<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807</atom:id><lastBuildDate>Fri, 01 Nov 2024 08:45:12 +0000</lastBuildDate><category>Notícias Hoje</category><category>Notícias</category><category>Origem</category><category>Dicas importantes</category><category>Curiosidades</category><category>Polêmica</category><title>Dom da Minha Vida</title><description></description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Unknown)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>45</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-2769307542579716175</guid><pubDate>Wed, 28 Oct 2009 03:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-28T00:38:04.217-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dicas importantes</category><title>Amiloidose</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Manual Merck&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A amiloidose é uma doença na qual ocorre o acúmulo de amilóide, uma proteína rara que normalmente não está presente no corpo, em vários tecidos. Existem muitas formas de amiloidose. Na amiloidose primária, a causa é desconhecida. No entanto, a doença está associada a alterações das células plasmáticas, como o mieloma múltiplo, o qual também pode estar associado à amiloidose. A amiloidose secundária é assim denominada devido ao fatodela ser secundária a outras doenças (p.ex., tuberculose, infecções dos ossos, artrite reumatóide, febre familiar do Mediterrâneo ou ileíte granulomatosa). Uma terceira forma, a amiloidose hereditária, afeta os nervos e certos órgãos e foi detectada em indivíduos provenientes de Portugal, da Suécia, do Japão e de muitos outros países. Uma outra forma de amiloidose está associada ao envelhecimento normal e afeta particularmente o coração. Normalmente, a causa do acúmulo excessivo de amilóide é desconhecida. Entretanto, a amioidose pode ser uma resposta a várias doenças que causam infecção ou inflamação persistente. Além disso, uma outra forma de amiloidose está relacionada à doença de Alzheimer. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Sintomas &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O acúmulo de grandes quantidades de amilóide pode compromenter o funcionamento normal de muitos órgãos. Os sintomas da amiloidose dependem do local onde o amilóide acumula-se. Muitos indivíduos apresentam poucos sintomas, enquanto outros apresentam uma doença grave e potencialmente letal. Na amiloidose primária, os locais típicos de acúmulo de amilóide são o coração, a pele, a língua, a tireóide, os intestinos, o fígado, os rins e os vasos sangüíneos. Esse acúmulo pode acarretar insuficiência cardíaca, arritmias cardíacas (batimentos cardíacos irregulares), dificuldade respiratória, espessamento da língua, hipoatividade da tireóide, má absorção dos alimentos, insuficiência hepática, insuficiência renal e equimoses fáceis ou outros sangramentos anormais decorrentes do efeito do amilóide sobre a coagulação sangüínea. Pode ocorrer uma disfunção nervosa, a qual acarreta fraqueza e distúrbios da sensibilidade. Pode ocorrer a síndrome do túnel do carpo. Quando o amilóide afeta o coração, o indivíduo pode morrer devido a uma insuficiência cardíaca grave a arritmias cardíacas. Na amiloidose secundária, o amilóide tende a acumular-se no baço, no fígado, nos rins, nas adrenais e nos linfonodos. O baço e o fígado tendem a aumentar de volume e, à palpação, o médico pode perceber uma consistência firme semelhante à da borracha. Outros órgãos e vasos sangüíneos também podem ser afetados, embora o envolvimento cardíaco seja raro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Diagnóstico &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Algumas vezes, é difícil para o médico diagnosticar a amiloidose pelo fato dela produzir tantos problemas diferentes. Contudo, ele pode suspeitar da amiloidose quando vários órgãos tornam-se insuficientes ou quando um indivíduo apresenta sangramento fácil sem razão aparente. A forma hereditária é suspeitada quando um distúrbio nervoso periférico herdado é descoberto em uma família. Geralmente, o diagnóstico é estabelecido através do exame de uma pequena quantidade de gordura abdominal obtida através de uma agulha inserida próxima à cicatriz umbilical. Alternativamente, o médico pode coletar uma amostra de tecido através da biópsia da pele, do reto, das gengivas, dos rins ou do fígado. O amilóide é identificado ao microscópio com o uso de colorações especiais. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Tratamento &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A amiloidose nem sempre exige tratamento. Quando ela é causada por uma outra doença, o tratamento desta normalmente alentece ou reverte a amiloidose. No entanto, a amiloidose causada pelo mieloma múltiplo possui um mau prognóstico. A maioria dos indivíduos com ambas as doenças morre em 1 a 2 anos. O tratamento da amiloidose não é muito eficaz. O uso da prednisona e do melfalano, algumas vezes associado à colchicina, podem prover alívio. A colchicina isoladamente pode ajudar a aliviar a amiloidose desencadeada pela febre familiar do Mediterrâneo. Algumas vezes, os depósitos de amilóide (tumores amilóides) em uma determinada área do corpo podem ser removidos cirurgicamente. Um indivíduo cujos rins foram destruídos pela amiloidose pode ser submetida a um transplante renal. Quando um indivíduo apresenta problemas cardíacos, ele pode ser submetido a um transplante cardíaco. No entanto, os órgãos transplantados podem ser posteriormente afetados pelo acúmulo. Na forma hereditária, o defeito que produz o amilóide ocorre no fígado e, por essa razão, em poucos indivíduos o transplante de fígado foi eficaz para interromper a evolução da doença.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/10/amiloidose.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-8981354990624597418</guid><pubDate>Wed, 28 Oct 2009 02:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-27T23:06:38.540-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dicas importantes</category><title>Hepatites Virais</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.gastronet.com.br/hepatite.htm&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;http://www.gastronet.com.br/hepatite.htm&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O FÍGADO E SUAS FUNÇÕES.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O fígado é o maior órgão do corpo humano, está localizado no lado superior direito do abdomen , protegido pelas costelas (gradio costal) . É responsável por aproximadamente 5000 (cinco mil) funções vitais , produz a grande maioria de substâncias essenciais para o resto do corpo e remove as substâncias prejudiciais ao organismo. É como um grande laboratório. O fígado produz a bile que é levada ao intestino delgado para se juntar ao processo de digestão. Também produz hormônios, proteínas e enzimas que mantêm o corpo funcionando normalmente. Tem participação na produção de substâncias que ajudam o sangue a coagular. Tem papel importante na decomposição do colesterol, manutenção do açúcar no sangue , e também decomposição de medicamentos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Quando o fígado está doente pode-se Ter inúmeras conseqüências sérias. A doença viral é a mais comum que acomete o fígado. Quando um vírus danifica uma célula hepática (hepatócito) esta não mais funciona. Com a diminuição da população de células hígidas muitas funções do corpo podem ser afetadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O QUE É HEPATITE?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Hepatite significa inflamação do fígado. Existem várias razões para o fígado estar inflamado, e nem sempre a causa é viral. Certas drogas ou medicações tóxicas , doenças imunológicas podem causar hepatite. A causa mais comum de inflamação do fígado é a hepatite viral. Quando o processo inflamatório está presente por mais de seis meses é chamado de hepatite crônica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;QUAIS SÃO OS SINTOMAS?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Os sintomas produzidos pela hepatite viral podem variar dependendo se a hepatite é crônica ou aguda. Muitos casos de hepatite pede serr tão leves e inespecíficos passando por uma simples infecção viral como uma gripe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A hepatite aguda causa menos danos ao fígado que a hepatite crônica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Hepatite Aguda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Hepatite Crônica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Fadiga intensa Fadiga &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Olhos amarelados Dor nas articulações &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Pele amarelada Vermelhões na pele &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Urina escura Perda da memória &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Febre baixa &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Desconforto gastrointestinal &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Nota: vários pacientes com hepatite aguda ou crônica podem ser assintomáticos. Os sintomas não são parâmetro para saber a evolução da doença.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Atualmente existem sete tipos de vírus conhecidos .São chamados de A, B, C, D, E, F e G. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;QUAL A IMPORTÂNCIA DE SABER QUAL O VÍRUS QUE OCASIONOU?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Há diferenças importantes entre os vírus. Por exemplo, a mais comum das hepatites virais é a causada pelo vírus A. O vírus produz uma inflamação aguda do fígado (hepatite) , nunca crônica, o paciente pode ficar doente por alguns dias ou semanas , mas uma vez que melhora, a infecção acaba e não há destruição progressiva do fígado. É raro acontecer uma infecção grave por hepatite A que possa acarretar a morte ou necessitar de um transplante de emergência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Na hepatite B há uma melhora em 95% dos casos como na A. Em um número limitado de pacientes ela progride para a doença crônica. A exceção ocorre em crianças onde a grande maioria (90%) desenvolve hepatite crônica (quanto mais jovem maior a chance) . No Brasil com as campanhas de vacinação o índice de infecção em crianças caiu bastante porém os números ainda são grandes. Habitualmente se adquire hepatite na adolescência ou vida adulta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A hepatite C ocorre geralmente na adolescência tardia e vida adulta. Diferente da hepatite B , a infecção consegue burlar o sistema imunológico ( de proteção do corpo contra bactérias e vírus) e sobrevive levando o processo a uma doença crônica . De fato, mais de 85% das pessoas infectadas pelo vírus C mantêm evidências laboratoriais e/ou clínicas de uma infecção presente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O vírus da hepatite D tem um comportamento atípico. Ocorre somente em conjunto com a hepatite B e trabalha como um parasita . Pode transformar uma infecção de evolução atenuada pelo vírus B em uma doença de características agressivas e destrutivas sobre o fígado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Os outros vírus E, F e G são mais raros . &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;COMO SE PEGA HEPATITE?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Existem importantes diferenças entre a maneira de se pegar cada tipo de hepatite. São estas diferenças que mostram como podemos previnir que a doença se espalhe. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A hepatite A é mais freqüente na infância. É transmitida de pessoa para pessoa. O vírus está nas fezes , portanto a higiene após o uso do banheiro é imprescindível. Também pode se transmitir através dos alimentos. Por estes motivos é fácil de entender como os berçários e creches são mais vulneráveis a este vírus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A hepatite B pode se disseminar de várias maneiras, mas dificilmente será através de alimento contaminado. O foco primário de infecção é através de transfusão sangüínea ou contato com secreções do corpo. Quase todas as secreções humanas tem o vírus da hepatite. O uso de drogas injetáveis com a mesma seringa, tatuagens ou piercings sem material esterelizado também pode ser uma via de transmissão. Transmissão sexual também é possível . Mães infectadas com o vírus B transmitem para os seus bebes. Toda mulher grávida ou com desejo de engravidar deve fazer os testes para hepatite B.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A transmissão da hepatite C é semelhante a hepatite B . A tansmissão sexual é mais rara e a infecção de bebes pelas suas mães ocorre em uma porcentagem bem menor (5%). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O QUE PODE SER FEITO PARA PREVENIR A HEPATITE?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Na hepatite A , a regra é higiene . Boas condições sanitárias em restaurantes, berçários, creches e escolas devem ser obedecidas. Além disso a imunização pode ser feita. Uma vacina efetiva foi introduzida no mercado em 1995. É recomendada principalmente para pessoas que viajam para áreas endêmicas, onde a Hepatite A é um problema. Breve se tornará uma vacina rotineira para as crianças. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Se você entrou em contato com uma pessoa com hepatite A , a primeira coisa a fazer é não entrar em pânico. Este conselho é particularmente difícil de seguir, principalmente se o seu filho foi quem esteve exposto. A chance de contaminação de crianças na fase escolar apenas por estarem na mesma sala de aula é remota. Nestes casos se for feita a imunização imediata, os riscos de desenvolver a doença diminuem bastante. O que é importante saber é que assim que a pessoa desenvolve a doença com seus sintomas , o vírus desaparece das fezes, desta forma diminuindo o risco de contaminação. De qualquer forma o hábito de separar os talheres de pessoas infectadas deve ser preservado. A imunização só é necessária para as pessoas que moram junto com a pessoa doente. Colegas de trabalho ou escola estão dispensados da imunização. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A hepatite B é totalmente controlável. Através de cuidados no pré-natal , imunização de todas as crianças em idade escolar e de indivíduos com vida sexual ativa que tem múltiplos parceiros(as) ou com parceiro já contaminado pelo vírus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;No caso da Hepatite C as coisas são mais complicadas. Não existe vacinas e não há previsão de tempo até que se descubra uma. A contaminação ainda deve ser evitada através da prevenção: evitando uso de seringas em conjunto ou contaminadas, tatuagens e piercings em locais onde não há esterilização do equipamento. E finalmente uso de camisinhas para que têm vida sexual ativa com múltiplos parceiros. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;COMO É TRATADA A HEPATITE?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O tratamento da hepatite viral depende da evolução clínica da doença de do tipo de vírus; depende também se é aguda ou crônica. Para infecção aguda da hepatite A, B ou C , são utilizadas medicações sintomáticas que possam trazer conforto para o paciente. A hepatite A na grande maioria dos casos vai melhorar. É preciso fazer seguimento nos casos de hepatite C e B, através de exames laboratoriais, pois os sintomas não servem como parâmetros para a doença.