<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690</atom:id><lastBuildDate>Tue, 31 Mar 2026 19:34:10 +0000</lastBuildDate><category>indicações</category><category>Notícias</category><category>Provocações</category><category>Desabafos</category><category>vídeos</category><category>Perguntas</category><category>Citações</category><category>Livros</category><category>História da Igreja</category><category>Comentários Bíblicos</category><category>a Caneta</category><category>áudio</category><category>Entrevistas</category><category>o Jornal</category><category>Crônicas</category><category>Recortes Apologéticos</category><category>alertas</category><category>Confissões</category><category>Política</category><category>citações nefastas</category><category>Artes</category><category>a Bíblia</category><category>podcast</category><category>Fotopoesia</category><category>aulas</category><category>Análises Musicais</category><category>Slides</category><category>Agenda</category><category>Fotos</category><category>entretenimento</category><category>CeD</category><category>Tragédias Emergentes</category><category>BP</category><category>Direito</category><category>Ortodoxia Humilde</category><category>traduções</category><category>Peq Grp</category><category>Pesquisas</category><category>Poesia</category><category>Artigos e Publicações</category><title>A Bíblia, o Jornal, e a Caneta</title><description>Observando o mundo com as lentes das Escrituras</description><link>http://allenporto.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Anonymous)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1341</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-6734381491124596931</guid><pubDate>Mon, 26 Mar 2012 21:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-26T18:28:37.868-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">a Caneta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias</category><title>NOVO BJC</title><description>O BJC agora tem novo endereço e formato. Este espaço vai ficar como registro histórico, mas as atualizações agora serão realizadas no endereço: &lt;a href=&quot;http://allenporto.wordpress.com/&quot;&gt;http://allenporto.wordpress.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visite lá, e divulgue pra quem você puder. Assine o feed do novo BJC e acompanhe!&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://allenporto.wordpress.com/&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiT1et-6QqUJ-8hhVmYHa4NspuC16LNdFt47VUcRnClL_gi-CWxnHFNezs8vQNwNa8Z9y86x3kaezK-y5vb2SzDv-fRUFmssoxf3QkEl8EihIwfvnw9z-SGdRhr8jYCT29gqI7m6pqAYL5U/s400/NBJC.001.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2012/03/novo-bjc.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiT1et-6QqUJ-8hhVmYHa4NspuC16LNdFt47VUcRnClL_gi-CWxnHFNezs8vQNwNa8Z9y86x3kaezK-y5vb2SzDv-fRUFmssoxf3QkEl8EihIwfvnw9z-SGdRhr8jYCT29gqI7m6pqAYL5U/s72-c/NBJC.001.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-1334431219168978542</guid><pubDate>Tue, 13 Mar 2012 04:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-13T01:58:31.126-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">a Caneta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Provocações</category><title>O descanso do pastor</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;i&gt;originalmente publicado em &lt;a href=&quot;http://iprenascenca.com/&quot;&gt;http://iprenascenca.com&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Para escândalo dos reformados radicais (também chamados de neopuritanos), os pastores são os primeiros a quebrar o mandamento do &quot;Dia do Senhor&quot;. Mesmo os pastores &quot;neopuritanos&quot;. Nesse dia eles aconselham, trabalham elementos finais (espero!) de seus sermões, às vezes têm reunião com o conselho da igreja, etc. Exercem as atividades que definem o seu trabalho.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Mas tenho pouco ou nenhum interesse pela opinião radical sobre a atividade do pastor aos domingos. Acredito que já existe um discurso definido por este grupo, para justificar o trabalho pastoral no &quot;Dia do Senhor&quot;. Mencionei &quot;os mais reformados dentre os reformados&quot; apenas por serem eles os que fazem maior barulho sobre este mandamento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Também não pretendo me aprofundar na discussão do significado mais pleno do ponto. Essa é uma conversa que vai longe, e o meu objetivo é tocar um dos sentidos envolvidos no mandamento: o do descanso. Por isso passo de uma lógica mais técnica e elaborada, para uma mais simples: se os pastores trabalham duro (normalmente) aos domingos, enquanto este é o dia de descanso da maioria, quando os pastores descansam?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Há quem pense que os pastores &lt;strong&gt;só&lt;/strong&gt; trabalham aos domingos, ou mesmo que não trabalhem nunca, e por isso sempre devem estar livres e disponíveis para qualquer chamado ou reivindicação da igreja. Já ouvi pastores falando bobagens do tipo: &quot;eu sou pastor, mas eu trabalho&quot; - numa brincadeira sem sentido e autodestruidora. John Piper nos ajuda a entender um pouco da jornada e do desgaste pastoral:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;i&gt;A maioria dos nossos irmãos não faz idéia do preço que se paga por duas ou três mensagens semanais em termos de exaustão espiritual e intelectual. Sem contar o esgotamento causado pelos sofrimentos familiares, as decisões da igreja, os dilemas morais e teológicos imponderáveis. Eu, por exemplo, não sou um poço artesiano, Meu cântaro se esvazia mesmo quando dele nada se verte. Meus ânimos não se revigoram na correria. A carência de tempo para a leitura tranquila e reflexão, além da urgência do preparo do sermão, reprime minha alma e, logo, o espectro da morte espiritual se manifesta. Poucas coisas me assustam mais que o início da esterilidade proveniente das responsabilidades desmedidas que mal permitem a nutrição espiritual e a meditação. (Piper, Irmãos, nós não somos profissionais, p. 81-2).&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: left; margin-right: 1em; text-align: left;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://farm6.staticflickr.com/5267/5616221645_55b3e243a9_o.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;213&quot; src=&quot;http://farm6.staticflickr.com/5267/5616221645_55b3e243a9_o.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;O resultado de um pastor esgotado é trágico.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Este não é um pensamento novo. Grandes nomes da história da igreja que pensaram sobre o ministério pastoral trataram a questão. O pastor batista reformado Charles Spurgeon, considerava esse tempo essencial para resgatar algum tipo de vigor ao ministro, bem como para preservá-lo de sucumbir aos males do esgotamento.&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;i&gt;Se um homem for de natureza alegre como um pássaro, dificilmente poderá manter-se assim ano após ano contra esse processo suicida. Fará do seu escritório uma prisão e de seus livros carcereiros de um presídio, enquanto do lado de fora da sua janela a natureza acena-lhe com a vida saudável e chama-o para a alegria. Aquele que esquece o zumbir das abelhas na urze, o arrulho dos pombos selvagens na floresta, o canto dos pássaros no arvoredo, o ondular do regato por entre o junco, e os lamentos do vento entre os pinheiros, não tem por que se espantar caso o seu coração olvide cantar e sua alma fique pesarosa. Passar um dia respirando o ar fresco das montanhas, ou fazer uma excursão de algumas horas na umbrosa tranquilidade das copadas faias, servirá para varrer as teias de aranha das cabeças cheias de vincos dos nossos fatigados ministros que já andam meio mortos. Uma tragada de ar marinho, ou uma firme caminhada contra o vento, não dará graça à alma, que é o que há de melhor, mas dará oxigênio ao corpo, coisa que vem em segundo lugar. (Spurgeon, Lições aos meus alunos 2, p. 239-240).&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Mais recentemente o Pr. Conrad Mbewe (já chamado de &quot;O Spurgeon africano&quot;) escreveu sobre o mesmo assunto, enfatizando o elemento do cuidado pessoal do pastor. Para Mbewe, é necessário compreendermos a amplitude desse cuidado pessoal. Isso envolve a vida &quot;espiritual, física, emocional, intelectual e doméstica&quot;. Para demonstrar o ponto, cita um exemplo mencionado pelo pregador Martyn Lloyd-Jones.&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;i&gt;Certa vez, um pregador muito conhecido no Reino Unido foi pedir conselhos ao Dr. Martyn Lloyd-Jones. Ele sentiu-se tão seco espiritualmente que estava pensando seriamente em abandonar o ministério pastoral. Sua vida de oração estava no nível mais baixo possível. Ele sequer sentia amor pelas almas e se via como um completo hipócrita por ainda estar no ministério. Quando o Dr. martyn Lloyd-jones ouviu tudo o que este pregador tinha a dizer, aconselhou-o a tirar umas férias. O pregador, lembrando-se deste evento, disse que ficou extremamente desapontado pelo fato do Dr. Lloyd-Jones não lhe dar outro conselho, além de tirar férias.&amp;nbsp; No entanto, em respeito ao &quot;doutor&quot;, ele acatou a sugestão. Seu testemunho foi que após aquele tempo de férias, não precisou voltar a falar com seu conselheiro. O gozo espiritual havia voltado. Ele estava espiritualmente alegre outra vez. A lição que aprendera foi muito simples - todas as áreas da sua vida estão interligadas. Este homem havia negligenciado o descanso físico e emocional, e isto teve um efeito visível em sua vida espiritual. (Mbewe, Tem cuidado de ti mesmo, em: Amado Timóteo,&amp;nbsp; p. 35).&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;O pastor Richard Mayhue destaca outro elemento que brota do ponto em foco: a relação do pastor com sua família. Destacando uma pesquisa realizada em 1992, Mayhue (A família do Pastor, em: Ministério Pastoral, p.163) demonstra que a dificuldade conjugal mais encontrada nas famílias pastorais foi a falta de tempo suficiente em conjunto. Quando o pastor reserva tempo para seu descanso, e a igreja respeita este momento, não apenas ele será livrado de problemas físicos e espirituais, como também poderá investir mais e melhor em sua família - a base de seu ministério (tudo começa no lar).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;O pastor segue trabalhando aos domingos, provavelmente mais do que a maioria de suas ovelhas. Deste modo, a pergunta volta: quando os pastores descansam?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Existem igrejas sem nenhuma previsão de um dia de descanso para o seu pastor. Ele trabalha de domingo a domingo, ininterruptamente. Quando aparece esgotado, simplesmente é criticado, ou mesmo substituído por alguém que &quot;demonstre mais gás e compromisso com a obra&quot;. Espero que as igrejas a pensar deste modo sejam poucas. Acredito que a prática mais comum adotada pelas igrejas, é a de separar algum outro dia na semana para o descanso pastoral. Em minha breve experiência, tenho percebido que a Segunda-feira é normalmente este dia. Na segunda, muitos pastores podem acordar mais tarde, passear com sua esposa e filhos (quando a agenda destes permite), assistir um filme, dedicar-se a leituras mais leves, etc. Esta não é uma regra, no entanto. Conforme a agenda da igreja, outro dia pode ser escolhido. O importante é que a igreja reconheça a necessidade de ter um período destacado para o descanso do seu pastor, sob pena de resultados trágicos para a vida dele e da comunidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Além deste dia específico, é importante que a igreja considere o período de férias como natural e precioso para o ministro. Conheci pessoas que afirmavam explicitamente que o pastor não deveria ter direito a férias, porque &quot;não se tira férias de igreja&quot;, ou alguma variante desse argumento. Entendo ser isso uma noção errônea e perigosa. Quando compreendemos mais adequadamente uma teologia bíblica do corpo, que tenha fundamento no descanso do sétimo dia (que mudou para o primeiro), ou algo envolvido com o jubieu, a mordomia de nosso corpo e o valor da matéria, além de pensarmos nas questões familiares, não teremos dificuldades com férias pastorais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://farm3.staticflickr.com/2050/5728902775_df7a27cdc9.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://farm3.staticflickr.com/2050/5728902775_df7a27cdc9.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Pastores precisam descansar...&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Dito isto, é preciso pensar em outras situações.&amp;nbsp; O descanso do pastor de modo algum pode desconsiderar as urgências de sua vocação. Necessidades extremas devem tirar o ministro de sua folga, e levá-lo ao exercício do pastoreio. Membros que falecem, casais à beira da separação e pessoas em crises graves podem exemplificar bem situações nas quais o descanso é deixado de lado, e pastor volta ao trabalho. Tendo o princípio bem estabelecido, as situações de interrupção da folga serão justas e adequadas, e terão esse caráter de exceção mantidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;O outro ponto é quando o pastor é &lt;em&gt;workaholic - &lt;/em&gt;um tipo de viciado em trabalho. Não é difícil vermos, como o Pr. Conrad Mbewe mencionou, ministros que negligenciam o seu descanso, sempre se envolvendo com algo para resolver. Tais líderes precisam reconhecer o perigo deste estilo de vida, e a igreja pode orar para que seu pastor conheça seus limites e os respeite. Penso sobre isso enquanto eu mesmo, no meu dia de folga (segunda-feira), estou aqui escrevendo um artigo para instruir as ovelhas e falhando em simplesmente descansar. Ainda estou aprendendo.&lt;/span&gt;

&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Que Deus nos ajude, e renove as forças de nossos pastores.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2012/03/o-descanso-do-pastor.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-4230708712038267789</guid><pubDate>Fri, 09 Mar 2012 21:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-09T18:48:12.684-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">a Caneta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Citações</category><title>&quot;Pagos&quot; pra sabotar</title><description>&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://thegospelcoalition.org/blogs/tullian/files/2011/08/Michael-Horton-15.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;213&quot; src=&quot;http://thegospelcoalition.org/blogs/tullian/files/2011/08/Michael-Horton-15.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;É notável ver indivíduos que juraram defender o Credo dos Apóstolos, atacá-lo em cada um dos seus artigos. Consideramos alguém como um representante exato do Islã se ele ou ela rejeita os artigos principais dessa religião? Buscamos uma descrição fiel do ensino budista de alguém cujo modo de vida tem sido caracterizado pela devoção a &quot;ridicularizar&quot; as alegações budistas? Hoje, contudo, temos pastores, missionários, professores de seminário, burocratas denominacionais, e outros, cujos salários são pagos por muitos discípulos genuínos de Cristo, atacando descaradamente os próprios ensinos que prometeram defender.&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Michael Horton, Creio, p. 89&lt;/div&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2012/03/pagos-pra-sabotar.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-6017269047741377879</guid><pubDate>Mon, 13 Feb 2012 17:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-13T14:11:29.295-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">a Caneta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">indicações</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Livros</category><title>Livros BJC: Relacionamentos - uma confusão que vale a pena</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Após muito tempo volto a comentar algumas obras lidas recentemente, e outras que desejo criticar ou comentar.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Junto com esta iniciativa, estou trabalhando em um projeto paralelo - o &lt;a href=&quot;http://livrosbjc.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Livros BJC&lt;/a&gt;: uma espécie de livraria online, onde você pode encontrar algumas das obras recomendadas (&lt;a href=&quot;http://livrosbjc.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;visite quando puder - o site ainda está sendo alimentado, mas já é possível ver alguma coisa&lt;/a&gt;).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ironicamente, a obra que agora resenho não está à venda no site (sou um péssimo negociante, eu sei...).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
• • •&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
TRIPP, Paul; LANE, Tim. &lt;b&gt;Relacionamentos&lt;/b&gt;: Uma confusão que vale a pena. São Paulo: Cultura Cristã, 2011. 176 p.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
Provavelmente eu sou suspeito para escrever sobre este livro, porque desde que li &quot;Instrumentos nas mãos do Redentor&quot; passei a apreciar amplamente Paul Tripp.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
Tripp e Tim Lane se encontram neste livro para escrever sobre um tema importante, massificado e mal entendido. Muitas igrejas do nosso tempo falam que o importante não são as doutrinas, mas os relacionamentos, como se a realidade bíblica possibilitasse a exclusão de um ou outro. (Aliás, se você prioriza os relacionamentos sobre a doutrina, você está seguindo uma doutrina! - irônico, né?).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.editoraculturacrista.com.br/imgprod/Relacionamentos-g.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://www.editoraculturacrista.com.br/imgprod/Relacionamentos-g.jpg&quot; width=&quot;213&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
A maioria do discurso evangélico e do psicologizado sobre relacionamentos é baseado em premissas falsas. Tripp e Lane nos ajudam a ajustar o foco, compreender a dimensão mais ampla e profunda da centralidade de Deus, e assim agir em direção ao próximo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
O livro, editado pela Cultura Cristã, tem uma &lt;b&gt;capa significativa, mas um tanto deficiente em beleza e harmonia&lt;/b&gt;. Não sou profissional da área, mas percebo o avanço no projeto gráfico de várias outras editoras, e ainda algum atraso nos títulos da Cultura Cristã. Considerando que algumas pessoas compram o livro pela capa, isto deveria ser melhor pensado e trabalhado. Dito isto, acredito que &lt;b&gt;houve melhora na diagramação&lt;/b&gt;. Talvez porque o original tenha tais quadros, talvez não. O fato é que houve um pouco mais de ousadia na tipografia, quadros e símbolos, e isso melhora a leitura e o visual do texto. Infelizmente as notas estão no fim do capítulo e não no rodapé, mas como cada capítulo possui poucas notas, o problema é minorado.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
&lt;b&gt;Gosto dessa obra porque é de fácil leitura, recheada de exemplos e ilustrações&lt;/b&gt;, e assim possui grande alcance. Qualquer cristão pode ler, sem precisar ser um &quot;líder&quot;, &quot;conselheiro&quot;, &quot;psicólogo cristão&quot;, ou técnico neste sentido. O livro é escrito para que todos os cristãos percebam a riqueza dos relacionamentos e a ação graciosa de Deus neles, de modo que toda a igreja está envolvida neste projeto.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
&lt;b&gt;O livro também me agrada por ser realista&lt;/b&gt;. Não encontramos aqui palavras de encorajamento baseadas em um salto irracional, em uma esperança infundada. Tripp e Lane destacam os efeitos da queda, e assim compreendem adequadamente as dificuldades e lutas nos relacionamentos do dia a dia. Eles afirmam: &quot;Se você quiser desfrutar de algum progresso ou de alguma bênção em seus relacionamentos, precisará reconhecer seu pecado com humildade e dedicar-se ao esforço que eles exigem&quot; (p.19). Não há a falsa ilusão ou a perspectiva romântica e idealista de que os problemas sumirão num passe de mágica, ou antes, que eles não existem, e tudo é &quot;paz e amor&quot;. Pelo contrário, reconhecem os efeitos do pecado, e assim lidam com os conflitos e dificuldades que existem nos relacionamentos com honestidade e realismo.&lt;/div&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&quot;A saúde e maturidade de um relacionamento não se refletem na ausência de problemas, mas si na forma como lidamos com os conflitos inevitáveis&quot; (p. 20)&lt;/blockquote&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
