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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" gd:etag="W/&quot;DUQGSHg7cCp7ImA9WhRUGEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015</id><updated>2012-01-29T17:35:29.608-08:00</updated><category term="Enchente em minha cidade" /><category term="Dê sua opinião" /><category term="Dez Coisas que aprendi indo à churrascaria" /><category term="Carta Fictícia" /><category term="0.1 Diferenciando o Culto Público do Culto Particular" /><category term="Vídeos" /><category term="Áudio" /><category term="Pregações em Áudio" /><category term="3. Audição da Palavra de Deus" /><category term="6.1 Reunião no Dia do Senhor (parte 2)" /><category term="7.1 Cântico de Salmos (parte 2)" /><category term="Vida Cristã" /><category term="Meus Escritos" /><category term="Minhas leituras" /><category term="4. Oração a Deus" /><category term="5.2 Administração dos Sacramentos (batismo - parte 2)" /><category term="6.2 Reunião no Dia do Senhor (parte final)" /><category term="Porque não temos &quot;louvorzão&quot;" /><category term="7.2 Cântico de Salmos (parte 3)" /><category term="O culto público" /><category term="5. Administração dos Sacramentos (ceia)" /><category term="6. Reunião no Dia do Senhor (parte 1)" /><category term="Cultura geral" /><category term="2.  Leitura da Palavra de Deus" /><category term="Questionários" /><category term="7. Cântico de Salmos (parte 1)" /><category term="Calvinismo" /><category term="Puritanos" /><category term="Pregações" /><category term="1. Pregação a partir da Bíblia" /><category term="5.1 Administração dos Sacramentos (batismo - parte 1)" /><title>2Timóteo 3.16</title><subtitle type="html">"Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra"</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>365</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/2timoteo316" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="2timoteo316" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><link rel="license" type="text/html" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/" /><logo>http://creativecommons.org/images/public/somerights20.gif</logo><feedburner:emailServiceId xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">2timoteo316</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><entry gd:etag="W/&quot;Dk4ARnY-fCp7ImA9WhRUFU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-2898106700880801299</id><published>2012-01-25T12:55:00.001-08:00</published><updated>2012-01-25T12:55:47.854-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-25T12:55:47.854-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meus Escritos" /><title>O Estilo de Guerra Reformado</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-dE9RVb8NpLw/Tx2DYOESQVI/AAAAAAAABR4/4UQUxhBkiEQ/s1600/sniper5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-dE9RVb8NpLw/Tx2DYOESQVI/AAAAAAAABR4/4UQUxhBkiEQ/s320/sniper5.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;span style="color: red;"&gt;E estava ali um certo homem, chamado Simão, que anteriormente exercera naquela cidade a arte mágica, e tinha iludido o povo de Samaria, dizendo que era uma grande personagem; Ao qual todos atendiam, desde o menor até ao maior, dizendo: Este é a grande virtude de Deus. E atendiam-no, porque já desde muito tempo os havia iludido com artes mágicas. Mas, como cressem em Filipe, que lhes pregava acerca do reino de Deus, e do nome de Jesus Cristo, se batizavam, tanto homens como mulheres. E creu até o próprio Simão; e, sendo batizado, ficou de contínuo com Filipe; e, vendo os sinais e as grandes maravilhas que se faziam, estava atônito. Os apóstolos, pois, que estavam em Jerusalém, ouvindo que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram para lá Pedro e João. Os quais, tendo descido, oraram por eles para que recebessem o Espírito Santo (Porque sobre nenhum deles tinha ainda descido; mas somente eram batizados em nome do Senhor Jesus). Então lhes impuseram as mãos, e receberam o Espírito Santo.E Simão, vendo que pela imposição das mãos dos apóstolos era dado o Espírito Santo, lhes ofereceu dinheiro, Dizendo: Dai-me também a mim esse poder, para que aquele sobre quem eu puser as mãos receba o Espírito Santo. Mas disse-lhe Pedro: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro. Tu não tens parte nem sorte nesta palavra, porque o teu coração não é reto diante de Deus. Arrepende-te, pois, dessa tua iniqüidade, e ora a Deus, para que porventura te seja perdoado o pensamento do teu coração; Pois vejo que estás em fel de amargura, e em laço de iniqüidade&lt;/span&gt;" (Atos 8:9-23).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns homens incautos ousam afirmar que o estilo de vida Reformado é algo místico, quer dizer, o que importa é o amor em Cristo Jesus - porém, não é essa a atitude demonstrada pelo apóstolo Pedro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vejamos que este homem de nome Simão e que era mágico, havia recém se convertido e sido batizado, mas que &amp;nbsp;por um deslize de seu coração, como que para provar que o mero professar e ser batizado coisa alguma significa se não vier acompanhado de vida cristã prática, argumenta e oferece dinheiro de forma que pudesse comprar o poder do Espírito Santo - mas o apóstolo Pedro não se deixa levar por essa levianidade e imediatamente profere um tiro de advertência e condena veemente a atitude maligna daquele homem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A atitude do santo apóstolo Pedro certamente deve chocar aqueles que não querem defender a verdade. Pedro não era um homem ímpio para fugir do combate à verdade e por isso não ousou condenar o erro da maneira mais incisiva possível. Por que? Porque a verdade deve ser defendida com unhas e dentes, assim como o erro precisa ser extirpado para muito longe, ainda que muito sangue voe pelos ares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim também deve ser o estilo de guerra reformado - ousado, perspicaz, ágil, direto, cirúrgico, não se detendo se será agradável ou não, se sustentará amizades, se lhe darão honras ou outra coisa qualquer, pois é dessa maneira que eliminamos o maligno.&amp;nbsp;O soldado reformado ao ser alistado para o exército celestial, não titubeia em limpar sua arma e partir para o combate, mesmo sabendo quantas desventuras lhe sobrevirão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-2898106700880801299?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/2898106700880801299/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/o-estilo-de-guerra-reformado.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/2898106700880801299?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/2898106700880801299?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/o-estilo-de-guerra-reformado.html" title="O Estilo de Guerra Reformado" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-dE9RVb8NpLw/Tx2DYOESQVI/AAAAAAAABR4/4UQUxhBkiEQ/s72-c/sniper5.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE8AQH48cSp7ImA9WhRUE0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-6519643889663200578</id><published>2012-01-23T03:07:00.000-08:00</published><updated>2012-01-23T03:07:21.079-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-23T03:07:21.079-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="7.2 Cântico de Salmos (parte 3)" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pregações" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meus Escritos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O culto público" /><title>Sétimo elemento constitutivo do culto público: Cântico de Salmos (parte 3 - O Cântico aceitável ao Senhor) - Sermão pregado dia 22.01.2012</title><content type="html">&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fYjHGM8EEwo/TxsNoy84IfI/AAAAAAAABRo/1chmtCTJlq8/s1600/incenso.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-fYjHGM8EEwo/TxsNoy84IfI/AAAAAAAABRo/1chmtCTJlq8/s200/incenso.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;b&gt;Sétimo elemento constitutivo do culto público:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;b&gt;Cântico de Salmos (&lt;u&gt;parte 3 - O Cântico aceitável ao Senhor&lt;/u&gt;) -&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;b&gt;Sermão pregado dia 22.01.2012&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tendo em vista o que já vimos até o momento, é preciso que entendamos qual o cântico aceitável a Deus, isto é, o que Deus recebe como aroma agradável, "&lt;span style="color: red;"&gt;um holocausto para o SENHOR, cheiro suave; uma oferta queimada ao SENHOR&lt;/span&gt;" (Êx 29.18), pois se nosso sincero desejo é de "[Louvar]&lt;span style="color: red;"&gt;&amp;nbsp;o nome de Deus com um cântico, e engrandecê-lo-ei com ação de graças.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;[E]&lt;span style="color: red;"&gt;&amp;nbsp;Isto será mais agradável ao SENHOR do que boi, ou bezerro que tem chifres e unhas&lt;/span&gt;" (Sl 69:30-31), precisamos compreender o que o Senhor requer de seus adoradores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como já temos visto, tudo o que o crente deve fazer precisa visar a glória de Deus (1Co 10.31), mas também já observamos na parte 1 (clique&amp;nbsp;&lt;a href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/setimo-elemento-constitutivo-do-culto.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;) que nem tudo o que fazemos é aceitável a Deus, ainda que seja feito todo coração e com toda boa intenção desse mundo (conforme exemplo de Saul).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;span style="color: red;"&gt;E pela manhã cedo se levantaram e saíram ao deserto de Tecoa; e, ao saírem, Jeosafá pôs-se em pé, e disse: Ouvi-me, ó Judá, e vós, moradores de Jerusalém: Crede no SENHOR vosso Deus, e estareis seguros;&amp;nbsp;&lt;i&gt;crede nos seus profetas, e prosperareis&lt;/i&gt;; E aconselhou-se com o povo, e ordenou cantores para o SENHOR, que louvassem à Majestade santa, saindo diante dos armados, e dizendo: Louvai ao SENHOR porque a sua benignidade dura para sempre&lt;/span&gt;" (2 Cr 20:20-21 - grifo meu).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O povo do Antigo Testamento bem sabia que a palavra do Senhor se manifestava por meio de Seus profetas e mestres que guiavam o povo rumo à cidade prometida e posteriormente&amp;nbsp;instruíam-no por meio de leis positivadas (escritas, registradas) e que visavam sua estruturação diante de Deus de Israel. O escritor de Crônicas lembra ao povo sobre a importância de ouvirem e crerem "&lt;i style="color: red;"&gt;nos seus profetas&lt;/i&gt;", pois aprouvera ao Senhor que naquele tempo se comunicasse com o povo mediante o ofício de profeta e também tivesse homens que representavam o povo diante d'Ele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;span style="color: red;"&gt;E os levitas, que eram cantores, todos eles, de Asafe, de Hemã, de Jedutum, de seus filhos e de seus irmãos, vestidos de linho fino, com címbalos, com saltérios e com harpas, estavam em pé para o oriente do altar; e com eles até cento e vinte sacerdotes, que tocavam as trombetas)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;[esse parêntese vem do v.11]&lt;span style="color: red;"&gt;. E aconteceu que, quando eles uniformemente tocavam as trombetas, e cantavam, para fazerem ouvir uma só voz, bendizendo e louvando ao SENHOR; e levantando eles a voz com trombetas, címbalos, e outros instrumentos musicais, e louvando ao SENHOR, dizendo: Porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre, então a casa se encheu de uma nuvem, a saber, a casa do SENHOR&lt;/span&gt;" (2 Cr 5:12-13).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra do Senhor era clara quanto ao mandamento: apenas os sacerdotes da ordem levítica deveriam cantar e tocar os instrumentos diante do Senhor. Qualquer homem que não fosse dessa linhagem específica não deveria se aproximar e muitíssimo menos tentar entoar louvores ao Senhor no Seu santo lugar, pois eram somente os levitas que tinham o ofício de render glórias ao Senhor em seu santo templo (1Cr 6.33; 25.6). Porém, não somente isso, esses eram os únicos compositores autorizados, únicos mestres autorizados e únicos executores autorizados, ninguém de fora poderia vir e ajudar a tocar os símbalos ou outro instrumento, ou ainda querer ajudar a compor determinado hino ao Senhor, pois esse ofício era estritamente destinado aos levitas. Também notamos que Davi e Salomão escrevam vários dos Salmos, mas ainda que não fossem sacerdotes levíticos, eram tipos de Cristo e profetas da Igreja/Estado do Senhor - por isso tinham autorização para comporem tais cânticos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;span style="color: red;"&gt;E ministravam&amp;nbsp;&lt;/span&gt;[todos os nomes mencionados nos versículos anteriores]&lt;span style="color: red;"&gt;&amp;nbsp;diante do tabernáculo da tenda da congregação com cantares, até que Salomão edificou a casa do SENHOR em Jerusalém; e estiveram, segundo o seu costume, no seu ministério&lt;/span&gt;" (1Cr 6:32).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando falamos de louvor ao Senhor, devemos fazer a seguinte distinção: o que devemos cantar? E ainda: devemos tocar algum instrumento? Note que a pergunta é o que&amp;nbsp;&lt;b&gt;devemos&lt;/b&gt;&amp;nbsp;fazer e não o que&amp;nbsp;&lt;b&gt;podemos&lt;/b&gt;, pois aí reside o grande trunfo da teologia reformada, isto é, de que a Bíblia nos&amp;nbsp;&lt;b&gt;ordena&lt;/b&gt;&amp;nbsp;certas práticas, sendo negligência de nossa parte quando nos baseamos em subterfúgios humanos para explicar a própria Escritura. Precisamos então responder a pergunta: o que devemos cantar?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes de iniciarmos a solução desse problema, precisamos analisar algumas questões. Muitas variáveis poderiam ser postas aqui, ou seja, se podemos cantar qualquer música ou apenas músicas de acordo com a reta doutrina, se apenas a própria Bíblia ou apenas as músicas da Bíblia, se apenas os salmos das Escrituras... Para tanto, é preciso que nos foquemos no que já vimos na parte 1, quer dizer, de nada adiantaria sustentar que podemos cantar qualquer música, se não temos base bíblica para isso. Também será inútil toda opinião para qualquer outra visão que não tenha respaldo bíblico - daí nos focarmos hoje no cântico exclusivo de salmos (as objeções quanto à essa prática - e suas respectivas respostas - eu deixarei para o final dessa série de pregações).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;span style="color: red;"&gt;Louvai ao SENHOR. Cantai ao SENHOR um cântico novo, e o seu louvor na congregação dos santos&lt;/span&gt;" (Sl 149:1). Essa citação é muito clara em nos ensinar que na "&lt;span style="color: red;"&gt;congregação dos santos&lt;/span&gt;", isto é, no culto público, devemos louvar ao Senhor. Cantar ao Senhor não é mera questão de conveniência, mas de ordem divina. Contudo, o que aqueles santos homens cantavam na congregação do santos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;span style="color: red;"&gt;Louvai ao SENHOR, e invocai o seu nome; fazei conhecidas as suas obras entre os povos. Cantai-lhe, cantai-lhe salmos; falai de todas as suas maravilhas&lt;/span&gt;" (Sl 105:1, 2; Sl 47:6; Sl 68:4; Sl 98:5). Como vimos acima, apenas os levitas foram autorizados a comporem as músicas e tocarem instrumentos ao Senhor. Esse precisa ser um ponto de grande importância para nós, pois se naquele tempo somente os levitas tinham a autorização do Altíssimo para compor as músicas que seriam cantadas no templo, precisamos compreender que, haja vista o ofício de levita ter cessado e também o de profecia, não temos mais autorização bíblica para compormos novos hinos de louvor. Certamente que isso não é um empecilho ou proibição para algum cantor cristão compor suas músicas, mas no que diz repeito ao canto público durante o culto, nenhum homem pode igualar sua composição àquela feita pela inspiração divina e revelada nos Salmos. [&lt;span style="color: blue;"&gt;1&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Ao tratar acerca do culto com os coríntios, Paulo lhes disse: “Que fazer, pois, irmãos? Quando vos reunis, um tem salmo, outro, doutrina, este traz revelação, aquele, outra língua, e ainda outro, interpretação. Seja tudo feito para edificação” (1 Coríntios 14:26 RA).&amp;nbsp;Aqui o apóstolo estava abordando sobre as divisões que havia na igreja coríntia com respeito aos dons espirituais, divisões estas que se manifestavam no culto. Então, ele lhes lembra que cada um tinha com o que contribuir para a edificação, e, claramente, fala sobre dons revelacionais, tais como 'doutrina',&amp;nbsp;'revelação',&amp;nbsp;'outra língua'&amp;nbsp;e&amp;nbsp;'interpretação'. Neste rol, Paulo aludiu a&amp;nbsp;'salmo', com referência a um cântico inspirado, haja vista que todos os outros termos subtendem comunicação inspirada da Palavra de Deus. O contexto não deixa dúvidas de que tal cântico era inspirado". [&lt;span style="color: blue;"&gt;2&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já tivemos a oportunidade de vermos em outra ocasião (clique&amp;nbsp;&lt;a href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/06/vital-importancia-das-escrituras-sermao.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;) a magnitude e suficiência das Escrituras para nós (2Tm 3.16, 17) - e agora acrescento: se as Sagradas Escrituras são suficientes para nos tornar "perfeitamente habilitados" quanto à doutrina e à pratica cristã, por quê não seriam capazes de também nos serem perfeitas para nosso cântico ao Senhor? Quer dizer, muitos homens reconhecem - na teoria - que a Bíblia é sua regra de fé e conduta, porém acham cantar aquilo que a Bíblia nos ensina é ser "ultrapassado" ou ainda, "neo-puritano". [&lt;span style="color: blue;"&gt;3&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todo problema em torno dessa questão surge sobre a licitude de se cantar apenas os salmos ou poder-se cantar outros hinos escritos por homens. O problema, contudo, é que os defensores do cântico de hinos não inspirados, além de passarem por cima das Escrituras, "esmagam" também os grandes exegetas bíblicos que já pisaram nessa terra - onde na sua grandiosa maioria eram árduos defensores da salmodia exclusiva.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A grande divisão entre os defensores da salmodia exclusiva e os dos hinos nos inspirados, diz - também - respeito a duas passagens do apóstolo Paulo (Ef 5.18,19 e Cl 3.16).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- "&lt;span style="color: red;"&gt;E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito; Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração&lt;/span&gt;" (Ef 5:18-19).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- "&lt;span style="color: red;"&gt;A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração&lt;/span&gt;" (Cl 3:16).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Em ambas as passagens Paulo usou os termos salmos (gr. ψαλμος - psalmos), hinos (gr. υμνος – humnos) e cânticos (ωδη - ode)". [&lt;span style="color: blue;"&gt;4&lt;/span&gt;] Os adeptos dos cânticos extra bíblicos entendem essas três palavras paulinas como se ele estivesse nos orientando a cantar além dos salmos, também "hinos e cânticos espirituais" - estes últimos como sendo canções feitas por homens após a era apostólica. Para eles, apenas se cantar os salmos seria restringir a liberdade do homem de oferecer seu louvor ao Senhor por meio de suas composições. Já para aqueles que defendem a salmodia exclusiva (daqui em diante designada por S.E.), Paulo não está falando de três coisas distintas, e sim tão somente de uma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ora, já dever-nos-ia ser conhecido que muitas vezes a literatura bíblica nos fala a mesma coisa através de sinônimos, tipificando assim a ênfase que deseja dar ao ensino. "Por exemplo, Moisés ao clamar a Deus na ocasião da segunda doação das tábuas da Lei inscrita em pedra, após o pecado de idolatria do povo, referiu-se ao Senhor como aquele '... que perdoa a iniquidade, a transgressão e o pecado...' (Êxodo 34:7 RA). Tal constatação pode ser vislumbrada também no Novo Testamento, onde a mentalidade hebraica é expressa no idioma grego. Ao responder sobre qual é o maior dos mandamentos, Jesus disse: '... Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento' (Mateus 22:37 RA)". [&lt;span style="color: blue;"&gt;5&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É a partir desse fato que os defensores da S.E. nos dizem que Paulo não estava a dizer sobre três coisas distintas, mas apenas sobre uma.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O grandioso puritano John Gill&amp;nbsp;(1697 - 1771)&amp;nbsp;expressou sua exegese dessa forma: "Pelo nome Salmos, é referido aos Salmos de Davi e outros que compõem o livro que assim chamamos; para os outros salmos não. Por hinos entendemos não como se fossem feitos por um bom homem mas sem a inspiração do Espírito Santo e elevado ao mesmo nível daquele e para ser cantado com eles para a edificação das igrejas, mas estes são apenas um outro nome para o Livro de Salmos; o título em execução pode também ser chamado de O Livro dos Hinos conforme entende Ainsworth; e o salmo que nosso Senhor cantou com seus discípulos após a ceia é chamado de hino; e então os salmos geralmente são chamados de hinos por Philo, o judeu, e cânticos e hinos por Josefo [historiador da igreja 37 – 100 d.C]; e... 'cânticos e louvores', ou 'hinos' no Talmude [documento importante para judeus]; e por 'cânticos espirituais' entende-se também os Salmos de Davi, Asafe e os títulos de muitos de seus cânticos, e as vezes um salmo e cântico, e cântico e salmo, um cântico de graus junto com todos os cânticos escriturísticos escritos por homens inspirados e que são chamados de “espirituais” porque são iniciados pelo Espírito de Deus, consistindo de questão espiritual e designado para a edificação espiritual e estão em oposição com tudo que é profano, músicas soltas e devassas. Essas três palavras respondem... aos muitos títulos dos Salmos de Davi – de onde parece ser essa a intenção do apóstolo, de que isso dever-se-ia cantar nas Igrejas Cristãs; daí ele dizer na próxima cláusula:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“&lt;b&gt;cantando e fazendo melodias em seus corações ao Senhor&lt;/b&gt;”. Cantar é algo diferente da oração, então a partir do agradecer a Deus que é mencionado em Efésios 5.20, isso também é um dever – não um louvor mental a Deus - por isso é que é chamada de língua e ensino, e admoestação -, mas um louvor a Deus com o movimento da voz, e isso é justamente realizado quando o coração e a voz concordam; quando há uma melodia no coração, bem como na língua, porque cantando e louvando de coração é cantar com, ou a partir do coração, ou de coração...". [&lt;span style="color: blue;"&gt;6&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;b&gt;Em primeiro lugar&lt;/b&gt;, perceba que estas palavras, 'salmos, hinos, cânticos espirituais,' todas se referem aos Salmos na Septuaginta, a tradução grega do Antigo Testamento que é comumente citada no Novo Testamento. Nela, 67 Salmos são chamados 'salmos', 34 são chamados 'cânticos', e 6 são chamados 'hinos'. Treze tem o título duplo, 'salmo e cântico,' três tem o título duplo, 'salmo e hino,' e um (Salmo 76) tem os três termos no título.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Em segundo lugar&lt;/b&gt;, as outras referências a 'hinos' no Novo Testamento (Mt 26.30 e Mc 14.26) não se referem à composições humanas, mas ao assim chamado&amp;nbsp;&lt;i&gt;hallel&amp;nbsp;&lt;/i&gt;- os Salmos de adoração que eram cantados durante e após a Páscoa (Salmos 113 - 118).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Em terceiro lugar&lt;/b&gt;, Colessenses 3.16 nos fala que é pelo cântico dos salmos, hinos e cânticos espirituais que nós temos a palavra de Cristo habitando em nós ricamente. É difícil ver como isto pode se referir a qualquer coisa além da própria Escritura". [&lt;span style="color: blue;"&gt;7&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por fim, vemos também que esse não foi um entendimento isolado de alguns homens, mas foi expresso pelos piedosos homens que fizeram a Confissão de Fé de Westminster (expresso no cap. XXI, seção V) e também o Diretório de Culto de Westminster (além do Breve e Maior Catecismo) - donde lemos: "É dever dos cristãos louvar a Deus publicamente cantando Salmos juntos na Igreja, e também em particular na família. Ao cantar os Salmos, a voz deverá ser afinada e ordenada com seriedade; mas o cuidado maior precisa ser o de cantar com o entendimento e com graça no coração, erguendo melodias ao Senhor. Para que toda a Igreja possa se unir no canto, todas as pessoas que sabem ler deverão ter um hinário dos Salmos; e os demais que não estejam incapacitados por idade ou outro motivo, são exortados a que aprendam a ler. Mas no momento, quando há muitos na Igreja que não sabem ler, é conveniente que o Ministro [Pastor], ou algum outro indivíduo apto por ele e os outros presbíteros leia os Salmos, cada verso por sua vez, antes de ser cantado"&amp;nbsp;[&lt;span style="color: blue;"&gt;8&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente muitos argumentam que Ef 5.19 e Cl 3.16 não estão inseridos num contexto de culto público, mas questionamos tal esquiva de se seguir a S.E., pois "Se salmos, hinos e cânticos espirituais são os limites do material de cânticos para o louvor de Deus, nos atos menos formais de adoração, quanto mais eles serão limites no ato mais formal de adoração". [&lt;span style="color: blue;"&gt;9&lt;/span&gt;] Isto é, é contra a lógica bíblica Deus instituir o cântico de seu próprio hinário durante as atividades do dia-a-dia e durante a "congregação do santos" (cf. Sl 149,1), onde louvamos corporativamente ao Senhor em "espírito e em verdade", termos a autorização de cantarmos apenas uma "boa e bela música". Ora, se o Altíssimo tivesse de fazer alguma diferença segundo a ordem de santidade, seria mais apropriado cantar os Salmos no culto público e nos deixar cantar nossas próprias músicas no cotidiano, não? Ou acaso o Senhor não tem prazer na reunião do santos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Semana que vem veremos o testemunho da igreja primitiva sobre o uso de Salmos como único hinário autorizado e também as bênçãos que decorrem desse uso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b style="text-align: justify;"&gt;Notas:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;1&lt;/span&gt;] ISBELL, Sherman. Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.westminsterconfession.org/worship/the-singing-of-psalms.php"&gt;Westminster Confession.&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Em conversa via FaceBook com o professor Salomão Rod: "Ali [no livro] ele trata da necessidade de Inspiração Divina e Ordem Divina para composição dos Salmos, de modo que todos autores dos Salmos são profetas".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;2&lt;/span&gt;] LIMA, Célio. Extraído do blog do autor -&amp;nbsp;&lt;a href="http://vozreformada.blogspot.com/2011/05/acerca-da-salmodia-exclusiva.html"&gt;Vox Reformata&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;3&lt;/span&gt;] Neo-puritano foi um infeliz termo cunhado por alguns homens contrários à plena adesão da Confissão de Fé de Westminster (CFW) e dos princípios seguidos pelos reformadores e puritanos. Para eles, nós que defendemos a salmodia exclusiva somos inovadores, pois - segundo pensam - nem os reformadores, nem os puritanos chegaram a um&amp;nbsp;consenso&amp;nbsp;sobre isso. O problema todo é que eles negam o que sua própria confissão (CFW) diz! Isto é, que deve-se cantar os salmos no culto público (Cap. XXI, Seção V).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;4&lt;/span&gt;] Op. Cit.&amp;nbsp;LIMA, Célio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;5&lt;/span&gt;] Apud.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;6&lt;/span&gt;] GILL, John. Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.biblestudytools.com/commentaries/gills-exposition-of-the-bible/ephesians-5-19.html"&gt;Bible Study Tools&lt;/a&gt;&amp;nbsp;- tradução livre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;7&lt;/span&gt;] HANKO, Ronald. Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.monergismo.com/textos/liturgia/salmos_hinos_canticos_Ronald_Hanko.pdf"&gt;Monergismo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="text-align: -webkit-auto;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;8&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: -webkit-auto;"&gt;] Disponível na internet&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="text-align: -webkit-auto;"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue; text-align: -webkit-auto;"&gt;9&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: -webkit-auto;"&gt;] SCHWERTLEY, Brian - Salmodia Exclusiva: Uma Defesa Bíblica. Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.reformedonline.com/view/reformedonline/Salmodia%20Exclusiva_Brian_30b.12.05.htm"&gt;Reformed Online&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-6519643889663200578?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/6519643889663200578/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/setimo-elemento-constitutivo-do-culto_23.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/6519643889663200578?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/6519643889663200578?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/setimo-elemento-constitutivo-do-culto_23.html" title="Sétimo elemento constitutivo do culto público: Cântico de Salmos (parte 3 - O Cântico aceitável ao Senhor) - Sermão pregado dia 22.01.2012" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-fYjHGM8EEwo/TxsNoy84IfI/AAAAAAAABRo/1chmtCTJlq8/s72-c/incenso.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkcDQn08eCp7ImA9WhRUEEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-721519793319495790</id><published>2012-01-20T01:01:00.000-08:00</published><updated>2012-01-20T01:01:13.370-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-20T01:01:13.370-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><title>A Vontade Soberana de Deus - John Gill</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wgH6GUI68vc/Txks5SaHZ-I/AAAAAAAABRg/8vT8hA3pnRk/s1600/luz.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/-wgH6GUI68vc/Txks5SaHZ-I/AAAAAAAABRg/8vT8hA3pnRk/s200/luz.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;1. Provo que há uma vontade em Deus&lt;/b&gt;; à razão de que em todos os seres inteligentes há uma vontade, como também uma compreensão; como em anjos e homens, assim é com Deus; como Ele tem uma compreensão do que é infinito e imperscrutável, assim ele tem uma vontade; fazer a vontade dEle é o mais apropriado. As influências de Sua compreensão guiam a sua vontade, e a Sua vontade determina todas as suas ações; e a Sua vontade sendo dirigida assim, sabiamente, é chamada de "o conselho da sua vontade" (Ef. 1:11). A vontade freqüentemente é atribuída a Deus na Bíblia; “Faça-se a vontade do Senhor.” (Atos 21:14). “Porquanto, quem tem resistido à sua vontade?” (Rm. 9:19). “Descobrindo-nos o mistério da sua vontade,” (Ef. 1:9) e em muitos outros lugares; a vontade de Deus não é de nenhum modo diferente de Sua própria propensão; é essencial a Ele; é a Sua natureza e essência; não é separada, ou considerada como distinta, ou como uma parte de um todo; o que seria contrário ao claro senso de Deus; ou para ser um simples espírito desapiedado que fora estabelecido. A vontade é atribuída a cada uma das pessoas divinas; para o Pai, (Jo 6:39, 40) para o Filho, como uma pessoa divina, (Jo 5:21, 17:24) e quem também, como homem, teve uma vontade distinta dessa, entretanto sujeitou-se, (Jo 6:38; Lc 22:42) e para o Espírito que é dito que restringe e não sofre algumas coisas que são feitas; quer dizer, não os permite; e não permitir é um ato da vontade, como também decidir, (Atos 16:6, 7) é dito que ele reparte os seus dons aos homens “como quer” (1 Cor. 12:11). E estes três, como eles são um Deus, concordam em um, em uma mente e vontade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;2. Mostrarei agora no que consiste a vontade de Deus&lt;/b&gt;: há apenas uma vontade em Deus; mas para nossa melhor compreensão, pode-se distinguir isso. Eu não aborrecerei o leitor com todas as distinções feitas pelos homens; algumas são falsas e outras vãs e inúteis; como absoluto e condicional, antecedente e conseqüente, eficaz e ineficaz, etc. A distinção de "secreta" e "revelada" vontade de Deus é obtida entre as perfeições divinas; a primeira é propriamente a vontade de Deus, a segunda somente a sua manifestação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Qualquer que seja a resolução de Deus em Si mesmo, quer para Si ou para outros, ou permitir ocorrer, enquanto está em seu íntimo, não se faz saber por qualquer evento da providência, ou pela profecia, que é a Sua vontade secreta; assim são as profundezas de Deus, os pensamentos de Seu coração, os conselhos e determinações de Sua mente; que são impenetráveis a outros; mas quando se abrem pelos eventos da providência ou pela profecia então eles se tornam a revelada vontade de Deus. A secreta vontade de Deus torna-se revelada pelos eventos da providência, é considerada geral ou especial; a providência geral de Deus com respeito ao mundo e a Igreja não é outra coisa do que a sua execução, e assim a manifestação da Sua secreta vontade, com respeito a ambos: o mundo e suas obras, a origem das nações, o estabelecimento delas nas várias partes do mundo, o surgimento de estados e reinos e particularmente das quatro monarquias e a sua sucessão: para a Igreja, na linha de Sete, de Adão e na linha de Sem, de Noé e no povo de Israel, de Abraão, para a vinda de Cristo e o livro de Apocalipse é a manifestação da vontade secreta de Deus com respeito a ambos, da vinda de Cristo ao fim do mundo, grande parte do qual já foi cumprida e o restante será cumprido como a destruição do anticristo e do estado anticristão, a conversão dos judeus e a vinda da plenitude dos gentios e o reino espiritual e pessoal de Cristo. Essas são agora reveladas, ainda que o tempo em que elas tomarão lugar esteja na vontade secreta de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A providência de Deus pode ser considerada como especial com respeito a pessoas em particular; há um propósito ou secreta vontade de Deus com respeito a cada homem; e há um tempo fixado para todo propósito; um tempo para nascer e um tempo para morrer, e para tudo o que vier a acontecer ao homem entre o seu nascimento e morte: tudo o que em seu devido tempo se abriu, pela providência e que era secreto veio a ser revelado: dessa maneira sabemos para que nascemos, que nossos país no tempo e circunstâncias de nosso nascimento como relatado a nós, viemos a saber que acontece a nós, se em adverso ou próspero caminho; Deus tem executado o que foi determinado para nós, como Jó diz de si mesmo; mas então como ele observa: “muitas coisas como estas ainda tem consigo”, em Sua vontade secreta. Não sabemos o que sucederá conosco e embora saibamos que um dia iremos morrer, isso é revelado, mas quando e onde, de que maneira e circunstância, não sabemos, o que resta na secreta vontade de Deus. Algumas coisas que pertencem a secreta vontade de Deus vem a ser reveladas pelas profecias, assim foi feito saber a Abraão, que a sua semente de acordo com a secreta vontade de Deus, deveria ser em uma terra, não sua, quatrocentos anos e ser afligida e vir a se tornar uma grande nação; Deus não ocultou a Abraão o que Ele secretamente tinha em mente, em destruir Sodoma e Gomorra e de fato isso foi usual pelo Senhor para fazer nada mas do que a revelação para seus servos os profetas; particularmente todas as coisas relativas a Cristo, Sua encarnação, ofícios, obediência, sofrimentos, morte e a glória que deveria suceder, seria todo o significado anteriormente, para os profetas, pelo Espírito de Cristo neles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vontade de Deus, que Ele tem feito pelo homem, é revelada na lei, que é chamada “sua vontade” (Rm 2:18). Isto foi feito a saber a Adão, pela inscrição no seu coração, portanto, ele sabia o que era a obediência a Deus, para ser executada por ele, isto, ainda que fracamente obliterada pelo pecado, ainda aqui é alguma coisa restante nos gentios, que fez pela natureza as coisas contidas nela, que mostra a obra da lei escrita em seus corações: uma nova edição desta lei foi entregue para os Israelitas, escritas em tábuas de pedra, pelo dedo de Deus; em conformidade com o que eles a si mesmo procediam e tomar a possessão de Canaã e gozar os privilégios disto: e na regeneração a lei de Deus é posta no íntimo e escrita nos corações do povo de Deus; que sendo transformado pela renovação das mentes vem a saber qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus (Rm 12:2). Isto é em relação a obediência a ambos para Deus e o homem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta é a revelada vontade de Deus no Evangelho; em relação aos tipos de intenções, e graciosas considerações de Deus ao homem, e revelar o que antes era Sua secreta vontade em relação a ele; como Ele tinha escolhido alguns para a vida eterna, e os designou para a salvação por Cristo e nomeado a Cristo para ser o Salvador; e Cristo fazendo a vontade de Deus veio do céu a terra para tal, e isto é a vontade de Deus, que esses deveriam ser regenerados e santificados; e “nunca hão de perecer, mas tem a vida a vida (Ef 1:4,5; Jo 6:38; I Ts 4:3; Jo 6:39,40; Mt 18:14). Mas por conseguinte, tudo isto é a revelada vontade de Deus, no Evangelho, contudo, quanto a pessoas neste ponto, esta é em grande medida, uma secreta eleição de Deus, e dessa maneira o restante, pode ser conhecido pelo Evangelho vindo com poder ao coração e pela obra da graça sobre ele, e o conhecimento deveria ser depois buscado; porém não é alcançado senão por quem é favorecido com uma plena convicção de fé; e quanto a outros, ainda que possam, em um julgamento de obras, pela razão de suas declaradas experiências, seus discursos agradáveis e proceder piedoso, deduzir que são eleitos de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém isto não pode certamente ser conhecido, mas pela divina revelação, como foi pelo apóstolo Paulo, que Clemente e outros de seus companheiros cooperadores, tinham seus nomes escritos no livro da vida (Fl 4:3). Esta é a revelada vontade de Deus, que deve haver uma ressurreição da morte, dos justos e injustos; e que todos devem comparecer no julgamento diante do trono de Cristo; que depois da morte deve vir tal julgamento; e ainda que seja revelado, que há um dia fixado, bem como uma pessoa designada para julgar o mundo com justiça; porém, o dia e a hora ninguém sabe, nem os anjos; mas Deus somente. Assim, que sobre tudo, ainda há algum fundamento para esta distinção da secreta e revelada vontade de Deus, porém isto não é completamente claro; há uma mistura, parte da vontade de Deus é ainda secreta e parte é revelada, em relação ao mesmo propósito, como tem sido observado e plenamente mostrado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mais acurada distinção da vontade de Deus está no seu propósito e prescrição; ou as ordens e decretos da Sua vontade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As ordens de Deus, ou seus mandamentos são os que estão declarados nas Escrituras, que devem ser conhecidos pelo homem e é desejável que ele possa ter conhecimento e estar inteirado disso (Mt 7:21, 12:50; Cl. 1:9, 4:12).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta é a regra da obediência humana; o qual consiste do temor a Deus e da guarda de seus mandamentos; isto é feito, mas por alguns apenas, e não de forma perfeita; todo pecado é a transgressão disto; quando essas coisas são feitas corretamente pela fé, provindo do amor e para a glória de Deus, todo homem regenerado deseja fazer da melhor maneira e se puder, perfeitamente; mesmo é feito pelos anjos no céu. Deus, pela declaração de Sua vontade, mostra Sua aprovação, que é aceitável a Ele, quando feito corretamente e torna o homem que não faz inescusável, e resulta na aparição da justiça divina em infligir punição a tais pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os decretos da vontade de Deus são propriamente falando, Sua vontade; a outra é a Sua Palavra; esta é a regra de Suas próprias ações, Ele fez todas as coisas nos céus e terra em conseqüência dessa Sua vontade, o conselho dela; e esta vontade é sempre feita, não pode ser resistida, frustrada e cancelada; Ele faz tudo o que desejar; “seus conselhos permanecem e os pensamentos de Seu coração são para todas as gerações”; e isto é as vezes cumprido por esses que não tem consideração pela Sua vontade de propósito, e não tem conhecimento disto, mesmo quando a estão fazendo; como Herodes e Pilatos, os judeus e gentios, que estavam contra Cristo (At 4:27-28) e os dez reis, cujos corações Deus pôs a Sua vontade, para dar seus reinos a besta (Ap 17:17) e esta vontade de Deus deve estar na mente de &amp;nbsp;tudo que intencionarmos fazer; dizendo: “Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo.” (I Co 4:19, Tg 4:13-15), e isto deve ser de nosso conhecimento e &amp;nbsp;submissão a todo estado e condição de vida, se de prosperidade ou adversidade, ou qualquer coisa que venha a nos acometer, ou a nossos amigos e conhecidos (At 21:14) e isto, propriamente falando, é somente e a única vontade de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;3. Quais são os objetos:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Primeiro, o próprio Deus, não Sua natureza e modo de subsistir; como a paternidade do Pai; a geração do Filho; e a presença do Espírito naturalmente e necessariamente existem e não dependem da vontade de Deus: mas de Sua própria glória; “O SENHOR fez todas as coisas”, que são para Sua própria glória (Pv 16:4). Ele deseja a Sua própria glória em tudo o que faz; como “todas as coisas são feitas por Ele”, como a causa eficiente; e “através dEle”, como sabiamente os distribui; assim &amp;nbsp;é “para ele”, para Sua glória, como a causa final e o derradeiro fim de tudo; e isto Ele necessariamente deseja; Ele não pode mas Sua própria glória; como “Ele não dará Sua glória a outro”; Ele não pode desejar a outro; o que seria negar a Si mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo, todas as coisas aparte de Deus, se boas ou más, são os objetos de Sua vontade, ou que Sua vontade é de algum modo ou outro interessada em diferenciar, de fato, entre os objetos do conhecimento e poder de Deus e os objetos de Sua vontade; entretanto Ele conhece todas as coisas, em Seu entendimento, e Seu poder alcança tudo o que é possível; porém Ele não quer todas as coisas transmitidas, se a palavra pode ser permitida, ou que possa ter volição, razão do qual, Amesius [1] observa, ainda que Deus seja onisciente e onipotente, não é onivolente (todo-vontade).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Terceiro, todas as coisas boas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todas as coisas na natureza; todas as coisas foram feitas por Ele e tudo que foi originalmente bom foi feito por Ele, mesmo “muito bom” e tudo foi feito de acordo com Sua vontade; “tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas” (Ap 4:11), mesmo os céus, terra e mar,e tudo o que neles há.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Todas as coisas em Deus.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Reino de Deus regula a providência sobre tudo, e se estende a todas as criaturas, anjos e homens e tudo o mais e todos os eventos que sucedem a eles; nenhum pardal cai ao chão sem que seja pela vontade de Deus; “e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu”; na celestial habitação dos anjos; “e os moradores da terra” (Dn 4:35) não há nada que venha suceder que Deus não tenha determinado, ordenado e designado. “Quem é aquele que diz, e assim acontece, quando o Senhor o não mande?” (Lm 3:37).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todas as coisas na graça estão de acordo com a vontade de Deus, todas as bençãos espirituais em Cristo, todas as graças dadas aos eleitos em Cristo, antes da fundação do mundo; a escolha deles em Cristo; predestinação para adoção por Ele; redenção pelo Seu sangue; regeneração, santificação e eterna herança; tudo está de acordo com o beneplácito de Sua vontade (2 Tm. 1:9; Ef. 1:3-5, 7, 9, 11; Tg1:18; 1 Ts. 4:3).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo, todas as coisas más são objetos da vontade de Deus; sendo de dois tipos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A maldade das aflições; quer seja um modo de correção ou de punição: se um modo de correção, como ao povo de Deus, ele está de acordo com a vontade de Deus; não surgiu da terra, nem vem por acaso, mas pela vontade, ordem e desígnio de Deus; em qualidade, quantidade, duração, fins e usos, (Jó 23:14, Mic 6:9, 1Ts 3:3) o qual é consistente com a justiça, santidade, sabedoria, amor e bondade de Deus. Se ele é um meio de punição, é para os homens ímpios e incrédulos; não há razão para queixar-se deles, visto que eles são inferiores ao que realmente mereceriam pelos seus pecados; e não é injusto o que um Deus íntegro infligirá neles (Lm 3:39) todos os julgamentos, calamidades e desastres que vem sobre reinos, nações, cidades e sobre pessoas em particular, são todas de Deus, e estão de acordo com o conselho de Sua vontade (Amós 3:6). Não que Deus faça essas coisas por causa deles; ou que tenha prazer nas aflições ou misérias de Suas criaturas, (Lm 3:33, Ez 18:32) mas com a finalidade de algo superior: as aflições de Seu povo são para o seu bem espiritual, bem como para a Sua própria glória: e a punição dos ímpios é para a glorificação de Sua justiça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há o mal da falha e da responsabilidade (ou culpa), que é pecado: sobre isto há alguma dificuldade de como a vontade de Deus é participante, consistente com Sua pureza e santidade: que a vontade de Deus é de algum modo ou de outro ocupada com isto é certamente correto; porque Ele determina ou não os acontecimentos: o último não pode ser, em razão de nada suceder sem a permissão dEle (Lm 3:37) ou Ele nem determina, nem permite, quer dizer, que Ele não tem cuidado com isso, nem interesse; e assim os fatos estão fora de Sua área de jurisdição e não estão ao alcance de Sua providência; o que não pode ser admitido e que nenhum cristão dirá, mas os que são inclinados ao ateísmo, sim (veja Ez 9:9, Sf 1:12). Além disso, Beza [2],e outros argumentam que Deus fez uma exceção voluntária em permitir a existência do pecado, não podendo ser mostrado, nem de Sua justiça punitiva, nem de Sua misericórdia: pelo qual pode ser acrescentado, que a presciência de Deus sobre o pecado deva plenamente provar Sua vontade nisso; que a presciência de Deus previra a existência do pecado, é correto; como a queda de Adão, desde que ele fez uma provisão, em Cristo, para a salvação do homem revelado nEle, antes deveria; e assim outros pecados (2 Sm. 12:11, 16:22). Agora certo e imutável pré-conhecimento, tal como o pré-conhecimento de Deus, é criado sobre um certo e imutável motivo; que não pode ser outro do que a vontade divina; a presciência de Deus, certamente, é que tais coisas seriam assim; em razão que Ele determinou em Sua vontade o que deveria de ser.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para estabelecer esta relação em uma luz melhor, é adequado considerar, o que é o pecado, e o que é relativo a ele: há o ato do pecado, e há a culpa pelo pecado, que é o dever de punir, e a punir própria. Relativo a dois últimos tipos não há dificuldade; que Deus deva querer que o homem por causa do pecado torne-se culpado; seja considerado, julgado, e tratado como tal; ou minta sobre sob a obrigação em punir e punir propriamente; nem que Ele deva puni-lo designando-o e o predestinando para isto (Pv 16;4; Jd 1:4).