<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7564196596479371876</atom:id><lastBuildDate>Sat, 05 Oct 2024 02:30:51 +0000</lastBuildDate><title>FRANCISCO CANDIDO XAVIER</title><description>FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER</description><link>http://umserdeluzchicoxavier.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (MESTRE MOREIRA)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><language>en-us</language><itunes:explicit>yes</itunes:explicit><copyright>Todos os diretos reservados</copyright><itunes:keywords>FÉ,ESPERANÇA,AMOR,LUZ</itunes:keywords><itunes:subtitle>FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER</itunes:subtitle><itunes:author>José Carlos</itunes:author><itunes:owner><itunes:email>reikimastermoreira@hotmail.com</itunes:email><itunes:name>José Carlos</itunes:name></itunes:owner><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7564196596479371876.post-6768852950187425037</guid><pubDate>Sun, 12 Apr 2009 13:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-12T11:31:07.384-03:00</atom:updated><title>ANALIA FRANCO</title><description>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaEpv5s6_CaY3T4LmFT8BPEzHd3DpucfBMEANtBqOkN-RJ9imgIl2ly0YNUPczGhWcxMOxPulojO-wYz9aUPJpZrDW25w4yQJEHCIfj2sYi6QeEfu6jF5oFpseB9U6mFwh11IuYDxkD_RS/s1600-h/A-205_6.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323809316329802066" style="WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 275px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaEpv5s6_CaY3T4LmFT8BPEzHd3DpucfBMEANtBqOkN-RJ9imgIl2ly0YNUPczGhWcxMOxPulojO-wYz9aUPJpZrDW25w4yQJEHCIfj2sYi6QeEfu6jF5oFpseB9U6mFwh11IuYDxkD_RS/s400/A-205_6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijiPTj9vmpWsZr9u8OhhVKtrS1IXSg2wiue9eZGBaEgONNuWOsyqKvb95hyUFRj8MFxbH2e7Hl1FeFnjtb7u0WCI-H8Rid5EtmIuds7-z1dwoUbBcBcFyZm9shgBJP3ShwwdQFeK52Tazg/s1600-h/ANALIA.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323809314791238482" style="WIDTH: 284px; CURSOR: hand; HEIGHT: 173px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijiPTj9vmpWsZr9u8OhhVKtrS1IXSg2wiue9eZGBaEgONNuWOsyqKvb95hyUFRj8MFxbH2e7Hl1FeFnjtb7u0WCI-H8Rid5EtmIuds7-z1dwoUbBcBcFyZm9shgBJP3ShwwdQFeK52Tazg/s400/ANALIA.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;Nascida na cidade de Resende, Estado do Rio de Janeiro, no dia 10 de fevereiro de 1856, e desencarnada em S. Paulo, no dia 13 de janeiro de 1919. Seu nome de solteira era Anália Emília Franco. Após consorciar-se em matrimônio com Francisco Antônio Bastos, seu nome passou a ser Anália Franco Bastos, entretanto, é mais conhecida por Anália Franco.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgUhApMXXaiKha8kFc_4xSso3wBLZ3-7iE9uDrGSGM7HbsbUsLr4Ub2k6mjcPlUsBgvmkxNvED93zugkLfoowejsFmgdckAjWF8TfsXWf0YCooDXR_VEZfs8fMpSuWquUANIzHhUurij8Sv/s1600-h/analia.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;Com 16 anos de idade entrou num Concurso de Câmara dessa cidade e logrou aprovação para exercer o cargo de professora primária. Trabalhou como assistente de sua própria mãe durante algum tempo. Anteriormente a 1875 diplomou-se Normalista, em S. Paulo.&lt;br /&gt;Foi após a Lei do Ventre Livre que sua verdadeira vocação se exteriorizou: a vocação literária. Já era por esse tempo notável como literata, jornalista e poetisa, entretanto, chegou ao seu conhecimento que os nascituros de escravas estavam previamente destinados à "Roda" da Santa Casa de Misericórdia. Já perambulavam, mendicantes, pelas estradas e pelas ruas, os negrinhos expulsos das fazendas por impróprios para o trabalho. Não eram, como até então "negociáveis", com seus pais e os adquirentes de cativos davam preferência às escravas que não tinham filhos no ventre.&lt;br /&gt;Anália escreveu, apelando para as mulheres fazendeiras. Trocou seu cargo na Capital de São Paulo por outro no Interior, a fim de socorrer as criancinhas necessitadas. Num bairro duma cidade do norte do Estado de S. Paulo conseguiu uma casa para instalar uma escola primária. Uma fazendeira rica lhe cedeu a casa escolar com uma condição, que foi frontalmente repelida por Anália: não deveria haver promiscuidade de crianças brancas e negras.&lt;br /&gt;Diante dessa condição humilhante foi recusada a gratuidade do uso da casa, passando a pagar um aluguel. A fazendeira guardou ressentimento à altivez da professora, porém, naquele local Anália inaugurou a sua primeira e original "Casa Maternal". Começou a receber todas as crianças que lhe batiam à porta, levadas por parentes ou apanhadas nas moitas e desvios dos caminhos.&lt;br /&gt;A fazendeira, abusando do prestígio político do marido, vendo que a sua casa, embora alugada, se transformara num albergue de negrinhos, resolveu acabar com aquele "escândalo" em sua fazenda. Promoveu diligências junto ao coronel e este conseguiu facilmente a remoção da professora.&lt;br /&gt;Anália foi para a cidade e alugou uma casa velha, pagando de seu bolso o aluguel correspondente à metade do seu ordenado. Como o restante era insuficiente para a alimentação das crianças, não trepidou em ir, pessoalmente, pedir esmolas para a meninada. Partiu de manhã, à pé, levando consigo o grupinho escuro que ela chamava, em seus escritos, de "meus alunos sem mães". Numa folha local anunciou que, ao lado da escola pública, havia um pequeno "abrigo" para as crianças desamparadas. A fama, nem sempre favorável da novel professora, encheu a cidade.&lt;br /&gt;A curiosidade popular tomou-se de espanto, num domingo de festa religiosa. Ela apareceu nas ruas com seus "alunos sem mães", em bando precatório. Moça e magra, modesta e altiva, aquela impressionante figura de mulher, que mendigava para filhos de escravas, tornou-se o escândalo do dia. Era uma mulher perigosa, na opinião de muitos. Seu afastamento da cidade principiou a ser objeto de consideração em rodas políticas, nas farmácias. Mas rugiu a seu favor um grupo de abolicionistas e republicanos, contra o grande grupo de católicos, escravocratas e monarquistas.&lt;br /&gt;Com o decorrer do tempo, deixando algumas escolas maternais no Interior, veio para S. Paulo. Aqui entrou brilhantemente para o grupo abolicionista e republicano. Sua missão, porém, não era política. Sua preocupação maior era com as crianças desamparadas, o que a levou a fundar uma revista própria, intitulada "Álbum das Meninas", cujo primeiro número veio a lume a 30 de abril de 1898. O artigo de fundo tinha o título "Às mães e educadoras". Seu prestígio no seio do professorado já era grande quando surgiram a abolição da escravatura e a República. O advento dessa nova era encontrou Anália com dois grandes colégios gratuitos para meninas e meninos. E logo que as leis o permitiram, ela, secundada por vinte senhoras amigas, fundou o instituto educacional que se denominou "Associação Feminina Beneficente e Instrutiva", no dia 17 de novembro de 1901, com sede no Largo do Arouche, em S. Paulo.&lt;br /&gt;Em seguida criou várias "Escolas Maternais" e "Escolas Elementares", instalando, com inauguração solene a 25 de janeiro de 1902, o "Liceu Feminino", que tinha por finalidade instruir e preparar professoras para a direção daquelas escolas, com o curso de dois anos para as professoras de "Escolas Maternais" e de três anos para as "Escolas Elementares".&lt;br /&gt;Anália Franco publicou numerosos folhetos e opúsculos referentes aos cursos ministrados em suas escolas, tratados especiais sobre a infância, nos quais as professoras encontraram meios de desenvolver as faculdades afetivas e morais das crianças, instruindo-as ao mesmo tempo. O seu opúsculo "O Novo Manual Educativo", era dividido em três partes: Infância, Adolescência e Juventude.&lt;br /&gt;Em 10 de dezembro de 1903, passou a publicar "A Voz Maternal", revista mensal com a apreciável tiragem de 6.000 exemplares, impressos em oficinas próprias.&lt;br /&gt;A Associação Feminina mantinha um Bazar na rua do Rosário n.o. 18, em S. Paulo, para a venda dos artefatos das suas oficinas, e uma sucursal desse estabelecimento na Ladeira do Piques n.o. 23.&lt;br /&gt;Anália Franco mantinha Escolas Reunidas na Capital e Escolas Isoladas no Interior, Escolas Maternais, Creches na Capital e no Interior do Estado, Bibliotecas anexas às escolas, Escolas Profissionais, Arte Tipográfica, Curso de Escrituração Mercantil, Prática de Enfermagem e Arte Dentária, Línguas (francês, italiano, inglês e alemão); Música, Desenho, Pintura, Pedagogia, Costura, Bordados, Flores artificiais e Chapéus, num total de 37 instituições.&lt;br /&gt;Era romancista, escritora, teatróloga e poetisa. Escreveu uma infinidade de livretos para a educação das crianças e para as Escolas, os quais são dignos de serem adotados nas Escolas públicas.&lt;br /&gt;Era espírita fervorosa, revelando sempre inusitado interesse pelas coisas atinentes à Doutrina Espírita.&lt;br /&gt;Produziu a sua vasta cultura três ótimos romances: "A Égide Materna", "A Filha do Artista", e "A Filha Adotiva". Foi autora de numerosas peças teatrais, de diálogos e de várias estrofes, destacando-se "Hino a Deus", "Hino a Ana Nery", "Minha Terra", "Hino a Jesus" e outros.&lt;br /&gt;Em 1911 conseguiu, sem qualquer recurso financeiro, adquirir a "Chácara Paraíso". Eram 75 alqueires de terra, parte em matas e capoeiras e o restante ocupado com benfeitorias diversas, entre as quais um velho solar, ocupado durante longos anos por uma das mais notáveis figuras da História do Brasil: Diogo Antônio Feijó.&lt;br /&gt;Nessa chácara fundou Anália Franco a "Colônia Regeneradora D. Romualdo", aproveitando o casarão, a estrebaria e a antiga senzala, internando ali sob direção feminina, os garotos mais aptos para a Lavoura, a horticultura e outras atividades agropastoris, recolhendo ainda moças desviadas, conseguindo assim regenerar centenas de mulheres.&lt;br /&gt;A vasta sementeira de Anália Franco consistiu em 71 Escolas, 2 albergues, 1 colônia regeneradora para mulheres, 23 asilos para crianças órfãs, 1 Banda Musical Feminina, 1 orquestra, 1 Grupo Dramático, além de oficinas para manufatura de chapéus, flores artificiais, etc., em 24 cidades do Interior e da Capital.&lt;br /&gt;Sua desencarnação ocorreu precisamente quando havia tomado a deliberação de ir ao Rio de Janeiro fundar mais uma instituição, idéia essa concretizada posteriormente pelo seu esposo, que ali fundou o "Asilo Anália Franco".&lt;br /&gt;A obra de Anália Franco foi, incontestavelmente, uma das mais salientes e meritórias da História do Espiritismo. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0bp4h5a8VeTy2ql1JQlHPep36N1F0W06Jglw7giQJaX_MmXHQt6jYQmpsPGFVh3-dmUOvflRJ6oeqFbS-Zdude1LGNG2UgdXkKAqSEDUevVOgsQ7dgIfj_SxezEU5iJrrSheLy_-aLdmd/s1600-h/madre-teresa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323811687269092514" style="WIDTH: 158px; CURSOR: hand; HEIGHT: 210px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0bp4h5a8VeTy2ql1JQlHPep36N1F0W06Jglw7giQJaX_MmXHQt6jYQmpsPGFVh3-dmUOvflRJ6oeqFbS-Zdude1LGNG2UgdXkKAqSEDUevVOgsQ7dgIfj_SxezEU5iJrrSheLy_-aLdmd/s400/madre-teresa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;"Quem quiser ser o primeiro entre vós, faça-se servo de todos (Mc, 10, 44). Estas palavras de Jesus aos discípulos indicam qual é o caminho que leva à grandeza evangélica. Madre Teresa de Calcutá, fundadora dos Missionários e das Missionárias da Caridade, que hoje tenho a alegria de inscrever no Álbum dos Beatos, deixou-se guiar por esta lógica.