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	<title>Foco em Gerações</title>
	
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		<title>O futuro da aprendizagem: educação aliada à tecnologia</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 14:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Renato Andrade &#8211; @renatoan Como será a escola das próximas gerações? Os games serão utilizados para educar? A interatividade vai auxiliar no aprendizado? &#8220;Um dos problemas da educação do mundo de hoje é o apego excessivo ao texto. A expressão de ideias não acontece só escrevendo alguma coisa, pois a vida é muito mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.mtv.uol.com.br/embed.php?id=63306" name="" width="480" height="270" frameborder="0" SCROLLING=NO></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Renato Andrade &#8211;  @renatoan</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como será a escola das próximas <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>? Os games  serão utilizados para educar? A interatividade vai auxiliar no  aprendizado?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Um  dos problemas da educação do mundo de hoje é o apego excessivo ao texto. A  expressão de ideias não acontece só escrevendo alguma coisa, pois a vida é muito  mais multimídia hoje em dia&#8221;. É assim que começa o programa de Ronaldo Lemos,  doutor em Direito e professor da Fundação Getúlio Vargas, direto de Nova York para a MTV Brasil, tratando de  tecnologia e de suas relações com a vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse vídeo, são apresentados projetos inovadores que  utilizam a tecnologia (os educadores invadem até o universo dos games!) para  ensinar, interagir e criar uma nova forma de aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">No  programa &#8220;Mod MTV&#8221;, não é falado sobre a utilização das mídias sociais em  projetos de estudos, já que as ideias ainda estão em fase-teste no mundo todo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Vamos aguardar!</em></strong></p>
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		<title>A elevada autoestima da geração Y como fator de risco</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 12:58:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock Outro dia, recebi o e-mail de um candidato a programa de trainee que me deixou assustada. Ele havia participado de um processo conduzido por nós e dizia: “Eline, me inscrevi em alguns processos seletivos na sua empresa e em seus concorrentes, mas não tenho sido aprovado. Eu sei que tenho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4995" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/02/auto-estima.jpg" alt="" width="300" height="199" /></p>
<p>Por Eline Kullock &#8211;  @elinekullock</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Outro dia, recebi o e-mail de um candidato a programa de  trainee que me deixou assustada. Ele havia participado de um processo conduzido  por nós e dizia:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eline, me inscrevi em alguns processos seletivos na sua  empresa e em seus concorrentes, mas não tenho sido aprovado. Eu sei que  tenho  um excelente currículo, falo Inglês fluentemente porque já fiz um intercâmbio no  Canadá, sou um líder no meu grupo e tenho uma comunicação muito boa. Será que o  meu currículo, por ser tão bom, assusta os recrutadores? Assusta a empresa que  quer contratar os trainees? Queria entender o motivo pelo qual não tenho passado  das fases de dinâmica. Talvez seja só falta de sorte. Mas, comparando-me com os  outros candidatos, acho que sou melhor do que muitos. O que você tem a  dizer?”</em></p>
<p style="text-align: justify;">O  e-mail pode não ter exatamente as palavras que reproduzo aqui, mas a mensagem  básica era essa.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu  já disse algo semelhante sobre isso antes, aqui no blog. O fato é que a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a>  Y tem um baixo nível de autoconhecimento e, além disso, não está acostumada a  receber feedbacks negativos. Talvez tenha uma autoestima elevada demais, em  função da maneira como foi educada, sempre estimulada a ser perfeita, recebendo  elogios demais. Vale lembrar, inclusive, que essa geração é o protótipo da frase  da campanha do Obama: <em>“Yes, you can!” (“Sim, você  pode!”).</em><br />
<span id="more-4994"></span><br />
Mesmo procurando me aprofundar na compreensão do modelo  mental dessa geração, de modo a entender que a sua escala de valores pode ser  diferente da minha, não deixo de pensar que o candidato em questão poderia ter  me escrito esse e-mail num tom mais ameno.</p>
<p style="text-align: justify;">Fico achando que seria legal se ele tivesse se  questionado mais sobre o que poderia estar fazendo de errado. Mas não. De acordo  com a educação que recebeu, o errado não é ele. É quem está selecionando. E, se  eu fosse buscar um diálogo, incentivando a autopercepção do rapaz, ele ainda  diria: <em>“Mamãe disse que eu sou ótimo, é nisso que acredito!”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Tenho medo do risco que a elevada autoestima pode  trazer, principalmente, aos jovens que entram hoje nas organizações. Sem se  perceberem como indivíduos que têm necessidade de se aprimorar – mesmo sendo  bons demais – eles também não perceberão o gestor, nem o colega que está ao  lado. E, com isso, a empresa poderá perder de vez o controle das  situações.</p>