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A única dificuldade é sobre o ato do pecado; em poder considerá-lo natural ou moral; ou o ato, desordem, irregularidade e viciosidade dele: como em ação, considerando de forma aberta, é de Deus e de acordo com a Sua vontade; sem o qual o discurso de Sua providência, nada pode ser executado; Ele é a fonte e origem de ação e moção; nEle está toda a vida e movimento onde temos a existência (At 17:28) mas então a viciosidade e irregularidade disto, como é uma aberração da lei de Deus e uma transgressão disto, é do homem somente; e não se pode dizer que isso seja a vontade de Deus; Ele proíbe isso, Ele abomina e detesta; Ele não tem prazer nisso; Ele tem olhos puros para até mesmo contemplar isso com aprovação e prazer. Deus não pode se inclinar para o pecado, ou por causa de si mesmo; mas por causa de algum bem que seja provocado por isso; como a queda de Adão, para a glorificação de Sua justiça e misericórdia, em punir em grande extensão a sua posteridade, e salvando outros: o pecado dos irmãos de José, vendendo-o ao Egito, para o bem dele e de seu pai Jacó, e outros; e o pecado dos judeus, em crucificar a Cristo, para a redenção e salvação dos homens. E, além disso, Deus pode permitir um pecado como uma punição para outros; como certamente Ele tem no caso dos Israelitas (Os 4:9, 10,13) dos filósofos pagãos (Rm 1:28) e dos papistas (II Ts 2:9-12). Uma vez mais, ainda que de Deus possa ser dito em tal sentido, desejar o pecado, ainda Ele quer isto em um modo diferente que Ele quer que o seu fim seja bom; Ele não fará isso por si mesmo, nem por outros; mas permite ser feito; e qual não é uma permissão aberta, mas uma permissão voluntária; e é expressada por Deus “dando” ao homem para seu próprio coração luxuriante, e por “sofrimento” ele vai em seu próprio caminho pecaminoso (Sl. 81:12; At 14:16) Ele não deseja isso pela Sua vontade efetiva, mas pela Sua vontade permissiva; e portanto não pode ser imputado como o autor do pecado; desde aqui há uma grande diferença entre Ele fazer e o ser feito por outros, ou ordenar ser feito, somente pode fazê-lo o autor do pecado; e voluntariamente permitindo ou sofrendo isto ao ser feito por outros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;4. A natureza e propriedades da vontade de Deus.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Primeiro, é natural e essencial a Ele; é a Sua verdadeira natureza e essência; Sua vontade é a Sua própria inclinação; e por essa razão pode haver apenas uma vontade em Deus; visto que há um único Deus, de quem a natureza e essência é um; ainda que haja três pessoas na trindade, há apenas uma natureza não dividida, comum a todos os três, e a mesma vontade única: Ele é um, e concorda em um; Deus é um em mente, ou vontade, ainda que possa haver distinções de Sua vontade, e diferentes propósitos dela, e diversos meios no qual Ele concorda, não obstante, é por um único ato eterno da vontade que Ele determina todas as coisas. Conseqüentemente também Sua vontade é incomunicável para uma criatura; a vontade de Deus não pode ser diferente em uma criatura, mas afim de que ela a confirme, concorde e se submeta a ela, foi incomunicável até mesmo para a natureza humana de Cristo, ainda que tendo união com a pessoa do Filho de Deus; porém Sua vontade divina e humana são distintas uma da outra, ainda que uma seja sujeita a outra (Jo 6:38; Lc 22:42).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo, a vontade de Deus é “eterna”, como podemos concluir do atributo de “eternidade”; para Deus ser eterno, como certamente é, mesmo de eternidade a eternidade, então Sua vontade deve ser eterna, desde sua natureza e essência e de Sua “imutabilidade”; que não muda, e em que não há sombra de mudança; mas se qualquer nova vontade surge em Deus, o que não foi na eternidade, haveria uma mudança nEle; Ele não seria o mesmo que foi na eternidade; considerando que Ele é o mesmo ontem, hoje e sempre e da Sua “presciência”, o qual é eterna; “Conhecidas são a Deus, desde o princípio do mundo, todas as suas obras.”, ou desde a eternidade (Atos 15:18) e como a presciência de Deus surge de Sua vontade, Ele sabe de antemão o que deseja, como tem sido observado, em razão de Ele ter determinado, em Sua vontade o que deveria de ser; assim, se o Seu conhecimento é eterno, Sua vontade deve ser eterna. Do mesmo modo, isto pode ser ilustrado pelo decreto da “eleição”; que foi, certamente, antes do homem ter feito tanto o bem quanto o mal; foi desde o princípio, ou desde a eternidade, mesmo até antes da fundação do mundo (Ef. 1:4) e como o decreto e determinação da vontade de Deus foi assim, o mesmo pode ser concluído de tudo o mais; adicionado a tudo que a vontade de Deus é participante, em “todas as coisas” que tem sido “desde o princípio” do mundo, agora é, ou deve ser para o fim disto; e, portanto, deve ser antes da existência do mundo e se é antes dele, então é antes do tempo; e se é antes do tempo, deve ser eterna; porque nada sabemos antes do tempo, mas o que é eterno.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Terceiro, a vontade de Deus é “imutável”: imutabilidade é expressamente atribuída ao conselho de Deus; que é para a vontade e propósito de Deus (Hb. 6:17) e pode ser estabelecida a partir do atributo de “imutabilidade”; se Deus é imutavelmente o mesmo, e como Ele é, então Sua vontade deve ser a mesma, desde a Sua natureza e essência se uma mudança é feita na vontade de uma criatura, ou por começar a querer o que antes não queria, ou pela interrupção do que tinha propensão agora causa o começo de uma nova vontade; ou desejando o que não queria, supõe prévia ignorância do que agora começou a querer; nem conhecendo a sua aptidão e propriedades, sendo ignorante de sua natureza, excelência e utilidade; por desconhecer algo que não pode desejar e concordar: mas tal como uma mudança de vontade nunca pode ter lugar em Deus, como um fundamento; desde que isso não somente é contrário a Sua eternidade e imutabilidade, mas ao Seu conhecimento, cujo entendimento é infinito: ou uma criatura muda a sua vontade, quando esse querer cessa; o qual é tampouco por escolha, ou por obrigação; de escolher, quando alguma &amp;nbsp;coisa imprevista acontece, qualquer causa pode mudar esta vontade e tomar outro curso. Mas nada deste tipo pode suceder a Deus, antes, em quem todas as coisas estão uma vez juntas, expostas e abertas; mesmo antes da eternidade ou senão pela força, sendo compelida, porque não pode executar esta vontade, e, portanto, a renuncia e toma outro curso: “Mas quem tem resistido a Sua vontade?”, a vontade de Deus, assim como Ele causa a cessação e a interrupção? Se Deus muda Sua vontade, deve ser tampouco para melhor ou para pior; e de qualquer modo isto mostraria imperfeições nEle e carência de sabedoria; Deus pode aparentemente mudar Seus desígnios das coisas, mas Ele nunca muda Sua vontade: arrependimento atribuído a Ele não é prova disto, “Ele é um em mente e quem pode voltar-se para Ele? Sua vontade não pode ser alterada nem mudada, nem pelas orações de Seu povo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quarto, a vontade de Deus é sempre eficaz; não há desejos imaginários ou graus ineficazes de volição em Deus; Sua vontade é sempre efetuada, nunca pode ser anulada ou cancelada; Ele faz tudo o que lhe agrada, ou quer, Seu conselho permanece para sempre e Ele sempre faz o que for de Seu interesse, de outro modo Ele não seria onipotente, como Ele é: ela deve ser pela necessidade de Seu poder, se Sua vontade não é cumprida, o que não pode ser dito; como Ele é onipotente, assim é Sua vontade; Austin [3] assim a chama de máxima onipotente vontade: se não foi este o caso, seria até certo grau, ou algo “superior” a Ele; ao passo que Ele é Deus sobre tudo, o Altíssimo, e nunca pode ser contradito por quem quer que seja: e se Sua vontade foi ineficiente Ele seria “frustrado” e desapontado em Seu propósito: mas como nada vai além do que o homem diz, e do que o Senhor não ordena; assim, tudo o que o Senhor diz, quer e ordena deve certamente vir &amp;nbsp;a ocorrer; “O SENHOR dos Exércitos jurou, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e como determinei, assim se efetuará.”; “Porque o SENHOR dos Exércitos o determinou; quem o invalidará? E a sua mão está estendida; quem pois a fará voltar atrás?” (Is. 14:24, 27). Além disso, se Sua vontade não foi eficiente, ou falhou no seu cumprimento, Ele não seria feliz: quando a vontade de um homem é ineficiente e não pode ser cumprir algo, isso causa inquietação, o faz infeliz; mas isso nunca pode ser dito de Deus, que é bem-aventurado, o bem-aventurado Deus, bem-aventurado para todo o sempre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quinto, a vontade de Deus não tem causa fora de si mesma; por conseguinte seria anterior a Ele e maior e mais excelente do que Ele; como toda causa é antes de seu efeito e mais excelente que essa; e Sua vontade estaria dependente de outra, e assim ela não seria independente: nem poderia ter qualquer impulso ou causa a mover Sua vontade; em razão que nEle não há poder passivo para atuar sobre ela; é puramente um ato, como puro, ativo espírito: se Ele consiste de ato e poder, Ele não seria simples e desapiedado espírito; para ser impulsionado ou movido por qualquer causa, seria contrário a Sua simplicidade, anteriormente estabelecida, Ele pode de fato dizer uma coisa por outra; mas neste caso o que Ele quer para outros não é a causa que move a Sua vontade; essa pode ter a natureza da causa e efeito entre eles mesmos; mas nenhum deles são a causa da vontade de Deus; nem há nisso qualquer causa final do que ele quer e faz, mas a Sua própria glória; e seria loucura buscar uma causa para Sua vontade: e desta propriedade da vontade de Deus, pode ser discernido claramente, que prevendo fé, santidade, e boas obras, não pode ser a causa da vontade Deus na eleição de alguns para vida eterna; e assim o contrário, nenhuma causa de Sua vontade na rejeição de outros. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sexto, A vontade de Deus, por esta mesma razão, não é condicional; para estar dependente de uma condição a ser executada; e não a vontade de Deus, mas o desempenho da condição é quem seria o princípio e chefe na realização de determinado fim. E, para não dizer mais, se, por exemplo, Deus tivesse o desejo de salvar todos os homens condicionalmente; quer dizer, na condição de fé e arrependimento; e os condenar se estas condições fossem insuficientes; quem não vê que esta vontade condicional, salvar e destruir, são iguais? Destruição é igualmente volitiva como salvação; e onde está o assim tão falado amor geral de Deus ao homem? Não há nada disso indistintamente para todo e qualquer homem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sétimo, a vontade de Deus é livre e soberana;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Da criação do mundo e de todas as coisas, alguns tem defendido que o mundo é eterno; que foi feito assim e as Escrituras asseveram (Ap 4:11) como tempo e ordem, e as coisas que estão contidas nele, são devidas a soberania de Deus; além de ser atribuída a Sua soberania: que Ele não fez outros mundos além desse, e não poderia, se quisesse, ter feito outros milhares de mundos? Ou que Ele deveria ter feito este mundo nesse tempo e não antes, quando poderia ter feito milhões de anos atrás, embora não o fizesse? Ou que Ele fez o mundo em seis dias e todas as coisas nele, quando poderia ter feito tudo em um momento, embora isso o satisfizesse? Ou que Ele não fez este mundo mais extenso, e com mais tipos e espécies de criaturas do que tem e esses Ele não poderia fazer mais numerosos do que são? Nenhuma outra razão pode ser apontada, senão Sua soberana vontade e satisfação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vontade soberana de Deus aparece na providência e em seus vários eventos; como nos nascimentos e mortes dos homens, o qual nenhum deles ocorre pela vontade deles, mas pela vontade de Deus; e há para ambos um tempo fixado pela Sua vontade; e no qual Sua soberania pode ser vista; o que senão poderia ser atribuído a que tal e tal homem deva nascer e vir ao mundo em tal época e não antes? E que eles deveriam sair do mundo no tempo, modo e circunstâncias que lhes conviessem? E que deveria haver diferenças entre os homens, em seus estados, condições e circunstâncias de vida; que alguns deveriam ser ricos e outros pobres?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Riqueza e pobreza são ambas disposições de Deus, como as palavras de Agur demonstram (Pv 30); e Deus é quem faz a ambos, o rico e o pobre, não somente como homem, mas como um estado de rico e pobre homem: e para quem pode esta diferença ser atribuída, senão para a soberana vontade de Deus? Alguns tem surgido para grande honra e dignidade; outros vivem em muito precárias condições, em estado miserável;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas mudança de estado não vem nem do leste, nem do oeste, nem do sul; mas Deus derruba uns e levanta outros, como Ele quiser; e essas diferenças e mudanças podem ser observadas nas mesmas pessoas, como em Jó, que foi por muitos anos o homem mais rico da Terra, e de súbito, foi desprovido de todas as suas riquezas, honra e glória; e então, depois de um tempo, restaurou em dobro a saúde e riquezas que antes possuía.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim foi com Nabucodonosor, o grande monarca de sua época, quando em sua mais notável e elevada situação de poder foi destituído de sua dignidade, como homem e monarca, e levado a viver entre os animais, vivendo como um deles; e, depois de tudo, restaurado a sua razão, e ao seu trono e sua primeira grandeza; o que forçou dele tal reconhecimento da soberana vontade de Deus como em nenhuma outra parte talvez seja mais fortemente expressa: “E todos os moradores da terra são reputados em nada, e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem possa estorvar a sua mão, e lhe diga: Que fazes?” (Dn 4:35).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns são livres de enfermidades e doenças em todos os dias de sua vida; seu vigor é firme e não há moléstia nem na hora da morte, mas morre em seu vigor. Enquanto outros levam uma vida carregada de enfermidades e problemas até ao túmulo; e esta é a figura do homem: para quem pode ser imputado isso senão para a soberana vontade de Deus? E como de outra maneira pode ser considerado os muitos abortos, fracassos, nascimentos precoces, infantes que nunca viram a luz; e outros, que tão logo seus olhos se abriram a este mundo são fechados de novo; enquanto que outros não somente atravessam os estágios da infância, adolescência e juventude, mas alcançam a plenitude da existência e vão à cova como uma pilha de espigas de milho? E uma multidão de outras coisas podem ser observadas na providência; que embora Deus tenha sábios motivos para eles, são inexplicáveis para nós, mas somos obrigados a recorrer a Sua soberana vontade e satisfação, que não deu nenhuma consideração de seus empreendimentos para os filhos dos homens.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A soberana vontade de Deus aparece nas coisas santas, espirituais e religiosas, com respeito tanto a anjos como homens. Que alguns dos anjos foram eleitos e confirmados pela graça de Cristo, no estado em que foram criados e preservados da apostasia, enquanto um grande número deles tornaram-se rebeldes contra Deus e caíram de seu estado original; pelo qual foram lançados fora do céu para o inferno e permanecem até hoje em cadeias nas trevas, aguardando o julgamento daquele grande dia, e não haverá misericórdia para qualquer um deles; como será com muitos da apóstata raça de Adão. Que outra razão poderíamos dar para tudo isso senão à soberana vontade de Deus? &amp;nbsp;Entre os homens, alguns amam a Deus e muitos o odeiam; e isso antes de qualquer bem ou mal feitos por eles; alguns Ele escolhe para eterna bem-aventurança e outros Ele abandona e rejeita; Ele tem misericórdia de alguns e endurece a (muitos) outros; tal como Ele é assim é a Sua soberania, vontade e deleite: alguns são redimidos de entre os homens, por Cristo, mesmo sendo de toda família, língua, povo e nação, quem Ele quiser e decide salvar; enquanto outros são deixados a perecer em seus pecados. O qual não há outra causa a ser admitida do que a soberana vontade e satisfação de Deus. Em conformidade pelo qual também dispensa dons aos homens e esses de diferentes tipos; alguns próprios para serviço público, como para os ministros do evangelho e a outros Ele concede quando lhe apraz e destes, diferentes dons; para alguns grandes, para outros pequenos, para alguns um talento e para outros cinco, dividindo para todos individualmente como lhe apraz, de acordo com Sua soberana vontade: o expediente da graça, o ministério da Palavra e ordenanças, em todas as épocas, tendo se disposto a isto, tal como pareceu bom a Sua vista; por muitas centenas de anos, Deus deu Sua palavra a Jacó e Seus estatutos a Israel, e outras nações não o souberam; e eles foram espalhados entre os gentios, as vezes em um lugar, as vezes em outro; e como é notória a soberania de Deus em favor de nossas ilhas britânicas, essas ilhas foram longe com o evangelho e ordenanças, embora grande parte do mundo o recusou, estando coberto com as trevas do paganismo, catolicismo e islamismo. &amp;nbsp;E ainda é mais manifesto o que isso representa para alguns, “cheiro de morte para morte”, mas para outros, “cheiro de vida para vida”. Os dons especiais da graça de Deus são entregues aos homens de acordo com a soberana vontade de Deus; de Sua própria vontade de regenerar alguns e não outros; chamando-os pela graça, quem Ele deseja, quando e por quais recursos, de acordo com Seu propósito; revelado no evangelho e nas grandes coisas que nele estão, para quem Ele o fez saber; e os ocultou dos sábios e entendidos; “Sim, ó Pai,”, disse Cristo, “porque assim te aprouve.”; nem deu Ele a qualquer outro a razão para tal conduta. A graça do Espírito de Deus é dada a alguns e não a outros; como por exemplo, arrependimento, o qual é uma concessão de Deus, um dom de Cristo, foi entregue a Pedro, que negou o seu Senhor; e negado a Judas, que O traiu. Fé, que é um dom de Deus, nem todo homem a tem; a alguns somente é dado, enquanto que outros tem um espírito de sono, olhos que não podem ver e ouvidos que não ouvem. Em resumo, vida eterna, que é um livre dom de Deus, através de Cristo, é dado somente por Ele, tanto como o Pai tem dado a Ele, e para estes semelhantemente; o dinheiro, que parece significar a felicidade eterna, na parábola, é dado para os que foram chamados para trabalhar na vinha na hora undécima a mesma quantia para os que ficaram no labor durante todo o dia: alguns devem servir a Cristo e outros muito pouco, e ainda todos recebem a mesma porção de glória. O que pode ser determinado disso senão a soberana vontade de Deus? Que diz: “Ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom?” (Mt 20:15). Mas ainda que a vontade de Deus seja soberana, sempre age sabiamente? Alguns soberanos pensam precipitada e tolamente; mas a vontade de Deus nunca é contrária a Sua perfeição de sabedoria, justiça, santidade, etc, e Sua vontade é portanto chamada de “conselho” e “conselho de Sua vontade” (Is. 25:1, 46:10; Ef. 1:11).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por&amp;nbsp;John Gill&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Livro - A Body of Doctrinal Divity&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Extraído de &lt;a href="http://www.mayflower.com.br/2010/09/vontade-soberana-de-deus-john-gill.html"&gt;MayFlower&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[1] Medulla Theolog. l. 1. c. 7. s. 47.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[2] Vide Maccov. Loc. Commun. c. 24. p. 195.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[3] De Civitate Dei, l. 13. c. 18.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-721519793319495790?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/721519793319495790/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/vontade-soberana-de-deus-john-gill.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/721519793319495790?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/721519793319495790?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/vontade-soberana-de-deus-john-gill.html" title="A Vontade Soberana de Deus - John Gill" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-wgH6GUI68vc/Txks5SaHZ-I/AAAAAAAABRg/8vT8hA3pnRk/s72-c/luz.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMMSXc-fyp7ImA9WhRUEE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-2193183541437454022</id><published>2012-01-16T01:29:00.000-08:00</published><updated>2012-01-19T18:28:08.957-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-19T18:28:08.957-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pregações" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="7.1 Cântico de Salmos (parte 2)" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meus Escritos" /><title>Sétimo elemento constitutivo do culto público: Cântico de Salmos (parte 2 - A Lei Cerimonial) -  Sermão pregado dia 15.01.2012</title><content type="html">&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-87Ge8_UNo-I/TxPtsUvsZMI/AAAAAAAABRY/8lkt3jvns1Q/s1600/templo-de-salomao.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-87Ge8_UNo-I/TxPtsUvsZMI/AAAAAAAABRY/8lkt3jvns1Q/s200/templo-de-salomao.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sétimo elemento constitutivo do culto público:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Cântico de Salmos (&lt;u&gt;parte 2 - A Lei Cerimonial&lt;/u&gt;) - &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sermão pregado dia 15.01.2012&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dando seguimento ao que vimos na semana passada, hoje iniciaremos sobre a lei cerimonial, com o que estava relacionada e ainda algumas considerações importantes. De fato eu havia indicado que hoje veríamos sobre os instrumentos, mas achei prudente adiantar o ponto de hoje e adiar o que veríamos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando perguntamos ao crentes se a lei cerimonial foi abolida, quase que em uníssono nos responderiam que sim. Certo estou de que tal resposta não é completamente errada, mas é preciso compreender que nem toda lei cerimonial foi abolida, quer dizer, esta lei ainda é válida para nós, porém certos aspectos dela devem agora ser feitos com outra abordagem, a saber, a do Novo Testamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já disse certo autor:&amp;nbsp;"Como posso defender tal afirmação? [&lt;b&gt;nota minha&lt;/b&gt;: a vigência da lei cerimonial]&amp;nbsp;Eu baseio meus argumentos primariamente nas palavras de Jesus gravadas em Mateus 5.17-19. Jesus nos diz que ele não veio para&amp;nbsp;&lt;i&gt;abolir&lt;/i&gt;&amp;nbsp;a lei, mas para cumpri-la&amp;nbsp;e que 'nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido'. Nós não podemos concluir que Jesus ensinava que a lei moral não seria abolida, mas a lei cerimonial sim - Jesus não faz essa distinção. Para a mente judaica &amp;nbsp;a lei era uma única unidade... Nós não podemos concluir pelo que Jesus disse em Mateus 5.17-19 que a lei sumária [&lt;b&gt;nota minha&lt;/b&gt;: resumida] (isto é, os Dez Mandamentos) não foram abolidos, mas que os detalhes específicos dela foram. A Lei fica de pé ou cai em unidade, até mesmo por um 'um jota ou um til'. Ou Jesus aboliu a Lei ou não. Baseado nas próprias palavra de Jesus, os aspectos cerimoniais da Lei &lt;i&gt;não&lt;/i&gt;&amp;nbsp;foram abolidos e portanto continuam para serem aplicados no regimento do Novo Testamento na mesma extensão que a lei moral requer".&amp;nbsp;[&lt;span style="color: blue;"&gt;1&lt;/span&gt;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante entendermos esse ponto, pois Jesus não poderia nos ter deixado sem lei alguma para a prática cúltica. Seria uma insensatez divina deixar os homens escolherem conforme o seus corações a melhor forma de se adorar e louvar ao Senhor, afinal, o próprio artífice da criação já nos disse que "&lt;span style="color: red;"&gt;Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?&lt;/span&gt;" (Jr 17.9).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Outra linha de argumentação sobre que a lei cerimonial não foi abolida e que portanto a Lei deve ser considerada como uma unidade completa, é providenciada pelas seguintes considerações:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Deus tem uma lei que é boa e santa (Rm 7.12), sobre qual todos os homens deverão ser julgados (Rm 2.12-16; Tg 2.12). Ele não tem dois sistemas de lei - um para o Antigo Testamento e outra para o Novo Testamento.&lt;br /&gt;
- Levítico 17-19 mistura leis relacionadas a comer sangue, moral sexual, ofertas de sacrifício, roubar e mentir, separação de sementes, tipos de animais e material de vestimenta. A coleção de leis não foi entregue por Moisés em diferentes classes - moral, civil e cerimonial [&lt;b&gt;nota minha&lt;/b&gt;: conforme já vimos, essa distinção foi feita apenas pelos teólogos e visa tão somente ser didática]. Tiago constantemente refere-se à lei desses capítulos, indicando sua contínua aplicabilidade no regimento do Novo Testamento.&lt;br /&gt;
- Tiago diz à igreja do Novo Testamento que se alguém quebrar qualquer lei, quebra-a por inteiro (Tg 2.10)." [&lt;span style="color: blue;"&gt;2&lt;/span&gt;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dito isso, é então preciso que falemos (ainda que brevemente) sobre o que a lei cerimonial significava e agora significa no Novo Testamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A forma&amp;nbsp;mosaica&amp;nbsp;de observação dos tipos redentivos [&lt;b&gt;nota minha&lt;/b&gt;: a forma de se olhar para as cerimônias e nelas visualizar aquele que viria - Jesus] na Lei de Deus, não são mais observadas pelos cristãos do Novo Testamento como eram pelos judeus na economia do Antigo Testamento, porque Deus se revelou completamente em Cristo. Contudo, embora a lei cerimonial do Antigo Testamento não tenha sido abolida, a forma de observá-la foi mudada. Por exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Um &lt;i&gt;novo &lt;/i&gt;sacerdócio foi estabelecido e que não é dependente da linhagem dos filhos de Arão e não depende de seres humanos pecadores que precisem ter os pecados expurgados conforme os filhos de Arão (Hb 7.11-28). Essa mudança no sacerdócio foi antecipada no tempo do Antigo Testamento (Sl 110.1, 4; Is 66.21)&lt;b&gt;.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
- O sistema sacrificial de sangue (e.g., Hb 7.11, 12, 27; 9.9, 10, 12; 10.4, 10) foi &lt;i&gt;substituído&lt;/i&gt;&amp;nbsp;pelos sacrifícios espirituais (Hb 13.15).&lt;br /&gt;
- Os rituais de cerimônia (e.g.; Cl 2.16,17;Hb 9.1-4) foram &lt;i&gt;substituídos&lt;/i&gt;&amp;nbsp;por formas espirituais...&lt;br /&gt;
- Os sinais do pacto foram &lt;i&gt;mudados &lt;/i&gt;(e.g., Gl 5.1, 2, 11; Mt 28.19; At 2.38, 39; Cl 2.11, 12).&lt;br /&gt;
- As vestes dos sacerdotes apontavam para a justiça de Cristo; no Novo Testamento as vestes foram mudadas para a imputação da justiça aplicada em seu povo (Is 61.10; Ap 7.13,14).&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;- As leis específicas sobre santidade e separação, isto é, leis alimentares, sobre roupas, mistura de sementes e animais, casamento com etnias não judaicas, o casamento levirato [&lt;b&gt;nota minha&lt;/b&gt;: obrigação do homem casar com a viúva de seu irmão, caso não tenha deixado um filho homem], cidades refúgio, etc (e.g., At 10.9-16; 11.7-9), eram símbolos físicos dos princípios que seriam manifestos na vida espiritual dos crentes (e.g., Mt 5.8; Mt 16.11, 12; At 10.28; 2Co 6.14-18; Tt 1.14, 15).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note que os exemplos acima onde se diz &lt;i&gt;substituído&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;novo&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;mudado&lt;/i&gt;, tem grande diferença de significado com relação a 'abolido'. O cumprimento da Lei por Jesus (Mt 5.17) não aboliu toda lei de Deus (princípios), mas os mudou, particularmente no caso dos rituais associados ao sistema sacrificial e o caminho ou maneira como aplicamos esses princípios. Após Jesus ter declarado que a Lei não foi abolida, em seu ensino no &lt;i&gt;Sermão do Monte&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(Mt 5-7) ele continua a apresentar a correta interpretação e aplicação da Lei". [&lt;span style="color: blue;"&gt;3&lt;/span&gt;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fim de de finalizar esse ponto, também é preciso notar sobre quais são as formas de cerimônia do Novo Testamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Isso é necessário, portanto, para mostrar como os crentes do Novo Testamento devem aplicar o princípio da lei cerimonial que não foi abolida e que ainda é obrigatório observar-se tais leis - mas debaixo de uma nova forma. Para fazer essa aplicação, nós responderemos a questão: O que foi substituído da forma levítica e da lei cerimonial do Antigo Testamento? Nós achamos as seguintes mudanças na forma de se observar as cerimônias no Novo Testamento:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não há sacerdócio separado. &lt;b&gt;Todos os crentes&lt;/b&gt;&amp;nbsp;são membros da nova classe de sacerdotes (Êx 19.6; Hb 10.11-22 [especialmente v.14]; 1Pe 2.9; Ap 1.6; 5.10; 20.6) em que Cristo é um único &lt;i&gt;sumo&lt;/i&gt;&amp;nbsp;sacerdote.&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Todos os crentes&lt;/b&gt;&amp;nbsp;têm acesso direto a Deus e não somente uma ordem sacerdotal exclusiva (Hb 10.19-25 [especialmente v.22]).&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Todos os crentes&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(não somente homens circuncidados e a Páscoa) são &lt;b&gt;participantes das cerimônias não sangrentas e das ofertas&lt;/b&gt;: batismo, ceia do Senhor, dízimos e ofertas de renda e em espécie [&lt;b&gt;nota minha&lt;/b&gt;: dar sobre e conforme aquilo que ganha] e jejum.&lt;br /&gt;
- Jesus é a figura que representa o tabernáculo e o templo (Mt 12.6; Jo 1.14; 2.19-22) e nele &lt;b&gt;todos os crentes&lt;/b&gt;&amp;nbsp;são parte do &lt;b&gt;templo santo&lt;/b&gt;/cidade santa de Deus (Hb 12.22, 23; 1 Pe 2.5). Quando os crentes se reúnem para adorar em comunidade (isto é, o culto público), eles se reúnem em e como templo de Deus.&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Todos os crentes&lt;/b&gt;&amp;nbsp;são chamados a viverem suas vidas com um &lt;b&gt;espírito de santa separação&lt;/b&gt;. As leis mosaicas de separação foram descontinuadas (At 10.9-16; 11.7-9) e substituídas por equivalentes espirituais que elas tipificavam [&lt;b&gt;nota minha&lt;/b&gt;: eram sombra do que haveriam de vir e por isso se tornaram o que haveriam de ser] (Mt 5.8; Mt 16.11, 12; At 10.28; 2Co 6.14-18; Tt 1.14,15).&lt;br /&gt;
- &lt;b&gt;Todos os crentes&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;oferecem sacrifícios &lt;/b&gt;(&lt;b&gt;espirituais&lt;/b&gt;) a Deus sem a mediação de um sacerdócio humano. Esses sacrifícios espirituais consistem em:&lt;br /&gt;
- Incenso (A.T.) = Oração (N. T.) (Sl 141.2; Lc 1.9-11; Ap 5.8; 8.3, 4)&lt;br /&gt;
- Sacrifício de animais&amp;nbsp;(A.T.)&amp;nbsp;= Salmos de louvor&amp;nbsp;&amp;nbsp;(N. T.)&amp;nbsp;(Sl 27.6; 69.30-31; 107.22; Hb 13.15, 16; Ef 5.18, 19; Cl 3.15-17; 1Pe 2.5)&lt;br /&gt;
- Vestes santas&amp;nbsp;(A.T.)&amp;nbsp;= Vida dedicada&amp;nbsp;&amp;nbsp;(N. T.)&amp;nbsp;(Rm 12.1; 15.16, 17; Fp 2.17; 2Tm 4.6; Ap 7.9, 13, 14).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O verdadeiro cristão radical do Novo Testamento não é aquele que reivindica que o sistema cerimonial do Antigo Testamento foi abolido e que depois busca executar as mesmas coisas, mas sim que entende que em Cristo as cerimônias necessárias ainda estão de pé - da total transformação de adoração em forma simbólica, exterior e física, para a espetacular substância, interior, espiritual e simples". [&lt;span style="color: blue;"&gt;4&lt;/span&gt;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Por fim, em nossa consideração sobre a adoração, nós concluímos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;Somente o próprio Deus define a verdadeira adoração&lt;/i&gt;. Qualquer coisa que Deus não requer por preceito ou exemplo, é vã e &amp;nbsp;falsa adoração (Dt 12.28-32; Mt 28.18-20; Jo 4.23,24).&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;2.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;Deus já definiu os elementos da adoração&lt;/i&gt;. Em cada tempo de pacto, Deus providenciou um conjunto de elementos que constituem a adoração e são somente esses elementos que ele permite - qualquer outro elemento que o povo traga diante de Deus é falsa adoração (Gn 4.4-7; Êx 20.4-6; Is 65.2-7; Mq 6.6-8).&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;3.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;A verdadeira adoração consiste em reverentes atos autorizados&lt;/i&gt;. A verdadeira adoração consiste em reverentes atos autorizados por e para Deus e que são feitos para honrar a Ele mesmo ou Seu nome (Sl 96.9).&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;4. &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Deus não pode tolerar a falsa adoração&lt;/i&gt;. A natureza de Deus requer que a verdadeira adoração seja guardada ciumentamente (Êx 20.4-6).&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Deus pune a falsa adoração&lt;/i&gt;. Ele mostra pelo exemplo de punições severas, durante a inauguração de novas formas de adoração associadas com mudanças do Pacto, que é um pecado oferecer adoração que não é requerida por Ele ou que é requerida mas não oferecida da maneira correta (Lv 10.1-2; At 5.1-11; 1 Co 11.29,30).&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;6.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Homens são criaturas finitas&lt;/i&gt;. É um absurdo pensar que homens podem determinar o que é certo fazer ou não fazer durante a adoração e o que agradará a Deus (Dt 29.29; Is 40.12-14; 55.9).&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;7. &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Homens são criaturas pecaminosas&lt;/i&gt;. O homem natural tem a tendência de avançar na idolatria e introduzir falsa adoração (Is 29.13; Mc 7.6-13; Rm 1.18-23; Cl 2.18-23).&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;8.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;O homem não tem autoridade para mudar a adoração&lt;/i&gt;. Somente os profetas e sobre direta revelação foi dada a autoridade temporária por Deus para introduzir mudanças em sua adoração. Essas mudanças estavam associadas com mudanças do novo Pacto. Como não há profetas nos dias de hoje e não há mudanças no Pacto, então não pode-se introduzir mudanças nos elementos ou na forma de adoração (Ne 12.24. 36).&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;9.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;A Lei Cerimonial não foi abolida, mas a forma de adoração do Antigo Testamento foi mudada no Novo Testamento&lt;/i&gt;. O cristão do Novo Testamento é obrigado a manter toda a Lei, inclusive as "cerimoniais" ou "rituais" (Mt 5.17-19; Tg 2.10). A forma de se observar as leis rituais e cerimoniais &amp;nbsp;foi mudada no Novo Testamento (Ef 2.15). Um fiel cristão neotestamentário irá guardar os princípios cerimoniais da lei, de acordo com as formas do Novo Testamento: oração, cântico de salmos e uma vida dedicava de santidade espiritual.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10.&lt;/b&gt; &lt;i&gt;A adoração do Novo Testamento é definida por Jesus e seus apóstolos&lt;/i&gt;. Sobre a administração do pacto do Novo Testamento, nós obtemos nossa garantia para os elementos da adoração a partir dos comandos e exemplos de Jesus e dos apóstolos (Mt 28.19,20; Jo 14.26; 1Co 11.1). Alguns elementos (e.g., &amp;nbsp;jejuns ou bênçãos) e modos (e.g., batismo por imersão ou aspersão) podem ser aprendidos do Antigo Testamento e de princípios do Novo Testamento (Mt 5.17-19; 2Tm 3.16, 17). [&lt;span style="color: blue;"&gt;5&lt;/span&gt;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É necessário que os cristãos compreendam que a vinda de Jesus não inaugurou um neonomismo (nova lei) nem criou um antinomismo (ser contrário à lei), mas confirmou o teonomismo (governo de Deus através de suas leis) do Antigo Testamento. O próprio Mestre disse, "&lt;span style="color: red;"&gt;E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei&lt;/span&gt;" (Lc 16.17), testificando que até mesmo o menos traço da lei não haveria de passar enquanto Ele reinasse como Senhor absoluto e sumo sacerdote de todos os santos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história da Igreja nos mostra que onde não mais existiu temor, a ira do Senhor veio e consumiu tais homens - ora matando-os literalmente, ora entregando-os às suas próprias concupiscências.&amp;nbsp;"&lt;span style="color: red;"&gt;Ouvi, SENHOR, a tua palavra, e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia&lt;/span&gt;" (Hc 3:2).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós, crentes em Jesus Cristo, precisamos compreender que assim como os sacerdotes do Antigo Testamento deveriam ter o mais sublime respeito e submissão à palavra do Senhor, nós também devemos temer a palavra do do Altíssimo; não porque vivemos sob a lei, mas devido a ela ainda ser nosso jugo que está em Cristo. Assim como o povo veterotestamentário foi claramente instruído acerca do culto e do louvor ao Senhor, nós hoje de igual forma somos instruídos no mesmo caminho, pois certamente que o Senhor não nos têm deixado órfãos quanto à seu lei e nem nos legou apenas a sua "graça", como se agora a lei viesse de nosso coração, mas, prostrados humildemente diante do Cristo ressurreto e que tipificava todas as coisas, devemos buscar conhecê-lo através do Espírito Santo de Deus, nosso fiel ajudador e guia perpétuo em nossa peregrinação rumo a cidade celestial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Notas:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
[&lt;span style="color: blue;"&gt;1&lt;/span&gt;]&amp;nbsp;HUGHES, James R. - citado em "In Spirit and Truth: Worship as God Requires (Understanding and Apllying the Regulative Principle of Worship)" - pág. 47 - tradução livre.&lt;br /&gt;
[&lt;span style="color: blue;"&gt;2&lt;/span&gt;] Op. Cit. - pág. 48&amp;nbsp;- tradução livre.&lt;br /&gt;
[&lt;span style="color: blue;"&gt;3&lt;/span&gt;] Op. Cit. - pág. 52&amp;nbsp;- tradução livre.&lt;br /&gt;
[&lt;span style="color: blue;"&gt;4&lt;/span&gt;] Op. Cit. - pág. 53&amp;nbsp;- tradução livre.&lt;br /&gt;
[&lt;span style="color: blue;"&gt;5&lt;/span&gt;] Op. Cit. - págs. 54 e 55 - tradução livre.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-2193183541437454022?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/2193183541437454022/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/setimo-elemento-constitutivo-do-culto_16.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/2193183541437454022?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/2193183541437454022?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/setimo-elemento-constitutivo-do-culto_16.html" title="Sétimo elemento constitutivo do culto público: Cântico de Salmos (parte 2 - A Lei Cerimonial) -  Sermão pregado dia 15.01.2012" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-87Ge8_UNo-I/TxPtsUvsZMI/AAAAAAAABRY/8lkt3jvns1Q/s72-c/templo-de-salomao.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMFQnk_eCp7ImA9WhRVE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-5552043388124771420</id><published>2012-01-11T09:36:00.000-08:00</published><updated>2012-01-11T09:36:53.740-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-11T09:36:53.740-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><title>A Teologia do Culto Reformado - Diferença entre Luteranos e Calvinistas</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Dh5vEVUFdFY/Tw3InMESjlI/AAAAAAAABRI/_fl4sfoidhc/s1600/english+puritans.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-Dh5vEVUFdFY/Tw3InMESjlI/AAAAAAAABRI/_fl4sfoidhc/s1600/english+puritans.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É freqüentemente suposto que as reformas litúrgicas de Lutero e Calvino são concordes somente na condenação dos abusos existentes no período final da Igreja Medieval. É também admitido que as diferença nas respectivas concepções de Culto e no cerne essencial das suas ordens litúrgicas, refletem os contrastes no temperamento dos dois reformadores. Isto, esperamos demonstrar, é um grave equívoco no entendimento tanto de Lutero como de Calvino, em dois aspectos. Uma tentativa será feita para demonstrar que os pilares gêmeos da Reforma concordavam não apenas no que se constituía os abusos do período final da igreja medieval, mas também no desejo de retornar para a primitiva simplicidade do culto cristão. Esperamos demonstrar, inicialmente, que a concordância deles sobre os abusos que deviam ser corrigidos, além de ser a expressão de suas preferências subjetivas, foi devido às doutrinas e teologia que eles mantinham em comum. Emsegundo lugar, será demonstrado que é uma simplificação espúria da questão, declarar que os desacordos entre Lutero e Calvino são explicados como resultado, respectivamente, do conservadorismo de Lutero e da natureza rigidamente lógica de Calvino. Mesmo que esta afirmação seja alterada e venha a produzir a impressão de que Calvino foi inteiramente verdadeiro aos seus princípios, enquanto Lutero foi conservador, isto ainda permanece uma concepção injusta a respeito de Lutero. Seu aparente conservadorismo pode ser explicado por princípios teológicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os Reformadores eram concordes com respeito aos abusos da igreja medieval, que deviam ser corrigidos. Em particular, eles investiram contra quatro falsas concepções.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;(1)&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Sua comum “aversão peculiar” foi o antigo e medieval ensino a respeito da Missa. Eles concordavam em condenar o ensino que proclama ser na Missa, mais uma vez, oferecido o sacrifício que de uma vez por todas foi feito no Calvário. Não parecia nada menos que blasfemo para eles que homens usassem asseverar que o sacrifício feito na Cruz exigia repetição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;(2)&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Eles estavam igualmente seguros, em segundo lugar, que a Missa como era celebrada na época não era uma comunhão. O povo não comungava de ambos os elementos; eles eram apenas espectadores de um drama no qual o sacerdote era o ator principal e o coro cantava uma música incidental e complicada. Isso não era tudo; o serviço da Missa não era ao menos inteligível para a maior parte do povo, porque onde era audível, ou era falada ou cantada em uma língua acadêmica [Latim*]. Os Reformadores também objetaram o caráter propiciatório da missa, quando elas eram oferecidas para aplacar a Deus pelas ofensas de alguém ou obter favores especiais de Deus, como por exemplo, antes de sair para uma jornada de trabalho. De fato os Reformadores contendiam que a Missa medieval fora considerada um officium ao invés de um beneficium.[1]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aliada à desaprovação da Missa por eles estavam suas objeções pelas concepções correntes concernentes ao sacerdócio. Pois se o sacerdote deveria ser considerado como um instrumento indispensável para obter o bom favor de Deus, ele se tornava, não um veículo de graça, mas um impedimento, um obstáculo para a comunhão entre Deus e o homem. Além do mais, os sacerdotes eram, como insistia Lutero com desprezo, tirânicos, insaciáveis, mundanos e mercenários.[2]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;(3)&lt;/b&gt;&amp;nbsp;A terceira concepção que ambos os Reformadores condenavam era a falsa visão da autoridade dos santos, os quais eram considerados como poderosos mediadores entre Deus e os homens, que poderiam ser influenciados por um indivíduo a remir suas penas e suplícios do purgatório, o que constituía um panteão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é surpresa que, tanto Lutero como Calvino, enfatizassem a primazia da pregação da Palavra de Deus, tanto para acabar com os abusos que estavam incrustados no sacramento da Santa Ceia, como para declarar o que era a verdadeira vontade de Deus nesta matéria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os Reformadores não apenas concordavam em suas negações, mas eles eram uma só mente em muitas afirmações positivas. Ambos desejavam restaurar o puro culto da Igreja primitiva. Em sua Formula Missae Lutero declara que não era sua intenção “omnem cultum dei prorsus oblere” (não era obsoleto todo o culto que era prestado a Deus), mas apenas “eum qui in usu est, pessimis additamentis viciatum, repurgare et usum pium monstrare” (alguns usos que estão em prática, péssimas adições viciosas, que pelo uso pio ficam aparentes e repugnam).[3] Ele, portanto não atirava ao mar toda a tradição da igreja não dividida, desde que concordava que “primorum patrum additiones...laudabiles fuere, quales Athanasius et Cyprianus fuiesse putantur” (as primeiras adições dos Pais da Igreja...foram saudáveis, as quais Atanásio e Cipriano foram seus artífices).[4] De fato sua visão era retornar ao não corrompido Serviço da Comunhão da igreja primitiva. A intenção de Calvino era similar. Isto ficou claramente explícito no título completo do Livro de Culto de Genebra de 1542. Este título dispõe: “La forme dês prieres et chantz eclesiastiques auec la maniere d´administrer lês sacrements, et consacrer lê mariage; selon la coutume de L´eglise ancienne” (A forma das orações e cânticos eclesiásticos e ainda a maneira de administrar os sacramentos e celebrar o casamento; segundo o costume da Igreja Antiga).[5] Era portanto, um declarado anseio de ambos os reformadores de restaurar o Culto da Igreja antiga.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A base comum de concordância tanto nos abusos do culto contemporâneo quanto na positiva concepção de restauração do culto da Igreja primitiva, longe de ser apenas coincidência, era baseado em pressuposições teológicas similares. As doutrinas básicas mantidas em comum pelos reformadores foram três: A Bíblia como a Revelação de Deus, a Justificação por meio da Fé, e Cristo como único mediador entre Deus e os homens. As últimas duas doutrinas, obviamente, foram derivadas da primeira doutrina toda inclusiva das Escrituras. Uma vez que a Bíblia foi resgatada em toda a sua autoridade, então se seguiu que qualquer tradição que conflitasse com a Palavra de Deus, embora com a sanção da Igreja, tinha que ser abolida.