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	<title>Áudio nas Igrejas</title>
	
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	<description>Levando uma nova visão de áudio às igrejas evangélicas.</description>
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		<title>Aplicativo Áudio nas Igrejas para celulares Nokia</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 04:14:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filippo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Aplicativo Áudio nas Igrejas para celulares Nokia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira o site Áudio nas Igrejas a partir de seu celular Symbian, o sistema operacional da Nokia. <a title="Aplicativo Áudio nas Igrejas" href="http://store.ovi.com/content/217463" target="_blank">Clique aqui</a> para baixar o aplicativo.</p>
<p><a href="http://store.ovi.com/content/217463"><img class="aligncenter size-full wp-image-428" title="-nokia-n8-4" src="http://www.audionasigrejas.org/novo/wp-content/uploads/2011/11/nokia-n8-4.jpg" alt="" width="300" height="250" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Socorro! O som está muito alto</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 06:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filippo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Avançados]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciantes]]></category>
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		<category><![CDATA[Pastores e líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde auditiva]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Em muitas ocasiões, quando participamos de cultos nas nossas igrejas, ouvimos os irmãos dizerem o seguinte: “O som está muito alto!”. Não quero aqui discutir as razões pelas quais os níveis de intensidade sonora que adotamos em nossas reuniões são tão altos porque creio que já os conhecemos muito bem. Minha intenção em trazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-338" title="som alto demais" src="http://www.audionasigrejas.org/novo/wp-content/uploads/2011/03/SPLimage001.jpg" alt="" width="492" height="379" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em muitas ocasiões, quando participamos de cultos nas nossas igrejas, ouvimos os irmãos dizerem o seguinte: “O som está muito alto!”. Não quero aqui discutir as razões pelas quais os níveis de intensidade sonora que adotamos em nossas reuniões são tão altos porque creio que já os conhecemos muito bem. Minha intenção em trazer esse assunto à baila é mostrar a você os prejuízos que essa prática tem trazido à nossa saúde e aos nossos relacionamentos.</p>
<p>O problema que envolve os altos níveis de pressão sonora (conhecido como volume), que a partir de agora chamarei de “SPL”, precisa ser analisada por dois pontos de vista: interno e externo. O ponto de vista interno está relacionado à saúde auditiva do povo que assiste em nossos templos enquanto o ponto de vista externo está ligado ao incômodo que levamos aos vizinhos de nossas igrejas. Vamos tratar das duas abordagens individualmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Altos SPL no interior dos templos</strong></p>
<p>Já ouvi algumas pessoas dizendo que “se o barulho que é produzido dentro dos templos não incomodar aos vizinhos, não importa o que fazemos ali”. Devo discordar veementemente dessa postura. Nós, os operadores e técnicos de som, somos responsáveis pela saúde auditiva das pessoas que freqüentam nossas igrejas.</p>
<p>Há  inúmeros estudos científicos que comprovam os prejuízos à saúde causados por exposição continuada a altos  SPL. Um desses prejuízos é a Perda Auditiva Induzida por Ruído,  conhecida como PAIR, que é irreversível.</p>
<p>A PAIR manifesta-se, primeiramente, com a perda de sensibilidade para as freqüências de 3, 4 e 6 kHz, região onde está concentrada a inteligibilidade da fala. Perdas auditivas nessa faixa de freqüência certamente causarão prejuízos à comunicação. À medida que a PAIR se aprofunda, perdas nas freqüências de 500 Hz, 1, 2 e 8 kHz são percebidas.</p>
<p>A submissão contínua a altos níveis de ruído tem reflexos em todo organismo e não somente no aparelho auditivo. Ruídos intensos e permanentes podem causar vários distúrbios, alterando significativamente o humor e a capacidade de concentração (efeitos psicológicos), além de provocar interferências no metabolismo de todo o corpo (efeitos fisiológicos). Observe, na Tabela 1, alguns desses efeitos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="316" valign="top"><strong><em>Efeitos Psicológicos</em></strong></td>
<td width="316" valign="top"><strong><em>Efeitos Fisiológicos</em></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="316" valign="top">Perda de concentração</td>
<td width="316" valign="top">Perda auditiva até a surdez permanente</td>
</tr>
<tr>
<td width="316" valign="top">Perda dos reflexos</td>
<td width="316" valign="top">Dores de cabeça</td>
</tr>
<tr>
<td width="316" valign="top">Irritação permanente</td>
<td width="316" valign="top">Fadiga</td>
</tr>
<tr>
<td width="316" valign="top">Insegurança quanto à eficiência de seus atos</td>
<td width="316" valign="top">Loucura</td>
</tr>
<tr>
<td width="316" valign="top">Embaraço nas conversações</td>
<td width="316" valign="top">Distúrbios cardiovasculares</td>
</tr>
<tr>
<td width="316" valign="top">Perda da inteligibilidade das palavras</td>
<td width="316" valign="top">Distúrbios hormonais</td>
</tr>
<tr>
<td width="316" valign="top">Impotência sexual</td>
<td width="316" valign="top">Gastrite</td>
</tr>
<tr>
<td width="316" valign="top"></td>
<td width="316" valign="top">Disfunção digestiva</td>
</tr>
<tr>
<td width="316" valign="top"></td>
<td width="316" valign="top">Alergias</td>
</tr>
<tr>
<td width="316" valign="top"></td>
<td width="316" valign="top">Aumento da freqüência cardíaca</td>
</tr>
<tr>
<td width="316" valign="top"></td>
<td width="316" valign="top">Contração dos vasos sangüíneos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><em>Tabela 1 – Efeitos Psicológicos e Fisiológicos da Exposição a Altos SPL</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esses efeitos causam também a dispersão dos ouvintes que, incomodados com a aspereza da sonorização, afastam-se da adoração genuína e da compreensão da Palavra pregada.</p>
