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	<title>Cais do Pensamento</title>
	
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		<title>Forças Naturais</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 21:16:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[A vida, letra a letra]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao longo do processo da minha vida, fui passando e ultrapassando barreiras que teimavam em dificultar a minha vitória no alcance dos meus objectivos pessoais. Como um ser humano comum, a minha vida é um mundo repleto de coisas positivas e negativas, das quais tento tirar o maior proveito. Proveito esse que me mune de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2010/10/514465.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-628" style="border: 1px solid black; margin: 3px;" title="Forças Naturais" src="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2010/10/514465.jpg" alt="" width="300" height="456" /></a>Ao longo do processo da minha vida, fui passando e ultrapassando barreiras que teimavam em dificultar a minha vitória no alcance dos meus objectivos pessoais.</p>
<p>Como um ser humano comum, a minha vida é um mundo repleto de coisas positivas e negativas, das quais tento tirar o maior proveito. Proveito esse que me mune de forças para as próximas batalhas.</p>
<p>Contudo, quando menos esperamos, aparece-nos o maior obstáculo das nossas vidas e do qual nunca pensaríamos que alguma vez o veríamos, quanto mais enfrentá-lo.</p>
<p>Um obstáculo que nos suga as forças, usando-as contra nós mesmos.</p>
<p>Um obstáculo que nos atira para o mais profundo dos sentimentos, o sofrimento, e que nos mantém reféns da nossa própria dor.</p>
<p>Um obstáculo que teima em nos perseguir e que faz de nós seres fracos que nem trapos velhos gastos pelo tempo.</p>
<p>Um obstáculo com um único nome. Um nome que assusta quem o tenta proferir ou somente o se ousa imaginar.</p>
<p>Obstáculo cujo nome é Doença.</p>
<p>Quem hoje ainda pensa que o mal só acontece aos outros, vive num mundo surreal onde as fadas existem e onde as flores ganham vida à passagem de animais falantes. Não vive num mundo real mas vive sim, num mundo de fantasia.</p>
<p>Só quando esse mal nos bate à porta é que tomamos consciência do quanto fomos infantis ao pensar que estaríamos nesta vida apenas com o simples papel de espectadores da desgraça e sofrimento alheios.</p>
<p>Recentemente vivi uma dolorosa experiência que me fez ver, e sentir, que na realidade somos muito além do que simples seres mortais e sofredores.</p>
<p>Experiência que ocorreu há meio ano atrás onde me foi apresentado o obstáculo que eu mais temia nesta vida.</p>
<p>O obstáculo a que todos nós desejamos nunca enfrentar, muito menos conhecer.</p>
<p>Fui confrontada com a Doença.</p>
<p>Sim, foi-me detectado dois quistos no ovário cujos tamanhos excediam o que seria normal para uma mulher saudável e sem histórico de problemas de saúde.</p>
<p>Um desses quistos, após ter rebentado, levou-me a um cenário de urgência e internamento hospitalar, na primeira semana deste ano que estava a desabrochar.</p>
<p>Um dos maiores pesadelos de uma mulher (salvo os cancros da mama e uterinos) estava à minha frente, pronto para travar uma guerra comigo.</p>
<p>Uma bateria de exames feitos e cirurgia marcada, eram a minha única saída.</p>
<p>Pois bem, uma mulher nunca sabe como há-de reagir, tamanho é o medo de tudo o que interfere com a feminilidade de cada uma.</p>
<p>Pois bem, eu não tinha qualquer tipo de escapatória e só me restava lutar contra o que, infelizmente, me estava a acontecer.</p>
<p>As forças estavam a escassear e eu não sabia ao que me agarrar para não me deixar vencer pela doença nem pela depressão que se aproveitava para se apoderar de mim, pelo simples facto de eu me encontrar vulnerável e fragilizada.</p>
<p>Não podia deixar-me levar por tudo o que me estava a acontecer, nem deixar-me derrotar pelo meu próprio corpo.</p>
<p>Foi nesse turbilhão de sentimentos que uma luz se fez ver ao fundo daquele túnel que tanto me atormentava.</p>
<p>A minha mente!</p>