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ademais, a primazia das Escrituras determinou um desejo pelo retorno aos princípios e práticas da comunidade primitiva dos cristãos como vista nos Atos dos Apóstolos. Estas duas conclusões passaram de mão em mão. Isso porque os erros da Igreja da época foram vistos como desvios, tanto da Bíblia, como também da Igreja primitiva. Além disso, existiam dois princípios dominantes na Bíblia que a prática da época desconsiderava. Se os homens eram justificados por meio da fé na justiça de Cristo, aceitando seu sacrifício como garantia toda suficiente para o perdão de seus pecados, então todas as práticas motivadas por uma crença na justificação pelas obras deveriam desaparecer. Tais práticas incluíam participar da Missa como uma boa obra como também fazer peregrinação religiosa. Ainda, a noção de que os santos tinham um tesouro de méritos o qual está disponível como um crédito para compensar os débitos do pecador, também tinha que ser abolida. A mesma concepção da eficácia da intercessão dos santos e da mediação necessária do sacerdote, anulava a doutrina bíblica de Cristo como único mediador. Se santos e sacerdotes eram indispensáveis, seria inverídico dizer ser Cristo “o único nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos”. Portanto através destas três doutrinas integradas no pensamento de ambos os reformadores, Lutero e Calvino, se fez necessária uma reforma litúrgica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os resultados das reformas litúrgicas luteranas e calvinistas foram reconhecidamente diferentes. Como essas diferenças deveriam ser levadas em consideração? É insuficiente explicar estas diferenças assumindo que Lutero era um conservador e cauteloso reformador enquanto que Calvino era lógico e radical. A diferença real entre a reforma luterana e calvinista no culto pode ser disposta como a seguir:&amp;nbsp;Lutero ficaria com o que não era especificamente condenado nas Escrituras enquanto Calvino ficaria apenas com o que é ordenado por Deus nas Escrituras. Este era o seu fundamental desacordo. Isto é de vital importância na historia do culto Puritano, visto que os Puritanos aceitavam o critério Calvinista, enquanto que seus oponentes, os Anglicanos, aceitavam o critério Luterano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A visão de Lutero, que será demonstrada, foi na maior parte direcionada por suas considerações teológicas, mas deve ser levado em alguma conta seu temperamento e suas exigências práticas que teve de encarar e que devem ser apreciadas as notórias razões do seu tão conhecido conservadorismo. Ele deixou isto perfeitamente claro quando não desejava introduzir uma “nova lex” em matéria litúrgica. Ele era completamente avesso a instalação de um cristianismo Levítico. Isto, dizia ele, era contrário a liberdade do Cristão.[6] Além disso, Lutero sustentava que a Palavra de Deus, se fielmente pregada, iria por ela mesma criar novas e adequadas formas de culto cristão. Não era prerrogativa sua produzir uma liturgia obrigatória que acorrentasse as consciências dos homens cristãos. Mesmo promulgando a Formula Missae ele negou o desejo de coagir os cristãos a aceitá-la.[7] Foi meramente apresentada como uma alternativa sugerida à Missa da Igreja Romana, não como uma declaração autoritativa a qual se deva submeter. A variedade de ritos e cerimônias praticadas nos dias atuais pelas igrejas luteranas do continente é um legado da doutrina de Lutero da liberdade cristã. Deve ainda ser lembrado que ele favoreceu a fluidez cúltica tendo por base uma liturgia uniforme e pela sua própria uniformidade poderia cegar os homens em relação ao caráter interno do culto.[8] Tudo o que ele requeria era que os ritos da Igreja não conflitassem com a orientação da Sagrada Escritura. Aliada a esta preocupação pela liberdade cristã, estava sua defesa do princípio da “festina lente”. Isto estava baseado na orientação de Paulo em considerar o irmão mais fraco. Para que eles não fossem desnorteados por nenhum iconoclasticismo, ele propunha abolir apenas o que era contrario ao ensinamento claro das Escrituras. Para o resto, ele iria provar de todas as coisas e reter o quer era bom.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta tendência em considerar a tradição da igreja como valiosa, quando e onde ela não contradizia a Escritura, foi confirmada por Lutero em sua doutrina das Ordens. As implicações desta doutrina foram que Deus ordenou ao mundo que o homem não deveria viver como um indivíduo isolado da sociedade, mas como um ser compartilhando certas relações comunitárias. Tais comunidades ordenadas por Deus são a Igreja e o Estado. Desde que elas dependem para a sua continuidade da divina sanção, os homens devem respeitá-las. Portanto, excetuando-se o que elas definidamente contradizem a vontade revelada de Deus, elas devem ser obedecidas. Tal doutrina coloca um grande prêmio sobre a tradição e deve ser tida como a base religiosa do conservadorismo de Lutero. Também ajuda a explicar o porquê dos bispos terem uma parte importante em decidir quais particulares reformas litúrgicas são desejáveis. Teoricamente Lutero deixou a escolha de aceitar ou rejeitar suas reformas litúrgicas para os cristãos das igrejas locais, mas na prática a decisão foi deixada para a escolha do bispo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um ponto a ser tratado ainda, é a atitude de Lutero para com o cerimonial. Em contraste com o despido Culto Calvinista, a liturgia luterana é rica no uso de ações simbólicas e vestimentas. Nesta matéria, nós temos a clara afirmação de Lutero que Deus deu ao homem cinco sentidos com os quais ele o poderia adorar e seria uma franca ingratidão não usá-los.[9] Sem dúvida ele teria considerado a forma de liturgia de Calvino como um exemplo de cultuar a Deus com apenas dois dos sentidos: ouvir e falar [ou cantar]. Ao contrário da liturgia Luterana que apela para o sentido do olfato nos incensos e para a visão pelo uso de vestimentas e cerimônias. Para esse criticismo, Calvino teria legitimamente respondido que o culto é primariamente para a glória de Deus, e secundariamente para a edificação dos homens e não para o prazer deles. Alguém poderia questionar se Lutero ficaria satisfeito com essa resposta, desde que com o senso que tinha da grandiosa condescendência de Deus em Cristo, ele mantinha que Deus tinha dado ao homem auxílios as suas devoções. Tais auxílios eram rituais e cerimoniais. Assim como Cristo, pela sua encarnação, santificou a humanidade, então as coisas terrenas poderiam ser sacramentadas pelo divino. Lutero não estava preparado a dispensar o “o porta olho” para a alma, como Bunyan iria mais tarde denominar. Como nós iremos ver mais tarde, essa visão era inaceitável para Calvino, desde que ele mantinha que o homem era essencialmente corrupto e que seu culto só era aceitável na medida que ele se conformava com a lei de Deus nas Escrituras. Calvino mantinha que o Decálogo discorrendo contra “as imagens de escultura”, tinha dispensando suficientemente a necessidade de cerimônias e vestimentas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A postura de Lutero, como veremos, era capaz de ser defendida em termos teológicos. Mas sua atitude não era estritamente teológica, nem era sempre baseada em princípios. Algumas vezes ele era inconsistente com seus princípios. Lutero nem sempre levava suas convicções teológicas às suas conclusões lógicas. Por exemplo, seu apelo ao braço do estado para punir os camponeses que se revoltaram contra seus senhores era contrário à sua doutrina da liberdade cristã. Similarmente, em matéria litúrgica, pode ser exposto de forma justa que sua doutrina da Palavra de Deus não foi logicamente desenvolvida. Como atenuante deve ser lembrado, no entanto, que ele foi o primeiro reformador e que no tempo de Calvino a situação era mais estável e os homens tinham mais tempo de refletir nestes assuntos. Não obstante, não pode ser negado que nos últimos anos de Lutero, o reformador mostrou um crescente conservadorismo. Ele desejava mais uniformidade tanto no uso das vestimentas eclesiásticas como nas formas de liturgia. O que previamente era opcional se tornou obrigatório.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Finalmente, não pode se ter dúvida que a opinião de Lutero foi, em certa extensão, moldada não em cima de um princípio, mas pelos acontecimentos. O método era “solvitur ambulando”. Isto era definitivamente o caso na ordem pela qual suas reformas eram executadas. Sua pregação da Justificação pela fé exigiu-lhe reformar o Cânon da Missa. Isto por sua vez levou os sacerdotes a serem separados para cada localidade e também para o costume onde cada sacerdote era permitido realizar uma missa a cada dia. Isso levou mais clérigos para fora da vida cotidiana e assim significava menos dinheiro nos cofres da Igreja. O ataque à vida monástica fez com que muitos monges e freiras ficassem desempregados e solitários. O completo colapso das finanças levou Lutero a buscar ajuda do Príncipe. Um outro efeito das reformas de Lutero era que a Igreja Romana recusava ordenar candidatos que eram luteranos ou que não tomassem os votos do celibato. Todas estas circunstâncias forçaram Lutero a fazer sua própria provisão para ordenar e treinar futuros ministros da Palavra. Numa extensão considerável, portanto, Lutero foi guiado não por seus princípios mas pelos fatos. Ao mesmo tempo é também verdadeiro que foi a fiel proclamação destes princípios teológicos que levou a estes acontecimentos. A atitude de Lutero com a reforma litúrgica foi, pois, majoritariamente fundamentada em bases teológicas, mas também foi parcialmente determinada pelas considerações de conveniências.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As doutrinas que são logicamente aplicadas por Calvino não são distintivamente suas. Ele e Lutero estavam unidos concordemente na maioria delas, mas foi Calvino que deu a elas sua ênfase distintiva e aplicou logicamente a teoria e a prática do culto. Para ambos Lutero e Calvino a Bíblia era a Palavra de Deus. Mas suas concepções da autoridade da Palavra de Deus eram diferentes. Lutero descrevia a Bíblia como “trostbuch” (livro consolador), o berço de Cristo; Calvino, porém a definia como “la sainte loy et parole evangelique de Dieu” (a santa lei e promessa evangélica de Deus).[10] Lutero aceitava a orientação bíblica em matérias doutrinárias, mas recusava em considerá-la um diretório de culto. Lutero iria admitir em sua adoração qualquer elemento litúrgico que não fosse inconsistente com o ensinamento da Bíblia. Calvino só iria aceitar o que a Bíblia especificamente autoriza. Se a Bíblia era a vontade revelada de Deus, afirmava Calvino, então somente as ordenanças bíblicas seriam aceitáveis a Deus. Adições humanas deveriam, por conseguinte, ser de todo ab-rogadas, porque Deus fez conhecer sua vontade nas Escrituras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A raiz da objeção de Calvino às adições humanas no culto legítimo de Deus tinha outra base. O homem era essencialmente corrupto; ele carregava a “damnosa haereditas” (herança danosa) do pecado original e portanto ele não poderia cultuar a Deus da forma certa ainda que pudesse assim o desejar.[11] Ele é inteiramente pecaminoso e assim suas próprias idéias do que constituiria o correto culto seriam viciadas pela sua depravação. Estando nesta confusão, ele ainda não poderia afastar de seu coração o fato que Deus tinha declarado o que é o verdadeiro culto em Sua Palavra. O homem, portanto, deveria aprender ali como glorificar a Deus da forma certa. Visto que só podemos orar da maneira certa a Deus apenas quando o Espírito Santo por nós intercede, devemos nos submeter a orientação do Espírito. Estas três doutrinas: da Palavra de Deus, do pecado original (da queda), e da intercessão do Espírito Santo, são logicamente aplicadas no culto calvinista. Conseqüentemente o caráter bíblico e os precedentes bíblicos para a liturgia também, ou seja, a centralidade da Palavra está invisivelmente na pregação e visivelmente nos sacramentos. Isto também explica a abertura invocatória pelo auxílio de Deus na liturgia de Genebra, enfatizando a total falta de amparo do homem à parte de Deus. Conseqüentemente, também, a confissão de pecados e a invocação da ajuda do Espírito Santo antes de ler as Escrituras para que Elas possam ser corretamente entendidas.[12] Todas estas três doutrinas tão cuidadosamente levadas a cabo na forma genebrina podem ser compreendidas sob a total submissão da Doutrina Calvinista à dependência de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A doutrina que Calvino fincou, cada vez mais distintivamente sua, foi a da Eleição. Pode ser dito que ele redescobriu o sentido da Igreja como o Novo Israel, o povo de Deus. Esta doutrina sem sombra de dúvida é refletida em sua teoria do culto. Ela produziu um profundo senso de honra e reverência perante Deus, que era enfatizado na liturgia pela leitura do Decálogo e pela confissão de fé que era feita pelos cristãos como uma unidade em Cristo. Não era menos sentida na profunda e espontânea gratidão que extravasava através do cântico dos salmos pela congregação. E foi esta doutrina, como também a da Comunhão como “sigillum Verbi”, que fazia Calvino enfatizar a unidade dos elementos do culto antes da Comunhão. A Comunhão é, portanto não um mero apêndice ao ato da pregação, é o ato, para os fiéis, no qual Deus sela suas promessas aos Eleitos. A doutrina da Eleição com sua reflexão na natureza corporativa do culto calvinista contrasta com o individualismo que caracteriza a liturgia Luterana.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deixar esta matéria desta forma seria uma injustiça para a memória de Lutero. Deve ser reconhecido que Calvino teve que acomodar suas visões em três assuntos. Ele fez uma distinção entre os fundamentais e os não importantes pontos na forma do culto. Ele não vacilava por um momento de sua convicção de que todo o culto deve proceder da divina inspiração, e as tradições humanas não carregavam nenhum peso na adoração. Por outro lado, ele mantinha que, em matéria de culto, existiam tanto doutrinas fundamentais como também auxílios superficiais que conduziam à paz e concórdia e que deveriam ser deixados para o julgamento dos Cristãos como indivíduos. Ele fez apenas três concessões, cada uma delas em matéria de forma, não de doutrina.[13] 1) Ele desistiu de sua fórmula de absolvição quando o populacho de Genebra a depreciou como novidade. 2) Ele também permitiu que a Santa Ceia fosse celebrada com pão não fermentado. Ele não desaprovou o uso de pão não fermentado no Sacramento, mas ele não gostou do método pelo qual esta mudança foi introduzida em Genebra, ou seja, ele desaprovou o modo arbitrário pelo qual o vizinho Cantão de Berna exigiu que Genebra adotasse esta prática. 3) Sua terceira e maior concessão, foi a de se render ao requerimento dos magistrados de Genebra em permitir a Ceia do Senhor ser celebrada apenas quatro vezes por ano. Este ponto não foi facilmente concedido e Calvino deixou registrado para a posteridade que sua convicção nesta matéria foi imposta pelos magistrados genebrinos.[14] Estas três concessões não podem ser comparadas em seriedade ou amplitude com as concessões feitas por Lutero. Sendo assim, Calvino não pode ser acusado de inconsistência ou conservadorismo na matéria de acomodação, porque ele sabia tanto a lógica de sua posição quanto que deveria ceder porque era minoria e porque os pontos em questão eram apenas de menor importância.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É na comparação da doutrina dos sacramentos de Calvino (e particularmente da Ceia do Senhor) com a de Lutero, que a anterior base teológica consistente aparece de forma clara. Não é apenas asseverar que Calvino era meramente lógico no seu tratamento dos Sacramentos, visto que ele reconheceu que existe um mistério impenetrável nos atos graciosos de Deus para com o homem, os quais a razão pode raramente provar. Assim, ele era um adorador de mente acurada. No entanto, sua doutrina dos Sacramentos era mais consistente teologicamente que a de Lutero. Como Barclay demonstra,[15] os dois Reformadores eram concordes em quatro principais aplicações. (1) Ambos condenavam qualquer doutrina que negava a necessidade de fé viva no receptor ou que ensinava que os sacramentos conferiam graça ex opere operato. (2) Ambos repudiavam a doutrina que mantinha que os Sacramentos deveriam ser entendidos num sentido meramente etimológico como distintivos ou testemunhos da confissão cristã. (3) Em terceiro lugar, eles rejeitavam como inadequada a visão que os sacramentos representavam meras alegorias ou significativas exibições da verdade. (4) Finalmente, ambos se opuseram a doutrina que expressava que a Ceia do Senhor era apenas um rito comemorativo. Para ambos os sacramentos eram, positivamente, “sigilla verbi”, ou seja, eles eram sinais pelos quais Deus confirmava ou selava suas promessas ao seu povo. A diferença radical entre a posterior visão luterana e a doutrina Calvinista consistia no fato que Lutero mantinha que os Sacramentos tinham eficácia inerente, enquanto Calvino se refere ao seu poder santificador pelo acompanhamento do auxílio de Deus.[16] Lutero pensava que a objetividade dos sacramentos apenas poderia ser mantida se a eficácia inerente fosse postulada. Asseverar a fé como uma pré-condição para a sua eficácia parecia para ele fazer os sacramentos dependerem da fé do receptor. Calvino estava bem ciente desta imputação, mas sua doutrina da Ceia do Senhor não pode ser acusada de subjetividade, desde que ele declara que a própria fé é um dom de Deus mediado pelo Espírito Santo. Lutero também achou dificuldade em manter uma crença numa união mística de Cristo com o crente na Santa Ceia, se alguém mantinha que o corpo ressurreto do Senhor era limitado (limitado ao céu em corpo humano – N. E.)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para eliminar esta dificuldade, Lutero mantinha a doutrina da ubiquidade do corpo de Cristo. Calvino, por outro lado, não recorreu a uma dúbia teoria metafísica para substanciar conclusões chegadas de equivocados fundamentos teológicos. Ele argumentou que o corpo ressurreto de Cristo estava no céu, mas isto não o impedia de que ele pudesse operar pelo poder do Seu Espírito Santo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Cristo, com todas as suas riquezas está lá presente a nós não menos do que estivesse perante nossos olhos ou tocado por nossas mãos”.[17]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, pode ser visto que a posterior doutrina de Lutero da eficácia inerente dos Sacramentos se distancia de sua doutrina inicial dos sacramentos como “sigilla Verbi”, presente e respondida por meio da fé. Do outro lado, Calvino é consistente teologicamente sem conceder nada da objetividade da posterior visão de Lutero. Ao mesmo tempo seu ensinamento, igualmente com o de Lutero, preserva o sentido da grata adoração como a condescendência de Deus quanto também a um profundo senso de mistério.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(1) Esta primeira grande diferença entre o culto Luterano e o Calvinista, considerada como um todo, é que o primeiro é mais subjetivo e o ultimo é mais objetivo. Para Lutero a Bíblia é a Palavra de Deus na qual ele encontra a corroboração de sua experiência espiritual. Para Calvino a Bíblia é a declaração da vontade de Deus e tem autoridade em toda sua totalidade. O culto luterano tende a se tornar a expressão da experiência que a Palavra gera. Sua atmosfera é de alguém grato pelo perdão misericordioso de Deus. No culto Calvinista mais proeminência é dada para a Bíblia como a declaração da vontade de Deus para a doutrina, conduta e governo da Igreja. A atmosfera característica é a de reverente temor perante a Soberana Vontade. O sermão no culto calvinista é um elemento objetivo de culto, porque é o proclamar e expor a vontade de Deus declarada em todas as partes dos Escritos Sagrados. Além disso, enquanto o culto luterano apela para o individual e expressa sua confissão na primeira pessoa do singular, o culto calvinista é corporativo e congregacional. Deus é concebido como declarando sua vontade aos Eleitos e as orações feitas são a resposta corporativa à Sua Palavra, como o são os louvores nos salmos metrificados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(2) A segunda diferença é que o culto calvinista é mais bíblico em natureza que o luterano. Onde no culto luterano se continha hinos que são paráfrases da experiência cristã e ensinamentos cristãos, para Calvino os louvores eram inteiramente escriturísticos. Ele apenas permitiria os Salmos. Enquanto Lutero não se opunha ao uso de seqüências de prosas, provadas antes que sua doutrina fosse correta, Calvino insistia na leitura da Palavra de Deus sem embelezamentos. Outra vez, enquanto as orações luteranas poderiam proclamar a experiência cristã, como o arrependimento ou a adoração, nas formas originais de Calvino a liturgia apenas continha uma oração de confissão que era exclusivamente escriturística. Também Calvino incluiu o Decálogo como uma parte integral da liturgia de Estrasburgo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(3) Uma terceira diferença entre os ritos luteranos e calvinistas é que mais se destaca. Enquanto o culto luterano é composto de dois elementos, o movimento descendente de Deus em direção ao homem e o movimento ascendente do homem até Deus (estes sendo aproximadamente iguais em proporção), o culto calvinista é majoritariamente um movimento descendente. Se o pensamento em primeiro lugar na mente de Lutero era a gratidão, o pensamento dominante para Calvino é que no culto o homem obedecia à Bíblia, pois à parte desta obediência ele não poderia oferecer uma aceitável adoração a Deus. A idéia fundamental do culto luterano era gratidão; a de Calvino era obediência. Ainda que existam elementos, tanto nas orações como nos louvores do culto calvinista que representem este movimento ascendente, o senso que prevalece é uma reverente humilhação perante o Deus vivo. Isto é exemplificado pela falta de uma específica oração de adoração no serviço calvinista. Se os adoradores luteranos eram “laeti triumphantes”, os calvinistas eram “miseri et abiecti”. Esta distinção não é absoluta, mas aponta para uma real diferença de ênfase.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(4) Em quarto lugar, o culto luterano é mais rico no uso de cerimônias que o serviço calvinista. Anteriormente já foi mostrado que eram teológicas e não estéticas as razões para a diferença. Basta dizer aqui que o culto luterano é “rico” e o calvinista é “nu”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As diferenças teológicas entre Lutero e Calvino refletidas nas diferenças de ênfase litúrgicas são de total importância porque esta base litúrgica prepara o caminho para as diferenças entre os Anglicanos e os Puritanos na Inglaterra. É visto que a posição do Clero Estabelecido na Inglaterra era a de Lutero, enquanto que as visões dos Puritanos eram aquelas de Calvino. A analogia não é exata em cada detalhe, mas num todo é muito boa. Pode ser certamente mantido, no entanto, que as diferentes concepções da autoridade das Escrituras na mente de Lutero e na mente de Calvino reapareceram na controvérsia litúrgica entre os Puritanos e o clero Estabelecido, os Anglicanos. Os Puritanos foram os herdeiros dos Reformadores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Extraído e traduzido do The Worship of the English Puritans, páginas 13 a 24, de autoria do Dr. Horton Davies – Editora Soli Deo Gloria Publications.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[1]James Moffatt, ‘Lutero’, capítulo viii de Christian Worship (ed. cit.) p. 127&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[2] Formula da Missae de Lutero, em Carl Clemen Quellenbuch zur praktischen Theologie, I Teil (Giessen 1910) p. 27f&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[3] Clemen op. cit. p. 27&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[4] ibid.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[5] Maxwell The Liturgical Portions of the Genevan Service Book (1931) p. 70; os itálicos são meus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[6] Moffat op. cit. p. 125&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[7] Clemen op. cit. p. 26&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[8] Moffat loc. cit.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[9] Moffat op. cit. p. 129&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[10] J. S. Whale, “Calvin”, ch. x. of Christian Worship p. 156.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[11] Inst. I. iv&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[12] Calvino La forme des prières ecclésiastiques, em Clemen op. Cit. Pp. 51-58&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[13] F. O. Reed Public Worship in XVIth century Calvinism (tese para graduação – não publicada – na B. Litt. na Universidade de Oxford) ch. ii&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[14] Maxwell op. cit. p. 203&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[15] The Protestant Doctrine of the Lord´s Supper (1928) ch. ii&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[16] Inst. IV xix 2&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[17] Le Catechisme français de Calvin, citado por F. O. Reed op. cit.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://ospuritanos.blogspot.com/search/label/A%20Teologia%20do%20Culto%20Reformado"&gt;Os Puritanos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-5552043388124771420?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/5552043388124771420/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/teologia-do-culto-reformado-diferenca.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/5552043388124771420?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/5552043388124771420?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/teologia-do-culto-reformado-diferenca.html" title="A Teologia do Culto Reformado - Diferença entre Luteranos e Calvinistas" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-Dh5vEVUFdFY/Tw3InMESjlI/AAAAAAAABRI/_fl4sfoidhc/s72-c/english+puritans.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEIAQnw9eip7ImA9WhRUEE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-7972183254796123746</id><published>2012-01-09T01:11:00.000-08:00</published><updated>2012-01-19T18:29:03.262-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-19T18:29:03.262-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="7. Cântico de Salmos (parte 1)" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pregações" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meus Escritos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O culto público" /><title>Sétimo elemento constitutivo do culto público: Cântico de Salmos (parte 1 - fazer somente o ordenado nas Escrituras) - Sermão pregado dia 08.01.2012</title><content type="html">&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-hW1DYUqirsY/TwmxfZe25kI/AAAAAAAABQ4/Qdw71SfHhVU/s1600/bible+hands.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-hW1DYUqirsY/TwmxfZe25kI/AAAAAAAABQ4/Qdw71SfHhVU/s200/bible+hands.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sétimo elemento constitutivo do culto público:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Cântico de Salmos (&lt;u&gt;parte 1 - fazer somente o ordenado nas Escrituras&lt;/u&gt;)&amp;nbsp;- &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sermão pregado dia 08.01.2012&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Queridos irmãos, é com grande alegria que chegamos ao último elemento constitutivo do culto público. Todos nós podemos testemunhar de como o Senhor tem sido benigno para conosco, nos têm ensinado segundo seus preceitos imutáveis e de como nos tem sustentado em meio aos momentos de dúvida e fraqueza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devido à certa complexidade do tema em voga (Cântico de Salmos), creio que levaremos um pouco mais de tempo para finalizarmos, haja vista precisarmos entender algumas nuances quanto à adoração e louvor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A finalidade do presente estudo - Elementos Constitutivos do Culto Público - é para que entendamos quais são as coisas requeridas pelo Senhor em Sua Palavra e de que forma elas devem ser aplicadas à vida da igreja. Também temos por alvo compreender que tudo que fuja à regra que estamos vendo, deve ser cuidadosamente analisada, não porque sejamos perfeitos (Rm 3.10), mas sim porque desejamos compreender a verdade revelada nas Escrituras, e para isso devemos ter todo cuidado para não acrescentar ou diminuir algo da sua palavra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para captarmos o presente ensino bíblico, é necessário que tenhamos pressupostos corretos, quer dizer, nossa base de fé deve ser coerente com a Bíblia - com isso digo que devemos ter a soberania de Deus como certa para nossas vidas, a certeza de que Deus revelou seu plano de salvação e de guia para o homem na terra tão somente na Sua Palavra escrita e também estarmos certos da suficiência das Escrituras (2Tm 3.16,17).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;span style="color: red;"&gt;Tudo o que eu te ordeno, observarás para fazer; nada lhe acrescentarás nem diminuirás&lt;/span&gt;" (Dt 12.32). Esse precisa ser um dos versículos que constantemente permeie nossa mente, pois ele nos é explícito ao dizer que tudo o que precisamos para a fé e salvação encontra-se revelado nas Sagradas Escrituras - conforme diz a própria Confissão de Fé de Westminster: "À Escritura nada se acrescentará em tempo algum, nem por novas revelações do Espírito, nem por tradições dos homens" (Cap I, VI). Como já vimos esse ponto em outro lugar (clique&amp;nbsp;&lt;a href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/10/conhecendo-reforma-protestante-sermao.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;), não me deterei novamente nele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando conversamos com os crentes sobre o que viria a ser adoração e louvor, de um modo geral a resposta que obtemos é que "louvor é tudo o que eu ofereço a Deus". Certamente que não está de toda errada essa afirmação, porém fica ainda uma pergunta: "o que você oferece a Deus é aceitável a ele"? Um rei que decreta seus mandamentos e a maneira como deseja ser adorado, certamente reputará como erro toda forma não prescrita por ele, isto é, ainda que algum vassalo seu venha "de todo coração" lhe oferecer algum fogo estranho (tal qual os filhos de Arão fizeram e por isso foram mortos - Nm 26.61), tal oferta não será aceitável ao Rei, pois não foi dessa maneira que ele havia ordenado que se fizesse. Ou ainda: haveria alguma &amp;nbsp;razão para um aluno de matemática que ao ser lhe dada uma tarefa, em vez de resolvê-la, pega e entrega um artigo sobre a história dos componentes químicos? Acaso seu professor aceitaria como sendo uma tarefa resolvida? Certamente que tal aluno seria aconselhado a entregar a tarefa que lhe foi dada, ainda que tenha feito de todo coração o artigo não pedido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O profeta Jeremias nos relata esse ensino:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;span style="color: red;"&gt;Assim diz o SENHOR, acerca deste povo: Pois que tanto gostaram de andar errantes, e não retiveram os seus pés, por isso o SENHOR não se agrada deles, mas agora se lembrará da iniqüidade deles, e visitará os seus pecados. Disse-me mais o SENHOR: Não rogues por este povo para seu bem. Quando jejuarem, não ouvirei o seu clamor, e quando oferecerem holocaustos e ofertas de alimentos, não me agradarei deles; antes eu os consumirei pela espada, e pela fome e pela peste. Então disse eu: Ah! Senhor DEUS, eis que os profetas lhes dizem: Não vereis espada, e não tereis fome; antes vos darei paz verdadeira neste lugar. E disse-me o SENHOR: Os profetas profetizam falsamente no meu nome; nunca os enviei, nem lhes dei ordem, nem lhes falei; visão falsa, e adivinhação, e vaidade, e o engano do seu coração é o que eles vos profetizam&lt;/span&gt;" (Jr 14:10-14).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra de Deus é clara: o povo ama o caminho que lhe é prazeroso, mas constantemente deixa de consultar o Senhor para saber se a Ele tal caminho também é agradável. O Senhor também ensina sobre que quando o erro não é combatido e deixado de lado, ainda que ofereçam "&lt;span style="color: red;"&gt;holocaustos e ofertas de alimentos, não me agradarei deles; antes eu os consumirei pela espada, e pela fome e pela peste&lt;/span&gt;" (v.12). A voz do Senhor não é coisa para se brincar, mas para se temer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos ainda outro exemplo de desobediência e de como o Senhor&amp;nbsp;&lt;b&gt;não aceita louvores&lt;/b&gt;&amp;nbsp;- isto é, modos de O honrá-lo e glorificá-Lo -&lt;b&gt;&amp;nbsp;contrários ao que Ele instituiu&lt;/b&gt;:&amp;nbsp;&lt;span style="color: red;"&gt;1Sm 15.1-23.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
A palavra do Senhor foi muito clara para Saul: "&lt;span style="color: red;"&gt;Ouve, pois, agora a voz das palavras do Senhor&lt;/span&gt;" (v.1), "&lt;span style="color: red;"&gt;Vai, pois, agora e fere a Amaleque; e destrói totalmente a tudo o que tiver, e não lhe perdoes; porém matarás desde o homem até à mulher, desde os meninos até aos de peito, desde os bois até às ovelhas, e desde os camelos até aos jumentos&lt;/span&gt;" (v.3). A ordem para Saul era muito clara: ir e matar tudo o que encontrasse. Contudo, não foi isso que fez: "&lt;span style="color: red;"&gt;E Saul e o povo pouparam a Agague, e ao melhor das ovelhas e das vacas, e as da segunda ordem, e aos cordeiros e ao melhor que havia, e não os quiseram destruir totalmente; porém a toda a coisa vil e desprezível destruíram totalmente&lt;/span&gt;" (v.9). Humanamente falando, Saul até teve um bom discernimento, afinal, destruiu tudo o que era vil e desprezível e ficou apenas com os melhores animais - ainda mais, o próprio Saul testifica estar convicto de ter feito exatamente o que o Senhor lhe ordenara: "&lt;span style="color: red;"&gt;Veio, pois, Samuel a Saul; e Saul lhe disse: Bendito sejas tu do SENHOR; cumpri a palavra do SENHOR&lt;/span&gt;" (v.13). Pobre Saul, não soube sequer discernir o próprio erro. "&lt;span style="color: red;"&gt;Então disse Samuel: Que balido, pois, de ovelhas é este aos meus ouvidos, e o mugido de vacas que ouço?&lt;/span&gt;" (v. 14). Samuel questiona a Saul, pois se ele havia cumprido a palavra do Senhor, como seria possível haver ovelhas e vacas com ele, sendo que tudo deveria ser destruído?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos também que Saul tentou achar uma desculpa para seu não cumprimento: "&lt;span style="color: red;"&gt;E disse Saul: De Amaleque as trouxeram; porque o povo poupou ao melhor das ovelhas, e das vacas, para as oferecer ao SENHOR teu Deus; o resto, porém, temos destruído totalmente&lt;/span&gt;" (v.15). Que atitude lamentável! O rei Saul achou que poderia oferecer algo contrário ao que Deus havia instituído, como se ele soubesse melhor o que poderia agradar ao próprio Senhor! Então Samuel lhe questiona: "&lt;span style="color: red;"&gt;Por que, pois, não deste ouvidos à voz do SENHOR, antes te lançaste ao despojo, e fizeste o que parecia mau aos olhos do SENHOR?&lt;/span&gt;" (v.19). Saul tenta mais uma vez se desculpar e dizer que desejou fazer tudo de bom coração: "&lt;span style="color: red;"&gt;Então disse Saul a Samuel: Antes dei ouvidos à voz do SENHOR, e caminhei no caminho pelo qual o SENHOR me enviou; e trouxe a Agague, rei de Amaleque, e os amalequitas destruí totalmente; Mas o povo tomou do despojo ovelhas e vacas,&amp;nbsp;&lt;i&gt;o melhor do interdito, para oferecer ao SENHOR teu Deus em Gilgal&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;" (vs.20,21 - grifo meu).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, assim com procedeu Saul, muitos hoje também agem achando que o simples fato de tentarem fazer o seu melhor para o Senhor é sinônimo de que Deus receberá a sua oferta. O profeta Samuel foi incisivo em repreender Saul e dizer-lhe que&amp;nbsp;&lt;b&gt;o Senhor ordena que O obedeçamos conforme ele mesmo prescreveu e não segundo os intentos de nosso coração!&lt;/b&gt;&amp;nbsp;"&lt;span style="color: red;"&gt;Porém Samuel disse: Tem porventura o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros&lt;/span&gt;"&amp;nbsp;(v.22). Por fim, o veredicto contra Saul demonstra a gravidade de seu pecado: "&lt;span style="color: red;"&gt;Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e o porfiar é como iniqüidade e idolatria. Porquanto tu rejeitaste a palavra do SENHOR, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei&lt;/span&gt;" (v.23) -.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com razão já disseram certos escritores: "A conexão entre teologia e adoração é tão vital, que é impossível mudar a forma de adoração (prática) sem alterar o conteúdo (convicção teológica)" [&lt;span style="color: blue;"&gt;1&lt;/span&gt;] e é por essa mesma razão que devemos compreender que um ensino verdadeiro do evangelho deve ser coerente com a prática ordenada e ensinada pelas Escrituras, pois se assim não for, corremos grande perigo de brincarmos com o nome do Senhor, de lhe oferecermos "holocaustos e ofertas" e em lugar da bênção e provisão, colhermos "espada, fome e peste".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Um dos assuntos mais questionados pelos novos convertidos é sobre como eles devem passar a viver pelo Senhor&lt;/b&gt;, isto é, eles perguntam aos crentes mais experimentados sobre qual a forma correta de prestarem culto durante toda a sua vida ao Senhor. Muitos obtém uma boa resposta com respaldo bíblico (1Co 10.31), mas mesmo esses, por muitas vezes não são ensinados sobre a diferença que há entre o culto público e o particular (clique&amp;nbsp;&lt;a href="http://2timoteo316.blogspot.com/search/label/0.1%20Diferenciando%20o%20Culto%20P%C3%BAblico%20do%20Culto%20Particular"&gt;aqui&lt;/a&gt;&amp;nbsp;para ler) e também não sabem diferenciar os momentos das circunstâncias. Um exemplo bastante claro disso é o fato de muitas pessoas ainda acharem que a dança é algo permitido durante o culto ao Senhor, pois baseando-se em alguns Salmos, acham que podem louvar ao Senhor em público com tal atitude, porém, "Ao olharmos para o Salmo 150:4 ('Louvai ao Senhor com adulfes e danças'), o termo hebraico mahol 'dança', é um termo usado como símbolo de alegria após uma vitória. Normalmente uma mahol era acompanhada de adufes (tof); por isso o salmista usa o conjunto 'adulfes e danças'. A expressão hebraica do Salmo 150:4 é exatamente a mesma encontrada em referência à dança de Miriam em Êxodo 15:20, em sua forma verbal ('tocaram adulfes e dançaram')" [&lt;span style="color: blue;"&gt;2&lt;/span&gt;], ou seja, uma coisa é pular e cantar durante após uma vitória na batalha, outra coisa muitíssimo diferente é dizermos que as danças são um meio de adoração em si, ou ainda como querem certos espíritos enganadores, que a dança é "profética" e "move o coração de Deus". Também notamos que "(o 'mahol' é uma comemoração de batalha que pode incluir danças nada artísticas, nem belas - são simples 'pulos'; ou mesmo pode não incluir dança alguma, mas simplesmente dois tipos de címbalos, tocados com o movimento dos pulsos e do corpo. Está muito longe de ser um balé oriental, ou uma dança do ventre como alguns têm feito. Também não é uma 'dança de salão', pois danças de casal com proximidade física são reservadas para a intimidade na Escritura e não são cabíveis em público...)". [&lt;span style="color: blue;"&gt;3&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Calvino diz: "Para os homens que não dão importância para o que Deus ordenou ou que aprovou, e em vez de servi-lo de forma adequada assumem para si mesmos a licença de elaborar modos de adoração e mais tarde fazem a si mesmos mais altos que o Senhor na obediência... Deus rejeita, condena, abomina toda forma fictícia de adoração e emprega sua Palavra como freio para nos manter em uma obediência incondicional. Quando esse jugo nos é tirado, vagamos por nossas próprias ficções e oferecemos a ele um louvor imprudente de nós mesmos, de modo que em sua visão isso é vã insignificância, mais que isso, vileza e poluição. Os advogados das tradições humanas os pintam em cores vistosas e leais, e Paulo certamente admite que eles carreguem uma amostra de sabedoria, mas como para Deus a obediência vale mais do que todos os sacrifícios, isso deveria ser suficiente para rejeitar qualquer modo de adoração que não é sancionado pelo comando de Deus" [&lt;span style="color: blue;"&gt;4&lt;/span&gt;].&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diante do exposto precisamos nos perguntar:&amp;nbsp;&lt;b&gt;O que a Bíblia diz acerca do louvor e de que forma ele deve ser feito?&lt;/b&gt;&amp;nbsp;É lamentável que muitos "líderes de louvor" ou "levitas" (como se tal oficio ainda existisse) estejam a anos nessa prática, mas quando indagados se de fato estão em conformidade com as Escrituras, pouco sabem a respeito. Assim também são aqueles "árduos" defensores do "culto" alternativo (leia-se, show) e que voltam-se para a geração atual, como se as ordens bíblicas dependessem da sanção do homem!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Como nós adoramos reflete a nossa teologia. 'Adoração, contrário à muita opinião, não é uma questão de gosto, mas um assunto de convicção teológica'". [&lt;span style="color: blue;"&gt;5&lt;/span&gt;] Se tivermos nossas convicções teológicas separadas da Bíblia, certamente labutados em terreno maligno. É impressionante como na prática muitos homens e mulheres acham que os intentos de Deus são inferiores aos dos homens, como se Deus não soubesse qual a melhor maneira que lhe agrada ser adorado! Também notamos que uma liturgia errada (práticas durante o culto) leva à uma noção errada sobre o Senhor. Se tivermos verdadeiros shows e concertos em nossas igrejas, como esperar que alguém venha com reverência e devoção ao Senhor, sendo que o que ali se faz não é segundo as Escrituras?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para aprendermos sobre adoração, precisamos lembrar-nos de 3 coisas:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;1. A adoração é para a glória de Deus&lt;/b&gt;. "A luz da natureza mostra que há um Deus que tem domínio e soberania sobre tudo, que é bom e faz bem a todos, e que, portanto, deve ser temido, amado, louvado, invocado, crido e servido de todo o coração, de toda a alma e de toda a força;&amp;nbsp;&lt;i&gt;mas o modo aceitável de adorar o verdadeiro Deus é instituído por ele mesmo e tão limitado pela sua vontade revelada, que não deve ser adorado segundo as imaginações e invenções dos homens ou sugestões de Satanás nem sob qualquer representação visível ou de qualquer outro modo não prescrito nas Santas Escrituras&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(Rm &amp;nbsp;1:20; Sl 119:68, e 31:23; At 14:17; Dt 12:32; Mt I5:9, e 4:9, 10; Jo 4:3, 24; Êx. 20:4-6 - grifo meu). [&lt;span style="color: blue;"&gt;6&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;2. Deus ministra ao homem, e não o contrário&lt;/b&gt;. Ainda que louvar seja um ato humano, o louvor ao Senhor não serve para dar algo a ele (pois do que necessita?), mas é o momento onde profundamente reverenciamos o seu nome e cantamos glórias na esperança de que ele fale e transforme o nosso coração à medida que vamos crescendo em graça e em conhecimento,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;3. A adoração é definida somente por Deus&lt;/b&gt;. Ninguém, absolutamente ninguém tem o poder de dizer como Deus pode ser adorado, exceto Ele mesmo. Assim como em minha casa tenho autoridade para dizer como as coisas devem ser feitas, onde determinado objeto deve ser guardado e como me agrada a disposição das peças, assim também Deus é a autoridade suprema sobre a adoração que Lhe rendemos. Para evitarmos cair em erro, é preciso que partamos da premissa de que a adoração não pode ser feita segundo nossos desejos ou paixões, mas somente como o Senhor ordena.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das frequentes razões para que os crentes não gostem da abordagem sobre o louvor, é que ela parece dizer que enquanto para a vida diária não há ordenanças específicas (que tipo de emprego arrumar, onde morar, qual casa comprar...), para o culto ao Senhor seja prescrita uma série de orientações e ainda mais, ordenanças de como se deve prestá-las a Ele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É preciso notar que assim como os reformadores (e muitos antes e depois deles!) foram árduos defensores do "Sola Scriptura" e combateram com veemência (as vezes com seus próprios sangues) os acréscimos à palavra do Senhor, nós também hoje devemos lutar, não somente para com o romanismo e outras religiões (ainda que seja importante), mas também para eliminar o mau de dentro do que tem se chamado de "igreja". Bem sabemos que não é nosso serviço "limpar a eira" (Lc 3.17), pois tal pertence ao Senhor, mas no que tange à nossa responsabilidade e instrução na graça de nosso Deus, somos chamados a pregar a verdade em meio a tantas mentiras e práticas repugnantes ao Altíssimo.&amp;nbsp;&lt;b&gt;Defender uma prática como sendo supostamente bíblica, mas não tendo como prová-la, é quase tão maligno como negar a verdade e a fé&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Deus se importa com a adoração correta. Isso é importante para ele. Nós não estamos lidando com um único versículo prova. As páginas das Escrituras proclamam em alta voz que Deus deve ser adorado em espírito e em verdade. Nós não estamos tratando de um assunto banal. Estamos tratando com um dos mais importantes assuntos que nós podemos imaginar. A adoração a Deus fica em pé ou cai devido à quantidade de consideração que damos às leis de Deus em todas as áreas da vida... A Bíblia e somente ela deve ser nosso guia para determinar como Deus deve ser adorado". [&lt;span style="color: blue;"&gt;7&lt;/span&gt;] Em outras palavras: ou humildemente nos submetemos à Bíblia e ao que ela ensina sobre adoração, ou será melhor negarmos que ela é nosso guia de fé e de prática.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ditas essas coisas, é preciso que verifiquemos nas Escrituras (semana que vem) se coisas como bandas, orquestras, show de luzes e o tipo de música cantada atualmente é algo que pode ter respaldo bíblico - se tiver, faremos; se não tiver, precisamos verificar o que a Bíblia nos diz sobre isso e fazer somente o que ela nos ordena.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente muito do que se diz ser "desde sempre" - isto é, quase que um axioma cristão -, na verdade é invencionice bastante recente. Vemos por exemplo que os dons de línguas e as novas revelações do Espírito Santo vieram a ser enfatizadas com maior vigor somente no século passado (em 1906, com a reunião na rua Azuza, nos Estados Unidos). A doutrina do "arrebatamento secreto", segundo o Dr. Martyn Lloyd Jones, não surgiu no mundo senão depois de 1830. O sistema de "apelos" no culto, do tipo "venha para frente receber Jesus - faça uma oração e seja salvo", também teve sua maximização em Charles Finney (1792 - 1875). Também vemos que muitas bíblicas editadas nos últimos tempos fazem quase que piada com o nome do Senhor, a ponto de serem tão simplórias que marginalizam toda a estrutura do texto e adulteram palavras de magnífica importância, quando não são aquelas que fazem comentários inúteis e malignos ao texto divino (Bíblia Batalha Espiritual e Vitória Financeira, Bíblia da Mulher que Ora, Bíblia de Estudo Pentecostal...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bíblia também relata-nos que nem sempre podemos nos guiar pela maior quantidade de pessoas executantes de certos feitos, afinal, não é porque boa parte das igrejas tenha determinada prática, que isso signifique por si só que seja bíblico.&amp;nbsp;A Bíblia nos mostra que a maioria muitas vezes esteve errada:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- A maioria esmagadora pereceu nas águas do dilúvio, Gn. 7;&lt;br /&gt;
- A maioria se rebelou contra Deus e Moisés em Êx. 32;&lt;br /&gt;
- A maioria se rebelou contra Deus e Moisés em Nm. 14;&lt;br /&gt;
- A maioria cultuava falsos deuses em Jz 2;&lt;br /&gt;
- A maioria matou Jesus;&lt;br /&gt;
