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	<title>Foco em Gerações</title>
	
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		<title>A geração Y quer ter certeza de que corre na direção certa</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 17:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manuela Mesquita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
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		<description><![CDATA[
Por Manuela Mesquita
Feedback. Palavrinha que tem tirado o sono de muitos gestores que convivem com os Y’s nas empresas todo dia e cada vez mais.
Vejo muitos quebrando a cabeça, tentando entender o porquê e de que forma deve ser dado esse feedback, de maneira a atender as expectativas dos jovens e deixar-nos menos ansiosos.
Mas o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/corrida.jpg" alt="" title="corrida" width="374" height="273" class="alignnone size-full wp-image-1752" /></p>
<p><strong><em>Por Manuela Mesquita</em></strong></p>
<p>Feedback. Palavrinha que tem tirado o sono de muitos gestores que convivem com os Y’s nas empresas todo dia e cada vez mais.</p>
<p>Vejo muitos quebrando a cabeça, tentando entender o porquê e de que forma deve ser dado esse feedback, de maneira a atender as expectativas dos jovens e deixar-nos menos ansiosos.</p>
<p>Mas o bem da verdade é que nem nós mesmos sabemos a verdadeira resposta. Sabemos sim que não queremos esse feedback daqui a seis meses, nem daqui a três, queremos semanalmente ou diariamente, conforme houver necessidade. E essa necessidade aumenta proporcionalmente ao volume de trabalho e grau de importância que adquirimos.<br />
<span id="more-1751"></span><br />
Acho que o jovem de hoje não consegue entender por que é preciso esperar para o superior dizer algo que incomoda ou foge “das regras da empresa”, seja no nosso trabalho ou no comportamento, e fazer isso de maneira formal, quando nem lembramos mais o que aconteceu ou qual foi o caso ou atitude específica.</p>
<p>E por que precisamos muito desse feedback, talvez mais do que as outras gerações? Porque nos deram em casa uma liberdade, um encorajamento para fazer, criar, acontecer e nós seguimos, estamos fazendo e ousando. Mas também temos inseguranças. Somos inseguros para saber se estamos no caminho certo, se estamos satisfazendo e cumprindo (ou ultrapassando) as metas e as expectativas que nos foram projetadas.</p>
<p>Não queremos, após seis meses de trabalho, receber uma avaliação ruim e que nos frustre. Mas também não queremos esperar todo esse tempo para sermos reconhecidos por algo feito com excelência. Simples, não?</p>
<p>Fico imaginado o quanto devia ser frustrante para as pessoas das outras gerações, após um tempão de trabalho, serem comunicadas de que não estão sendo bem avaliadas, ou que o comportamento não está no ponto desejado pela companhia.</p>
<p>Não conseguimos entender a necessidade do suspense, da surpresinha com data e hora marcadas ao final de um período. Talvez porque as coisas demoravam mais tempo para acontecer, não se tinha tanta informação em tão pouco tempo e até o número de tarefas executadas era menor, essa necessidade também não fosse tão evidente. </p>
<p>É a tal história, a noção de tempo é outra, não há como comparar. E por esse mesmo motivo não há como esperar para saber como tem sido nosso desempenho. Pois claro, se ele não estiver satisfatório, vamos tentar mudar, porque o que queremos é reconhecimento e ter a certeza de que nosso trabalho vale a pena para a empresa!</p>
<p>E vocês, os gestores, estão preocupados com essa nossa noção de tempo acelerada? Pois então, nós também estamos assustados com a rapidez com que o mercado de trabalho exige nosso crescimento. E o que é esse mercado que vocês mesmos deixaram para nós, senão algo competitivo, maluco, acelerado e que exige de nós o máximo de pressa possível?</p>
<p>Também estamos correndo atrás do tempo, mas essa corrida, em nossa visão, precisa ser para a direção correta e, se possível, com todas as honras e glórias que pudermos ter. Afinal, é isso que nos motiva e que nos faz querer crescer, termos claro de que na linha de chegada terá o que desejamos. E essa direção, são vocês, os mais experientes, que poderão nos dar. Cada dia é uma etapa nessa corrida. Entendem por que precisamos hoje desse feedback?  </p>
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		<title>A geração Y abraça crenças que não se encaixam nos padrões convencionais</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 19:40:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blogueiro Convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
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		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Carol Phillips
Terminei recentemente de ler um dos grandes sucessos da Elizabeth Gilbert, “Comer, Rezar, Amar”. O livro conta sobre a jornada espiritual (no sentido figurado e literal) de Gilbert em direção a uma relação mais profunda com Deus, mas não revela realmente com qual religião a autora se identifica. Gilbert, que faz parte da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-1749" title="religioes" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/religioes.png" alt="" width="350" height="338" /><br />
Por Carol Phillips</em></strong></p>
<p>Terminei recentemente de ler um dos grandes sucessos da Elizabeth Gilbert, “Comer, Rezar, Amar”. O livro conta sobre a jornada espiritual (no sentido figurado e literal) de Gilbert em direção a uma relação mais profunda com Deus, mas não revela realmente com qual religião a autora se identifica. Gilbert, que faz parte da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>, parece ter muito em comum com a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>.</p>
