<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793</atom:id><lastBuildDate>Sat, 29 Feb 2020 03:34:33 +0000</lastBuildDate><category>Tratamento</category><category>Postagens Coletivas</category><category>Nutrição</category><category>Notícia</category><category>Postagem Coletiva 2008</category><category>Vídeo</category><category>Informações</category><category>Comportamento</category><category>Postagem Coletiva 2009</category><category>Doenças associadas</category><category>Dicas</category><category>Depoimento</category><category>Obesidade Infantil</category><category>Tratamento Medicamentoso</category><category>Reflexões</category><category>Resumos de artigos científicos</category><category>Receitas Light</category><category>Obesidade</category><category>Postagem Coletiva 2010</category><category>Cirurgia</category><category>Exercício</category><category>Educação Física</category><category>Psicologia</category><category>Utilidade Pública</category><category>Genética</category><category>Imagem</category><category>Publicidade</category><category>Moda Plus Size</category><category>Terceira Idade</category><title>InfObeso</title><description>Um blog de peso!</description><link>http://infobeso.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>249</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-5432040591623012590</guid><pubDate>Tue, 17 Jul 2012 17:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-12-14T00:53:39.765-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Nutrição</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tratamento</category><title>Comer doce no café da manhã ajuda a emagrecer, diz pesquisa</title><description>Atenção, formigas de plantão: doce no café da manhã emagrece! Segundo uma pesquisa realizada na Universidade de Tel Aviv, um café da manhã composto por carboidratos, proteínas e um docinho ajuda perder peso e não recuperá-lo novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-dsaJgBJ1_To/UAWdm10QISI/AAAAAAAAHC0/AnDK1OgHWr4/s1600/bolo-simples-f8-1640.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;296&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-dsaJgBJ1_To/UAWdm10QISI/AAAAAAAAHC0/AnDK1OgHWr4/s400/bolo-simples-f8-1640.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;No estudo, que durou 4 meses, os voluntários perderam cerca de 15 kg. Aqueles que não ingeriram doce no café da manhã recuperaram cerca de 11 kg, enquanto aqueles que adotaram alguma guloseima (bolo ou biscoito, por exemplo) continuaram emagrecendo e não engordaram novamente.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;Na conclusão dos especialistas, o doce inserido no café da manhã ajuda a conter a compulsão por alimentos calóricos ao longo do dia. A tática tem efeito parecido com a dieta das proteínas, que também sacia a fome e diminui a compulsão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.rondonoticias.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Rondonotícias&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2012/07/comer-doce-no-cafe-da-manha-ajuda.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-dsaJgBJ1_To/UAWdm10QISI/AAAAAAAAHC0/AnDK1OgHWr4/s72-c/bolo-simples-f8-1640.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-402670751640191367</guid><pubDate>Fri, 13 Jul 2012 21:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-12-14T00:54:17.455-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tratamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tratamento Medicamentoso</category><title>Remédios para emagrecer - alternativas</title><description>Tem muita gente que acha que a &lt;b&gt;unica saída para emagrecer é através de remédios&lt;/b&gt;. Realmente em muitos casos os &lt;b&gt;remédios para emagrecer&lt;/b&gt; são necessários, mas nem sempre precisam ser específicos para isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-pxPSZK3vCIw/UACNVqjoLnI/AAAAAAAAHCU/qtnwQNMkT_Y/s1600/rem%C3%A9dios.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;248&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-pxPSZK3vCIw/UACNVqjoLnI/AAAAAAAAHCU/qtnwQNMkT_Y/s400/rem%C3%A9dios.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;Os&lt;b&gt; remédios para emagrecer&lt;/b&gt; recentemente sofreram um verdadeira caça às bruxas liderada pela ANVISA. É verdade que alguns podem causar dependência e todos apresentam efeitos colaterais (qual remédio que não os têm?), mas o médico, geralmente o endocrinologista, que irá receitá-los certamente conhece os riscos e o fará de forma adequada. O que não pode é sair por aí tomando essas substâncias de forma clandestina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses medicamentos só podem ser vendidos com receita especial que fica registrada e é retida na farmácia. Sua comercialização está bastante restrita, mas não são os unicos que podem ajudar no emagrecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medicamentos com efeito anorexígeno (tiram a fome) ou sacietógeno (dão sensação de saciedade), não tratam a causa, só o efeito. Eles ajudam a comer menos, alguns aceleram o metabolismo, e por isso ajudam a emagrecer. Efeito que cessa quando a caixa termina...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas engordam devido à fatores emocionais, nos dias de hoje é cada vez mais comum. O tratamento multidisciplinar é cada vez mais importante, que nesses casos deve incluir um psicólogo. A ansiedade gerada pelo estresse pode ser a causa do ganho de peso de algumas pessoas e nesses casos além &amp;nbsp;da terapia, a introdução de medicamentos anti-ansiolíticos podem ser de grande ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses medicamentos também têm seus efeitos colaterais e também necessitam de receita médica. A vantagem é que ajudam a tratar a causa. Para saber se é necessário usar algum remédio para emagrecer e qual o tipo de remédio mais adequado para você é importante consultar um endocrinologista. Além disso não esqueça que a reeducação alimentar e os exercícios são fundamentais. Remédio sozinho não faz mágica!!!</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2012/07/remedios-para-emagrecer-alternativas.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-pxPSZK3vCIw/UACNVqjoLnI/AAAAAAAAHCU/qtnwQNMkT_Y/s72-c/rem%C3%A9dios.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-7670733494922022650</guid><pubDate>Wed, 23 May 2012 15:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-23T12:58:19.559-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícia</category><title>O segredo para emagrecer pode estar em uma proteína</title><description>Calor. A palavra-chave para controlar a obesidade pode estar em aquecer o corpo. Não com sol ou com roupa, mas sim colocando o chamado “tecido adiposo castanho” a trabalhar de forma mais intensa para dissipar a gordura na forma de calor. Para isso, segundo um trabalho da Universidade de Santiago de Compostela, do investigador português Luís Martins, é necessário dar ao cérebro uma proteína óssea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-KWLhn0kgziA/T70Is8dOJZI/AAAAAAAAG40/aL-Al9HCUFY/s1600/emagrecer.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-KWLhn0kgziA/T70Is8dOJZI/AAAAAAAAG40/aL-Al9HCUFY/s400/emagrecer.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bmp8b (ou proteína morfogenética óssea 8b) é o nome da proteína identificada pelo grupo de investigação de NeurObesidade desta universidade espanhola no âmbito do doutoramento de Luís Martins e que foi agora adaptado e publicado na edição deste mês da revista científica Cell.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo explicou Luís Martins, nos últimos quatro anos o grupo conduziu uma experiência laboratorial em ratos e ratinhos que foram submetidos a uma alimentação muito rica em gorduras. “Verificámos que os animais que não tinham o gene desta proteína engordaram mais rapidamente do que os outros”, disse. Tiveram também mais dificuldade em controlar a temperatura corporal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questionado sobre se está ultrapassado o &quot;mito&quot; de que o tecido adiposo castanho só existia nos bebés e crianças, o investigador assegurou que “cada vez há mais evidência científica de que existe este tipo de tecido nos adultos, ainda que em menos quantidade e mais disperso”. Luís Martins esclareceu que o tecido castanho não armazena lípidos e que, pelo contrário, “utiliza a chamada gordura branca ou normal para produzir energia” que se dissipa na forma de calor – um fenómeno que se denomina “termogénese” e que tem influência na regulação da temperatura do corpo e ajuda a queimar calorias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí que, prosseguiu o investigador, a solução para controlar alguns casos de obesidade possa passar por aumentar a actividade do tecido adiposo castanho que, no máximo, elevará a temperatura corporal em 1º Celcius, o que não deverá gerar desconforto. “Na nossa investigação injectámos no cérebro dos ratos e ratinhos a proteína e esta mostrou-se eficaz, mas é um método desconfortável e seria importante desenvolver uma técnica que por uma via mais periférica conseguisse fazer chegar a Bmp8b ao cérebro ou mesmo ao tecido adiposo castanho”, acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luís Martins salientou que esta não é a primeira proteína a mostrar estes efeitos. Porém, a Bmp8b revelou, pela sua forma de actuação, muito menos efeitos secundários noutros órgãos. Esta proteína actua no cérebro, mais concretamente no hipótalamo, uma zona que tem um papel fundamental na regulação da energia e que faz a ligação entre o sistema nervoso e o sistema endócrino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros estudos com outras proteínas acabaram por esbarrar, por exemplo, em problemas cardiovasculares que faziam com que os riscos ultrapassassem os benefícios. Por outro lado, o investigador concretizou que esta proteína tem a capacidade de colocar o tecido castanho a consumir mais energia do tecido branco sem aumentar o apetite. “É aumentada a actividade do metabolismo mas sem indução da vontade de comer”, explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo surge no mesmo mês em que um relatório da Organização Mundial de Saúde veio alertar para o aumento da obesidade a nível mundial, sendo que em todas as regiões do mundo a obesidade duplicou entre 1980 e 2008.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje 500 milhões de pessoas são consideradas obesas, ou seja, 12% da população mundial. A América é o continente com mais gordos (26% dos adultos), ao contrário dos asiáticos, que surgem no final da tabela. Em todo o mundo, as mulheres têm mais tendência para ser obesas do que os homens e, por isso, correm mais riscos de vir a ter diabetes, doenças cardiovasculares e cancro. Portugal não é excepção: a obesidade atinge 20,4% dos homens e 22,3% das mulheres com mais de 20 anos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2012/05/o-segredo-para-emagrecer-pode-estar-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-KWLhn0kgziA/T70Is8dOJZI/AAAAAAAAG40/aL-Al9HCUFY/s72-c/emagrecer.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-2831292195737817257</guid><pubDate>Mon, 14 May 2012 17:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-12-14T00:53:39.752-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Nutrição</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tratamento</category><title>Óleo de coco pode não fazer o que promete</title><description>O óleo de coco, tão em moda por prometer emagrecimento rápido e sem esforços, pode não fazer o que promete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-xohvmDc_KZU/T7E6G0F_vvI/AAAAAAAAGzY/h48_OQFIF_4/s1600/oleococo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-xohvmDc_KZU/T7E6G0F_vvI/AAAAAAAAGzY/h48_OQFIF_4/s400/oleococo.jpg&quot; width=&quot;306&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o que afirma, na matéria publicada pelo site &lt;a href=&quot;http://www.band.com.br/viva-bem&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Viva Bem&lt;/a&gt;, o Dr. Márcio Mancini, endocrinologista e chefe do Grupo de Obesidade do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.