- A maioria vai eleger o anti-cristo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O chamado "Sola Scriptura" pode-nos ser algo novo, mas para a história da igreja é algo bastante antigo. Não devemos nos espantar com as "novidades", desde que elas sejam novidades apenas para nós, não para a história da igreja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos dos erros cometidos hoje em dia são devidos à ignorância teológica que existe entre o pastor e o povo - "&lt;span style="color: red;"&gt;O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei&lt;/span&gt;" (Os 4.6).&amp;nbsp;Certamente que o Senhor vinga-se dos profetas que falam falsamente no seu nome, mas não somente isso, também vinga-se daqueles que executam certas atividades que são contrárias à sua lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, nós aqui presentes, se desejamos ser mais santos ao Senhor - "&lt;span style="color: red;"&gt;sem a qual ninguém verá o Senhor&lt;/span&gt;" (Hb 12.14) -, devemos buscar o conhecimento de Deus tão somente através de sua palavra santificadora e mais do que útil para nos ensinar. Nossos papéis como crentes não são de colocar a cultura à frente da palavra nem o gosto à frente da verdade, mas sim a Bíblia como nossa única regra de fé, conduta, piedade e sobriedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Semana que vem veremos o que a Bíblia nos ensina sobre instrumentos (Sempre foram usados? Qual sua relação com o templo do Antigo Testamento? Qual foi a prática apostólica? Que dizer dos Salmos que falam sobre eles?) e o testemunho da igreja histórica sobre isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não podemos nos dar o luxo de afirmarmos que algo é verdadeiro sem antes verificarmos se a Bíblia assim sanciona.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cristo os abençoe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Notas:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;1&lt;/span&gt;] HART, D. G e MUETHER, John R. - citado em "In Spirit and Truth: Worship as God Requires (Understanding and Apllying the Regulative Principle of Worship)" By James R. Hughes, pág. 5 - tradução livre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;2&lt;/span&gt;] Citado nesse mesmo blog - clique&amp;nbsp;&lt;a href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/coreografia-na-igreja-danca-da.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&amp;nbsp;para ler na íntegra.&lt;br /&gt;
[&lt;span style="color: blue;"&gt;3&lt;/span&gt;] Citado pelo professor e diretor do Instituto Malleus Dei, Salomão Rod - via e-mail.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;4&lt;/span&gt;] Citado em "In Spirit and Truth: Worship as God Requires (Understanding and Apllying the Regulative Principle of Worship)" By James R. Hughes, pág. 7 - tradução livre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;5&lt;/span&gt;] Ibid, pág. 8&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;6&lt;/span&gt;] Confissão de Fé de Westminster, capítulo XXI, seção I.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;7&lt;/span&gt;]&amp;nbsp;Citado em "In Spirit and Truth: Worship as God Requires (Understanding and Apllying the Regulative Principle of Worship)" By James R. Hughes, pág. 15 - tradução livre.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-7972183254796123746?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/7972183254796123746/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/setimo-elemento-constitutivo-do-culto.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/7972183254796123746?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/7972183254796123746?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/setimo-elemento-constitutivo-do-culto.html" title="Sétimo elemento constitutivo do culto público: Cântico de Salmos (parte 1 - fazer somente o ordenado nas Escrituras) - Sermão pregado dia 08.01.2012" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-hW1DYUqirsY/TwmxfZe25kI/AAAAAAAABQ4/Qdw71SfHhVU/s72-c/bible+hands.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE4MRn05fip7ImA9WhRVEE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-1481537300414750599</id><published>2012-01-08T07:35:00.000-08:00</published><updated>2012-01-08T07:36:27.326-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-08T07:36:27.326-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><title>A Importância de se Valorizar o Tempo - Jonathan Edwards</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7w09-qe2cJ4/Twm3u-ub-AI/AAAAAAAABRA/ot32A663hOg/s1600/Clock.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="158" src="http://3.bp.blogspot.com/-7w09-qe2cJ4/Twm3u-ub-AI/AAAAAAAABRA/ot32A663hOg/s200/Clock.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;span style="color: red;"&gt;Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, Remindo o tempo; porquanto os dias são maus&lt;/span&gt;" (Efésios 5:16,17).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os Cristãos não só devem estudar para melhorar as oportunidade de que gozam, para seu próprio benefício, como como aquelas das quais se poderia fazer um bom negócio; mas também trabalhar para reclamar a outros de seus maus caminhos, de tal maneira que Deus postergaria Sua ira, e os tempos poderiam ser redimidos daquela terrível destruição, a qual, quando vier, porá um fim ao tempo da Divina paciência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, pode ser quanto a isto, que a seguinte razão é adicionada a proprosição principal - porque os dias são maus. É como se o Apóstolo houvesse dito - a corrupção dos tempos tende a acelerar os julgamentos ameaçados; mas vosso santo e cirscunspecto caminhar tenderá a redimir o tempo das mandíbulas devoradoras destas calamidades.&amp;nbsp;Contudo, certamente há muito a ser tido em conta por nós nestas palavras, a saber: que temos de ter o tempo em alta estima, e devemos ser excessivamente cuidadosos para que este não seja desperdiçado; e nós estamos portanto exortado a exercer sabedoria e perspicácia, de forma que possamos redimí-lo. E então como se mostra, o tempo é sobremaneira precioso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;CAPÍTULO I&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Porque o Tempo é precioso.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Tempo é precioso pelas seguintes razões:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Primeiro&lt;/b&gt;, porque uma eternidade em alegria ou em miséria depende do bom ou do defectuoso uso do Tempo. As coisas são preciosas em proporção a sua importância, ou ao grau no qual são concernentes a nosso bem. Os homens costumam definir como de valor mais elevado aquilo de que eles sentem que seus interesses dependem principalmente. E isto torna o Tempo tão extraordinariamente precioso, porque o nosso bem eterno depende do bom proveito do mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Segundo&lt;/b&gt;, o Tempo é muito curto, o que é outra característica que faz ele muito precioso. A escassez de qualquer mercadoria ocasiona aos homens aumentar o valor dela, especialmente se é necessária e se não podem viver sem ela. Desta forma, quando Samaria foi cercada pelos Sírios, e as provisões eram excessivamente escassas, “&lt;span style="color: red;"&gt;se vendeu uma cabeça de um jumento por oitenta peças de prata, e a quarta parte de um cabo de esterco de pombas por cinco peças de prata&lt;/span&gt;” 2 Reis 6:25. - Assim, o Tempo deve possuir muito mais apreço pelos homens, porque toda a eternidade depende dele; e, no entanto, nós temos somente um pouco de tempo. “&lt;span style="color: red;"&gt;Porque decorridos poucos anos, eu seguirei o caminho por onde não tornarei&lt;/span&gt;” Jó 16:22. “&lt;span style="color: red;"&gt;E os meus dias são mais velozes do que um correio; fugiram, e não viram o bem&lt;/span&gt;” Jó 9:25, 26. “&lt;span style="color: red;"&gt;Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece&lt;/span&gt;” Tiago 4:14. É somente como um momento se comparado à eternidade. O Tempo é tão curto, e o trabalho que temos de fazer nele é tão grande, que nós não temos Tempo algum de sobra. O trabalho que temos a fazer para nos preparar para a eternidade, tem de ser feito no Tempo, ou nunca poderá ser feito; e este é um trabalho de grande dificuldade e labor, e portanto, para o qual o tempo é mormente requisitado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Terceiro&lt;/b&gt;, o tempo deve ser estimado por nós como muito precioso, porque nós não estamos certos de que ele vá continuar. Sabemos que ele é muito curto, mas não sabemos o quão curto ele é. Não sabemos quão pouco dele ainda resta, se um ano, ou se muitos anos, ou apenas um mês, uma semana, um dia. Nós estamos todos os dias incertos se aquele dia será o último ou não, ou mesmo se nós teremos todo o dia. Não há nada que a experiência possa verificar mais do que isto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Quarto&lt;/b&gt;, o tempo é muito precioso, porque quando ele passa, não pode ser recuperado. Existem muitas coisas as quais os homens possuem, que se perderem, eles podem obter novamente. Se um homem se separar de algo que ele tinha, sem saber o valor daquilo, ou a necessidade que ele teria daquela coisa, muitas vezes ele pode recuperá-la, pelo menos, com dores e custo. Se um homem foi distraído em uma barganha, e permutou ou vendeu algo, e depois se arrependeu disto, ele sempre pode obter um livramento, e recuperar aquilo do que se desfez. Mas não é asim com respeito ao tempo. Uma vez que ele se foi, ele se foi para sempre; sem dores, nenhum preço ou sacrifício pode recuperá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Se nós tivermos vivido cinqüenta, sessenta ou setenta anos, e não tivermos feito bom uso de nosso tempo, agora nada se poderá fazer quanto a ele&lt;/b&gt;. Ele está eternamente perdido, foi-se para sempre de nós. Tudo o que poderemos fazer é fazer bom uso do pouco que resta. Sim, se um homem gastou toda a sua vida, exceto alguns poucos momentos, de forma vã, tudo o que passou está perdido, e apenas estes poucos momentos que restam poderão ser feitos verdadeiramente dele. E se todo o tempo de um homem foi gasto, ele está todo perdido e é irrecuperável. &lt;b&gt;A Eternidade depende do bom aproveitamento do tempo&lt;/b&gt;. Mas, quando uma vez o tempo da vida houver passado, quando a morte chegar, não temos nada mais com o tempo; não há possibilidade de obter a restauração dele, ou outro lugar no qual se preparar para a Eternidade. Se um homem perdesse todas as suas propriedades e riquezas terreais, e chegasse a falência financeira, é possível que pudesse se recuperar desta perda. Ele pode ter outros bens tão bons quanto. Mas quando o tempo da vida se esvai, é impossível obter novamente este tal tempo. Todas as oportunidades de obter o bem eterno terão absolutamente e para sempre se perdido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por Jonathan Edwards&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://calvinismoexperimental.blogspot.com/2010/08/preciosidade-do-tempo-e-importancia-de.html"&gt;Calvinismo Experimental&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-1481537300414750599?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/1481537300414750599/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/importancia-de-se-valorizar-o-tempo.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/1481537300414750599?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/1481537300414750599?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/importancia-de-se-valorizar-o-tempo.html" title="A Importância de se Valorizar o Tempo - Jonathan Edwards" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-7w09-qe2cJ4/Twm3u-ub-AI/AAAAAAAABRA/ot32A663hOg/s72-c/Clock.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0cHRXsyfyp7ImA9WhRWFkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-554095102979497184</id><published>2012-01-04T04:43:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T04:43:54.597-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-04T04:43:54.597-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meus Escritos" /><title>O Mundo Sempre Deseja Barrabás</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-o2JNr8vwkeA/TwRIjodooWI/AAAAAAAABQw/rorJUeyPDAE/s1600/barrabas2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="149" src="http://1.bp.blogspot.com/-o2JNr8vwkeA/TwRIjodooWI/AAAAAAAABQw/rorJUeyPDAE/s200/barrabas2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
"&lt;span style="color: red;"&gt;Então todos tornaram a clamar, dizendo: Este não, mas Barrabás. E Barrabás era um salteador&lt;/span&gt;" (Jo 18.40).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos impressiona como o mundo ímpio sempre deseja o mais vil e perverso dos homens que tem a seu dispor para lhes ser de companhia. Não obstante o grande Mestre tivesse realizado grandes coisas entre o povo, ensinado com amor e brandura, ter se compadecido do pobre e necessitado, ainda assim vemos que a semente maligna permanece no coração dos não regenerados, mesmo que muitos milagres lhes sobressaiam à vista. Contudo, não deveria espantar-nos em demasia o fato de Jesus ter sido requerido pelos judeus à crucificação, pois eles amavam o que Senhor odiava e rejeitavam àquilo em que Cristo se deleitava.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não somente os judeus, mas desde o advento da graça de Deus que fez conhecida todas as coisas entre os povos da Terra, notório é que por mais grandioso que possa ser o prodígio, por mais amável que seja a doçura, ainda que se eleve acima de toda sabedoria e seja tido como sustentáculo da paz, todos, sem exceção, preverem o maligno ao benigno.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Barrabás, homem ímpio e maligno, cuja fama era bem conhecida, não por boas obras, mas por infundir terror, medo e angústia em todos ao seu redor, esse era o homem que os judeus desejavam ter consigo. Homens escravizados pelo pecado desejam sempre aquilo que lhes é pertinente e conhecido. Jamais encontraremos um homem afastado dos caminhos do Senhor e que deseje outra a coisa, a não ser o mais violento dos seres para conviver consigo. O que diferenciava Barrabás do povo era tão somente que ele havia sido notadamente perigoso em seus feitos, contudo, no que tange ao coração, todo o restante assemelhava-se a ele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, esforcemo-nos nesse dia para não sermos participantes da mesma revolta demoníaca que caiu sobre os antigos e ainda recai sobre muitos diariamente, onde preferem o salteador ao salvador. Não estejamos contentes com o homem contrário às leis do Senhor e nem permitamos que ele viva em nossa cidade, mas sigamos o Senhor e "&lt;span style="color: red;"&gt;Saiamos, pois, a ele fora do arraial, levando o seu vitupério. Porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura&lt;/span&gt;" (Hb 13:13-14).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por Filipe Luiz C. Machado&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-554095102979497184?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/554095102979497184/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/o-mundo-sempre-deseja-barrabas.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/554095102979497184?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/554095102979497184?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/o-mundo-sempre-deseja-barrabas.html" title="O Mundo Sempre Deseja Barrabás" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-o2JNr8vwkeA/TwRIjodooWI/AAAAAAAABQw/rorJUeyPDAE/s72-c/barrabas2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck8EQ3o8eCp7ImA9WhRWFU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-5894784886720901074</id><published>2012-01-02T02:40:00.000-08:00</published><updated>2012-01-02T02:40:02.470-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-02T02:40:02.470-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="1. Pregação a partir da Bíblia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="6.2 Reunião no Dia do Senhor (parte final)" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meus Escritos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O culto público" /><title>Sexto elemento constitutivo do culto público:  Reunião no Dia do Senhor (parte final) -  Sermão pregado dia 01.01.2012</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-xlFQSCOYgas/TwClvLOyx6I/AAAAAAAABQk/1qceO95Bn_4/s1600/family+on+the+lords+day%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="239" src="http://1.bp.blogspot.com/-xlFQSCOYgas/TwClvLOyx6I/AAAAAAAABQk/1qceO95Bn_4/s320/family+on+the+lords+day%255B1%255D.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sexto elemento constitutivo do culto público:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;u&gt;Reunião no Dia do Senhor (parte final)&lt;/u&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sermão pregado dia 01.01.2012&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estimados irmãos, hoje finalizaremos o penúltimo elemento constitutivo do culto público: a reunião no Dia do Senhor. Na semana que vem entraremos no último elemento que é o Cântico de Salmos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É com grande alegria que percebemos que as Escrituras demonstram que nosso Senhor não é como nós, homens inconstantes e que frequentemente são levados a se indagar se estão no caminho correto. Certamente que o Senhor nos tem sido mui benigno a ponto de providenciar meios eficazes para demonstrar a salvação que ocorreu na vida de cada um de seus filhos e isso certamente se dá através da sua palavra e de seus mandamentos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conforme vimos nos dois cultos anteriores (&lt;a href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/sexto-elemento-constitutivo-do-culto.html"&gt;parte 1&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;a href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/sexto-elemento-constitutivo-do-culto_19.html"&gt;parte 2&lt;/a&gt;), a lei de Deus nunca foi invalidada, quer seja por homens que não a seguiram, quer pelo próprio Deus. Também é importante levar cativo que vimos três distinções da lei (cerimonial, civil e moral), na qual apontamos que os dez mandamentos são a lei moral de Deus resumida e que por serem mandamentos que refletem o caráter perpétuo de Deus não podem ser anulados, pois vieram do Senhor, "&lt;span style="color: red;"&gt;descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação&lt;/span&gt;" (Tg 1:17). Portanto, sabidas essas coisas cerca da lei moral e do Dia do Senhor, partamos para a aplicação desse mandamento tão belo e majestoso que o Senhor legou a nós.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É importante notarmos que quando falamos do Dia do Senhor, não estamos a dizer que somente nesse dia deve-se ter culto público ou ainda que todo culto em outro dia da semana na verdade não seria culto, mas uma reunião. Nada disso deve nos perpassar a mente quando estamos vendo tal elemento, e sim que o Senhor nos ordenou que observássemos (praticássemos as devidas coisas necessárias) um dia em cada sete para nos dedicarmos à atividades concernentes à salvação e santificação de nossas vidas. O Breve Catecismo de Westminster (que logo começaremos a estudar) nos auxilia nesse ponto:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Pergunta 60: De que modo se deve santificar o sábado (domingo)?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Resposta&lt;/b&gt;: Deve-se santificar o sábado (= domingo) com um santo repouso por&amp;nbsp;todo aquele dia, mesmo das ocupações e recreações temporais que são permitidas nos&amp;nbsp;outros dias (Lv 23.3; Êx 16.25-29; Jr 17.21,22); empregando todo o tempo em exercícios&amp;nbsp;públicos e particulares de adoração a Deus (Sl 92.1,2; Lc 4.16; Is 58.13; At 20.7), exceto&amp;nbsp;o tempo suficiente para as obras de pura necessidade e misericórdia” (Mt 12. 12).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Pergunta 61: Que proíbe o quarto mandamento?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Resposta&lt;/b&gt;: O quarto mandamento proíbe a omissão ou a negligência no&amp;nbsp;cumprimento dos deveres exigidos (Êx 22.26; Ml 1.13; Am 8.5), e a profanação deste&amp;nbsp;dia por meio de ociosidade, ou fazer aquilo que é em si mesmo pecaminoso (Ez 23.38),&amp;nbsp;ou por desnecessários pensamentos, palavras ou obras acerca de nossas ocupações e&amp;nbsp;recreações temporais” (Is 58.13; Jr 17.24, 27).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Pergunta 62: “Quais são as razões anexas ao quarto mandamento?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Resposta&lt;/b&gt;: As razões anexas ao quarto mandamento são: a permissão de Deus de&amp;nbsp;fazermos uso dos seis dias da semana para os nossos interesses temporais (Êx 31.15,16);&amp;nbsp;o reclamar ele para si mesmo a propriedade especial do dia sétimo (Lv 23.3), o seu&amp;nbsp;próprio exemplo (Êx 31.17), e a bênção que ele conferiu ao dia de descanso” (Gn 2.3).&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao olharmos para o que os grandes mestres puritanos escreveram, logo percebemos que não é possível cumprir na íntegra esse mandamento do Senhor, pois quem consegue ficar sem ter pensamentos desnecessários ou ainda ser tão santo que consiga manter um palavreado inteiramente coerente com a vida cristã, falando somente o que for bom "&lt;span style="color: red;"&gt;para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem&lt;/span&gt;" (Ef 4.29)? Com certeza o único homem que conseguiu cumprir tal mandamento foi nosso Senhor Jesus Cristo, porém isso não nos dá a liberdade de fugirmos da responsabilidade que temos em observar esse dia, pois ainda que constantemente violemos esse e muitíssimos outros mandamentos (glórias ao Senhor pelas suas misericórdias!), somos obrigados a buscá-los com afinco, não por nossas forças, mas em Cristo - "&lt;span style="color: red;"&gt;porque sem mim nada podeis fazer&lt;/span&gt;" (Jo 15.5).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dito isso, vejamos três "classes" de obras que a Bíblia nos diz que podemos e devemos fazer no dia de domingo (o sábado - shabbath cristão) - sim, alguns dos exemplos dizem respeito a Jesus e ao sábado judeu, mas como já vimos que após a ressurreição do Mestre o dia foi mudado, entendemos que a obrigação continua, embora o dia tenha sido mudado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;1. Obras que contribuam para a edificação pessoal e mútua, a glorificação de nosso Senhor e um maior crescimento na piedade.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"&lt;span style="color: red;"&gt;Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou&lt;/span&gt;" (Êx 20:8-11).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aqui temos vários parâmetros que nos ajudam a entender o que devemos fazer no dia do Senhor. Moisés registra que o quarto mandamento prescreve não somente trabalhar para o Senhor, mas também que deve haver um cessar das obras comuns, pois no sétimo dia o Senhor descansou. Conforme vimos semana passada,&amp;nbsp;Matthew Henry (citado por J. I. Packer) diz: "Guardar o domingo significa ação, e não inércia. O dia do Senhor não é um dia de ociosidade. 'A ociosidade é um pecado em qualquer dia, e muito mais no dia do Senhor'. Não se guarda o domingo ficando atirado em algum lugar, sem fazer nada. Convém que descansemos das atividades de nossos afazeres diários, ocupando-nos nas atividades próprias à nossa vocação celestial. Se não passarmos o dia ocupados nestas atividades, não o estaremos santificando".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O quarto mandamento nos ensina que devemos cessar das obras comuns do dia a dia, pois embora elas não sejam malignas em si mesmas, se as continuarmos no dia do Senhor teremos menos tempo para nos dedicarmos a Ele (além da violação) - é isso que expressa Êx 16.22-26: "&lt;span style="color: red;"&gt;E aconteceu que ao sexto dia colheram pão em dobro, dois ômeres para cada um; e todos os príncipes da congregação vieram, e contaram-no a Moisés. E ele disse-lhes: Isto é o que o SENHOR tem dito: Amanhã é repouso, o santo sábado do SENHOR; o que quiserdes cozer no forno, cozei-o, e o que quiserdes cozer em água, cozei-o em água; e tudo o que sobejar, guardai para vós até amanhã. E guardaram-no até o dia seguinte, como Moisés tinha ordenado; e não cheirou mal nem nele houve algum bicho. Então disse Moisés: Comei-o hoje, porquanto hoje é o sábado do SENHOR; hoje não o achareis no campo.Seis dias o colhereis, mas o sétimo dia é o sábado; nele não haverá&lt;/span&gt;". Em momento algum o Senhor diz ao seu povo que era inerentemente mau fazer comida no dia de sábado, e sim os anima para deixar pronto a comida para o dia seguinte, justamente pelo fato de não precisarem ficar muito tempo cozinhando, haja vista o dia ser apropriado para o louvor do Senhor e não um dia para se fazer uma mega banquete onde demandem horas e horas de cozinha e preparo (falaremos sobre isso daqui a pouco).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"&lt;span style="color: red;"&gt;Se desviares o teu pé do sábado, de fazeres a tua vontade no meu santo dia, e chamares ao sábado deleitoso, e o santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falares as tuas próprias palavras, Então te deleitarás no SENHOR, e te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do SENHOR o disse&lt;/span&gt;" (Is 58.13-14).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além de necessitarmos parar com nossas atividades ordinárias, a Bíblia nos prescreve que ao cessar uma atividade, devemos nos dedicar a outra, isto é, se cessamos de trabalhar como fazemos nos outros seis dias e o ócio é um grande pecado (&lt;b&gt;nota&lt;/b&gt;: descansar e aproveitar a vida não são pecados - o pecado do ócio consiste em se desperdiçar grandes quantias de tempo para "não fazer nada", isto é, enquanto já se está descansado e poderia-se dedicar à alguma leitura, conversar com amigos cristãos ou ainda crescer no conhecimento de Deus, tende-se a continuar sem produzir alguma coisa, de modo que contrarie àquilo que Paulo escreveu: "&lt;span style="color: red;"&gt;Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, Remindo o tempo; porquanto os dias são maus&lt;/span&gt;" - Ef 5:15-16), convém que dediquemos todo tempo possível ao Senhor. Certamente que isso não implica em dizer que deve-se trabalhar freneticamente para o Senhor, a ponto de não se ter tempo sequer para comer ou ainda que chegue-se no segunda-feira totalmente cansado, devido a tanto trabalho (além do requerido) no dia anterior, mas é necessário que foquemos as atividades naquilo que nos traz refrigério e glorifica ao Senhor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;2. Obras de caridade.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"&lt;span style="color: red;"&gt;E, estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada; e eles, para o acusarem, o interrogaram, dizendo: É lícito curar nos sábados? E ele lhes disse: Qual dentre vós será o homem que tendo uma ovelha, se num sábado ela cair numa cova, não lançará mão dela, e a levantará? Pois, quanto mais vale um homem do que uma ovelha? É, por conseqüência, lícito fazer bem nos sábados. Então disse àquele homem: Estende a tua mão. E ele a estendeu, e ficou sã como a outra&lt;/span&gt;" (Mt 12:10-13).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os fariseus eram os grandes campeões de acusação contra o Senhor, não porque eram melhores que o Senhor (embora assim julgassem), mas porque tinham um entendimento errado acerca da lei e dos profetas que prediziam que o Cristo ali presente era o cumprimento de tudo aquilo que eles estudavam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesses versículos vemos que Jesus demonstrou aos judeus que fazer o bem ao próximo não era contrário à lei do Senhor, pois tal ajuda não visava qualquer honra para si mesmo, mas consistia em ajudar o outro a se recuperar e glorificar ao Senhor por meio da ajuda. Jesus também ensina-os dizendo que eles julgavam um animal ser mais importante que um homem! Ora, Jesus os repreende dizendo que quando uma ovelha deles se desprende do rebanho e cai em algum lugar que não consegue sair sozinha, eles vão até ela e a ajudam a sair daquele problema, contudo condenam aquele que ajuda o próximo no mesmo dia! "&lt;span style="color: red;"&gt;Pois, quanto mais vale um homem do que uma ovelha?&lt;/span&gt;" (v.12).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"&lt;span style="color: red;"&gt;E ensinava no sábado, numa das sinagogas. E eis que estava ali uma mulher que tinha um espírito de enfermidade, havia já dezoito anos; e andava curvada, e não podia de modo algum endireitar-se. E, vendo-a Jesus, chamou-a a si, e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade. E pôs as mãos sobre ela, e logo se endireitou, e glorificava a Deus. E, tomando a palavra o príncipe da sinagoga, indignado porque Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que é mister trabalhar; nestes, pois, vinde para serdes curados, e não no dia de sábado. Respondeu-lhe, porém, o Senhor, e disse: Hipócrita, no sábado não desprende da manjedoura cada um de vós o seu boi, ou jumento, e não o leva a beber? E não convinha soltar desta prisão, no dia de sábado, esta filha de Abraão, a qual há dezoito anos Satanás tinha presa? E, dizendo ele isto, todos os seus adversários ficaram envergonhados, e todo o povo se alegrava por todas as coisas gloriosas que eram feitas por ele&lt;/span&gt;" (Lc 13:10-17).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Homens que não conhecem a palavra de Deus ficam indignados quando alguém ofende suas consciências cauterizadas pelo pecado. Aqui, outra vez nosso Senhor repreende os judeus por fazerem de seus animais algo mais importante que um ser criado por Deus. "&lt;span style="color: red;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;E, tomando a palavra o príncipe da sinagoga, indignado porque Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que é mister trabalhar; nestes, pois, vinde para serdes curados, e não no dia de sábado&lt;/span&gt;". O príncipe da sinagoga era um ser estúpido e profundo desconhecedor do poder de Deus, pois não bastasse ordenar ao povo para que viessem ser curados em qualquer outro dia, menos nesse (o sábado), ainda por cima achava-se superior em Rei dos reis que acabara de curar uma mulher enferma pelo maligno - assim também são muitos hoje em dia. Aqueles que se opõem ao dia do Senhor dizem que estamos violando aquilo que nós mesmo instituímos (como se tal mandamento fosse coisa de "reformado" cismático), quando ajudamos o próximo e nos dedicamos à ajuda mútua (seja de que forma for) - temível veredicto tem a palavra do Senhor contra tais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;3. Obras de necessidade.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"&lt;span style="color: red;"&gt;Naquele tempo passou Jesus pelas searas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;[&lt;b&gt;nota minha&lt;/b&gt;: Jesus não tinha uma seara (campo) em que plantava alguma coisa, daí que saiu com seus discípulos para algum seara próxima, a fim de colherem algum alimento necessário para sua subsistência]&lt;span style="color: red;"&gt;, em um sábado; e os seus discípulos, tendo fome, começaram a colher espigas, e a comer.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;E os fariseus, vendo isto, disseram-lhe: Eis que os teus discípulos fazem o que não é lícito fazer num sábado.Ele, porém, lhes disse: Não tendes lido o que fez Davi, quando teve fome, ele e os que com ele estavam?Como entrou na casa de Deus, e comeu os pães da proposição, que não lhe era lícito comer, nem aos que com ele estavam, mas só aos sacerdotes?&lt;/span&gt;" (Mt 12:1-4).&amp;nbsp;Por que isso era permitido? Porque a lei do Senhor proibia apenas o passar a foice no campo, isto é, colher grandes quantidades e fazer uma colheita no dia de sábado - "&lt;span style="color: red;"&gt;Quando entrares na seara do teu próximo, com a tua mão arrancarás as espigas; porém não porás a foice na seara do teu próximo&lt;/span&gt;" (Dt 23.25).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aqui, ainda outra vez vemos que Jesus não violou o sábado, mas mostrou que certas obras poderiam e deveriam ser feitas nesse dia. Anteriormente vimos que durante o êxodo para a terra prometida os judeus deveriam preparar seus alimentos para o dia posterior e então apenas comê-los no dia seguinte, sem a necessidade de prepará-los, mas aqui o Senhor nos ensina algo mais excelente, isto é, que quando houver a necessidade de se suprir alguma necessidade, que se faça de bom grado e louvando ao Senhor pela provisão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Visto isso, avanço à parte final e exponho ainda algumas considerações.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Confissão de Fé de Westminster, Cáp. I, seção VI&lt;/b&gt;: Todo o conselho de Deus concernente a todas as coisas necessárias para a glória dele e para a salvação, fé e vida do homem, ou é expressamente declarado na Escritura ou pode ser lógica e claramente deduzido dela. À Escritura nada se acrescentará em tempo algum, nem por novas revelações do Espírito, nem por tradições dos homens; reconhecemos, entretanto, ser necessária a íntima iluminação do Espírito de Deus para a salvadora compreensão das coisas reveladas na palavra,&amp;nbsp;&lt;i&gt;e que há algumas circunstâncias, quanto ao culto de Deus e ao governo da Igreja, comum às ações e sociedades humanas, as quais têm de ser ordenadas pela luz da natureza e pela prudência cristã, segundo as regras gerais da palavra, que sempre devem ser observadas (&lt;/i&gt;II Tim. 3:15-17; Gal. 1:8; II Tess. 2:2; João 6:45; I Cor. 2:9, 10, l2; I Cor. 11:13-14) (grifo meu).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Confissão de Fé é bastante clara em dizer que "Todo o conselho de Deus...&amp;nbsp;ou é expressamente declarado na Escritura ou pode ser lógica e claramente deduzido dela", porém também é sensata em dizer que nem tudo está perfeitamente discriminado (elencado, listado), a ponto de termos uma resposta exata para cada situação de nosso dia-a-dia. A partir desse ponto é que se faz necessário ter - conforme à própria confissão - sabedoria durante nossa vida (prudência), e isso logicamente diz respeito também ao quarto mandamento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um exemplo nos ajuda nessa questão: "&lt;span style="color: red;"&gt;E, havendo-o tirado, envolveu-o num lençol, e pô-lo num sepulcro escavado numa penha, onde ninguém ainda havia sido posto. E era o dia da preparação, e amanhecia o sábado. E as mulheres, que tinham vindo com ele da Galiléia, seguiram também e viram o sepulcro, e como foi posto o seu corpo. E, voltando elas, prepararam especiarias e ungüentos; e no sábado repousaram, conforme o mandamento. E, havendo-o tirado, envolveu-o num lençol, e pô-lo num sepulcro escavado numa penha, onde ninguém ainda havia sido posto. E era o dia da preparação, e amanhecia o sábado. E as mulheres, que tinham vindo com ele da Galiléia, seguiram também e viram o sepulcro, e como foi posto o seu corpo. E, voltando elas, prepararam especiarias e ungüentos; e no sábado repousaram, conforme o mandamento&lt;/span&gt;" (Lc 23.53-56; 24.1).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim como José de Arimatéia (Lc 23.50-52) e essas benditas mulheres se preparam de modo a não violar o sábado, nós também devemos arranjar nossas atividades a fim de maximizar o tempo dedicado ao Senhor. José não foi pedir a Pilatos o corpo de Jesus no dia de sábado (até porque era contra a lei judaica), mas o fez no dia anterior. As mulheres desejavam embalsamar o santo Mestre, mas não ficaram horas e horas preparando as especiarias no dia de sábado, mas preparam-as um dia antes e descansaram no dia de sábado e somente no outro dia foram ao sepulcro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Essa narrativa tem muito a nos ensinar, pois admoesta-nos sobre a NECESSIDADE (veja, não é questão de querer ou não, ou ainda de ser agradável ou não, ou se é fácil ou não, ou se é requerido dos mais velhos e não dos mais jovens - nada disso!) de organizarmos o nosso tempo de modo que não venhamos a ter de despender o dia do Senhor em atividades que não são requeridas (além disso ser uma violação do mandamento).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em seu livro "O Dia do Senhor", o Dr. Joseph Pipa dá uma boa diretriz sobre como podemos saber quais são as atividades lícitas para esse dia - em outras palavras ele diz: procure investigar se o que você irá fazer ou deixar de efetuar contribui para o propósito do dia, ou seja, para saber se esta vivendo de maneira coerente com esse dia, verifique se o que você faz entra em uma das três categorias, isto é, é uma obra que contribui para a edificação pessoal ou mútua? É um afazer que glorifica ao Senhor? É um trabalho que me traz mais conhecimento de Deus? Entra na questão da caridade, quer dizer, estou realmente fazendo isso porque desejo o bem do próximo? É uma atividade necessária para esse dia?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não há como precisarmos nem listarmos quantas milhares de miríades de atividades poderiam ou não serem feitas nesse dia, mas a fim de lhes ser mais proveitoso, direi ainda isso:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Baseado no que vimos, o dia do Senhor não foi feito para fazermos compras no shopping ou ficarmos perambulando por lojas tão somente para comprarmos algo para nosso bem estar (e que na maioria das vezes nem precisamos), contudo, suponhamos que algum de nossos queridos - ou ainda nós mesmos - tenha ficado enfermo e precisamos comprar-lhe um remédio. Já vimos que esse dia não foi feito para fazer compras -&amp;nbsp;"&lt;span style="color: red;"&gt;Se desviares o teu pé do sábado, de fazeres&amp;nbsp;&lt;i&gt;a tua vontade&amp;nbsp;&lt;/i&gt;no meu santo dia&lt;/span&gt;..." (Is 58.13 - grifo meu) -, porém a atividade de ir até a farmácia (ou outra loja) nesse caso não viola o princípio do dia, pois estaríamos ajudando o próximo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De forma semelhante, o dia do Senhor não foi feito para ficarmos fazendo longas viagens desnecessárias e ou acamparmos ou ainda outra coisa dessa natureza, porém, ir à praia (ainda que eu tenha certos receios quanto à esse lugar, haja vista a verdadeira pornografia ao vivo ali escancarada - "Não adulterarás", sétimo mandamento [Êx 20.14]) e viajar (inclua uma lista sem fim de atividades aqui...) não são coisas malignas, daí que requer-se prudência ao fazer essas atividades. Quer dizer, se moro longe da praia e o culto ocorre em minha cidade, convém que eu não vá até a praia no dia de domingo, não que o viajar seja errado, mas dedicar-se horas desse dia tão somente para "ver a praia" e aproveitá-la, não é a melhor maneira de se observar o quarto mandamento. Porém, pode ser que alguém more em uma cidade costeira e faça um dia de grande calor. Ora, não é necessário se alongar para dizer que pode-se ir até o mar e tomar um banho para a glória de Deus, mas essa prática deve ser observada com cuidado, pois isso é muito diferente de se dedicar horas e horas para somente ficar na praia e não se instruir na palavra de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com os exemplos acima (sim, um tanto quanto infantis, mas creio que ajude na compreensão) desejo mostrar que sempre dependerá da finalidade da atividade. Claro, devemos também ter o cuidado para não sermos hipócritas e dizer que faltaremos no culto do Senhor porque iremos "dormir para a glória de Deus", haja vista o dia anterior ter sido muito cansativo (se você falta no culto público apenas por estar cansado, é um sinal bastante grande de que você não tem sido um bom mordomo do tempo que Deus lhe deu), ou ainda que organizaremos um mega evento esportivo a fim de "glorificar ao Senhor através dos esportes". Deseja praticar esportes para a glória de Deus? Pratique e se dedique, mas não no domingo, porque não tal prática não encaixa-se numa das três possibilidade acima aventadas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que não sejamos fariseus ou legalistas a ponto de colocarmos nossa vida sob o jugo da escravidão da lei, mas também não permitamos que nossa carnalidade frequentemente presente retire tão grande bênção e desejo de fazer a vontade do Senhor! "&lt;span style="color: red;"&gt;Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou&lt;/span&gt;" (1 Jo 2:6.)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Concluo com as já sabidas palavras do profeta Isaías:&amp;nbsp;"&lt;span style="color: red;"&gt;Se desviares o teu pé do sábado, de fazeres a tua vontade no meu santo dia, e chamares ao sábado deleitoso, e o santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falares as tuas próprias palavras,&amp;nbsp;&lt;b&gt;Então te deleitarás no SENHOR&lt;/b&gt;, e te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do SENHOR o disse&lt;/span&gt;" (Is 58.13-14 - grifo meu).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amém.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-5894784886720901074?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/5894784886720901074/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/sexto-elemento-constitutivo-do-culto.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/5894784886720901074?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/5894784886720901074?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2012/01/sexto-elemento-constitutivo-do-culto.html" title="Sexto elemento constitutivo do culto público:  Reunião no Dia do Senhor (parte final) -  Sermão pregado dia 01.01.2012" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-xlFQSCOYgas/TwClvLOyx6I/AAAAAAAABQk/1qceO95Bn_4/s72-c/family+on+the+lords+day%255B1%255D.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkIMR386eyp7ImA9WhRWEks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-8070295141692553334</id><published>2011-12-30T07:56:00.000-08:00</published><updated>2011-12-30T07:56:26.113-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-30T07:56:26.113-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><title>Examinando Nosso Arrependimento - Thomas Watson</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LokLUFdNeuE/Tv3fHe74QxI/AAAAAAAABQY/GJvM4wMSjSo/s1600/B%25C3%25ADblia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-LokLUFdNeuE/Tv3fHe74QxI/AAAAAAAABQY/GJvM4wMSjSo/s320/B%25C3%25ADblia.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se alguém diz que se arrependeu, desejo que examine-se a si mesmo, seriamente, por meio dos sete... efeitos do arrependimento delineados pelo apóstolo em 2 Coríntios 7.11.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;1. Cuidado&lt;/b&gt;. A palavra grega significa uma diligência intensa ou um esquivar-se atento de todas as tentações ao pecado. O homem verdadeiramente arrependido foge do pecado como Moisés fugiu da serpente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;2. Defesa&lt;/b&gt;. A palavra grega é apologia. O sentido é este: embora tenhamos muito cuidado, podemos cair no pecado devido à força da tentação. Ora, nesse caso, o crente arrependido não deixa o pecado supurar em sua alma; antes, julga a si mesmo por causa de seu pecado. Derrama lágrimas perante o Senhor. Clama por misericórdia em nome de Cristo e não O deixa, enquanto não obtém o seu perdão. Assim, em sua consciência, ele é defendido da culpa e se torna capaz de criar uma apologia para si mesmo contra Satanás.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;3. Indignação&lt;/b&gt;. Aquele que se arrepende levanta o seu espírito contra o pecado, assim como o sangue de alguém sobe quando ele vê um indivíduo a quem odeia mortalmente. A indignação significa ficar importunado no coração por causa do pecado. O penitente sente-se inquieto consigo mesmo. Davi chamou a si mesmo de “ignorante” e “irracional” (Sl 73.22). Agradamos mais a Deus quando arrazoamos com nossa alma por conta do pecado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;4. Temor&lt;/b&gt;. Um coração sensível é sempre um coração que teme. O penitente sentiu a amargura do pecado. Este vespa o ferrou, e agora, tendo esperança de que Deus está reconciliado, ele teme se aproximar novamente do pecado. A alma penitente está cheia de temor. Tem medo de perder o favor de Deus, que é melhor do que a vida, e receia que, por falta de diligência, fique aquém da salvação. A alma penitente teme que, depois de amolecido o seu coração, as águas do arrependimento sejam congeladas, e ela seja endurecida no pecado novamente. “Feliz o homem constante no temor de Deus” (Pv 28.14)... Uma pessoa que se arrependeu teme e não peca; uma pessoa que não tem a graça de Deus peca e não teme.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;5. Desejo intenso.&lt;/b&gt; Assim como o bom tempero estimula o apetite, assim também as ervas amargas do arrependimento estimulam o desejo. O que o penitente deseja? Ele deseja mais poder contra o pecado, bem como ser livre deste. É verdade que ele está livre de Satanás; mas anda como um prisioneiro que escapou da prisão com algemas nas pernas. Ele não pode andar com liberdade e destreza nos caminhos de Deus. Deseja, portanto, que as algemas do pecado sejam removidas. Ele quer ser livre da corrupção. Clama nas mesmas palavras de Paulo: “Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rm 7.24). Em resumo, ele deseja estar com Cristo, assim como tudo deseja estar em seu devido lugar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;6. Zelo&lt;/b&gt;. Desejo e zelo são colocados lado a lado a fim de mostrar que o verdadeiro desejo se manifesta em esforço zeloso. Oh! como o crente arrependido se estimula nas coisas pertinentes à salvação! Como se empenha para tomar por esforço o reino de Deus (Mt 11.12)! O zelo incita a busca pela glória. Ao se deparar com dificuldades, o zelo é encorajado pela oposição e sobrepuja o perigo. O zelo faz o crente arrependido persistir na tristeza santa mesmo diante de todos os desencorajamentos e oposições. O zelo desprende o crente de si mesmo e leva-o a buscar a glória de Deus. Paulo, antes de sua conversão, era enfurecido contra os santos (At 26.11). Depois da conversão, ele foi considerado louco por amor a Cristo: “As muitas letras te fazem delirar!” (At 26.24). Paulo tinha zelo e não delírio. O zelo causa fervor na vida espiritual, que é como fogo para o sacrifício (Rm 12.11). O zelo é um estímulo para o dever, assim como o temor é um freio para o pecado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;7. Vindita&lt;/b&gt; [&lt;i&gt;nota minha: Vingança, represália, retaliação&lt;/i&gt;]. Um crente verdadeiramente arrependido persegue os seus pecados com uma malignidade santa. Busca a morte dos pecados como Sansão queria vingar-se dos filisteus pelos seus dois olhos. O crente arrependido age com seus pecados da mesma maneira como os judeus agiram com Cristo. Ele lhes dá fel e vinagre para beberem. Crucifica as suas concupiscências (Gl 5.24). Um verdadeiro filho de Deus busca a ruína daqueles pecados que mais desonram a Deus... Com o pecado, Davi contaminou o seu leito; depois, pelo arrependimento, ele inundou seu leito com lágrimas. Os israelitas pecaram pela idolatria e, posteriormente, viram como desgraça os seus ídolos: “E terás por contaminados a prata que recobre as imagens esculpidas e o ouro que reveste as tuas imagens de fundição” (Is 30.22)... As mulheres israelitas que haviam se vestido à moda da época e, por orgulho, tinham abusado do uso de seus espelhos ofereceram-nos depois, tanto por zelo como por vingança, para o serviço do tabernáculo de Deus (Êx 38.8). Com o mesmo sentimento, os mágicos... quando se arrependeram, trouxeram seus livros e, por vindita, queimaram-nos (At 19.19).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estes são os benditos frutos e resultados do arrependimento. Se os acharmos em nossa alma, chegamos àquele arrependimento do qual nos arrependeremos (2 Co 7.10).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Extraído de The Doctrine of Repetance, reimpresso por The Banner of Truth Trust.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Traduzido por: Wellington Ferreira&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Autor: Thomas Watson -&amp;nbsp;Nascido em 1620, Thomas Watson estudou em Cambridge (Inglaterra). Em 1646, iniciou um pastorado de dezesseis anos em Londres. Entre suas principais obras, estão o seu famoso Body of Pratical Divinity (Compêndio de Teologia Prática), publicado postumamente em 1692.