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Para hepatite B e C crônica não existe a cura. Porém com o uso de certas medicações anti-virais é possível freiar o processo de destruição do fígado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O QUE PODE ACONTECER A LONGO PRAZO?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Um número considerável de pacientes com hepatite crônica tipo B ou C sem tratamento podem Ter uma vida normal sem complicações. Nos casos em que a doença está presente há mais de 20 anos , podem aparecer sinais de que o fígado está funcionando mal (cirrose) e em casos mais extremos é necessário o transplante hepático. Na cirrose o fígado fica com a sua estrutura irregular devido ao processo de cicatrização constante. Como conseqüência da cirrose o paciente apresenta varizes de esôfago, um aumento do baço e ascite (barriga d&#39;água).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;- Cirrose hepática e esplenomegalia (aumento do baço)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;- varizes do esôfago&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;- Tumores do fígado conhecidos como hepatomas podem aparecer em pacientes com hepatite crônica B ou - C. Nos EUA 70% dos hepatomas aparecem em pessoas com hepatite crônica B ou C. No Brasil não existem números precisos a respeito. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Clínicos e especialistas da saúde pública internacional consideram a Hepatite C uma questão prioritária.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;- O vírus da hepatite C (HCV) foi isolado pela primeira vez em 1989. Até então, qualquer hepatite viral não identificada como causada por vírus A e B era denominada &quot;hepatite Não-A, Não-B&quot;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Só a partir de novembro de1993 passou-se a pesquisar no Brasil, a presença do vírus em doadores de sangue. Até então, muitas pessoas que haviam recebido transfusão de sangue, adquiriram o HCV e são hoje portadoras de hepatite crônica viral. Muitas delas não apresentam sintomas e só descobrem a infecção ao doar sangue.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Atualmente, com testes diagnósticos desenvolvidos e refinados, um número significativo de infectados vêm sendo identificados. Estima-se que 3% da população brasileira, aproximadamente cinco milhões de pessoas, sejam portadoras da hepatite C.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Quais os sintomas da hepatite C?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A infecção pela hepatite C progride lentamente e os sintomas freqüentemante não são reconhecidos. Pode começar semelhante a um quadro gripal leve. Raramente causa icterícia (amarelão).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;É mínima a tendência para a cura espontânea da hepatite C e, embora a maioria dos pacientes apresente sintomas difíceis de reconhecer por vários anos, o risco de desenvolver cirrose e câncer hepático é significativo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Na maioria das vezes, evolui para hepatite crônica ativa e pode estar associada a sintomas como fadiga, náuseas, dores articulares e musculares, pernas pesadas e cansadas e desconforto abdominal. Cerca de 20% - 40% apresentarão cirrose.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Quais são os grupos de risco para Hepatite C?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A hepatite C é altamente infecciosa, atingindo vários grupos de risco, muitos dos quais desconhecem terem sido expostos ao HCV.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;É adquirida através do contato com sangue e outros fluídos corporais contaminados pelo vírus. O sangue contaminado é o meio transmissível mais comum, tanto por transfusões como pela administração de produtos sangüíneos como os utilizados na hemofilia e na diálise. Entre 60% e 90% dos hemofílicos estão infectados e mais de 80% dos usuários de dorgas intravenosas no mundo ocidental são HCV+.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;São grupos de risco para hepatite C:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Pacientes que tenham recebido transfusão de sangue ou derivados &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Pacientes submetidos a procedimentos invasivos (cirurgias) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Usuários de drogas &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Homens entre 30-49 anos &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Filhos de portadoras do vírus C &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Parceiros sexuais de pacientes do grupo de risco &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Promíscuos &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Profissionais da área de saúde &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Pacientes que já tenham tido doença sexualmente transmissível &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Apesar de já se conhecer os principais meios de transmissão, um grupo significativo de pessoas com HCV, em torno de 40%, desconhecem como a doença foi contraída.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Como saber se tenho o vírus da Hepatite C?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Caso você faça parte do grupo de risco para a infecção pelo vírus C ou tenha os sintomas da hepatite crônica, porcure seu médico ou um hepatologista que solicitará exames de sangue para detectar a presença do vírus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Existe tratamento para Hepatite C?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Muitos estudos têm sido realizados em todo mundo com o objetivo de curar a hepatite C.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Atualmente o tratamento é realizado com dois medicamentos que são o interferon e a ribavirina, em associação. A cura só é obtida em aproximadamente 48% dos casos e a duração do tratamento varia de 6 meses a um ano, dependendo do genótipo do vírus.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/10/hepatites-virais.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-574879363689962524</guid><pubDate>Wed, 28 Oct 2009 01:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-27T22:58:27.667-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dicas importantes</category><title>GORDURA NO FÍGADO ou Esteatose Hepática</title><description>&lt;span style=&quot;color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/43/artigo45584-1.asp&quot;&gt;http://revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/43/artigo45584-1.asp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Os casos de esteatose hepática, nome científi co desse problema, têm aumentado em países que adotam uma alimentação rica em gorduras, especialmente as saturadas (de origem animal). Saiba os riscos dessa doença e como preveni-la. &lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;POR STELLA GALVÃO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;1- O QUE É ESTEATOSE HEPÁTICA?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Trata-se de uma condição na qual ocorre depósito de gordura (triglicérides) no interior das células do fígado, chamadas de hepatócitos. Este acúmulo ocorre por vários mecanismos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O primeiro é por meio do simples aumento do consumo de gordura saturada, aquela responsável também pelo aumento do colesterol ruim (LDL), pelo estreitamento das artérias, o aumento da pressão sangüínea e o risco de infarto; e que são encontradas especialmente em produtos de origem animal, como carnes vermelhas e macias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Ou seja, a ingestão de grandes quantidades desse tipo de gordura na alimentação faz com que haja um aumento da deposição do excedente no fígado. O segundo mecanismo é mais associado a pacientes com diabetes do tipo 2 ou com predisposição para tal doença. Essas pessoas apresentam um fenômeno chamado resistência à insulina: apesar de produzir insulina, a ação desta é comprometida. Este quadro ativa mecanismos celulares, que favorecem o depósito de gordura no fígado. Por fim, nos últimos anos, revelou-se um terceiro mecanismo envolvido no aparecimento da esteatose hepática. O consumo de gordura e o ganho de peso podem promover o aparecimento de proteínas inflamatórias, chamadas citocinas. Tais substâncias, quando atuando no fígado, também podem favorecer o depósito de gordura no órgão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;2- QUEM ESTÁ MAIS SUSCETÍVEL A ESTE PROBLEMA?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Existem fatores genéticos e ambientais que predispõem à esteatose. Os genéticos ainda são pouco conhecidos, mas acredita-se que tenham relação com os mesmos fenômenos genéticos que podem levar ao diabetes. Os ambientais, entretanto, são vários. Entre eles, podemos destacar os hábitos alimentares, como uma dieta rica em gordura, o consumo excessivo e regular de álcool, o uso de alguns medicamentos (que, de acordo com a sua composição e ação, podem estimular o acúmulo de gordura no órgão) e até certas infecções, inclusive às associadas aos vírus das hepatites B e C.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;3- ESTE ACÚMULO DE GORDURA PODE AFETAR A SAÚDE GRAVEMENTE? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A esteatose passa a ser um risco quando há o aparecimento de células inflamatórias no fígado. Neste caso, a pessoa deixa de ter a esteatose simples e passa a apresentar a esteato-hepatite. A próxima complicação é a fibrose hepática, situação na qual as células do fígado (os hepatócitos) morrem e são substituídas por um tecido fibroso, como aquele que se forma durante uma cicatrização normal da pele. Em pacientes sem esteato-hepatite e sem fibrose, acredita-se que a capacidade de reversão da doença é muito grande, entretanto, após a instalação de uma dessas complicações, a chance de evoluir para a cirrose (doença crônica do fígado, que se caracteriza por fibrose e formação de nódulos que bloqueiam a circulação sangüínea no órgão) é bastante grande. Neste caso, o fígado deixa de desempenhar suas funções normais, como produzir bile (agente diluidor de gorduras), auxiliar na manutenção dos níveis normais de açúcar no sangue, produzir proteínas e metabolizar o colesterol. Assim, em situações mais graves, o transplante do órgão passa a ser a única solução para a cura da doença.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;4- COMO FAZER PARA IDENTIFICAR O ACÚMULO DE GORDURA E A GRAVIDADE DESTE DISTÚRBIO? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Os indícios de esteatose são detectáveis, inicialmente, pelo exame clínico do paciente no próprio consultório médico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;O fígado pode estar com aumento de volume e o médico detectar isto ao apalpar o abdômen. Se isto for observado, cabe ao profissional solicitar, por meio de exames, a determinação sangüínea de algumas enzimas hepáticas que, se estiverem realmente em quantidades maiores, podem indicar a presença de distúrbio hepático, o que pode mostrar inclusive uma esteatose. Na etapa seguinte, dá para se realizar um ultra-som de abdômen que revelará aumento e alteração estrutural do fígado. A BIÓPSIA É A ÚNICA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;5- FORMA DE VERIFICAR SE A GORDURA NO FÍGADO PODE EVOLUIR PARA A CIRROSE?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Somente a biópsia (a retirada de um pedaço do órgão para análise) permite avaliar se há esteatose simples, esteatohepatite, presença de fibrose ou cirrose. A indicação deste exame invasivo é feita para paciente com padrão ultrassonográfico do fígado que gere suspeita e na presença de níveis elevados das enzimas hepáticas no sangue.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A indicação obedece a critérios rígidos que devem incluir cada um dos dados acima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;6- É POSSÍVEL REVERTER O PROBLEMA APENAS POR MEIO DO CONTROLE NA DIETA? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Sim, para a maior parte dos pacientes, especialmente aqueles com esteatose simples, a correção dietética (com a redução de gordura), a perda de peso e a manutenção de uma rotina de atividade física são suficientes para reverter o quadro.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;7- E QUANTO À PREVENÇÃO? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Valem os mesmos requisitos: manutenção de dieta saudável e do peso ideal, bem como atividade física constante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Lício A. Velloso - Professor&amp;nbsp; de Imunologia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/10/gordura-no-figado-ou-esteatose-hepatica.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-2091164078337058122</guid><pubDate>Mon, 03 Aug 2009 17:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-03T14:54:56.835-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias Hoje</category><title>Adolescente que morreu durante voo sonhava em visitar a Disney</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fonte G1 Paulo Toledo Piza&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Viagem foi presente de aniversário para Jacqueline Ruas, de 15 anos. Morte ocorreu neste domingo, antes de o avião pousar em Guarulhos.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Entre uma festa de debutante e uma estada na Disney, em Orlando, nos Estados Unidos, a estudante Jacqueline Ruas, de 15 anos, escolheu a segunda opção como presente de aniversário. A jovem, que morreu no domingo (2), durante o voo de volta a Guarulhos, na Grande São Paulo, teve um de seus maiores sonhos -visitar o parque- realizado há duas semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jacqueline se divertiu nos brinquedos do parque. Diariamente, conversava com a mãe via rádio e passava as novidades. “Ela estava muito feliz. Disse que tinha comprado presente para todo mundo”, comentou a professora Helena Ruas, 58 anos, tia-avó da adolescente. “Ela realizou um sonho. Um sonho que virou um pesadelo”, acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já nos últimos dias, Jacqueline passou mal e vomitou. Com febre, foi medicada em Orlando. “Tiraram chapa, fizeram exames e não constataram nada de mais”, afirmou o aposentado Dagoberto Ruas, tio-avô de Jacqueline.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&quot;Ela chegou a ligar abalada porque tinha vomitado”, lembrou Magda da Paz Santos, de 39 anos, consultora e tia da adolescente. “Pensamos que fosse manha de menina de 15 anos.”&lt;br /&gt;Ainda segundo Magda, médicos norte-americanos medicaram preventivamente a garota com tamiflu, antiviral utilizado no combate à nova gripe. Por conta do quadro de saúde constatado, ela foi liberada pela equipe que a atendeu. Antes de embarcar para o Brasil, ligou para a família. “Ontem [sábado], ela estava com a voz normal”, acrescentou a tia. Já no voo, por volta das 4h30, colegas de excursão chamaram a jovem, que não respondeu. Além do silêncio, o aspecto pálido que sua pele adquiriu chamou a atenção também da tripulação, que pediu auxílio para médicos que estivessem no avião. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Ao se voluntariar, o cirurgião Irineu Raseira Jr., 41 anos, foi socorrer a jovem. “Ela já estava em parada cardiorrespiratória”, contou. Com auxílio de outro médico que estava a bordo, o oftalmologista Aníbal Fenelon, 58 anos, tentou reanimar a jovem. Assustados com a movimentação, os outros passageiros foram acalmados pela tripulação. “Levamos a garota ao fundo do avião, onde preparam os alimentos, e tentamos novamente reanimá-la”, afirmou Fenelon. Em vão. “Às 5h05, constatamos que ela estava sem pulsação, com as pupilas dilatadas e fria”, acrescentou. Ao chegar ao aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, o corpo da jovem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) da cidade. De lá, seguiu para São Caetano do Sul, cidade onde vivia, para ser velado. O enterro está previsto para acontecer na manhã desta segunda-feira (3).&lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/08/adolescente-que-morreu-durante-voo.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-7328777214201951119</guid><pubDate>Mon, 03 Aug 2009 17:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-03T14:50:57.564-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias Hoje</category><title>Pernambuco confirma primeira morte provocada pela nova gripe</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fonte: G1&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Estudante de 17 anos estava internada em Olinda desde 20 de julho.Este é o terceiro caso de morte pelo vírus Influenza A(H1N1) no Nordeste.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco confirmou a morte de uma adolescente de 17 anos, na manhã desta segunda-feira (3), em decorrência da nova gripe. A jovem estava internada desde 20 de julho no Hospital Prontolinda, em Olinda (PE). Este é o primeiro caso de morte pelo vírus Influenza A(H1N1) no estado e o terceiro no Nordeste.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Segundo a secretaria, a menina viajou de Belo Horizonte para passar férias em Porto de Galinhas, em Ipojuca (PE), quando foi internada com os sintomas da nova gripe. Ela estava acompanhada de familiares, que são monitorados. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Na Bahia&lt;br /&gt;A Secretaria Estadual de Saúde da Bahia (Sesab) também confirmou, nesta segunda, a primeira morte do estado em decorrência da doença. A vítima é um&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1252571-16726,00-BAHIA+ANUNCIA+PRIMEIRA+MORTE+PROVOCADA+PELA+NOVA+GRIPE.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt; corretor de imóveis de 50 anos, que faleceu na terça-feira (28)&lt;/a&gt;. Ele fez tratamento no Hospital São Rafael, em Salvador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo nota divulgada pela Sesab, o resultado do exame laboratorial apresentou resultado positivo para o vírus Influenza A(H1N1). O texto ainda aponta que o paciente era hipertenso e tinha histórico familiar de morte súbita. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A Sesab informa que esse fato isolado não significa que o vírus esteja circulando na capital. A Vigilância Epidemiológica ainda investiga a possível fonte de contaminação do paciente e está monitorando os seus familiares, com o objetivo de detectar qualquer alteração no estado de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Paraíba&lt;br /&gt;A primeira morte em decorrência da nova gripe no Nordeste ocorreu na Paraíba e foi confirmada na semana passada. Um &lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1245432-5598,00-PARAIBA+REGISTRA+A+PRIMEIRA+MORTE+PELA+NOVA+GRIPE.html&quot;&gt;estudante de enfermagem&lt;/a&gt;, de 31 anos, morreu em João Pessoa. Ele estava internado no Hospital Universitário e apresentava problemas respiratórios.&lt;br /&gt;   &lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,5598,00.html&quot;&gt;Leia mais notícias de Brasil&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/08/pernambuco-confirma-primeira-morte.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-5357754425312850393</guid><pubDate>Sat, 25 Jul 2009 23:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-25T20:03:40.163-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias</category><title></title><description>&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;span style=&quot;font-size:78%;color:#000000;&quot;&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://portalnoia.blogspot.com/2007/12/homem-elefante_29.html&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;color:#000000;&quot;&gt;portalnoia.blogspot.com/2007/12/homem-elefant...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiy56UjeIksIgJqfelsHutrpI2KNNtiPjU6uMm4UccnRewtlQQgcOSvQ2DXG029n8zYdbAoCIMOdNTESFdATtCISZjsiFAg3sh7JNjc4QJB0zbtIa39Amul8sQm8Zn-vEjwWBb05kdHYQlF/s1600-h/_imagens_planeta_estranho_fotos_loucas_homem_elefante1.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5362536808769732066&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 193px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiy56UjeIksIgJqfelsHutrpI2KNNtiPjU6uMm4UccnRewtlQQgcOSvQ2DXG029n8zYdbAoCIMOdNTESFdATtCISZjsiFAg3sh7JNjc4QJB0zbtIa39Amul8sQm8Zn-vEjwWBb05kdHYQlF/s320/_imagens_planeta_estranho_fotos_loucas_homem_elefante1.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#000000;&quot;&gt;Depois das controvérsias do &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://portalnoia.blogspot.com/2007/12/o-mistrio-do-homem-rvore.html&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#000000;&quot;&gt;homem árvore&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color:#000000;&quot;&gt;, encontrei um outro caso estranho... O famoso &quot;homem-elefante&quot; na China foi registrado como o pior caso de &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.gbeth.org.br/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=181&amp;amp;Itemid=72&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#000000;&quot;&gt;neurofibromatose&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color:#000000;&quot;&gt; registrado até agora no mundo. Atualmente, Huang Chuncai já está se recuperando bem de uma cirurgia realizada em meados do ano 2007.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5362536911365852418&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 266px; CURSOR: hand; HEIGHT: 281px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi5vAZkpHgafOg8HUX1xsWuIsSiSZDZyuG8zVOc93_58r__CvHzsKJsqrc9XDI8FJGgL3w8D1OO3TfFKL7t18s50eWibJtRKdOvKc7-hESgVMI7VNa_gMjgaHgZEb-kbTa7EORwXQrA8azw/s320/_imagens_planeta_estranho_fotos_loucas_homem_elefante3.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Respiração e fala afetadasA pressão do tumor, com uma circunferência de 97 cm, cobriu grande parte de sua face e, tanto o olho como a orelha esquerda, estão tapados pela grande massa tumoral. Huang não pode fechar a boca e há 6 anos perdeu todos os dentes, o que também afetou sua capacidade de falar e comer.O chinês, de apenas 1,35 m de altura, teve sua coluna deformada devido ao peso do tumor e caminha inclinado. A postura comprometeu o sistema respiratório de Huang, e ele tem dificuldades para respirar após qualquer esforço físico.&lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/07/fonte-portalnoia.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiy56UjeIksIgJqfelsHutrpI2KNNtiPjU6uMm4UccnRewtlQQgcOSvQ2DXG029n8zYdbAoCIMOdNTESFdATtCISZjsiFAg3sh7JNjc4QJB0zbtIa39Amul8sQm8Zn-vEjwWBb05kdHYQlF/s72-c/_imagens_planeta_estranho_fotos_loucas_homem_elefante1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-1686290401651784490</guid><pubDate>Sat, 25 Jul 2009 22:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-25T19:52:09.442-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias</category><title>Epidermodisplasia Verruciforme ou Doença do &#39;Homem árvore&#39;</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLtaOrGpi31rnq3uHZhrPNJpZHOBByfYvsRUB1I9trpSVWbhkQRdOjIseOWpfmQgLeYSwC3gdvk3zAXBH7bKeavPZlvWuKxmqnlPiuKFnKMJxKkWjacHahd6sABcqcVBWSk1m1L4kFZTja/s1600-h/anomalia+mutacao+verruga+arvore.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5362534326535849938&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 242px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLtaOrGpi31rnq3uHZhrPNJpZHOBByfYvsRUB1I9trpSVWbhkQRdOjIseOWpfmQgLeYSwC3gdvk3zAXBH7bKeavPZlvWuKxmqnlPiuKFnKMJxKkWjacHahd6sABcqcVBWSk1m1L4kFZTja/s320/anomalia+mutacao+verruga+arvore.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;color:#000000;&quot;&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://hypescience.com/as-10-anomalis-humanas-mais-bizarras/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;color:#000000;&quot;&gt;Hypercience - 10 anomalias humanas mais bizarras&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E uma doença hereditária extremamente rara que leva a formação de verrugas na pele que nunca param de crescer. Se manifesta, normalmente entre um e vinte anos de idade e afeta normalmente as mãos e os pés. O único tratamento é a remoção cirúrgica, mas as verrugas voltam a crescer em seguida, o que exige cirurgias frequentes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/07/epidermodisplasia-verruciforme-ou.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLtaOrGpi31rnq3uHZhrPNJpZHOBByfYvsRUB1I9trpSVWbhkQRdOjIseOWpfmQgLeYSwC3gdvk3zAXBH7bKeavPZlvWuKxmqnlPiuKFnKMJxKkWjacHahd6sABcqcVBWSk1m1L4kFZTja/s72-c/anomalia+mutacao+verruga+arvore.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-7562059040375142317</guid><pubDate>Sat, 25 Jul 2009 22:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-07-25T19:46:22.751-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias</category><title>Após cirurgia, &quot;homem-árvore&quot; quer trabalhar e casar</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWiv54Dvv6XQwQEn2AE4WsjX2W9RgMkMEzOZhjzSH3T4c6zLAxYJGCZcS2-ZPYm6y-lS3dtHrsdCBMqErkvE5CKs0jj7hYgimKyAlckBZsmracEPy1VclVFVHmp5CyG67wuGbKusFADO7H/s1600-h/81b95b0e45.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5362532796303583842&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 223px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWiv54Dvv6XQwQEn2AE4WsjX2W9RgMkMEzOZhjzSH3T4c6zLAxYJGCZcS2-ZPYm6y-lS3dtHrsdCBMqErkvE5CKs0jj7hYgimKyAlckBZsmracEPy1VclVFVHmp5CyG67wuGbKusFADO7H/s320/81b95b0e45.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fonte: Autor: Redação Terra/Com agências internacionais&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Um homem com uma doença rara, conhecido como &quot;homem-árvore&quot;, passou por uma operação para tirar os aglomerados de verrugas semelhantes a raízes de árvores. Dede Koswara, 37 anos, morador da ilha de Java, planeja se casar agora que pode usar as mãos e caminhar sem dor.&quot;O que eu quero primeiro é me recuperar e encontrar um emprego. Mas aí, um dia, quem sabe? Eu posso conhecer uma mulher e me casar&quot;, disse Koswara ao site do Daily Telegraph, ainda no hospital.Desde de que ele cortou seu joelho quando era adolescente, uma pequena verruga surgiu e se espalhou de forma incontrolável. De acordo com o dermatologista americano Anthony Gaspari, que tomou conta do caso no ano passado, o indonésio sofre com uma variação do vírus do HPV, ou vírus do papiloma humano.Uma das formas mais conhecidas de propagação da doença é pela relação sexual. Mas no caso de Dede, a doença se agravou por um problema genético do ex-pescador: seus anticorpos são incapazes de combater ou simplesmente deter o crescimento das verrugas.No ano passado, Gaspari disse acreditar que um severo tratamento com vitamina A pode ajudar a determinar a origem do problema e gostaria de levar o indonésio aos Estados Unidos para estudar o caso.Por causa da sua aparência, ele foi deixado por sua primeira mulher e perdeu seu emprego. Para poder alimentar seus dois filhos, ele chegou a entrar para um ¿show de horrores¿ com outras vítimas de doenças estranhas.Agora, depois de uma série de operações para cortar a pele crescida com aparência de árvore, ele pode ver o contorno dos dedos de seus pés novamente.Ele também ficou viciado no jogo Sudoku agora que pode segurar uma caneta. Koswara espera retomar sua vida normal após mais duas operações para enxertar pele em suas mãos, pés e rosto. &lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/07/apos-cirurgia-homem-arvore-quer.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWiv54Dvv6XQwQEn2AE4WsjX2W9RgMkMEzOZhjzSH3T4c6zLAxYJGCZcS2-ZPYm6y-lS3dtHrsdCBMqErkvE5CKs0jj7hYgimKyAlckBZsmracEPy1VclVFVHmp5CyG67wuGbKusFADO7H/s72-c/81b95b0e45.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-8503956174769599607</guid><pubDate>Sun, 21 Jun 2009 00:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-20T21:25:05.113-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias Hoje</category><title>Enfermeira relata a luta de paciente para conseguir respirar</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fonte:G1&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Níveis de gás carbônico no sangue eram elevados por causa de câncer.Especialista compara problema à situação de um peixe fora d&#39;água.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&quot;Peixe fora d&#39;água&quot; pode ser uma metáfora já gasta, mas é uma boa descrição de como eu me sentia quando comecei a trabalhar como enfermeira. Eu era professora de inglês, acostumada com a conversa dos colegas na hora do café, com a segurança que eu tinha nos livros, com a certeza de que não importavam minhas falhas como professora, pois, no final, a vida de ninguém estava em risco. Depois, estava sozinha em um quarto de hospital com uma jovem que não conseguia respirar. Paciente de câncer que lutava contra uma grave infecção, ela tinha sido transferida da UTI para o meu andar, meia hora antes. Ela estava sentada na cama, ofegante e tremendo descontroladamente. Sua reserva de oxigênio estava conectada e fluindo, mas o sistema de umidificação não estava borbulhando da forma como deveria. Nesse momento, ela gemia. &quot;Ligue!&quot;, dizia ela. &quot;Ligue!&quot; Eu manuseei o umidificador, mas então decidi não esperar. &quot;Estou ligando seu oxigênio&quot;, disse a ela, puxando o tubo do sistema de umidificação e reconectando-o à reserva de oxigênio do outro lado da cama. Então, subi o oxigênio para seis litros, o máximo que pode ser entregue através das cânulas de plástico responsáveis por enviar o oxigênio às narinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Batimentos No entanto, o aumento repentino não trouxe alívio. Ela ainda ofegava, de boca aberta. Saí do quarto e peguei um dispositivo para medir seus batimentos cardíacos e a saturação do oxigênio em seu sangue. A medida era de apenas 80% (o normal é de 98% a 100%), e os batimentos cardíacos eram ainda mais alarmantes: 160, rápido demais para permitir que o oxigênio circule adequadamente através do corpo, e tão rápido que a pressão sanguínea pode cair perigosamente. Outra enfermeira olhou para o quarto. &quot;Algo errado?