&lt;br /&gt;&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;“A substituição de algumas colheres de sopa do óleo de soja, por exemplo, por óleo de coco no cozimento dos alimentos pode trazer discretos benefícios em relação ao nível de LDL (colesterol ruim) e triglicérides, com discreta redução, assim como um ligeiro aumento no HDL (colesterol bom). No entanto, no caso das cápsulas, a quantidade é tão pequena que não vai fazer nenhuma diferença”.&lt;/blockquote&gt;&amp;nbsp;Segundo o médico os estudos que comprovam a eficácia do óleo de coco são inconclusivos e sua recomendação para quem precisa emagrecer um pouco é reduzir gordura e açúcares na alimentação e para quem precisa emagrecer mais de 10kg o ideal é procurar um médico.</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2012/05/oleo-de-coco-pode-nao-fazer-o-que.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-xohvmDc_KZU/T7E6G0F_vvI/AAAAAAAAGzY/h48_OQFIF_4/s72-c/oleococo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-8276006842072692147</guid><pubDate>Thu, 12 Apr 2012 16:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-12T13:11:35.813-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Depoimento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Obesidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexões</category><title>Restrições à sibutramina pela ANVISA aumenta a burocracia e pode prejudicar prevenção da obesidade</title><description>As &lt;b&gt;restrições à sibutramina pela ANVISA aumenta a burocracia e pode prejudicar a prevenção da obesidade&lt;/b&gt;, foi isso que constatei hoje ao tentar ser atendida pelo endocrinologista do meu plano de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São inúmeros os posts neste blog onde trato sobre o assunto da tentativa de proibição da venda da sibutramina no Brasil e as restrições impostas aos médicos para receita-la. Só para recordar eu, assim como os maiores nomes da medicina ligados ao tratamento da obesidade, dentre outros profissionais da área da saúde somos a favor do uso da sibutramina, um medicamento que, ao contrário do que diz a ANVISA, é seguro e eficaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fato que as pessoas buscam formas mais fáceis para emagrecer do que a reeducação alimentar e o exercício, é fato que são resistentes às mudanças de hábito de vida e vêem nos remédios a solução para o problema, a pílula mágica. Isso não é verdade, remédios ajudam sim, mas não podem ser tomados a vida toda e tão pouco fazem milagre. Cabe ao endocrinologista decidir quando a medicação para emagrecer se faz necessária, geralmente quando o paciente é obeso e com doenças associadas.&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;  &lt;/h3&gt;&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3&gt;     O que aconteceu comigo&lt;/h3&gt;&lt;div&gt;Nos últimos três anos engordei muito, foram 20 kg no total, como era muito magra passei da condição de peso normal para sobrepeso, quase obesa. As causas de ter engordado assim foram diversas e o stress vivido no último ano por conta de problemas de saúde na família que culminaram com o falecimento da minha mãe foram a gota d&#39;água. Procurei um endócrino pois precisava de parâmetros para iniciar o meu tratamento, precisava fazer exames, inclusive para descartar a possibilidade de alguma disfunção.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A primeira consulta foi perfeita, o médico ouviu meu histórico e pediu todos os exames. Com ele em mãos começaram os problemas. Não consegui agendar retorno com o mesmo médico pois a data mais próxima levaria três meses e meus exames, que tinham pequenas alterações, não valeria mais de nada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Conforme orientação da central de marcação de consultas (DIX) eu poderia me consultar com qualquer outro médico, pois era indiferente. Um absurdo! Todos sabemos a importância da continuidade do atendimento, pois ainda que o médico tenha dificuldades para se lembrar de mim e vá consultar as anotações no sistema, cada profissional tem sua forma de atender, e isso evita, inclusive, possíveis discussões que esbarrariam na ética.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sem opção passei com outro endocrinologista que me tranquilizou quanto às pequenas alterações e afirmou que não poderia me tratar/orientar, pois eu não apresentava nada sério, que necessitasse medicação. Que para emagrecer eu seria encaminhada para a Clínica de Emagrecimento e Cirurgia, pois todo mundo que quer emagrecer quer remédio e ele não podia receitar. Como assim?????&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Traduzindo, eu precisaria estar doente, por exemplo, com diabetes ou dislipidemia para que o plano permitisse o atendimento pelo endocrinologista. Como eu quero emagrecer preciso passar pela tal clínica, ocorre que não sou obesa e meu tratamento é preventivo, não preciso de remédio!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que eu precisava era dos exames e de um encaminhamento para nutricionista, já que sou profissional de educação física e dos exercícios cuido eu! (Se eu não fosse deveriam indicar procurar uma profissional da área). Simples assim!&lt;/div&gt;&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3&gt;     Burocracia&amp;nbsp;pode prejudicar prevenção e fomentar o aumento da obesidade&lt;/h3&gt;&lt;div&gt;A tal Clínica de Emagrecimento e Cirurgia, consiste em palestras com médicos e nutricionistas por 12 meses. E é obrigatória para qualquer pessoa que quer emagrecer e tem o meu convênio (DIX).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entendo da importância de esclarecer a população quanto aos hábitos de vida e inclusive ministro palestras sobre o assunto. Programas como esse são cabíveis na rede pública, mas na rede particular deveriam ser opcionais.&amp;nbsp;Quantas pessoas hoje, dispõe de tempo para isso? Me pergunto quanto deve ser a taxa de desistência nesse tipo de programa, na rede particular. Quem paga tem o direito a um atendimento individualizado, no horário que lhe for mais conveniente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu sei o que tenho que fazer, além de brigar pelo meu direito no convênio, vou buscar um(a) nutricionista, mudar algumas coisas no meu treino e como meus exames estão praticamente sem alterações os resultados virão e em menos de um ano! E quem não dispõe desse tempo, não tem a mesma formação que eu e não recebeu orientação do médico assim como eu? Espera engordar mais, desenvolver alguma doença associada para conseguir ser atendido pelo convênio? Que prevenção é essa?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com as restrições da ANVISA criou-se um efeito em cascata, no final seremos mais prejudicados do que ajudados e a médio prazo as estatística irão provar o que estou dizendo. A&amp;nbsp;pressão para não receitar um medicamento seguro e eficaz e mecanismos para suprir o déficit gerado no tratamento, como esse criado pelo meu convênio, onde pessoas que buscam a prevenção são colocadas no mesmo pacote que pessoas obesas e obesas mórbidas, farão com que haja um aumento nos casos de obesidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2012/04/restricoes-sibutramina-pela-anvisa.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-5627963858383926809</guid><pubDate>Thu, 12 Apr 2012 03:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-12T00:57:43.504-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Obesidade</category><title>Taxa de obesidade aumenta no Brasil em 2012</title><description>A taxa de obesidade bateu recorde histórico no País. Novo estudo do Ministério da Saúde, divulgado nesta terça-feira (10/04) mostra que o índice alcançou a marca de 15,8% da população, cerca de 30 milhões de pessoas. Na última pesquisa - referente ao ano 2010 - eles somavam 15%. Em 2006, a porcentagem era de 11,4%.&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-Dsb2dV65yls/T4ZSjt5VSKI/AAAAAAAAGkM/TcSZ_tuezgs/s1600/obesidade.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;287&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-Dsb2dV65yls/T4ZSjt5VSKI/AAAAAAAAGkM/TcSZ_tuezgs/s400/obesidade.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;As mulheres superam ligeiramente os homens nesta estatística. Entre elas o índice de obesidade é de 16% e neles a marca chega a 15,7%. Além da obesidade, também foram divulgados os números de sobrepeso, quando os números da balança estão em desacordo com a altura (Índice de Massa Corpórea - IMC - maior do que 25). Esta condição já aproxima o risco de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares e afeta quase metade da população, 49% do total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O número cresce em média um ponto percentual por ano. Os homens, nesta categoria de sobrepeso, são os que mais estão acima do peso. Em 2006 eles representavam 47% da população, mas em 2011 o número cresceu para 52%. No sexo masculino, o problema começa cedo, revela o estudo. Na faixa dos 18 aos 24 anos, 29,4% já estão acima do peso. Entre elas, 45% apresentam IMC alto contra 39% em 2006, alta de seis pontos porcentuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Agora é hora de reverter essa tendência se não quisermos chegar a patamares como os da Argentina, Chile e Estados Unidos”, afirmou o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que disse ser preciso evitar uma &quot;geração de obesos&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo é chamado de Vigilância de Fatores de Risco (Vigitel). Para chegar ao raio-X da obesidade, pesquisadores do Ministério ouviram, por meio de um inquérito telefônico, 54.144 pessoas, entre janeiro e dezembro do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Todos os pesquisados são maiores de 18 anos e moradores das 26 capitais brasileiras e do Distrito Federal.&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Escolaridade&amp;nbsp;&lt;/h3&gt;A pesquisa demonstrou a forte ligação entre escolaridade e excesso de peso. Mais da metade (52%) da população com menos de oito anos de estudo está acima do peso. O número cai para 47% entre quem tem mais de 12 anos de estudo. A escolaridade, no entanto, tem efeito contrário quando o recorte é feito por sexo. Entre os homens mais escolarizados (mais de 12 anos de estudo), 60% estão com excesso de peso e 17% estão obesos. A taxa cai para 51% e 16% entre os menos escolarizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as mulheres, o fenômeno é inverso. Quanto mais escolarizadas e, segundo o ministério, com mais acesso a informação, mais magras são elas. Entre aquelas com mais de 12 anos de estudo, 35% estão fora do peso ideal e 20% obesas. O número sobe para 52% entre as menos escolarizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porto Alegre é a capital com mais pessoas acima do peso: 55%. Fortaleza aparece em segundo lugar, com 54% de prevalência. Duas capitais, Palmas e São Luiz, são as que tiveram menor número de pessoas com excesso de peso: 40% da população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obesidade é mais frequente em Macapá e Porto Alegre, com 21% e 20%, respectivamente. Novamente a capital do Tocantins, Palmas, aparece como a cidade com menos obesos (12,5%), seguida por Teresina (13%) e São Luís (13%).&lt;br /&gt;&lt;h4 style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://180graus.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Fonte: 180graus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2012/04/taxa-de-obesidade-aumenta-no-brasil-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-Dsb2dV65yls/T4ZSjt5VSKI/AAAAAAAAGkM/TcSZ_tuezgs/s72-c/obesidade.