<p style="text-align: justify;">Será que cada um de nós tem um pouquinho dessa mania de  achar que todos estão na contramão, quando mantemos um ponto de vista diferente  dos demais?</p>
<p style="text-align: justify;">Vale a reflexão!</p>
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		<title>Geração Y demanda olhar diferenciado e mais veloz</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 18:02:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Philips extinguiu o domínio de seus funcionários sobre as suas estações de trabalho: ninguém tem mesa exclusiva &#8211; nem o presidente. A Ambev passou a oferecer vagas de trainees por meio de redes sociais &#8211; inclusive com uma &#8220;twittada&#8221;, em resumidos 120 caracteres. Abilio Diniz lançou, em parceria com a FGV, um curso sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4989" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/02/juridica.jpg" alt="" width="287" height="196" /></p>
<p style="text-align: justify;">A Philips extinguiu o domínio de  seus funcionários sobre as suas estações de trabalho: ninguém tem mesa exclusiva  &#8211; nem o presidente. A Ambev passou a oferecer vagas de trainees por meio de  redes sociais &#8211; inclusive com uma &#8220;twittada&#8221;, em resumidos 120 caracteres.  Abilio Diniz lançou, em parceria com a FGV, um curso sobre liderança baseado em  sua própria vivência e voltado para jovens aprendizes. Em comum, a multinacional  holandesa, a maior cervejaria da América Latina e o dono da maior cadeia de  supermercados do Brasil querem &#8211; cada um a seu modo &#8211; seduzir a chamada <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a>  Y.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é de hoje, como se sabe, que os  jovens com idade entre 18 e 29 anos, formam uma nova turma no mercado de  trabalho. Diferentemente de seus pais &#8211; que passavam a vida num mesmo emprego,  com medo de se arriscar em novos voos &#8211; eles construíram identidades próprias.  São cheios de vontade, altamente conectados, dominam o inglês, têm ambição, mas  querem um equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. Há anseio de crescer, mas o  dinheiro precisa estar associado ao prazer, ao desafio, ao novo. Se caírem no  tédio, procuram, rapidamente, outro porto seguro.</p>
<p style="text-align: justify;">O perfil deles resultou num  movimento de transformação nas empresas que, preocupadas em perder esses  talentos, passaram a tomar iniciativas sob medida para eles. &#8220;A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> é  inquieta, multitarefas, e não se adapta a esse ambiente denso, homogêneo e  uniformemente distribuído&#8221;, diz a arquiteta Claudia Andrade, sócia do escritório  paulistano Andrade Azevedo Arquitetura, especializado em espaços corporativos.  Foi da sua prancheta que brotou o moderno projeto da nova sede da Philips, em  Barueri (SP), em que as estações de trabalho não têm donos. O ambiente,  visualmente contemporâneo, divide-se em múltiplos espaços, e com algumas salas  individuais, reservadas a quem precisa se concentrar para executar um trabalho  mais complexo.<br />
<span id="more-4988"></span><br />
&#8220;O projeto faz parte de uma  estratégia global da companhia de investir em ambientes mais atraentes,  colaborativos e que privilegiam a saúde e o bem estar de seus funcionários&#8221;,  afirma a autora do livro &#8220;A História do Ambiente de Trabalho em Edifícios de  Escritório &#8211; Um Século de Transformações&#8221; e coautora no livro &#8220;Assessing  Building Performance&#8221;, publicado na Inglaterra. Esses novos escritórios também  ajudam a diminuir custos. Afinal, comportam menos estações de trabalho por  número de colaboradores &#8211; nem todos os empregados estão no escritório ao mesmo  tempo, ou porque estão trabalhando remotamente ou porque estão de férias. Na  nova sede, são 800 estações de trabalho para 1,1 mil funcionários. É o primeiro  exemplo no Brasil dos novos conceitos de layout, concebido para suportar  profissionais de alta mobilidade e a geração Y.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de oferecer ambientes mais  interessantes aos olhos desses jovens, algumas companhias vêm buscando entender  quais os seus anseios e, portanto, quais as estratégias para retê-los. Numa  empresa com perfil altamente industrial, como o frigorífico Minerva &#8211; com  fábricas em dez cidades, sendo duas no exterior &#8211; a melhor sacada é investir no  relacionamento com os funcionários. As duas mais importantes são incentivá-los a  sugerir ideias para o negócio e encorajá-los a manter uma linha direta de  comunicação com o comando da empresa. &#8220;Percebemos que as melhores sugestões vêm  dos colaboradores que estão tocando a operação, eles é que estão de frente com o  dia a dia das fábricas&#8221;, diz Edison Ticle, diretor financeiro do grupo &#8211;  terceiro maior frigoríficos de bovinos do Brasil, com faturamento de R$ 3,9  bilhões, considerando os últimos 12 meses (encerrado em  setembro).</p>