<p>Dados da <a target="_blank" href="http://pewforum.org/docs/?DocID=510" target="_blank">pesquisa realizada pelo Instituto Pew Research</a>, sobre a relação da geração Y com a religião, publicada no <a target="_blank" href="http://www.usatoday.com/news/religion/2010-02-17-pewyouth17_ST_N.htm" target="_blank">USA Today</a>, no <a target="_blank" href="http://www.denverpost.com/dontmiss/ci_14430633?source=rss&amp;utm_source=twitterfeed&amp;utm_medium=twitter&amp;utm_campaign=Feed:+dp-dontmiss+%28Denver+Post:+Don%27t+Miss+News%29" target="_blank">Denver Post</a>, entre outros veículos, demonstram que um a cada quatro jovens (25%) não se identificam com nenhuma crença religiosa. Ao contrário, eles se descrevem religiosamente como “ateus”, “agnósticos” ou “nada em particular”. Esse nível de não-afiliação também aconteceu muito com outras gerações nessa mesma idade.</p>
<p>Paralelamente, o estudo revela que a espiritualidade entre os adultos jovens não foi alterada. “Os membros da geração Y, entre 18 e 29 anos, são tão propensos a rezar e acreditar em Deus quanto as demais gerações eram quando tinham essa idade.” Isso os leva a concluir que: ”Os adultos jovens estão ‘menos religiosos’, não necessariamente mais ‘seculares’.”<br />
<span id="more-1747"></span><br />
Há uma outra evidência que prova que se trata muito mais de uma falta de afiliação do que de uma falta de fé em Deus. Uma pesquisa sobre a Geração Y publicada na revista New Yorker, no ano passado, demonstrou que <a target="_blank" href="http://millennialmarketing.com/2009/06/class-of-2009-an-unscientific-profile/" target="_blank">43% da geração Y</a> acredita ser ‘tão religiosa’ ou ‘mais religiosa’ que seus pais. Uma enquete do <a target="_blank" href="http://www.kofc.org/un/cmf/resources/Communications/documents/poll_mil_religion.pdf" target="_blank">Marist Institute</a> mostra que três em dez jovens da geração Y definem sua primeira meta de vida a longo prazo em termos religiosos (“Ser espiritual e próximo a Deus”). Esse cenário é mais forte entre os Ys do que em qualquer outra geração.</p>
<p>O que torna essa falta de afiliação especialmente intrigante para mim é que, em muitos outros aspectos de suas vidas, a geração Y tende a seguir as escolhas de seus pais.</p>
<p>Dos 25% que se dizem não-afiliados, quase três quartos foram criados em uma tradição religiosa e se afastaram dela. A fé  se torna, então, algo que os faz quebrar com o que foi instituído pelos pais, lembrando que essa é a primeira geração para a qual é uma <a target="_blank" href="http://www.talkingaboutgenerations.com/index.php/2010/01/generation-y-finds-harmony-with-their-boomer-parents/" target="_blank">regra gostar dos pais</a>, pois os considera seus ‘melhores amigos’.</p>
<ul>
<li><a target="_blank" href="http://millennialmarketing.com/2009/06/class-of-2009-an-unscientific-profile/" target="_blank">86% diz que compartilha suas visões políticas com os pais.</a></li>
<li>Todos os alunos da minha aula de ‘Princípios do Marketing’ levantaram a mão quando eu questionei quem utilizava os mesmos bancos de seus pais.</li>
<li>De acordo com uma pesquisa do AARP, <a target="_blank" href="http://millennialmarketing.com/2010/01/gen-y-marketing-dont-forget-to-meet-the-parents/" target="_blank">41% da geração Y que dirige</a> utiliza a mesma marca de carro que seus pais têm ou já tiveram.</li>
<li>Segundo o American Savings Council, <a target="_blank" href="http://www.aarp.org/issues/dividedwefail/about_issues/the_financial_state_of_gen_x_and_gen_y.html" target="_blank">71% da geração X e da geração Y</a> se dirige aos pais para conselhos financeiros.</li>
</ul>
<p><strong>Então por que criar uma ruptura justo aqui, diante de algo tão importante como a fé?</strong></p>
<p>Eu acredito que isso se relaciona com a força da subcultura da geração Y, com seus valores éticos fortemente difundidos, que causam uma mudança fundamental na sua crença em Deus.</p>
<p>A subcultura da geração Y é surpreendentemente ética, tanto nos valores como na prática. Os ‘maus comportamentos’, em uma dimensão social variada, desde a gravidez até o crime e as drogas, estão em baixa entre os adultos jovens. Socialmente, a geração Y preza tolerância como um resultado de sua inerente diversidade. Eles são, de forma significativa, mais socialmente liberais do que seus pais em assuntos como casamento, aborto, relacionamento inter-racial. A geração Y é menos propensa a acreditar que é preciso se afiliar à igreja para ser uma ‘boa pessoa’. De acordo com uma<a target="_blank" href="http://www.kofc.org/un/cmf/resources/Communications/documents/poll_mil_religion.pdf" target="_blank"> enquete do Marist Institute</a>, 56% doou dinheiro para caridade nos últimos seis meses e 67% reservou um tempo para fazer trabalho voluntário.</p>
<p>Indo um pouco mais longe aqui, eu especulo que parte dessa falta de afiliação se deve a um desejo de ‘autenticidade’. A subcultura da geração Y é sensível á falsidade. É improvável que eles irão à igreja somente porque ‘é a coisa certa a fazer’, se possuem questionamentos sobre sua própria sinceridade.</p>
<p><strong>Em uma análise final, obter o interesse da geração Y e fazer com que se reafiliem a qualquer ‘religião’ pode ser um ‘objetivo de marketing’ irrealista.</strong></p>
<p>A geração Y está acostumada a ter possibilidades e, certamente, se isso for feito, eles podem se sentir confinados dentro de um padrão determinante. Em dezembro eu notei que a geração Y está buscando a fé do mesmo modo que procuraria uma faculdade, um cônjuge ou qualquer outra grande decisão (“<a target="_blank" href="http://millennialmarketing.com/2009/12/for-millennials-belief-is-a-choice/" target="_blank">Para a geração Y, a crença é uma escolha</a>.“). Isso representa uma grande mudança entre as gerações e, como em muitas outras tendências dos Ys, começará a migrar para grupos de outras idades. A pesquisa do Pew Research Center demonstra que, assim como a geração Y, muitos americanos estão abraçando ‘múltiplas fés’, com crenças que ‘não se encaixam nas categorias convencionais’.</p>