Deste modo, não se trata de mais um livro de auto-ajuda ou o que o valha, e sim de uma obra cuja abordagem e compreensão dos relacionamentos vem submetida à matriz &lt;i&gt;Criação-Queda-Redenção&lt;/i&gt;, característica da visão cristã de mundo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
&lt;b&gt;Não apenas é realista, mas traz esperança&lt;/b&gt;. Esta obra não se deixa desanimar pela fragilidade e feiúra que atinge os relacionamentos após a queda - e em decorrência dela. Os autores estão olhando para Jesus e Sua obra restauradora, e assim encontram esperança e graça para lidar com os mais difíceis problemas, e ainda assim afirmar que a restauração é possível e real. A obra contradiz o cinismo e ceticismo contemporâneo, que leva muitos a romper relacionamentos sem acreditar em transformação. Ela é possível pela obra completa de Jesus na cruz.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
Os autores acertaram em cheio ao &lt;b&gt;abordar a dimensão mais profunda, do coração&lt;/b&gt;. Tripp e Lane não se preocupam tanto em dar dicas de como você pode restaurar um problema relacional, mas nos levam à compreensão mais adequada das nossas expectativas e motivações, de nossa identidade e senso de realização. Ajudando-nos a perceber o deslocamento de nosso coração para o lugar errado, permitem que compreendamos o ponto essencial, e sejamos reconduzidos a Jesus, para que, tendo a raiz da questão tratada, possamos ter práticas transformadas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
Gosto também da&lt;b&gt; variedade de questões trabalhadas&lt;/b&gt;. Uma breve olhada no sumário nos permitirá perceber o ponto: Pecado, objetivos pessoais, adoração, palavras, obstáculos, perdão, esperança, fardos, misericórdia, tempo e dinheiro, Providência e saindo para o mundo são alguns dos capítulos da obra. A diversidade de assuntos nos permite uma visão abrangente das questões envolvidas nos relacionamentos, e a percepção da graça de Deus nos mais variados assuntos.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
O ponto mais importante, no entanto, é que &lt;b&gt;o livro tem o evangelho como centro&lt;/b&gt;. Tripp e Lane trabalham todas as questões com foco na obra completa de Jesus na cruz, e na adoração a Deus. Por isso revelam os ídolos que estão envolvidos nos problemas relacionais e nos levam a encarar o pecado, ao mesmo tempo em que apresentam o consolo e a transformação operada pela graça providenciada na cruz. O livro não fala de nossa capacidade de resolver as coisas, mas de como Deus nos capacita e age em nós e através de nós. Somente assim os relacionamentos podem encontrar saúde, e Deus será glorificado.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
A leitura é altamente recomendada, e a editora Cultura Cristã está de parabéns pela tradução e publicação da obra.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
• • •&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
Deseja comprar livros recomendados no BJC? Visite &lt;a href=&quot;http://livrosbjc.com/&quot;&gt;http://livrosbjc.com&lt;/a&gt;!&lt;/div&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2012/02/livros-bjc-relacionamentos-uma-confusao.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-3595012929376174799</guid><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-30T15:18:17.127-03:00</atom:updated><title>O pastor poeta: centenário do nascimento de Francis Schaeffer</title><description>Provavelmente mais do que qualquer outro autor, teólogo, filósofo ou apologeta, Francis Schaeffer tem contribuído para moldar o meu pensamento e prática ministerial. Este é, sem dúvida, o nome mais comentado no BJC - não por idolatria, mas por respeito e para conceder os devidos créditos a quem me ajudou a entender muitas coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vocês verão escritos sobre Schaeffer direta ou indiretamente pelo menos nestes posts: &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2010/04/o-lancamento-do-ano.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;1&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2010/01/o-deus-que-intervem-morte-da-razao-e-o.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;2&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2008/08/bate-papo-com-o-pr-augustus-nicodemus.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;3&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2008/06/seria-bom-voc-conhecer.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;4&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2008/12/10-grandes-livros-lidos-em-2008.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;5&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2007/10/o-fundamento-cristo-para-o-cuidado-com.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;6&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2010/09/noticia-feliz.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;7&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2010/02/formspringme_6865.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;8&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2010/03/ouca-biblioteca-de-mp3-do-labri.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;9&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2008/04/pra-no-ficar-no-esquecimento.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;10&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2008/03/sobrenaturalismo-horton-e-o-mundo-dos.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;11&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2011/05/bate-papo-com-guilherme-de-carvalho-o.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;12&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2008/09/how-should-we-then-live-1-roman-age.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;13&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2010/02/formspringme_5720.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;14&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2009/01/livrim-da-semana-marca-do-cristao.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;15&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2011/05/uma-visita-ao-labri-brasil.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;16&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2010/05/livrim-da-semana-2-arte-e-biblia.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;17&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2009/05/25-anos-sem-e-com-francis-schaeffer.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;18&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2011/12/uma-palmada-do-estado.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;19&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2007/10/schaeffer-diz.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;20&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2009/01/francis-schaeffer-e-o-seu-legado-por.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;21&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2011/11/beleza-unidade-e-sentido.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;22&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2009 escrevi algo sobre &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2009/01/francis-schaeffer-e-o-seu-legado-por.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;o legado de Schaeffer e o seu impacto sobre mim&lt;/a&gt;. Eu praticamente repetiria o texto se o escrevesse hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, prefiro ser menos redundante, indicar os textos já escritos, e mencionar poucas contribuições recentes de minhas leituras do e sobre o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 &lt;i&gt;Tenho aprendido que existem lutas que precisamos encarar como parte de nosso ministério&lt;/i&gt;. Schaeffer lutou contra a dislexia, a depressão, a ira, e muitas vezes com a falta de apoio e crítica de outros cristãos. Ele lidou com isso corajosamente, e sou estimulado ao perceber o seu exemplo. Aprendo que não devo fugir de minhas lutas, mas encará-las e vivê-las com a seriedade de um servo de Deus, entendendo que o Senhor está cuidando de &amp;nbsp;mim. A experiência de L&#39;Abri em termos dos desafios financeiros, e a vivência da fé de Schaeffer e da equipe são desafiadoras e estimulantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img.webme.com/pic/p/progressistasdecristo/francis.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img.webme.com/pic/p/progressistasdecristo/francis.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Schaeffer (1912 - 1984)&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
2 &lt;i&gt;Tenho aprendido sobre o binômio santidade e amor&lt;/i&gt;. Schaeffer ressalta bem em suas obras a necessidade de sermos firmes e amorosos. O caráter de Deus expressa sua santidade e justiça, ao mesmo tempo em que Seu amor e graça. Tenho visto meus irmãos calvinistas e os reformados radicais (também chamados de neopuritanos) e os arminianos e pentecostais agirem com exagerada &quot;santidade&quot;, desconsiderando o amor - pelo contrário, massacrando e destruindo os seus oponentes, sem um desejo mais puro de ganhá-los, ajudá-los e servi-los. Tenho me visto nessa mesma situação por vezes e vezes. No outro extremo, vejo liberais, teólogos existencialistas, emergentes e o povo da teologia relacional, além dos adeptos do jeitinho brasileiro demonstrando exagerado &quot;amor&quot;, sem considerar a santidade. São sempre carinhosos, nunca confrontando nem apontado o pecado, e assim entregam os pecadores à sua destruição. Também tenho me visto nessa situação algumas vezes. Schaeffer aponta para o equilíbio - santidade e amor: falar a verdade e as coisas duras, mas como fruto de um coração quebrantado, que deseja ver o irmão andando corretamente diante de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3 &lt;i&gt;Tenho aprendido sobre engajamento cultural&lt;/i&gt;. Bebendo da fonte calviniana e kuyperiana, Schaeffer enfatizou o senhorio de Jesus sobre todas as áreas da vida, e assim estimulou o engajamento dos cristãos em todas as áreas da cultura. Por meio de Schaeffer, tenho sido encorajado a apreciar mais as artes, a estudar mais a política, a conhecer melhor as ciências, e a me envolver com tudo isso, reivindicando o senhorio de Jesus sobre tais demarcações. A verdade é a verdade total, e assim posso falar desavergonhadamente sobre Jesus em qualquer área. Mesmo em face do cinismo contemporâneo, da intolerância diante da religião institucional e da moral judaico-cristã, posso levantar minha voz e anunciar Jesus sem medo - Ele é senhor de tudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4 &lt;i&gt;Tenho sido desafiado a praticar a hospitalidade&lt;/i&gt;. Este é um dos requisitos bíblicos para os presbíteros (pastores), mas creio que exercemos pouco ou nada fazemos. Nas leituras e exemplo de Schaeffer sou desafiado a exercer a hospitalidade de modo mais aberto e amoroso, recebendo e acolhendo pessoas - dentro e fora de meu apartamento - com um coração pronto a compreender e cuidar. Mesmo os provocadores são desafios a que expressemos amor genuíno em uma era individualizada e narcisista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5 &lt;i&gt;Tenho aprendido sobre forma e liberdade na igreja&lt;/i&gt;. A eclesiologia proposta por Schaeffer é bíblica e desafiadora. Ele me ajudou a compreender os elementos essenciais do culto e da igreja - do mesmo modo que qualquer defensor do princípio regulador do culto faria -, mas também me ajudou a entender que dentro da forma, existe liberdade de caminhar. Precisamos seguir a Escritura à risca em suas determinações sobre o culto, mas podemos exercer criatividade para promover outros momentos de edificação conforme a necessidade da igreja. Schaeffer nos desafia e estimula a sermos bíblicos, e ao mesmo tempo criativos - trabalhar com perguntas e respostas, interagir com as artes, entender as demandas do rebanho é tarefa pastoral. Assim sou levado a respeitar as igrejas que caminham do modo mais tradicional possível, ao mesmo tempo em que respeito as que são bíblicas em seu culto, mas promovem outras ocasiões &quot;não tão comuns&quot; de edificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda há muito o que aprender. Sou grato a Deus por ter criado Schaeffer, e por hoje se completar 100 anos do seu nascimento.</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2012/01/o-pastor-poeta-centenario-do-nascimento.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-5860185717150213040</guid><pubDate>Sat, 28 Jan 2012 18:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-28T15:39:35.619-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">a Caneta</category><title>Algumas razões para ser grato por minha esposa:</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;i&gt;por ocasião de nosso aniversário de casamento&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
1 &lt;i&gt;Sou grato por ela não ser tudo o que eu esperava de uma esposa&lt;/i&gt;. Deste modo Deus trata o meu coração, ajudando-me a corrigir minhas expectativas, e mostrando-me que o design dEle é bem melhor do que o meu. (Sem mencionar que, &quot;de brinde&quot;, em conhecê-la todos os dias eu ganho surpresas melhores do que as que eu esperava).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 &lt;i&gt;Sou grato por nossas diferenças de gosto, estilo, educação, etc&lt;/i&gt;. É assim que Deus me livra do meu individualismo e narcisismo, abrindo os meus olhos para o outro, e fazendo-me andar em um movimento para fora de mim e em direção à minha esposa. Deus trabalha o meu coração para que eu cresça em compreensão e amor prático, lidando com as diferenças. Deus quebra o meu egoísmo e idolatria, ajudando-me a servi-la em itens e momentos não interessantes para mim. Além disso, eu aprendo sobre novas perspectivas do mundo, e com os seus gostos e estilo eu percebo novas interpretações da realidade que enriquecem minha experiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3 &lt;i&gt;Sou grato por seu jeito feminino e as manifestações de pecado envolvidas nele&lt;/i&gt; (Gn.3 - manipulação emocional, tentativa de controle, etc.). Deste modo Deus me desafia a um tipo de liderança no lar que resgate o ensino bíblico sobre a vocação do homem, e me encoraja a pensar e praticar formas criativas e amorosas de conduzir minha esposa com firmeza e sensibilidade. Deus me ensina a ser homem diante das nossas manifestações de pecado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4 &lt;i&gt;Sou grato por nossos conflitos&lt;/i&gt;. &amp;nbsp;Cada discussão e desentendimento é um exercício de amor sacrificial. Assim Deus me ensina a amar minha esposa como Jesus amou a Igreja e se entregou por ela (Ef.5). Nossos conflitos são dolorosos e difíceis, mas são grande oportunidades para compreensão mútua e crescimento no amor e na graça de Deus. Cada desentendimento é um momento para abrir mão das &quot;vitórias e conquistas pessoais&quot;, e buscar honrar a Deus por meio de servir o outro. Nem sempre servir significa permitir que o outro faça o que quiser, mas significa que o amor direciona as atitudes. Deus me ensina a pastorear a minha amada em nossos problemas, e demonstra os pecados e ídolos do meu coração - ensinando-me sobre o tanto que ainda preciso mudar para ser um marido adequado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhcyTQLSC2VOE_RFc3w9t4rwdBuCv3xJrOMjkONFkg4_mf79XJKRfxOIvhyphenhyphen64WLwrO9KCZZ3EyAEWBV3Xc2FZIvCKaE9f9AGWsgBTIxS1Hyqeo5Uq_11fVP4tSgXhVKUdUE17Vdcbuu7cBW/s1600/403831_10150535304844401_566404400_8916752_1203272233_n.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;228&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhcyTQLSC2VOE_RFc3w9t4rwdBuCv3xJrOMjkONFkg4_mf79XJKRfxOIvhyphenhyphen64WLwrO9KCZZ3EyAEWBV3Xc2FZIvCKaE9f9AGWsgBTIxS1Hyqeo5Uq_11fVP4tSgXhVKUdUE17Vdcbuu7cBW/s320/403831_10150535304844401_566404400_8916752_1203272233_n.jpeg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;A gente se diverte!&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
5 &lt;i&gt;Sou grato por sua doçura e feminilidade&lt;/i&gt;. Deus alimenta os meus olhos e coração ao me permitir ver e ouvir seus olhos, suas curvas, sua voz, seu perfume e seu jeito. O Senhor me preenche de amor e desejo de cuidar e guardar minha esposa de todas as maneiras possíveis. Deus me ensina que ela é filha dEle, e que eu sou Seu mordomo em cuidar dela. Agora mesmo ela está cheia de planos e idéias para celebrarmos o nosso aniversário de casamento logo mais. Ontem ela estava belíssima em um vestido longo e com o cabelo cortado. Seu jeito feminino me enriquece e alegra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6 &lt;i&gt;Sou grato por sua coragem e força&lt;/i&gt;. Mesmo sendo o vaso mais frágil (1 Pe.3.7), minha esposa possui coragem e força. Saiu de sua cidade para me acompanhar, abriu de seus empregos em Brasília para viver sob o meu sustento (mesmo que ela ainda trabalhe hoje), e prontificou-se a experimentar várias situações inteiramente novas em decorrência do casamento (mudança de igreja, de casa, de nome, etc., etc.). Sua força e coragem me desafiam a ser um homem melhor e mais digno da mulher que ela é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7 &lt;i&gt;Sou grato por nossa afinidade com a área teológica&lt;/i&gt;. Amo o fato de ela amar teologia e se envolver nisso tanto quanto eu. Sou profundamente agradecido por podermos assistir um filme e discutir sobre as cosmovisões nele apresentadas, ao mesmo tempo em que nos divertimos com as cenas mais bobas do mesmo. Agradeço a Deus porque o seu envolvimento com a área lhe faz compreender alguns dilemas do ministério pastoral e me apoiar nisso tudo com especial propriedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8 &lt;i&gt;Sou grato por crescermos juntos em uma mentalidade voltada para o coração&lt;/i&gt;. Através do Centro de Pós-graduação Anrew Jumper (CPAJ) tivemos acesso a materiais e leituras que direcionaram a nossa perspectiva de Deus, dos homens e dos relacionamentos. Hoje crescemos juntos nessa mentalidade voltada para o coração, analisando nossos ídolos e motivações, e assim tendo uma prática matrimonial enriquecida, e que nos permite ajudar outras pessoas. Não bastam transformações comportamentais, ou ambientais, a dimensão do coração é mais profunda. Estamos crescendo nesse entendimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9 &lt;i&gt;Sou grato por sua simplicidade&lt;/i&gt;. Minha esposa não exige muito para viver. É uma mulher simples e amável, que experimenta o contentamento sem muita dificuldade. Isso conforta o meu coração diante das possibilidades de prover para o lar, e diante dos nossos desafios orçamentários. Ao mesmo tempo, sua falta de exigências me desafia a lutar por crescimento, para oferecer a ela cada vez mais e melhor, para a glória de Deus, e para o seu cuidado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. &lt;i&gt;Sou grato por nosso primeiro ano juntos&lt;/i&gt;. Muitas foram as experiências, encontros, desencontros, sorrisos, choros, palavras e silêncio. Deus nos supriu em cada momento. Deus recompensou o nosso amor - como o Rev. Wadislau diria. Deus alimentou o nosso amor. E Deus glorificou o Seu nome em nossa união. Aprendemos cada vez mais a viver com base na aliança, e isto é libertador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha linda, sou grato por você. Grato principalmente a Deus, que dirige nosso caminho, e a você também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amo você, Ivonete Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Deus toda a glória.&lt;br /&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2012/01/algumas-razoes-para-ser-grato-por-minha.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhcyTQLSC2VOE_RFc3w9t4rwdBuCv3xJrOMjkONFkg4_mf79XJKRfxOIvhyphenhyphen64WLwrO9KCZZ3EyAEWBV3Xc2FZIvCKaE9f9AGWsgBTIxS1Hyqeo5Uq_11fVP4tSgXhVKUdUE17Vdcbuu7cBW/s72-c/403831_10150535304844401_566404400_8916752_1203272233_n.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-3221148747502610044</guid><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 03:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-25T00:36:56.335-03:00</atom:updated><title>O Que Deus tem a dizer sobre o Direito?</title><description>Eis a palestra ministrada hoje aos formandos do curso de Direito noturno da UFMA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode ouvir online, ou &lt;a href=&quot;http://www.4shared.com/mp3/xvTpBpTM/20120124_formatura_Caue.html?&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;baixar aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://soundcloud.com/allenporto/o-que-deus-tem-a-dizer-sobre-o?utm_source=soundcloud&amp;amp;utm_campaign=share&amp;amp;utm_medium=blogger&amp;amp;utm_content=http://soundcloud.com/allenporto/o-que-deus-tem-a-dizer-sobre-o&quot;&gt;O que Deus tem a dizer sobre o Direito?&lt;/a&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;embed allowfullscreen=&quot;false&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; height=&quot;250&quot; src=&quot;http://www.4shared.com/embed/1097546628/64d49ad3&quot; width=&quot;420&quot;&gt;&lt;/embed&gt;


