<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" version="2.0">

<channel>
	<title>fmstereo</title>
	
	<link>http://www.profelectro.info/fm</link>
	<description />
	<lastBuildDate>Wed, 04 Apr 2012 10:24:37 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=abc</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<image>
<link>http://www.profelectro.info/fm</link>
<url>http://www.profelectro.info/fm/wp-content/mbp-favicon/fernandomagalhaes_ico.jpg</url>
<title>fmstereo</title>
</image>
		<atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Fmstereo" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="fmstereo" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">Fmstereo</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item>
		<title>Microstoria – “Invisible Architecture #3″</title>
		<link>http://www.profelectro.info/fm/?p=3122</link>
		<comments>http://www.profelectro.info/fm/?p=3122#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 12:55:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisj</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alemães]]></category>
		<category><![CDATA[Ambient]]></category>
		<category><![CDATA[Clicks & Cuts]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas 2003]]></category>
		<category><![CDATA[Electrónica]]></category>
		<category><![CDATA[Experimental]]></category>
		<category><![CDATA[Microstoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profelectro.info/fm/?p=3122</guid>
		<description><![CDATA[28.02.2003
Microstoria
Invisible Architecture #3
Audiosphere, distri. Ananana
6/10


Que fazer em dias de amnésia e nuvens de mercúrio quando o mundo se reduz ao néon sem sombras do escritório onde acabaremos de gastar os nossos dias? Bom, depois de cumprimentarmos cabisbaixos o patrão e fingira que despachamos o serviço que se amontoa em cima da secretária, podemos dedicar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>28.02.2003</strong></p>
<p><strong>Microstoria</strong><br />
Invisible Architecture #3<br />
Audiosphere, distri. Ananana<br />
6/10</p>
<p><a href="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/04/microstoria.jpg"><img src="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/04/microstoria.jpg" alt="" title="microstoria" width="400" height="400" class="alignnone size-full wp-image-3123" /></a></p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/GCsmsAGPjGg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Que fazer em dias de amnésia e nuvens de mercúrio quando o mundo se reduz ao néon sem sombras do escritório onde acabaremos de gastar os nossos dias? Bom, depois de cumprimentarmos cabisbaixos o patrão e fingira que despachamos o serviço que se amontoa em cima da secretária, podemos dedicar o resto do tempo a amassar mais a cabeça e pôr a tocar clandestinamente no PC este novo CD dos Microstoria, para nos convencermos de que a realidade é uma programação aleatória. Para o grupo de Markus Popp e Jan St. Werner, como para os Oval, a computação é como um rio que transborda das margens e inunda o terreno em volta até o transformar num pantanal onde proliferam vírus e outros micro-organismos infecciosos. Contaminação. “Invisible Architecture #3” não se distingue de anteriores trabalhos deste colectivo alemão da mesma maneira que o dia-a-dia não se distingue de uma rotina de computador. “Quit not save” é o título de uma das faixas. Apetece seguir o conselho e desligar em definitivo o circuito, sem o guardar na memória. Mas há quem tenha prazer em se perder e se movimente já no interior destes programas como um morcego apetrechado com um mecanismo de radar. Nesse estado de alteração genética é mesmo possível distinguir nestas arquitecturas de frequências uma espécie de equivalente residual da fauna e da flora tecidos pela dupla italiana Musci/Venosta. Depois de mortos.</p>
<div id="crp_related"><h3>Posts Relacionados:</h3><ul><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=2968" rel="bookmark">Tarwater - "Rabbit Moon Remixed"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3114" rel="bookmark">Low Res - "Blue Ramen"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=2943" rel="bookmark">Tone Rec - "Coucy-Pack"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3009" rel="bookmark">Tied & Tickled Trio - "Observing Systems"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=2990" rel="bookmark">Samuel Jerónimo - "Redra Andra Endre de Fase"</a></li></ul></div><form onsubmit="javascript:tiu_tweet_this(); return false;"><div class="tiuLoader" id="tiuLoader3122" class="ajaxDivHide"></div><div class="tiuForm" id="tiuForm3122"><p>Gostaria de partilhar este post com os seus amigos no <strong>Twitter</strong>? <a href="javascript:tiu_display_login_form(3122, 'Microstoria - Invisible Architecture #3 - http://is.gd/hiu9Ic');" title="Share this blog post with your friends via Twitter" class="tiu-click-here"><strong>Clique aqui!</strong></a></p></div></form>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YCD5XCstzSqmKg9v17gamqUFtuE/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YCD5XCstzSqmKg9v17gamqUFtuE/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YCD5XCstzSqmKg9v17gamqUFtuE/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YCD5XCstzSqmKg9v17gamqUFtuE/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profelectro.info/fm/?feed=rss2&amp;p=3122</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Carlos Nunez – “Un Galicien en Bretagne”</title>
		<link>http://www.profelectro.info/fm/?p=3118</link>
		<comments>http://www.profelectro.info/fm/?p=3118#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 13:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisj</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas 2003]]></category>
		<category><![CDATA[Etno]]></category>
		<category><![CDATA[Folk]]></category>
		<category><![CDATA[World]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Nunez]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profelectro.info/fm/?p=3118</guid>
		<description><![CDATA[21.03.2003
Carlos Nunez
Un Galicien en Bretagne
Saint Georges, distri. Sony Music
8/10