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.igrejapuritana.blogspot.com/2010/02/examinando-nosso-arrependimento-thomas.html"&gt;Igreja Puritana&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-8070295141692553334?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/8070295141692553334/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/examinando-nosso-arrependimento-thomas.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/8070295141692553334?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/8070295141692553334?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/examinando-nosso-arrependimento-thomas.html" title="Examinando Nosso Arrependimento - Thomas Watson" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-LokLUFdNeuE/Tv3fHe74QxI/AAAAAAAABQY/GJvM4wMSjSo/s72-c/B%25C3%25ADblia.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0ACQ30_fyp7ImA9WhRWEEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-5353521407050393547</id><published>2011-12-28T04:36:00.000-08:00</published><updated>2011-12-28T04:36:02.347-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-28T04:36:02.347-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><title>Qual o Problema com o Teatro? Porque a Proclamação é o Método Bíblico!</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-8oUlnr9xiPo/TvsNEAmjUcI/AAAAAAAABQM/ysgg8jDHeag/s1600/johnknox.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-8oUlnr9xiPo/TvsNEAmjUcI/AAAAAAAABQM/ysgg8jDHeag/s1600/johnknox.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Certamente a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus&lt;/i&gt; (1 Coríntios 1:18).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O meio escolhido e indicado por Deus de comunicar o evangelho glorioso é a proclamação, ou seja, por meio de palavras. Toda a evangelização do Novo Testamento foi através de palavras, seja pela pregação, testemunho pessoal, ou por escritos. O mundo daqueles dias era cheio de arte dramática e simbolismo cultual, mas os mensageiros do Calvário se mantiveram indiferentes a tudo isso e trabalharam com palavras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Como ouvirão”, pergunta o apóstolo Paulo em Romanos 10, “se não há quem pregue?” Ele não diz: “Como ouvirão” se não há um ator, ou uma banda de músicos, ou um grupo de debate? A comunicação do evangelho deve ser com palavras dirigidas à mente. Isto requer um discurso racional, quer seja proferido em um grande auditório ou numa reunião doméstica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O método da proclamação – particularmente a pregação – está sob ataque hoje nos círculos evangélicos. Quase todos os últimos livros a respeito de crescimento da igreja lançam para longe a primazia da pregação, e quando é usada fazem um uso tênue da Palavra de Deus, como modelo e fonte providos por Ele. Os promotores dos assim chamados “cultos de libertação”, embora usem certa medida de pregação, tendem a vê-la apenas como um componente dentro de uma elaborada mistura de métodos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns escritores têm preparado listas de métodos a fim de mostrar a eficiência comparativa de diferentes meios, e a pregação sempre aparece em último lugar ou próximo dele. Eles dizem que, quando as pessoas são testadas a fim de se saber o quanto elas lembram da pregação, de um debate, de uma representação dramática, de peças, de uma apresentação de vídeo, a pregação recebe a menor pontuação no grau de eficiência. É dito que ela vem em último lugar em termos de compreensão, apreensão e força persuasiva. Esses “testes”, contudo, nunca são científicos e são realizados em circunstâncias onde a pregação é uma experiência pobre, e feita por autores que já têm resultados pré-concebidos. Todavia, a lama jogada na pregação tende a aderir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ruína da proclamação direta é extremamente perigosa num momento em que os servos de Deus lutam com resultados tão pequenos, devido à predominância do ateísmo e materialismo. Num tempo assim, é tentador achar que alguma outra coisa além da pregação possa ser feita. O que há de bom, podemos pensar, em pregar semana após semana quando não estamos atingindo as massas?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estamos vulneráveis àqueles que dizem: “Vocês têm enfatizado demais a pregação. Vocês deveriam fazer outras coisas. Deveriam se juntar ao movimento contemporâneo de culto. Vocês deveriam trazer as baterias para a plataforma durante o culto evangelístico, introduzir dramatizações, usar jeans, reduzir o discurso a dez minutos e separarem-se em grupos de debate. Vocês deveriam fazer alguma coisa além de proclamar”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A resistência ao evangelho é tão grande que a natureza humana começa a esmorecer, e os métodos tradicionais estão em perigo. Homens de boa vontade e totalmente comprometidos têm se dobrado ao clamor por métodos contemporâneos para alcançar os perdidos, por causa da dureza de nossos dias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Um tempo para esclarecer&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este é um tempo para fortalecer nossa confiança nos métodos apontados por Deus. Se um método de propagar o evangelho não é através da proclamação, não é o que o Senhor ordena e deseja. Isso simplesmente não é bíblico e, certamente, obediência é o dever maior e mais sábio dos servos de Deus (I Sm 15:23) em qualquer época e, especialmente, numa época de crescente apostasia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por que deveríamos pensar que o discurso é relativamente inútil e inadequado, quando ele tem sido tão poderosamente usado e comprovado por vinte séculos de história da igreja? (Rm 10:17). Por que os advogados do rock e drama cristãos têm tal visão preconceituosa da palavra falada? Será, talvez (em muitos casos), porque eles não podem pregar – e não estão realmente equipados nem são chamados por Deus? Ou porque eles têm seguido um estilo de pregação impróprio? Ou será que estão revelando seus verdadeiros gostos como “cristãos” mundanos? Ou eles carecem de fé no poder da Palavra de Deus quando assistida pelo Espírito Santo? Eles não percebem que atrair as multidões e ensiná-las através de material utilizado para diversão acoplado a um arrependimento “light” apenas encherá as igrejas com pessoas que fazem profissão de fé superficiais e enganosas – a “madeira, feno e palha” da famosa advertência de Paulo aos edificadores de igrejas? (1 Co 3:12).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Palavras são tudo no evangelismo. Tome a Palavra de Deus. São palavras! É Deus falando a nós. O Velho Testamento certamente usa símbolos, e tem uma ou duas representações dramáticas em miniatura, mas o roteiro era todo escrito por Deus, as “representações” extremamente curtas, e pretendiam ser nada mais que ilustrações aos sermões ou profecias. Mesmo assim eram tremendamente sérias, nunca o tipo de esquete-comédia adotada pela brigada “seeker-sensitive”[1] de hoje, destinada a alcançar as pessoas pelo riso (fazendo-as morrer de rir).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É claro que nós acreditamos no uso de ilustrações em nossas mensagens e recursos visuais para os jovens, mas o veículo supremo da comunicação é a palavra dirigida de forma direta, pois este é o método exclusivo de Deus para fazer conhecida Sua graça (1 Co 2:4).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por que não ter drama? O que há de errado com ele? Nós já enfatizamos que ele não faz parte do projeto do Novo Testamento e não é difícil ver por quê (Mt 28:20).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conquanto o drama pode ser poderosamente cativante e influente no mundo secular, ele é, infelizmente um veículo inadequado e impróprio para a apresentação da verdade do evangelho, sendo primariamente entretenimento, e não um desafio direto e claro à mente. Ele apela principalmente às emoções e raramente por um longo período de tempo. Na mente do espectador ele está mais intimamente associado à ficção, ou faz-de-conta e esta característica prevalece quando é aplicado à obra do evangelho, flutuando como uma névoa perante os olhos de um auditório.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se o drama apresenta um caso ou argumentação, deve fazê-lo numa situação artificialmente imaginada. Não pode facilmente comparar e contrastar pontos de vista ou discutir a questão e, tão logo tente fazê-lo, tornar-se-á mais enfadonho do que o falar direto jamais o será.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acima de tudo, ele distorce a realidade. A variedade de personagens inevitavelmente obscurece qualquer mensagem, pois suas próprias personalidades e habilidades agradarão ou repelirão os espectadores (At 1:8). Se estes forem atraídos pelos personagens, inconscientemente estarão dispostos a aprovar seu ponto de vista ou “mensagem”, o que é meramente uma forma sutil de manipulação emocional e não um apelo verdadeiro à mente (Rm 12:1).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apenas um mínimo de informação real pode ser transmitido pelo drama, talvez no máximo dois ou três pontos significantes e simples. É ineficiente, inapropriado, corre-se o risco de fraude emocional, não pode efetivamente discutir a questão e não é o método que foi designado. Ele com certeza falha em direcionar o espectador, tanto em atraí-lo para Deus quanto em mantê-lo diante d’Ele em juízo (2Co 2:15-17).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O drama inevitavelmente esvaziará a mensagem da real convicção moral. Algumas pessoas vão ao cinema ou ao teatro para um bom choro e são impressionados visualmente por minutos, talvez mesmo uma ou duas horas, mas é a nível emocional e geralmente não tem nenhum efeito duradouro. Na Bíblia as “ilustrações” estão sempre à serviço da proclamação, e este é o método que devemos manter (2 Sm 12:1-7; Jo 10:11,14).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Ilustrações do Senhor&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto às representações dramáticas que incluem ilustrações de Jesus Cristo, o eterno Filho de Deus, alguém pode pensar que algum crente bíblico poderia prontamente entender que isso não pode ser feito sem desfigurar o Senhor. Como se pode ilustrar dignamente, senão com palavras, a Pessoa, a vida e o coração do Salvador do mundo? (Cl 1:15).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguém pode dizer: “Mas um filme sobre Jesus não é cheio de palavras?” Certamente tem palavras, mas também tem atores, espetáculo e impacto dramático, prendendo a atenção do espectador e suscitando solidariedade humana acima do entendimento espiritual. Um ator toma o lugar do Senhor (muito provavelmente violando o segundo mandamento) e os pontos vitais das doutrinas do evangelho não são ampliados, explicados e aplicados – sendo este o trabalho verdadeiramente representativo da comunicação compreensiva.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos rever algumas das qualidades superiores da proclamação direta contrastando-a com alguns dos novos métodos e inovações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Primeiro, com palavras diretas na pregação ou testemunho, o Deus Todo-Poderoso está sempre à vista. Ele está sempre lá. Há sempre referência a Ele. A mensagem é claramente sua, pois ela é trazida de sua Palavra, enquanto que nos métodos não-proclamativos de apresentação Deus é um tanto obscurecido, sejam discussões que se desviam tropeçando nos fragmentos da opinião humana, sejam músicas de estilo-entretenimento, seja o drama. Apenas com a proclamação direta Deus é sempre o objetivo e propósito supremo e a fonte inerrante da mensagem (Rm 1:16).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este é o ponto por trás da tradição de se ter uma enorme Bíblia no púlpito. Nossos ancestrais tinham grandes Bíblias por princípio, para que todos pudessem ver a fonte da mensagem e a autoridade por trás dela. Nos tempos antigos o evangelista viajante alcançava o mesmo efeito ao segurar a Bíblia firmemente em sua mão, apontando seu dedo e dizendo: “A Bíblia diz! ... A Bíblia diz!”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se o proclamador faz seu trabalho a partir de um púlpito grande ou de uma Bíblia de bolso, Deus é sempre a fonte, autoridade e objetivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo, a proclamação, como nada mais, nos capacita a transmitir o espírito no qual Deus dá esta mensagem. Ele pode ser expresso com paixão, com comiseração, e com súplica urgente. O drama transmite e evoca sentimentos, mas o sentimento expresso entre os personagens ou evocado pelo impacto de uma situação, não a atitude e o coração de Deus para com pecadores. Apenas o discurso direto em Seu nome pode transmitir algum sentido disso. Não deixe ninguém denegrir a pregação direta ou o ensino da escola dominical, pois somente eles trazem o coração de Deus aos ouvintes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Terceiro, apenas a proclamação direta persuade a mente livre, racional (2 Tm 3:16). É verdade que a pregação pode explorar a manipulação emocional. O orador pode contar dramalhões e fazer sua voz variar dos tons trêmulos a explosões de sons, agitando os sentimentos. Mas, se os truques teatrais excessivos forem evitados, o discurso direto direciona a responsável (embora decaída) faculdade pensante ao desafiá-la e persuadi-la.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ouvinte não é influenciado por coisas estranhas. Ele não é hipnotizado sob o poder da coerção, de músicas rítmicas, ou projetado em um transe emocional por algo que o move a nível carnal. Ele ouve palavras claras e sua mente (do ponto de vista humano) não está sob qualquer coerção. Ele ouve uma mensagem clara, expressa com paixão mas sem manipulação e, conforme o mover do Espírito, sua resposta será genuína. Se ele rejeita essa mensagem direta, Deus será justo em julgá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quarto, a proclamação permite para que o “tom” da comunicação seja correto de uma outra forma. Esta mensagem é séria. É uma questão de vida ou morte. Tem a ver com a eternidade. Como nada mais, a pregação pode conseguir o tom certo. A proclamação direta, embora possa ter momentos de humor, fornece autoridade intrínseca, reverência a Deus e seriedade (Hb 12:29).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nós já observamos que o drama está associado com divertimento, e por isso não pode obter o tom certo. Com o drama o auditório é transportado à região da irrealidade desde o princípio. Com música estilo-entretenimento o ouvinte é o “consumidor”, e os cantores e instrumentistas os artistas cujo trabalho é agradar (Gl 1:10). No caso dos grupos de debate, a todo membro é erroneamente conferido o direito de determinar o que é Verdade pois eles são reunidos para ensinar uns aos outros, e para chegar à Verdade entre si. Eles são a fonte da Verdade. Eles estão todo-importantes. Onde está, aqui, a humildade necessária para ouvir o evangelho, e onde estão a autoridade e seriedade da Verdade? Apenas a proclamação possui a capacidade de nos preservá-las.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quinto, (estendendo a questão anterior), nada tem poder convincente como a proclamação direta. Esta mensagem é acerca dos grandes assuntos da alma. Diz respeito ao reto juízo de Deus e a possibilidade de uma chance de escape através do Seu amor maravilhoso e perdão surpreendente. É sobre grande culpa e profunda necessidade. A proclamação direta, abençoada pelo Espírito, é o veículo exclusivo para prender e convencer a alma (1 Co 1:21). A metodologia de entretenimento, do tipo “pega leve”, e os círculos de cultos de libertação, jamais conhecem algo assim. No fim, eles têm que voltar aos truques carismáticos, tais como desabar no Espírito, induzidas por primitivas hipnoses de massa, como substituto para a convicção do coração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;APRENDENDO COM OS ARAUTOS DOS TEMPOS BÍBLICOS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paulo diz duas vezes que ele foi ordenado um pregador, e isto é de grande importância.[2] No grego ele usa a palavra arauto. As características de um arauto nos tempos bíblicos são de um significado imenso. No mundo antigo não era permitido que um arauto fizesse qualquer coisa por sua própria iniciativa. Ele devia se manter estritamente no seu texto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os arautos eram freqüentemente enviados como mensageiros numa guerra a uma capital ou a um campo inimigo, mas eles nunca eram negociadores. Eles cumpriam suas ordens entregando sua mensagem e retornando com a resposta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paulo usa o termo “arauto” porque estes deveres refletem perfeitamente o ofício verdadeiramente limitado de um pregador cristão que não é chamado para inventar novos métodos de comunicação para cada época, mas para honrar e pôr em prática aqueles que foram estabelecidos no Novo Testamento (2 Co 5:20).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O termo arauto também descreve aquele que proclamava nas cidades qualquer mensagem que lhe fosse dada. Ele não podia mudar o anúncio nem a data. Similarmente, não é da nossa competência modificar a mensagem ou o método. Nós devemos trabalhar dentro dos limites que nos são indicados e é isto que está sendo esquecido hoje. Nossa energia e iniciativa devem ser empregados para levar as pessoas e os jovens da escola dominical a ouvir a proclamação, e não substituí-la com divertimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paulo diz que ele não pregava o evangelho – “com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo” (1 Co 1:17). Ele não quer dizer que os pregadores não podem usar argumentos, pois ele mesmo os usava. Sua própria pregação era sabiamente dirigida, expondo a tolice de se dedicar a este mundo e estabelecendo a necessidade de se voltar para Cristo a fim de ser salvo. Contudo, ele nunca misturou evangelismo com sabedoria humana, empregando filosofia grega para deleitar os ouvidos dos intelectuais numa tentativa de fazer sua mensagem mais atrativa a eles. Ele nunca misturou a mensagem com o que eles queriam ouvir (2 Tm 4:3).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É inconcebível que o apóstolo, se estivesse vivo hoje, dissesse: “A proclamação do evangelho não é popular, por isso eu irei misturá-la não com filosofia grega, mas com a apresentação de uma banda de rock que recomendará a si mesma às pessoas. Então eu reduzirei a mensagem drasticamente para dar lugar às peças de drama, pois eles não querem ouvir nada sério”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se for filosofia grega ou som de bateria, é tudo a mesma coisa: a mistura da mensagem da Palavra com algo preferido pela sociedade perdida, de modo que possamos evitar a ofensa da cruz. Isto é o que Paulo, inspirado pelo Espírito, claramente condena (Cl 2:23).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Apenas as palavras podem confrontar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando nós proclamamos a cruz de Cristo, temos muito a fazer. Nós devemos apresentar a necessidade da cruz, a santidade de Deus, a Queda do homem, a Pessoa de Cristo e o que realmente aconteceu naquela cruz. Devemos também expor o vazio e a futilidade de uma vida sem Deus, os benefícios da salvação, os méritos salvíficos exclusivos da cruz e a tragédia de uma eternidade perdida (At 20:27). Mas apenas as palavras podem adequadamente explicar estes assuntos à mentes racionais, informando-as dos detalhes e atitudes desafiantes de modo que o Espírito Santo pode usar. Unicamente palavras podem comunicar, persuadir e advertir de um modo convincente, desafiador e que apela. Apenas as palavras têm o suporte das promessas das Escrituras de serem instrumento. Não é possível este trabalho tão elevado ser feito por meio de diversão musical ou através de peças teatrais (por intermédio da ficção).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nós apelamos aos pregadores e líderes das igrejas que não se rendam às novas experiências da comunicação (1 Tm 4:6). Lembrem-se que as pessoas que começaram essas tendências são pessoas que apresentam uma noção mais fraca de conversão e da vida cristã a fim de reter um grau considerável de mundanismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esses “evangelistas” buscam apenas um estilo de vida mediocremente são. O que eles promovem é um novo sincretismo (1 Re 12:28-33) – Deus e as riquezas; Cristo e o mundo – e eles têm provado que isto é extremamente popular. São essas pessoas que inventaram a síndrome da novidade, os métodos e inventos não-proclamativos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não imagine que isso é meramente uma coisa de geração. As tendências de hoje marcam uma divisão deliberada do cristianismo que chama as pessoas do pecado e mundanismo para uma conversão radical, forjada pelo Espírito Santo. Obreiros cristãos genuínos não devem cair num sistema projetado por obreiros duvidosos (1 Tm 4:16).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Encontramos, primeiro, essas alternativas para a proclamação (em grande escala) no fim dos anos 60, quando a Cruzada do Campo lançou seu original “Quatro Leis Espirituais”. Certamente, havia obreiros do Campo que eram pessoas piedosas e cujos esforços evangelísticos foram bem maiores do que seu roteiro oficial, mas o roteiro que eles deviam seguir encurtou lamentavelmente a mensagem do evangelho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Divertimento com grandes bandas de música brigava com testemunhos do tipo “show-bizz” e mensagens ultra-curtas apontando para um desafio a um evangelho tragicamente diminuído. Os leitores podem lembrar a linha geral: “Deus tem um plano maravilhoso para sua vida”. “Deus está cheio de sorrisos e pronto para abençoar, mas”, diz o roteiro (de fato), “há apenas um pequeno problema no caminho. Antes que você possa ser abençoado, você precisa tirar do caminho esta pequena questão do arrependimento. Felizmente, isto pode ser feito com uma frase curta, e então você pode seguir adiante para o passo seguinte, que é mais legal” (1 Re 22:5-8).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nós estamos, claro, parodiando a fórmula do Campo, mas ele certamente minimizava as questões, não alcançando qualquer convicção real. Isto é precisamente o que está acontecendo com a maioria daqueles que agora promovem o drama e o divertimento como uma alternativa para o desafio direto da proclamação. Eles não querem o caráter convincente e o poder da mensagem autêntica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de tudo o que temos dito sobre a superioridade da proclamação direta, o poder não é inerente, mas é obra do Espírito. O fato de pregarmos não é garantia de bênção e o apóstolo expressa isso francamente: “A palavra da cruz é loucura para os que perecem” (1 Co 1:18). Incontáveis pessoas irão reagir com escárnio. Elas entenderão, mas acharão que é ridículo e loucura fazer-lhes essas propostas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eles dirão a si mesmos: “Eu não aceito que eu seja um pecador condenado. E se eu me voltar para este Salvador, eu vou perder meu direito de dirigir minha própria vida e fazer o que eu quero. Terei que me conformar a novos padrões, e muitas coisas com as quais estou comprometido e gosto, terão que ser abandonadas. É ridículo me pedir que faça isso” (Mt 19:22).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Uma resposta não-autêntica&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Adoçar o remédio diluindo o evangelho e disfarçando-o com divertimento não o fará mais aceitável, apenas menos compreensível. As pessoas ouvirão um evangelho modificado, enfraquecido, e suas respostas não serão autênticas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O apóstolo adverte que a proclamação funciona apenas porque Deus a faz operar nos corações do seu povo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando as pessoas nos dizem: “Vocês são apenas tradicionalistas, firmemente presos ao passado e querem que tudo seja feito como se fazia no século dezenove”, eles nos entendem de forma errada. Nós queremos usar a proclamação direta porque é o que Deus nos diz exclusivamente para fazer. Seja no ensino da escola dominical, testemunho pessoal, pregação no púlpito ou livros e folhetos impressos, o método das Escrituras é apresentar o evangelho em palavras racionais, a mentes racionais, apoiadas por oração fervorosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos evangélicos hoje entendem que o público quer grupos de rock, informalidade, convivência, teatro e outros divertimentos e, enquanto o apóstolo Paulo não tinha qualquer intenção de condescender com os desejos da carne, seja de gregos ou judeus, os “modernosos” de hoje saem para dar aos profanos exatamente aquilo que pensam que irá agradá-los.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos focalizar toda a nossa energia nas formas da proclamação direta e atividades que mantenham as pessoas sob esta influência. Estes são os dois únicos aspectos legítimos do evangelismo: proclamação e esforços para apoiá-la.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_________________________________________________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dr. Peter Master é o editor da revista Sword &amp;amp; Trowel, The Metropolitan Tabernacle, Londres&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[1] Culto que procura satisfazer aos desejos das pessoas que adoram.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[2] 1 Tm 2:7 e 2 Tm.1:11&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Revista Os Puritanos. Ano XI, n.01, Jan/Fev/Mar, 2003, p. 3 - 7&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Postado com Autorização do Dr. Pb. Manoel Canuto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por Dr. Peter Master&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://profgaspardesouza.blogspot.com/2011/12/qual-o-problema-com-o-teatro-por-que.html"&gt;Eis Nosso Tempo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-5353521407050393547?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/5353521407050393547/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/qual-o-problema-com-o-teatro-porque.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/5353521407050393547?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/5353521407050393547?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/qual-o-problema-com-o-teatro-porque.html" title="Qual o Problema com o Teatro? Porque a Proclamação é o Método Bíblico!" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-8oUlnr9xiPo/TvsNEAmjUcI/AAAAAAAABQM/ysgg8jDHeag/s72-c/johnknox.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08BQ3g7eSp7ImA9WhRXGUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-5121152098225421495</id><published>2011-12-27T05:17:00.000-08:00</published><updated>2011-12-27T05:17:32.601-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-27T05:17:32.601-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><title>Qual o propósito da morte de Cristo? Ele morreu por todos os homens?</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-eyyMd0hYsY4/TvnFXE5uA0I/AAAAAAAABQA/PduAitEGIWY/s1600/king+crown.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-eyyMd0hYsY4/TvnFXE5uA0I/AAAAAAAABQA/PduAitEGIWY/s1600/king+crown.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nós já dissemos, resumidamente, o que as Escrituras ensinam sobre o porquê da&amp;nbsp;morte de Cristo (Primeira Parte, capítulo um). Agora que já exploramos todo o assunto, de&amp;nbsp;modo geral, precisamos examinar em maiores detalhes aquelas passagens que falam&amp;nbsp;sobre o que foi realizado através da morte de Cristo. Farei isso, examinando três grupos de&amp;nbsp;versículos bíblicos. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Primeiro, há aquelas passagens que mostram qual o propósito de Deus na morte de&amp;nbsp;Cristo. Escolhi oito versículos para examinarmos, embora muitos outros pudessem ser&amp;nbsp;usados. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. &amp;nbsp;Lucas 19: 10. "Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia&amp;nbsp;perdido." - Portanto, está claro que Deus pretendia realmente salvar os&amp;nbsp;pecadores perdidos mediante a morte de Cristo. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. &amp;nbsp;Mateus 1 :21. " ... e chamarás o seu nome Jesus, porque ele salvará o seu povo&amp;nbsp;dos seus pecados." - Portanto, tudo que fosse realmente necessário para salvar&amp;nbsp;os pecadores deveria ser feito por Jesus Cristo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3.&amp;nbsp;I Timóteo 1: 15. " ... que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores."&amp;nbsp;- Isso não nos permite supor que Cristo veio simplesmente para possibilitar a&amp;nbsp;salvação dos pecadores; pelo contrário, insiste no fato de que Ele veio&amp;nbsp;realmente para salvá-las. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4.&amp;nbsp;Hebreus 2:14-15. " ... para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da&amp;nbsp;morte, isto é, o diabo; e livrasse todos os que ... estavam ... sujeitos à servidão."&amp;nbsp;- O que poderia ser mais claro que isto? Cristo veio realmente para salvar os&amp;nbsp;pecadores. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5.&amp;nbsp;Efésios 5:25-27. ". " como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se&amp;nbsp;entregou por ela, para a santificar ... para a apresentar a si mesmo igreja&amp;nbsp;gloriosa ... " - Penso que não é possível dizê-lo mais claramente do que o&amp;nbsp;Espírito Santo o fez nesta passagem; Cristo morreu para purificar, santificar e&amp;nbsp;glorificar a Igreja. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6. João 17:19. " ... me santifico a mim mesmo, para que também eles sejam&amp;nbsp;santificados na verdade." - Será que aí não estamos ouvindo o próprio Salvador&amp;nbsp;declarar o propósito de Sua morte? Ele morreu a fim de que alguns (não o&amp;nbsp;mundo todo, visto que Ele não orou por isso - versículo 9) fossem realmente&amp;nbsp;santificados (ou feitos santos). &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7. Gálatas 1:4. "O qual se deu a si mesmo por nossos pecados, para nos livrar ...”&amp;nbsp;- Afirma aqui, outra vez, o propósito da morte de Cristo como sendo realmente&amp;nbsp;para nos libertar. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;8. II Coríntios 5:21. "Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para&amp;nbsp;que nele fôssemos feitos justiça de Deus." - Portanto, entendemos que Cristo&amp;nbsp;veio para que os pecadores pudessem tornar-se justos. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir de todos esses versículos, é evidente que o propósito da morte de Cristo era&amp;nbsp;salvar, libertar, santificar e justificar aqueles pelos quais Ele morreu. Pergunto: todos os&amp;nbsp;homens são salvos, libertados, santificados e justificados? Ou será que Cristo falhou em&amp;nbsp;cumprir o Seu propósito? Julguem, então, por si mesmos, se Cristo morreu por todos os&amp;nbsp;homens ou somente por aqueles que são realmente salvos e justificados! &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo, há aquelas passagens que não só falam do propósito da morte de Cristo,&amp;nbsp;mas, também, do que foi realmente alcançado através dela. Seleciono aqui seis&amp;nbsp;passagens: &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Hebreus 9: 12, 14. " ... mas por seu próprio sangue '" havendo efetuado uma&amp;nbsp;eterna redenção ... purificará as vossas consciências das obras mortas ... " -&amp;nbsp;Aqui são mencionados dois resultados imediatos da morte de Cristo - a&amp;nbsp;redenção eterna e consciências purificadas. Qualquer um que tenha esses&amp;nbsp;resultados, é um daqueles por quem Cristo morreu. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Hebreus 1:3. "... havendo feito por si mesmo a purificação de nossos pecados,&amp;nbsp;assentou-se à destra da majestade".- Portanto, há uma purificação espiritual&amp;nbsp;obtida para aqueles por quem Cristo morreu. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. I Pedro 2:24. "Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados..." - Aqui&amp;nbsp;temos a afirmação daquilo que Cristo fez - Ele carregou nossos pecados na&amp;nbsp;cruz. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. Colossenses 1:21-22. " ... vos reconciliou ... " - Assim, um verdadeiro estado de&amp;nbsp;paz foi estabelecido entre aqueles por quem Ele morreu e Deus, o Pai. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5. Apocalipse 5:9-10. " ... porque foste morto, e com o teu sangue compraste para&amp;nbsp;Deus, ... de toda ... nação; ... os fizestes reis e sacerdotes..." - É claro que isto&amp;nbsp;não é verdadeiro com relação a todos os homens, mas descreve o que é&amp;nbsp;verdadeiro sobre todos aqueles por quem Cristo morreu. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6. João 10:28. "E dou-lhes a vida eterna... " - O próprio Cristo explica que a vida é&amp;nbsp;dada a "suas ovelhas" (versículo 27). A vida espiritual que os crentes desfrutam&amp;nbsp;é-lhes obtida pela morte de Cristo. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com base nesses seis versículos (e muitos outros poderiam ser usados), podemos dizer o&amp;nbsp;seguinte: se a morte de Cristo realmente obtém redenção, lavagem, purificação, libertação&amp;nbsp;dos pecados, reconciliação, vida eterna e cidadania num reino, então Ele deve ter morrido&amp;nbsp;somente por aqueles que recebem tais coisas. Está bastante claro que nem todos os&amp;nbsp;homens possuem tais coisas! Portanto, a salvação de todos os homens não pode ter sido o&amp;nbsp;propósito da morte de Cristo. Terceiro, há também um grupo de versículos bíblicos que descrevem aqueles pelos quais&amp;nbsp;Cristo morreu. Estes são geralmente descritos como "muitos", por exemplo: Isaías 53: 11;&amp;nbsp;Marcos 10:45; Hebreus 2:10. Mas estes "muitos" são descritos em outros lugares como: &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- as ovelhas de Cristo (Jo. 10:15);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- os filhos de Deus (Jo. 11:52);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- os filhos que Deus Lhe deus (Jo. 17:11; Hb. 2:13);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Seus escolhidos (Rm. 8:33);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&amp;nbsp;o povo que Ele antes conheceu (Rm. 11:2);&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&amp;nbsp;Sua igreja (At. 20:28);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&amp;nbsp;aqueles cujos pecados Ele levou (Hb. 9:28).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Indubitavelmente tais descrições não são verdadeiras com relação a todos os homens.&amp;nbsp;Assim, vemos que o propósito da morte de Cristo, conforme nos é apresentado nas&amp;nbsp;Escrituras, não pode ter sido a salvação de todos os homens.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por John Owen (1648)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Citado via FaceBook - texto completo &lt;a href="http://baptistlink.com/creationists/porquemowen.pdf"&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-5121152098225421495?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/5121152098225421495/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/qual-o-proposito-da-morte-de-cristo-ele.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/5121152098225421495?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/5121152098225421495?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/qual-o-proposito-da-morte-de-cristo-ele.html" title="Qual o propósito da morte de Cristo? Ele morreu por todos os homens?" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-eyyMd0hYsY4/TvnFXE5uA0I/AAAAAAAABQA/PduAitEGIWY/s72-c/king+crown.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0EGRXcyfSp7ImA9WhRXGU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-3699505080123072040</id><published>2011-12-26T14:47:00.000-08:00</published><updated>2011-12-26T14:47:04.995-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-26T14:47:04.995-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><title>Não participem dos Dias de Baal - do Puritano Holanês Jacobus Koelman</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-xXnMGmbitcQ/Tvj5WP5BGgI/AAAAAAAABP0/oYQ1PM0daYc/s1600/puritan+woman.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-xXnMGmbitcQ/Tvj5WP5BGgI/AAAAAAAABP0/oYQ1PM0daYc/s320/puritan+woman.jpg" width="190" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não permita que seus filhos comemorem aqueles dias nas quais a incredulidade e a superstição estão sendo dispensadas. Eles são, reconhecidamente, inclinados para querer isso, porque eles vêem os filhos dos pais Romanistas observando estes dias. Não permita que eles freqüentem carnavais, Terça-Feira Gorda (Mardi Gras), busquem o Papai Noel, ou observem a Duodécima Noite, porque todas estas coisas são restos de um papado idólatra. Você não deve deixar seus filhos longe dos estudos nestes dias, ou longe do trabalho, nem deve deixá-lo brincar lá fora ou participar da diversão. O Senhor disse, "Não fareis segundo as obras da terra do Egito, em que habitastes, nem fareis segundo as obras da terra de Canaã, para a qual eu vos levo, nem andareis nos seus estatutos." (Lev. 18:3). O Senhor punirá os Reformados por causa dos dias de Baal (Oséias 2:12-13), e Ele também observa o que as crianças tem feito nos dias de tal idolatria (Jer. 17:18). Portanto, não deixe seus filhos receberem presentes do Papai Noel, nem os deixe sortear bilhetes de rifa e estas coisas semelhantes. Dê aquilo que lhes agrada em outros dias que não estes, e, uma vez que os dias de Natal, Páscoa e Pentecostes têm ainda este mesmo caráter, o povo Reformado deve manter suas crianças afastadas destes assim chamados “dias santos” e “festividades”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://calvinismoexperimental.blogspot.com/2011/01/nao-participem-dos-dias-de-baal-jacobus.html"&gt;Calvinismo Experimental&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-3699505080123072040?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/3699505080123072040/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/nao-participem-dos-dias-de-baal-do.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/3699505080123072040?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/3699505080123072040?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/nao-participem-dos-dias-de-baal-do.html" title="Não participem dos Dias de Baal - do Puritano Holanês Jacobus Koelman" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-xXnMGmbitcQ/Tvj5WP5BGgI/AAAAAAAABP0/oYQ1PM0daYc/s72-c/puritan+woman.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QCRns7eSp7ImA9WhRXFUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-2323121521985591704</id><published>2011-12-21T16:56:00.000-08:00</published><updated>2011-12-21T16:56:07.501-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-21T16:56:07.501-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><title>À Lei e ao Testemunho - Livro do Profeta Isaías 8:20</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-f-BjdQQl628/TvKAGyesUKI/AAAAAAAABPo/5L1QphZfKNs/s1600/matthewhenry.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-f-BjdQQl628/TvKAGyesUKI/AAAAAAAABPo/5L1QphZfKNs/s1600/matthewhenry.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
"Os judeus incrédulos eram propensos a buscar conselho, quando em dificuldades, em diferentes adivinhos, cujas tolas e pecaminosas cerimônias são aqui aludidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será que sabemos como podemos buscar ao nosso Deus, e cheguar ao pleno conhecimento da Sua mente? À lei e ao testemunho, porque lá você poderá ver o bem, e conhecer o que o Senhor exige.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos falar das coisas de Deus, segundo as palavras que o Espírito Santo ensina, e sermos governados por estas palavras".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Matthew Henry&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href="http://igrejapuritana.blogspot.com/2011/07/lei-e-ao-testemunho-livro-do-profeta.html"&gt;Igreja Puritana&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-2323121521985591704?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/2323121521985591704/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/lei-e-ao-testemunho-livro-do-profeta.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/2323121521985591704?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/2323121521985591704?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/lei-e-ao-testemunho-livro-do-profeta.html" title="À Lei e ao Testemunho - Livro do Profeta Isaías 8:20" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-f-BjdQQl628/TvKAGyesUKI/AAAAAAAABPo/5L1QphZfKNs/s72-c/matthewhenry.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0ADRX44eSp7ImA9WhRXFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-965768478506932245</id><published>2011-12-20T17:42:00.000-08:00</published><updated>2011-12-20T17:42:54.031-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-20T17:42:54.031-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><title>Porquês de não celebrar o Natal - Respostas comuns dadas por cristãos para a celebração do Natal</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jvSaheyEBLY/TvE5ikmLmlI/AAAAAAAABPc/EYonSVqJ890/s1600/noChristmas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="194" src="http://2.bp.blogspot.com/-jvSaheyEBLY/TvE5ikmLmlI/AAAAAAAABPc/EYonSVqJ890/s200/noChristmas.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;I. O texto de Romanos 14.5,6 não permite aos cristãos a celebração do Natal?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor não o faz" (Rm 14.5,6a).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Paulo, em sua epístola aos Romanos, lidava com uma situação única na igreja primitiva. Havia judeus crentes que “consideravam os dias santos da economia mosaica como dotados de santidade permanente". Os “dias" mencionados em Romanos eram dias ordenados por Deus na antiga economia. Paulo menciona “os dias santos e cerimoniais da instituição levítica". Quase todos os comentaristas concordam com essa interpretação. Paulo permite a diversidade na Igreja a respeito desses dias santos judeus por causa de circunstâncias histórias exclusivos. Quando Jesus Cristo morreu na cruz, os aspectos cerimoniais da lei (p.ex., sacrifícios de animais, dias santos, circuncisão etc.) foram cumpridos. Entretanto, antes da destruição de Jerusalém e do templo no ano 70 d.C., os &amp;nbsp;apóstolos permitiram certas práticas por parte dos cristãos de origem judaica desde que se &amp;nbsp;não lhes atribuísse a justificação. Em Atos 21.26, encontramos o apóstolo Paulo indo ao templo “anuncia[r] serem já cumpridos os dias da purificação". Aos judeus crentes acostumados a manter certos dias santos da economia mosaica foi permitida a continuação &amp;nbsp;dessas práticas durante certo tempo. Porém, destruído o templo, completado o cânon das &amp;nbsp;Escrituras, e a existência da Igreja durante uma geração completa, essas circunstâncias &amp;nbsp;históricas únicas findaram. E mesmo que essa passagem posse aplicável à situação presente, ela não poderia ser utilizada para justificar o Natal, porque os dias mencionados por Paulo não foram “cristianizados" a partir de dias santos pagãos nem de dias santos arbitrariamente estabelecidos por seres humanos. Portanto, se essa passagem ainda fosse aplicável em nossos dias, ela seria usada apenas para justificar a celebração privada dos dias santos judaicos por crentes judeus “fracos" na fé. Ela não pode ser usada como justificativa para dias estabelecidos por seres humanos ou dias pagãos não ordenados por Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Essa passagem não apenas não permite aos cristãos celebrar o Natal, mas ela também proíbe a celebração de cultos de Natal de qualquer tipo, bem como festas natalinas. Paulo permite a diversidade na Igreja a respeito deste assunto (i.e., os dias santos dos judeus). Ambos os grupos devem se aceitar mutuamente em busca de paz e unidade na Igreja. Os dois lados crêem obedecer a Palavra de Deus. “A conformidade forçada ou a pressão exercida com o objetivo de assegurar a conformidade anula os objetivos aos quais as exortações e reprimendas são dirigidas." Dessa forma, seria errado que os crentes judeus fracos levassem a Igreja a ter um culto de adoração em honra de um dia santo cerimonial, porque os crentes gentios fortes não se sentiriam compelidos a estarem presentes nesse culto público a Deus. Portanto, aqueles que celebravam os dias santos judaicos faziam-no em particular para o Senhor. Quem usa essa passagem para justificar a celebração do Natal deveria, da mesma forma, sentir-se forçado pela injunção de Paulo a manter o dia em caráter privado. Então, cultos natalinos e festas de Natal na Igreja deveriam cessar pela violação da liberdade cristã de não celebrar essa data. É claro que pelo fato de o Natal não ser ordenado por Deus e constituir um monumento à idolatria, sua celebração é proibida[1].&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pastores e presbíteros que autorizam a celebração do Natal abusam de seu ofício. O pastor e os líderes de uma igreja recebem sua autoridade de Deus. Eles são responsáveis por reger a igreja de acordo com a Palavra de Deus. Quando pastores e presbíteros autorizam o culto especial de Natal, eles o fazem por conta própria, pois não há garantia da Palavra de Deus para proceder assim. Portanto, neste ponto ele não age de modo diferente de um papa ou bispo, introduzindo invenções humanas na Igreja. As pessoas na igreja que se recusam a tomar parte no dia festivo pagão-papal, que se recusam a adorar a Deus de acordo com a imaginação humana, que se recusam a adorar a Deus sem autorização divina, são forçadas pela liderança local a permanecer em casa em vez de estarem presentes ao culto público a Deus. Portanto, neste ponto, muitos presbíteros atuam como papas, prelados e tiranos em detrimento do rebanho de Deus por tirarem a liberdade que temos em Cristo para adorar a Deus como corpo “em espírito e verdade", publicamente, no dia do Senhor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;II. Os judeus nos dias da rainha Ester não estabeleceram um dia santo não autorizado pela lei de Moisés? Este exemplo não permite que a Igreja estabeleça dias santos (p.ex., Natal) não autorizados pela Bíblia?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Quase não há semelhanças entre o Natal e Purim. Purim consiste em dois dias de ação de graças. Os acontecimentos do Purim são: “alegria e gozo, banquetes e dias de folguedo [...] e [o envio de] presentes uns aos outros e dádivas aos pobres" (Et 8.17; 9.22). Não havia culto público, atividades dos levitas e nem cerimônias. Os dois dias de Purim têm mais em comum com o dia de ação de graças e com jantares de família que com o Natal. Essa data certamente não é a justificativa para os cultos natalinos. Sua celebração é mais parecida com os dias de ação de graças, que ainda são permitidos, e não com os dias santos cerimoniais do sistema levítico. De fato, os teólogos de Westminster usaram a celebração de Purim como texto-prova para a autorização de dias de ação de graça (Et 9.22)[2].