Ícone do Bom Samaritano, ela ia a toda parte para servir Cristo nos mais pobres entre os pobres." Esse é um trecho da homilia do Papa João Paulo 2o durante o ritual de beatificação de Madre Teresa de Calcutá, em outubro de 2003.Agnes Gonxha Bojaxhiu nasceu numa família católica da comunidade albanesa do sul da antiga Iugoslávia. Foi educada numa escola pública e, ainda jovem, tornou-se solista no coro da igreja.Determinada a seguir sua vocação religiosa, Agnes ingressou na Congregação Mariana. Em setembro de 1928, ingressou na Casa das Irmãs de Nossa Senhora do Loreto, em Dublin, na Irlanda. De lá partiu para a cidade de Darjeeling, na Índia, onde as irmãs de Loreto tinham um colégio, em 1931. Lá fez noviciado e finalmente fez os votos de obediência, pobreza e castidade, tomando o nome de Teresa.De Darjeeling, Teresa partiu para Calcutá, onde viveu como religiosa e foi professora de história e geografia no Colégio Santa Maria, único colégio católico para meninas ricas da cidade de Calcutá. O contraste com a pobreza à sua volta era muito grande. Em maio de 1937, Teresa fez a profissão perpétua.A revelação ocorreu em setembro de 1946, durante uma viagem de trem. Madre Teresa ouviu um chamado interior que a incitou a abandonar o convento de Loreto, em Calcutá, e passar a viver entre os pobres. Em 1948, autorizada pelo Papa Pio XII, Teresa foi "viver só, fora do claustro, tendo Deus como único protetor e guia, no meio dos mais pobres de Calcutá". Em dezembro do mesmo ano, conseguiu a nacionalidade indiana.Teresa passou a usar um traje indiano, um sári branco com debruns azuis e uma pequena cruz no ombro. Pedindo ajuda nas ruas, auxiliava pobres, doentes e famintos. Pouco a pouco, foi angariando adeptas para sua causa entre as antigas alunas. Em 1950, fundou uma congregação de religiosas.Madre Teresa fundou casas religiosas por toda a Índia e, depois, no exterior. Seu trabalho obteve grande repercussão. O Papa João Paulo II cedeu uma casa, ao lado da Santa Sé, para recolhimento dos pobres, a casa "Dom de Maria".Em 1979, Madre Teresa recebeu o prêmio Nobel da Paz, pelos serviços prestados à humanidade. Depois de dedicar toda uma vida aos pobres, Madre Teresa de Calcutá morreu aos 87 anos, de parada cardíaca.Em outubro de 2003 foi beatificada pelo Papa João Paulo 2o.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Ganxhe Bojaxhiu nasceu em 26 de agosto de 1910, na cidede Skopie, capital da Macedônia, em uma família católica, sua mãe, Drana, era uma pessoa de intensa religiosidade. Aos 12 anos Ganxhe despertou para sua vocação religiosa. A cidade se Skopie, vivia em constate conflito com a dominação turca, em 1912 a cidade foi libertada e consegui sua independência. Mas pouco tempo deposi soferu novas invasões. Seu pai lutava contra os contra os conflitos étnicos, e sua paixão política o levou a própria morte no ano de 1919. Após a sua morte muitos problema ocorreram com a família de Ganxhe, problemas com sócio da família, fez com que a mãe de Ganxhe assumisse os gastos da família. A família vivia próxima a paróquia do Sagrado Coração e logo a mãe de Ganxhe percebeu seu gosto pelos ofícios religiosos, logo o pároco Frnajo Jambrekovic, incentivou Ganxhe a leitura de histórias missionárias. "Não Tinha completado ainda 12 anos, quando senti o desejo de ser missionária", contou mais tarde Madre Teresa. Ainda criança, Ganxhe entrou para a congregação Mariana das Filhas de Maria, e ajuda os pobres em sua própria casa. "Aos pés da Virgem de Letnice, escutei um dia o chamado Divino que me convencia de servir a Deus", disse muitos anos depois a Madre Teresa que confessou descobrir a intensidade do chamado graças "a uma grande alegria interior". Em 25 de dezembro de 1938, aos 18 anos se mudou para Rathfarnham, na Irlanda, onde se ficava o Instituto da Beata Virgem. Em 1929, após 37 dias de viagem pelo mar, Ganxhe chega em Begala, depopis viajou a Calcutè e finalmente chegou em Dajeerling, onde no seminário da Ordem estudou e em 24 de maio de 1931, escolheu o nome de Teresa, inspirada pela Santa Teresa D´Avila. "Querida mamãe, gostaria muito de estar contigo, Age e Lázaro, mas devo dizer que tua pequena Ganxhe é feliz...Esta é uma vida nova. Sou professora e gosto do trabalho. Todos aqui nos amamos muito", escreveu a sua mãe Drana, a quem nunca mais voltou a ver desde que se mudou de Skope, em 1928. Entre os 18 de 38 anos, Teresa era religiosa das damas Irlandesas na Índia e professora de história e geografia no colégio Santa Maria, único para meninas católicas em Calcutá. Logo começou a ensina no colégio de Entally,onde iam as pobres. Na Índia, colônia Britânica, havia muitas aspirações pela independência e Mahatma Gandhi pregava a não violência. Em 1937 no dia 24 de maio, Teresa professou de forma perpetua suam vocação religiosa. Começou a se dedicar a um grupo de irmãs indianas de Bengala, que seguima as regras jesuíticas, eram as Filhas de Santa Ana, elas inspiraram Teresa em seu projeto de vida missionária, O momento crucial para a sua vida que a convertia em Madre Teresa de Calcutá, deu-se de improviso. Ela mesma nos conta: "Ocorreu em 10 de setembro de 1946, durante a viagem de trem que me levava ao convento de Darjeeling para fazer os exercícios espirituais. Enquanto rezava em silêncio a nosso Senhor, adverti um chamado dentro do chamado. A mensagem era muito clara: devia deixar o convento de Loreto (em Calcutá) e entregar-me ao serviço dos pobres, vivendo entre eles". Logo iniciou sua vida como: Madre Teresa de Calcutá. Recebeu a permissão da Santa Sede para levar os moribundos das ruas para um lar onde eles pudessem morrer em paz e dignidade, também abriu um orfanato. Em 1950 fundou uma congregação religiosa, e as irmãs de caridade são mais de 4.000, espaplhadas por 95 países, e todas as nações permitiram seus trabalhos. Gradualmente, outras mulheres se uniram a ela de modo que, em 1950 recebeu a aprovação oficial do Papa Pio XII para fundar uma congregação de religiosas, as Missionárias da Caridade, que se dedicariam a servir aos mais pobres entre os pobres. O Papa João Paulo II confiou às religiosas de Madre Teresa a casa "Dom de Maria" aberta no Vaticano, ao lado do Palácio do Santo Ofício, para assistir aos mais pobres e aos moribundos da Itália. Em 1979 Madre Teresa recebeu o Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho. A Madre Teresa de Calcutá faleceu na Sexta-feira 5 de setembro de 1997 vítima de uma parada cardíaca. Milhares de pessoas de todo o mundo se congregaram formando várias filas na Igreja de Santo Tomás para despedir-se da Madre Teresa. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;</description><enclosure length="0" type="" url="http://www.fraternidadebranca.blogspot.com/analiafrancomadreterezacalcutá"/><link>http://umserdeluzchicoxavier.blogspot.com/2009/04/analia-franco.html</link><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaEpv5s6_CaY3T4LmFT8BPEzHd3DpucfBMEANtBqOkN-RJ9imgIl2ly0YNUPczGhWcxMOxPulojO-wYz9aUPJpZrDW25w4yQJEHCIfj2sYi6QeEfu6jF5oFpseB9U6mFwh11IuYDxkD_RS/s72-c/A-205_6.jpg" width="72"/><thr:total>3</thr:total><author>reikimastermoreira@hotmail.com (José Carlos)</author><itunes:explicit>yes</itunes:explicit><itunes:subtitle>Nascida na cidade de Resende, Estado do Rio de Janeiro, no dia 10 de fevereiro de 1856, e desencarnada em S. Paulo, no dia 13 de janeiro de 1919. Seu nome de solteira era Anália Emília Franco. Após consorciar-se em matrimônio com Francisco Antônio Bastos, seu nome passou a ser Anália Franco Bastos, entretanto, é mais conhecida por Anália Franco. Com 16 anos de idade entrou num Concurso de Câmara dessa cidade e logrou aprovação para exercer o cargo de professora primária. Trabalhou como assistente de sua própria mãe durante algum tempo. Anteriormente a 1875 diplomou-se Normalista, em S. Paulo. Foi após a Lei do Ventre Livre que sua verdadeira vocação se exteriorizou: a vocação literária. Já era por esse tempo notável como literata, jornalista e poetisa, entretanto, chegou ao seu conhecimento que os nascituros de escravas estavam previamente destinados à "Roda" da Santa Casa de Misericórdia. Já perambulavam, mendicantes, pelas estradas e pelas ruas, os negrinhos expulsos das fazendas por impróprios para o trabalho. Não eram, como até então "negociáveis", com seus pais e os adquirentes de cativos davam preferência às escravas que não tinham filhos no ventre. Anália escreveu, apelando para as mulheres fazendeiras. Trocou seu cargo na Capital de São Paulo por outro no Interior, a fim de socorrer as criancinhas necessitadas. Num bairro duma cidade do norte do Estado de S. Paulo conseguiu uma casa para instalar uma escola primária. Uma fazendeira rica lhe cedeu a casa escolar com uma condição, que foi frontalmente repelida por Anália: não deveria haver promiscuidade de crianças brancas e negras. Diante dessa condição humilhante foi recusada a gratuidade do uso da casa, passando a pagar um aluguel. A fazendeira guardou ressentimento à altivez da professora, porém, naquele local Anália inaugurou a sua primeira e original "Casa Maternal". Começou a receber todas as crianças que lhe batiam à porta, levadas por parentes ou apanhadas nas moitas e desvios dos caminhos. A fazendeira, abusando do prestígio político do marido, vendo que a sua casa, embora alugada, se transformara num albergue de negrinhos, resolveu acabar com aquele "escândalo" em sua fazenda. Promoveu diligências junto ao coronel e este conseguiu facilmente a remoção da professora. Anália foi para a cidade e alugou uma casa velha, pagando de seu bolso o aluguel correspondente à metade do seu ordenado. Como o restante era insuficiente para a alimentação das crianças, não trepidou em ir, pessoalmente, pedir esmolas para a meninada. Partiu de manhã, à pé, levando consigo o grupinho escuro que ela chamava, em seus escritos, de "meus alunos sem mães". Numa folha local anunciou que, ao lado da escola pública, havia um pequeno "abrigo" para as crianças desamparadas. A fama, nem sempre favorável da novel professora, encheu a cidade. A curiosidade popular tomou-se de espanto, num domingo de festa religiosa. Ela apareceu nas ruas com seus "alunos sem mães", em bando precatório. Moça e magra, modesta e altiva, aquela impressionante figura de mulher, que mendigava para filhos de escravas, tornou-se o escândalo do dia. Era uma mulher perigosa, na opinião de muitos. Seu afastamento da cidade principiou a ser objeto de consideração em rodas políticas, nas farmácias. Mas rugiu a seu favor um grupo de abolicionistas e republicanos, contra o grande grupo de católicos, escravocratas e