<p>A minha mente tinha que ser forte para ditar as regras ao meu corpo. Só ela seria capaz de expulsar todo o negativismo do meu corpo e torná-lo, novamente, saudável como fora até então.</p>
<p>Sempre li livros e artigos de que a mente é o nosso maior trunfo. A nossa mente é a força invencível que habita dentro de cada um de nós e que nos faz vencer as batalhas que mais julgamos possíveis de serem vencidas.</p>
<p>O poder da nossa mente é o poder de tudo o que move e faz viver o mundo a cada dia e a cada instante.</p>
<p>Aliada à força da mente veio uma ajuda extremamente importante e que me fez acreditar, plenamente que:</p>
<p>&#8220;<em>As forças naturais, as que estão dentro de ti, serão as que curarão suas doenças.</em> &#8221; – Hipócrates</p>
<p>Ajuda essa que nos dias que decorrem já se houve falar mais abertamente, mas que para alguns ainda é algo misterioso e tabu.</p>
<p>Muitas pessoas desconhecem, ou teimam em desconhecer, as medicinas alternativas que nos podem ajudar a curar muitos problemas que nos atormentam ao longo da nossa vida.</p>
<p>O Reiki, por exemplo, foi a medicina alternativa que escolhi iniciar para me ajudar a resolver alguns processos mal resolvidos da minha existência.</p>
<p>O Reiki é nada mais, nada menos, do que a cura através da energia, e essa energia é toda a matéria que nos faz viver e sobreviver.</p>
<p>Tal como tudo o que habita à face da Terra, nós somos todos feitos de energia. Energia que nos faz respirar, sorrir, andar, chorar… Energia que faz bater os nossos corações a cada segundo para que possamos viver.</p>
<p>Após tirar o curso de Reiki e de ter feito alguns tratamentos e auto-tratamentos, comecei a sentir melhorias físicas, pela diminuição da dor, e espirituais.</p>
<p>Sentia que algo em mim estava a mudar e que estava a ver a vida com outras tonalidades.</p>
<p>Sentia-me diferente.</p>
<p>Sentia-me bem.</p>
<p>Senti-me saudável e feliz.</p>
<p>Sentimentos esses que só se vieram a confirmar que tudo o que sentia era verdade, quando numa consulta pré-operatória descobriram que o quisto se tinha rendido.</p>
<p>Tinha vencido a doença!</p>
<p>Apesar de repetir exames para tentar responder às dúvidas dos médicos que encontravam explicação para o que tinha acontecido, o diagnóstico manteve-se… curada!</p>
<p>Venci, graças ao Reiki e à minha mente!</p>
<p>Hoje sou uma pessoa diferente com uma visão da vida completamente diferente à visão que tinha antes deste acontecimento.</p>
<p>A todos aqueles, que tal como eu, foram confrontadas pela doença, não deixem que a medicina tradicional vos limite a hipóteses de se livrarem desse mal e que vos priva de serem feliz.</p>
<p>Nunca esquecendo, obviamente, que as medicinas alternativas nunca substituem a medicina tradicional, mas sim, juntas podem fazer de todos vocês seres saudáveis e com uma visão diferente do que é na realidade a doce melodia da vida!</p>
<p>Quero agradecer, mais uma vez a todos os que me acompanharam e apoiaram neste processo, e principalmente ao meu Mestre de Reiki por todos os ensinamentos e agradecer, do fundo do meu coração ao meu namorado, que tal como eu é Reikiano, que graças aos tratamentos que ele me fez consegui vencer a doença que tanto me aterrorizava.</p>
<p><em>Marta Costa</em></p>
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		<title>Entrevista a Marta Costa</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Oct 2010 13:57:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Quanto mais conheço o Homem mais amo os Animais&#8221; Apaixonada pela vida e por tudo aquilo que pertence à Natureza, Marta Costa, realizou o sonho de escrever um livro aos vinte e quatro anos. A sua paixão pela escrita deu origem à obra “A Vida letra a letra”, um espaço de reflexão, no qual a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><strong> <a href="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2010/10/Martita.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-610" title="Martita" src="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2010/10/Martita-199x300.jpg" alt="" width="301" height="453" /></a><span style="color: #cc6600;">&#8220;Quanto mais conheço o Homem mais amo os Animais&#8221;</span></strong></h2>
