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	<title>Foco em Gerações</title>
	
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		<title>Estudo da USP: Geração Y possui ansiedade excessiva para subir na carreira</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 19:12:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
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		<description><![CDATA[Nascida do início da década de 1980 até meados de 1990, a Geração Y está tomando o mercado de trabalho brasileiro. Esses jovens são tidos como individualistas, imediatistas e ambiciosos. Um estudo da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP aponta que, para as empresas, o grande desafio é aproveitar características como a rápida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone  wp-image-5284" title="" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/05/millenials_splash.jpg" alt="" width="374" height="239" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Nascida do início da década de 1980 até meados de 1990, a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a> está tomando o mercado de trabalho brasileiro.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Esses jovens são tidos como individualistas, imediatistas e ambiciosos. Um estudo da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP aponta que, para as empresas, o grande desafio é aproveitar características como a rápida adaptação a mudanças e o questionamento constante aos gestores. Ao mesmo tempo, a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >Geração</a> Y precisa lidar com a ansiedade excessiva em ascender na carreira e ganhar altos salários.</p>
<p style="text-align: justify;">Para sua pesquisa de mestrado, o administrador André Laizo dos Santos entrevistou profissionais de recursos humanos (RH) e gestores de 12 empresas de setores variados. A conclusão foi que não basta a companhia estar alinhada aos valores da Geração Y. Para lidar bem com seus funcionários, o RH precisa estar preparado com ferramentas e programas estruturados para apoiar os gestores na condução dos jovens profissionais, considerados arredios a regras, procedimentos e hierarquias.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5282"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, é recomendado que a organização conte com estrutura definida de cargos e salários, plano de carreira, avaliação de desempenho e avaliação de competências com retorno de informações. Estratégias como essas ajudam a aproveitar pontos positivos da geração Y, como saber focar-se no resultado e ter compromisso com entregas, dinamismo e interesse em colocar ideias e participar das decisões. Quando mal gerenciadas, as mesmas características levam a trabalhos desenvolvidos de modo superficial, que podem deixar clientes insatisfeitos.</p>
<p style="text-align: justify;">E não adianta tentar enganar a Geração Y com falsas promessas para a carreira. Quando elas não se se concretizam, os profissionais logo optam por sair da organização.</p>
<p style="text-align: justify;">“Essa geração cresceu num contexto de muita competitividade. Desde pequenos, foram treinados para serem os melhores. Fizeram cursos de língua, intercâmbio e ingressaram em boas faculdades”, diz Santos, que é graduado em administração de empresas e foi orientado pela professora Marisa Pereira Eboli.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa alta qualificação, assim como a facilidade em obter informações pela tecnologia, é requerida pelas organizações, hoje inseridas num contexto que exige estruturas mais complexas. Mas isso pode reverter-se na arrogância dos profissionais, que passam a se achar essenciais para o empregador e pressionam demais por desafios mais avançados, promoções e salários.</p>
<p style="text-align: justify;">“A ansiedade em ganhar autonomia e receber bons salários é fruto do estilo de vida com regalias vindo da adolescência e, em alguns casos, também da infância. Essa geração é diferente das <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> anteriores, que tiveram mais trabalho para obter o básico”, diz Santos. A garantia recebida da família faz com que a Geração Y tenha menos pressa em cumprir os ritos de passagem, como entrar no mercado de trabalho e constituir família. Com menos responsabilidades, não precisam ter tanto compromisso com as organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os entrevistados da pesquisa, a característica mais relacionada à Geração Y é o individualismo. “Eles fazem as escolhas com base no que é melhor para eles. Se precisarem sair da organização, saem. A relação é como a de um casamento: quando não está bom para os dois lados, termina”, aponta um profissional de RH.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns afirmaram que as outras gerações também eram ansiosas e buscavam alinhar necessidades pessoais e organizacionais. No entanto, a Geração Y é a que mais expressa suas angústias e reage para resolvê-las. Também demonstra autonomia na hora de perseguir os objetivos. Com uma ressalva: esperam que o gestor aponte onde devem chegar e, a partir daí, preferem caminhar até lá por conta própria.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www2.uol.com.br/vyaestelar/geracao_y_ansiedade_carreira.htm" target="_blank">Vya Estelar</a></strong></p>