monarquistas. Com o decorrer do tempo, deixando algumas escolas maternais no Interior, veio para S. Paulo. Aqui entrou brilhantemente para o grupo abolicionista e republicano. Sua missão, porém, não era política. Sua preocupação maior era com as crianças desamparadas, o que a levou a fundar uma revista própria, intitulada "Álbum das Meninas", cujo primeiro número veio a lume a 30 de abril de 1898. O artigo de fundo tinha o título "Às mães e educadoras". Seu prestígio no seio do professorado já era grande quando surgiram a abolição da escravatura e a República. O advento dessa nova era encontrou Anália com dois grandes colégios gratuitos para meninas e meninos. E logo que as leis o permitiram, ela, secundada por vinte senhoras amigas, fundou o instituto educacional que se denominou "Associação Feminina Beneficente e Instrutiva", no dia 17 de novembro de 1901, com sede no Largo do Arouche, em S. Paulo. Em seguida criou várias "Escolas Maternais" e "Escolas Elementares", instalando, com inauguração solene a 25 de janeiro de 1902, o "Liceu Feminino", que tinha por finalidade instruir e preparar professoras para a direção daquelas escolas, com o curso de dois anos para as professoras de "Escolas Maternais" e de três anos para as "Escolas Elementares". Anália Franco publicou numerosos folhetos e opúsculos referentes aos cursos ministrados em suas escolas, tratados especiais sobre a infância, nos quais as professoras encontraram meios de desenvolver as faculdades afetivas e morais das crianças, instruindo-as ao mesmo tempo. O seu opúsculo "O Novo Manual Educativo", era dividido em três partes: Infância, Adolescência e Juventude. Em 10 de dezembro de 1903, passou a publicar "A Voz Maternal", revista mensal com a apreciável tiragem de 6.000 exemplares, impressos em oficinas próprias. A Associação Feminina mantinha um Bazar na rua do Rosário n.o. 18, em S. Paulo, para a venda dos artefatos das suas oficinas, e uma sucursal desse estabelecimento na Ladeira do Piques n.o. 23. Anália Franco mantinha Escolas Reunidas na Capital e Escolas Isoladas no Interior, Escolas Maternais, Creches na Capital e no Interior do Estado, Bibliotecas anexas às escolas, Escolas Profissionais, Arte Tipográfica, Curso de Escrituração Mercantil, Prática de Enfermagem e Arte Dentária, Línguas (francês, italiano, inglês e alemão); Música, Desenho, Pintura, Pedagogia, Costura, Bordados, Flores artificiais e Chapéus, num total de 37 instituições. Era romancista, escritora, teatróloga e poetisa. Escreveu uma infinidade de livretos para a educação das crianças e para as Escolas, os quais são dignos de serem adotados nas Escolas públicas. Era espírita fervorosa, revelando sempre inusitado interesse pelas coisas atinentes à Doutrina Espírita. Produziu a sua vasta cultura três ótimos romances: "A Égide Materna", "A Filha do Artista", e "A Filha Adotiva". Foi autora de numerosas peças teatrais, de diálogos e de várias estrofes, destacando-se "Hino a Deus", "Hino a Ana Nery", "Minha Terra", "Hino a Jesus" e outros. Em 1911 conseguiu, sem qualquer recurso financeiro, adquirir a "Chácara Paraíso". Eram 75 alqueires de terra, parte em matas e capoeiras e o restante ocupado com benfeitorias diversas, entre as quais um velho solar, ocupado durante longos anos por uma das mais notáveis figuras da História do Brasil: Diogo Antônio Feijó. Nessa chácara fundou Anália Franco a "Colônia Regeneradora D. Romualdo", aproveitando o casarão, a estrebaria e a antiga senzala, internando ali sob direção feminina, os garotos mais aptos para a Lavoura, a horticultura e outras atividades agropastoris, recolhendo ainda moças desviadas, conseguindo assim regenerar centenas de mulheres. A vasta sementeira de Anália Franco consistiu em 71 Escolas, 2 albergues, 1 colônia regeneradora para mulheres, 23 asilos para crianças órfãs, 1 Banda Musical Feminina, 1 orquestra, 1 Grupo Dramático, além de oficinas para manufatura de chapéus, flores artificiais, etc., em 24 cidades do Interior e da Capital. Sua desencarnação ocorreu precisamente quando havia tomado a deliberação de ir ao Rio de Janeiro fundar mais uma instituição, idéia essa concretizada posteriormente pelo seu esposo, que ali fundou o "Asilo Anália Franco". A obra de Anália Franco foi, incontestavelmente, uma das mais salientes e meritórias da História do Espiritismo. "Quem quiser ser o primeiro entre vós, faça-se servo de todos (Mc, 10, 44). Estas palavras de Jesus aos discípulos indicam qual é o caminho que leva à grandeza evangélica. Madre Teresa de Calcutá, fundadora dos Missionários e das Missionárias da Caridade, que hoje tenho a alegria de inscrever no Álbum dos Beatos, deixou-se guiar por esta lógica.Ícone do Bom Samaritano, ela ia a toda parte para servir Cristo nos mais pobres entre os pobres." Esse é um trecho da homilia do Papa João Paulo 2o durante o ritual de beatificação de Madre Teresa de Calcutá, em outubro de 2003.Agnes Gonxha Bojaxhiu nasceu numa família católica da comunidade albanesa do sul da antiga Iugoslávia. Foi educada numa escola pública e, ainda jovem, tornou-se solista no coro da igreja.Determinada a seguir sua vocação religiosa, Agnes ingressou na Congregação Mariana. Em setembro de 1928, ingressou na Casa das Irmãs de Nossa Senhora do Loreto, em Dublin, na Irlanda. De lá partiu para a cidade de Darjeeling, na Índia, onde as irmãs de Loreto tinham um colégio, em 1931. Lá fez noviciado e finalmente fez os votos de obediência, pobreza e castidade, tomando o nome de Teresa.De Darjeeling, Teresa partiu para Calcutá, onde viveu como religiosa e foi professora de história e geografia no Colégio Santa Maria, único colégio católico para meninas ricas da cidade de Calcutá. O contraste com a pobreza à sua volta era muito grande. Em maio de 1937, Teresa fez a profissão perpétua.A revelação ocorreu em setembro de 1946, durante uma viagem de trem. Madre Teresa ouviu um chamado interior que a incitou a abandonar o convento de Loreto, em Calcutá, e passar a viver entre os pobres. Em 1948, autorizada pelo Papa Pio XII, Teresa foi "viver só, fora do claustro, tendo Deus como único protetor e guia, no meio dos mais pobres de Calcutá". Em dezembro do mesmo ano, conseguiu a nacionalidade indiana.Teresa passou a usar um traje indiano, um sári branco com debruns azuis e uma pequena cruz no ombro. Pedindo ajuda nas ruas, auxiliava pobres, doentes e famintos. Pouco a pouco, foi angariando adeptas para sua causa entre as antigas alunas. Em 1950, fundou uma congregação de religiosas.Madre Teresa fundou casas religiosas por toda a Índia e, depois, no exterior. Seu trabalho obteve grande repercussão. O Papa João Paulo II cedeu uma casa, ao lado da Santa Sé, para recolhimento dos pobres, a casa "Dom de Maria".Em 1979, Madre Teresa recebeu o prêmio Nobel da Paz, pelos serviços prestados à humanidade. Depois de dedicar toda uma vida aos pobres, Madre Teresa de Calcutá morreu aos 87 anos, de parada cardíaca.Em outubro de 2003 foi beatificada pelo Papa João Paulo 2o. Ganxhe Bojaxhiu nasceu em 26 de agosto de 1910, na cidede Skopie, capital da Macedônia, em uma família católica, sua mãe, Drana, era uma pessoa de intensa religiosidade. Aos 12 anos Ganxhe despertou para sua vocação religiosa. A cidade se Skopie, vivia em constate conflito com a dominação turca, em 1912 a cidade foi libertada e consegui sua independência. Mas pouco tempo deposi soferu novas invasões. Seu pai lutava contra os contra os conflitos étnicos, e sua paixão política o levou a própria morte no ano de 1919. Após a sua morte muitos problema ocorreram com a família de Ganxhe, problemas com sócio da família, fez com que a mãe de Ganxhe assumisse os gastos da família. A família vivia próxima a paróquia do Sagrado Coração e logo a mãe de Ganxhe percebeu seu gosto pelos ofícios religiosos, logo o pároco Frnajo Jambrekovic, incentivou Ganxhe a leitura de histórias missionárias. "Não Tinha completado ainda 12 anos, quando senti o desejo de ser missionária", contou mais tarde Madre Teresa. Ainda criança, Ganxhe entrou para a congregação Mariana das Filhas de Maria, e ajuda os pobres em sua própria casa. "Aos pés da Virgem de Letnice, escutei um dia o chamado Divino que me convencia de servir a Deus", disse muitos anos depois a Madre Teresa que confessou descobrir a intensidade do chamado graças "a uma grande alegria interior". Em 25 de dezembro de 1938, aos 18 anos se mudou para Rathfarnham, na Irlanda, onde se ficava o Instituto da Beata Virgem. Em 1929, após 37 dias de viagem pelo mar, Ganxhe chega em Begala, depopis viajou a Calcutè e finalmente chegou em Dajeerling, onde no seminário da Ordem estudou e em 24 de maio de 1931, escolheu o nome de Teresa, inspirada pela Santa Teresa D´Avila. "Querida mamãe, gostaria muito de estar contigo, Age e Lázaro, mas devo dizer que tua pequena Ganxhe é feliz...Esta é uma vida nova. Sou professora e gosto do trabalho. Todos aqui nos amamos muito", escreveu a sua mãe Drana, a quem nunca mais voltou a ver desde que se mudou de Skope, em 1928. Entre os 18 de 38 anos, Teresa era religiosa das damas Irlandesas na Índia e professora de história e geografia no colégio Santa Maria, único para meninas católicas em Calcutá. Logo começou a ensina no colégio de Entally,onde iam as pobres. Na Índia, colônia Britânica, havia muitas aspirações pela independência e Mahatma Gandhi pregava a não violência. Em 1937 no dia 24 de maio, Teresa professou de forma perpetua suam vocação religiosa. Começou a se dedicar a um grupo de irmãs indianas de Bengala, que seguima as regras jesuíticas, eram as Filhas de Santa Ana, elas inspiraram Teresa em seu projeto de vida missionária, O momento crucial para a sua vida que a convertia em Madre Teresa de Calcutá, deu-se de improviso. Ela mesma nos conta: "Ocorreu em 10 de setembro de 1946, durante a viagem de trem que me levava ao convento de Darjeeling para fazer os exercícios espirituais. Enquanto rezava em silêncio a nosso Senhor, adverti um chamado dentro do chamado. A mensagem era muito clara: devia deixar o convento de Loreto (em Calcutá) e entregar-me ao serviço dos pobres, vivendo entre eles". Logo iniciou sua vida como: Madre Teresa de Calcutá. Recebeu a permissão da Santa Sede para levar os moribundos das ruas para um lar onde eles pudessem morrer em paz e dignidade, também abriu um orfanato. Em 1950 fundou uma congregação religiosa, e as irmãs de caridade são mais de 4.000, espaplhadas por 95 países, e todas as nações permitiram seus trabalhos. Gradualmente, outras mulheres se uniram a ela de modo que, em 1950 recebeu a aprovação oficial do Papa Pio XII para fundar uma congregação de religiosas, as Missionárias da Caridade, que se dedicariam a servir aos mais pobres entre os pobres. O Papa João Paulo II confiou às religiosas de Madre Teresa a casa "Dom de Maria" aberta no Vaticano, ao lado do Palácio do Santo Ofício, para assistir aos mais pobres e aos moribundos da Itália. Em 1979 Madre Teresa recebeu o Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho. A Madre Teresa de Calcutá faleceu na Sexta-feira 5 de setembro de 1997 vítima de uma parada cardíaca. Milhares de pessoas de todo o mundo se congregaram formando várias filas na Igreja de Santo Tomás para despedir-se da Madre Teresa.