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	<title>Blog de Cinema</title>
	
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	<description>Blog sobre o mundo do cinema. Filmes, atores, notícias, estreias ...</description>
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		<title>Fox Film do Brasil divulga o segundo trailer de Turbo</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 21:31:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Turbo sonha ser um grande corredor mundial e competir nas 500 milhas de Indianápolis. Sua obsessão por velocidade o transformou em um forte concorrente na comunidade vagarosa e cautelosa dos caracóis. Após um incidente estranho, Turbo adquire velocidade incrível e embarca numa jornada extraordinária para atingir o impossível. Estreia dia 19 de julho.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="450" height="253" src="http://www.youtube.com/embed/TputS-yLoGg?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Turbo sonha ser um grande corredor mundial e competir nas 500 milhas de Indianápolis. Sua obsessão por velocidade o transformou em um forte concorrente na comunidade vagarosa e cautelosa dos caracóis. Após um incidente estranho, Turbo adquire velocidade incrível e embarca numa jornada extraordinária para atingir o impossível.<br />
Estreia dia 19 de julho.</p>
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		<title>O Cavaleiro Solitário:: Infográfico especial</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 21:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira abaixo e anexo infográfico especial em português com muitas informações do filme O Cavaleiro Solitário que estreia em todos os cinema do Brasil no dia 12 de julho.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Confira abaixo e anexo infográfico especial em português com muitas informações do filme O Cavaleiro Solitário que estreia em todos os cinema do Brasil no dia 12 de julho.</p>
<p><a href="http://www.blogdecinema.com/wp-content/uploads/2013/05/LR_Infografico.jpg"><img src="http://www.blogdecinema.com/wp-content/uploads/2013/05/LR_Infografico-450x299.jpg" alt="LR_Vector_IF_7W" width="450" height="299" class="alignleft size-medium wp-image-28502" /></a></p>
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		<title>6 Restaurantes famosos no mundo do cinema</title>
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		<comments>http://www.blogdecinema.com/2013/05/23/6-restaurantes-famosos-no-mundo-do-cinema/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 May 2013 14:03:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estávamos lendo aqui, na redação, a notícia do lançamento do Restauranting, novo portal de restaurantes do Brasil, e começamos uma discussão: Quais são os melhores filmes onde os restaurantes são também protagonistas? O que começou como brincadeira termina virando post, e aqui deixamos nossa lista, esperando que vocês ajudem a ampliá-la: Rick&#8217;s Care Americain: Casablanca, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.blogdecinema.com/wp-content/uploads/2013/05/Selection_135.png" alt="Selection_135" width="255" height="347" class="alignleft size-full wp-image-28499" />Estávamos lendo aqui, na redação, a notícia do lançamento do <a href="http://restauranting.com.br/" title="restauranting" target="_blank">Restauranting</a>, novo portal de restaurantes do Brasil, e começamos uma discussão: <strong>Quais são os melhores filmes onde os restaurantes são também protagonistas?</strong></p>
<p>O que começou como brincadeira termina virando post, e aqui deixamos nossa lista, esperando que vocês ajudem a ampliá-la:</p>
<p><strong>Rick&#8217;s Care Americain</strong>: Casablanca, o famoso restaurante de Rick que, infelizmente, não é real.<br />
<strong>Bagdad Cafe</strong>: Na rota 66, do filme <a href="http://www.imdb.com/title/tt0095801/" title="bagdad cafe">com o mesmo nome</a><br />
<strong>Cicada</strong>: Pretty Woman, inesquecível comendo caracóis neste restaurante.<br />
<strong>Pat &#038; Lorraine’s Coffee Shop</strong>: Do filme Reservoir Dogs em Los Angeles.<br />
<strong>Mulberry Street Bar</strong>: O poderoso chefão III, 9 1/2 Semanas de Amor, Lei &#038; Ordem e muitos outros.<br />
<strong>Nobu</strong>: do filme Notting Hill, em Londres.</p>
<p>E vocês, lembram de algum brasileiro?</p>
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		<title>“Olhe Pra Mim de Novo”, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, chega aos cinemas</title>
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		<comments>http://www.blogdecinema.com/2013/05/21/olhe-pra-mim-de-novo-de-claudia-priscilla-e-kiko-goifman-chega-aos-cinemas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 May 2013 13:54:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Olhe pra mim de Novo” – é um documentário de longa-metragem dirigido por Claudia Priscilla e Kiko Goifman e produzido por Jurandir Muller (PaleoTV). O filme participou da Seleção Oficial do Festival de Cinema de Berlim – sendo finalista do Teddy Bear; recebeu Prêmio Especial do Júri do Festival do Rio (participando de itinerância no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“Olhe pra mim de Novo” – é um documentário de longa-metragem dirigido por Claudia Priscilla e Kiko Goifman e produzido por Jurandir Muller (PaleoTV). O filme participou da Seleção Oficial do Festival de Cinema de Berlim – sendo finalista do Teddy Bear; recebeu Prêmio Especial do Júri do Festival do Rio (participando de itinerância no MoMA), foi eleito melhor documentário pelo público no Mix Brasil e ganhou o Prêmio Telesur no Festival de Havana, além de ter sido selecionado por dezenas de festivais nacionais e internacionais.</p>
