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	<title>Blog InfoWester</title>
	
	<link>http://www.infowester.com/blog</link>
	<description>Novidades, acontecimentos e curiosidades sobre o mundo dos computadores!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 May 2013 20:59:01 +0000</lastBuildDate>
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		<title>MasterCard e Vivo lançam Zuum, serviço que une pagamento móvel e cartão pré-pago</title>
		<link>http://www.infowester.com/blog/mastercard-e-vivo-lancam-zuum-servico-que-une-pagamento-movel-e-cartao-pre-pago/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 20:43:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Alecrim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Em junho de 2012, MasterCard e Vivo oficializaram a criação da MFS (Mobile Financial Service), uma empresa especializada em soluções para pagamentos móveis no Brasil. O fruto desta parceria surgiu hoje (14/05/2013): a MFS colocou em funcionamento o Zuum, serviço que possibilita justamente pagamentos via celular e, de quebra, permite ao cliente ter cartão pré-pago <a class="leiamais" href="http://www.infowester.com/blog/mastercard-e-vivo-lancam-zuum-servico-que-une-pagamento-movel-e-cartao-pre-pago/">leia mais...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em junho de 2012, MasterCard e Vivo oficializaram a criação da MFS (Mobile Financial Service), uma empresa especializada em soluções para pagamentos móveis no Brasil. O fruto desta parceria surgiu hoje (14/05/2013): a MFS colocou em funcionamento o <strong>Zuum</strong>, serviço que possibilita justamente pagamentos via celular e, de quebra, permite ao cliente ter cartão pré-pago para compras e saques.</p>
<p>Na coletiva de imprensa, a MFS tratou de deixar claro que o foco do Zuum são consumidores das classes C, D e E que são ativos economicamente, mas não têm conta bancária ou mesmo cartão de crédito. De acordo com um levantamento do Instituto Data Popular, a quantidade de brasileiros nesta situação é bastante alta: cerca de 55 milhões de pessoas.</p>
<p>O Zuum entra em cena para permitir que determinadas transações financeiras, como transferência de dinheiro, recarga de créditos para celular e consulta de saldo possam ser feitas facilmente pelo usuário a partir da rede móvel. Como já mencionado, a pessoa também tem a opção de adquirir um cartão pré-pago emitido pela MasterCard e, com isso, poder realizar compras nos estabelecimentos brasileiros que aceitam esta bandeira ou até mesmo efetuar saques em caixas eletrônicos ligados à rede Cirrus.</p>
<p><img title="Cartão pré-pago Zuum" alt="Cartão pré-pago Zuum" src="http://i0.wp.com/www.infowester.com/blog/blog_imagens/cartao_zuum.jpg" data-recalc-dims="1" /></p>
<p><small>Cartão pré-pago Zuum</small></p>
<p>O usuário pode colocar créditos em sua conta depositando valores em um dos vários pontos de recarga da Vivo, como supermercados ou pequenos comércios. Nestes mesmos lugares, também é possível adquirir o cartão, que custa 14,90 reais, mas não possui cobrança de anuidade. Além disso, assim que o cartão é associado ao seu número, o consumidor recebe 30 reais de créditos para o celular.</p>
<p>O interessante é que o usuário não precisa de um smartphone ou de serviços <a href="http://www.infowester.com/3g4g.php">3G / 4G</a> para realizar transações e consultas de saldo. Isso porque o Zuum é baseado no USSD (<em>Unstructured Supplementary Service Data</em>), um sistema semelhante ao SMS e que, portanto, necessita apenas de uma rede de telefonia móvel convencional. Não é a primeira vez que a Vivo implementa esta tecnologia: ela está em uso desde agosto de 2012 no serviço <a href="http://www.infowester.com/blog/vivo-e-paypal-criam-servico-para-pagamentos-e-recarga-de-creditos-pelo-celular/">PayPal no seu Vivo</a>.</p>
<p>Depois de cadastrado, tudo o que o cliente precisará fazer é discar para o número *789# (ligação gratuita) e aguardar o menu de opções aparecer. Como este é baseado em texto, funciona até nos aparelhos mais simples:</p>
<p><img title="Menu de acesso à conta Zuum: baseado em texto" alt="Menu de acesso à conta Zuum: baseado em texto" src="http://i2.wp.com/www.infowester.com/blog/blog_imagens/menu_zuum.jpg" data-recalc-dims="1" /></p>
<p><small>Menu de acesso à conta Zuum: baseado em texto</small></p>
<p>Algumas transações efetuadas pelo Zuum são tarifadas e isso é informado ao usuário antes da conclusão de cada operação, segundo a MFS. Transferência de dinheiro para outra conta, por exemplo, custa R$ 0,99; cada saque, por sua vez, sai por R$ 6,90. Estes valores, no entanto, são convertidos em minutos de ligações para o número de celular associado à conta.</p>
<p>A MFS tem planos de permitir que o Zuum passe a suportar pagamento de contas essenciais (energia, água e telefone) a partir de novembro de 2013, com cada operação tarifada em R$ 2,90. Nas intenções futuras da empresa também estão a possibilidade de permitir recarga a partir da internet (previsto para agosto deste ano) e o lançamento de apps para as plataformas iOS, Android e, possivelmente, Windows Phone.</p>
<p>Como se vê, trata-se mesmo de uma opção de serviço capaz de atender à expressiva parcela da população brasileira que não tem conta bancária. O comércio também se beneficia porque, como é necessário ter crédito para realizar as operações, não há risco de inadimplência.</p>
<p>O problema é que, nesta fase inicial, o número de localidades atendidas é pequeno: o Zuum está disponível apenas em cinco cidades do Estado de São Paulo – Osasco, Sorocaba, Mogi das Cruzes, Jundiaí e Guarulhos – e em Belo Horizonte (MG). O objetivo da MFS é fazer com que o Zuum atenda a todo o Brasil já em 2014, mas expansão da cobertura será feita de maneira gradativa e, creio eu, dependerá da aceitação do serviço.</p>
<p>Eis outros detalhes sobre o Zuum:</p>
<ul>
<li>Por enquanto, somente clientes da Vivo (pré ou pós-pago) podem utilizar a novidade;</li>
<li>A MFS ainda avalia a possibilidade permitir que o cartão seja usado também para compras na internet;</li>
<li>Cada conta pode movimentar até R$ 2.712,00 por mês, com limite diário de R$ 1.017 para transferências ou depósitos;</li>
<li>É possível ter até cinco contas por CPF, mas cada uma associada a número de celular diferente.</li>
</ul>
<p>Para saber mais, basta acessar o endereço <a href="http://www.zuum.com.br">www.zuum.com.br</a>.</p>
<p><em>Emerson Alecrim</em></p>
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		</item>
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		<title>Cuidado com telefonemas em nome de provedores de internet!</title>