Carlos Nunez – Peregrino do Caminho Francês
Quem tinha por certo que o homem jamais passaria de um artista de circo, capaz apenas de cometer proezas técnicas em todos os instrumentos a que deita a mão, e de um aglutinador de épicos projectos centrados em torno de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>21.03.2003</strong></p>
<p><strong>Carlos Nunez</strong><br />
Un Galicien en Bretagne<br />
Saint Georges, distri. Sony Music<br />
8/10</p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/IuyPH9v8CVc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong><br />
Carlos Nunez – Peregrino do Caminho Francês</strong></p>
<p>Quem tinha por certo que o homem jamais passaria de um artista de circo, capaz apenas de cometer proezas técnicas em todos os instrumentos a que deita a mão, e de um aglutinador de épicos projectos centrados em torno de uma tradição céltica modernizada, com recheio de convidados sonantes, mas incapaz de ultrapassar os tiques impostos pelo estrelato, pode espantar-se. “Un Galicien en Bretagne” é o disco de Carlos Nunez por quem os apreciadores de folk esperavam e, outros, desesperavam. É verdade que “A Irmandade das Estrelas” ou “Os Amores Libres” demonstravam já que o “virtuose” galego tinha todas as potencialidades para assinar um trabalho cuja dignidade e profundidade o afastassem de uma “comercialite” que ameaçava tornar-se crónica. “Un Galicien en Bretagne” é esse trabalho.<br />
Centrado na tradição da vizinha Bretanha, conta com um naipe de convidados com nomes menos sonantes mas não menos empenhados, na recuperação dos velhos “an dro” e outras danças e modalidades tradicionais desta região céltica do Noroeste de França. Na quantidade de instrumentos utilizados, Nunez, pelo contrário, “exagerou” (gaita galega, guimbarda, “biniou koz”, whistles, flautas, flauta medieval, ocarina, “uillean pipes”, gaita-de-foles do séc. XIX, “aulos” grego, flautas de bisel&#8230;) ao mesmo tempo que é visível um entusiasmo, diríamos mesmo euforia, nesta aproximação de culturas gémeas, em parte gerada graças ao impulso de Dan Ar Braz, outro “superstar” da nova “celtic music”. Da mesma forma que os The Chieftains renovaram sucessivamente a sua música no encontro, entre outras, com a “country”, a Galiza, a China e também a Bretanha, também Nunez surge agora como a criança deslumbrada que recuperou a chama nessa renovada assunção de novos sentidos e travessias. Entre as diversas maravilhas estão um imparável “Tro breizh” (Nunez notável na flauta de bisel alto e no “biniou koz”), a impensável “ressurreição” de Alan Stivell, que o gaiteiro galego em boa hora chamou para tocar em “Noite Pecha” (espantoso é o bretão ter aceite!&#8230;), cuja harpa céltica e canto regressam aos bons velhos tempos de “Chemins de Terre”, e a invasão de uma floresta viva de “ents” pela Bagad Ronsed Mor, em “Une Autre fin de terre”, um clamor de emoções a empurrar-nos para aquela “finis terra” onde outro mundo se abre para nos receber. “The Three pipes”, uma das peças-chaves do disco, é um jogo a três entre a gaita galega (que associa à terra), as “Highland pipes” escocesas (conotadas com o fogo) e as “Uillean pipes” irlandesas (elemento água, tocadas por Liam O’Flynn). Pareceria fácil destrinçar o som das três, mas são trocadas as voltas e tudo se enovela num diálogo de cumplicidades e ilusões tímbricas. “Saint Patrick’s an dro” fará arrepiar aqueles para quem o celtismo tem a forma de uma espiral profundamente enrolada no “chakra” da base da espinha pronta a desenrolar-se. “Ponthus et Sidoine” com adaptação de Jordi Savall, é um diálogo entre este mestre da música antiga, na viola de gamba, e o galego, no “low whistle”. Gravado num mosteiro, adivinha-se o ambiente de mistério. Mesmo o tom, levemente pimba, da vocalização feminina de Eimear Quinn, a fazer lembrar o lado mais pop de Gabriel Yacoub, acaba por adquirir um gosto e um sentido singulares. Conta uma peregrinação a Compostela. Esse Caminho que, cada vez mais, urge cumprir dentro de cada um de nós. Nunez ousou empreendê-lo. O caminho francês, o mais sagrado que conduz à catedral. A partir de agora será difícil perdoá-lo se voltar atrás.</p>
<div id="crp_related"><h3>Posts Relacionados:</h3><ul><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3032" rel="bookmark">Vários - "Nuit Celtique II"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=2493" rel="bookmark">Dan Ar Braz - A Toi et Ceux</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=1562" rel="bookmark">Kepa Junkera - Bilbao 00:00h</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=662" rel="bookmark">Carlos Nunez - Os Amores Libres</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=105" rel="bookmark">Cristina Pato Lança Segundo Álbum</a></li></ul></div><form onsubmit="javascript:tiu_tweet_this(); return false;"><div class="tiuLoader" id="tiuLoader3118" class="ajaxDivHide"></div><div class="tiuForm" id="tiuForm3118"><p>Gostaria de partilhar este post com os seus amigos no <strong>Twitter</strong>? <a href="javascript:tiu_display_login_form(3118, 'Carlos Nunez - Un Galicien en Bretagne - http://is.gd/Vvg9vb');" title="Share this blog post with your friends via Twitter" class="tiu-click-here"><strong>Clique aqui!</strong></a></p></div></form>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cFaKDhGaCzPPONw5twz-R2IVFd4/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cFaKDhGaCzPPONw5twz-R2IVFd4/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cFaKDhGaCzPPONw5twz-R2IVFd4/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cFaKDhGaCzPPONw5twz-R2IVFd4/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profelectro.info/fm/?feed=rss2&amp;p=3118</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Low Res – “Blue Ramen”</title>
		<link>http://www.profelectro.info/fm/?p=3114</link>
		<comments>http://www.profelectro.info/fm/?p=3114#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 11:40:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisj</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alemães]]></category>
		<category><![CDATA[Ambient]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas 2003]]></category>
		<category><![CDATA[Easy Listening]]></category>
		<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Low Res]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profelectro.info/fm/?p=3114</guid>
		<description><![CDATA[07.02.2003
Low Res
Blue Ramen
Plug Research, distri. Ananana
6/10


Mais um disco que parece ter saído da fábrica ainda a pingar o “som do momento”. Electrónica ambiental, ambientes digitais, notas alinhadas de maneira a parecer jazz, “easy listening” à hora do “cocktail”, batidas automáticas de rumba tiradas de “presets” de velhos órgãos electrónicos. É a fórmula escolhida pelos Low [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>07.02.2003</strong></p>
<p><strong>Low Res</strong><br />
Blue Ramen<br />
Plug Research, distri. Ananana<br />
6/10</p>
<p><a href="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/lowRes.jpg"><img src="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/lowRes.jpg" alt="" title="lowRes" width="400" height="400" class="alignnone size-full wp-image-3115" /></a></p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/tACTfwf-vnw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Mais um disco que parece ter saído da fábrica ainda a pingar o “som do momento”. Electrónica ambiental, ambientes digitais, notas alinhadas de maneira a parecer jazz, “easy listening” à hora do “cocktail”, batidas automáticas de rumba tiradas de “presets” de velhos órgãos electrónicos. É a fórmula escolhida pelos Low Res para tentar bater a concorrência e arranjar um cantinho sossegado para fazer correr os seus programas. A fusão, se assim se pode chamar, de “Blue Ramen” encontra antecedentes no Paul Schütze “light” de “Site Anubis”; o som, deliberadamente artificial, tresanda a Atom Heart (do projecto mimético Lassigue Bendthaus) e, esforçando um pouco a imaginação, até é possível encontrar numa faixa como “Dirty serenade” uma microssequência transportando a informação dos ficheiros de Robert Wyatt. Soa, em suma, como um produto típico da idade cibernética, clone de um clone de um clone de uma entidade entretanto desaparecida. Música ambiente que faz as cidades modernas mergulharem ainda mais fundo na sua solidão.</p>
<div id="crp_related"><h3>Posts Relacionados:</h3><ul><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3005" rel="bookmark">Vários - "On Paper"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3122" rel="bookmark">Microstoria - "Invisible Architecture #3"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3037" rel="bookmark">Yardbirds - "For Your Love, Heart Full of Soul & Others" (self conj.)</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3009" rel="bookmark">Tied & Tickled Trio - "Observing Systems"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3042" rel="bookmark">13TH Floor Elevators - "The Psychedelic Sounds of 13th Floor Elevators"</a></li></ul></div><form onsubmit="javascript:tiu_tweet_this(); return false;"><div class="tiuLoader" id="tiuLoader3114" class="ajaxDivHide"></div><div class="tiuForm" id="tiuForm3114"><p>Gostaria de partilhar este post com os seus amigos no <strong>Twitter</strong>? <a href="javascript:tiu_display_login_form(3114, 'Low Res - Blue Ramen - http://is.gd/M4WHAC');" title="Share this blog post with your friends via Twitter" class="tiu-click-here"><strong>Clique aqui!</strong></a></p></div></form>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4RaPiEJveER7WuomxoVlgvFYDiM/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4RaPiEJveER7WuomxoVlgvFYDiM/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4RaPiEJveER7WuomxoVlgvFYDiM/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4RaPiEJveER7WuomxoVlgvFYDiM/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profelectro.info/fm/?feed=rss2&amp;p=3114</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Peter Gabriel – “Peter Gabriel 1″ (self conj.)</title>
		<link>http://www.profelectro.info/fm/?p=3109</link>
		<comments>http://www.profelectro.info/fm/?p=3109#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 11:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisj</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas 2003]]></category>
		<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Progressivo]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Gabriel]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profelectro.info/fm/?p=3109</guid>
		<description><![CDATA[24.01.2003
Peter Gabriel
Peter Gabriel 1
8/10