<p style="text-align: justify;">Aos 33 anos, com passagem pelo  Pactual, Black River, Safra e há três anos no Minerva, Ticle é o próprio exemplo  de geração Y. Ele acredita no potencial de seus pares, mas faz uma ressalva em  relação ao estigma de que os jovens de hoje trocam de emprego como trocam de  roupa. &#8220;Não se pode pensar o Brasil apenas no eixo da Faria Lima&#8221;, diz,  referindo-se a uma região paulistana que hospeda importantes bancos e empresas  do país. &#8220;Quando se olha para outros Estados, a situação é diferente, os jovens  estão comprometidos e querem seguir carreira na empresa, que talvez possa ser a  mais importante do Estado.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Ticle acaba de voltar de uma viagem  executiva, na qual visitou uma boa parte dos Estados onde o Minerva tem plantas  -localizadas morro acima do mapa nacional. E citou como exemplo um funcionário  de 27 anos, que entrou no grupo no programa de trainees e hoje é o gerente geral  da unidade de Araguaina, em Tocantins, onde trabalham 800 funcionários e se  abatem cerca de mil bois por dia. &#8220;Foi a primeira vez que um trainee assume um  cargo mais alto&#8221;, diz, ao lembrar que o programa tem apenas quatro anos e não  chega a ser voltado especificamente para geração Y. É divulgado em faculdades  onde a companhia tem base e, no ano passado, 8,5 mil pessoas disputaram apenas  dez vagas.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.valor.com.br/" target="_blank">Valor  Online</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Como gerenciar as expectativas da geração Y</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 17:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock É muito importante, quando contratamos gente jovem e talentosa para as empresas, a questão da retenção dessa tropa. Eles são exigentes, sabem que o mercado brasileiro, diferente do mercado americano ou europeu, está aquecido, tem uma alta autoestima e acreditam de verdade que possam conseguir outro emprego com as suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4984" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/02/gerenciarm.jpg" alt="" width="300" height="235" /></p>
<p>Por Eline Kullock &#8211;  @elinekullock</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">É muito importante, quando  contratamos gente jovem e talentosa para as empresas, a questão da retenção  dessa tropa. Eles são exigentes, sabem que o mercado brasileiro, diferente do  mercado americano ou europeu, está aquecido, tem uma alta autoestima e acreditam  de verdade que possam conseguir outro emprego com as suas habilidades e  competências. São muito seguros de si. Como retê-los? Como engajá-los? Não é uma  tarefa fácil. Eles nos requerem o tempo todo, desejam mais e vibram por novos  desafios, não querem ficar “carimbando papeis” nem por um segundo. Então, vamos,  logo de início, trabalhar as expectativas que eles têm em relação à empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho sempre uma historinha pra  contar e, aqui, acho que cabe falar da jovem da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> que foi contratada por  uma empresa e entrou muito animada com seus desafios. Ela atuava em Recursos  Humanos, e a sua gestora estava consciente de que deveria motivá-la para  retê-la. Então, quando chegou a época de final de ano, pediu que ela preparasse  a tradicional festa de confraternização.  Essa não era sua atividade básica, mas  sabemos que envolver os jovens em projetos é uma maneira poderosa de  engajamento. A gestora pediu a sua funcionária que verificasse como foram feitas  as festas anteriores para ter como base no seu novo projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia da reunião sobre o assunto  desenvolvido, a funcionária mostrou-se muito proativa. Já havia encontrado dois  ou três lugares e já tinha os orçamentos para entender o custo envolvido, além  de bolar uma festa à fantasia, com jogos e competições. O tema se relacionava a  super-heróis, porque todos eram heróis na empresa! Ela trabalhou no projeto com  muita dedicação e estava animada com a tarefa.<br />
<span id="more-4982"></span><br />
A gestora ficou muito  contrariada. Uma festa à fantasia estava fora de cogitação naquele banco, uma  empresa que, por princípio, não pode relaxar e tem um ambiente mais formal de  trabalho. Ela expressou seu descontentamento com a funcionária e, nas palavras  da própria jovem, deu-lhe um “esporro”. Foi uma frustração só. A funcionária  saiu da sala refletindo sobre as outras propostas que tinha recebido e  compreendendo que aquela organização não permitiria inovações. Já a chefe ficou  pensando que essa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> é ousada, mas acha que pode tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">O que aconteceu aqui? Foi um  grande erro de comunicação e de gerenciamento de expectativas. Nos nossos dias,  explicar claramente quais são as regras do jogo é atividade fundamental. É como  em um jogo de futebol: as regras devem ser claras. É preciso delinear bem as  margens do campo, mesmo que algumas coisas pareçam desnecessárias, como explicar  que, no futebol, só o goleiro pode segurar a bola com as mãos!</p>