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		<title>Jovens brasileiros apostam na carreira de empreendedor social</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 17:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano era 2006. Tiago Dalvi começou a reparar no talento dos artesãos brasileiros, que criavam produtos de qualidade a preços competitivos. O único problema é que eles não faziam ideia de como vendê-los. Assim nasceu a empresa social Solidarium Comércio Justo, que leva produtos artesanais para grandes redes varejistas. Dalvi, 26 anos, lembra as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone  wp-image-5279" title="" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/05/destaque-empresarial-entidade-homenageia-empreendedores-em-festa_0_480_9128.jpg" alt="" width="332" height="225" /></p>
<p style="text-align: justify;">O ano era 2006. Tiago Dalvi começou a reparar no talento dos artesãos brasileiros, que criavam produtos de qualidade a preços competitivos. O único problema é que eles não faziam ideia de como vendê-los. Assim nasceu a empresa social Solidarium Comércio Justo, que leva produtos artesanais para grandes redes varejistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Dalvi, 26 anos, lembra as dificuldades no início do empreendimento. &#8220;Comecei com aquela intenção inocente de mudar o mundo, tropecei muito mas aprendi com os erros&#8221;, relata. O primeiro alvo do empreendedor foi a rede Walmart. Foram precisos seis meses para que ele conseguisse passar da secretária. Um dia, um dos diretores ligou para marcar uma reunião. Dalvi encheu duas malas de produtos e foi correndo para o encontro. Em um primeiro momento, conseguiu vender apenas para uma loja, depois passou a negociar com 56. &#8220;Foi uma vitrine que ajudou a abrir portas&#8221;, afirma. A Solidarium ganha uma comissão de 10% sobre cada transação e faturou R$ 450 mil no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5277"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Não é ONG. Não é filantropia. A empresa social tem CNPJ como outra qualquer, paga impostos e dá lucro. Na verdade, em alguns casos, muito lucro. Os empresários do setor explicam que é importante se manter sem o apoio financeiro do governo ou de terceiros. A independência é a maneira mais eficaz de fazer a diferença em larga escala &#8211; uma das principais características desse tipo de negócio &#8211; e de forma sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas sociais avançam em ritmo acelerado no mundo todo. Em países europeus e nos Estados Unidos, já há quem diga que em pouco tempo todas as companhias nascerão híbridas, isto é, terão a vocação social em sua essência. Muitos dos especialistas e profissionais que trabalham no setor criticam o fato de a área de responsabilidade social das empresas ser separada, como se fosse um apêndice e não uma parte efetiva do negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil surge como uma referência do setor, na visão de especialistas, e com uma característica peculiar: por aqui, as empresas sociais são comandadas por jovens. Entre os donos de negócios tidos como promissores, há pessoas com 20 e poucos anos. &#8220;O país possui gente bem formada e talentosa. Além disso, tem muitos desafios sociais para superar&#8221;, afirma Daniel Izzo, sócio da Vox Capital, fundo de venture capital que só investe em negócios de impacto social.</p>
<p style="text-align: justify;">No exterior, Dalvi está fazendo história. A Solidarium foi eleita uma das cinco maiores inovações do mundo para o desenvolvimento socioeconômico. Ela concorreu com 900 negócios de 83 países em uma competição da Fundação eBay em parceria com a Ashoka.</p>
<p style="text-align: justify;">O empresário enxerga longe. &#8220;Depois de mudar a realidade dos nossos artesãos e de outros da América Latina, vamos expandir o negócio para a China e a Índia, que enfrentam problemas parecidos. Em 2013, estaremos lá fora&#8221;, garante Dalvi.</p>
<p style="text-align: justify;">Izzo, da Vox, comenta que o que chama mais atenção é que esta <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> &#8220;não acha esquisito unir impacto social com lucro&#8221;. Eles têm ainda uma vantagem em relação às <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> anteriores &#8211; o ambiente propício ao empreendedorismo. Com a estabilidade da economia brasileira, eles podem se dar ao luxo de buscar menos segurança no início da carreira e fazer algo que dê sentido às suas vidas. &#8220;Os jovens cada vez mais unem o trabalho a um propósito&#8221;, afirma Izzo.</p>
