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	<title>GlobalBrands Branding e Marcas»  | GlobalBrands – Branding, Avaliação de Marcas e Intangíveis</title>
	
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		<title>LG de volta ao jogo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 20:32:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Roberto Martins</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A LG Display desembarca no Brasil e ocupa o espaço deixado pela LG Philips no mercado. Mas a empresa garante: uma coisa nada tem a ver com outra.
Nº EDIÇÃO: 614 &#124; 15.JUL &#8211; 10:00 &#124; Atualizado em 24.02 &#8211; 15:07 ISTO É DINHEIRO

Simon lee, vicepresidente: &#8220;O mercado brasileiro é muito importante pelo seu tamanho e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>A LG Display desembarca no Brasil e ocupa o espaço deixado pela LG Philips no mercado. Mas a empresa garante: uma coisa nada tem a ver com outra.</h4>
<p><strong>Nº EDIÇÃO: 614</strong> | 15.JUL &#8211; 10:00 | Atualizado em 24.02 &#8211; 15:07 <strong>ISTO É DINHEIRO</strong></p>
<p><img title="Crédito: " src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_78132381552659.jpg" alt="i127929.jpg" /></p>
<p><strong>Simon lee, vicepresidente:</strong> <em>&#8220;O mercado brasileiro é muito importante pelo seu tamanho e pelo poder de compra do consumidor&#8221;</em></p>
<p>No dia 5 de julho, durante o jogo do São Paulo contra o Coritiba, os torcedores do tricolor se perguntaram sobre o que seria IPS, nome estampado nas mangas das camisas dos jogadores. As siglas correspondem a &#8220;in-plane switching&#8221;. E por trás das letras enigmáticas está uma tecnologia de LCD mais avançada do que a convencional. Mas por que a fabricante pagaria por dois patrocínios na mesma camisa, o da LG Electronics e o da IPS? A nova marca, na verdade, corresponde à LG Display, outra empresa do grupo LG. A líder mundial de telas de LCD &#8211; possui 26,7% de participação de mercado &#8211; escolheu o time de futebol para se tornar mais conhecida no Brasil e, sobretudo, desvincular a imagem de uma empresa da outra. Isso porque, diz a companhia, a tecnologia IPS vai muito além da LG Electronics. A intenção é se tornar fornecedora não só para a LG, mas também de outras fabricantes de eletroeletrônicos. <strong>A Philips já fechou contrato para utilizar a IPS. &#8220;Somando as vendas para a Philips e para a LG Electronics, vamos alcançar uma participação no mercado nacional de 55%&#8221; </strong>afirmou à DINHEIRO Simon Lee, vice-presidente da LG Display. Outras parceiras lá fora, como HP, Dell e Lenovo, também podem entrar na lista.</p>
<p>Além da LG Electronics, a LG Display quer desassociar sua imagem de uma outra empresa, a LG Philips Display, fabricante de tubos de imagem para televisores. Em 2007, depois de um período de turbulência financeira, a marca fechou suas quatro fábricas e deixou o País. Trabalhadores da companhia ocuparam a unidade de São José dos Campos (SP) para protestar contra o encerramento das atividades. A direção da empresa chegou a propor o pagamento de apenas metade dos direitos dos funcionários. A LG Display faz questão de frisar que não se trata da nova LG Philips Display. &#8220;São empresas completamente diferentes. Peço a gentileza de não confundirem a LG Display com a LG Philips Display&#8221;, afirmou a empresa em comunicado.</p>
<p>A companhia tem feito de tudo para entrar no Brasil com outra cara. O contrato com o São Paulo, válido até fevereiro de 2010 com valor de R$ 3 milhões, faz parte dessa estratégia, embora isso provoque alguns riscos, dizem especialistas. &#8220;Isso pode fragmentar a força da marca LG no Brasil&#8221;, afirma o consultor<strong> José Roberto Martins</strong>, da <strong>GlobalBrands</strong>. Lee também aposta nos diferenciais da nova tecnologia para apagar a imagem deixada pela LG Philips na mente dos consumidores (<em>leia o quadro </em>&#8220;As vantagens da IPS&#8221;). &#8220;Para o consumidor, o que conta mais é o que a empresa faz hoje e não o que fez no passado&#8221;, afirma Martins, da <strong>GlobalBrands</strong>.</p>
<p>Com faturamento de US$ 12,7 bilhões no ano passado, a LG Display emprega 25 mil empregados e possui atualmente 12 fábricas na Coreia, China e Polônia. Recentemente, a sul-coreana informou que está avaliando a contrução de uma nova linha de produção de painéis para tevês com telas de cristal líquido. O Brasil pode ser o local escolhido. &#8220;É importante ter uma fábrica no Brasil para se tornar mais competitivo. Mas, por enquanto, estamos na fase de estudos&#8221;, diz Lee. O interesse pelo Brasil se deve à expectativa de crescimento do mercado de LCD. <strong>No primeiro semestre do ano, as vendas de LCD subiram 70% em comparação ao mesmo período de 2008, chegando a 700 mil unidades. </strong>As vendas de aparelhos de tubo caíram 35%, para 1,3 milhão de unidades. Além disso, o Brasil é apontado pelo instituto de pesquisa DisplaySearch como um dos principais responsáveis pela expansão do segmento no mundo, ao lado do México, da Índia e Turquia. &#8220;O mercado brasileiro é muito importante pelo seu tamanho e poder de compra do consumidor&#8221;, afirma Lee, que diz ser fã do calor e da receptividade que encontrou no Brasil &#8211; e provavelmente também da paixão dos brasileiros pela televisão.</p>
<p><img title="Crédito: " src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_78146860512659.jpg" alt="i127937.jpg" /></p>
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		<title>Recalls de veículos dobram no primeiro semestre de 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 20:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Roberto Martins</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Número de convocações atingiu 10,2 milhões, dobro do mesmo período do ano passado. Total pode chegar a 20 milhões até final do ano
iG São Paulo &#124; 13/07/2010 05:55
O número de recalls de carros no mundo chegou a 10,2 milhões no primeiro semestre deste ano, o dobro em relação ao mesmo período de 2009. Se o ritmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Número de convocações atingiu 10,2 milhões, dobro do mesmo período do ano passado. Total pode chegar a 20 milhões até final do ano</h3>
<p><strong>iG São Paulo</strong> | <cite>13/07/2010 05:55</cite></p>
<p>O número de recalls de carros no mundo chegou a 10,2 milhões no primeiro semestre deste ano, o dobro em relação ao mesmo período de 2009. Se o ritmo de convocações se mantiver, até dezembro esse número pode atingir 20 milhões de unidades &#8211; o maior desde 2004, quando foram convocados mais de 30 milhões de veículos. O estudo foi feito pelo jornal americano &#8220;Detroit News&#8221; com base em dados da Administração Nacional para a Segurança nas Estradas dos Estados Unidos (NHTSA, na sigla em inglês) e aponta a montadora japonesa Toyota como a recordista em recalls, com mais de 4,63 milhões de veículos.</p>
<p>Para especialistas, o número exagerado de recalls nos últimos meses pode comprometer a marca das montadoras a longo prazo. “Não é a toa que montadoras antes marginalizadas estão ganhando mercado”, disse <strong>José Roberto Martins</strong>, da consultoria de marcas <strong>GlobalBrands</strong>. “É o caso da Hyundai, que percebeu que os líderes de mercado estavam com problema e começou a mostrar que pode fazer bons produtos”. Para Martins, fabricantes como a Hyundai podem alcançar a Toyota e a GM na liderança do mercado se o problema de recalls persistir.</p>