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-7459697408663609514</guid><pubDate>Fri, 23 Mar 2012 03:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-23T00:07:29.630-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Genética</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Informações</category><title>Caminhar diminui a predisposição genética para obesidade</title><description>Passar muitas horas à frente da televisão pode agravar a tendência genética para a obesidade, embora esse efeito possa ser reduzido para metade através de uma caminhada vigorosa de meia hora por dia, sugere um estudo da &lt;a href=&quot;http://www.hsph.harvard.edu/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Harvard School of Public Health&lt;/a&gt;, citado pelo ALERT Life Sciences Computing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Enquanto que estudos anteriores se debruçaram em como a actividade física afectava a predisposição genética para a obesidade, este é o primeiro estudo que analisa o efeito directo do comportamento sedentário no índice de massa corporal (IMC), nos indivíduos com predisposição genética para a obesidade”, revelou em comunicado de imprensa o autor do estudo, &lt;a href=&quot;http://www.hsph.harvard.edu/research/qibin-qi/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Qibin Qi.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-AD1k8HkTfYw/T2vo5qFR88I/AAAAAAAAGag/GHQOZBfsMMY/s1600/Caminhada-3.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;257&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-AD1k8HkTfYw/T2vo5qFR88I/AAAAAAAAGag/GHQOZBfsMMY/s400/Caminhada-3.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Para este estudo os investigadores contaram com a participação de 7.740 mulheres e 4.564 homens, os quais fornecerem informações sobre a prática de actividade física e visualização de televisão, dois anos antes de analisarem o seu IMC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os investigadores calcularam a predisposição genética para a obesidade tendo por base 32 genes conhecidos por aumentar o IMC. O estudo apurou que cada um dos genes estava associado com um aumento de cerca de 0,13 kg/m2 do índice de massa corporal. Contudo, esse efeito era menor para as pessoas que tinham níveis mais elevados de actividade física. Adicionalmente foi também constatado que, o efeito genético no IMC foi mais pronunciado nos indivíduos que passavam cerca de 40 horas, por semana, a ver televisão do que para aqueles que despendiam apenas uma hora ou menos por semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os investigadores verificaram que caminhar uma hora por dia, de forma vigorosa, estava associada com uma redução de 0,06 kg/m2 do efeito genético no índice de massa corporal e que cada duas horas a mais a ver televisão estava associada com um aumento de 0,03 kg/m2 do efeito genético no IMC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os autores do estudo concluem assim que uma maior actividade física atenua a predisposição genética para o aumento do IMC, enquanto que uma vida sedentária acentua os efeitos genéticos no IMC. Os resultados sugerem que tanto o aumento da actividade física como a diminuição dos comportamentos sedentários podem influenciar a predisposição genética para a diminuição do IMC.</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2012/03/caminhar-diminui-predisposicao-genetica.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-AD1k8HkTfYw/T2vo5qFR88I/AAAAAAAAGag/GHQOZBfsMMY/s72-c/Caminhada-3.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-171831075319236090</guid><pubDate>Mon, 12 Mar 2012 17:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-12-14T00:52:34.472-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Doenças associadas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tratamento</category><title>Triglicerídeos alto e obesidade</title><description>Você fez exames de sangue e está com &lt;b&gt;triglicerídeos alto ou triglicérides alto.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Triglicérides, ou triglicerídeos, são um tipo de gordura, composto por uma molécula de glicerol e três moléculas de ácidos graxos. Os triglicérides são a principal forma de estocagem de energia dos animais, que os acumulam no tecido adiposo na forma de gordura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-UzIjqlfPp9g/T14xRUFr_7I/AAAAAAAAGXQ/yqWf_ovFHTQ/s1600/triglicerides.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;247&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-UzIjqlfPp9g/T14xRUFr_7I/AAAAAAAAGXQ/yqWf_ovFHTQ/s400/triglicerides.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;A causa mais comum do aumentos dos triglicerídeos é a obesidade. Apesar de ser um tipo de gordura o grande vilão para o aumento dos triglicerídeos são os carboidratos (açucares e massas).&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;Pessoas que ingerem muitos carboidrato e não gastam o excesso acabam por estocar o que sobra em forma de gordura, esse é um procedimento normal do organismo, armazenar o que não gastamos. Nosso corpo ainda se comporta como se estivéssemos na idade da pedra, ele não sabe que podemos nos alimentar a qualquer momento e armazena tudo o que não é gasto em forma de gordura esperando um período de escassez alimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de aumentar os riscos de doenças do coração, níveis muito altos de triglicerídeos podem causar pancreatite e hepatoesplenomegalia (aumento de fígado e baço) e depósitos de gordura na pele chamados xantomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Níveis de triglicerídeos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Normal:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Menor que 150 mg/dL&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Um pouco elevado:&lt;/b&gt;  150 a 199 mg/dL&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Alto:&lt;/b&gt;  200 a 499 mg/dL&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Muito alto:&lt;/b&gt;  500 mg/dL ou maior&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Como diminuir os triglicerídeos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A melhor maneira de diminuir os triglicerídeos é mudando os hábitos de vida. Adotar uma alimentação saudável e exercitar-se com regularidade é o melhor caminho. Em alguns casos, o Médico irá indicar algum tipo de medicamento.&lt;br /&gt;Na duvida sobre como se alimentar busque a ajuda de um Nutricionista e para os exercícios de um Profissional de Educação Física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2012/03/triglicerideos-alto-e-obesidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-UzIjqlfPp9g/T14xRUFr_7I/AAAAAAAAGXQ/yqWf_ovFHTQ/s72-c/triglicerides.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-989071952252553433</guid><pubDate>Wed, 07 Mar 2012 16:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-07T13:00:26.515-03:00</atom:updated><title>Campanha contra a obesidade infantil nas escolas</title><description>Começou nas escolas da rede pública do Brasil uma campanha coordenada pelos ministérios da Saúde e da Educação direcionada a combater a obesidade em crianças e adolescentes. A campanha, que deve durar o ano todo, começa com uma semana de mobilização do Programa Saúde na Escola. A expectativa é alcançar 10 milhões de alunos entre 5 e 19 anos, em 55 mil escolas públicas de 2.500 mil municípios que aderiram à iniciativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-7nxKxDzRuhc/T1eF8Mi23PI/AAAAAAAAGUA/27ZA2kUIyRA/s1600/obesidadeinfantil.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-7nxKxDzRuhc/T1eF8Mi23PI/AAAAAAAAGUA/27ZA2kUIyRA/s400/obesidadeinfantil.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A obesidade em crianças e adolescentes é um problema de saúde pública. Dados do IBGE revelam que a cada três crianças de 5 a 9 anos de idade, uma está acima do peso recomendado”, informou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, houve um aumento de quase sete vezes na proporção de obesidade infantil detectada entre meninos e rapazes nas últimas três décadas e meia. Eram 3,7% os jovens com a massa corporal acima do ideal entre 1974-75; em 2008-09 esse contingente chegou a 21,7%. No público feminino, o crescimento foi menor, de 7,6% para 19,4%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em inserções da campanha no rádio e na TV, o ministro Padilha cita estudos médicos para alertar que “uma criança obesa tem grande chance de se tornar um adulto obeso, com maior possibilidade de desenvolver doenças como diabetes e hipertensão”. A campanha pretende ainda estimular a participação dos pais na reeducação alimentar dentro e fora de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Programa Saúde na Escola existe desde 2008 e abrange ações integradas dos ministérios da Saúde e da Educação nas escolas públicas e no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Ações&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cerimônia de lançamento da Semana de Mobilização Saúde na Escola acontece em Belo Horizonte (MG). Segundo o serviço do ministério da Saúde na internet, uma das ações realizada durante a semana é a avaliação nutricional dos estudantes, quando os profissionais das equipes do Programa Saúde da Família vão pesar e medir os alunos e calcular seus Índices de Massa Corpórea (IMC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de orientações nutricionais, os profissionais encaminharão os estudantes que estiverem com excesso de peso para as Unidades Básicas de Saúde. “Sabemos que é mais fácil tratar a obesidade nas crianças e adolescentes, por isso a intervenção nessa fase é extremamente importante para que essas crianças se tornem adultos saudáveis”, afirma o secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As famílias também visitarão as Unidades Básicas de Saúde (UBS) para conhecerem os serviços ofertados. Afirma o ministério que as UBSs são capazes de resolver até 80% dos problemas de saúde das pessoas daquele território do qual ela é responsável, desafogando dessa maneira os hospitais de referência da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.redebrasilatual.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Rede Brasil Atual&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2012/03/campanha-contra-obesidade-infantil-nas.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-7nxKxDzRuhc/T1eF8Mi23PI/AAAAAAAAGUA/27ZA2kUIyRA/s72-c/obesidadeinfantil.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-5783401725248864070</guid><pubDate>Wed, 29 Feb 2012 23:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-29T20:02:11.794-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Genética</category><title>Obesidade depende de predisposição genética</title><description>&lt;b&gt;Obesidade depende de predisposição genética&lt;/b&gt;, é o que dizem as pesquisadoras &lt;i&gt;Ariana Ester Fernandes, Clarissa  Tamie Hiwatashi Fujiwara e Maria  Edna de Melo &lt;/i&gt;do Grupo de Obesidade  e Síndrome Metabólica do Hospital das  Clínicas da Faculdade de Medicina da  Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto publicado na revista da ABESO de dezembro de 2011, explica que para o desenvolvimento da doença não bastam os fatores ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-HtD82aoFoDc/T06tv7-WV6I/AAAAAAAAGNs/3I2kPKGHaew/s1600/genetic.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-HtD82aoFoDc/T06tv7-WV6I/AAAAAAAAGNs/3I2kPKGHaew/s400/genetic.