<p><em>*Carol Phillips é presidente e fundadora da consultoria em estratégia de marca “Brand Amplitude”. Ela também é professora na respeitada Universidade de Notre Dame. Carol iniciou sua carreira como pesquisadora de mercado e trabalhando com planejamento estratégico na Leo Burnett. Mais tarde, como Diretora de Contas, liderou equipes em quatro agências diferentes – Y&amp;R, Leo Burnett, Mullen e JWT – com uma variedade de clientes incluindo Sprint, Nextel, Ameritech, Heinz, 7UP e Philip Morris. Acesse o blog de Carol Phillips: <a target="_blank" href="http://www.millennialmarketing.com" target="_blank">www.millennialmarketing.com</a>.</em></p>
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		<title>O Dia das Fadas Madrinhas</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 16:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Fada Madrinha]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Eline Kullock
Tenho refletido muito sobre o papel da fada madrinha em nossas vidas, o que imagino que se justifique pelo fato de agora ter uma neta, pela qual tenho contato com os mais diversos contos.
Mas pensando em uma fada madrinha, imediatamente, que figura surge em sua mente? 
Posso apostar que se lembrou das fadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/fadamarinha.png" alt="" title="fadamarinha" width="263" height="214" class="alignnone size-full wp-image-1743" /><br />
<strong><em>Por Eline Kullock</em></strong></p>
<p>Tenho refletido muito sobre o papel da fada madrinha em nossas vidas, o que imagino que se justifique pelo fato de agora ter uma neta, pela qual tenho contato com os mais diversos contos.</p>
<p>Mas pensando em uma fada madrinha, imediatamente, que figura surge em sua mente? </p>
<p>Posso apostar que se lembrou das fadas que ajudaram a Cinderela para que pudesse ir ao baile do príncipe, colocar o sapatinho de cristal. Ou então, uma das três que prepararam e abrigaram a Bela Adormecida, antes de seu aniversário.</p>
<p>Eram todas velhinhas e um pouco gordinhas, com uma varinha de condão, com características, que se você pensar, muito se assemelham à maioria das mulheres.<br />
<span id="more-1742"></span></p>
<p>As fadas madrinhas, diferentemente do gênio da lâmpada, por exemplo, rabugento e preguiçoso, não realizam o teu desejo: elas te dão condições para que vá atrás do que você quer. </p>
<p>Elas não deram o príncipe de presente pra Cinderela, mas deram o vestido, a carruagem, impuseram limites (da meia noite) e disseram: “agora corre atrás dos teus sonhos”. Também não fizeram uma mágica para que a Bela Adormecida acordasse e fosse feliz, mas criaram as condições para que o príncipe pudesse (com alguma luta) salvá-la.</p>
<p>É o conceito da mãe educadora, com sua autoridade amorosa. Que ensina a pescar, mas não dá o peixe.</p>
<p>As fadas madrinhas são mulheres! A figura da pessoa mais idosa que representa uma sabedoria maior.</p>
<p>E todas nós somos um pouco fadas madrinhas, mas somos também Brancas de Neve, Cinderelas, sonhadoras, um pouco idealizadoras, bonitas (embora sempre achemos que estamos pelo menos 3 kilos mais gordas do que devíamos) românticas, ingênuas. </p>
<p>Todas nós temos a Ariel, a sereia que se aventura atrás de um amor “perfeito” ou a Pocahontas, que precisa lidar com suas crenças e culturas pra aceitar e inserir esse amor incondicional, pelo qual abrimos mão de muita coisa. Todas nós somos as fadas madrinhas de amigos e de nossas próprias vidas, porque está em nós esta capacidade de deixarmos de lado a Branca de Neve para encarar a realidade. </p>
<p> E nesse momento somos também a Mulan, quando valentes, nos “vestimos de homem” para nos juntarmos ao exército, para enfrentar o mercado e conquistar nossa colocação profissional.</p>
<p> Às vezes, não sentimos que temos essa força, mas temos que procurá-la dentro de nós, e não terceirizar a função ou reclamar por ter nascido sem fada madrinha (ou anjo da guarda). </p>
<p>Todas nós temos a Dori, do Nemo, meio confusas, ajudando o pai a encontrar seu filho, já que reconhecemos (com mais freqüência do que os homens) como este contato é essencial no desenvolvimento das crianças.  E, na verdade também somos bruxas, com a inveja e o ciúme que fazem parte da condição humana, e que devemos controlar sempre. </p>
<p>Gente, somos tantas mulheres dentro de nós! E vivemos todas elas com intensidade, quando somos crianças, quando somos mães contando essas histórias para os nossos filhos e quando nos tornamos avós, contando pras nossas netas. </p>
<p>O mais importante é entender que a vida não é um conto de fadas. Temos todas essas mulheres da magia, do sonho, da ajuda aos outros, mas precisamos trazê-las para a  vida real. </p>
<p>Tem uma poesia do Ferreira Gullar que diz: Integrar essas partes de mim mesma, isso é arte!</p>
<p>Que possamos, neste dia, refletir sobre todas as mulheres que temos dentro de nós, e integrá-las, com amor, com afeto, com sabedoria!</p>
<p><strong>Traduzir-se </strong></p>
<p><em>Uma parte de mim<br />
é todo mundo:<br />
outra parte é ninguém:<br />
fundo sem fundo. </p>
<p>Uma parte de mim<br />
é multidão:<br />
outra parte estranheza<br />
e solidão. </p>
<p>Uma parte de mim<br />
pesa, pondera:<br />
outra parte<br />
delira. </p>
<p>Uma parte de mim<br />
almoça e janta:<br />
outra parte<br />
se espanta. </p>
<p>Uma parte de mim<br />
é permanente:<br />
outra parte<br />
se sabe de repente. </p>
<p>Uma parte de mim<br />
é só vertigem:<br />
outra parte,<br />
linguagem. </p>
<p>Traduzir uma parte<br />
