<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-36590346</atom:id><lastBuildDate>Wed, 04 Sep 2024 23:22:02 +0000</lastBuildDate><category>Política</category><category>Ambientalize</category><category>Desmatamento</category><category>Reflorestar</category><category>Unidade de Conservação</category><category>Consumo</category><category>Opinião</category><category>Rio</category><category>Sociedade</category><category>Usinas do Madeira</category><category>Geral</category><category>Mudanças Climáticas</category><category>Clima</category><category>Curtinhas</category><category>Econômia</category><category>Regularização Fundiária</category><category>Saúde</category><category>Biodiesel</category><category>Energia</category><category>Evento</category><category>Queimadas</category><category>Lendas amazônicas</category><category>Mineração</category><category>Patrimônio Natural</category><category>Pesca</category><title>Amazônia Verde - Rafael Abreu</title><description></description><link>http://rafabreu.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (rafael abreu)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>99</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-5924491606963198387</guid><pubDate>Sat, 09 Jul 2011 16:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-09T12:56:12.267-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ambientalize</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Rio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Saúde</category><title>Tudo continua na mesmice!!!!!</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjy6oMTDmhukMc6NONUPWuuQ7jmt60eybpfjeMUap6ihYyX8DZCRAnyeVeHfQvrsfn6egfmRHrneC0CyVs2qfyMji3s3l2Mbg8y03CrxLd_3BjdiQ9ZZMIq_QE8wqnJe7fhfw3QhA/s1600/ba76e1e2f92cae791d423f96a09d1206-g.jpg&quot; onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjy6oMTDmhukMc6NONUPWuuQ7jmt60eybpfjeMUap6ihYyX8DZCRAnyeVeHfQvrsfn6egfmRHrneC0CyVs2qfyMji3s3l2Mbg8y03CrxLd_3BjdiQ9ZZMIq_QE8wqnJe7fhfw3QhA/s320/ba76e1e2f92cae791d423f96a09d1206-g.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5627397182672399410&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; &gt;Os igarapés de Porto Velho continuam poluídos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O bom filho sempre a casa volta, já dizia a minha vó! Depois de um bom tempo parado, pois estava a frente de vários projetos e quase não tinha tempo para postar nada! Mas voltei. Logo no período das queimadas na Amazônia, um vilão que atua por culpa nossa!!! Nos próximos post, falarei sobre essa problemática e darei dados do que acontece na Amazônia. Agora, vamos lá! Muita coisa acontecendo na região Norte; usinas, regularização fundiária, desmatamento etc. Não tenho nada contra, mas passei um bom tempo parado e os assuntosainda são os mesmos. Isso que dizer que, nada foi feito para melhorar. Ah! e esse tal de crédito de carbono que tanto se falava, não vingou, pois há muita burocracia e quase impossível conseguir esse dinheiro. Enfim, quero dizer que ficamos muito na teoria, prática que é bom, nada.  Para ver como nada mudou publico uma matéria que eu fiz em 2010 e se fomos voltar lá as coisas continuam as mesmas!!!&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Igarapés pedem socorro &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;02/08/2010 - DIÁRIO DA AMAZÔNIA &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A resistência dos pequenos peixes em sobreviverem no lixo e no esgoto mostra que os igarapés urbanos da Capital ainda respiram vida. Na memória de muito moradores das redondezas dos afluentes do rio Madeira nem ao menos ficaram as lembranças das águas limpas, da cobertura florestal, da quantidade de seres que viviam no local. O mau cheiro, o lixo, o aterramento, retirada da mata ciliar, desvio do curso d’água e o assoreamento mudaram a imagem e o que era beleza acabou se tornando um risco para as famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A dona de casa Maria das Dores lava a louça enquanto a água da casa escorre aos seus pés e segue cerca de 10 metros para o igarapé dos Tanques. Para ela, a imagem de desolação não é mais problema.  “Tem época que é pior, agora está é bom”, disse.  Os sobrinhos de Maria das Dores tentam descer a área da casa que faz fundo com o igarapé. O marido, Edmilson Gonçalves, impede temendo a contaminação das crianças. “Nem meus filhos brincavam no quintal, pois é perigoso, dá doença”, afirma o pedreiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A família mora no lugar situado na rua Anita Garibaldi, no bairro Costa e Silva, há mais de seis anos e nem lembra das histórias  das águas limpas dos Tanques. “Quando vim morar aqui já fedia e sempre foi assim, as pessoas jogam a água servida de casa, lixo, pedaços de pau, tudo no igarapé, não tem outro lugar para jogar, mas moro ainda aqui porque é o jeito, se desse saía”, relata das Dores. O marido disse que impede as pessoas de jogarem  lixo no curso d’água. “As tábuas e os galhos secos impedem a água de passar e quando dá o verão temos que viver de janela e porta fechada para suportar a fedentina”, conta Gonçalves.&lt;br /&gt;                                                                                                              &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fedor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;No outro lado da ponte que separa o Canal está a família de Priscila Rosa Maciel. Na casa da doméstica, a poluição do igarapé deixa os familiares doentes com freqüência. “Meus sobrinhos ficam direto doentes, com diarréia e febre, por causa do ambiente”, disse. Ela mora em uma casa com oito irmãos, além dos três sobrinhos e da nora. “Agora o barranco está caindo e ficando mais perigoso. Tem momentos que é impossível ficar por aqui de tanto fedor”. Outro problema relatado por Priscila Rosa é as inundações. “Se no verão tem o odor. No inverno sofremos com as alagações, teve época que tínhamos que sair pela janela”, conta ela. Na casa da doméstica a água que sai pelos canos e deságua no Tanques é da Caerd. “Aqui pagamos água da Caerd, mas o esgoto infelizmente tem que ser despejado no igarapé mesmo”, fala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Mais adiante no mesmo igarapé, já no beco Pariri, moradores denunciam vizinhos que acabam piorando o mau cheiro nas casas. “Fizeram uns apartamentos do lado aqui e jogam tudo no Tanques, os canos são despejados direto, o lixo vai direto sendo que temos coleta de lixo não precisa acabar de vez com o igarapé”, diz a moradora Maria Antônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Morador luta contra a poluição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O comerciante José Ximenes, para evitar a degradação do igarapé, teve que cercar a área. “O Santa Barbara estava ficando totalmente ocupado resolvi proteger o igarapé para ver se a poluição diminuía e evitava a invasão”. As águas limpas e cristalinas descem sossegadamente no quintal do comerciante. Há 20 anos morando no local próximo a avenida Farqhuar, no bairro Areal o morador disse que mesmo protegendo o recurso hídrico houve muito mudança com o tempo. “Dava para tomar banho, hoje ele está quase assoreado e para piorar fizeram um canal de esgoto que derrama direto no igarapé”. A água que encontra com esgoto ainda não consegue poluir todo o igarapé que a 200 metros depois de cristalina se torna escura e o mau cheiro começa a ficar evidente. Francisco Dias mora nessa área em que os pedaços de paus, de árvores e sacolas e mais sacolas de lixo quase impedem a passagem do pequeno rio. “Moro aqui já faz uns cinco anos, sempre foi assim, estou até acostumado com essa feiúra e o fedor”, fala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Mais uns poucos metros depois uma igreja nesta última sexta-feira (30) acabava de ser desmontada por uma decisão judicial por causa de ocupação irregular. O pastor Manuel Viga Filho disse que a igreja existe há mais de seis anos. “Vieram tirar a gente dizendo que estamos em Área de Proteção Permanente, mas já faz mais de uma década que estamos aqui e ninguém nunca falou nada”. Como as outras palafitas e casas da área, a água doméstica e despejada no igarapé. “Temos mais de 217 fiéis que freqüentam a igreja”. Ele agora espera que a Prefeitura resolva o problema da igreja. “Enquanto a Prefeitura não resolve onde ficaremos, colocaremos uma lona e continuaremos os cultos”, diz. Próximo de desaguar no rio Madeira, no bairro Baixo Madeira, o que era água dá lugar para o lixo. A moradora Dulcineia Oliveira reclama do fedor no verão. “Todo o lixo que vem de outras áreas pára por aqui e fica de baixo das casas. É pedaço de pau, resto de eletrodoméstico e lixo em geral que encalham a passagem do rio e fica fedendo todo o bairro”, reclama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Matas ciliares dão lugar a moradias&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Para o secretário adjunto da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Telêmaco Lima, o problema dos igarapés está nas ocupações irregulares. “No final de 2006 tínhamos 78 áreas verdes, hoje se tivermos 70 é muito. O processo de ocupação é muito rápido e o crescimento desordenado tem causado os problemas ambientais nos igarapés”, confessa. Ele diz que a Sema hoje tem apenas oito fiscais para atuar em todo o município de Porto Velho. “Trabalhamos todos os dias, mas o município é enorme, são mais de 700 quilômetros quadrados para o pouco número de fiscais, por isso a dificuldade de realizar os trabalhos constantes de fiscalização nas áreas”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Outro problema é a morosidade dos processos ambientais aos infratores. “Você autua a pessoa, e o processo ambiental corre anos e no fim ele sempre acaba não pagando nada. Ainda por cima, ele volta a cometer o crime ao ambiente”. Ele acredita que se não houver controle, é possível que desapareçam os igarapés da cidade. “Tem que haver ações diariamente nas áreas para evitar mais invasões e investir em educação ambiental para os moradores que já estão nas áreas ilegais se conscientizarem para não poluir mais as mananciais”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Somente o saneamento salva&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Águas superficiais e dos poços estão contaminadas por coliformes totais. Sem rede de esgoto a situação tende a piorar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;“A qualidade das águas superficiais da cidade está comprometida pelas atividades desenvolvidas ao longo dessas microbacias. Até os poços amazônicos do município estão poluídos”, afirma o especialista em qualidade da água, Wanderley Bastos, do Laboratório de Biogeoquímica Ambiental da Universidade Federal de Rondônia (Unir).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O especialista diz que as águas dos igarapés estão todas poluídas com coliformes fecais e totais, mas o pior ainda não aconteceu. “O Madeira ainda consegue dissolver o esgoto, mas com a população crescente, se não houver uma solução rápida poderemos ter sérios problemas como em São Paulo com o rio Tietê”, alerta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Para prevenir o caos, o caminho é o saneamento básico. “Se pararmos de lançar o lixo nos igarapés o problema não se resolve. É preciso além de canalizar o esgoto termos uma estação de tratamento de resíduos para não jogar o esgoto puro no Madeira se não, nenhum esforço adianta”. Bastos acredita que nenhum projeto deveria ser feito antes de concluir o saneamento básico na cidade. “Se autorizar cada vez mais os projetos sem ter uma rede de esgoto e um tratamento para os resíduos, o problema só vai piorar cada vez mais”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Último lugar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Na pesquisa divulgada em maio passado pelo Instituto Trata Brasil sobre os serviços de saneamento nas 81 maiores cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes Porto Velho aparece na última colocação das cidades que não investem na infraestrutura básica, como a coleta de esgoto. O levantamento revela que os avanços mais significativos ocorreram nas cidades que desenvolveram alternativas para antecipar as metas de universalização por meio de parceria envolvendo empresas privadas e públicas.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;O engenheiro da Secretaria de Planejamento (Seplan), Vagner Zacarini, destaca que este problema somente será resolvido quando as obras de construção do Sistema de coleta, Tratamento e Disposição Final do Esgoto Sanitário de Porto Velho, iniciado em julho de 2009, ficar pronto. E ressalta que a previsão é de no máximo dois anos, já que são várias frentes de trabalhos já começadas principalmente na região da Zona Leste estão dentro do planejado. “Mais de 50 quilômetros de rede foram implantados e para o mês de agosto estaremos implantando outra estação de tratamento denominada etenorte”, destacou.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Águas de Porto Velho serão mapeadas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A coordenadora operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), Ana Cristina Strava, participa de um trabalho de identificação, mapeamento e diagnóstico dos cursos de águas que cortam a Capital. O mapeamento começou a ser produzido no final do ano passado e no máximo em três anos deve ser implantado pela prefeitura de Porto Velho. O projeto em parceria com o &lt;strong&gt;Sipam visa prever as inundações nas regiões dos igarapés.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;No trabalho cinco áreas são prioritárias: igarapé Santa Barbara, igarapé Grande, Tancredo Neves, canal da Penal, dos Tanques, Caladinho, Castanheira e igarapé Bate-Estacas. “A inundações são provenientes das ocupações que impermeabilizam o solo, á água acaba correndo para os igarapés com este estudo poderemos saber enquanto tempo vão ocorrer as alagações e deverá ajudar ainda nas políticas públicas do município para as áreas”, afirmou.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;LEIA A MATÉRIA E VEJA MAIS FOTOS NO LINK &lt;a href=&quot;http://www.diariodaamazonia.com.br/diariodaamazonia/index2.php?sec=News&amp;amp;id=4557&quot;&gt;&lt;strong&gt;AQUI&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;REPÓRTER: RAFAEL ABREU&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;FOTO: RONI CARVALHO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2011/07/tudo-continua-na-mesmice.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjy6oMTDmhukMc6NONUPWuuQ7jmt60eybpfjeMUap6ihYyX8DZCRAnyeVeHfQvrsfn6egfmRHrneC0CyVs2qfyMji3s3l2Mbg8y03CrxLd_3BjdiQ9ZZMIq_QE8wqnJe7fhfw3QhA/s72-c/ba76e1e2f92cae791d423f96a09d1206-g.