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	<title>Blog CMMI &amp; MPS.BR</title>
	
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	<description>Qualidade, CMMI, MPS.BR, Six Sigma, PMI, PPQA de um jeito simples</description>
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		<title>Construindo equipes vencedoras em sete passos</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 01:57:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Washington Souza</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mercado está cada vez mais competitivo e acirrado e para conseguir vencer é necessário ter os melhores, todavia está não é uma tarefa fácil ainda mais em um mundo onde há especialistas na criação de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado está cada vez mais competitivo e acirrado e para conseguir vencer é necessário ter os melhores, todavia está não é uma tarefa fácil ainda mais em um mundo onde há especialistas na criação de curriculuns que transformam atividades rotineiras em feitos históricos no papel.</p>
<p>Uma equipe vencedora é uma equipe que trabalha como um time, como uma só organização onde todos se comprometem, se completam, focam no resultado e se ajudam. Em um mundo onde o individualismo vem crescendo à cada dia, está se torna uma tarefa cada vez mais difícil.</p>
<p>Mas voltando à pergunta inicial, como criar uma equipe vencedora?<br />
Aqui vai um conjunto de sete passos que irão direcionar os esforços e aumentar as chances de sucesso. Aproveito ainda para recomendar o livro “A cabeça de Steve Jobs” que comenta com ele conseguiu este feito tanto na Pixar quanto na própria Apple.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;">1. Encontre as pessoas certas</span></h3>
<p>A primeira ação é definir qual o perfil que você precisa na sua equipe. Muitas empresas pecam focando apenas no perfil técnico e esquecem do comportamental que é tão importante quanto (e em alguns casos até mais). A procura de profissionais também deve ser constante e não se limitar apenas às respostas às vagas. Consultas a redes sociais, congressos, cursos, tudo conta. Você pode encontrar um grande talento em qualquer lugar. Aprenda à identificar um talento e contrate-o.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;">2. Estabeleça um processo e siga-o</span></h3>
<p>Desenvolta um processo de contratação, utilize técnicas de entrevista, identificação de habilidades, disciplina, comportamentos e outros. Procure identificar se o candidato possui “o espirito” da empresa, se ele se adequará ao dia-a-dia da mesma. Isto pode ser facilmente identificado colocando situações reais ao candidato e verificando qual seria seu comportamento.<br />
Também não se esqueça de conversar com o candidato e analise sua experiência e habilidades. Não confie apenas no que está escrito no CV, verifique!</p>
<h3><span style="color: #ff0000;">3. Direcione e instrua</span></h3>
<p>Se um dos grandes problemas no gerenciamento de projetos é a comunicação então é bom assegurar que o outro lado entendeu corretamente o que deve ser feito. Após explicar o que deve ser feito. Um grande amigo tem a prática de perguntar ao profissional o que ele entendeu. É uma ação simples e que pode evitar muitos problemas. Deve-se ter em mente que as pessoas não vão advinhar o que você quer, logo, instrua e direcione. Faça verificações periódicas para corrigir eventuais desvios de rumo.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;">4. Lidere com entusiasmo</span></h3>
<p>Você deve encorajar as pessoas à atingir os objetivos, deve também ajudar na eliminação de barreiras e prover os insumos para que os trabalhos sejam bem executados. Identifique quais as principais qualidades e pontos de melhoria nos profissionais, direcione os trabalhos que cada um faz melhor e trabalhe nos pontos de melhoria. Motive o crescimento profissional e pessoal das pessoas pois assim eles poderão render ainda mais.<br />
Seja o líder e não o chefe.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;">5. Reconheça o mérito</span></h3>
<p>Crie critérios claros e quantitativos para medir a performance dos trabalhos, torne estes critérios públicos e acompanhe periodicamente. Planos de ação devem ser endereçados quando de problemas e acompanhados até sua correção. Um método o 5W2H pode auxiliar bastante e de uma forma prática.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;">6. Forneça feedback</span></h3>
<p>O feedback é uma ferramenta essencial para equipes vencedoras. Você deve não apenas fornecer feedback dos trabalhos como obter também o feedback de sua liderança. As pessoas somente serão francas quando sentirem que o processo é sério e íntegro e isto é muito difícil de se conseguir. Como contingência, uma área independente como por exemplo o RH pode apoiar nesta atividade. Não se esqueça também de que o feedback deve ter planos de ação para endereçar os problemas.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;">7. Decida!</span></h3>
<p>Tome decisões! Pior que uma decisão errada é a eternidade sem uma decisão. Normalmente a equipe entende isto como fraqueza e consequentemente perde-se a figura do líder.<br />
O mesmo vale quando de desempenhos aquém do esperado.<br />
Deve-se tomar ações de correção rapidamente. Não perca o timing.</p>

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		<title>O que custa mais: corrigir bugs em aplicações Java ou Cobol?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 23:47:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Washington Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[cast software]]></category>
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		<description><![CDATA[Aumenta a quantidade de software mal projetado no mercado mundial, criando uma série de riscos para as organizações, revela relatório global que analisou 745 aplicações. Esses produtos apresentam problemas de programação que violam as boas práticas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aumenta a quantidade de software mal projetado no mercado mundial, criando uma série de riscos para as organizações, revela relatório global que analisou 745 aplicações. Esses produtos apresentam problemas de programação que violam as boas práticas de arquitetura e de codificação, contribuindo para elevar o chamado <strong>débito técnico</strong>, que vem ganhando ampla atenção no mundo corporativo.</p>
<p>O termo débito técnico está sendo utilizado pelo mercado para definir a dívida que as equipes de desenvolvimento assumem quando escolhem uma metodologia mais fácil e rápida para criação de aplicativos. Esse tipo de abordagem pode comprometer a qualidade do software e trazer impacto para as companhias no longo prazo.</p>
<p>Os especialistas dizem que assim como o saldo negativo em banco exige pagamento com cobrança de juros, a dívida técnica também pode ter custo alto para as corporações. Uma hora ela precisa ser quitada com a correção das linhas dos códigos escritos errados.</p>
<p>A pesquisa das 745 aplicações foi realizada pela Cast Software, desenvolvedora de ferramentas que avalia a solidez de engenharia da arquitetura e codificação de um aplicativo. A empresa analisou programas de 160 companhias de aproximadamente 12 segmentos da economia.</p>
<p>Uma das conclusões do estudo é que o desenvolvimento de programas com códigos de má qualidade é muitas vezes resutado das decisões de negócios de cortar custos. Para reduzir os investimentos dos projetos, as companhias acabam contratando programadores sem muita habilidade.</p>
<p>Outro fator é a pressão em cima da equipe para que as aplicações sejam desenvolvidas rapidamente para cumprir o cronograma dos projetos. O reflexo são programas que causam falhas de sistemas, diminuem o desempenho dos computadores e abrem brecha de segurança para ataques, entre outros problemas.</p>
<p>Reparar as linhas de código depois que o software está pronto, além de custar muito causa problemas técnicos. Um exemplo histórico de débito técnico foi o “Bug de 2000”, quando muitas aplicações estavam prontas para interpretar os dígitos “00” na virada daquele ano como 1900.</p>
<p>Organizações em todo o mundo gastaram somas incalculáveis de dinheiro para corrigir os dois dígitos. Muitas das aplicações foram destruídas porque desenvolvedores sabiam que o erro surgiria eventualmente.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;">Custo da correção</span></h3>
<p>A análise da Cast encontrou 1,8 mil tipos de falhas de desenvolvimento em aplicações escritas em Java EE, Cobol, .Net, C, C + + e outras linguagens de programação. A companhia estima que o custo médio para eliminar os bugs por linha de código é de 3,61 dólares. Esse cálculo se baseia no preço hora de 75 dólares cobrado nos Estados Unidos para correção de erros de software.</p>
<p>Outra constatação da pesquisa da Cast é que corrigir falhas de aplicativos desenvolvidos em Java custa mais. O preço para eliminar bugs desta tecnologia é de 5,42 doláres por linha de código, enquanto o mesmo trabalho na plataforma Cobol sai por 1,26 dólares.</p>
