ou o mestre que vai ajudá-lo a descobrir a verdade. Veja, a educação moderna, e também a anterior, ensinou a você o que pensar, não como pensar. Eles puseram você numa moldura, e essa moldura destruiu você; porque você procura um guru, um mestre, um líder, político ou outro, só quando está confuso. De outra forma você nunca segue ninguém. Se você é muito esclarecido, se internamente é uma luz para si mesmo, nunca seguirá ninguém. Mas como você não é, você segue, segue a partir de sua conclusão; e o que você segue deve também ser confuso. Seus antepassados, assim como você mesmo, são confusos, politicamente e religiosamente. Portanto, primeiro, esclareça sua própria confusão, torne-se uma luz para si mesmo, e então o problema cessará. A divisão entre o mestre e o pupilo não é espiritual. Agora o interrogante quer saber como controlar o pensamento. Em primeiro lugar, para controlá-lo, você deve saber o que o pensamento é e quem é o controlador. Eles são dois processos separados, ou um fenômeno unido? Você deve primeiro compreender o que o pensamento é, não deve? – antes de dizer, “Vou controlar o pensamento”; e também deve saber quem é o controlador. Existe um controlador sem pensamento? Se você não tem pensamentos, existe um pensador? O pensador é o pensamento, o pensamento não está separado do pensador, eles são um processo único. - Banaras 5th Public Talk 20th February 1949 The Collected Works Vol. VI</description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120516.php</feedburner:origLink></item><item><title>Consciência</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/l6JqP3-nvI0/20120515.php</link><description>Poderia, por favor, explicar o que você quer dizer com consciência? Krishnamurti: Apenas simples consciência! Consciência de seus julgamentos, seus preconceitos, seus gostos e desgostos. Quando você vê alguma coisa, esse ver é o resultado de sua comparação, condenação, julgamento, avaliação, não é? Quando lê alguma coisa você está julgando, está criticando, condenando ou aprovando. Estar consciente é ver, no exato momento, a totalidade deste processo de julgar, avaliar, as conclusões, o conformismo, as aceitações, as negações. Agora, pode a pessoa estar consciente sem tudo isso? Presentemente tudo que conhecemos é um processo de avaliação, e essa avaliação é o resultado de nosso condicionamento, de nosso substrato, de nossas influências religiosas, morais, educacionais. Essa chamada consciência é resultado de nossa memória – memória como o “eu”, o holandês, o hindu, o budista, o católico, ou o que seja. É o “eu” – minhas memórias, minha família, minha propriedade, minhas qualidades – que está olhando, julgando, avaliando. Com isso estamos bastante familiarizados, se estamos de fato alertas. Agora, pode haver consciência sem tudo isso, sem o ego? É possível apenas olhar sem condenação, apenas observar o movimento da mente, da própria mente da pessoa, sem julgar, sem avaliar, sem dizer “Isto é bom” ou “Isto é mau”? A consciência que vem do ego, que é a consciência da avaliação e do julgamento, sempre cria dualidade, o conflito dos opostos – aquilo que é e aquilo que devia ser. Nessa consciência existe julgamento, existe medo, existe avaliação, condenação, identificação. Essa é a consciência do ego, do “eu” com todas as suas tradições, memórias e todo o resto. Tal consciência sempre cria conflito entre o observador e o observado, entre o que eu sou e o que eu devia ser. Agora, é possível estar cônscio sem este processo de condenação, julgamento, avaliação? É possível olhar para mim mesmo, quaisquer que sejam meus pensamentos, e não condenar, não julgar, não avaliar? Não sei se você alguma vez já tentou isto. É bastante trabalhoso – porque todo nosso treinamento desde a infância nos leva a condenar e aprovar. E no processo de condenação e aprovação há frustração, há medo, há dor corrosiva, angústia, que é o próprio processo do “eu”, do ego. - Collected Works Volume 9 J. Krishnamurti Amsterdam 5th Public Talk 26th May 1955</description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120515.php</feedburner:origLink></item><item><title>Onde a luz está, a escuridão não