&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2012/01/o-que-deus-tem-dizer-sobre-o-direito.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-998434661630613831</guid><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 22:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-19T19:32:44.760-03:00</atom:updated><title>Ele não está tão a fim de você</title><description>Aí vai um artigo sobre o filme &quot;Ele não está tão a fim de você&quot;, dirigido por Ken Kwapis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para baixar o PDF, basta &lt;a href=&quot;http://www.4shared.com/office/x255r9qe/Ele_nao_esta_tao_a_fim_de_vc.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;clicar aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A análise é produto dos encontros chamados Pipoca&amp;amp;Bíblia, na &lt;a href=&quot;http://iparacagy.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Igreja Presbiteriana do Araçagy&lt;/a&gt;, onde sentamos para assistir filmes e discuti-los a partir da Bíblia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O artigo será postado &lt;a href=&quot;http://iparacagy.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;por lá&lt;/a&gt;, em uma série.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWjeiiiml4pRzS0vINCWBaV5h-1EZupbNoG0TC2I374JWU0x_OzwxOhXo4Un52638iQAKnjuRQygznKRAkQokKK1PIvGNcD6fVIIPZ4doi4MFmFZ3wwEKs-Xe24KrKFctUX-dXys15lrdV/s1600/ENETADV.001.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWjeiiiml4pRzS0vINCWBaV5h-1EZupbNoG0TC2I374JWU0x_OzwxOhXo4Un52638iQAKnjuRQygznKRAkQokKK1PIvGNcD6fVIIPZ4doi4MFmFZ3wwEKs-Xe24KrKFctUX-dXys15lrdV/s400/ENETADV.001.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2012/01/ele-nao-esta-tao-fim-de-voce.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWjeiiiml4pRzS0vINCWBaV5h-1EZupbNoG0TC2I374JWU0x_OzwxOhXo4Un52638iQAKnjuRQygznKRAkQokKK1PIvGNcD6fVIIPZ4doi4MFmFZ3wwEKs-Xe24KrKFctUX-dXys15lrdV/s72-c/ENETADV.001.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-8052437287101918229</guid><pubDate>Wed, 28 Dec 2011 11:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-28T08:23:00.463-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">o Jornal</category><title>O melhor de 2011 em música</title><description>Eis algo novo. Nunca havia listado os melhores do ano na categoria música. Talvez pela dificuldade em selecionar algo. Em 2011 aprendi um pouco mais da riqueza dos clássicos como Handel e Bach, mas como não os desfrutei suficientemente, ficarão fora da lista [embora estejam em uma lista eterna].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que vai abaixo é uma tímida seleção, não do que foi lançado neste ano, mas do que descobri e curti, ou do que revisitei e percebi riqueza, enfim, expressões de beleza que alimentaram de algum modo minha alma. Selecionei apenas 12 para ficar algo proporcional aos meses do ano, e para que a lista tivesse fim (eu continuo lembrando de nomes). Mas agora já foi. O que está por aí fica. Os outros podem ser comentados em outras ocasiões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproveitem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Ebinho Cardoso&lt;br /&gt;
O melhor baixista que conheço. Sua música é rica de sentimento e me leva às lágrimas. Ebinho eleva o baixo a outros níveis, explorando o instrumento em suas diversas potencialidades, e trabalhando nele a harmonia de modo mais pleno. A música Ruanda está entre minhas preferidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Andy McKee&lt;br /&gt;
O que falei de Ebinho no baixo pode ser dito de Andy McKee no violão. Conheci-o através de &quot;Rylynn&quot;, que me derrubou fácil. A sonoridade que tira do violão é singular. Cada nota vem com mais significado e sentimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;301&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/JsD6uEZsIsU&quot; width=&quot;400&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Andrew Peterson&lt;br /&gt;
Não lembro como conheci Andrew Peterson, mas com certeza foi um dos melhores sons de 2011. O seu estilo meio folk/country me soa muito suave e belo. Mas não apenas isso: Peterson é um músico, compositor e escritor profundamente influenciado por C. S. Lewis. Desse modo, consegue transpor para suas canções a beleza de letras que acompanham linhas melódicas envolventes. O CD &quot;The Far Country&quot; é um trabalho conceitual sobre o céu - belíssimo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. &amp;nbsp;Palavrantiga&lt;br /&gt;
Palavrantiga me lembra da consistência de Peterson. Pensam, compõem e cantam sob a influência kuyperiana/rookmakeriana e fazem um &quot;hope rock&quot; agradável e significativo. É uma das bandas que me dão esperança no meio cristão. &quot;Rookmaaker&quot; é um &amp;nbsp;dos hits que talvez você já conheça!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.&amp;nbsp;Sovereign Grace Music&lt;br /&gt;
Eis o que todo grupo de louvor deveria ouvir e aprender. SGM é a equilibrada junção de música envolvente, bela, verdadeira, e cautelosa em sua teologia. A equipe de louvor canta salmos, orações puritanas, e temas teológicos com criatividade e excelência, com um som bastante autêntico - sem cair nas fórmulas dos grupos de louvor de sucesso. Recomendo o CD &quot;Risen&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;233&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/B_YbLwLtBwI&quot; width=&quot;400&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6.&amp;nbsp;Sojourn&lt;br /&gt;
Descobri o Sojourn logo após o Sovereign Grace, por indicação de meu primo. Seguem um princípio em comum - boa teologia e criatividade. Sojourn soa mais como banda, sem foco em músicas congregacionais, mas o modo como envolve os elementos eletrônicos em suas canções é algo impressionante. Vale a pena conhecer! A música &quot;How Long&quot;, do álbum &quot;Over the grave&quot; é demais!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7.&amp;nbsp;&amp;nbsp;John Mayer&lt;br /&gt;
John Mayer me trouxe alegria musical logo no início do ano. Eu buscava algo interessante, e o seu DVD &quot;Where the light is&quot; apareceu na hora certa. Sua levada como instrumentista é boa demais, e ele transita muito bem entre o pop e o blues.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.&amp;nbsp;Johnny Lang&lt;br /&gt;
Junto com Mayer, Lang me fez reencontrar a beleza do blues. &quot;Lie to me&quot; deixou as melhores impressões sobre este cantor/instrumentista. Sua voz &quot;rasgada&quot; encaixa perfeitamente no som.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.&amp;nbsp;Wanda Sá&lt;br /&gt;
Não conhecia esta cantora cristã que faz um maravilhoso som. Com a suavidade da bossa, e uma grande voz, ela passeia entre canções com propriedade e sutileza. Sua releitura de &quot;Ame ao Senhor&quot; me derrubou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;10. Tanlan&lt;br /&gt;
Tive a oportunidade de conhecer os caras do Tanlan aqui em SanLu. Seu som é agradável, e sua visão cristã é consistente. Fogem dos clichês, e isso me agrada bastante. Foram mencionados como produto dessa &quot;nova safra&quot; de música cristã, que, com Palavrantiga, Eduardo Mano, etc., traz um som mais apurado, e um conteúdo mais pensante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Thalles&lt;br /&gt;
Thalles é um pentecostal ou neo, que tem uma bela voz. Discordo de elementos de sua teologia, mas ao ouvir suas canções não posso deixar de apreciar a sonoridade. Seu cd &quot;Na casa do Pai&quot; é muito bem produzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12.&amp;nbsp;Dr. Sin&lt;br /&gt;
Voltei a ouvir Dr. Sin recentemente. Não se assustem com o nome. A banda conta com o famoso guitarrista Eduardo Ardanuy, e no seu som pesado traz harmonia e boas levadas de baixo e guitarra. &quot;Sometimes&quot; é demais.</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2011/12/o-melhor-de-2011-em-musica.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/JsD6uEZsIsU/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-4587095640512019774</guid><pubDate>Tue, 27 Dec 2011 03:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-27T00:37:33.494-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Livros</category><title>Os melhores livros de 2011</title><description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;float: right;&quot; src=&quot;http://www.tempe.gov/library/events/images/books.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;451&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Normalmente fa&amp;ccedil;o uma lista dos 10 livros que eu mais gostei no ano. Dessa vez decidi fazer diferente. Percebi a variedade de categorias, e a utilidade de trabalhar os melhores livros dentro dessas categorias. Talvez posteriormente eu fa&amp;ccedil;a a lista dos 10, mas os livros que v&amp;atilde;o abaixo j&amp;aacute; cumprem perfeitamente o papel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o conseguirei fazer coment&amp;aacute;rios, dada a variedade de obras. De todo modo, acredito que preciso voltar a fazer resenhas de cada lido livro ao longo do ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Fora da lista, eu apenas faria men&amp;ccedil;&amp;otilde;es honrosas aos livros &quot;Just do something&quot;, da ed. Moody Publishers; &quot;A igreja na cultura emergente&quot;, da Editora vida, &quot;Em defesa do casamento&quot;, tamb&amp;eacute;m da Vida, &quot;Por que ser a favor da vida?&quot;, da Arte editorial, e &quot;O manual do peregrino moderno&quot;, da Ed. Ecclesiae.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m menciono todo o material de Francis Schaeffer lido neste ano: &quot;A igreja diante do mundo que a observa&quot;; &quot;The great evangelical disaster&quot;; &quot;A igreja no final do s&amp;eacute;culo 20&quot;; &quot;Morte na cidade&quot;; e &quot;Josu&amp;eacute; e a Hist&amp;oacute;ria b&amp;iacute;blica&quot; (na lista abaixo). Todos s&amp;atilde;o da ed. Cultura crist&amp;atilde;, com exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o do t&amp;iacute;tulo em ingl&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Voc&amp;ecirc;s ver&amp;atilde;o que alguns t&amp;iacute;tulos se repetem, sendo considerados os melhores em categorias diferentes. Isso &amp;eacute; intencional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Deste modo, recomendo fortemente a leitura do material abaixo. Leiam a lista, e aproveitem. Se voc&amp;ecirc; deseja adquirir algum livro desses e n&amp;atilde;o sabe como, entre em &lt;a title=&quot;E-mail&quot; href=&quot;mailto:allenporto@gmail.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;contato&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;table style=&quot;width: 685px;&quot; border=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot;&gt;&lt;!--StartFragment--&gt; &lt;colgroup&gt;&lt;col style=&quot;mso-width-source: userset; mso-width-alt: 1152; width: 27pt;&quot; width=&quot;27&quot;&gt;&lt;/col&gt; &lt;col style=&quot;mso-width-source: userset; mso-width-alt: 4992; width: 117pt;&quot; width=&quot;117&quot;&gt;&lt;/col&gt; &lt;col style=&quot;mso-width-source: userset; mso-width-alt: 12501; width: 293pt;&quot; width=&quot;293&quot;&gt;&lt;/col&gt; &lt;col style=&quot;mso-width-source: userset; mso-width-alt: 4352; width: 102pt;&quot; width=&quot;102&quot;&gt;&lt;/col&gt; &lt;col style=&quot;width: 65pt;&quot; width=&quot;65&quot;&gt;&lt;/col&gt; &lt;col style=&quot;mso-width-source: userset; mso-width-alt: 3456; width: 81pt;&quot; width=&quot;81&quot;&gt;&lt;/col&gt; &lt;/colgroup&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt; width: 27pt;&quot; width=&quot;27&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;width: 117pt;&quot; width=&quot;117&quot;&gt;Categorias&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;width: 293pt;&quot; width=&quot;293&quot;&gt;T&amp;iacute;tulo&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;width: 102pt;&quot; width=&quot;102&quot;&gt;Autor&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;width: 65pt;&quot; width=&quot;65&quot;&gt;Num de Pgs&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;width: 81pt;&quot; width=&quot;81&quot;&gt;Editora&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;1&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Aconselhamento&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Aprendendo o contentamento em todas as circunst&amp;acirc;ncias&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Robert Jones&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;34&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Nutra&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;2&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Apolog&amp;eacute;tica&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Morte na cidade&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Francis Schaeffer&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;103&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Cult. Crist&amp;atilde;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;3&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Artes&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;A arte n&amp;atilde;o precisa de justificativa&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Hans Rookmaaker&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;76&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Ultimato&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;4&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Biografia&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Schaeffer: an authentic life&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Colin Duri&amp;eacute;z&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;240&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Crossway&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;5&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Com&amp;eacute;dia&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Notas de um comediante stand-up&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;L&amp;eacute;o Lins&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;160&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Nossa Cultura&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;6&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Cosmovis&amp;atilde;o&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Morte na cidade&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Francis Schaeffer&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;103&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Cult. Crist&amp;atilde;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;7&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Devocional&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Ora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: cartas a Malcom&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;C. S. Lewis&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;157&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Vida&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;8&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Eclesiologia&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Por que amamos a igreja&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;DeYoung/ Kluck&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;243&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Mundo Crist&amp;atilde;o&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;9&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Ensaios&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Contra um mundo melhor&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Luiz Felipe Pond&amp;eacute;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;215&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Leya&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;10&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Entrevistas&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Conversas no caf&amp;eacute;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;V. A.&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;194&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Nossa Livraria&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;11&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Filosofia&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;O imbecil coletivo I&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Olavo de Carvalho&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;632&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;&amp;Eacute; realiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;12&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Filosofia - est&amp;eacute;tica&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Ad&amp;atilde;o no para&amp;iacute;so e outros ensaios de est&amp;eacute;tica&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Ortega Y Gasset&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;119&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Cortez&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;13&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Hist&amp;oacute;ria&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;O que todo presbiteriano inteligente deve saber&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Alderi / Ad&amp;atilde;o Carlos&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;208&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;SOCEP&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;14&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Lideran&amp;ccedil;a&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;O pastor como mestre e o mestre como pastor&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Piper / Carson&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;133&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Fiel&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;15&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Literatura - Alegoria&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;O peregrino&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Bunyan&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;254&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Mundo Crist&amp;atilde;o&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;16&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Literatura - Teatro&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Otelo&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Shakespeare&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;186&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;pdf&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;22&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Miss&amp;otilde;es&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Completando as afli&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Cristo&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Piper&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;142&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Shedd Public.