&quot;, perguntou ela. &quot;Chame Lisa&quot;, eu disse, referindo-me à enfermeira responsável naquele dia. Fiquei ao pé da cama da paciente como uma sentinela, observando seu pulso: 69 por segundo, depois novamente 80. Lisa chegou, carregando a maca, enquanto outra enfermeira trazia o Zoll, nosso monitor cardíaco portátil e desfibrilador. Uma terceira enfermeira olhou para o dispositivo de pulso e depois para mim. &quot;Devemos agir&quot;, afirmou, referindo-se ao fato de que deveríamos acionar uma equipe da UTI para nos ajudar. Lisa os acionou, e acho que ouvi o anúncio de &quot;condição C&quot;, de crítica. O que eu mais me lembro é de ter aplicado o desfibrilador, e pensado que colocá-lo numa pessoa tremendo e ofegando por ar é muito diferente de aplicá-lo num boneco de plástico na aula de ressuscitação cardiopulmonar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Re-respirador Quando os enfermeiros e os médicos da UTI chegaram, demos à paciente metropolol intravenoso para controlar os batimentos cardíacos e a colocamos num &quot;re-respirador&quot;, uma máscara que nos permitia entregar 15 litros de oxigênio. A saturação subiu para mais de 90, mas os batimentos cardíacos permaneceram altos e ela ainda não conseguia respirar normalmente. No final, os sintomas e os números disseram tudo, então ela voltou para a UTI, ainda ofegante por ar, a boca aberta e tensa sob a máscara. Respirar exigia tanto esforço que os músculos de seu pescoço ficaram profundos, como guelras. Descobri depois que o problema residia nos níveis de dióxido de carbono, que estavam altos demais. Os humanos geralmente liberam esse gás como parte normal da respiração, mas minha paciente não podia fazer isso, provavelmente porque o câncer cobriu seus pulmões. Nas duas semanas seguintes, ela fez mais viagens de ida e volta para a UTI. Ela parecia estável o suficiente para voltar ao andar, mas então, de repente, precisava do tipo de apoio respiratório que só a unidade de tratamento intensivo poderia oferecer. Um dia, soube que ela tinha morrido. Sem uma autópsia, é impossível dizer o motivo, mas só a devastação de seus pulmões seria mais que suficiente. &quot;Peixe fora d&#39;água&quot;: funciona como uma metáfora, mas ver isso na vida real? Deixei a academia para buscar a enfermagem porque queria um trabalho que tivesse sentido. Apesar de ter enfrentado dificuldades com minha mudança de carreira e as diferenças entre a vida universitária e a hospitalar, não houve um dia sequer no qual eu enfrentasse tantas dificuldades quanto a que a minha paciente enfrentou naquele dia, somente para respirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Theresa Brown é enfermeira especializada em oncologia. &lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/06/enfermeira-relata-luta-de-paciente-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-1270616403861174065</guid><pubDate>Sun, 21 Jun 2009 00:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-20T21:23:58.524-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias Hoje</category><title>Surtos de febre tifóide nos anos 1950 dão exemplos para nova gripe</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fonte: G1&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Barron H. Lerner leciona no Centro Médico da Universidade de Columbia.Ele escreveu artigo no jornal americano &quot;The New York Times&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Edward Schecter se recorda de escutar os médicos dizendo que ele iria morrer. Sua febre havia chegado a 41 graus. Os médicos o colocaram numa banheira cheia de gelo e então ministraram um antibiótico de último caso, cujos efeitos colaterais poderiam tê-lo matado. Antes de seu tormento acabar, ele perderia mais de dez quilos. Era agosto de 1952, e Eddie Schecter, então um frequentador de seis anos do Campo Recreativo Judeu Hi-Li, localizado na parte Far Rockaway do Queens, era o sobrevivente mais doente de uma das últimas grandes epidemias de febre tifóide da cidade de Nova York – um acontecimento que traz ecos assustadores, e úteis lições, para a atual pandemia de gripe suína H1N1. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O diagnóstico inicial de tifóide, uma doença bacterial caracterizada por febre, letargia, dores abdominais e erupções na pele, foi como um golpe de sorte. Em grande parte desconhecida, a doença estava desaparecendo da maioria das cidades americanas, naquela época vítima da melhora no saneamento. Os pais que mandavam seus filhos a campos estavam muito mais preocupados com a pólio. Naquela manhã de agosto, quando Eddie estava febril demais para ir ao campo recreativo, seus pais chamaram o médico da família, o Dr. Sidney Rothstein. Judeu polonês, sobrevivente do holocausto, Rothstein conhecia muito bem a doença de seu tempo de guerra na Europa. Ele levou pessoalmente seu paciente a um hospital e insistiu para que o garoto recebesse cloranfenicol, um controverso antibiótico que, em casos raros, causava supressão fatal da medula óssea – mas que provavelmente salvou a vida de Eddie. Assim como Eddie ficou doente, também ficaram dúzias de outros frequentadores do campo Hi-Li. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Médicos notificaram o Departamento de Saúde de Nova York, que, trabalhando com colegas de Nassau County, iniciaram uma investigação epidemiológica em 12 de agosto. A epidemia acabou infectando 51 pessoas. Era uma grande notícia, revivendo as lembranças de “Maria Tifóide” Mallon, uma cozinheira que havia disseminado a doença no início do século e levado três pessoas à morte. Funcionários salutares suspeitaram que, como Mary Mallon, alguém responsável por preparar as comidas no campo Hi-Li era portador da bactéria da febre tifóide. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Embora saudáveis, esses indivíduos abrigavam o germe em seus intestinos e podiam inadvertidamente espalhá-lo na comida por suas mãos. Em 15 de agosto, o Departamento de Saúde encontrou o culpado: uma mulher de 45 anos que trabalhava como cozinheira do Hi-Li desde 1950. Aparentemente, o departamento realizou um ótimo trabalho ao obstruir a epidemia. Eles fecharam o campo e enviaram enfermeiras às casas de todos os frequentadores doentes, administrando doses de vacina preventiva nos membros da família. Embora a taxa de mortalidade da febre tifóide chegasse a 10%, todos os pacientes sobreviveram. Ao contrário de Mary Tifóde, a cozinheira parece ter seguido o conselho dos funcionários da saúde pública e parou de trabalhar com comida. No geral, o episódio foi um precursor da agressiva – e calculada – reação que o Departamento de Saúde e Higiene Mental de Nova York empregou na crise da gripe suína. Mesmo assim, naquela época, os funcionários não conseguiram acalmar o medo que tomou conta de Far Rockaway e das comunidades vizinhas, embora dissessem às pessoas que a doença não era disseminada casualmente. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Carol Schartz, irmã de Eddie, lembra-se de ir à casa de uma amiga para assar brownies. “Eu estava completamente saudável”, ela disse recentemente, “mas a mãe dela gritou para que eu saísse de lá”. Felizmente, alguns aspectos do atendimento da saúde mudaram desde 1952. No Hospital Meadowbrook, em Long Island, onde os médicos estabeleceram uma ala temporária de quarentena para os freqüentadores do Hi-Li, Eddie não podia ter contato direto com sua família. Seus pais podiam apenas acenar para ele, de uma janela próxima. “Os médicos chegaram a dizer que, se eu chorasse quando retirassem meu sangue, meus pais não me visitariam mais”, ele lembrou há pouco tempo. Todavia, as boas lembranças também persistiram. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Quando o rabino que administrava o campo Hi-Li convidou Eddie para retornar no verão de 1953, ele e seus pais aceitaram. Ele voltou por diversos verões depois disso, e aos 12 anos já tinha decidido a carreira que seguiria. Hoje, aos 63 anos, ele é o rabino do Templo Beth Shalom, em Hastings, Nova York. Eu sou um membro da sinagoga. “Depois daquele verão”, disse, “minha mãe sempre me dizia que eu havia sido salvo por um propósito”.&lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/06/surtos-de-febre-tifoide-nos-anos-1950.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-2261493130935093086</guid><pubDate>Sun, 21 Jun 2009 00:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-20T21:21:55.427-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias Hoje</category><title>Creme para câncer de pele pode melhorar aparência de rugas, sugere estudo</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte: G1&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Pesquisa americana registra efeito colateral mas alerta contra uso de fluorouracil com finalidade puramente cosmética.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Um creme usado para tratar lesões pré-cancerosas da pele também reverte sinais de envelhecimento, revelou estudo de cientistas americanos. Além de remover protuberâncias suspeitas de pele danificada pelo sol, a droga fluorouracil melhora a aparência de rugas, manchas escuras e olheiras.&lt;br /&gt;Pacientes com ceratose actínica pré-cancerosa (manchas que se distinguem do bronzeado por só desaparecer por cirurgia ou tratamento químico) podem esperar, como efeito colateral do tratamento, ter uma pele com aparência mais jovem, de acordo com artigo escrito pelos pesquisadores na revista médica &quot;Archives of Dermatology&quot;.&lt;br /&gt;Os especialistas advertem, contudo, contra o uso da droga para finalidade exclusivamente cosmética, dizendo que ela pode causar forte reação na pele. O tratamento encoraja o organismo a produzir pele nova saudável ao danificar deliberadamente a camada mais externa da pele, assim como ocorre em peeling químico e tratamento com laser.&lt;br /&gt;Testes&lt;br /&gt;Em testes realizados com 21 voluntários portadores de ceratose actínica e pele danificada por exposição ao sol, os cientistas aplicaram creme com fluorouracil duas vezes ao dia por duas semanas e verificaram uma melhora significativa na pele, com a remoção de manchas pré-cancerosas e a reversão de alguns sinais de lesões causadas pelo sol.&lt;br /&gt;A equipe de cientistas liderada por Dana Sachs, da Escola de Medicina da Universidade de Michigan em Ann Arbor, disse: &quot;Sem dúvida, haverá pacientes que desejam uma terapia como a aplicação de fluorouracil para finalidades cosméticas dado o custo relativamente baixo desta terapia em comparação ao uso de laser&quot;. Sachs acrescentou que essa estratégia, contudo, &quot;pode não conseguir o mesmo grau de melhoria&quot; atingido com o tratamento de rugas com laser&lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/06/creme-para-cancer-de-pele-pode-melhorar.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-3604937436265681390</guid><pubDate>Sun, 21 Jun 2009 00:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-20T21:18:38.474-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias Hoje</category><title>Botox ajuda pacientes que não andam a recuperar movimentos</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fonte: G1&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O botox é mais conhecido pelo uso em consultas estéticas. Mas, no uso terapêutico, pode atuar contra várias doenças e lesões.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Faz 16 anos que o sociólogo Naelson Ferreira trata uma doença neurodegenerativa. Ele toma 18 remédios por dia. “Cheguei a ficar dois anos cadeirante”, conta. Hoje ele anda, com um pouco de dificuldade. Conseguiu se levantar depois que começou a usar, há quatro anos, toxina botulínica. “Onde era rígido no meu corpo, hoje tenho uma facilidade para os movimentos”, compara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luis ficou tetraplégico depois que bateu a cabeça durante o mergulho em uma piscina. Com uso da toxina botulínica e muita fisioterapia, já sinalizou uma melhora. “Pacientes com lesão medular alta, chamados tetraplégicos, não deveriam ter movimentação da altura do pescoço para baixo. Seriam membros superiores e inferiores. No caso do Luis, com toxina e fisioterapia, ele consegue ter movimentação ativa de flexionar o braço”, explica o fisioterapeuta Hermenegildo Neto. Luis, Naelson e outras 400 pessoas fazem uso da toxina botulínica no Centro de Referência de Estudos do Movimento. Desde que a toxina começou a ser usada neste tipo de tratamento, no final de 2006, todos os pacientes tiveram alguma melhora. “A toxina botulínica tem como efeito o relaxamento da contratura muscular. Com isso, temos ganho de movimento e alívio de dor”, afirma o neurologista César Augusto Nicolatti. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O médico diz que as aplicações da toxina são frequentes, em um intervalo mínimo de três meses: “É um tratamento prolongado, que não tem uma definição de por quanto tempo deve ser usado”. Há sete anos, Sócrates trabalhava, tinha uma vida normal. Hoje está em uma cadeira de rodas, também por causa de uma doença neurodegenerativa. Sócrates começou a usar a toxina botulínica e já pode mostrar o resultado. Ele sabe que não é a cura, mas aos 34 anos conseguiu ter de volta um pouco do movimento do braço: “É uma reconquista”, comemora. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A Agência Nacional de Vigilância Sanitária também aprova o uso do botox para tratamentos de estrabismo e hiper-hidrose, que é o excesso de transpiração nas mãos e nas axilas&lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/06/botox-ajuda-pacientes-que-nao-andam.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-4762745008748002847</guid><pubDate>Sun, 21 Jun 2009 00:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-20T21:17:01.592-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias Hoje</category><title>Avaliando revistas de ciência e cientistas</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Postado por Alysson Muotri -G1&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O progresso na ciência é fruto da publicação de novas ideias e experimentos, na maioria das vezes em periódicos ou revistas científicas que se baseiam na revisão anônima por outros cientistas da mesma área.  Existem diversas opiniões sobre quais são as revistas científicas mais influentes. Infelizmente, tem sido difícil encontrar um método métrico simples para quantificar esse impacto.&lt;br /&gt;A maioria dos cientistas acaba confiando no já desgastado Fator de Impacto (FI), que é publicado virtualmente pelo portal ISI Web of Knowledge. O FI consiste na média do número de citações num determinado ano dos trabalhos científicos publicados em revistas nos dois anos prévios. Diversos fatores podem influenciar o FI, como o número total de citações ou número total de trabalhos publicados por ano.&lt;br /&gt;Um recente trabalho de estatística concluiu que nenhum dos parâmetros usados atualmente reflete com clareza a influência das revistas científicas (Bollen e colegas, e-Print Archive 2009). No entanto, um novo parâmetro foi recentemente proposto, o Eigenfactor, que tenta classificar a importância das revistas de uma maneira semelhante à usada pelo algoritmo do portal de buscas do Google. Durante a busca, o Google mostra os resultados baseando-se na frequência de acesso aos links relacionados à palavra-chave utilizada. Dessa forma, classifica os links mais utilizados como os mais relevantes, colocando-os no começo da página que mostra os resultados da busca.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://colunas.g1.com.br/files/18/2009/06/citacoes1.jpg&quot; rel=&quot;lightbox[117]&quot;&gt;&lt;/a&gt;Na prática, o Eigenfactor tem uma correlação forte com o número de citações recebidas por uma determinada revista. Por exemplo, o gráfico ao lado mostra o Eigenfactor de 2007 das 200 revistas mais citadas, contra o número total de citações (Alan Fersht, PNAS, 2009). Para quem está acostumado com os periódicos científicos, o resultado é um tanto inusitado. Três revistas se destacam das outras como as mais influentes em ciência: “Nature”, “PNAS” e “Science”. Uma das surpresas é a “PNAS”, que publica alguns artigos sem a revisão por pares - privilégio esse restrito a membros da academia americana de ciências. Outra surpresa fica por conta da revista “Cell”, cuja reputação é respeitadíssima no meio acadêmico, e que aparece numa posição bem inferior a outros jornais tidos como de baixo impacto.&lt;br /&gt;O terrível legado do FI é que ele tem sido empregado para avaliar cientistas, e não as revistas em si. Essa percepção é, a meu ver, totalmente equivocada. A avaliação de um pesquisador deve ser feita através da análise cuidadosa de sua produção científica ao longo dos anos por cientistas experientes em áreas semelhantes. Infelizmente, burocratas buscam uma fórmula métrica simples. A ênfase no FI aumenta com a falta de avaliadores competentes em determinadas áreas.