está</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/8YSlgXscSsg/20120514.php</link><description>O conflito no qual vivemos não é uma disputa entre o bem e o mal, entre o ego e o não-ego. A disputa está em nossa própria dualidade autogerada, entre nossos vários desejos autoprotetores. Não pode haver um conflito entre luz e escuridão; onde está a luz, a escuridão não está. Enquanto existir o medo, o conflito deve continuar embora esse medo possa se disfarçar sob diferentes nomes. E como o medo não pode se libertar através de nenhum meio, pois todos os seus esforços emanam de sua própria fonte, deve haver a cessação de todas as defesas intelectuais. Essa cessação chega espontaneamente quando a mente revela para si seu próprio processo. Isto acontece apenas quando há consciência integral, que não é resultado de disciplina, ou de um sistema moral ou econômico, ou de coação. Cada um tem que estar cônscio do processo da ignorância, as ilusões que a pessoa criou. O intelecto não pode guiá-lo para fora deste presente caos, confusão e sofrimento. A razão deve se esgotar, não por retirada, mas pela compreensão integral e amor da vida. Quando a razão não tem mais a capacidade de protegê-lo através de explicações, fugas, conclusões lógicas, então, quando há completa vulnerabilidade, total nudez de seu próprio ser, há a chama do amor. Só a verdade pode libertar cada um do sofrimento e confusão da ignorância. A verdade não é o fim da experiência, é a própria vida. Não é do amanhã, não está no tempo. Não é um resultado, uma aquisição, mas a cessação do medo, querer. - Collected Works Volume 3, Ommen 8th Public Talk 10th August, 1937 </description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120514.php</feedburner:origLink></item><item><title>O passado não pode ser posto de lado</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/R5U6N1hcfS8/20120513.php</link><description>Há  uma observação do passado enquanto ele passa, mas não a ocupação com o passado. Assim a mente está livre para observar e não para escolher. Onde existe escolha neste movimento do rio da memória, existe ocupação, e no momento em que a mente está ocupada, ela fica presa no passado: e quando a mente está ocupada com o passado, ela é incapaz de ver uma coisa real, verdadeira, nova, original, não contaminada. Uma mente que está ocupada com o passado – o passado é toda a consciência que diz “isto é bom”, “isto é certo”, “isto é mau”; “isto é meu”; “isto não é meu” – nunca pode conhecer o Real. Mas a mente não ocupada pode receber aquilo que não é conhecido, que é o desconhecido. Este não é um estado extraordinário de algum “yogi”, algum santo. Apenas observe sua própria mente; como isto é simples e direto. Veja como sua mente está ocupada. E a resposta, com o que a mente está ocupada, lhe dará a compreensão do passado, e consequentemente a liberdade do passado. Você não pode varrer o passado. Ele está aí. - Collected Works Volume 7 Bombay, 4th March 1953</description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120513.php</feedburner:origLink></item><item><title>Enfrentando a violência</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/ljE2pzaR--k/20120512.php</link><description>Senhor, pegue a violência. Novamente vamos  seguir esse pensamento do começo ao fim. Primeiro, eu não gosto de reconhecer que sou violento, porque socialmente e moralmente me é dito que ser violento é uma coisa muito ruim. Mas o fato é que sou violento. Então eu medito, eu forço, eu tento ser outra coisa – mas nunca encaro o que de fato sou, que é violento. Gasto meu tempo tentando transformar o que é em alguma outra coisa. Para transformar, devo olhar o que é; e não estou olhando enquanto tiver um ideal. Se vejo isso, ponho de lado o ideal, que é a não-violência, e então estou totalmente cônscio de que sou violento; e o próprio fato de que estou cônscio provoca a transformação. Experimente e você verá. Esta recusa de ver o que é – esse é o problema com todos nós. Eu nunca quero olhar o que é, nunca quero reconhecer que sou feio – sempre encontro razões para minha  feiura; mas se eu olho para minha feiura como ela é, sem explicação ou desculpa, então existe uma possibilidade de