<p>Bill Curtis, cientista-chefe da Cast, explica que corrigir linhas de código de Cobol custa menos porque a linguagem é mais antiga e os programadores são mais experientes. Por estarem atuando há mais de 30 anos com nessa tecnologia, eles conseguem corrigir falhas críticas mais rapidamente.</p>
<p>Sobre Java, Curtis constata que há muitos profissionais iniciando agora o desenvolvimento nesta linguagem sem formação científica em computação. “Tem uma enorme quantidade de pessoas escrevendo código sem ser guru em engenharia de software&#8221;, percebe o executivo.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;">Implicações do débito técnico</span></h3>
<p>O estudo da Cast reforça a necessidade de as companhia entenderem as implicações do débito técnico, informa Carolyn Seaman, professora adjunta de sistemas de informação da Universidade de Maryland, em Baltimore (EUA), e coordenadora de um programa da National Science Foundation sobre esse tema. De acordo com ela, o tema gera preocupação devido ao risco que pode trazer para os negócios.</p>
<p>O instituto de pesquisas Gartner estima que o débito técnico no mercado mundial subirá de 500 bilhões de dólares em 2010 para um trilhão de dólares em poucos anos. Para Carolyn diminuir essa dívida não é tarefa fácil. Ela considera que o maior obstáculo é a incerteza sobre adoção de técnicas de desenvolvimento e abordagens que realmente resultam em maior qualidade de software.</p>
<p>O crescimento do débito técnico está estimulando a criação de um guia de riscos para os negócio informa John Heintz, consultor técnico da Cutter Consortium. Ele diz que esse problema já está sendo tratado como uma questão de due diligence em fusões e aquisições, aumentando a consciência de que o tema está influenciando as práticas de desenvolvimento de software.</p>
<p>Na opinião de Heintz colocar mais atenção sobre o débito técnico não significa que os desenvolvedores não tenham de diminuir gastos para acelerar o desenvolvimento. &#8220;Às vezes é apropriado e necessário cortar custos, mas esse fato não pode ser ignorado”, disse ele.</p>
<p>O Software Engineering Institute (SEI) da Universidade Carnegie Mellon, centro de pesquisa financiados pelo pelo Departamento de Defesa dos EUA, está trabalhando a questão do débito técnicos há cerca de dois anos. A instituiçao vem organizando workshops sobre o tema, de acordo com Ipek Ozkaya, membro sênior da equipe técnica.</p>
<p>&#8220;Existe interesse crescente neste assunto porque empresas e desenvolvedores querem entender seus fundamentos&#8221;, afirma Ozkaya. Ele observa a falta de orientação sobre como fazer o levantamento dessa dívida e como quitá-la para evitar implicações futuras.</p>
<p><span style="color: #999999;">[Patrick Thibedeau da CIO.com USA]</span></p>

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		<title>Levantamento de requisitos: Visão prática do que você deve saber</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 01:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Washington Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
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		<description><![CDATA[Todos que desenvolvem software já tiveram que se deparar com uma situação de levantamento de requisitos. Mesmo quem está começando com programação executa sem perceber o processo de levantamento de requisitos. Este processo basicamente consiste em ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos que desenvolvem software já tiveram que se deparar com uma situação de levantamento de requisitos. Mesmo quem está começando com programação executa sem perceber o processo de levantamento de requisitos.</p>
<p>Este processo basicamente consiste em identificar e detalhar o que deve ser feito do ponto de vista de negócios e recursos em um determinado sistema. Pode-se entender requisito como “uma coisa que o sistema deve fazer”.</p>
<p>Durante o processo de levantamento de requisitos, a equipe de analistas foca em entender o negócio que o sistema deve atender. A equipe de analistas deve entender tanto quanto ou mais que os usuários (que estão provendo informações). Deve-se ter em mente que todo este processo de identificação “do que deve ser feito” deve ser documentado e formalmente aprovado pelo usuário. Uma dica prática para acelerar o processo de detalhamento dos requisitos é ter uma lista inicial dos requisitos.</p>
<p>Voltando à documentação formal dos requisitos, tipicamente divide-se os requisitos em dois tipos:</p>
<h3><span style="color: #ff0000;">Requisitos funcionais</span></h3>
<p>Este é o tipo de requisito mais comum e mais lembrado por todos, ele basicamente consiste em “o que deve ser feito”<br />
<em>Exemplos:</em><br />
<em>- Permitir o cadastramento de clientes</em><br />
<em>- Emitir um e-mail avisando os produtos com baixo estoque</em><br />
<em>- Uma tela apresentando os produtos com maior rentabilidade</em></p>
<h3><span style="color: #ff0000;">Requisitos não-funcionais</span></h3>
<p>Este tipo de requisitos é sub dividido em mais categorias como:</p>
<p><strong>Requisitos de usabilidade</strong><br />
Como o próprio nome diz, estes são requisitos relacionados à como usar o sistema, qual será a experiência do usuário quando estiver utilizando o sistema. Em resumo podemos dizer que são requisitos que definam a facilidade no uso do sistema<br />
<em>Exemplos: </em><br />
<em>- Pelo menos 90% dos relatórios e consultas devem exibir seus dados em até dois cliques</em><br />
<em>- Os campos de consulta por período devem já vir preenchidos com a consulta de hoje à +30d</em><br />
<em>- A validação de campos número deve ser executada de forma imediata após o preenchimento do campo.</em></p>
<p><strong>Requisitos de segurança</strong><br />
Como o próprio nome diz, devem ser tratadas as questões de segurança do sistema e seus dados.<br />
<em>Exemplos:<br />
- A senha do usuário deve ser criptografada com chave de 32 bits</em><br />
<em>- Possibilitar a criação de perfis de acesso às telas</em><br />
<em>- Permitir a consulta das ações de um determinado usuário nos últimos 30 dias</em></p>
<p><strong>Requisitos de confiabilidade</strong><br />
São requisitos para identificar quantitativamente a confiabilidade (e qualidade) do sistema.<br />
<em>Exemplos: </em><br />
<em>- Considera-se o sistema com qualidade aceitável caso o índice de erros por kloc da amostra não ultrapasse 2,5</em><br />
<em>- Os bugs identificados em momento de validação devem ser endereçados em até 2 horas após sua identificação</em></p>
<p><strong>Requisitos de desempenho</strong><br />
Este é o tipo de requisito que lhe dirá se o sistema está ou não rápido, se o desempenho é ou não satisfatório.<br />
<em>Exemplos: O relatório de consolidação dos dados deve ser apresentado em até 3 segundos</em></p>
<p><strong>Requisitos de portabilidade</strong><br />
Este é o tipo de requisito onde falamos de como o sistema se comportará em outros ambientes ou plataformas. Deve-se prestar bastante atenção à este tipo de requisitos pois ele pode “destruir” um projeto.<br />
<em>Exemplos: </em><br />
<em>- O sistema deve funcionar em iPhones 3GS, 4 e 4S e nos smartphones A, B, C e D</em><br />
<em>- O portal deve funcionar nos Browsers Internet Explorer, Firefox, Crome e Safari nas suas versões A, B, D e D</em></p>
<p>Enfim, procure sempre documentar os requisitos e obter aprovação formal tanto da identificação quanto de seu detalhamento. Fazendo um bom levantamento e classificando os requisitos conforme apresentado acima o risco em requisitos é reduzido considerávelmente.</p>

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		<title>Diagrama de estrutura do CMMI</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 00:05:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Washington Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[cmmi-acq]]></category>
		<category><![CDATA[cmmi-dev]]></category>
		<category><![CDATA[CMMI-SVC]]></category>
		<category><![CDATA[estrutura]]></category>
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		<description><![CDATA[O diagrama abaixo apresenta a estrutura do modelos de melhoria contínua de processos CMMI. É possível identificar as ações voltadas à institucionalização, áreas de processo comuns, áreas de processos dos modelos CMMI-ACQ, CMMI-DEV e CMMI-SVC e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O diagrama abaixo apresenta a estrutura do modelos de melhoria contínua de processos CMMI.</p>
<p>É possível identificar as ações voltadas à institucionalização, áreas de processo comuns, áreas de processos dos modelos CMMI-ACQ, CMMI-DEV e CMMI-SVC e por fila as metas e representações. É interessante notar que com a implementação do CMMI-DEV (mais comum), a jornada para outro modelo como o SVC fica mais fácil pois pode-se aproveita-se muito.</p>