na outra parte<br />
— que é uma questão<br />
de vida ou morte —<br />
será arte?<br />
</em></p>
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		<title>Geração Y: Nossos valores definem quem somos nós</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 18:16:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blogueiro Convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Carol Phillips*
A premissa do marketing voltado às diferentes gerações é que cada uma delas possui um conjunto próprio de valores e comportamentos. Ainda que isso não seja tudo que se precisa saber para criar uma boa estratégia de marketing, tal conclusão ajuda a evitar o erro tipicamente egocêntrico de achar que as outras gerações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/j04285192.png"><img src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/j04285192.png" alt="" title="j04285192" width="400" height="264" class="alignnone size-full wp-image-1738" /></a></p>
<p><strong><em>Por Carol Phillips*</em></strong></p>
<p>A premissa do marketing voltado às diferentes gerações é que cada uma delas possui um conjunto próprio de valores e comportamentos. Ainda que isso não seja tudo que se precisa saber para criar uma boa estratégia de marketing, tal conclusão ajuda a evitar o erro tipicamente egocêntrico de achar que as outras gerações são exatamente como nós, diferindo apenas na idade.</p>
<p>Mesmo que a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> seja socialmente mais liberal que as outras gerações, seus valores são razoavelmente tradicionais.</p>
<p>Eles valorizam <strong>família, relações interpessoais e lealdade.</strong><br />
Eles defendem o que é <strong>genuíno</strong> e têm repulsa pela <strong>falsidade.</strong><br />
Eles têm a fama de <strong>otimistas</strong> e acreditam na possibilidade de <strong>mudança</strong>.<br />
Eles brigam pela defesa do <strong>ambiente</strong> e pela <strong>justiça social.</strong><br />
Eles prezam <strong>tolerância e diversidade, trabalho em equipe e equilíbrio</strong>.<br />
Eles buscam <strong>espiritualidade</strong> e estão abertos à possibilidade do divino.<br />
<span id="more-1722"></span><br />
Não há nada de revolucionário nisso tudo: eu poderia estar descrevendo a geração da minha avó. Seria muito fácil me enganar pensando que nada mudou pois, na verdade, o que se modificou não foram os valores e sim a dedicação a eles.</p>
<p>A geração Y pode ser definida por seus valores fortemente estabelecidos, bem como por sua verdadeira intenção de viver segundo tais crenças. Esses jovens têm paixão por fazer a diferença no mundo. Essa é uma tendência comum que aparece em diversos estudos sobre gerações, realizados mundialmente.</p>
<p>É fácil enxergar a geração Y como “ainda muito jovem para entender a dura realidade de um compromisso”. É verdade que esses valores não ficam tão evidentes se atentarmos para as opções dessa geração na hora de comprar, votar e fazer trabalho voluntário. Grande parte da geração Y compra produtos ecologicamente corretos quando isso se torna conveniente para eles. Além disso, as taxas de voluntariado são muito maiores quando se fala da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a> do que ao se tratar dos Ys.</p>
<p>Certamente, o tempo irá trazer a resposta. Essa geração será marcada por suas realizações, ou talvez por sua desilusão.</p>
<p>Pessoalmente, eu acredito que a desilusão seja improvável. Os adultos jovens entendem que “nem todo mundo nasceu para ser Gandhi”. Conduzir uma vida consistente e repleta de propósitos é algo recompensador o bastante, como sugere Henderson em seu post no blog Brazen Careerist,<a target="_blank" href="http://www.brazencareerist.com/2010/02/05/you-aren-t-going-to-change-the-world-and-that-s-okay" target="_blank"> “Você não conseguirá mudar o mundo, e não há nada errado com isso”</a>.</p>
<p>Para quem trabalha com marketing, não importa se a geração Y vai ou não mudar o mundo. O que realmente faz a diferença são os valores, que trazem a motivação propícia para a tomada de decisões.</p>
<p>Um entendimento profundo de valores é fundamental para criar produtos sedutores a essa geração, além de uma comunicação que seja significativa a ela. Os empresários que levarem os jovens a sério irão atrair o melhor e o mais brilhante entre eles. Os agentes de marketing que acreditarem nos valores da geração Y conquistarão com mais facilidade o consumidor do futuro.</p>
<p><em>*Carol Phillips é presidente e fundadora da consultoria em estratégia de marca “Brand Amplitude”. Ela também é professora na respeitada Universidade de Notre Dame. Carol iniciou sua carreira como pesquisadora de mercado e trabalhando com planejamento estratégico na Leo Burnett. Mais tarde, como Diretora de Contas, liderou equipes em quatro agências diferentes – Y&amp;R, Leo Burnett, Mullen e JWT – com uma variedade de clientes incluindo Sprint, Nextel, Ameritech, Heinz, 7UP e Philip Morris. Acesse o blog de Carol Phillips: <a target="_blank" href="www.millennialmarketing.com" target="_blank">www.millennialmarketing.com</a>.</em></p>
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		<title>O choque de gerações na sala de casa</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 17:11:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
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		<category><![CDATA[artikullock]]></category>
		<category><![CDATA[Baby Boomer]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Renato Andrade
Esta semana recebi a visita da minha vovozinha, que errou o dia do meu aniversário e chegou com quatro dias de antecedência e um bolo nas mãos. Assunto resolvido, ela decidiu ficar até o dia certo. Convidamos minha sobrinha de 6 anos e partimos o delicioso bolo de nozes.