transformação. Então,  seguir um pensamento completamente é ver como o pensamento está se enganando, fugindo do que é. Você pode  seguir um pensamento totalmente, completamente, só quando você acaba com todas as rotas de fuga e então olha para ele – o que requer uma extraordinária honestidade; e a maioria de nós é desonesta em seu pensar, nunca queremos olhar nenhum pensamento do começo ao fim. A descoberta de como o pensamento está se enganando é que é importante; e quando você descobre a falsidade dele, então pode encarar o que é. Só então o que é revela sua completa significação, seu significado. - The Collected Works, Poona India 7th Public Talk 10th October, 1948</description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120512.php</feedburner:origLink></item><item><title>O conhecimento é um impedimento ao experimentar</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/E7Hg9Fuh_uo/20120415.php</link><description>É estranho a importância que damos à palavra impressa, aos chamados livros sagrados. Os estudiosos, como os leigos, são gramofones; eles seguem repetindo, conquanto muitas vezes as gravações possam ser mudadas. Eles estão interessados no conhecimento, e não em experimentar. O conhecimento é um impedimento para o experimentar. Mas conhecimento é um porto seguro, a salvaguarda de poucos; e como o ignorante fica impressionado pelo conhecimento, quem sabe é respeitado e honrado. O conhecimento é um vício, como a bebida; conhecimento não gera compreensão. Conhecimento pode ser ensinado, mas sabedoria não; tem que haver liberdade do conhecimento para a chegada da sabedoria.  Conhecimento não é moeda de troca de sabedoria; mas o homem que entrou no refúgio do conhecimento não se aventura, pois a palavra alimenta seu pensamento e
 ele fica gratificado com o pensar. Pensar é um impedimento para experimentar; e não há sabedoria sem experimentar. Conhecimento, ideia, crença, ficam no caminho da sabedoria. Uma mente ocupada não está livre, espontânea, e só na espontaneidade pode haver descoberta. Uma mente ocupada está fechada em si mesma; não é abordável, nem vulnerável, e aí está sua segurança. O pensamento, por sua própria estrutura, é isolador, não pode ser tornado vulnerável. O pensamento não pode ser espontâneo, não pode ser livre. Só existe liberdade no findar. Uma mente ocupada cria aquilo em que trabalha. Ela pode manobrar a carroça ou o avião a jato. Podemos pensar que somos estúpidos, e somos estúpidos. Podemos pensar que somos Deus, e somos nossa própria concepção; "Eu sou Isso." "Mas certamente é melhor estar ocupado com as coisas de Deus do que com as coisas do mundo, não é?" O que pensamos, nós somos; mas é a compreensão do processo do pensamento que é importante. - Commentaries on Living Series I </description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120415.php</feedburner:origLink></item><item><title>O desejo está sempre ali como uma chama, queimando</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/uYdDzsFSo9c/20120414.php</link><description>O desejo, que tem sido a força propulsora do homem, criou muitas coisas agradáveis e úteis; o desejo também, nas relações do homem, criou muitos problemas e tumultos e miséria – o desejo de prazer. Os monges e 'sannyasis' do mundo tentaram ir além dele, forçaram-se a amar um ideal, uma imagem, um símbolo. Mas o desejo está sempre ali como uma chama, queimando. E para descobrir, para sondar a natureza do desejo, a complexidade do desejo, suas atividades, demandas, realizações – mais e mais desejo de poder, posição, prestígio, status, o desejo do inominável, daquilo que está além de toda nossa vida cotidiana – levou o homem a fazer todos os tipos de coisas horríveis e brutais. O desejo é resultado da sensação, o resultado com todas as imagens que o pensamento construiu. E este desejo não gera apenas descontentamento mas um sentido de desesperança. Nunca suprimi-lo, nunca discipliná-lo, mas sondar sua natureza – qual a sua origem, o propósito, suas complexidades? Mergulhar profundamente nele não é outro desejo, pois não há motivo nisso; é como compreender a beleza de uma flor, sentar ao lado dela e olhá-la. E ao olhar, ela começa a  revelar como de fato é – a cor extraordinariamente delicada, o perfume, as pétalas, o caule, e a terra de onde ela brotou. Assim olhe para este desejo e sua natureza sem o pensamento que está sempre moldando sensações, prazer e dor, prêmio e castigo. Então a pessoa compreende, não verbalmente, não intelectualmente, toda a causa do desejo, a raiz do desejo. A própria percepção dele, a percepção sutil dele, isso em si é inteligência. E essa inteligência sempre atuará sensatamente e racionalmente ao lidar com o desejo. J. Krishnamurti Krishnamurti to Himself Ojai California Krishnamurti to Himself