<p style="text-align: justify;">Todos saíram irritados da reunião  e o nível de motivação da nova funcionária foi “para o pé”. Tudo isso poderia  ser evitado se a comunicação fosse mais clara. Se a chefe tivesse deixado claras  os objetivos que tinha, e definido melhor os parâmetros que norteariam o  conceito da festa.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, não mensuramos bem as  expectativas que temos e que os jovens têm quando entram na nossa organização.  Trabalhar a gestão das expectativas é fundamental para o processo interno de  integração das pessoas, para estabelecer uma comunicação clara dentro da empresa  e para não gerar frustrações que possam levar à perda de um jovem talento.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso acontece com mais frequência  do que imaginamos. Nem sempre essas frustrações são verbalizadas, até que um dia  esse funcionário da geração Y entra na nossa sala pedindo demissão. E a gente  fica sem entender essa geração, que nos parece tão instável&#8230;.</p>
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		<item>
		<title>Gerações com talentos diferentes</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 16:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Baby Boomer]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Danilo Santos* De um lado, engenheiros experientes com domínio técnico e vasta bagagem profissional. De outro, jovens recém-formados preparados para lidar com tecnologia de ponta e inovação. Grandes talentos que, unidos, podem levar uma empresa à posição de destaque no mercado. No entanto, por que é tão difícil fazer com que esses dois grupos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4980" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/02/novos-talentos.jpg" alt="" width="228" height="222" /></p>
<p>Por Danilo  Santos* </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">De um lado,  engenheiros experientes com domínio técnico e vasta bagagem profissional. De  outro, jovens recém-formados preparados para lidar com tecnologia de ponta e  inovação.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Grandes talentos que, unidos, podem  levar uma empresa à posição de destaque no mercado. No entanto, por que é tão  difícil fazer com que esses dois grupos superem suas diferenças e atuem em  harmonia para potencializar suas qualidades?</p>
<p style="text-align: justify;">Há pelo menos duas boas razões: o  déficit de engenheiros chega à casa dos 20 mil por ano no Brasil, segundo o  Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) e o  envelhecimento da população brasileira tem feito trabalhadores aposentados serem  reinseridos no mercado de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Em São Paulo, a Fundação Seade  aponta que a terceira idade pode ultrapassar a faixa de crianças e jovens até 14  anos em 2024.<br />
<span id="more-4979"></span><br />
O desafio está lançado e as empresas  que conseguirem superá-lo mantendo a boa relação entre engenheiros  recém-formados e seniores terão a chance de ter profissionais mais satisfeitos e  empenhados em obter excelentes resultados. Mas é necessário entender as  características e prioridades de cada um.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas que nasceram entre 1925 e  1945 integram a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Tradicionalista e prezam a hierarquia e formalidade, são  dedicadas ao trabalho e viveram boa parte de suas carreiras com estabilidade  profissional. Os <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/voce-conhece-os-baby-boomers/"target="_blank"title="Você conhece os baby boomers?" >Baby Boomer</a>s, nascidos entre 1946 e 1964, têm foco na  construção da carreira e prezam a ética.</p>
<p style="text-align: justify;">Como gestores, preferem quem  colabora com o trabalho do grupo. A <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/quem-faz-parte-da-geracao-x/"target="_blank"title="O que é Geração X ?" >geração X</a>, formada pelos nascidos entre 1965  e 1979, possui perfil mais conservador, mas prioriza o aprendizado e a qualidade  de vida. Em posição de chefia, tem estilo gerencial mais  empreendedor.</p>
<p style="text-align: justify;">A Millenium &#8211; conhecida também como  Y &#8211; com indivíduos nascidos entre 1980 e 2000, tem indivíduos otimistas,  antenados em novidades tecnológicas e abertos a mudanças que costumam atuar  melhor quando partilham os valores da companhia. Conseguem se envolver tanto  para, até mesmo, se divertir enquanto trabalham.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas precisam motivar  profissionais com diferentes visões sobre prioridades na carreira e estabilidade  na vida profissional. Outro detalhe a ser trabalhado é o repasse de conhecimento  entre as <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> com expertises tão complementares.</p>
<p style="text-align: justify;">Na área de projetos de engenharia,  por exemplo, uma solução que funciona muito bem é quando os profissionais traçam  a estratégia de ação em conjunto e só depois dividem as funções: os mais novos,  por terem mais afinidade com tecnologia, são colocados para trabalhar com  softwares.</p>