<p><a href="http://www.blogcmmi.com.br/wp-content/uploads/2012/01/cmmi-structure-all-models-dev-svc.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-4025" title="cmmi-structure-all-models-dev-svc" src="http://www.blogcmmi.com.br/wp-content/uploads/2012/01/cmmi-structure-all-models-dev-svc-564x323.jpg" alt="" width="564" height="323" /></a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aT3h4cWc-aSIZvYAHNL7fCJRlSo/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aT3h4cWc-aSIZvYAHNL7fCJRlSo/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aT3h4cWc-aSIZvYAHNL7fCJRlSo/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aT3h4cWc-aSIZvYAHNL7fCJRlSo/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogCmmi/~4/LvdZfTmSDto" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Melhorando seus projetos SAP com ASAP</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 21:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Washington Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[O que é?]]></category>
		<category><![CDATA[asap]]></category>
		<category><![CDATA[blueprint]]></category>
		<category><![CDATA[final preparation]]></category>
		<category><![CDATA[go live]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia]]></category>
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		<category><![CDATA[realization]]></category>
		<category><![CDATA[sap]]></category>
		<category><![CDATA[slider]]></category>

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		<description><![CDATA[O sucesso de um projeto é em grande parte determinado pelo jeito de como ele é conduzido, isto não apenas para SAP mas para qualquer outro ambiente. De modo à melhorar a probabilidade de sucesso nos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso de um projeto é em grande parte determinado pelo jeito de como ele é conduzido, isto não apenas para SAP mas para qualquer outro ambiente. De modo à melhorar a probabilidade de sucesso nos projetos SAP, a mesma criou um modelo para direcionar projetos neste ambiente, o ASAP &#8211; Acceletated SAP. Este modelo endereça diversas práticas de engenharia de software e gestão e é bastante funcional.</p>
<p>Comparando com CMMI, MPS.Br ou PMI, podemos dizer que está bem longe destes modelos, mas recomenda diversas boas práticas consagradas recomendada pelos mesmos.</p>
<p>A metodologia ASAP está baseada em cinco pilares, cinco fases que assim como em outros projetos de engenharia de software vai da definição de escopo, passando por especificação funcional, design, construção, testes até chegar à validação e implantação. Estas cinco fases ajudam a deixar o projeto mais controlável e mais organizado.</p>
<blockquote><p>É importante lembrar que está não é única abordagem possível para projetos SAP, mas é uma abordagem bastante funcional e prática.</p></blockquote>
<p>Cada fase tem um conjunto de atividades como abaixo:</p>
<h3><span style="color: #3366ff;">1. Project Preparation</span></h3>
<p>Este é o momento onde o escopo é definido, detalhado e estimado. O planejamento do projeto é realizado assim como o kickoff do mesmo para alinhar o entendimento do que é o projeto. Os seguintes temas devem ser tratados:</p>
<ul>
<li>Escopo</li>
<li>Estimativas</li>
<li>Planejamento inicial do projeto</li>
<li>Cronograma</li>
<li>Aspectos técnicos</li>
<li>Definição de equipe</li>
<li>Identificação de Riscos e estratégias para os mesmos</li>
<li>Planejamento de controle de qualidade</li>
<li>Kickoff</li>
</ul>
<h3><span style="color: #3366ff;">2. Blueprint</span></h3>
<p>Neste momento os analistas funcionais devem levantar e detalhar os requisitos de negócio e processos. Tudo deve ser documentado e consolidado no Business Blueprint. Os seguintes aspectos são endereçados:</p>
<ul>
<li>Levantamento dos Processos de negócio</li>
<li>Gestão do projeto</li>
<li>Mudanças organizacionais (e estratégia de tratamento)</li>
<li>Treinamentos (key users e usuários)</li>
<li>Ambiente para desenvolvimento</li>
<li>Deginição dos novos processos de negócio</li>
<li>Controle de qualidade</li>
<li>Necessidades e mudanças organizacionais</li>
</ul>
<h3><span style="color: #3366ff;">3. Realization</span></h3>
<p>Podemos dizer que neste momento, a análise funcional realizada anteriormente é traduzida para o ambiente SAP. Os processos e requisitos são configurados (ou adaptados) e implementados no sistema através de atividades como:</p>
<ul>
<li>Configuração base</li>
<li>Configuração final</li>
<li>Desenvolvimento de programas</li>
<li>Implementação de interfaces</li>
<li>Testes individuais</li>
<li>Testes integrados (e suas evidências)</li>
<li>Documentação de cenários e processos</li>
<li>Execuçãso dos treinamentos aos key users e usuários</li>
<li>Controle de qualidade</li>
<li>Tracking dos bugs</li>
</ul>
<h3><span style="color: #3366ff;">4. Final preparation</span></h3>
<p>Como o próprio nome diz, aqui são realizados os últimos ajustes, testes e verificações. O sistema poderá ir para a Go-Live após as verificações atenderem ao nível de estabilidade esperado. Neste momento são executadas atividades como:</p>
<ul>
<li>Testes de volume</li>
<li>Testes de stress</li>
<li>Planejamento da implantação</li>
<li>Estratégia de implantação</li>
<li>Treinamentos finais</li>
<li>Controle de qualidade</li>
</ul>
<h3><span style="color: #3366ff;">5. Go Live e suporte</span></h3>
<p>Básicamente neste momento o sistema é colocado em produção e suportado. São executadas atividades como:</p>
<ul>
<li>Transferência de pré-produção</li>
<li>Ajustes em hardware</li>
<li>Ajustes em software, base de dados, sistema operacional e outros</li>
<li>Treinamentos</li>
<li>Suporte aos key-users e usuários</li>
<li>Encerramento</li>
</ul>
<p>O ASAP tem se mostrado eficiente e prático ao longo dos anos de sua existência. Vale a pena considerar seu uso em projetos SAP. Além disso, ele é um bom passo para programas de melhoria contínua de processos.</p>

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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fqJOiUmjpx3PjSRkQxqkr-9DMVg/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fqJOiUmjpx3PjSRkQxqkr-9DMVg/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogCmmi/~4/7r6dAObmaGs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>20 dicas para seu currículo ser lido pelas empresas</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogCmmi/~3/tMmJMuOt4O0/20-dicas-para-seu-curriculo-ser-lido-pelas-empresas</link>
		<comments>http://www.blogcmmi.com.br/dicas/20-dicas-para-seu-curriculo-ser-lido-pelas-empresas#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 23:46:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Washington Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[apresentacao]]></category>
		<category><![CDATA[curriculo]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[experiência]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[forma]]></category>
		<category><![CDATA[formacao]]></category>

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		<description><![CDATA[As universidades formam mais profissionais que o mercado tem capacidade de absorver. Este é mais um motivo para seu currículo “falar” mais alto do que o de seus concorrentes.Um currículo enviado é sempre uma esperança. Você ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As universidades formam mais profissionais que o mercado tem capacidade de absorver. Este é mais um motivo para seu currículo “falar” mais alto do que o de seus concorrentes.Um currículo enviado é sempre uma esperança. Você o imagina lá na mesa, ou sendo lido pelo seu futuro contratante. Cada linha é estrategicamente pensada para persuadir a empresa e colocar você no topo da preferência pela contratação.</p>
<p>Só tem um pequeno problema: mais 200 excelentes candidatos tiveram a mesma ideia. Talvez você ainda não saiba disso, talvez já tenha imaginado, mas uma coisa é certa: para REALMENTE ficar no topo da pilha de currículos – levando em conta que eles não serão dispostos em ordem alfabética -, você precisa de uns truques. E, olha que interessante, preparamos 20 dicas matadoras para seu currículo fazer bonito em qualquer processo seletivo. Vamos lá?</p>
<h3><span style="color: #ff0000;">Quanto à forma</span></h3>
<ol>
<li><strong>Seja original:</strong> Existem milhares de modelos na web e outros tantos em papelarias espalhadas pelo Brasil. Não caia no erro de copiar qualquer um deles. No caso dos comprados em papelaria o risco é ainda mais grave, uma vez que a maioria funciona como modelo de contrato nos qual você apenas “preenche as lacunas”. Vale o lembrete: baixe alguns modelos da web para ter boas ideias como referência apenas.</li>
<li><strong>Não exagere no papel e nos envelopes especiais:</strong> Papel de qualidade não quer dizer papel com textura e alto relevo. No caso específico dos currículos, opte sempre pelo formato A4 (padrão de documentos no Brasil), branco, liso e com gramatura de 90 g/m2. O diferencial está no que você vai escrever e não em como estará impresso! No caso dos envelopes não invista tanto em modelos importados pois é quase certo que serão descartados antes de chegarem ao avaliador.</li>
<li><strong>Seja sucinto:</strong> Resuma ao máximo o que você vai falar para que tudo fique claramente exposto em poucas folhas. Nada de folha de rosto, índice, redação emotiva etc. Você não está fazendo um relatório!</li>