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Você pode aprender sobre o limitado, mas não pode aprender sobre o ilimitado. E tentamos aprender sobre todo o campo da psique, e dizemos que é preciso tempo. Mas o tempo pode ser uma ilusão nessa área, pode ser o inimigo. O pensamento cria a ilusão, e essa ilusão evolui, cresce, se estende. A ilusão de toda a atividade religiosa deve ter começado muito, muito simplesmente, e agora veja onde chegou – com imenso poder, vastas propriedades, grande acúmulo de arte, riqueza, e a hierarquia religiosa exigindo obediência, instando você a ter mais fé. Tudo isso é a expansão, o cultivo e a evolução da ilusão que levou muitos séculos. E a psique é todo o conteúdo da consciência, é a memória de todas as coisas passadas e mortas. Damos tal importância à memória. A psique é memória. Toda tradição é simplesmente o passado. Nós nos prendemos a isso e queremos aprender a respeito, e pensamos que o tempo é necessário para isso como é em outra área. Será que alguém já perguntou se o tempo tem uma parada – tempo para se tornar, tempo para se realizar? Existe alguma coisa para se aprender sobre tudo isso? Ou a pessoa pode ver que todo o movimento desta memória ilusória, que parece tão real, pode acabar? Se o tempo tem uma parada, então qual é a relação entre aquilo que está além do tempo e todas as atividades do cérebro como memória, conhecimento, lembranças, experiências? Qual a relação entre os dois? Conhecimento e pensamento, como dissemos muitas vezes, são limitados. O limitado não pode possivelmente ter relação com o ilimitado mas o ilimitado pode ter algum tipo de comunicação com o limitado, embora essa comunicação deva ser sempre limitada, estreita, fragmentada. A pessoa poderia perguntar, se é comercialmente inclinada, qual a utilidade de tudo isto, qual o uso do ilimitado, o que o homem pode lucrar com isso? Sempre queremos um prêmio. Vivemos sob o princípio de punição e prêmio, como um cão treinado, você o premia quando ele obedece. E somos quase iguais no sentido de que queremos ser premiados por nossas ações, por nossa obediência e assim por diante. Tal exigência nasce de nosso cérebro limitado. O cérebro é o centro do pensamento e o pensamento é sempre limitado sob qualquer circunstância. Ele pode inventar o extraordinário, o teórico, o imensurável, mas sua invenção é sempre limitada. É por isso que a pessoa tem que estar completamente livre de toda disputa e armadilha da vida e da atividade egocêntrica para o ilimitado surgir. - Krishnamurti to Himself</description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120414.php</feedburner:origLink></item><item><title>O que queremos dizer com o problema do sexo? </title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/x8CIu-yYhj8/20120413.php</link><description>O que queremos dizer com o problema do sexo? É o ato ou é um pensamento sobre o ato? Certamente não é o ato. O ato sexual não é um problema para você, não mais do que comer é um problema para você, mas se você pensa sobre comer ou qualquer outra coisa o dia todo porque não tem nada mais em que pensar, se torna um problema para você. O ato sexual é o problema ou é o pensamento sobre o ato? Por que você pensa nele? Por que o está construindo, o que você está obviamente fazendo? Os filmes, as revistas, os romances, o modo como as mulheres se vestem, tudo vai construindo seu pensamento sobre o sexo. Por que a mente o constrói, por que a mente pensa em sexo de fato? Por que? Por que ele se tornou um assunto central em sua vida? Quando há tantas coisas chamando, demandando