<p>Feito no sertão nordestino, o filme revela paisagens, estradas e cidades como Juazeiro do Norte – CE, Currais Novos – RN, Caruaru – PE e Campina Grande – PB a partir de uma perspectiva singular. A ótica principal do filme é revelar personagens e relações sociais ainda pouco filmadas desta região, marcadas por questões genéticas, dilemas familiares, aspectos da maternidade e estigmas a respeito da transexualidade.</p>
<p>O filme acompanha Sillvyo Luccio – personagem singular &#8211; em um trajeto inusitado. Sillvyo nasceu mulher e neste momento aguarda a possibilidade de uma operação para se transformar em homem. Casado, ele sonha em ter um filho com a mulher através de inseminação artificial. Ele pensa inclusive na possibilidade de juntarem os seus óvulos, dele e da esposa,  transmitindo características genéticas de ambos. Inicia-se aí uma jornada pelo sertão na qual Sillvyo faz perguntas e encontra famílias com os mais variados dilemas, muitos deles ligados a questões genéticas. </p>
<p>Veja agora o trailer:</p>
<p><span id="more-28495"></span></p>
<p><iframe width="450" height="338" src="http://www.youtube.com/embed/cowoiZ59EYI?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>A Fox Film do Brasil apresenta: Caminhando com Dinossauros</title>
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		<comments>http://www.blogdecinema.com/2013/05/14/a-fox-film-do-brasil-apresenta-caminhando-com-dinossauros/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 May 2013 19:16:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez na história do cinema, os espectadores vão realmente sentir e viver a era em que os dinossauros comandavam a Terra. Caminhando com Dinossauros é a experiência mais imersiva em 3D, capaz de transportar o público para o meio de uma aventura épica no mundo pré-histórico, em que um simples dinossauro luta para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.blogdecinema.com/wp-content/uploads/2013/05/Selection_010-450x200.png" alt="Selection_010" width="450" height="200" class="alignleft size-medium wp-image-28492" /></p>
<p>Pela primeira vez na história do cinema, os espectadores vão realmente sentir e viver a era em que os dinossauros comandavam a Terra. Caminhando com Dinossauros é a experiência mais imersiva em 3D, capaz de transportar o público para o meio de uma aventura épica no mundo pré-histórico, em que um simples dinossauro luta para se tornar um herói para a posteridade. </p>
<p>Baseado no megassucesso da TV (BBC), o longa é uma experiência inesquecível para toda a família.</p>
<p><strong>Janeiro de 2014 nos cinemas.</strong></p>
<p>Vejam agora o trailer:<br />
<span id="more-28491"></span></p>
<p><iframe width="475" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/2QvgKYcoiP8?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogDeCinema/~4/tx5ovYGgwsU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>2ª MOSTRA ECOFALANTE DE CINEMA AMBIENTAL</title>
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		<comments>http://www.blogdecinema.com/2013/05/09/2a-mostra-ecofalante-de-cinema-ambiental/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 May 2013 18:39:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma discussão sobre o meio ambiente e a relação entre o homem e a natureza através de debates e da exibição de mais de 70 filmes de 20 países, a maioria inéditos no Brasil – este é o cardápio da 2a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, que acontece, com entrada franca, de 23 a 30 de maio, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.blogdecinema.com/wp-content/uploads/2013/05/Selection_314.png" alt="Selection_314" width="281" height="320" class="alignleft size-full wp-image-28489" />Uma discussão sobre o meio ambiente e a relação entre o homem e a natureza através de debates e da exibição de mais de 70 filmes de 20 países, a maioria inéditos no Brasil – este é o cardápio da <b>2<sup>a</sup> Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental</b>, que acontece, com entrada franca, de 23 a 30 de maio, em seis salas paulistanas: Reserva Cultural, Cine Livraria Cultura, Cinemateca Brasileira, Centro Cultural São Paulo, Cine Olido e no novo Cinusp Maria Antônia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De caráter não-competitivo, o evento tem sua programação principal organizada em sete eixos temáticos (Água, Cidades, Contaminação, Economia, Globalização, Mobilização e Povos e Lugares), além de uma retrospectiva histórica e de uma homenagem ao cineasta e diretor de fotografia Aloysio Raulino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A programação da Retrospectiva Histórica “Homem x Natureza” inclui obras premiadas em Cannes (<i>A Grande Aventura</i>, de Arne Sucksdorff), Veneza (<i>Ao Mistral</i>, de Joris Ivens), na Mostra Internacional de São Paulo (<i>História do Vento</i>, de Ivens e Marceline Loridan) e pelo Oscar (<i>Dersu Uzala</i>, de Akira Kurosawa). Estão presentes ainda títulos cultuados, como (<i>O Tempo Parou</i>, que marca a estréia do italiano Ermanno Olmi; <i>A Longa Caminhada</i>, filme de Nicolas Roeg lançado no Festival de Cannes; <i>Fata Morgana</i>, de Werner Herzog; e <i>Uma Lição Para Não Esquecer</i>, uma direção do ator Paul Newman indicada a dois Oscar &#8211; melhor ator coadjuvante e melhor canção.</p>