<p style="text-align: justify;">Já os mais experientes ficam  responsáveis pela verificação dos projetos, uma vez que são mais  minuciosos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, é necessário preparar os  líderes para conduzir todas as gerações de profissionais. Treinamentos  comportamentais ajudam os gestores a lidarem com as diferenças de idade e  perfil. Mas é a maturidade do líder que fará toda a  diferença.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses são os primeiros passos para  que qualquer empresa caminhe rumo a cativar e envolver seus talentos para que  juntos consigam criar um produto final que traduza o que cada geração tem de  melhor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>*Danilo  Santos</em></strong><strong><em> </em></strong><em>é gerente de RH da<strong> </strong></em><em>Progen</em><em>, empresa de projetos de  engenharia</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/geracoes-com-talentos-diferentes_112387.html">Brasil  Econômico</a></strong></p>
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		<item>
		<title>A geração Y e a questão do feedback</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 15:55:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Feedback]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock Algumas organizações ainda trabalham com um método muito, muito antigo de realizar avaliações de desempenho somente a cada 6 meses, ou até mesmo a cada ano. Isso vem desmotivando muito a geração Y, pois esses jovens se acostumaram ao feedback imediato. Se a gente compra alguma coisa na Amazon.com, recebe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4972" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/0feedback.jpg" alt="" width="223" height="230" /><br />
<strong><em>Por Eline Kullock &#8211;  @elinekullock</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Algumas organizações ainda trabalham com um método  muito, muito antigo de realizar avaliações de desempenho somente a cada 6 meses,  ou até mesmo a cada ano. Isso vem desmotivando muito a <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a>, pois esses  jovens se acostumaram ao feedback imediato.</p>
<p style="text-align: justify;">Se  a gente compra alguma coisa na Amazon.com, recebe imediatamente um feedback  sobre como está a nossa compra e de que modo se pode acompanhar o processo de  entrega. Por isso, a compra nesse site é tão respeitada e valorizada. O feedback  é instantâneo.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, quando entrevistamos jovens para processos  seletivos, recebemos imediatamente depois um torpedo sobre o quanto gostaram da  possibilidade de trabalhar em determinada empresa. Eles saem da sala e, após 5  minutos, esse SMS está nos nossos celulares. Como eles conseguem ser tão ágeis  assim? Parece até que a mensagem já deveria estar pronta!<br />
<span id="more-4970"></span><br />
Da  mesma maneira, nas seleções, o jovem da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Y espera que o feedback venha no  ritmo da Amazon.com. Imediatamente. Não faz o menor sentido para ele a  estratégia corporativa de ter uma avaliação a cada 6 meses. E, se pensarmos bem,  no mundo de hoje, talvez essa ideia não se adeque mesmo. Ou, pode ser que essa  avaliação seja somente um resumo de todas as outras avaliações feitas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho uma história interessante para contar, de uma  empresa cliente em que havia um funcionário da geração Y, que sempre chegava  atrasado. Eram 5 ou 10 minutos, nada comprometedor, mas seu chefe se irritava  muito com isso. Achava esse assunto óbvio demais pra discutir com o funcionário,  mas ficava irritado quando o jovem demorava para chegar no trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso parecia tão claro dentro das regras! Horário de  chegada era horário de chegada. Estava escrito no contrato de trabalho e,  portanto, deveria ser cumprido. Nos seus 10 anos de empresa, o gestor se  orgulhava de ter, quase sempre, chegado na hora.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele  pediu um “papo” amigo com o pessoal de Recursos Humanos, que o incentivou a  falar diretamente com o seu funcionário sobre esse assunto. Meio a contragosto,  o chefe chamou o funcionário na sala e explicou o problema. Ele imediatamente  respondeu: “ Ah, eu não sabia que isso era tão importante! Desculpe! Mas porque  você não falou sobre isso logo no início?”. O chefe ficou coçando a cabeça e se  perguntando o motivo pelo qual não havia discutido esse assunto logo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto mais em “real time” for esse feedback, maior  impacto ele trará para a geração Y. Todos os temas podem e devem ser abordados,  verbalizados, pois é desnecessário criar esse clima de descrédito no funcionário  e não discutir abertamente o assunto. A geração Y quer saber se está fazendo as  coisas de forma correta.</p>
<p style="text-align: justify;">Dá  mais trabalho fornecer um feedback constante? É claro que dá. Mas quem disse que  ser chefe seria fácil?</p>
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		<item>