Peter Gabriel 2
7/10
Peter Gabriel 3
8/10
Virgin, distri. EMI-VC
Quando Gabriel Se Tornou O Anjo Negro
Os últimos anos da década de 70 foram cinzentos. Peter Gabriel abandonara os Genesis e o seu teatro sinfónico para, também ele, vestir a gabardina e fungar a depressão. Mas o primeiros disco que gravou a solo, em 1977, sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>24.01.2003</strong></p>
<p><strong>Peter Gabriel</strong></p>
<p>Peter Gabriel 1<br />
8/10</p>
<p><a href="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/PG1.jpg"><img src="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/PG1.jpg" alt="" title="PG1" width="300" height="300" class="alignnone size-full wp-image-3110" /></a></p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/yKWS-j1t2l8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Peter Gabriel 2<br />
7/10</p>
<p>Peter Gabriel 3<br />
8/10</p>
<p>Virgin, distri. EMI-VC</p>
<p><strong>Quando Gabriel Se Tornou O Anjo Negro</strong></p>
<p>Os últimos anos da década de 70 foram cinzentos. Peter Gabriel abandonara os Genesis e o seu teatro sinfónico para, também ele, vestir a gabardina e fungar a depressão. Mas o primeiros disco que gravou a solo, em 1977, sem outro título além de “Peter Gabriel” (o mesmo aconteceria aos três seguintes), identificado como “Car”, permanece ainda sob o domínio da fábula, ainda que a máscara começasse já a desbotar sob os efeitos da água da chuva. O álbum, ainda não totalmente liberto dos lampejos “progressivos” dos Genesis, conta algumas das melhores histórias do arcanjo, como “Solsbury Hill”, “Humdrum” ou o aviso prévio do fim dos tempos que é “Here Comes the Flood” (vale a pena ler a letra e tomar as precauções devidas&#8230;).<br />
O segundo capítulo (1978), identificável como “Scratch”, início de um processo de transfiguração que se reflectiria na sucessão de capas até ao volume quatro (o grafismo desta mostra Gabriel a rasgar a imagem pelo lado de dentro), escurece nos ciclos de mania que são qualquer coisa de inevitável sempre que está presente alguém como Robert Fripp. Fripp incluiria mesmo no alinhamento uma versão alternativa de um tema da sua autoria, “Exposure”, que serviria de título ao seu primeiro álbum a solo. “Mother of Violence” e “Animal magic” reforçam a ideia de que, provavelmente sob a influência do guitarrista dos King Crimson, Gabriel abandonara o imaginário dos Genesis para dar vida às suas visões mais obscuras e obsessivas.<br />
No terceiro volume (1979), anotado como “Melt” (na capa o rosto do músico derrete, corroído pelo ácido), apesar do som soar hoje algo datado, a presença do Fairlight (primeiro sampler comercializado) e os tambores tribais, sem pratos, de Phil Colins, ajudam a construir uma fusão bizarra de industrialismo, surrealismo e cânticos de guerra. Prevalece o clima de crime e paranóia, em faixas como “No self-control”, “I don’t remember” e um muito genesiano “Family snapshot”. “Games without frontiers”, paródia aos “Jogos sem fronteiras” e metáfora sobre a alienação da Europa, funcionou bem como “single” enquanto o hino “Biko”, inspirado no assassinato do activista sul-africano Stephen Biko, confere ao álbum uma nota politizada. Estava aberta a porta ao papão. Mas seria a “world” music a aproveitar a deixa no álbum seguinte. As novas reedições, remasterizadas, são em cartão, embora não respeitem na íntegra o formato das embalagens originais.</p>
<div id="crp_related"><h3>Posts Relacionados:</h3><ul><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=1244" rel="bookmark">Genesis - Calling All Stations</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=1526" rel="bookmark">Genesis - Genesis Archive, 1967-75</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3047" rel="bookmark">Brian Eno - " Taking Tiger Mountain (By Strategy)" (self conj.)</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3101" rel="bookmark">Vários - "Spike – Works From BEAST, Vol. 1"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3114" rel="bookmark">Low Res - "Blue Ramen"</a></li></ul></div><form onsubmit="javascript:tiu_tweet_this(); return false;"><div class="tiuLoader" id="tiuLoader3109" class="ajaxDivHide"></div><div class="tiuForm" id="tiuForm3109"><p>Gostaria de partilhar este post com os seus amigos no <strong>Twitter</strong>? <a href="javascript:tiu_display_login_form(3109, 'Peter Gabriel - Peter Gabriel 1 (self conj.) - http://is.gd/MWgNFa');" title="Share this blog post with your friends via Twitter" class="tiu-click-here"><strong>Clique aqui!</strong></a></p></div></form>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T0Yz0JrCb7C8k0GwpwPb80pDXCc/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T0Yz0JrCb7C8k0GwpwPb80pDXCc/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T0Yz0JrCb7C8k0GwpwPb80pDXCc/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T0Yz0JrCb7C8k0GwpwPb80pDXCc/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profelectro.info/fm/?feed=rss2&amp;p=3109</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Meredith Monk – “Mercy”</title>
		<link>http://www.profelectro.info/fm/?p=3105</link>
		<comments>http://www.profelectro.info/fm/?p=3105#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 16:11:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisj</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avant-Gard]]></category>
		<category><![CDATA[Contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas 2003]]></category>
		<category><![CDATA[Experimental]]></category>
		<category><![CDATA[Neo-Clássico]]></category>
		<category><![CDATA[Meredith Monk]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profelectro.info/fm/?p=3105</guid>
		<description><![CDATA[10.01.2003
Meredith Monk
Mercy
ECN, distri. Dargil
9/10

LINK

Escrita para uma “perfomance” criada por Monk de parceria com Ann Hamilton, a música de “Mercy” prossegue uma via de desenvolvimento encetada com “Dolmen Music”, de aliança entre a polifonia antiga, o minimalismo, a electrónica e a investigação sistemática dos limites musicais da voz humana. Acompanhada pelo seu habitual “ensemble” vocal, Allison [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>10.01.2003</p>
<p><strong>Meredith Monk</strong><br />
Mercy<br />
ECN, distri. Dargil<br />
9/10</p>
<p><a href="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/MMonk.jpg"><img src="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/MMonk.jpg" alt="" title="MMonk" width="500" height="500" class="alignnone size-full wp-image-3106" /></a></p>
<p><a href="http://www.mediafire.com/?ai8612ko3vakaic" target="_blank">LINK</a></p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/mqg_9wsl9TE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Escrita para uma “perfomance” criada por Monk de parceria com Ann Hamilton, a música de “Mercy” prossegue uma via de desenvolvimento encetada com “Dolmen Music”, de aliança entre a polifonia antiga, o minimalismo, a electrónica e a investigação sistemática dos limites musicais da voz humana. Acompanhada pelo seu habitual “ensemble” vocal, Allison Sniffin (piano, sintetizador, viola e violino), John Hollenbeck (percussão, melódica, piano) e Bohdan Hilash (clarinetes), Meredith Monk sobrepõe “layers” vocais/corporais sobre fraseados melódicos repetitivos, ora de estrutura menos linear, como no mafnífico “Core chant” final, liturgia imbuída do ascetismo pré-barroco de um Schutz ou de Gabrielli. Outras inflexões aponta para a obra de Daniel Schell (“Braid 1”), o canto gregoriano (“Braid 2”) e cuiriosas acentuações árabes (“Urban March”), a par de extensões fonéticas patentes em “Masks” (apesar de Irene Papas ter feito, há anos, algo muito semelhante&#8230;.). Um mundo único e em perpétua expansão que em “Mercy” roça a perfeição.</p>
<div id="crp_related"><h3>Posts Relacionados:</h3><ul><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3009" rel="bookmark">Tied & Tickled Trio - "Observing Systems"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=2990" rel="bookmark">Samuel Jerónimo - "Redra Andra Endre de Fase"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3057" rel="bookmark">Vários - "Songs in the Key of Z. vol. 2"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3114" rel="bookmark">Low Res - "Blue Ramen"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3101" rel="bookmark">Vários - "Spike – Works From BEAST, Vol. 1"</a></li></ul></div><form onsubmit="javascript:tiu_tweet_this(); return false;"><div class="tiuLoader" id="tiuLoader3105" class="ajaxDivHide"></div><div class="tiuForm" id="tiuForm3105"><p>Gostaria de partilhar este post com os seus amigos no <strong>Twitter</strong>? <a href="javascript:tiu_display_login_form(3105, 'Meredith Monk - Mercy - http://is.gd/JdythF');" title="Share this blog post with your friends via Twitter" class="tiu-click-here"><strong>Clique aqui!</strong></a></p></div></form>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a6rVa2lMNgvisLi_ghjyui90yeY/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a6rVa2lMNgvisLi_ghjyui90yeY/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a6rVa2lMNgvisLi_ghjyui90yeY/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a6rVa2lMNgvisLi_ghjyui90yeY/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profelectro.info/fm/?feed=rss2&amp;p=3105</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vários – “Spike – Works From BEAST, Vol. 1″</title>
		<link>http://www.profelectro.info/fm/?p=3101</link>
		<comments>http://www.profelectro.info/fm/?p=3101#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 11:48:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisj</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avant-Gard]]></category>
		<category><![CDATA[Contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas 2003]]></category>
		<category><![CDATA[Electrónica]]></category>
		<category><![CDATA[Experimental]]></category>
		<category><![CDATA[Vários]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profelectro.info/fm/?p=3101</guid>
		<description><![CDATA[10.01.2003
Vários
Spike – Works From BEAST, Vol. 1
Sargasso, distri. Sonoridades
7/10