&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Purim foi um acontecimento histórico único na história da salvação de Israel. O festival foi decretado por autoridades civis: pelo primeiro ministro Mardoqueu e pela rainha Ester. O povo concordou de forma unânime. A ocasião e autorização de Purim estão escritas na Palavra de Deus e foram aprovadas pelo Espírito Santo. O imperativo bíblico de não adicionar nem subtrair aplica-se às leis e adoração estabelecidas por seres humanos. Ela certamente não proíbe o Espírito Santo de completar o cânon da Escritura e instituir novas regulamentações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. O Natal é intrinsecamente imoral por ter sido estabelecido sobre monumentos da idolatria pagã. Não há nada errado um país manter um dia de ação de graças por um ato especial de libertação divina. Contudo, há algo muito errado quando uma igreja corrupta tenta dar características cristãs a vestimentas pagãs; e algo muito errado quando protestantes conspiram com a Igreja corrupta de Roma e usam o piedoso Mardoqueu como desculpa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;III. Não se questiona que o Natal não tenha lugar no culto público a Deus, mas não seria correto celebrá-lo em particular?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O problema com esse conceito é o pressuposto de que o Princípio Regulador do Culto seja restrito apenas ao culto público. Não existe evidência bíblica para apoiar o uso do Princípio Regulador apenas nessa ocasião. De fato, a Bíblia apóia o conceito oposto. Caim foi condenado por uma inovação no culto particular (Gn 4.2-8). Noé, em um culto familiar, ofereceu animais limpos a Deus (Gn 8.20,21). Deus se agradou e aceitou a oferta de Noé a favor de si mesmo e de sua família. Abraão, Jacó e Jó ofereceram sacrifícios a Deus em cultos particulares ou familiares de acordo com a Palavra de Deus. Deus aceitou essas ofertas legais. A idéia de permissibilidade de inovações no culto em família ou particular não é bíblica; é totalmente arbitrária por não se basear na revelação divina. Se uma novidade desagrada a Deus no culto público, como ela poderia agradá-lo no culto particular. Se fosse assim, de acordo com essas premissas, poderíamos possuir em casa pequenas capelas onde queimaríamos incenso, vestiríamos sobrepelizes, mitras, evitando apenas o uso dessas coisas em cultos públicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem algumas diferenças entre o culto público e o particular (p.ex., o culto particular pode ser feito duas ou três vezes por dia, ao passo que o culto público deve ser realizado pelo menos uma vez a cada dia do Senhor). Indivíduos nas denominações reformadas que trouxeram inovações não bíblicas como o Natal, mulheres ensinando Bíblia e teologia para homens em estudos bíblicos e aulas de escola dominical, a introdução de hinos e melodias de Natal etc., não procuram justificar essas práticas mediante a Escritura. Em vez disso, elas arbitrariamente regulamentam essas atividades sem consultar o Princípio Regulador do Culto ao dizer que elas se encontram na esfera do culto particular. Pastores e rebanhos se encontram tão apaixonados por essas inovações que partem para a mistificação. Agem como se pastores, papas ou bispos possuíssem autoridade para transformar o culto particular (no qual presumem a permissão da autonomia humana) em culto público (onde a Palavra reina suprema) ao dizer: “Agora tem início o culto público a Deus". Em que parte da Bíblia o culto público é relegado a poucas horas no dia do Senhor. Jesus Cristo disse: “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou no meio deles" (Mt 18.20)[3]. Como pode uma mulher ensinar homens em particular no domingo. Como poderiam cinqüenta pessoas cantar canções natalinas no culto particular. Não presuma a permissão divina para inovações e autonomia humana no culto particular. Tente prová-las pela Palavra de Deus. Você não conseguirá. Não declare arbitrariamente que suas práticas se referem ao culto particular quando são próprias do culto público. Os rabinos do passado justificavam todo tipo de coisas sem sentido com o mesmo raciocínio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Bíblia diz: “um pouco de fermento faz levedar toda a massa" (1Co 5.6; Gl 5.9). Quando presbíteros e pastores presbiterianos pararam de disciplinar membros da igreja por causa da celebração doméstica do Natal nos séculos XIX e XX, praticamente permitiram que o fermento pagão-papista do Natal se espalhasse. De fato, foi o que aconteceu. Deve-se procurar bastante para encontrar um lar de presbiterianos onde a invenção papista não seja celebrada[4].&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;IV. Nós não celebramos o Natal. Para nós o dia é apenas um dia comum em família. O que poderia haver de errado nisso?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há 365 dias no ano. É interessante que o dia anual da reunião da família ocorra exatamente em 25 de dezembro. Por acaso vocês não estariam imitando seus vizinhos pagãos e sua cultura. Vocês não estariam celebrando o dia, como os demais e apenas declarando o secular como justificativa ou desculpa. Se você estiver passando um dia agradável em família, você encherá sua sala com monumentos e lembranças da idolatria passada e presente. Você diz ser apenas um dia secular em família, mas você tem uma árvore de Natal, sempre verde, visco, presentes, velas e cantigas. É óbvio que vocês celebram o Natal da mesma forma que os papistas. A verdade é que se vocês eliminarem toda a parafernália pagã do Natal, então provavelmente não se incomodarão em celebrá-lo. O dia pagão perderia seu fulgor, charme e atração emocional. Como cristãos devemos nos dedicar à família. Devemos nos reunir com nossos parentes e usufruir mutuamente de sua companhia. Mas não precisamos de um dia de festa pagã para fazê-lo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se a Igreja de Jesus Cristo deve ser sal e luz para nossa cultura degenerada, ela deve purificar a própria casa. Mais e mais cristãos têm tentado impactar positivamente nossa cultura pagã. Eles tentam resgatar a data do humanismo secular e do estadismo. Esse novo envolvimento é necessário, mas ele não será bem-sucedido até que a Igreja retorne à pureza doutrinária e do culto alcançada pela ala calvinista da Reforma. O Estado romano pagão com todo o seu poder não conseguiu destruir a Igreja cristã. A Igreja prosperou a despeito da tirania e da opressão do Império Romano. O que causou o colapso da Igreja foi a decadência interna. A corrupção da doutrina e do culto na Igreja a tornaram uma fonte de heresia, superstição, idolatria e tirania.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O evangelicalismo moderno se encontra em um sério estado de declínio. O movimento de crescimento da igreja, o movimento ecumênico, o pragmatismo e a manutenção da paz têm precedência sobre a integridade doutrinária e o culto puro. Como resultado, o evangelicalismo moderno é frouxo, comprometido, impotente e morno. Não é simples coincidência que a Igreja tenha tido um impacto mais positivo sobre a sociedade e a cultura quando sua doutrina e culto eram mais puros (p.ex., o segundo período da Reforma na Escócia, 1638). Só quando retornarmos ao culto bíblico rejeitaremos a autonomia humana.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Notas&lt;/b&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[1] Em Gl 4.10,11 e Cl 2.16,17 a guarda de dias é concenada por Paulo por sua conexão nesses casos com heresias. A situação em Roma era diferente. Os dias eram guardados por causa de má-compreensã. Não havia o envolvimento de heresias e aplicação de justiça derivada de obras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[2] Confissão de fé de Wetminster, (1647), cap. XXI, seção 5, texto-prova (a).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[3] O povo de Deus é a Igreja; quer se reúnam em edifício próprio, celeiro, estacionamento ou casa. Quando os cristãos se juntam para ouvir a Palavra de Deus, há uma reunião da igreja. Trata-se de culto público quer ele comece às 7h ou às 23h. O culto público deve ocorrer no dia do Senhor, mais isto não significa que o culto público esteja limitado a um dia apenas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[4] Como demonstramos antes, o Natal é um monumento à idolatria passada e presente; portanto, mesmo sem a intervenção do Princípio Regulador do Culto é errado celebrá-lo no lar, no escritório, na igreja, no clube etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por Brian Schwertley&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://blogdoseleitos.blogspot.com/2011/12/respostas-comuns-dadas-por-cristaos.html"&gt;Eleitos de Deus&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-965768478506932245?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/965768478506932245/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/porques-de-nao-celebrar-o-natal.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/965768478506932245?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/965768478506932245?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/porques-de-nao-celebrar-o-natal.html" title="Porquês de não celebrar o Natal - Respostas comuns dadas por cristãos para a celebração do Natal" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-jvSaheyEBLY/TvE5ikmLmlI/AAAAAAAABPc/EYonSVqJ890/s72-c/noChristmas.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEcCR3gyeyp7ImA9WhRWFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-5872476478674059621</id><published>2011-12-19T03:12:00.000-08:00</published><updated>2012-01-01T07:34:26.693-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-01T07:34:26.693-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pregações" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="6.1 Reunião no Dia do Senhor (parte 2)" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meus Escritos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O culto público" /><title>Sexto elemento constitutivo do culto público:  Reunião no Dia do Senhor (parte 2) -  Sermão pregado dia 18.12.2011</title><content type="html">&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-1Fj4eoKwHpA/Tu1CIV-eo9I/AAAAAAAABPM/MqRRbSyg9JA/s1600/lords+day2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="220" src="http://1.bp.blogspot.com/-1Fj4eoKwHpA/Tu1CIV-eo9I/AAAAAAAABPM/MqRRbSyg9JA/s320/lords+day2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sexto elemento constitutivo do culto público:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Reunião no Dia do Senhor (parte 2) -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Sermão pregado dia 18.12.2011 &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dando prosseguimento com nosso estudo acerca do Dia do Senhor (&lt;a href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/sexto-elemento-constitutivo-do-culto.html"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&amp;nbsp;para ler a parte 1), hoje veremos o porquê do dia de Sábado ter sido alterado para o primeiro dia da semana, isto é, o Domingo e algumas consequências necessárias dessa troca. Na próxima parte (parte 3) veremos quais as práticas autorizadas e que podem ser feitas nesse dia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É sempre importante levarmos cativo que o sábado era um dia de extrema importância para o judeu, pois conforme vimos, Deus havia instituído um dia em cada sete para que o povo cessasse de todas as suas atividades e se dedica-se ao Senhor, contudo, Deus não os deixou sem promessa, e sim afirmou: "&lt;span style="color: red;"&gt;Se desviares o teu pé do sábado, de fazeres a tua vontade no meu santo dia, e chamares ao sábado deleitoso, e o santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falares as tuas próprias palavras, Então te deleitarás no SENHOR, e te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do SENHOR o disse&lt;/span&gt;" (Is 58.13-14).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O dia de sábado não era um dia de ociosidade - como pensam alguns - mas um dia em sete para que o Senhor fosse magnificado por meio do cessar das obras; não porque em si elas eram más, mas porque havia algo de muitíssimo mais agradável e proveitoso para se fazer: o buscar ao Senhor. Sobre o sentido da palavra sábado (o substantivo hebraico - Shabbãt), temos a seguinte definição:&amp;nbsp;"Um lexicógrafo [&lt;span style="color: blue;"&gt;1&lt;/span&gt;] menciona os seguintes sentidos: repousar, fazer cessar, descartar, fazer fracassar, celebrar, guardar o sábado, afastar-se, sofrer necessidade, guardar, tirar, acalmar ou aquietar... Todavia, a maioria dos estudiosos concorda que não é descanso, pois, como veremos, existem outros termos que são usados para expressar essa ideia. O peso da opinião favorece a ideia de cessar, parar, fazer uma pausa. Deve-se dizer, no entanto, que em alguns casos a ideia de descanso físico não está ausente. Todavia, quando usado como relação ao sábado, significa guardar, celebrar o dia... A nossa conclusão é que o termo deve ser entendido como tendo um sentido geral de intervalo, um tempo entre outros, separado para propósitos religiosos específicos. Em suma, sábado significa um dia santo". [&lt;span style="color: blue;"&gt;2&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ouso afirmar que - muitíssimo infelizmente - a maioria dos cristãos nunca foi ensinado acerca do quarto mandamento (eu fui um deles), pois creem que hoje estamos na graça e não mais na lei, mas conforme já temos visto domingo após domingo, a lei de Deus é boa e continua válida para o crente atual - não como meio de salvação (pois somos salvos por Cristo) nem de condenação (pois não é por obras que somos salvos, mas pela fé operada pelo Espírito Santo em nós), mas como o único meio de se expressar nossa devoção ao Senhor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro erro comum dos cristãos é atribuir a observância de um dia específico como se fosse algo semelhante ao Adventismo, no entanto, devemos ter em mente que essas duas crenças (cristianismo e adventismo) são completamente diferentes. Vejamos o que diz certo adventista acerca do sábado: “Seja enfatizado que, mesmo se fosse encontrado apoio apostólico para o domingo, ainda o cristão bíblico não o poderia aceitar. Nem mesmo um apóstolo poderia mudar a lei de Deus”.[&lt;span style="color: blue;"&gt;3&lt;/span&gt;] Ao que o Dr. Joseph A. Pipa refuta dizendo: “Uma abordagem tão soberba ao Novo Testamento se deve principalmente a seu compromisso com as profecias de Ellen G. White. Na visão deles, essas profecias têm autoridade divina e têm precedência sobre a prática apostólica. No entanto, o ensino da Bíblia é que o sétimo dia foi revogado". [&lt;span style="color: blue;"&gt;4&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Notemos que os adventistas afirmam a possibilidade dos apóstolos da igreja primitiva haverem instituído algo contrário à própria Escritura do Senhor. Certamente que os apóstolos foram homens pecadores e que por isso mesmo eram falhos, porém não podemos crer que as bases por eles lançadas foram erradas, pois se assim foi, estamos vivendo há mais de dois mil uma crença que já "prolongou-se" errada! O próprio apóstolo &amp;nbsp;Paulo contradiz os adventistas quando sanciona dizendo que o ensino deles era verdadeiro: "&lt;span style="color: red;"&gt;Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho&amp;nbsp;&lt;i&gt;além do que já vos tenho anunciado&lt;/i&gt;, seja anátema&lt;/span&gt;" (Gl 1.8 - grifo meu). A partir desse ponto, sigamos rumo à verificação do porquê do dia de sábado ter sido transferido para o domingo e algumas breves implicações necessárias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em&amp;nbsp;&lt;b&gt;primeiro lugar&lt;/b&gt;, o dia de descanso (shabbath cristão) tem como ponto de partida uma memoração do dia em que todos os crentes estarão juntos com o Senhor no céu. Deus instituiu o sábado como sendo uma prefiguração da redenção eterna que aguarda todos os santos: "&lt;span style="color: red;"&gt;Porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito, e que o SENHOR teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido; por isso o SENHOR teu Deus te ordenou que guardasses o dia de sábado&lt;/span&gt;" (Dt 5:15). Assim como o povo havia sido liberto da mão opressora do faraó e levado para uma terra que "mana leite e mel" (Êx 3.8), nós também aguardamos o dia em que seremos libertos do corpo dessa morte e do mundo, para então entrarmos na Jerusalém celestial. Tal qual um raio dá uma pequena demonstração da grande tempestade que se aproxima, assim também o sábado cristão nos lembra semanalmente que um dia estaremos no descanso eterno.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em&amp;nbsp;&lt;b&gt;segundo lugar&lt;/b&gt;, os principais eventos da era cristã aconteceram num domingo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Jesus ressuscitou (Jo 20.1);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Jesus apareceu aos dez discípulos (Jo 20.19);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Jesus apareceu aos onze discípulos (Jo 20.26);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- O Espírito Santo desceu no dia de pentecostes, que era um domingo &amp;nbsp;(Lv 23.15,16 - o dia imediato ao sábado), e nesse momento o primeiro sermão sobre a morte e ressurreição de Cristo foi pregado por Pedro (At 2.14) com 3000 novos convertidos;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Em Trôade os crentes se juntaram para adorar (At 20.7);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Paulo instruiu aos crentes para trazerem as suas contribuições (1 Co 16.2);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- João estava em Patmos e recebeu a visão do Senhor (Ap 1.10). [&lt;span style="color: blue;"&gt;5&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;Em&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style="text-align: justify;"&gt;terceiro lugar&lt;/b&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;, a objeção levantada por alguns crentes de que "todos os dias são do Senhor" é em parte verdadeira (1 Co 10.31 - tudo deve ser feito visando a glória de Deus), porém devemos entender - conforme vimos semana passada - que o Dia do Senhor não foi instituído baseado em algum contexto do povo de Israel, mas sim que foi positivado por Deus já em sua criação, demonstrando aos crentes que não importa a época em que viverem, todos, sem exceção, devem buscar se conformar a esse mandamento. O Catecismo Maior de Westminster nos auxilia nessa questão sobre a importância e benefício desse dia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style="text-align: justify;"&gt;Pergunta 121&lt;/b&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;: Por que se acha a palavra “lembra-te”, colocada no princípio do quarto mandamento?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style="text-align: justify;"&gt;Resposta&lt;/b&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;: A palavra “lembra-te” acha-se colocada no princípio do quarto mandamento (Êx 20.8) , em parte pelo grande benefício que há em nos lembrarmos dele, sendo nós assim ajudados na nossa preparação para guardá-lo (Êx 16.23; Lc 23.54,56; Ne 13.19); e porque em o guardar somos ajudados a guardar todos os demais mandamentos (Ez 20.12,20), e a continuar uma grata recordação dos dois grandes benefícios da criação e da redenção, que contêm em si um breve compêndio da religião (Gn 2.2,3; Sl 118.22,24; Hb 4.9); e em parte porque somos propensos a esquecer-nos deste mandamento (Êx 34.21) , visto haver menos luz da natureza para ele e restringir a nossa liberdade natural quanto a cousas permitidas em outros dias (Êx 34. 21); porque este dia vem somente uma vez em cada sete, e muitos negócios seculares intervêm e muitas vezes nos impedem de pensar nesse dia, seja para nos prepararmos, seja para santificá-lo (Nm 15.38,40), e porque Satanás, com os seus instrumentos, se esforça para apagar a glória e até a memória desse dia, para introduzir a irreligião e a impiedade (Lm 1.7; Ne 13.15-23; Jr 17.21-23). [&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue; text-align: justify;"&gt;6&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda outro escritor nos mostra o quão miseráveis somos: "... Se ao menos vocês estivessem dispostos a obter o conhecimento de Deus e das realidades celestes, assim como estais dispostos a conhecer as artes de seus negócios, você já teriam começado há muito tempo não poupando esforços nem dores para obter esse conhecimento. Mas vocês pensam que sete anos é pouco para aprender sua profissão e, no entanto, não querem dedicar um dia, em cada sete, para aprenderem com diligência as questões atinentes à salvação de suas almas. Se o céu é elevado demais para vocês pensarem nele e se prepararem para ele, então ele é elevado demais para vocês chegarem a possuí-lo". [&lt;span style="color: blue;"&gt;7&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É imprescindível que nós compreendamos que o domingo foi o substituto do sábado judeu. Assim como o batismo veio para ser instituído no lugar na circuncisão, também o domingo se faz presente hoje, não porque temos um versículo específico que nos diga que o dia foi mudado, mas sim que o testemunho dos apóstolos nos mostra que seus costumes eram de se reunir no primeiro dia da semana e não mais no último. Sobre isso, Brian Schwertley comenta: "Embora não haja nenhum mandamento ou declaração direta com respeito à mudança do dia, isso não significa que não exista garantia bíblica suficiente para observar o primeiro dia da semana; há evidência abundante! Observe que há várias doutrinas cristãs cruciais que não são baseadas numa declaração direta, mas num estudo cuidadoso da Escritura e no uso correto da dedução: a trindade, a união hipostática [&lt;b&gt;nota minha&lt;/b&gt;: que forma uma só pessoa] das duas naturezas de Cristo, o batismo infantil, etc. Portanto, uma doutrina que é ‘deduzida por boa e necessária conseqüência’ da Escritura, não é menos verdadeira ou importante que uma declaração direta da Escritura". [&lt;span style="color: blue;"&gt;8&lt;/span&gt;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em&amp;nbsp;&lt;b&gt;quarto lugar&lt;/b&gt;, a Bíblia nos mostra que o dia de observância foi mudado, mas não a obrigação. Joseph A. Pipa comenta: "No segundo século, um herege chamado Marcião ensinou uma forma de gnosticismo cristão. Ele distinguia entre o Deus do Antigo Testamento e o Deus revelado em Jesus Cristo... Hoje, um grande número de cristãos está editando suas próprias Bíblias. Mesmo que teoricamente aceitem o Antigo Testamento como parte da Bíblia, basicamente ignoram seu ensino ético. Creem na sua história, apontam para suas profecias que foram cumpridas em Cristo,&amp;nbsp;&lt;i&gt;mas insistem que suas doutrinas e regras devem estar repetidas no Novo Testamento para que sejam imperativas para a igreja de hoje&lt;/i&gt;... Em resposta, os teólogos pactuais reformados afirmam a unidade da Bíblia:&amp;nbsp;&lt;i&gt;tudo que o Novo Testamento não revoga permanece efetivo&lt;/i&gt;. Por exemplo, muito daquilo que os cristãos creem e ensinam sobre o casamento e a família está revelado no Antigo Testamento... De modo semelhante, os alicerces da doutrina do sábado como instituição cristã foram construídos nas Escrituras do Antigos (sic) Testamento... Portanto, a não ser que o Novo Testamento revogue essa ordenança, ela permanece em vigor. Alguns sugerem que Jesus anulou a observância do sábado em Mateus 12.1-14; já vimos, entretanto, que Jesus restaurou o sábado e nos deu diretrizes de grande auxílio pelas quais devemos examinar nosso comportamento nesse dia". [&lt;span style="color: blue;"&gt;9&lt;/span&gt;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Dr. Charles Hodge (1797 - 1878) comenta: "Essa mudança do Sábado do sétimo para o primeiro dia da semana foi feita não só por uma razão plausível, mas também por autoridade competente. É um fato histórico simples que os cristãos da era apostólica deixaram de observar o sétimo, e passaram a observar o primeiro dia da semana como o dia para o culto religioso. Por isso desde a criação, em sucessão ininterrupta, o povo de Deus tem, em obediência ao mandamento original, dedicado um dia em sete para o culto ao único Deus vivo e verdadeiro. É difícil imaginar um argumento mais forte que este em prol da obrigação perpétua do Sábado como a instituição divina... Nada, senão a autoridade divina e o poder divino, pode explicar a observância contínua dessa sacra instituição desde o princípio até hoje". [&lt;span style="color: blue;"&gt;10&lt;/span&gt;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro ponto importante também: "Essa compreensão fornece um paralelo entre a obra da criação e a obra da redenção. Concluída a criação, Deus descansou no sétimo dia para declarar sua obra completada, para se deleitar nessa obra, e para prometer o descanso eterno já prometido a Adão no Pacto das Obras. Quando Adão violou o pacto, Deus renovou a oferta do descaso eterno por meio de um Redentor. O sábado do sétimo dia antevê esse descanso. Deus o Filho descansou de sua obra da redenção no primeiro dia da semana como sinal de que sua obra tinha sido realizada objetivamente e que nada restava para ser feito. Na ressurreição ele entrou no gozo de sua obra e confirmou que a vida eterna tinha sido comprada (Is 53.10,11; Hb 12.2). Pelo seu exemplo, o dia foi mudado... À medida que os apóstolos entenderam essa teologia por inspiração, mudaram o dia de celebrar o descanso eterno do sétimo dia para o primeiro. O povo da Antiga Aliança olhava em direção do futuro para o cumprimento da redenção, e por isso guardava o sábado no final da semana. Depois que o doador do Descanso realizou sua obra, a Igreja do Novo Testamento guardava o sábado dele no dia em que ele entrou no seu descanso, significando que, embora esperemos pela consumação, já começamos a participar desse descanso". [&lt;span style="color: blue;"&gt;11&lt;/span&gt;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Matthew Henry (citado por J. I. Packer) diz: "Guardar o domingo significa ação, e não inércia. O dia do Senhor não é um dia de ociosidade. 'A ociosidade é um pecado em qualquer dia, e muito mais no dia do Senhor'. Não se guarda o domingo ficando atirado em algum lugar, sem fazer nada. Convém que descansemos das atividades de nossos afazeres diários,&amp;nbsp;&lt;i&gt;ocupando-nos nas atividades próprias à nossa vocação celestial&lt;/i&gt;. Se não passarmos o dia ocupados nestas atividades, não o estaremos santificando". [&lt;span style="color: blue;"&gt;12&lt;/span&gt;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, bem sabemos que constantemente os puritanos chamavam esse dia de "O Dia da Feira da Alma", isto é, enquanto nos outros dias ia-se à feira para se comprar o sustento para o corpo e para a necessidade, no domingo buscava-se encher a alma e não as sacolas. O puritano Thomas Brooks (1608 - 1680) nos diz: "Para terminar, lembremo-nos que não há crentes, em todo o mundo, que se comparem, quanto ao poder da piedade e quanto à excelência nos terrenos da graça, da santidade e da comunhão com Deus, como aqueles que se mostram mais estritos, sérios, estudiosos e meticulosos na santificação do dia do Senhor... A verdadeira razão pela qual o poder da piedade tem caído a níveis tão baixos, tanto nesse [&lt;b&gt;nota minha&lt;/b&gt;: Inglaterra] como em outro países, é que o domingo não está mais sendo observado de forma estrita e consciente... Oh! que esses simples conselhos fossem tão abençoados pelo céu que nos impulsionassem a uma santificação mais constante, séria e meticulosa do dia do Senhor...". [&lt;span style="color: blue;"&gt;13&lt;/span&gt;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir do exposto acima, creio que não restar muitas dúvidas acerca do testemunho das Escrituras e da Igreja quanto à observância desse dia. Muitos cristão têm negligenciado essa doutrina - quer pode não terem sido ensinados, quer por rebeldia - pois por vezes acham-a severa demais ou ainda porquê creem ser ela difícil demais para ser aplicada em nossos dias, contudo, o testemunho da igreja nos mostra que desde sempre os cristãos buscaram observar (praticar) esse dia, mas não somente isso, que essa observância muitas vezes lhes custava a ignomínia diante do povo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Nos fins do século XVI, era costume dos ingleses, depois de terminado o culto na igreja [&lt;b&gt;nota minha&lt;/b&gt;: nessa época a igreja era ligada ao Estado, ou seja, o não comparecimento a ela implicava em advertência, multa e quem sabe até mesmo prisão, no entanto deve-se ter em mente que a igreja aqui mencionada não é a igreja santa do Senhor, mas a idólatra e apóstata Igreja Católica Romana - certamente que por um breve tempo os puritanos estiveram no governo e regeram o Estado segundo as Leis bíblicas, mas de um modo geral o Estado sempre esteve sujeito à igreja romanista], passar o resto do domingo frequentado peças teatrais obscenas... jogos e bebidas alcoólicas, festas e comemorações; ou então fumando cachimbo, dançando, jogando dados, jogando baralho, boliche, tênis, açulando cães contra ursos acorrentados, brigas de galo, falcoaria [&lt;b&gt;nota minha&lt;/b&gt;: &amp;nbsp;criar e treinar falcões e aves de rapina para a caça], caçadas, e coisas semelhantes; ou então frequentando feiras e mercados... ou indo a partidas de futebol e outros passatempos diabólicos... A Declaração de Esportes, do rei Tiago I (1618), estabeleceu que, à parte dos esportes com touros e ursos e do boliche, todos os jogos populares podiam ser efetuados aos domingos, terminada a reunião na igreja... Em 1633, Carlos I republicou-a e ordenou que os bispos determinassem que todo o clero a lesse em seus púlpitos; alguns recusaram-se a fazê-lo e como resultado perderam seus rendimentos. Podemos ver através destas palavras de Baxter, como transcorriam as coisas no país, naquela época: 'Em minha juventude... um dos inquilinos de meu pai era flautista da cidade, e o lugar das danças ficava a menos de cem metros de nossa porta; assim, no dia do Senhor, não podíamos ler um capítulo da Bíblia, ou orar, ou entoar um hino, ou catequizar, ou instruir um servo, senão com o barulho da flauta, do tamborim e dos gritos que, da rua, chegava continuamente aos nossos ouvidos;&amp;nbsp;&lt;i&gt;e... éramos alvos das zombarias de todos, sendo apelidados de puritanos, rigoristas ou hipócritas, porque preferíamos ler as Escrituras do que fazer o que eles faziam...&lt;/i&gt;&amp;nbsp;E quando o povo, de acordo com o livro [isto é, a Declaração de 1633], recebeu permissão de folgar e dançar, exceto no horário do culto público, eles tinha tanta dificuldade em interromper suas diversões que, por muitas vezes, o leitor preferia esperar até que a flauta e os folgazões cessassem. Algumas vezes, os dançarinos folclóricos entravam nos templos, com todas as suas roupas, cachecóis e vestimentas extravagantes, com folclóricas sinetas sonindo, penduradas em suas pernas, e, assim que terminava a leitura da oração, eles se precipitavam de novo para as suas danças. Seria isso uma conduta celestial?'" (grifo meu). [&lt;span style="color: blue;"&gt;14&lt;/span&gt;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como os puritanos - e muitos antes e após eles! - lutaram por observar esse dia, independentemente da época e circunstância em que viviam, também nós devemos nos esmerar na busca pela santificação do mesmo. Certamente que o Senhor continua - assim como fez em tempos pretéritos - a derramar suas bênçãos sobre aqueles que o buscam ardentemente nesse dia. Que possamos ter nossos hábitos renovados e que passemos a buscar com diligência o Eterno, Imutável e Invisível Deus, que mui se agrada se ser louvado, criado e exaltado nesse santo dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Notas:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;1&lt;/span&gt;]&amp;nbsp;Léxico pode ser definido como o acervo de palavras de um determinado idioma: todo o universo de palavras que as pessoas de uma determinada língua têm à sua disposição para expressar-se, oralmente ou por escrito. Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A9xico"&gt;Wikipédia&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;2&lt;/span&gt;]&amp;nbsp;GRONINGEN, Gerard Van. O Sábado no Antigo Testamento: Tempo para o Senhor, Tempo de Alegria Nele. In: Fides Reformata, 3/2 (1998), Pg. 156.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;3&lt;/span&gt;]&amp;nbsp;PIPA, Joseph A. O Dia do Senhor, São Paulo: Ed. Os Puritanos, 2002, pág. 114.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;4&lt;/span&gt;]&amp;nbsp;PIPA, Op. Cit; Pág. 114.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;5&lt;/span&gt;] PORTELA, Solano. A Lei de Deus hoje: Ed. Os Puritanos, 2000, pág. 88 - tomei a liberdade de arrumar a digitação desse último ponto, pois creio que houve erro na hora de editar o livro. O original é "Jesus apareceu e João, em Patmos (Ap 1.10)".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;6&lt;/span&gt;] Disponível em diversos Websites.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span style="color: blue;"&gt;7&lt;/span&gt;] BAXTER, Richard. Citado em Entre os Gigantes de Deus, Ed. FIEL, págs. 75 e 76.&lt;br /&gt;
[&lt;span style="color: blue;"&gt;8&lt;/span&gt;] SCHWERTLEY, Brian. Disponível em&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.monergismo.com/textos/dez_mandamentos/Sabbath-obrigatorio-eraNT_Schwertley.pdf"&gt;http://www.monergismo.com/textos/dez_mandamentos/Sabbath-obrigatorio-eraNT_Schwertley.pdf&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(acessado dia 17.11.2011 às 21:40).&lt;br /&gt;
[&lt;span style="color: blue;"&gt;9&lt;/span&gt;]&amp;nbsp;PIPA, apud; Págs. 101 e 102.&lt;br /&gt;
[&lt;span style="color: blue;"&gt;10&lt;/span&gt;] Citado em:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.eleitosdedeus.org/lei-do-senhor/importante-o-quarto-mandamento-para-hoje-parte-5-gunnar-vingren-lima-ferreira.html#axzz1gp5JDBVk"&gt;Eleitos de Deus&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
[&lt;span style="color: blue;"&gt;11&lt;/span&gt;] PIPA, apud; Pág. 129 e 132&lt;br /&gt;
[&lt;span style="color: blue;"&gt;12&lt;/span&gt;] HENRY, Matthew.&amp;nbsp;Citado em Entre os Gigantes de Deus, Ed. FIEL, pág. 260&lt;br /&gt;
[&lt;span style="color: blue;"&gt;13&lt;/span&gt;] BROOKS, Thomas. Citado em Entre os Gigantes de Deus, Ed. FIEL, pág. 264&lt;br /&gt;
[&lt;span style="color: blue;"&gt;14&lt;/span&gt;] Citado em Entre os Gigantes de Deus, Ed. FIEL, págs. 255 e 256.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-5872476478674059621?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/5872476478674059621/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/sexto-elemento-constitutivo-do-culto_19.html#comment-form" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/5872476478674059621?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/5872476478674059621?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/sexto-elemento-constitutivo-do-culto_19.html" title="Sexto elemento constitutivo do culto público:  Reunião no Dia do Senhor (parte 2) -  Sermão pregado dia 18.12.2011" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-1Fj4eoKwHpA/Tu1CIV-eo9I/AAAAAAAABPM/MqRRbSyg9JA/s72-c/lords+day2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkcAQ347fip7ImA9WhRQGUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-9044152604211748914</id><published>2011-12-15T03:18:00.000-08:00</published><updated>2011-12-15T03:20:42.006-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-15T03:20:42.006-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><title>Coreografia na Igreja - A Dança da Ignorância!</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-O6MqUVGcWtE/TunWDzB_nwI/AAAAAAAABPA/6lhXUZkCSyw/s1600/coreografia-na-igreja-dan%25C3%25A7a-da-ignorancia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-O6MqUVGcWtE/TunWDzB_nwI/AAAAAAAABPA/6lhXUZkCSyw/s320/coreografia-na-igreja-dan%25C3%25A7a-da-ignorancia.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ignorância dança na minha frente! Colorida, maquiada, e iluminada, ela se contorce feita serpente, mas não entendo o que ela quer dizer!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trevas medievais se abatem sobre o culto de igrejas modernas. Novamente os ministros do evangelho estão buscando roupas, cores, luzes, sons, gestos mudos, e centralidade em mulheres que, sem saber, roubam a glória de Cristo nos cultos dessas igrejas. Dessa forma, a velha igreja Católica Romana com seu culto colorido tem sido lembrada no meio evangélico.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estive pregando em um congresso para jovens presbiterianos, e fiquei decepcionado ao ver que, o culto desses jovens nada tinha a ver com o presbiterianismo histórico, nem com o sistema calvinista de adoração. Não sei quem é o culpado por tantos descaminhos dentro de nossas igrejas; o que sei é que o culto presbiteriano está aleijado em muitas igrejas; precisa de muletas para andar. O princípio que subjaz esta enfermidade é o fato dos líderes acharem que só a Palavra de Deus e os sacramentos já não podem mais ter tanta graça, e para isso insistem em trazer algo com mais engraçado. O que pude observar naquele congresso não posso chamar de culto. Não tive impressão de que as pessoas ali estivessem com suas mentes voltadas para Deus. Palco com muitas luzes pondo seus holofotes em moças maquiadas, brilhando à luz dos reflexos de sapatilhas prateadas, com vestidos multicoloridos, contorcendo seus corpos como serpentes, e até, sensualmente mostrando o contorno de seus corpos, dançando e sinalizando com os membros superiores e inferiores, gestos obscuros que ninguém entendia o que queriam dizer com aqueles movimentos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando sento num banco de igreja e vejo aquelas mocinhas dançando na minha frente, nada mais consigo além da ignorância dançante de seus líderes. Como dançam ao som de músicas, entendo a letra da música, mas não sei o que elas pretendem dizer com seus braços e pernas que sobem e descem sincronizadamente, repetindo cansativamente os mesmos movimentos. Será que somente eu não compreendo a linguagem daqueles corpos coloridos, brilhantes e emudecidos, que se contorcem sobre o palco querendo dizer algo? Será que terei que aprender um alfabeto dos movimentos coreográficos para decodificar a mensagem dançada?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi-me dito que elas estão louvando a Deus. Estranho! Parece que esse louvor nunca poderá ser congregacional; ou imaginaremos os anciãos da igreja coreografando sincronizadamente? Por que essa modalidade de louvor só pode ser praticada por moças novas?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;POR QUE A COREOGRAFIA NÃO É A VONTADE DE DEUS PARA O CULTO CRISTÃO?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;1) PORQUE É UM MEIO ATRASADO E PRIMITIVO DE COMUNICAÇÃO QUE COMPROMETE O CULTO À OBSCURIDADE E AO ERRO.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O meio mais direto, perfeito e objetivo de nos comunicarmos com Deus é por meio da palavra inteligível. Os movimentos corporais podem representar simbolismos nas muitas religiões pagãs e de mistérios pelo mundo afora; mas só o culto revelado a Israel (Rm 9:4) contém os verdadeiros elementos que agradam a Deus. Nada há no culto de Israel que lembre o culto pagão das nações vizinhas, que era recheado de danças folclóricas. O louvor de Israel sempre foi por meio de palavras inteligíveis, e não por expressões corporais. Além disso, teria que haver uma codificação dos movimentos, para que a igreja pudesse ler e decodificar o significado de cada movimento, o que é impossível, pois como é uma dança ao som de músicas, as letras das músicas confundiriam as letras expressas pela linguagem corporal. Ainda assim, a expressão corporal seria inviável para o culto porque o corpo é mudo e seus movimentos limitados, tendo-se que repetir as mesmas coisas significadas, e caindo no erro das vãs repetições.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A coreografia é proibida pelo apóstolo Paulo por representar uma forma muda de expressão que nada expressa. Nenhuma formalidade sem sentido deveria fazer parte do culto cristão, (I Co 14:8-9). A própria palavra louvar (do lat. Laudare) sempre está relacionada a “dizer algo inteligível à mente”, “bendizer”; assim sendo nunca poderia ser empregada para gestos ou expressões corporais. O Salmo 150:4 emprega o termo para “adulfes e danças” porque está citando a expressão de Êxodo 15:20-21, que é acompanhada de bendições em alta voz por Miriam e as mulheres que acompanharam o coro.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todo meio obscuro de cultuar a Deus é proibido em sua Palavra, pois a igreja tem entender a mensagem para dar o amém, (I Co 14:16). Toda forma de culto que não comunica a mensagem inteligívelmente, é semelhante a falar ao ar, (I Co 14:9). Além do mais, o apóstolo Paulo ensina que o culto cristão é racional, pertencente ao entendimento, (Rm 12:1). Cultos em que não se entende a mensagem ou o louvor, são caracteristicamente pagãos em sua essência.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Usar exemplos de Miriam ou Davi é cometer sério erro hemenêutico. Eles dançaram porque quiseram; não estavam obedecendo a nenhum mandamento da lei, nem seu exemplo ficou para ser seguido. O povo de Deus não segue exemplos, e sim ordens. &lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;*&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;2) PORQUE NÃO É PARTE INTEGRANTE DE NENHUM DOS MEIOS DE GRAÇA, E, PORTANTO NÃO PODE FAZER PARTE DO CULTO.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além dos sacramentos e da palavra, Cristo e os apóstolos não instituíram nada mais como meio de graça para o povo de Deus. Todos os elementos do culto cristão são, necessariamente, meios de graça. Mas fica difícil explicar como um grupo de mulheres fantasiadas e dançantes se tornariam um meio de graça para a igreja de Cristo. O que coreografia tem a ver com a história da redenção? O que as danças comunicariam à mente dos crentes? A música cantada é ordenada nas epístolas paulinas, e foi usada por Cristo ao término da ceia; nada há, porém, quanto à dança.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;3) PORQUE NÃO FAZ PARTE DE NUNHUMA ORDEM LITÚRGICA ENCONTRADA NO VELHO OU NOVO TESTAMENTO.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A própria expressão “dança litúrgica” é precária, pois não há nenhuma liturgia de culto onde haja danças no Velho ou Novo Testamento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O culto foi uma das dádivas pactuais dadas ao povo de Israel, e sobre o qual a nova aliança é inspirada. Não há nenhum registro do culto no Antigo Testamento que danças fizeram parte do culto israelita no templo. O culto de Israel era santíssimo, e jamais seria profanado por elementos de cultos pagãos. Os povos vizinhos de Israel adoravam o sol, as estrelas, gatos, serpentes, jacarés, deusas, e deuses, dançando religiosamente para eles. Esse culto dançante era originado da própria vontade humana, mas o culto do Deus de Israel tinha origem divina, e foi revelado pelo próprio Deus ao seu povo, (Rm 9:4); em nenhum lugar da revelação Deus requereu danças; elas eram exatamente o elemento mudo das religiões pagãs daqueles tempos. O mesmo pode-se entender no Novo Testamento. Nenhuma evidência há para uma tradição pagã entre os crentes da igreja primitiva.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;4) PORQUE NÃO HÁ MODELO NEM MANDAMENTO APOSTÓLICO PARA ISTO.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As ordens apostólicas do conteúdo do culto no que se refere a louvor é salmo, (I Co 14:26); salmos, hinos e cânticos espirituais, (Ef 5:19)&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;**&lt;/span&gt;. Em nenhum lugar da tradição apostólica foi incluída coreografia, sendo, portanto, uma tradição humana acrescentada ao culto cristão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;5) PORQUE ROUBA A GLÓRIA DE CRISTO E MACULA O CULTO DIVINO.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O movimento moderno secular de coreografia na igreja apresenta-se como um show, bem ensaiado, e que, impecavelmente pretende agradar à expectativa de quem assiste. A atenção dos expectadores está em acompanhar os movimentos dos corpos brilhantes e coloridos e conferir as falhas e os acertos para depois atribuir-lhes elogios. Nada há na coreografia que leve a mente dos crentes a glorificar a Cristo, pois os corpos dançantes não falam à mente. Se nada comunicam, acabam distraindo a mente dos crentes e desviando o foco das atenções do verdadeiro culto que é Cristo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nenhuma dançarina vai a um palco querendo dar glória a outrem, pois ela está ali para “demonstrar” e não para levar a mente das pessoas cativas a outro lugar que não sua própria pessoa. Assim, as dançantes amaldiçoam-se por roubar a centralidade da adoração a Deus, (Atos 12:21-23), por receber honras e elogios que deveriam ser de Cristo, e por tornar a adoração a Deus em show, culto profano e pagão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;6) PORQUE A COREOGRAFIA SEMPRE ESTÁ ENVOLVIDA COM CARNALIDADE.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na coreografia, os movimentos dançantes são voltados para demonstrações dos corpos de quem dança. A mente de quem assiste é eficazmente desviada para contemplar movimentos, e não para pensar em Deus ou em Cristo. As moças fantasiam-se sensualmente, - exatamente como procedem as dançarinas mundanas para atrair olhares, e provocar impressões sensoriais fortes em quem assiste. Quando dizem que estão imitando a profetisa Miriam, com coreografias modernas, tais coreógrafos esquecem-se de que uma profetisa judia nunca vestiria trajes tão pecaminosos como as atuais fantasias que circulam nos palcos eclesiásticos dos nossos dias. Pelo efeito que produz, a coreografia é uma obra de sensualidade, voltada para o pecado da carne; e o pendor da carne é morte, (Rm 8:6).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;7) PORQUE É PECAMINOSO POR ENALTECER A NATUREZA HUMANA.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nada pode ocupar o centro da adoração cristã senão a Palavra de Deus, por meio do pregador. As danças, os conjuntos, cantores e corais são terminantemente proibidos de ocupar o lugar central da Palavra de Deus no verdadeiro culto cristológico. Todas essas pretensiosas formas de expressões de louvor são individuais e particularizadas, devendo apenas ser para uso de cada um em ambiente privado, não na igreja. Na igreja o culto é público, e o louvor sempre é congregacional. O apóstolo Paulo foi incisivo contra os coríntios com seus individualismos em detrimento da igreja como corpo. A visão de cantor A, conjunto B, coral C, que se apresentam sozinhos, segregando-se do louvor congregacional, nada mais é do que uma visão de fama, e isto é pecaminoso aos olhos de Deus.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma expressão absurda que se usa muito nas liturgias seculares é o termo “participação especial” para designar um cantor que vai cantar na frente da igreja. Sem perceber, o liturgo anuncia que o culto vai parar porque alguém mais especial vai cantar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sempre que houver o incentivo à manifestações particulares de louvor, a tendência é à segregação, individualismo, fama, elogios, e exaltação à pessoa que canta ou grupo que se apresenta. Assim sendo, tais modelos são carnais, (Gl 5:20-21) e devem ser evitados na igreja de Cristo. Todos esses modelos são seculares, trazidos do mundo pagão para dentro da igreja, sem nenhuma base bíblica. No céu toda a igreja cantará em um coral universal; lá não haverá participação especial de A ou B. Se a igreja de Cristo quer agradar a Deus, então, deverá copiar o modelo das coisas celestiais, e não das terrenas, (Cl 3:2).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;8) PORQUE É AFÔNICA E DENUNCIA-SE DESNECESSÁRIA.