		<title>Carta de um demitido para a geração Y</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:56:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcelo Gonzales* &#8211; @celokati A geração Y é conhecida por sua impetuosidade nas multitarefas e seu dinamismo incontestável. Por vezes, se depara com dificuldades, mas são as vitórias e conquistas rápidas que fazem dessa turma, cada vez mais, uma geração expressiva. Pensando nisso é que decidi reproduzir abaixo a carta que recebi de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><img class="alignnone size-full wp-image-4967" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/acordo-quebrado.jpg" alt="" width="276" height="207" /></p>
<p>Por Marcelo Gonzales* &#8211;  @celokati</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> é conhecida por sua impetuosidade nas multitarefas e seu dinamismo  incontestável. Por vezes, se depara com dificuldades, mas são as vitórias e  conquistas rápidas que fazem dessa turma, cada vez mais, uma <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a>  expressiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando nisso é que decidi reproduzir abaixo a carta  que recebi de uma pessoa pela qual eu tenho um carinho muito grande, pois trata  de um tema que é ainda um tabu para as novas <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>: a  demissão!</p>
<p style="text-align: justify;">“Acordei muito animado, pois minha estória parecia  finalmente estar tomando um rumo diferente, desde que minha esposa se curou de  uma enfermidade gravíssima. Há exatamente um ano, ela diagnosticou dois cânceres  distintos e foi praticamente desenganada pelos médicos. Hoje – já curada -,  acompanha minha trajetória profissional, me dando muita força desde  sempre!</p>
<p style="text-align: justify;">Não  imaginava que, ao final do dia, no momento em que pediria para ser liberado  ‘vinte minutinhos’ mais cedo, o chão se abriria e da cratera iria eclodir minha  carta de demissão!<br />
<span id="more-4966"></span><br />
Como quando partimos dessa para melhor, um filme passou  em minha mente e todos os anos de dedicação e afinco à marca que eu representava  se esvaíram pelos meus dedos, sem muitas explicações  plausíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Em  casa, após dar a notícia à esposa do que havia acontecido, ao invés de me sentar  à beira do caminho esperando a morte chegar, me utilizei da minha rede de  networking, das minhas habilidades de ter administrado bem meu portfólio pessoal  e do bom uso de minha imagem, colocando um sobrenome no mercado de trabalho, e  consegui marcar uma entrevista para o dia seguinte mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Fui  admitido pela maior concorrente da antiga empresa em que eu trabalhava e  descobri que Deus não escreve certo por linhas tortas, Deus escreve certo por  linhas certas, a gente que às vezes enxerga torto&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Em  momentos tensos como esse, já vi muitos jovens se desesperarem, sem conseguir se  concentrar na busca da solução do problema, que às vezes está mais perto de nós  do que pensamos ou sonhamos saber. Por isso:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Nunca deixe de  se relacionar bem, com quem quer que seja;</li>
<li>Sempre sorria,  pois o sorriso amplia o networking e abre possibilidades;</li>
<li>Nunca minta o  motivo do desligamento da empresa anterior, pois uma verdade que nem sempre é  tão bonita é muito melhor do que uma mentira;</li>
<li>Caso seja  demitido, ligue para o dono da empresa concorrente e diga que está louco para  trabalhar com ele e, claro, trabalhe com prazer;</li>
<li>E nunca&#8230;  nunca deixe de confiar em Deus!”</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>*Marcelo Gonzales é  consultor de projetos na Dell Anno Niterói,</em></strong><em><strong> bacharel em  Administração de Empresas e autor do blog <a href="http://marceloaugusto-celokati.blogspot.com/" target="_blank">Sou da Geração  X… Mas vivo Y!</a></strong></em><strong>.</strong></p>
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		<item>
		<title>Os jovens sentem menos culpa que as outras gerações?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/FocoemGeracoes/~3/TQRTuVfApmM/</link>
		<comments>http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2012/01/27/os-jovens-sentem-menos-culpa-que-as-outras-geracoes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 16:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eline Kullock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock Já falamos que geração Y tem menos culpa em criticar e falar com franqueza quando não gosta de algo. Isso pode significar um choque para as outras gerações, que nem sempre enxergam tal característica com bons olhos. “Nem tudo deve ser dito!”, diz um profissional, queixando-se da forma como essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-medium wp-image-4961" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/Como-ser-notado-pelo-chefe-sem-fazer-quase-nada-300x172.jpg" alt="" width="332" height="190" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Eline Kullock &#8211; @elinekullock</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Já falamos que <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> tem menos culpa em criticar e falar com franqueza quando não gosta de algo.