</itunes:subtitle><itunes:author>José Carlos</itunes:author><itunes:summary>Nascida na cidade de Resende, Estado do Rio de Janeiro, no dia 10 de fevereiro de 1856, e desencarnada em S. Paulo, no dia 13 de janeiro de 1919. Seu nome de solteira era Anália Emília Franco. Após consorciar-se em matrimônio com Francisco Antônio Bastos, seu nome passou a ser Anália Franco Bastos, entretanto, é mais conhecida por Anália Franco. Com 16 anos de idade entrou num Concurso de Câmara dessa cidade e logrou aprovação para exercer o cargo de professora primária. Trabalhou como assistente de sua própria mãe durante algum tempo. Anteriormente a 1875 diplomou-se Normalista, em S. Paulo. Foi após a Lei do Ventre Livre que sua verdadeira vocação se exteriorizou: a vocação literária. Já era por esse tempo notável como literata, jornalista e poetisa, entretanto, chegou ao seu conhecimento que os nascituros de escravas estavam previamente destinados à "Roda" da Santa Casa de Misericórdia. Já perambulavam, mendicantes, pelas estradas e pelas ruas, os negrinhos expulsos das fazendas por impróprios para o trabalho. Não eram, como até então "negociáveis", com seus pais e os adquirentes de cativos davam preferência às escravas que não tinham filhos no ventre. Anália escreveu, apelando para as mulheres fazendeiras. Trocou seu cargo na Capital de São Paulo por outro no Interior, a fim de socorrer as criancinhas necessitadas. Num bairro duma cidade do norte do Estado de S. Paulo conseguiu uma casa para instalar uma escola primária. Uma fazendeira rica lhe cedeu a casa escolar com uma condição, que foi frontalmente repelida por Anália: não deveria haver promiscuidade de crianças brancas e negras. Diante dessa condição humilhante foi recusada a gratuidade do uso da casa, passando a pagar um aluguel. A fazendeira guardou ressentimento à altivez da professora, porém, naquele local Anália inaugurou a sua primeira e original "Casa Maternal". Começou a receber todas as crianças que lhe batiam à porta, levadas por parentes ou apanhadas nas moitas e desvios dos caminhos. A fazendeira, abusando do prestígio político do marido, vendo que a sua casa, embora alugada, se transformara num albergue de negrinhos, resolveu acabar com aquele "escândalo" em sua fazenda. Promoveu diligências junto ao coronel e este conseguiu facilmente a remoção da professora. Anália foi para a cidade e alugou uma casa velha, pagando de seu bolso o aluguel correspondente à metade do seu ordenado. Como o restante era insuficiente para a alimentação das crianças, não trepidou em ir, pessoalmente, pedir esmolas para a meninada. Partiu de manhã, à pé, levando consigo o grupinho escuro que ela chamava, em seus escritos, de "meus alunos sem mães". Numa folha local anunciou que, ao lado da escola pública, havia um pequeno "abrigo" para as crianças desamparadas. A fama, nem sempre favorável da novel professora, encheu a cidade. A curiosidade popular tomou-se de espanto, num domingo de festa religiosa. Ela apareceu nas ruas com seus "alunos sem mães", em bando precatório. Moça e magra, modesta e altiva, aquela impressionante figura de mulher, que mendigava para filhos de escravas, tornou-se o escândalo do dia. Era uma mulher perigosa, na opinião de muitos. Seu afastamento da cidade principiou a ser objeto de consideração em rodas políticas, nas farmácias. Mas rugiu a seu favor um grupo de abolicionistas e republicanos, contra o grande grupo de católicos, escravocratas e monarquistas. Com o decorrer do tempo, deixando algumas escolas maternais no Interior, veio para S. Paulo. Aqui entrou brilhantemente para o grupo abolicionista e republicano. Sua missão, porém, não era política. Sua preocupação maior era com as crianças desamparadas, o que a levou a fundar uma revista própria, intitulada "Álbum das Meninas", cujo primeiro número veio a lume a 30 de abril de 1898. O artigo de fundo tinha o título "Às mães e educadoras". Seu prestígio no seio do professorado já era grande quando surgiram a abolição da escravatura e a República. O advento dessa nova era encontrou Anália com dois grandes colégios gratuitos para meninas e meninos. E logo que as leis o permitiram, ela, secundada por vinte senhoras amigas, fundou o instituto educacional que se denominou "Associação Feminina Beneficente e Instrutiva", no dia 17 de novembro de 1901, com sede no Largo do Arouche, em S. Paulo. Em seguida criou várias "Escolas Maternais" e "Escolas Elementares", instalando, com inauguração solene a 25 de janeiro de 1902, o "Liceu Feminino", que tinha por finalidade instruir e preparar professoras para a direção daquelas escolas, com o curso de dois anos para as professoras de "Escolas Maternais" e de três anos para as "Escolas Elementares". Anália Franco publicou numerosos folhetos e opúsculos referentes aos cursos ministrados em suas escolas, tratados especiais sobre a infância, nos quais as professoras encontraram meios de desenvolver as faculdades afetivas e morais das crianças, instruindo-as ao mesmo tempo. O seu opúsculo "O Novo Manual Educativo", era dividido em três partes: Infância, Adolescência e Juventude. Em 10 de dezembro de 1903, passou a publicar "A Voz Maternal", revista mensal com a apreciável tiragem de 6.000 exemplares, impressos em oficinas próprias. A Associação Feminina mantinha um Bazar na rua do Rosário n.o. 18, em S. Paulo, para a venda dos artefatos das suas oficinas, e uma sucursal desse estabelecimento na Ladeira do Piques n.o. 23. Anália Franco mantinha Escolas Reunidas na Capital e Escolas Isoladas no Interior, Escolas Maternais, Creches na Capital e no Interior do Estado, Bibliotecas anexas às escolas, Escolas Profissionais, Arte Tipográfica, Curso de Escrituração Mercantil, Prática de Enfermagem e Arte Dentária, Línguas (francês, italiano, inglês e alemão); Música, Desenho, Pintura, Pedagogia, Costura, Bordados, Flores artificiais e Chapéus, num total de 37 instituições. Era romancista, escritora, teatróloga e poetisa. Escreveu uma infinidade de livretos para a educação das crianças e para as Escolas, os quais são dignos de serem adotados nas Escolas públicas. Era espírita fervorosa, revelando sempre inusitado interesse pelas coisas atinentes à Doutrina Espírita. Produziu a sua vasta cultura três ótimos romances: "A Égide Materna", "A Filha do Artista", e "A Filha Adotiva". Foi autora de numerosas peças teatrais, de diálogos e de várias estrofes, destacando-se "Hino a Deus", "Hino a Ana Nery", "Minha Terra", "Hino a Jesus" e outros. Em 1911 conseguiu, sem qualquer recurso financeiro, adquirir a "Chácara Paraíso". Eram 75 alqueires de terra, parte em matas e capoeiras e o restante ocupado com benfeitorias diversas, entre as quais um velho solar, ocupado durante longos anos por uma das mais notáveis figuras da História do Brasil: Diogo Antônio Feijó. Nessa chácara fundou Anália Franco a "Colônia Regeneradora D. Romualdo", aproveitando o casarão, a estrebaria e a antiga senzala, internando ali sob direção feminina, os garotos mais aptos para a Lavoura, a horticultura e outras atividades agropastoris, recolhendo ainda moças desviadas, conseguindo assim regenerar centenas de mulheres. A vasta sementeira de Anália Franco consistiu em 71 Escolas, 2 albergues, 1 colônia regeneradora para mulheres, 23 asilos para crianças órfãs, 1 Banda Musical Feminina, 1 orquestra, 1 Grupo Dramático, além de oficinas para manufatura de chapéus, flores artificiais, etc., em 24 cidades do Interior e da Capital. Sua desencarnação ocorreu precisamente quando havia tomado a deliberação de ir ao Rio de Janeiro fundar mais uma instituição, idéia essa concretizada posteriormente pelo seu esposo, que ali fundou o "Asilo Anália Franco". A obra de Anália Franco foi, incontestavelmente, uma das mais salientes e meritórias da História do Espiritismo. "Quem quiser ser o primeiro entre vós, faça-se servo de todos (Mc, 10, 44). Estas palavras de Jesus aos discípulos indicam qual é o caminho que leva à grandeza evangélica. Madre Teresa de Calcutá, fundadora dos Missionários e das Missionárias da Caridade, que hoje tenho a alegria de inscrever no Álbum dos Beatos, deixou-se guiar por esta lógica.Ícone do Bom Samaritano, ela ia a toda parte para servir Cristo nos mais pobres entre os pobres." Esse é um trecho da homilia do Papa João Paulo 2o durante o ritual de beatificação de Madre Teresa de Calcutá, em outubro de 2003.Agnes Gonxha Bojaxhiu nasceu numa família católica da comunidade albanesa do sul da antiga Iugoslávia. Foi educada numa escola pública e, ainda jovem, tornou-se solista no coro da igreja.Determinada a seguir sua vocação religiosa, Agnes ingressou na Congregação Mariana. Em setembro de 1928, ingressou na Casa das Irmãs de Nossa Senhora do Loreto, em Dublin, na Irlanda. De lá partiu para a cidade de Darjeeling, na Índia, onde as irmãs de Loreto tinham um colégio, em 1931. Lá fez noviciado e finalmente fez os votos de obediência, pobreza e castidade, tomando o nome de Teresa.De Darjeeling, Teresa partiu para Calcutá, onde viveu como religiosa e foi professora de história e geografia no Colégio Santa Maria, único colégio católico para meninas ricas da cidade de Calcutá. O contraste com a pobreza à sua volta era muito grande. Em maio de 1937, Teresa fez a profissão perpétua.A revelação ocorreu em setembro de 1946, durante uma viagem de trem. Madre Teresa ouviu um chamado interior que a incitou a abandonar o convento de Loreto, em Calcutá, e passar a viver entre os pobres. Em 1948, autorizada pelo Papa Pio XII, Teresa foi "viver só, fora do claustro, tendo Deus como único protetor e guia, no meio dos mais pobres de Calcutá". Em dezembro do mesmo ano, conseguiu a nacionalidade indiana.Teresa passou a usar um traje indiano, um sári branco com debruns azuis e uma pequena cruz no ombro. Pedindo ajuda nas ruas, auxiliava pobres, doentes e famintos. Pouco a pouco, foi angariando adeptas para sua causa entre as antigas alunas. Em 1950, fundou uma congregação de religiosas.Madre Teresa fundou casas religiosas por toda a Índia e, depois, no exterior. Seu trabalho obteve grande repercussão. O Papa João Paulo II cedeu uma casa, ao lado da Santa Sé, para recolhimento dos pobres, a casa "Dom de Maria".Em 1979, Madre Teresa recebeu o prêmio Nobel da Paz, pelos serviços prestados à humanidade. Depois de dedicar toda uma vida aos pobres, Madre Teresa de Calcutá morreu aos 87 anos, de parada cardíaca.Em outubro de 2003 foi beatificada pelo Papa João Paulo 2o. Ganxhe Bojaxhiu nasceu em 26 de agosto de 1910, na cidede Skopie, capital da Macedônia, em uma família católica, sua mãe, Drana, era uma pessoa de intensa religiosidade. Aos 12 anos Ganxhe despertou para sua vocação religiosa. A cidade se Skopie, vivia em constate conflito com a dominação turca, em 1912 a cidade foi libertada e consegui sua independência. Mas pouco tempo