<p>Nos primeiros seis meses deste ano foram convocados 10,2 milhões de veículos, o dobro do número registrado no mesmo período de 2009. De acordo com o &#8220;Detroit News&#8221;, o aumento é resultado da ação do governo americano, que tem pressionado as montadoras a reagir mais rapidamente às reclamações dos consumidores. “A indústria viu o que aconteceu com a Toyota e chegou à conclusão de que é melhor fazer recalls mais cedo e com mais frequência”, disse ao jornal americano Nicole Nason, que já foi presidente da NHTSA.</p>
<p>Ao todo, foram feitas mais de 300 campanhas de recalls no primeiro semestre de 2010. A Toyota foi responsável por 12 que, juntas, somaram 4,63 milhões de veículos. Em segundo lugar na lista de convocações está a americana General Motors, com 2,9 milhões de veículos – número superior ao total de recalls realizados em 2009. A terceira colocada é outra japonesa, a Honda, que teve 1,1 milhão de veículos convocados. Em seguida vem a americana Chrysler (960 mil) e a japonesa Nissan (780 mil).</p>
<p><strong>Má fase</strong></p>
<p>Quase três anos depois de ultrapassar e GM e se tornar a maior montadora do mundo, a Toyota entrou numa fase difícil. Desde o final de 2009 a fabricante japonesa já pediu o recall de mais de 8,5 milhões de veículos. O problema mais grave é no acelerador do carro, que fica travado e faz com que motoristas acelerem acima dos 160 km/h. O problema nos carros da Toyota chegou ao Brasil e a Justiça de Minas Gerais mandou suspender temporariamente as vendas do Corolla, um dos carros mais vendidos da marca.</p>
<p>As primeiras notícias de problemas nos carros da Toyota surgiram em 2004, mas só recentemente descobriu-se que a empresa fez de tudo para limitar um recall e, assim, evitar prejuízo de US$ 100 milhões. A reação equivocada da montadora em relação aos defeitos nos automóveis foi sentida no mercado financeiro. Em fevereiro, o valor de mercado da Toyota chegou a US$ 115 bilhões – queda de 30% em relação a janeiro de 2008. Procurada pela reportagem do <strong>iG</strong>, a Toyota não quis se pronunciar.</p>
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		<title>Casas Bahia e Pão de Açúcar testarão agora diferenças de estilo</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 21:09:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Roberto Martins</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Novo acordo aumenta a influência dos Klein na sociedade e cria mais uma prova à parceria
02/07/2010 &#124; 10:41 PORTAL EXAME
São Paulo &#8211; Mesmo com o novo acordo entre Pão de Açúcar e Casas Bahia anunciado hoje (2/07), as duas gigantes do varejo devem encontrar outros empecilhos pela frente em relação à gestão comum de seus negócios. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Novo acordo aumenta a influência dos Klein na sociedade e cria mais uma prova à parceria</h2>
<p>02/07/2010 | 10:41 PORTAL EXAME</p>
<p>São Paulo &#8211; Mesmo com o novo acordo entre <a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/pao-de-acucar1.shtml">Pão de Açúcar</a> e Casas Bahia anunciado hoje (2/07), as duas gigantes do varejo devem encontrar outros empecilhos pela frente em relação à gestão comum de seus negócios. Não serão barreiras financeiras e contratuais, mas sim diferenças culturais e sinérgicas na maneira como Abílio e os Kein controlam suas companhias.</p>
<p>De acordo com <strong>José Roberto Martins</strong>, consultor de varejo da <strong>GlobalBrands</strong>, quando as empresas anunciaram a fusão, em dezembro do ano passado, essas diferenças não foram levadas tão a sério quanto deveriam. Segundo o especialista, a gestão da Casas Bahia é um pouco mais conservadora e menos ágil na tomada de decisões se comparada a gestão do Pão de Açúcar. &#8220;E isso deve ter influenciado a parte do Abílio a abrir mão de alguns pontos no acordo&#8221;, diz <strong>Martins</strong>. &#8220;O poder de veto que eles concederam aos Klein é um exemplo disso&#8221;.</p>
<p>O poder de veto concedido aumenta a influência das Casas Bahia dentro do grupo e faz com que os Klein interfiram em todas as questões estratégicas da companhia. Entre elas, a de como, quando e quais concorrentes do mercado o Pão de Açúcar pode adquirir. &#8220;Com isso, o acordo deixa de ser uma mera fusão para se tornar uma aliança estratégica dos empresários mais bem sucedidos do país&#8221;, afirma Cláudio Tomanini, especialista em varejo e professor da Fundação Getúlio Vargas.</p>
<p><strong>Marcas independentes</strong></p>
<p>Quanto à reação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) à associação, Martins, da Global Brands, acredita que a restrição que será imposta à fusão das duas companhias estará ligada, principalmente, ao uso conjugado das duas marcas. &#8220;O uso conjunto das marcas pode dificultar ou embaraçar o desenvolvimento de outras marcas de varejo, e isso o Cade terá de impedir&#8221;, diz o <strong>Martins</strong>. Traduzindo: para ele, não há a possibilidade de repetir o caso do <a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/itau1.shtml">Itaú</a>Unibanco, em que as duas marcas se fundiram para, progressivamente, deixar de utilizar o Unibanco.</p>
<p>Da mesma maneira, o Cade também terá de resolver como ficará a junção da marca Ricardo Eletro e Insinuante, outros grandes empresas do varejo. &#8220;O setor está em consolidação, com a aposta em lojas menores e uso do espaço para vendas de eletrodomésticos&#8221;, afirma Tomanini. De acordo com o professor, além de fazer com que as marcas não atrapalhem os concorrentes. &#8220;O Cade também deve pensar em uma maneira de proteger os fornecedores de eletrônicos e linha branca, que ficarão com pouco poder de barganha para a venda de seus produtos&#8221;.</p>
<p><strong>O novo acordo</strong></p>
<p>Grupo Pão de Açúcar anunciou hoje o novo acordo de fusão com a Casas Bahia, depois de mais de quatro meses de negociações. Os ativos foram reavaliados e a rede de Abílio Diniz concordou em fazer uma capitalização adicional de até 700 milhões de reais na Nova Casas Bahia &#8211; empresa resultante da fusão entre Casas Bahia, Extra Eletro e Ponto Frio. O objetivo é ajustar a equivalência patrimonial.</p>
<p>O dinheiro vai sair do caixa do Pão de Açúcar para a nova empresa. Quando o contrato começou a ser rediscutido, em março deste ano, a família Klein, controladora da Casas Bahia, alegava que seus ativos foram subavaliados em pelo menos 2 bilhões de reais e queria acertar essa diferença.</p>
<p>O novo acordo de acionistas prevê que o poder será mais compartilhado entre os sócios e que os Klein terão direito a veto nas decisões estratégicas que envolvam a diluição de sua participação.</p>
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		<title>Os templos das montadoras</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 20:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Roberto Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Como os museus ajudam a preservar a história das marcas de carros e agregam valor aos produtos.