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-6364484739162913504</guid><pubDate>Sun, 08 Aug 2010 17:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-08T13:31:21.452-04:00</atom:updated><title>POSSO TUDO</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot; class=&quot;tex breakword&quot;&gt;Faz parte do homem sentir medo, mas contigo, Faço o medo ter medo de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não vejo a luz, então farei com o que a luz me veja, porque eu posso tudo quando estais comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se  as derrotas parecem me vencer. Ai que se enganam, nessa batalha sou o  único vencedor porque a soma do teu nome com o meu resultará nas  vitórias, e sempre vencerei.&lt;br /&gt;Se estava sozinho, não estou mais, a tua companhia me faz sentir como tivesse rodeado por mil pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a culpa é do destino, ao seu lado escreverei uma nova história para que não haja mais culpa.&lt;br /&gt;Se por ventura na luta eu enfraqueça, a tua gloria me dará força para continua a luta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se nessa hora eu chorar, não será mais de tristeza porque a partir de agora me encherás de alegria todos os dias da minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E  se as pedras insistirem atrapalhar o meu caminho, tu farás com que elas  tornem-se um grande tapete dourado, e nenhuma pedra mais se atreverá  atrapalhar os meus caminhos.E se por acaso eu errar o caminho, tu me guiarás e me levarás de volta aos trilhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se um dia eu te abandonar, tu me procurarás com um presente para que eu volte a ser seu amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se eu não mais crêr, tu terás a humildade de me perdoar e com um lindo sol me dará motivos novos para crer, no senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E  tudo que eu quiser, será meu, porque tu estais comigo, por que tu  sempre esteve comigo e não me abandonou. E eu sei que posso tudo por que  Deus estais em mim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot; class=&quot;aut&quot;&gt;Rafael Abreu&lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2010/08/posso-tudo.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-4647206729488309332</guid><pubDate>Sun, 18 Apr 2010 22:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-18T18:29:39.800-04:00</atom:updated><title>Casa Civil desconhece MP da Flona do Bom Futuro</title><description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Rafael Abreu &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Casa Civil da Presidência da República desconhece Medida Provisória que altere os limites da Floresta Nacional de Bom Futuro. Ate o momento não existe nenhuma MP que trate da transferência da área da flona, segundo informou a assessoria de imprensa do órgão. Em fevereiro deste ano o então governador Ivo Cassol  se reuniu com representantes dos órgãos ambientais federais e a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, e recebeu a informação que a proposta de permuta de áreas da flona pela reserva ambiental de Rio Vermelho foi aceita e que o Governo Federal ficaria responsável pela emissão  de uma MP criando os novos limites de Bom Futuro. &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo o deputado federal Anselmo de Jesus, foi realizada uma reunião na última quarta-feira com os deputados e senadores de Rondônia e o senador Romeu Jucá (Roraima) que propôs fazer um ‘emendão’ para ser votado até o final do mês ou começo de maio. “Nesse saco de bondade vão incluir a Medida Provisória da flona, a transposição dos servidores estaduais e outras propostas para entrar em votação”, disse&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De acordo com o deputado federal, Eduardo Valverde a senadora Fátima Cleide apresentou uma emenda para Medida Provisória para criar a área e fazer a transferência da aera. “O Projeto de Lei iria forçar a criação da MP pelo governo federal”, disse.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De acordo com Departamento de Comunicação do Estado (Decom), o governo estadual espera por esta MP para federalizar a unidade estadual. Os deputados estaduais estariam cientes da troca e a permuta só poderá ser confirmada após decisão federal, aprovada no Congresso para fazer a mesma ação no Estado. Conforme o analista do Instituto Chico Mendes (ICMbio), Wilham Assunção, a proposta ainda está como Minuta na Casa Civil. Entretanto ele não soube informar a previsão do encaminhamento da mesma.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pelo acordo firmado entre os governos estadual e federal, a flona Bom Futuro, os atuais 280 mil hectares da Flona de Bom Futuro passarão para 97.357 hectares apenas. De toda área da flona, 100 mil hectares será transferido para o domínio do Estado e classificado como Área de Proteção Ambiental (APA). Como contrapartida, o Governo de Rondônia transferirá para o Governo Federal, através do ICMBio, quatro unidades de conservação totalizando 244.239 ha: floresta estadual de rendimento sustentado do rio Vermelho &quot;B&quot;, incluindo parte sul da estação ecológica Serra dos Três Irmãos, 124.163 ha; floresta estadual de rendimento sustentado do rio Vermelho &quot;A&quot;, 37.995 ha; estação ecológica Mujica Nava, com 18.280 ha; e a floresta estadual de rendimento sustentado do rio Madeira &quot;A&quot;, com 63.800 ha. Parte da área federalizada irá compor o Parque Nacional Mapinguari, no Amazonas.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Desde agosto do ano passado os Ministérios Públicos Federal e Estadual tentam cancelar o acordo político com uma ação civil pública ambiental. Os MPs desconfiam das verdadeiras intenções da troca de unidades de conservação. Segundo a ação, o acordo foi realizado para compatibilizar interesses alheios ao da população e do meio ambiente. O interesse do governo federal seria agilizar as obras da Usina de Jirau, ligadas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O do Estado, regularizar a vida dos invasores da Floresta Nacional. A decisão está nas mãos do Tribunal Regional Federal (RO).&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Operação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Enquanto ainda nada foi resolvido, a operação de fiscalização do Instituto Chico Mendes deflagrada em março do ano passado por força de uma decisão judicial continua na unidade de conservação. Segundo Assunção, a previsão da operação é acabar em novembro deste ano. “No momento estamos fiscalizando apenas o roubo de madeira, queimadas, invasão e a entrada de gado”, disse. Na ação o ICMbio somente tem o apoio do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA). A operação iniciou em maio de 2009 com 400 homens, apoio do Exército e ajuda de helicópteros e outros equipamentos, sendo considerada a maior operação armada do Brasil que tinha o intuito de salvar a UC mais degradada do país.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;MP cobra apoio para os moradores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Ministério Público Federal na última segunda-feira cobrou da administração pública municipal e estadual condições mínimas de saúde e educação para a comunidade da Flona. De acordo com o procurador regional dos direitos do cidadão, Ercias Rodrigues de Sousa, é direito fundamental do cidadão. “Mesmo estando em uma área ilegal as pessoas têm direito a condições básicas que as leis garantem”. Para ele, levar benefícios à comunidade da flona não estaria descumprindo leis federais e decisões judiciais na área. “A ação pode ser feita na região já desmatada, sem precisar retirar nenhuma árvore. A intenção não é fazer nada ilegal é apena dar condições de vida para a população”. &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os moradores relataram que muitas crianças não estão freqüentando a escola devido à falta de transporte e à má condição das estradas. Eles também informaram que os alunos que conseguem chegar até a escola se deparam com situações precárias.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um projeto foi elaborado para agrupar as escolas que estão dentro da Flona e atualmente um único colégio funciona em Rio Pardo. Este colégio é uma extensão da escola municipal Cora Coralina, de Jacy-Paraná, e atende todas as crianças da comunidade, mas enfrenta problemas de condições sanitárias, salas sem ventilação e escuras, falta de água e número reduzido de salas.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A representante da escola, professora Marilda Barbosa Oliveira, relatou que os problemas apontados em 2009 não foram resolvidos e que os pais estão preocupados, pois não querem que os filhos percam o ano letivo novamente.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;strong&gt;Estradas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com relação às péssimas condições das estradas, um representante da Secretaria Municipal de Obras (Semob) presente à reunião informou que o órgão vai elaborar um projeto para ser entregue ao Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), órgão responsável pela administração da Flona. O futuro projeto servirá para dar continuidade ao encascalhamento das estradas, utilizando material de áreas já devastadas. A Semob também vai propor uma forma de compensação ambiental.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Após feito esse trabalho de encascalhamento, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) vai assegurar o transporte escolar para as crianças da comunidade, já que muitos estudantes atualmente utilizam transportes impróprios, como cavalos e motocicletas.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Foi acordado entre os participantes da reunião que até o dia 27 de abril todas as solicitações serão atendidas. O MPF/RO informou que vai inspecionar o cumprimento das metas. &lt;/p&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2010/04/casa-civil-desconhece-mp-da-flona-do.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-3856466105708057845</guid><pubDate>Thu, 18 Feb 2010 23:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-18T19:32:53.342-04:00</atom:updated><title>40 motivos para casar-se com um jornalista</title><description>&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Não tem nada haver com as questões discutidas neste blog, mas é interessante, peguei com uma amiga jornalista lá da redação e resolvi postar&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;1) Jornalista geralmente é criativo, ele vai surpreender você quando menos esperar;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;2) São curiosos e antenados, você sempre ficará por dentro de tudo que acontece;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;3) Eles não ganham bem, mas isso é bom porque vocês podem aprender a economizar dinheiro;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;4) No Natal, Ano Novo, Carnaval… eles provavelmente estarão na redação. Mas, pense pelo lado positivo: antes trabalhando do que vagabundando;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;5) E outra! Trabalhando muito, eles não têm tempo de se interessar por outra pessoa;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;6) Eles não são bons de matemática, mal sabem somar e subtrair; mas, para que saber isso se são os mestres da escrita?;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;7) Acostumados com pautas, são bem organizados e planejam bem as coisas antes de fazê-las;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;8) Como é fissurado por fontes, quando você tiver uma ótima ideia, ele não vai dizer aos amigos que foi coisa da cabeça dele. Dará todas as honras para você!;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;9) Como vivem numa rotina corrida, não tem muito tempo para opinar nas coisas da casa. O que você fizer, ele vai achar lindo;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;10) Tudo é um grande brainstorm (tempestade de ideias). Monotonia não vai entrar na sua casa!;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;11) Quando vocês brigarem, ele não vai achar que a opinião dele é a melhor. Tem que ouvir todos os lados de um fato, ele saberá analisar a situação!;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;12) Em coberturas de grandes eventos, você poderá entrar de gaiato. Cada final de semana em um lugar diferente: jogos de futebol, avenida de escola de samba, lançamento de livros…;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;13) Mantêm revistas e jornais no banheiro. Você nunca ficará olhando para o vácuo enquanto faz suas necessidades fisiológicas. Ganhará conhecimento!;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;14) Idolatram pessoas totalmente desconhecidas (o seu Zé, a Dona Maria, o Juquinha…) Todos com ótimas histórias de vida que vocês podem usar no cotidiano também para se tornarem pessoas melhores!;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;15) Não vai faltar café na sua casa. Café e jornalista são praticamente sinônimos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;16) Ele pode escrever os votos matrimoniais da sua irmã, criar o conteúdo do site de negócios do seu pai, ensinar sua mãe a tirar fotos das amigas nos eventos do bairro. Ele aprende de tudo um pouco e gosta de compartilhar!;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;17) Tudo para o jornalista tem uma explicação. Eles nunca vão se contentar com a primeira versão de um fato. Você sempre terá uma resposta, mesmo que demore;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;18) São ótimos investigadores. Se alguém no trabalho passar a perna em você, rapidinho ele descobre quem é!;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;19) Como trabalham muito, não tem tempo para beber demais, fumar, se envolver com drogas… Você terá um companheiro saudável!;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;20) Tá bom, vai… eles não costumam comer coisas muito saudáveis. Mas se você for legal e fazer comida para ele levar ao trabalho, isso se resolve rapidinho, não é? =);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;21) Suas viagens nunca serão monótonas! Se acontecer qualquer movimento estranho, ele vai logo querer saber o que é e infiltrará você junto para desvendar o problema;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;22) Amam roupas leves e simples no dia a dia. Você não vai gastar muito dinheiro com isso;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;23) Mas também sabem se arrumar bonitinhos para os eventos. Você terá um parceiro que sabe ser simples, mas também sabe arrasar. Tudo vai depender da ocasião;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;24) A agenda é o seu melhor amigo. Mas, não fique com ciúmes! Pense pelo lado positivo, nunca vai esquecer nenhuma data importante, porque tudo fica rigorosamente