deposi soferu novas invasões. Seu pai lutava contra os contra os conflitos étnicos, e sua paixão política o levou a própria morte no ano de 1919. Após a sua morte muitos problema ocorreram com a família de Ganxhe, problemas com sócio da família, fez com que a mãe de Ganxhe assumisse os gastos da família. A família vivia próxima a paróquia do Sagrado Coração e logo a mãe de Ganxhe percebeu seu gosto pelos ofícios religiosos, logo o pároco Frnajo Jambrekovic, incentivou Ganxhe a leitura de histórias missionárias. "Não Tinha completado ainda 12 anos, quando senti o desejo de ser missionária", contou mais tarde Madre Teresa. Ainda criança, Ganxhe entrou para a congregação Mariana das Filhas de Maria, e ajuda os pobres em sua própria casa. "Aos pés da Virgem de Letnice, escutei um dia o chamado Divino que me convencia de servir a Deus", disse muitos anos depois a Madre Teresa que confessou descobrir a intensidade do chamado graças "a uma grande alegria interior". Em 25 de dezembro de 1938, aos 18 anos se mudou para Rathfarnham, na Irlanda, onde se ficava o Instituto da Beata Virgem. Em 1929, após 37 dias de viagem pelo mar, Ganxhe chega em Begala, depopis viajou a Calcutè e finalmente chegou em Dajeerling, onde no seminário da Ordem estudou e em 24 de maio de 1931, escolheu o nome de Teresa, inspirada pela Santa Teresa D´Avila. "Querida mamãe, gostaria muito de estar contigo, Age e Lázaro, mas devo dizer que tua pequena Ganxhe é feliz...Esta é uma vida nova. Sou professora e gosto do trabalho. Todos aqui nos amamos muito", escreveu a sua mãe Drana, a quem nunca mais voltou a ver desde que se mudou de Skope, em 1928. Entre os 18 de 38 anos, Teresa era religiosa das damas Irlandesas na Índia e professora de história e geografia no colégio Santa Maria, único para meninas católicas em Calcutá. Logo começou a ensina no colégio de Entally,onde iam as pobres. Na Índia, colônia Britânica, havia muitas aspirações pela independência e Mahatma Gandhi pregava a não violência. Em 1937 no dia 24 de maio, Teresa professou de forma perpetua suam vocação religiosa. Começou a se dedicar a um grupo de irmãs indianas de Bengala, que seguima as regras jesuíticas, eram as Filhas de Santa Ana, elas inspiraram Teresa em seu projeto de vida missionária, O momento crucial para a sua vida que a convertia em Madre Teresa de Calcutá, deu-se de improviso. Ela mesma nos conta: "Ocorreu em 10 de setembro de 1946, durante a viagem de trem que me levava ao convento de Darjeeling para fazer os exercícios espirituais. Enquanto rezava em silêncio a nosso Senhor, adverti um chamado dentro do chamado. A mensagem era muito clara: devia deixar o convento de Loreto (em Calcutá) e entregar-me ao serviço dos pobres, vivendo entre eles". Logo iniciou sua vida como: Madre Teresa de Calcutá. Recebeu a permissão da Santa Sede para levar os moribundos das ruas para um lar onde eles pudessem morrer em paz e dignidade, também abriu um orfanato. Em 1950 fundou uma congregação religiosa, e as irmãs de caridade são mais de 4.000, espaplhadas por 95 países, e todas as nações permitiram seus trabalhos. Gradualmente, outras mulheres se uniram a ela de modo que, em 1950 recebeu a aprovação oficial do Papa Pio XII para fundar uma congregação de religiosas, as Missionárias da Caridade, que se dedicariam a servir aos mais pobres entre os pobres. O Papa João Paulo II confiou às religiosas de Madre Teresa a casa "Dom de Maria" aberta no Vaticano, ao lado do Palácio do Santo Ofício, para assistir aos mais pobres e aos moribundos da Itália. Em 1979 Madre Teresa recebeu o Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho. A Madre Teresa de Calcutá faleceu na Sexta-feira 5 de setembro de 1997 vítima de uma parada cardíaca. Milhares de pessoas de todo o mundo se congregaram formando várias filas na Igreja de Santo Tomás para despedir-se da Madre Teresa.</itunes:summary><itunes:keywords>FÉ,ESPERANÇA,AMOR,LUZ</itunes:keywords></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7564196596479371876.post-5476451909196377641</guid><pubDate>Fri, 10 Apr 2009 20:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-12T10:52:53.481-03:00</atom:updated><title>IRMÃ SHEILLA / IRMÃ MEMEI</title><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3oaXQiBsYewlc4ECrzIG8xptfvwvB2vBf4h4pJv7NGFH-ZqSGLCQtnIqRB4X3A93WY-hyxwWjjCMOqRKkevUzNdmQsUguk8BzgIlCsc3eTK1UtUc-weBfdoBxqQgU55BDyF490P0_C9E0/s1600-h/scheilla1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323170653427646050" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 194px; CURSOR: hand; HEIGHT: 248px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3oaXQiBsYewlc4ECrzIG8xptfvwvB2vBf4h4pJv7NGFH-ZqSGLCQtnIqRB4X3A93WY-hyxwWjjCMOqRKkevUzNdmQsUguk8BzgIlCsc3eTK1UtUc-weBfdoBxqQgU55BDyF490P0_C9E0/s400/scheilla1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#993399;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Cópia da foto de Sheilla, tirada em reunião de materialização, realizada com o saudoso médium Peixotinho, na cidade de Campos, Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;Os traços fisionômicos de Sheilla na fotografia são entusiasticamente confirmados por Dª Maria Augusta de Holanda Fontes, que participou da reunião de materialização realizada com a presença de Peixotinho, em Fortaleza, Ceará, e que chegou a tocar nas tranças de Scheilla.&lt;br /&gt;Scheilla nasceu na Alemanha e desencarnou por ocasião do primeiro bombardeio da RAF em Berlim, na 2 Grande Guerra Mundial, soterrada em pleno desenpenho de sua função de enfermeira, em um abrigo de crianças.&lt;br /&gt;Ao se reposicionar no mundo espiritual, optou por atuar no Brasil, onde se encontravam seus afins, inclusive o médium Peixotinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O mundo se encontra cheio de coisas materializadas, em todas as faixas de vida. No entanto, os Espíritos Superiores empenham-se em se materializarem, quando oportuno, para os homens, para que eles vejam e despertem para a fé na vida, que continua sempre, nas variadas dimensões do existir.&lt;br /&gt;"Quantas vezes tivemos a felicidade de pegar nas mãos humanas, fazendo-nos visíveis para os nossos irmãos da Terra, saudando-os com o nosso gesto de alegria, complemento divino do amor".&lt;br /&gt;"Muitos duvidaram da nossa presença, mas muitos ainda conservam na lembrança e no coração a nossa palavra, como serva de Jesus.&lt;br /&gt;Mesmo com nossas deficiências, o nosso ideal era e é de servir, com prazer de ser útil".&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;IRMÃ SCHEILLA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENCARNAÇÕES ANTERIORES&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Tem-se notícias apenas de duas encarnações de Scheilla: uma na França, no século XVI, e outra na Alemanha.&lt;br /&gt;Na existência francesa, chamou-se Joana Francisca Frémiot, nascida em Dijon a 28/01/1572 e desencarnada em Moulins a 13/12/1641.&lt;br /&gt;Ficou conhecida como Santa Joana de Chantal (canonizada em 1767) ou Baronesa de Chantal. Casara-se, aos 20 anos, com o Barão de Chantal. Tendo muito cedo perdido seu marido, passou a dedicar-se à obras piedosas e orações, juntamente com os deveres de mãe para com seus 4 filhos.&lt;br /&gt;Fundou, em 1604, juntamente com o Bispo de Genebra, S. Francisco de Salles, em Annecy, a congregação da Visitação de Maria, que dirigiu como superiora, em Paris. Em 1619, Santa Joana de Chantal deixou o cargo de superiora da Ordem de Visitação e voltou a Annecy, onde ficava a casa-mãe da Ordem. A 13 de dezembro de 1641 ela veio a falecer.&lt;br /&gt;A outra encarnação conhecida de Scheilla, verificou-se na Alemanha. Com a guerra no continente Europeu, aflições e angústias assolaram a cidade de Berlim, na Alemanha, onde Scheilla atuava como enfermeira. Seu estilo simples, sua meiguice espontânea, muito ajudavam em sua profissão. Bonita, tez clara, cabelo muito louro, que lhe davam um ar de graça muito suave. Seus olhos, azuis-esverdeados, de um brilho intenso, refletiam a grandeza de seu Espírito. Estatura mediana, sempre com seu avental branco, lá estava Scheilla, preocupada em ajudar, indistintamente. Esquecia-se de si mesma, pensava somente na sua responsabilidade. Via primeiro a dor, depois a criatura... Numa tarde de pleno combate, desencarna Scheilla, a jovem enfermeira. Morria no campo de lutas, aos 28 anos de idade.&lt;br /&gt;Muitos anos depois, surgia nas esferas superiores da espiritualidade, com o seu mesmo estilo, aprimorado carinho e dedicação, Scheilla, a Enfermeira do Alto!&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;TRABALHO ESPIRITUAL NO BRASIL&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo indica que Scheilla vinculou-se, algum tempo após a sua desencarnação em terras alemãs, às falanges espirituais que atuam em nome do Cristo, no Brasil.Atualmente nossa querida Mentora trabalha na Espiritualidade, juntamente com Cairbar Schutel, Coordenador Geral da Colônia Espiritual Alvorada Nova. Scheilla desenvolve um trabalho forte e muito amplo, com dedicação ímpar, coordenando quatorze equipes que formam o Conselho da Casa de Repouso, o qual se reúne periodicamente, decidindo às questões pertinentes.&lt;br /&gt;Conta-nos R. A. Ranieri que, numa das primeiras reuniões de materialização, iniciadas em 1948 pelo médium “Peixotinho”, surgiu a figura caridosa de Scheilla. Em Belo Horizonte, marcou-se uma pequena reunião que seria realizada com a finalidade de submeter a tratamento Dona Ló de Barros Soares, esposa de Jair Soares. No silêncio e na escuridão surgiu a figura luminosa de mulher, vestida de tecidos de luz e ostentando duas belas tranças, era Scheilla. Nas mãos trazia um aparelho semelhante a uma pedra verde-claro, ao qual se referiu dizendo tratar-se de um emissor de radioatividade, ainda desconhecido na Terra. Fez aplicações em Dona Ló. Depois de alguns minutos, levantou-se da cadeira e proferiu uma belíssima pregação evangélica com sotaque alemão e voz de mulher.&lt;br /&gt;Em vários grupos espíritas brasileiros, além de sua atuação na assistência à saúde, sempre se caracterizou em trazer às reuniões certos objetos, deixando no recinto o perfume de flores que lhe caracterizam.&lt;br /&gt;Na obra "Chico Xavier - 40 Anos no Mundo da Mediunidade" de Roque Jacintho, encontramos o seguinte depoimento: "Chico aplicava passes. Ao nosso lado, ocorreu um ruído, qual se algum objeto de pequeno porte tivesse sido arremessado, sem muita violência. (-Jô - disse um médium - Scheilla deu-lhe um presente). Logo mais, procuramos ao nosso derredor e vimos um caramujo grande e adoravelmente belo, estriado em deliciosas cores. Apanhamo-lo, incontinenti, e verificamos nele água marítima, salgada e gelada, com restos de uma areia fresca. Scheilla o transportara para nós. Estávamos a centenas de quilômetros de uma nesga de mar, em manhã de sol abrasador que crestava a vegetação e, em nossas mãos, o caramujo que o Espírito nos ofertara, servindo-se da mediunidade de Chico!""Na assistência reduzida, estava presente um cientista suíço, materialista, que ali viera ter por insistência de seus familiares. Scheilla, em sotaque alemão, anunciou: -Para nosso irmão que está ali - indicava o suíço -, vou dar o perfume que a sua mãezinha usava, quando na Terra. Despertou-lhe um soluço comovido, pela lembrança que se lhe aflorou à memória, recordando a figura da mãezinha ausente.”