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mais absurda idéia que podemos ouvir dos defensores da coreografia na igreja é que ela é uma maneira de louvar a Deus. Usam os textos dos Salmos 150 e o exemplo de Miriam (“Se ela dança, eu danço!”), e o exemplo de Davi – textos que tratarei mais adiante – para fundamentar uma teologia contraditória, por desconhecerem a verdadeira idéia do salmo 150 e do exemplo de Miriam.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A grande contradição da coreografia é que ela precisa da música para louvar. Ora, como pode um corpo dançante louvar, se louvar é bendizer, e o corpo nada diz?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao olharmos para o Salmo 150:4 (“Louvai ao Senhor com adulfes e danças”), o termo hebraico mahol “dança”, é um termo usado como símbolo de alegria após uma vitória. Normalmente uma mahol era acompanhada de adufes (tof); por isso o salmista usa o conjunto “adulfes e danças”. A expressão hebraica do Salmo 150:4 é exatamente a mesma encontrada em referência à dança de Miriam em Êxodo 15:20, em sua forma verbal (“tocaram adulfes e dançaram”). Algo muito importante que muitos deixam de esclarecer é que a dança de Miriam nada tem a ver com o moderna coreografia praticada nas igrejas. Vejamos as diferenças: 1) A dança de Miriam foi resultado de uma alegria de vitória do povo de Israel sobre os egípcios; 2) Foi acompanhada por um instrumental próprio; 3) Constituiu parte do ato de louvor a Deus pela vitória, que compunha-se de repertório, som, e dança. Daí podemos concluir: a) que Miriam não coreografou apenas gestos mudos; b) Que é errado referir-se a Miriam apenas à sua dança, pois ela tocou, cantou, e dançou; c) Que a parte mais importante do seu ato não foi a dança, e sim a letra da música que ela proferiu; d) Que o que louvou a Deus não foi o movimento do seu corpo, e sim as palavras que proferiu para engrandecer e bendizer a Deus; e) Que a dança de Miriam não foi uma parte integrante do louvor, e sim o resultado da alegria que sentiu, sendo apenas uma manifestação contingente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma segunda abordagem importante é lembrar que aquele ato de Miriam foi um ato profético extraordinário e inspirado, no qual, ela como profetisa inspirada, estava profetizando Palavras de Deus que ficaram registradas no cânon das Escrituras do Antigo Testamento. Portanto ninguém pode querer dançar como Miriam dançou, porque sua dança foi um mover inspirado do Espírito de Deus no profetismo do Antigo Testamento, que tinha fins de escrituração da Palavra de Deus; Miriam não dançou porque quis, e sim porque o Espírito quis. Quando as pessoas querem imitar Miriam, estão assumindo a postura do falso profeta, pois não têm credenciais para isto.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto ao Salmo 150, estaria dando ordens para louvar a Deus com danças? Absolutamente não! O salmista não está se referindo apenas à “dança”, separadamente de adulfe, pois ele está se referindo ao ato de Miriam. “Adulfes e danças” é a expressão do louvor profético da profetisa Miriam, que foi inclusa no livro dos salmos para ser lembrada continuamente no cântico de Israel, porque continha os elementos da redenção de Israel.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Grande parte do erro da coreografia deve-se à visão errada que as pessoas têm dos Salmos. A maioria acha que os salmos são mandamentos; e quando lêem o Salmo 150:4, acham que o salmista está ordenando ao povo de Deus a dança como louvor. Os salmos são poemas musicais compostos pelos israelitas da antiguidade para serem usados como hinos na adoração. Ao invés de dançarem por causa da expressão do salmo, eles apenas cantavam o salmo; não há nenhum indício de que os israelitas dançassem no templo. Na verdade, o Salmo 150:4 não foi dado para imitar Miriam, mas para cantar a vitória redentiva que ela celebrou. Portanto, o Salmo 150:4 não é para ser dançado, e sim cantado. Bater tambores e movimentar o corpo nada diz acerca das grandezas de Deus; portanto, não é à dança ao que o salmista está se referindo, e sim ao que foi dito por Miriam quando dançou.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O caso da dança de Davi em I Crônicas 15:29 tem sido usado como modelo ou mandamento para justificar coreografia. Isto consiste muito mais em ignorância do que exegese. Davi não deu ordens a ninguém para dançar, nem instituiu em seu reinado a “dança litúrgica”. Mais uma vez, somente o rei se empolgou porque estava vindo de uma vitória contra os filisteus, e apenas ele dançou. Davi dançou e se alegrou, mas depois é que adorou ao Senhor com cânticos dos Salmos de sua autoria, (I Cr 16:7-36). Isto é prova de que as danças do Antigo Testamento estão relacionadas com a história das vitórias de Israel, e nunca com a adoração. Danças no Antigo Testamento é uma expressão de alegria, e não de louvor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A dança celebra alegria, festa; a única festa a qual somos ordenados celebrar é a ceia do Senhor no dia do Senhor, (I Co 5:7,8).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;9) PORQUE ROUPAS, CORES, FORMAS, LUZES E SONS SEMPRE CARACTERIZAM O VELHO CULTO CATÓLICO ROMANO.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O culto reluzente e colorido é o culto que não agrada a Deus. No Antigo Testamento havia muitas figuras, cores, formas e ritos, mas tudo tinha um significado tipológico. Com a vinda de Cristo, toda expressão profética do antigo culto cumpriu-se. Agora, somente os aspectos da nova aliança devem interessar à igreja de Cristo. Nada há Novo Testamento que nos dê a entender que o culto da Nova Aliança seja recheado de cores, luzes e sons. Ao contrário, a recomendação apostólica, quanto ao culto cristão, é de simplicidade e humildade. A igreja neotestamentária que mais deu trabalho ao apóstolo Paulo quanto à humildade do culto foi Corinto. Loucos por extravagâncias, os coríntios foram duramente repreendidos pelo apóstolo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antigamente, antes das missões protestantes alcançarem as Américas, a roupa comum dos crentes era, naturalmente, o paletó. O pregador usava paletó porque era a roupa de todos os homens presentes na igreja; não havia destaque do pregador pela roupa ou qualquer outro utensílio. Hoje as igrejas buscam destacar cada vez mais o pregador da multidão. Contrariamente aos reformadores do passado, o Catolicismo procurou enaltecer infinitamente seu clérigo, pondo sobre ele roupas, cores, e objetos, que o tornam o centro da missa. O papa católico, com seus grandiosos palácios e fortunas, com tantos aparatos, ouro, e finíssimas roupas sobre si, nunca poderia ser o representante de Cristo na terra; Cristo morreu nu, desprezado, sem riqueza, e abandonado numa cruz. Por este motivo, o verdadeiro culto cristão é aquele que melhor representa a humildade do nosso Senhor. Implementar o culto com tantas paramentas é voltar à ostentação do culto católico romano, culto abominável a Deus.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;10) PORQUE IMPEDE QUE A PRÓPRIA MENSAGEM PRETENDIDA CHEGUE A MENTE, POR APRISIONAR-SE AOS OLHOS.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus nunca estabeleceria coreografias para o seu culto porque seria uma contradição de propósitos. Seria a coreografia para os olhos ou para mente? Até agora nunca vi nada diferente do que as tais danças proporcionam para quem as assiste, além de novidades para os olhos. Nada diz ao coração, nem à mente. Ninguém entende nada que se faz com o corpo. É mero lazer para quem pratica, e confusão para quem vê. Dessa forma, a coreografia constitui um elemento proibido pela literatura apostólica. Nela não há mensagem de louvor, palavras de gratidão ou qualquer coisa parecida. Como poderia algo tão inócuo e irracional fazer parte do culto racional dos cristãos, (Rm 12:1)?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;11) PORQUE DESOBEDECE AO MANDAMENTO DA MODÉSTIA DA MULHER NO CULTO.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As dançarinas produzidas em vestes, cores e arranjos ferem a ordem apostólica dos trajes modestos que Paulo dá em I Timóteo 2: 9 para o culto cristão. O culto não é lugar para demonstrações de fantasias de danças femininas. Certamente isto constitui um pecado grave para com Deus: a profanação do seu santo culto.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;12) PORQUE FAZ PERDER A SIMPLICIDADE DO CULTO A DEUS.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O culto cristão é um momento onde todos os crentes devem estar quebrantados de espírito, arrependidos de seu mal, perdoado o próximo, e na mais total dependência de Deus. O sentimento de igualdade e dependência mútua como partes de um corpo deve permear o ambiente sagrado, fazendo de todos um único organismo. Quando o culto é recheado de destaques, privilégios, participações “especiais”, apresentações e representações individuais, (cores, movimentos, sons, personalidades centralizadas no palco, concorrências, etc.) elementos chamativos da atenção da congregação para um único indivíduo ou grupo, perde-se então, a verdadeira natureza de culto a Deus; a adoração é transformada em relações psico-sociais e antropológicas. Personagens se tornam o foco das atenções, as mentes são desviadas de Cristo, e o interesse aumentado em direção aos talentos, cores, sons, gestos e aplausos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para a maioria das pessoas o culto não tem graça quando o único atrativo é Deus. Haverá sempre muito mais adeptos do falso culto, porque, além de tal culto não exigir pré-requisitos espirituais, ainda garante um relaxamento e lazer para os participantes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;13) PORQUE CONTRARIA OS PRINCÍPIOS DE LITURGIA DO CALVINISMO, CARACTERIZANDO OS USUÁRIOS COMO NÃO CALVINISTAS.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Calvinismo é um sistema de culto e vida. Incrivelmente, podemos encontrar coreografia em igrejas que vêm de origens calvinistas; até mesmo alguns pastores coreógrafos querem ser identificados como calvinistas. Com toda certeza esses movimentos coreográficos seriam taxados por Calvino e seus sucessores como movimentos pagãos. O culto do calvinismo clássico está muito longe das caricaturas modernas do culto protestante. Os praticantes da coreografia evangélica desconhecem o verdadeiro culto calvinista, e não partilham da tradição reformada deixada pelos gigantes do calvinismo clássico.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ênfase dada pelos calvinistas ao culto cristão condena qualquer representação visível (CONFISSÃO DE WESTMINSTER, cap. 1, seção 1), seja de danças, de teatro, ou de qualquer outra coisa. Pastores que afirmam serem presbiterianos, ou que adotam a Confissão de Westminster como símbolo de fé, jamais deveriam estar envolvidos em práticas coreográficas no culto reformado, pois isso é negar o voto ministerial, e incorrer numa infidelidade para com a Igreja Presbiteriana do Brasil.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;14) PORQUE A ORDEM É LOUVAR COM A BOCA, E NÃO COM DANÇAS.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome.” (Hebreus 13:15)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra “sacrifício” da expressão “sacrifício de louvor”, representa a adoração a Deus no Antigo Testamento. O autor está citando a mesma idéia contida em Oséias 14:2 (“sacrifícios de nossos lábios) para afirmar a verdade comparativa com o Antigo Testamento: enquanto a adoração da Antiga Aliança era por meio de sacrifícios de animais, a adoração da Nova Aliança é por meio de um outro tipo de sacrifício,“o sacrifício que procede dos lábios”. O autor desta epístola é unânime com a doutrina apostólica, quando fundamenta toda a adoração do Novo Testamento sobre o louvor dos lábios dos crentes. Indiscutivelmente, quando alguém tem dúvida sobre a adoração do Novo Testamento, podemos dizer-lhe que aquilo que era para o antigo culto de Israel, é hoje o louvor dos lábios dos crentes. Esse é o modelo neotestamentário de adoração da Nova Aliança, não havendo nenhuma outra forma de adorar a Deus, além de nossos lábios.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;15) PORQUE NO CÉU O CORAL É DE VOZES E NÃO DE DANÇARINAS.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Era necessário que, as figuras das coisas que se acham nos céus se purificassem com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais, com sacrifícios a eles superiores.” (Hebreus 9: 23)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O culto terreno, instituído por Cristo e pelos apóstolos, é figura do que há no céu, e lá não há grupos de dançarinas, apenas um imenso coral de vozes dos redimidos, (Apocalipse 7 e 19). O texto de Hebreus está intimamente relacionado com o sacrifício de louvor dos lábios dos crentes. Não há nenhuma margem para cultos dançantes no céu. A adoração a Deus que acontece na terra é uma cópia da adoração celestial. Por isso João tem a visão apocalíptica de um grande coral, e não de dançarinas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;16) PORQUE DENUNCIA A IGNORÂNCIA TEOLÓGICA DOS LÍDERES QUE APOIAM ESTE PECADO NA IGREJA.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como já vimos anteriormente, a prática da coreografia na igreja é uma prática mundana que entrou no culto dos mais desinformados. A liderança que compartilha de tais “expressões de louvor” desconhece a história do Calvinismo, ignora os símbolos de fé reformados, não tem raciocínio teologicamente preciso, e nunca aprenderam teologia reformada. Cansam-se de dizer que são reformados, quando na verdade só acreditam, com reservas, no sistema de governo e na doutrina da predestinação. Se olharmos para o presbiterianismo histórico, veremos que os antigos líderes eram homens mais conscientes da doutrina reformada, e detinham certa cultura teológica; essa é razão porque nunca encontramos coreografia na igreja quando recuamos um pouco na história. A maioria da liderança perdida com coreografia representa um pessoal que nada lê ou estuda; ignora a teologia, as letras, e o conhecimento. Assim, perecem no paganismo de sua própria ignorância.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando corpos se contorcem feitos serpentes na frente de uma igreja, a única coisa que representam com aquelas danças é a materialização dançante da ignorância de seu pastor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Por Moisés C. Bezerril&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://blogdoseleitos.blogspot.com/2011/11/coreografia-na-igreja-danca-da.html"&gt;Eleitos de Deus&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;u&gt;Nota do autor do blog:&lt;/u&gt;&amp;nbsp;É necessário que entendamos que na verdade seguimos muitos exemplos apostólicos - como por exemplo a troca do sábado para o domingo. Mas concordo com o autor do texto também, pois devemos ter todo o cuidado em seguir exemplos, pois há inúmeros exemplos de erros cometidos pelos personagens bíblicos - devendo todo cristão ser prudente ao analisar cada exemplo para ver se é para o bem ou para o mau.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;**&lt;/span&gt;&lt;u&gt;Nota do autor do blog:&lt;/u&gt;&amp;nbsp;Esse é um ponto controverso da doutrina calvinista/reformada. Alguns entendem que "salmos, hinos e cânticos espirituais" sejam coisas diferentes entre si. Já outra compreendem que sejam como que tópicos da literatura hebraica que caracteriza os tópicos do livro que conhecemos como Salmos - visão dos reformados clássicos e da grande maioria dos puritanos (salmos, hinos e cânticos espirituais seriam "tipos" de músicas que estão inclusos no livro completo que hoje chamamos de Salmos).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;u&gt;Nota do autor do blog:&lt;/u&gt; exclui o último tópico, pois diz respeito exclusiva à igreja Presbiteriana - como não sou filiado à essa denominação, não vi o porquê de colocar essa parte. Qualquer dúvida, basta seguir o link e ver o que o escritor colocou&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-9044152604211748914?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/9044152604211748914/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/coreografia-na-igreja-danca-da.html#comment-form" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/9044152604211748914?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/9044152604211748914?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/coreografia-na-igreja-danca-da.html" title="Coreografia na Igreja - A Dança da Ignorância!" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-O6MqUVGcWtE/TunWDzB_nwI/AAAAAAAABPA/6lhXUZkCSyw/s72-c/coreografia-na-igreja-dan%25C3%25A7a-da-ignorancia.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>7</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0QNR3ozfip7ImA9WhRQGEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-1458337621132926675</id><published>2011-12-14T05:29:00.000-08:00</published><updated>2011-12-14T05:29:56.486-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-14T05:29:56.486-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><title>Os Sinais de um Homem Carnal</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-uFvRAcXX87g/TuikwQ3wLiI/AAAAAAAABO4/cns99Wt79rI/s1600/car%25C3%25A1ter.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="241" src="http://2.bp.blogspot.com/-uFvRAcXX87g/TuikwQ3wLiI/AAAAAAAABO4/cns99Wt79rI/s320/car%25C3%25A1ter.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Quando um homem em seu desejo de agradar seu apetite, não faz isto visando um objetivo mais elevado, ou seja, a sua preparação para o serviço de Deus, mas somente para seu próprio prazer (claro que ninguém faz tudo conscientemente visando o serviço de Deus. Entretanto, uma vida gasta no serviço de Deus é ausente do prazer carnal, de maneira geral).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Quando ele procura mais ansiosa e diligentemente a prosperidade do seu corpo do que de sua alma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3.Quando ele não se abstêm de seus prazeres, mesmo quando Deus os proíbe ou quando ferem sua alma, ou quando as necessidades de sua alma clamam que os deixe. Mas ele tem que ter seu prazer, não importa o que lhe custe; e é tão persistente nisto, que não o pode negar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. Quando os prazeres da carne excedem os deleites em Deus, Sua Santa Palavra e caminhos, e as expectativas de prazer infinito. E isto não só na paixão, mas na estima, escolha e ação. Quando ele prefere estar em um jogo, ou festa, ou outro entretenimento, ou adquirindo boas pechinchas ou lucros do mundo, do que viver na vida de fé e amor, que seria um modo santo e divino de viver.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5. Quando os homens fixam suas mentes em planejar e estudar para fazer provisão para os prazeres da carne e isto ocupa o primeiro lugar em seus pensamentos e lhe é prazeroso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6. Quando eles conversam, ou ouvem, ou lêem mais coisas agradáveis à carne do que àquelas que deleitam o espírito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7. Quando eles amam a companhia de pessoas carnais, mais do que a comunhão dos santos, nos quais eles poderiam ser exercitados no louvor ao Seu Criador.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;8. Quando eles consideram que o melhor lugar para viver e trabalhar é onde eles podem satisfazer sua carne. Eles preferem estar onde têm coisas fáceis e onde nada falta para o corpo, do que em lugares onde têm muito melhor ajuda e provisão para a alma, apesar da carne ser atormentada por isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;9. Quando ele está mais disposto a gastar dinheiro para agradar sua carne, do que para agradar a Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;10. Quando ele não acredita ou gosta de nenhuma doutrina exceto a "crença-fácil" (isto é, a fé que não requer obediência aos ensinos bíblicos) e odeia a mortificação, que classifica como "legalismo" muito rígido. Por estes sinais e outros semelhantes, podemos facilmente conhecer o homem carnal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por Ricard Baxter (1615 - 1693)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.mayflower.com.br/2011/12/os-sinais-de-um-homem-carnal-richard.html"&gt;MayFlower&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-1458337621132926675?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/1458337621132926675/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/os-sinais-de-um-homem-carnal.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/1458337621132926675?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/1458337621132926675?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/os-sinais-de-um-homem-carnal.html" title="Os Sinais de um Homem Carnal" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-uFvRAcXX87g/TuikwQ3wLiI/AAAAAAAABO4/cns99Wt79rI/s72-c/car%25C3%25A1ter.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEcBQX46eip7ImA9WhRWFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-4847997322379370967</id><published>2011-12-12T03:44:00.001-08:00</published><updated>2012-01-01T07:34:10.012-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-01T07:34:10.012-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pregações" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meus Escritos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="6. Reunião no Dia do Senhor (parte 1)" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O culto público" /><title>Sexto elemento constitutivo do culto público: Reunião no Dia do Senhor (parte 1) - Sermão pregado dia 11.12.2011</title><content type="html">&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-E_xtvZbZF4M/Tu8elfFa9VI/AAAAAAAABPU/U8EMwUdbinI/s1600/puritan+lords+day.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="195" src="http://4.bp.blogspot.com/-E_xtvZbZF4M/Tu8elfFa9VI/AAAAAAAABPU/U8EMwUdbinI/s320/puritan+lords+day.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;Sexto elemento constitutivo do culto público:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;&lt;u&gt;Reunião no Dia do Senhor (parte 1)&lt;/u&gt;&amp;nbsp;-&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;Sermão pregado dia 11.12.2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Queridos irmãos, dando sequência aos elementos constitutivos do culto público, hoje veremos sobre a reunião no Dia do Senhor, mas para tanto, levaremos algumas semanas para concluir esse ponto, haja vista ele ter várias nuances e se faz necessário que compreendamos todas elas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em&amp;nbsp;&lt;b&gt;primeiro lugar&lt;/b&gt;, precisamos compreender que tudo que Deus faz é bom e isso inclui dizer que ele é o nosso estandarte e porto seguro no dia da adversidade - "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;O SENHOR é bom, ele serve de fortaleza no dia da angústia, e conhece os que confiam nele&lt;/span&gt;" (Naum 1.7). Em&amp;nbsp;&lt;b&gt;segundo lugar&lt;/b&gt;, é importante observar que esse mesmo Deus bondoso para conosco, um dia se comunicou com o homem e lhe falou acerca de seus preceitos - "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Tudo o que eu te ordeno, observarás para fazer; nada lhe acrescentarás nem diminuirás&lt;/span&gt;" (Dt 12.32). Em&amp;nbsp;&lt;b&gt;terceiro lugar&lt;/b&gt;, as ordens que o Senhor deu ao seu povo - tanto do Novo como do Antigo Testamento - podem ser classificadas em: leis cerimoniais, civis e morais. Por último, em&amp;nbsp;&lt;b&gt;quarto lugar&lt;/b&gt;, observamos que a igreja do Senhor sempre existiu, isto é, quando homem e mulher foram criados, ali iniciou-se a igreja, não por força do homem, mas pelo Senhor que constantemente se comunicava com eles: "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;E ouviram a voz do SENHOR Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do SENHOR Deus, entre as árvores do jardim&lt;/span&gt;" (Gn 3:8). Dito isso, analisemos melhor alguns detalhes acerca desse assunto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É preciso notar que a igreja do Senhor - novamente, desde sempre ela existiu - recebeu tanto leis de cunho cerimonial, civil e também as de expressão da moralidade de Deus, isto é, certas leis estavam estritamente ligadas às cerimonias judaicas que prefiguravam a vinda de Cristo, enquanto outras eram (e são) de caráter perpétuo, pois não estão ligadas - necessariamente - a algum evento ou cerimônia, mas tão somente ao caráter santo e puro do Senhor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com relação às leis de caráter cerimonial, podemos citar algumas: "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Nem o porco, porque tem unha fendida, mas não rumina; imundo vos será; não comereis da carne destes, e não tocareis nos seus cadáveres&lt;/span&gt;" (Dt 14.8). "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;A carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis&lt;/span&gt;" (Gn 9.4). "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Guardarás os meus estatutos; não permitirás que se ajuntem misturadamente os teus animais de diferentes espécies; no teu campo não semearás sementes diversas, e não vestirás roupa de diversos estofos misturados&lt;/span&gt;" (Lv 19.19).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas leis (e narrativas) de caráter civil também são importantes para nós: "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Porque saiu e guerreou contra os filisteus, e quebrou o muro de Gate, o muro de Jabne, e o muro de Asdode; e edificou cidades em Asdode, e entre os filisteus&lt;/span&gt;" (2Cr 26.6). "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;E pôs capitães de guerra sobre o povo, e reuniu-os na praça da porta da cidade, e falou-lhes ao coração&lt;/span&gt;" (2 Cr 32.6). "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;E vieram, e o cercaram em Abel de Bete-Maaca, e levantaram uma barragem contra a cidade, e isto colocado na trincheira; e todo o povo que estava com Joabe batia no muro, para derrubá-lo&lt;/span&gt;" (2 Sm 10.15).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já em relação às leis de caráter permanente, recorremos aos dez mandamentos: Êxodo 20.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diante desses três tipos de leis, compreendemos que o primeiro tipo -&amp;nbsp;&lt;b&gt;as cerimoniais&lt;/b&gt;&amp;nbsp;- refletiam também o caráter de Deus (santidade, justiça, verdade...), mas de forma ligada àquele que haveria de vir, ou seja, ainda que as leis cerimoniais viessem do próprio Deus, elas eram sombras daquele que haveria de vir, a saber, o próprio Jesus Cristo (Cl 2.17).&amp;nbsp;&lt;b&gt;As leis civis&lt;/b&gt;&amp;nbsp;diziam respeito à nação de Israel, isto é, eram o regimento interno de como o povo deveria seguir e caminhar diante do Senhor (quase que como nossos Códigos - Civil, Penal, Militar...). Já o terceiro tipo de leis -&amp;nbsp;&lt;b&gt;as morais&lt;/b&gt;&amp;nbsp;- estavam permeando todas as outras e refletiam também o caráter perpétuo de Deus, mas não estando - necessariamente - ligado a qualquer tempo ou circunstância, e sim que deveriam ser seguidos por toda a humanidade, independentemente do tempo em que se viver.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sobre o ponto acima, o Rev. Mauro Meister nos diz que "[por Lei Moral entendemos] 'a vontade de Deus para o ser humano, no que diz respeito ao seu comportamento e aos seus principais deveres'. A Lei Cerimonial compreende 'a legislação levítica do Velho Testamento; por exemplo, prescreve os sacrifícios e todo o simbolismo cerimonial'. A Lei Judicial ou Civil 'representa a legislação dada à sociedade israelita ou à nação de Israel; por exemplo, define os crimes contra a propriedade e suas respectivas punições'”. [&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;1&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Catecismo Maior de Westminster pergunta e responde:&amp;nbsp;&lt;b&gt;Pergunta 97&lt;/b&gt;. De que utilidade especial é a lei moral aos regenerados? Embora os que são regenerados e crentes em Cristo sejam libertados da lei moral, como pacto de obras, de modo que nem são justificados, nem condenados por ela; contudo, além da utilidade geral desta lei comum a eles e a todos os homens é ela de utilidade especial para lhes mostrar quanto devem a Cristo por cumpri-la e sofrer a maldição dela, em lugar e para bem deles, e assim provocá-los a uma gratidão maior e a manifestar esta gratidão por maior cuidado da sua parte em conformarem-se a esta lei, como regra de sua obediência (Rm. 6:14 e 7:4, 6; Gl. 4:4-5; om. 3:20 e .8:1, 34 e 7:24-25; Gl. 3:13-14; Rm. 8:3-4; II Co. 5:21; Cl. 1:12-14; Rm. 7:22 e 12:2; Tt 2:11-14).&amp;nbsp;&lt;b&gt;Pergunta 98.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Onde se acha a lei moral resumidamente compreendida? A lei moral acha-se resumidamente compreendida nos dez mandamentos, que foram dados pela voz de Deus no monte Sinai e por Ele escritos em duas tábuas de pedra, e estão registrados no capítulo vigésimo do Êxodo. Os quatro primeiros mandamentos contêm os nossos deveres para com Deus e os outros seis os nossos deveres para com o homem (Dt. 10,4; Mt. 22:37-40).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dito isso, observamos que a lei moral de Deus tem um caráter perpétuo e deve ser seguida por todos os cristãos, porém, muitos confundem as leis de Deus por crerem que estamos em uma nova dispensação - essa forma de se enxergar a Bíblia é chamada de dispensacionalismo. Essa doutrina ousa afirmar que na Bíblia há uma grande cisão entre o Antigo e o Novo Testamento, embora os testamentos se comuniquem (mas muito pouco, segundo eles), eles negam que a Igreja tenha começado no Éden, negam que a lei é válida para o crente, creem que a graça substituiu a lei e outras coisas mais. Contudo, quando olhamos para as Sagradas Escrituras, percebemos que desde sempre a igreja existiu (o pentecostes foi o cumprimento de uma promessa e não o início da Igreja), que a lei de Deus é boa, pois Cristo não veio para aboli-la, mas para a cumprir - "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir&lt;/span&gt;" (Mt 5.17) - e que a graça SEMPRE existiu (pois o que era a misericórdia de Deus no Antigo Testamento, se não sua proteção e misericórdia sobre o povo?).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Certa vez, Agostinho (354 - 430 d.C) disse: "No Antigo Testamento esconde-se o Novo, e no Novo encontra-se a manifestação do Antigo”. [&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;2&lt;/span&gt;] Certo teólogo também já escreveu dizendo: "Desde o princípio, as igrejas da Reforma distinguiam entre a Lei e o Evangelho como as duas partes da Palavra de Deus como meio de graça. Não se entendia esta distinção como à que existe entre o Velho Testamento e o Novo, mas era considerada como uma distinção aplicável a ambos os Testamentos. Há Lei e Evangelho no Velho Testamento, e há Lei e Evangelho no Novo. A Lei compreende tudo quanto, na Escritura, é revelação da vontade de Deus na forma de mandado ou proibição, enquanto que o Evangelho abrange tudo, seja no Velho Testamento seja no Novo, que se relaciona com a obra de reconciliação e que proclama o anelante amor redentor de Deus em Cristo Jesus". [&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;3&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É necessário que os cristãos entendam que a lei não é algo que devemos deixar de lado e apenas "seguirmos a graça", como desejam os evangélicos atuais. Certamente que a lei não aperfeiçoou coisa alguma (Hb 7.19), contudo, visto que foi cumprida por Cristo, ela não nos amaldiçoa, nem nos justifica, mas serve de parâmetro para expressarmos nosso amor e dedicação a Deus. Resumindo: o caminho da lei moral de Deus não nos salva (pois somos salvos por Cristo), mas é o meio por onde devemos trilhar nossas vidas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com isso em mente, avancemos rumo ao quarto mandamento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou&lt;/span&gt;" (Êx 20:8-11).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Salvo alguns hereges, nenhum cristão verdadeiro irá negar que todos os outros nove mandamentos continuam válidos ainda hoje, porém, muitos se veem num caminho sem saída quando se deparam com o quarto mandamento. Afinal, ele é válido para nós? Sim? Não? Se sim, de que forma. Se não, por quê?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação&lt;/span&gt;" (Tg 1.17). Tiago nos diz que Deus não é como o objeto que é atingido pela luz e lança sombra sobre o chão, mas que é a luz que ilumina a todos, não tendo sombra alguma de variação, pois é eterno e imutável. Esse mesmo conceito também é expressado por Tito: "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos&lt;/span&gt;" (Tt 1:2). E também por Paulo: "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo&lt;/span&gt;" (2 Tm 2.13). Poderíamos ainda citar muitas outras passagens, mas apenas essas já nos mostram que Deus é um ser que não pode se contradizer e por isso devemos ter muito cuidado antes de dizer que certa lei foi abolida e não é mais requerida de nós.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O quarto mandamento tinha aplicação total ao judeu (e também ao estrangeiro - pois embora não pudesse participar das festas e cerimônias, deveria cessar de trabalhar) do Antigo Testamento, pois semanalmente eles reservavam o sétimo dia para o Senhor. A literatura bíblica é farta em descrever como o povo israelita deveria viver com esse mandamento, porém, antes de entrarmos nesse ponto, é preciso que visualizemos da onde veio esse mandamento, isto é, de onde ele surgiu.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera&lt;/span&gt;" (Gn 2:2-3).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A narrativa da criação nos mostra que Deus criou o mundo em etapas e em todas elas o Senhor se agradou do que havia feito - "...&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;e viu Deus que era bom&lt;/span&gt;" (Gn 1:10). Em nenhum momento o Senhor desagradou-se do que havia criado, mas em tudo se deleitou, "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom&lt;/span&gt;" (Gn 1:31). Então, após haver criado tudo o que existe, "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera&lt;/span&gt;" (Gn 2:2-3).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É relevante salientar que somente no sétimo dia é que a Bíblia não nos relata que "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;E foi a tarde e a manhã&lt;/span&gt;" (Gn 1:5,&amp;nbsp;8, 13, 19, 23, 31), pois Deus estava a prefigurar que o homem estaria constantemente no descanso do Senhor, isto é, caso não pecasse, o homem viveria diariamente com o Eterno ao seu lado e Ele falaria com o homem como quem fala com um filho. Porém, como bem sabemos, o homem pecou e ficou destituído da glória de Deus (Rm 3.23), daí que hoje, nós cristãos, esperamos com ansiedade o dia em que de fato entraremos no descanso eterno dos santos, dia esse que não terá pecado nem fim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para o judeu, não havia que se questionar a validade do quarto mandamento, pois o Senhor castigava o violador desse dia: "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Estando, pois, os filhos de Israel no deserto, acharam um homem apanhando lenha no dia de sábado. E os que o acharam apanhando lenha o trouxeram a Moisés e a Arão, e a toda a congregação. E o puseram em guarda; porquanto ainda não estava declarado o que se lhe devia fazer. Disse, pois, o SENHOR a Moisés: Certamente morrerá aquele homem; toda a congregação o apedrejará fora do arraial. Então toda a congregação o tirou para fora do arraial, e o apedrejaram, e morreu, como o SENHOR ordenara a Moisés&lt;/span&gt;" (Nm 15:32-36). Notemos que o simples fato de apanhar lenha não era um pecado em si mesmo (pois nos outros dias isso era lícito), porém o apanhar da lenha no dia de sábado era pecar contra o Senhor - mas por quê era assim? Olhemos qual a finalidade do dia de sábado para o judeu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas&lt;/span&gt;" (Êx 20.10). Deus declarou ao povo que o dia de sábado deveria ser um dia de descanso para o homem e também para tudo que ele tinha a seu dispor (servos, servas, animais, estrangeiros...). A ordem do Senhor era clara em não permitir que se buscasse alimento no sábado ou se fizesse qualquer atividade que não contribuísse para a busca do Senhor, mas sim que se preparasse todo a comida necessária para o dia seguinte no dia anterior a ele e que se reunissem para louvar ao Senhor: "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;E aconteceu que ao sexto dia colheram pão em dobro, dois ômeres para cada um; e todos os príncipes da congregação vieram, e contaram-no a Moisés. E ele disse-lhes: Isto é o que o SENHOR tem dito: Amanhã é repouso, o santo sábado do SENHOR; o que quiserdes cozer no forno, cozei-o, e o que quiserdes cozer em água, cozei-o em água; e tudo o que sobejar, guardai para vós até amanhã. E guardaram-no até o dia seguinte, como Moisés tinha ordenado; e não cheirou mal nem nele houve algum bicho. Então disse Moisés: Comei-o hoje, porquanto hoje é o sábado do SENHOR; hoje não o achareis no campo.Seis dias o colhereis, mas o sétimo dia é o sábado; nele não haverá&lt;/span&gt;" (Êx 16.22-26). "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Depois falou o SENHOR a Moisés, dizendo: Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: As solenidades do SENHOR, que convocareis, serão santas convocações; estas são as minhas solenidades: Seis dias trabalho se fará, mas o sétimo dia será o sábado do descanso, santa convocação; nenhum trabalho fareis; sábado do SENHOR é em todas as vossas habitações&lt;/span&gt;" (Lv 23:1-3). O Senhor não somente havia ordenado que se guardasse para o dia seguinte a comida, mas também que ele preservaria a comida para o dia posterior, de forma que homem algum teria falta de alimento para si e para os seus. Também expõe de forma a mostrar para o povo que o sábado seria um dia de "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;santas convocações&lt;/span&gt;", não devendo homem algum planejar qualquer atividade para aquele dia, exceto as necessárias para o louvor e aprendizado do Senhor. Ainda vemos que não era somente na casa do judeu que as atividades deveriam cessar, mas todo comércio e qualquer outra coisa que não fosse necessária à manutenção essencial do homem (ex: ir ao banheiro, cuidar dos doentes, ajudar os filhos, cuidar da esposa, ajudar o próximo...).&amp;nbsp;Por fim, Deus também prometeu abençoar o seu povo através da observância desse dia: "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Se desviares o teu pé do sábado, de fazeres a tua vontade no meu santo dia, e chamares ao sábado deleitoso, e o santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falares as tuas próprias palavras, Então te deleitarás no SENHOR, e te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do SENHOR o disse&lt;/span&gt;" (Is 58.13-14).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou&lt;/span&gt;" (Êx 20. 11). O argumento que o Senhor usa para decretar essa lei (ainda que Ele não precisasse se justificar de coisa alguma) não era baseado em algum contexto do povo de Israel, quer dizer, Deus não disse que se deveria santificar o sábado porque geralmente chovia naquele dia, ou ainda, que nos sábados da semana havia uma grande chance do povo ser contaminado pelo que havia ficado no solo do dia anterior - nada disso. Deus diz ao povo que o motivo de deverem guardar o sábado é porque ele mesmo havia santificado aquele dia e o abençoado para um propósito específico já em tempos pretéritos, ou seja, na criação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O papel do judeu não era de ficar questionando o Senhor acerca da Sua lei, como se pudessem apresentar argumentos plausíveis contra o Altíssimo (conforme Jó desejou), mas tão somente obedecê-lo. O homem não deveria se escusar de observar esse dia só porque todos os outros dias eram também do Senhor. O intento do Mestre não foi dizer que nos outros seis dias ele não estava com o seu povo, mas mostrar que enquanto lhes dava seis dias para seus próprios trabalhos (sempre buscando glorificar ao Senhor - 1Co 10.31), requeria um dia em específico para que toda a atividade cessasse e todo o povo se dedicasse somente a um objetivo: buscar ao Senhor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Semana que vem abordaremos a questão que diz respeito se esse mandamento é ou não obrigatório para nós. Se tudo correr bem, após isso veremos que, embora o Dia do Senhor tenha mudado (do sábado para o domingo), a obrigação continua a mesma. Também veremos quais as atividades são lícitas para esse dia e como saber se estamos observando-o corretamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que Deus nos abençoe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Amém.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Notas:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;1&lt;/span&gt;] Citado em:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.eleitosdedeus.org/lei-do-senhor/importante-o-quarto-mandamento-para-hoje-parte-3-gunnar-vingren-lima-ferreira.html#axzz1g9ncdYcp"&gt;Eleitos de Deus&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;2&lt;/span&gt;]&amp;nbsp;FERREIRA, Franklin. Agostinho de A a Z. São Paulo: Ed. Vida, 2006, Pg.91 (Série Pensadores Cristãos)"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;3&lt;/span&gt;] BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. São Paulo: Ed. Luz Para o Caminho, 1990, Pg. 617)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-4847997322379370967?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/4847997322379370967/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/sexto-elemento-constitutivo-do-culto.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/4847997322379370967?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/4847997322379370967?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/sexto-elemento-constitutivo-do-culto.html" title="Sexto elemento constitutivo do culto público: Reunião no Dia do Senhor (parte 1) - Sermão pregado dia 11.12.2011" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-E_xtvZbZF4M/Tu8elfFa9VI/AAAAAAAABPU/U8EMwUdbinI/s72-c/puritan+lords+day.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkENRXk9fSp7ImA9WhRQFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-7095336498042663276</id><published>2011-12-09T03:38:00.000-08:00</published><updated>2011-12-09T03:38:14.765-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-09T03:38:14.765-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><title>Deus não é Obrigado a ter Misericórdia de Ninguém</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-pDJBdvVwXNs/TuHy_eQHJsI/AAAAAAAABOo/TA6LGQMy8Gw/s1600/tigre.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-pDJBdvVwXNs/TuHy_eQHJsI/AAAAAAAABOo/TA6LGQMy8Gw/s320/tigre.jpg" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O privilégio que pertence aos filhos de Deus é que eles foram regenerados, nascidos de novo pelo Espírito Santo, através da Palavra de Deus. "Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade" (1 Ped. 1:23). Recebemos muitas bênçãos depois de nascermos de novo. Todas essas bênçãos vêm através da absoluta e graciosa vontade de Deus. Deus não está obrigado a nos abençoar. Ele pode fazer como quiser. Ele pode decidir não nos abençoar de modo algum. Tudo que podemos reivindicar de Deus é justiça, o que significa que Deus deve nos punir pelos nossos pecados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estamos nas mãos de Deus, esperando saber o que Ele vai fazer. Se Deus assim desejar, Ele pode salvar toda a humanidade. Ou se Ele quiser, Ele pode decidir não salvar ninguém. Se Deus desejar, Ele pode, na Sua misericórdia, salvar um homem e deixar outro para sofrer a punição pelo seu pecado. Não há injustiça alguma da parte de Deus se Ele assim fizer. É direito soberano de Deus fazer o que Lhe aprouver. Deus diz na Bíblia: "... compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia" (Rom. 9:15-16).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns ficam muito zangados com este ensinamento. A ira deles não muda o fato de que a verdade da soberania de Deus mantém-se firme como uma rocha. Deus não tem que explicar ao homem o que Ele faz. Ele faz o que quer, nos céus e na terra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A doutrina da soberania de Deus traz grande alegria aos que crêem nEle. Nós nos regozijamos no amor de Deus que nos escolheu para sermos Seus filhos. Deus deixa as pessoas que Ele não escolheu seguirem seus próprios caminhos e perecerem no final. Ele teve misericórdia de nós porque assim o quis, mesmo antes de nós começarmos a orar e procurá-lO. Este propósito eletivo de Deus é precioso. No mundo precisamos pleitear, até com pessoas ricas, antes que elas nos dêem alguma coisa. Não tivemos que implorar a Deus. Todas as coisas preciosas que Ele nos deu, foi "segundo a sua vontade". Deus Se apraz na misericórdia, em dar livremente. O nome de Deus é amor e a natureza de Deus é amor. É natural ao sol enviar luz. É coisa natural Deus enviar a luz de Sua eterna graça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Louvemos ao Senhor que nos amou quando estávamos mortos em nossas transgressões e pecados. Glorifiquemo-lO pela Sua misericórdia livremente demonstrada a nós. Não merecíamos a misericórdia de Deus. Freqüentemente desprezamos essa misericórdia. Alguns de nós resistimos a misericórdia de Deus por longo tempo. Curvemo-nos então humildemente diante do trono de Deus. Vamos agradecer-Lhe pelas Suas misericórdias que duram para sempre. Quão maravilhoso é que, devido Deus assim o desejar, Ele teve compaixão de nós. O grande privilégio que Deus nos concedeu é que, através do poder divino do Espírito Santo, já nascemos de novo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nosso primeiro nascimento foi natural. Deus nos fez e nossos corpos são Sua maravilhosa criação. Nosso segundo nascimento foi espiritual. Nascemos de novo, regenerados pelo poder divino do Espírito Santo. Nosso segundo nascimento é uma obra de Deus, tão grande quanto o nosso primeiro nascimento, nossa criação natural. "Segundo a sua vontade" Deus nos deu uma nova vida, e nos fez novas criaturas. Acaso temos a certeza de que nascemos de novo? Sabemos que somos novas criaturas em Cristo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez às vezes tenhamos dúvidas se somos nascidos de novo. Mas o homem que nasceu de novo sabe que há uma mudança nele. Há vezes quando até aquelas pessoas que duvidam da sua salvação têm certeza que passaram da morte para a vida. Sonde seu próprio coração. Deixe que esta oração venha de seus lábios e coração: "Sonda-me, ó Deus, e prova-me". Devo advertir-lhes que se nada mais têm do que a natureza pode lhes dar, vocês perecerão. Viver uma vida boa e bem comportada não lhes dará uma entrada para o reino de Deus. "Necessário vos é nascer de novo" (João 3:7). Estas palavras estão no portão do céu. Até mesmo as pessoas mais destacadas na Igreja e na nação devem nascer de novo, para serem admitidas no céu. Não importa se vocês viveram uma boa vida ou se desobedeceram abertamente a lei de Deus — precisam nascer de novo. O Espírito Santo deve operar esta transformação sobrenatural em vocês. Esta mudança é o resultado do eterno propósito, poder e amor de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqueles que têm parte deste precioso privilégio são felizes. Embora estivessem mortos em transgressões e em pecado, agora eles estão vivos. Embora fossem carnais e terrenos, agora são espirituais. Eles estavam distanciados, mas agora foram trazidos para perto de Deus. Todos estes privilégios são exclusivamente devidos à soberana vontade de Deus. Se vocês nasceram de novo, agradeçam a Deus de todo o coração e humilhem-se diante dEle.