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Genética: Causa Comum de Obesidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal fator responsável pela epidemia de obesidade parece ser a mudança  ambiental que promove excesso de ingestão calórica com disponibilidade abundante de alimentos palatáveis e de baixo custo, e desencoraja atividade física, com as facilidades da vida moderna decorrentes da urbanização das cidades e do avanço tecnológico. Entretanto, para a expressão do fenótipo e o desenvolvimento da doença é necessário o ambiente “obesogênico”, num indivíduo geneticamente predisposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hereditariedade de uma característica fenotípica resulta tanto do número de genes quanto da variação da expressão de cada um dos mesmos. Tradicionalmente, o modelo ideal para a determinação do componente genético é baseado em estudos de gêmeos, já que os gêmeos monozigóticos têm 100% de seus genes em comum e os dizigóticos, em média 50%. Tais estudos sugerem uma hereditariedade de massa corporal entre 40 e 70%, com uma concordância de 0,7-0,9 entre gêmeos monozigóticos, em comparação com 0,35-0,45 entre gêmeos dizigóticos em obesos. Estes valores não diferem significativamente entre gêmeos criados separados e gêmeos criados juntos, e entre gêmeos criados ou não pelos próprios pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com poucas exceções, a obesidade é uma doença complexa e multifatorial. Pesquisas e identificação de variantes genéticas relacionadas à obesidade em grandes populações têm sido desenvolvidas e facilitadas através dos avanços na tecnologia de  genotipagem e de mapeamentos genéticos, a exemplo dos estudos de associação e rastreamento do genoma - Genome Wide Association, GWA - que permitem a varredura de milhares de polimorfismos de nucleotídeo único (Single Nucleotide Polymorphisms, SNPs) em grandes populações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.abeso.org.br/pdf/revista54/genetica.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Clique aqui e leia o texto na íntegra.&lt;/a&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2012/02/obesidade-depende-de-predisposicao.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-HtD82aoFoDc/T06tv7-WV6I/AAAAAAAAGNs/3I2kPKGHaew/s72-c/genetic.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-3701204241008065942</guid><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 14:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-31T12:13:04.675-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Resumos de artigos científicos</category><title>Estresse + Sedentarismo + Má Alimentação = Obesidade</title><description>&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma; text-align: -webkit-left;&quot;&gt;&lt;b&gt;Estresse e Obesidade em Círculo Vicioso&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma; text-align: -webkit-left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma; text-align: -webkit-left;&quot;&gt;Por Beth Santos (via &lt;a href=&quot;http://www.abeso.org.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ABESO&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma; text-align: -webkit-left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma; text-align: -webkit-left;&quot;&gt;Após extensa revisão de estudos, pesquisadores noruegueses concluíram que o ganho de peso e os níveis de&amp;nbsp;&lt;b&gt;cortisol&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(conhecido como hormônio do estresse) são muito maiores em pessoas que engordam por causa do&amp;nbsp;&lt;b&gt;estresse&lt;/b&gt;. Ou seja, quem tem cortisol elevado, ganha peso mais facilmente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma; font-size: x-small; text-align: -webkit-left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-CLUkAJZyYdc/Tyf2ktcsyCI/AAAAAAAAF90/6W55QZaXpng/s1600/stress+e+obesidade.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-CLUkAJZyYdc/Tyf2ktcsyCI/AAAAAAAAF90/6W55QZaXpng/s400/stress+e+obesidade.jpg&quot; width=&quot;318&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma; font-size: x-small; text-align: -webkit-left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma; text-align: -webkit-left;&quot;&gt;Brynjar Foss e Sindre Dyrstad, da Universidade de Stavanger, Noruega, afirmaram que o&lt;b&gt;sedentarismo&lt;/b&gt;&amp;nbsp;e a alimentação hipercalórica, sozinhos, não explicam a atual&amp;nbsp;&lt;b&gt;epidemia de obesidade&lt;/b&gt;&amp;nbsp;no mundo. Sabe-se que o estresse pode provocar o&amp;nbsp;&lt;b&gt;ganho de peso&lt;/b&gt;, e que ser obeso pode gerar estresse. A nova teoria para tentar explicar esse círculo vicioso sugere que o estresse e a obesidade reforçam-se mutuamente “por um processo de feedback positivo”, dizem os pesquisadores.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma; text-align: -webkit-left;&quot;&gt;Em outras palavras, engordar pode gerar estresse, o que aumenta o ganho de peso. Fazer dieta, no entanto, também pode elevar a produção do cortisol, que aciona a resposta estressante e impede a perda de peso. Os pesquisadores noruegueses concluíram que “se nossa hipótese estiver correta, significa que você terá que quebrar esse padrão de estresse se quiser mesmo interromper seu ganho de peso”.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma; text-align: -webkit-left;&quot;&gt;Conclusão do&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.medical-hypotheses.com/article/S0306-9877(11)00113-7/abstract&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;estudo&lt;/a&gt;: má alimentação e sedentarismo continuam a fazer engordar, não como fatores principais, mas sim como efeitos de um círculo vicioso comandado pelo estresse.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma; text-align: -webkit-left;&quot;&gt;&lt;b&gt;Mais Evidências&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma; text-align: -webkit-left;&quot;&gt;O especialista Adriano Segal, membro do Departamento de Psiquiatria e Transtornos Alimentares da ABESO, comenta que “a associação do estresse, do cortisol e da&amp;nbsp;&lt;b&gt;obesidade&lt;/b&gt;&amp;nbsp;vem sendo estudada há vários anos e pode responder por uma parte dos casos. Mas, como dizem os próprios autores, é um aspecto que necessita mais evidência antes que se possa dizer&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma; text-align: -webkit-left;&quot;&gt;que o estresse é a causa da obesidade”.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma; text-align: -webkit-left;&quot;&gt;O Dr. Segal acha que “o importante é que se mantenha em mente que dieta balanceada e&lt;b&gt;atividade física&lt;/b&gt;&amp;nbsp;regular ajudam na manutenção do peso mais adequado e também em níveis mais baixos de estresse. Ou seja, as&amp;nbsp;&lt;b&gt;dietas&lt;/b&gt;&amp;nbsp;que aumentam o estresse são aquelas em que os objetivos estão mal definidos, em termos de saúde: a ditadura estética prevalece sobre o bom senso clínico”. Concluindo, ele afirma que, “via de regra, a perda saudável de peso está associada a uma melhora nos marcadores de estresse e de&amp;nbsp;&lt;b&gt;qualidade de vida&lt;/b&gt;”.&lt;/span&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2012/01/estresse-sedentarismo-ma-alimentacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-CLUkAJZyYdc/Tyf2ktcsyCI/AAAAAAAAF90/6W55QZaXpng/s72-c/stress+e+obesidade.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-6973621424955032366</guid><pubDate>Tue, 17 Jan 2012 19:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-17T17:52:55.167-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Imagem</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexões</category><title>Campanhas anti obesidade geram polêmica. Você é contra ou a favor?</title><description>Nos últimos dias foram publicadas duas campanhas anti obesidade nos Estados Unidos que geraram polêmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira veiculada em Atlanta e criticada pelo jornal britânico The Telegraph, trás crianças e adolescentes, com mensagens consideradas agressivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-78atKcnff9A/TxXLyag8nfI/AAAAAAAAF5Y/opYELoQ-K7w/s1600/antiobesidade_atlanta.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;361&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-78atKcnff9A/TxXLyag8nfI/AAAAAAAAF5Y/opYELoQ-K7w/s400/antiobesidade_atlanta.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&quot;É difícil ser uma garota pequena se você não é&quot; &lt;br /&gt;&quot;Minha gordura pode ser engraçada para você, mas está me matando&quot;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;A outra foi lançada pela Prefeitura de Nova York (&quot;Corte suas porções, corte seu risco&quot;), veiculada através de cartazes espalhados pelo metrô, mostrando um diabético que perdeu a perna pelo excesso de consumo de açúcar.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-l6R-9fj19K8/TxXNIBbKeoI/AAAAAAAAF5g/jc3XGdAfNq4/s1600/antiobesidade_NY.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;306&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-l6R-9fj19K8/TxXNIBbKeoI/AAAAAAAAF5g/jc3XGdAfNq4/s400/antiobesidade_NY.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;As porções tem crescido assim como o diabetes tipo 2, que pode levar à amputações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Em 2007, no Brasil, tivemos uma campanha contra a obesidade infantil que também foi muito criticada por trazer crianças com tarjas pretas nos olhos.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-r73mcWvF1qk/TxXPVA9J2RI/AAAAAAAAF5o/wjphPdkirho/s1600/antiobesidade_brasil.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;262&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-r73mcWvF1qk/TxXPVA9J2RI/AAAAAAAAF5o/wjphPdkirho/s400/antiobesidade_brasil.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-qEvr409cjN4/TxXPrXWx6-I/AAAAAAAAF5w/2kjtiLatZcw/s1600/antiobesidade_brasil2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-qEvr409cjN4/TxXPrXWx6-I/AAAAAAAAF5w/2kjtiLatZcw/s1600/antiobesidade_brasil2.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;b&gt;Minha opinião&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;Não considero as mensagens agressivas, nem desrespeitosas. São impactantes, muito menos do que algumas veiculadas em campanhas anti tabagismo, mas que ajudam a levar à reflexão.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;Sozinhas essas campanhas fazem pouco, quase nada. Inseridas em um contexto maior que envolva a participação de entidades como escolas, hospitais, centros esportivos etc, &amp;nbsp;com outros tipos de ação que visem orientar e incentivar as pessoas a promoverem mudanças de hábitos podem fazer a diferença.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;E você? O que acha?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2012/01/campanhas-anti-obesidade-geram-polemica.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-78atKcnff9A/TxXLyag8nfI/AAAAAAAAF5Y/opYELoQ-K7w/s72-c/antiobesidade_atlanta.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-8391747019377722073</guid><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 19:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-10T17:25:48.482-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Utilidade Pública</category><title>Hospital das Clínicas seleciona voluntários para pesquisa sobre obesidade e memória</title><description>Você sabia que a obesidade aumenta o risco de desenvolver Doença de Alzheimer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando nisso, está sendo realizada uma &lt;b&gt;pesquisa no Ambulatório de Endocrinologia do HC (São Paulo)&lt;/b&gt; em que serão observados os efeitos de dieta e perda de peso sobre a memória e capacidade mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso, serão selecionados &lt;b&gt;obesos com 60 anos ou mais&lt;/b&gt;, que tenham queixa de declínio de memória acima do esperado para pessoas da mesma idade, mas sem perda de independência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhece alguém com esse perfil?&lt;br /&gt;Informações/inscrições com Dra Nídia Horie: 11-2365-8517; nidia.horie@usp.br. (até março/2012). Responsável: Dra Cíntia Cercato.&quot;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2012/01/hospital-das-clinicas-seleciona.