O choque de gerações estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/sala1.png" alt="" title="sala" width="350" height="208" class="alignnone size-full wp-image-1740" /></p>
<p><strong><em>Por Renato Andrade</em></strong></p>
<p>Esta semana recebi a visita da minha vovozinha, que errou o dia do meu aniversário e chegou com quatro dias de antecedência e um bolo nas mãos. Assunto resolvido, ela decidiu ficar até o dia certo. Convidamos minha sobrinha de 6 anos e partimos o delicioso bolo de nozes.</p>
<p>O choque de gerações estava armado!</p>
<p>A mais nova fazia questão de levar para a mesa o Beto (um boneco), o que deixou minha avó aflita. Ela comentou que cada coisa tinha sua vez: hora de comer e hora de brincar. A guria venceu, ameaçou descer da mesa e comer na sala assistindo TV. #Rebelde.</p>
<p>O assunto correu pelos mais diversos temas, cada um mostrando o ponto de vista peculiar à sua geração, até que chegou em doenças e remédios, quando resolvi que era hora de voltar ao trabalho. Ouvi da avó:<br />
<span id="more-1715"></span><br />
- Você vai trabalhar agora? Entrar no trabalho este horário? Volta só de madrugada?</p>
<p>Expliquei que trabalho via web, home office, e ela perguntou se eu recebia um salário só para ficar em chats (senhorinhas que não possuem contato com jovens acreditam que internet é chat&#8230; e só!).</p>
<p>Tentei explicar sobre as redes sociais e ela disse que leu sobre os perigos de colocar informações pessoais via web, acho que não entendeu muito sua verdadeira aplicação.</p>
<p>Ao detalhar meu trabalho, ouvi a intervenção da sobrinha, informando que passava horas com a minha mãe na internet visitando sites.</p>
<p>Mas como este acesso acontece?<br />
Aos 6 anos uma criança não sabe digitar palavras, está em fase de alfabetização. Minha mãe está em fase de alfabetização informática, não entende sites em flash, fica perdida com a rapidez do mouse e não percebe a diferença entre Firefox e Internet Explorer, por exemplo.</p>
<p>Uma criança domina perfeitamente um site em flash. Domina até mesmo um jogo em que a boneca virtual pode trocar de roupa e colocar acessórios em poucos cliques, do mesmo jeito que minha mãe fazia em sua época, mas com bonecas de papel e a mão!</p>
<p>As duas fizeram um acordo amigável e uma ajuda a outra na busca de produtos, analisam os melhores preços, descobrem os lançamentos de outros países, brincam e assistem desfile de moda via Youtube.</p>
<p>Fico imaginando como seria ótimo se empresários baby boomers tivessem uma relação parecida com a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a>, sem medo de pedir informações tecnológicas ou auxiliar os novatos no &#8220;Bê-a-Bá&#8221; das corporações.</p>
<p>Foi decidido que a união faz a força e que o trabalho em equipe é muito importante para a troca de informações. Pelo menos no ambiente familiar não foi detectado nenhum espírito competitivo. E da parte da minha avó, também nenhum conflito, apenas uma curiosidade em entender tantas mudanças. Exemplo perfeito a ser seguido na mesa do trabalho.</p>
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		<item>
		<title>A Geração Y está sentindo o “peso” do crescimento</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 14:50:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blogueiro Convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Blake Sunshine
Eu não me sinto uma adulta. Consigo cuidar de mim, tenho um emprego e moro longe dos meus pais, mas quase todos os dias ainda me vejo como uma criança. E sei que não sou a única a sentir isso. Em todas as partes do mundo, a geração Y está sentindo o “peso” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1702" title="peso" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/peso.png" alt="" width="200" height="279" /></p>
<p><em><strong>Por Blake Sunshine</strong></em></p>
<p>Eu não me sinto uma adulta. Consigo cuidar de mim, tenho um emprego e moro longe dos meus pais, mas quase todos os dias ainda me vejo como uma criança. E sei que não sou a única a sentir isso. Em todas as partes do mundo, a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> está sentindo o “peso” do crescimento.</p>
<p>Eu conheço diversos Y’s que não têm nem idéia sobre o que desejam de suas vidas e sei de muitos outros que estão realizando coisas fantásticas, mas, ainda assim, não sabem realmente o que querem fazer.</p>
<p>Mas, se a geração Y possui uma excelente educação e é tão esperta, <strong>por que crescer se torna tão difícil?</strong><br />
<span id="more-1701"></span><br />
1. Nós continuamos querendo ser astronautas. Nem todos nós desejamos isso, mas ainda queremos acreditar que podemos fazer tudo o que bem entendermos com nossas vidas. A geração Y tem dificuldade em fazer escolhas e, por isso, para nós é difícil crescer e tentar descobrir o que realmente buscamos.</p>
<p>2. Nossos pais não querem nos forçar a nada. Eu detesto culpá-los inteiramente pelo fato de não estarmos crescendo, mas eles definitivamente não estão nos ajudando. Muitos pais da geração Y (nem todos!) estão acostumados a superproteger seus filhos e só querem que eles sejam felizes. Se isso significa deixar um emprego com o qual eles não se identificam, seus pais se sentem felizes em sustentá-los o tempo que puderem. Mas isso é algo terrível, pois precisamos de um impulso de nossos pais que nos force a crescer.</p>