BEAST é a sigla dos Birmingham Electroacoustic Music Studios, pertencentes à universidade daquela cidade inglesa, projecto criado em 1982 por Jonty Harrison, com o objectivo de divulgar música electro-acústica  acusmática escrita especificamente “for fixed media to be diffused in space through the use of multi-channel sound [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>10.01.2003</strong></p>
<p>Vários<br />
Spike – Works From BEAST, Vol. 1<br />
Sargasso, distri. Sonoridades<br />
7/10</p>
<p><a href="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/spike.jpg"><img src="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/spike.jpg" alt="" title="spike" width="500" height="500" class="alignnone size-full wp-image-3102" /></a></p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/sxJh-6D3O3o" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>BEAST é a sigla dos Birmingham Electroacoustic Music Studios, pertencentes à universidade daquela cidade inglesa, projecto criado em 1982 por Jonty Harrison, com o objectivo de divulgar música electro-acústica  acusmática escrita especificamente “for fixed media to be diffused in space through the use of multi-channel sound systems”. Variante britânica do INA.GRM francês, neste seu segundo volume incluem-se composições recentes de Iain Armstrong, Simon Scardaneli, Dugal McKinnon, Antti Saario, Derek Thompson, Steven Naylor, Peter Batchelor, James Bentley e Jamie Bullock. A música afasta-se dos usuais parâmetros da “electrónica de entretenimento”, ainda que composições como “B-side”, de Antti Saario ostentem marcas passíveis de descodificação pelo público rock ou por aquele já familiarizado com a área de charneira habitada por Fennesz, Jelinek ou de alguns dos manifestos limítrofes de editoras como a Sonig, Mego, Touch e Mille Plateaux. A partir deste ponto, o termo “pop” deixa de fazer sentido e o desconhecido oferece-se à descoberta.</p>
<div id="crp_related"><h3>Posts Relacionados:</h3><ul><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3005" rel="bookmark">Vários - "On Paper"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3009" rel="bookmark">Tied & Tickled Trio - "Observing Systems"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3114" rel="bookmark">Low Res - "Blue Ramen"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=2990" rel="bookmark">Samuel Jerónimo - "Redra Andra Endre de Fase"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3109" rel="bookmark">Peter Gabriel - "Peter Gabriel 1" (self conj.)</a></li></ul></div><form onsubmit="javascript:tiu_tweet_this(); return false;"><div class="tiuLoader" id="tiuLoader3101" class="ajaxDivHide"></div><div class="tiuForm" id="tiuForm3101"><p>Gostaria de partilhar este post com os seus amigos no <strong>Twitter</strong>? <a href="javascript:tiu_display_login_form(3101, 'Vários - Spike – Works From BEAST, Vol. 1 - http://is.gd/lDWASq');" title="Share this blog post with your friends via Twitter" class="tiu-click-here"><strong>Clique aqui!</strong></a></p></div></form>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cmRYbOBGBaLWdIBoCSrj6pZbJTo/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cmRYbOBGBaLWdIBoCSrj6pZbJTo/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cmRYbOBGBaLWdIBoCSrj6pZbJTo/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cmRYbOBGBaLWdIBoCSrj6pZbJTo/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profelectro.info/fm/?feed=rss2&amp;p=3101</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sparks – “Lil’ Beethoven”</title>
		<link>http://www.profelectro.info/fm/?p=3094</link>
		<comments>http://www.profelectro.info/fm/?p=3094#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 17:35:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisj</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas 2003]]></category>
		<category><![CDATA[Glam]]></category>
		<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Sparks]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profelectro.info/fm/?p=3094</guid>
		<description><![CDATA[17.01.2003
Sparks
Lil’ Beethoven
Lil’ Beethoven, distri. Edel
10/10
Sparks – Entertainment In Extremis