<p>Outros estudos estabeleceram os limites diários para exposição a altos níveis de ruído, conforme demonstrados na Tabela 2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: left;" width="219" valign="top"><strong><em>Nível de Ruído em dB(A)</em></strong></td>
<td style="text-align: left;" width="236" valign="top"><strong><em>Tempo de Exposição Diária</em></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="219" valign="top">85</td>
<td width="236" valign="top">8 horas</td>
</tr>
<tr>
<td width="219" valign="top">90</td>
<td width="236" valign="top">4 horas</td>
</tr>
<tr>
<td width="219" valign="top">95</td>
<td width="236" valign="top">2 horas</td>
</tr>
<tr>
<td width="219" valign="top">100</td>
<td width="236" valign="top">1 hora</td>
</tr>
<tr>
<td width="219" valign="top">105</td>
<td width="236" valign="top">30 minutos</td>
</tr>
<tr>
<td width="219" valign="top">110</td>
<td width="236" valign="top">15 minutos</td>
</tr>
<tr>
<td width="219" valign="top">115</td>
<td width="236" valign="top">7 minutos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="text-align: left;"><em>Tabela 2 – Limites para Exposição Diária a Altos SPL</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sempre que possível, devemos usar protetores auditivos quando expostos a SPL acima de 85 dB(A) e evitar exposições a valores acima de 100 dB(A). Para que você tenha uma idéia ao que estamos submetendo nossos irmãos, observei por meio de medições utilizando um decibelímetro (medidor de intensidade sonora), que na maioria de nossas igrejas são atingidos SPL entre 95 e 110 dB(A) durante os momentos de louvor.</p>
<p><strong>Altos SPL no exterior dos templos</strong></p>
<p>Outra preocupação que devemos ter, e não menos importante, é com o bem-estar dos vizinhos das nossas igrejas. Em muitos casos, eles são afastados da Palavra pelo mau comportamento que adotamos ao utilizar volumes extremamente altos em nossas programações, ignorando o incômodo que lhes causamos.</p>
<p>Havia uma determinada igreja vizinha à minha casa que não sabia por que razão as pessoas que moravam em seu entorno não freqüentavam suas programações. Certa vez eu estava em meu quarto preparando uma aula quando o culto naquela igreja começou. O barulho era tanto que resolvi realizar uma medição com meu decibelímetro. Para minha surpresa medi, dentro do meu quarto, 105 dB(A). Gostaria de ressaltar que minha casa ficava do outro lado da rua (distante cerca de 20 metros) e a parede da igreja que estava de frente para mim não possuía janelas. Agora imagine: se dentro da minha casa, do outro lado da rua, o nível de barulho atingiu 105 dB(A), qual não era seu valor no interior do salão?</p>
<p>Esse exemplo serve para demonstrar como o barulho pode afastar aqueles que queremos alcançar. “Bom&#8230;”, você me dirá: “Paulo incomodava as pessoas por onde passava. Importa que obedeçamos a Deus e não aos homens”. Muito bem, o texto bíblico em Atos 16:20 realmente afirma isso, mas nesse caso, o que incomodava não era o barulho, mas a Palavra de Deus. Quando a Palavra incomoda, as pessoas são atraídas; quando é o barulho que incomoda, elas se afastam.</p>
<p>A maioria das cidades tem legislação que disciplina o controle de emissão de ruídos. Aquelas que não possuem esse tipo de lei específica se apóiam em legislação federal que trata do assunto. Há uma resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), Resolução nº 01/98, que determina a utilização, como referência, das normas da ABNT 10.151 e 10.152 para a elaboração de leis de controle de ruídos.</p>
<p>Procure conhecer essas leis e normas. As leis, em geral, estão disponíveis para download nos sites de Internet das prefeituras e as normas da ABNT podem ser adquiridas diretamente naquele órgão. Faz parte de sua função, como responsável pela sonorização de sua igreja, conhecer as leis que regem sua atividade para que, dessa forma, você possa demonstrar respeito e interesse pelo bem-estar dos seus vizinhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para terminar&#8230;</strong></p>
<p>&#8230; gostaria que você analisasse bem essas informações e tomasse atitudes construtivas em relação a esses problemas. Há profissionais que podem ajudar na medição dos SPL praticados por sua igreja dentro e fora de suas paredes. Procure-os para melhorar as condições de conforto daqueles que freqüentam seus cultos e não incomodar aqueles que residem próximo a vocês. Independentemente disso, você certamente pode baixar um pouco mais o nível de SPL atirado sobre seus ouvintes e vizinhos.</p>
<p>Abraços silenciosos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>David Fernandes</strong><br />
Tecnólogo de Telecomunicações<br />
Membro da Audio Engineering Society (AES)<br />
Membro da Associação Brasileira de Profissionais de Áudio (ABPÁudio)<br />
<a href="mailto:audiocon.mail@uol.com.br">audiocon.mail@uol.com.br</a></p>
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		<title>Filtros Passivos</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 06:11:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filippo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Eletrônica]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresentação de aula sobre Filtros Passivos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apresentação sobre Filtros Passivos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><script src="http://www.gmodules.com/ig/ifr?url=http://hosting.gmodules.com/ig/gadgets/file/105629041657992777031/pdf-wrapper.xml&amp;up_url=http%3A%2F%2Fwww.audionasigrejas.org%2Fnovo%2Fwp-content/uploads/2011/11/Filtros-Passivos.pdf&amp;synd=open&amp;w=620&amp;h=540&amp;title=PDF+Wrapper&amp;border=%23ffffff%7C3px%2C1px+solid+%23999999&amp;output=js"></script></p>
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		<title>As melhores da Lei de Murphy</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 00:45:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filippo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>

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		<description><![CDATA[É&#8230; Muitas leis aqui são bem reais no meio do áudio&#8230; &#160; A. Nada é tão fácil quanto parece, nem tão difícil quanto a explicação do manual&#8230; Mas não vale usar essa lei como desculpa pra não ler o manual!!! B. Tudo leva mais tempo do que todo o tempo que você tem disponível. C. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É&#8230; Muitas leis aqui são bem reais no meio do áudio&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>A. Nada é tão fácil quanto parece, nem tão difícil quanto a explicação do manual&#8230; Mas não vale usar essa lei como desculpa pra não ler o manual!!!</p>