<li><strong>Escolha uma letra chamativa, mas nem tanto: </strong>Lembra da dica número 1, sobre ser original? Ela se aplica em igual medida à escolha das fontes, ou seja, o tipo de letra em que serão impressas as informações. Neste sentido, fuja da Times New Roman, padrão na maioria dos processadores de texto e também das letras infantis ou de fantasia, que darão ao seu currículo um ar amador.</li>
<li><strong>Cuidado com o tamanho da letra:</strong> Imagine que seu avaliador seja um profissional sênior e, em função disso, necessite de óculos de leitura. Esse é só um dos exemplos que justificam a escolha que letras com no mínimo 10 pontos. Menos do que isso é prejudicial. Se não estiver cabendo, faça um resumo das informações.</li>
<li><strong>Cor da letra? Sempre preto:</strong> É forte a tendência se de tentar usar um cinza para deixar o design mais leve. Mas, reduza no máximo a 75% de preto. E se puder, use o preto 100%, que é sempre a melhor indicação.</li>
<li><strong>Currículo é um documento sóbrio:</strong> Portanto, nada de desenhos, gravuras, ilustrações, molduras, bordas, fadinhas, sinos, mensagens religiosas. Combinado?</li>
<li><strong>Só existe um formato possível: A4:</strong> Pense sempre que seu currículo será classificado numa pasta no arquivo da empresa. Portanto, um envelope do tamanho de uma pasta de correio, ou do tamanho de uma pequena caderneta de telefones não contra-indicados. Escolha com segurança: A4, o padrão nacional de documentos.</li>
<li><strong>Não imprima em formato paisagem:</strong> Ninguém quer virar o seu currículo de lado para ler, especialmente se ele estiver grampeado a vários outros, ou fixado em uma pasta. Arranje outras maneiras de ser diferente.</li>
</ol>
<h3><span style="color: #ff0000;">Quanto ao conteúdo</span></h3>
<ol>
<li><strong>Apresentação:</strong> Escreva, no máximo, um parágrafo de apresentação com seus objetivos profissionais e função a qual está se candidatando. Todo cuidado é pouco com os erros de ortografia e gramática. Antes de imprimir ou enviar, distribua para alguns amigos darem uma olhada. Um olho destreinado sempre identifica mais coisas do que nós mesmos.</li>
<li><strong>Dados pessoais:</strong> Caiu em desuso preencher currículos com número de documentos, até por questões de segurança. A formatação ideal é nome, estado civil, naturalidade, data de nascimento, endereço, e-mail e telefones para contato.</li>
<li><strong>Formação:</strong> Um dos campos mais importantes, onde você deve ser objetivo ao extremo. Relacione a instituição, a data de conclusão e o curso realizado. O mais importante: não invente, não afirme em um documento realidades inexistentes. Logo, logo a verdade aparece. Este detalhe é importante na hora do idioma. Vivemos hoje em uma economia global. Não deixa para avisar ao seu chefe que seu francês não é lá essas coisas com a passagem para o congresso já comprada.</li>
<li><strong>Experiência profissional:</strong> Outro campo importantíssimo e que deve ser preenchido de forma concisa e condizente com a verdade. Nada de exageros ou funções não exercidas pois lembre-se que seu atual ou antigo empregador está a um email de distância.</li>
<li><strong>Informações adicionais:</strong> É importante relacionar cursos paralelos e interesses pessoais. Este campo pode ser mais ou menos abrangente, de acordo com sua profissão e função pretendida. Para um jornalista, por exemplo, é válido relacionar os congressos, interesse por fotografia, livros lidos e/ou publicados etc. Para um engenheiro o campo pode ser utilizado para demonstrar projetos e empreendimentos pessoais, relativos à sua atividade.</li>
</ol>
<h3><span style="color: #ff0000;">Quanto ao formato de entrega</span></h3>
<ol>
<li><strong>Correio tradicional:</strong> Normalmente utilizado quando você identifica uma vaga em jornais ou sites de emprego. Vale enviar como carta registrada ou até mesmo SEDEX para evitar extravios e poder ter certeza da data de entrega.</li>
<li><strong>Pessoalmente:</strong> Em caso de indicação direta ou até mesmo uma ligação do empregador é de bom tom levar o currículo pessoalmente, oportunidade que você pode aproveitar para conhecer a empresa .</li>
<li><strong>E-mail ou via site especializado:</strong> A forma mais utilizada hoje em dia, por ser a mais prática. Tenha também uma versão em PDF. Cópias em WORD também são utilizadas, mas são editáveis.</li>
</ol>
<h3><span style="color: #ff0000;">Quando atualizar?</span></h3>
<ol>
<li><strong>A cada mês:</strong> Reavalie o modelo e o layout. Pesquise atualizações na internet e veja o que pode ser aplicado. Tenha sempre uma cópia impressa, uma em PDF e uma em pendrive com você.</li>
<li><strong>A cada seis meses:</strong> Levando em conta que, hoje em dia, vivemos em numa cultura de conhecimento onde o aprendizado é diário, você muito provavelmente participou de algum evento ou congresso que merece nota.</li>
<li><strong>A cada ano:</strong> Faça uma revisão geral, atualize as datas de cursos e experiência profissional, sua idade e campos sazonais.</li>
</ol>
<p>[Fonte: <a href="http://www.minhacarreira.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.minhacarreira.com/?referer=');">Minha Carreira</a>]</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BgufDIJ4owVNxVf_GWok0vS2xOA/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BgufDIJ4owVNxVf_GWok0vS2xOA/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BgufDIJ4owVNxVf_GWok0vS2xOA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BgufDIJ4owVNxVf_GWok0vS2xOA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogCmmi/~4/tMmJMuOt4O0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Construção de hotel de 30 andares em apenas 15 dias (time lapse)</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogCmmi/~3/9FdU21mvEhQ/construcao-de-hotel-de-30-andares-em-apenas-15-dias-time-lapse</link>
		<comments>http://www.blogcmmi.com.br/geral/construcao-de-hotel-de-30-andares-em-apenas-15-dias-time-lapse#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 00:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Washington Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[broad]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[gerenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[hotel]]></category>
		<category><![CDATA[paradigma]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[terremotos]]></category>
		<category><![CDATA[time lapse]]></category>

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		<description><![CDATA[Tempos atrás colocamos aqui no Blog CMMI um fantástico vídeo onde se era construído um hotel em apenas 6 dias. Bom&#8230; a mesma construtora se superou criando um outro hotel só que com 30 andares em ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tempos atrás colocamos aqui no Blog CMMI um fantástico vídeo onde se era <a href="http://www.blogcmmi.com.br/geral/construindo-um-hotel-de-15-andares-em-apenas-6-dias">construído um hotel em apenas 6 dias</a>. Bom&#8230; a mesma construtora se superou criando um outro hotel só que com 30 andares em 15 dias.</p>
<p>Assim como o vídeo anterior, com este podemos ver o que se pode conseguir com bom planejamento e gerenciamento.</p>
<p><object width="560" height="315" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jcqcafcFErU?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="560" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/jcqcafcFErU?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Segundo a construtora, o hotel resiste à terremotos de até 9 pontos.</p>
<p>É uma quebra de paradígma e é muito provável que a médio prazo teremos uma revolução na construção civil.</p>
<p>&nbsp;</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Dmd61GfLrHxtZ2rq9nnWwanG4tk/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Dmd61GfLrHxtZ2rq9nnWwanG4tk/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Dmd61GfLrHxtZ2rq9nnWwanG4tk/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Dmd61GfLrHxtZ2rq9nnWwanG4tk/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogCmmi/~4/9FdU21mvEhQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como facilitar a negociação do escopo do projeto?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogCmmi/~3/pN2rSI9vLCo/como-facilitar-a-negociacao-do-escopo-do-projeto</link>
		<comments>http://www.blogcmmi.com.br/gestao/como-facilitar-a-negociacao-do-escopo-do-projeto#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 23:11:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Washington Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[custo]]></category>
		<category><![CDATA[escopo]]></category>
		<category><![CDATA[escopo do projeto]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[funcionalidades]]></category>
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		<category><![CDATA[negociação]]></category>
		<category><![CDATA[renegociação]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>