<p><span style="color: #333333;">Apaixonada pela vida e por tudo aquilo que pertence à Natureza, Marta Costa, realizou o sonho de escrever um livro aos vinte e quatro anos. A sua paixão pela escrita deu origem à obra “A Vida letra a letra”, um espaço de reflexão, no qual a jovem pôs muito de si e da sua forma de ver o mundo.</span>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333333;"><strong> </strong></span></p>
<h2><span style="color: #333333;"><strong>Cátia Neves: Marta, fale-me um pouco do seu livro.</strong></span></h2>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Marta Costa:</strong> É um livro que fala, em pequenos contornos, da vida e dos seus elementos mais importantes tais como: sentimentos, emoções, realidades e sonhos. Com este livro consegui criar um pequeno espaço onde cada leitor pode entrar, com grande facilidade, num estado de reflexão e onde a expressão dos seus sentimentos se torna involuntária.</span>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #333333;"><strong> CN: Como surgiu a ideia de escrever um livro? Foi pensado ou aconteceu por mero acaso?</strong></span></h2>
<p><span style="color: #333333;"><strong>MC:</strong> Escrever este livro foi algo ditado pelo destino, pois eu somente escrevia textos para os dedicar a outros seres como eu, e que sentem tal como eu as controvérsias da vida. No entanto, achei que não podia ficar somente pelo meu espaço na internet e decidi editar um livro para aquelas pessoas que não tem acesso aos meios electrónicos e que desconhecem o meu trabalho.</span>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333333;"><strong> </strong></span></p>
<h2><strong><span style="color: #333333;">CN: Está editado ou encontra-se disponível para venda apenas na Internet?</span></strong></h2>
<p><span style="color: #333333;"><strong>MC:</strong> O meu livro encontra-se somente, e infelizmente, editado na internet onde cada pessoa o poderá encomendar. Não se encontra editado num espaço físico, porque para que tal fosse possível seria necessário um grande apoio, tanto financeiro como de patrocínios.</span>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #333333;"><strong>CN: Pretende ficar-se apenas por esta obra ou já tem em mente novos projectos?</strong></span></h2>
<p><span style="color: #333333;"><strong>MC:</strong> Mesmo antes de ter editado, virtualmente, este livro, já me encontrava a escrever outro. Contudo, será um livro totalmente diferente deste primeiro onde a personagem principal era apenas a vida. O livro que estou a escrever, e que ainda é um rebento, será mais abrangente no que diz respeito à temática e conteúdo.</span>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333333;"><strong> </strong></span></p>
<h2><span style="color: #333333;"><strong>CN: O blogue, </strong><em><a href="http://caisdopensamento.com/" target="_blank"><strong>caisdopensamento.com</strong></a></em><strong>, foi o meio encontrado para demonstrar às pessoas o quanto gosta de escrever? Ou surgiu apenas como um espaço de desabafos?</strong></span></h2>
<p><span style="color: #333333;"><strong>MC:</strong> O meu espaço na internet foi criado voluntariamente, com o desafio de mostrar ao mundo o meu gosto pela escrita, o meu puzzle de palavras, no qual expunha os meus pensamentos, reflexões e divagações sobre a vida.</span>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333333;"><strong> </strong></span></p>
<h2><span style="color: #333333;"><strong>CN: Além da paixão pela escrita, sei que também adora animais e fotografia. Fale-me dessa &#8220;loucura&#8221; pelos animais.</strong></span></h2>
<p><span style="color: #333333;"><strong>MC:</strong> Os animais sempre foram, desde muito cedo, a minha paixão. Sempre tive muito carinho e dedicação por esses seres indefesos, mas ao mesmo tempo tão honestos. É como se costuma dizer, quanto mais conheço o Homem mais amo os animais, e a minha paixão parte muito daí. São eles que alegram os meus dias mais melancólicos e cinzentos.</span>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333333;"><strong> </strong></span></p>
<h2><span style="color: #333333;"><strong>CN: Neste momento está a trabalhar no Hospital Veterinário do Porto. Como está a ser essa experiência?</strong></span></h2>