<p>&nbsp;<span id="more-28488"></span></p>
<p>Recentemente falecido, o cineasta e diretor de fotografia Aloysio Raulino (1947-2013) ganha homenagem na <b>2<sup>a</sup>Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental</b>. Programada para o dia 28/05, terça-feira, às 21h00, na Cinemateca Brasileira, a homenagem exibe três curtas-metragens por ele dirigidos e que mereceram restauro nos últimos anos:<i>Lacrimosa</i> (1970, correalizado com Luna Alkalay), <i>O Tigre e A Gazela</i> (1977) e <i>Porto de Santos</i> (1978). Em seguida, um debate em torno do realizador reúne os cineastas Kiko Goifman, Hermano Penna e Paulo Sacramento, e a jornalista Maria do Rosário Caetano, com mediação de Francisco Cesar Filho.</p>
<p align="center"><b> </b></p>
<p align="center"><b>Água</b></p>
<p>Entre os títulos que estão no ciclo Água – são seis, no total – está <i>A Crise Global da Água</i>, de Jessica Yu (diretora vencedora do Oscar de documentário de curta metragem por <i>Breathing Lessons</i>). O longa apresenta argumentos poderosos do porquê a crise mundial da água será a principal questão que nosso mundo precisará enfrentar neste século. O documentário tem participação da ativista Erin Brockovich, que chegou a inspirar um longa de ficção a respeito de sua luta, dirigido por Steven Soderbergh e com Julia Roberts à frente do elenco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já o norte-americano <i>Patagônia se Levanta</i> (de Brian Lilla) investiga um plano para a construção de hidrelétricas em dois dos rios mais puros do Chile que fluem através do coração da Patagônia. Rastreando o ciclo hidrológico do rio Baker do gelo até o oceano, o documentário traz voz à população fronteiriça apanhada no fogo cruzado das demandas de energia do Chile.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As empresas francesas Veolia e Suez são as maiorais no crescente mercado mundial de abastecimento privado de água e estão presentes em todos os cinco continentes. Mas na França, sua base, elas estão perdendo terreno: em 2010, as duas empresas tiveram que entregar, relutantemente, a gestão do abastecimento de água de Paris – sua sede – de volta para a cidade. E na América Latina, EUA, África e Europa surgem movimentos para trazer o fornecimento de água de volta às mãos dos cidadãos. A coprodução franco-alemã <i>Quem Controla a Água?</i>, de Leslie Franke e Herdolor Lorenz, ajuda a tomar uma decisão consciente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><b>Cidades</b></p>
<p>Em Cidades temos, entre os 13 filmes programados, o canadense <i>Rios Perdidos</i>, de Caroline Bácle, e o italiano<i>Deus Salve o Verde</i>, de Michele Mellara e Alessandro Rossi. O primeiro fala dos rios que nasciam e ocupavam parte da cidade e que, ao longo das últimas décadas, acabaram sendo escondidos, soterrados – ou pior: acabaram se fundindo às redes de esgoto. O segundo título aborda hortas urbanas, cultivo de plantas e novos hábitos coletivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro destaque é o brasileiro <i>A Cidade É Uma Só?</i>, de Adirley Queirós, ficção que discute o processo permanente de exclusão territorial e social que uma parcela considerável da população do Distrito Federal e do entorno sofre, e de como essas pessoas restabelecem a ordem social através do cotidiano. A obra recebeu o Prêmio da Crítica na Mostra de Tiradentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><b>Contaminação</b></p>
<p>Com produção executiva de Tim Robbins e Peter Fonda, <i>Petróleo: O Grande Vício</i> é  destaque entre os sete filmes que integram Contaminação. Dirigido por Josh Tickell (que tem presença confirmada na Mostra) e Rebecca Harrell Tickell (de <i>Fuel</i>, prêmio de melhor documentário pelo júri popular no Festival de Sundance), o filme discorre sobre o pior vazamento de petróleo da história, no Golfo do México, em 2010. Ao expor as causas do vazamento de óleo e o que realmente aconteceu, os cineastas revelam uma vasta rede de corrupção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma coprodução Inglaterra/Alemanha assinada pelo coletivo The Otolith Group, fundado em 2002, <i>Radioativo</i>explora as consequências do grande terremoto que atingiu o Japão em 2011, provocando um tsunami que matou dezenas de milhares de pessoas e causou o colapso parcial da usina nuclear de Fukushima Daiichi. O filme viaja através do tempo e espaço, invocando a promessa histórica da energia nuclear e convocando a futura ameaça de radiação que converge para o presente desconhecido. Já o japonês <i>Solo</i>, de Mina Yonezawa, selecionado para o Festival de Locarno, trata do mesmo terremoto sob novo ponto de vista: a relação entre a morte e a memória. O curta-metragem propõe uma meditação sobre como as pessoas que faleceram ainda permanecem dentro de todos nós – eles estão vivos enquanto são lembrados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Consagrado diretor sueco, autor da famosa <i>Mods Trilogy</i> e do longa <i>Boa Gente</i> (1991, exibido