&lt;br /&gt;Um exemplo extremo disso acontece em alguns países europeus, que avaliam seus cientistas e a qualidade dos trabalhos dando valor zero aos trabalhos publicados em revistas com FI menor que 5 e valores acima de zero aos trabalhos publicados em revistas com FI maiores que 5. Segundo essa lógica, um trabalho publicado na revista “Journal of Molecular Biology” não vale nada, mesmo sendo essa uma das melhores revistas na área de estrutura de proteínas.&lt;br /&gt;Vale lembrar que todas as revistas têm um amplo espectro de citações nos trabalhos lá publicados. Mesmo as revistas de maior FI já publicaram trabalhos que nunca foram citados, trabalhos fraudulentos e mesmo alguns que são bem ruins. Dessa forma, fica ridículo julgar um cientista baseando-se apenas no tipo de revista em que publica seus achados.&lt;br /&gt;Talvez a melhor das piores maneiras métricas de se julgar a contribuição de um cientista seja pelo índice h, que classifica a influência do pesquisador levando em conta o número de citações que este recebe pelo número de trabalhos publicados. Um “h” de 100 significa que 100 trabalhos publicados foram citados pelo menos 100 vezes cada (Hirsch J., PNAS 2005). Curiosamente, o trabalho do índice “h” já teve um assombroso número de acessos pela internet comparado ao número de citações (262) desde a publicação em 2005. O sistema do índice “h” também não é perfeito. Por exemplo, uma descoberta fenomenal pode levar tempo até ser reconhecida pela comunidade científica e ficar sem receber citações por um tempo longo.&lt;br /&gt;Conforme a ciência avança e se especializa cada vez mais, fica difícil fazer uma avaliação justa da produção cientifica de um pesquisador num espaço de tempo curto. Daí a tentação de usar sistemas métricos. Por isso mesmo, é importante não se basear num sistema único. Afinal de contas, ciência é sempre relacionada com progresso social que, em última instância, é um fator baseado no julgamento humano.&lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/06/avaliando-revistas-de-ciencia-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-2863117958967684090</guid><pubDate>Sun, 21 Jun 2009 00:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-20T21:07:40.291-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias Hoje</category><title>Um órgão de altíssima… imperfeição</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte: G1&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Parece quase ingratidão desancar um órgão que normalmente presta tão excelentes serviços à nossa espécie, mas vamos direto ao ponto: o olho humano é, no máximo, um quebra-galho. Se tivesse sido projetado para uma feira de ciências, levaria nota 6, e olhe lá. Se fosse um novo gadget, destinado a competir com o iPhone, encalharia nas prateleiras. Apesar do seu funcionamento aparentemente azeitado, nosso olho está longe de ser perfeito, e a culpa de seus inúmeros “defeitos de fábrica” é do processo evolutivo complicado e tortuoso que o trouxe até aqui.&lt;br /&gt;É irônico chegar a esse tipo de veredicto sobre nosso aparato visual, principalmente quando se considera que a suposta perfeição dele foi e continua sendo usada como argumento CONTRA a ideia de evolução por meio da seleção natural. Um órgão tão complexo e de funcionamento tão avançado, argumentam os críticos da evolução desde Darwin, jamais poderia ter sido “montado” passo a passo, mas só poderia ter sido projetado de uma vez por todas pela interferência direta de uma inteligência divina.&lt;br /&gt;Deixemos de lado o fato de que o mundo pulula de criaturas com olhos bem mais simples que os nossos, as quais sobrevivem um bocado bem mesmo assim (e cujo aparato visual, aliás, pode muito bem servir de análogo para o que deu origem ao nosso, mais sofisticado). Vamos analisar apenas o design do nosso olho, esse suposto prodígio de complexidade e infalibilidade. Por que será que todos os modelos dele já saem de fábrica com um ponto cego?&lt;br /&gt;GambiarraPorque o design do sistema captador de luz do nosso olho é, digamos, meio porco. A coisa toda está de ponta-cabeça, para começar. A informação luminosa vinda do ambiente externo é captada pelas células fotorreceptoras (receptoras de luz), que estão situadas na camada MAIS FUNDA da nossa retina e depois passam esses dados para o cérebro através do nervo óptico. Não seria muito mais fácil e lógico se elas estivessem no topo da retina, de maneira a captar diretamente a luz? Seria, mas a luminosidade precisa atravessar várias camadas de células nervosas e vasos sanguíneos para finalmente ser “lida”.&lt;br /&gt;Pior ainda: o fato de o corpo das células fotorreceptoras estar “de costas” para a luz faz com que as fibras nervosas oriundas delas se juntem mais em cima, formando o nervo óptico, o qual precisa passar por um BURACO na retina no seu caminho rumo ao cérebro. É justamente esse buraco que forma o ponto cego na visão de vertebrados como nós – um ponto cego que precisa ser corrigido “virtualmente” pelo cérebro quando este interpreta as informações visuais captadas pelo olho.&lt;br /&gt;Essa gambiarra cerebral seria totalmente desnecessária se o design do olho fosse mais “racional”. E temos exemplos vivos disso. São os cefalópodes – moluscos como o polvo e a lula, cujo olho é muito parecido com o nosso, mas cuja retina está organizada segundo boas normas de engenharia e tem as células receptoras de luz no topo, e não no fundo. Isso dispensa a necessidade de o nervo óptico abrir um rombo na retina dos polvos e das lulas.&lt;br /&gt;A explicação para a diferença é uma só: trajetórias evolutivas distintas. O mais provável é que o ancestral dos vertebrados, que nos legou uma forma primitiva do que acabaria se tornando o nosso olho, fosse um bicho marinho pequeno e quase transparente, explica o médico Steven Novella, da Universidade Yale (EUA), em artigo para a revista científica de acesso livre “Evolution: Education and Outreach”.&lt;br /&gt;Nas condições desse protovertebrado, a organização específica das camadas da retina pouco importava. Por isso, a ordem não muito razoável acabou se fixando nos descendentes dele, da mesma maneira que a ordem mais “lógica” se tornou o padrão entre os descendentes dos primeiros cefalópodes. O problema é que, nos dois casos, a disposição das camadas da retina virou um esquema fixo do desenvolvimento embrionário, que o organismo não mais conseguia reverter. Ora, não era possível simplesmente “demolir” tudo e recomeçar do zero. A evolução do olho teve de prosseguir usando as matérias-primas à mão, aperfeiçoando onde dava e não mexendo onde não dava, mais ou menos como quem constrói um puxadinho quando acabou o espaço da casa.&lt;br /&gt;Doenças da evoluçãoPara Novella, é justamente esse modelo evolutivo do puxadinho que explica uma série de problemas de saúde ligados ao design emporcalhado da visão. Exemplo número 1: perda de acuidade visual associada à diabetes crônica, a chamada retinopatia diabética. O que ocorre é que os vasos sanguíneos que alimentam a retina ficam em cima dela. Nos casos crônicos de diabetes, ocorre uma falta de oxigenação nesses vasos. Para compensar, a retina estimula o crescimento de mais deles – o que faz com que os vasos sanguíneos simplesmente fiquem na frente da retina, atrapalhando a visão. Seria muito mais lógico que a irrigação sanguínea viesse DE TRÁS da retina. Seria, mas não é o que acontece.&lt;br /&gt;Exemplo número 2: descolamento da retina, que também pode causar cegueira. Você nunca vai achar um polvo com esse problema, porque as terminações nervosas (os chamados axônios) das células fotorreceptoras desse bicho ajudam a ancorar tais células firmemente nas camadas mais profundas da retina. Já a organização invertida da retina humana deixa tais terminações “no ar”, o que pode favorecer o descolamento.&lt;br /&gt;Exemplo número 3: degeneração macular, a causa mais comum de cegueira no mundo. Trata-se de uma disfunção na mácula, a região da retina onde há a concentração mais densa de células fotorreceptoras. Acontece que a mácula só existe como uma forma de compensar a organização tosca da retina: é uma pequena área que está “limpa” de nervos e vasos sanguíneos, tornando-se central para a visão. Problemas nela levam a uma perda séria da precisão visual. De novo, polvos e lulas não precisam de mácula e, portanto, não sofrem de degeneração macular.&lt;br /&gt;Músculos demaisEngana-se quem pensa que a retina invertida é a única grande falha de design no olho humano, diz Novella. Ainda mais sem-vergonha é a estrutura dos músculos que governam o movimento dos olhos. Primeiro, há mais músculos do que o necessário: são seis, enquanto três bastariam para todos os movimentos possíveis do globo ocular. Pior ainda, esses seis músculos NÃO são redundantes entre si: se houver falhas em qualquer um deles, o movimento fica tão prejudicado que o resultado é uma visão dupla ou outros problemas.&lt;br /&gt;Bastaria que o número de músculos fosse reduzido para que o design se tornasse mais robusto, menos sujeito a falhas – afinal, há menos peças para “quebrar” ao longo do caminho. Mas tudo indica que o nosso olho é só uma versão modificada do olho de peixes primitivos, que tinham SETE músculos oculares (os cães ainda têm esse mesmo número, o qual também já foi registrado em alguns poucos indivíduos humanos). A nossa bagagem histórica, mais uma vez, acaba pesando e causando problemas.&lt;br /&gt;Eis, portanto, o paradoxo da evolução de órgãos complexos, que pode ser estendido, em maior ou menor grau, para qualquer característica humana ou animal. O “design” é sempre de baixo para cima, e nunca de cima para baixo. A reciclagem e o pão-durismo imperam: estamos falando de puxadinhos, e não do Empire State. E, no entanto, essa fraqueza é um bocado forte; do simples e do não-guiado emerge a variedade, a beleza e a adaptação a todo tipo de ambiente. De certa maneira, é uma forma de “arte” espontânea e colaborativa que já dura 4 bilhões de anos. &lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/06/um-orgao-de-altissima-imperfeicao.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-916034814157269140</guid><pubDate>Wed, 03 Jun 2009 19:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-03T16:37:17.178-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dicas importantes</category><title>Fibromialgia</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;color:#000000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.fibromialgia.com.br/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;color:#000000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;http://www.fibromialgia.com.br&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Para a pesquisa dos pontos padronizados deve-se manter o paciente sentado sobre a mesa de exame, questionando-o sobre a sensação dolorosa, após a pesquisa de cada ponto padronizado, um a um, bilateralmente em cada região anatômica, no sentido crânio-caudal (WOLFE et al., 1990). Recomenda-se o uso comparativo de pontos, ditos controles, como o leito ungueal do polegar, ponto médio na face dorsal do antebraço, fronte, terço médio do terceiro metatarso, que, supostamente, correspondem a locais menos dolorosos que os pontos padronizados. O uso de dolorímetro ou algômetro, dispositivo que determina a intensidade de pressão por área (MC CARTHY, GATTER, STEELE, 1968), fornece dados mais objetivos, importantes em estudos controlados. Na rotina clínica, a pesquisa dos pontos dolorosos por meio de digitopressão é comparável à avaliação feita com o dolorímetro em termos da positividade dos pontos (RASMUSSEN, SMIDTH, HANSEN, 1990, SMYTHE et al., 1992; SMYTHE, BUSKILA, GLADMAN, 1993), no entanto não fornece dados quanto ao limiar de pressão a partir do qual um ponto pode ser considerado positivo. Na fibromialgia o limiar doloroso médio dos pontos padronizados, assim como dos pontos controle é mais baixo que em outras doenças reumáticas (WOLFE et al., 1990; Buskila et al., 1993). A presença de 11 dos 18 pontos padronizados tem valor para fins de classificação, entretanto, de acordo com SMYTHE, BUSKILA, GLADMAN, 1991, em casos individuais, pacientes com menos de 11 pontos dolorosos poderiam ser considerados fibromiálgicos desde que outros sintomas e sinais sugestivos estivessem presentes. Outros achados do exame físico incluem o espasmo muscular localizado, referidos como nódulos, a sensibilidade cutânea ao pregueamento (alodínia) ou dermografismo, após compressão local. A sensibilidade ao frio também pode estar presente e manifestar-se como &quot;cutis marmorata&quot; em especial nos membros inferiores (WOLFE et al., 1990). Os exames laboratoriais e o estudo radiológico são normais e, mesmo quando alterados, não excluem o diagnóstico de fibromialgia, uma vez que esta pode ocorrer em associação a artropatias inflamatórias, a síndromes cervicais ou lombares, a colagenoses sistêmicas, à síndrome de Lyme e a tireoidopatias (WOLFE et al., 1990). Cerca de 10% dos pacientes apresentam positividade do FAN em baixos títulos (Goldenberg, 1989). &lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/06/fibromialgia.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-1994568040460429173</guid><pubDate>Wed, 03 Jun 2009 19:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-03T16:30:57.355-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dicas importantes</category><title>A Importância da Psicossomática</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Psicóloga Flávia Cristina Santos de Souza&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A psicossomática integra os profissionais ligados à área humana e é um recurso indispensável para que o indivíduo construa um sentido para sua vida.&lt;br /&gt;O paciente passa por um processo psicossomático, para que se torne e assim consiga construir um discurso sobre si próprio e sobre tudo o que lhe ocorre. A doença é peculiar a cada doente e o processo de cura será peculiar também para cada doente, partindo do princípio que são indivíduos diferentes.&lt;br /&gt;Doença e cura são dialéticas inseparáveis, pois, a doença é ausência de saúde e a psicossomática pode possibilitar o equilíbrio do indivíduo. A psicossomática não visa a doença e sim a busca do indivíduo para que ele integre o seu pensar, agir e sentir, tornando viável a cura. O indivíduo quando atinge este integrar, torna-se um indivíduo autêntico, dando importância às suas vivências, que adquire com a vida. Quando o indivíduo encontra o que há de mais significante em si, é quando passa a existir.&lt;br /&gt;A psicossomática em sua práxis, possibilita o ser humano a tomar consciência de sua existência facilitando, não apenas a remoção do sintoma mas sim que o indivíduo através de sua própria reflexão, deixe de ser paciente para poder reverter todos os seus sintomas, tornando-se mais flexível para escolher uma melhor qualidade de vida para si próprio, se responsabilizando por si e não responsabilizando o outro.É um trabalho conjunto, cada profissional respeitando o seu limite e a flexibilidade do outro. Trocando informações entre si, visando o indivíduo no presente e possibilitando o vislumbramento do seu futuro para que ele próprio possa construí-lo, que sejamos apenas instrumentos facilitadores, pois, no interior do indivíduo encontramos algo peculiar somente à ele.&lt;br /&gt;Etimologia em grego significa: &quot;O verdadeiro sentido&quot;. O verdadeiro sentido do sintoma só o próprio paciente poderá nos dizer.