descrito lá;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;25) Eles não ficam irritados com “nãos”, afinal, estão acostumados com assessorias de imprensa que não querem divulgar os bafões. Você não terá um companheiro irritado, mas, em compensação ele não vai desistir até conseguir o que quer. Mas só de não ser grosso já vale, não é!?;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;26) Como são antenados, também sempre ficam sabendo das novidades tecnológicas primeiro. Às vezes, até ganham de presente para testar a ferramenta. Você terá tudo em primeira mão na sua casa;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;27) Eles não se importam com calor, chuva, trovões… afinal, precisam estar onde a notícia está! Você poderá ir na praia com 50 graus tranqüila ou aquela viagem dos sonhos pode se tornar um pesadelo no caos de São Paulo que ele não vai blasfemar. Ainda vai dar risada da situação;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;28) Acham que podem salvar o mundo com uma matéria. Olha que sensibilidade!;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;29) Eles sempre sabem tudo todo o tempo;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;30) Gostam de música para acalmar;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;31) Leem livros raros, histórias para crianças e semiótica… Seus filhos serão super dotados se depender dele;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;32) Sua vida social é infinitamente grande. Você nunca poderá reclamar que não conhece gente nova;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;33) Eles estão acostumados com coisas chatas e sabem contorná-las muito bem. O casamento nunca vai virar algo monótono;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;34) Eles gostam de camisas com estampas de alguma brincadeira sobre algo atual. Suas amigas vão ficar com inveja do seu companheiro inteligente;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;35) Eles sempre têm uma opinião sobre qualquer coisa na face da Terra. Durante uma conversa entre amigos, vocês nunca ficarão apagados;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;36) A maioria gosta de virar psicólogo, técnico de futebol e médico às vezes. Você terá um companheiro mil e uma utilidades;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;37) Por causa da profissão, são forçados a aprender mais de um idioma. Você vai ouvir “Eu te amo” em, pelo menos, umas três línguas diferentes;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;38) A primeira coisa que seu filho vai aprender é que a informação é a alma do negócio. Com dois anos, sua fofurinha vai saber o que é aquecimento global, mercado financeiro e já saberá criticar políticos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;39) Gostam de mudar de cidade, estado e até de país. Você conhecerá muitos lugares!;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px; line-height: 20px; &quot;&gt;&lt;br /&gt;40) Assistem documentários e vão a museus o tempo todo, não importa o que seja. Ô cultura!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2010/02/40-motivos-para-casar-se-com-um.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-7131568210976347525</guid><pubDate>Sun, 07 Feb 2010 22:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-07T18:04:39.671-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ambientalize</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desmatamento</category><title>Os números mudaram o desmatamento não</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Não há nada o que comemorar com a redução de desmatamento na Amazônia, anunciada na semana passada pelo ministro de meio ambiente, Carlos Minc. Enquanto os governos fazem festa com os 72% de declínio nas derrubadas (de outubro e novembro de 2009 comparado com 2008), os ambientalistas mais críticos veem a situação como um ‘efeito natural’. O governo federal atribui a queda às operações de fiscalização e controle realizadas com diversos órgãos ambientais. Os ambientalistas analisam a situações por três motivos; as áreas de desmatamento reduziram por que não tem mais nada o que desmatar, pelo longo período de chuvas e as falhas do Sistema de Detecção do desmatamento em Tempo Real (Deter) que não consegue visualizar a floresta em época de muita nuvem, como acontece no inverno amazônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem hipocrisia! Realmente houve um aumento nas fiscalizações ambientais, mas sucumbiram na questão política. Um bom exemplo, Flona Nacional do Bom Futuro, a maior operação de ambiente do Brasil travou e virou moeda de troca entre o governo estadual e federal. A ação feita para retirar cerca 35 mil cabeças de boi pirata e remanejar a população de 3,5 mil habitantes e tentar salvar o que resta da flona (hoje 30% da Bom Futuro já foi desmatada) foi por água abaixo. Não podemos deixar de citar as licenças ambientais liberadas aos avessos por toda a Amazônia nos últimos anos, tudo para alimentar o sonho quase pesadelo das obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). Mais importante para os mandatários são as construções de usinas, estradas etc. Agora pare e pense onde ficam nessa história os povos amazônicos e a sustentabilidade da região? Não se engane eles sempre estarão em segundo plano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que os números de redução de desmatamento são fajutos, feito simplesmente para cumprir o que manda o figurino. No meio ambiente nada mudou continuamos a desmatar mais, a poluir mais e gastar mais recursos naturais. Veja o que está acontecendo com os nossos igarapés, verifique pelas rodovias aonde ainda existe floresta, pois tudo foi alterado pelos pastos e gados. Não se iluda com os dados governamentais, a necessidade exige mudança rápida, lembre-se é a nossa existência que está em jogo e se não fizermos nada uma hora a natureza vai nos cobrar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2010/02/os-numeros-mudaram-o-desmatamento-nao.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-4335759997050736079</guid><pubDate>Tue, 12 Jan 2010 21:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-12T17:51:23.470-04:00</atom:updated><title>S.O.S Clima!</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Nos últimos meses, os brasileiros têm convivido com um forte periodo chuvoso provocando desastres ambientais, derramando lágrimas, destruindo casas, sonhos e vida em todas as partes deste país. Em Rondônia a fúria da natureza também está trazendo o caos, devido as chuvas a dengue assola todo estado e os dias são manchetiados repentinamente com inundações. Ontem mais uma vez Porto Velho amanheceu debaixo d’água. As fortes águas que caíram destruíram casas e móveis, contribuíram para aumentar o número de desabrigados e causar ainda mais estragos nos asfaltos e nas ruas da Capital. Em um bairro antigo de Porto Velho, a Defesa Civil já alerta para o risco eminente de desabamento. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;O fato considerado catastrófico para população denuncia mais uma vez a ocorrência de acontecimentos de ordem natural que em momentos anteriores atingiam a cidade com menor intensidade. Alia-se a isso, a falta de planejamento urbano e habitacional das maiores cidades brasileiras, uma vez que as autoridades locais negligenciam o crescimento descontrolado de casas e favelas em encostas, expondo os próprios moradores ao risco de acidentes e morte. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;O problema ficou mais sério com as mudanças climáticas alertada desde 2007 por cientistas de todo mundo que previam um cenário onde um aumento na &quot;freqüência (ou proporção do total da incidência de chuvas relativa à chuvas torrenciais) de &#39;eventos de forte precipitação&#39;&quot; era &quot;muito provável&quot;, ou seja, mais de 90% provável. Infelizmente os estudos e o alerta feito no relatório do Painel Intergovernamental para Mudança Climática da ONU (IPCC, na sigla em inglês) não foi levado a serio pelos governos. Em Rondônia a mudança no clima pode alterar o regime térmico (temperatura) e das chuvas afetando a vegetação e aumentando o índice de doenças tropicais é o que diz Marcelo Gama, Meteorologista da Sedam (Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental) “pode haver alterações na vegetação, elevar o índice de doenças tropicais e acontecer eventos extremos como a seca da Amazônia em 2005”. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;É verdade que não podemos interromper os efeitos das emissões já feitas de gases de efeito estufa. Mas nós podemos influenciar o futuro. Para evitarmos mudanças radicais de temperatura, é preciso agir agora. Diminuir o desmatamento, incentivar o uso de energias renováveis – como a energia do vento e do Sol –, reciclar o lixo, melhorar o transporte público e estimular o uso de combustíveis limpos – como o álcool e o biodiesel. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Mas combater as mudanças climáticas não significa apenas reduzir as emissões de gás carbônico, precisamos também usar técnicas de conservação e de estoque de água, evitando-se ao máximo o desperdício, a proteção do solo por meio da plantação de árvores, o deslocamento de populações situadas em locais vulneráveis para locais seguros, o maior controle e acompanhamento de doenças sensíveis ao clima e a diminuição da dependência de combustíveis fósseis. Esses são apenas alguns exemplos de medidas que podem ajudar na mitigação e na adaptação às mudanças climáticas. É preciso decidir quais as metas mais eficazes e viáveis para combater e se prevenir contra os impactos das mudanças climáticas. O mais importante é agir rápido! &lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2010/01/sos-clima.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-5842473100212102728</guid><pubDate>Fri, 18 Dec 2009 16:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-18T12:14:54.990-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ambientalize</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Clima</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mudanças Climáticas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Rio</category><title>Igarapé Bate Estaca agoniza sem socorro</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJbAliJkM4TIIMfXD9Uit7pTeiAxcvFUc3MpuYHKa3p3niN14O9_OzBUOKLqjc00EwEBVjQ4UcfN9ap1_ewD4uhS3eZ4hYOOyt-Sf6nB4z4LkQ6hs2E_At1_JIJdHTMBuChe4PAQ/s1600-h/cd85304de514dd57d6dc25cda04b175c-g.jpg&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Rafael Abreu                                                                                                                                                  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&lt;img style=&quot;TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5416609915800344674&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiTBNlSnfazNMgXW8LK6xnIzTcHR652LuM2Yz6Ppf450uzZSVNj4WxjHyTXCqfCd3fMb0GuPtlgYR9qpROy8XFsX1-sofi0CAVMCxgWiKYSqPNvJSi8EyYtwOJaimMX7j81gj4qlA/s320/cd85304de514dd57d6dc25cda04b175c-g.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiASuuOCq6JXnsBkiu1JDTLlv3g4qUc0vmJSBsnGu1sfEbvW1wU2nVgoRlmT8GVU-D_YqtDssXvDYeRYppIIWQSbvesX4vT-BModxlAclaNDnOPtM7eXWYClZyV4Eh28ZiqVHCsiw/s1600-h/6440d508b18e25bf70254bbfb981e7b3-g.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 214px; CURSOR: hand&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5416608982777289346&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiASuuOCq6JXnsBkiu1JDTLlv3g4qUc0vmJSBsnGu1sfEbvW1wU2nVgoRlmT8GVU-D_YqtDssXvDYeRYppIIWQSbvesX4vT-BModxlAclaNDnOPtM7eXWYClZyV4Eh28ZiqVHCsiw/s320/6440d508b18e25bf70254bbfb981e7b3-g.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;foto: J. Gomes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Um dos maiores igarapés urbanos de Porto Velho ainda resiste à morte. Em meio ao crescimento desenfreado da capital de Rondônia o igarapé Bate Estacas sofre degradação desde a nascente até desaguar no rio Madeira. Esgoto, aterramento, retirada da mata ciliar, desvio do curso d’água, assoreamento são algumas das deteriorações que estão impactando sobre os 113 quilômetros quadrados de área da bacia hidrográfica do igarapé. A reportagem do Diário da Amazônia fez uma expedição da nascente à foz do igarapé no rio Madeira. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma das principais nascentes do igarapé, no bairro Areia Branca, entre árvores, plantas e pedras a água mina cristalina. Ela desce tranquilamente o barranco tomando todo o espaço que é seu por propriedade e forma as águas do Bate Estacas. Na chácara Água Viva, onde está a nascente, o caseiro, Raimundo de Paula, 30 anos, usa a água da bica para beber, tomar banho e lavar roupa. “Não trocaria nada desse mundo por este paraíso de sombra, tranquilidade, comida e água fresca”, afirmou. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucos metros depois, dentro da própria chácara, as águas límpidas e puras são alteradas por concretos e canos. O curso d’água foi alterado, o espaço que era seu por propriedade, invadido, canalizado, aterrado para virar uma piscina ‘particular’ de águas escuras. A mata que caminhava ao seu longo e fazia a proteção do riacho não existe mais e um vazio de terra completa o cenário de luto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais adiante, ainda no Areia Branca, um muro de mais de dois metros impede a passagem de quem segue o riacho. Pássaros e animais que habitam pelas redondezas são obrigados a procurar outro canto para matar a sede e se alimentar. Bem ao lado um balneário conhecido como Araras com uma piscina de concreto toma conta do curso d’água. Para entrar e ter direito de se banhar no igarapé é preciso pagar R$ 5. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esgoto&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já entrando no bairro Conceição, o Bate Estacas se transforma em esgoto. Andreia Almeida mora há 12 anos no entorno da bacia. Segundo ela, desde que mora no lugar nunca viu nenhum trabalho de recuperação no igarapé. “No máximo que fazem é roçar o mato, mas nada para acabar com a fedentina insuportável”. Ela disse ainda que já pegou duas vezes malária no lugar. “A família quase toda pegou, só não dois filhos meus”, relata. Edmundo Barroso, 75 anos, mora na beira do Bate Estacas há 25 anos e lembra da época das castanheiras. “Quando cheguei aqui tinha um monte de árvores, o igarapé era pequeno, mas a água era limpa e forte”, disse. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Residenciais&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No bairro vizinho, o Novo Horizonte, os moradores tradicionais reclamam que os residenciais da localidade acabaram com o igarapé. A situação levou 16 pessoas a entrarem com uma denúncia no ano passado no Ministério Público contra a retirada da Área de Preservação Permanente (APP), aterramento da nascente e derrubada da mata ciliar entre outras ações danosas feitas pela construtora de um residencial (Nova Era I).