na Mostra Internacional de São Paulo), Stefan Jarl assina <i>Submissão</i>, um documentário sobre a &#8220;sociedade química” que estivemos construindo desde a Segunda Guerra Mundial. Naquela época, o ser humano usava 1 milhão de toneladas de produtos químicos por ano, o número hoje é 500 vezes maior e a indústria química é a que mais cresce no mundo. Consultando um vasto leque de cientistas, Jarl procura respostas: que problemas podem causar esses produtos químicos? O que estamos passando para nossos filhos ainda não nascidos? E por que nos submetemos a isso? O filme participou dos festivais de Abu Dhabi e DC Environmental – este último é considerado um dos mais importantes eventos mundiais voltados para o cinema ambiental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><b>Economia</b></p>
<p>No eixo Economia, composto por sete obras, está <i>O Preço da Democracia</i>, de Steve Cowan. Grande vencedor doDC International Film Festival, de Washington, o filme esclarece como a política eleitoral dos EUA leva à corrupção que influencia nas políticas públicas de agricultura e energia, gerando efeitos desastrosos para o meio ambiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sucesso no circuito de festivais internacionais dedicados ao meio ambiente, o polêmico <i>A Fé Nos Orgânicos</i> (EUA) é outro destaque. Dirigido por de Kip Pastor (outra presença confirmada na <b>2<sup>a</sup> Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental</b>), o filme mostra como, ao ser utilizado por grandes corporações, o rótulo &#8220;orgânico&#8221; se separa de sua filosofia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com presença do ator e ativista Jeremy Irons, também produtor executivo do filme, <i>Trashed – Para Onde Vai o Nosso Lixo?</i> olha para os riscos causados pelo lixo para a cadeia alimentar e o meio ambiente através da poluição do nosso ar, terra e mar. O filme, uma produção inglesa dirigida por Candida Brady, revela fatos surpreendentes sobre os perigos reais e imediatos para a nossa saúde. Um dos destaques da obra é a trilha sonora do músico grego Vangelis, vencedor do Oscar na categoria por seu trabalho em <i>Carruagens de Fogo</i>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><b>Globalização</b></p>
<p>Entre os seis filmes que estão em Globalização, o público pode conferir <i>Amargas Sementes</i>”, que retrata o alto índice de suicídios entre agricultores na Índia (lá, a cada 30 minutos, um fazendeiro se mata) e levanta questões sobre o custo humano da agricultura geneticamente modificada. A obra tem direção de Micha X. Peled, premiado no Festival de Berlim pelo Cinema for Peace International Green Award, instituído por Leonardo DiCaprio. O cineasta tem sua presença confirmada na Mostra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><b>Mobilização</b></p>
<p>Mobilização também traz seis produções. O denominador comum entre elas é a união de grupos da sociedade civil na tentativa de defender princípios e valores locais de impactos externos. O irlandês <i>O Gasoduto</i>, de Risteard Ó Domhnaill, por exemplo, focaliza a história da pequena comunidade de Rossport, que enfrentou o poder da Shell e do Estado irlandês. A descoberta de gás nessa remota vila costeira levou ao confronto de culturas mais dramático da Irlanda moderna. <i>O Gasoduto</i> foi selecionado para os festivais de Toronto, Londres e IDFA/Amsterdã.</p>
<p align="center"><b> </b></p>
<p align="center"><b>Povos e Lugares</b></p>
<p>Povos e Lugares, composto por nove títulos, mostra comunidades que correm o risco de perder suas identidades ou desaparecerem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>Desterro Guarani</i>, documentário brasileiro assinado por Ariel Ortega, Patrícia Ferreira, Ernesto Ignacio de Carvalho e Vincent Carelli, foca em uma Aldeia Guarani e lança um questionamento sobre o olhar do homem branco sobre essa comunidade. A obra recebeu menção honrosa no Festival de Cinema Ambiental de Goiás. Já <i>Louceiras</i>, deTatiana Toffoli, focaliza um grupo de mulheres empenha-se na produção de potes e panelas de barro na aldeia Kariri-Xocó, às margens do rio São Francisco, uma tradição corre o risco de desaparecer devido à mudança de comportamento nas novas gerações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O impressionante <i>A Morte de Alos</i> (Itália/Dinamarca), de Daniele Atzeni, focaliza o único sobrevivente de um desastre terrível que, em 1964, atingiu uma vila no centro da Sardenha, agora uma sombria cidade fantasma. Ele conta a história da vida da aldeia antes do evento fatal e reconstrói as circunstâncias que levaram à tragédia. Uma mistura entre ficção e documentário, cinema e literatura, <i>A Morte de Alos</i> utiliza uma grande variedade de imagens de arquivo para narrar o passo fatal para a &#8220;modernidade&#8221; tomado por uma pequena comunidade de pastores nos anos 1950, misturando a iconografia clássica sobre a Sardenha arcaica com a sugestiva e fascinante atmosfera relacionada com o gênero gótico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também de feitura bastante autoral, <i>Inori</i> (Japão) é uma realização de Pedro González-Rubio, expoente da nova geração do cinema mexicano e diretor do cultuado longa <i>Alamar</i>, com produção da cineasta Naomi Kawase. Numa pequena comunidade montanhesa, as leis