<p>B. Tudo leva mais tempo do que todo o tempo que você tem disponível.</p>
<p>C. O modo mais rápido de se encontrar uma coisa é procurar outra.</p>
<p>D. Você sempre encontra aquilo que não está procurando.</p>
<p>E. Quando te ligam:<br />
</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em> Se você tem caneta, não tem papel.<br />
Se tiver papel, não tem caneta.<br />
Se tiver ambos, ninguém liga. </em></p>
<p><em><br />
F. Qualquer esforço para se agarrar um objeto em queda provocará mais destruição do que se deixássemos o objeto cair naturalmente.</p>
<p>G. Se você consegue manter a cabeça enquanto em sua volta todos estão perdendo a deles, provavelmente você não entende a gravidade da situação.</p>
<p>H. Só sabe a profundidade da poça quem cai nela.</p>
<p>I. Especialista é aquele cara que sabe cada vez mais sobre cada vez menos.</p>
<p>J. Superespecialista é aquele que sabe absolutamente tudo sobre absolutamente nada.</p>
<p>K. Guia prático para a ciência moderna: </em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em> Se mexer pertence à biologia.<br />
Se feder pertence à química.<br />
Se não funciona pertence à física.<br />
Se ninguém entende é matemática.<br />
Se não faz sentido é economia ou psicologia. </em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Alguém me avisa onde encaixar áudio nisso&#8230; Se der microfonia!?<br />
</em></p>
<p><em><br />
L. Se o curso que você mais desejava fazer só tem &#8216;n&#8217; vagas, pode ter certeza de que você será o aluno &#8216;n&#8217; + 1 a tentar se matricular.</p>
<p>M. Oitenta por cento do exame final da sua faculdade será baseado na única aula que você perdeu, baseada no único livro que você não leu.</p>
<p>N. Cada professor parte do pressuposto de que você não tem mais o que fazer senão estudar a matéria dele.</p>
<p>O. A citação mais valiosa para a sua redação será aquela que você não consegue lembrar o nome do autor.</p>
<p>P. Se estiver escrito &#8216;Tamanho único&#8217; é porque não serve em ninguém.</p>
<p>Q. Todo corpo mergulhado numa banheira faz tocar o telefone.</p>
<p>R. A probabilidade de o pão cair com o lado da manteiga virado para baixo, é proporcional ao valor do carpete.</p>
<p>S. O gato sempre cai em pé.</p>
<p>T. Não adianta amarrar o pão com manteiga nas costas do gato e o jogar no carpete. Provavelmente o gato comerá o pão antes de cair&#8230; Em pé.</p>
<p>U. A fila ao lado sempre anda mais rápido.</p>
<p>V. Existem dois tipos de esparadrapo: o que não gruda e o que não sai.</p>
<p>W. Na guerra, o inimigo ataca em duas ocasiões: quando ele está preparado e quando você não está.</p>
<p>X. Toda partícula que voa sempre encontra um olho aberto.</p>
<p>Y. Por que será que números errados nunca estão ocupados?</p>
<p>Z. Quando você está trabalhando em algo realmente importante, ninguém está prestando atenção em você. Mas é só você acessar a Internet ou dar uma olhada em seus e-mails que certamente até o seu chefe entrará em sua sala&#8230;. e vai achar que você não tem nada para fazer.</em></p>
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		<item>
		<title>A Origem da Lei de Murphy</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 00:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filippo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.audionasigrejas.org/novo/?p=386</guid>
		<description><![CDATA[O verdadeiro Murphy Mesmo antes de ter nome, as pessoas já conheciam a lei de Murphy. Em 1786 o poeta escocês Robert Burnes escrevia: &#8220;Os melhores planos de ratos e homens estão predispostos a malograr&#8221;. A versão moderna tem raízes nos estudos que a Força Aérea dos EUA realizou em 1949 acerca dos efeitos da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O verdadeiro Murphy</strong></p>
<p>Mesmo antes de ter nome, as pessoas já conheciam a lei de Murphy. Em 1786 o poeta escocês Robert Burnes escrevia: &#8220;Os melhores planos de ratos e homens estão predispostos a malograr&#8221;.</p>
<p>A versão moderna tem raízes nos estudos que a Força Aérea dos EUA realizou em 1949 acerca dos efeitos da rápida desaceleração sobre pilotos. Voluntários foram presos num trenó movido a foguete e seu estado foi monitorizado enquanto o trenó era parado abruptamente. Eletrodos ligados a um arreio faziam o acompanhamento.</p>
<p>Certo dia, depois do que parecia ter sido experiência impecável, o arreio deixou de registrar os dados. O capitão Edward A. Murphy Jr., um dos engenheiros dos estudos, descobriu que todos os eletrodos tinham sido ligados incorretamente, o que o levou a declarar:&#8221;Se houver duas ou mais formas de fazer alguma coisa, e uma delas levar a uma catástrofe, então alguém a fará.&#8221;</p>
<p>Mais tarde a pesarosa observação de Murphy foi apresentada pelos engenheiros do projeto como excelente premissa de trabalhos em Engenharia de Segurança. Logo se transformou em declaração irreverente sobre a perversidade dos fatos do dia-a- dia. De maneira irônica, por perder o controle do sentido original, Murphy tornou- se a primeira vítima de sua própria lei.</p>
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		<item>
		<title>AES Brasil Expo 2011</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/AudioNasIgrejas/~3/SaWSIp81u5o/</link>
		<comments>http://www.audionasigrejas.org/novo/?p=382#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 06:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filippo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.audionasigrejas.org/novo/?p=382</guid>
		<description><![CDATA[Site Oficial da AES Brasil Expo 2011 AES BRASIL EXPO CHEGA AO 15° ANO COMO O MAIOR ENCONTRO DO SETOR DE ÁUDIO, VÍDEO E ILUMINAÇÃO DA AMÉRICA LATINA DESDE QUE CHEGOU AO BRASIL, EM 1995, A AES – SOCIEDADE DE ENGENHARIA DE ÁUDIO – TEM TRABALHADO NO ESTUDO, DIVULGAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO DE DIVERSAS ESFERAS DO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-383" title="logoAES" src="http://www.audionasigrejas.org/novo/wp-content/uploads/2011/03/logoAES.gif" alt="" width="230" height="200" /></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.aesbrasilexpo.com.br/2011/pt-br/" target="_blank">Site Oficial da AES Brasil Expo 2011</a></p>
<p>AES BRASIL EXPO CHEGA AO 15° ANO COMO O MAIOR ENCONTRO DO SETOR DE ÁUDIO, VÍDEO E ILUMINAÇÃO DA AMÉRICA LATINA</p>