<p style="text-align: justify;">O investidor lembra ainda que crescem os eventos de empreendedorismo social, os mentores, os fundos de investimentos e as aceleradoras- empresas que fazem um trabalho parecido com as incubadoras, a diferença é que seu foco está no desenvolvimento do modelo de negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">O próprio Daniel Izzo tinha 32 anos quando criou a Vox, em 2009. Mas a história começou mesmo quando ele tinha 28, trabalhava na Johnson &amp; Johnson como gerente de produto de Sundown e teve uma crise de origem profissional. &#8220;Eu não tinha como métrica aumentar o número de pessoas que se beneficiavam do protetor solar, e sim o lucro. Mas acho que a finalidade dos negócios deve ser tornar a vida melhor&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos negócios de impacto social no portfólio da Vox Capital é o Banco Pérola, que concede microcrédito a jovens excluídos do sistema financeiro. Alessandra Gonçalves de França, diretora-presidente da entidade, cuja sede fica na cidade de Sorocaba, em São Paulo, tinha 16 anos quando leu o livro &#8220;O banqueiro dos pobres&#8221;, de Muhammad Yunus. Nele, o pai do microcrédito, que em 2006 ganhou o prêmio Nobel da Paz, relata a criação de um banco para emprestar dinheiro à população carente. &#8220;Encantei-me com a história de Yunus&#8221;, afirma a empreendedora.</p>
<p style="text-align: justify;">O Banco Pérola é uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) que funciona sob a coordenação dos Ministérios da Justiça e do Trabalho e Emprego, no âmbito do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado.</p>
<p style="text-align: justify;">O modelo de negócio do Pérola surgiu a partir de uma pesquisa, que mostrou que 3,9 milhões de jovens no país sonham em empreender, mas não têm acesso a crédito. A vocação de Alessandra para o empreendedorismo social surgiu cedo, já que ela trabalha no terceiro setor desde os 15 anos. Hoje ela coleciona casos que graças a ela tiveram desfechos positivos. &#8220;Por exemplo, dois jovens que catavam lixo nas ruas para reciclar tomaram um empréstimo conosco e atualmente ganham R$ 10 mil por mês com uma empresa de reciclagem&#8221;, conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Tony Marlon, 24 anos, também optou pela carreira de empreendedor social. Em 2011, fundou no bairro de Campo Limpo, na periferia de São Paulo, a Escola de Notícias, uma produtora sociocultural que trabalha com a formação de jovens em comunicação e geração de conteúdo. &#8220;Pedi demissão dos dois empregos, comprei três computadores, uma filmadora e transformei a casa dos meus pais em sede&#8221;, conta. &#8220;Para mim, a comunicação tem três papéis fundamentais: informar, inspirar e mobilizar.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O próprio Marlon conseguiu se formar e trabalhar por conta de projetos sociais dos quais participou. &#8220;O que me faz levantar todos os dias é a possibilidade de fazer de fato algo para mudar as coisas&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.valor.com.br/" target="_blank">Valor Econômico</a></strong></p>
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		<title>O Grupo Foco deseja um Feliz Dia das Mães!</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 17:48:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Comemoração]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Foco]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone  wp-image-5274" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/05/clip_image002.jpg" alt="" width="501" height="375" /></p>
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		<item>
		<title>Geração Y, um desabafo</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 18:45:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Wollheim]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Bob Wollheim* Estou cansado da visão preconceituosa e preconcebida que muitos “mais velhos” estão fazendo sobre os jovens de hoje, os chamados Geração Y. Li Machado de Assis obrigado. Jantava e assistia à novela com a família como parte dos meus deveres de filho, não por opção. Aprendi a dizer obrigado, Sr., Sra., ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5270" title="" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/05/sms-jovens-eua.jpg" alt="" width="317" height="247" /></p>
<p><em><strong>Por Bob Wollheim*</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Estou cansado da visão preconceituosa e preconcebida que muitos “mais velhos” estão fazendo sobre os jovens de hoje, os chamados <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Li Machado de Assis obrigado. Jantava e assistia à novela com a família como parte dos meus deveres de filho, não por opção. Aprendi a dizer obrigado, Sr., Sra., ou seja, a manifestar respeito, o que não significa o mesmo que sentir respeito. Aprendi uma história brasileira (falsa) que tinha sido montada pelos militares! Minhas opções profissionais eram funcionais (ofícios) e não baseadas em talentos. E fui criado para ser alguém na vida e não ser feliz na vida!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5267"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Achar que isso é melhor, mais profundo, mais bacana ou mais qualquer coisa do que os jovens de hoje é de uma prepotência sem tamanho!</p>