&lt;br /&gt;Tempos depois, um outro raro instante se deu com a presença de Scheilla. "Bissoli, Gonçalves, Isaura, entre outros, compunham a equipe de beneficiados, agrupando-se numa das salas da casa de André, tendo Chico se retirado para o dormitório do casal, onde permaneceria em transe mediúnico. Uma onda de perfume, corporifica-se Scheilla, loira e jovial, falando com seu forte sotaque alemão. Bissoli estabeleceu o diálogo: -Eu me sinto mal - diz Bissoli - Você - informou Scheilla - come muita manteiga Bissoli. Vou tirar uma radiografia de seu estômago. A pedido, nosso companheiro levantou a camisa. O espírito corporificado aproxima-se e entrecorre, num sentido horizontal, os seus dedos semi-abertos sobre a região do estômago de nosso amigo. E tal se lhe incrustassem uma tela de vidro no abdômen, podíamos ver as vísceras em funcionamento. - Pronto! - diz Scheilla, apagando o fenômeno. - Agora levarei a radiografia ao Plano Espiritual para que a estudem e lhe dêem um remédio.”&lt;br /&gt;Ao término destes singelos apontamentos biográficos, com muito respeito por esse Espírito Missionário, de tanta dedicação e amor em nome de Jesus, só nos resta agradecer a assistência e amor doados por ela.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://ceis.feparana.com.br/irma_scheilla/irma%20scheilla.zip"&gt;Clique aqui para fazer o download deste texto em Word&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323170157920920482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 258px; CURSOR: hand; HEIGHT: 322px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0vdBjkvHuoN2R557tP2l_I23038cdpgTjY9MBfmAARS9MO7kb00NnqnN_2hAkrl0qV3-wSdGDOD32Uj_fXqtUj5szfgH0725JvEfTVvXRv4ctQDKxRifXtHLFj0roYmUZMbAHEPRGAGgN/s400/meimei.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Meimei é uma expressão chinesa que significa "Amor Puro" e que foi dada por apelido por Arnaldo Rocha à sua esposa Irma de Castro Rocha. Nascida no dia 22 de outubro de 1922, em Mateus Leme, em Minas Gerais, ela desencarnou em 1° de outubro de 1946, antes de completar 24 anos, vítima de um ataque de nefrite crônica, em Belo Horizonte, Minas Gerais.&lt;br /&gt;Quem conviveu com ela atesta que foi criatura caridosa e sempre pronta a auxiliar os que sofriam, através de uma palavra consoladora ou de ajuda financeira. Apesar de pouca idade, preferia uma boa leitura aos divertimentos, o que, entretanto, não impedia de estar sempre alegre e feliz. Modesta, nunca se vangloriava de suas qualidades pessoais e da grandeza de seu coração.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;</description><enclosure length="0" type="" url="http://umserdeluz.blogspot.com/irmascheila"/><link>http://umserdeluzchicoxavier.blogspot.com/2009/04/irma-sheilla.html</link><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3oaXQiBsYewlc4ECrzIG8xptfvwvB2vBf4h4pJv7NGFH-ZqSGLCQtnIqRB4X3A93WY-hyxwWjjCMOqRKkevUzNdmQsUguk8BzgIlCsc3eTK1UtUc-weBfdoBxqQgU55BDyF490P0_C9E0/s72-c/scheilla1.jpg" width="72"/><thr:total>40</thr:total><author>reikimastermoreira@hotmail.com (José Carlos)</author><itunes:explicit>yes</itunes:explicit><itunes:subtitle>Cópia da foto de Sheilla, tirada em reunião de materialização, realizada com o saudoso médium Peixotinho, na cidade de Campos, Rio de Janeiro. Os traços fisionômicos de Sheilla na fotografia são entusiasticamente confirmados por Dª Maria Augusta de Holanda Fontes, que participou da reunião de materialização realizada com a presença de Peixotinho, em Fortaleza, Ceará, e que chegou a tocar nas tranças de Scheilla. Scheilla nasceu na Alemanha e desencarnou por ocasião do primeiro bombardeio da RAF em Berlim, na 2 Grande Guerra Mundial, soterrada em pleno desenpenho de sua função de enfermeira, em um abrigo de crianças. Ao se reposicionar no mundo espiritual, optou por atuar no Brasil, onde se encontravam seus afins, inclusive o médium Peixotinho. "O mundo se encontra cheio de coisas materializadas, em todas as faixas de vida. No entanto, os Espíritos Superiores empenham-se em se materializarem, quando oportuno, para os homens, para que eles vejam e despertem para a fé na vida, que continua sempre, nas variadas dimensões do existir. "Quantas vezes tivemos a felicidade de pegar nas mãos humanas, fazendo-nos visíveis para os nossos irmãos da Terra, saudando-os com o nosso gesto de alegria, complemento divino do amor". "Muitos duvidaram da nossa presença, mas muitos ainda conservam na lembrança e no coração a nossa palavra, como serva de Jesus. Mesmo com nossas deficiências, o nosso ideal era e é de servir, com prazer de ser útil". IRMÃ SCHEILLA ENCARNAÇÕES ANTERIORESTem-se notícias apenas de duas encarnações de Scheilla: uma na França, no século XVI, e outra na Alemanha. Na existência francesa, chamou-se Joana Francisca Frémiot, nascida em Dijon a 28/01/1572 e desencarnada em Moulins a 13/12/1641. Ficou conhecida como Santa Joana de Chantal (canonizada em 1767) ou Baronesa de Chantal. Casara-se, aos 20 anos, com o Barão de Chantal. Tendo muito cedo perdido seu marido, passou a dedicar-se à obras piedosas e orações, juntamente com os deveres de mãe para com seus 4 filhos. Fundou, em 1604, juntamente com o Bispo de Genebra, S. Francisco de Salles, em Annecy, a congregação da Visitação de Maria, que dirigiu como superiora, em Paris. Em 1619, Santa Joana de Chantal deixou o cargo de superiora da Ordem de Visitação e voltou a Annecy, onde ficava a casa-mãe da Ordem. A 13 de dezembro de 1641 ela veio a falecer. A outra encarnação conhecida de Scheilla, verificou-se na Alemanha. Com a guerra no continente Europeu, aflições e angústias assolaram a cidade de Berlim, na Alemanha, onde Scheilla atuava como enfermeira. Seu estilo simples, sua meiguice espontânea, muito ajudavam em sua profissão. Bonita, tez clara, cabelo muito louro, que lhe davam um ar de graça muito suave. Seus olhos, azuis-esverdeados, de um brilho intenso, refletiam a grandeza de seu Espírito. Estatura mediana, sempre com seu avental branco, lá estava Scheilla, preocupada em ajudar, indistintamente. Esquecia-se de si mesma, pensava somente na sua responsabilidade. Via primeiro a dor, depois a criatura... Numa tarde de pleno combate, desencarna Scheilla, a jovem enfermeira. Morria no campo de lutas, aos 28 anos de idade. Muitos anos depois, surgia nas esferas superiores da espiritualidade, com o seu mesmo estilo, aprimorado carinho e dedicação, Scheilla, a Enfermeira do Alto! TRABALHO ESPIRITUAL NO BRASILTudo indica que Scheilla vinculou-se, algum tempo após a sua desencarnação em terras alemãs, às falanges espirituais que atuam em nome do Cristo, no Brasil.Atualmente nossa querida Mentora trabalha na Espiritualidade, juntamente com Cairbar Schutel, Coordenador Geral da Colônia Espiritual Alvorada Nova. Scheilla desenvolve um trabalho forte e muito amplo, com dedicação ímpar, coordenando quatorze equipes que formam o Conselho da Casa de Repouso, o qual se reúne periodicamente, decidindo às questões pertinentes. Conta-nos R. A. Ranieri que, numa das primeiras reuniões de materialização, iniciadas em 1948 pelo médium “Peixotinho”, surgiu a figura caridosa de Scheilla. Em Belo Horizonte, marcou-se uma pequena reunião que seria realizada com a finalidade de submeter a tratamento Dona Ló de Barros Soares, esposa de Jair Soares. No silêncio e na escuridão surgiu a figura luminosa de mulher, vestida de tecidos de luz e ostentando duas belas tranças, era Scheilla. Nas mãos trazia um aparelho semelhante a uma pedra verde-claro, ao qual se referiu dizendo tratar-se de um emissor de radioatividade, ainda desconhecido na Terra. Fez aplicações em Dona Ló. Depois de alguns minutos, levantou-se da cadeira e proferiu uma belíssima pregação evangélica com sotaque alemão e voz de mulher. Em vários grupos espíritas brasileiros, além de sua atuação na assistência à saúde, sempre se caracterizou em trazer às reuniões certos objetos, deixando no recinto o perfume de flores que lhe caracterizam. Na obra "Chico Xavier - 40 Anos no Mundo da Mediunidade" de Roque Jacintho, encontramos o seguinte depoimento: "Chico aplicava passes. Ao nosso lado, ocorreu um ruído, qual se algum objeto de pequeno porte tivesse sido arremessado, sem muita violência. (-Jô - disse um médium - Scheilla deu-lhe um presente). Logo mais, procuramos ao nosso derredor e vimos um caramujo grande e adoravelmente belo, estriado em deliciosas cores. Apanhamo-lo, incontinenti, e verificamos nele água marítima, salgada e gelada, com restos de uma areia fresca. Scheilla o transportara para nós. Estávamos a centenas de quilômetros de uma nesga de mar, em manhã de sol abrasador que crestava a vegetação e, em nossas mãos, o caramujo que o Espírito nos ofertara, servindo-se da mediunidade de Chico!""Na assistência reduzida, estava presente um cientista suíço, materialista, que ali viera ter por insistência de seus familiares. Scheilla, em sotaque alemão, anunciou: -Para nosso irmão que está ali - indicava o suíço -, vou dar o perfume que a sua mãezinha usava, quando na Terra. Despertou-lhe um soluço comovido, pela lembrança que se lhe aflorou à memória, recordando a figura da mãezinha ausente.” Tempos depois, um outro raro instante se deu com a presença de Scheilla. "Bissoli, Gonçalves, Isaura, entre outros, compunham a equipe de beneficiados, agrupando-se numa das salas da casa de André, tendo Chico se retirado para o dormitório do casal, onde permaneceria em transe mediúnico. Uma onda de perfume, corporifica-se Scheilla, loira e jovial, falando com seu forte sotaque alemão. Bissoli estabeleceu o diálogo: -Eu me sinto mal - diz Bissoli - Você - informou Scheilla - come muita manteiga Bissoli. Vou tirar uma radiografia de seu estômago. A pedido, nosso companheiro levantou a camisa. O espírito corporificado aproxima-se e entrecorre, num sentido horizontal, os seus dedos semi-abertos sobre a região do estômago de nosso amigo. E tal se lhe incrustassem uma tela de vidro no abdômen, podíamos ver as vísceras em funcionamento. - Pronto! - diz Scheilla, apagando o fenômeno. - Agora levarei a radiografia ao Plano Espiritual para que a estudem e lhe dêem um remédio.” Ao término destes singelos apontamentos biográficos, com muito respeito por esse Espírito Missionário, de tanta dedicação e amor em nome de Jesus, só nos resta agradecer a assistência e amor doados por ela. Clique aqui para fazer o download deste texto em Word Meimei é uma expressão chinesa que significa "Amor Puro" e que foi dada por apelido por Arnaldo Rocha à sua esposa Irma de Castro Rocha. Nascida no dia 22 de outubro de 1922, em Mateus Leme, em Minas Gerais, ela desencarnou em 1° de outubro de 1946, antes de completar 24 anos, vítima de um ataque de nefrite crônica, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Quem conviveu com ela atesta que foi criatura caridosa e sempre pronta a auxiliar os que sofriam, através de uma palavra consoladora ou de ajuda financeira. Apesar de pouca idade, preferia uma boa leitura aos divertimentos, o que, entretanto, não impedia de estar sempre alegre e feliz. Modesta, nunca se vangloriava de suas qualidades pessoais e da grandeza de seu coração.