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;17&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Pneumatologia&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Cheios do Esp&amp;iacute;rito Santo&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Augustus N Lopes&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;86&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Vida&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;18&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Pol&amp;iacute;tica&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;O imbecil coletivo I&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Olavo de Carvalho&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;632&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;&amp;Eacute; realiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;19&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Teologia B&amp;iacute;blica&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Josu&amp;eacute; e a Hist&amp;oacute;ria B&amp;iacute;blica&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Francis Schaeffer&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;176&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Cult. Crist&amp;atilde;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot; style=&quot;height: 15.0pt;&quot; height=&quot;15&quot;&gt;20&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Vida crist&amp;atilde;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Sexo n&amp;atilde;o &amp;eacute; problema, lasc&amp;iacute;via sim&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Joshua Harris&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;123&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;xl63&quot;&gt;Cult. Crist&amp;atilde;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2011/12/os-melhores-livros-de-2011.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-5235098060109009453</guid><pubDate>Wed, 21 Dec 2011 21:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-21T18:53:34.374-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">a Caneta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">o Jornal</category><title>BJC: 6 anos</title><description>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: left; margin-right: 1em; text-align: left;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1SVrMY2moRu1vsc_0TNfvBTth_qxpgqP8jLlUPXqzJjsRIkFBCTyIbmxfIOj6Zy9TNMmu8OQ3smLiEatdBGKRIWF92yQ1Zl6mxQxSZmrtoDupUE9VQrgRzbm6wdYBX6n7_OYmOjovLXl3/s1600/formando.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1SVrMY2moRu1vsc_0TNfvBTth_qxpgqP8jLlUPXqzJjsRIkFBCTyIbmxfIOj6Zy9TNMmu8OQ3smLiEatdBGKRIWF92yQ1Zl6mxQxSZmrtoDupUE9VQrgRzbm6wdYBX6n7_OYmOjovLXl3/s200/formando.jpg&quot; width=&quot;151&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;aos 6.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Hoje este blog completa 6 anos. Tempo razoável para quem surgiu sem muitas pretensões. Em minha curiosidade, fui em busca de como eu era nessa idade. Os registros de minha mãe relatam que, aos 6, participei de minha &quot;formatura do abc&quot;, tendo sido o orador; identifiquei uma doença que carrego para sempre (traços de anemia falciforme), e tinha algum interesse teológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei quantos paralelos são possíveis entre a minha história e a do BJC, e também não pretendo alegorizar demais. Mas gosto de notar que ambos comemoramos 6 anos envolvidos nas letras, ambos tivemos alguma participação cultural, e ambos estamos ligados à teologia. Eu poderia ter esses itens, mas não manifestá-los no blog. Como é bom ver que as coisas caminham junto! Afinal, A Bíblia, o Jornal e a Caneta, podem, assim, ser percebidas como itens de minha existência, e não apenas um elemento fictício para posar na internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPhyphenhyphenXaRvsS7sH4UBoD49lkBSUmFvnWYfUUE33UJwuZZ0j0jtxLhaV9eP5Rc-392ie01FI7-KCMcpWm977lpa8K9-YzyQ069AQMK1ZkobTrji96q9VyLeM7fVa4Dwf3Limm5ZjqwHsZuhRL/s1600/Culto_cohama.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPhyphenhyphenXaRvsS7sH4UBoD49lkBSUmFvnWYfUUE33UJwuZZ0j0jtxLhaV9eP5Rc-392ie01FI7-KCMcpWm977lpa8K9-YzyQ069AQMK1ZkobTrji96q9VyLeM7fVa4Dwf3Limm5ZjqwHsZuhRL/s320/Culto_cohama.jpg&quot; width=&quot;250&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Meu discurso como orador na formatura do ABC, &lt;br /&gt;escrito por minha mãe, Iris Porto.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Ao longo deste ano os posts foram menos frequentes, porém mais significativos. Dentre os 5 mais lidos ao longo de toda a história do BJC, 2 ou 3 foram produzidos em 2011. As visitas tiveram grande contribuição daqueles que me recomendam, especialmente o ipródigo, o voltemos ao evangelho, o ivonetirinhas, e a norma braga. As redes sociais como o twitter e o facebook também tiveram grande participação em tornar o blog visível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso significa que, se houve crescimento, não é exclusivamente fruto de meu trabalho, ou mesmo da qualidade dos textos aqui postados, mas também da parceria de irmãos que pensam junto algumas questões, e, acima de tudo, da graça de Deus, que ainda traz pessoas aqui para ler desabafos, reflexões, e provocações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já mencionei que o nome do blog surgiu quando eu ainda nem compreendia bem o significado dessa relação. Mas uma criança de 6 anos já consegue fazer conexões, e mais do que nunca tenho buscado uma postura autoconsciente no BJC: tratar do link entre a Bíblia e a cultura, e manifestar a realidade da existência de Deus e a veracidade de Sua Palavra para o homem do nosso tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjMu4bmp18skcDPRQl6LPRjv57UOurpfSnF3Ok08xTeyRaMXa_xgSpFgu4NRjzMODSQsv4Prt_PtyDRfC8YJvAEKh7VedkUDy0z528-nDws69FlcbrgGxEFGe-O1MuKFQHMkr3J5l_g-55f/s1600/6anos.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;213&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjMu4bmp18skcDPRQl6LPRjv57UOurpfSnF3Ok08xTeyRaMXa_xgSpFgu4NRjzMODSQsv4Prt_PtyDRfC8YJvAEKh7VedkUDy0z528-nDws69FlcbrgGxEFGe-O1MuKFQHMkr3J5l_g-55f/s320/6anos.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Relatos de minha infância&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Aos 6, eu perguntei aos meus pais: &quot;ainda existe sacerdote em Israel?&quot;. Muitos anos depois eu viria a aprender sobre o sacerdócio universal de todos os crentes, e o impacto disso para a minha vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desejo que o BJC manifeste esse sacerdócio, e que venham mais aniversários, para que, com eles, o blog creça&amp;nbsp;em maturidade e graça, para a glória de Deus!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2011/12/bjc-6-anos.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1SVrMY2moRu1vsc_0TNfvBTth_qxpgqP8jLlUPXqzJjsRIkFBCTyIbmxfIOj6Zy9TNMmu8OQ3smLiEatdBGKRIWF92yQ1Zl6mxQxSZmrtoDupUE9VQrgRzbm6wdYBX6n7_OYmOjovLXl3/s72-c/formando.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-503057157565203228</guid><pubDate>Mon, 19 Dec 2011 22:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-20T18:40:57.351-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Provocações</category><title>Uma palmada do Estado</title><description>&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A vara e a disciplina d&amp;atilde;o sabedoria, mas a crian&amp;ccedil;a entregue a si mesma vem a envergonhar a sua m&amp;atilde;e. [...] Corrige o teu filho, e te dar&amp;aacute; descanso, dar&amp;aacute; del&amp;iacute;cias &amp;agrave; tua alma.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;Prov&amp;eacute;rbios 29.15,17&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Na &amp;uacute;ltima quarta-feira o projeto de lei 7.672/2010, conhecido como &amp;ldquo;a lei da palmada&amp;rdquo;, foi aprovado por unanimidade na comiss&amp;atilde;o especial da C&amp;acirc;mara dos Deputados. Ao que parece, a bancada evang&amp;eacute;lica teve t&amp;iacute;mida participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no processo mais amplo de discuss&amp;atilde;o do projeto. Conforme mat&amp;eacute;ria da Folha.com, possivelmente tal bancada sugeriu a troca do termo &amp;ldquo;castigo f&amp;iacute;sico&amp;rdquo; por &amp;ldquo;agress&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica&amp;rdquo;, mas os representantes dos direitos da crian&amp;ccedil;a e do adolescente n&amp;atilde;o gostaram da id&amp;eacute;ia, e assim ficou o termo &amp;ldquo;castigo corporal&amp;rdquo;.&lt;a class=&quot;sdfootnoteanc&quot; name=&quot;sdfootnote2anc&quot; href=&quot;#sdfootnote2sym&quot;&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Por meio deste projeto, o Estado pretende regular a esfera da fam&amp;iacute;lia, controlando o exerc&amp;iacute;cio da disciplina e corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o por parte dos pais. Seria isso leg&amp;iacute;timo?&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A igreja e a manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o cultural&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Em 1970 o pastor Francis Schaeffer&lt;a class=&quot;sdfootnoteanc&quot; name=&quot;sdfootnote3anc&quot; href=&quot;#sdfootnote3sym&quot;&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; escreveu sobre a percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o da igreja diante das formas de manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o poss&amp;iacute;veis. Para ele, era necess&amp;aacute;rio aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e sabedoria.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-left: 1.99cm; margin-right: 2.92cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;N&amp;atilde;o h&amp;aacute; d&amp;uacute;vidas de que o futuro se encontra aberto para manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Quem a far&amp;aacute;? Ser&amp;aacute; uma nova elite institucional partid&amp;aacute;ria de um governo autorit&amp;aacute;rio ou outra elite? Quem obtiver poder pol&amp;iacute;tico ou cultural no futuro ter&amp;aacute; &amp;agrave; sua disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnicas de manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o que nenhum governante autorit&amp;aacute;rio jamais teve. Nenhum desses recursos &amp;eacute; apenas futuro; todos eles j&amp;aacute; existem hoje e est&amp;atilde;o &amp;agrave; espera de serem empregados pelos manipuladores.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Schaeffer lista os itens de controle ent&amp;atilde;o percebidos: a manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica; da lei; da Hist&amp;oacute;ria; na religi&amp;atilde;o; no teatro e nas artes; na TV; e a manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o qu&amp;iacute;mica. Aquilo que foi descrito h&amp;aacute; 40 anos hoje &amp;eacute; realidade presente.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;No caso espec&amp;iacute;fico da discuss&amp;atilde;o a respeito da disciplina f&amp;iacute;sica &amp;agrave;s crian&amp;ccedil;as, temos a manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da televis&amp;atilde;o, com &amp;ecirc;nfase exagerada nos pais que abusaram da for&amp;ccedil;a na corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e nenhuma men&amp;ccedil;&amp;atilde;o a todas as demais crian&amp;ccedil;as que foram beneficiadas com a &amp;ldquo;palmada&amp;rdquo;. Celebridades, como a Xuxa, mostram o rosto para apoiar a causa. A manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; facilmente percebida. Os ativistas dos direitos da crian&amp;ccedil;a e do adolescente normalmente recorrem a algum &amp;ldquo;cientista de renome&amp;rdquo;, seja m&amp;eacute;dico, psic&amp;oacute;logo, pedagogo ou algu&amp;eacute;m semelhante, para validar a id&amp;eacute;ia de que exercer a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica sobre a crian&amp;ccedil;a promove traumas e outros males. As formas de manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;atilde;o diante de n&amp;oacute;s. Que faremos?&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Um breve diagn&amp;oacute;stico&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Uma observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o r&amp;aacute;pida levanta quest&amp;otilde;es e observa problemas no processo de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste projeto de lei. Primeiramente, seguindo uma perspectiva calvinista, especialmente nos termos de Abraham Kuyper&lt;a class=&quot;sdfootnoteanc&quot; name=&quot;sdfootnote4anc&quot; href=&quot;#sdfootnote4sym&quot;&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;, h&amp;aacute; um grande problema em ver o Estado interferindo na esfera da fam&amp;iacute;lia. O Estado possui uma esfera pr&amp;oacute;pria de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que n&amp;atilde;o envolve diretamente o controle das liberdades individuais e familiares. Assim como a esfera do Estado, a da fam&amp;iacute;lia presta contas diretamente a Deus, e exerce n&amp;iacute;vel pr&amp;oacute;prio de soberania. O Estado n&amp;atilde;o &amp;eacute; nosso pai, m&amp;atilde;e, ou bab&amp;aacute;. Deus criou pais e m&amp;atilde;es para os indiv&amp;iacute;duos.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Em segundo lugar, enquanto a id&amp;eacute;ia de um Estado excessivamente intervencionista &amp;eacute; preocupante (n&amp;atilde;o apenas na economia, mas agora na vida familiar), percebe-se, em n&amp;iacute;vel mais espec&amp;iacute;fico, a manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da lei descrita por Schaeffer. Se, por meios legais, o comportamento dos pais diante de seus filhos for determinado, estamos submetendo uma s&amp;eacute;rie de princ&amp;iacute;pios b&amp;iacute;blicos a outra autoridade, e com isso, violando a lei do Alt&amp;iacute;ssimo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;float: left;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_Bw-IuUM4eCg/TCqF5a5pN3I/AAAAAAAAHK4/0Edc90srp_4/s400/kids-spanking.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;284&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&amp;Eacute; necess&amp;aacute;rio falar tamb&amp;eacute;m da apatia evang&amp;eacute;lica diante dos caminhos tomados pol&amp;iacute;tica e culturalmente. A bancada evang&amp;eacute;lica age com timidez e desconsidera elementos mais b&amp;aacute;sicos da Escritura. Mas n&amp;atilde;o s&amp;oacute; ela: no resto de nosso pa&amp;iacute;s h&amp;aacute; sil&amp;ecirc;ncio e aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o por parte dos evang&amp;eacute;licos.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Finalmente, h&amp;aacute; os que falam. Mas estes est&amp;atilde;o tomados, em grande medida, pelo que pode ser chamado de &amp;ldquo;conservadorismo vazio&amp;rdquo;. Algu&amp;eacute;m levanta a pergunta: - &amp;eacute; certo bater nos filhos? E eles respondem com algum tipo de agumento baseado exclusivamente na tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como se ela fosse autojustificada.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Perceber esses itens nos leva a concluir tr&amp;ecirc;s graves problemas entre os evang&amp;eacute;licos: (1) Nossa inabilidade de lidar com o texto b&amp;iacute;blico;  (2) Nossa incapacidade de pensar os eventos em seu contexto mais amplo; e (3) Nossa incapacidade de fornecer respostas s&amp;oacute;lidas e fundamentadas &amp;agrave;s quest&amp;otilde;es do nosso tempo.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Podemos seguir estes problemas como um roteiro para a resposta s&amp;aacute;bia. Partimos da fonte &amp;uacute;ltima de autoridade: Deus e Sua Palavra. O texto de Pv. 29.15,17 estabelece pontos relevantes para a discuss&amp;atilde;o sobre a disciplina dos filhos.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;O autor dos prov&amp;eacute;rbios estabelece uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de causa e efeito entre o uso da &amp;ldquo;vara&amp;rdquo; - a disciplina f&amp;iacute;sica &amp;ndash; e o crescimento em sabedoria. O argumento &amp;eacute; claro: disciplinar o filho o tornar&amp;aacute; mais s&amp;aacute;bio. Usando outro caminho, o autor revela que n&amp;atilde;o exercer a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; o mesmo que entregar o seu filho a si mesmo &amp;ndash; o que &amp;eacute; considerado abandono. Aqui temos uma l&amp;oacute;gica interessant&amp;iacute;ssima: os ativistas contempor&amp;acirc;neos lutam contra o abandono, mas segundo a Escritura, o que fazem ao apoiar este projeto de lei &amp;eacute; promover este mesmo abandono das crian&amp;ccedil;as. Voc&amp;ecirc; deseja ter um filho s&amp;aacute;bio que n&amp;atilde;o se sinta abandonado?&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;No vers&amp;iacute;culo 17, a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; vista como fonte de beleza e satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Os pais que corrigem seus filhos os livrar&amp;atilde;o de pr&amp;aacute;ticas piores, e alimentar&amp;atilde;o beleza e gra&amp;ccedil;a em seu relacionamento. Deus ensina que o &amp;ldquo;castigo corporal&amp;rdquo;, administrado segundo a Sua Palavra, &amp;eacute; algo bom e proveitoso para todos: o pr&amp;oacute;prio Deus, os pais, os filhos e a sociedade.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;No corpo dos princ&amp;iacute;pios e ensinamentos b&amp;iacute;blicos, podemos perceber pressupostos estabelecidos, ao utilizar termos como disciplina e corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como a realidade de elementos morais e epistemol&amp;oacute;gicos, como certo e errado, justo e injusto, verdadeiro e falso.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Caminhando no roteiro, chegamos &amp;agrave; necessidade de uma compreens&amp;atilde;o mais abrangente dos eventos &amp;agrave; nossa volta. O que est&amp;aacute; envolvido na aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste projeto?&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Algo j&amp;aacute; foi mencionado. O crist&amp;atilde;o, e o [crist&amp;atilde;o] reformado, mais especificamente, possui forte bagagem b&amp;iacute;blica, teol&amp;oacute;gica, filos&amp;oacute;fica e hist&amp;oacute;rica para se contrapor &amp;agrave; no&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um Estado que interfere em esferas fora de sua al&amp;ccedil;ada. A perspectiva mais ampla segue o racioc&amp;iacute;nio: se o Estado cresce a cada dia, tomando para si &amp;aacute;reas que era de responsabilidade exclusiva dos indiv&amp;iacute;duos e fam&amp;iacute;lias, o que o impedir&amp;aacute; de continuar crescendo, e atingindo outras &amp;aacute;reas? O que o impedir&amp;aacute; de um controle final e absoluto sobre a vida dos cidad&amp;atilde;os, sobre as fam&amp;iacute;lias, e sobre as religi&amp;otilde;es?&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Algu&amp;eacute;m poder&amp;aacute; contra-argumentar, afirmando que existem direitos fundamentais estabelecidos na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal, mas acredito que se trata de uma resposta ing&amp;ecirc;nua. A filosofia do Direito que hoje rege as faculdades e tribunais &amp;eacute; uma que exclui Deus. O direito agora &amp;eacute; percebido exclusivamente de maneira sociol&amp;oacute;gica: as transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais promovem as transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es jur&amp;iacute;dicas. Deste modo, cabe ao judici&amp;aacute;rio, mais do aplicar a lei, interpret&amp;aacute;-la conforme os novos tempos e pr&amp;aacute;ticas. Foi assim que o STF violou a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o no recente caso da uni&amp;atilde;o de homossexuais. Por que n&amp;atilde;o voltaria a fazer o mesmo em outras &amp;aacute;reas? A Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais algo objetivo, mas sujeito &amp;agrave;s interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de pessoas cuja cosmovis&amp;atilde;o acompanha uma filosofia que exclui Deus.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: right;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_a6d4VN2lxJY/TD0CaJvdqxI/AAAAAAAABxg/OuUJHpwmU9c/s1600/0,,42766420,00.