<p>3. Crescer é realmente difícil. Talvez isso possa soar como uma desculpa, mas para a geração Y, o crescimento não é algo fácil. É uma grande transição na qual tudo muda e sua vida se torna completamente diferente. Você pode de verdade culpar os Y’s porque eles não querem crescer?</p>
<p><strong>Diga-me o que você pensa sobre o assunto!</strong> O que acontece para que essa geração tenha dificuldade em crescer? Os Y’s que você conhece também passam por essa dificuldade?</p>
<p><em>*Blake Sunshine bloga no site <a target="_blank" href="http://blakesunshine.com/" target="_blank">The Perennial Millennial</a>. Ela também trabalha com mídias sociais para uma empresa de engenharia em Austin, TX.</em></p>
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		<title>O que vai faltar à Geração Y</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 18:53:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blogueiro Convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Felipe Calegario
Uma das tendências do mundo globalizado, e que não é exceção no Brasil, é o desapego das tarefas manuais, gradativamente substituídas por processos automatizados. Não é novidade pra ninguém: o tempo tornou-se escasso. Então, o que era feito de modo quase que artesanal, acaba sendo acelerado ao máximo.
Nossos hábitos, mesmo os mais simples, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1695" title="sustentabilidade" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/sustentabilidade.jpg" alt="" width="297" height="215" /><br />
<strong><em>Por Felipe Calegario</em></strong></p>
<p>Uma das tendências do mundo globalizado, e que não é exceção no Brasil, é o desapego das tarefas manuais, gradativamente substituídas por processos automatizados. Não é novidade pra ninguém: o tempo tornou-se escasso. Então, o que era feito de modo quase que artesanal, acaba sendo acelerado ao máximo.</p>
<p>Nossos hábitos, mesmo os mais simples, refletem esse conceito. Vivemos do pré-cozido, do pré-montado, do produto final. Para uma parcela considerável da população, já virou luxo sentar-se à mesa e almoçar tranquilamente ou fazer a própria comida, por exemplo. Você já pensou nisso? O homem pós-moderno não faz a própria comida.</p>
<p>Nossa forma de se relacionar também muda. Não dá tempo de conversar pessoalmente, então temos as redes sociais e os comunicadores instantâneos – onde se fica invisível quando é cômodo. E com isso diminui-se o contato visual, as expressões, o toque, a voz e tudo o que não pode ser substituído por um conjunto de códigos.<br />
<span id="more-1694"></span><br />
Contudo, é a relação do indivíduo com o trabalho o que talvez representa melhor esse cenário. O perfil do profissional de hoje mudou essencialmente. A passos largos, aquele que antes se ocupava em apenas uma etapa da produção precisa hoje conhecer todo o processo. Ser dinâmico e versátil, ter visão holística.</p>
<p>Com o tempo, o leiteiro, a costureira, o padeiro e o sapateiro vão cedendo lugar ao webdesigner, ao operador de telemarketing, ao técnico de petróleo e gás, acabando por se tornarem um tipo de profissional em extinção. Ou você já ouviu, na geração atual, alguém dizer que tem vocação pra sapateiro? Até porque se a roupa rasgou ou o sapato quebrou a gente compra um novo.</p>
<p>Vai fazer falta o profissional que carregava em si uma alta carga moral: do trabalho que torna o homem digno, que trabalhava por vocação, ainda que vocação pra sapateiro.</p>
<p>Vai fazer falta a geração que almoçava em família, que cultivava plantas e conhecia pássaros, que sabia que um rato era só um rato, que pegava a fruta do pé, que costurava para os filhos e que passava mais tempo com eles, que ainda tinha heróis e referências.</p>
<p>Mas apesar do homem pós-moderno não saber sequer diferenciar uma banana prata de uma banana-d’água, cabe a ele, digo, a nós, os desafios da herança consumista: tornar real a sustentabilidade, mudar o modelo de consumo e dizer pra onde vai o lixo do planeta.</p>
<p>Para tanto, não basta apenas ter tecnologia. Precisamos resgatar dos nossos avós a paixão, o caráter e a vocação pelo que se faz.</p>
<p><em>*Felipe Calegario é estudante de administração e professor de informática.Post originalmente publicado em <a target="_blank" href="http://ichtusgate.wordpress.com/2010/02/23/o-que-vai-faltar-a-geracao-y/" target="_blank">http://ichtusgate.wordpress.com/2010/02/23/o-que-vai-faltar-a-geracao-y/</a><br />
</em></p>
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		<item>
		<title>A Geração Y incomoda…</title>
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		<comments>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2010/03/01/a-geracao-y-incomoda/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 15:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blogueiro Convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Adriano Berger*
Hoje estava &#8220;folheando&#8221; rapidamente alguns blogs, quando me perguntei: por que se fala tanto da geração Y?