Nº EDIÇÃO: 610 &#124; 17.JUN &#8211; 10:00 &#124; Atualizado em 03.03 &#8211; 14:20 ISTO É DINHEIRO
O DNA de uma marca é desenhado com o tempo, com a consolidação de uma imagem que transmita ao consumidor confiança, competência, inovação e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Como os museus ajudam a preservar a história das marcas de carros e agregam valor aos produtos.</h4>
<p><strong>Nº EDIÇÃO: 610</strong> | 17.JUN &#8211; 10:00 | Atualizado em 03.03 &#8211; 14:20 <strong>ISTO É DINHEIRO</strong></p>
<p><strong>O DNA de uma marca é </strong>desenhado com o tempo, com a consolidação de uma imagem que transmita ao consumidor confiança, competência, inovação e qualidade. E, mais que isso, que consiga agregar ao valor de seu produto status e tradição. Da criação de uma marca à fixação de sua imagem como ícone, muito trabalho e inúmeros artifícios são colocados em jogo. Algumas montadoras de automóveis atingiram este patamar e não pretendem deixa-lo.</p>
<p>Pensando nisso, marcas como Ferrari, Porsche, Lamborghini e BMW abriram as portas de seus museus, santuários para os veículos que fizeram história. &#8220;Estes museus garantem que os carros se tornem mitos, eles fazem com que uma peça se torne objeto de desejo, agregando a ela uma história de tradição&#8221;, diz <strong>José Roberto Martins</strong>, sócio-consultor da <strong>GlobalBrands</strong>. &#8220;Os museus ajudam a tornar estas máquinas altamente desejáveis, pois convencem que você não comprará apenas um carro, mas um bem intangível, repleto de história e prestígio.&#8221; A seguir, conheça os principais museus:</p>
<p><img title="Crédito: " src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_706372590841202.jpg" alt="i121439.jpg" /></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Porsche Museum</span></strong></p>
<p><strong>Clássicos como o 356 Roadster e outras 80 lendas da marca são mostrados</strong></p>
<p><em>Em 1948, Ferdinand Porsche criou o 356 Roadster, primeiro carro da marca alemã. Sessenta anos depois, mais precisamente em janeiro de 2008, a Porsche estabeleceu mais um marco histórico e abriu em Stuttgart- Zuffenhausen, Alemanha, o seu próprio museu. No prédio de arquitetura arrojada, estão expostos 80 carros e são apresentadas mais de 200 mostras sobre a montadora. A coleção histórica da Porsche possui 400 carros de corrida e de rua, como os míticos Porsche 356, 550, 911 e 917. Justamente por isso, os itens em exposição no museu são frequentemente trocados, aumentando o fascínio e a curiosidade dos 200 mil visitantes que a Porsche recebe anualmente</em></p>
<p><img title="Crédito: " src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_706459095360280.jpg" alt="i121440.jpg" /></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">BMW Museum</span></strong></p>
<p><strong>O prédio abriga alas que apresentam desde a concepção de um veículo da marca até sua história nas pistas</strong></p>
<p><em>Em meados de 2008, a montadora alemã BMW reabriu oficialmente seu museu, criado originalmente em 1973. Dentro do prédio redondo as rampas e escadas rolantes levam o visitante a viajar pelos mais de 90 anos de história da marca. O prédio é dividido em sete áreas temáticas de exibição, como o House of Design, que introduz os visitantes ao espírito BMW, mostrando o processo de inspiração dos designers e os métodos de criação da imagem da marca; o House of the Company, que apresenta as origens e a evolução da BMW; ou o House of Motor Sport, ala esportiva que relembra as glórias nas competições de automobilismo. O museu ainda dá aos visitantes a possibilidade de conhecer clássicos da montadora, como os modelos Roadster, os Serie 3, 5, 6 e 7, e apresenta as máquinas do futuro, como os visionários carros-conceito movidos a hidrogênio. Sinal de que a marca observa o passado sem deixar de pensar no futuro.</em></p>
<p><img title="Crédito: " src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_706494800379569.jpg" alt="i121441.jpg" /></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Museo Lamborghini</span></strong></p>
<p><strong>Ele traz do tradicional 350 GT, de 1963, ao moderno Concept S, lançamento do Salão de Genebra de 2005</strong></p>
<p><em>Entrar no museu da Lamborghini, criado em 2001 em Sant´Agata Bolognese, Itália, é como caminhar por um túnel do tempo. De cara, o visitante se depara com o 350 GT, primeiro carro produzido por Ferruccio Lamborghini, em 1963. Ao lado, o 400 GT, apresentado no Salão de Genebra em 1966, e o Miura S dividem espaço com o Islero e o Jamara, carros fabricados entre 1963 e 1972. Para os mais saudosistas, o museu ainda tem os protótipos dos chassis 001 do lendário Countach, de 1978, o primeiro automóvel a ultrapassar os 300 km/h, e o exótico Lamborghini LM 002, um off-road desenvolvido inicialmente para fins militares. O piso superior deste moderno prédio de vidro é destinado ao design Lamborghini. Nele, os visitantes podem encontrar os carros-conceito e os mais exóticos da marca, como o Miura Concept, construído em 2006 para o aniversário de 46 anos da fábrica, ou Concept S, mostrado no Salão de Genebra em 2005.</em></p>
<p><img title="Crédito: " src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_706549197581065.jpg" alt="i121442.jpg" /></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Galleria Ferrari</span></strong></p>
<p><strong>italiana expõe o carro de F-1 com que Michael Schumacher correu seu último campeonato</strong></p>