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso pode significar um choque para as outras <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a>, que nem sempre enxergam tal característica com bons olhos. “Nem tudo deve ser dito!”, diz um profissional, queixando-se da forma como essa <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> se comporta.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4960"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Estou lendo o livro “O Y da questão”, de Lynne Lancaster, que trata sobre o mundo dos jovens e da postura deles em diversos ambientes. A autora dá o exemplo de uma agência de propaganda, que ganhou uma conta nova e enorme. O diretor convoca, então, uma reunião para contar a novidade à equipe, quando uma funcionária sua, da geração Y, levanta a mão e diz: “Estava me perguntando se você já se decidiu sobre  quem será o gerente dessa conta. Se não decidiu, eu me ofereço pra assumir este cargo&#8230;” Isso ocasionou um branco no salão. Foi um silêncio perturbador.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois, esse diretor chamou a moça em sua sala e fez com que ela refletisse que, na agência, existiam pessoas mais preparadas e capacitadas, com mais experiência pra exercer essa gerência. E que, talvez, a funcionária não devesse ter feito essa observação em público. Foi uma situação constrangedora, embora a funcionária da geração Y tenha achado isso normalíssimo. Para ela, não havia constrangimento algum.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma maneira que o jovem, hoje, se sente mais à vontade para criticar ou dizer o que pensa, ele também tem maior dificuldade em aceitar a crítica e, mais do que isso, por trabalhar muito na base da “tentativa e erro”, não se sente culpado quando erra.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso gera um descompasso entre o gestor &#8211; que quer que o funcionário assuma a responsabilidade pelo seu erro &#8211; e o jovem da geração Y &#8211; que não vê grande problema quando deixa de entregar um relatório que tem prazo de entrega objetivo e factível.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que o questionamento gira em torno da conscientização desses jovens sobre a responsabilidade ao assumir uma tarefa. Seu gestor espera que você a faça. Não entregá-la na data prometida e, ainda por cima, parecer não preocupar-se o suficiente com esse fato, compromete a relação de respeito e ajuda mútua criada com o gestor, e tira a credibilidade de que a geração Y está pronta para assumir tarefas e cargos mais importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">É a partir desse ponto que busco a reflexão com os jovens que fazem parte dessa geração, que podem ter a mesma postura de falta de responsabilidade junto à família e à escola, além das organizações.</p>
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		<item>
		<title>Eline Kullock retrata a geração Y no jornal Bom Dia Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 16:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artikullocks]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Foco]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Eline Kullock]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Globo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Tatiana Kielberman &#8211; @tatikielber Eline Kullock, especialista no estudo da geração Y e presidente do Grupo Foco, esteve no jornal Bom Dia Pernambuco, da Rede Globo Nordeste, na última quarta-feira (25/01). Eline traçou um perfil do jovem atual e trouxe uma visão bastante interessante sobre essa turma que já modificou o ambiente das organizações. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em><a href="http://g1.globo.com/videos/pernambuco/bom-dia-pe/t/edicoes/v/especialista-fala-sobre-a-geracao-da-internet/1783152"><img class="alignnone size-full wp-image-4957" title="Clique para Assistir" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/globope.jpg" alt="" width="300" height="229" /></a></p>
<p>Por Tatiana Kielberman &#8211;  @tatikielber</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eline Kullock, especialista no estudo da <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/afinal-o-que-e-geracao-y/"target="_blank"title="O que é Geração Y?" >geração Y</a> e  presidente do <a href="http://www.grupofoco.com.br"target="_blank"title="Grupo Foco" >Grupo Foco</a>, esteve no jornal Bom Dia Pernambuco, da Rede Globo  Nordeste, na última quarta-feira (25/01).</p>
<p style="text-align: justify;">Eline traçou um perfil do jovem atual e trouxe uma visão  bastante interessante sobre essa turma que já modificou o ambiente das  organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira no vídeo acima a íntegra da entrevista!</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/FocoemGeracoes/~4/nEZJBC7jvYg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Para lidar com geração Z, professor recorre às redes sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Artigos Diversos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
		<category><![CDATA[Gerações]]></category>