Fiz uma reviravolta cerebral e achei uma resposta satisfatória: porque a geração Y incomoda.
Incomoda numa mudança rápida do conceito vivencial tradicional, com a sua forma de ver o mundo, de agir e de participar dele.

A Geração Y [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/03/geny001.jpg" alt="" title="geny001" width="228" height="298" class="alignnone size-full wp-image-1689" /><br />
<strong><em>Por Adriano Berger*</em></strong></p>
<p>Hoje estava &#8220;folheando&#8221; rapidamente alguns blogs, quando me perguntei: por que se fala tanto da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>?</p>
<p>Fiz uma reviravolta cerebral e achei uma resposta satisfatória: porque a geração Y incomoda.</p>
<p>Incomoda numa mudança rápida do conceito vivencial tradicional, com a sua forma de ver o mundo, de agir e de participar dele.<br />
<span id="more-1688"></span><br />
A Geração Y começa a tornar físicas e palpáveis algumas coisas que poucos anos atrás só eram vistas nos desenhos dos Jetsons.</p>
<p>A tecnologia e o avanço rápido das telecomunicações tornaram o comportamento e o modo de vida da nova geração uma mudança significativa e rápida, muito mais rápida e multiplicadora do que as mudanças de comportamento proporcionadas pela influência da geração The Doors e Janis Joplin.</p>
<p>A geração Y não tem nada de anormal, a não ser no fato de que suas características atingem e influenciam até as gerações mais tradicionais e conservadoras. Pessoas com mais de 40 anos fazem um grandíssimo esforço social e estético para assemelharem-se cada vez mais aos protótipos da geração Y.</p>
<p>A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a> e a dos Baby Boomers, os famosos &#8220;quarentões&#8221;, estão imitando o modo de vida da geração Y. Ou seja, quem era formador de opinião passou a ser sujeito passivo, que necessita assemelhar-se físico e comportamentalmente às novas gerações por motivo de sobrevivência.</p>
<p>Os valores que antes eram passados de pais para filhos já não são mais os mesmos e agora são os pais que passam a adquirir o modo de viver e de pensar dos filhos.</p>
<p>Por isso é que a geração Y incomoda. Ela não é apenas mais uma tribo com uma doutrina própria para a vida. Ela é uma nova cultura comportamental e social na qual a falta de adaptação deixará obsoleto e excluído o indivíduo rígido do passado recente. Aceitar essa condição não é mais uma opção, é uma necessidade. É por isso que incomoda e não deixa escolhas.</p>
<p><em>*Adriano Berger Ferreira, 36 anos, é administrador de empresas pela Univ. Est. de Maringá com especialização em marketing pelo CESUMAR. Atua profissionalmente em Maringá, Paraná, na área de mercadologia e gestão comercial.<br />
Desde a faculdade tem grande envolvimento com assuntos relacionados ao empreendedorismo na Empresa Júnior de Consultoria, da qual foi diretor e presidente, buscando sempre uma relação perfeita entre o aprendizado e o plano de carreira acadêmico.<br />
De perfil invador e instigante, Adriano se sente atraído por aquilo que é pouco explorado. Busca soluções práticas diretamente relacionadas à observação comportamental da sociedade, tendendo à compreensão das características do ser humano para o desenvolvimento de campanhas e busca por resultados.<br />
Acredita que conhecendo a essência do comportamento humano e suas evoluções, seja mais fácil compreender o presente e prever o futuro da sociedade familiar, profissional e de consumo… Adriano bloga no <a target="_blank" href="http://nanoberger.blogspot.com" target="_blank">http://nanoberger.blogspot.com</a>.</em></p>
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		<item>
		<title>Para a Geração Y, o corpo fala?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/FocoemGeracoes/~3/U2r3d7LqUE4/</link>
		<comments>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2010/02/26/para-a-geracao-y-o-corpo-fala/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 18:39:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[artikullock]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura Corporal]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Eline Kullock
No decorrer da vida, nós, da minha geração, aprendemos a ler todos os sinais da comunicação corporal. 