<p style="text-align: justify;">Não aceito também o lado oposto de achar que os jovens hoje são melhores. Eles são diferentes, muitas coisas melhores, outras nem tanto e algumas piores. Só isso.</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >Geração</a> Y é a geração da opção. Cresceram com todas as opções de vida abertas a eles. Querem ser felizes. Sentem que o planeta precisa de ajuda. Gostam da coisa coletiva e têm a web que lhes abre o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Vai dizer que tudo isso não é incrível? É!</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente tem o outro lado: ter todas as opções pode significar nunca escolher nenhuma. Sofrer pelo planeta pode significar uma desconexão com o mundo industrial moderno e com o trabalho. Ter o mundo a seus pés na web pode gerar uma enorme dispersão. Não encontrar significado nas coisas do dia-a-dia do mundo pode gerar jovens perdidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Trabalho com e para jovens e, apesar dos desafios que menciono, sou um otimista e acho que a soma das coisas positivas da Geração Y é muito maior do que a soma das negativas e que – se a gente deixar – essa Geração Y pode construir um mundo muito melhor do que nós (os respeitosos, os profundos, os pensadores, os leitores de jornal, etc. etc. SIC, SIC, SIC, SIC) construímos.</p>
<p style="text-align: justify;">A ver.</p>
<p><em>*Bob Wollheim é Sócio-Diretor da Brand Conversations</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://resultson.com.br/blog/geracao-y-um-desabafo/" target="_blank">ResultsON</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Jovens ajustam suas expectativas diante da crise financeira global</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 19:16:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[A geração do milênio, formada por quem nasceu a partir da década de 1980, começou a carreira de forma atípica. Eles tiveram boa educação e deram a sorte de entrar no mercado num momento favorável, com empresas dispostas a pagar benefícios raros a iniciantes e salários bem acima da média, incluindo bônus, premiações e horários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone  wp-image-5263" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/05/Business-Man-and-Woman1.jpg" alt="" width="319" height="212" /></p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> do milênio, formada por quem nasceu a partir da década de 1980, começou a carreira de forma atípica. Eles tiveram boa educação e deram a sorte de entrar no mercado num momento favorável, com empresas dispostas a pagar benefícios raros a iniciantes e salários bem acima da média, incluindo bônus, premiações e horários flexíveis de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">“Era a única forma de reter essa turma tão disputada”, afirma João Lins, da consultoria PricewaterhouseCoopers (PWC). Não mais. Com os desdobramentos da crise financeira global, o mercado cortou os excessos. A oferta de vagas diminuiu, e a nova geração teve de fazer concessões, mostra uma pesquisa iné-dita da PWC. Ela compara dados de 2011 com os de 2008, antes da crise.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5261"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O levantamento foi feito em 75 países, entre eles o Brasil. Trabalhadores americanos e europeus foram os que mais perderam benefícios. Boa parte dos jovens (32%) diz que aceita ganhar me-nos do que supõe merecer e 15% topam trabalhar em empresas distantes de sua residência, algo pouco comum há cerca de três anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone  wp-image-5262" title="" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/05/727_primeiro_plano_diagrama.jpg" alt="" width="518" height="432" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>As marcas de uma geração antenada (Foto: Fontes: PWC e Organização Internacional do trabalho)</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://revistaepoca.globo.com/Primeiro-Plano/noticia/2012/04/eles-cairam-na-real.html" target="_blank">Revista Época</a></strong></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FocoemGeracoes/~4/8KFHZ9CwMgo" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Geração X é a que mais pensa em deixar o emprego</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 19:18:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração X]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança de Emprego]]></category>

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		<description><![CDATA[A geração X, formada por profissionais nascidos entre 1965 e 1976, é a que mais pensa em deixar o emprego, segundo revela pesquisa realizada pela Kelly Global Consultoria, com aproximadamente 170 mil profissionais, em 30 países. De acordo com o estudo, entre os profissionais dessa geração, a intenção de trocar de emprego em breve é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-5257" title="" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/05/432655_lo_011.gif" alt="" width="300" height="150" /></p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>, formada por profissionais nascidos entre 1965 e 1976, é a que mais pensa em deixar o emprego, segundo revela pesquisa realizada pela Kelly Global Consultoria, com aproximadamente 170 mil profissionais, em 30 países.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o estudo, entre os profissionais dessa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a>, a intenção de trocar de emprego em breve é de 43%, número cinco pontos percentuais maior do que o verificado na <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>, nascidos de 1977 a 1990, de 38%, e seis pontos acima do apurado entre os chamados <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomer</a>s (37%), que nasceram entre 1946 e 1964.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5255"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Considerando todas as <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>, a média de pessoas que pensam frequentemente em deixar o emprego é de 37%.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda conforme o levantamento, no geral, 35% dos entrevistados não têm a intenção de comunicar sua vontade de se desligar da empresa com o patrão.</p>