<p><em>Relembrar os tempos gloriosos que transformaram carros em ícones. É isto que pretende a Galleria Ferrari, museu da marca italiana de carros e escuderia mais famosa da Fórmula 1. Criado em 1990, ao lado da fábrica da Ferrari em Maranello, Itália, o museu recebe anualmente cerca de 180 mil visitantes ávidos por reviver a história desta lendária marca do automobilismo. Ao passar pela porta de entrada, marcada pelo imponente cavalo, símbolo da Ferrari, as pessoas se deparam com o F2005, carro utilizado pelo heptacampeão de Fórmula 1 Michael Schumacher, quando correu sua última temporada. Ao lado dos bólidos pilotados por Niki Lauda, Gilles Villeneuve e Gerhard Berger, estão fotografias e bilhetes de Enzo Ferrari, criador da marca. Para os fãs interessados em sentir de forma mais real a emoção de pilotar uma Ferrari, um simulador de corridas de Fórmula 1 está à disposição. No segundo andar, a evolução da tecnologia Ferrari é apresentada também nos carros de rua, dos mais antigos e tradicionais, como o F50 e o 550 Barchetta Pininfarina, às novas máquinas, como o F430. Filmes e exposições itinerantes recontam a história dos homens, máquinas e momentos que fazem da Ferrari, desde 1929, um sonho de consumo de incontáveis fãs.</em></p>
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		<title>Com os dias contados?</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 20:52:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Roberto Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[O açúcar tem sido apontado como um dos vilões da saúde. Mas a União, marca com 100 anos de história, está lançando novas linhas para se perpetuar no mercado.
Nº EDIÇÃO: 662 &#124; Negócios &#124; 11.JUN &#8211; 21:00 &#124; Atualizado em 10.06 &#8211; 15:28 ISTO É DINHEIRO
Pelo menos um em cada dois brasileiros está disposto a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>O açúcar tem sido apontado como um dos vilões da saúde. Mas a União, marca com 100 anos de história, está lançando novas linhas para se perpetuar no mercado.</h4>
<p><strong>Nº EDIÇÃO: 662</strong> | Negócios | 11.JUN &#8211; 21:00 | Atualizado em 10.06 &#8211; 15:28 <strong>ISTO É DINHEIRO</strong></p>
<p>Pelo menos um em cada dois brasileiros está disposto a fazer regime em algum momento ou preocupado com a melhoria da qualidade de vida. Os dados do IBGE mostram ainda que aproximadamente 80 milhões de pessoas olham para o açúcar como se fosse um vilão. Esse cenário tem causado muita dor de cabeça às empresas que atuam no ramo.</p>
<p><img title="Crédito: montagem sobre foto: shutterstock" src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_598372313405670.jpg" alt="39.jpg" /></p>
<p>A Cosan Alimentos, divisão do grupo Cosan que faturou R$ 3,4 bilhões no ano passado, é uma delas. Detentora de 40% do mercado de açúcar refinado no País e dona das marcas Da Barra e União, que acaba de completar 100 anos de história, a companhia tem estudado novas maneiras de melhorar a imagem de seu principal ingrediente.</p>
<p>Afinal, o consumo de açúcar refinado no Brasil tem caído: números da Nielsen apontam que, enquanto em 2008 foram vendidas 900 mil toneladas, no ano passado foram comercializadas 884 mil toneladas. De olho nisso, a União lançou produtos com um apelo mais saudável e prepara novas investidas nessa área.</p>
<p><img title="Crédito: Divulgação" src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_599537751132544.jpg" alt="40.jpg" /><br />
<strong>Colin Butterfield, vice-presidente da Cosan :</strong> &#8220;Faltou trabalhar a marca União nos últimos oito anos&#8221;</p>
<p>“Nós queremos ser vistos como líderes absolutos em solução de adoçamento”, diz o vice-presidente da Cosan, Colin Butterfield. Para isso, até o final do ano, a empresa vai investir R$ 20 milhões em marketing. “A União nunca foi esquecida. Mas faltou trabalhar a marca nos últimos oito anos. Me refiro a marketing direto e novos produtos”, continua. Outros R$ 5 milhões foram injetados nas linhas de produção das seis fábricas espalhadas pelo País e, além disso, foram gastos outros R$ 2 milhões no desenvolvimento desses produtos.</p>
<p>A companhia tem partido para a ofensiva atacando em duas frentes: trabalhando a marca e criando novos produtos. Primeiro, a empresa relançou o tradicional livro de receitas União. Após parceria fechada com a Avon e a Editora Gold, fascículos com receitas que usam o açúcar light começaram a ser vendidos de porta em porta por 1,1 milhão de revendedoras da empresa de cosméticos.</p>
<p><img title="Crédito: Divulgação" src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_599597083769815.jpg" alt="41.jpg" /><br />
R$ 20 milhões serão investidos em marketing até o final deste ano.<br />
Outros R$ 5 milhões foram aplicados em readequação das fábricas</p>
<p>Ao mesmo tempo que os fascículos chegavam ao mercado, o açúcar União Orgânico, derivado de canaviais plantados sem o uso de agrotóxicos, era lançado. Depois dele, surgiu o adoçante União Diet Sucralose, para diabéticos, e, ainda neste mês, chegam às prateleiras dos supermercados o açúcar União Demerara, que passa por menos processos industriais, e outro adoçante, o União Light Stevia.</p>
<p>Com os lançamentos, a Cosan reforça o time de adoçantes que o antigo dono da marca, o Grupo NovAmérica, já havia começado a desenvolver em 2001, quando lançou o União Light Sucralose.  “Nós fomos muito tímidos nos últimos anos, e isso vai mudar a partir de 2010. Após a aquisição da marca União, e com a ampliação da linha, também entramos na categoria de adoçantes, na qual não estávamos antes”, afirma Butterfield.</p>
<p><strong>A favor da empresa conta a ampla rede de distribuição construída nos últimos anos. Atualmente, a Cosan entrega em mais de 100 mil pontos de venda espalhados pelo Brasil,</strong> e sua atenção ao mercado de açúcar se intensificou depois de comprar a NovAmérica no ano passado. Antes, a Cosan tinha 12% do mercado de açúcar refinado com a marca Da Barra.</p>
<p>Apesar de possuir boa parte do mercado,  a vida de União não será simples. “Não será fácil construir essa imagem de açúcar saudável porque o produto é visto como vilão”, diz <strong>José Roberto Martins</strong>, da consultoria <strong>GlobalBrands</strong>. “A companhia terá de mostrar os benefícios dos produtos ressaltando as características funcionais.”</p>
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		<title>Bola da Copa 2010 é protagonista de branding</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 01:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Roberto Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma bola na marca do pênalti.