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;250&quot; /&gt;O tom alarmista n&amp;atilde;o deve nos assustar. N&amp;atilde;o se trata de uma tentativa de amedrontar, mas de nos fazer pensar, orar, e agir na cultura de modo consistente. A apatia evang&amp;eacute;lica pode ter resultados s&amp;eacute;rios.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;O &amp;uacute;ltimo item de nosso roteiro &amp;eacute; a necessidade de uma resposta s&amp;oacute;lida e consistente, argumentos fundamentados que n&amp;atilde;o manifestem um conservadorismo vazio. As respostas comuns t&amp;ecirc;m alimentado o ceticismo, o cinismo, e as abordagens contr&amp;aacute;rias &amp;agrave; disciplina f&amp;iacute;sica. Quando perguntados, ou comentando o caso da disciplina, os conservadores vazios respondem: &amp;ldquo;sempre foi assim&amp;rdquo;; ou &amp;ldquo;est&amp;aacute; na B&amp;iacute;blia&amp;rdquo;; ou ainda &amp;ldquo;meu pai fez assim e nem por isso eu morri&amp;rdquo;. Todas estas respostas, mesmo a da B&amp;iacute;blia, refletem a aus&amp;ecirc;ncia de uma reflex&amp;atilde;o honesta sobre o caso, e a incapacidade de articular e fornecer respostas s&amp;aacute;bias e fundamentadas. Simplesmente dizer que est&amp;aacute; na B&amp;iacute;blia n&amp;atilde;o fala nada ao homem do nosso tempo, &amp;eacute; preciso explicar o que &amp;eacute; a B&amp;iacute;blia, a sua autoridade, e o modo como a Escritura trabalha o tema. As demais respostas tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o in&amp;uacute;teis, e fazem os outros se afastarem ainda mais da abordagem da corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica. Afinal, nem os seus defensores sabem o porqu&amp;ecirc; disso.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Deste modo, podemos oferecer uma resposta melhor fundamentada, articulando a Escritura, a hist&amp;oacute;ria, a tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e pensando a disciplina adequadamente. Sugiro a combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o das cinco proposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es abaixo:&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;1. &lt;em&gt;A B&amp;iacute;blia estabelece uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de causa e efeito entre a disciplina e a sabedoria.&lt;/em&gt; Considerando a B&amp;iacute;blia como Palavra de Deus, e portanto, autoridade absoluta e inerrante, Deus institui a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica. N&amp;atilde;o apenas isso, mas o Senhor ensina que o castigo corporal promove a sabedoria nas crian&amp;ccedil;as. Se desejamos o seu bem, a disciplina precisa ser considerada.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;2. &lt;em&gt;A disciplina trabalha categorias morais na crian&amp;ccedil;a.&lt;/em&gt; Por meio da corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a crian&amp;ccedil;a &amp;eacute; exposta a um conjunto de categorias morais, e aprende sobre a exist&amp;ecirc;ncia do que &amp;eacute; certo e errado. A aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o destas categorias de pensamento ainda na inf&amp;acirc;ncia s&amp;atilde;o fundamentais para um crescimento equilibrado, e uma vida ajustada nas idades mais avan&amp;ccedil;adas. Os indiv&amp;iacute;duos cujas categorias morais s&amp;atilde;o distorcidas caem na corrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na criminalidade, e em erros de v&amp;aacute;rias outras naturezas. Al&amp;eacute;m da compreens&amp;atilde;o de certo e errado, a crian&amp;ccedil;a disciplinada aprende sobre o que &amp;eacute; justo e injusto. Ao desobedecer pai e ser corrigida, ela compreende que &amp;eacute; um ato de justi&amp;ccedil;a exercer disciplina sobre quem desobedeceu leis. Novamente, isso tem grande impacto sobre a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o da crian&amp;ccedil;a, e sua caminhada na inf&amp;acirc;ncia e na vida adulta. Sem o aprendizado das categorias de justi&amp;ccedil;a e injusti&amp;ccedil;a, tal crian&amp;ccedil;a pode ser tornar um pai que abusa da for&amp;ccedil;a na disciplina de seu filho, ou um homem que age injustamente na cultura de v&amp;aacute;rias maneiras.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;3. &lt;em&gt;A disciplina trabalha categorias epistemol&amp;oacute;gicas na crian&amp;ccedil;a&lt;/em&gt;. O desdobramento da aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de categorias morais, &amp;eacute; a percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de categorias epistemol&amp;oacute;gicas fundamentais. Se existe certo e errado, justo e injusto, a crian&amp;ccedil;a, tamb&amp;eacute;m perceber&amp;aacute; que existe o verdadeiro e o falso. O gesto da mentira ser&amp;aacute; disciplinado. Ao ser desobedecida, a&amp;nbsp;m&amp;atilde;e que ordenou algo&amp;nbsp;demonstrar&amp;aacute; que estava falando a verdade ao anunciar que o erro seria punido. Na cultura contempor&amp;acirc;nea, a no&amp;ccedil;&amp;atilde;o de verdade &amp;eacute; atacada, e talvez um relativista do nosso tempo n&amp;atilde;o pense que este item seja bom. Mas novamente precisamos pensar em termos amplos. &amp;Eacute; fundamental que uma crian&amp;ccedil;a aprenda tais categorias epistemol&amp;oacute;gicas, sob pena de ter seu crescimento e forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o comprometidos. Se n&amp;atilde;o h&amp;aacute; verdade e mentira, por que colocar uma crian&amp;ccedil;a na escola? Se n&amp;atilde;o h&amp;aacute; verdade e mentira, por que pagar um funcion&amp;aacute;rio ap&amp;oacute;s um m&amp;ecirc;s de trabalho? Se n&amp;atilde;o h&amp;aacute; verdade e mentira, por que um piloto de avi&amp;atilde;o n&amp;atilde;o muda todos os procedimentos a 33.000 p&amp;eacute;s de altura? Uma crian&amp;ccedil;a sem tais no&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o ter&amp;aacute; capacidade de aprender, de se comunicar, nem de confiar ou ser confi&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;4. &lt;em&gt;A disciplina previne e prepara a crian&amp;ccedil;a para a vida&lt;/em&gt;. Para al&amp;eacute;m das categorias morais e epistemol&amp;oacute;gicas mencionadas nos itens anteriores, a pr&amp;aacute;tica da corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o livrar&amp;aacute; a crian&amp;ccedil;a de cometer o mesmo erro em outras situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, e a proteger&amp;aacute; de cometer v&amp;aacute;rios outros erros na vida. Tudo tem origem naquela palmada da inf&amp;acirc;ncia.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;5. &lt;em&gt;A disciplina manifesta amor&lt;/em&gt;. Novamente recorremos a nossa fonte de autoridade: Deus e Sua Palavra. Em Hebreus 12.6, &amp;eacute; o pr&amp;oacute;prio Deus crist&amp;atilde;o que anuncia: &amp;ldquo;[...] o Senhor corrige a quem [Ele] ama&amp;rdquo;. O texto trata da quest&amp;atilde;o da paternidade de Deus, e o modo como Ele ensina Seus filhos.  Jesus conjuga disciplina e amor. Os ativistas argumentam que a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; mera express&amp;atilde;o de ira e autoritarismo, mas aqui somos confrontados com outra realidade. Queremos expressar amor por nossas crian&amp;ccedil;as tanto quanto estes ativistas, por&amp;eacute;m entendemos que exercer a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; parte dessa express&amp;atilde;o de amor. N&amp;atilde;o podemos ser privados disso. Amamos demais nossas crian&amp;ccedil;as para n&amp;atilde;o corrigi-las.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Para um di&amp;aacute;logo cont&amp;iacute;nuo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Estes cinco itens, corretamente compreendidos e articulados, fornecem uma boa resposta aos questionamentos levantados sobre a lei da palmada e seus desdobramentos, mas ainda cabe um item de reflex&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;O crist&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; ut&amp;oacute;pico, nem pessimista, mas realista. Fugindo da utopia, n&amp;atilde;o pensamos que todos os pais que batem em seus filhos o fazem adequadamente. Exatamente por isso a Escritura ensina que os pais n&amp;atilde;o devem disciplinar a crian&amp;ccedil;a de modo exagerado (Ef&amp;eacute;sios 6.4). N&amp;atilde;o somos ing&amp;ecirc;nuos, e queremos protestar junto com os ativistas contra o exagero e abuso de alguns pais. Violentar, maltratar e agredir uma crian&amp;ccedil;a &amp;eacute; algo desumano e contra a Lei do Senhor.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Por outro lado, estamos distantes dos ativistas porque n&amp;atilde;o pensamos com o pessimismo deles. N&amp;atilde;o entendemos que todas as manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de castigo corporal s&amp;atilde;o abusivas e destrutivas. Pelo contr&amp;aacute;rio, fundamentados na Palavra de Deus, entendemos que &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel bater na crian&amp;ccedil;a de modo amoroso, para o seu bem.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Assim, o crist&amp;atilde;o se encontra num lugar de equil&amp;iacute;brio e realismo. Contra o abuso e a aus&amp;ecirc;ncia de disciplina, lutamos para que a Palavra de Deus seja cumprida, e assim nossas crian&amp;ccedil;as tenham a melhor forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o poss&amp;iacute;vel, sendo disciplinadas quando cometem erros, para que sejam pessoas melhores, e assim Deus seja glorificado no enriquecimento da sociedade, composta por indiv&amp;iacute;duos corretamente formados.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;A Deus toda a gl&amp;oacute;ria.&lt;/p&gt;&lt;div id=&quot;sdfootnote1&quot;&gt;&lt;p class=&quot;sdfootnote-western&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;sdfootnote2&quot;&gt;&lt;p class=&quot;sdfootnote-western&quot;&gt;&lt;a class=&quot;sdfootnotesym&quot; name=&quot;sdfootnote2sym&quot; href=&quot;#sdfootnote2anc&quot;&gt;1&lt;/a&gt;Lei 	da Palmada &amp;eacute; aprovada por unanimidade em comiss&amp;atilde;o da C&amp;acirc;mara. 	Dispon&amp;iacute;vel em: 	&amp;lt;http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1021280-lei-da-palmada-e-aprovada-por-unanimidade-em-comissao-da-camara.shtml&amp;gt;. 	Acesso em: &amp;lt;18, Dez. 2011&amp;gt;.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;sdfootnote3&quot;&gt;&lt;p class=&quot;sdfootnote-western&quot;&gt;&lt;a class=&quot;sdfootnotesym&quot; name=&quot;sdfootnote3sym&quot; href=&quot;#sdfootnote3anc&quot;&gt;2&lt;/a&gt;SCHAEFFER, 	 &lt;strong&gt;A igreja no s&amp;eacute;culo 21&lt;/strong&gt;. S&amp;atilde;o Paulo: Cultura Crist&amp;atilde;, 2010. 	p. 79. O livro em quest&amp;atilde;o &amp;eacute; uma colet&amp;acirc;nea de obras do autor. A 	cita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; da obra &amp;ldquo;A igreja no final do s&amp;eacute;culo 20&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;sdfootnote4&quot;&gt;&lt;p class=&quot;sdfootnote-western&quot;&gt;&lt;a class=&quot;sdfootnotesym&quot; name=&quot;sdfootnote4sym&quot; href=&quot;#sdfootnote4anc&quot;&gt;3&lt;/a&gt;Abraham 	Kuyper foi primeiro ministro da Holanda, al&amp;eacute;m de pastor, 	jornalista, fundador da Universidade Livre de Amsterd&amp;atilde; e do partido 	anti-revolucion&amp;aacute;rio. &amp;Eacute; conhecido pelo conceito de soberania das 	esferas, no qual existem esferas criadas por Deus, que possuem 	soberania pr&amp;oacute;pria e n&amp;atilde;o devem interferir umas nas outras. A 	fam&amp;iacute;lia &amp;eacute; uma destas, e o Estado outra. Cf. KUYPER, Abraham. 	&lt;strong&gt;Calvinismo&lt;/strong&gt;. S&amp;atilde;o Paulo: Cultura Crist&amp;atilde;, 2002. p. 85-113.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2011/12/uma-palmada-do-estado.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_Bw-IuUM4eCg/TCqF5a5pN3I/AAAAAAAAHK4/0Edc90srp_4/s72-c/kids-spanking.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-5416812440128195836</guid><pubDate>Sat, 17 Dec 2011 19:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-17T16:26:21.719-03:00</atom:updated><title>1 ano como pastor da IPB</title><description>&lt;br /&gt;
Hoje completo um ano de Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB). Desde que nasci, até os 25 anos de idade, participei da igreja batista, tendo sido ordenado pastor dessa denominação em 23 de maio de 2010. No dia 10 de dezembro, contudo, saí do campo batista, e fui recebido pela Igreja Presbiteriana do Brasil (Presbitério Leste do Maranhão) em 17 de dezembro de 2010.&lt;br /&gt;
Eu poderia escrever um texto sentimental - &lt;a href=&quot;http://allenporto.blogspot.com/2011/01/um-2011-diferente.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;como outros que já fiz sobre o assunto&lt;/a&gt;. Dessa vez quis algo diferente. Correndo o risco de soar narcisista, farei a primeira auto-entrevista do BJC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;Uma conversa com Allen Porto. Por Allen Porto.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
No mesmo canto de sempre, de frente para a parede, quase como uma criança de castigo nos velhos tempos, ele se sentou para perguntar e respoder. Na cabeça, um pouco de dúvida sobre a seriedade daquilo, mas não custava tentar. Não queria deixar a data passar em branco, além de explorar possibilidades novas de escrita. Foi assim que o bate-papo teve início.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;BJC&lt;/b&gt;: Dizem que apenas os loucos falam consigo mesmo, correto?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Allen&lt;/b&gt;: Dizem, mas eu discordo. Lembra do salmista falando consigo na Escritura - &quot;por que estás abatida, ó minh&#39;alma?&quot;? (Sl.42.5). Para o salmista era o contrário da loucura, era um exercício de manutenção da lucidez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As mãos pararam sobre o teclado. A idéia de um diálogo consigo para manter a &quot;saúde mental&quot; era interessante ao entrevistador-entrevistado. Mas o bate-papo precisava continuar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;BJC&lt;/b&gt;: Você sabia que, além deste aniversário do pastorado na IPB, hoje também é o dia do pastor presbiteriano?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Allen&lt;/b&gt;: Sei, e acho um belo arranjo. De alguma forma tornou mais significativa essa data para mim, ao mesmo tempo em que me livra do egoísmo - todas as vezes que eu lembrar de meu aniversário como pastor da IPB, terei de lembrar de todos os outros pastores, que comemoram o seu dia nesta data. É mais uma agradável surpresa de Deus, equilibrando o indivíduo e a comunidade para a Sua glória. (Aproveito para dar os parabéns aos meus colegas de ministério!).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: left; margin-right: 1em; text-align: left;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYI6VV4eRC6nXoiZz0rdjpK5wAGSEcoNiUHQr6FrZXykvotUU3W_OkxgytJyDgqliYBCnOssm10m2Vh8tsvdAPok7KKFNNh-g05I-sSGMNg_CIKkLvlHCIA1LlJ6hpOZppSeINo5mOYFmY/s1600/ordenacaoIBR.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;214&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYI6VV4eRC6nXoiZz0rdjpK5wAGSEcoNiUHQr6FrZXykvotUU3W_OkxgytJyDgqliYBCnOssm10m2Vh8tsvdAPok7KKFNNh-g05I-sSGMNg_CIKkLvlHCIA1LlJ6hpOZppSeINo5mOYFmY/s320/ordenacaoIBR.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Minha ordenação na igreja batista&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;b&gt;BJC&lt;/b&gt;: Como se deu o processo de transição da igreja batista para a IPB?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Allen&lt;/b&gt;: Eu nasci na igreja batista. Meu pai era pastor batista, e assim eu cresci naquela tradição. Fiquei na mesma igreja - a Batista Getsêmani - por praticamente 18 anos. No fim dos 16 e início dos 17 eu conheci a fé reformada e abracei esta perspectiva. Infelizmente, por falta de sabedoria minha e de meus irmãos, ganhei alguns conflitos por isso. Ao fim dos 17, início dos 18 eu comecei a faculdade de comunicação, o seminário teológico, e me tornei membro da Igreja Batista Monte Carmelo - na época, a única igreja batista declaradamente de confissão reformada em São Luís. Os anos que passei lá foram marcantes: comecei a transição da música para o púlpito, fui treinado para exercer um papel mais estratégico conforme outras habilidades que Deus estava me concedendo, e continuei o processo de revisão teológica pelo qual estava passando desde o início do ano anterior. Descartes fala de &quot;derrubar o edifício para começar do zero&quot; - eu não cheguei a tanto, mas passei perto. Submeti à dúvida e à revisão teológica muito do que eu havia simplesmente assimilado ou pressuposto como verdade. [Obviamente eu não tenho a pretensão de &quot;certeza&quot;e controle racional como o filósofo]. Foram anos intensos de confirmação de doutrinas, abandono de idéias erradas, e muito aprendizado. Alguns anos depois, por uma série de desdobramentos que teve início com a família, tornei-me membro da Igreja Batista Renascença, onde fiquei por praticamente seis anos (2005 - 2010). Ali também aprendi bastante, especialmente com o contato que tive com vários pastores - Alzugaray Pinheiro, Vanduides Cristovam, Michael Nichols e Carlos Menezes. Concluí o seminário em 2005, mas fiquei lutando com a idéia de ser vocacionado até 2008 ou 2009. Eu não queria ser pastor. Finalmente entendi que Deus havia me chamado para isso, e conversei com os meus líderes. O processo levou uns 2 anos até que fui ordenado na igreja batista. No entanto, ao longo desse período, eu percebia como a teologia reformada faz diferença no ministério. Assim, passei por alegrias e frustrações naquela igreja, mas exercendo o serviço de modo que o processo iniciado lá em 2008 ou 2009 culminou em minha ordenação ao ministério pastoral na igreja batista. Pastoreei durante aquele ano, até que surgiu o convite da Igreja Presbiteriana do Renascença para integrar a equipe ministerial de lá, bem como para plantar uma nova igreja em São Luís. O processo de transição foi tranquilo, e em dezembro eu participava da reunião do Presbitério Leste do Maranhão, para ser avaliado e recebido. A igreja batista me enviou em paz, e a igreja presbiteriana me recebeu muito bem. Sou grato por toda a trajetória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;BJC&lt;/b&gt;: Você acha que foi honesto na ocasião, tendo sido ordenado e logo saindo para a IPB?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Allen&lt;/b&gt;: Sim. Houve quem interpretasse como desonestidade de minha parte - como era possível uma mudança de convicções tão rápida? Mas esta é uma análise superficial da situação. Como falei, eu estava comprometido com a fé reformada desde 2002 (fim dos 16, início dos 17), e assim partilhava de muitos pontos em comum com os irmãos presbiterianos. Além disso, o seminário que cursei se chamava Instituto Superior de Teologia Reformada. Tratava-se de uma instituição fundada e mantida por pastores presbiterianos - hoje meus colegas de presbitério. A minha perspectiva era a de um batista reformado, pura e simplesmente. Deste modo, eu poderia muito bem caminhar na igreja batista, e pensar de maneira &quot;diferente&quot; do &lt;i&gt;mainstream&lt;/i&gt;. A diferença, então, ficava basicamente por conta da forma de governo, e dos sacramentos. No meu exame com os pastores batistas - a &quot;sabatina teológica&quot;- demonstrei que a compreensão presbiteriana do batismo não era algo escandaloso para mim - pelo contrário, eu compreendia a validade do argumento aliancista, e reconhecia que era consistente. Falei tudo isso claramente, e ainda assim fui ordenado pastor batista. Não escondi nada de ninguém, e nem os pastores batistas acharam problemas nisso. A questão do governo era secundária, como ainda penso hoje. Ela tem sua importância em termos administrativos, e precisa representar fidelidade aos elementos bíblicos - a presença de presbíteros e diáconos, ainda que se queira dar outro nome -, mas penso que há liberdade para as denominações terem sua forma de governo. Por isso, eu tinha consciência tranquila de que poderia ser um pastor batista, e que não estava distante dos presbiterianos. Talvez a grande questão seja que, para o observador de fora, é necessário uma grande transformação de mentalidade para alguém deixar de ser batista e se tornar presbiteriano. No meu caso não houve. Creio que Deus trabalhou comigo de modo gradual, desde 2002, de modo que em 2010 - 8 anos depois - os conceitos estavam consolidados e eu poderia mudar sem grandes crises ou rompimentos bruscos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os olhos repassam a resposta, e as mãos ansiosas sobre o teclado se prontificam a reescrever qualquer linha. O assunto já causou polêmica, é melhor escrever com cautela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;BJC&lt;/b&gt;: Algum arrependimento nesse processo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Allen&lt;/b&gt;: Nenhum. Pelo menos não que eu lembre. Não quero dar a impressão que não cometi erro algum, porque é possível e provável que alguma coisa eu tenha feito de errado. Mas ao mesmo tempo eu creio que Deus conduziu a transição de modo tão perfeito, que eu não consigo imaginar algo que poderia ser melhorado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;BJC&lt;/b&gt;: E a recepção na IPB? Como se deu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Allen&lt;/b&gt;: Aqui precisamos analisar de dois modos. No presbitério eu passei por todos os procedimentos adequados, como uma nova sabatina teológica - duas no mesmo ano! - e a pregação. Como muitos dos pastores ali haviam sido meus professores, e outros era meus amigos, fui recebido muito bem. O segundo caso é o da igreja local - a Igreja Presbiteriana do Renascença. Falo em &quot;modos&quot; diferentes porque primeiro fui recebido no presbitério, e depois designado pastor auxiliar da IPR. Mas ali também fui muito bem recebido. A igreja me conhecia pelo menos de rosto, porque desde 2003 eu participava anualmente do Encontro da Fé Reformada - que na época ainda nem tinha esse nome. No último ano fiquei ainda mais próximo, dando palestras e pregando algumas vezes naquela igreja. Os irmãos me receberam muito bem e até hoje me sinto bem acolhido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;BJC&lt;/b&gt;: Você consegue notar alguma diferença entre ser pastor na igreja batista e na IPB?