<p style="text-align: justify;">Por geração, esse percentual sobe para 42% entre os <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >baby boomers</a> e para 40% entre os profissionais da geração X. A geração Y é a que demonstra menos problemas em colocar sua insatisfação para buscar uma solução, já que apenas 33% desses profissionais disseram que não gostariam de falar sobre suas intenções com a empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">No que diz respeito ao significado do trabalho, o estudo mostra que a geração Y é a que mais associa trabalho com desenvolvimento pessoal (77%) e com envolvimento comunitário (29%).</p>
<p style="text-align: justify;">Já os profissionais da geração X são os que mais associam trabalho com as conexões às estratégias corporativas (35%), enquanto os baby boomers são os que associam ao alinhamento com os valores pessoais (47%) e com a conexão com colegas (44%, mesmo percentual da geração Y).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2411107-geracao+que+mais+pensa+deixar+emprego+revela+estudo" target="_blank">Portal InfoMoney</a></strong></p>
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		<title>Geração Y: cuidar da imagem é como direção defensiva</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 17:14:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marca Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Adriano Barbosa* – @pontopessoal Hoje, conversando com uma amiga depois de um gostoso café em uma tarde fria e chuvosa em Curitiba, a frase “cuidar da imagem é como direção defensiva” veio como uma luva no meio de uma conversa sobre redes sociais. Estamos cada vez mais conectados em um universo de mídia digital, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone  wp-image-5250" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/05/homem-dirigindo.jpg" alt="" width="293" height="224" /></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Adriano Barbosa* – @pontopessoal</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, conversando com uma amiga depois de um gostoso café em uma tarde fria e chuvosa em Curitiba, a frase “cuidar da imagem é como direção defensiva” veio como uma luva no meio de uma conversa sobre redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos cada vez mais conectados em um universo de mídia digital, que serve para compartilhar tudo. Pequenas frases, momentos, lugares, fotos, tendências, assuntos profissionais e vídeos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nós controlamos o que colocamos no ar para que nossos amigos aceitos na rede visualizem. Há casos em que durante horas o assunto está na boca de muita gente. Há casos em que o assunto nem aparece. Mas tudo pode e deve ser planejado.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5245"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Temos que lembrar, acima de qualquer atualização, que ao marcarmos um amigo ou postarmos uma foto, assunto, ou citação que seja, de uma outra pessoa, a estamos expondo.</p>
<p style="text-align: justify;">Imaginem um profissional que decidiu acompanhar um grupo de amigos a uma festa, mas disse a seus superiores que iria participar de um treinamento qualquer. Talvez não tivesse acontecido nada com o profissional se um dos amigos presentes na festa não fizesse check-in em uma rede social ou postasse fotos de seu amigo bebendo e dançando de forma nada discreta. Um dos superiores do profissional era amigo comum do participante da festa e viu as fotos.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema não foi ir à festa e se divertir, mas sim tentar sustentar a mentira.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer pessoa tem um celular que pode tirar fotos, gravar vídeos e depois compartilhar no mesmo instante em redes sociais. Portanto, todo cuidado é pouco com a imagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é só o seu cuidado que vai fazer com que ela não se arranhe, mas também a cautela de quem está ao seu redor.</p>
<p style="text-align: justify;">É como a direção defensiva. Você não dirige só para você, mas também por todos que compartilham a mesma rodovia, estrada ou rua.</p>
<p style="text-align: justify;">Cuidar da imagem que é divulgada é ser coeso com as estratégias de gestão do seu Marketing Pessoal e de tudo que vem construindo ao longo da carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Em tempos compartilhados, cuide de onde vai, do que faz e com quem está. Cuide da sua imagem e da direção que dá para ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Fica a dica, <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>!</p>