		<link>http://www.infowester.com/blog/cuidado-com-telefonemas-em-nome-de-provedores-de-internet/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 17:35:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Alecrim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada, o Ministério Público Federal ajuizou uma ação civil pública contra a operadora Oi para combater um problema que se tornou bastante comum: de posse de dados sigilosos de novos usuários do serviço Velox, vendedores estão efetuando ligações para estas pessoas no intuito de conseguir assinaturas para provedores como Terra e UOL. O <a class="leiamais" href="http://www.infowester.com/blog/cuidado-com-telefonemas-em-nome-de-provedores-de-internet/">leia mais...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img style="float: right; display: inline;" title="" alt="Moedas e cabo de rede - Imagem ilustrativa" src="http://i2.wp.com/www.infowester.com/blog/blog_imagens/netmon.jpg" align="right" />Na semana passada, o <a href="http://www.prms.mpf.gov.br/servicos/sala-de-imprensa/noticias/2013/05/mpf-quer-condenacao-da-oi-por-vazamento-de-dados-sigilosos-de-clientes">Ministério Público Federal ajuizou uma ação civil pública contra a operadora Oi</a> para combater um problema que se tornou bastante comum: de posse de dados sigilosos de novos usuários do serviço Velox, vendedores estão efetuando ligações para estas pessoas no intuito de conseguir assinaturas para provedores como Terra e UOL. O problema é que, na maioria das vezes, estas ligações são indevidas e podem representar um golpe.</p>
<p>Aconteceu comigo no final de abril. E olha que eu uso Vivo Speedy, não Oi Velox, já que moro em São Paulo (SP), o que sugere que estas ligações podem estar acontecendo com muito mais frequência do que se pensa. O meu diálogo foi mais ou menos assim:</p>
<p><em>- Bom dia! Eu gostaria de falar com o senhor Emerson [meu nome completo].</em></p>
<p><em>- É ele.</em></p>
<p><em>- Senhor Emerson, eu represento o provedor Terra e estou ligando para ativar a sua assinatura do Speedy.</em></p>
<p><em>- Como assim?</em></p>
<p><em>- O senhor precisa ativar a sua assinatura, senão o seu acesso à internet será bloqueado em breve. </em></p>
<p><em>- Mas, olha, eu uso Speedy há 8 anos e já tenho conta em outro provedor e…</em></p>
<p><em>- Sim, mas esta senha é temporária e vai ser cancelada em breve. O senhor precisa ativar a senha definitiva agora!</em></p>
<p><em>- Peraí! Como é provisória se eu a tenho há 8 anos? Eu sou assin…</em></p>
<p><em>- É provisória! A sua assinatura do Speedy vai ser cancelada a qualquer momento!</em></p>
<p><em>- Mas…</em></p>
<p>E aí a ligação caiu. Instantes depois, liguei para a Vivo só para ter certeza de que não havia nada de errado com a minha assinatura. Como, de fato, não havia, passei a pesquisar pelo problema na internet e fiquei surpreso ao descobrir que estas ligações são bastante frequentes (o <a href="http://www.reclameaqui.com.br">Reclame Aqui</a> está cheio delas).</p>
<p>Pelo o que pude constatar, estes telefonemas acontecem, na maioria absoluta das vezes, em nome dos provedores UOL e Terra. O telefonista também pode se passar por funcionário da Oi ou de outra operadora, mas o objetivo é sempre o de conseguir assinatura para algum provedor.</p>
<p>Outra característica que chamou a minha atenção é que, não raramente, a pessoa que liga utiliza táticas de constrangimento durante a conversa: aumenta o tom de voz, demonstra impaciência (como se você estivesse a incomodando e não o contrário), tenta impedir o consumidor de falar e assim por diante. Foi exatamente isso o que aconteceu comigo – a maneira estúpida como a telefonista falava foi o que mais me surpreendeu.</p>
<p>O que foi incomum na minha ligação é que eu sou um assinante “velho”. Por padrão, o alvo são clientes novos, já que é muito mais fácil persuadí-los: se a pessoa assina um plano de acesso à internet e minutos ou horas depois recebe uma ligação a respeito desta assinatura, é de se presumir que, de fato, o contato está sendo feito pela operadora.</p>
<p>O processo que o Ministério Público Federal abriu contra a Oi visa lidar justamente com este aspecto. Informações sigilosas de assinantes novos estariam “vazando” da empresa logo após o estabelecimento dos contratos e parando nas mãos dos representantes dos provedores, resultando nas inconvenientes ligações.</p>
<p>A dor de cabeça é quase certa se o cliente acreditar nestes telefonemas. Além do valor cobrado, a pessoa poderá também ter que lidar com dificuldades para cancelar a assinatura, sem contar alguns problemas “extras”: soube de consumidores que se depararam com cobranças de serviços adicionais, como antivírus mensal e disco virtual, sem sequer saber da existência deles. É mole?</p>
<h2>Como se prevenir</h2>
<p>Em ofício encaminhado ao Ministério Público, a Oi alegou que está sendo “vítima” de um esquema de venda de dados dos clientes e que está tomando providências para resolver a situação. Mas é bom não contar muito com isso, até porque o problema também pode atingir clientes de outras operadoras, como foi o meu caso. Assim, é melhor tomar alguns cuidados:</p>
<p>- Ao receber ligações do tipo, jamais passe informações de sua conta bancária ou de seu cartão de crédito, mesmo sob o argumento de que determinado serviço é gratuito e que os dados servem apenas para fins cadastrais;</p>
<p>- Não se deixe levar pelo tom de urgência da ligação. Desligue o quanto antes e, se tiver dúvidas, entre em contato com o serviço de atendimento da operadora;</p>
<p>- Se você já for assinante, pode receber uma proposta de ter a velocidade do seu plano aumentada. Desconfie, especialmente se disserem que você deve se tornar cliente de determinado provedor para usufruir da oferta.  Novamente, vale a dica de entrar em contato com a companhia telefônica para tirar dúvidas;</p>
<p>- Lembre-se de que há opções gratuitas de provedores para fins de autenticação. Os provedores pagos oferecem serviços adicionais, como e-mail e conteúdo fechado, mas você não é obrigatório a contratá-los;</p>
<p>- Se você realizou alguma assinatura por causa de ligações do tipo, você pode cancelá-las. Se tiver dificuldades para isso, não hesite em procurar o PROCON. O mesmo vale se você tiver recebido cobranças sem ter feito contratação.</p>
<p>Não se esqueça também de orientar pessoas que vivem com você (pai, mãe, filho, esposa, marido, etc.) sobre a importância de ter cuidado com estas ligações e não passar informações sigilosas por telefone. Diante da dificuldade que temos para resolver estes problemas no Brasil, a prevenção continua sendo o melhor remédio.</p>
<p><em>Emerson Alecrim</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Dica: saiba rapidamente quão segura é a sua senha</title>