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		<description><![CDATA[A renegociação nos casos de mudança do escopo do projeto pode ser uma das tarefas mais estressantes em um projeto. Apesar de ouvirmos muito por ai que o escopo muda, a realidade não é bem assim. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A renegociação nos casos de mudança do escopo do projeto pode ser uma das tarefas mais estressantes em um projeto. Apesar de ouvirmos muito por ai que o escopo muda, a realidade não é bem assim. Mudanças custam. Tipicamente quando não se sabe o que deve ser feito também não se sabe o custo e então o risco pode ir nas alturas. Em um cenário como este porque começar o projeto? Não seria melhor então definir primeiro o que será feito para ai sim iniciar o projeto?</p>
<p>Um grande amigo costuma dar o exemplo:<br />
- Faz ai um bolo pra mim.<br />
- De qual sabor?<br />
- Tanto faz, faz ai e depois eu vejo que sabor eu quero<br />
- Minutos depois ele volta falando:<br />
- Eu quero de chocolate<br />
- Xii, dançou pois eu já comecei a fazer de cenoura.</p>
<p>Enfim, não seria melhor esperar se definir o que quer? Há uma utilização equivocada dos métodos ágeis em diversas situações como a apresentada. Parece que está sendo mais ágil pois “já se começou a fazer”, mas esquece-se do retrabalho gerado e consequentemente do custo.</p>
<p>É importante lembrar que tudo tem um custo e todo bom gerente de projetos deve utilizar os recursos financeiros do mesmo da melhor forma.</p>
<p>Voltando ao artigo, uma das grandes dicas, em especial em projetos de software é descrever claramente o que será feito. Vejamos duas descrições.</p>
<p>Você escreveu: <em>Cadastro de Fornecedores &#8211; Nesta tela será possível realizar o cadastro de fornecedores</em>.</p>
<p>Qualquer pessoa que veja essa descrição vai imaginar que é uma tela simples. Imagine que a equipe fez um CRUD com uns 20 campos e ao chegar ao seu cliente ele fala que não era nada disso que ele queria, ele comenta que tinha entendido que a tela teria funções como duplicar o fornecedor, lista de últimos pedidos, usuários do fornecedor, faturas pagas, etc, etc, etc</p>
<p>Onde foi o erro? A descrição estava muito simples. Seria melhor detalhar ela um pouco como: <em>Nesta tela será possível fazer operações com inclusão, exclusão, alteração e consulta de fornecedores. Para efeito de estimativas previmos o uso de até 20 campos.</em></p>
<p>Ficou mais objetivo e nem deu trabalho. Da mesma forma é uma boa prática o escopo vir com um anexo intitulado “lista de funcionalidades” onde serão colocados cada módulo e suas funcionalidades do ponto de vista de negócios.</p>
<p>Quando se tem um detalhamento como este e uma lista de funcionalidades, as renegociações de escopo ficam mais fáceis pois saem da esfera do “eu acho”, “estava sub-entendido”, e similares e vão para a esfera dos “fatos”.</p>
<p>Outro ponto a considerar é que o gerente do projeto deve lembrar que o escopo do projeto não muda a não ser que os stakeholders aprovem a mudança, e consequentemente se impacto, em especial em prazo e custo.</p>
<p>Resumindo:</p>
<ul>
<li>Não altere o escopo por sua própria vontade</li>
<li>Descreva o que será feito e o que está previsto</li>
<li>Elabore uma lista de funcionalidades</li>
<li>Documente formalmente as mudanças</li>
<li>Faça uma análise de impacto</li>
</ul>
<p>Ações simples como estas lhe ajudará quando for necessário renegociar o escopo do projeto.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MsuZLIls5UrI7nfcHb9FQwcaAdQ/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MsuZLIls5UrI7nfcHb9FQwcaAdQ/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MsuZLIls5UrI7nfcHb9FQwcaAdQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MsuZLIls5UrI7nfcHb9FQwcaAdQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogCmmi/~4/pN2rSI9vLCo" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>10 dicas essenciais para o sucesso profissional</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogCmmi/~3/M-XC8qHcPdI/10-dicas-essenciais-para-o-sucesso-profissional</link>
		<comments>http://www.blogcmmi.com.br/geral/10-dicas-essenciais-para-o-sucesso-profissional#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 23:11:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Washington Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[aprenda]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[networking]]></category>
		<category><![CDATA[o segredo]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos nós queremos conhecer o segredo do sucesso profissional para as nossas vidas, além do sucesso familiar e sucesso em todas as outras áreas. Mas então qual é o segredo para o sucesso profissional? Existem algumas características que nos podem ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos nós queremos conhecer o segredo do sucesso profissional para as nossas vidas, além do sucesso familiar e sucesso em todas as outras áreas. Mas então qual é o segredo para o sucesso profissional?</p>
<p>Existem algumas características que nos podem ajudar a alcançar o sucesso, mas a principal é a acção. Sem acção, qualquer boa característica que tenha não serve de muito.</p>
<p>Das seguintes características, consegue aprender algumas na escola, outras no emprego e outras ainda da experiência da vida. Aqui ficam os segredos do sucesso profissional.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>1. APRENDA A FALAR BEM EM PÚBLICO</strong></span><br />
A capacidade de falar bem em público, seja para uma pessoa ou para centenas, é uma das mais importantes que podemos aprender.</p>
<p>Quem domina a arte de falar em público, aparece aos olhos dos outros como uma pessoa confiante e mais atrativa, que todos gostam de acompanhar.</p>
<p>Com esta característica, pode vender produtos ou serviços, mas mais importante, vender ideias, defender pontos de vista e apresentar soluções.</p>
<p>Vale lembrar que falar em público requer prática, quando mais se praticar, melhor será seu desempenho.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>2. APRENDA A ESCREVER BEM</strong></span><br />
Saber escrever bem oferece praticamente as mesmas vantagens de saber falar em público.</p>
<p>Consegue estruturar melhor as suas ideias e defender as suas opiniões.<br />
É preciso dominar a gramática da sua língua e ter a capacidade de apresentar textos muito bem organizados e claros.</p>
<p>Os grandes gurus de uma determinada área de negócio, são pessoas que normalmente escrevem artigos para várias publicações e que também aparecem em conferências.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>3. TENHA UMA BOA GESTÃO PESSOAL</strong></span><br />
Outro segredo do sucesso profissional é a Gestão Pessoal. Para podermos agir corretamente, nas tarefas que criam mais valor, é necessário melhorar a nossa gestão pessoal. Organização, produtividade, disciplina e Desenvolvimento Pessoal constante, são hábitos obrigatórios para quem quer ter sucesso profissional.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>4. CONSTRUA UM BOM NETWORKING</strong></span><br />
Ter uma rede de contatos é útil para angariar clientes e procurar emprego, mas é muito mais importante para criar ideias e desenvolver produtos finais interessantes.</p>
<p>As portas de fornecedores, clientes e parceiros  abrem-se e gera-se uma corrente de valor para a inovação e criatividade.</p>
<p><strong><span style="color: #3366ff;">5. EXERCITE O PENSAMENTO CRÍTICO</span></strong><br />
Existe hoje em dia muito mais informação a circular no mundo do que existia em gerações passadas, o que torna impossível o conhecimento de todas as áreas. Por isso, a capacidade de filtrar a informação importante e relacioná-la com a informação que já conhece, é crucial para atingir o sucesso profissional e distinguir-se dos outros milhões de pessoas.</p>
<p><strong><span style="color: #3366ff;">6. MELHORE SUA CAPACIDADE DE DECISÃO</span></strong><br />
Como já vimos, agir é a única forma de fazer com que as coisas aconteçam. Para podermos agir é necessário ter uma excelente capacidade de decisão baseada nos fatos que dispomos num determinado momento. Não quer dizer que é necessário acertar sempre nas decisões tomadas, mas ficarmos sem agir devido a uma análise excessivamente demorada dos problemas é bastante pior.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>7. SEJA BOM COM NÚMEROS</strong></span><br />
Não é preciso ser genial e dominar conceitos mais avançados, como derivadas e integrais, mas ser rápido a analisar dados na sua cabeça, como juros compostos e conceitos estatísticos.</p>
<p>Aliar esta capacidade de análise com a capacidade de decidir rapidamente, farão a diferença na sua carreira.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>8. MELHORE SUA CAPACIDADE DE INVESTIGAÇÃO</strong></span><br />
Como já vimos, a quantidade de informação existente numa qualquer área é demasiado grande para que uma pessoa saiba tudo sobre ela.</p>
<p>Hoje em dia, não se espera que saiba tudo, mas espera-se que consiga encontrar rapidamente uma resposta para os problemas. Para isso, temos de saber onde procurar:</p>
<ul>
<li>Livros</li>
<li>Blogs</li>
<li>Revistas</li>
<li>Jornais</li>
<li>Internet</li>
<li>Ler mais eficazmente</li>
<li>Conhecer as pessoas que têm respostas</li>