</itunes:subtitle><itunes:author>José Carlos</itunes:author><itunes:summary>Cópia da foto de Sheilla, tirada em reunião de materialização, realizada com o saudoso médium Peixotinho, na cidade de Campos, Rio de Janeiro. Os traços fisionômicos de Sheilla na fotografia são entusiasticamente confirmados por Dª Maria Augusta de Holanda Fontes, que participou da reunião de materialização realizada com a presença de Peixotinho, em Fortaleza, Ceará, e que chegou a tocar nas tranças de Scheilla. Scheilla nasceu na Alemanha e desencarnou por ocasião do primeiro bombardeio da RAF em Berlim, na 2 Grande Guerra Mundial, soterrada em pleno desenpenho de sua função de enfermeira, em um abrigo de crianças. Ao se reposicionar no mundo espiritual, optou por atuar no Brasil, onde se encontravam seus afins, inclusive o médium Peixotinho. "O mundo se encontra cheio de coisas materializadas, em todas as faixas de vida. No entanto, os Espíritos Superiores empenham-se em se materializarem, quando oportuno, para os homens, para que eles vejam e despertem para a fé na vida, que continua sempre, nas variadas dimensões do existir. "Quantas vezes tivemos a felicidade de pegar nas mãos humanas, fazendo-nos visíveis para os nossos irmãos da Terra, saudando-os com o nosso gesto de alegria, complemento divino do amor". "Muitos duvidaram da nossa presença, mas muitos ainda conservam na lembrança e no coração a nossa palavra, como serva de Jesus. Mesmo com nossas deficiências, o nosso ideal era e é de servir, com prazer de ser útil". IRMÃ SCHEILLA ENCARNAÇÕES ANTERIORESTem-se notícias apenas de duas encarnações de Scheilla: uma na França, no século XVI, e outra na Alemanha. Na existência francesa, chamou-se Joana Francisca Frémiot, nascida em Dijon a 28/01/1572 e desencarnada em Moulins a 13/12/1641. Ficou conhecida como Santa Joana de Chantal (canonizada em 1767) ou Baronesa de Chantal. Casara-se, aos 20 anos, com o Barão de Chantal. Tendo muito cedo perdido seu marido, passou a dedicar-se à obras piedosas e orações, juntamente com os deveres de mãe para com seus 4 filhos. Fundou, em 1604, juntamente com o Bispo de Genebra, S. Francisco de Salles, em Annecy, a congregação da Visitação de Maria, que dirigiu como superiora, em Paris. Em 1619, Santa Joana de Chantal deixou o cargo de superiora da Ordem de Visitação e voltou a Annecy, onde ficava a casa-mãe da Ordem. A 13 de dezembro de 1641 ela veio a falecer. A outra encarnação conhecida de Scheilla, verificou-se na Alemanha. Com a guerra no continente Europeu, aflições e angústias assolaram a cidade de Berlim, na Alemanha, onde Scheilla atuava como enfermeira. Seu estilo simples, sua meiguice espontânea, muito ajudavam em sua profissão. Bonita, tez clara, cabelo muito louro, que lhe davam um ar de graça muito suave. Seus olhos, azuis-esverdeados, de um brilho intenso, refletiam a grandeza de seu Espírito. Estatura mediana, sempre com seu avental branco, lá estava Scheilla, preocupada em ajudar, indistintamente. Esquecia-se de si mesma, pensava somente na sua responsabilidade. Via primeiro a dor, depois a criatura... Numa tarde de pleno combate, desencarna Scheilla, a jovem enfermeira. Morria no campo de lutas, aos 28 anos de idade. Muitos anos depois, surgia nas esferas superiores da espiritualidade, com o seu mesmo estilo, aprimorado carinho e dedicação, Scheilla, a Enfermeira do Alto! TRABALHO ESPIRITUAL NO BRASILTudo indica que Scheilla vinculou-se, algum tempo após a sua desencarnação em terras alemãs, às falanges espirituais que atuam em nome do Cristo, no Brasil.Atualmente nossa querida Mentora trabalha na Espiritualidade, juntamente com Cairbar Schutel, Coordenador Geral da Colônia Espiritual Alvorada Nova. Scheilla desenvolve um trabalho forte e muito amplo, com dedicação ímpar, coordenando quatorze equipes que formam o Conselho da Casa de Repouso, o qual se reúne periodicamente, decidindo às questões pertinentes. Conta-nos R. A. Ranieri que, numa das primeiras reuniões de materialização, iniciadas em 1948 pelo médium “Peixotinho”, surgiu a figura caridosa de Scheilla. Em Belo Horizonte, marcou-se uma pequena reunião que seria realizada com a finalidade de submeter a tratamento Dona Ló de Barros Soares, esposa de Jair Soares. No silêncio e na escuridão surgiu a figura luminosa de mulher, vestida de tecidos de luz e ostentando duas belas tranças, era Scheilla. Nas mãos trazia um aparelho semelhante a uma pedra verde-claro, ao qual se referiu dizendo tratar-se de um emissor de radioatividade, ainda desconhecido na Terra. Fez aplicações em Dona Ló. Depois de alguns minutos, levantou-se da cadeira e proferiu uma belíssima pregação evangélica com sotaque alemão e voz de mulher. Em vários grupos espíritas brasileiros, além de sua atuação na assistência à saúde, sempre se caracterizou em trazer às reuniões certos objetos, deixando no recinto o perfume de flores que lhe caracterizam. Na obra "Chico Xavier - 40 Anos no Mundo da Mediunidade" de Roque Jacintho, encontramos o seguinte depoimento: "Chico aplicava passes. Ao nosso lado, ocorreu um ruído, qual se algum objeto de pequeno porte tivesse sido arremessado, sem muita violência. (-Jô - disse um médium - Scheilla deu-lhe um presente). Logo mais, procuramos ao nosso derredor e vimos um caramujo grande e adoravelmente belo, estriado em deliciosas cores. Apanhamo-lo, incontinenti, e verificamos nele água marítima, salgada e gelada, com restos de uma areia fresca. Scheilla o transportara para nós. Estávamos a centenas de quilômetros de uma nesga de mar, em manhã de sol abrasador que crestava a vegetação e, em nossas mãos, o caramujo que o Espírito nos ofertara, servindo-se da mediunidade de Chico!""Na assistência reduzida, estava presente um cientista suíço, materialista, que ali viera ter por insistência de seus familiares. Scheilla, em sotaque alemão, anunciou: -Para nosso irmão que está ali - indicava o suíço -, vou dar o perfume que a sua mãezinha usava, quando na Terra. Despertou-lhe um soluço comovido, pela lembrança que se lhe aflorou à memória, recordando a figura da mãezinha ausente.” Tempos depois, um outro raro instante se deu com a presença de Scheilla. "Bissoli, Gonçalves, Isaura, entre outros, compunham a equipe de beneficiados, agrupando-se numa das salas da casa de André, tendo Chico se retirado para o dormitório do casal, onde permaneceria em transe mediúnico. Uma onda de perfume, corporifica-se Scheilla, loira e jovial, falando com seu forte sotaque alemão. Bissoli estabeleceu o diálogo: -Eu me sinto mal - diz Bissoli - Você - informou Scheilla - come muita manteiga Bissoli. Vou tirar uma radiografia de seu estômago. A pedido, nosso companheiro levantou a camisa. O espírito corporificado aproxima-se e entrecorre, num sentido horizontal, os seus dedos semi-abertos sobre a região do estômago de nosso amigo. E tal se lhe incrustassem uma tela de vidro no abdômen, podíamos ver as vísceras em funcionamento. - Pronto! - diz Scheilla, apagando o fenômeno. - Agora levarei a radiografia ao Plano Espiritual para que a estudem e lhe dêem um remédio.” Ao término destes singelos apontamentos biográficos, com muito respeito por esse Espírito Missionário, de tanta dedicação e amor em nome de Jesus, só nos resta agradecer a assistência e amor doados por ela. Clique aqui para fazer o download deste texto em Word Meimei é uma expressão chinesa que significa "Amor Puro" e que foi dada por apelido por Arnaldo Rocha à sua esposa Irma de Castro Rocha. Nascida no dia 22 de outubro de 1922, em Mateus Leme, em Minas Gerais, ela desencarnou em 1° de outubro de 1946, antes de completar 24 anos, vítima de um ataque de nefrite crônica, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Quem conviveu com ela atesta que foi criatura caridosa e sempre pronta a auxiliar os que sofriam, através de uma palavra consoladora ou de ajuda financeira. Apesar de pouca idade, preferia uma boa leitura aos divertimentos, o que, entretanto, não impedia de estar sempre alegre e feliz. Modesta, nunca se vangloriava de suas qualidades pessoais e da grandeza de seu coração.</itunes:summary><itunes:keywords>FÉ,ESPERANÇA,AMOR,LUZ</itunes:keywords></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7564196596479371876.post-2383270762498972846</guid><pubDate>Fri, 10 Apr 2009 20:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-10T17:48:58.667-03:00</atom:updated><title>OBRAS DE FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER</title><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;LIVROS DO CHICO XAVIER&lt;br /&gt;LIVROS PSICOGRAFADOS PELO GRANDE MEDIUM FRANCISCO CANDIDO XAVIER (CHICO XAVIER). &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;RELAÇÃO DOS LIVROS PUBLICADOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Parnaso de Além- Túmulo&lt;br /&gt;Cartas de uma Morta&lt;br /&gt;Palavras do Infinito&lt;br /&gt;Crônic as de Além- Túmulo&lt;br /&gt;Emmanuel&lt;br /&gt;"Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho"&lt;br /&gt;Lira Imortal&lt;br /&gt;A Caminho da Luz&lt;br /&gt;Novas Mensagens&lt;br /&gt;Há Dois Mil Anos&lt;br /&gt;50 Anos Depois&lt;br /&gt;Cartas do Evangelho&lt;br /&gt;O Consolador&lt;br /&gt;Boa Nova&lt;br /&gt;Paulo e Estêvão&lt;br /&gt;Renúnci a&lt;br /&gt;Reportagens de Além- Túmulo&lt;br /&gt;Cartilha da Natureza&lt;br /&gt;Nosso Lar&lt;br /&gt;Os Mensageiros&lt;br /&gt;Mis sionários da Luz&lt;br /&gt;Coletânea do Além&lt;br /&gt;Lázaro Redivivo&lt;br /&gt;Obreir os da Vida Eterna&lt;br /&gt;O Caminho Oculto&lt;br /&gt;Os Filhos do Grande Rei&lt;br /&gt;Mensagem do Pequeno Morto&lt;br /&gt;História de Maricota&lt;br /&gt;Jardim da Infância&lt;br /&gt;Volta Bocage&lt;br /&gt;No Mundo Maior&lt;br /&gt;Agenda Cristã&lt;br /&gt;Luz Acima&lt;br /&gt;Voltei&lt;br /&gt;A lvorada Cristã&lt;br /&gt;Caminho, Verdade e Vida&lt;br /&gt;Libertação&lt;br /&gt;Jesus no Lar&lt;br /&gt;Pão Nosso&lt;br /&gt;Nosso Livro&lt;br /&gt;Pontos e Contos&lt;br /&gt;Falando à Terra&lt;br /&gt;Páginas do Coração&lt;br /&gt;Vinha de Luz&lt;br /&gt;Pérolas do Além&lt;br /&gt;Roteiro&lt;br /&gt;Pai Nosso&lt;br /&gt;Cartas do Coração&lt;br /&gt;Gotas de Luz&lt;br /&gt;Ave, Cristo!