		<link>http://www.infowester.com/blog/dica-saiba-rapidamente-quao-segura-e-a-sua-senha/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 15:16:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Alecrim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto não houver uma solução que seja ao mesmo tempo eficiente e viável, continuaremos utilizando senhas para acessar e-mails, contas bancárias, computadores pessoais e assim por diante. O problema é que a senha deve ser bem definida, do contrário, você estará diante de um sério problema da segurança. Mas como ter certeza de que a <a class="leiamais" href="http://www.infowester.com/blog/dica-saiba-rapidamente-quao-segura-e-a-sua-senha/">leia mais...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto não houver uma solução que seja ao mesmo tempo eficiente e viável, continuaremos utilizando senhas para acessar e-mails, contas bancárias, computadores pessoais e assim por diante. O problema é que a senha deve ser bem definida, do contrário, você estará diante de um sério problema da segurança. Mas como ter certeza de que a combinação escolhida é segura?</p>
<p>Ao criar uma conta no Google ou no Twitter, por exemplo, você verá que o próprio site indicará se a sua senha é fraca, mediana ou forte. Mas não é todo serviço que oferece este recurso. Felizmente, há ferramentas que facilitam esta verificação e uma delas é o site <a href="http://howsecureismypassword.net/"><strong>How Secure Is My Password?</strong></a> (<em>Quão segura é a minha senha?</em>). Sim, o site está em inglês, mas até quem não domina o idioma consegue utilizá-lo tranquilamente.</p>
<p><img title="How Secure Is My Password?" alt="How Secure Is My Password?" src="http://i1.wp.com/www.infowester.com/blog/blog_imagens/secure_password.jpg" data-recalc-dims="1" /></p>
<p>Ao digitar a combinação que você deseja usar, o site ficará vermelho se entender que a senha é fraca, amarelo se considerá-la mediana e verde se entendê-la como fortemente segura. Além disso, o serviço dá uma estimativa de quanto tempo será necessário para que uma PC consiga descobrir a combinação definida (a partir de alguma ferramenta de força bruta, possivelmente).</p>
<p>O <em>How Secure Is My Password?</em> também dá dicas para que você possa aumentar a segurança da sua senha. Se você utilizar uma combinação misturando números e letras maiúsculas, por exemplo, o site sugerirá a inclusão de algum símbolo especial (@, &amp;, #, entre outros).</p>
<p>Estes aspectos podem parecer uma chateação, mas são realmente importantes. Ao utilizar pelo menos 8 caracteres, incluir números, símbolos e letras maiúsculas, evitar o uso de palavras completas ou de sequências (<em>123456</em> ou <em>abcdef</em>, por exemplo), você diminuirá enormemente as chances de a sua combinação ser descoberta.</p>
<p>Você pode saber mais <a href="http://www.infowester.com/senhas.php">criação de senhas seguras aqui</a> no InfoWester.</p>
<p><strong>Update:</strong> ao pesquisar sobre o site, não encontrei nada de desabonador a seu respeito. De qualquer forma, você pode testar uma combinação parecida, caso tema que a sequência que você tem originalmente em mente possa ser capturada ou utilizada indevidamente de alguma forma.</p>
<p><em>Emerson Alecrim</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Microsoft confirma: o Windows 8 vai ser “reformado”</title>
		<link>http://www.infowester.com/blog/microsoft-confirma-o-windows-8-vai-ser-reformado/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 18:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Alecrim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Não se trata, necessariamente, de um fracasso, mas não há como negar que o mercado esperava muito mais do Windows 8. A tentativa de criar uma plataforma capaz de atender tanto PCs quanto tablets parece, no final das contas, ter tido o efeito contrário: a proposta não fez diferença para nenhum dos lados. Sabendo que <a class="leiamais" href="http://www.infowester.com/blog/microsoft-confirma-o-windows-8-vai-ser-reformado/">leia mais...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Não se trata, necessariamente, de um fracasso, mas não há como negar que o mercado esperava muito mais do Windows 8. A tentativa de criar uma plataforma capaz de atender tanto PCs quanto tablets parece, no final das contas, ter tido o efeito contrário: a proposta não fez diferença para nenhum dos lados. Sabendo que o estrago se torna maior à medida que o tempo passa, a Microsoft decidiu agir e trabalhar em uma atualização: vem aí o <strong>Windows Blue</strong>, um pacote de &#8220;reformas&#8221; do Windows 8.</p>
<p><img title="Laptops com Windows 8" alt="Laptops com Windows 8" src="http://i2.wp.com/www.infowester.com/noticias/wp-images/pcs_win_8.jpg" /></p>
<p>O Windows 8 funciona como se tivesse dois ambientes distintos: o clássico, com Área de Trabalho, e o novo, com um design baseado em linhas e quadrados que se mostra bastante apropriado para dispositivos móveis. Para muitos usuários, o problema está justamente neste ponto: esteja o usuário utilizando um PC ou um tablet, invariavelmente será necessário alternar entre os dois modos, o que equivale a ter uma experiência de tablet no PC e uma experiência de PC no tablet.</p>
<p>O primeiro alerta de que o Windows 8 não convenceria a contento veio da hesitação dos fabricantes de PCs. Muitos inclusive culpam o sistema pela queda na venda de seus equipamentos. Mas o problema ficou evidente mesmo no que diz respeito à adoção em massa da plataforma: muitos usuários do Windows 7 não se sentiram suficientes motivados a mudar para o Windows 8.</p>
<p>Os números deixam este cenário claro: desde outubro de 2012, quando o Windows 8 chegou ao mercado, pouco mais de 100 milhões de licenças do sistema foram vendidas. Pode parecer muito, mas é necessário levar em conta que, em janeiro de 2013, esta quantidade era de 60 milhões de licenças, ou seja, desta época para cá, o número de cópias aumentou apenas em 40 milhões.</p>
<p>O Windows Blue – ou Windows 8.1 –  deverá ser disponibilizado no final de 2013, mas ainda não se sabe quais serão as suas mudanças. Uma das apostas está no retorno do “Menu Iniciar” -  a sua ausência é uma das características mais criticadas no Windows 8. De acordo com a Microsoft, detalhes serão mostrados na conferência para desenvolvedores <a href="http://www.buildwindows.com/">BUILD</a>, que acontecerá entre os dias 26 e 28 <del>deste mês</del> de junho, em San Francisco, Estados Unidos.</p>
<p>O que é praticamente certo é que a Microsoft manterá o foco em dispositivos com <a href="http://www.infowester.com/lcd_plasma_oled.php#toque">tela sensível ao toque</a>. De fato, neste segmento, a experiência de uso do Windows 8 se mostrou melhor. O problema é que o volume de vendas de equipamentos do tipo é baixo, principalmente por causa do preço.</p>
<p>Se a oferta de laptops com tela sensível ao toque fosse maior e com valores convidativos, o Windows 8 poderia até mesmo ter sido o símbolo de uma nova tendência no mercado. Mas, neste ponto, a Microsoft depende também do interesse dos fabricantes. Quem sabe, o Windows Blue consiga facilitar um acordo entre ambos os lados.</p>