LINK

Surpresa do ano que findou, ou talvez não, o cintilante novo álbum dos irmãos Mael. Chama-se Lil’ Beethoven”, o pequeno Beethoven, e é um daqueles discos capazes de fazer arrancar os cabelos aos incautos.
Os Sparks ficaram anotados principalmente nos registos dos anos 70, em álbuns como “Kimono [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>17.01.2003</strong></p>
<p><strong>Sparks</strong><br />
Lil’ Beethoven<br />
Lil’ Beethoven, distri. Edel<br />
10/10</p>
<p><strong>Sparks – Entertainment In Extremis</strong></p>
<p><a href="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/Sparks.jpg"><img src="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/Sparks.jpg" alt="" title="Sparks" width="500" height="632" class="alignnone size-full wp-image-3095" /></a></p>
<p><a href="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/Sparks2.jpg"><img src="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/Sparks2.jpg" alt="" title="Sparks2" width="500" height="244" class="alignnone size-full wp-image-3096" /></a></p>
<p><a href="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/sparks3.jpg"><img src="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/sparks3.jpg" alt="" title="sparks3" width="500" height="500" class="alignnone size-full wp-image-3097" /></a></p>
<p><a href="http://depositfiles.com/files/nrszymske" target="_blank">LINK</a></p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/m9Ckc_NcvTg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Surpresa do ano que findou, ou talvez não, o cintilante novo álbum dos irmãos Mael. Chama-se Lil’ Beethoven”, o pequeno Beethoven, e é um daqueles discos capazes de fazer arrancar os cabelos aos incautos.<br />
Os Sparks ficaram anotados principalmente nos registos dos anos 70, em álbuns como “Kimono My House” (1974), “Propaganda” (1974) e “Indiscreet” (1975). Rondaram o “glam&#8221;, mas a sua música – algures entre os primeiros Roxy Music, os Queen e os Electric Light Orchestra – distinguia-se por uma faceta operática que ainda hoje suscita os ódios mais acintosos. Nada fazia, pois, prever este regresso aos velhos tempos, ainda para mais com aquele que será, porventura, o seu melhor álbum de sempre e, desde já, um ícone da pop em contravenção com o espírito do milénio.<br />
“Lil’ Beethoven” é, como seria de esperar, um exagero pegado. Transborda de grandes orquestrações, produção barroca, maneirismos vocais, o habitual estilo Sparks, mas&#8230; e este “mas” tem a força de uma evidência: cada canção é um pedaço perfeito de pop. Com melodias tão elaboradas como as dos XTC, por exemplo, mas acrescentadas de uma desmesura que ultrapassa a do menosprezado álbum de estreia dos Electric Light Orchestra de Jeff Lynne e Roy Wood (ambos provenientes dos The Move), no modo como, de forma brilhante, combina música clássica da treta, harmonias vocais montadas como um Lego, riffs de guitarra imbatíveis e as tais “hook melodies” que levaram o Independent a considerá-lo “a masterpiece of pop art”, a Mojo a afirmar que “it´s what the world’s been waiting for” e a Musik, chegando-se mais à essência da coisa, a imaginá-lo como “Gilbert &#038; Sullivan on Qualuudes”. Tudo isto feito com a desfaçatez de quem se está nas tintas para as modas, convicto de que a pop comporta tanto uma dimensão de gozo como de paródia. Porque “Lil’ Beethoven” é uma gargalhada sonora, Groucho Marx empunhando a batuta com o intuito de confundir a orquestra para a conduzir à anarquia.<br />
Uma anedota? Em teoria, sim. Como encarar esta cornucópia onde se confundem complexidade e simplicidade, altivez e ridículo, sem que se perceba muito bem onde cada um começa e acaba? Ron e Russell Mael esperaram 30 anos para apurar o que então era uma girândola de lantejoulas até a transformar numa sinfonia de palhaços, espelho de citações que não se esgotam na infinidade dos seus reflexos, antes parecem desmultiplicar-se num infinito painel de linhas melódicas, que se cruzam e atravessam. “the rhythm thief” (I am the rhythm thief/Say goodbye to the beat/Where the groove go?/Lights out, Ibiza, where the groove go?”), “How do I get to Varnegie Hall” são mini-óperas, charadas com mais do que uma solução, superproduções, pianos e orquestra convencidos de que não existe nenhuma outra música além da sua. “What are all these bands so angry about?” faz o que os Residents andam há décadas a tentar: o refrão mais simples e obscuro do mundo. Desmesuradamente piegas e luminosa de trompetes e vibrafones, “I married myself” é balada para McCartney e Bryan Ferry assinarem por baixo, em parceria para levar uma nova “A song for Europe” à Eurovisão. Típica harmonia vocal em escadinha, “Ride’m cowboy” desmultiplica-se em pop minimalista, cada repetição dando entrada a mais uma voz, até à tontura. Sobre “My baby’s taking me home”, o melhor mesmo é ouvir. Afinal, o “groove” não foi roubado. O dos Sparks é que é único. Esta melodia esteve sempre ao nosso lado. Só era preciso que alguém a mostrasse.<br />
Depois de “Lil’ Beethoven”, 2003 vai ser um ano difícil para as novas bandas que gostam de exibir o rótulo “pop clássica”. Ou como os Próprios Sparks “assassinaram” a pop, colando-lhe outro rótulo, este definitivo: “Entertainment in extremis”.</p>
<div id="crp_related"><h3>Posts Relacionados:</h3><ul><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=2722" rel="bookmark">Sparks – Uma Noite Na Ópera</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=129" rel="bookmark">Pete Lockett’s Network of Sparks - One</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3122" rel="bookmark">Microstoria - "Invisible Architecture #3"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=2995" rel="bookmark">Enon - "Hocus-Pocus"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3027" rel="bookmark">Paco De Lucia - "Cositas Buenas"</a></li></ul></div><form onsubmit="javascript:tiu_tweet_this(); return false;"><div class="tiuLoader" id="tiuLoader3094" class="ajaxDivHide"></div><div class="tiuForm" id="tiuForm3094"><p>Gostaria de partilhar este post com os seus amigos no <strong>Twitter</strong>? <a href="javascript:tiu_display_login_form(3094, 'Sparks - Lil’ Beethoven - http://is.gd/RiIXJv');" title="Share this blog post with your friends via Twitter" class="tiu-click-here"><strong>Clique aqui!</strong></a></p></div></form>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mqDdi9NrSqRy15_TzxVh-m4gu18/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mqDdi9NrSqRy15_TzxVh-m4gu18/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mqDdi9NrSqRy15_TzxVh-m4gu18/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mqDdi9NrSqRy15_TzxVh-m4gu18/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profelectro.info/fm/?feed=rss2&amp;p=3094</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ana Da Silva: Menina Que Estás À Janela</title>
		<link>http://www.profelectro.info/fm/?p=3088</link>
		<comments>http://www.profelectro.info/fm/?p=3088#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 16:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisj</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos 2004]]></category>
		<category><![CDATA[Cantautor]]></category>
		<category><![CDATA[Electrónica]]></category>
		<category><![CDATA[New Wave]]></category>
		<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Portugueses]]></category>
		<category><![CDATA[Post-Punk]]></category>
		<category><![CDATA[Singer-Songwriter]]></category>
		<category><![CDATA[Ana da Silva]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profelectro.info/fm/?p=3088</guid>
		<description><![CDATA[01.10.2004
Néon
Ana da Silva
Menina Que Estás À Janela
Tudo partiu de um sonho e do desejo de fazer algo sozinha depois do fim das Raincoats. Ana da Silva sonhou que andava à deriva no mar, procurando tocar a luz de um farol. Chamou ao seu disco de estreia “Lighthouse”, que sairá em Novembro pela editora das Chicks [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>01.10.2004</strong></p>
<p>Néon</p>
<p><strong>Ana da Silva</strong></p>
<p><strong>Menina Que Estás À Janela</strong></p>
<p>Tudo partiu de um sonho e do desejo de fazer algo sozinha depois do fim das Raincoats. Ana da Silva sonhou que andava à deriva no mar, procurando tocar a luz de um farol. Chamou ao seu disco de estreia “Lighthouse”, que sairá em Novembro pela editora das Chicks On Speed.</p>
<p><a href="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/anaDaSilva.jpg"><img src="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/anaDaSilva.jpg" alt="" title="anaDaSilva" width="500" height="500" class="alignnone size-full wp-image-3089" /></a></p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/QlJIT1Eyk3A" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Um farol brilha na escuridão. Em volta o mar agitado por ondas alterosas envolve-lhe o corpo, aproximando-a e afastando-a, num incessante movimento de fluxo e refluxo, da luz que brilha no cimo da torre de pedra. Ana da Silva, madeirense a viver em Londres e antigo elemento do grupo “indie” The Raincoats, teve este sonho e aproveitou-o para título e mote central do seu álbum de estreia a solo, “The Lighthouse”, a editar em Novembro na editora das Chicks on Speed.<br />