<p><span style="color: #333333;"><strong>MC:</strong> Está a ser uma experiência fantástica. Dedico todos os meus dias aos meus amiguinhos, os animais. Posso mesmo acrescentar que sou das poucas pessoas que acorda de manhã cedo com a alegria de ir trabalhar, com a felicidade de poder ir ter com os meus amiguinhos e fazer algo por eles.</span>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #333333;"><strong>CN</strong><strong>: E a fotografia? Qual o lugar que ocupa na sua vida?</strong></span></h2>
<p><span style="color: #333333;"><strong>MC:</strong> Quem me conhece sabe que eu sempre gostei de fotografia e que sempre que tinha oportunidades pegava na máquina e lá ia tirar fotos de registo. Fotografar é algo que me deixa feliz, que me relaxa e que me dá pleno prazer no seu mais completo significado.</span>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #333333;"><strong>CN:</strong> <strong>Aos 18 anos ingressou no Exército Português. Como foi sair de casa tão nova para entrar num Mundo do qual muitos homens tentam fugir?</strong></span></h2>
<p><span style="color: #333333;"><strong>MC:</strong> Inicialmente, foi uma experiência um pouco dura para mim, entrei num mundo para mim desconhecido, com pessoas igualmente desconhecidas. Confesso que a adaptação foi um pouco complicada, mas com força de espírito consegui limar todas as arestas e continuei na tropa de onde guardo excelentes recordações e de onde me orgulho imenso de ter ido.</span>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #333333;"><strong>CN: Se lhe fosse dada a hipótese de voltar a fazer parte do Exército, aceitaria?</strong></span></h2>
<p><span style="color: #333333;"><strong>MC:</strong> Se me fizessem essa pergunta noutros tempos eu aceitaria logo à primeira. Mas hoje, sei que rejeitaria essa oportunidade, pois estou a fazer, na minha opinião, a melhor coisa desta vida, que é trabalhar com animais e poder ajudá-los. Hoje sei que a minha vida profissional é esta, na qual me sinto plenamente realizada.</span>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #333333;"><strong> </strong></span></p>
<h2><span style="color: #333333;"><strong>CN:</strong> <strong>E neste momento, quais são os projectos futuros? O que ambiciona alcançar?</strong></span></h2>
<p><span style="color: #333333;"><strong>MC:</strong> Eu nunca fui uma pessoa de grandes projectos. Gosto de viver a vida calmamente, dia após dia, para poder desfrutar ao máximo de cada momento. Contudo, desejo continuar a fazer o que gosto e, quem sabe, algo mais para além do que hoje faço. Até lá, vou dando o melhor de mim naquilo que tenho e deixo o resto nas mãos do destino, só ele é o detentor das minhas oportunidades.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><span style="color: #333333;">Entrevista realizada a Marta Costa por Cátia Neves estudante do segundo ano de Ciências da Comunicação.</span></em></p>
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		<title>Perda</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 13:07:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A perda de um filho, através de um aborto espontâneo, ou mesmo durante uma gravidez avançada, é a maior dor que uma mãe pode alguma vez sentir, porque originou uma interrupção do caminho natural da vida. Caminho esse que é gerar, gestar, parir e criar. A vida não prosseguiu como as leis naturais pois foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2010/04/DSC8979Aa.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-602" style="margin: 5px; border: 1px solid black;" title="Perda" src="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2010/04/DSC8979Aa.jpg" alt="" width="300" height="452" /></a>A perda de um filho, através de um aborto espontâneo, ou mesmo durante uma gravidez avançada, é a maior dor que uma mãe pode alguma vez sentir, porque originou uma interrupção do caminho natural da vida.</p>
<p>Caminho esse que é gerar, gestar, parir e criar.</p>
<p>A vida não prosseguiu como as leis naturais pois foi abruptamente interrompida.</p>
<p>Passar pela dor da perda de um bebé, em qualquer uma das fases da gravidez é sentir a perda de uma parte de nós.</p>