<p>Referências: <a href="http://www.blogmicrosoftbrasil.com.br/windows-8-aos-seis-meses-uma-sessao-de-perguntas-e-respostas-com-tami-reller">Blog da Microsoft Brasil</a>, <a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424127887323826804578468823595533416.html">WSJ.com</a>.</p>
<p><em>Emerson Alecrim</em></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogInfowester/~4/N4ci8-MUIwg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>BlackBerry Z10 oficialmente no mercado brasileiro</title>
		<link>http://www.infowester.com/blog/blackberry-z10-oficialmente-no-mercado-brasileiro/</link>
		<comments>http://www.infowester.com/blog/blackberry-z10-oficialmente-no-mercado-brasileiro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 May 2013 22:01:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Alecrim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A BlackBerry (ex-RIM) prometeu disponibilizar o seu smartphone mais ousado no Brasil ainda neste semestre e assim o fez: o BlackBerry Z10 foi lançado oficialmente nesta terça-feira (07/05/2013) no mercado brasileiro, podendo ser encontrado nas lojas das operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo nos próximos dias. BlackBerry Z10 Não é novidade para ninguém que a <a class="leiamais" href="http://www.infowester.com/blog/blackberry-z10-oficialmente-no-mercado-brasileiro/">leia mais...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A BlackBerry (<a href="http://www.infowester.com/noticias/rim-lanca-blackberry-10-e-anuncia-mudanca-de-nome/">ex-RIM</a>) prometeu disponibilizar o seu smartphone mais ousado no Brasil ainda neste semestre e assim o fez: o <strong>BlackBerry Z10</strong> foi lançado oficialmente nesta terça-feira (07/05/2013) no mercado brasileiro, podendo ser encontrado nas lojas das operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo nos próximos dias.</p>
<p><img title="BlackBerry Z10" alt="BlackBerry Z10" src="http://i2.wp.com/www.infowester.com/blog/blog_imagens/z10_1.jpg" data-recalc-dims="1" /></p>
<p><small>BlackBerry Z10</small></p>
<p>Não é novidade para ninguém que a BlackBerry viu seu castelo desmoronar diante do avanço agressivo do iPhone e do Android. Mas, em vez de jogar a toalha e adotar outro sistema &#8211; tal como a parceria entre Nokia e Microsoft -, a companhia tratou de reformular a sua plataforma – resultando no BlackBerry 10 (BB10) – e desenvolver um aparelho mais condizente com os anseios atuais do mercado. E não dá para negar: o BlackBerry 10 é um excelente smartphone!</p>
<p>O dispositivo conta com recursos como tela de 4,2 polegadas e resolução de 1280×768 pixels, processador dual core de 1,5 GHz, 2 GB de memória RAM, 16 GB para armazenamento de dados, slot para cartões microSD de até 64 GB, bateria de 1.800 mAh, porta microHDMI, GPS, <a href="http://www.infowester.com/nfc.php">NFC</a>, Bluetooth e Wi-Fi.</p>
<p>Mas não é apenas a configuração do Z10 que convence: a fluidez do BB10 e os recursos de usabilidade agradam bastante. O teclado virtual é o exemplo mais notório. Observe a imagem abaixo:</p>
<p><img title="Sugestão de palavras no teclado virtual do Z10" alt="Sugestão de palavras no teclado virtual do Z10" src="http://i2.wp.com/www.infowester.com/blog/blog_imagens/z10_2.jpg" data-recalc-dims="1" /></p>
<p><small>Sugestão de palavras no teclado virtual do Z10</small></p>
<p>Reparou nas palavras posicionadas acima de algumas letras? Pois bem, à medida que o usuário digita, o sistema “aprende” a reconhecer as palavras e sentenças mais usadas e as sugere acima de uma letra associada. Se a palavra sugerida for, de fato, aquela que a pessoa deseja inserir no texto, basta movimentar o dedo na tela para “deslizá-la” para cima.</p>
<p>O sistema também consegue aprender com os erros de digitação do usuário: se você tem dedos grandes e, por isso, costuma pressionar a tecla ‘D’ no lugar do ‘S’, por exemplo, a correção logo passará a ser feita automaticamente. E tem mais: o teclado é capaz de trabalhar com até três idiomas simultaneamente, sem que o usuário tenha que configurá-lo para utilizar um ou  outro – o próprio aparelho reconhece a língua analisando as palavras digitadas.</p>
<p>A BlackBerry sempre foi muito forte no segmento corporativo e quer continuar sendo: também merece menção a configuração que permite a criação de dois “ambientes” no aparelho, um para atividades pessoais e outro para uso profissional, com aplicativos e até fundo de tela distintos. É possível utilizar esta funcionalidade de várias maneiras – uma empresa pode até mesmo impedir que dados do modo corporativo sejam transferidos para o modo pessoal.</p>
<p><img title="BlackBerry Z10 na cor branca" alt="BlackBerry Z10 na cor branca" src="http://i2.wp.com/www.infowester.com/blog/blog_imagens/z10_3.jpg" data-recalc-dims="1" /></p>
<p><small>BlackBerry Z10 na cor branca</small></p>
<p>A câmera também não faz feio: com 8 megapixels, é capaz de gravar vídeos a 1080p e pode, entre vários outros recursos, fazer sequências rápidas de imagens para evitar aquelas tão comuns situações onde uma pessoa sai como os olhos fechados na foto. A parte frontal, por sua vez, conta com câmera de 2 megapixels.</p>
<p>O aparelho está entre os poucos smartphones compatíveis com as <a href="http://www.infowester.com/3g4g.php">redes 4G</a> já existentes no Brasil, mas há uma ressalva: por causa das diferenças de frequências, um modelo Z10 adquirido nos Estados Unidos, por exemplo, não funcionará com os atuais serviços brasileiros de 4G. Sendo assim, é recomendável verificar as especificações do dispositivo antes de trazê-lo do exterior para o uso no país.</p>
<p>Mas este é só um detalhe. O problema mesmo, pra variar, fica por conta do preço. Eu tinha expectativas de encontrar o BlackBerry Z10 à venda no Brasil por não mais que 2 mil reais, mas o seu preço sugerido é de 2.449 reais, podendo, eventualmente, ser encontrado mais barato no plano de alguma operadora. Assim fica difícil fazer frente ao iPhone 5 ou ao recém-lançado Galaxy S 4…</p>
<p>Outras imagens do BlackBerry Z10 no slideshow abaixo (se não conseguir visualizá-las, <a href="http://www.flickr.com/photos/ealecrim/sets/72157633444228998/">veja-as aqui</a>):</p>
<p><object width="620" height="465" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true?=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fealecrim%2Fsets%2F72157633444228998%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fealecrim%2Fsets%2F72157633444228998%2F&amp;set_id=72157633444228998&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=124984" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="620" height="465" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=124984" flashvars="offsite=true?=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fealecrim%2Fsets%2F72157633444228998%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fealecrim%2Fsets%2F72157633444228998%2F&amp;set_id=72157633444228998&amp;jump_to=" allowFullScreen="true" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><em>Emerson Alecrim</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O primeiro capítulo das redes 4G no Brasil</title>