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Allen&lt;/b&gt;: Não posso falar de modo genérico, porque desconheço a realidade de outras cidades e estados, mas noto grande diferença em termos de liberdade para trabalhar a partir dos pressupostos reformados. Infelizmente, na igreja batista eu fazia um duplo esforço - o de lutar por um lugar para a perspectiva reformada, e então poder ensinar algo dela. Gastava-se mais energia até chegar ao ensino ou ministério propriamente dito. Na IPB a experiência tem sido diferente: por haver um compromisso institucional com a cosmovisão reformada, o ministério tem &quot;fluído&quot; mais tranquilamente. Não quero dar idéias erradas: não demonizo a igreja batista, e nem &quot;romantizo&quot; a presbiteriana: a minha experiência foi desta maneira, mas posso citar o exemplo de igrejas como a Batista da Graça, em São José dos Campos, na qual o ministério brota da abordagem reformada sem problemas. Ao mesmo tempo, sei que é possível um pastor presbiteriano ter dificuldades para exercer o ministério reformado em alguma igreja com maior influência arminiana, pentecostal ou etc. Além disso, cada igreja possui as suas lutas, então sempre há o que trabalhar, e a perfeição é inexistente deste lado do céu. Outra diferença notável é o grau de companheirismo e amizade entre os pastores não apenas da mesma igreja, mas do presbitério. O nosso café reformado - um encontro semanal - ilustra bem o ponto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;BJC&lt;/b&gt;: Como você avalia, então, este primeiro ano como pastor presbiteriano?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Allen&lt;/b&gt;: Foi um ótimo ano. Creio que ainda estou me adaptando e aprendendo elementos práticos da estrutura conciliar, mas a experiência como um todo tem sido boa demais. Trabalhar com a pregação expositiva da Palavra é desafiador e enriquecedor; acompanhar os jovens e demonstrar as riquezas do evangelho tem sido muito bom; aconselhar pessoas a partir de uma perspectiva voltada para o coração tem produzido bons frutos; conversar com o conselho - Pbs. Eli, Antenor e Fabiano, meu pastor - o Rev. Ilmar -, e os companheiros de ministério - Rev. Cleomárcio, Rev. Adenauer, Rev. Emílio, Rev. Diogo -, tem sido encorajador; e, finalmente, plantar a igreja no Araçagy tem sido uma experiência inigualável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;BJC&lt;/b&gt;: O trabalho de plantação está caminhando bem, então?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Allen&lt;/b&gt;: No seu ritmo, sim. Não há pretensões megalomaníacas. Queremos apenas que Deus nos envie as pessoas que Ele tem para nós. E enquanto isso seremos fiéis em ensinar a Escritura. Queremos uma experiência real de comunidade, para que haja beleza em nossa confissão e em nossa vida. Este é um trabalho que leva tempo, e nós não temos pressa. Deus está fazendo acontecer, isso nos basta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEignXvbPvz36knt0Bkyg2H7M5zHQPmRqE3JUzfY5Efg4RM4X8cI9Z_hzSBOruhXCCwWIUwc1OS1mliAoiG7gyEfm2b7TJQUQa0FNNLHJPFGFtbFYrtNE3j5oXG_Jhk10fCpbMMEFJSK6tOj/s320/056.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEignXvbPvz36knt0Bkyg2H7M5zHQPmRqE3JUzfY5Efg4RM4X8cI9Z_hzSBOruhXCCwWIUwc1OS1mliAoiG7gyEfm2b7TJQUQa0FNNLHJPFGFtbFYrtNE3j5oXG_Jhk10fCpbMMEFJSK6tOj/s320/056.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;recebido na IPB&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;b&gt;BJC&lt;/b&gt;: Faltou alguma coisa?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Allen&lt;/b&gt;: E isso lá é pergunta que um entrevistador faça?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;BJC&lt;/b&gt;: Quem faz as perguntas aqui sou eu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Allen&lt;/b&gt;: E/ou eu. Mas, respondendo, sim, faltou. Existe uma dimensão do ministério pastoral que talvez não seja tão mencionada quanto necessário, e eu me refiro ao elemento familiar. Junto com o primeiro ano de IPB, eu experimento o primeiro ano como casado. O que poderia ser um desafio foi, na verdade, fonte de graça e oportunidade de crescimento. Encontrei em minha esposa - Ivonete Porto - grande apoio, compreensão e ajuda nessa caminhada. Creio que é preciso sabedoria neste ponto. Alguns dizem que a vocação é do casal, ao que eu respondo: sim e não. A vocação para o ministério pastoral é do homem, exclusivamente. Mas a esposa está envolvida na situação, de modo que foi vocacionada para ser esposa do pastor, e assim abraçar as circunstâncias que decorrem deste chamado. Na parte que lhe cabe, ela vai muito bem, e isso, mais uma vez, traz gratidão e beleza ao nosso relacionamento e serviço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;BJC&lt;/b&gt;: Obrigado pelo bate-papo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Allen&lt;/b&gt;: Eu que agradeço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim terminou a conversa. Não mais ele registrando a hipotética entrevista, mas atuando como narrador e revisor, fechando o texto para logo postá-lo no blog.&lt;br /&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2011/12/1-ano-como-pastor-da-ipb.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYI6VV4eRC6nXoiZz0rdjpK5wAGSEcoNiUHQr6FrZXykvotUU3W_OkxgytJyDgqliYBCnOssm10m2Vh8tsvdAPok7KKFNNh-g05I-sSGMNg_CIKkLvlHCIA1LlJ6hpOZppSeINo5mOYFmY/s72-c/ordenacaoIBR.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-8535989009700287989</guid><pubDate>Tue, 13 Dec 2011 03:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-13T00:58:35.656-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">a Bíblia</category><title>Contribuição BJC: Dia da Bíblia - e qual será o dia da leitura? - Por Rodrigo Anselmo da Silva</title><description>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;    0   0   1   507   2890   Home   24   6   3391   14.0          &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt; &lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;    Normal   0           false   false   false     PT-BR   JA   X-NONE                                                   &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;                                                                                                                                                                                                                                                                                       &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt; &lt;!--[if gte mso 10]&gt;&lt;style&gt; /* Style Definitions */table.MsoNormalTable	{mso-style-name:&quot;Table Normal&quot;;	mso-tstyle-rowband-size:0;	mso-tstyle-colband-size:0;	mso-style-noshow:yes;	mso-style-priority:99;	mso-style-parent:&quot;&quot;;	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;	mso-para-margin-top:0cm;	mso-para-margin-right:0cm;	mso-para-margin-bottom:10.0pt;	mso-para-margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:Calibri;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-ascii-theme-font:minor-latin;	mso-hansi-font-family:Calibri;	mso-hansi-theme-font:minor-latin;}&lt;/style&gt;&lt;![endif]--&gt; &lt;!--StartFragment--&gt;&lt;p&gt;No menu &quot;contribua&quot; do BJC, h&amp;aacute; a sugest&amp;atilde;o de que outras pessoas enviem seus textos, que, ap&amp;oacute;s an&amp;aacute;lise, podem ser publicados por aqui. Isso n&amp;atilde;o significa que eu concorde com tudo o que &amp;eacute; publicado, mas que h&amp;aacute; algo importante a ser pensado no texto. Foi assim que o brother Rodrigo Anselmo da Silva me enviou o texto abaixo, refletindo a respeito do dia da B&amp;iacute;blia e seu significado concreto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ele &amp;eacute; membro da Igreja Batista Plenitude, em S&amp;atilde;o Lu&amp;iacute;s, e deveria criar um blog para compartilhar seus pensamentos! =)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Obrigado, Rodrigo! Eis o texto:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;* * *&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt; font-family: Tahoma; mso-bidi-font-family: Tahoma;&quot;&gt;DIA DA B&amp;Iacute;BLIA &amp;ndash; E qual ser&amp;aacute; o dia da leitura? &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Por&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;strong&gt;Rodrigo Anselmo da Silva &amp;ndash; Membro da Igreja Batista Plenitude&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; font-family: Tahoma; mso-bidi-font-family: Tahoma;&quot;&gt;Hoje, dia 11.12, &amp;eacute; de costume no meio evang&amp;eacute;lico se comemorar o dia da B&amp;iacute;blia. N&amp;atilde;o vou me deter no fato de que a Palavra de Deus &amp;eacute; muito maior do que qualquer data ou at&amp;eacute; figura cronol&amp;oacute;gica simb&amp;oacute;lica, de modo que n&amp;atilde;o acho nada demais ter um dia para esta comemora&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Assim como n&amp;atilde;o penso que esta atitude seja relevante a ponto de se criar na cultura atual uma import&amp;acirc;ncia para as Escrituras Sagradas, a partir dessa comemora&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;img style=&quot;float: left;&quot; src=&quot;http://www.hem-of-his-garment-bible-study.org/image-files/bible-studying-pen-papger.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;349&quot; height=&quot;233&quot; /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; font-family: Tahoma; mso-bidi-font-family: Tahoma;&quot;&gt;O que sempre me impressionou nesses quase 18 anos de protestante e batista, &amp;eacute; o grande apelo e incentivo verdadeiro a leitura, pr&amp;aacute;tica e observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ensino da B&amp;iacute;blia, e este coment&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o &amp;eacute; , nem de longe, contr&amp;aacute;rio a esta afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas, sinceramente, digo que um dos dias - e sempre pensei nisso - que os crentes mais deixaram de ler individualmente a palavra de Deus, &amp;eacute; o domingo. N&amp;atilde;o nesse domingo, dia 12.11, mas aos domingos, e apresso-me em explicar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; font-family: Tahoma; mso-bidi-font-family: Tahoma;&quot;&gt; Vamos analisar: quando chegamos na igreja pela manh&amp;atilde;, vamos para o culto e depois a EBD, ou se aplica a ordem inversa. De qualquer forma, mesmo sem perceber, j&amp;aacute; passou o primeiro momento que, de forma geral, n&amp;oacute;s dever&amp;iacute;amos fazer nossa devocional (sim aquela que tentamos realizar diariamente assim que acordamos). O qu&amp;ecirc;? Devocional no domingo? &amp;Eacute; isso mesmo: voc&amp;ecirc; j&amp;aacute; parou pra pensar que este dia &amp;eacute; quase que retirado da lista de vida devocional di&amp;aacute;ria, como se n&amp;atilde;o fizesse parte da semana? Por&amp;eacute;m, &amp;eacute; o &lt;strong&gt;primeiro dia da semana&lt;/strong&gt;! E digo mais: &amp;agrave;s vezes na liturgia do culto n&amp;atilde;o h&amp;aacute; um momento para os presentes irm&amp;atilde;os abrirem a B&amp;iacute;blia, pois os textos geralmente v&amp;ecirc;m projetados - via data show ou impressos no boletim. Ent&amp;atilde;o vem a pergunta: isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; retirado da B&amp;iacute;blia? N&amp;atilde;o &amp;eacute; v&amp;aacute;lido? Sim, &amp;eacute;, &lt;strong&gt;mas veja que o contato propriamente dito&lt;/strong&gt; com a Escritura j&amp;aacute; come&amp;ccedil;a, desde cedo, a ser esquecido. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; font-family: Tahoma; mso-bidi-font-family: Tahoma;&quot;&gt;Infelizmente v&amp;aacute;rias vezes a pr&amp;oacute;pria prega&amp;ccedil;&amp;atilde;o - por falta de &quot;tempo num culto muito longo&quot; &amp;eacute; pouco preenchida pela leitura da Palavra de Deus. Ap&amp;oacute;s o culto matinal, as fam&amp;iacute;lias v&amp;atilde;o almo&amp;ccedil;ar, por volta das 15h voltam ao lar doce lar e descansam para depois de algumas horas estarem de novo em atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o ministerial e assistindo (ou prestando) culto. E mais uma vez, quase n&amp;atilde;o lemos a B&amp;iacute;blia no domingo a tarde, &amp;eacute; incr&amp;iacute;vel. Ent&amp;atilde;o restam ainda dois hor&amp;aacute;rios, o culto da noite, que geralmente &amp;eacute; no sentido de um culto mais evangel&amp;iacute;stico, dado ao n&amp;uacute;mero de visitantes ser geralmente maior do que o matinal, ent&amp;atilde;o l&amp;ecirc;-se uma por&amp;ccedil;&amp;atilde;o b&amp;iacute;blica maior, prega-se o evangelho e - em algumas igrejas - ocorre o momento do apelo....percebeu que em termos de liturgia, o &lt;strong&gt;abrir individual da Palavra do Senhor&lt;/strong&gt; foi mais uma vez esquecido? Nos dias de domingo, &amp;eacute; muito pouco usual esta pr&amp;aacute;tica. Voc&amp;ecirc; j&amp;aacute; havia refletido nesta quest&amp;atilde;o? E n&amp;atilde;o se trata do domingo em si, como se este fosse amaldi&amp;ccedil;oado ou coisa parecida, mas &amp;eacute; que o foco dos momentos de celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o em comunidade, &lt;strong&gt;s&amp;atilde;o rasos&lt;/strong&gt; no que diz respeito ao ensino e leitura das Escrituras Sagradas, isso na minha vis&amp;atilde;o &amp;eacute; um fato e n&amp;atilde;o somente de hoje, n&amp;atilde;o necessariamente pra todas as igrejas e denomina&amp;ccedil;&amp;otilde;es claro, mas &amp;eacute; &lt;strong&gt;quase unanimidade&lt;/strong&gt;. Ent&amp;atilde;o, depois do culto sempre cai bem uma ida em grupo ao uma boa rede de &lt;em&gt;fast food&lt;/em&gt; e ao chegar em casa, voc&amp;ecirc; e eu, temos o h&amp;aacute;bito de ler a B&amp;iacute;blia antes de dormir, depois de tanto cansa&amp;ccedil;o e ativismo di&amp;aacute;rio e semanal? &lt;strong&gt;PENSE NISSO!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;!--EndFragment--&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2011/12/contribuicao-bjc-dia-da-biblia-e-qual.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-5960362480218708334</guid><pubDate>Mon, 05 Dec 2011 20:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-05T17:33:29.579-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">a Bíblia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">o Jornal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ortodoxia Humilde</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Provocações</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Recortes Apologéticos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tragédias Emergentes</category><title>Jovens espirituais</title><description>&lt;br /&gt;
Sentei com alguns jovens no último fim de semana para conversar sobre o tema “atuação jovem: juventude e espiritualidade&quot;. Sou crítico das noções contemporâneas de “juventude”, e de “espiritualidade”, como é possível perceber de posts anteriormente publicados aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;A idéia atual de juventude é excêntrica. “O mundo é dos jovens”, dizem. Verdade? De fato, o mercado se voltou para “a juventude” como o público por excelência. De algum modo são os jovens que determinam a pauta cultural – cinema, televisão, música, roupas, e expressões religiosas são remodeladas para alcançar essa faixa etária. Os “crentes” não ficam de fora – o formato de muitas, se não da maioria, das igrejas evangélicas é voltado para agradar ao público jovem. Músicas &quot;pulsantes”, luz e efeitos visuais, estilo de pregação, e tudo o mais são dotados daquele estilo afetado de quem deseja ser ou parecer jovem a qualquer custo. Já falei sobre como é ridículo ver pessoas de 50 anos ou mais tentando se portar como se estivessem na casa dos 20, ou afirmando histericamente que possuem “espírito jovem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://juventude.gov.pt/Eventos/EducacaoFormacao/PublishingImages/DICRI/YouthPass%5B1%5D.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;214&quot; src=&quot;http://juventude.gov.pt/Eventos/EducacaoFormacao/PublishingImages/DICRI/YouthPass%5B1%5D.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Presumimos que a cultura esteja certa, e entramos de cabeça no movimento sem questionar os seus pressupostos e resultados. Para não me deter muito no ponto, simplesmente posso questionar a idéia da centralidade dos jovens em uma comunidade a partir do que as Escrituras ensinam sobre a ordem natural de que os mais velhos têm primazia e ensinam os jovens. Não importa se o número de jovens é dez ou vinte vezes maior do que o de idosos, estes ainda precisam se sentar aos pés deles para aprender. Não quero dar a falsa impressão de que todos os idosos são sábios e de que não há espaço algum para os jovens na cultura e na igreja. Há muito espaço. Mas o clima cultural exige reflexão e equilíbrio. O outro ponto é que o resultado de uma cultura centrada nos jovens tende a privilegiar a imaturidade e seus desdobramentos, apenas porque vêm embalados no pacote “cool” da juventude. Somos tolos, mas temos estilo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;O outro tema problemático é a noção de espiritualidade. O termo é tão abrangente que se faz comum fora da igreja cristã. Mais e mais as celebridades falam de sua “espiritualidade” - normalmente uma mistura da prática de ioga, com algum cristal na mesa de centro da sala, e talvez o uso de roupas brancas a cada virada de ano. Os mais intensos se dedicam às práticas neopagãs do esoterismo, ou adentram o espiritismo. E por último vêm os frequentadores esporádicos de missas e cultos. São espirituais, mesmo que não saibam definir propriamente o termo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;O problema cultural é que o termo espiritualidade hoje se refere a um tipo de expressão subjetiva que forneça um sentimento de elevação do espírito, independentemente de um conteúdo de fé. Na cultura contemporânea, ser espiritual é sentir-se bem, sem credos ou doutrinas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://blog.telecine.globo.com/platb/files/1076/2010/10/jackass3d.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;237&quot; src=&quot;http://blog.telecine.globo.com/platb/files/1076/2010/10/jackass3d.