&quot;Todas as coisas, por um poder imortal, próximas ou distantes, ocultamente estão unidas entre si, de tal modo que não podes agitar uma flor sem transformar uma estrela&quot;.Francis Thompson(1859-1907) &quot;O mesmo que nos leva a adoecer é o mesmo que nos permite a cura&quot;. Jack Lawson&lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/06/importancia-da-psicossomatica.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-2036235400121309845</guid><pubDate>Wed, 03 Jun 2009 19:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-03T16:21:54.605-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dicas importantes</category><title>Parto: vaginal ou cesariana</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Ana Maria Moratelli da Silva Rico. Psicóloga clínica&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Sabe-se, atualmente, que mediante uma série de sinais complexos, mãe e criança realizam um compromisso que coloca um fim à duração da gravidez. Neste contexto, os tipos de parto são vivenciados de maneira diversa por cada mulher, pois têm relação com sua história de vida, tipo de personalidade, momento da gravidez e história do casal.&lt;br /&gt;Há mulheres que se sentem seguras para optar pelo parto vaginal espontâneo, com o mínimo de anestesia, cooperando ativamente no processo do nascimento de seu bebê. Geralmente, são gestantes que participaram de treinamento da respiração e relaxamento para controlar as contrações uterinas, em cursos psicoprofiláticos.&lt;br /&gt;Se o parto transcorre sem complicações, a mulher vivencia uma das experiências mais profundas e plenas de sua vida e o vínculo com o bebê se consolida mais facilmente, além de que o nascimento é sentido como uma transição natural da criança, dentro do útero para os braços maternos. Mas, se ao contrário, for vivenciado como doloroso e traumático, a mãe pode se ressentir pelo fato do filho tê-la feito sofrer tanto, o que pode gerar emoções de hostilidade e rejeição em relação a ele.&lt;br /&gt;Durante as contrações uterinas, o bebê encontra-se adormecido, portanto não sente dor. Ele só desperta no momento das contrações finais quando se prenuncia sua expulsão. Estas contrações realizam uma espécie de massagem cutânea na criança e que levam ao amadurecimento final do aparelho respiratório, necessário para o funcionamento na vida aérea, bem como um melhor desempenho de funções como percepção, capacidade de reagir a estímulos ambientais e maior vivacidade, pois eleva o nível de excitabilidade neural, facilitando o desenvolvimento motor e a capacidade de orientação espacial.&lt;br /&gt;Para facilitar a saída do bebê e evitar lacerações e roturas do assoalho pélvico, o obstetra efetua a episiotomia, que é um corte de aproximadamente 4 cm feito no períneo, com anestesia local ou peridural. Emocionalmente, a episiotomia pode ser percebida com grande desconforto nos primeiros dias do pós-parto e, por algum tempo, pode gerar temor de abrir os pontos, quando do reinício das relações sexuais, mesmo que a cicatrização já esteja completa.&lt;br /&gt;Com o parto vaginal, a criança é colocada sobre o ventre materno, estabelecendo um continuamento entre a vida intra-uterina e aérea, pois o bebê, escutando o batimento cardíaco e a voz materna, como também, sentindo seu cheiro e calor, reconhece e mantém os referenciais adquiridos na vida pré-natal. Isto o reassegura e acalma.&lt;br /&gt;Quando a dor se aproxima, as parturientes apresentam maior ou menor capacidade para controlá-la,, pois a história de cada uma entra em jogo. Assim, enquanto que uma se surpreende e esgota todos os seus recursos, a outra enfrentará sem maiores dificuldades. Mas, para grande parte das mulheres, a dor ainda simboliza o parto. Desta forma, quando por algum motivo médico têm que fazer cesariana, sentem-se frustradas, menos mães, por não terem passado por essa experiência ancestral, que é a de sentir as dores do parto normal.&lt;br /&gt;O modo como a parturiente suporta a dor, aceita ou não sofrer tem um sentido que pode ser cultural ou por questões relacionadas a conflitos com sua própria mãe. O importante é que ela saiba que pode recorrer à anestesia peridural durante o trabalho do parto, se a dor lhe parecer insuportável.&lt;br /&gt;Um fator de grande interesse é em relação à duração do trabalho de parto. Enquanto algumas mulheres dão à luz em pouquíssimas horas, outras levam muito mais tempo, sentindo contrações muito dolorosas. Esta lentidão em dar à luz, poderia ser compreendida como a presença de desejos ambivalentes tanto na parturiente quanto no feto. Assim, a futura mamãe poderia estar sentindo uma profunda angústia ante a decisão de manter o filho dentro de seu útero ou de colocá-lo no mundo, renunciando a tê-lo só para si.&lt;br /&gt;No feto também há algo que poderia ser relacionado como o desejo de permanecer na segurança e proteção do útero materno ou ter que enfrentar o mundo desconhecido e, portanto, temido. Trata-se de uma decisão de vida ou de morte. Muitas vezes há necessidade da intervenção médica, para que o nascimento ocorra, principalmente se é constatada a existência de sofrimento fetal.&lt;br /&gt;Alguns obstetras optam por induzir o parto por razões várias. Enquanto que para muitas mulheres é percebido como uma grande violência, para outras, esperar mais tempo é uma violência maior. De qualquer maneira e apesar de ser realizado em condições fisiológicas ideais, o parto induzido é experienciado de forma menos gratificante que o parto espontâneo, pois pelo fato de ser um desencadeamento artificial, demanda mais tempo e sofrimento da parturiente, sem contar que é uma violência para o bebê, pois será retirado do útero antes do tempo. Mas algumas vezes este procedimento é necessário, principalmente se já passou do prazo previsto para o nascimento e o bebê corre o risco de entrar em sofrimento.&lt;br /&gt;O parto sob peridural é uma técnica mais recente e a mais utilizada pelos obstetras, pois anestesia apenas a metade inferior do corpo da mulher. Desta feita, a parturiente pode experienciar um parto sem dor, mantendo-se consciente, participativa e, principalmente, presenciar o nascimento do filho.&lt;br /&gt;Muitas mulheres, entretanto, reclamam da sensação de estranheza por sentir apenas a parte superior do corpo, impedindo-as de movimentar as pernas e de caminhar. Pode surgir, também, o temor de ficar paralítica, uma vez que a agulha é introduzida na espinha.&lt;br /&gt;A desvantagem da peridural e da raquidiana é dificultar a realização da força de expulsão, o que pode ser necessário o uso do fórceps. Isto não ocorre com a anestesia local, realizada na área perineal, mas traz a desvantagem de não aliviar a percepção das contrações finais do trabalho do parto e da expulsão.&lt;br /&gt;Em alguns casos, faz-se necessária a anestesia geral e que leva a parturiente à perda da consciência e, conseqüentemente, ao contato com o bebê logo após a saída do útero e que não lhe permite escutar suas primeiras manifestações na vida aérea.&lt;br /&gt;O maior problema causado por esta anestesia é que o remédio atravessa a barreira placentária produzindo graus variados de depressão fetal. Também se verificou que é mais freqüente a sensação de indiferença materna diante do filho, após a retomada da consciência.&lt;br /&gt;Finalmente temos o parto cesáreo, cuja vivência também é percebida diferentemente entre as parturientes.&lt;br /&gt;Na obstetrícia moderna, a cesariana é indicada e necessária, principalmente se há possibilidade de complicações para mãe e ou para a criança. De qualquer forma, para o feto, a cesariana sempre representa uma forma de violência contra si mesmo. Se realizada sob anestesia geral, há uma quebra intrapsíquica entre a mãe e a criança, o que dificulta o fortalecimento do vínculo entre elas. Quando é possível aplicar a anestesia peridural, que suprime a dor mas conserva a consciência, a mãe pode acolher o bebê no seu primeiro contato com o mundo externo, o que facilita a consolidação da relação vincular.&lt;br /&gt;Há mulheres que insistem na cesárea programada, por temerem que o parto normal deixe a vagina larga ou frouxa prejudicando sua sexualidade. Na verdade, a vagina é suficientemente elástica para dar passagem ao bebê, sem alterar suas dimensões de modo permanente, como também com a episiotomia não ocorre a rotura do períneo.&lt;br /&gt;O impacto de um parto desencadeado de maneira espontânea, sem controle, é outro temor que motiva a atitude materna à extrema passividade que é propiciada pela cesariana, em que o bebê é retirado dela sem sua participação. Essa atitude diante do parto vaginal, principalmente em relação às dores, tem paralelo com a dificuldade de assumir a função maternal de não dar conta do trabalho do parto, como se ainda fosse uma criancinha que precisasse ser poupada.&lt;br /&gt;Para o bebê, a cesárea programada, num momento em que não houve o início do trabalho do parto e quando nada o havia preparado para uma rápida transição para a vida aérea, é percebida como tendo sido arrancado violentamente de seu meio sem que ele e sua mãe tivessem manifestado um sinal biológico ou desejo.&lt;br /&gt;Há de se repensar a cesariana, a pedido ou necessidade, no sentido de humanizar o nascimento do bebê por esta via, para que lhe seja menos traumático e violento, bem como não prejudicar o vínculo que une os pais e ele. Assim, a mãe deve permanecer em comunicação interna com seu filho, dando-lhe sustentação e compreensão do que irá ocorrer. A grande dificuldade é que, neste momento, a mãe também está com muito medo da anestesia, da cirurgia, e o que consegue transmitir para o bebê é um intenso desgaste emocional, o que o fragiliza ainda mais. Em geral, os bebês de cesárea nascem hipotérmicos e tensos.&lt;br /&gt;Para amenizar o sofrimento e o sentimento profundo de ameaça contra sua vida, o bebê deveria ser colocado imediatamente em contato com a mãe, ao sair do útero, para que pudesse manter os referenciais maternos tão conhecidos e amados. Quando isso não for possível, seria ideal o pai acompanhar a equipe nos cuidados de seu filho, falando com ele, uma vez que reconhece sua voz e se reassegura.&lt;br /&gt;Concluindo, se houvesse uma preparação psicológica da gestante, principalmente no terceiro trimestre quando a aproximação do parto é real, a futura mamãe poderia vivenciar e participar mais ativamente deste processo tão emocionalmente intenso, quanto é o nascimento de seu filho, assim como, possibilitar uma tomada de decisão em relação ao tipo de parto com maior consciência e compreensão do que é mais adequado para si e para seu bebê.&lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/06/parto-vaginal-ou-cesariana.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-314129376823538759</guid><pubDate>Fri, 22 May 2009 02:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-21T23:20:33.558-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias Hoje</category><title>Cirurgia extrai rim pelo umbigo do paciente</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fonte: G1 e BBC&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Técnica pioneira na Europa permitiu que mulher tivesse órgão extraído através de pequeno corte na barriga.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Usando uma técnica pioneira, médicos britânicos retiraram o rim de uma paciente através de um corte minúsculo em seu umbigo.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A equipe do East Surrey Hospital, em Redhill, na Inglaterra, disse que foi a primeira na Europa a usar a técnica para operar o rim e a vesícula. Quatro pacientes foram submetidos à cirurgia nos últimos 14 meses. O urologista Abhay Rane extraiu o primeiro rim em março de 2008 usando instrumentos especiais operados através do corte minúsculo. A paciente inglesa Susan White, de 30 anos, que foi submetida à operação, disse: &quot;Eu me recuperei muito rápido&quot;. &quot;Quando criança, tive meu rim operado e fiquei com uma cicatriz grande&quot;. &quot;Estou satisfeita, este procedimento não deixou sinal nenhum. Faz uma grande diferença para a minha auto-confiança&quot;. Através de um minúsculo corte dentro do umbigo, os médicos inserem na barriga do paciente um porto de acesso onde são acoplados uma câmera e outros instrumentos. A barriga é inflada com dióxido de carbono para criar espaço para manobras. No caso da remoção do rim, o órgão é desconectado dos vasos e tecidos que o cercam, assim como de outros órgãos. Depois, é embrulhado em um saco plástico e retirado através do umbigo. O corte desaparece após alguns meses e a maioria dos pacientes retorna à atividade normal dentro de alguns dias. O cirurgião Rane disse que desenvolveu o método com seus colegas para limitar o impacto da operação e reduzir cicatrizes. O tempo de recuperação do paciente é reduzido a dias ao invés de semanas, acrescentou o médico. &quot;Foi um ano muito empolgante para nós no hospital, vendo a recuperação tão rápida dos pacientes e ensinando outras pessoas em todo o mundo sobre como fazer isso.&quot;&lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/05/cirurgia-extrai-rim-pelo-umbigo-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-5459012270185154068</guid><pubDate>Fri, 22 May 2009 02:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-21T23:16:40.046-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias Hoje</category><title>Pessoas com Down têm menos chances de desenvolver câncer</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fonte: G1 e BBC&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Pesquisa americana pode apontar novos tratamentos para a doença.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Pessoas com síndrome de Down têm menos chances de contrair câncer porque possuem cópias de genes que impedem o crescimento dos tumores, segundo um estudo publicado pela revista científica &quot;Nature&quot;. A pesquisa da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, feita em células de camundongos e humanas, mostrou que uma terceira cópia do gene DSCR1 (também conhecido como RCAN1), presente na síndrome de Down, pode suprimir o crescimento de vasos sanguíneos que alimentam tumores. Os cientistas injetaram células cancerígenas pulmonares e de pele em ratos normais e também em ratos chamados de Ts65Dn, com três cópias de vários dos genes do cromossomo humano 21, como os humanos com síndrome de Down. O estudo mostrou que, após três ou quatro semanas, os ratos Ts65Dn apresentaram cerca de 50% menos tumores do que os ratos normais. Vitamina Os pesquisadores usaram também células-tronco de humanos com Down e normais. Quando injetadas em camundongos, estas células criam tumores.  Os cientistas descobriram que, quando foram usadas células-tronco normais, os tumores criaram vasos sanguíneos, mas em células com síndrome de Down, os vasos sanguíneos não se formaram completamente. Os cientistas acreditam que a descoberta pode abrir novas frentes na luta contra o câncer. A equipe liderada por Sandra Ryeom afirma estar tentando determinar as melhores formas de isolar a formação dos vasos sanguíneos, para o desenvolvimentos de terapias. Ela afirma que, desde que seja necessário apenas um gene extra para reduzir a formação dos vasos, um dia, quando a terapia estiver disponível, é possível que a forma de se combater o câncer seja &quot;tomando uma vitamina preventiva&quot;, ao invés de se ingerir drogas tóxicas.&lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/05/pessoas-com-down-tem-menos-chances-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-104497087947494910</guid><pubDate>Fri, 22 May 2009 02:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-21T23:15:15.810-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias Hoje</category><title>Cor da pele afeta o armazenamento da nicotina pelo organismo, diz estudo</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fonte: G1 e Eric Nagourney Do &#39;New York Times&#39;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Quanto mais escura a pele, maior a absorção de nicotina.Estudo foi feito com poucas pessoas e é tido como &quot;preliminar&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Um novo estudo descobriu que fumantes com pele mais escura podem ser mais afetados pela nicotina do que aqueles de pele mais clara. Pesquisadores disseram ser possível que a nicotina no tabaco se ligue à melanina, composto que dá cor à pele. Quanto mais escura a pele, maior a quantidade de melanina – e talvez mais nicotina seja armazenada. Os pesquisadores, cujo estudo aparece na publicação &quot;Pharmacology, Biochemistry and Behavior&quot;, apontaram o pequeno número de pessoas utilizadas no estudo e disseram que as descobertas deveriam ser consideradas preliminarmente. Porém, a pesquisa pode esclarecer o porquê de algumas pessoas aparentemente serem mais afetadas pela nicotina do que outras. Para o estudo, os pesquisadores, comandados por Gary King, professor de saúde biocomportamental na Universidade Penn State, examinaram 150 fumantes afro-americanos. Eles mediram os níveis de melanina e cotinina, um subproduto da nicotina. Eles também fizeram algumas perguntas aos voluntários, para avaliar o quão forte era o hábito de fumar em cada um. Descobriu-se que as pessoas com mais melanina fumavam mais tinham mais cotinina em seu sistema, além do maior nível de dependência em tabaco, disseram os pesquisadores.&lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/05/cor-da-pele-afeta-o-armazenamento-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-656515515545210794</guid><pubDate>Fri, 22 May 2009 02:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-21T23:11:04.023-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias Hoje</category><title>Mulheres brasileiras sofrem com desinformação sobre câncer de mama</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fonte: Luis Fernando Correia Especial para o G1&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Quase metade delas ainda acha que estresse e psicologia influem.Menos de um terço faz mamografia quando o médico indica o exame.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O surto do novo tipo de vírus influenza dominou o noticiário na semana passada, com certeza um tema que preocupa a todos. Mas no dia 29 de abril entrou em vigor uma lei que obriga o Sistema Único de Saúde a oferecer o exame de mamografia às mulheres com mais de 40 anos. Infelizmente, no mesmo dia, ficamos sabendo que as mulheres brasileiras acreditam estar informadas sobre a o câncer de mama, mas a realidade é bem diferente.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Segundo uma pesquisa realizada em cinco capitais brasileiras, 47% das mulheres entrevistadas ainda relacionam a doença a problemas emocionais e estresse, contrariando as evidências científicas. O câncer de mama está relacionado a histórico de câncer de mama na família, menopausa tardia, reposição hormonal, consumo de álcool, obesidade e não ter filhos.&lt;br /&gt;O oncologista Sérgio Simon, do Hospital Albert Einstein, que coordenou a pesquisa, patrocinada pelo laboratório Pfizer, demonstra a relação que as brasileiras tem o câncer de mama. Das entrevistadas, somente 29% fazem mamografia quando o médico indica o exame. A conseqüência disso é um índice de 10% de detecção precoce, na qual o tumor teria maior chance de cura, poupando as pacientes de cirurgias mutiladoras e sofrimentos maiores no tratamento.&lt;br /&gt;Estima-se que cerca de 400 mil mulheres têm câncer de mama no país, e esse é o tumor maligno que mais mata no sexo feminino. O conhecimento dos fatores de risco e a realização de exames periodicamente podem diminuir o impacto dessa doença no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luis Fernando Correia é médico e apresentador do &quot;Saúde em Foco&quot;, da CBN.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/05/mulheres-brasileiras-sofrem-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-3583771007453726625</guid><pubDate>Fri, 22 May 2009 02:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-21T23:09:20.501-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias Hoje</category><title>Caso de câncer de mama em menina de 10 anos surpreende médicos</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fonte: G1 e BBC&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mãe de americana encontrou um caroço embaixo do braço da filha no mês passado, quando a ajudava a se vestir.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Uma menina de 10 anos de idade foi diagnosticada com câncer de mama na Califórnia, nos Estados Unidos, um caso considerado extremamente raro. A mãe de Hannah Powell-Auslam encontrou um caroço embaixo do braço da filha no mês passado, quando a ajudava a se vestir. Preocupada, Carrie levou a filha ao médico, que a diagnosticou com carcinoma secretório invasivo.&lt;br /&gt;No início deste mês a menina passou por uma mastectomia, cirurgia para retirada da mama. O câncer, no entanto, se espalhou para um nódulo e Hannah terá que passar por outra cirurgia, ou por tratamento de radioterapia.&lt;br /&gt;Campanha A história da menina chamou a atenção da mídia e do público americanos. Os pais dela - Carrie e Jeremy - criaram um site, www.ourlittlesweetpea.com, em que descrevem diariamente a batalha contra o câncer e promovem campanhas para arrecadar fundos para o tratamento da menina. O site também é visto como uma forma de ajudar a família a passar pelo trauma.&lt;br /&gt;A mãe de Hannah, Carrie, falou à imprensa americana sobre sua surpresa ao receber o diagnóstico: &quot;Deveria ser a última coisa na sua cabeça. Meninas de 10 anos não sofrem de câncer de mama&quot;. Com a incidência do câncer, Hannah também decidiu se tornar um exemplo para que outras crianças de sua idade conversem com seus pais sobre qualquer mudança que percebam no corpo.&lt;br /&gt;A família também elogia a atitude positiva que a menina vem mantendo diante da doença. Mas segundo sua mãe, tudo o que ela quer agora é voltar à escola e ser uma &quot;criança normal&quot;.&lt;br /&gt;O câncer de mama é o tipo mais comum de câncer entre as mulheres, segundo a Organização Mundial de Saúde, e a cada ano são diagnosticados mais de 1,2 milhão de casos em todo o mundo. Especialistas, no entanto, disseram à imprensa americana que a doença é extremamente rara entre as crianças e alertaram que o excesso de atenção dado ao caso pode provocar medo desnecessário entre os pais.&lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/05/caso-de-cancer-de-mama-em-menina-de-10.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-7357229927732500552</guid><pubDate>Wed, 20 May 2009 12:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-20T11:45:46.148-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curiosidades</category><title>10 doenças raras...</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fonte: Wikipedia&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;-&lt;/em&gt; &lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Síndrome Riley-Day: Insensibilidade congênita à dor Frequência&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5337887525217500978&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 296px; CURSOR: hand; HEIGHT: 199px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFcjQK445hFGMp4ml1lFfOQqRw7GOgJGT7QnzQl9-pP12waOkXpMTv-Vo_9ib6HnbfB0bs3orzpBi9JBhcU0-OQtBf0uzK6qPrWfCyuWtbjOvSnwrW9nPPTsOO_lKKKeKra2KEKxzdkkLr/s320/Riley-Day.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;100 casos documentados nos Estados Unidos. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Frequência:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Desconhece-se em outros locais por não ser facilmente diagnosticado por passar quase sempre desapercebida.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Causa:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Descoberta recentemente. Deve-se a uma mutação num gene encarregado da síntese de um tipo de canal de sódio que se encontra principalmente em neurônios encarregados de receber e transmitir o estímulo doloroso. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Descrição:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; São indivíduos totalmente normais no tato e na sensibilidade ao frio, ao calor, pressão e cosquinhas. No entanto, ante qualquer ato que em pessoas normais provocaria dor (como fincar uma agulha) não provoca nenhuma sensação dolorosa. Como consequência disto, costumam morrer mais jovens por traumatismos e lesões ao não sentir nenhum dano. Devem estar sempre sob o cuidado dos olhos quando crianças para que não se machuquem eles mesmos.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;-&lt;/em&gt; &lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Síndrome de Moebius&lt;/span&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5337889300144841842&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 241px; CURSOR: hand; HEIGHT: 191px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXAevjvySmMlfi3VkvV_3kIfhRzOHfUuUOhzuUSgU4Rn8qMh6PcUxTmOtHZ7KTG2ax0bjRMTG_6nxTSOr-X91_hFmftWbmzLwVte301Y66sd-NvnFtp7SuZPmF5ByYwTFH9QN_f5JjIJxd/s320/Moebius.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Frequência:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Ao redor de 80 casos documentados na Espanha, 200 na Inglaterra e 5 na Argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Causa:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Desconhecida. Nem sequer sabe-se se são os nervos, o tronco do encéfalo ou os músculos que são afetados na origem da doença. Existem muitas e variadas hipóteses mas sem provas que as validem.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Descrição:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Devido ao não desenvolvimento de nenhum nervo facial, as pessoas que nascem com esta síndrome carecem de expressão facial. Não podem sorrir, nem franzir a testa, etc. Também não podem mover lateralmente os olhos nem controlar a piscada dos olhos. Com freqüência são encontrados dormindo com os olhos abertos. Têm grandes dificuldades em soprar, engolir, falar e qualquer atividade na que estejam implicados os músculos da face.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;-&lt;/em&gt; &lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Hermafroditismo Verdadeiro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5337889473089001954&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 245px; CURSOR: hand; HEIGHT: 289px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDdSeMvXYezCZ0_3uno11Ccla8KhBZMGr54BaJLpzRN7PZ-6aE1_WWg81YwWFbVcKnM4_c74REjw3ToFUK6nD_w8X8wBmD1g5z1FYOOEF7fEtB1XqWud8MCkkRIAoU26UeLwkJXjpfM4SN/s320/hermafrodita.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Frequência:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Ao redor de 500 casos documentados em todo mundo. Desconhece-se a frequência real na população. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Causa:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; A pessoa hermafrodita é uma quimera. Produz-se pela fusão de dois zigotos de sexos diferentes. Isto é, primeiro um espermatozóide fecundaría um óvulo e depois outro espermatozóide fecundaría um outro óvulo. Os zigotos formados estariam destinados a serem gêmeos, mas acabam fundindo-se e se tornando um único indivíduo que, geneticamente, é mulher e homem ao mesmo tempo. Desconhece-se por que se produz esta fusão.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Descrição:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Os hermafroditas têm tanto tecido ovárico como testicular. Os genitais externos são ambíguos e possuem componentes de ambos sexos. As pessoas hermafroditas podem ter aparência tanto feminina como masculina.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;-&lt;/em&gt; &lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Fibrodisplasia ossificante progressiva&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5337889601321015714&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 190px; CURSOR: hand; HEIGHT: 257px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQJpDwmo0UOCJHtyug1LIIrJsqaKJddI6OiFA1d-zTVUyBPmGV0HP9ZFXL7tfTVwzYa3kNW3qRPApn01o9SM22wqxFboE__70qgKrQTKQe-Fhu4tRjzJOXb4em3g02AMhLs5j_UrzhBC7o/s320/ossos1021106.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Frequência:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; 200-300 casos documentados em todo mundo. Os poucos conhecimentos que se tem da doença, muitas vezes, impossibilita o diagnóstico. Estima-se que surja um caso para cada dois milhões de nascimentos.&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Causa:&lt;/strong&gt; Desconhecida. É uma doença de herança autossômica dominante. Pensa-se que estão implicados vários genes encarregados de sintetizar fatores de crescimento ósseo.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Descrição:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Nesta doença dão-se episódios repetidos de inflamação dos tecidos macios e o desenvolvimento de tumores subcutâneos e nos músculos. Estas lesões provocam a formação de osso em lugares onde nunca deveria existir osso, como ligamentos, músculos, tendões, articulações… Os traumatismos também desencadeiam e fazem avançar a ossificação dos tecidos macios. Progressivamente, o indivíduo irá perdendo cada vez mais a mobilidade até que, por impossibilidade de movimento da musculatura encarregada da respiração, morre por asfixia.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;-&lt;/em&gt; &lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Maldição de Ondina (Hipoventilação alveolar primária)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Frequência:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Entre 200-300 casos conhecidos em todo mundo. Por ser causa de morte súbita pensa-se que os casos conhecidos são só a ponta do iceberg e que na realidade 1 bebé a cada 200.000 nasçam com esta anomalia.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Causa:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Parcialmente conhecida. A principal causa é uma mutação ou vários do gene PHOX2B, de herança autossômica dominante. Os mecanismos da respiração involuntária não funcionam adequadamente. Ao dormir, os receptores químicos que recebem sinais (baixa de oxigênio ou aumento de dióxido de carbono no sangue) não chegam a transmitir os sinais nervosos necessárias para que se dê a respiração.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Descrição:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Nas formas mais leves da maldição de Ondina, o sujeito poderá viver normalmente, mas estará sempre sonolento durante o dia, se cansará facilmente, constante dor de cabeça com aumento do nível de glóbulos vermelhos.Nas formas mais graves costuma aparecer desde o nascimento, e a maioria de bebês morrem sem que muitas vezes se chegue a saber a causa. No entanto, naquelas pessoas em que a doença piora progressivamente e podem causar a morte de quem dorme, costuma se tratar com ventilação assistida durante a noite.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;- &lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Síndrome de Proteus&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5337891162929213538&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgN2XEycURoMNFqaqcqbcDzaHpR9HW3xCP9QnxtCot_y0DPEiwurZqX9XlGb2Tyr8Ko4rtwjtnDjD3TrnYTERF7MmC4wYFHBNi-rAKY7rhuNddbKin9VQ_pHn2oPGbl4oXDZfdfQ5VyM8pu/s320/Proteus.