		<link>http://www.infowester.com/blog/o-primeiro-capitulo-das-redes-4g-no-brasil/</link>
		<comments>http://www.infowester.com/blog/o-primeiro-capitulo-das-redes-4g-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 May 2013 16:51:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Alecrim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 30 de abril de 2013, o Brasil passou a fazer parte, definitivamente, da lista de países que oferecem 4G (LTE) para a sua população. Mas, na prática, isso não quer dizer muita coisa: as operadoras deixaram para disponibilizar estas redes praticamente no final do prazo limite estabelecido e indo apenas um pouco além <a class="leiamais" href="http://www.infowester.com/blog/o-primeiro-capitulo-das-redes-4g-no-brasil/">leia mais...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img style="float: right; display: inline;" title="4G LTE" alt="4G LTE" src="http://i0.wp.com/www.infowester.com/img_art/lte.jpg" align="right" data-recalc-dims="1" />No dia 30 de abril de 2013, o Brasil passou a fazer parte, definitivamente, da lista de países que oferecem <a href="http://www.infowester.com/3g4g.php"><strong>4G (LTE)</strong></a> para a sua população. Mas, na prática, isso não quer dizer muita coisa: as operadoras deixaram para disponibilizar estas redes praticamente no final do prazo limite estabelecido e indo apenas um pouco além das localidades obrigatórias determinadas pelo governo. E, como era de se esperar, fatores como preço elevado e limitação de velocidade também estão presentes.</p>
<h2>Localidades</h2>
<p>As operadores começaram a oferecer serviços 4G em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Recife (PE), Fortaleza (CE), Salvador (BA) e Rio de Janeiro (RJ). Isso porque estas cidades são as sedes da Copa das Confederações e, portanto, tinham que obrigatoriamente contar com cobertura 4G em pelo menos 50% de seu território até 30 de abril.</p>
<p>Por iniciativa das operadoras, outras cidades também tiveram cobertura 4G iniciada. A Vivo, por exemplo, começou a oferecer o serviço também em São Paulo (SP); a Claro, em Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS). Mesmo assim, não há como não presumir que, se não fossem pelas exigência da FIFA, demoraríamos muito mais para encontrar algum sinal 4G em terras tupiniquins.</p>
<h2>Velocidades</h2>
<p>Teoricamente, a tecnologia LTE pode permitir download com velocidade de até 300 Mb/s (<a href="http://www.infowester.com/bit.php">megabits por segundo</a>) e upload de 75 Mb/s. Mas, por uma série de motivos, estas taxas são muito mais baixas nos países que já contam com 4G, mas significativas mesmo assim – nos Estados Unidos, por exemplo, a média de download é de 22,1 Mb/s.</p>
<p>No Brasil, no entanto, conseguir passar de 5 Mb/s vai ser sorte. As operadoras não se comprometeram com velocidades maiores – pelo menos inicialmente – porque se apegaram ao mínimo exigido pelo governo. A verdade é que as redes 4G brasileiras começaram a funcionar, mas ainda estão bastante “cruas”. Dependemos não só da boa vontade das companhias de telecomunicações, como também do empenho do governo em diversos aspectos, como na questão da chamada “<a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/lei-de-antenas-deve-ser-votada-em-comissao-em-ate-20-dias-bernardo-8197814">Lei das Antenas</a>”.</p>
<h2>Preços e franquias</h2>
<p>Por padrão, serviços móveis são caros no Brasil. Acreditar que o mesmo não aconteceria em relação às redes 4G é sonhar alto por demais. Se ao menos as franquias, isto é, os limites de download fossem maiores… Eis um resumo com os planos básicos de cada operadora (sem considerar preços de modem, quando for o caso):</p>
<h3>Claro</h3>
<ul>
<li>Franquia de 2 GB por mês para smartphones: 79,90 reais;</li>
<li>Franquia de 5 GB por mês para smartphones: 99,90 reais;</li>
<li>Franquia de 5 GB por mês para modem e tablet: 119,90 reais;</li>
<li>Franquia de 10 GB por mês para modem e tablet: 199,90 reais.</li>
</ul>
<h3>Oi</h3>
<ul>
<li>Franquia de 5 GB por mês para smartphones: 98 reais;</li>
<li>Franquia de 10 GB por mês para modem e tablet: 188 reais ou 125 reais para clientes de determinados planos.</li>
</ul>
<h3>TIM</h3>
<ul>
<li>Franquia de 300 MB por mês para smartphones: 21,90 reais;</li>
<li>Franquia de 600 MB por mês para smartphones: 34,90 reais;</li>
<li>Franquia de 3 GB por mês para modem e tablet: 61 reais;</li>
<li>Franquia de 10 GB por mês para modem e tablet: 101 reais.</li>
</ul>
<h3>Vivo</h3>
<ul>
<li>Franquia de  5 GB por mês para modem e tablet: 99,90 reais;</li>
<li>Franquia de  10 GB por mês para modem e tablet: 129,90 reais;</li>
<li>Franquia de  20 GB por mês para modem e tablet: 159,90 reais;</li>
<li>Franquia de  10 GB por mês para residências: 99,90 reais;</li>
<li>Franquia de  20 GB por mês para residências: 129,90 reais;</li>
<li>Franquia de  40 GB por mês para residências: 159,90 reais.</li>
</ul>
<p>No caso de smartphones, a Vivo disponibiliza franquias de 2 GB, 4 GB e 6 GB em conjunto com pacotes de minutos cujos preços variam conforme a cidade. Em São Paulo, por exemplo, o plano mais barato oferece 60 minutos de ligações mais 2 GB de 4G pelo valor mensal de 149 reais.</p>
<h3>* * *</h3>
<p>A Vivo realizou um evento em São Paulo (SP) para o lançamento de seus planos 4G. Nele, estiveram presentes várias autoridades, entre elas, Paulo Bernardo, ministro das Comunicações, que reconheceu que a infraestrutura do Brasil precisa melhorar não só no que diz respeito ao 4G, mas também ao 3G.</p>
<p>Em relação a este aspecto, quanto questionado se teremos com o 4G os mesmos problemas que enfrentamos com serviços 3G, o ministro respondeu que a fiscalização agora é maior: “houve descuido, talvez das autoridades, mas com certeza das empresas”; “estamos cobrando e batendo duro nas empresas, não vamos afrouxar”.</p>
<p><img title="Paulo Bernardo, ministro das Comunicações" alt="Paulo Bernardo, ministro das Comunicações" src="http://i0.wp.com/www.infowester.com/blog/blog_imagens/ministro_com.jpg" data-recalc-dims="1" /></p>
<p><small>Paulo Bernardo, ministro das Comunicações</small></p>
<p>O fato é que há uma série de problemas a serem superados. Além da questão das antenas – a quantidade atual delas limita consideravelmente as possibilidades de expansão –, temos, por exemplo, a questão da frequência: o Brasil utiliza a faixa de 2,5 GHz, que é menos abrangente e mais limitada em termos de compatibilidade com aparelhos; a frequência de 700 MHz, a mais adequada para este tipo de serviço, ainda está na fase de consulta pública, o que significa que sua implementação demorará um bocado.</p>