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;A sabedoria jovem&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Aqui os evangélicos entram. O “mantra” cristão dos nossos dias é “ser espiritual sem ser religioso”. Por religioso, pretende-se falar da religião institucional e suas formas – credos, doutrinas, liturgias, orações, hierarquias, etc. Os crentes de nossos dias querem reivindicar o direito de sentir elevação espiritual sem ter de se submeter a qualquer forma. Ser espiritual é algo interno, é sentir e expressar amor, é viver bem com os outros, e outras expressões tão abrangentes quanto vazias. Quanto mais lacônico melhor. A espiritualidade contemporânea é amiga da ambiguidade e da vaguidão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Os “espirituais” do nosso tempo são inimigos do que é formal – da religião institucional. Aqui jaz mais um problema. Jesus deixou uma igreja, que se reunia regularmente nas casas e no templo. Uma igreja que possuía hierarquia – apóstolos, evangelistas, pastores-mestres. Uma igreja que tinha orações formais, como a do Pai nosso. Uma comunidade que repetia continuamente os sacramentos do batismo e da ceia. Um corpo de pessoas que possuíam liturgia definida e ordenada pelos apóstolos, composta de orações, confissão de pecados, leitura da Bíblia, pregação, e sacramentos. Uma igreja que perseverava na doutrina dos apóstolos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: left; margin-right: 1em; text-align: left;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://prayingwithevagrius.files.wordpress.com/2011/09/im_not_religious_im_spiritual_tshirt-p235917091278210211o8um_400.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://prayingwithevagrius.files.wordpress.com/2011/09/im_not_religious_im_spiritual_tshirt-p235917091278210211o8um_400.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Pra quê estudar a Bíblia se eu posso &lt;br /&gt;apenas viver bem com o vizinho?&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Como é possível espiritualidade sem conteúdos de fé? Alguém pode sentir elevação espiritual ouvindo música instrumental, ou mesmo ter uma experiência estética com a beleza de uma canção que, em sua essência, nega a verdade de Deus. Tal elevação espiritual representa espiritualidade saudável? Viver bem com os outros, sem expressar fidelidade à Palavra de Deus é ser espiritual? Rejeitar a igreja de Deus é ser espiritual?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Finalmente, o outro lado da moeda é uma espiritualidade provida de formas espetaculares. Espiritualidade, especialmente nas comunidades carismáticas, pentecostais e neopentecostais é medida em termos de “ação poderosa do Espírito Santo” por meio de dons: línguas, visões, sonhos, profecias, milagres, curas, expulsões de demônios, e fenômenos semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Nesse aspecto, a espiritualidade é retirada do contexto comum da vida, e colocada em um patamar de excentricidade, por meio da qual só há elevação espiritual em momentos pontuais de fenômenos impressionantes. São deixados de lado os elementos comuns e ordinários da vida, de modo que a busca por espiritualidade se transforma na busca pela capacidade de realizar tais feitos, não importa o custo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Novamente, creio que o ensino bíblico se distancia de tal perspectiva. O crente espiritual não é o que mais realiza fenômenos espetaculares, mas o que vive no dia a dia submetido aos conteúdos da fé cristã – a Palavra de Deus. É aquele que simplesmente cresce aos poucos em suas lutas com pensamentos impuros e a pornografia. Ou a mulher que vence gradualmente suas lutas contra os impulsos de fofoca e insubmissão. É o pastor que cresce em humildade diante da igreja, e não exerce seu ministério como forma de manipulação, mas de serviço. São os maridos que crescem em compreender a aliança feita com sua esposa sob o Senhor, e se comprometem a honrar a aliança e amá-la sacrificialmente. São os desconhecidos que crescem em falar a verdade em amor, em amar a Bíblia e praticá-la, em educar seus filhos no temor do Senhor, em trabalhar diligente e honestamente, tudo para a glória de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Deste modo, percebemos que uma conversa sobre juventude e espiritualidade hoje precisa passar por uma compreensão da cultura quanto a estes itens, para desafiar os pressupostos do nosso tempo, dentro e fora da igreja, a partir da Bíblia. Precisa passar, também, pela compreensão da obra completa de Jesus na cruz e os seus desdobramentos para a vida do cristão hoje. Só é espiritual quem crê em Jesus – o conteúdo da fé cristã. Toda a nossa “vida espiritual” brota da cruz. Nosso crescimento não é forjado por nosso esforço, mas pela graça de Deus. Finalmente, compreendendo a cultura e a obra completa de Jesus, existe uma resposta existencial necessária – eu me aplicarei a viver conforme os mandamentos do Senhor, não por minhas forças, mas pela fé em Jesus, e pela graça dele. Eu me comprometo a, assim como entreguei a minha vida e fui tomado pelo meu Senhor, manifestar concretamente o senhorio de Jesus sobre todas as áreas de minha vida. Enfrentarei dificuldades nesta caminhada, e sei que, por causa do meu pecado, não conseguirei fazer isso plenamente neste tempo, mas sigo com esperança no evangelho, confiando nas promessas de Deus, e na graça que me é dada.&lt;br /&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2011/12/jovens-espirituais.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-2328293849306581713</guid><pubDate>Tue, 29 Nov 2011 03:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-04T16:46:23.778-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">alertas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">o Jornal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Provocações</category><title>Notas sobre liderança</title><description>Cada vez tenho mais o &lt;em&gt;feeling&lt;/em&gt; de que não é papel do líder projetar a &quot;visão&quot; ou o que o valha. Cabe a ele indicar a direção, e isto basta.&lt;br /&gt;
• • •&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://www.ideachampions.com/weblogs/leadership-kouzas.jpg&quot; style=&quot;border: 0; float: left;&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
Tenho visto líderes cristãos que projetam uma visão e buscam alcançá-la &lt;em&gt;a despeito das&lt;/em&gt; pessoas de sua igreja. Ora, qualquer &quot;visão&quot; para a igreja que desconsidere o &quot;material&quot; de que ela é feita - pessoas - não é senão um instrumento de sua destruição, e assim, mais uma &quot;visão&quot; demoníaca do que obra de Deus.&lt;br /&gt;
• • •&lt;br /&gt;
Nada contra líderes buscarem ferramentas técnicas a fim de aprimorar suas habilidades de gerenciamento, comunicação, planejamento, etc; mas, por óbvio que pareça a coisa tem que ser dita: a ferramenta fundamental do líder é a Sagrada Escritura e a teologia que dela brota. Por ser uma obra essencialmente do Espírito Santo, a liderança bíblica perdoa falhas técnicas e o uso de terminologia não-especializada; perdoa as dificuldades de gerenciamento e o fato de não se usar planilhas ou algo do tipo; mas a perspectiva saudável sobre um líder não perdoa a falta de conhecimento e vida conforme as Escrituras. Por isso, se em algum momento for necessário optar por uma das coisas - e eu espero que esse momento não chegue em sua vida - escolha a Escritura e a Teologia sem titubear.&lt;br /&gt;
Um ótimo técnico sem a Palavra lidera pessoas, na melhor das hipóteses ao nada, e na pior, ao inferno.&lt;br /&gt;
Um técnico não tão bom, mas cheio da Palavra, lidera pessoas segundo a sabedoria do alto.&lt;br /&gt;
• • •&lt;br /&gt;
Também acho que ignorar ferramentas úteis de operacionalização do trabalho é bobagem. E vejo que os reformados fazem isso em nome de preservar &quot;boa teologia&quot;, como se esta fosse ameaçada por aquela. E isso me incomoda um pouco, pois vejo eventos como o Global Leadership Summit, organizado por Bill Hybels e Willow Creek, que vende sob o título de &quot;liderança&quot; materiais como o de &lt;a href=&quot;http://www.apologeticsindex.org/j11.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;T.D. Jakes, que tem causado alguma controvérsias por seu credo e suas declarações com relação à doutrina da Trindade&lt;/a&gt;, e o das &quot;pastoras&quot; e &quot;reverendas&quot; que por lá passam.&lt;br /&gt;
Não me entendam mal, não sou de todo contra o evento. Pessoas boas já passaram por lá, como Tim Keller. Provavelmente há alguma palestra boa no evento deste ano. Mas se trata de auto-sabotagem (com a licença do novo acordo ortográfico) deixar de lado as lições mais essenciais sobre liderança (no caso de um pastor, fidelidade à Escritura - a doutrina da Trindade é uma das questões fundamentais para se definir um cristão; e no caso de uma &quot;pastora&quot; ou &quot;reverenda&quot;, ignora-se ou se viola diretamente o ensino bíblico a respeito dos papéis na igreja). Como um evento pretende falar sobre liderança se não demonstra conhecer ou respeitar o &quot;abc&quot; dela?&lt;br /&gt;
• • •&lt;br /&gt;
Ao mesmo tempo, tenho muita esperança nos líderes que Deus levanta. Isto se dá, basicamente, porque a esperança está em Deus, e assim se desdobra sobre os Seus chamados. Deus continua a pastorear a Sua igreja, e a capacitar pessoas com poder do alto para servir a igreja. A promessa e os desdobramentos do evangelho nos alimentam de fôlego e ânimo para encontrar gente comum, com dificuldades e lutas, mas sendo talhada e trabalhada para conduzir pessoas.&lt;br /&gt;
• • •&lt;br /&gt;
Tudo isso me fala sobre o realismo bíblico. Não há utopias sobre &quot;líderes perfeitos&quot;, e nem cinismo do tipo &quot;acabou a liderança&quot;. Há pessoas reais, em um mundo real, afetado pela queda, mas também pela redenção.</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2011/11/notas-sobre-lideranca.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-111129758868897186</guid><pubDate>Mon, 21 Nov 2011 19:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-21T17:12:07.344-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">a Caneta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Artes</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônicas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">o Jornal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Provocações</category><title>Beleza, unidade e sentido</title><description>&lt;br /&gt;
Em 1979, Francis Schaeffer e Colin Duriez trocaram correspondências a respeito da doença do fundador de L&#39;Abri. Em 1984 ele faleceria, como resultado do câncer. Mas na carta escrita por Schaeffer naquele período havia uma belíssima declaração:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;i&gt;Como é bom ter uma teologia na qual não há tensão entre usar a melhor medicina possível e olhar diretamente para o Senhor, buscando a resposta das orações. (Duriez, Francis Schaeffer: an authentic life, p.196 - kindle edition)&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Isso poderia abrir uma interessante discussão sobre medicina, fé e oração, mas pretendo apontar a direção que, eu creio, Schaeffer pretendia enfatizar. No pensamento cristão consistente, não há dicotomias ou uma separação entre o campo da &quot;graça&quot; e o da &quot;natureza&quot; - uma distinção entre as coisas comuns da vida e as coisas &quot;espirituais&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os desdobramentos deste ponto são imensos. Schaeffer demonstrou como ele poderia buscar o melhor da medicina e se voltar a Deus em oração simultaneamente, sem crise de que um &quot;devorasse&quot; o outro, por não haver contradição. Do mesmo modo um cristão pode pedir a Deus pela provisão, e trabalhar duramente, compreendendo a unidade entre as duas coisas. Alguém pode (e deve!) ler a Bíblia sem considerar este um momento distante do resto da vida; pelo contrário, como o salmista, toda a experiência da vida no dia a dia passa a ser um exercício de interpretação e aplicação bíblica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: left; margin-right: 1em; text-align: left;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjO7Beryw8owyV8mVq1mZ_6unXj3jL7al6zMrXG2IT3u8RRYYi6fBGLQljLz-STJ9LHXjyaz6ii57_BUT3aX_8It8KueS1vYty8Ds0dZDNUD_xVhPAiXF6_ngr4-1sG1wVPhdobBemTogde/s1600/Festival_baixo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;213&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjO7Beryw8owyV8mVq1mZ_6unXj3jL7al6zMrXG2IT3u8RRYYi6fBGLQljLz-STJ9LHXjyaz6ii57_BUT3aX_8It8KueS1vYty8Ds0dZDNUD_xVhPAiXF6_ngr4-1sG1wVPhdobBemTogde/s320/Festival_baixo.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Luiz Rosa no palco. O centro histórico em flor.&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Há, no entanto, ainda um ponto específico que eu gostaria de ressaltar. Refiro-me ao grau de enriquecimento da vida em termos de significado e beleza quando esta unidade é percebida e experimentada. Quero ilustrar com a minha experiência da última semana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi realizado em São Luís o 3º festival internacional de contrabaixo, com grandes nomes do instrumento, como o maranhense Mauro Sérgio, o divulgador da coisa no Brasil inteiro - Celso Pixinga, e os norte-americanos &lt;a href=&quot;http://www.stinnettmusic.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Jim e Grant Stinnett&lt;/a&gt; (Jim é professor da Berklee - conceituada faculdade de música em Boston), Todd Johnson, e Shane Alessio, além do baterista e jazzista Dom Moio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você parte de uma visão fragmentada da realidade, o festival poderia despertar algumas posturas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Não é algo &quot;espiritual&quot;, portanto não irei&lt;br /&gt;
2. Não é algo &quot;espiritual&quot;, mas é algo &quot;comum&quot;, então irei e aproveitarei como algo separado do reino da graça&lt;br /&gt;
3. É &quot;espiritual&quot;! Deus está ali falando e se revelando a partir da cultura - o abalo existencial provocado pela música é a Revelação de Deus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As duas primeiras colocam o show no reino da &#39;natureza&#39;, com respostas diferentes. Por ser algo &quot;comum&quot; (não-espiritual), a primeira resposta considera algo desprezível, ou age com indiferença. Há muitos que vivem de modo empobrecido, por não desenvolverem interesse pela criação de Deus em sua variedade. A beleza das artes, a criatividade humana, as profissões e vocações, são todas diminuídas em sua importância pela preferência das coisas &quot;espirituais&quot; - talvez oração e leitura da Bíblia. O cristão nessa perspectiva tem pouca liberdade de vida. É escravo da &quot;vida espiritual&quot;, e assim vive sem prazer durante toda a semana, até que chegue o domingo, ou então cria atividades eclesiásticas todos os dias para justificar a sua existência. Essas são as pessoas conhecidas como fanáticos, ou limitados em suas conversas (monotemáticas). Pessoas que, mesmo valorizando as disciplinas espirituais, definiram o escopo de aplicação das Escrituras e limitaram a experiência de adoração na vida. No esforço de tanto glorificar ao Senhor, o fazem menos do que deveriam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A segunda resposta tenta encontrar o prazer através do &quot;salto&quot;. O festival de baixo continua sendo não-espiritual, mas será desfrutado dentro do seu campo secular. Afinal, as coisas de Deus são aproveitadas aos domingos, e as coisas seculares regulam o resto da vida. Esse tipo de cristão pode ser mais versado e articulado no resto das expressões culturais; pode valorizar as artes e as profissões; pode ter a ciência e a filosofia em grande estima, mas tudo às custas da exclusão da Palavra de Deus. Ele busca o valor de cada elemento separado de Deus, e assim também empobrece a sua experiência de vida. Tem um universo de particulares desconectados e sem sentido último. O festival de baixo não tem propósito último e não está ligado ao todo da vida, é apenas mais uma oportunidade solta de satisfação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O terceiro a responder se aproxima de uma perspectiva Tillichiana (de Paul Tillich e sua teologia da cultura). Ele ainda pensa de modo fragmentado, mas agora eleva a arte ao patamar de cima - o reino do sagrado, ou da graça. Na medida em que as artes o tocam profundamente, e que o seu espírito é alimentado pela beleza dos sons e cores, ele atribui a isto o mesmo peso da Revelação Divina, considerando tal &quot;abalo existencial&quot; como Palavra de Deus. O resultado disso é uma grande abertura cultural, mas a perda da autoridade bíblica, que foi nivelada a qualquer experiência significante. A voz de Deus nas Escrituras é abafada e perdida em meio à adoração das artes e expressões culturais. O cristão passa a ser alguém confuso, direcionado pela estética e sem conteúdos reais de fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghy1V2RZFqutR0OHyfxHQd-tMrglx5vThCw7icqdyBZQMPaj8xsgr4X3v8f8oShE4Fu1PH_nMs47q36qLITu9QHaxiXHrGHsR5ysziezBkQ-iVQ6UP6r5H6F46SBm5_nAOKK7A90Oo7S_c/s1600/Festival_baixo+%25281%2529.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;213&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghy1V2RZFqutR0OHyfxHQd-tMrglx5vThCw7icqdyBZQMPaj8xsgr4X3v8f8oShE4Fu1PH_nMs47q36qLITu9QHaxiXHrGHsR5ysziezBkQ-iVQ6UP6r5H6F46SBm5_nAOKK7A90Oo7S_c/s320/Festival_baixo+%25281%2529.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Jim Stinnett, Shane Alessio, Dom Moio e Todd Johnson&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Contra tudo isso está a perspectiva integrada do cristianismo consistente. Um &lt;i&gt;show&lt;/i&gt; é um &lt;i&gt;show&lt;/i&gt;:&amp;nbsp;Embora haja abalos existenciais e a beleza de tudo aquilo seja tocante, não é a Palavra de Deus. Mas não é por que há distinção entre a beleza do evento e a Revelação, que o festival não tem valor. Pelo contrário, em uma visão unificada da vida, o show tem verdadeiro valor e significado, porque as artes e expressões culturais são instrumentos da graça comum, e apontam para uma beleza e riqueza eternas, encontradas unicamente em Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu experimentei um pouco disso. Pude ouvir um grande som, e alimentar não apenas os ouvidos, mas os olhos com a paisagem do centro histórico de São Luís, em uma experiência de beleza tocante. A presença de amigos e de minha esposa tornaram a coisa ainda mais prazerosa e significante, e lá eu via e sentia gratidão a Deus: a vida em sua plenitude é experimentada quando Jesus é o ponto de referência e unificação. Tudo fazia sentido.</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2011/11/beleza-unidade-e-sentido.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjO7Beryw8owyV8mVq1mZ_6unXj3jL7al6zMrXG2IT3u8RRYYi6fBGLQljLz-STJ9LHXjyaz6ii57_BUT3aX_8It8KueS1vYty8Ds0dZDNUD_xVhPAiXF6_ngr4-1sG1wVPhdobBemTogde/s72-c/Festival_baixo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>7</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-6545374505892868850</guid><pubDate>Tue, 11 Oct 2011 01:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-21T17:09:50.226-03:00</atom:updated><title>Notas de um pregador caricato</title><description>&lt;br /&gt;
Eu fiquei seis anos em uma igreja que não tinha escola dominical pela manhã. Isso deve dizer alguma coisa sobre a minha facilidade de levantar aos domingos para ir à ebd (a igreja que hoje pastoreio tem tal atividade nas manhãs dominicais).&lt;br /&gt;
De todo modo, é sempre agradável estar lá, ainda que com o rosto inchado. As aulas normalmente são boas, e depois temos o momento da &quot;pastoral&quot; - uma espécie de pregação reduzida para toda a igreja.&lt;br /&gt;
A despeito do meu sono, existem várias coisas agradáveis no encontro de domingo pela manhã. Eu gosto do sol forte, de fazer caretas pra enxergar melhor - comprimindo os olhos como um japonês míope -, gosto das cores mais vivas que a manhã proporciona e dos diferentes tons de luz apresentados no salão principal e nas salas de aula. Gosto do clima de reencontro, mesmo que outras pessoas estejam tão ou mais sonolentas do que eu. E gosto do alimento espiritual que nos é fornecido.&lt;br /&gt;