		<category><![CDATA[Midias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[É findada a era em que professores, frente a um quadro negro abarrotado de informações, falavam sem parar a uma turma concentrada e silenciosa. Atualmente ocupando as classes de ensino fundamental e médio, a &#8220;geração Z&#8221; acabou com o reinado das aulas expositivas. Já não basta intercalar conteúdo e exercícios: para atrair a atenção dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4952" title="-" src="http://www.focoemgeracoes.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/01/criancas-mouse-maos-pais_3255655.jpg" alt="" width="292" height="194" /></p>
<p style="text-align: justify;">É findada a era em que professores,  frente a um quadro negro abarrotado de informações, falavam sem parar a uma  turma concentrada e silenciosa. Atualmente ocupando as classes de ensino  fundamental e médio, a &#8220;<a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Geração" >geração</a> Z&#8221; acabou com o reinado das aulas expositivas.  Já não basta intercalar conteúdo e exercícios: para atrair a atenção dos jovens,  a tecnologia é a principal aliada dos professores.</p>
<p style="text-align: justify;">Lecionando química há 15 anos, o  professor e coordenador pedagógico do colégio Oficina do Estudante, de Campinas  (SP), Anderson Dino, conhece bem as características da geração, formada por  nascidos a partir da segunda metade da década de 1990. &#8220;Eles são multimídia,  fazem muitas coisas ao mesmo tempo. Estudam com o celular na mão e o Facebook  aberto, enquanto ouvem a conversa dos pais e fazem carinho no cachorro com o  pé&#8221;, exemplifica.</p>
<p style="text-align: justify;">Render-se ao perfil mais agitado dos  jovens foi a saída que Dino encontrou para conquistá-los logo no primeiro  encontro. Hoje, o conteúdo de suas aulas pode ser encontrado em um blog e em  suas contas de Facebook, Twitter, YouTube e Tumblr. &#8220;Eu crio tirinhas de humor e  memes (<em>ilustrações cômicas que se propagam na rede</em>) sobre química,  converso com eles pelo bate-papo, gravo aulas e coloco no YouTube. Quando o  professor faz essas coisas, os alunos respeitam&#8221;, garante.<br />
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Segundo a psicóloga Paula Pessoa  Carvalho, que cursa especialização em Teoria Clínica Analítico Comportamental na  USP, os educadores de hoje devem investir no dinamismo e na criatividade. &#8220;Os  trabalhos que favorecem a interação com o outro são os mais indicados, assim  como aqueles que utilizam a tecnologia, tão familiar à <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/o-que-e-geracao-z/"target="_blank"title="Geração Z" >geração Z</a>. Atividades  muito sistemáticas não terão sucesso&#8221;, avalia. Os anos de experiência ajudaram o  professor a compreender o perfil dos alunos e, a partir disso, planejar aulas  que evitassem dispersar a turma. Ele garante que o segredo para manter a turma  atenta é intercalar minutos de exposição com a participação direta dos jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">Paula acredita que o ambiente e a  estrutura curricular e os métodos de ensino tradicionais estão ultrapassados.  &#8220;Os alunos não conseguem ficar focados no que está sendo ensinado, e o resultado  disso é a falta de interesse e o baixo rendimento&#8221;, aponta. O papel do professor  no desenvolvimento do aluno também parece ter diminuído.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Dino, o pouco contato que  <a href="http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/por-que-as-geracoes-estao-no-nosso-foco/"target="_blank"title="Gerações" >gerações</a> como os &#8220;baby boommers&#8221;, nascidos entre as décadas de 1940 e 1960,  tinham com os adultos dava força à voz do professor. Hoje, o cenário é  diferente. &#8220;Antigamente, as únicas referências eram pai, tio, padrinho, padre. A  geração da internet tem mil amigos no Facebook, 500 seguidores do Twitter. O  professor é só uma referência entre outras muitas que eles têm&#8221;, reforça.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que as abordagens via redes  sociais funcionem, pais e professores devem estar atentos também ao  desenvolvimento do aluno no campo pessoal já que, entre as deficiências dessa  geração, está a dificuldade em se relacionar. Para evitar o problema, a  psicóloga comportamental Jéssica Fogaça destaca a importância do acompanhamento  da família. &#8220;Os pais podem ajudar realizando outras atividades sociais com os  filhos, apresentando outros estímulos. É importante ampliar o repertório das  crianças e jovens&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">A especialista em clínica  analítico-comportamental infantil também aponta as atividades físicas como uma  boa opção para sair do ambiente tecnológico. &#8220;Os esportes são muito indicados,  desde futebol, passando por artes marciais, que são ótimos para exercer a  disciplina, até as danças, que estimulam a coordenação motora, a expressão  artística, o convívio social e a produção de endorfina&#8221;, explica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5573407-EI8266,00-Para+lidar+com+geracao+Z+professor+recorre+as+redes+sociais.html">Portal  Terra</a></strong></p>
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