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-2921220447206810731</guid><pubDate>Wed, 04 Jan 2012 16:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-04T14:50:30.986-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Moda Plus Size</category><title>Investir no mercado Plus Size pode ser uma excelente ideia</title><description>Cresce o numero de obesos, cresce também a necessidade de atender à esse público. Quem pensa que pode desprezar esse mercado está redondamente enganado! Trocadilhos à parte um bom exemplo é a Duloren que apostou nesse segmento e já teve um crescimento de 40% nas vendas de lingerie para esse público. Hoje esse segmento representa mais da metade de suas vendas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-f07GDf7naO0/TwSBE-_oWYI/AAAAAAAAFzs/qfxtWJ8WZSA/s1600/ggg_duloren.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-f07GDf7naO0/TwSBE-_oWYI/AAAAAAAAFzs/qfxtWJ8WZSA/s400/ggg_duloren.jpg&quot; width=&quot;285&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;O problema de ser obeso é que geralmente a obesidade é associada à diversos problemas de saúde e é por isso (e somente por isso) que não devemos descuidar da balança. Gordo não precisa ser feio, e tão pouco se vestir mal. Meninas, nada de usar aquelas calcinhas da época da vovó!!! Caprichando no visual, gostando mais de você, até fazer dieta vai ficar mais fácil!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2012/01/investir-no-mercado-plus-size-pode-ser.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-f07GDf7naO0/TwSBE-_oWYI/AAAAAAAAFzs/qfxtWJ8WZSA/s72-c/ggg_duloren.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-7285146482007007957</guid><pubDate>Sat, 10 Dec 2011 17:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-10T15:40:39.625-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dicas</category><title>10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Obesidade</title><description>A obesidade é uma doença crônica, que afeta um número elevado de pessoas por todo o mundo. Porém, opção por uma rotina alimentar saudável e a prática de exercícios físicos podem contribuir com a prevenção e tratamento. Confira abaixo as 10 Coisas que Você Precisa Saber sobre a Obesidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-KZgF_njLtdg/TuOZhQSoqgI/AAAAAAAAFu8/avx2UmvPCw4/s1600/obesidade-grave.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;294&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-KZgF_njLtdg/TuOZhQSoqgI/AAAAAAAAFu8/avx2UmvPCw4/s320/obesidade-grave.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&amp;nbsp;A obesidade é caracterizada pelo acúmulo de gordura corporal e pode acarretar graves problemas de saúde e levar até à morte. O Brasil tem cerca de 18 milhões de pessoas consideradas obesas. Somando o total de indivíduos acima do peso, o montante chega a 70 milhões, o dobro de há três décadas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;nbsp;Em muitos casos, a obesidade é diagnosticada através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). Ele é feito da seguinte forma: divide-se o peso do paciente pela sua altura elevada ao quadrado. De acordo com o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), quando o resultado fica entre 18,5 e 24,9, o peso é considerado normal. Entre 25,0 e 29,9, sobrepeso, e acima deste valor, a pessoa é considerada obesa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;nbsp;Existem três tipos de definições quando uma pessoa está acima do peso. O sobrepeso é quando há mais gordura no corpo do que o ideal para uma vida saudável. A obesidade se dá quando o acúmulo de gordura é muito acima do normal, podendo gerar até problemas graves de saúde. A obesidade mórbida é quando o valor do IMC ultrapassa 40. Nesse caso, médicos podem recomendar até cirurgias como tentativa de reverter a situação.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A obesidade é fator de risco para uma série de doenças. O obeso tem mais propensão a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, além de problemas físicos como artrose, pedra na vesícula, artrite, cansaço, refluxo esofágico, tumores de intestino e de vesícula.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A obesidade pode, também, mexer com fatores psicológicos, acarretando diminuição da autoestima e depressão.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;São muitas as causas da obesidade. O excesso de peso pode estar ligado ao patrimônio genético da pessoa, a maus hábitos alimentares ou, por exemplo, a disfunções endócrinas. Por isso, na hora de pensar em emagrecer, procure um especialista.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Para o diagnóstico de obesidade, médicos podem usar fatores de risco e outras doenças para terem a noção da gravidade da situação do paciente. Por exemplo, apnéia do sono, diabetes mellitus tipo 2 e arteriosclerose são doenças que indicam a necessidade urgente de tratamento clínico da obesidade.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Segundo consta na Lei 11721, assinada em junho de 2008, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 11 de outubro é Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. A data havia sido criada, há cerca de dez anos, pela Federação Latino-Americana de Obesidade, porém reconhecida, em 1999, pelo Governo Federal e instituída no Brasil, na época, com o nome de Dia Nacional de Combate à Obesidade.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A prevenção contra a obesidade passa pela conscientização da importância da atividade física e da alimentação adequada. O estilo de vida sedentário, as refeições com poucos vegetais e frutas, além do excesso de alimentos com fritura e açúcar se refletem no aumento de pessoas obesas, em todas as faixas etárias, inclusive crianças.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Está comprovado que relacionamentos sociais e romances são menos frequentes entre obesos, já que eles saem menos de casa devido a diminuição da autoestima. Agora, uma vez existindo o relacionamento, a obesidade pode interferir no relacionamento sexual. Ela está relacionada à redução da testosterona, o que pode levar a redução de libido e a problemas de ereção nos homens. Já nas mulheres, existe uma redução dos níveis de hormônio feminino e aumento no nível dos masculinizantes. As mulheres têm aumento de pêlos, irregularidade menstrual e falha na ovulação. As chances de todos esses problemas se resolverem, com uma perda de peso na ordem de 10%, são bem grandes.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.engdocrino.or.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;SBEM&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2011/12/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-KZgF_njLtdg/TuOZhQSoqgI/AAAAAAAAFu8/avx2UmvPCw4/s72-c/obesidade-grave.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-3157051784140050498</guid><pubDate>Sat, 12 Nov 2011 13:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-12-14T00:52:34.488-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Doenças associadas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tratamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vídeo</category><title>14 de novembro dia mundial de combate ao diabetes</title><description>&lt;br /&gt;&lt;center style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;Reportagem sobre o flash mob em prol do Dia Mundial do Diabetes, feita pelos alunos do terceiro ano de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero.&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;center style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt; &lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/O951T7oDVUM?rel=0&quot; width=&quot;420&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2011/11/14-de-novembro-dia-mundial-de-combate.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/O951T7oDVUM/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-262481911282039219</guid><pubDate>Tue, 01 Nov 2011 21:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-12-14T00:52:34.485-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Doenças associadas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tratamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Utilidade Pública</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vídeo</category><title>Flash Mob Diabetes: unidos por um futuro mais saudável</title><description>Em 2011, a SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes) inicou uma nova proposta para as ações do &lt;b&gt;Dia Mundial do Diabetes&lt;/b&gt; (14/11): Semana de Alerta e Combate ao Diabetes - de 7 a 14 de novembro. O objetivo desta ação é para que as atividades possam se estender e repercutir durante toda uma semana e, assim, seja possível aproveitar todo esforço que os associados e a população realizam para o Dia Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Infobeso apoia essas ações e inicia hoje uma série de postagens sobre o tema. Esse vídeo foi feito no metrô Sé em SP, Brasil no dia 18 de setembro de 2011 para a celebração da 2º reunião da ONU sobre doenças crônicas não transmissíveis.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/PfPwiFwFObo?rel=0&quot; width=&quot;420&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2011/11/flash-mob-diabetes-unidos-por-um-futuro.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/PfPwiFwFObo/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-8086469865981089685</guid><pubDate>Thu, 20 Oct 2011 16:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-20T14:19:05.131-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vídeo</category><title>Personal trainer fica obeso para entender o que um gordo sente</title><description>&lt;b&gt;Personal trainer fica obeso para entender o que um gordo sente. &lt;/b&gt;Essa notícia está sendo veiculada desde ontem. Achei inusitado, mas muito interessante. Trabalhar com obesos não é tarefa simples. E vocêss o que acharam?&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 13px; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Seis meses. Esse foi o tempo que o personal trainer Drew Manning, de 30 anos, precisou para abandonar o corpo enxuto e cheio de músculos e se transformar em um barrigudo. O americano engordou mais de 35 quilos e passou de 87 quilos para cerca de 120 quilos, segundo o jornal “Daily Mail”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-LeH8ASHhzE0/TqBHz_EVYHI/AAAAAAAAFl8/MG7CRzqygho/s1600/treinador.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;225&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-LeH8ASHhzE0/TqBHz_EVYHI/AAAAAAAAFl8/MG7CRzqygho/s400/treinador.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O objetivo do seu projeto é entender o processo físico, emocional e cerebral durante o ganho e a perda de peso para, depois, poder ajudar a outras pessoas. Drew quer perder o peso ganho nos seis meses nos próximos seis meses. &quot;Quem está acima do peso tem que superar as barreiras físicas e emocionais quando se trata de perder peso. Espero compreender melhor isto no próximo ano, através da minha experiência&quot;, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo que o personal trainer tem enfrentado é relatado em um blog que ele criou: &lt;a href=&quot;http://fit2fat2fit.com/&quot;&gt;Fit 2 Fat 2 Fit&lt;/a&gt;. Ele conta, por exemplo, que a mudança afetou bastante a sua vida. Ele diz que não tem mais o mesmo fôlego nas brincadeiras com a filha e que também se sente menos seguro com a mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o nível de testosterona reduziu para o nível de um adolescente a ela ainda precisou comprar roupas novas. &quot;Ele costumava ajudar a lavar a louça, na limpeza e outras tarefas da casa, mas agora ele não tem a energia. Eu disse a ele: &#39;Você virou o típico marido preguiçoso americano&quot;, contou a mulher de Drew.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://extra.globo.com/&quot;&gt;Extra&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/2rwb0ucPXcU?rel=0&quot; width=&quot;500&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2011/10/personal-trainer-fica-obeso-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-LeH8ASHhzE0/TqBHz_EVYHI/AAAAAAAAFl8/MG7CRzqygho/s72-c/treinador.