Mas eu já estou no terceiro parágrafo e nada escrevi sobre o que realmente pretendia. No último domingo pela manhã fui o pregador - ou aquele que pronunciou a pastoral. Mesmo em formato reduzido, fiz uma salada de temas (ou um mosaico, se você for mais do tipo visual do que gastronômico), e expus o que tenho entendido ser a verdade bíblica em tais aspectos. Cumpridos os ritos (oração final, bênção, tríplice amém) estava encerrada a reunião da manhã e todos poderiam voltar para casa ou sair para o almoço dominical (outro elemento carregado de especial sentido).&lt;br /&gt;
Minha agradável surpresa foi ver uma adolescente da igreja se dirigindo em minha direção, para suavemente tocar o meu ombro e dizer: &quot;adorei a pastoral de hoje, pastor!&quot;.&lt;br /&gt;
O que eu teria falado que a moveu daquela maneira?&lt;br /&gt;
Tenho hipóteses:&lt;br /&gt;
1. Durante a pastoral, citei o nome de pessoas conhecidas no cenário brasileiro: &quot;Felipe Neto&quot; e &quot;Rafinha Bastos&quot;. Se você alguma vez já acessou o youtube, é possível que saiba quem é o primeiro, e se usa o twitter, é provável que conheça o segundo. Felipe Neto é uma febre entre adolescentes, e digo isso porque um dia antes uma garotinha de seus 12 anos me falava dele e imitava os seus gestos. Talvez o Rafinha tenha um público mais velho, mas já assisti uma troca de vídeos entre ele e uma adolescente, falando sobre gírias: ele é conhecido dos teens. Há grande possibilidade de que, por ter mencionado tais pessoas, a adolescente transferiu sua simpatia para com as celebridades em direção ao texto da pastoral.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;
&lt;iframe align=&quot;through&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;199&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/IpBDy3gMhw0&quot; width=&quot;250&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
2&lt;span style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;. &amp;nbsp;Sou, em certa medida, engraçado ao pregar. Eu uso as mãos como aqueles caras que ficam diante de um avião no aeroporto (aqueles com as placas fazendo sinais para liberar o vôo), falo a expressão &quot;em última análise&quot; a cada cinco minutos, por vezes faço sons estranhos entre uma frase e outra, e dou risadas, no púlpito, de questões que apenas eu acho engraçadas. O conjunto destes cacoetes faz de mim uma espécie de caricatura falante - como aquelas animações que apareciam no fim e início de cada bloco dos filmes da globo. Sou uma espécie de &quot;tirinha&quot; ambulante e pregadora (e agora começo a pensar porque minha esposa se apaixonou... o blog dela se chama IvoneTirinhas). É muito possível que tais marcas tenham tornado a pastoral engraçada para a adolescente, que a-do-rou!&lt;/span&gt;
Pois bem, eu não sei ao certo o que a fez curtir mais ou menos 30 minutos de uma quase-palestra sobre assuntos diversos (é pra ser reduzida, mas às vezes falamos pelo mesmo tempo de uma pregação regular). Mas ainda tenho um último chute: a combinação de meu estilo maluco de pregar, com a utilização de figuras conhecidas foram apenas uma parte da abordagem mais ampla de aplicar as verdades da Escritura ao contexto atual. O grande lance foi que, ao falar de modo autêntico sobre a conexão entre Felipe Neto, Rafinha Bastos e o ensino bíblico, formou-se uma ponte de comunicação entre mim e aquela garota. Sem ter estudado mais profundamente a respeito de hermenêutica bíblica, ela pôde ver as Escrituras se abrindo e o sentido das palavras ganhando vida para o seu cotidiano. O significado foi descoberto, e as aplicações direcionadas, de modo que talvez ela tenha saído dali espiritualmente alimentada. A questão não é se eu fui inteligente ou bom pregador, mas se Deus se agradou em abrir os seus olhos e permitir contemplar as maravilhas da lei do Senhor.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjSYKYf2ihmelDia_XaTjT7x_l9y3thMgriOHNfclwov3fuwaE77k2C5i-LwPPEd0aO9w6rsX3nl_X8FL_Ly8jlG9qCWTsRRgIGyWOQfJwfHizAHbg6bLcPGVYFZNc1bpZa6YxWhyBeU4We/s1600/302001867_03731def87.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;184&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjSYKYf2ihmelDia_XaTjT7x_l9y3thMgriOHNfclwov3fuwaE77k2C5i-LwPPEd0aO9w6rsX3nl_X8FL_Ly8jlG9qCWTsRRgIGyWOQfJwfHizAHbg6bLcPGVYFZNc1bpZa6YxWhyBeU4We/s320/302001867_03731def87.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Desejo muito profundamente que a terceira hipótese seja a verdadeira. Mas continuo pensando sobre como podemos comunicar a verdade de modo claro e honesto, apresentando Jesus para a cultura contemporânea sem necessariamente aderir às caricaturas atuais (usando desnecessariamente gírias para &quot;parecer jovens&quot; e coisas do tipo), ao mesmo tempo em que compreendemos nossas ovelhas mais novas e suas questões.&lt;br /&gt;
Talvez o caminho para isso seja simplesmente ouvi-los mais. Muitas de nossas ilustrações e aplicações estão baseadas no que presumimos serem suas dúvidas e problemas. Um pouco mais de abertura de nossa parte não faria mal. O &quot;carinha&quot; de 13 anos no banco ao lado, e a garota de 12 mais à frente precisam do evangelho, tanto quanto eu e você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2011/10/notas-de-um-pregador-caricato.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/IpBDy3gMhw0/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-4134825464888502492</guid><pubDate>Fri, 23 Sep 2011 04:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-23T01:36:17.165-03:00</atom:updated><title>Pensamentos e leituras</title><description>As demandas de ministério e formação mais ampla - como homem - têm exigido de mim uma série de leituras, nem sempre acompanhadas da devida reflexão. Aliás, sempre achei que há pouca maturação de conceitos e desenvolvimento de pontos que leio. Mas não perco a esperança de que posso melhorar nisso tudo. Mas fujo do assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isso, e pelas muitas atividades da &quot;vida prática&quot; - afinal, moro em um apartamento real, tenho uma esposa real, contas reais, um carro real, e várias outras coisas que exigem atenção e atividades concretas no dia a dia - minha freqüência no BJC está cada vez menor. E não posso prometer que vá melhorar, porque um dia já fui escravo disso, e hoje me vejo mais tranquilo. Escrevo quando posso, sem a menor intenção de desrespeitar aqueles que gentilmente passam por aqui em buscar de um novo texto, ou uma nova idéia. Peço que compreendam, pois postar demais poderia significar simplesmente que passei a soltar palavras sem critério e melhor reflexão - poderia significar apenas verborragia inútil, e disso a internet já está cheia. (nunca fui fã dos muito &#39;opiniosos&#39; mesmo. No Brasil não se quer compreender questões, mas apenas emitir opiniões).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda há o que postar. Possivelmente reflexões despretensiosas sobre os materiais estudados, idéias e propostas para casos que encontro, além do evangelho, sempre o mesmo e sempre a alimentar novos textos e aplicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os posts também poderão funcionar como uma tentativa de articular melhor minhas idéias, na tentativa de captar mais apropriadamente as propostas lidas. Nenhuma tentativa de pontificar sobre os assuntos, mas de contribuir para a discussão, pensar outros pontos de vista, e dialogar. Trata-se de uma reflexão, e de um convite ao bate-papo com os leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* * * &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa semana li materiais impressionantes, desde o relato da multiplicação de pães e peixes no evangelho de Mateus, cap. 14, aos dados assustadores sobre o comunismo na obra do Pr. Richard Wurmbrand &#39;era Karl Marx satanista?&#39;. Segui na vagarosa leitura (sem prazo definido para  terminar) da obra &#39;Moby Dick&#39;, de Herman Melville, e li um livro de ensaios do filósofo Ortega Y Gasset sobre estética. Li um sermão de Francis Schaeffer sobre a ação cristã em uma cultura caída, refletindo em Rm. 12.1-2, sobre perspectivas de Paul Tripp e Tim Lane no livro &#39;Relacionamentos&#39; (leitura inacabada), sobre o Estado babá (em um livro com o mesmo título), e acabo de ler os capítulos iniciais da obra de Josh Harris sobre lascívia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente tais leituras me levam a lugares completamente distintos e eu não arriscaria uma estrutura unificadora para tantas questões, senão o fato de o mundo e cada pessoa e idéia pertencer a Deus e cumprir os Seus propósitos eternos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mateus me lembra de como sou pequeno e não devo confiar em meus recursos para lidar com a vida - somente Jesus é a fonte inesgotável de alimento. Ao mesmo tempo, enquanto me vejo pequeno, não sou um vegetal nem um bebê diante do Estado. As tentativas baseadas no marxismo e um superprotecionismo fogem dos papéis fundamentais do governo. A luta provavelmente continuará enquanto estivermos neste mundo caído, e cabe aos cristãos uma ação consistente sem serem moldados pela Cosmovisão anticristã desta ou de qualquer outra era. Um dos elementos centrais na luta contemporânea é a promoção de uma sexualidade sadia, prazerosa segundo o maior dos prazeres - Deus, Sua Palavra e Sua vontade. E isto possui implicações para os relacionamentos - de casados ou namorados - que enfrentarão sempre lutas por causa de nosso pecado. Mas há belas histórias sobre amizade e coragem, como a parte que leio em Moby Dick a respeito do relacionamento entre Ismael e Queequeg, que desafiam profundamente noções do nosso tempo. Compreender o homem de hoje não é tarefa fácil, e Ortega Y Gasset nos ajuda ao falar sobre as artes - a história da pintura, por exemplo, nos mostra como o homem foi se fechando em si ao longo dos séculos. Isto me lembra os estudos sobre o narcisismo que acabo de ministrar em minha igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, há muito o que pensar, e as descrições limitadas e, até certo ponto, caóticas deste post estão longe de esclarecer as coisas. Mas mostram caminhos, por onde os pensamentos passeiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Posted using BlogPress from my iPad&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2011/09/pensamentos-e-leituras.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-7664762691613743202</guid><pubDate>Sat, 13 Aug 2011 03:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-13T00:52:32.381-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">a Caneta</category><title>Lá</title><description>Lá&lt;br /&gt;Onde estás&lt;br /&gt;O temor&lt;br /&gt;Irracional&lt;br /&gt;Encontra fim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&#39;http://photo.blogpressapp.com/show_photo.php?p=11/08/12/4899.jpg&#39;&gt;&lt;img src=&#39;http://photo.blogpressapp.com/photos/11/08/12/s_4899.jpg&#39; border=&#39;0&#39; width=&#39;281&#39; height=&#39;210&#39; align=&#39;right&#39; style=&#39;margin:5px&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Lá&lt;br /&gt;Onde a paz&lt;br /&gt;E o vigor&lt;br /&gt;Revelam-se&lt;br /&gt;E vêm a mim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá&lt;br /&gt;A dor se vai&lt;br /&gt;e o filho ao pai&lt;br /&gt;Reconhece&lt;br /&gt;Enfim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá&lt;br /&gt;O amor preenche&lt;br /&gt;O ambiente sente&lt;br /&gt;O favor &lt;br /&gt;E o sim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá&lt;br /&gt;Fizeram-se marcas&lt;br /&gt;Da eternidade hoje&lt;br /&gt;Em forte tom&lt;br /&gt;Carmesim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá&lt;br /&gt;No shalom&lt;br /&gt;Nasce o som&lt;br /&gt;De hamonia&lt;br /&gt;Assim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá&lt;br /&gt;Onde estás&lt;br /&gt;Não mais&lt;br /&gt;Contradições&lt;br /&gt;Lágrimas&lt;br /&gt;Pânico&lt;br /&gt;Dúvidas&lt;br /&gt;Pecado &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá&lt;br /&gt;Onde estás.&lt;br /&gt;Estás aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Posted using BlogPress from my iPad&lt;br /&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2011/08/la.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-1012857306286248789</guid><pubDate>Thu, 04 Aug 2011 04:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-04T01:39:44.356-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">a Bíblia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">a Caneta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">o Jornal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vídeos</category><title>Salmo 8 em 8 minutos</title><description>Saí com o diretor de arte, fotógrafo, cantor e ator, &lt;a href=&quot;http://www.halei.com.br/&quot;&gt;Halei Rembrandt &lt;/a&gt;(adoro esse sobrenome) para pensar e gravar uns trechos relacionados ao DVD das palestras sobre cosmovisão, ministradas no &lt;a href=&quot;http://iprenascenca.com/eventos/efr/&quot;&gt;VI Encontro da Fé Reformada em São Luís&lt;/a&gt;, Maranhão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No meio de tudo, ele tem um &lt;i&gt;insight&lt;/i&gt; - que tal fazer um vídeo apresentando o evangelho em uma linguagem mais &quot;comum&quot; e utilizando elementos da paisagem que nos cerca?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Topei o desafio. Estava com o Sl.8 pulsando no coração, por causa de uma série de estudos ministrada na &lt;a href=&quot;http://iparacagy.com/&quot;&gt;Igreja Presbiteriana do Araçagy&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deu nisso:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;286&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/IL_IJj1HwFY&quot; width=&quot;450&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2011/08/salmo-8-em-8-minutos.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/IL_IJj1HwFY/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-2115565443560908452</guid><pubDate>Sun, 24 Jul 2011 05:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-24T02:23:15.270-03:00</atom:updated><title>O PLC 122 e a igreja de Jesus</title><description>Palestra sobre o projeto de lei relacionado à agenda homossexual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ouça online, ou &lt;a href=&quot;http://www.4shared.com/audio/VVOOfO12/20110723_PLC122_Allen.html&quot;&gt;clique aqui para baixar&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.4shared.com/embed/709406869/ba73db5a&quot; width=&quot;420&quot; height=&quot;250&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2011/07/o-plc-122-e-igreja-de-jesus.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-6532647556299906595</guid><pubDate>Fri, 22 Jul 2011 04:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-22T01:29:00.454-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">a Bíblia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">a Caneta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">o Jornal</category><title>A igreja e a corrupção no Brasil</title><description>Debate no programa &quot;Na roda dos esclarecedores&quot; sobre a participação da igreja na corrupção política nacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ouça online, ou &lt;a href=&quot;http://www.4shared.com/audio/almcAMpC/20110718_debate_roda_esclarece.html&quot;&gt;baixe aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;embed allowfullscreen=&quot;true&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; height=&quot;250&quot; src=&quot;http://www.4shared.com/embed/705647303/c7fd70f9&quot; width=&quot;420&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2011/07/igreja-e-corrupcao-no-brasil.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-8814124190516469327</guid><pubDate>Thu, 21 Jul 2011 03:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-21T14:48:54.691-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">a Bíblia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">o Jornal</category><title>De quem se deve afastar?</title><description>Debate no programa &quot;Na roda dos esclarecedores&quot;, sobre a prática de se afastar de algumas pessoas, conforme a orientação do apóstolo Paulo em 1Co.5.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ouça online, ou &lt;a href=&quot;http://www.4shared.com/audio/zEjlr4X5/20110713_debate_roda_esclarece.html&quot;&gt;clique aqui para baixar&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;embed allowfullscreen=&quot;true&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; height=&quot;250&quot; src=&quot;http://www.4shared.com/embed/705605755/b69e71e&quot; width=&quot;420&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2011/07/de-quem-se-deve-afastar.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5228992844261032690.post-4004894577460408019</guid><pubDate>Sat, 02 Jul 2011 05:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-02T02:25:24.191-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">indicações</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vídeos</category><title>VI Encontro da Fé Reformada em São Luís: a cosmovisão cristã e os desafios para a Igreja</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijeeNBVbTIetx65i1988fx3Zh6bYKiC3k_zK4XWcyCABzam6sJocJZPLHim6Pl-657ADmnkDjn1DTqsYmjLItHMi0hv2stLCgIPARty07K7jq66XTbeGGRg-EuVwDnIwoVcSayS_rBpG0n/s1600/EFR.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijeeNBVbTIetx65i1988fx3Zh6bYKiC3k_zK4XWcyCABzam6sJocJZPLHim6Pl-657ADmnkDjn1DTqsYmjLItHMi0hv2stLCgIPARty07K7jq66XTbeGGRg-EuVwDnIwoVcSayS_rBpG0n/s320/EFR.jpg&quot; width=&quot;146&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Está chegando o VI EFR, realizado na (e pela) igreja que agora pastoreio - a &lt;a href=&quot;http://iprenascenca.com/&quot;&gt;IPR&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
Este é sempre um momento bastante especial na vida da igreja, por ser a ocasião de seu aniversário, e por termos conosco grandes homens de Deus, dos mais variados cantos.&lt;br /&gt;
Neste ano teremos o Rev. Fabiano Oliveira, professor do CPAJ e pastor em Sampa, o Rev. Hermisten Costa, professor no Mackenzie e pastor em Maringá, e o Rev. Cleomines, pastor em Belo Horizonte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns vídeos ajudam a entender o evento e sua proposta. Confira abaixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para se inscrever gratuitamente e saber mais, é só entrar no site do evento - &lt;a href=&quot;http://iprenascenca.com/efr/&quot;&gt;http://iprenascenca.com/efr/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;iframe frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;113&quot; src=&quot;http://player.vimeo.com/video/25752995?byline=0&quot; width=&quot;200&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://vimeo.com/25752995&quot;&gt;a cosmovisão cristã.  &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;113&quot; src=&quot;http://player.vimeo.com/video/25873233?byline=0&quot; width=&quot;200&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://vimeo.com/25873233&quot;&gt;a vocação da IPR.  &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
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&lt;iframe frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;113&quot; src=&quot;http://player.vimeo.com/video/25875742?byline=0&quot; width=&quot;200&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://vimeo.com/25875742&quot;&gt;&amp;nbsp;uma história&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;br /&gt;
&lt;iframe frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;113&quot; src=&quot;http://player.vimeo.com/video/25883955?byline=0&quot; width=&quot;200&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://vimeo.com/25883955&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;o tema deste ano&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;iframe frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;113&quot; src=&quot;http://player.vimeo.com/video/25885263?byline=0&quot; width=&quot;200&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://vimeo.com/25885263&quot;&gt;dicas para os participantes&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</description><link>http://allenporto.blogspot.com/2011/07/vi-encontro-da-fe-reformada-em-sao-luis.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijeeNBVbTIetx65i1988fx3Zh6bYKiC3k_zK4XWcyCABzam6sJocJZPLHim6Pl-657ADmnkDjn1DTqsYmjLItHMi0hv2stLCgIPARty07K7jq66XTbeGGRg-EuVwDnIwoVcSayS_rBpG0n/s72-c/EFR.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item></channel></rss>