</ul>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>9. SAIBA RELAXAR</strong></span><br />
O Stress afeta a sua saúde, pode até ser de forma fatal, mas afeta também a sua performance.</p>
<p>Quando estamos ansiosos, é mais difícil pensar, tomar decisões e socializar corretamente.</p>
<p>Trabalhar até cair para o lado para conseguir ser promovido ou acompanha o mercado, não é sucesso profissional, é apenas obsessão idiota.</p>
<p>Enfrentar os problemas da forma mais produtiva possível e da forma que gera menos Stress, é talvez o mais importante de tudo.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>10. MELHORE SUAS HABILIDADES COM FINANÇAS</strong></span><br />
O dinheiro é um fator muito importante na nossa sociedade, porque permite muitos prazeres que seriam impossíveis de outra forma.</p>
<p>Por isso, é importante conhecer contabilidade mais simples, como finanças pessoais, para registar o que ganha e o que gasta.</p>
<p>É também muito importante saber quanto vale o seu tempo profissional e quanto valem as tarefas que tem de cumprir, para escolher as que lhe tragam maiores benefícios pelo mesmo tempo de trabalho.</p>
<p>Estas são apenas dez características importantes. Haverá mais algumas específicas para determinados objetivos e outras mais gerais para que tenha outros valores na vida para a palavra Sucesso.</p>
<p>Se conseguir melhorar em algumas, ou ainda melhor, em todas as características, tem quase a garantia que será bem sucedido em qualquer área, porque descobriu o segredo do sucesso profissional.</p>
<p><span style="color: #c0c0c0;">[<a href="comotersucessoprofissional.blogspot.com" target="_blank"><span style="color: #c0c0c0;">Como ter sucesso profissional</span></a>]</span></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yA8PuRm_dQVStjPtKBMJT-7xTMk/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yA8PuRm_dQVStjPtKBMJT-7xTMk/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yA8PuRm_dQVStjPtKBMJT-7xTMk/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yA8PuRm_dQVStjPtKBMJT-7xTMk/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogCmmi/~4/M-XC8qHcPdI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como tornar a implementação do CMMI mais fácil</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 01:15:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Washington Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia de software]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
		<category><![CDATA[Requisitos]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Constantemente as pessoas comentam que a implentação de um programa de qualidade como CMMI ou MPS.Br é difícil por ter que escrever diversos processos e consequentemente a manutenção disto ser extremamente trabalhosa. Isso de uma certa ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Constantemente as pessoas comentam que a implentação de um programa de qualidade como CMMI ou MPS.Br é difícil por ter que escrever diversos processos e consequentemente a manutenção disto ser extremamente trabalhosa. Isso de uma certa forma é verdade, mas é por isso mesmo que existem os níveis, para que as empresas dêem um passo de cada vez.</p>
<p>Nenhum dos modelos fala como fazer, apenas o que deve ser feito e a abordagem tradicional é criar uma política e um processo para cada área de processo. Diversas consultorias orientam seus clientes nesta abordagem e apesar de não ser errada, é bem mais trabalhosa conforme demonstrado na imagem abaixo.</p>
<div id="attachment_3982" class="wp-caption alignnone" style="width: 574px"><a href="http://www.blogcmmi.com.br/wp-content/uploads/2012/01/abordagem-tradicional.jpg"><img class="size-full wp-image-3982" title="abordagem-tradicional" src="http://www.blogcmmi.com.br/wp-content/uploads/2012/01/abordagem-tradicional.jpg" alt="" width="564" height="613" /></a><p class="wp-caption-text">Na abordagem tradicional se tem uma política e um processo para cada área de processo tanto do CMMI quanto do MPS.Br</p></div>
<p>Outra abordagem é agrupar os processos por seu assunto, assim os processos de RD &#8211; Desenvolvimento de Requisitos, TS &#8211; Solução Técnica, PI Integração de Produto e REQM &#8211; Gerenciamento de Requisitos poderiam todos serem tratados em um “processo de engenharia de software” e uma “política de engenharia de software”. Desta forma você pode ter os assuntos mais otimizados passando de 22 processos quando em nível 5 para por volta de 5 processos e 5 políticas no mesmo nível.</p>
<p>Evoluindo mais o assunto, você pode usar a mesma organização em outros temas como por exemplo PPQA e Medições.</p>
<p>É importante lembrar que o trabalho de definição dos trabalhos das áreas de processo ainda é o mesmo, mas o fato de ser organizado de uma forma mais otimizada facilita a organização.</p>
<p>Veja na imagem abaixo como seria está nova abordagem em um programa de melhoria de processos CMMI 3 (ou MPS.Br C):</p>
<div id="attachment_3983" class="wp-caption alignnone" style="width: 574px"><a href="http://www.blogcmmi.com.br/wp-content/uploads/2012/01/abordagem-otimizada.jpg"><img class="size-full wp-image-3983" title="abordagem-otimizada" src="http://www.blogcmmi.com.br/wp-content/uploads/2012/01/abordagem-otimizada.jpg" alt="" width="564" height="597" /></a><p class="wp-caption-text">Na abordagem otimizada as áreas de processo ficam organizadas por assunto</p></div>
<p>Repare que fica mais limpo, mais organizado e consequentemente mais fácil de se manter.</p>
<p>A cada vez mais as empresas tem focado em abordagens mais otimizadas como esta. Se sua organização já tem os processos no modelo tradicional, convém analisar o benefício de se adaptar para esta abordagem.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zlPjbHITyBceViIC-J4_0otS7Lw/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zlPjbHITyBceViIC-J4_0otS7Lw/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zlPjbHITyBceViIC-J4_0otS7Lw/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zlPjbHITyBceViIC-J4_0otS7Lw/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogCmmi/~4/QgT4-SzAK6w" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Analista de negócios: O tradutor</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 00:18:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Washington Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[analista de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[vantagens]]></category>

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		<description><![CDATA[É possível que você saiba explicar quem ele é. Mas também é possível que você já tenha ouvido falar, porém não faça idéia de quem se trata. É bom se informar. Está função vem ganhando cada ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É possível que você saiba explicar quem ele é. Mas também é possível que você já tenha ouvido falar, porém não faça idéia de quem se trata. É bom se informar. Está função vem ganhando cada vez mais visibilidade no Brasil e com altas remunerações.</p>
<p>A análise de negócios tem se apresentado, desde seu surgimento, como uma interessante alternativa para os profissionais de TI mais experientes e com boa desenvoltura. As empresas buscam por esses profissionais, principalmente dentro da própria organização.</p>
<p>Isso acontece por que as empresas não encontram no mercado profissionais qualificados. Dessa forma, elas acabam por reciclar seus funcionários para atuarem como analistas de negócios. Porém, existe uma demanda crescente por novos profissionais da área em todo o mundo.</p>
<p>Estima-se que o cargo tenha surgido na década de 1980 devido à evolução dos processos de gerenciamento, que levaram as organizações a implantar diversos softwares para solucionar seus problemas e, assim, melhorar sua produtividade.</p>
<p>No entanto, o que aconteceu, por vezes, foi que as empresas ou não conseguiam identificar suas dificuldades corretamente, ou não sabiam como aplicar a tecnologia que tinham em mãos para superá-las.</p>
<p>Para dar fim ao impasse a opção foi posicionar alguém entre o problema e a solução. O analista de negócios surge, então, como um facilitador do diálogo entre os setores de negócios e TI das empresas.</p>
<p>A maior parte das empresas define como bom profissional da área aquele que é capaz de compreender bem os softwares e suas potencialidades e limitações e alinhar esse conhecimento a áreas do negócio, como funcionamento do mercado, planejamento estratégico e análise competitiva.</p>
<p>O bom analista de negócios contribuirá para que os projetos da corporação tenham sucesso. Entendendo claramente as necessidades da empresa e sabendo converter essas necessidades em soluções.</p>
<p>Para as empresas, uma das maiores vantagens em contratar um profissional com esse perfil é que a contratação pode significar uma redução considerável de tempo, esforços e custos. A comunicação entre os departamentos da organização, promovida pelo analista de negócios, diminui a quantidade de tentativas e erros durante a implementação de novas tecnologias nos processos de trabalho.</p>