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-1641218991783591949</guid><pubDate>Wed, 05 Oct 2011 01:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-12-14T00:54:17.432-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tratamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tratamento Medicamentoso</category><title>Emagrecedores à base de anfetaminas são proibidos pela ANVISA e Sibutramina é liberada.</title><description>Hoje a diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) decidiu &amp;nbsp;proibir a comercialização dos remédios para emagrecer à base de anfetaminas, mas manteve a permissão da sibutramina para os pacientes que apresentem sobrepeso significativo e não sofram de problemas cardíacos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-0H1S_s4orR0/Touudhy9TpI/AAAAAAAAFg0/vJZbpeey1RA/s1600/sibutramina.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;304&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-0H1S_s4orR0/Touudhy9TpI/AAAAAAAAFg0/vJZbpeey1RA/s320/sibutramina.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com essa decisão, os anfetamínicos (anfepramona, femproporex e mazindol), estão proibidos de serem prescritos pelos médicos, fabricados no país e os seus registros serão cancelados. As farmácias e drogarias terão dois meses para retirá-los das prateleiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (ABESO) quanto a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), são contra a decisão e afirmam que quando prescritos de forma correta, os remédios contribuem para a redução do peso e ressaltam que médicos têm conhecimento das contraindicações.</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2011/10/emagrecedores-base-de-anfetaminas-sao.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-0H1S_s4orR0/Touudhy9TpI/AAAAAAAAFg0/vJZbpeey1RA/s72-c/sibutramina.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-7047523821207644848</guid><pubDate>Sun, 18 Sep 2011 23:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-12-14T00:52:34.500-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Doenças associadas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tratamento</category><title>Doenças desencadeadas ou agravadas pela Obesidade</title><description>Vários estudos mostram que a obesidade está associada com diversas doenças. Um texto escrito pela Dra. Maria Edna de Melo, responsável científica pelo site da ABESO, apontam as principais doenças desencadeadas ou agravadas pela obesidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-H4P2FHwJB4o/TnZ7Qt1W57I/AAAAAAAAFdo/s6b2owqPzFU/s1600/obesidade_comobidades.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-H4P2FHwJB4o/TnZ7Qt1W57I/AAAAAAAAFdo/s6b2owqPzFU/s400/obesidade_comobidades.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;Vários estudos têm demonstrado que a obesidade está fortemente associada a um risco maior de desfechos, sejam cardiovasculares, câncer ou mortalidade. No estudo National Health and Nutrition Examination Study III (NHANES III), que envolveu mais de 16 mil participantes, a obesidade foi associada a um aumento da prevalência de diabetes tipo 2 (DM2), doença da vesícula biliar, doença arterial coronariana (DAC), hipertensão arterial sistêmica (HAS), osteoartrose (OA) e de dislipidemia. Resultados de outros estudos, entre eles o Survey of Health, Ageing and Retirement in Europe (SHARE) e o Swedish Obese Study (SOS), apontam para uma forte associação entre obesidade e a prevalência de doenças associadas e queixas de saúde física.&lt;br /&gt;A obesidade é causa de incapacidade funcional, de redução da qualidade de vida, redução da expectativa de vida e aumento da mortalidade. Condições crônicas, como doença renal, osteoartrose, câncer, DM2, apneia  do sono, doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA), HAS e, mais importante, DCV, estão diretamente relacionadas com incapacidade funcional e com a obesidade. Além disso, muitas dessas comorbidades também estão diretamente associadas à DCV. Muitos estudos epidemiológicos têm confirmado que a perda de peso leva à melhora dessas doenças, reduzindo os fatores de risco e a mortalidade. &lt;/blockquote&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Síndrome metabólica&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Doenças respiratórias&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Doenças do trato digestório&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Doenças Psiquiátricas&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Neoplasias&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Osteoartrose&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Impacto na mortalidade&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Outras doenças&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div&gt;Para conhecer o texto da&amp;nbsp;Dra. Maria Edna de Melo na íntegra, &lt;a href=&quot;http://www.abeso.org.br/pdf/Artigo%20-%20Obesidade%20e%20Doencas%20associadas%20maio%202011.pdf&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;. (PDF)&lt;/div&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2011/09/doencas-desencadeadas-ou-agravadas-pela.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-H4P2FHwJB4o/TnZ7Qt1W57I/AAAAAAAAFdo/s6b2owqPzFU/s72-c/obesidade_comobidades.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-7342542278271497049</guid><pubDate>Wed, 07 Sep 2011 14:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-12-14T00:54:17.481-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tratamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tratamento Medicamentoso</category><title>Remédio para Emagrecer na capa da Veja: Liraglutide ou Victosa, ainda não!</title><description>Esse é o posicionamento da &lt;a href=&quot;http://www.abeso.org.br/&quot;&gt;ABESO&lt;/a&gt; - Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, sobre o Liraglutide ou Victosa. O medicamento é eficaz e seguro para o tratamento de pacientes diabéticos, mas seu uso no combate à obesidade em pacientes não diabéticos (off-label), &lt;b&gt;ainda está em estudo&lt;/b&gt; e por isso &lt;b&gt;não é recomendado.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-Lrs5zfd23jQ/TmeF-L8wmzI/AAAAAAAAFbA/vWJh-wbby1I/s1600/veja_victoza.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-Lrs5zfd23jQ/TmeF-L8wmzI/AAAAAAAAFbA/vWJh-wbby1I/s400/veja_victoza.jpg&quot; width=&quot;310&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Leia abaixo na íntegra o que diz a Dra Rosana Bento Radominski, Presidente da ABESO:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta semana, a reportagem de capa da revista VEJA é sobre um novo medicamento antidiabético que faz emagrecer. O liraglutide (VICTOZA ) é um fármaco sintético que tem ação semelhante ao  hormônio  humano glucagon-like peptídeo (GLP-1). Tem ação pancreática na modulação da insulina e glucagon e auxilia no tratamento do Diabetes  Mellitus tipo 2. Além destes efeitos, também têm ação sacietógena, agindo tanto no sistema nervoso central (aumentando a saciedade e reduzindo a fome) como no trato digestivo, reduzindo o esvaziamento gástrico e a motilidade intestinal (o que também aumenta a saciedade). Desta forma, os diabéticos em uso do medicamento perdem peso porque comem menos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este medicamento foi lançado recentemente no Brasil para o tratamento de Diabetes do tipo 2.  Os estudos em obesos não diabéticos de fase I e II mostraram que o medicamento tem poucos efeitos colaterais: cefaleia, náuseas e vômitos nas primeiras semanas de uso, efeitos estes que se atenuam com o tempo. A perda de peso é significativa (em média 7kgs).  Os estudos de fase III estão sendo realizados em 27 países, inclusive no Brasil. No entanto, diferente do que está escrito na reportagem, os pacientes que entraram neste estudo são obesos (IMC&amp;gt;30kg/m2)  ou com IMC &amp;gt;27kg com complicações como hipertensão arterial, dislipidemia e pré-diabetes. Os pacientes apenas com sobrepeso, sem comorbidades, foram excluídos do estudo. Todos os participantes estão sendo submetidos a uma dieta hipocalórica e reforços para aumentar a atividade física. Estes estudos estão no início e vão demorar pelo menos mais um ano.  Só após o término deles é que a medicação pode ser submetida às agências sanitárias para receber a permissão de comercialização (no Brasil e no resto do mundo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante salientar que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.      Apesar de os resultados em relação à perda de peso serem promissores, o liraglutide não é milagroso. Há necessidade de mudanças comportamentais (dieta e exercícios).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.     O custo da medicação limita seu uso até pelos diabéticos (&amp;gt;250,00 reais por mês). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.     Os efeitos adversos da medicação poderão ser mais bem avaliados a partir de seu lançamento, no pós-marketing (será utilizado por milhares de pacientes diabéticos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.     Não deve ser prescrito para o tratamento de obesidade em pacientes não diabéticos (uso off- label), até que os estudos específicos para obesidade sejam encerrados. E não é indicado para pacientes com sobrepeso sem complicações. O medicamento não foi submetido à aprovação das agências sanitárias para o tratamento de obesidade ou sobrepeso em indivíduos sem diabetes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achamos, no mínimo, temerária a propaganda do uso indiscriminado deste medicamento para emagrecer. Está provocando uma verdadeira corrida aos consultórios médicos para a prescrição da medicação. Isto ocorreu recentemente com o Rimonabanto (Acomplia) – a pílula da barriga. A prerrogativa da prescrição da medicação era do paciente (ele já chegava ao consultório médico pedindo o medicamento), e não do médico. E também algum tempo atrás com o Orlistate (Xenical), cujo uso foi banalizado graças a propagandas como “se você quer perder alguns quilinhos, procure seu médico”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto não pode voltar a acontecer.  Temos que ter um pouco mais de paciência e de bom senso.</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2011/09/remedio-para-emagrecer-na-capa-da-veja.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-Lrs5zfd23jQ/TmeF-L8wmzI/AAAAAAAAFbA/vWJh-wbby1I/s72-c/veja_victoza.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-5430011665453729577</guid><pubDate>Tue, 23 Aug 2011 21:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-12-14T00:53:39.764-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Nutrição</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tratamento</category><title>Engordar é mais difícil do que parece</title><description>Emagrecer é uma questão matemática, engordar também. Engordamos sempre que o balanço energético é positivo, ou seja quando comemos mais do que gastamos.&lt;br /&gt;Sempre gastamos, ainda que estejamos dormindo. Gastamos apenas para manter o corpo vivo. É claro que quanto mais exigimos deste corpo maior será o gasto.&lt;br /&gt;Para ganhar é preciso comer. Para ganhar 1kg é preciso comer 7700Kcal a mais do que gastamos, e isso não é tão fácil assim.&lt;br /&gt;Preparei essa lista que dará ideia de quanto você precisa comer para ganhar 1kg, entenda que os valores aqui são aproximados e perceba que quando engordamos é porque de fato comemos muito mais do que deveríamos.&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-bgn6fz0ZnGs/TlQhnIqHUGI/AAAAAAAAFYw/BrMgzlmv33E/s1600/na_engordar.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-bgn6fz0ZnGs/TlQhnIqHUGI/AAAAAAAAFYw/BrMgzlmv33E/s320/na_engordar.