<p>DESDE QUE CHEGOU AO BRASIL, EM 1995, A AES – SOCIEDADE DE ENGENHARIA DE ÁUDIO – TEM TRABALHADO NO ESTUDO, DIVULGAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO DE DIVERSAS ESFERAS DO SETOR DE ÁUDIO, CONGREGANDO OS PRINCIPAIS PROFISSIONAIS, EMPRESAS E ACADÊMICOS DO RAMO EM SUAS ATIVIDADES, TRABALHANDO TAMBÉM O MERCADO DE VÍDEO E ILUMINAÇÃO EM SEUS EVENTOS NOS ÚLTIMOS ANOS.</p>
<p>O maior símbolo disso é a sua feira anual, que chega, em 2011, na sua 15ª edição, realizada de 17 a 19 de maio, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo/SP. É o maior encontro da América Latina em tecnologia de áudio, vídeo, iluminação e instalações especiais. A feira se divide em 4 atividades distintas. São elas:</p>
<p>• Convenção: trará seminários, treinamentos, visitas técnicas, workshops, tutoriais, keynotes, lançamentos inéditos, minicursos, demonstrações de tecnologias e equipamentos e debates com importantes nomes nacionais e internacionais do setor, incluindo áudio para games, pela primeira vez na feira e áudio para grandes eventos, como as Olimpíadas.</p>
<p>• Congresso: chega à sua 9ª edição, envolve painéis temáticos com conteúdo científico e técnico, apresentação de trabalhos acadêmicos nas áreas de áudio, engenharia, computação, música e acústica.</p>
<p>• Exposição: stands de marcas brasileiras e internacionais nas áreas de áudio visual, iluminação, som, vídeo e automação residenciais e áudio e vídeo motor.</p>
<p>• Demonstração: contempla uma ampla área ao ar livre, montada especialmente para sistemas de sonorização de grande porte e duas novidades: um auditório interno para sistemas de sonorização compactos e amplificadores de instrumentos musicais e uma sala específica para apresentação e demonstração de mesas de som digitais.</p>
<p>Pela primeira vez a AES Brasil monta uma área especial para demonstração de mixer de áudio digital, iniciativa pioneira no país. Uma sala será montada para que as várias empresas do mercado demonstrem seus sistemas, onde cada uma terá 16 canais analógicos e 16 digitais, na mesma fonte sonora. O visitante terá uma experiência única, mixando os mesmos 16 canais de áudio em diferentes mixers do mercado. Num segundo momento, os fabricantes poderão demonstrar suas mesas livremente para o público, especificando cada detalhe e características do equipamento.</p>
<p>Avanço natural em conseqüência do sucesso das demonstrações externas, agora os fabricantes e visitantes terão uma área específica para demonstrarem suas soluções compactas. Uma área exclusiva onde os sistemas de amplificadores de instrumentos musicais poderão utilizar toda sua sonoridade e potência. Assim tanto os fabricantes quanto os visitantes podem ter a ideia exata do desempenho de sistemas específicos para ambientes abertos e fechados.</p>
<p>Em parceria inédita, a AES e a Francal Feiras passam a promover junto com a Embrasec e entidades do setor de rádio o evento Brasil Rádio Show, o maior do Brasil no seu segmento. Com discussões focadas na comunicação, capacitação, tecnologias e negócios, além de imensa área de exposição de equipamentos e serviços, o Brasil Rádio Show é voltado para profissionais, empresários e participantes do meio acadêmico ligados ao universo do rádio. Visite o hotsite para mais informações: http://www.embrasec.com.br/brasilradioshow/</p>
<p>A 15ª AES Brasil Expo, organizada pela Francal Feiras, será realizada no Palácio das Convenções do Anhembi, um dos maiores centros de eventos do país, com mais de 36 mil m2 de área total.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>15ª AES Brasil Expo</p>
<p>Quando: 17 a 19 de maio de 2011</p>
<p>Onde: Palácio das Convenções do Anhembi, Avenida Olavo Fontoura, 1209 &#8211; Santana &#8211; São Paulo – SP. Telefone: (11) 2226-0400. Como chegar: http://www.anhembi.com.br/anhembi/bin/view/Chegar/WebHome</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assessoria de Imprensa: Maurício Angelo (mauricio@aesbrasil.org)<br />
Maurício Angelo &#8211; Assessoria de Imprensa<br />
www.aesbrasil.org<br />
www.mgassessoria.net</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Balanceamento de Sinais</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 04:59:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Avançados]]></category>
		<category><![CDATA[Eletrônica]]></category>

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		<description><![CDATA[Sobre balanceamento de sinais e amplificadores diferencias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das perguntas mais constantes que ouço quando presto consultoria,  ou ministro um treinamento, é a seguinte: O que é balanceamento e para  que serve?</p>
<p>Dificilmente ouvi uma explicação sobre esse assunto que tenha sanado  as dúvidas dos interessados. Ouvi respostas do tipo &#8220;se houver dois  condutores e uma malha, o cabo é balanceado&#8221;, ou &#8220;balanceamento é um  aterramento&#8221;, ou ainda &#8220;o sistema balanceado elimina todos os ruídos&#8221;.</p>
<p>Na verdade, a definição de balanceamento contém um pouco de cada uma  dessas idéias e vai além. Infelizmente, não posso pretender que você  entenda o conceito de balanceamento sem abordar o assunto com um enfoque  apoiado na Eletrônica, uma vez que o balanceamento é um fenômeno  genuinamente eletrônico. Mas não se preocupe muito, tentarei fazer isso  da forma menos dolorosa possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é balanceamento?</strong></p>
<p>A principal finalidade do balanceamento é o cancelamento, ou  minimização de ruídos, de natureza eletromagnética, induzidos nos cabos  do sistema de áudio.</p>
<p>O termo balanceamento se refere a uma técnica que aplica um sinal  elétrico à entrada de um circuito eletrônico e obtém dois sinais  simétricos em sua saída: sinais de mesma amplitude e freqüência, mas com  fase invertida (vide Figura 1).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="../../artigos/balanceamento/fig01.jpg" border="0" alt="" width="404" height="257" align="bottom" /><br />
<small><em>Figura 1 &#8211; Diagrama de Blocos do Circuito Eletrônico</em></small></p>
<p>Esses sinais são enviados, por meio de um cabo composto por dois  condutores e malha, até o circuito de entrada do próximo estágio do  sistema. Na entrada do estágio seguinte há outro circuito eletrônico que  reconhece os sinais simétricos e os recompõem num só.</p>
<p>Os circuitos empregados na técnica de balanceamento de sinais são baseados em amplificadores diferenciais.</p>