da natureza alteram o projeto humano daquela que costumava ser uma cidade animada. Enquanto as gerações mais jovens têm ido para as cidades, as poucas pessoas que permaneceram realizam as atividades cotidianas com uma admirável perspectiva sobre sua história e dos ciclos da vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já o belga <i>Chá ou Eletricidade</i>, de Jérôme le Maire, conta a épica história da implementação de eletricidade em uma pequena e isolada aldeia confinada no meio do Alto Atlas no Marrocos. Ao longo de mais de três anos, e estação após estação, o diretor pacientemente revela os contornos da rede que vai inevitavelmente acabar fechando sobre o povoado. Diante de nossos olhos é desenhada a imagem da modernidade impiedosa à qual a pequena vila será agora conectada. O diretor tornou-se conhecido por <i>Le Grand’ Tour</i>, filme selecionado para os festivais de Cannes e Roterdã.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais informações podem ser acessadas em <a href="http://antonio8.entregadordecampanhas.net/registra_clique.php?id=H%7C445414%7C144017%7C14518&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ecofalante.org.br%2Fmostra" target="_blank">www.ecofalante.org.br/mostra</a>.</p>
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		<title>VI Festival Internacional de Filmes Curtíssimos</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 16:44:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Competição Internacional I e II &#8211; Dias 27 e 28 de abril de 2013 Inscrições até dia 22 de abril O Centro Cultural Banco do Brasil Rio apresenta dias 27 e 28 de abril, o VI Festival Internacional de Filmes Curtíssimos, no Cinema II.  Em sua 6ª edição no Brasil, o singular festival que acontece quase simultaneamente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Competição Internacional I e II &#8211; Dias 27 e 28 de abril de 2013</p>
<p>Inscrições até dia 22 de abril</strong></p>
<p>O Centro Cultural Banco do Brasil Rio apresenta dias 27 e 28 de abril, o <b>VI Festival Internacional de Filmes Curtíssimos, </b>no Cinema II.  Em sua 6ª edição no Brasil, o singular festival que acontece quase simultaneamente em mais de 100 cidades de 26 países (dez deles pela primeira vez) apresentará ao público carioca produções nacionais de profissionais e promissores talentos. Os filmes serão selecionados pela curadoria brasileira e receberão prêmios nas categorias de Melhor Filme, Melhor Animação, Originalidade, Melhor Curtíssimo do Rio de Janeiro e Prêmio do Júri Popular. O CCBB fica na Rua Primeiro de Março, 66. Centro. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Thiago Moyses, cineasta e um dos diretores de criação da Mercado de Imagens, que está trazendo o evento,  diz que “a chegada do Festival Internacional no Rio, “é muito importante porque hoje a cidade se apresenta como principal força da produção cinematográfica no Brasil e na América Latina”. Ele adianta que “no festival poderemos ver diferentes estilos de animação, mistura de animação com live-action, pequenos dramas de bolso que precisam ser narrados com agilidade, experimentações em novas opções estéticas e narrativas e, acima de tudo, imensa originalidade graças à liberdade concedida aos realizadores para explorarem ao máximo sua criatividade.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os filmes internacionais que serão exibidos durante o Festival, já foram selecionados pela curadoria francesa do <i>Festival Internationale des Très Courts</i> que está em sua 15° edição na França. Concorrerão 46 filmes de mais de 15 países e divididos na Competição I e II. Entre eles está a produção brasileira: “Encontro no aeroporto” (The airport date) e uma coprodução colombiana-brasileira e “Contrato de amor” (Love contract).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Figuram ainda o indonésio “A fuga” (The escape), o romeno “Limite imaginário” (Imaginary border), o canadense “O homem que vivia em sua bicicleta” (The man who lived on his bike), entre outras produções, especialmente americanas, francesas, alemães e espanholas.</p>
<p>&nbsp;<span id="more-28485"></span></p>
<p>Em todas as cidades de ocorrência do festival os filmes também são avaliados por júri popular. Os votos são enviados a organização central em Paris, que divulgará então o melhor filme indicado pelo público no mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pela primeira vez na edição brasileira do festival será exibida a seleção “Travelling 34”, que contará com 13 curtíssimos que abordam temáticas ligadas a aspectos e sensações que permeiam a vida de pessoas com deficiência. Entre eles estão o sueco “Um coração bonito” (A beautiful heart), o lituano “Às quartas-feiras” (On Wednesdays) e o francês “Um minuto de silêncio” (Une minute de silence).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O festival contará ainda com uma mostra de 19 produções de animação 2 ou 3D como o italiano “Djuma”, o techo “Fácil” (Simple) e o coreano “Como comer sua maçã” (How to eat your apple).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Países de ocorrência do Festival</b></p>