seus atenção, você dá completa atenção ao pensamento do sexo. O que acontece, por que suas mentes estão tão ocupadas com ele? Porque essa é uma forma de  derradeira fuga, não é? É uma forma de completo auto esquecimento. Por ora, ao menos naquele momento, você pode esquecer de si mesmo – e não há outro jeito de esquecer de si mesmo. Tudo o mais que você faz na vida enfatiza o "eu", o ego. Seus negócios, sua religião, seus deuses, seus líderes, suas ações políticas e econômicas, suas fugas, suas atividades sociais, aderir a um partido e rejeitar outro – tudo isso enfatiza e dá força ao "eu". Isto é, existe apenas um ato no qual não há a ênfase do "eu", assim isso se torna um problema, não é? Quando existe só uma coisa na sua vida que é uma avenida para a derradeira fuga,  para o completo auto esquecimento mesmo que por alguns segundos, você se agarra a ela  pois é o único momento em que você é feliz. Todas as outras coisas que você toca se tornam um pesadelo, uma fonte de sofrimento e dor, então você se prende à única coisa que lhe dá auto esquecimento, que você chama felicidade. Mas quando se prende a ela, ela também se torna um pesadelo, porque você quer se libertar dela, não quer ser escravo dela. Então você inventa, outra vez a partir da mente, a ideia de castidade, de celibato, ser casto, pela supressão, todas as coisas que são operações da mente para se alijar do fato. Isto também confere ênfase particular ao 'eu' que está tentando se tornar alguma coisa, assim então você está preso novamente na luta, no problema, no esforço, na dor. - The First and Last Freedom</description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120413.php</feedburner:origLink></item><item><title>Pode o pensamento estar cônscio de seu próprio movimento?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/CH0CKTLXesM/20120412.php</link><description>Pode o pensamento estar cônscio de seu próprio movimento? Pode o pensamento ver a si mesmo, ver o que está fazendo, tanto no exterior como no interior? Não existe de fato exterior e interior: o interior cria o exterior, e o exterior então molda o interior. Este fluxo e refluxo de ação e reação é o movimento do pensamento, e o pensamento está sempre tentando superar o exterior, e consegue, provocando muitos problemas; ao resolver um problema, outro problema surge. O pensamento também moldou o interior, modelou-o de acordo com as necessidades exteriores. Este processo aparentemente interminável criou esta sociedade, feia, cruel, imoral e violenta. E tendo criado-a, o interior se tornou seu escravo. O exterior molda o interior, o interior molda o exterior. Este processo vem acontecendo por milhares e milhares de anos e o pensamento parece não entender sua própria atividade. Então perguntamos: pode o pensamento estar cônscio de si mesmo – cônscio do que está fazendo? Não existe pensador separado de pensamento; o pensamento formou o pensador, o experimentador, o analista. O pensador, aquele que está olhando, o que age, é o passado, com toda a herança do homem, geneticamente, biologicamente – as tradições, hábitos, e todo o conhecimento acumulado. Afinal, o passado é conhecimento, e o pensador não está separado do passado. O pensamento criou o passado, pensamento é passado; então o pensamento divide o pensador e o pensamento, que o pensador pode moldar, controlar. Mas isso é uma falácia; só existe pensamento. O ego é o 'eu', o passado. A imaginação pode projetar o futuro mas é ainda a atividade do pensamento. - Krishnamurti to Himself</description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120412.php</feedburner:origLink></item><item><title>Esforço</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/Cm0-M5gpfVA/20120411.php</link><description>"Não pode uma prática definida ser adotada para pôr um fim nesta deterioração, nesta ineficiência e preguiça da mente?", perguntou o funcionário do governo. Prática ou disciplina implicam um incentivo, chegar a um fim; e isto não é uma atividade egocêntrica? Tornar-se virtuoso é um processo de interesse pessoal, levando à respeitabilidade. Quando você cultiva em si mesmo um estado de não-violência, é ainda violento sob um nome diferente. Além