<p>Ops, você vai dizer&#8230; &#8220;lá vêm você com esses temos técnicos&#8230;&#8221;</p>
<p>Muito bem&#8230; deixe-me tentar explicar&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Os Amplificadores Diferenciais</strong></p>
<p>Os amplificadores diferenciais (vamos chamá-los de ampdif) são  circuitos eletrônicos, com duas entradas e duas saídas, construídos a  partir de transistores e resistores, associados de forma a gerar sinais  nas saídas que dependerão da forma como foram aplicados nas entradas.</p>
<p>Esses amplificadores podem operar de três formas básicas: entrada  simples, entrada dupla em fase (ou em modo comum) e entrada dupla  simétrica (ou em modo diferencial). Vamos entender:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Amplificadores Diferenciais Operando com Entrada Simples</strong></p>
<p>Consideremos a operação do ampdif com um único sinal de entrada  aplicado ao terminal 1. Pode-se observar na Figura 2a que enquanto o  sinal aplicado ao terminal 1 é amplificado e invertido no terminal 3,  ele sofre apenas amplificação no terminal 4. Se aplicarmos o sinal de  entrada no terminal 2, observaremos o sinal amplificado e invertido no  terminal 4 e o sinal apenas amplificado no terminal 3.</p>
<p>Está acompanhando o raciocínio?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="../../artigos/balanceamento/fig02.jpg" border="0" alt="" width="736" height="312" align="bottom" /><br />
<small><em>Figura 2 &#8211; Amplificador Diferencial com Entrada Simples</em></small></p>
<p>Podemos afirmar, então, que o ampdif operando com entrada simples  gera dois sinais amplificados, simétricos e de mesma amplitude nos  terminais de saída.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Amplificadores Diferenciais Operando com Entrada Dupla Simétrica</strong></p>
<p>Agora, imagine se ao invés de aplicarmos o sinal de entrada apenas a  um dos terminais, apliquemos à entrada dois sinais simétricos e de mesma  amplitude, um em cada terminal. Vamos analisar o comportamento das  entradas separadamente e depois unir os resultados para que possamos  entender melhor. Veja a Figura 3.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="../../artigos/balanceamento/fig03.jpg" border="0" alt="" width="710" height="275" align="bottom" /><br />
<small><em>Figura 3 &#8211; Amplificadores Diferenciais com Entrada Simples Simétrica</em></small></p>
<p>As Figuras 3a e 3b mostram o resultado de cada entrada atuando  sozinha. Acompanhe comigo: (a) a entrada aplicada ao terminal 1 produz  uma saída com polaridade oposta e amplificada no terminal 3 enquanto no  terminal 4 há uma saída amplificada e de mesma polaridade do sinal  aplicado ao terminal 1; (b) a entrada aplicada ao terminal 2 produz uma  saída com polaridade oposta e amplificada no terminal 4 enquanto no  terminal 3 há uma saída amplificada e de mesma polaridade do sinal  aplicado ao terminal 2.</p>
<p>Sendo assim, ao aplicarmos simultaneamente os sinais de entrada  simétricos nos terminais 1 e 2, teremos o resultado mostrado na Figura  4:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="../../artigos/balanceamento/fig04.jpg" border="0" alt="" width="466" height="283" align="bottom" /><br />
<small><em>Figura 4- Amplificador Diferencial com Entrada Dupla Simétrica</em></small></p>
<p>Por superposição, os sinais resultantes em cada terminal de saída  serão somados e a saída em cada terminal será o dobro da obtida com um  único sinal de entrada, o que representa um ganho de 6 dB além do  introduzido pelo amplificador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Amplificador Diferencial com Entrada Dupla em Fase ou em Modo Comum</strong></p>
<p>Para este caso, imagine a aplicação de dois sinais de mesma amplitude  e em fase aos terminais 1 e 2 do ampdif, como mostrado na Figura 2.</p>
<p>De acordo com o processo narrado para a Figura 2, ao superpormos os  sinais na saída, eles se somarão. Como os somatórios das saídas são  simétricos, o resultado será 0 volt nos terminais 3 e 4. A Figura 5  mostra esse resultado.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="../../artigos/balanceamento/fig05.jpg" border="0" alt="" width="519" height="335" align="bottom" /><br />
<small><em>Figura 5 &#8211; Amplificador Operacional com Entrada em Fase</em></small></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conclusão sobre a Operação dos Amplificadores Diferenciais</strong></p>
<p>Diante do exposto até agora, podemos concluir que:</p>
<ol>
<li>Amplificadores diferenciais operando com entrada  simples apresentarão sinais amplificados e simétricos em seus terminais  de saída;</li>
<li>Amplificadores diferenciais operando com entrada  dupla simétrica apresentarão sinais simétricos e amplificados duas vezes  mais que com entrada simples (+ 6 dB) em seus terminais de saída e;</li>
<li>Amplificadores diferenciais operando em modo comum  ou com entrada em fase não apresentarão sinais em seus terminais de  saída. A este processo chamamos rejeição em modo comum.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O balanceamento de cabos</strong></p>
<p>Ok, mas como tudo isso funciona no balanceamento de cabos? Imagine,  no interior do microfone, um pequeno circuito ampdif operando com  entrada simples. A cada terminal de saída do ampdif ligamos,  respectivamente, os terminais 2 e 3 do conector XLR. O que vai  acontecer? O sinal sairá do elemento gerador do microfone e será  aplicado a apenas um dos terminais de entrada do ampdif. O ampdif gerará  em seus terminais de saída dois sinais amplificados, de mesma amplitude  e simétricos, que serão enviados ao cabo pelos pinos 2 e 3 do conector  XLR. Esses sinais trafegarão pelos condutores do cabo ligados aos pinos 2  e 3 com fase invertida. Observe a Figura 6.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="../../artigos/balanceamento/fig06.jpg" border="0" alt="" width="643" height="352" align="bottom" /><small><em>Figura 6 &#8211; Tráfego do Sinal de Áudio no Cabo Balanceado</em></small></p>
<p>Note que o sinal de áudio está trafegando com fases invertidas nos  condutores do cabo enquanto o ruído trafega com mesma fase. Nos  terminais de entrada do ampdif do estágio seguinte, que neste caso pode  estar no canal de entrada da mesa, o sinal de áudio chega em modo  diferencial e o ruído em modo comum. Como observamos naquela baboseira  toda acima, o ampdif em modo diferencial amplifica o sinal enquanto em  modo comum ele o rejeita.</p>