Jabulani, a bola oficial da Copa, recebe uma enxurrada de críticas, mas o que está em jogo é a rivalidade entre as fabricantes de material esportivo
Por Letícia Morelli

Os times ainda nem entraram em campo, mas a disputa entre Nike e Adidas já começou. A bola da vez tem o nome [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma bola na marca do pênalti.</p>
<p>Jabulani, a bola oficial da Copa, recebe uma enxurrada de críticas, mas o que está em jogo é a rivalidade entre as fabricantes de material esportivo</p>
<p><!-- 							 								 									Jabulani, a bola oficial da Copa, recebe uma enxurrada de críticas, mas o que está em jogo é a rivalidade entre as fabricantes de material esportivo 								 								 							 							-->Por Letícia Morelli</p>
<div>
<p>Os times ainda nem entraram em campo, mas a disputa entre Nike e Adidas já começou. A bola da vez tem o nome de Jabulani – palavra do dialeto bantu isiZulu, um dos 11 idiomas oficiais da África do Sul,  que significa celebrar. “Patricinha” (que não gosta de ser chutada, segundo o volante Felipe Melo) e “sobrenatural” foram apenas alguns dos adjetivos atribuídos pelos jogadores, especialmente os brasileiros, à bola que será usada nos jogos da Copa de 2010.</p>
<p>Júlio César, goleiro da Seleção Brasileira, disse que ela é “horrorosa” e mais “parece aquelas que se compram em mercado”. O meia Júlio Batista afirmou que ela “faz curvas demais”. E por aí vai. Mais leve, mais rápida e mais lisa do que qualquer modelo já fabricado para uma Copa do Mundo, a Jabulani parece ter silenciado até as estridentes vuvuzelas (cornetas sul-africanas) nas reclamações que precedem o evento. Mesmo antes do início dos jogos, a bola se tornou o objeto que faltava para reacender a rivalidade entre Nike e Adidas.Para as grandes fabricantes mundiais de material esportivo, a Copa do Mundo é de longe o evento de maior visibilidade. Não há outra oportunidade que ofereça tamanha exposição. <strong>Por isso mesmo, a controvérsia em torno da Jabulani envolve uma questão que transcende o aspecto meramente esportivo. “Quem está criticando são os contratados da Nike”, diz José Roberto Martins, analista da GlobalBrands.</strong></p>
<p>Pura coincidência ou teriam sido eles instruídos a destruir com palavras a bola da Copa? Impossível saber, mas a hipótese não pode ser afastada. Segundo Martins, a polêmica dificilmente vai afetar o desempenho da marca. Ele lembra do episódio da chuteira Nike que Ronaldo usou na última Copa e que teria causado bolhas em seus pés, segundo afirmações do próprio jogador.</p>
<p>À época, a Nike não sofreu nenhum efeito negativo. Agora, o que está em jogo são cifras astronômicas. Na última Copa, em 2006, a Adidas faturou US$ 1,2 bilhão só com futebol. Boa parte do dinheiro veio da venda de 15 milhões de bolas oficiais.</p>
<p>Fonte: Isto É Dinheiro 3 de junho de 2010.</p>
</div>
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		<title>Uma bola na marca do pênalti</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 20:21:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Roberto Martins</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jabulani, a bola oficial da Copa, recebe uma enxurrada de críticas, mas o que está em jogo é a rivalidade entre as fabricantes de material esportivo.
Nº EDIÇÃO: 661 &#124; Especial &#124; 03.JUN &#8211; 21:00 &#124; Atualizado em 03.06 &#8211; 17:22 ISTO É DINHEIRO
Os times ainda nem entraram em campo, mas a disputa entre Nike e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Jabulani, a bola oficial da Copa, recebe uma enxurrada de críticas, mas o que está em jogo é a rivalidade entre as fabricantes de material esportivo.</h4>
<p><strong>Nº EDIÇÃO: 661</strong> | Especial | 03.JUN &#8211; 21:00 | Atualizado em 03.06 &#8211; 17:22 <strong>ISTO É DINHEIRO</strong></p>
<p>Os times ainda nem entraram em campo, mas a disputa entre Nike e Adidas já começou. A bola da vez tem o nome de Jabulani – palavra do dialeto bantu isiZulu, um dos 11 idiomas oficiais da África do Sul,  que significa celebrar. “Patricinha” (que não gosta de ser chutada, segundo o volante Felipe Melo) e “sobrenatural” foram apenas alguns dos adjetivos atribuídos pelos jogadores, especialmente os brasileiros, à bola que será usada nos jogos da Copa de 2010.</p>
<p><img title="Crédito: Divulgação" src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_66257318909739.jpg" alt="67.jpg" /><br />
<strong>Rivalidade: </strong>até agora, foram os jogadores da Nike que reclamaram da bola da Adidas<br />
Júlio César, goleiro da Seleção Brasileira, disse que ela é “horrorosa” e mais “parece aquelas que se compram em mercado”. O meia Júlio Batista afirmou que ela “faz curvas demais”. E por aí vai. Mais leve, mais rápida e mais lisa do que qualquer modelo já fabricado para uma Copa do Mundo, a Jabulani parece ter silenciado até as estridentes vuvuzelas (cornetas sul-africanas) nas reclamações que precedem o evento. Mesmo antes do início dos jogos, a bola se tornou o objeto que faltava para reacender a rivalidade entre Nike e Adidas.</p>
<p>Para as grandes fabricantes mundiais de material esportivo, a Copa do Mundo é de longe o evento de maior visibilidade. Não há outra oportunidade que ofereça tamanha exposição. <strong>Por isso mesmo, a controvérsia em torno da Jabulani envolve uma questão que transcende o aspecto meramente esportivo. “Quem está criticando são os contratados da Nike”, diz José Roberto Martins, analista da GlobalBrands.</strong></p>
<p>Pura coincidência ou teriam sido eles instruídos a destruir com palavras a bola da Copa? Impossível saber, mas a hipótese não pode ser afastada. Segundo <strong>Martins</strong>, a polêmica dificilmente vai afetar o desempenho da marca. Ele lembra do episódio da chuteira Nike que Ronaldo usou na última Copa e que teria causado bolhas em seus pés, segundo afirmações do próprio jogador.</p>
<p>À época, a Nike não sofreu nenhum efeito negativo. Agora, o que está em jogo são cifras astronômicas. Na última Copa, em 2006, a Adidas faturou US$ 1,2 bilhão só com futebol. Boa parte do dinheiro veio da venda de 15 milhões de bolas oficiais.</p>
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		<title>Uma fusão com a cara de Lula</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 21:05:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Roberto Martins</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na hora de unir Sadia e Perdigão, foi o presidente quem empurrou a bola para o gol, consolidando o modelo das grandes multinacionais brasileiras, abençoadas pelo BNDES.