“The Lighthouse” é a torre de orientação. Ana da Silva, ora com os olhos postos no mar ora fixos nos recantos do seu quarto interior, parece uma criança perdida, a correr à chuva atrás de um impossível brinquedo. A música, escrita, arranjada e executada pela própria, é assumidamente simples e introspectiva. O autocolante da capa chama-lhe “electric folk” mas é falso. O universo de faz de conta, a presença dos elementos naturais e uma forte dimensão imagética recordam ocasionalmente os mundos escondidos de Lisa Germano. Mas Ana da Silva não pretende mais do que retratar (ela pinta e faz fotografia como passatempo) estados de espírito provocados por coisas tão humanas como a amizade, o medo e a tentativa de encontrar um sentido para a existência.<br />
O disco foi sendo feito aos poucos. As palavras foram-se juntando, depois vieram os sons, num beijo estreito. Extinto o grupo que tão rasgados elogios recebeu de Kurt Cobain, dos Nirvana (uma digressão conjunta chegou a estar marcada só que entretanto o poeta do “grunge” morreu), Ana da Silva não ficou parada: “Resolvi que havia de fazer qualquer coisa sozinha e comecei lentamente a pensar em como fazer, a escolher umas letras, a mexer um bocadinho na guitarra, até que encontrei uma aparelhagem electrónica que me permitiu fazer tudo eu própria, um pequeno sequenciador com teclado acoplado, uma maquineta Yamaha.” As músicas foram surgindo para acompanhar as letras. “Fui andando, trabalhando sempre, tive que aprender tudo o que tinha a ver com tecnologia MIDI, arranjei um gravador&#8230; Antes não percebia nada, fui aprendendo por mim própria&#8230;”<br />
Por fim, chegou a um resultado definitivo, pegou na gravação e mostrou-a a Paul Smith, patrão da editora Blast First que já tinha editado um disco das Raincoats. “Para lhe pedir a opinião e conselhos, é uma pessoa muito conhecedora que gosta de coisas diferentes.” Ele gostou e mostrou-a por sua vez às Chicks on Speed, quando estas foram a Londres dar um concerto. A Chicks também gostaram de “The Lighthouse” e ficou decidido que o álbum sairia no selo delas. Pelo meio, um dos temas, “Modinha”, conta com a participação de Stuart Moxham, ex-Young Marble Giants. Um tema de António Carlos Jobim e o único cantado em português. “Esta canção foi feita antes do meu disco e faz parte do projecto de uma editora francesa com versões de músicas do Jobim. O Stuart telefonou-me a perguntar se eu queria cantar uma música do Jobim, eu disse que sim e escolhi esta, que não conhecia.”<br />
Depois há a luz e as sombras que atravessam janelas, várias janelas. A janela de um hospital, diante da qual Ana da Silva passou um dia inteiro, numa visita à mãe internada, agarrada ao seu módulo electrónico – “é uma coisa pequena, com uma ficha para ligar à electricidade e levei uns auscultadores”, que deu origem ao instrumental “Hospital Window”. Ou as janelas sobre as asas do avião em que viajava para a Madeira e onde compôs “Two Windows over the wings”.<br />
“As janelas separam o aqui do resto”, diz. O “aqui” é “The Lighthouse”, o lado de dentro, dos sonhos e das histórias, o “resto” pode ser a passagem do tempo e a observação das coisas. Ou as músicas que ao longo dos últimos anos foi ouvindo, “blues”, Chemical Brothers, Jim White, Miss Kittin. O farol, “uma janela de luzes”, o tal sonho. “Eu estava na água e queria chegar ao farol mas ficava ali, para a frente e para trás, sem o alcançar.” A capa, uma foto tirada por Ana numa praia em Sunderland, ao pé de Newcastle, mostra uma onda. “Estava no cais, quando vinha uma onda havia outra que a empurrava para trás, nunca chegavam a bater, senão tinha morrido” (risos) – “gosto do mar”. E gosta que a sua música crie imagens nas pessoas que a ouvem. “sou uma pessoa bastante visual, sou capaz de estar a ver um filme e estar  interessada mais no que estou a ver do que na história. Gosto de olhar para as coisas, de tirar fotografias, de pintar.”<br />
“The Lighthouse” é um disco melancólico mas Ana da Silva recusou a autobiografia explícita. “Senti-me um pouco como uma criança perdida”. “Calhou”, explica, “escrever nos momentos de maior melancolia, quando se está sozinho com os próprios pensamento”. Mas esclarece de seguida: “Mas não sou depressiva! O que eu sempre quis fazer com as minhas músicas é que, apesar de terem melancolia e mostrarem a solidão, apresentam sempre uma nota positiva. Muitas das canções acabam no fim por mostrar uma certa esperança.”</p>
<p>Escrever Cuidadosamente Palavras<br />
Cada canção de “The Lighthouse” traz consigo um pequeno filme, um fragmento de viagem ou de memórias. “Friend” fala da “amizade e da separação, geográfica, ou quando uma das pessoas morre”. “Running in the rain” é um bocado mais complicada, escrita na terceira pessoa. “Às vezes escrevo na primeira pessoa mas nestes casos prefiro que não se saiba, não sou eu que estou a pensar isso, são canções não é uma autobiografia. Esta tem mais pedacinhos, é sobre uma mulher que continua a correr, apesar da chuva, À procura de alguma coisa&#8230;” E Ana da Silva, anda à procura de quê? “não sei, ando sempre a tentar descobrir coisas novas.” E como a inspiração vem quando menos se espera, Ana nunca se separa de uma caneta mesmo que esta, na maior parte das vezes, sirva para concretizar gestos tão comezinhos como o “preenchimento de um cheque” ou “apontar um número de telefone”. Em casa escreve e apaga e escreve outra vez cuidadosamente cada palavra, com um lápis e uma borracha.<br />
O fascínio da imagem torna-se ainda mais evidente em “In awe of a painting”. “Vi um filme sobre o pintor Jean-Michel Basquiat, de quem gosto imenso, passa-se em Nova Iorque e senti-me como se estivesse dentro de um filem. Há uma cena que me marcou, onde alguém sente as lágrimas virem aos olhos apenas pela visão de um quadro. Essa capacidade de se ser tocado por uma pintura achei extremamente interessante. ‘In awe’ significa esse estado de espírito entre o espanto e o êxtase.”<br />
“Disco ball” é o aproveitamento de um equívoco. “Há um disco da Madonna em que ela canta ‘I feel I just been born’. Mas a primeira vez em que ouvi essa canção percebi ‘I feel like a disco ball’, percebi mal. Gostei imenso deste novo verso e como ela não o tinha escrito achei que o podia utilizar. O problema estava em escrever o quê sobre alguém que se sente como uma bola de discoteca. A resposta é que ela reflecte o que está em volta. Há coisas que nos fazem brilhar e coisas que nos quebram.” A terminar “Climbing wall” fala do amadurecimento, do que sentimos à medida que a vida vai passando. “Amadurecemos, mas há sempre em nós uma parte, a tal criança perdida. Quando somos novos achamos que as pessoas são o aspecto que têm. Se têm cabelos brancos são velhos, se não têm são novos, as pessoas de meia-idade são outra coisa. Não é assim. Há pouca coisa que muda dentro de nós, aprendemos algumas coisas, ficamos mais ou menos tolerantes. Eu fiquei mais tolerante, entendo que as pessoas são todas diferentes. Somos aquilo que somos por dentro e é difícil fugir a isso. Temos que procurar limar as nossas arestas mais agudas.”</p>
<div id="crp_related"><h3>Posts Relacionados:</h3><ul><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=2368" rel="bookmark">Ana da Silva: Menina Que Estás À Janela</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=2700" rel="bookmark">Argentina Santos – Prata da Casa (Entrevista)</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=2155" rel="bookmark">Cristina Branco – Álbum de Fado Não Faço - Entrevista -</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=2223" rel="bookmark">Maria Ana Bobone Lança “Senhora Da Lapa” De Noite, Na Igreja - Entrevista -</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=2483" rel="bookmark">Mafalda Arnauth – O Espírito Permanecerá (Entrevista)</a></li></ul></div><form onsubmit="javascript:tiu_tweet_this(); return false;"><div class="tiuLoader" id="tiuLoader3088" class="ajaxDivHide"></div><div class="tiuForm" id="tiuForm3088"><p>Gostaria de partilhar este post com os seus amigos no <strong>Twitter</strong>? <a href="javascript:tiu_display_login_form(3088, 'Ana Da Silva: Menina Que Estás À Janela - http://is.gd/8CE40P');" title="Share this blog post with your friends via Twitter" class="tiu-click-here"><strong>Clique aqui!</strong></a></p></div></form>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/74t1dUUmbt0MrBRio0siZnQCyBA/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/74t1dUUmbt0MrBRio0siZnQCyBA/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/74t1dUUmbt0MrBRio0siZnQCyBA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/74t1dUUmbt0MrBRio0siZnQCyBA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profelectro.info/fm/?feed=rss2&amp;p=3088</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nick Cave – Nocturnos do Velho Nick</title>
		<link>http://www.profelectro.info/fm/?p=3082</link>
		<comments>http://www.profelectro.info/fm/?p=3082#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 17:12:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisj</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos 2004]]></category>
		<category><![CDATA[Gótico]]></category>
		<category><![CDATA[New Wave]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias 2004]]></category>
		<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Post-Punk]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Nick Cave]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profelectro.info/fm/?p=3082</guid>
		<description><![CDATA[20.02.2004 (tem foto – NickCave2.jpg)
Nocturnos Do Velho Nick