<p>Sendo assim, todo ruído que for induzido no cabo, em geral de origem  eletromagnética, será rejeitado na entrada da mesa pela ação do ampdif. É  importante destacar que ruídos gerados no microfone ou nos circuitos  internos dos equipamentos não serão rejeitados pelo balanceamento,  porque serão aplicados aos terminais de entrada do ampdif juntamente com  o sinal de áudio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Para que o nosso sistema possa ser considerado balanceado  necessitaremos que os cabos utilizados contenham duas vias + malha. No  entanto, possuir os cabos certos não nos assegura que o sistema é  balanceado. Se os equipamentos não permitirem conexões balanceadas, isto  é, não possuírem ampdifs em seus terminais de entrada e saída, o cabo  pode estar montado corretamente mas o sistema não será balanceado. Sendo  assim, para que o sistema seja balanceado, necessitamos de cabos e  equipamentos que suportem essa tecnologia.</p>
<p>Vale destacar, também, que o balanceamento é uma técnica utilizada  para melhorar a qualidade do sinal de áudio, protegendo-o de ruídos  induzidos nas linhas de transmissão. No entanto, essa tecnologia não é  capaz de eliminar ruídos causados por soldas mal feitas, cabos sem  manutenção, potenciômetros com problemas, etc.</p>
<p>Para esses problemas, a velha e eficiente manutenção preventiva é o  melhor remédio. Enrolar e armazenar corretamente os cabos, trocar  periodicamente os conectores, manter os equipamentos em lugar seco e  livre de poeira são boas atitudes que colaborarão, sem sombra de  dúvidas, para uma sonorização livre de ruídos.</p>
<p>Abraços balanceados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>David Fernandes</strong><br />
Tecnólogo de Telecomunicações<br />
Membro da Audio Engineering Society (AES)<br />
<a href="mailto:audiocon.mail@uol.com.br">audiocon.mail@uol.com.br</a></p>
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		<item>
		<title>Técnica para Alinhamento de PA Full-Range com Corte Passivo</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 04:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filippo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Avançados]]></category>
		<category><![CDATA[Equalização]]></category>
		<category><![CDATA[Instalação]]></category>

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		<description><![CDATA[Quantos de vocês já tiveram dificuldade de alinhar um P.A. porque este não tinha um corte ativo (crossover) dividindo as vias? Embora com o corte passivo se economize em amplificadores, com ele também se perde SPL e os componentes (falantes e drivers) ficam a mercê de um corte fixo sem distinção de ambientes que casualmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quantos de vocês já tiveram dificuldade de alinhar um P.A. porque este não tinha um corte ativo (crossover) dividindo as vias?</p>
<p>Embora com o corte passivo se economize em amplificadores, com ele também se perde SPL e os componentes (falantes e drivers) ficam a mercê de um corte fixo sem distinção de ambientes que casualmente precisariam de mais volume nos drivers de outros que precisariam de mais volume nos falantes. Ao ar livre você precisará muito mais dos falantes do que dos drivers em si, pois os drivers são direcionais e se propagam só para frente, tendo assim um “tiro longo”, superando os graves em distância e forçando um volume maior nas vias de médio-graves, graves e subs. Enquanto em locais fechado, normalmente com um pé-direito alto, você precisará muito menos destas freqüências baixas do que dos drivers, pois as freqüências baixas vão encher o ambiente com muito mais facilidade do que as altas; a não ser que a sala seja toda acarpetada, as freqüências da região de 300Hz para baixo são consideradas omnidirecionais, ou seja, que se propagam para todos os lados, tornando difícil a compensação somente com o gráfico.</p>
<p>Vamos ao que interessa. Primeiramente certifique-se de que o salão estará vazio (sem pessoas) antes de começar. Feito isso, posicione dois pedestais com dois microfones dinâmicos, com preferência para diagrama polar cardióide não direcional, p.ex. o SM 58 ou similar, em dois pontos distintos: um a frente do P.A. esquerdo, próximo ao centro do salão em comprimento e, o outro, na mesma posição só que em frente ao P.A. direito. No canal em que está plugado o microfone esquerdo coloque o equalizador esquerdo do P.A. em “flat”. Faça o mesmo com o equalizador da mesa e gire o PAN para a esquerda. Abra o ganho até “meio-dia” (sem VCA no canal) e vá abrindo o fader devagar até começar a sobrar. Identifique a freqüência e atenue em 3 db de cada vez. Continue aumentando o fader até a próxima sobra e faça isso até o fader chegar em 0 db, sem sobras neste lado. Por enquanto não mexa nas freqüências que ficaram “flat”. Faça a mesma coisa com o lado direito.</p>
<p>Feito isto, desplugue um dos microfones e coloque o outro no centro do salão, com o PAN centralizado. Faça novamente para este microfone o que foi feito com os dois anteriores. Se no primeiro instante não tiver sobra, vamos levantando as freqüências com o fader em 0 db, vendo quais estão arriscadas a sobrarem e deixando 3 db menos do que no momento que começarem a sobrar. Algumas ficarão onde estão. Outras, pela junção dos dois lados, se somarão e precisarão ser atenuadas. Outras ainda se cancelarão e precisarão de um reforço. Mas com esse procedimento a sonoridade será satisfatória e com maior nitidez, principalmente nas regiões que dizem respeito às freqüências baixas, que são o que incomodam em salões e templos sem tratamento adequado. Conte sua experiência de como ficou&#8230;</p>
<p>Obrigado e  um abraço,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gilvan Taveira<br />
<a href="mailto:gilvantaveira@isbt.com.br">gilvantaveira@isbt.com.br</a></p>
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		<title>Dirigir do Porta-Malas</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Mar 2011 04:36:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filippo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Mixagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Dicas para quem passa pela situação de ter que operar um sistema de sonorização de trás do PA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, vamos falar sobre algo bem comum e que, por experiência própria, sei que incomoda muita gente.</p>