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, não surtiu efeito, até o último fim de semana os problemas continuavam os mesmos. Esgoto, lixo, mau cheiro completam a imagem decadente. Apenas alguns macacos, patos e jacarés relutam pelo pouco espaço florestado. Um frigorífico localizado na rua João Paulo I, mas conhecida como Estrada da Coca-Cola, segundo os moradores também estaria jogando restos de animais no afluente do rio Madeira e contaminando a água. Ainda próximo aos residenciais do Novo Horizonte, a agonia do igarapé é quase uma sentença de morte. O Bate Estaca canalizado, no cruzamento da rua João Paulo I e avenida Campo Sales, virou esgoto. E quando mais ele segue entre casas, vai apodrecendo as águas e perdendo totalmente as características vista na nascente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fôlego&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Na sítio da família Johnson, ao longo da Estrada de Ferro, o igarapé ganha fôlego e apresenta o que não se vê por mais de dois quilômetros: a mata ciliar, Área de Preservação Permanente e peixes. A história da microbacia é ligada à vida dos Jonhsons, segundo Bubu Jonhson. Mas ele fica entristecido ao falar do Bate Estaca. “Há uns 20 anos o igarapé era bem maior, as águas eram limpas, dava muito peixe”, contou. O medo de Bubu é que o igarapé morra. “Acredito que no ritmo que vai indo, o igarapé não vai mais existir”, relata. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Ainda no sítio é possível ver cutias, onça preta e pássaros que se refugiam no lugar. “Depois que começaram as obras nas usinas apareceram mais animais aqui no sítio”. O sítio pertence ao pai de Bubu desde 1957. Após a morte do patriarca o terreno foi divido entre os 16 irmãos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Comunidade quer o igarapé vivo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A garantia de água potável para os próximos anos tem sido uma das grandes preocupações ambientais. A falta do recurso compromete diretamente a sobrevivência da vida no planeta. O igarapé Bate Estaca fornece água para boa parte das casas de Porto Velho, mas a contaminação e deterioração em vários trechos da micro bacia deixa um alerta que o recurso hídrico pode estar se desgastando e chegando ao fim. Os moradores do entorno do igarapé já temem a morte do Bate Estaca.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na comunidade Bate Estaca, próximo ao ponto de captação de água da Caerd (Companhia de Água de Rondônia), a situação é de tristeza com a diminuição da água, poluição do rio e outras degradações. A presença de visitantes ajuda a poluir as águas do igarapé. Muitos jogam latas de cervejas, garrafas pet e sacolas dentro do Bate Estaca. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O medo de o igarapé morrer fez com que a comunidade procurasse a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) para tentar preservar o que resta de Bate Estacas. A iniciativa uniu 16 moradores da vila de Santo Antônio e da margem do igarapé. Eles vão trabalhar como Agentes Ambientais Voluntários (AAV) para fiscalizar os crimes ambientais e educar sobre o uso racional dos recursos naturais e passaram por uma capacitação. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB) do Santo Antônio, Aparecido Limeira da Silva, disse que as comunidades do Bate Estaca resolveram participar da capacitação por se sentirem ameaçadas com a urbanização desgovernada. “O avanço de prédios na nossa região tem prejudicado o Bate Estaca, com isso dificulta as famílias que vivem no entorno a continuarem a manter a tradição dos moradores que estão no lugar há mais de 40 anos”, conta.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele acredita que como agente ambiental poderá conservar o igarapé para o mesmo não sumir. “Com o aumento da população devido às construções das usinas [hidrelétricas] do Madeira, o Bate Estaca está cada vez mais fragilizado, pessoas vêm pescar aqui com tarrafas, jogam lixo na água. Temos ainda o problema do aterramento e assoreamento isso tudo está deixando os moradores assustados, pois há a possibilidade de ser o fim do igarapé”, argumentou. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem do Diário da Amazônia entrou em contato várias vezes com a Caerd que capta as águas do Bate Estacas, mas até o fechamento da matéria a companhia não informou nenhuma ação no igarapé. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lixo e esgoto contaminam o curso d`água&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Um dos motivos para a deteriorização do Bate Estacas é a falta de sistemas eficientes de coleta de lixo e de tratamento do esgoto doméstico, que são lançados diretamente na água. A poluição cria também condições favoráveis ao aumento acelerado de doenças como amebíase, cólera, dengue, esquistossomose, febre amarela, febre tifóide, hepatite, leptospirose, malária e outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;A cada curva feita pelo igarapé dá para perceber que a lei [9.433/1997] de Política Nacional de Recursos Hídricos fundamentada para preservar um bem de domínio público (O Bate Estacas e outros cursos d’águas) não é respeitada e o objetivo ‘assegurar à atual e às futuras gerações a necessária disponibilidade de água, em padrões de qualidade adequados aos respectivos usos’ torna-se sem valor e de futuro incerto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Segundo o artigo 225 da Constituição Federal: todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, a água é um bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-la e preservá-la para as presentes e futuras gerações.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas conforme a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), as ações de fiscalização no igarapé são esporádicas porque o número de fiscais é pequeno para fazer um trabalho contínuo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) também realiza fiscalizações esporadicamente, mas o intuito é de apenas orientar os moradores. Segundo o coordenador de fiscalização do órgão, José Carlos Coutinho, a solução será a ajuda do agente ambiental voluntário, que irá fiscalizar o igarapé. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/12/igarape-bate-estaca-agoniza-sem-socorro.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiTBNlSnfazNMgXW8LK6xnIzTcHR652LuM2Yz6Ppf450uzZSVNj4WxjHyTXCqfCd3fMb0GuPtlgYR9qpROy8XFsX1-sofi0CAVMCxgWiKYSqPNvJSi8EyYtwOJaimMX7j81gj4qlA/s72-c/cd85304de514dd57d6dc25cda04b175c-g.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-5830310626466006369</guid><pubDate>Sat, 28 Nov 2009 23:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-28T19:43:47.840-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Unidade de Conservação</category><title>Flona Bom Futuro: acordo só no papel</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9n26hqJ1dbXoiJ00GvCSd58hUSmyn3wNGujO96CBYCbi9diQ1pIdKx3Op6DSewvFXVAKRZF6clpeeOdhCoCYSNuIzx1sNoGzTiz1LqIkyCPg7S3-8cr-XRWktnvxbbcys3OUCMg/s1600/0260d2b4f59ab7fa8a53a3ff40ca8e25-g.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9n26hqJ1dbXoiJ00GvCSd58hUSmyn3wNGujO96CBYCbi9diQ1pIdKx3Op6DSewvFXVAKRZF6clpeeOdhCoCYSNuIzx1sNoGzTiz1LqIkyCPg7S3-8cr-XRWktnvxbbcys3OUCMg/s320/0260d2b4f59ab7fa8a53a3ff40ca8e25-g.JPG&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5409303837630158930&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(102, 102, 102); &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Foto: Roni Carvalho&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;   style=&quot;font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;color:#666666;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;   style=&quot;  color: rgb(102, 102, 102); font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:12px;&quot;&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Quase seis meses depois do acordo assinado entre o governo estadual e federal para trocar unidades de conservação, a situação da Floresta Nacional do Bom Futuro ainda é indefinida. Em meio a briga política e judicial, a operação de fiscalização do Instituto Chico Mendes (Icmbio) está travada com trabalho apenas em duas barreiras e 60 homens da Força Nacional, Batalhão Ambiental e Icmbio se reversam para vistoriar o interior da Bom Futuro, que tem 280 mil hectares. A operação iniciou em maio com 400 homens, apoio do Exército e ajuda de helicópteros e outros equipamentos, sendo considerada a maior operação armada do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Os moradores da flona também estão impacientes com a indecisão do destino da unidade de conservação. Tanto que entraram com uma ação federal para que seja realizado logo o acordo do governo estadual, Ministério do Meio Ambiente e Instituto Chico Mendes feito no inicio de junho deste ano, permutando as áreas de preservação ambiental (a reserva ambiental Rio Vermelho, de 600 hectares -  por 140 mil hectares da flona Bom Futuro).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Para azedar a situação, os Ministérios Públicos Federal e Estadual tentam desde agosto cancelar o acordo político com uma ação civil pública ambiental. Os MPs desconfiam das verdadeiras intenções da troca de unidades de conservação. Segundo a ação, o acordo foi realizado para compatibilizar interesses alheios ao da população e do meio ambiente. O interesse do governo federal seria agilizar as obras da Usina de Jirau, ligadas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O do Estado, regularizar a vida dos invasores da Floresta Nacional. A decisão está nas mãos do Tribunal Regional Federal (RO).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Algumas notificações para retirar o gado venceram este mês, mas segundo o chefe da unidade de conservação do Icmbio, Elson Portela, a Justiça Federal pediu para que o órgão esperasse os impasses judiciais serem resolvidos para continuar a operação. “Estamos dependendo das respostas da justiça para pode direcionar a operação”, afirmou. Nas notificações do instituto Chico Mendes 50% dos rebanhos está nas mãos dos grandes criadores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Segundo a assessoria do governo estadual, o governador Ivo Cassol está hoje em Brasília para tentar colocar o acordo em prática. Ele vai ser reunir com a cúpula de Ministério do Meio Ambiente para pressionar e pedir que seja feita a Medida Provisória alterando os limites da Flona do Bom Futuro e definir a área estadualizada. De acordo ainda com a assessoria, o Estado só espera essa definição para fazer a lei estadual $tornando o Rio Vermelho uma unidade federal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;strong style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;História&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Criada em 1988 com 280 mil hectares de área a cerca de 200 quilômetros da cidade de Porto Velho, a Flona começou a ser ocupada desordenadamente a partir de 1995 e 1997, com a instalação na região de dois assentamentos. Seguiram-se várias ocupações irregulares, inclusive simuladas por políticos que montaram currais eleitorais. Segundo o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), atualmente cerca de 28% da Bom Futuro já foram desmatadas, com um ocupação de 3,5 mil habitantes e 35 mil cabeças de boi pirata.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;Rafael Abreu (Diário da Amazônia)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; text-align: justify; &quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/11/flona-bom-futuro-acordo-so-no-papel.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9n26hqJ1dbXoiJ00GvCSd58hUSmyn3wNGujO96CBYCbi9diQ1pIdKx3Op6DSewvFXVAKRZF6clpeeOdhCoCYSNuIzx1sNoGzTiz1LqIkyCPg7S3-8cr-XRWktnvxbbcys3OUCMg/s72-c/0260d2b4f59ab7fa8a53a3ff40ca8e25-g.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-8880633903784677971</guid><pubDate>Fri, 25 Sep 2009 04:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-25T00:31:35.560-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Unidade de Conservação</category><title>Moradores se revoltam com ação na Flona Bom Futuro</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Rafael Abreu&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Os moradores de Rio Pardo denunciam pressão e abuso de poder feito por fiscais e policiais da operação ambiental na Floresta Nacional do Bom Futuro. Segundo o presidente da Associação dos produtores rurais de Nova União e Rio Pardo (Aspruno), Salvador da Cruz Filho, a Força Nacional e os fiscais do Instituto Chico Mendes (Icmbio) estão provocando a comunidade para que percam a cabeça e façam irregularidades na unidade de conservação. “Querem que a gente desanime e perca a cabeça, logo na reta final do projeto de lei ser aprovado”, afirma. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O presidente da associação diz ainda que o acordo feito dois meses atrás na manifestação em frente à Usina de Jirau, não está sendo cumprido. “Isso está deixando as pessoas da Flona revoltadas, e a qualquer momento os moradores podem partir para um protesto jamais visto no lugar”, disse. Ele explica que a manifestação pode acontecer, pois fecharam os dois únicos postos de combustível da vila de Rio Pardo aplicando multas milionárias, e ameaçaram fechar o comércio e retirar os gados notificados. “No último domingo (20/9) chegaram na vila por volta das 15 horas usando a força, balas de borracha e spray de pimenta, nesta ação a Força Nacional arrancou as duas bombas dos postos de gasolina, deixando multas no valor de um milhão de reais e outra de R$ 6 milhões para os proprietários dos postos”, revelou ele. “Ninguém apresentou mandado judicial, nem documento para fazer as apreensões”, enfatiza Cruz Filho.  &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;De acordo com o presidente sem a gasolina a comunidade fica sem energia, não pode se deslocar para as cidades mais próximas e impossibilita a sobrevivência dos moradores. “Sem a gasolina e diesel não tem como fazer nada, fica tudo parado”, completou. Em relação ao fechamento dos comércios o presidente da associação argumentou que a ação é ‘intimidadora’ pois sabe que os moradores precisam comprar açúcar, remédio e o óleo. “O governo federal e o estadual precisam entrar em acordo o mais rápido possível porque está situação está colocando a população em pânico, e os moradores vão se organizar para fazer uma manifestação à pior de todas contra essas ações”, finaliza o presidente da Aspruno.