<p>Em resumo, resta  torcer &#8211; e cobrar &#8211; para que os próximos capítulos desta história toda sejam mais interessantes.</p>
<p><em>Emerson Alecrim</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Presença dos pais espantando adolescentes do Facebook?</title>
		<link>http://www.infowester.com/blog/presenca-dos-pais-espantando-adolescentes-do-facebook/</link>
		<comments>http://www.infowester.com/blog/presenca-dos-pais-espantando-adolescentes-do-facebook/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 18:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Alecrim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos dias, um infográfico elaborado pela empresa de marketing digital Right Mix Marketing tem chamado a atenção de profissionais e entusiastas das redes sociais por destacar um “fenômeno” peculiar: o número de adolescentes utilizando o Facebook tem caído nos últimos meses. O principal motivo? A presença cada vez maior dos país no serviço. Um <a class="leiamais" href="http://www.infowester.com/blog/presenca-dos-pais-espantando-adolescentes-do-facebook/">leia mais...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img style="float: right; display: inline;" title="" alt="Unlike - Imagem ilustrativa" src="http://i0.wp.com/www.infowester.com/blog/blog_imagens/unlike.jpg" align="right" data-recalc-dims="1" />Nos últimos dias, um <a href="http://www.rightmixmarketing.com/facebook-tips-tools/teenagers-facebook-infographic/">infográfico elaborado pela empresa de marketing digital Right Mix Marketing</a> tem chamado a atenção de profissionais e entusiastas das redes sociais por destacar um “fenômeno” peculiar: o número de adolescentes utilizando o <strong>Facebook</strong> tem caído nos últimos meses. O principal motivo? A presença cada vez maior dos país no serviço.</p>
<p>Um estudo recente divulgado pela empresa <a href="http://www.piperjaffray.com/">Piper Jaffray</a> reflete este cenário. A companhia entrevistou 5.200 adolescentes na América do Norte, com 33% deles indicando que o Facebook ainda é a sua rede social preferida. Seria uma resultado bastante favorável se não fosse um detalhe: apesar de o serviço permanecer na liderança, uma pesquisa similar realizada no segundo semestre de 2012 dava esta proporção como sendo de 42%.</p>
<p>Não é possível fazer afirmações sem um estudo cuidadoso do assunto, mas é de se presumir que a maioria dos país não começa a participar do Facebook meramente para vigiar os filhos. O que acontece é que, naturalmente, os principais contatos no serviço tendem a ser seus entes mais próximos e, como não poderia deixar de ser, há uma atenção especial direcionada aos filhos.</p>
<p>Mas, para muitos jovens, a presença dos país em suas atividades on-line registradas por “likes”, comentários ou marcações em fotos muitas vezes é tida como invasão de privacidade ou até mesmo como situações constrangedoras, remetendo ao não raro comportamento dos adolescentes que se incomodam, por exemplo, de comparecer à escola acompanhado de sua mãe ou de seu pai.</p>
<p>Se por um lado o interesse pelo Facebook cai, por outro, serviços mais recentes passam a obter mais atenção deste público, o que pode indicar não apenas a busca por uma rede social alternativa, mas também – ou principalmente – a disposição dos jovens de experimentar ferramentas novas e mais alinhadas aos seus interesses. É o que vem acontecendo com serviços como <a href="http://kik.com/">Kik Messenger</a>, <a href="http://www.whatsapp.com/?l=pt_br">WhatsApp</a> e <a href="http://www.snapchat.com/">SnapChat</a>, que se diferenciam enormemente do <a href="http://www.skype.com">Skype</a> ou do <a href="http://www.google.com/talk/">Google Talk</a>, por exemplo, por se basearem desde o princípio nos dispositivos móveis (e qual é o adolescente de hoje que não tem/quer um celular?).</p>
<p>É claro que isso não quer dizer que os pais devem abandonar o Facebook, aderir imediatamente a qualquer novidade no que se refere às redes sociais ou mesmo deixar de acompanhar as atividades de seus filhos. Como tudo na vida, talvez o mais plausível seja o esforço de evitar excessos &#8211; muitas vezes, uma boa conversa é suficiente para detectar problemas em relação a este aspecto.</p>
<p>A internet parece ter uma afeição muito grande por mudanças rápidas. Lembre-se que, outrora, era o <a href="http://www.myspace.com">MySpace</a> que dominava os interesses do público on-line, especialmente dos mais novos, com o <a href="http://www.orkut.com">orkut</a> ocupando este posto no Brasil. Assim, talvez estejamos apenas presenciando o rumo natural das coisas. Se o Facebook está perdendo usuários, que Mark Zuckerberg e sua turma se preocupem com isso.</p>
<p>Referências: <a href="http://techcrunch.com/2013/04/10/facebook-still-reigns-supreme-with-teens-but-social-media-interest-dwindling/">TechCrunch</a>, <a href="http://news.cnet.com/8301-17852_3-57578858-71/teens-facebooks-becoming-more-meh/">CNET News</a>.</p>
<p><em>Emerson Alecrim</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>A nova fase do Office 365 para empresas agora no Brasil</title>
		<link>http://www.infowester.com/blog/a-nova-fase-do-office-365-para-empresas-agora-no-brasil/</link>
		<comments>http://www.infowester.com/blog/a-nova-fase-do-office-365-para-empresas-agora-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 14:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Alecrim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.infowester.com/blog/?p=2537</guid>
		<description><![CDATA[No final de janeiro deste ano, a Microsoft lançou o Office 365 e o Office 2013 no Brasil. Agora, a companhia está realizando mais um lançamento relacionado ao produto: a nova geração do Office 365 para o segmento corporativo começou a ser comercializada oficialmente nesta quarta-feira (17/04/2013) no país. Para entender melhor as dimensões desde <a class="leiamais" href="http://www.infowester.com/blog/a-nova-fase-do-office-365-para-empresas-agora-no-brasil/">leia mais...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No final de janeiro deste ano, a <a href="http://www.infowester.com/blog/o-novo-microsoft-office-ja-esta-entre-nos/">Microsoft lançou o Office 365 e o Office 2013 no Brasil</a>. Agora, a companhia está realizando mais um lançamento relacionado ao produto: a nova geração do <strong>Office 365 para o segmento corporativo</strong> começou a ser comercializada oficialmente nesta quarta-feira (17/04/2013) no país.</p>
<p><img title="Office 365" alt="Office 365" src="http://i1.wp.com/www.infowester.com/blog/blog_imagens/office_365.jpg" data-recalc-dims="1" /></p>