<p>Quantas vezes você teve que operar o áudio de traz do P.A., salvo quando está na mesa de monitor?</p>
<p>Saí a expressão dirigir do porta-malas, pois fica complicado você ter que mixar de trás do P.A., o próprio.</p>
<ol>
<li>Quando você está bem atrás das caixas vai perceber os      graves sobressaindo. Então, intuitivamente, você vai abaixar os graves,      pois eles vão te incomodar.</li>
<li>Os músicos estarão no palco pedindo tudo muito alto (como      de costume) e toda a sua referência será do palco.</li>
<li>Você sempre vai acabar em um som sem SPL e com muita      reclamação de que ninguém está ouvindo a voz dos cantores, que a percussão      está alta&#8230;</li>
<li>O contato direto com os músicos facilita e acaba      obrigando a um compromisso maior com os músicos e não com o público.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O que deve ser feito?</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>Se tiver disponibilidade chegue sempre antes dos      músicos para que ter noção do que é realidade e o que que é pilha dos tais.</li>
<li>Procure que todos monitores estejam numa resposta plana,      sem excessos de graves, pois há uma soma com os que vêem do P.A. Isso vai      te incomodar menos na mixagem, pois as freqüências de 250 a 500Hz começam      a flutuar no palco porque  às vezes tem um violão no chão com o volume      aberto, ou o músico deixa o microfone no chão e você não acha o bendito, daí      começa a cortar todas as freqüências nos equalizadores gráficos das vias      afetando, assim, vias que não têm nada a ver com o problema causado e aí é      que acontecem os maiores desastres.</li>
<li>Tenha uma conversa com os músicos para terem paciência,      pois você precisará que eles toquem um instrumental pelo menos uma vez      para que você possa alinhar primeiro o P.A. Isto é muito importante para ter      ganho, porque quando você inicia com os monitores vai abrir primeiro o      auxiliar antes de realmente ajustar o nível de entrada (Gain).</li>
<li>Você pode dobrar o canal da voz para fazer a      equalização sem interferir no P.A. Um canal é direcionado só para o P.A.,      o outro só para as vias da frente como reforço, com a equalização que o      músico está acostumado. Para dobrar o canal você pode sair por um direct      out da console, ou um insert return, e retornar por um line in da console.</li>
<li>Isto sendo feito, sempre dê prioridade para o P.A. e      sua mixagem. Depois acerte com os músicos, pois aí é só nível de volume,      timbre vai ser pouca coisa.</li>
<li>Deixe sempre a voz por último pois pra encaixar ela é      fácil, nas vias da frente tire no gráfico tudo que for abaixo de 200Hz      gradativamente, de três em três decibéis.</li>
</ol>
<p>Espero que este artigo seja de bom uso e que gostem das dicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gilvan Taveira<a href="mailto:gilvantaveira@isbt.com.br"><br />
gilvantaveira@isbt.com.br</a></p>
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		<title>Equalização e Retorno – Uma Relação Saudável (IV)</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Mar 2011 23:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Equalização]]></category>
		<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciantes]]></category>
		<category><![CDATA[Músicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Série Equalizadores e Equalização IV
Equalização e monitores]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Muito bem pessoal, vamos falar novamente sobre equalização. Só que desta vez, vamos conversar sobre ela no contexto do monitor.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">É importante você ter em mente que estamos tratando de ambientes fechados e relativamente pequenos, caso da maioria dos templos onde nos reunimos. Outros cuidados, que não abordarei neste texto, se fazem necessários para ambientes grandes ou abertos. Então, vamos lá&#8230;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">O sistema de retorno – ou monitor – é bastante delicado, e muitas vezes é a causa, ou parte, dos nossos problemas de microfonia e falta de inteligibilidade. É um sistema independente em termos de <em>setup</em> e objetivos, com necessidades especiais, mas que interage continuamente com o sistema principal. Esta interação pode ser construtiva, mas na maioria dos casos é destrutiva.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">A principal função do EQ no sistema de monitor é corretiva. Em geral, o SPL gerado no palco, púlpito, etc,, é alto em função das diversas fontes sonoras instaladas nele (caixas monitoras, cubos, bateria, percussão, etc.) e seu espaço físico é bem menor que o espaço atendido pelo sistema principal. Estas são condições ideais para a geração de microfonia e queda da inteligibilidade.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Vamos explorar algumas idéias&#8230;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Eu preciso realmente de um EQ?</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Devido à instabilidade do sistema, do espaço físico reduzido e do alto SPL no palco, a resposta é sim, você realmente vai precisar de equalizadores nas vias de monitor. E você entendeu certo&#8230; eu disse equalizador<strong><span style="text-decoration: underline;">es</span></strong> mesmo, no plural. O ideal é que tenhamos um EQ em cada via de monitor. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Mas antes que você ataque os faders do EQ, quero mostrar alguns procedimentos que podem ser adotados para facilitar sua tarefa na hora da equalização.</span></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="text-decoration: underline;">1º Passo</span><strong> </strong>– Escolha a posição do monitor de acordo com o padrão polar de captação do microfone. Na maioria dos casos, utilizamos microfones cardióides, que têm grande rejeição ao som à 180º (parte traseira). Veja a figura 1.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><img src="../../artigos/EQ-4_html_mdbfb387.gif" border="2" alt="" width="301" height="388" align="MIDDLE" /></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Figura 1 – Monitor e Microfone Cardióide</em></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Se você possui microfones supercardióides ou hipercardióides, coloque os monitores na posição de 120º em relação ao eixo do microfone. Vide figura 2.