&lt;br /&gt;Entre a Terra e o Céu&lt;br /&gt;Palavras de Emmanuel&lt;br /&gt;Nos Domínios da Mediunidade&lt;br /&gt;Instruções Psicofônicas&lt;br /&gt;Fonte Viva&lt;br /&gt;Ação e Reação&lt;br /&gt;Vozes do Grande Além&lt;br /&gt;Contos e Apólogos&lt;br /&gt;Pensam ento e Vida&lt;br /&gt;Evolução em Dois Mundos&lt;br /&gt;Mecanismos da Mediunidade&lt;br /&gt;Evangelho em Casa&lt;br /&gt;Religião dos Espíritos&lt;br /&gt;A Vida Escreve&lt;br /&gt;Almas em Desfile&lt;br /&gt;Seara dos Médiuns&lt;br /&gt;Juca Lambisca&lt;br /&gt;O Espírito da Verdade&lt;br /&gt;Justiça Divina&lt;br /&gt;Cartilha do Bem&lt;br /&gt;Relicário de Luz&lt;br /&gt;Timbolão&lt;br /&gt;Antologia dos Imortais&lt;br /&gt;Ideal Espírita&lt;br /&gt;Leis de Amor&lt;br /&gt;Opinião Espírita&lt;br /&gt;Sexo e Destino&lt;br /&gt;Desobse ssão&lt;br /&gt;Contos Desta e Doutra Vida&lt;br /&gt;Livro da Esperança&lt;br /&gt;Dicionário da Alma&lt;br /&gt;Travadores do Além&lt;br /&gt;Palavras de Vida Eterna&lt;br /&gt;Estude e Viva&lt;br /&gt;O Espírito de Cornélio Pires&lt;br /&gt;Entre Irmãos de Outras Terras&lt;br /&gt;Cartas e Crônicas&lt;br /&gt;Antolo gia Mediúnica do Natal&lt;br /&gt;Caminho Espírita&lt;br /&gt;Encont ro Marcado&lt;br /&gt;No Portal da Luz&lt;br /&gt;Trovas do Outro Mundo&lt;br /&gt;E a Vida Continua...&lt;br /&gt;Luz no Lar&lt;br /&gt;À Luz da Oração&lt;br /&gt;Orvalho de Luz&lt;br /&gt;Passos da Vida&lt;br /&gt;Estante da Vida&lt;br /&gt;Alma e Coração&lt;br /&gt;Poetas Redivivos&lt;br /&gt;Idéia s e Ilustrações&lt;br /&gt;Paz e Renovação&lt;br /&gt;Vida e Sexo&lt;br /&gt;Mais Luz&lt;br /&gt;Correio Fraterno&lt;br /&gt;Trovas do Mais Além&lt;br /&gt;Bênção de Paz&lt;br /&gt;Mãe&lt;br /&gt;Antolo gia da Espiritualidade&lt;br /&gt;Rumo Certo&lt;br /&gt;Pinga Fogo (Primeira Entrevista)&lt;br /&gt;Coragem&lt;br /&gt;Sinal Verde&lt;br /&gt;Entrevistas&lt;br /&gt;Dos Hippies aos Problemas do Mundo&lt;br /&gt;Através do Tempo&lt;br /&gt;Mãos Unidas&lt;br /&gt;Taça de Luz&lt;br /&gt;Chico Xavier Pede Licença&lt;br /&gt;Mãos Marcadas&lt;br /&gt;Natal de Sabina&lt;br /&gt;Escrínio de Luz&lt;br /&gt;Segue- me&lt;br /&gt;Encontro de Paz&lt;br /&gt;Na Era do Espírito&lt;br /&gt;Rosas com Amor&lt;br /&gt;Bezerra, Chico e Você&lt;br /&gt;Astronauta s do Além&lt;br /&gt;Entre Duas Vidas&lt;br /&gt;Retratos da Vida&lt;br /&gt;Diálogo dos Vivos&lt;br /&gt;Calendári o Espírita&lt;br /&gt;Instru mentos de Tempo&lt;br /&gt;Respostas da Vida&lt;br /&gt;Jovens no Além&lt;br /&gt;Conversa Firme&lt;br /&gt;A Terra e o Semeador&lt;br /&gt;Chão de Flores&lt;br /&gt;Caminhos de Volta&lt;br /&gt;O Esperanto como Revelação&lt;br /&gt;Busca e Acharás&lt;br /&gt;Amanhec e&lt;br /&gt;Recanto de Paz&lt;br /&gt;Deus Sempre&lt;br /&gt;Somos Seis&lt;br /&gt;Tintino... O Espetáculo Continua&lt;br /&gt;Auta de Souza&lt;br /&gt;Crianças no Além&lt;br /&gt;Baú de Casos&lt;br /&gt;Amizade&lt;br /&gt;Companheiro&lt;br /&gt;Mar ia Dolores&lt;br /&gt;Momento s de Ouro&lt;br /&gt;Amor e Luz&lt;br /&gt;Coisas Deste Mundo&lt;br /&gt;Chico Xavier em Goiânia&lt;br /&gt;Luz Bendita&lt;br /&gt;Amor Sem Adeus&lt;br /&gt;Recados do Além&lt;br /&gt;Enxugando Lágrimas&lt;br /&gt;Coração e Vida&lt;br /&gt;Caridade&lt;br /&gt;Assim Vencerás&lt;br /&gt;Falou e Disse&lt;br /&gt;Somente Amor&lt;br /&gt;Inspiração&lt;br /&gt;Tempo de Luz&lt;br /&gt;Encontros no Tempo&lt;br /&gt;Marcas do Caminho&lt;br /&gt;Janela Para a Vida&lt;br /&gt;Amigo&lt;br /&gt;Cal ma&lt;br /&gt;Claramente Vivos&lt;br /&gt;Antologia da Criança&lt;br /&gt;Ceifa de Luz&lt;br /&gt;Sinais de Rumo&lt;br /&gt;Vida em Vida&lt;br /&gt;Gaveta de Esperança&lt;br /&gt;Algo Mais&lt;br /&gt;Livro de Respostas&lt;br /&gt;Urgência&lt;br /&gt;Irmã Vera Cruz&lt;br /&gt;A Vida Conta&lt;br /&gt;Momentos de Paz&lt;br /&gt;Pronto Socorro&lt;br /&gt;Deus Aguarda&lt;br /&gt;Irmão&lt;br /&gt;Notícias do Além&lt;br /&gt;Vida no Além&lt;br /&gt;Feliz Regresso&lt;br /&gt;Caminh os&lt;br /&gt;Aulas da Vida&lt;br /&gt;Augusto Vive&lt;br /&gt;Viajores da Luz&lt;br /&gt;Eles Voltaram&lt;br /&gt;Rumos da Vida&lt;br /&gt;Família&lt;br /&gt;Intervalos&lt;br /&gt;Linha Duzentos&lt;br /&gt;Atençã o&lt;br /&gt;Paz e Alegria&lt;br /&gt;Vivendo Sempre&lt;br /&gt;Seara de Fé&lt;br /&gt;Nascer e Renascer&lt;br /&gt;Quem São&lt;br /&gt;Mais Vida&lt;br /&gt;Reencontros&lt;br /&gt;Filhos Voltando&lt;br /&gt;Sentin elas da Alma&lt;br /&gt;Palavras do Coração&lt;br /&gt;Adeus Solidão&lt;br /&gt;Praça da Amizade&lt;br /&gt;Gabriel&lt;br /&gt;Entes Queridos&lt;br /&gt;Lealdade&lt;br /&gt;Seguindo Juntos&lt;br /&gt;Endereços da Paz&lt;br /&gt;Material de Construção&lt;br /&gt;Presença de Laurinho&lt;br /&gt;Estamos no Além&lt;br /&gt;Venceram&lt;br /&gt;Ninguém Morre&lt;br /&gt;Paciência&lt;br /&gt;Diá &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><enclosure length="0" type="" url="http://umserdeluzchicoxavier.blogspot.com/obrasdefranciscocandidoxavier"/><link>http://umserdeluzchicoxavier.blogspot.com/2009/04/obras-de-francisco-candido-xavier.html</link><thr:total>0</thr:total><author>reikimastermoreira@hotmail.com (José Carlos)</author><itunes:explicit>yes</itunes:explicit><itunes:subtitle>LIVROS DO CHICO XAVIER LIVROS PSICOGRAFADOS PELO GRANDE MEDIUM FRANCISCO CANDIDO XAVIER (CHICO XAVIER). RELAÇÃO DOS LIVROS PUBLICADOS Parnaso de Além- Túmulo Cartas de uma Morta Palavras do Infinito Crônic as de Além- Túmulo Emmanuel "Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho" Lira Imortal A Caminho da Luz Novas Mensagens Há Dois Mil Anos 50 Anos Depois Cartas do Evangelho O Consolador Boa Nova Paulo e Estêvão Renúnci a Reportagens de Além- Túmulo Cartilha da Natureza Nosso Lar Os Mensageiros Mis sionários da Luz Coletânea do Além Lázaro Redivivo Obreir os da Vida Eterna O Caminho Oculto Os Filhos do Grande Rei Mensagem do Pequeno Morto História de Maricota Jardim da Infância Volta Bocage No Mundo Maior Agenda Cristã Luz Acima Voltei A lvorada Cristã Caminho, Verdade e Vida Libertação Jesus no Lar Pão Nosso Nosso Livro Pontos e Contos Falando à Terra Páginas do Coração Vinha de Luz Pérolas do Além Roteiro Pai Nosso Cartas do Coração Gotas de Luz Ave, Cristo! Entre a Terra e o Céu Palavras de Emmanuel Nos Domínios da Mediunidade Instruções Psicofônicas Fonte Viva Ação e Reação Vozes do Grande Além Contos e Apólogos Pensam ento e Vida Evolução em Dois Mundos Mecanismos da Mediunidade Evangelho em Casa Religião dos Espíritos A Vida Escreve Almas em Desfile Seara dos Médiuns Juca Lambisca O Espírito da Verdade Justiça Divina Cartilha do Bem Relicário de Luz Timbolão Antologia dos Imortais Ideal Espírita Leis de Amor Opinião Espírita Sexo e Destino Desobse ssão Contos Desta e Doutra Vida Livro da Esperança Dicionário da Alma Travadores do Além Palavras de Vida Eterna Estude e Viva O Espírito de Cornélio Pires Entre Irmãos de Outras Terras Cartas e Crônicas Antolo gia Mediúnica do Natal Caminho Espírita Encont ro Marcado No Portal da Luz Trovas do Outro Mundo E a Vida Continua... Luz no Lar À Luz da Oração Orvalho de Luz Passos da Vida Estante da Vida Alma e Coração Poetas Redivivos Idéia s e Ilustrações Paz e Renovação Vida e Sexo Mais Luz Correio Fraterno Trovas do Mais Além Bênção de Paz Mãe Antolo gia da Espiritualidade Rumo Certo Pinga Fogo (Primeira Entrevista) Coragem Sinal Verde Entrevistas Dos Hippies aos Problemas do Mundo Através do Tempo Mãos Unidas Taça de Luz Chico Xavier Pede Licença Mãos Marcadas Natal de Sabina Escrínio de Luz Segue- me Encontro de Paz Na Era do Espírito Rosas com Amor Bezerra, Chico e Você Astronauta s do Além Entre Duas Vidas Retratos da Vida Diálogo dos Vivos Calendári o Espírita Instru mentos de Tempo Respostas da Vida Jovens no Além Conversa Firme A Terra e o Semeador Chão de Flores Caminhos de Volta O Esperanto como Revelação Busca e Acharás Amanhec e Recanto de Paz Deus Sempre Somos Seis Tintino... O Espetáculo Continua Auta de Souza Crianças no Além Baú de Casos Amizade Companheiro Mar ia Dolores Momento s de Ouro Amor e Luz Coisas Deste Mundo Chico Xavier em Goiânia Luz Bendita Amor Sem Adeus Recados do Além Enxugando Lágrimas Coração e Vida Caridade Assim Vencerás Falou e Disse Somente Amor Inspiração Tempo de Luz Encontros no Tempo Marcas do Caminho Janela Para a Vida Amigo Cal ma Claramente Vivos Antologia da Criança Ceifa de Luz Sinais de Rumo Vida em Vida Gaveta de Esperança Algo Mais Livro de Respostas Urgência Irmã Vera Cruz A Vida Conta Momentos de Paz Pronto Socorro Deus Aguarda Irmão Notícias do Além Vida no Além Feliz Regresso Caminh os Aulas da Vida Augusto Vive Viajores da Luz Eles Voltaram Rumos da Vida Família Intervalos Linha Duzentos Atençã o Paz e Alegria Vivendo Sempre Seara de Fé Nascer e Renascer Quem São Mais Vida Reencontros Filhos Voltando Sentin elas da Alma Palavras do Coração Adeus Solidão Praça da Amizade Gabriel Entes Queridos Lealdade Seguindo Juntos Endereços da Paz Material de Construção Presença de Laurinho Estamos no Além Venceram Ninguém Morre Paciência Diá</itunes:subtitle><itunes:author>José Carlos</itunes:author><itunes:summary>LIVROS DO CHICO XAVIER LIVROS PSICOGRAFADOS PELO GRANDE MEDIUM FRANCISCO CANDIDO XAVIER (CHICO XAVIER). 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O Espetáculo Continua Auta de Souza Crianças no Além Baú de Casos Amizade Companheiro Mar ia Dolores Momento s de Ouro Amor e Luz Coisas Deste Mundo Chico Xavier em Goiânia Luz Bendita Amor Sem Adeus Recados do Além Enxugando Lágrimas Coração e Vida Caridade Assim Vencerás Falou e Disse Somente Amor Inspiração Tempo de Luz Encontros no Tempo Marcas do Caminho Janela Para a Vida Amigo Cal ma Claramente Vivos Antologia da Criança Ceifa de Luz Sinais de Rumo Vida em Vida Gaveta de Esperança Algo Mais Livro de Respostas Urgência Irmã Vera Cruz A Vida Conta Momentos de Paz Pronto Socorro Deus Aguarda Irmão Notícias do Além Vida no Além Feliz Regresso Caminh os Aulas da Vida Augusto Vive Viajores da Luz Eles Voltaram Rumos da Vida Família Intervalos Linha Duzentos Atençã o Paz e Alegria Vivendo Sempre Seara de Fé Nascer e Renascer Quem São Mais Vida Reencontros Filhos Voltando Sentin elas da Alma Palavras do Coração Adeus Solidão Praça da Amizade Gabriel Entes Queridos Lealdade Seguindo Juntos Endereços da Paz Material de Construção Presença de Laurinho Estamos no Além Venceram Ninguém Morre Paciência Diá</itunes:summary><itunes:keywords>FÉ,ESPERANÇA,AMOR,LUZ</itunes:keywords></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7564196596479371876.post-6881698655204570953</guid><pubDate>Sun, 05 Apr 2009 19:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-10T17:28:39.982-03:00</atom:updated><title>SUA MISSÃO</title><description>&lt;a href="http://www.chicoxavieruberaba.com.br/"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;http://www.chicoxavieruberaba.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</description><enclosure length="0" type="" url="http://umserdeluzchicoxavier.blogspot.com/suamissao"/><link>http://umserdeluzchicoxavier.blogspot.com/2009/04/sua-missao.html</link><thr:total>0</thr:total><author>reikimastermoreira@hotmail.com (José Carlos)</author><itunes:explicit>yes</itunes:explicit><itunes:subtitle>http://www.chicoxavieruberaba.com.br/</itunes:subtitle><itunes:author>José Carlos</itunes:author><itunes:summary>http://www.chicoxavieruberaba.com.br/</itunes:summary><itunes:keywords>FÉ,ESPERANÇA,AMOR,LUZ</itunes:keywords></item></channel></rss>