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Frequência:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; 200 casos documentados em todo mundo atualmente. Estima-se que surja um caso por mais de um milhão de nascimentos. Alguns médicos especialistas defendem que provavelmente seja causado por um gene dominante letal. Outros dizem que se deva a uma recombinação no embrião dando lugar a três tipos de células: Células normais, células de crescimento mínimo e células de crescimento excessivo.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Descrição:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Existem uma grande quantidade de malformações cutâneas e subcutâneas, com hiperpigmentação, malformações vasculares e crescimento irregular dos ossos. Produz-se o gigantismo parcial dos membros ou o crescimento excessivo dos dedos enquanto algumas zonas do corpo crescem menos do que deveriam. Tudo isto provoca uma desfiguração extrema da pessoa que costuma ser socialmente estigmatizada. Josep Merrick, o famoso “Homem Elefante”, sofria desta síndrome.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifYfNzuTJrZBY-DIxPbdHXtMSCQXdYoWKROzCVWNXg1WLVS7fXxMgkvT1TMe2KUqvn14QriGICkioOjPPrqmNEGE_0LnvfDREmt-ar1usNMYrWKnc63RtBbBxoyxsWWF5OYVA_QQaGQNQ5/s1600-h/Proteus.jpg&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;- &lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Síndrome Hutchinson -Gilford&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5337889606040204562&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 302px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjrkGJxfVa5oBD467-nR8pzJ8jqFuL8tpxuTj9SdVmhQ19MiV0Nz5Qf79FZMmbwmYZqIaVNVmNwS8fIM4bdTX06I0NO2E4WaLQFfn3yHkzoHGdNsVZB80InOOwPqdGlr45zvpXtvQS8OVHx/s320/Gilford.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Frequência:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Ao redor de 100 casos documentados. Estima-se que aparece um caso da doença a cada 8 milhões de nascimentos, ainda que poderia ser maior já que muitas vezes não chega a ser diagnosticada.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Causa:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Parcialmente conhecida. A maioria dos casos são produzidas por mutações de herança autossômica dominante no gene LMNA. Este gene participa na manutenção da estabilidade nuclear e a organização da cromatina.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Descrição:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Os indivíduos com esta síndrome envelhecem muito rapidamente desde a infância. No nascimento têm uma aparência totalmente normal, mas crescem cada vez mais lentamente que as outras crianças e desenvolvem uma expressão facial muito característica. Perdem o cabelo, adquirem rugas e padecem de um dano severo das artérias (arteriosclerose) que causa à morte nos primeiros anos da adolescência.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjS4D6s-ioT0Vtg7cAH5GvdlfID6gj4JZSmsPQwc7B75-oPwgsJDRaMAbNi8CPwnlAMFsVYyZW_49FTtmmHofkQOxdqDyMZPXjzwUPYrN4U4bdJnGqbruqhRqLp62XrOgW79oov_7hH2xNZ/s1600-h/Gilford.jpg&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;- &lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Rabo Humano (Rabo Vestigial)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5337891540834464770&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 161px; CURSOR: hand; HEIGHT: 306px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmGOMnAEFMdhBij4pCtyXPfPYKSsQLXVrsrZADEHr7MjCMAziVqNU8STXsZuEa7CZ1ZEcq6vXaT7lTAspG3dBhhjVOulYzWQ4WjbLQplPV918b80cS1y-lBAGB3DjwxQ2ZiQ1LR7PuFh1I/s320/Rabo+Humano.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Frequência:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Ao redor de 100 casos documentados em todo mundo.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Causa:&lt;/strong&gt; Não se conhece em profundidade. Acha-se que é produzido pela mutação dos genes encarregados de produzir a morte celular das células que estavam destinadas a formar um rabo.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Descrição:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Observa-se a presença de uma rabo na zona final do sacro, no nível do cóccix. O rabo é composto de músculos, vasos sanguíneos, nervos, pele, vértebras e cartilagem.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;- &lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Gêmeo Parasita (Fetus in Fetus)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5337889605655048642&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 215px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhuKP5d5Sgo0TKxq2CkJdntDc3o1f07io4Th10_3ABG3VTALBGUM7BMFbtYrO9IoP2DlEJo9bUaTFBW-EdU9_3sSwoRT6JCKnEJTCYMV-TZ11YHFU2ur7xOxmwjgtj6eBF_I4E2dMQmZJkv/s320/G%C3%AAmeo+Parasita.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Frequência:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Ao redor de 100 casos documentados em todo mundo.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Causa:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; É um exacerbo do caso dos siameses. Dois gêmeos não chegam a se separar completamente quando são zigotos e ficam unidos por alguma zona. Um destes gêmeos cresce enquanto o outro se atrofia ficando no interior do gêmeo são e dependendo completamente dele. Desconhece-se por que os gêmeos não se separam corretamente.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Descrição:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Quando o feto hospedador consegue sobreviver ao parto, este fica com um inchaço na zona onde se situe o feto parasita. 80% das vezes encontra-se na região abdominal, mas também pode se encontrar no crâneo e até no escroto. Também pode passar desapercebido no princípio. Mais tarde, conforme a pessoa vai crescendo também cresce o feto parasita. Ao realizar provas de imagem observam-se órgãos em lugares onde não deveriam existir ainda que também podem se ver umas diminutas pernas, braços, dedos, cabelo ou qualquer outro elemento do feto que tenha desenvolvido. Não há dois casos iguais de “fetus in fetus”, já que os fetos parasitas podem se situar em zonas muito diferentes do feto hospedador e, por tanto, também será diferente o grau de crescimento e elementos que tenha chegado a desenvolver. Há fetos parasitas muito desenvolvidos e outros que só possuem um número escasso de órgãos.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;- Síndrome do Homem Lobo (Hipertricose Lanuginosa Congênita)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5337889607480117394&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 230px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1KsX42zUIWyRQPWc0BOLHOI5O8U5wFpOdr_7lN5PM3q3rdbE0AhYtrLz5mJtUtnoqbh2g8Z7OLNeMPpV_4DZcHbPNEBDsmnhpKECP2u1t82ZrI5KA_xdt2dL18XJ0GQSzCsPoSYaV6ks4/s320/Hipertricose+Lanuginosa+Cong%C3%AAnita.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Frequência:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; 40-50 Casos documentados em todo mundo desde sua descoberta. A incidência natural (sem contar os casos em famílias) estima-se um caso entre 1 a 10 bilhões de habitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Causa:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Desconhecida. Pensa-se que é uma mutação e a maioria é de herança familiar e, muito raramente, a mutação dá-se de forma espontânea.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Descrição:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; As pessoas que padecem da doença ficam completamente cobertas por um longa lanugem (cabelo) exceto nas palmas das mãos e dos pés. O comprimento do cabelo pode chegar a 25 centímetros. A lanugem é o cabelo fino (como se fosse uma penugem) que aparece nos recém nascidos e que desaparece normalmente depois do primeiro mês do nascimento. As pessoas que padecem desta forma de doença, a lanugem persiste e pode crescer durante toda a vida ou desaparecer com os anos.&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh62jN1DffTcZAyGYVeMPtL6_SJLDrMMIL9WyTbtNezVBl7l1JMp_mYmVFMysFIpD-s6cUr6wIObxkFl1lWyEpv7gpMdWyPlXHguUzIKuuLiQtYdFLQmRGLdCrA96trksWRdamyK4Qt1xO7/s1600-h/Hipertricose+Lanuginosa+Cong%C3%AAnita.jpg&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/05/10-doencas-raras.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFcjQK445hFGMp4ml1lFfOQqRw7GOgJGT7QnzQl9-pP12waOkXpMTv-Vo_9ib6HnbfB0bs3orzpBi9JBhcU0-OQtBf0uzK6qPrWfCyuWtbjOvSnwrW9nPPTsOO_lKKKeKra2KEKxzdkkLr/s72-c/Riley-Day.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-7657086581031353896</guid><pubDate>Sat, 16 May 2009 20:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-16T17:53:58.088-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Polêmica</category><title>Painel americano recomenda mudança de remédios contra dor para idosos</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fonte: G1&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Altas quantidades de aspirina ou paracetamol poderiam trazer perigo.Especialistas sugerem que opioides são alternativa para dor crônica.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Poucas pessoas pensam duas vezes antes de tomar aspirinas ou ibuprofeno. Mas, para aqueles com mais de 75 anos, as altas doses necessárias para tratar dores crônicas podem ser tão perigosas que os pacientes podem ser aconselhados a tomar opioides, conforme descobriu um time de especialistas. As novas diretrizes de administração da dor, divulgadas pela American Geriatrics Society (Sociedade Geriátrica Americana) no fim do mês passado, removeram esses medicamentos de todos os dias, chamados de NSAIDs (sigla em inglês para medicamentos antiinflamatórios não-esteroides), da lista de remédios recomendados para adultos idosos com dores persistentes. A equipe disse que os analgésicos deveriam ser usados “raramente” nessa população, “com extremo cuidado” e somente em “indivíduos altamente selecionados”. O paracetamol (como Tylenol) segue sendo a principal escolha para tratamento de dores crônicas. No entanto, para os pacientes incapazes de obter alívio, o próximo passo são os opioides, dizem os direcionamentos – contanto que os pacientes e seus responsáveis sejam examinados por uso de drogas anteriormente. A recomendação, que já está se provando controversa, foi feita mesmo que os NSAIDs sejam conhecidos como bastante eficazes em condições de dores inflamatórias crônicas que frequentemente atacam adultos idosos, e mesmo que os opiáceos possam ser viciáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Riscos “Nós fomos um pouco fortes a respeito dos riscos dos NSAIDs em idosos”, disse o Dr. Bruce Ferrell, professor de geriatria na UCLA e diretor da equipe. “Detestamos descartar gratuitamente algo valioso – eles realmente funcionam para algumas pessoas –, mas é um risco bastante alto quando esses medicamentos são ministrados em doses de moderadas a altas, especialmente quando usados ao longo do tempo”. “Parece que os pacientes estariam mais seguros com opióides do que com altas doses de NSAIDs por longos períodos de tempo”, ele continuou, acrescentando que, para a maior parte dos idosos, o risco de se viciar parece baixo. “Você não vê pessoas dessa faixa etária roubando um carro para conseguir sua próxima dose”. Todavia, especialistas em dor afirmam ser difícil fazer generalizações, e que deve-se prescrever opióides com extrema cautela – não importando a idade do paciente. “Estamos observando um enorme aumento nacional de relatos sobre uso errado e desvios de remédios receitados e mortes relacionadas”, disse o Dr. Roger Chou, especialista em dor que não estava envolvido na criação das diretrizes para os idosos, mas que dirigiu o programa de diretrizes clínicas para a American Pain Society. “As preocupações sobre opioides são muito reais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Efeitos colaterais Há também uma preocupação a respeito dos efeitos colaterais possivelmente associados ao uso de opioides, incluindo problemas respiratórios, constipação, fadiga e náuseas, disse Chou. Muitos membros da equipe relataram ter laços financeiros com fabricantes de medicamentos, mas o diretor, Ferrell, disse não ter conflitos de interesses em relação aos remédios sob discussão e que os direcionamentos eram revisados por colegas. Ferrel reconheceu que as evidências científicas sobre o vício entre idosos era limitada, porque poucos estudos focam pessoas com mais de 75 anos. Os riscos das NSAIDs incluem úlceras, sangramentos gastrointestinais e, com alguns medicamentos, um maior risco de ataques cardíacos ou derrames. Os medicamentos não interagem bem com remédios para problemas cardíacos e outras condições, e muitos aumentam a pressão sanguínea e afetam o funcionamento dos rins, dizem os especialistas. As diretrizes não devem desencorajar o tratamento da dor. Especialistas envolvidos no trabalho dizem que a dor crônica cobra um grande preço nos idosos. Além disso, muitas vezes deixa de ser tratada. As novas diretrizes tampouco devem afetar as recomendações sobre tomar aspirinas infantis para proteger o coração; a quantidade da aspirina – 81 miligramas – é muito pequena, correspondendo a um quarto da dose de uma pílula para adultos.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/05/painel-americano-recomenda-mudanca-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5903493629643916807.post-1162709015884613152</guid><pubDate>Thu, 14 May 2009 20:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-14T17:02:37.996-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias Hoje</category><title>Grupo descobre molécula que regula células-tronco da medula óssea</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fonte: Luis Fernando Correia Especial para o G1 &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pesquisa foi feita no Massachusetts General Hospital, nos EUA. Esperança é usar substância como sinalizador para cura.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Cientistas do Massachusetts General Hospital descobriram uma molécula que regula a circulação das células-tronco até a medula óssea e também influi nos processos regenerativos dos ossos. As células-tronco do sangue, ou hematopoiéticas, são responsáveis pela produção de cerca de 10 milhões de células sanguíneas a cada dia e são utilizadas no tratamento de doenças como linfomas e outras formas de câncer.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Essas células são extremamente potentes e por isso são utilizadas na regeneração da produção de células do sangue e células do sistema imune. Os pacientes que recebem um transplante de medula óssea tiveram sua fonte produtora dessas células atingidas por alguma doença ou pelo tratamento específico do câncer. Após a retirada da medula óssea, as células são introduzidas no organismo do receptor através da injeção em uma veia.&lt;br /&gt;O conhecimento obtido com a pesquisa realizada em Boston permite aos médicos entender como as células que foram administradas aos pacientes viajam até os locais de implantação nos receptores. A molécula identificada está envolvida na regulação da regeneração constante dos ossos, conhecida como remodelação óssea, e é chamada de CaR. A presença dessa molécula na superfície das células facilita a entrada das células transplantadas na medula óssea.&lt;br /&gt;Essa descoberta abre caminho para o desenvolvimento de medicamentos que usem a molécula descrita como sinalizador, indo diretamente aonde está o problema.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;</description><link>http://domdaminhavida.blogspot.com/2009/05/grupo-descobre-molecula-que-regula.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>