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><img src="../../artigos/EQ-4_html_m7ce8b0c9.gif" border="2" alt="" width="346" height="248" align="MIDDLE" /></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Figura 2 – Monitores e Microfones Super/Hipercardióides</em></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="text-decoration: underline;">2º Passo</span><strong> </strong>– Posicione o monitor bem próximo ao músico, ou cantor, e incline-o de forma que o som atinja diretamente os ouvidos dele, caso a angulação da caixa não seja suficiente para a tarefa. Isto permitirá a diminuição do SPL no palco. Procure utilizar caixas iguais para que haja homogeneidade na resposta do sistema de monitoração. Evite a interação entre monitores que atendam a músicos e cantores com mixagens diferentes. Procure não direcionar os sinais dos monitores para paredes ou outras superfícies lisas.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="text-decoration: underline;">3º Passo</span> – Evite a utilização de microfones para captar amplificadores de instrumentos. Isto só aumenta a possibilidade de microfonia. Prefira a conexão via direct box (DI).</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">A partir destes passos, os problemas com microfonia estarão bastante minimizados e podemos partir para a correção com o EQ.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Qual tipo de equalizador devo usar?</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">A situação ideal é aquela onde podemos dispor de um EQ paramétrico em conjunto com um gráfico de 31 bandas. Como já vimos, o paramétrico é bastante versátil e nos permite atuar exatamente na freqüência problemática por meio dos ajustes de <em>freqüência central </em>e <em>largura de banda</em> (vide artigo Equalização III – O Paramétrico). Com o gráfico fazemos apenas o <em>roll-off</em> (atenuação suave e sucessiva) nas pontas do espectro.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">No entanto, o EQ paramétrico é um equipamento caro, que a maioria dos operadores tem receio de utilizar, e são poucas as igrejas que possuem um deles em seu <em>rack</em>. Sendo assim, a bola da vez é o gráfico.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Como usar o EQ?</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Bem, até aqui você já posicionou os monitores no palco de acordo com os tipos de microfones que serão utilizados e realizou outros ajustes. Agora siga a bula:</span></span></p>
<ol>
<li><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Abra 	todos os canais de microfones.</span></span></li>
<li><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Levante 	uma das vias do monitor (com as outras fechadas) até que 	comece a microfonia. Volte um pouco o volume da via.</span></span></li>
<li><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Identifique 	a freqüência problemática (por meio de um RTA ou 	usando o “ouvidômetro”) e, no EQ, dê um leve 	incremento. Se a microfonia retornar, você identificou a 	freqüência certa. Retorne o fader do EQ ao ponto de 	origem e depois atenue esta freqüência em 3 dB. Faça 	o mesmo procedimento com as freqüências vizinhas porque 	elas podem estar contribuindo para a microfonia.</span></span></li>
<li><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Repita 	o processo na mesma via até eliminar as cinco ou seis 	freqüências mais problemáticas. Se não 	houver cinco ou seis freqüências problemáticas 	isto é muito bom. Não fique procurando “chifres 	em cabeça de cavalo”.</span></span></li>
<li><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Faça 	o mesmo para todas as vias de monitor. Não esqueça de 	desligar a anterior.</span></span></li>
<li><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Ao 	final, levante todas as vias do monitor. Se houver algum problema, 	corrija-o.</span></span></li>
</ol>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Este procedimento é apenas um dos muitos utilizados. No entanto é um dos mais fáceis e eficientes processos de alinhamento de monitor.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Agora, lembre-se:</span></span></p>
<ol>
<li><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Para 	monitores de voz, corte abaixo de 100 Hz e acima de 10 kHz. Utilize 	um <em>roll-off</em> suave. Vá fazendo atenuações 	de 3 em 3 dB até -12 dB.</span></span></li>
<li><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Evite 	dar ganho às freqüências no EQ: haverá 	menos problemas de fase, cancelamentos, etc. Prefira sempre as 	atenuações.</span></span></li>
<li><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Não 	altere mais de seis freqüências simultaneamente para não 	criar buracos na resposta do sistema.</span></span></li>
<li><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Evite 	atenuações maiores que 6 dB, com exceção 	do <em>roll off</em>, pela mesma razão.</span></span></li>
<li><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Aproveite 	os graves vindos do PA e diminua os graves oriundos dos monitores. 	Você conseguirá um som mais limpo.</span></span></li>
<li><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Faça 	inversões da fase elétrica nos monitores e ouça 	o resultado. Muitas vezes os monitores soarão melhor com a 	fase invertida em relação ao PA. Caso contrário, 	volte à fase original.</span></span></li>
<li><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Não 	utilize <em>side fill</em> em ambientes pequenos. A possibilidade de 	ocorrência de microfonia e cancelamentos de fase crescerá 	exponencialmente.</span></span></li>
<li><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Não 	utilize compressão nas vias de monitor.</span></span></li>
<li><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em 	Áudio, menos é mais. Altere apenas o necessário.</span></span></li>
</ol>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">É claro que você pode fazer tudo o que eu disse acima e ainda assim o seu sistema não funcionar direito. Busque informação e não tenha medo de tentar novas possibilidades para a solução do seu problema.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Abraços monitorados.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">David Fernandes<br />
Tecnólogo de Telecomunicações<br />
Membro da Audio Engineering Society (AES)<br />
</span><a href="mailto:audiocon.mail@uol.com.br"><span style="font-size: small;">audiocon.mail@uol.com.br</span></a></span></p>
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