LINK

Não há perdão para os nossos pecados. Deus é o “croupier” de um casino onde se joga a salvação. Quando o navio vai ao fundo os primeiros a abandoná-lo são os ratos. O capitão do navio é um rato. Salve-se quem puder do naufrágio e rezem-se as últimas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>20.02.2004</strong> (tem foto – NickCave2.jpg)</p>
<p><strong>Nocturnos Do Velho Nick</strong></p>
<p><a href="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/NickCave_2.jpg"><img src="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/NickCave_2.jpg" alt="" title="NickCave_2" width="500" height="388" class="alignnone size-full wp-image-3083" /></a></p>
<p><a href="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/nickCave.jpg"><img src="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/nickCave.jpg" alt="" title="nickCave" width="300" height="300" class="alignnone size-full wp-image-3084" /></a></p>
<p><a href="http://www.mediafire.com/?hrrnzapi2qeytbb" target="_blank">LINK</a></p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/JadMIwGKaBs" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Não há perdão para os nossos pecados. Deus é o “croupier” de um casino onde se joga a salvação. Quando o navio vai ao fundo os primeiros a abandoná-lo são os ratos. O capitão do navio é um rato. Salve-se quem puder do naufrágio e rezem-se as últimas orações aos santinhos que restam. Nick Cave, que actua por duas noites no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, a 24 e 25, já rezou tudo o que tinha a rezar mas está por saber se a sua alma ficou da cor de um lençol ou suja como antes, nos tempos dos Birthday Party e da fase perigosa dos Bad Seeds.<br />
Há quem lhe chame cínico e o ache gasto. Ele está simplesmente mais velho e, provavelmente, farto de pregar no deserto. O seu último álbum, “Nocturama”, tem extremado as opiniões. Nada de novo na capela, viciou-se nos Evangelhos, bradam uns. Está mais depurado e – olhem lá – tão furioso como nunca, garantem outros, agitando a bandeira do último e arrasador tema, “Babe, I´m on Fire”, 15 minutos de incêndio que reduzem o mundo a cinzas.<br />
A verdade, a existir alguma, está, como quase sempre acontece, no meio termo. “From Her To Eternity” leva o seu tempo e o cantor australiano avançou pelo caminho das pedras. Como Diamanda Galas, Cave é um prisioneiro da culpa, que sublima através de uma arte apocalíptica e de uma religiosidade com os contornos da vingança.<br />
O rock não chega para expiar os pecados mas serve para martirizar. Cave e Galas recusam ser mártires e, como tal, optaram por infligir aos outros o martírio – a praga, a peste, a paixão (“Babe, I’m on fire” é a sua mais recente e universalista ferroada) que, de entre as doenças da alma, é mais letal. Por isso recuaram ambos à matriz do “blues” e do “gospel2, só que em vez da auréola dos santos deixaram crescer chifres na cabeça e exalam um hálito a enxofre. O “bom filho” não o é, certamente, de Deus. “And the Ass Saw the Angel”? É bem possível, pois Lúcifer tem esse estatuto.<br />
Musicalmente, Nick Cave roda, sem dúvida, em torno de sonoridades e obsessões que não são novos na sua obra. A entrada de Blixa Bargeld, dos Einstürzende Neubauten, para os Bad Seeds significou o reforço do esqueleto e da musculatura do grupo mas mesmo essa terapia parace já não surtir efeito sobre um “rocker” que, aparentemente, em definitivo deixou de o ser. Porém, a poesia e o terço de “Nocturama” continuam a deixar marca. O hábito pode provocar sintomas semelhantes aos da morfina.<br />
Ou será que “Babe, I´m on Fire” é o primeiro passo do eterno retorno? Nesta litania cujo objectivo é idêntico ao dos Neubauten, isto é, a demolição sistemática das casas (“Home is in my head”, cantava alguém e Cave chamou ao seu primeiro DVD, recentemente editado, “God is in the House”&#8230;) que sustentam e abrigam os medos de cada um de nós, e a incineração dos crucifixos na pira da loucura.<br />
Um ex-seminarista, Ernest D. Gengnbach, escreveu, no auge do período do Surrealismo, uma obra intitulada “A Experiência Demoníaca”. Salvou-se ou não, no final, leiam o livro. Nick Cave anda por aí, a desviar-se ou, vá lá saber-se, a dar comida à mão aos seres nocturnos. O branco da capa de “Nocturama” é o da noite.</p>
<p>Nick Cave<br />
LISBOA | grande Auditório do Centro Cultural de Belém<br />
Pç. Império. Dias 24 e 25, às 21h30.<br />
Tel.: 213612444.<br />
Bilhetes entre €50 e €30</p>
<div id="crp_related"><h3>Posts Relacionados:</h3><ul><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=1216" rel="bookmark">Nick Cave - Chamam Ao Diabo Old Nick</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3061" rel="bookmark">Mogwai - Felizes como Esqueletos</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=2502" rel="bookmark">Robert Wyatt - E o Regresso dos Reis</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3042" rel="bookmark">13TH Floor Elevators - "The Psychedelic Sounds of 13th Floor Elevators"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3005" rel="bookmark">Vários - "On Paper"</a></li></ul></div><form onsubmit="javascript:tiu_tweet_this(); return false;"><div class="tiuLoader" id="tiuLoader3082" class="ajaxDivHide"></div><div class="tiuForm" id="tiuForm3082"><p>Gostaria de partilhar este post com os seus amigos no <strong>Twitter</strong>? <a href="javascript:tiu_display_login_form(3082, 'Nick Cave - Nocturnos do Velho Nick - http://is.gd/ilOBZE');" title="Share this blog post with your friends via Twitter" class="tiu-click-here"><strong>Clique aqui!</strong></a></p></div></form>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FRyIYQ_slcZ8Aj_gIaAn5us5Ocs/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FRyIYQ_slcZ8Aj_gIaAn5us5Ocs/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FRyIYQ_slcZ8Aj_gIaAn5us5Ocs/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FRyIYQ_slcZ8Aj_gIaAn5us5Ocs/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profelectro.info/fm/?feed=rss2&amp;p=3082</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bernardo Devlin – Sonhos No Salão Preto e Prata</title>
		<link>http://www.profelectro.info/fm/?p=3077</link>
		<comments>http://www.profelectro.info/fm/?p=3077#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Mar 2012 16:26:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisj</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos 2004]]></category>
		<category><![CDATA[Avant-Gard]]></category>
		<category><![CDATA[Contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Electrónica]]></category>
		<category><![CDATA[Experimental]]></category>
		<category><![CDATA[Portugueses]]></category>
		<category><![CDATA[Bernardo Devlin]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.profelectro.info/fm/?p=3077</guid>
		<description><![CDATA[06.02.2004

Bernardo Devlin
Sonhos No Salão Preto e Prata


Nas nove implosões de “Circa 1999”, Bernardo Devlin pinta telas da mente para observar com a luz baixa. Quem já ouviu “Tilt”, de Scott Walker, deve munir-se da mesma lanterna.