<p>Para entender melhor as dimensões desde lançamento, eu conversei com Eduardo Campos, gerente geral de Office da Microsoft Brasil. Neste bate-papo, uma coisa ficou clara desde o início: nesta nova fase, o Office evoluiu definitivamente de um renomado pacote de escritório para um conjunto bastante abrangente de serviços.</p>
<p>Softwares como Word, Excel e PowerPoint continuam lá, é claro, só que acompanhados de uma série de ferramentas voltadas não só para geração e controle de documentos, como também para comunicação, produtividade e colaboração. Os destaques ficam por conta dos seguintes recursos:</p>
<ul>
<li><strong>Exchange:</strong> reúne serviço de e-mail, calendários compartilhados, lista de contatos, controle de tarefas, etc;</li>
<li><strong>SharePoint:</strong> oferece gerenciamento e compartilhamento de documentos, possibilita a criação de sites internos, entre outros;</li>
<li><strong>Lync:</strong> disponibiliza ferramentas para comunicação, como mensagens instantâneas internas e videoconferência.</li>
</ul>
<p>No que diz respeito ao Office em si, estão presentes todas as ferramentas que já conhecemos, como Word, Excel, PowerPoint, Outlook e Access, além do <a href="http://office.microsoft.com/pt-br/web-apps/">Web Office Apps</a>, que concentra versões totalmente on-line (desenvolvidas em <a href="http://www.infowester.com/introhtml5.php">HTML5</a>) de alguns destes softwares.</p>
<p>Como tudo é baseado nas nuvens e segue um modelo de assinatura mensal ou anual, a complexidade de implementação do Office 365 é bastante reduzida, assim como o tempo necessário para esta tarefa. Eduardo Campos me disse que este é um dos fatores pelos quais o pacote é bastante utilizado por pequenas empresas. Muitas delas inclusive usam espaços de coworking (em poucas palavras, escritórios compartilhados) e, portanto, precisam da flexibilidade que apenas ambientes virtuais podem oferecer.</p>
<p>Mas o objetivo da Microsoft é o de atender companhias de todos os tamanhos, inclusive as gigantes. Para isso, a empresa criou três planos corporativos para o Office 365. São eles:</p>
<ul>
<li><strong>Office 365 Small Business Premium:</strong> este é, por assim dizer, o plano de entrada, já que é destinado a empresas com até 10 usuários. Este pacote oferece todos os recursos mencionados anteriormente, não exigindo um administrador de <a href="http://www.infowester.com/ti.php">TI</a> para a sua implementação ou mesmo uma infraestrutura própria (servidores, roteadores, etc) por parte do cliente. Seu preço padrão é de 15 dólares mensais ou 149 dólares anuais por usuário, sem considerar impostos;</li>
<li><strong>Office 365 Midsize Business:</strong> esta é a opção intermediária e que, segundo Eduardo Campos, deverá ser o carro-chefe do Office 365, pois é direcionado a empresas com 11 a 250 usuários, o que é o caso da maioria dos potenciais clientes. Aqui estão presentes todos os recursos do plano anterior mais diferenciais importantes, como suporte técnico avançado, console administrativo (via navegador) abrangente e Active Directory. Seu preço é de 180 dólares anuais (sem considerar impostos) por usuário, não havendo opção de assinatura mensal;</li>
<li><strong>Office 365 Enterprise:</strong> este é o plano mais completo e que suporta mais de 250 usuários, sendo, como é de se presumir, destinado a grandes empresas. Esta opção engloba todos os recursos do plano Midsize Business, mas é complementada como recursos ainda mais avançados, como voicemail, Data Loss Prevention (sistema de proteção de dados), suporte técnico completo, gestão de direitos digitais, entre outros. O valor básico de sua assinatura, sem os impostos, é de 240 dólares anuais por usuário, mas há a possibilidade de o valor cair, dependendo do número de contas.</li>
</ul>
<p><img title="Office 365 - planos corporativos" alt="Office 365 - planos corporativos" src="http://i2.wp.com/www.infowester.com/blog/blog_imagens/office_365_planos.png" data-recalc-dims="1" /></p>
<p>É válido frisar que, em todos os planos, cada usuário pode utilizar o Office 365 em até cinco computadores (PCs ou Macs) diferentes, além de ter a opção de acessar a versão Web das ferramentas a partir de outros dispositivos.</p>
<p>Para as empresas que assim desejarem, também é possível contar com o tradicional esquema de adquirir uma licença permanente e instalar o software no computador – no caso, o Office 2013. Mas o modelo de assinatura tende a se mostrar mais vantajoso para boa parte dos casos, graças ao pacote de serviços atrelados ao Office 365 e à flexibilidade que um ambiente <a href="http://www.infowester.com/cloudcomputing.php">nas nuvens</a> oferece (acesso de qualquer lugar, colaboração com equipes remotas, backup automático e assim por diante).</p>
<p>Porém, enquanto acompanhava as demonstrações dos recursos do Office 365, pensei em um detalhe importante, mas que muitas vezes não recebe a devida atenção: por ser tratar de um serviço baseado nas nuvens, é necessário haver uma relação de confiança muito forte entre cliente e Microsoft, o que me fez questionar sobre como a companhia trata os dados dos usuários, que não raramente são confidenciais.</p>
<p>Eduardo Campos foi enfático: os dados pertencem ao cliente. O Executivo explicou que há um rigoroso controle de acesso para que somente o usuário possa acessar suas informações e complementou dizendo que nenhum funcionário da Microsoft pode obter esses dados inadvertidamente &#8211; os servidores da empresa nem mesmo analisam os arquivos para fins estatísticos, por exemplo. Além disso, Campos frisou que a disponibilidade dos serviços é garantida, havendo, por exemplo, compensações caso algum recurso fique fora do ar por um tempo acima do tolerado.</p>
<p>Ainda é cedo para sabermos se este modelo de assinatura do Office 365 terá a aceitação esperada no Brasil, mas o fato é que software como serviço é uma tendência cada vez mais forte – eu diria até que natural – e focar em fatores como experiência do usuário, desempenho, acessibilidade e disponibilidade é essencial. Neste sentido, a Microsoft vem fazendo um trabalho deveras interessante.</p>
<p>Para obter mais detalhes sobre o Office 365, basta acessar o site <a href="http://www.office365.com.br">www.office365.com.br</a> ou procurar um <a href="http://pinpoint.microsoft.com/pt-br/home">parceiro da Microsoft</a>.</p>
<p><em>Emerson Alecrim</em></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogInfowester/~4/4lEAepox6IA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Aggregga: uma alternativa brasileira ao Google Reader com foco no social</title>
		<link>http://www.infowester.com/blog/aggregga-uma-alternativa-brasileira-ao-google-reader-com-foco-no-social/</link>
		<comments>http://www.infowester.com/blog/aggregga-uma-alternativa-brasileira-ao-google-reader-com-foco-no-social/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 18:46:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Alecrim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.infowester.com/blog/?p=2533</guid>