<p>Essa dor é tão imensa que não pode ser descrita, é uma imensidão de mistura de sentimentos, que passa da dor física à psicológica, da raiva, do rancor, à dúvida e à culpa.</p>
<p>A dor psicológica é aquela que nos anestesia, nos confunde e nos dopa.</p>
<p>A raiva domina-nos por completo e torna-se no sentimento maior que se tem em relação a tudo e a todos os que nos rodeiam.</p>
<p>Geralmente este sentimento está associado à culpabilidade: …“<em>Afinal, o que fiz de errado?</em>”…” <em>Eu tinha o poder de evitar o aborto?”</em></p>
<p>Este turbilhão de sentimentos é a consequência da indefinição de motivos que causaram e/ou provocaram a perda.</p>
<p>Não existe regra de como lidar com esta situação pois depende de mulher para mulher e de caso para caso.</p>
<p>Contudo, deve-se viver o luto espiritual, pela perda do filho. Só com o luto a mulher consegue atravessar a dor, ultrapassando-a, e continuar a viver.</p>
<p>Nesta fase não adianta chorar, gritar ou enraivecer os sentimentos. A única forma de adormecer a dor é estar com as pessoas que mais nos são queridas e  deixar que elas nos amparem, que nos façam companhia.</p>
<p>Apenas isso basta, já que as palavras de nada servem para a mãe que sabe o que é sentir a dor de perder um filho, e somente ela sabe o tamanho da sua dor.</p>
<p>Eu não sou mãe e nem perdi nenhum filho, mas senti por perto o que é perder um filho, mesmo que ele apenas tivesse 5 semanas de formação no útero da sua mãe.</p>
<p>A perda de um filho é sempre muito triste para a mãe e para as pessoas envolventes, mesmo que sejamos apenas espectadores deste fenómeno de vida.</p>
<p>Não sei como posso ajudar nesta fase pois a dor precisa ser vivida.</p>
<p>Como nada posso fazer neste momento, apenas posso dedicar estas palavras a ti, minha querida Amiga, e a todas as mães que, infortunadamente, perderam um filho:</p>
<p>Todos nós acabamos por passar por várias situações de dor e sofrimento, uns mais cedo outros mais tarde, mas é a Lei da Vida e nós aguentamos tudo.</p>
<p>Aguentamos porque somos Vida, aguentamos porque somos mulheres!</p>
<p><em>Marta Costa</em></p>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 22:30:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marta Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vida é composta por inúmeras realidades às quais nada nos resta fazer, apenas lidar com elas e ir vivendo passo a passo cada momento. Uma dessas realidades é que tudo o que existe um dia terá um fim, e dessa existência restará apenas a uma lembrança &#8220;recordativa&#8221; daquilo que um dia conheceu o seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/12/natal.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-586" style="border: 1px solid black; margin: 5px;" title="natal" src="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/12/natal.jpg" alt="" width="400" height="266" /></a>A vida é composta por inúmeras realidades às quais nada nos resta fazer, apenas lidar com elas e ir vivendo passo a passo cada momento.</p>
<p>Uma dessas realidades é que tudo o que existe um dia terá um fim, e dessa existência restará apenas a uma lembrança &#8220;recordativa&#8221; daquilo que um dia conheceu o seu fim e que agora pertence ao passado.</p>
<p>E é precisamente isso o que o calendário nos reserva, o fim de algo.</p>
<p>Obviamente que falo deste ano que proximamente terá os seus das contados para um desfecho, que originará o iniciar de um novo ano.</p>
<p>Mas antes desse acontecimento, ainda somos brindados com dois dias e festividade ao qual chamamos de Natal.</p>
<p>Quem me conhece sabe, sem qualquer dúvida, que para mim o Natal é um dia tão normal como outros tantos, não que eu negue os aspectos religiosos desta data, mas sim porque o mundo teve a ousadia de alterar, na totalidade, o verdadeiro significado da época natalícia.<br />
Já foi o tempo em que esperava, inocentemente, pela hora de poder abrir os tão desejados presentes junto da minha família.</p>
<p>Inocentemente porque eu era apenas uma criança que, como qualquer criança, adorava receber presentes, especialmente no Natal pois eram em maior quantidade.</p>
<p>Só que naquele tempo eu não tinha consciência de que o Natal era apenas uma época de hipocrisia entre as pessoas.</p>