<p style="text-align: justify;">*<em>Adriano Barbosa é Bacharel em Administração de empresas, tem MBA em Comunicação e Marketing e formação em Líder Coach (2010). Desenvolveu sua carreira em uma grande empresa de telecomunicações no sul do país, respondendo pelo Planejamento Comercial de Vendas. Desde 2006, estuda e aplica os conceitos do Marketing Pessoal na Gestão da Carreira e Imagem, publicando artigos, ministrando cursos e palestras. Hoje responde pela Direção de Negócios da Ponto Pessoal, primeira agência especializada em Marketing Pessoal do Brasil.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Site: <a href="http://www.pontopessoal.com.br/" target="_blank">www.pontopessoal.com.br</a> </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Blog:<a href="http://blog.pontopessoal.com.br/" target="_blank">http://blog.pontopessoal.com.br</a> </em></strong></p>
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		<title>Geração Y é ágil e baseada em relações de igualdade</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 20:59:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>

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		<description><![CDATA[Criada em meio aos avanços tecnológicos e ao progresso econômico, a chamada geração Y &#8211; jovens nascidos entre o fim da década de 1970 e meados da década de 1990 &#8211; possui características peculiares que a diferencia de seus antecessores. Conhecidos como indivíduos que exaltam os meios tecnológicos, são completamente receptivos a inovações e ágeis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-5240" title="" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/04/02290258600.jpg" alt="" width="220" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify;">Criada em meio aos avanços tecnológicos e ao progresso econômico, a chamada <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> &#8211; jovens nascidos entre o fim da década de 1970 e meados da década de 1990 &#8211; possui características peculiares que a diferencia de seus antecessores. Conhecidos como indivíduos que exaltam os meios tecnológicos, são completamente receptivos a inovações e ágeis no raciocínio. Não aceitam o papel de receptor passivo nas relações interpessoais, reivindicando a troca de experiência e conhecimento com os mais velhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Vanessa Pik Quen Lee, psicóloga do Hospital Santa Cruz, define a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Y como &#8220;pessoas mais inquietas, inconstantes, com agilidade em suas atividades e capacidade de fazer várias tarefas ao mesmo tempo. São guiadas pelo prazer, pelo objetivo imediato e pela busca de autorrealização&#8221;, esclarece.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5237"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A alteração no perfil desse jovem deve-se, em grande parte, aos vários compromissos assumidos, tais como escola, cursos de idioma, práticas esportivas, entre outros. Para a especialista, eles &#8220;nasceram imersos num ambiente repleto de estímulos e, por isso, estão acostumados a se manterem o tempo todo ocupados, com múltiplas tarefas simultaneamente. Entretanto, dada a abundância de recursos, entediam-se facilmente, procurando constantemente novidades, aprendizagem e desafios&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Valores éticos e mercado de trabalho</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A competitividade e o individualismo no sentido de busca do desenvolvimento pessoal e da autorrealização são consequências da geração Y. Os pais se preocuparam com o fortalecimento da autoestima e a prevalência da liberdade, diferentemente de como foram criados. A especialista ressalta que essa conduta influencia no mercado de trabalho e no relacionamento familiar que, segundo ela, &#8220;é baseado em relações de igualdade, sem privilégios ou diferenças de tratamento e, também, sem submissão à hierarquias entre pai e filho, experiente e aprendiz, rico e pobre, chefe e empregado ou autoridade e subordinado. Há respeito à diversidade, à competência, não à hierarquia&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desafios da nova geração</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A comunicação e as formas de se relacionar mudaram, e nesse cenário, o virtual torna-se o caminho mais rápido e imediato. Por outro lado, fica difícil manter a atenção exclusiva desse jovem por muito tempo, o que acaba por favorecer a superficialidade. A geração Y consegue fazer tudo ao mesmo tempo, mas não tem paciência e demonstra dificuldade de focar em um objetivo e nele aprofundar-se, assim como os relacionamentos pessoais, que podem ser iniciados e terminados na própria rede.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A impaciência, a inquietude, a intolerância à frustração e a depressão são alterações de comportamento que podem ocorrer&#8221;, salienta a psicóloga Vanessa Pik Quen Lee. Ao mesmo tempo, ela acrescenta que fortes valores éticos e coletivos são particularidades desses jovens. &#8220;Por viverem em uma época de paz e prosperidade, existe maior preocupação ambiental e social. É uma geração de liberdade individual, de moral liberal e menos preconceituosa&#8221;, conclui.