		<description><![CDATA[Há quem ainda torça para que o Google desista da ideia de acabar com o Google Reader, mas, a esta altura, o melhor mesmo é continuar na árdua tarefa de procurar uma alternativa. Uma delas pode ser o Aggregga, serviço brasileiro que é, ao mesmo tempo, um leitor de feeds RSS e uma rede social. <a class="leiamais" href="http://www.infowester.com/blog/aggregga-uma-alternativa-brasileira-ao-google-reader-com-foco-no-social/">leia mais...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem ainda torça para que o Google desista da ideia de <a href="http://www.infowester.com/noticias/em-nova-limpeza-google-decide-descontinuar-o-google-reader/">acabar com o Google Reader</a>, mas, a esta altura, o melhor mesmo é continuar na árdua tarefa de procurar uma alternativa. Uma delas pode ser o <a href="http://aggregga.com/"><strong>Aggregga</strong></a>, serviço brasileiro que é, ao mesmo tempo, um leitor de <a href="http://www.infowester.com/rss.php">feeds RSS</a> e uma rede social.</p>
<p>A ideia é simples: ao fazer seu cadastro (é possível inclusive utilizar sua conta do Google+, Twitter ou Facebook para isso), você recebe uma página pública, tal como acontece no Facebook, por exemplo. Este perfil exibirá as últimas novidades dos feeds que você assina, exceto daqueles que você marcar como “particular” – estes estarão visíveis somente para você.</p>
<p><img alt="" src="http://i2.wp.com/www.infowester.com/blog/blog_imagens/aggregga.jpg" data-recalc-dims="1" /></p>
<p><small>Meu perfil de exemplo  no Aggregga &#8211; <a href="http://aggregga.com/ealecrim">aggregga.com/ealecrim</a></small></p>
<p>Tendo uma página no Aggregga, é possível acompanhar as novidades de outros usuários e compartilhar conteúdo com amigos adicionados. É possível realizar esta última tarefa, por exemplo, compartilhando links diretamente nas redes sociais ou cadastrando determinados feeds com status “privado”, de forma que somente sua rede de contatos possa visualizá-los.</p>
<p>A leitura dos feeds é que me pareceu um pouco incômoda. Nos meus testes, o conteúdo foi exibido normalmente, mesmo contando com recursos extras, como galerias de imagens e vídeos. O problema é que, por causa do aspecto social, cada notícia recebe um link exclusivo em seu perfil (<a href="http://aggregga.com/ealecrim/post/133420/microsoft-cria-site-para-que-estudantes-certificados-encontrem-vagas-em-empresas-parceiras">como este</a>), fazendo com que não seja possível pular de uma matéria para a outra rapidamente com o simples rolar da página, como acontece no Google Reader.</p>
<p>De qualquer forma, é válido ressaltar que o Aggregga é um serviço novo, em fase “beta”: sua primeira versão pública foi lançada em março de 2013, apenas poucos dias antes do anúncio da descontinuação do Google Reader, portanto, vários recursos deverão ser melhorados ou acrescentados – até mesmo versões para dispositivos móveis devem vir por aí.</p>
<p>Da minha parte, fica a torcida para que a iniciativa dê certo <img src='http://i2.wp.com/www.infowester.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' data-recalc-dims="1" /> </p>
<p><em>Emerson Alecrim</em></p>
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		<title>Presidente Dilma sanciona isenção de PIS e COFINS para smartphones. Agora vai?</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 15:55:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emerson Alecrim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta segunda-feira (08/04/2013), a presidente Dilma Rousseff assinou o tão esperado decreto (nº 7.981) que estabelece isenção de cobrança de PIS/PASEP e COFINS para smartphones. A ideia, obviamente, é a de fazer com que estes produtos fiquem mais baratos no país e, consequentemente, estejam acessíveis a uma parcela maior da população. Mas será que os <a class="leiamais" href="http://www.infowester.com/blog/presidente-dilma-sanciona-iseno-de-pis-e-cofins-para-smartphones-agora-vai/">leia mais...</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img style="float: right; display: inline;" title="Smartphone - imagem ilustrativa" alt="Smartphone - imagem ilustrativa" src="http://i1.wp.com/www.infowester.com/noticias/wp-images/smartph.jpg" align="right" data-recalc-dims="1" />Nesta segunda-feira (08/04/2013), a presidente Dilma Rousseff assinou o tão esperado decreto (nº 7.981) que estabelece isenção de cobrança de PIS/PASEP e COFINS para smartphones. A ideia, obviamente, é a de fazer com que estes produtos fiquem mais baratos no país e, consequentemente, estejam acessíveis a uma parcela maior da população. Mas será que os preços realmente irão cair?</p>
<p>É importante deixar claro desde já que nem todos os aparelhos serão contemplados com a isenção. O benefício só é válido para smartphones cujo preço máximo não ultrapasse 1.500 reais. Além disso, há várias outras exigências, entre elas, a obrigatoriedade de o aparelho ser fabricado no Brasil, a inclusão de aplicativos de origem nacional e a compatibilidade com <a href="http://www.infowester.com/3g4g.php">redes 3G / 4G</a>.</p>
<p>O governo espera que os preços para os consumidores dos smartphones que atendem a todos os critérios caiam em até 30%, gerando uma redução de aproximadamente 500 milhões de reais por ano aos cofres públicos. Todavia, se a isenção de fato conseguir alavancar as vendas destes aparelhos, este volume adicional deverá ao menos amenizar as perdas.</p>
<p>Mas, do ponto de vista do consumidor, o que preocupa mesmo é a possibilidade de a redução de preços não ser significativa ou simplesmente não ocorrer. Já vimos este filme antes com os tablets: quando este tipo de produto foi beneficiado com isenção de impostos, ninguém encontrou valores consideravelmente mais baratos &#8211; a princípio, não há nada que obrigue os fabricantes a diminuírem preços, mesmo havendo desoneração.</p>
<p>Ciente deste risco, o Ministério das Comunicações informou ter estabelecido um termo de compromisso com a ABINEE (Associação Brasileira de Indústria Elétrica e Eletrônica) e com fabricantes para que a isenção seja integralmente refletida no preço final dos aparelhos beneficiados. Mesmo assim, não há garantias.</p>
<p>O principal objetivo do governo com a desoneração é o de aumentar o acesso à internet no Brasil, tanto que a isenção é válida também para roteadores e modems 3G. Levando este aspecto em conta, talvez conseguiremos mesmo encontrar smartphones mais baratos no país. Mas, por experiência, sabemos que não devemos criar muitas expectativas quanto a isso. É esperar para ver.</p>
<p>Referência: <a href="http://www.mc.gov.br/sala-de-imprensa/todas-as-noticias/institucionais/26679-smartphone-ficara-ate-30-mais-barato">Ministério das Comunicações</a>.</p>
<p><em>Emerson Alecrim</em></p>
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