<p>Para os profissionais de TI, a possibilidade de trabalhar com análise de negócios deve ser levada em consideração. A remuneração de um Analista de negócios é alta e a maior parte das vagas está em São Paulo. Não é exigida uma formação específica para a ocupação do cargo. Em geral, as empresas contratam pessoas formadas em Sistemas de Informação, Administração de Empresas, Ciências da Computação, Economia, Ciências Contábeis, Engenharia ou até mesmo em cursos mais improváveis como Publicidade ou Direito.</p>
<p>No entanto, se especializar na Análise de negócios é um importante diferencial para aqueles que pretendem se candidatar ao cargo. Atualmente, há uma oferta considerável de cursos presenciais ou à distância para aperfeiçoamento do profissional de Análise de negócios. Há também uma prova de certificação promovida pelo IIBA (The Internacional Institute of Business Analysis)*, que visa regulamentar e, com isso, valorizar essa profissão que vem ganhando um espaço cada vez maior no mercado de trabalho.</p>
<p><span style="color: #99cc00;">[Adaptado de TI Masters - Nicolly Vimercate]</span></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GQwVNzUvIo_tQIMhUGUjg3Y5K70/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GQwVNzUvIo_tQIMhUGUjg3Y5K70/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GQwVNzUvIo_tQIMhUGUjg3Y5K70/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GQwVNzUvIo_tQIMhUGUjg3Y5K70/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogCmmi/~4/jSQHhnm23sw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Nove competências “quentes” para 2012 na área de TI</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogCmmi/~3/8nKM6-Ro8gM/nove-competencias-quentes-para-2012-na-area-de-ti</link>
		<comments>http://www.blogcmmi.com.br/dicas/nove-competencias-quentes-para-2012-na-area-de-ti#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 23:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Washington Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[computerworld]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento de sites]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[grandes empresas]]></category>
		<category><![CDATA[interfaces web]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[recursos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[redes]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo anual da Computerworld nos Estados Unidos comprova: entre os profissionais mais requisitados pelos CIOs em 2012 estarão aqueles com um ou mais dessas nove competências: 1 &#8211; Programação e desenvolvimento de aplicações: Perto de 61% das ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo anual da Computerworld nos Estados Unidos comprova: entre os profissionais mais requisitados pelos CIOs em 2012 estarão aqueles com um ou mais dessas nove competências:</p>
<p><strong>1 &#8211; Programação e desenvolvimento de aplicações:</strong> Perto de 61% das 353 grandes empresas americanas ouvidas para o estudo procuram profissionais para o desenvolvimento de sites, a atualização de sistemas internos e o suporte às necessidades de utilizadores de dispositivos móveis. Este crescimento não surpreende John Reed, diretor executivo de recursos humanos da Half Technology. “O desenvolvimento para interfaces Web continua a ser muito forte”, conforme as empresas tentam melhorar a experiência do usuário, explica. Espera-se que haja também um grande esforço para desenvolver tecnologias de mobilidade para melhorar o acesso dos clientes através de smartphones.</p>
<p><strong>2 &#8211; Gestão de projetos: </strong>Cerca de 44% das organizações pretendem contratar pessoas com competências nessa área, durante os próximos 12 meses. Um ponto percentual acima no verificado para 2010. Os grandes projetos precisam de gestores, mas também precisam de analistas de negócio capazes de identificar as necessidades dos usários e traduzi-las para os funcionários de TI encarregados de responder a essas necessidades e concluir projetos dentro do prazo. “A procura tem sido mais centrada em analistas de negócio do que em gestores de projetos”, diz Reed. Em outras palavras, previlegiam-se aqueles capazes de concretizar os projetos em vez de quem de quem apenas os supervisiona e monitora.</p>
<p><strong>3 &#8211; Help Desk e suporte técnico:</strong> Nos próximos 12 meses, cerca de 35% das empresas deverá contratar recursos humanos com habilitações neste campo (menos 8% do que o previsto para 2010). Enquanto se usarem TI no local de trabalho, haverá a necessidade de ter funcionários de apoio, sejam eles internos ou por assistência remota. O help desk e suporte técnico são pontos de entrada para os profissionais de TI e cargos nos quais podem adquirir as aptidões necessárias para as funções de análise de programação ou de sistemas. Mas os sistemas operacionais de mobilidade “têm acrescentado uma nova dimensão ao help desk e ao suporte técnico”, diz David Foote, CEO da consultoria Foote Partners.</p>
<p><strong>4 &#8211; Redes:</strong> Cerca de 35% (menos 3%), das empresas vai procurar recursos para gerir redes. Reed considera que os profissionais de TI com competências de gestão de rede continuarão a ter grande procura. Isso tem sido alimentado, em parte, com os projetos de virtualização e de cloud computing. A maior demanda é por profissionais habilitados para gerir tecnologia VMware e Citrix. As certificações são importantes, mas não parecem estar definindo o mercado.</p>
<p><strong>5 &#8211; Business Intelligence:</strong> Perto de 23% das organizações deverá procurar profissionais competentes nesta área nos próximos 12 meses. Mais 10% do que em 2010. O pequeno aumento na procura destes profissionais indica uma mudança de enfoque nas empresas: da redução de custos, para o investimento em tecnologia capaz de fornecer dados em tempo real.</p>
<p><strong>6 &#8211; Data center:</strong> A procura por profissionais com habilitações para trabalhar nos centros de dados deve baixar 3%. Apenas 18% das empresas nos Estados Unidos deve procurar recursos humanos para essas funções. Tal como as redes, as operações de data centers serão afetadas pela virtualização e as estratégias de migração para cloud computing. Além disso, as exigências de ter dados disponíveis para obter as garantias de níveis de serviços de TI enfatizam a necessidade de ter especialistas em Disaster Recovery e Business Continuity.</p>
<p><strong>7 &#8211; Web 2.0:</strong> Perto de 18% das organizações pretendem contratar pessoal com aptidões para esta área nos próximos 12 meses (em 2010 eram 17%). As competências técnicas em torno das redes sociais continuam a ser procuradas. Reed espera que a tendência se mantenha em 2012. Aptidões para .Net, AJAX e PHP serão valorizadas para o back-end, assim com as competências em HTML, XML, CSS, Flash e Javascript, entre outras, serão muito procuradas para o front-end.</p>
<p><strong>8 &#8211; Segurança:</strong> Apenas 17% das empresas planejam fazer contratações para responder a necessidades nesta área. Menos 15% do que o previsto para 2010. A queda pode ser surpreendente, dado ao crescimento das ameaças de segurança da informação em 2011. Mas a segurança não deixou de ser uma preocupação de nível superior para muitas organizações, especialmente entre aquelas que consideram adoptar plataformas de cloud computing.</p>
<p><strong>9 &#8211; Telecomunicações:</strong> Perto de 9% das empresas diz que vai contratar profissionais com competências neste campo nos próximos 12 meses, face a 17% nas previsões para 2010. A atualização de sistemas de comunicação, associada à implantação de VoIP, alimenta a demanda.</p>
<p><span style="color: #888888;">[Paul Bell do www.cio.com.br]</span></p>
<p>&nbsp;</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XFj-Q94kcMWi9N5WIWJ5qx31PWE/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XFj-Q94kcMWi9N5WIWJ5qx31PWE/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XFj-Q94kcMWi9N5WIWJ5qx31PWE/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XFj-Q94kcMWi9N5WIWJ5qx31PWE/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogCmmi/~4/8nKM6-Ro8gM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Você confia no seu Status Report?</title>
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		<comments>http://www.blogcmmi.com.br/gestao/voce-confia-no-seu-status-report#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 00:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Washington Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[confiabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[gerente]]></category>
		<category><![CDATA[gp]]></category>
		<category><![CDATA[indicador]]></category>
		<category><![CDATA[relatório]]></category>
		<category><![CDATA[status report]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje a tarde há um evento de Status Report com seu cliente e você deve apresentar o relatório com os mesmos indicadores apresentados sempre como atendimento à prazo, atendimento à custo, produtividade, índice de qualidade e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje a tarde há um evento de Status Report com seu cliente e você deve apresentar o relatório com os mesmos indicadores apresentados sempre como atendimento à prazo, atendimento à custo, produtividade, índice de qualidade e outros. Para sua sorte a empresa em que você trabalha possui um sistema de gestão que lhe passa estas informações facilmente então é só pegar os dados lá certo?</p>