Nº EDIÇÃO: 606 &#124; 20.MAI &#8211; 10:00 &#124; Atualizado em 02.03 &#8211; 23:08 ISTO É DINHEIRO

Na tarde da terça-feira 12, o presidente Lula estava eufórico. Corintiano fanático, ele veio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Na hora de unir Sadia e Perdigão, foi o presidente quem empurrou a bola para o gol, consolidando o modelo das grandes multinacionais brasileiras, abençoadas pelo BNDES.</h4>
<p><strong>Nº EDIÇÃO: 606</strong> | 20.MAI &#8211; 10:00 | Atualizado em 02.03 &#8211; 23:08 <strong>ISTO É DINHEIRO</strong></p>
<p><img title="Crédito: " src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_236699903511379.jpg" alt="i114765.jpg" /></p>
<p>Na tarde da terça-feira 12, o presidente Lula estava eufórico. Corintiano fanático, ele veio a São Paulo para um encontro com o jogador Ronaldo, artilheiro do seu time. No fim da conversa, Lula quis posar para uma foto com o Fenômeno como se ambos estivessem fazendo malabarismos com a bola. Na primeira tentativa, Lula errou e cabeceou para baixo, direto na mesa central do seu gabinete da avenida Paulista, na sede do Banco do Brasil. Ronaldo sorriu e ensinou o presidente a cabecear para cima. Feito o clique, que no dia seguinte apareceria na primeira página de todos os jornais, Ronaldo e o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, saíram da sala. Do lado de fora, estava o ex-ministro do Desenvolvimento e presidente da Sadia, Luiz Fernando Furlan. Lula o recebeu com um abraço fraterno, mostrou-se feliz com o avanço das negociações para unir Sadia e Perdigão e disse que era chegada de hora de desempatar o jogo. “E então, Furlan, quando vamos colocar a bola para dentro do gol?”, indagou o presidente. Naquele instante, estava selado mais um grande negócio que nasce com a marca do governo Lula. <strong>Juntas, Sadia e Perdigão, que já vêm sendo chamadas de “Sadigão”, formarão uma autêntica multinacional brasileira, que se chamará Brasil Foods, com receita anual de R$ 22 bilhões e 100 mil empregados</strong>. Um dos sócios deverá ser o BNDES, repetindo um modelo já testado em outras operações, como as fusões entre Oi e Brasil Telecom e entre VCP e Aracruz Celulose.</p>
<p><img title="Crédito: " src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_236735441127090.jpg" alt="i114766.jpg" /></p>
<div>Depois do ídolo Ronaldo, o presidente Lula recebeu o ex-ministro Furlan e perguntou: <strong><span style="color: #e94137;">&#8220;Quando vamos marcar o gol?&#8221;</span>Naquele dia, a megafusão que criará a Brasil Foods estava decidida</strong></div>
<p>Furlan saiu de lá ciente de que havia cumprido uma missão quase impossível: encontrar uma saída para a empresa fundada pelo seu avô Atílio Fontana há 80 anos e que, depois de prejuízos bilionários com derivativos financeiros, corria o risco de ficar insolvente. O ex-ministro não só realizou um antigo sonho, ao criar um gigante global de alimentos, como fez com o limão uma limonada. De certo modo, a operação Sadia-Perdigão se assemelha ao que ocorreu no processo Itaú-Unibanco. A Sadia foi “engolida” pela Perdigão, mas o bloco de famílias liderado por Furlan será um dos maiores acionistas individuais da empresa resultante, assim como Pedro Moreira Salles, do Unibanco, conseguiu fazer no acordo com o Itaú. Exatamente como a revista DINHEIRO antecipou em sua edição 592, de 6 de fevereiro deste ano (<em>A AmBev do Frango</em>). Embora a Sadia fique com 30% da futura empresa e a Perdigão com 70%, os 57 sócios ligados às famílias Furlan e Fontana terão cerca de 10% da Sadigão, um percentual muito próximo ao do outro outro principal acionista, que será a Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil. <strong>O BNDES, chefiado por Luciano Coutinho, pode entrar na empresa numa etapa posterior, participando de uma emissão de ações de até R$ 4 bilhões</strong>. Além disso, o conselho de administração deverá ter dois copresidentes: Nildemar Secches, da Perdigão, e o próprio Furlan. Na tarde da sexta- feira 15, a operação ainda não havia sido oficializada, mas o anúncio era esperado para qualquer momento – faltava apenas informar a Comissão de Valores Mobiliários.</p>
<p><img title="Crédito: " src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_236755306304308.jpg" alt="i114767.jpg" /></p>
<p>A construção dessa nova empresa, no entanto, teve de superar vários obstáculos. Concorrentes históricos, Sadia e Perdigão nasceram em Santa Catarina e criaram culturas competitivas e antagônicas. A tal ponto que Furlan, corintiano como Lula, chegou a comparar o negócio a uma improvável união entre Corinthians e Palmeiras. Em março deste ano, às vésperas do pior balanço da história da Sadia, com prejuízo de mais de R$ 2 bilhões, a fusão parecia caminhar para um naufrágio, com uma guerrilha de informações entre as equipes das duas companhias. Naquele momento, distanciando-se da Perdigão, a Sadia seria presa fácil para empresas internacionais e chegou a ser procurada por Cargill e Nestlé. <strong>Foi então, há cerca de 45 dias, que Lula decidiu intervir. Pegou o telefone, ligou para Luciano Coutinho e deu uma orientação clara: a Sadia não poderia cair em mãos estrangeiras</strong>.</p>
<div><img title="Crédito: " src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_236775973497145.jpg" alt="i114768.jpg" /></div>