<p>Criado na França em 1999, o <i>Festival International des Très Courts</i> ocorre nos seguintes países: Nova Caledônia, Bélgica, Brasil, Costa do Marfim, Palestina, Espanha, Israel, Luxemburgo, Hungria, Marrocos, Moldávia, Romênia, Senegal, Eslováquia, Suíça. Novos países que passam a sediar este ano: China, Colômbia, Costa Rica, Honduras, Guatemala, México, Nicarágua, Panamá, El Salvador, Tunísia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Programação da 6ª Edição do Festival Internacional de Filmes Curtíssimos</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sábado, dia 27/4</p>
<p>15h &#8211; Competição Travelling 34 min.</p>
<p>16h30 &#8211; Competição Internacional 1 67 min.</p>
<p>18h – Abertura &#8211; Coquetel</p>
<p>19h30 &#8211; Mostra Nacional Competitiva 45 min.</p>
<p>20h45 &#8211; Competição Internacional 2 64 min.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Domingo, dia 28/4</p>
<p>12h30 &#8211; Competição Internacional 2 64´min.</p>
<p>14h &#8211; Mostra Nacional Competitiva 45 min.</p>
<p>15h30 &#8211; Debate com convidados e jurados sobre o formato curtíssimos 50 min.</p>
<p>17h – Animação 51 min.</p>
<p>18h30 &#8211; Competição Internacional 2 67 min.</p>
<p>20h -Premiação com a exibição dos vencedores &#8211; Coquetel 60 min.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Serviço</b></p>
<p><b>VI Festival Internacional de Filmes Curtíssimos</b></p>
<p>Sábado, dia 27/4: 15h-Competição Travelling 34 min. 16h30- Competição Internacional 1 67 min. 18h- Abertura – Coquetel 19h30-Mostra Nacional Competitiva 45 min. 20h45- Competição Internacional 2 64 min.</p>
<p>Domingo, dia 28/4: 12h30- Competição Internacional 2 64´min. 14h-Mostra Nacional Competitiva 45 min. 15h30-Debate com convidados e jurados sobre o formato curtíssimos 50 min. 17h-Animação 51 min. 18h30- Competição Internacional 1 67 min. 20h-Premiação &#8211; exibição dos vencedores &#8211; Coquetel 60 min.</p>
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		<title>Mito da bateria tem sessão de cinema em São Paulo</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Mar 2013 20:26:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A personalidade Argus Montenegro, um dos bateristas mais virtuosos do Brasil e do mundo, poderá ser conhecida pelos paulistas no documentário Argus Montenegro &#38; a Instabilidade do Tempo Forte, dirigido por Pedro Isaías Lucas, o longa-metragem tem realização de Artéria Filmes e Okna Produções. O filme será exibido no Cine MIS &#8211; instituição da Secretaria de Estado da Cultura – em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.blogdecinema.com/wp-content/uploads/2013/03/Argus_partituras_créd.-Eduardo-Seidl.jpg" alt="Argus_partituras_créd. Eduardo Seidl" width="448" height="299" class="aligncenter size-full wp-image-28482" /></p>
<p>A personalidade <b>Argus Montenegro</b>, um dos bateristas mais virtuosos do Brasil e do mundo, poderá ser conhecida pelos paulistas no documentário <b><i>Argus Montenegro &amp; a Instabilidade</i> <i>do Tempo Forte</i></b><i>, </i>dirigido por Pedro Isaías Lucas, o longa-metragem tem realização de Artéria Filmes e Okna Produções<i>. </i>O filme será exibido no Cine MIS &#8211; instituição da Secretaria de Estado da Cultura – em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e Museu da Imagem e do Som na próxima quinta-feira (21/03) em São Paulo. Em 2012, o longa conquistou os prêmios de <b>Melhor Filme</b> no 5º Arraial CineFest, <b>Melhor Documentário</b> pelo júri popular (cidades de Belo Horizonte e Salvador) e pelo júri oficial no Festival Conexão Vivo Movida.</p>
<p><b><i> </i></b></p>
<p>O diretor Pedro Isaías Lucas acompanhou <b>os últimos sete anos de vida de Argus</b>. As gravações do filme ocorreram, em sua maioria, na casa do baterista, no bairro Glória, em Porto Alegre. Ele conta histórias e apresenta composições, <b>narrando sua trajetória e a da música no Brasil dos últimos cinqüenta anos</b>.</p>
<p><b><i> </i></b></p>
<p>No cenário musical, Argus é cultuado. Ele acompanhou grandes nomes da música nacional que &#8211; de passagem pelo Rio Grande do Sul nos anos 60 – contratavam-no como baterista para os shows locais. Foi assim que ele teve a oportunidade de tocar com <b>Carlos Lyra e Elis Regina</b> e outros. Também foi professor e ensinou talentosos bateristas do cenário musical brasileiro, incluindo <b>Kiko Freitas, Nenê, Daniel Batera</b>. Embora tenha vivido no ostracismo em sua própria cidade natal, Porto Alegre, Argus alcançou <b>reconhecimento internacional</b>, principalmente nos Estados Unidos, onde foi convidado a morar, tocar e ensinar música.</p>
<p>&nbsp;<span id="more-28481"></span></p>
<p>Dessa forma, o documentário resgata a importância de Argus Montenegro e <b>reafirma as raízes do instrumento bateria</b>, suas possibilidades rítmicas, sua poética e sua <b>contribuição à cultura musical brasileira e internacional</b>. O projeto tem patrocínio da NET e Intral, através da Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio Grande do Sul (LIC/RS) e recebeu recursos do Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural de Porto Alegre (Fumproarte).</p>
<p><b><i> </i></b></p>
<p><b>SERVIÇO<br />
Data: </b>21/03 (quinta-feira)</p>
<p><b>Horário:</b> 20h</p>
<p><b>Local:</b> Auditório MIS (173 lugares). Av. Europa, 158, Jd. Europa. São Paulo – SP.</p>
<p><b>Ingresso:</b> gratuito (sujeito à lotação da sala – retirada de ingressos com uma hora de antecedência na Recepção MIS)</p>
<p><b>Classificação:</b> livre</p>