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A maneira que esta mudança foi operada em nossos corações é claramente expressa: "Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade" (Tiago 1:18). Homens são geralmente salvos ao ouvirem o evangelho pregado. Alguns afirmam que a pregação da verdade é eficaz para salvar o homem. Isto não é totalmente verdadeiro. A verdade de Deus pode ser fielmente pregada e ninguém ser convertido. Outros dizem que o Espírito de Deus regenera as pessoas sem se utilizar da Palavra de Deus. Isto também não pode ser verdadeiro. A Bíblia nunca diz que o homem pode ser salvo sem a Palavra de Deus. A Palavra e o Espírito sempre operam juntos. A Bíblia diz: "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes..." (Heb. 4:12). As Escrituras ensinam claramente que o Espírito de Deus opera através da Palavra de Deus. A Palavra não opera sem o Espírito. "Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mar. 10:9). Amigo, você foi salvo pela leitura da Palavra de Deus? A Palavra de Deus é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que é esta Palavra de Deus que traz vida nova à pessoa? A palavra é a pregação da doutrina da cruz. Ninguém jamais nasceu de novo através da pregação da lei. A lei pode tornar um homem mais humilde. A lei pode quebrantar e ferir o homem. Ela poderá mostrar-lhe a punição que receberá como pecador. Contudo, a lei jamais lhe trará vida nova. A Bíblia diz: "... Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados" (II Cor. 5:19). Algumas pessoas removem o sacrifício de Cristo do evangelho. Elas condenam o texto: "... o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (I João 1:7). Não deixam nada de evangelho. A palavra "sangue" é uma das mais solenes e importantes palavras em todas as Escrituras. As pessoas não serão salvas se esta doutrina não for pregada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se a pregação do evangelho trouxe salvação a você, então pregue-o aos outros. Fale a cada um do fato que Cristo morreu pelos pecadores. Afirme em todo lugar que qualquer um que crer no Senhor Jesus Cristo terá vida eterna. Diga às pessoas que Jesus Cristo foi o substituto dos culpados. Diga-lhes que Ele sofreu pelos pecadores; que a espada da justiça abateu o Pastor para que as ovelhas pudessem ser livres. Declare aos seus ouvintes como o Redentor sofreu a ira de Seu Pai para que os filhos dEle jamais tenham que enfrentar a Sua ira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nós crentes em Jesus devemos olhar para trás com gratidão e esperança pelo que Deus fez. "Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Por Charles Haddon Spurgeon&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.charleshaddonspurgeon.com/2010/08/deus-nao-e-obrigado-ter-misericordia-c.html"&gt;Charles Haddon Spurgeon&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-7095336498042663276?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/7095336498042663276/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/deus-nao-e-obrigado-ter-misericordia-de.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/7095336498042663276?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/7095336498042663276?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/deus-nao-e-obrigado-ter-misericordia-de.html" title="Deus não é Obrigado a ter Misericórdia de Ninguém" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-pDJBdvVwXNs/TuHy_eQHJsI/AAAAAAAABOo/TA6LGQMy8Gw/s72-c/tigre.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkEHSXgzeyp7ImA9WhRQEUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-8987932495062423898</id><published>2011-12-06T04:30:00.000-08:00</published><updated>2011-12-06T04:30:38.683-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-06T04:30:38.683-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><title>Amar a Deus no sofrimento</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-dkV2gsAlm80/Tt4K5fkOC3I/AAAAAAAABOg/-vQfvtdMlck/s1600/sofrimento+%25282%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="237" src="http://1.bp.blogspot.com/-dkV2gsAlm80/Tt4K5fkOC3I/AAAAAAAABOg/-vQfvtdMlck/s320/sofrimento+%25282%2529.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A igreja na terra precisa estar e lutar em fraqueza, miséria, pobreza, medo, morte, humilhação e vergonha. Pois a situação de aperto certamente fará com que você saia de si mesmo e deixe de confiar em orientação, ajuda e força de homens, e tenha Cristo no coração e considere o seu nome, sua palavra e o reino de Deus as coisas mais importantes, caras e valiosas do mundo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem não faz assim, antes ama a sua própria vida, honra e poder pessoal, bem com a estima, amizade, prazer e alegria do mundo mais do que aquilo, para este de nada vale o que está sendo dito aqui. Como o próprio Cristo diz um pouquinho adiante: “Quem não me ama, não guarda as minhas palavras”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não se trata, porém, de um amor que se limita a palavras. Precisa ser um amor que se manifesta em obras, com a expressão “guardará a minha palavra” indica. Porque o verdadeiro amor se caracteriza por fazer tudo pelo amado. Ao verdadeiro amor nada é difícil demais de ser padecido ou suportado; ele faz tudo com alegria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se realmente a inexprimível bondade de Deus nos calasse bem no fundo do coração, com certeza, nada nos seria incômodo ou pesado demais de padecer e suportar por causa dele, desde que permaneçamos em seu amor. Eis o que significa não apenas gostar de ouvir sua palavra, mas, também, guardá-la e ser vitorioso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Por Martinho Lutero&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.josemarbessa.com/2011/12/amar-deus-no-sofrimento-martinho-lutero.html?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=feed&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FCBGG+%28JOSEMAR+BESSA%29"&gt;Josemar Bessa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-8987932495062423898?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/8987932495062423898/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/amar-deus-no-sofrimento.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/8987932495062423898?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/8987932495062423898?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/amar-deus-no-sofrimento.html" title="Amar a Deus no sofrimento" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-dkV2gsAlm80/Tt4K5fkOC3I/AAAAAAAABOg/-vQfvtdMlck/s72-c/sofrimento+%25282%2529.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEcGRXc4eCp7ImA9WhRWFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-1314657803324768714</id><published>2011-12-05T03:11:00.000-08:00</published><updated>2012-01-01T07:33:44.930-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-01T07:33:44.930-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pregações" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Meus Escritos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="5.2 Administração dos Sacramentos (batismo - parte 2)" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O culto público" /><title>Quinto elemento constitutivo do culto público (parte 3): Administração dos Sacramentos (batismo - segunda parte) - Sermão pregado dia 04.12.2011</title><content type="html">&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-shLKuZv_E1E/Ttry3EczuHI/AAAAAAAABOY/1-GRMsoEBgQ/s1600/ampulheta.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-shLKuZv_E1E/Ttry3EczuHI/AAAAAAAABOY/1-GRMsoEBgQ/s200/ampulheta.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;Quinto elemento constitutivo do culto público (parte 3):&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;&lt;u&gt;Administração dos Sacramentos (batismo - segunda parte)&lt;/u&gt;&amp;nbsp;-&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;Sermão pregado dia 04.12.2011&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Queridos e preciosos irmãos, dando seguimento e já em entrando na reta final de nossa série, hoje veremos alguns pormenores que não tivemos a oportunidade de visualizarmos na semana passada (&lt;a href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/11/quinto-elemento-constitutivo-do-culto_28.html"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&amp;nbsp;para ler), a saber, a validade do batismo e o porquê de João ter batizado os já circuncisos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conforme temos aprendido, o batismo foi o substituto da circuncisão, pois o próprio Cristo além de ser circuncidado, foi posteriormente batizado, confirmando assim que o selo da aliança não era mais confirmado com a circuncisão, mas com o batismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando olhamos para as Escrituras, observamos - conforme vimos na semana passada - que há dois tipos de batismo: o de infantes e o de adultos. O de infantes é aquele administrado pelo pastor que é investido do poder de Deus para - assim como pregar, ministrar a ceia, ensinar... - executar o sacramento divino em favor da criança, selando-a de acordo com a prescrição de Deus dada a Abraão - "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa&lt;/span&gt;" (Gl 3.29). Já o batismo de adultos é aquele também ministrado pelo pastor, mas que é feito em pessoas que não cresceram num lar cristão e nem foram batizadas quando crianças (ou que foram batizadas em nome de outra deidade que não em nome do Deus Pai, Filho e Espírito Santo), mas que no tempo oportuno aprouve ao Senhor chamá-las ao arrependimento e então lhe ser ministrado o batismo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com o que vimos, a circuncisão era algo de suma importância para o povo de Deus. Tamanho era o zelo que o Senhor tinha por essa prática que todo menino que nascesse e não fosse circuncidado, deveria ser morto: "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;E o macho com prepúcio, cuja carne do prepúcio não estiver circuncidada, aquela alma será extirpada dos seus povos; quebrantou o meu concerto&lt;/span&gt;” (Gn. 17:14). Em Cristo Jesus, temos a confirmação de que o batismo - o substituto da circuncisão - de infantes é a certificação da promessa dada aos pais: "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Digo, pois, que Jesus Cristo foi ministro da circuncisão, por causa da verdade de Deus, para que confirmasse as promessas feitas aos pais&lt;/span&gt;" (Rm 15:8).&amp;nbsp;Dito isso, é necessário atentarmos para a importância de entendermos que a validade do batismo não está na igreja, no ministro ou na água, mas no poder de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há um erro muito grande dentro da igreja que é conferir - ainda que de forma subjetiva - o poder da ministração ao ministrante, isto é, muitos entendem que se o batismo não for operado por determinada pessoa ou em determinada igreja, ele não é válido, contudo, esse não é o ensino bíblico, como veremos a seguir:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A narrativa bíblica mostra-nos que a circuncisão por vezes era feita pelo sacerdote e por vezes pelos pais da criança (Js 5.2, Gn 17.23) - assim também muito provavelmente deve ter acontecido com nosso Senhor Jesus Cristo que foi circuncidado nos ao redores da manjedoura por seu pai. Porém, em lugar algum a Bíblia nos diz que a validade desse sacramento encontra-se no sacerdote, nos pais ou ainda em quem quer que seja o ministrante, pois se assim fosse, o poder não estaria no Nome, mas dependeria de um homem vil e pecador para que o selo de Deus tivesse efeito sobre os seus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para entendermos esse ponto é importante recorrermos ao Antigo Testamento e vermos que são inúmeras as vezes em que os sacerdotes, reis, juízes e todo o povo se desviava dos caminhos do Senhor: "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;E o SENHOR me disse: Levanta-te, desce depressa daqui, porque o teu povo, que tiraste do Egito, já se tem corrompido; cedo se desviaram do caminho que eu lhes tinha ordenado; fizeram para si uma imagem de fundição&lt;/span&gt;" (Dt 9.12). "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;E foi também congregada toda aquela geração a seus pais, e outra geração após ela se levantou, que não conhecia ao SENHOR, nem tampouco a obra que ele fizera a Israel. Então fizeram os filhos de Israel o que era mau aos olhos do SENHOR; e serviram aos baalins&lt;/span&gt;" (Jz 2:10-11). "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;E os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do SENHOR, e se esqueceram do SENHOR seu Deus; e serviram aos baalins e a Astarote&lt;/span&gt;" (Jz 3:7). "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Porém seus filhos não andaram pelos caminhos dele, antes se inclinaram à avareza, e aceitaram suborno, e perverteram o direito&lt;/span&gt;" (1 Sm 8.3). Portanto, observamos que a inclinação para os caminhos contrários ao Senhor era constante no povo de Israel. Contudo, não se faz qualquer ressalva sobre a importância de se re-circuncidar a criança que havia nascido debaixo daquela idolatria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Corretamente sustentou Calvino quando disse: "[qualquer que seja o ministrante] é apenas ministro do sinal exterior; Cristo é o autor da graça interior; como por toda parte ensinam esses mesmos antigos, sobretudo Agostinho... seja qual for a natureza&amp;nbsp;&lt;i&gt;daquele&lt;/i&gt;&amp;nbsp;que batiza, não obstante quem preside é Cristo somente." [&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;1&lt;/span&gt;]&amp;nbsp;Ainda em outro lugar, Calvino comenta: "Com estas&amp;nbsp;&lt;i&gt;considerações&lt;/i&gt;&amp;nbsp;refuta-se esplendidamente o erro dos donatistas [&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;2&lt;/span&gt;], os quais medem a eficácia e o valor de um sacramento pela dignidade do ministro. Tais são hoje nossos anabatistas, os quais negam terminantemente que somos corretamente batizados, uma vez que fomos batizados por ímpios e idólatras no reino papal, e em consequência insistem furiosamente que sejamos batizados novamente; contra cujos despautérios nos serve de sólido argumento considerar que não somos batizados no nome de um mortal, mas no nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mt 28.19); e por isso o batismo não é de homem, mas de Deus, não importa por quem haja sido ministrado. Por mais ignorantes ou desprezadores de Deus e de toda piedade que sejam&amp;nbsp;&lt;i&gt;aqueles&lt;/i&gt;&amp;nbsp;que nos batizavam, contudo não o fizeram na comunhão de sua ignorância ou sacrilégio, mas da fé em Jesus Cristo; porque não invocaram seu&amp;nbsp;&lt;i&gt;próprio nome&lt;/i&gt;, mas o nome de Deus; nem nos batizaram em qualquer outro nome. Ora. se era um batismo de Deus, sem dúvida&amp;nbsp;&lt;i&gt;nele&amp;nbsp;&lt;/i&gt;teve inclusa a promessa quanto à remissão dos pecados, à mortificação da carne, à vivificação espiritual, à participação de Cristo. Assim, os judeus não tiveram nenhum prejuízo por haverem sido circuncidados por sacerdotes impuros e apóstatas; tampouco em decorrência disso o sinal se fez inútil, de modo que fosse necessário repetir-se, senão que lhes bastou volver à sua origem genuína". [&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;3&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir desse ponto compreendemos que a validade do batismo não encontra-se nas mãos do ministrante, mas na validade do Nome que é invocado - "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Pois quê? Se alguns foram incrédulos, a sua incredulidade aniquilará a fidelidade de Deus? De maneira nenhuma; sempre seja Deus verdadeiro, e todo o homem mentiroso&lt;/span&gt;" (Rm 3:3-4). Certamente que o ensino de Paulo harmoniza-se claramente com nossa conclusão, pois embora Paulo dissesse que era somente para os crentes batizarem seus filhos (1 Co 7.13,14) - ficando vedada essa prática aos ímpios, pois não estão debaixo da bênção do Senhor -, aqui estamos tratando da validade do batismo. Portanto, uma coisa é como os crentes devem proceder, outra é o que fazer caso o batismo já tenha sido ministrado, ainda que por um ímpio (desde que satisfaça-se o requisito de ter sido feito tão somente no nome de Deus Pai, Filho e Espírito Santo - sendo vedada a validade de qualquer batismo de acrescente alguma deidade ao rito ou ainda batize em nome de outrem).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra questão importante para entendermos a validade do batismo, é verificarmos nas Escrituras o que elas nos dizem acerca do batismo daqueles que já haviam sido circuncidados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitas pessoas interpretam o batismo de João (descrito no evangelho que leva seu nome) como sendo uma prova de que agora não deve-se mais batizar os infantes, pois João batizava apenas os adultos. Porém, esse é um argumento fraquíssimo, pois o motivo pelo qual João batizava os já circuncidados era porquê o rito externo havia mudado, ou seja, se o batismo foi o substituto da circuncisão, necessário era que aqueles já circuncidados e que eram cônscios de seus pecados, fossem uma vez batizados, pois o antigo sinal da promessa havia chegado à realidade, sendo necessário que o novo viesse a substituir o antigo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda outro ponto que causa grande discussão é o fato de Paulo ter batizado alguns daqueles que já haviam sido batizados por João: "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;E sucedeu que, enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo, tendo passado por todas as regiões superiores, chegou a Éfeso; e achando ali alguns discípulos, Disse-lhes: Recebestes vós já o Espírito Santo quando crestes? E eles disseram-lhe: Nós nem ainda ouvimos que haja Espírito Santo. Perguntou-lhes, então: Em que sois batizados então? E eles disseram: No batismo de João. Mas Paulo disse: Certamente João batizou com o batismo do arrependimento, dizendo ao povo que cresse no que após ele havia de vir, isto é, em Jesus Cristo. E os que ouviram foram batizados em nome do Senhor Jesus. E, impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam línguas, e profetizavam. E estes eram, ao todo, uns doze homens&lt;/span&gt;" (At 19:1-7).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sobre a passagem, o puritano Matthew Henry comenta: "Paulo achou em Éfeso algumas pessoas religiosas que consideravam a Jesus como o Messias. Não tinham sido levados a esperar os poderes miraculosos do Espírito Santo, nem os haviam informado que o evangelho era, especialmente, a ministração do Espírito. Contudo, pareciam dispostos a receber bem esta notícia. Paulo lhes demonstra que João nunca pretendeu que aqueles aos quais ele batizava ficassem ali, senão que lhes dizia que deviam crer n'Aquele que viria depois dele, isto é, em Cristo Jesus. Eles aceitaram, agradecidos, essa revelação e foram batizados no nome do Senhor Jesus. O Espírito Santo desceu a eles de modo surpreendente e arrepiante: falaram em línguas e profetizaram, como faziam os apóstolos e os primeiros convertidos gentios. Embora agora não esperamos poderes miraculosos, todos os que professam ser discípulos de Cristo devem ser chamados a examinar se têm recebido o selo do Espírito Santo com suas influências santificadoras, para a sinceridade de sua fé. Muitos não parecem ter ouvido que há um Espírito Santo, e muitos consideram que é uma ilusão todo o que se diz de sua graça e de suas consolações. Dos tais pode perguntar-se com propriedade: "Em que, pois, fostes batizados?". Porque, evidentemente, desconhecem o significado deste sinal externo do qual tanto dependem." [&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;4&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também sobre essa mesma passagem, Calvino comenta: "Portanto, sua resposta de que nada sabem da existência do Espírito precisa ser entendida como se dissessem que não ouviram dizer que as graças do Espírito, acerca das quais Paulo lhes inquiria, eram outorgadas aos discípulos de Cristo. Quanto a mim, porém, admito que foram batizados no genuíno batismo de João, o qual era idêntico ao de Cristo, porém, nego que fossem batizados de novo. O que, pois, significam&amp;nbsp;&lt;i&gt;estas&lt;/i&gt;&amp;nbsp;palavras: 'Foram batizados em nome de Jesus?' Há quem&amp;nbsp;&lt;i&gt;as&amp;nbsp;&lt;/i&gt;interprete no sentido em que eles só foram instruídos por Paulo na doutrina genuína. Prefiro, porém, entender mais simplesmente&amp;nbsp;&lt;i&gt;como&lt;/i&gt;&amp;nbsp;o batismo do Espírito Santo, isto é, as graças visíveis do Espírito dadas pela imposição das mãos; não é nenhuma novidade que essas graças eram frequentemente significadas pelo termo&amp;nbsp;&lt;b&gt;batismo&lt;/b&gt;. Assim, no dia de Pentecoste, se diz que os apóstolos se lembraram das palavras do Senhor acerca do batismo de fogo e do Espírito (At 1.5). E Pedro relata que as mesmas coisas lhe vieram à memória quando vira aquelas graças derramadas sobre Cornélio, sua família e parentela. (At 1.16). Tampouco está em conflito&amp;nbsp;&lt;i&gt;o&lt;/i&gt;&amp;nbsp;que depois (At 19.6) se acrescenta: 'E, impondo-lhes as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo'. Ora, Lucas não está narrando duas&amp;nbsp;&lt;i&gt;coisas&lt;/i&gt;&amp;nbsp;diversas, mas está seguindo a forma de narração familiar aos hebreus, que primeiro propõem a síntese da matéria, então&amp;nbsp;&lt;i&gt;a&lt;/i&gt;&amp;nbsp;expõem mais amplamente. Qualquer um pode notar isto pela própria correlação das palavras. Pois&amp;nbsp;&lt;i&gt;ele&lt;/i&gt;&amp;nbsp;diz: 'Ouvidas estas&amp;nbsp;&lt;i&gt;coisas&lt;/i&gt;, foram batizados no nome de Jesus. E à medida que Paulo lhes impunha as mãos, o Espírito Santo descia sobre eles'. Com esta última cláusula se descreve de que natureza foi esse batismo. Porque, se o primeiro batismo é viciado pela ignorância, de tal maneira que&amp;nbsp;&lt;i&gt;ela&lt;/i&gt;&amp;nbsp;tenha de ser corrigida por outro batismo, antes de todos se teria que rebatizar os apóstolos, os quais, por todo um triênio após seu batismo mal haviam degustado reduzida parcela de doutrina mais pura. E entre nós, que rios bastariam para lavar tanta ignorância quanta pela misericórdia do Senhor se corrige cada dia?". [&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;5&lt;/span&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Feitas essas considerações, compreendemos que o batismo de forma alguma foi mudado para ser apenas ministrado aos professos e conscientes da fé cristã, pois em momento algum lemos que o batismo de crianças foi abolido, mas sim que somos herança de Abraão por meio das promessas feitas a ele. Se assim é, por quê haveríamos de mudar os marcos estabelecidos pelo Senhor e cairmos em total ruína por ultrajarmos conscientemente sua lei?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que Deus possa nos conceder intrepidez para seguirmos sempre em sua reta doutrina, não nos desviando nem para esquerda nem para a direita, mas seguindo a piedade, cujas veredas são retas e levam ao Bom Caminho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Amém.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Nota:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;1&lt;/span&gt;] CALVINO, João. As Institutas - Edição Clássica. Ed. Cultura Cristã, pág. 298&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;2&lt;/span&gt;] Os donatistas eram rigorosos, e sustentavam que a Igreja não devia perdoar e admitir pecadores, e que os sacramentos, como o batismo, administrados pelos traditores (cristãos que negaram sua fé durante a perseguição de Diocleciano em 303-305 e posteriormente foram perdoados e readmitidos na Igreja) eram inválidos. Este pensamento era bastante similar ao de Cipriano de Cartago, martirizado meio século antes em perseguições anteriores. Em oposição, a crença da Igreja na época era de que os traditores poderiam voltar ao corpo da Igreja e ministrar os sacramentos, desde que o fizessem seguindo o ritual correto, sem a necessidade de re-batismo ou da re-ordenação. Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Donatismo"&gt;Wikipédia&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;3&lt;/span&gt;]&amp;nbsp;CALVINO, João. As Institutas - Edição Clássica. Ed. Cultura Cristã, pág. 304&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;4&lt;/span&gt;] Material disponível via internet.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;span class="Apple-style-span" style="color: blue;"&gt;5&lt;/span&gt;]&amp;nbsp;CALVINO, João. As Institutas - Edição Clássica. Ed. Cultura Cristã, pág. 306&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-1314657803324768714?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/1314657803324768714/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/quinto-elemento-constitutivo-do-culto.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/1314657803324768714?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/1314657803324768714?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/quinto-elemento-constitutivo-do-culto.html" title="Quinto elemento constitutivo do culto público (parte 3): Administração dos Sacramentos (batismo - segunda parte) - Sermão pregado dia 04.12.2011" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-shLKuZv_E1E/Ttry3EczuHI/AAAAAAAABOY/1-GRMsoEBgQ/s72-c/ampulheta.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0YERHc8cSp7ImA9WhRRGU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-3342606044986441333</id><published>2011-12-03T08:51:00.000-08:00</published><updated>2011-12-03T08:51:45.979-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-03T08:51:45.979-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><title>Paulo orando pelos mortos?</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-EV7NHnN5gaE/TtpTjZIVBdI/AAAAAAAABOQ/qpKGTd0C8pQ/s1600/dead.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="216" src="http://2.bp.blogspot.com/-EV7NHnN5gaE/TtpTjZIVBdI/AAAAAAAABOQ/qpKGTd0C8pQ/s320/dead.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Textinho que escrevi hoje para o boletim semanal de nossa congregação -&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Conceda o Senhor misericórdia à casa de Onesíforo, porque, muitas vezes, me deu ânimo e nunca se envergonhou das minhas algemas; antes, tendo ele chegado a Roma, me procurou solicitamente até me encontrar. O Senhor lhe conceda, naquele Dia, achar misericórdia da parte do Senhor. E tu sabes, melhor do que eu, quantos serviços me prestou ele em Éfeso&lt;/span&gt;" (2 Timóteo 1.16-18).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recentemente ouvi de uma colega, ainda indecisa entre o catolicismo e o evangelho (sim, pois catolicismo e evangelho são coisas totalmente distintas uma da outra), que em 2 Timóteo 1.18 Paulo fez uma oração por Onesíforo, o qual, segundo a leitura dela (e dos católicos romanos em geral), já havia morrido. Muito embora a discussão tenha sido no seu mural do Facebook, ela mesma não apareceu lá para comentar nada. Mas houve quem o fizesse. Deixando de lado essas questiúnculas, vamos ao ponto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Basicamente, são dois os argumentos usados pelos católicos para defender que Onesíforo estava morto. O primeiro é a referência que Paulo fez ao dia do julgamento final (“aquele Dia”). Para os romanistas esta seria uma prova irrefutável de que o amigo de Paulo já se encontrava em uma situação de além-túmulo. Contudo, o fato de Paulo ter feito menção ao dia do Juízo Final nesse contexto não prova o ponto de vista católico, visto que, no versículo 12, Paulo também faz menção a esse Dia. Se realmente é verdade que Onesíforo estava morto somente porque Paulo fez referência ao Juízo Final, penso que os católicos, por uma questão de coerência, deveriam se prontificar a crer que a presente carta a Timóteo foi psicografada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O segundo argumento que eles apresentam é o de que Onesíforo já estava morto porque Paulo saúda a “a casa de Onesíforo” (2 Tm 4.19), e não o próprio Onesíforo. Com isso, alguns afirmam que, se Onesíforo estivesse vivo, Paulo o saudaria, em vez de saudar sua família. Esse argumento é logo dissolvido se levarmos em consideração que Onesíforo ainda estava em Roma (ou mesmo a caminho de Éfeso), ao passo que sua família estava em Éfeso, cidade onde Timóteo estava pastoreando na ocasião. Além do mais, a “casa de Onesíforo” não deveria incluir ele próprio?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que Onesíforo não estava morto no momento em que Paulo escreveu a sua segunda carta a Timóteo eu não tenho a menor dúvida. A Escritura é clara quando afirma que “aos homens está ordenado morrer uma só vez, vindo depois disso o juízo” (Hb 9.27), e o apóstolo jamais contradiria algum princípio dela. Portanto, nenhuma oração é capaz de mudar o destino de quem já partiu desta vida.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Soli Deo Gloria!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Por Leonardo Bruno Galdino&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://5calvinistas.blogspot.com/2011/12/paulo-orando-pelos-mortos.html"&gt;Cinco Solas&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-3342606044986441333?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/3342606044986441333/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/paulo-orando-pelos-mortos.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/3342606044986441333?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/3342606044986441333?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/paulo-orando-pelos-mortos.html" title="Paulo orando pelos mortos?" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-EV7NHnN5gaE/TtpTjZIVBdI/AAAAAAAABOQ/qpKGTd0C8pQ/s72-c/dead.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE4ESHY_eyp7ImA9WhRRF04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-3294448809689166929</id><published>2011-12-01T02:55:00.000-08:00</published><updated>2011-12-01T02:55:09.843-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-01T02:55:09.843-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><title>Quando o Homem Deseja as Trevas</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-X9TrLDfkR5o/TtddAFJRQ4I/AAAAAAAABOI/HJqHoBDloZk/s1600/Sombrio.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="241" src="http://3.bp.blogspot.com/-X9TrLDfkR5o/TtddAFJRQ4I/AAAAAAAABOI/HJqHoBDloZk/s320/Sombrio.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A grande razão pela qual os homens morrem e morrem para sempre é porque eles querem. Eles querem ser os escravos do pecado, embora a morte seja o pagamento que certamente receberão pelo seu fatigante e laborioso trabalho. Os pecadores não querem ser purificados. "... &lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;ai de ti Jerusalém! Não te purificarás ? Até quando ainda?&lt;/span&gt;" (Jer. 13:27). Não querem ser juntados debaixo das asas de Cristo, embora seja o único lugar de refúgio, tanto do furor de satanás quanto da ira de Deus. "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Jerusalém, Jerusalém que mata os profetas, e apedreja os que te são enviados! quantas vezes quis cu juntar os teus filhos, como a galinha junta os seus pintos, debaixo das asas e tu não quisestes!&lt;/span&gt;" (Mat. 23:37). Não apenas isso, os desejos de muitos que freqüentemente já têm desprezado as admoestações e chamados de Moisés e dos profetas tendem tão desesperadamente para o pecado, que, embora pudessem ver as chamas e os tormentos que fazem outros sofrerem, mesmo assim não seriam persuadidos a desistir. "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dos mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Porém Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tão pouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscitem&lt;/span&gt;" (Luc. 16:30-31).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meu trabalho ao expor esta doutrina será, primeiro, demonstrar a verdade contida nela, que os homens morrem porque querem; segundo, para evidenciar que a incapacidade do homem fazer o que é bom, tão freqüentemente mencionada nas Escrituras, não contradiz esta doutrina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os argumentos para demonstrar que os desejos dos homens são a grande causa de sua morte e perdição são estes:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;1. Um argumento será deduzido da corrupção natural e depravação da vontade do homem&lt;/b&gt;. E essa corrupção se evidencia na vontade do homem afastar-se de Deus, a Fonte da vida e da paz, e inclinar-se para o que é mal, embora o pecador (ai dele!) chame de bem aquilo que é mal e imagina ser doce aquilo que provará ser amargo e venenoso como toda picada de áspide. Os pelagianos talvez assemelhem a vontade do homem a uma virgem pura, a qual escapou de ser deflorada na sua primeira apostasia, mas sabemos pelas Escrituras e pela experiência que o pecado original revela-se mormente na vontade. Aquele que não entende que seu coração é desesperadamente corrupto (Jer. 17:9), mostra um sinal de que seu coração o engana e ele nem sabe disso. Quanta incredulidade, quanto orgulho, quanta alienação da vida de Deus, quanta inimizade contra o mandamento, o qual é santo, justo e bom, existem na vontade do homem natural! Vejam Romanos, capítulo 7. A vontade, então, sendo tão completamente corrupta e exercendo tanta influência como exerce, impede a conversão a Deus e a santidade, o que a contraria muito. E conseqüentemente ela tem grande responsabilidade na perdição dos filhos dos homens.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;2. Outro argumento será deduzido da reprovação e ira justas de Deus&lt;/b&gt;. Certamente Ele não os repreenderia tão duramente, Sua ira não fumegaria tanto contra eles por causa de suas teimosias e obstinações nos seus maus caminhos, se tivessem uma vontade sincera e faltasse apenas a força para fazer o que é bom. Quando o Senhor infligiu julgamentos sobre o Seu povo antigo, Ele falou da obstinação dele, da recusa em entender e ser regenerado, e isto Ele fez para vindicar a retidão de Suas mais severas maneiras de lidar com ele. Nós lemos que o Senhor testificou contra Israel pelos Seus profetas e videntes dizendo: "... &lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;convertei-vos de vossos maus caminhos, e guardai os meus mandamentos. Porém não deram ouvidos, antes endureceram a sua cerviz como a cerviz de seus pais, que não creram no Senhor seu Deus&lt;/span&gt;" (II Reis 17:13-14,18). Agora, após sua obstinação, seguiu-se, e muito justamente, a ira de Deus e a destruição deles. Portanto, o Senhor estava muito irado com os filhos de Israel e os afastou de Sua vista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Em segundo lugar, vou provar que a habilidade dos homens em fazer o que é bom não frustra a doutrina de que os seus pecados e misérias permanecem à porta da vontade deles&lt;/b&gt;. O Espírito Santo, Aquele que torna humilde os filhos dos homens, põe por terra a opinião que eles têm de seu próprio poder e justiça e os faz usar a linguagem do profeta Isaías: "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Certamente no Senhor tenho justiça e força&lt;/span&gt;... " - inferindo, portanto, que o homem em seu estado degenerado e pecaminoso é incapaz de fazer o que é espiritualmente bom. Por conseguinte, somos considerados fracos - "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Não que sejamos capazes por nós, de pensar alguma coisa como de nós mesmos, mas a nossa capacidade vem de Deus&lt;/span&gt;" (Rom. 5:6; II Cor. 3:5). Somos considerados cansados e sem vigor (Is 40:29), e nosso Senhor nos afirma claramente em João 15:5: "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Sem mim nada podeis fazer&lt;/span&gt;". Mas por tudo isso, embora nos falte a força para fazer o que é bom, nossa vontade é culpada do mal cometido por nós.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não se pode imaginar que as Escrituras mencionem a incapacidade do pecador em fazer o bem como uma desculpa para ele fazer o mal, mas sim para dirigí-lo a Cristo quem pode fortalecê-lo a fazer todas as coisas (Fil. 4:13). É verdade que o homem é incapaz, porém ele também não está disposto a fazer o que Deus requer dele, apesar de ser para o seu próprio bem. A razão pela qual ele continua no pecado e é subjugado por ele não é somente porque o homem não pode converter-se a si mesmo, e sim também, e principalmente, porque ele não está disposto a ser convertido. Isso será particularmente ampliado a seguir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;a. O homem pecador pensa que é capaz de deixar seus maus caminhos&lt;/b&gt;. Ele adia seu arrependimento como se pudesse voltar-se para Deus quando quisesse. Já que ele não faz o que pensa que pode, sua própria vontade deve ser a causa do impedimento, e ela deve ser responsabilizada no caso dele perecer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;b. O homem pecador não faz o que realmente é capaz de fazer&lt;/span&gt;. Tem um talento, todavia não quer negociar com ele. Poderia se abster de muitos pecados que o expõe a ira e vingança se quisesse, porém infelizmente ele é um escravo voluntário deles, e está feliz com sua servidão. O adúltero propositadamente vai a casa da prostituta, o ímpio mundano propositadamente procura o ganho desonesto. Portanto, segue-se que estes voluntariamente destroem a si mesmos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O homem natural pode fazer o que é bom, embora ele falhe, na maneira de fazê-lo. Ele pode orar, ouvir, ler, contudo, intencionalmente omite estas obrigações, e assim voluntariamente se sujeita à maldição que o ameaça por causa de sua omissão. Ele não fará o que realmente pode, e, certamente, ainda que seu poder fosse ampliado jamais seria usado. Aquele que tem de sobra e recusa-se a dar um cruzeiro a um pobre, podemos concluir com certeza que não estaria disposto a fazer uma doação generosa - embora bem pudesse. Da mesma maneira, o homem natural que não fará o que pode para ser salvo, apesar de ser muito pouco, por certo não faria maior esforço, a fim de ser salvo, mesmo se seu poder fosse aumentado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;c. O homem pecador lamenta que seja capaz de fazer o quanto pode&lt;/b&gt;. Ele desejaria ser totalmente impotente para que isso pudesse servir-lhe de desculpa. Isto mostra a malignidade de sua vontade. Além disso, ele não quer usar os meios pelos quais a graça e a força são transmitidas. Ele não quer esperar em Deus, nem invocá-lO. Ele não quer buscar nEle o cumprimento das promessas feitas na aliança da graça. Não, ele resolutamente resiste o Espírito quando este vem operar nele. Ele preferiria ser deixado entregue ao seu pecado. Essa é a linguagem dos ímpios: "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;E todavia dizem a Deus: retira-te de nós, porque não desejamos ter conhecimento dos teus caminhos&lt;/span&gt;" (Jó 21:14). O homem depravado pode argumentar que lhe falta o poder, ainda assim esta falta de vontade de arrepender-se e viver é principalmente o que o arruína. E todos aqueles pensamentos e argumentos contra Deus, como se Ele fosse um mestre severo, como se Seus caminhos não fossem justos - pergunto: não será o homem envergonhado diante dEle naquele Grande Dia, no qual sua consciência o acusará e em tristeza o reprovará por isso? Ele que fora constantemente avisado e admoestado, entretanto, não se arrependeu para que pudesse ter vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Por N. Vincent&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.mayflower.com.br/2010/08/desejando-as-trevas-n-vincent.html"&gt;MayFlower&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-3294448809689166929?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/3294448809689166929/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/quando-o-homem-deseja-as-trevas.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/3294448809689166929?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/3294448809689166929?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/12/quando-o-homem-deseja-as-trevas.html" title="Quando o Homem Deseja as Trevas" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-X9TrLDfkR5o/TtddAFJRQ4I/AAAAAAAABOI/HJqHoBDloZk/s72-c/Sombrio.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEIMQHw7eyp7ImA9WhRRFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-142254692826592015.post-8478062945245817953</id><published>2011-11-29T17:29:00.000-08:00</published><updated>2011-11-29T17:29:41.203-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-29T17:29:41.203-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vida Cristã" /><title>Cinco características de uma Falsa Paz</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-u0A640UwUo8/TtWG2gdjIAI/AAAAAAAABOA/kkz04XLc6zg/s1600/False_security_by_CSnyder.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-u0A640UwUo8/TtWG2gdjIAI/AAAAAAAABOA/kkz04XLc6zg/s320/False_security_by_CSnyder.jpg" width="308" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;1. Qualquer paz que não traga com ela ódio ao pecado que tem perturbado sua paz é falsa.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A paz que Deus fala à alma sempre traz com ela um sentimento de vergonha, e um santo desejo de mortificar seus desejos pecaminosos. Se olhar para Cristo, a Quem seu pecado traspassou (se não fizer isso não haverá nem cura e nem paz) você deve prantear (veja Zac. 12:10). Quando você vai a Cristo buscando cura, sua fé repousa em um Salvador ferido e traspassado. Ora, se fizer isso na força do Espírito Santo, ser-lhe-á dado ódio pelo pecado que tem perturbado sua paz. Quando Deus nos dá a paz a alma se envergonha dos diversos modos como o pecado tem estragado nossa paz com Deus (Ez. 16:59-63).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E possível estarmos perturbados pelas consequências do pecado, mesmo sem odiarmos o próprio pecado. Na sua perturbação você pode estar buscando a misericórdia de Deus e ao mesmo tempo se apegando ao pecado que ama. Por exemplo: sua consciência o convence de estar amando o mundo. Esse modo de buscar misericórdia nunca lhe trará paz verdadeiramente sólida. As palavras de Deus: "Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele" (1 João 2:15) perturbam sua paz. Na sua perturbação, você se volta para Deus para que Ele cure sua alma, porém está mais preocupado com as consequências do seu amor pelo mundo do que com o mal desse amor. Esse é um mau sinal! Talvez seja salvo; no entanto a não ser que Deus por Suas ações especiais o faça realmente odiar o pecado, você terá pouca paz nesta vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;2. Qualquer paz que não seja acompanhada pela ação do Espírito convencendo do "pecado e da justiça e do juízo" é uma falsa paz.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Palavra de Deus nunca fala de paz "somente em palavras", ela vem no poder do Espírito Santo. A paz de Deus de fato cura a ferida. Quando nos damos a nós mesmos uma falsa paz, não passará muito tempo até que o pecado que havia perturbado nossa paz apareça outra vez.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como regra geral, Deus espera que Seus filhos aguardem até que estejam certos que Ele lhes deu a paz. Como disse o profeta Isaías: "Esperarei no Senhor, que esconde o seu rosto da casa de Jacó, e a ele aguardarei" (Is. 8:17). Deus pode curar a ferida do pecado num instante. Contudo, às vezes, como um médico, Ele gasta tempo limpando a ferida completamente para que ela se cure adequadamente. Aqueles que dão uma falsa paz para si mesmos nunca têm tempo para esperar que Deus faça Sua obra completa. Tais pessoas correm para Deus buscando paz e presumem que ela foi concedida no momento em que a pediram. Não há aquele esperar para que o Espírito de Deus cure a ferida do pecado completamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A paz de Deus dulcifica o coração e dá gozo à alma. Quando Deus fala paz, Suas palavras não são apenas verdadeiras, mas elas fazem bem à alma. "Sim, as minhas palavras fazem o bem" (Miq. 2:7). Quando Deus fala paz, ela guia e guarda a alma de modo que não retorne à insensatez (Sal. 85:8). Quando as pessoas falam paz para si mesmas, o coração não é curado do mal e, elas continuam num estado de transvio. Quando Deus fala paz, vem junto uma percepção tal do Seu amor, que a alma se sente obrigada a mortificar os desejos pecaminosos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;3. Toda e qualquer paz que trate do pecado de um modo superficial é uma falsa paz.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como já vimos antes, esta é a queixa que Jeremias fez dos falsos profetas do seu tempo. "Paz, paz" eles dizem, "quando não há paz" (Jer. 6:14). Da mesma maneira, algumas pessoas fazem da cura de suas feridas pecaminosas uma obra fácil. Olham para algumas promessas das Escrituras e pensam que estão curadas. Uma promessa das Escrituras só pode efetuar o bem quando misturada com a fé. (Heb. 4:2). Não se trata de um mero olhar para a palavra de misericórdia e, pronto, isso traz a paz. O olhar precisa estar misturado com a fé até que você a tenha apropriado para si. De outra maneira, qualquer paz que tenha obtido é uma falsa paz. Neste caso não vai demorar muito até que sua ferida se abra novamente e você fique sabendo que ainda não está curado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;4. Qualquer paz que trate do pecado de uma maneira parcial é falsa.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O cristão sincero não buscará apenas estar em paz com seus desejos pecaminosos que mais o perturbam. Tentar lidar com o pecado que mais o atormenta, sem lidar também com aqueles pecados que o perturbam menos, realmente seria tratar do pecado com parcialidade. Qualquer paz que pareça vir de se lidar com o pecado dessa maneira é falsa. Só podemos esperar a paz de Deus quando tivermos respeito igual por todos os Seus mandamentos. Deus nos justifica de todos os nossos pecados. Deus nos manda abandonarmos todos os nossos pecados. Ele é um Deus de olhos puros e não pode olhar para a iniquidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;5. A paz de Deus é uma paz que nos humilha, como aconteceu no caso de Davi (veja Sl 51:1).&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pense na profunda humilhação sentida por Davi quando Nata lhe trouxe a palavra perdoadora de Deus (2 Sam. 12:13).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Por John Owen&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.josemarbessa.com/2011/11/cinco-caracteristicas-de-uma-falsa-paz.html?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=feed&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FCBGG+%28JOSEMAR+BESSA%29"&gt;Josemar Bessa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/142254692826592015-8478062945245817953?l=2timoteo316.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://2timoteo316.blogspot.com/feeds/8478062945245817953/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/11/cinco-caracteristicas-de-uma-falsa-paz.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/8478062945245817953?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/142254692826592015/posts/default/8478062945245817953?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://2timoteo316.blogspot.com/2011/11/cinco-caracteristicas-de-uma-falsa-paz.html" title="Cinco características de uma Falsa Paz" /><author><name>Filipe Luiz C. Machado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00410922817341052872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/_A7xLtEmmEyw/Su8rRVISvYI/AAAAAAAAAMo/6B6gpa-f638/S220/foto+blog+pequena.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-u0A640UwUo8/TtWG2gdjIAI/AAAAAAAABOA/kkz04XLc6zg/s72-c/False_security_by_CSnyder.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry></feed>