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O chefe da unidade de conservação, do Icmbio, Paulo Volnei Garcia, desmentiu as denuncias dos moradores da Flona. “O Instituto Chico Mendes não precisa de ordem judicial para fazer fiscalização na unidade de conservação é da obrigação do órgão fazer a qualquer momento vistoria na flona, outra que na ação do último domingo era para ser rotineira e autuar e fechar os postos de gasolina ilegais, uma atividade feita sem nenhuma licença ambiental e normas, entretanto, os moradores se revoltaram e tentaram fechar as pontes, e a Força Nacional agiu com tiros para cima, e uso do spray de pimenta para proteger os fiscais que se ficassem mais tempo na região poderiam acontecer um desastre”, explica.  “Ninguém proibiu a entrada de mercadorias na vila, isso é mentira, também eles não ficaram proibidos de usar gasolina e diesel, pois está liberado entrar 400 litros de combustível por semana, o que foi feito foi uma ação para parar uma atividade perigosa que era os postos de gasolinas, apenas isso”, completou.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Para terminar Paulo Volnei disse que não houve feridos e nem tiros nas pessoas “Estão querendo inflamar a situação para fazer que o acordo político seja realizado com urgência”, falou ele.    &lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/09/moradores-se-revoltam-com-acao-na-flona.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-1336155306419049959</guid><pubDate>Fri, 25 Sep 2009 04:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-25T00:28:52.207-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Unidade de Conservação</category><title>Operação no Bom Futuro em meio às indecisões</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;em&gt;A maior operação ambiental do Brasil com cerca de 400 homens, helicópteros, tecnologia de ponta pretendia salvar a mais devastada unidade de conservação federal &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Rafael Abreu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As indefinições sobre o futuro da Floresta Nacional do Bom Futuro estão prejudicando a fiscalização na unidade de conservação. Em meio a um acordo político de troca de áreas de conservação e a decisão judicial que cancela essa permuta, a operação Terra Nova continua, mas com fiscalização apenas nas quatro barreiras para controlar o acesso de pessoas e materiais, informou o chefe da unidade de conservação, Paulo Volnei Garcia. “Estamos no meio das decisões políticas e judiciais”, completa ele.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Depois do acordo realizado pelo governo estadual, Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Chico Mendes, no inicio de junho, que permuta áreas de preservação ambiental (a Reserva ambiental Rio Vermelho de 600 hectares por 140 mil hectares da flona Bom Futuro) a operação teve que alterar o planejamento. “Com o acordo político a operação tomou outro rumo ao que estava planejado, mas estamos atendendo as determinações na medida do possível e agora esperamos o resultado do acordo para direcionar a ação”, argumenta Garcia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; Após o acordo, as multas pelos os danos ambientais existentes que causaram revolta nos ocupantes da Flona, pelos os valores milionários, foram paralisadas. “Hoje, só autuamos os crimes em flagrantes”, revela. “O acordo que teve um encaminhamento político e a manifestação dos moradores do Bom Futuro em frente às obras da Usina de Jirau influenciou na mudança da nossa fiscalização”, esclareceu Garcia sobre a alteração da ação. Ele disse ainda que um dos motivos para diminuição no ritmo da operação é a pouca quantidade de veículos disponíveis. “Estamos com oito caminhonetes para atender as quatro bases”. No começo a Terra Nova tinha 20 veículos e dois helicópteros. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A redução no número do efetivo também compromete a operação. Dos 400 pessoas que iniciaram na ação, apenas 80 estão trabalhando. “A redução de pessoal já estava previsto, mas realmente reflete na operação, pois não estamos conseguindo entrar”, afirmou. E refletiu bastante nas queimadas, que de um foco em julho saltou para 63 em agosto, e nestes últimos dez dias, já são 44 focos encontrados pelos satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). “As queimadas são difíceis de fiscalizar porque podem estar em pontos isolados e também pela grande área que a Flona tem, mas, entretanto os outros tipos de crimes como o desmatamento e o roubo de madeiras conseguimos zerar”, explicou o chefe da unidade de conservação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Para completar a situação de indecisão, a permuta de áreas que há quinze dias teve um documento elaborado para criar as leis da troca das áreas de conservação pelo o grupo de trabalho formado pelo governo estadual e o Instituto Chico Mendes pode ser cancelada, pois em agosto quatro procuradores da República e duas promotoras de Justiça de Rondônia entraram com uma ação civil pública ambiental. O Ministério Público Federal e Estadual desconfiam das verdadeiras intenções da troca de áreas de conservação. Segundo a ação, o acordo foi realizado para compatibilizar interesses alheios ao da população e do meio ambiente. O interesse do governo federal seria de agilizar as obras de jirau, ligadas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O do Estado regularizar a vida dos invasores da Floresta Nacional. A decisão agora está nas mãos do Tribunal Regional Federal (RO) que deve dar o parecer a qualquer momento. Já o documento da criação das leis das novas reservas ambientais se encontra no Ministério do Meio Ambiente “Esperando a resposta da Justiça”, disse o chefe da unidade de conservação. “Em setembro deve sair o processo da ação civil ambiental, o juiz pode acatar os MP’s e tornar sem efeito o encaminhamento político determinando que se cumpra as decisões judiciais que já existem. E a gente volta lá para o inicio da operação”, especula Paulo Volnei.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Notificação de gados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Segundo o chefe da unidade de conservação, pelas notificações feitas aos criadores de gado, 50% dos rebanhos está nas mãos dos grandes criadores. “As primeiras notificações vence em novembro e deverão retirar os gados, caso o acordo dos governos não seja concretizado,”, disse ele. O número estimado de boi pirata na Flona é de cerca de 40 mil, de acordo com o Paulo Volnei.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Bases operacionais&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Pelo o novo desenho da área da Flona feito pelo o grupo de Trabalho responsável para elaboração das leis de criação das unidades permutadas, três bases operacionais estão na área que vai ser estadual. “Teremos que nos realocar para a outra área pois nossas três bases principais estão em área onde está ocupada”, fala o chefe da unidade.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Multas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Segundo informações da assessoria de comunicação do Ibama, os processos das multas milionárias continuam pois ainda não há nenhuma ordem para cancelar as infrações ou reverter em ações ambientais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Levantamento &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o levantamento do Incra acabou no meio do caminho devido o acordo, o levantamento está sendo feito pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sedam) e Secretaria Estadual de Agricultura (Seagri) para saber quem vai ou não ficar na nova unidade de conservação do Estado. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ação&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Paulo Volnei avisou também que semana que vem novos veículos vão chegar à Flona e as equipes serão renovadas para intensificar a operação. “Mesmo tendo poucos fiscais disponíveis, vamos retomar as fiscalizações internas que não estão sendo feitas”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Desmatamento &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Nestes três meses e meio de operação, os únicos desmatamentos visualizados pelo os satélites do Inpe foram da própria força tarefa. As quatro bases operacionais instaladas nas principais estradas desmataram 310 hectares que equivale a 310 campos de futebol. &lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/09/operacao-no-bom-futuro-em-meio-as.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-7823637125735815340</guid><pubDate>Fri, 25 Sep 2009 04:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-25T00:29:36.679-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ambientalize</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desmatamento</category><title>Porto Velho (RO): Sexto lugar em desmatamento na Amazônia</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Rafael Abreu&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A capital de Rondônia é o sexto município mais desmatado da Amazônia Legal, segundo os dados de julho deste ano do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), divulgado no fim de agosto. O desmatamento chegou a 11 quilômetros quadrados. O Imazon informou que o grande aumento no desmatamento contabilizado no mês de julho pode, na verdade, ter ocorrido em outros meses já que a cobertura de nuvens era acentuada na região, o que dificultava a visualização da área. Isso, principalmente, por causa das chuvas excessivas. Em julho, com a redução das nuvens, o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do instituto pode monitorar 81% da Amazônia Legal. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O levantamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), do sistema Deter, também mostram que Porto Velho teve a maior perca florestal em julho no Estado, cerca de 7 quilômetros quadrados. De acordo com o meteorologista da Secretaria Estadual de Ambiente (Sedam), Marcelo Gama, a extensão territorial (3.420.950 mil hectares) ajuda Porto Velho sempre liderar a lista de desmatamento. “Por possui uma grande área o município esta vulnerável a ter mais desmates que os outros, mas se colocar em proporção territorial e pontos de desmates, Buritis tem mais degradação florestal que a capital”, questiona. Gama explica ainda que a contribuição para os desmate são das unidades de conservação. “Se for verificar em 2008, a Floresta Nacional do Bom Futuro foi à maior responsável pelos desmates em Porto Velho, seguido da Reserva Extrativista de Jaci Paraná e da região de União Bandeirantes”, diz. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Para a diretora da Ong Kanindé, Ivaneide Bandeira, o aumento é dado pelos os grandes empreendimentos que esta se instalando no município. “Estão trazendo um grande número de pessoas que além das obras causam mais desmates”. Outro motivo, segundo Bandeira, é a falta de fiscalização dos órgãos ambientais. “Os principais pontos de degradação ambiental estão nas unidades de conservação, que deveriam ser protegidas pelos órgãos”, revela ela. “Deveria haver uma fiscalização séria com apoio da justiça para que se cumpra as leis ambientais. Hoje quando alguém faz um ilícito ambiental, a justiça vai é devolve os equipamentos usado na crime, se não houver uma parceria entre os poderes não terá como reduzir os desmatamentos”, reclama Bandeira. Ela questiona também os dados que dizem que Rondônia caiu para o quinto lugar nos desmatamento amazônico. “É uma falsa ilusão de que reduziu os desmate. Na verdade não tem é mais nada o que desmatar, por isso caiu os números”, finaliza. &lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/09/porto-velho-ro-sexto-lugar-em.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-6918770992709481819</guid><pubDate>Fri, 25 Sep 2009 04:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-25T00:32:45.657-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Unidade de Conservação</category><title>Flona Bom Futuro tem crescimento de queimadas em agosto</title><description>Rafael Abreu&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;As queimadas na Floresta Nacional do Bom Futuro de apenas um foco em julho saltaram para 63 em agosto, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A maioria dos focos de queimadas foram localizados na vila do Rio Pardo e no povoado de Marco Azul. Segundo o meteorologista do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), Luiz Alves as condições climáticas em agosto favoreceram o aumento de focos. “Na primeira quinzena do mês estávamos sob influência de forte massa de ar quente e seco que manteve a umidade do ar baixa (valores mínimos próximos de 30%) e a temperatura durante a tarde bastante elevada (acima dos 35 graus celsius), sem contar com um grande número de dias sem observar chuva na região (aproximadamente 30 dias)”, afirma ele. Conforme as informações do meteorologista do Sipam, a reportagem verificou que nos quinze dias de agosto foram detectados 34 focos na unidade de conservação e outros 29 no restante do mês, o período que segundo Luis Alves, teve muita umidade e chuva. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;O aumento de queimadas pode estar aliado também à dispersão da operação ambiental ‘Terra Nova’ na Flona que foi organizada para zerar os crimes ambientais na Bom Futuro. No começo da operação, maio deste ano, havia cerca de 400 homens, quase um mês depois foi reduzido pela metade, e hoje não chega nem a 80 homens trabalhando para cumprir a ordem judicial assinado em abril de 2008. O balde de água fria, na ação ambiental considerada a maior do Brasil, foi dado após o acordo realizado pelo governo estadual, Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Chico Mendes, no inicio de junho. E a partir deste decreto que permuta áreas de preservação ambiental (a estadual Rio Vermelho de 600 hectares pela nacional do Bom Futuro de 140 mil hectares), alguns órgão começaram a retirar as equipes da operação, como o Instituto Nacional de Colonização e Regularização Agrária (Incra) e o Exército Brasileiro, o restante reduziu bastante o efetivo na localidade. A Terra nova ainda se deparou com o problema das multas milionárias que geraram um conflito com os moradores da vila de Rio Pardo. Infrações que acabarão sendo canceladas quando a permuta de unidades for concretizada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Desmatamento &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Nestes três meses e meio de operação, os únicos desmatamentos visualizados pelo os satélites do Inpe foram da própria força tarefa. As quatro bases operacionais instaladas nas principais estradas desmataram 310 hectares ou cerca de 310 campos de futebol.