<p>SOBRE O <b>Cine Mis: </b>tem por objetivo criar um espaço permanente de lançamento de filmes inéditos selecionados por meio de Convocatória.</p>
<p><b><i>Informações complementares:</i></b></p>
<p><b>Sinopse: </b>Argus Montenegro, um mito da bateria, enfrenta o anonimato na velhice e narra 50 anos na música brasileira: De Lupcínio Rodrigues à Elis Regina, do samba canção à Bossa Nova, dos aplausos, do ostracismo. Ele resiste à passagem do tempo vivendo intensamente os dias que lhe restam. Para seguir tocando bateria, ele precisará tomar decisões radicais sem temer a instabilidade.</p>
<p><b> </b></p>
<p><b>Sobre a Okna Produções: </b>É um bureau de produção especializado no desenvolvimento de produtos audiovisuais para todas as plataformas de mídia. A empresa tem em seu catálogo uma gama de diferentes estilos e olhares gerados através da gestão de projetos e de talentos. Atualmente, realiza vários filmes para cinema e televisão. Em 2011, a Okna completa cinco anos de atuação. Nesse período, a empresa produziu 18 filmes – 9 curtas, 5 médias e 4 longas-metragens – que já arrebataram 37 prêmios e participaram de mais de cem festivais nacionais e internacionais. A produtora se destaca por ter sido selecionada para participar dos mais importantes espaços voltados à inserção de projetos no mercado internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Dados biográficos de ARGUS MONTENEGRO: </b>Argus Montenegro começou a tocar bateria na metade da década de 50, em uma época em que não havia disc jokey animando bailes juvenis e as músicas eram executadas ao vivo em clubes, bares, confeitarias e boates. Por esse motivo, existia um razoável mercado de trabalho para os músicos. A televisão ainda era um veículo em afirmação e o grande meio de difusão era o rádio. A música brasileira sofria grande influência do bolero, um ritmo mexicano com harmonias e letras melancólicas, que exerceu forte influência sobre o samba canção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nessa época Argus, depois de tocar numa boate do centro da cidade, foi chamado por um amigo para ver um baiano tocando violão num clube próximo dali. Era João Gilberto acompanhado apenas por uma caxeta. O ano era 1956 e o cantor ainda estava desenvolvendo o método de tocar e cantar, que tanto o consagraram posteriormente. O fato repercutiu na vida desse baterista jovem, que tocava bolero e samba canção, estilos que nada tinham a ver com a sua personalidade e a sua idade.<br />
Ele só foi entender melhor o que havia assistido quando ouviu pelo rádio Tito Madi cantando <i>Chega de Saudade</i>, acompanhado pelo baterista Edson Machado, que fazia a levada de samba no prato enquanto marcava no aro da caixa a batida de caxeta. Possuidor de uma aptidão pessoal, Argus desenvolveu rapidamente essa maneira de tocar bateria, incrementando ao seu modo o<i> groove</i> que veio a ser conhecido como Bossa Nova anos mais tarde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No início dos anos 60 ele já acompanhava grandes nomes da música nacional, que, de passagem pelo Rio Grande do Sul, contratavam-no como baterista para os shows locais. Foi assim que ele teve a oportunidade de tocar com Lúcio Alves, Dick Farney, Pery Ribeiro, Leny Andrade, Carlos Lyra, Elis Regina e outros.<br />
A partir da aceitação internacional da Bossa Nova, surgiu um interesse por músicos brasileiros sem precedentes no exterior. Em 1969 Argus, aproveitando essa nova demanda, embarcou em um navio transatlântico como músico de bordo integrando um quinteto formado por saxofone, piano, baixo, bateria e vibrafone. Na América Central ele buscou interação com os músicos locais de Kingston, Trinidad, San Tomaz, Guadalupe, Porto Royal&#8230; onde sua música sofreu forte influência dos ritmos afro-caribenhos. Quando retornou para o Brasil, deparou-se com uma situação musical muito diferente daquela anterior a sua viagem. Sem espaço para a sua música no mercado nacional, restou-lhe o trabalho de professor do instrumento a que dedicara toda a sua vida.<br />
O filme acompanha o convalescimento desse baterista, que não aceitou as transformações do mercado musical nas últimas décadas, e se recusou a deixar de tocar por falta de espaço para o estilo de música que praticava: Bossa Nova, Jazz e Música Centro-Americana. É nesse momento que o filme deixa de tratar do passado e revela a progressiva obsessão de Argus pela música e pela bateria, situação que o leva a se refugiar em uma realidade alternativa, que afeta drasticamente sua vida pessoal. Argus faleceu no ano de 2008.</p>
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		<title>Longa-metragem Traço Concreto estreia nesta semana</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 16:34:40 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Filme retrata a arquitetura moderna em Curitiba, por meio das histórias de três casas com este estilo arquitetônico A partir desta semana, entra em cartaz em Curitiba o filme “Traço Concreto”, novo trabalho dirigido por Eduardo Baggio e Danilo Pschera, que abordam o universo da arquitetura modernista por meio das histórias de três casas (como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.blogdecinema.com/wp-content/uploads/2013/03/logo-traco-concreto2-450x149.jpg" alt="codigo_barras_nailprobrasil_1-5" width="450" height="149" class="aligncenter size-medium wp-image-28479" /></p>