<p>No sentido religioso o Natal é a celebração do nascimento de Cristo e a comemoração desse mesmo acontecimento, sem qualquer valor comercial e/ou material.</p>
<p>Mas, no sentido &#8220;moderno&#8221;, o Natal é apenas comercial para as pessoas gastarem inúmeras quantidades de dinheiro em presentes que, para elas, transmitem os seus sentimentos para com as pessoas presenteadas.</p>
<p>Realidade essa que tem perdurado anos e anos, e que não mostra sinais de ter um fim.</p>
<p>Muitos discordarão e mim, aqueles que se deixaram cegar pelo espírito comercial do Natal, esquecendo o real espírito natalício que envolve a “fraternidade”, a “humildade”, o “carinho”, o “amor ao próximo” e a “união”.</p>
<p>Mas a verdade é que muitas pessoas só se lembram dos outros apenas dois dias por ano, ou seja, nesta época.</p>
<p>Porque será…</p>
<p>Durante o longo ano que passou esquecem-se dos outros passando dias e dias sem mostrarem qualquer tipo de sentimento ou preocupação.</p>
<p>Porque é que as pessoas só se lembram de felicitar os outros, com presentes, quando chega o Natal?</p>
<p>Porque é que as pessoas só mostram os seus sentimentos perante os outros apenas nesta época?</p>
<p>O pior é que ninguém sabe responder a estas perguntas, pois estão completamente cegas e possuídas pelo materialismo da época natalícia, deixando o ano inteiro de reserva para elas mesmas.</p>
<p>No entanto deixo aqui os meus votos de um Feliz Natal, e que o ano novo que se avizinha entre repleto de momentos bons e de muita saúde.</p>
<p>Sejam felizes e façam os outros igualmente felizes, só assim conseguiram conquistar a verdadeira felicidade.</p>
<p>Não se esqueçam:</p>
<p>Durante o novo ano lembrem-se mais dos outros e não deixem para o Natal o que podem fazer ao longo do ano, mostrar amor e carinho pelos outros.</p>
<p>Até lá, sejam felizes.</p>
<p><em>Marta Costa</em></p>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 16:45:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na passada semana, enquanto fazia os meus deveres laborais, fui contactada via e-mail por uma jornalista, de nome Marta Silva, do jornal “Correio da Manhã”. Para espanto meu, eles queriam o meu testemunho para um artigo que estavam a fazer. Um artigo sobre a Tropa, que iria sair na revista “Domingo” do jornal “Correio da Manhã”. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na passada semana, enquanto fazia os meus deveres laborais, fui contactada via e-mail por uma jornalista, de nome Marta Silva, do jornal “Correio da Manhã”.</p>
<p>Para espanto meu, eles queriam o meu testemunho para um artigo que estavam a fazer.</p>
<p>Um artigo sobre a Tropa, que iria sair na revista “Domingo” do jornal “Correio da Manhã”.</p>
<p>Porque não? Obviamente que me disponibilizei para colaborar com eles, dando o meu testemunho enquanto militar do Exército Português.</p>
<p>Mostrei-lhes por palavras a Marta antes, durante, e depois da tropa.</p>
<p>E eis que, no Domingo, dia 18/10/2009, na revista do jornal “Correio da Manhã” saiu um excelente artigo, de título “Os novos Magalas”.</p>
<p>Após folhear algumas páginas, dei comigo a viver alguns momentos “militares”, a cada letra que os meus olhos iam absorvendo.</p>
<p>Incrível, cada testemunho ali reportado fez-me recordar inúmeros momentos que estavam bem lá no fundo, no meu baú memorial.</p>
<p>E, ao ver-me ali, senti um arrepio a dominar-me por completo pois senti que o sangue militar ainda corre nas minhas veias.</p>
<p>Para recordar, e para quem não teve oportunidade de ver o artigo na revista, coloco aqui uma parte desse mesmo artigo, o meu testemunho.</p>
<p>Aproveito para o dedicar a todos os meus amigos e camaradas, que sempre estiveram do meu lado, antes da tropa, no decorrer da minha vida militar e após ter deixado a farda para voltar à vida civil.</p>
<p><em>Marta Costa</em></p>
<p><a href="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/10/artigoCaboCosta1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-384" title="artigoCaboCosta" src="http://www.caisdopensamento.com/wp-content/uploads/2009/10/artigoCaboCosta1.jpg" alt="artigoCaboCosta" width="525" height="392" /></a><a></a></p>
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