“Circa 1999 (9 implosões)” é um disco estranho. O seu autor, Bernardo Devlin, antigo elemento dos Osso Exótico, não lhe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>06.02.2004</strong><br />
<strong><br />
Bernardo Devlin</strong></p>
<p><strong>Sonhos No Salão Preto e Prata</strong></p>
<p><a href="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/bDevlin1.jpeg"><img src="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/bDevlin1.jpeg" alt="" title="bDevlin" width="500" height="359" class="alignnone size-full wp-image-3079" /></a></p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Ld2YWdQpL7o" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Nas nove implosões de “Circa 1999”, Bernardo Devlin pinta telas da mente para observar com a luz baixa. Quem já ouviu “Tilt”, de Scott Walker, deve munir-se da mesma lanterna.</p>
<p><a href="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/bDevlin.jpeg"><img src="http://www.profelectro.info/fm/wp-content/uploads/2012/03/bDevlin.jpeg" alt="" title="bDevlin" width="171" height="150" class="alignnone size-full wp-image-3078" /></a></p>
<p>“Circa 1999 (9 implosões)” é um disco estranho. O seu autor, Bernardo Devlin, antigo elemento dos Osso Exótico, não lhe fica atrás. “Circa 1999” é o seu terceiro trabalho a solo, depois de “World Freehold” e “Albedo”. A capa é prateada, como um espelho, e o livrete inclui um caderno de folhas coloridas, sem qualquer texto – as cores, explica Devlin, correspondem a estados de espírito, a sua sequência aludindo è estrutura completa do disco.<br />
A música é uma tapeçaria densa de texturas electrónicas e elementos acústicos que contaram com a participação dos convidados José Ernesto Rodrigues (violino), Nuno Leão e Pedro Lourenço (guitarras adaptadas), Luís Filipe Valentim (piano), Luísa Gonçalves (sintetizador), Miguel Sintra (percussão), Oliver Vogt (saxofone tenor), Damiano Tonegutti (oboé) e o quarteto de cordas Opus 4. Vítor Rua, dos Telectu, responsabilizou-se pelos arranjos e direcção de cordas. Soa a música de câmara de fantasmas (ou fantasias?), acentuada pelas vocalizações semi-declamadas de Devlin, de textos nalguns casos impenetráveis que falam de luzes, visões e paixões geladas. Do tempo e da comunicação/incomunicação com o outro. E com o espelho.<br />
Olhos vítreos, cortados por uma tesoura, como no filme de Bunuel, em “Un Chien Andalou”. A luz das estrelas e da morgue. Do espaço sideral e de um quarto onde é impossível dormir. Um faroleiro aparece misteriosamente num dos temas&#8230; Como se fosse “A plague of lighthouse keepers”, “a praga dos faroleiros”, o épico de Peter Hammill, músico com quem Devlin mantém afinidades estticas. E “Tilt”, outra referência de “Circa”, do Scott Walker inatingível&#8230; Devlin fala “à altura dos olhos”, título de uma das canções de “Circa 1999”.<br />
“Circa 1999” convoca as memórias desse ano, 1999, “em que a maioria das canções foram escritas” mas também marcado por “uma série de adversidades que tiveram de ser superadas”. As “nove implosões” do subtítulo indicam essa viagem para dentro. “O disco preenche um período de transição de uma atitude mais romântica, ou ultra-romântica, para um estado de espírito diferente, mais racional”.</p>
<p>Para Ouvir No Escuro<br />
Mergulha-se na música de “Circa” como numa tina de mercúrio congelado. Os movimentos tornam-se difíceis, a bússola deixa de funcionar. “A diferença entre o exterior e o interior é muito ténue”. E pode ser “complicado entrar”, diz Devlin pausadamente, “muito complicado&#8230;”.<br />
Resta ao ouvinte inventar as suas próprias histórias a partir das palavras do disco que a razão disseca, ou não, conforme o tipo de viagem que pretenda seguir. A cabeça encarregar-se-á de escolher o itinerário mais conveniente. “Gosto de dar espaço à interpretação”. Liberdade por vezes mais aparente do que real, pois “Circa 1999” esconde armadilhas e outros perigos. “Havia verdade na luz/ Quando me protegi/Operam marés na clausura/ Que do alto vi/ Foi impressão/ Ou algo acenou/ Em gesto tão real/ Se elevou/ Vigília/ De mundo de estátua/ E êxtases/ De visionários/ Em convixão/ Chama de mistérios/ Sem conversão”, canta em “Novo alvor”. “Visões” que, segundo o seu autor” não fazem necessariamente parte do quotidiano, fora do momento da grande interiorização”.<br />
Devlin fala em “fornecer pistas” e em “referências”. Umas e outras são o que não faltam em “Circa 1999”. “A explicação é muito complicada. É mais como uma pessoa quando se lembra de um sonho&#8230; Quando se descreve um determinado sonho a alguém está-se a dar uma pista extremamente diminuta em relação à informação que estava contida no momento”. Pistas “verbais”, sem “princípio nem fim”. Num país, Portugal, onde “as pessoas estão pouco habituadas a ouvir canções que tenham um trabalho literário mais aprofundado”.<br />
As canções de “Circa 1999” são como as cores. Dos vários tons de azul ao branco, com choque brusco com o negro e passagem ulterior para o castanho. Do céu para a terra. Símbolos de “um percurso cromático” – “quase um ‘travelling’ muito lento”, entre o claro e o escuro. Ou um “pôr-do-sol”, provavelmente o último antes do “novo alvor” de que fala a canção.<br />
Scott Walker, Peter Hammill, Syd Barrett, Edward Ka’Spel, dos Legendary Pink Dots. Arautos da alucinação. Devlin conhece bem a sua obra. “Tilt” é uma referência, certamente, mas não o vou assumir como um álbum-modelo. Percebo a comparação mas, por outro lado, são coisas distintas, não há, de modo algum, qualquer tentativa de recriação da mesma atmosfera&#8230;”. Psicadelismo? Um dos  temas de “Circa 19992 tem como título “Cirros”. Os Pink Floyd gravaram “Cirrus minor”. As nuvens. “não sabia, é fantástico! Os Floyd, do Syd Barrett, fizeram um disco fantástico, ‘The Piper at the Gates of Dawn’. “Hoje em dia já não consigo ficar deslumbrado pelo universo do rock e da pop, mas acredito que se for metido num saco, é nesse saco”. Hoje em dia, Bernardo Devlin prefere ouvir música clássica, “em casa, sozinho”. Rock, sobretudo, “em casa dos amigos”. Pere Ubu e Roxy Music, por exemplo, actualmente até “mais inspiradores” do que Peter Hammill ou Scott Walker.<br />
Existe um lado mágico no disco. “O concretizar de algo faz parte de um processo de depuração extremamente pessoal. A energia é posta na concretização dos conceitos em causa. No decorrer desse trabalho há uma simbologia que se vai criando a ela própria”. As cores? “Também as cores. Mas não pretendo pintar a mesma tela repetidamente. Interessa-me fazer música que tenha vários níveis de escuta”.<br />
“Circa 1999 (9 implosões)” é para se ouvir no escuro. Ou, no mínimo, “com as luzes baixas”. Na cabeça de Bernardo Devlin agitam-se já outros projectos: Um “no formato 5.1 [som “surround”], chamado ‘Agio’, de canções electrónicas e, em paralelo, um álbum duplo que se chamará “Vol.3: As Duas Antenas do Caracol”. Risos. Fica a garantia: “Estou mesmo a falar a sério&#8230;”</p>
<div id="crp_related"><h3>Posts Relacionados:</h3><ul><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=2609" rel="bookmark">Bernardo Devlin - "Circa 1999 – 9 Implosões"</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=1099" rel="bookmark">Bernardo Devlin - Albedo (conj.)</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=1335" rel="bookmark">Carlos Zíngaro - Release From Tension (conj.)</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=1229" rel="bookmark">Vítor Joaquim - Tales From Chaos (conj.)</a></li><li><a href="http://www.profelectro.info/fm/?p=3042" rel="bookmark">13TH Floor Elevators - "The Psychedelic Sounds of 13th Floor Elevators"</a></li></ul></div><form onsubmit="javascript:tiu_tweet_this(); return false;"><div class="tiuLoader" id="tiuLoader3077" class="ajaxDivHide"></div><div class="tiuForm" id="tiuForm3077"><p>Gostaria de partilhar este post com os seus amigos no <strong>Twitter</strong>? <a href="javascript:tiu_display_login_form(3077, 'Bernardo Devlin - Sonhos No Salão Preto e Prata - http://is.gd/souRl9');" title="Share this blog post with your friends via Twitter" class="tiu-click-here"><strong>Clique aqui!</strong></a></p></div></form>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RkjjhBYw86id4w1Mqdf4c041hCI/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RkjjhBYw86id4w1Mqdf4c041hCI/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RkjjhBYw86id4w1Mqdf4c041hCI/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RkjjhBYw86id4w1Mqdf4c041hCI/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.profelectro.info/fm/?feed=rss2&amp;p=3077</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