<p>Filme retrata a arquitetura moderna em Curitiba, por meio das histórias de três casas com este estilo arquitetônico</p>
<p>A partir desta semana, entra em cartaz em Curitiba o filme “Traço Concreto”, novo trabalho dirigido por Eduardo Baggio e Danilo Pschera, que abordam o universo da arquitetura modernista por meio das histórias de três casas (como se fossem personagens) e relatos de renomados arquitetos da área.</p>
<p>Nesta sexta-feira, 15 de março, será realizada a sessão de pré-estreia às 20h, com entrada franca e presença do diretor Danilo Pschera, do arquiteto Irã Dudeque (consultor do filme) e dos arquitetos-personagens Lolô Cornelsen, Salvador Gnoato e Marcos Bertoldi. De 16 a 28 de março, o filme fica em cartaz com sessões às 18h e 20h, e ingressos a R$ 5,00 (inteira) e R$ 2,50 (meia). Estudantes, professores e profissionais das áreas de Arquitetura, Design e Urbanismo poderão formar turmas fechadas para ir às sessões, comprando pacotes de ingressos antecipados com a distribuidora Moro Filmes, pelo telefone (41) 3013-4163. Em breve será lançado o DVD do filme. O trailer do filme pode ser visto no site http://tracoconcreto.com.</p>
<p><strong>Conceito do filme</strong></p>
<p>“Traço Concreto” é um documentário em longa-metragem que registra três experiências arquitetônicas em Curitiba. Três períodos da arquitetura moderna são enfocados, tendo como personagens principais as próprias residências. Do nascimento de um projeto até a demolição da obra, a linha temporal seguida é a idade da casa. O documentário propõe uma interpretação inédita e particular do movimento moderno.</p>
<p>Para desenvolver esta estrutura em períodos foram pesquisados vários arquitetos e selecionados três que têm obras representativas, reconhecimento notório e que permitem a percepção da evolução da arquitetura de acepção moderna: Lolô Cornelsen, Salvador Gnoato  e Marcos Bertoldi. De cada um destes arquitetos foram escolhidas casas específicas que pudessem demonstrar o processo de evolução e de influências arquitetônica.</p>
<p>A ideia de abordar este tema em um documentário de longa-metragem se justifica por diversas razões. Primeiro pela importância crescente em se debater a relação entre as pessoas e a urbe. De forma pontual, o documentário proposto irá destacar as obras culturais geradas pelo movimento arquitetônico abordado, para o melhor conhecimento de um período histórico da Curitiba. Além disso, a escolha das obras arquitetônicas como personagens de um documentário se justifica por que a arquitetura é um documento de uma época. A definição de materiais construtivos, os valores envolvidos e a disposição dos cômodos, por exemplo, caracterizam um momento histórico que revela nosso cotidiano, fundamental para o reconhecimento da nossa cultura.</p>
<p>O documentário evita a estrutura clássica da abordagem cronológica do fato histórico linear. De forma original, busca-se transformar a residência em personagem principal da história e será esta a linha a ser seguida, de seu nascimento até seu declínio, abandonada e demolida. Desta forma é possível evidenciar a importância não só da construção de uma casa, mas também da preservação da arquitetura.</p>
<p>Estreia do filme “Traço Concreto”, dirigido por Eduardo Baggio e Danilo Pschera</p>
<p><strong>Local</strong>: Cine Guarani (Av. República Argentina, 3430 &#8211; Portão)</p>
<p><strong>Pré-estreia</strong>: 15 de março, sexta-feira, em sessão especial às 20h, com entrada franca e presença do diretor Danilo Pschera, do arquiteto  Irã Dudeque (consultor do filme) e dos arquitetos-personagens Lolô Cornelsen, Salvador Gnoato e Marcos Bertoldi.</p>
<p><strong>Período em cartaz</strong>: 16 a 28 de março com sessões às 18h e 20h. Ingressos a R$ 5,00 (inteira) e R$ 2,50 (meia). Estudantes, professores e profissionais das áreas de Arquitetura, Design e Urbanismo poderão formar turmas fechadas para ir às sessões, comprando pacotes de ingressos antecipados com a Moro Filmes: (41) 3013-4163</p>
<p><strong>Confira o trailer teaser no site</strong>: <a href="http://tracoconcreto.com/" title="http://tracoconcreto.com/" target="_blank">http://tracoconcreto.com/</a></p>
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		<title>Trailer do longa onde Rafinha Bastos será protagonista</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 23:39:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O filme é uma adaptação do polêmico texto italiano &#8220;Non è quel che sembra&#8221;. O roteiro conta a história de um político que chega ao poder, a real história. Ele decide, no seu discurso de posse, dizer para todo o Brasil como ele chegou até lá! Pela primeira vez na vida, iremos ver um político [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="450" height="253" src="http://www.youtube.com/embed/oCxgYw77MDs?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O filme é uma adaptação do polêmico texto italiano &#8220;Non è quel che sembra&#8221;. O roteiro conta a história de um político que chega ao poder, a real história. Ele decide, no seu discurso de posse, dizer para todo o Brasil como ele chegou até lá! Pela primeira vez na vida, iremos ver um político honesto! O filme é, antes de tudo, uma reação a política rídicula que é feita no nosso país!</p>
<p>A previsão de estréia é para esse ano, ainda.</p>
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