<p>Daqui para a frente, a integração das operações vai tomar a maior parte do tempo das empresas. Nos primeiros meses, ela acontecerá nos departamentos de logística e distribuição, mas as áreas administrativas das companhias devem se manter separadas pelo período de um ano. “Eles não querem atravessar o Cade e virar uma nova Nestlé- Garoto”, diz um advogado que acompanhou a fase final de negociações. Até por isso, a operação será submetida previamente aos organismos de defesa da concorrência. Os ganhos de sinergia podem chegar a até R$ 2,2 bilhões pelas contas da corretora Brascan.<strong>Boa parte da economia deve vir do encolhimento das despesas operacionais, maiores na Sadia (os gastos lá superam em R$ 400 milhões os da Perdigão).</strong> São 23 diretores espalhados pela empresa contra apenas dez na Perdigão, segundo dados de balanço. Além disso, enquanto na Sadia o faturamento por funcionário subiu de R$ 168 mil para R$ 178 mil nos últimos dois anos, na Perdigão aumentou 30% no mesmo período e foi a R$ 193 mil. Há inclusive uma torcida no mercado pela manutenção no comando do corpo diretivo da Perdigão. “Isso existe não por causa do tropeço com os derivativos na Sadia. A Perdigão é mais profissionalizada e eficiente”, diz Rafael Weber, analista da Geração Futuro.</p>
<p><img title="Crédito: " src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_236802587341227.jpg" alt="i114769.jpg" /></p>
<p>Se a gestão da Perdigão engolir a da Sadia, o nível de autonomia dos novos executivos na empresa a ser criada tende a crescer. O que talvez não mude muito é a batalha com o varejo. “Ambas apertam de todos os lados e isso só vai piorar. Toda a compra de itens de Natal vai estar agora nas mãos deles. Mandei minha equipe ir atrás de peru de Natal no Canadá e na França”, conta um diretor de perecíveis de uma rede varejista. O varejo já aguarda um novo planejamento estratégico das marcas. Cada segmento de produto terá uma marca principal a ser trabalhada, acreditam os analistas. “As duas marcas devem conviver de forma paralela no Brasil e lá fora. A mais fraca de cada segmento sumirá e deve ficar a de maior expressão em cada produto”, disse <strong>José Roberto Martins</strong>, sócio da <strong>GlobalBrands</strong>. Mas diminui a percepção de que a Sadia deve focar sua linha na classe A e a Perdigão nas classes B e C. “Se fizerem isso, que ganhos de sinergia terão?”, questiona Rafael Cintra, analista da Link Investimentos.</p>
<p><strong>O trabalho duro vai acontecer do portão para dentro das unidades. Os 35 centros de distribuição que as duas companhias têm hoje podem passar por uma reorganização das atividades</strong>. Apenas no Rio Grande do Sul, as duas empresas têm 15 centros, quase a metade do total. Em Concórdia (SC) cada uma mantém um mega-abatedouro de aves a uma distância de 60 quilômetros. A Sadia tem unidades industriais no Rio Grande do Sul com ociosidade superior a 30%, informa o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Alimentação. Mas as sobreposições de centros e unidades são mais localizadas no Sudeste e Sul. Por isso, as associações do setor preferem ser cautelosas. “Não haverá muito excedente a ser cortado”, diz o presidente da União Brasileira da Avicultura, Ariel Mendes. Distribuída em diferentes polos, a Brasil Foods aumentaria a área de atuação da nova empresa, pois a concorrência é pequena entre unidades no Centro-Oeste e Nordeste, por exemplo.</p>
<p><img title="Crédito: " src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_236819519427519.jpg" alt="i114771.jpg" /></p>
<div>Conciliador e diplomático, o ex-ministro Luiz Fernando Furlan, da Sadia, conseguiu unir as famílias da empresa criada pelo avô</div>
<p>Inevitável, no entanto, será a alteração do cenário da concorrência no País. Unidas, Perdigão e Sadia dominarão o mercado nacional de carnes congeladas – de cada dez produtos, oito serão da Brasil Foods –, de margarinas (65,5% das vendas), carnes resfriadas (58,2%) e de pizzas semiprontas (67%), segundo dados dos balancetes dos grupos. Uniões que resultem em concentração superior a 20% precisam passar pela Secretaria de Acompanhamento Econômico e pelo Cade. A concentração por si só não é um problema. Diversos outros fatores serão analisados para garantir a livre concorrência, sem prejuízo aos consumidores”, disse o ex-conselheiro do Cade Cleveland Prates. Um desses pontos é a condição das outras empresas que atuam nesses setores. “Mesmo que o Cade aprove a fusão, é possível que seja recomendada, por exemplo, a redução das tarifas de importação ou algo semelhante”. Até lá, as visitas de Luiz Fernando Furlan ao Planalto tendem a se tornar ainda mais comuns, talvez com temas menos amenos do que as vitórias corintianas. <strong>A Perdigão, dona da marca Batavo, estreará uma nova campanha na camisa do Corinthians neste domingo, no jogo contra o Botafogo, tendo como garoto-propaganda Ronaldo</strong>. E o presidente do timão, Andrés Sanchez, já mandou avisar ao amigo Furlan que agora espera dobrar a cota de patrocínio do clube. Mas é só uma brincadeira. Com números ainda ruins nos balanços (por causa das operações com derivativos, a Sadia teve prejuízo de R$ 240 milhões no primeiro trimestre deste ano, enquanto a Perdigão perdeu outros R$ 226 milhões), as duas empresas vão ter muito trabalho a fazer antes de pensar em gastar mais.</p>
<p><img title="Crédito: " src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_368280721719423.jpg" alt="i114770.jpg" /></p>
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		<title>Turma da Mônica em mandarim</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 20:59:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Roberto Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Prestes a completar 50 anos de carreira, Mauricio de Sousa avança sobre o mercado chinês e bate recordes no mundo dos quadrinhos.