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: red; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;b&gt;1kg = 7700Kcal&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Bife a parmegiana: 11 unidades&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Chantily: 85 colheres de sopa&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Coca-cola: 98 copos médios&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Feijoada: 16 porções&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Maionese comum: 71 colheres de sopa&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Milk Shake de chocolate: 22 copos grandes&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Pão francês: 57 unidades&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Pastel de carne pequeno: 46 unidades&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Pizza de calabresa: 22 fatias&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Big Mac: 13 unidades&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2011/08/engordar-e-mais-dificil-do-que-parece.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-bgn6fz0ZnGs/TlQhnIqHUGI/AAAAAAAAFYw/BrMgzlmv33E/s72-c/na_engordar.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-8347588681978813542</guid><pubDate>Thu, 11 Aug 2011 01:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-10T22:41:00.410-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Informações</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícia</category><title>Produtos de limpeza podem causar obesidade</title><description>Durante o 14º Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólica, em São Paulo, em junho, o endocrinologista Nelson Rassi, do Hospital Geral de Goiânia, alertou que alguns ingredientes contidos nos produtos de limpeza, em plásticos, metais e até em plantas são capazes de alterar o metabolismo humano e causar obesidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-OePveYz93jw/TkMy0brabcI/AAAAAAAAFWU/_4iuz8d1sLA/s1600/bisfenol-em-embalagens-plasticas-e-enlatados.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;231&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-OePveYz93jw/TkMy0brabcI/AAAAAAAAFWU/_4iuz8d1sLA/s400/bisfenol-em-embalagens-plasticas-e-enlatados.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Os &quot;disruptores endócrinos&quot; são substâncias que alteram tanto a função hormonal como aumentam a gordura abdominal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses compostos podem ser verificados em produtos industriais ou farmacêuticos. E, segundo o médico, as pessoas mais suscetíveis são os mais jovens, desde crianças ou ainda os que estão na vida  intra-uterina. &quot;As leis devem ser mais rígidas com produtos cujos efeitos desconhecemos, principalmente os destinados ao público infantil&quot;, alertou Rossi. De acordo com ele, a exposição do &quot;bisfenol A&quot;, um dos componentes que revestem o plástico, sobretudo de mamadeiras e alimentos industrializados para bebês, indicou aumento de obesidade em ratos. A substância simula a ação do estrogênio no organismo e pode desregular o sistema endócrino. Exames revelaram que 95% das crianças e adolescentes nos EUA têm essa substância na urina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Solange Bagdadi - &lt;a href=&quot;http://www.dgabc.com.br/&quot;&gt;Diário do Grande ABC&lt;/a&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2011/08/produtos-de-limpeza-podem-causar.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-OePveYz93jw/TkMy0brabcI/AAAAAAAAFWU/_4iuz8d1sLA/s72-c/bisfenol-em-embalagens-plasticas-e-enlatados.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-6622962141599197336</guid><pubDate>Thu, 04 Aug 2011 17:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-12-14T00:54:17.474-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tratamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tratamento Medicamentoso</category><title>Medicamentos para emagrecer: a visão do endocrinologista Marcio Mancini</title><description>&lt;i&gt;Excelente artigo escrito pelo&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;endocrinologista Marcio Mancini&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;sobre os medicamentos para emagrecer e a proposta da Anvisa de suspender a venda de anorexígenos no país. Publicado na íntegra pela SBEM e repicado aqui. Quanto mais informação de qualidade as pessoas tiverem melhor.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-At3iy7KdqIE/TjrXc0sVXCI/AAAAAAAAFUw/cQGYPDJXw6Y/s1600/remedio.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-At3iy7KdqIE/TjrXc0sVXCI/AAAAAAAAFUw/cQGYPDJXw6Y/s400/remedio.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A Visão Distorcida e o Preconceito em Relação a Remédios para Emagrecer&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Introdução     &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A opinião dos técnicos da Anvisa em relação aos remédios para emagrecer é: não funcionam e fazem mal; opinião esta, amparada por um documento que deveria representar uma revisão isenta, imparcial e justa dos estudos de eficácia e segurança dos medicamentos inibidores de apetite. Bem, ao menos, supostamente, deveria ser. Ao contrário, o documento contém erros e omissões, e mostrou-se enviesado e parcial (esta informação não é uma novidade e foi repetidamente reafirmada na consulta pública que ocorreu em fevereiro p.p.), com o devido atenuante de ter sido elaborado por pessoas que não são especialistas na área de obesidade, e que não lidam no dia-a-dia com as dificuldades que envolvem o tratamento da obesidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O apetite é regulado no cérebro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Este artigo tenciona discutir alguns pontos da referida &quot;Nota Técnica&quot;, iniciando pela discussão sobre a proposta de que &quot;remédios de ação central não devem ser usados para tratar obesidade&quot;. Será? Há várias funções do nosso organismo que são reguladas no cérebro, como por exemplo, o humor, o sono, e também o balanço energético, que podemos aqui simplificar usando a palavra &quot;apetite&quot;. Da mesma maneira que se aceita que para tratar depressão e insônia se lance mão de remédios que agem no cérebro, seria preconceito ou falta de conhecimento afirmar que remédios que agem no cérebro não deveriam ser usados para modular o apetite. Em tempo, é pertinente informar que não há estudos que documentem que os inibidores de apetite causem dependência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Eficácia das medicações&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto importante daquele documento refere-se à eficácia ou &quot;falta de eficácia&quot; dos remédios. A alegação é que no estudo SCOUT a perda de peso com sibutramina foi pequena. Aqui há um erro: o estudo SCOUT não foi desenhado para avaliar perda de peso. A sibutramina, quando da sua aprovação há 13 anos, preencheu o critério de eficácia exigido pelas agências regulatórias. Dizer que a perda de peso é pequena contradiz os próprios critérios que as agências usaram para aprová-la! O estudo SCOUT, de cinco anos de duração em pacientes com mais de 55 anos e alto risco cardiovascular (para os quais os médicos nunca prescreveram a droga, pois há contraindicação em bula) não foi desenhado para avaliar perda de peso. Esses pacientes, muitos deles diabéticos, a maioria coronarianos, sabidamente perdem menos peso e têm contraindicação para atividade física mais vigorosa. Como especialista na área de obesidade, não julgo sensato usar o peso perdido nesse estudo para dizer se a droga é ou não eficaz. Na realidade, os estudos com a sibutramina mostram que a maioria dos pacientes apresentou perda de peso maior do que 5% e mesmo maior do que 10% do peso. A literatura respalda que a diminuição de 5 a 10% de peso reduz de forma significativa os fatores de risco para diabetes e doenças cardiovasculares.&lt;br /&gt;É importante ressaltar que, além disso, na prática clínica, o medicamento antiobesidade é mantido apenas nos respondedores, de modo que a perda de peso acaba sendo maior do que a demonstrada na média dos pacientes randomizados em estudos clínicos. Aqui encerro a discussão sobre a &quot;ausência de eficácia da sibutramina&quot;. A sibutramina é eficaz; dizer o contrário é informação falsa.&lt;br /&gt;Os outros anorexígenos, dois deles derivados anfetamínicos (dietilpropiona e femproporex) e um derivado tricíclico (mazindol), estão no mercado há décadas (não só aqui - a dietilpropiona foi lançada nos Estados Unidos em 1959 e até hoje é comercializada naquele país - ao contrário da informação da &quot;Nota Técnica&quot;). Remédios mais antigos têm estudos condizentes com o tempo em que a pesquisa foi conduzida, e dificilmente haveria investimento para realização de estudos randomizados de longo prazo. Não foi o que aconteceu com a dietilpropiona, que foi estudada pelo nosso grupo no Hospital das Clínicas exatamente na população preconizada na bula do medicamento (a &quot;Nota Técnica&quot; desvalorizou o estudo citando que a população estudada era &quot;muito restrita e selecionada&quot;). O estudo randomizado, publicado em 2009, de um ano de duração, teve supervisão e avaliações psiquiátricas, eletrocardiograma e ecocardiograma e demonstrou que a dietilpropiona foi eficaz (perda de peso de 12 kg) e segura (não houve aumento de pressão e frequência cardíaca) como monodroga na dose de 50 mg 2 vezes por dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira é apoiado pelo Ministério da Saúde&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O artigo acima e outros artigos, vários citados como referência na &quot;Nota Técnica&quot; foram usados na Diretriz &quot;Tratamento Farmacológico do Sobrepeso e Obesidade&quot;, atualizada pela ABESO e pelo Departamento de Obesidade da SBEM. A Diretriz (esta sim, uma revisão isenta escrita pelos especialistas no assunto) faz parte do Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira (apoiado pelo Ministério da Saúde e pela Agência Nacional de Saúde Suplementar) deveria ser consultada para discussões deste tipo. As informações contidas no Projeto Diretrizes, que contemplam a Medicina Baseada em Evidências, apresentam grau de recomendação e força de evidência científica, são escritas pelas sociedades médicas e revisadas pela AMB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Experiência clínica de especialistas e custo-efetividade do tratamento farmacológico&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mas, além da evidência, existe também a experiência prática do especialista, que também tem sua importância. Exemplifica esta experiência o fato de que o Ambulatório de Obesidade do Hospital das Clínicas da FMUSP oferece tratamento com todos os medicamentos antiobesidade disponíveis no Brasil e incontáveis pacientes perdem dezenas de quilos e têm as doenças associadas à obesidade melhoradas.&lt;br /&gt;Além de documentação de eficácia, estudos demonstrando que o tratamento da obesidade é custo-efetivo, o que significa que tratar a obesidade leva a redução do gasto com o tratamento das outras doenças associadas à obesidade e das complicações dessas outras doenças. Isso vale para todas as formas de tratamento, desde não farmacológica, farmacológica e com cirurgia bariátrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Graves consequências da retirada desses medicamentos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Há dezenas de doenças associadas à obesidade. Seria enfadonho enumerá-las. Alguns remédios para hipertensão e diabetes fornecidos gratuitamente pelo SUS representam uma gota d&#39;água no oceano do arsenal de remédios imprescindíveis para as complicações inerentes ao excesso de peso. Além deles, seriam necessários aparelhos para apnéia do sono, próteses ortopédicas, aparelhos de videolaparoscopia, e aumento do número de leitos hospitalares para internação das complicações cardio e cerebrovasculares e dos cânceres associados à obesidade. Problemas psicológicos e sociais vão desde a redução da auto-estima, passam pelo bullying na idade escolar e na idade adulta e culminam no aumento do absenteísmo, caracterizado pelas licenças médicas, pela aposentadoria mais precoce e pelas faltas ao emprego devido à obesidade. Abandonar o tratamento da obesidade, ou restringi-lo às mudanças comportamentais (que os profissionais de saúde já incentivam e promovem) significa assumir a responsabilidade pelas comorbidezes associadas a esta grave doença crônica chamada obesidade.