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Leia mais <a href="http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--92-20120417" target="_blank">clicando aqui</a>!</strong></em></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FocoemGeracoes/~4/hlQhB9XnkR8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Geração Y troca em média 27 vezes de mídia por hora</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 20:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Midias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo da Time Warner, realizado pela Innerscope Research, revelou que a chamada &#8221;Geração Y&#8221; (nascidos a partir de 1984) troca em média 27 vezes de mídia por hora (fora do expediente de trabalho). O dado é maior que o registrado com os &#8221;imigrantes digitais&#8221; (a geração anterior que presenciou a transição das mídias), que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone  wp-image-5232" title="" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/04/0.png" alt="" width="251" height="251" /></p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo da Time Warner, realizado pela Innerscope Research, revelou que a chamada &#8221;<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >Geração Y</a>&#8221; (nascidos a partir de 1984) troca em média 27 vezes de mídia por hora (fora do expediente de trabalho). O dado é maior que o registrado com os &#8221;imigrantes digitais&#8221; (a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> anterior que presenciou a transição das mídias), que muda de mídia 17 vezes em 60 minutos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados da pesquisa servem de alerta para as marcas: elas têm de se adaptar a um público cada vez menos fiel a uma ou outra mídia. &#8220;O público alvo ficou mais rápido, e a janela de tempo que a empresa tem para conseguir chamar a sua atenção se tornou bem menor&#8221;, afirmou o CEOda Innerscope Research, Carl Marci.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5231"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Uma das possíveis soluções para essa volatilidade é cercar o consumidor. O público que migrar de uma mídia para outra seria atingido por comerciais de uma marca, desde que permaneça no mesmo &#8221;conteúdo&#8221;. Por exemplo, uma empresa poderia publicar um anúncio em uma revista, e quando o consumidor acessar o site da publicação, teria uma propaganda em vídeo de alguns segundos e também um aplicativo para smartphone.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra pesquisa realizada nos Estados Unidos, pela Nielsen, mostrou que 45% dos proprietários de tablet fazem uso de seus aparelhos enquanto assistem a televisão. 26% deles repararam na troca de atenção entre um aparelho e outro. &#8220;Se temos consumidores que permanecem por pouco tempo em vários tipos de mídias, precisamos aprender a nos comunicar através de mensagens curtas&#8221;, afirmou Patti Wakeling, diretora Global de mídia na Unilever, uma das marcas que patrocinou a pesquisa.</p>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.musicaemercado.com.br/pagina/2140/consumo-geracao-y-esta-cada-vez-mais-infiel-as-marcas-" target="_blank">Música &amp; Mercado</a></strong></div>
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		<item>
		<title>A geração Y e a construção de uma nova sociedade</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 18:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Margaret Mead]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Atual]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock Foi-se o tempo em que sabíamos quais conselhos dar aos nossos filhos. Bem que gostaríamos de ter na ponta da língua o que dizer a eles, mas nem na tecnologia, nem na escolha de profissões, nem mesmo em relação à ética do mundo podemos ser de muita valia. Hoje em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-5221" title="" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/04/41mmbLHyfSL._SL500_AA300_.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock<br />
</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foi-se o tempo em que sabíamos quais conselhos dar aos nossos filhos. Bem que gostaríamos de ter na ponta da língua o que dizer a eles, mas nem na tecnologia, nem na escolha de profissões, nem mesmo em relação à ética do mundo podemos ser de muita valia.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, os pais têm questionado muito o que ensinar a seus filhos. E a escola não está numa crise menor, pois sabe que lá não é mais um lugar para ensinar o “que” e “quando”. As instituições de ensino se perguntam se adianta tentar “ensinar” para uma <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> que quer decidir sozinha o que aprender. E sabemos que o verbo “aprender” é mais forte que o “ensinar”!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5218"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Eu estava numa palestra para jovens falando da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> e, de repente, uma participante muito inteligente me contou que tinha uma filha de 6 anos e ela não sabia como ajudá-la. A menina estava sendo alfabetizada e a escola pedia que ela escrevesse as letras que já conhecia, da forma como pudesse. “O que der”, era mais ou menos a orientação. A mãe, que nunca mais tinha usado o caderno de caligrafia, mas que ainda visualizava na escola o conceito do professor como “dono do saber”, se questionava se esse estilo “ faça o que for possível para você” era benéfico à sua filha.</p>