&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Ação Civil &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Em agosto, quatro procuradores da República e duas promotoras de Justiça de Rondônia entraram com uma ação civil pública ambiental para cancelar a transação firmada pelo governador, Ivo Cassol e a União. O Ministério Público Federal e Estadual desconfiam das verdadeiras intenções da troca de áreas de conservação. Segundo a ação, o acordo foi realizado para compatibilizar interesses alheios ao da população e do meio ambiente. O interesse do governo federal seria de agilizar as obras de jirau, ligadas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O do Estado regularizar a vida dos invasores da Floresta Nacional.&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Flona&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Criada em 1988 com 271 mil hectares de área a cerca de 200 quilômetros da cidade de Porto Velho, a Flona começou a ser ocupada desordenadamente a partir de 1995 e 1997, com a instalação na região de dois assentamentos. Seguiram-se várias ocupações irregulares, inclusive simuladas por políticos que montaram currais eleitorais. Segundo o Sipam, atualmente cerca de 28% da Bom Futuro já foram desmatadas, com uma ocupação de 3,5 mil habitantes e 35 mil cabeças de boi pirata. &lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/09/flona-bom-futuro-tem-crescimento-de.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-6094808594226362289</guid><pubDate>Sat, 11 Apr 2009 04:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-11T01:01:39.247-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ambientalize</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Geral</category><title>Órgãos estudam aves em aeroporto de Porto Velho</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgW2Mh9WYdD1OPmzCNDxA2yI9WC85CrHaeKd2DtX9GB5zqWoMVNDS_slwW_RyPmwgSxWVTxQsnYwxedcr18XVYkVyd9rak9cBi9AqgADeyct_wk6xzVXMA1l2HeNfVoqUETMODiQQ/s1600-h/foto-urubus.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5323294287711850802&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgW2Mh9WYdD1OPmzCNDxA2yI9WC85CrHaeKd2DtX9GB5zqWoMVNDS_slwW_RyPmwgSxWVTxQsnYwxedcr18XVYkVyd9rak9cBi9AqgADeyct_wk6xzVXMA1l2HeNfVoqUETMODiQQ/s320/foto-urubus.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt; &lt;em&gt;foto: Vespo.blogspot&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para evitar acidentes aéreos com urubus em Porto Velho, órgãos ambientais e Infraero estudam meios para evitar a presença dos animais em área aeroportuária. O levantamento técnico está sendo realizado ‘in loco’ para encontrar as áreas e os pontos atrativos das aves. &lt;/p&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Desde o inicio do estudo, que já dura 6 meses, foram encontrados 24 pontos, dos quais cinco são considerados críticos. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Os pontos críticos são: a 150 metros da pista de pouso do aeroporto onde foi retirado à areia e se transformou em ‘lagoa’ para os animais, a região de um frigorífico que está a cerca de 1.250 metros do centro da pista do Aeroporto em qual foi encontrado dejetos e restos industriais jogados nas proximidades, o igarapé localizado no bairro Costa e Silva tomado por lixo sendo considerado atrativo para os urubus, na mesma situação está o igarapé do bairro Nacional que virou esgoto a céu aberto e a região da estrada da Penal próximo a colônia penal onde se encontrou um deposito de restos bovinos (neste lugar foram encontrados aproximadamente 300 urubus). &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Segundo a bióloga Marli Lustosa da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), o levantamento é feito com sobrevôo da área no entorno do aeroporto Internacional de Porto Velho, dados fotográficos para identificação dos pontos de maior incidência de aves, estimativa dos quantitativos nos vários locais de aglomeração de aves, identificar as espécies de aves e a altura aproximada da aglomeração das aves. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;O plano de ação de retirada das aves vai acabar com os pontos atrativos que estão no raio da pista dos aviões. O relatório final dos estudos será apresentado no dia 8 de maio e a partir destes dados os órgãos começam a agir. &lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/04/orgaos-estudam-aves-em-aeroporto-de.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgW2Mh9WYdD1OPmzCNDxA2yI9WC85CrHaeKd2DtX9GB5zqWoMVNDS_slwW_RyPmwgSxWVTxQsnYwxedcr18XVYkVyd9rak9cBi9AqgADeyct_wk6xzVXMA1l2HeNfVoqUETMODiQQ/s72-c/foto-urubus.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-6111702349283676901</guid><pubDate>Sat, 11 Apr 2009 04:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-11T00:53:08.349-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desmatamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Geral</category><title>Abusos e violências em invasão de terras, denunciam moradores</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifz6_QrU5HN-1yimve4XtMd2ozcwPsdaUX6M5YHHkBHK9XWvNeeWtHy6_NmqyOpi1Zc4f-7sl9HU1TBISdZGQTaFDmriDOWzrGQPB7zorwuNAZbTZfnnpcADMe06vrT7k6QKYg-A/s1600-h/SDC10859.JPG&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5323291903612821394&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifz6_QrU5HN-1yimve4XtMd2ozcwPsdaUX6M5YHHkBHK9XWvNeeWtHy6_NmqyOpi1Zc4f-7sl9HU1TBISdZGQTaFDmriDOWzrGQPB7zorwuNAZbTZfnnpcADMe06vrT7k6QKYg-A/s320/SDC10859.JPG&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;PORTO VELHO -RO&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Invasão de terras na comunidade Santa Terra em Porto Velho preocupa moradores. Segundo denúncias há mais de um mês invasores estão desmatando a Área de Preservação Permanente (APP) para lotear os terrenos. A área invadida fica atrás da colônia penal, no quilômetro 14, na estrada da Penal. “Eles [invasores] vem aqui quase toda noite com um caminhão lotado de homens e entram na mata derrubando tudo”, disse a denúncia. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;A grilagem de terras, pelo que tudo indica, está acontecendo em nome da Associação de Agricultores e Chacareiros e Hortigranjeiros da Terra Santa. Os terrenos de 10 por 30 metros estão sendo vendidos por cerca de R$ 30 mil reais, segundo informações. “Essa área está toda loteada para empresa grande, gente grande mesmo”, acreditam os moradores que não querem ser identificados. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Os moradores dizem também que viram várias pessoas disfarçadas de policiais e com uniforme dos órgãos ambientais entrando na invasão. “Eles vem disfarçados de justiça, mas tiram as placas dos carros e das motos”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;A preocupação maior dos moradores é com as ameaças de morte e com a repentina onda de violência. “Falam que é para gente ficar calado se não o fogo vai tomar conta de tudo”. E revelam ainda que a noite já escutaram gritos de crianças sendo estupradas. “Trazem crianças para ser estupradas, a criança chora gritando a noite toda, e a gente não pode dar um socorro, é menino e menina que trazem de moto”, afirma.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os moradores, o local onde ocorrem os estupros e em um casebre (de aproximado 10 metros quadrados) todo coberto de palha localizado na entrada da estrada aberta pelos grileiros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;A reportagem foi ao local indicado e encontrou embalagem de camisinha, latas de cervejas, garrafas pet de refrigerantes, churrasqueira de tijolos e meio saco de carvão (de 5 quilos).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fiscalização intensa&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;As denúncias da invasão levaram a Sedam e o Batalhão Ambiental intensificarem fiscalização na região. A estrada aberta pelos invasores tem aproximadamente quinhentos metros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) notificou a presidente da Associação, Lenir Barbosa de Souza, que deve comparecer ao órgão ambiental para esclarecer as acusações de invasão de terras e uso ilegal da Autorização Especial expedida pela Secretaria.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;A autorização era para a organização limpar estrada ao lado da área protegida e conforme a própria associação solicitou ao órgão, a limpeza melhoraria o acesso da comunidade à linha que liga a estrada da Penal. Mas os moradores dizem que os invasores estão usando o documento para desmatar a APP.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o coordenador de Proteção Ambiental da Sedam, Antônio Cardoso, a autorização expedida à associação está cancelada por terem apresentado dados falsos e ocultados informações. “Estamos preparando um relatório apontando todos os danos causados a área de proteção e a partir desta ação, vamos fazer as autuações e aplicar multas”, finaliza ele.&lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/04/abusos-e-violencias-em-invasao-de.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifz6_QrU5HN-1yimve4XtMd2ozcwPsdaUX6M5YHHkBHK9XWvNeeWtHy6_NmqyOpi1Zc4f-7sl9HU1TBISdZGQTaFDmriDOWzrGQPB7zorwuNAZbTZfnnpcADMe06vrT7k6QKYg-A/s72-c/SDC10859.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-7397548038807453774</guid><pubDate>Mon, 16 Mar 2009 22:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-16T18:24:28.925-04:00</atom:updated><title>Semana da água inicia hoje em Porto Velho</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Evento comemorativo da Semana Mundial da água inicia hoje (16) à noite ás 19 horas no auditório da Faculdade São Lucas. A programação que é realizada durante esta semana tem o objetivo de sensibilizar, conscientizar e mobilizar a população para o uso consciente da água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a coordenadora de Educação Ambiental do órgão ambiental do estado (Sedam), Iracy Wanderley Filha, até o dia 22 deste mês serão realizadas palestras, oficinas educativas em escolas públicas estaduais e municipais, pit stop, interação ecológica (no Parque Circuito e no Espaço Alternativo de Porto Velho).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental responsável pelo a iniciativa conta com a parceria de diversas instituições ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Dia mundial da água&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Dia Mundial da Água é comemorado no dia 22 de março com o intuito de chamar a atenção para esse bem essencial para a vida no Planeta e conscientizar a população na busca de soluções e participação em iniciativas que garantam quantidade e qualidade de água para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;A importância da água&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os recursos hídricos têm profunda importância no desenvolvimento de diversas atividades econômicas.  Na produção agrícola, a água pode representar até 90% composição física das plantas. A falta d&#39;água em períodos de crescimento dos vegetais pode destruir lavouras e até ecossistemas devidamente implantados. Na indústria, para se obter diversos produtos, as quantidades de água necessárias são muitas vezes superiores ao volume produzido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sexto da população mundial, mais de um bilhão de pessoas, não têm acesso a água potável;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;40% dos habitantes do planeta (2.400 milhões) não têm acesso a serviços de saneamento básico;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 6 mil crianças morrem diariamente devido a doenças ligadas à água insalubre e a um saneamento e higiene deficientes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a ONU, até 2025, se os atuais padrões de consumo se mantiverem, duas em cada três pessoas no mundo vão sofrer escassez moderada ou grave de água.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/03/semana-da-agua-inicia-hoje-em-porto.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-5995582973955209046</guid><pubDate>Mon, 16 Mar 2009 22:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-16T18:14:48.514-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sociedade</category><title>O futebol esquecido de Porto Velho</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Esporte Espetacular fez uma reportagem sobre a situação do futebol em Porto Velho (RO), hoje  apenas no imaginário dos apaixonados pelo esporte. Não pude ver Ferroviário, nem Moto, nem Ypiranga, Botafogo entre outros times bons que tiveram na minha cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento em que a cidade vive um novo &#39;Eldorado&#39; com as usinas, está na hora dos poderes públicos e iniciativa privada se unirem para melhorar o nível de esporte no Estado, tão carente. Não há cidadania e nem educação sem ajuda do esporte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Duelo entre Moto Clube e Ferroviário já agitou Rondônia, mas hoje só restam  as lembranças. Casamento, gol de mão e visita de Garrinha estão entre as  histórias antigas do futebol rondoniense.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;480&quot; height=&quot;392&quot;&gt;&lt;param value=&quot;http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf&quot; name=&quot;movie&quot;&gt;&lt;param value=&quot;high&quot; name=&quot;quality&quot;&gt;&lt;param value=&quot;midiaId=983092&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;width=480&amp;amp;height=392&quot; name=&quot;FlashVars&quot;&gt;&lt;embed width=&quot;480&quot; height=&quot;392&quot; flashvars=&quot;midiaId=983092&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;width=480&amp;amp;height=392&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; quality=&quot;high&quot; src=&quot;http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/03/o-futebol-esquecido-de-porto-velho.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-3084597157697112378</guid><pubDate>Fri, 13 Mar 2009 18:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-13T15:03:20.122-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ambientalize</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflorestar</category><title>Charles propõe títulos para salvar Amazônia</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg_-xTwyULYh_hFqpYcyMzitRKKm_BGDckXF18lcuPUm8zqP-ew-QsVxCz_IxqOvbWQf4F7Xyktz7sggBtGOF86pPldmlvc08yPuRPp5vzmTNwHUdxr2bDb463WbHoaBA6vqgQqVQ/s1600-h/charles,_prince_of_wales.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5312749373156366450&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 230px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg_-xTwyULYh_hFqpYcyMzitRKKm_BGDckXF18lcuPUm8zqP-ew-QsVxCz_IxqOvbWQf4F7Xyktz7sggBtGOF86pPldmlvc08yPuRPp5vzmTNwHUdxr2bDb463WbHoaBA6vqgQqVQ/s320/charles,_prince_of_wales.