Nº EDIÇÃO: 605 &#124; 13.MAI &#8211; 10:00 &#124; Atualizado em 02.03 &#8211; 22:16 ISTO É DINHEIRO

&#8220;A Turma da Mônica vai alcançar outro patamar. A China será um mercado maior do que o Brasil&#8221;
Mauricio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Prestes a completar 50 anos de carreira, Mauricio de Sousa avança sobre o mercado chinês e bate recordes no mundo dos quadrinhos.</h4>
<p><strong>Nº EDIÇÃO: 605</strong> | 13.MAI &#8211; 10:00 | Atualizado em 02.03 &#8211; 22:16 <strong>ISTO É DINHEIRO</strong></p>
<p><img title="Crédito: " src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_3589350242659.jpg" alt="i112835.jpg" /></p>
<p>&#8220;A Turma da Mônica vai alcançar outro patamar. A China será um mercado maior do que o Brasil&#8221;<br />
Mauricio de Sousa</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">MAURICIO DE SOUSA SE</span></strong> ajeita na cadeira do escritório que divide com Mônica, Magali, Cebolinha, Cascão, Horácio e companhia, e fixa o olhar no teto. Sua imaginação viaja para bem longe dali numa velocidade suficientemente rápida para fazer uma análise de toda a carreira antes de responder à pergunta do repórter, aflito para escutar suas conquistas nas últimas cinco décadas. Aos 73 anos, dos quais 50 anos dedicados às histórias em quadrinhos, ele volta à sala, abre um largo sorriso e, com um ar de criança, responde emendando uma outra pergunta. &#8220;Você não quer saber o que vou fazer nos próximos 50 anos?&#8221;, brinca o gênio que criou a Turma da Mônica e faz parte da vida de milhões de brasileiros. No próximo dia 18 de julho, ele comemora meio século de nascimento do personagem Bidu, que impulsionou sua trajetória, e diz que ainda tem muito a fazer. Ter mais de um bilhão de revistas publicadas em 120 países, 12 longas-metragens da Turma da Mônica lançados ao passar dos anos, cerca de três mil produtos licenciados e a gigantesca engrenagem alimentada por suas criações que anualmente movimentam US$ 2 bilhões e empregam 30 mil pessoas direta e indiretamente é praticamente irrelevante para o desenhista. Ele quer mais, muito mais, e revela o número de projetos em andamento como se fosse uma metralhadora. <strong>&#8220;Teremos a TV Mônica no YouTube, vamos inaugurar sete novos Parques da Mônica, sendo quatro na Europa, um em Luanda e mais dois no Brasil, levaremos espetáculos teatrais com a Turma para todo o País, estamos produzindo um filme de animação digital do Horácio e entramos com força no setor educacional&#8221;, diz.</strong></p>
<p><img title="Crédito: " src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_3567762898659.jpg" alt="i112834.jpg" /></p>
<p>Este último, na visão de Sousa, é o projeto mais importante de todos. &#8220;É o meu grande sonho, levar a Turma da Mônica para as escolas&#8221;, diz. Um sonho que se tornou realidade na China, por mais incrível que pareça. Em 2007, quando estava em uma feira de quadrinhos em Bologna, Itália, o desenhista foi procurado por representantes do governo chinês, que buscavam personagens para fazer parte da cartilha curricular das escolas de ensino básico. &#8220;Eles me disseram que escolheram a Turma da Mônica porque não tinha violência, era alegre e tinha valores como, por exemplo, respeito ao próximo e ao meio ambiente. O ministro chinês disse, inclusive, que os personagens eram chineses porque tinham o olho grande típico dos desenhos orientais&#8221;, se diverte Sousa.</p>
<p>O projeto começou em novembro do ano passado e, neste ano, ganhará formas mais consistentes. &#8220;Vai abranger 180 milhões de crianças&#8221;, explica o desenhista. Para não &#8220;queimarem uma floresta com a impressão de revistas&#8221;, diz Sousa, todos os quadrinhos serão veiculados pela internet. Ao levar a Turma da Mônica para dentro das salas de aula chinesas, Mauricio de Sousa ganha credenciais para explorar um dos maiores mercados consumidores do mundo. Afinal, as crianças crescerão acompanhando a história de seus personagens. &#8220;Já estamos sendo representados pela Alice Tang, que é a maior especialista em licenciamentos na Ásia. Há interessados em fazer livro, desenhos para televisão e outros produtos&#8221;, diz Sousa. &#8220;A China se tornará o nosso maior mercado no mundo e a Turma da Mônica alcançará outro patamar.&#8221;</p>
<p>No Brasil, a Turma da Mônica tem uma identificação muito forte com as crianças e seus pais. Justamente por isso, os negócios envolvendo os personagens são astronômicos. Mônica e companhia estão em todas &#8211; de molho de tomate a fralda, de maçã a chocolate, de brinquedo a produtos de beleza. &#8220;Os personagens têm valores de confiança, qualidade e simpatia&#8221;, diz Eduardo Aron, diretor de cuidados pessoais da Kimberly-Clark, que possui uma extensa linha de produtos da Turma da Mônica. Só em fraldas, o carrochefe da empresa, a companhia possui 21,4% de participação de mercado em vendas. <strong>O executivo não abre os números, mas estima-se que sejam vendidos 150 milhões de fraldas da Turma da Mônica por mês. A marca é tão forte que a empresa lançou uma linha de xampu há apenas dois anos e já possui 10% do mercado brasileiro</strong>. &#8220;Essa é uma marca que se renova constantemente, passa de pai para filho&#8221;, diz <strong>José Roberto Martins</strong>, diretor da consultoria <strong>GlobalBrands</strong>. Não à toa suas revistas dominam 86% do mercado nacional de quadrinhos. &#8220;No ano passado, a nossa tiragem superou a casa dos 23 milhões de exemplares&#8221;, diz José Martins, presidente da Panini, editora italiana que possui os direitos de publicação da Turma da Mônica no Brasil. Esse sucesso foi conquistado com a ajuda da <em>Turma da Mônica Jovem</em>, revista lançada em agosto de 2008.</p>
<p>Para se ter uma ideia do que ela representa para os números da Panini, em sua primeira edição a Turma da Mônica Jovem bateu o recorde como uma das revistas em quadrinhos mais vendidas no século 21. Enquanto a revista Homem- Aranha, edição de número 583, com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na capa, teve 350 mil unidades vendidas, a<em> Turma da Mônica Jovem</em> alcançou 405 mil exemplares. Além dos recordes, Obama e Sousa têm outro ponto em comum: &#8220;Uso a mesma arma que o Obama usou para ganhar as eleições&#8221;, diz o desenhista, que dorme uma média de 5 horas por dia e é um workaholic assumido. &#8220;Tenho um Blackberry no qual aprovo todas as histórias em quadrinhos e consigo acompanhar os projetos em qualquer país do mundo. Nem lembro como fazia antes disso surgir&#8221;, diz. Imagine o que dirá, então, nos próximos 50 anos.</p>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 03:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Roberto Martins</dc:creator>
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