<p>Chegando no cliente com o Status Report debaixo do braço (na verdade em um pendrive) você inicia a apresentação comentando as pendências, ações, indicadores e de repente é interrompido com a seguinte frase: “Me parece que estes dados de progresso e qualidade são os mesmos da semana passada”. Você verifica e&#8230; infelizmente são, não houve variação nos indicadores na última semana. A partir daqui o gerente pode perder um elemento essencial: sua credibilidade.</p>
<p>A causa mais comum para esta situação é a não atualização dos dados do projeto pela equipe e isto ocorre por falta de disciplina, elemento este que infelizmente é cada vez mais raro. Independentemente da função exercida (especificação, codificação, testes, etc), deve-se também atualizar as informações dos sistemas, em especial o sistema de gestão afinal, o GP não vai advinhar que uma determinada tarefa está pronta nem vai adivinhar também seu custo, esforço, qualidade, etc.</p>
<p>Voltando ao início do texto, está situação poderia ser evitada com um simples indicador que o sistema já poderia passar ao gerente do projeto que é o índice de “Confiabilidade”, também conhecido como indicador de confiabilidade dos dados. Sua implementação é muito simples, basta implementar uma equação que leve em conta as últimas atualizações de dados de esforço e progresso com seu volume. Pode ser uma escala de 0% à 100% e pode-se criar uma regra onde os dados só são confiáveis se acima de um certo índice.</p>
<p>Se o sistema tivesse este indicador, antes de elaborar o Status Report você poderia ver o índice como ~60% e tomado a decisão de solicitar atualização dos dados antes de continuar, evitando assim o comprometimento da sua imagem. Da mesma forma, você poderia ver também que a última atualização dos dados foi à 8 dias, logo, a posição apresentada pelo sistema não é válida.</p>
<p>Enfim, considere a implementação de um indicador de confiabilidade em seu sistema de gestão.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Gru0ZQ3FIhgZbeFAdKujCJKJKmE/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Gru0ZQ3FIhgZbeFAdKujCJKJKmE/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Gru0ZQ3FIhgZbeFAdKujCJKJKmE/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Gru0ZQ3FIhgZbeFAdKujCJKJKmE/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/BlogCmmi/~4/Cow1aVNFF3A" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>ROI como ferramenta de redução de custo</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/BlogCmmi/~3/g9C8f5hOz14/roi-como-ferramenta-de-reducao-de-custo</link>
		<comments>http://www.blogcmmi.com.br/dicas/roi-como-ferramenta-de-reducao-de-custo#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 00:55:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Washington Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[custo]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[financeira]]></category>
		<category><![CDATA[roi]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já se fez a pergunta “quanto este projeto irá economizar para a empresa?”. Se não, está é uma boa pergunta para se fazer, aliás, ter este pensamento poderá ajudar muito a empresa na redução de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já se fez a pergunta “quanto este projeto irá economizar para a empresa?”.</p>
<p>Se não, está é uma boa pergunta para se fazer, aliás, ter este pensamento poderá ajudar muito a empresa na redução de custos.</p>
<p>Em toda empresa anualmente são propostos diversos projetos para melhoria dos processos atuais todavia, quantos destes projetos são realmente necessários para a empresa? É muito fácil falar “com este sistema nós vamos melhorar o processo” todavia, sem dados não é possível confirmar nada. Vejamos um processo exemplo:</p>
<p>Uma empresa tem um processo de coleta de sugestões de melhoria. As melhorias aprovadas são recompensadas. Esta empresa recebe 100 sugestões por mês e tem uma pessoa dedicada para este trabalho. O custo operacional deste processo é de 30.000 por ano. Após um certo tempo a empresa decide por desenvolver um sistema para melhorar este processo. O custo de desenvolvimento do mesmo será de 100.000.</p>
<p>A pergunta que fica é: Qual a viabilidade financeira deste sistema? Certamente ele trará diversos benefícios como segurança, agilidade, controle, mas o investimento terá retorno?</p>
<p>Uma boa e simples técnica para análise do retorno do investimento é verificar “em quanto tempo o projeto se paga”. Simples assim. Deve-se realizar uma análise de quanto o projeto economizará mensalmente e dividir o valor do investimento pelo valor da economia mensal, assim se obtém a quantidade de meses. A empresa por outro lado pode definir uma critério simples de por exemplo, só executar projetos que se paguem em até 24 meses.</p>
<p>Um critério simples como este certamente reduz o custo da organização visto que projetos com pouca viabilidade financeira deixam de ser executados.</p>
<p>Enfim, a análise do retorno do investimento (ROI) é um excelente método para redução de custos e uma prática que deve ser considerada por toda organização.</p>
<p>Em tempo: É importante considerar a análise de ROI mesmo em demandas legais. Muitas vezes pode-se reduzir o escopo e ainda assim atender a norma.</p>

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		<title>Série Indicadores: Produtividade</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 00:49:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Washington Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[apf]]></category>
		<category><![CDATA[boxplot]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[indicador]]></category>
		<category><![CDATA[pontos por função]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Objetivo:</strong> Indicar a produtividade atual</p>
<p><strong>Aplicável à:</strong> É mais comum ver a produtividade do projeto como um doto, todavia uma evolução é ter este indicador por fase ou até mesmo por entrega.</p>
<p><strong>Unidade:</strong> Em TI quando se fala em produtividade normalmente se fala em APF ou sendo mais específico “horas por ponto por função”. Com isso pode-se conhecer quantas horas a equipe demora para produzir um ponto por função e até mesmo comparar a produtividade de cada membro da equipe. Outra linha interessante é a conversão para percentual, com isto será possível ter um gráfico demostrando quanto cada equipe (ou membro) está produzindo por dia.</p>
<p><strong>Problema típico:</strong> Medir a produtividade não é uma tarefa fácil pois para isto a organização deve:</p>
<ul>
<li>Conhecer APF</li>
<li>Mapear tudo o que deve ser desenvolvido no projeto e qual sua contribuição (em percentual) para o todo</li>
<li>Ter um apontamento de horas efetivo e preferencialmente diário</li>
<li>Garantir que as pessoas indicam a completude das atividades no momento certo</li>
</ul>
<p><strong>Coleta:</strong> Devido a complexidade dos elementos envolvidos, recomenda-se que este número seja gerado a partir de um sistema da empresa onde os projetos são cadastrados, horas apontadas bem como sua completude.</p>
<p><strong>Forma de apresentação:</strong> Aqui recomendo duas formas. Na primeira podemos ver a evolução da produtividade ao longo do tempo. Você pode iniciar esta medição por semana, todavia defina uma meta para ter esta informação apurada diariamente.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3949" title="produtividade-apf" src="http://www.blogcmmi.com.br/wp-content/uploads/2011/10/produtividade-apf.jpg" alt="" width="564" height="260" /></p>
<p>A segunda forma apoia na gestão estratégica. Neste gráfico é possível visualizar quando cada equipe (ou membro) produz diariamente. Com uma informação assim você pode deslocar a equipe ou membro da mesma certo em momentos críticos. O Boxplot abaixo apoia bastante nesta decisão.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3950" title="produtividade-equipe-apf" src="http://www.blogcmmi.com.br/wp-content/uploads/2011/10/produtividade-equipe-apf.jpg" alt="" width="564" height="267" /></p>
<p><strong>Como usar:</strong> Duas coisas são essenciais. 1 &#8211; Tenha o tamanho do projeto estimado. 2 &#8211; Estruture o mesmo com uma granularidade interessante e assegure que a contribuição da mesma em percentual ao todo foi definida.</p>
<p><strong>Dica:</strong> O maior problema é ter os dados confiáveis, assim, assegure que as pessoas estão apontando suas horas diariamente e informando a completude das atividades.</p>
<p><strong>Recomendação:</strong> Do ponto de vista estratégico, o gráfico de comparação de produtividade pode ser muito útil. Inicie medindo a produtividade das equipes e quando houver maturidade parta para seus membros. Bonifique os mais produtivos.</p>

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