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;em&gt; crédito foto: &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http:///www.sidneyrezende.com&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;em&gt;SRZD&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O príncipe Charles propôs ontem que os países desenvolvidos apoiem a conservação de florestas em regiões tropicais emitindo títulos a serem comprados por investidores privados, fundos de pensão e seguradoras, para gerar recursos que mantenham as matas em pé. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Em pronunciamento no Palácio Itamaraty, cujo título era Menos de 100 meses para agir, o príncipe elogiou o Brasil pela criação do Fundo Amazônia e pelo combate ao desmatamento, mas advertiu que as dificuldades criadas pela atual crise econômica &quot;serão nada se comparadas aos efeitos totais do aquecimento global&quot;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O príncipe de Gales se reuniu com empresários e com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, com quem acertou que sua equipe voltará ao País para discutir detalhes da proposta. &quot;Em essência, estamos propondo uma maneira de injetar capital privado nas nações com florestas tropicais&quot;, disse Charles, que discursou para uma plateia de britânicos e brasileiros, ao lado da mulher, a duquesa da Cornuália, Camilla Parker-Bowles. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&quot;A ideia é simples. Investidores - e talvez mais provavelmente fundos de pensão e companhias de seguro, com as quais tenho trabalhado por algum tempo e que procuram oportunidades de investimento a longo prazo - poderiam comprar um título que seria subscrito por países desenvolvidos. As receitas da venda dos títulos poderiam ser gastas ajudando as nações com florestas tropicais a desenvolver a economia sem destruir matas.&quot; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Charles reconheceu que a Amazônia é parte do &quot;território soberano&quot; do Brasil, mas ressaltou que, como em todos os contratos de negócios, o pagamento se daria com base em resultados. &quot;Quanto mais florestas fossem salvas, mais os países receberiam&quot;, explicou. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O dinheiro, disse, seria dado, não emprestado, como pagamento aos países com florestas tropicais pelos serviços prestados ao ecossistema. A proposta, segundo ele, tem apoio do Banco Mundial, de ONGs e governos. A proposição foi desenvolvida por sua organização, The Prince?s Rainforests Project.&quot;É uma ideia que precisa ser aprofundada. Pode ser uma contribuição muito positiva&quot;, disse Coutinho. O príncipe pediu que ele colocasse a capacidade técnica do BNDES para analisar o projeto, conjuntamente com uma equipe britânica, que retornará em breve ao Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;fonte: Estadão.com.br&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/03/charles-propoe-titulos-para-salvar.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg_-xTwyULYh_hFqpYcyMzitRKKm_BGDckXF18lcuPUm8zqP-ew-QsVxCz_IxqOvbWQf4F7Xyktz7sggBtGOF86pPldmlvc08yPuRPp5vzmTNwHUdxr2bDb463WbHoaBA6vqgQqVQ/s72-c/charles,_prince_of_wales.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-8083739787911036443</guid><pubDate>Fri, 13 Mar 2009 18:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-13T14:55:39.748-04:00</atom:updated><title>Estudo analisa riscos para regularização fundiária na Amazônia</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Respeito a outros direitos e interesses, eliminação de subsídios, transparência e coordenação institucional.  São esses quatro princípios que o relatório Os riscos e os princípios para a regularização fundiária na Amazônia, lançado hoje (13), recomenda para que haja uma regularização fundiária eficaz e justa na região.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Organizado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), o estudo destaca ainda os riscos das normas feitas pelo governo federal para tentar definir os direitos de propriedade na região.  &quot;A situação fundiária de cerca de metade da Amazônia Legal é incerta.  Essa indefinição dificulta o desenvolvimento econômico e a gestão ambiental da região, estimula conflitos sociais e prejudica os direitos das populações locais&quot;, diz o documento.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Veja na íntegra: &lt;a href=&quot;http://www.amazonia.org.br/guia/detalhes.cfm?id=303518&amp;amp;tipo=6&amp;amp;cat_id=44&amp;amp;subcat_id=185&quot;&gt;Os riscos e os princípios para a regularização fundiária na Amazônia&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;fonte: Amazônia.org&lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/03/estudo-analisa-riscos-para.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-4710217382253329790</guid><pubDate>Fri, 13 Mar 2009 18:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-13T14:53:11.706-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sociedade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Usinas do Madeira</category><title>Ribeirinhos do Madeira denunciam violação de direitos</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Os povos ribeirinhos do rio Madeira denunciaram ontem (12), em carta aberta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, violações aos seus direitos fundamentais como efeito da construção das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, em Rondônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na carta, os ribeirinhos afirmam que seus direitos de ir e vir, de moradia e inclusive de sepultar seus mortos estão sendo desrespeitados, e se dizem &quot;à mercê das empresas, que controlam nossa vida&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Nem mesmo a memória de nossos parentes sepultados à beira do Rio Madeira é respeitada. Cemitérios antigos estão sendo soterrados para dar lugar ao canteiro de obras. Além de nos tirarem de nossos espaços de vivência na beira do Madeira, negam-nos o direito a nossa memória, parte fundamental de nossa origem e história&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja a carta na íntegra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA AO PRESIDENTE LULA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porto Velho, RO, 12 de março de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O POVO RIBEIRINHO DO MADEIRA PEDE SOCORRO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTIMADO PRESIDENTE LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, povo Ribeirinho do Madeira, moradores descendentes de migrantes nordestinos, que para cá vieram desde início do século XX, em busca de melhorias da qualidade de vida na floresta amazônica, longe das secas e da fome que dizimaram muitos de nossos parentes, hoje nos deparamos mais uma vez senhor Presidente, com a violação dos direitos fundamentais da pessoa humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo de décadas, nossos antepassados lutaram contra todas as doenças, o isolamento e a ausência total do Estado Brasileiro. Foi muito difícil construir uma vida nestas condições, entretanto, com nossa capacidade de resistência, aprendemos com os povos nativos, de geração a geração, que a natureza que nos envolve nos protege e nos dá tudo! Assim, os bisavós, avós e pais nos ensinaram a viver uma vida em abundância mesmo nas dificuldades... Mas, Senhor Presidente da República, o progresso foi chegando a região a partir da década de 60... Abriram estradas, rodovias, hidrelétrica no Rio Jamari, cidades, assentamentos rurais e nós fomos esquecidos e afetados. Continuamos dependendo de nós mesmos, não nos enxergaram. Muitas famílias tiveram que continuar suas vidas nas cidades. Outras adentraram ainda mais nesta rica floresta para manter seu modo de vida de Povo da Floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, em pleno século XXI vemos mais uma vez o desenvolvimento chegar à região e nossas comunidades ribeirinhas afetadas diretamente pelas obras das barragens no Rio Madeira. Estamos perdendo o direito sobre nossas vidas. Não temos mais direito de ir e vir pelo Rio Madeira que sempre nos trouxe Vida. Agora, nós que ainda moramos perto das Cachoeiras de Santo Antonio e Jirau, estamos à mercê das empresas, que controlam nossas vidas. Nossos parentes e amigos não podem chegar até nossas casas se não tiver permissão das mesmas. De livre que sempre fomos passamos à condição de dependentes, mendigamos transporte e nossos direitos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dezenas de famílias foram e estão sendo desalojadas de suas casas e nem todos estão recebendo suas indenizações, remanejamento ou reassentamento justo, merecido e condizente com a história de cada família, com o tempo de moradia e a expectativa de vida das famílias no local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem mesmo a memória de nossos parentes sepultados à beira do Rio Madeira é respeitada. Cemitérios antigos estão sendo soterrados para dar lugar ao canteiro de obras. Além de nos tirarem de nossos espaços de vivência na beira do Madeira, negam-nos o direito a nossa memória, parte fundamental de nossa origem e história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante disso Senhor Presidente, pedimos vossa atenção especial para os povos atingidos e ameaçados pelas barragens, o Complexo Madeira. Não somos contra o desenvolvimento. Somos contra a violação de nossos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Brasileira de 1988, que nos assegura qualidade de vida, moradia, alimentação sadia e o direito de ir e vir. Tudo que foi construído por nossos antigos e por nós nas barrancas do Madeira está sendo negado pelos projetos em andamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, fazemos chegar até suas mãos esta Carta Presidente LULA, que é nosso pedido de socorro. Estão matando nossa história, violando nossos direitos de Povos da Floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: Amazonia.org&lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/03/ribeirinhos-do-madeira-denunciam.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-6140948726965970584</guid><pubDate>Thu, 12 Mar 2009 17:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-12T13:39:53.952-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ambientalize</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Energia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sociedade</category><title>Barragem de hidrelétrica ameaça se romper</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjac_DLyP1QJZyZEDha1BJhoL-eCS-HhyphenhyphenqO2S9sLL3A1oRvoK52edf6E-3HlwkxKAlK7oqhtWH4vSI-9Gp7icTL5DsIgLZu7Nsca1KX18tigpH5iz8uQ9y7T9obW1edzDAgW3B7hw/s1600-h/timthumb.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5312356886720218018&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjac_DLyP1QJZyZEDha1BJhoL-eCS-HhyphenhyphenqO2S9sLL3A1oRvoK52edf6E-3HlwkxKAlK7oqhtWH4vSI-9Gp7icTL5DsIgLZu7Nsca1KX18tigpH5iz8uQ9y7T9obW1edzDAgW3B7hw/s320/timthumb.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;créditos foto: Folha Boa Vista&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Boa Vista-RR&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Servidores da Companhia Energética de Roraima (Cer) que trabalham na Usina Hidroelétrica de Jatapu, no Sul do Estado, denunciaram a precariedade da estrutura da barragem da represa. A barragem está cheia de rachaduras e infiltrações, correndo o risco de romper a qualquer momento, o que pode causar uma catástrofe em parte da região da Vila Entre-Rios, no Município do Caroebe. A denúncia já havia sido feita pela coluna Parabólica, anteontem.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;O operador de usina, Anselmo José, disse que os funcionários vivem na localidade com medo de que aconteça o pior. Explicou que, caso a represa se rompa, a água pode invadir parte da floresta e matar mais de mil índios que vivem nas proximidades do rio Jatapu, além dos servidores que trabalham na usina. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;“Faz mais de seis anos que vivemos esse problema aqui. Cada dia e ano que passam as infiltrações aumentam e ninguém toma nenhuma providência. Já notificamos a direção da empresa, mas até o momento nada fizeram. A única coisa que fizeram foi mandar uma equipe de uma firma fazer a vistoria na barragem. Somente isso e mais nada”, denunciou o servidor.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Anselmo comentou que os funcionários da usina estão com medo de continuar no local. Ele comentou que os trabalhadores querem que as autoridades se conscientizem da situação e tomem as devidas providências. “Peço a ajuda da Justiça e dos órgãos responsáveis pelo meio ambiente e pelos índios da região para que venham ver as péssimas condições que se encontra a usina”, disse Anselmo, informando que a hidroelétrica está operando com a metade da capacidade energética, pois existem geradores danificados por conta da falta de manutenção.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas do Estado de Roraima (STIURR), João Raimundo, esteve na localidade verificando as irregularidades na barragem da usina. Ele disse que a entidade vai protocolar a denúncia sobre o caso junto ao Ministério Público Estadual e pedirá ajuda aos deputados estaduais para solucionar o problema. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;“Não podemos deixar que uma catástrofe aconteça por conta da falta de compromisso dos gestores que passaram pela empresa e nunca fizeram nada. São inúmeras vidas que estão em risco naquela localidade, sem falar nas florestas que podem desaparecer. Sabemos da importância da usina de Jatapu para o Estado e não podemos deixar que isso ocorra”, ressaltou.&lt;br /&gt;Raimundo disse que levará ao conhecimento das autoridades a escassez de equipamentos de segurança para os operadores das usinas, além da extinção de benefícios salariais dos funcionários, como periculosidade nas férias e auxílio alimentação. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;FONTE: &lt;a href=&quot;http://www.folhabv.com.br/fbv/Noticia_Impressa.php?id=57710&quot;&gt;FOLHA DE BOA VISTA&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/03/barragem-de-hidreletrica-ameaca-se.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjac_DLyP1QJZyZEDha1BJhoL-eCS-HhyphenhyphenqO2S9sLL3A1oRvoK52edf6E-3HlwkxKAlK7oqhtWH4vSI-9Gp7icTL5DsIgLZu7Nsca1KX18tigpH5iz8uQ9y7T9obW1edzDAgW3B7hw/s72-c/timthumb.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-1210931559210859929</guid><pubDate>Thu, 12 Mar 2009 17:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-12T13:34:32.153-04:00</atom:updated><title>Fórum Amazônia Sustentável:Lançamento em Brasília</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O evento organizado pela Frente Parlamentar Ambientalista, Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Preserve Amazônia e Instituto Socioambiental (ISA) será na próxima quarta-feira, 18 de março, no Auditório Petrônio Portela, no Senado Federal.