disto tudo, existe um outro fator degenerador: o esforço, em todas as suas formas sutis. Isto não significa que se está advogando a preguiça. "Céus, senhor, você está certamente afastando tudo de nós!" exclamou o funcionário. "E quando você tira tudo, o que nos resta? Nada!" Criatividade não é um processo de se tornar ou adquirir, mas um estado de ser em que o esforço da busca egocêntrica está totalmente ausente. Quando o ego faz um esforço para estar ausente, o ego está presente. Todo o esforço da parte desta coisa complexa chamada mente deve cessar, sem nenhum motivo ou indução. "Isso significa morte, não é?" Morte de tudo  que se conhece que é o "eu". Só quando a totalidade da mente está quieta, que o criativo, o inominável, surge. "O que você quer dizer com mente?", perguntou o artista. O consciente assim como o inconsciente; os recessos ocultos do coração assim como os
 pedacinhos educados. - J. Krishnamurti Commentaries On Living Series III </description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120411.php</feedburner:origLink></item><item><title>A natureza da mente é adquirir</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/HnA7N62fdP0/20120410.php</link><description>A natureza da mente é adquirir, absorver, não é? Ou melhor, o padrão que ela criou para si é o de acumular; e nessa própria atividade a mente está preparando sua própria exaustão, tédio. Interesse, curiosidade, é o começo da aquisição, que logo se torna tédio; e a urgência de se livrar do tédio é outra forma de possessão. Então a mente vai do tédio para o interesse e novamente para o tédio, até que fica totalmente exausta; e estas sucessivas ondas de interesse e exaustão são consideradas como existência. - Commentaries On Living, Series II </description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120410.php</feedburner:origLink></item><item><title>Por que os adultos roubam?</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/JKOnline_DailyQuotes_PT/~3/P7emI9CSIOE/20120409.php</link><description>Aluno: Por que os adultos roubam? Krishnamurti: Você não rouba algumas vezes? Não sabe de algum garotinho que roubou alguma coisa que queria de outro garoto? É exatamente a mesma coisa pela vida afora, seja você jovem ou velho, apenas as pessoas mais velhas o fazem mais espertamente, com uma porção de palavras bonitas; eles querem riqueza, poder, posição, e conspiram, planejam, filosofam para conseguir. Eles roubam, mas isso não é chamado roubo, usa-se alguma palavra respeitável. E por que roubamos? Primeiro, porque, da forma como a sociedade está agora constituída, ela priva muitas pessoas das necessidades da vida; alguns segmentos da população têm alimento, roupas e abrigo insuficiente, daí fazem alguma coisa a respeito disso. Há também aqueles que roubam, não porque têm alimento insuficiente, mas porque são o que é chamado de antissocial. Para eles roubar se tornou um jogo, uma forma de excitação – o que significa que não tiveram educação verdadeira. Educação verdadeira é compreender o significado da vida, não apenas estudar exageradamente para passar nos exames. Existe também roubar num nível mais elevado, o roubo das ideias de outras pessoas, o roubo de conhecimento. Quando estamos atrás do 'mais' sob qualquer forma, estamos obviamente roubando. Por que estamos sempre pedindo, mendigando, querendo, roubando? Porque em nós mesmos não há nada; internamente, psicologicamente somos como um tambor vazio. Estando vazios, tentamos nos preencher não só roubando coisas, mas imitando os outros. Imitação é uma forma de roubo: você não é nada mas ele é alguém, então você vai pegar um pouco da glória dele copiando-o. Esta corrupção passa por toda vida humana, e muito poucos estão livres dela. Então o importante é descobrir se o vazio interior pode ser preenchido. Enquanto a mente estiver procurando se preencher, estará sempre vazia. Quando ela não estiver mais preocupada em preencher seu próprio vazio, só então esse vazio deixa de existir. - Think on These Things</description><feedburner:origLink>http://www.jkrishnamurti.org/pt/krishnamurti-teachings/view-daily-quote/20120409.php</feedburner:origLink></item></channel></rss>