&lt;br /&gt;Em relação ao aumento de 16% no risco de um evento cardiovascular não fatal com a sibutramina ocorrido no estudo SCOUT, este ocorreu apenas e tão somente nos obesos (diabéticos ou não) com doença coronariana documentada (ou equivalente de doença cerebrovascular ou arterial periférica). Aproximadamente 2.700 diabéticos com mais um fator de risco, idade média de 65 anos também foram randomizados para receber sibutramina ou placebo por cinco anos e a incidência de eventos foi idêntica nos dois grupos. Isso documenta que a sibutramina é contraindicada em pacientes com doença cardíaca (o que já era sabido), mas documenta que foi segura em pacientes sem doença cardíaca. Obesidade é uma doença crônica, com prevalência crescente e consequências desastrosas. Não é razoável nem admissível extrapolar resultados obtidos em uma população de cardiopatas para pacientes sem doença cardiovascular.&lt;br /&gt;Vou além: a sibutramina faz bem para o coração de obesos sem doença cardíaca! Vários estudos documentam melhora da hipertensão, do diabetes e mesmo redução de massa do coração de pacientes com hipertrofia ventricular esquerda. Ao contrário do que foi feito em relação ao estudo da dietilpropiona (considerar a população do estudo não representativa da população geral), no estudo SCOUT há uma tentativa de extrapolar os dados de uma população extremamente particular (obesos com coronariopatia grave) para a população geral. A sibutramina não aumenta o risco cardiovascular dos pacientes obesos, sejam diabéticos ou não, sem doença arterial coronariana; dizer o contrário é informação falsa.&lt;br /&gt;Serão graves as consequências da retirada desses medicamentos para os pacientes que os vêm utilizando com sucesso (os bons respondedores nos estudos clínicos). Mais grave ainda será para a população obesa mais pobre (camada socioeconômica onde a obesidade vem crescendo de forma alarmante), que terá como alternativa para auxílio medicamentoso, apenas um medicamento, o orlistate, com o custo mensal de mais de duzentos reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Muitos outros remédios com aumento do risco cardiovascular&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A sibutramina não está sozinha no rol de medicações contraindicadas para pacientes com doença cardíaca. Menciono alguns exemplos abaixo.&lt;br /&gt;O sumatriptano, para tratamento de enxaqueca, é contraindicado em pacientes com doença arterial coronariana e em hipertensão descontrolada (tal qual a sibutramina).&lt;br /&gt;O mesmo vale para vários agentes agonistas alfa-adrenérgicos, como a oximetazolina e a fenilefrina, que podem elevar a frequência cardíaca. Eles fazem parte da composição dos antigripais mais comuns, que são vendidos sem receita nas farmácias. Já o isometepteno, vasoconstritor presente em um conhecidíssimo remédio para enxaqueca, até propaganda na televisão já teve! O antiespasmódico dicicloverina, utilíssimo e utilizado comumente para alívio de cólicas abdominais também compartilha a contraindicação, embora seja igualmente vendido sem receita médica.&lt;br /&gt;A sildenafila, para disfunção erétil, quando usada por pacientes com DAC em uso de nitratos, eleva risco de infarto e derrame. Mesmo antes de perder a patente (há menos de um ano), já fazia parte da lista de remédios mais vendidos no Brasil (sem exigência de receita médica).&lt;br /&gt;Um estudo recente com a glibenclamida, que é fornecida gratuitamente pelo SUS aos diabéticos tipo 2, despertou preocupação por aumentar não só o risco, mas também a letalidade de doenças cardiovasculares nos pacientes (independente da presença de doença cardiovascular prévia). Uma análise de mais de 1.300 pacientes admitidos em terapia intensiva na França mostrou que a mortalidade (mesmo ajustada a outros fatores de viés) dos usuários de glibenclamida foi quase o triplo quando comparada aos que usavam outras drogas da mesma classe. Dados do clássico estudo UKPDS já chamavam a atenção para um possível efeito deletério da glibenclamida. Sabe-se que um dos seus efeitos sobre o músculo cardíaco é piorar a resposta à falta de oxigênio, podendo aumentar a área de infarto.&lt;br /&gt;Finalmente, há grande similitude entre a dietilpropiona (também conhecida como anfepramona) e a bupropiona (também conhecida como anfebutazona), que é um antidepressivo auxiliar no controle do tabagismo. A bupropiona pode elevar a frequência cardíaca e a pressão arterial, especialmente quando associada a sistemas de nicotina transdérmicos (associação comum). A semelhança de mecanismo de ação entre a sibutramina e a venlafaxina (outro antidepressivo) é notável (ambas aumentam a recaptação de serotonina e noradrenalina). A venlafaxina também pode aumentar a frequência cardíaca e a pressão arterial. Estas, no entanto, são vendidas com simples retenção de receita especial.&lt;br /&gt;Os medicamentos possuem efeitos colaterais. O dever do médico é prescrever de forma ética e responsável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resolução RDC número 136/2003&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A Resolução RDC número 136/2003 regulamenta o registro de medicamentos novos no Brasil. Exigir de remédios antigos os estudos fase I, II e III para que continuem no mercado provocaria o cancelamento do registro de mais da metade dos medicamentos comercializados nas farmácias brasileiras.&lt;br /&gt;A aplicação da Resolução RDC número 136/2003 somente para os remédios para emagrecer denotaria uma visão preconceituosa e induzida, que foge a um olhar científico atento, cuidadoso e imparcial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Receitas controladas e fiscalização&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Em lugar de retirar do mercado, é preciso fiscalizar a prescrição incorreta, abusiva e antiética dos remédios. A notificação de receita B2 é um receituário controlado usado para prescrição de anorexígenos, onde cada folha é numerada. Essa numeração é solicitada pelo médico à Vigilância Sanitária, que concede (ou não) a quantidade solicitada. Se há um abuso na prescrição dos remédios (frequentemente noticiado na mídia leiga), há também um excesso na concessão de numeração para confecção da notificação B2.&lt;br /&gt;A fiscalização, com identificação da prescrição excessiva e incorreta, é possível. Eu diria que o abuso pode ser até mesmo prevenido se a concessão da numeração solicitada limitar-se a um número condizente com um atendimento médico ético e responsável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Desrespeito aos especialistas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A classe médica e, particularmente, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), discorda da forma unilateral e arbitrária com que foram conduzidas as discussões, com exclusão da comunidade científica mais diretamente relacionada com o tratamento da obesidade, dos debates.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Dr. Marcio C. Mancini&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Presidente do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM)&lt;br /&gt;Presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO)&lt;br /&gt;Médico Responsável pelo Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica da Disciplina de Endocrinologia e Metabologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://sbem.org.br/&quot;&gt;SBEM&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2011/08/medicamentos-para-emagrecer-visao-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-At3iy7KdqIE/TjrXc0sVXCI/AAAAAAAAFUw/cQGYPDJXw6Y/s72-c/remedio.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6345935886651327793.post-3701265236874603237</guid><pubDate>Mon, 18 Jul 2011 14:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-12-14T00:53:39.759-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Nutrição</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tratamento</category><title>Gordura dá barato em efeito similar ao da maconha</title><description>Ví essa notícia no Blog do amigo &lt;a href=&quot;http://www.opediatra.com/&quot;&gt;O Pediatra&lt;/a&gt;, achei muito interessante e preocupante. No final do post O Dr. André coloca assim: &quot;&lt;i&gt;Você acha que tem que se procupar com seu filho  fumar maconha na adolescência?&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;Que tal se preocupar em levá-lo ao McDonald´s toda semana?&quot;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-fv9tJLVv_oo/TiNVRZ35I2I/AAAAAAAAFI4/9Rv-PnSgmio/s1600/Batata+Frita.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-fv9tJLVv_oo/TiNVRZ35I2I/AAAAAAAAFI4/9Rv-PnSgmio/s400/Batata+Frita.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Agora pare! Pense e leia todo o artigo.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Um estudo revelou que a gordura contida em alimentos como batatas fritas desencadeia um mecanismo biológico de gula no organismo que atua de modo similar aos efeitos da maconha.&lt;/blockquote&gt;A pesquisa, feita por cientistas da Universidade de Califórnia, descobriu que quando provaram comidas gordurosas, ratos, utilizados como cobaias na pesquisa, começaram a produzir substâncias químicas conhecidas como endocanabinóides, uma espécie de lipídios biologicamente ativos, que exercem um efeito semelhante ao da maconha sobre o indivíduo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo, relata a pesquisa, tem início na língua, onde as gorduras contidas no alimento geram um sinal que viaja do cérebro, através de um feixe de nervos conhecido como nervo vago, para o intestino. Lá, ocorre o estímulo na produção de endocanabionóides, e a substância provoca uma onda de ativação celular, que induz à ingestão desenfreada de alimentos gordurosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#39;&#39;Nós sabemos que comidas gordurosas podem ter um um bom sabor, mas os mecanismo moleculares e sinais por trás dessa resposta eram desconhecidos. Agora sabemos que comidas gordurosas geram um sinal na língua que leva o intestino delgado a produzir as substâncias químicas conhecidas como a maconha natural do corpo humano, que induzem ao consumo de gordura &#39;&#39;, afirma Daniele Piomelli, que comandou a pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa pode indicar novos caminhos na luta para conter a obesidade e outras doenças, segundo os cientistas envolvidos no estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ampla disponibilidade de alimentos gordurosos em países industrializados é considerada um fator determinante para condições como a obesidade, diabetes, câncer e doenças cardiovasculares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo sugere que pode ser possível conter a compulsão de se comer alimentos gordurosos ao se obstruir atividades endocanabinóide, por meio da utilização de medicamentos que bloqueiam a ação desses lipídios.&lt;br /&gt;Como tai drogas bloqueadoras não precisam penetrar no cérebro, elas não teriam porque causar efeitos colaterais, como ansiedade e depressão, que surgem quando a ação endocanabinóide é bloqueada no cérebro, conta Piomelli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.bbc.co.uk/portuguese/&quot;&gt;BBC Brasil&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://infobeso.blogspot.com/2011/07/gordura-da-barato-em-efeito-similar-ao.html</link><author>noreply@blogger.com (Denise Carceroni)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-fv9tJLVv_oo/TiNVRZ35I2I/AAAAAAAAFI4/9Rv-PnSgmio/s72-c/Batata+Frita.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item></channel></rss>