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;O lançamento do Fórum Amazônia Sustentável em Brasília acontecerá no Auditório Petrônio Portela, no Senado Federal, após um café da manhã que será servido aos convidados no Restaurante dos Senadores (anexo II, bloco B, térreo). Logo após a abertura, haverá o Painel: Infraestrutura e Sustentabilidade na Amazônia, com as participações confirmadas da Senadora Marina Silva, do pesquisador Diógenes Alves, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), e da Procuradora da República Sandra Cureau. O painel será moderado por Sérgio Guimarães, da organização Instituto Centro Vida (ICV) e terá como comentadores Adriana Ramos, do ISA e Marcos Mariani, da Preserve Amazônia. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;O Fórum Amazônia Sustentável foi fundado em Belém em novembro de 2007, após um longo processo de diálogo liderado pelo Instituto Ethos e 40 outras organizações. A finalidade do Fórum é criar um espaço de diálogo entre empresas, governos e organizações da sociedade civil para estudar e apontar alternativas de modelos de desenvolvimento sustentavéis para a Amazônia.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;O Painel que será apresentado em Brasília tem como objetivo fomentar a reflexão sobre um tema fundamental para o futuro da região – infraestrutura. Em entrevista, Adriana Ramos explica que “O ‘Painel: Infraestrutura e Sustentabilidade na Amazônia’ vai traçar um panorama dos principais desafios que os projetos de infraestrutura enfrentam e tentar apontar formas de alinhá-los à perspectiva de uso sustentável da região”. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Para ela, é importante abordar a questão da infraestrutura associada à sustentabilidade em espaços de debate articulados e diversificados como o Fórum Amazônia Sustentável, pois esta é uma forma de superar a visão de que existe uma dicotomia entre desenvolvimento e a necessidade de conservação do meio ambiente. Um dos aspectos a serem tratados no debate aborda o planejamento das obras de infraestrutura, em especial no que diz respeito aos impactos socioambientais. Assim, serão debatidas questões como a necessidade da participação das comunidades no processo, a importância de considerar alternativas viáveis e de garantir o atendimento das necessidades básicas da população. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Serviço: Quarta-feira, 18 de março, 8 horas &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Lançamento do Fórum Amazônia Sustentável &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Local: Auditório Petrônio Portela, Senado Federal &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;O café da manhã será no Restaurante dos Senadores – Senado Federal, bloco B, anexo II, térreo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Mais informações: &lt;a href=&quot;mailto:fas@imazon.org.br&quot;&gt;fas@imazon.org.br&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;(Com informações do Fórum Amazônia Sustentável)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/03/forum-amazonia-sustentavellancamento-em.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-2808255308908906571</guid><pubDate>Thu, 12 Mar 2009 13:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-12T09:51:59.088-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Econômia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Usinas do Madeira</category><title>Jirau:Deputados criticam Sibá Machado e Camargo Corrêa</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLoFt17bHPhZCZiseDKxMl7ubOKewC9Od04P5Dd98iBm15wbJb0e8YYKO-8wl1w37ZXQ94hRiG2L0FShFMyQClSy1Re2e-o7KmBW9hC4pm4SGRj_AqJ3GWSM4lx_arpzfqN-jRlA/s1600-h/untitled.bmp&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5312298162417746674&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 120px&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLoFt17bHPhZCZiseDKxMl7ubOKewC9Od04P5Dd98iBm15wbJb0e8YYKO-8wl1w37ZXQ94hRiG2L0FShFMyQClSy1Re2e-o7KmBW9hC4pm4SGRj_AqJ3GWSM4lx_arpzfqN-jRlA/s320/untitled.bmp&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Após as criticas do governador de Rondônia, Ivo Cassol e a vez da Assembléia Legislativa do Estado repudiar a forma que o Consórcio Energia Sustentável do Brasil trabalha na construção da usina de Jirau (pelo novo projeto a usina não é mais em Jirau e sim na ilha do Padre, um deslocamento de aproximadamente de 10 quilomêtros rio abaixo).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Em sessão plenária na Casa de Leis, o deputado Tiziu Jidalias (PMDB), líder do Governo, criticou o ex-senador do Acre, Sibá Machado e a empresa Camargo Corrêa. Na ocasião encaminhou requerimento verbal ao presidente da Assembléia Legislativa , para que sejam convocados na próxima semana os diretores da Camargo Corrêa para prestar esclarecimentos sobre o fato de 89% da mão-de-obra de técnicos da usina serem de São Paulo e Rio de Janeiro e pelo fato de estarem comprando madeira de Minas Gerais. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Os deputados Miguel Sena (PV) e Amauri dos Santos (PMDB), na oportunidade, solicitaram que a Comissão de Fiscalização e a Comissão de Meio Ambiente da Assembléia Legislativa estejam fiscalizando a Jirau. Para o líder do Governo, o governador Ivo Cassol foi muito sensato por ter cassado temporariamente a licença de Jirau. “Temos um governador arrojado, que pegou o helicóptero e foi bater no canteiro de obras de Jirau”, destacou. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Ao afirmar, como empregador, que todos os dias têm visto milhares de desempregados em Rondônia, Jidalias disse que o assusta saber que o ex-senador do Sibá Machado, o mesmo que quis tomar uma parte de Rondônia à força, estar trabalhando no consórcio da Usina de Jirau, prejudicando o Estado através da Camargo Corrêa, uma empresa que está brincando com a situação do desemprego. “Nossos madeireiros tiveram que fazer demissões e agora essa empresa está importando madeira de Minas Gerais ao invés de comprar de Rondônia”, comentou. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Segundo o deputado, o Governo Federal disse que não podemos derrubar uma árvore em Rondônia. “Agora veio e fechou a única jazida de calcário que temos nos estado dizendo que estava prejudicando o meio ambiente. Nós, de boa fé, concordamos com a construção dessas usinas desde que 70% da mão-de-obra fossem de Rondônia e eles quebraram esse acordo. Agora vem a Camargo Corrêa comprar madeira de Minas Gerais. Nossas madeireiras mandando gente embora por causa da operação da Polícia Federal “Arco de Fogo”. Agora as únicas madeireiras que estão trabalhando documentadas, não venderam madeira para a Jirau porque a empresa resolveu comprar em Minas Gerais. Quero registrar nesta tribuna minha nota de repúdio à Camargo Corrêa. Ainda há tempo da empresa corrigir toda essa covardia que está fazendo com o povo de Rondônia”, frisou. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Em aparte, o deputado Jesualdo Pires (PSB), falou que já havia denunciado a ingerência de Sibá Machado. “Hoje temos dois consórcios: o de Santo Antonio (que está fazendo tudo direitinho) e Jirau. Desde o ano passado tem a mão dele (Sibá Machado) interferindo nessa situação. O consórcio Jirau hoje está agindo contrariando todos os acordos que fizeram com Rondônia”, falou Jesualdo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;O deputado Valter Araújo (PTB) aproveitou para salientar que já solicitou da empresa a relação dos contratados para trabalhar na usina e já faz 90 dias e não obteve resposta. O presidente da Assembléia Legislativa, Neodi Carlos (PSDC) disse que o Poder Legislativo tem mecanismos necessários para fazer com que cumpra. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/03/jiraudeputado-critica-siba-machado-e.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLoFt17bHPhZCZiseDKxMl7ubOKewC9Od04P5Dd98iBm15wbJb0e8YYKO-8wl1w37ZXQ94hRiG2L0FShFMyQClSy1Re2e-o7KmBW9hC4pm4SGRj_AqJ3GWSM4lx_arpzfqN-jRlA/s72-c/untitled.bmp" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-945548543499326734</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2009 21:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-10T17:58:09.144-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Usinas do Madeira</category><title>MTE vai vereficar desrespeito em usinas</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O Superintendente Regional do Ministério do Trabalho e Emprego de Rondônia, Ruy Motta, informou  que foi convocada uma reunião com a assessoria técnica e a Seção de Inspeção do Trabalho da Instituição para discutir e apurar a veracidade quanto as denúncias veiculadas na imprensa local sobre o não cumprimento dos direitos dos trabalhadores, inclusive, citando a ocorrência de trabalho escravo, nas obras de construção das hidrelétricas de Jirau e São Antônio no rio Madeira, e a partir daí, traçar os planos de ação para coibir e punir conforme determina a legislação, caso realmente essa prática venha ocorrendo. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;“A ação do Ministério do Trabalho será feita depois de apurar as denúncias e as medidas já foram tomadas. Nossa prática e nossa obrigação é preservar e garantir os direitos, estabelecidos em Lei, do trabalhador, e assim será feito”, afirmou Ruy Motta.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; Quanto as denúncias formuladas por alguns vereadores de Porto Velho, na sessão especial realizada no distrito de Jaci-Paraná, sobre maus-tratos sofridos por trabalhadores nas obras das hidrelétricas, Ruy Motta sugeriu à Câmara de Vereadores que formalize essas denúncias a Superintendência do Ministério do Trabalho em Rondônia que de pronto, serão averiguadas, e tomadas todas as medidas adequadas que cada caso exigir. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O Superintendente disse ainda que assim que os trabalhos de apuração e as medidas cabíveis forem realizadas, todas as informações serão passadas à imprensa para que a população tenha conhecimento que o Ministério do Trabalho não está omisso e está cumprindo com suas devidas obrigações. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;com fonte: Assessoria&lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/03/mte-vai-vereficar-desrespeito-em-usinas.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-8495252562892602735</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2009 21:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-10T17:53:55.684-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Econômia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Energia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><title>Segundo deputado, Lula vai defender gasoduto em visita a RO</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O deputado federal Ernandes Amorim (PTB-RO) afirmou que o presidente Luís Inácio Lula da Silva vai defender a construção do gasoduto de Urucu (AM) até Porto Velho (RO) na visita que fará a Porto Velho na próxima quinta-feira (12).&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Segundo o parlamentar, os estudos são favoráveis à obra e o atraso na execução do empreendimento prejudicado Rondônia. &quot;Temos hoje uma planta geradora de energia à base de óleo diesel, que é poluente, em detrimento da queima do gás natural produzido pela Petrobras&quot;, explicou.Segundo ele, compete ao governador Ivo Cassol (sem partido) - como representante maior do estado - aglutinar todas as forças locais para cobrar uma definição do presidente Lula sobre as principais demandas do povo de Rondônia. Entre elas, a construção do gasoduto Urucu-Porto Velho.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;com fonte Agência Informa&lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/03/segundo-deputado-lula-vai-defender.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-36590346.post-3990991337124888867</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2009 21:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-10T17:05:37.320-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Econômia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Saúde</category><title>Porto Velho receberá o maior volume de recursos do PAC/FUNASA</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhaGBF36XwujWcTAtJElDpU7CQhWGIKsuBVIcSr35Mf_33Oln1AmGaKuIa5PeJia2MoZjqeidLvl0j8pDGcpDPzUCUmCCHaP3IbmauZ7t55VA7-dpD8HqyduKiVeKNS86pMB6x5vw/s1600-h/Porto%2520Velho.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5311667945917242706&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhaGBF36XwujWcTAtJElDpU7CQhWGIKsuBVIcSr35Mf_33Oln1AmGaKuIa5PeJia2MoZjqeidLvl0j8pDGcpDPzUCUmCCHaP3IbmauZ7t55VA7-dpD8HqyduKiVeKNS86pMB6x5vw/s320/Porto%2520Velho.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;strong&gt; créditos foto: Expovel.net&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Porto Velho será o município rondoniense que receberá o maior volume de recursos para obras de drenagem, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), através Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). Serão investidos na capital do estado R$ 12 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os números apresentados pelo Departamento de Engenharia de Saúde Pública (Densp), da presidência da Funasa, em todo o estado o PAC/FUNASA disponibilizará R$ 58,7 milhões que beneficiarão 46 dos 52 municípios de Rondônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o coordenador regional Josafá Piauhy Marreiro, as obras serão fundamentais para combater as doenças transmitidas por meio da água, melhorando, assim, a qualidade de vida e as condições de saúde das comunidades. ?Com essas ações a Funasa cumpre com sua meta que é levar melhorias na qualidade de vida das pessoas de Rondônia? afirmou o dirigente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações da Divisão de Engenharia de Saúde Pública (Diesp) da Core/RO apontam que dos convênios apresentados, 26 são destinados a sistemas de abastecimento de água e vão atender a 14.750 famílias. Outros cinco convênios vão beneficiar 14.912 famílias com sistemas de serviço de drenagem para controle de malária, além da construção de sistemas de melhorias sanitárias domiciliares em 832 residências e sistemas de esgoto sanitário, para atender 5.481 famílias. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;com fonte: Assessoria&lt;/div&gt;</description><link>http://rafabreu.blogspot.com/2009/03/porto-velho-recebera-o-maior-volume-de.html</link><author>noreply@blogger.com (rafael abreu)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhaGBF36XwujWcTAtJElDpU7CQhWGIKsuBVIcSr35Mf_33Oln1AmGaKuIa5PeJia2MoZjqeidLvl0j8pDGcpDPzUCUmCCHaP3IbmauZ7t55VA7-dpD8HqyduKiVeKNS86pMB6x5vw/s72-c/Porto%2520Velho.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>