<p style="text-align: justify;">A verdade é que se torna complicado nos questionamos se a metodologia e o conteúdo de hoje são adequados, num mundo que não sabemos como será, a curto e a longo prazos. Adoro a frase que diz: “Estamos preparando nossos filhos para profissões que ainda não existem, com tecnologias que ainda não foram inventadas”. Mario Sergio Cortella também nos diz: “O mundo que deixaremos para nossos filhos são os filhos que deixaremos para este mundo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Estou lendo um livro da Margaret Mead, “Culture and Commitment”, em que ela, antropóloga reconhecida, aborda três momentos da nossa história. O primeiro diz respeito a uma sociedade na qual o saber dos mais velhos era inquestionável e os jovens obedeciam porque esse saber fazia sentido. Pode-se falar isso de culturas muito fechadas, como tribos e povos que não se miscigenam, que não querem a interferência do mundo. Isso inclui até mesmo os povos que já não existem mais, como a cultura pré-hispânica. O saber e a norma vinham dos mais velhos para os mais jovens. Seriam esses os membros de uma cultura “pós-figurativa”. Isso não quer dizer que não havia transgressões à norma. As transgressões sempre existiram e fazem parte da formação da personalidade das pessoas, mas o <em>status quo</em> prevalecia.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda segundo a autora, depois passamos a uma cultura cofigurativa, em que os conceitos transmitidos pelos pais não eram mais aplicáveis à realidade e seus filhos aprendiam com os pares. Os mais velhos ainda são a força dominante, mas o saber não emana somente deles. Uma sociedade que passa por grandes transformações, que saiu de uma guerra, por exemplo, ou que evidencia uma mudança tecnológica muito relevante, precisa se reinventar e entender que, talvez, o exercício da cultura cotidiana não seja mais adequado ao momento. Nessas sociedades, embora os filhos ainda precisem do reconhecimento paterno/materno ou do ambiente de forma geral, a cultura é definida pelos filhos, que olham para o que os cerca no intuito de definir o que cabe nesse novo contexto.</p>
<p style="text-align: justify;">O terceiro momento, de acordo com Mead, se refere à sociedade na qual estamos entrando: a pré-figurativa,  em que o saber vem dos filhos e os pais, de fato, não sabem o que deve ser ensinado. Ao contrário, os pais aprendem com os filhos. Não há mais modelos a serem seguidos na família, na sociedade em que vivem, nem mesmo no mundo. É como se fossem <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> isoladas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nenhuma geração antes incorporou tantas mudanças tecnológicas, as formas de comunicação, a definição de humanidade, a certeza da mudança, o tamanho e a interdependência do mundo, da mesma maneira que essa geração, que rejeita os ensinamentos dos mais velhos, compreendendo a amplidão da mudança do contexto em que está inserida. Uma sociedade que não reconhece a palavra segurança, porque o mundo não tem mais a mesma crença, nem na igreja, nem nas instituições políticas, nem nas ideologias, nem na ciência.</p>
<p style="text-align: justify;">A criança aprende a respeitar e seguir os ensinamentos dos mais velhos a partir do conceito de “certo e errado”. Como esses conceitos, hoje, estão fluidos, os pais não podem (e sabem disso) impingir uma moral, um comportamento vivido no passado. Ainda há pais que acreditam nas verdades absolutas, mas os pais mais jovens sabem que o contexto mudou. A comunicação entre aqueles que se apegam a verdades absolutas, nesse momento, é, então, muito mais difícil e gera uma crise mais difícil de transpor entre as gerações.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso reinventar os dogmas do passado e talvez a própria geração Y seja a que pode ter mais respostas sobre como refazer a cultura, aqui entendida como hábitos e costumes, para adequá-la ao mundo atual. Para esses jovens, nada do passado tem um significado relevante ou aplicável na nova cultura. Ninguém tem as respostas, mas o reconhecimento de que estamos numa nova era é o começo para se buscá-la. São os pais que ainda acreditam que há um caminho seguro e aprovado por uma sociedade para as ações que tomamos. Voltando ao início deste post, só nas culturas pré-figurativas, vamos entender que a escola já não sabe mais o que ensinar, e vamos aprender esse novo modelo com nossos filhos. Devemos, acima de tudo, estar abertos a esse aprendizado que vêm deles, pela sua visão da nova cultura em que estamos inseridos.</p>
<p style="text-align: justify;">O que nos resta é ensinar valores. Esse, sim, será sempre o nosso papel.</p>
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