Quando alguém cruza os braços, está resistente, quando olha pra esquerda, quando olha pra direita, tudo tem um significado. Nem sei dizer como aprendemos isso, mas no simples convívio com as pessoas sempre foi possível detectar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/expressao.jpg" alt="" title="expressao" width="226" height="297" class="alignnone size-full wp-image-1680" /><br />
<strong><em>Por Eline Kullock</em></strong></p>
<p>No decorrer da vida, nós, da minha geração, aprendemos a ler todos os sinais da comunicação corporal. </p>
<p>Quando alguém cruza os braços, está resistente, quando olha pra esquerda, quando olha pra direita, tudo tem um significado. Nem sei dizer como aprendemos isso, mas no simples convívio com as pessoas sempre foi possível detectar e entender os mais diversos sentimentos ou expressões.</p>
<p>Me pergunto como será essa leitura corporal numa geração que se comunica pelo computador.</p>
<p>Essa tropa Y não tem mesmo essa “leitura do corpo”. Não aprenderam com ela. Não viveram essa experiência pra sentir na pele. Mesmo quando mamãe dava bronca, era falando no telefone ao mesmo tempo em que lixava as unhas. Pra falar com papai, só com o jornal na frente. Isso, quando ele chegava do trabalho antes das 23h, quando a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a> tá fofocando pelo MSN&#8230;<br />
<span id="more-1678"></span><br />
Na minha época, quando minha mãe me dava aquele olhar 48, eu sabia que ela tava muito zangada (pra não soltar o meu claro Francês) e sabia que tinha que mudar alguma coisa.</p>
<p>Hoje, quando lanço o olhar 48 pro meu filho, ele responde: Aê, manhê, qualééééééé?’Fala logo, pô.</p>
<p>Ele não saca nada do olhar 48.</p>
<p>Aí esse jovem entra na empresa e chega atrasado. O chefe lhe dá um olhar 57 e ele não entende. O chefe fica batendo o pezinho com os braços cruzados na frente dele, que tá numa vibe com o Ipod no ouvido, cantarolando uma música e não entende o que ele quer. </p>
<p>O que acontece? O chefe acha que ele está enfrentando a autoridade! E tá enfrentando também, mas nesse caso ele não entendeu nada. Ele nem sabe por que o chefe tá pau da vida!</p>
<p>Vamos entender que estamos trabalhando com outra tribo. Cada tribo tem seus códigos próprios. Essa turma passou a vida no computador e seus códigos são outros!</p>
<p>E então, como fazer?</p>
<p>Sentar e conversar, explicando com palavras o que é que incomoda. </p>
<p>Como um professor no primeiro dia de aula explica pros alunos que quem chegar 15 minutos atrasado não entra na aula. Quem faltar a oito aulas faz uma prova extra. Aí sim o jovem da Geração Y entende.</p>
<p>Se você estiver irritado porque seu jovem talento chega todo dia 15 minutos atrasado, sente com ele e fale! Eu aposto que ele vai dizer: “ah, é isso? Então tá,vou procurar estar no horário, se isso te incomoda tanto! </p>
<p>O importante, novamente, é pensar nas tribos. Mesmo que eles se pareçam com a gente (de vez em quando), mesmo que se vistam de forma parecida (temos cada vez menos opções), eles pensam diferente e não entendem coisas que nos parecem óbvias. </p>
<p>Se o mais difícil nas organizações é a comunicação, faça um bom exercício falando sobre esse assunto com seu trainee. </p>
<p>Você vai ver que coisas que pareciam muito difíceis podem se tornar fáceis de resolver.</p>
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		<item>
		<title>Sim, a geração Y quer viajar leve pela vida!</title>
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		<comments>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2010/02/25/sim-a-geracao-y-quer-viajar-leve-pela-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 19:12:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[artikullock]]></category>

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Por Tatiana Kielberman
Decidi responder à pergunta feita em um post da Eline Kullock com outro post, pois o espaço disponível para tecer comentários, às vezes, é curto demais para uma geração que quer expor suas idéias ao mundo em tamanha abundância. Também assisti ao filme “Amor sem escalas” e enxerguei a trama como uma crítica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1665" title="balao" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/02/balao.png" alt="" width="360" height="234" /><br />
<strong><em>Por Tatiana Kielberman</em></strong></p>
<p>Decidi responder à pergunta feita em um <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2010/02/23/voce-quer-viajar-leve-pela-vida/" target="_blank">post</a> da Eline Kullock com outro post, pois o espaço disponível para tecer comentários, às vezes, é curto demais para uma geração que quer expor suas idéias ao mundo em tamanha abundância. Também assisti ao filme “Amor sem escalas” e enxerguei a trama como uma crítica ao RH, que hoje coloca tantas histórias de vida em xeque, passando por cima de valores éticos para defender os interesses das organizações.</p>
<p>Assim, ao ler o texto, busquei um olhar atento para a forma como o assunto foi exposto e pude ter uma percepção diferente da que me veio à cabeça após o filme. Gostaria de responder que sim, como parte verdadeira da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>, desejo MUITO viajar leve pela vida!</p>
<p>Vou explicar o porquê&#8230;<br />
<span id="more-1664"></span><br />
Costumo valorizar muito as relações ao meu redor e considero que elas sejam bastante profundas. Porém, após um tempo de aprendizado, percebi que precisava também conviver com dificuldades e perdas que caminham ao lado de qualquer relação. Isso não quer dizer que eu não tenha comprometimento ou queira amizades superficiais, mas que preciso, sim, ter a postura para enfrentar o mundo como ele é, com suas belezas e decepções, sem temer o desapego.</p>
<p>Para mim, viajar leve significa nada mais que respeitar aquilo que acontece dentro de mim diante do turbilhão do mundo lá fora. Eu sei que a geração Y quer tudo muito rápido, para ontem, com customização própria e do jeito que bem entender. Quer estar na frente em termos de trabalho, na relação com os amigos e também se impor dentro de casa. Mas a gente não pode esquecer que, em meio a essa sede de ambição e poder, a nossa geração tem um mundo interno que permanece em cena o tempo todo.</p>
<p>O jovem assume grandes responsabilidades desde cedo e precisa crescer muito rápido. Isso exige que, por alguns momentos, a gente peça permissão para chorar o que fica “entalado” na garganta e, no instante seguinte, voltar a sorrir largo e viajar leve, para o nosso próprio bem!</p>
<p>É o viajar leve que nos possibilita manter a integridade de nossos atos, sabendo ter jogo de cintura ao lidar com as mais diversas situações dentro de uma empresa e, também, no dia a dia. Mas, para isso, precisamos que vocês, nossos mentores, nos auxiliem na busca pelo autoconhecimento e valorizem o que está intrínseco aos nossos atos.</p>
<p>Fujam dos clichês e não pensem que queremos evitar o compromisso com a vida. Desejamos simplesmente viajar tão leve que nossas viagens se tornem vôos pertinentes à realização de nossos sonhos.</p>
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