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      <title>100nexos</title>
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      <description>Um paradoxo é uma verdade de pé sobre a própria cabeça</description>
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         <title><![CDATA[A Humanidade n&atilde;o merece ir &agrave; Lua (II)]]></title>
          <description>&lt;p&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="concorde-b52" border="0" alt="concorde-b52" src="http://scienceblogs.com.br/100nexos/concordeb52.jpg" width="500" height="184" /&gt;&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Continuando a série &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/02/a_humanidade_no_merece_ir_lua.php" target="_blank"&gt;iniciada ontem&lt;/a&gt;, começamos aqui com dois outros feitos tecnológicos, mas a história desta vez não é tão feliz e inspiradora. À esquerda temos o &lt;em&gt;Concorde&lt;/em&gt;, à direita o &lt;em&gt;B-52&lt;/em&gt;. Ambos descendentes do primeiro avião – embora devam mais a &lt;strong&gt;Santos Dumont&lt;/strong&gt; que aos &lt;strong&gt;irmãos Wright&lt;/strong&gt;, mas &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u15410.shtml" target="_blank"&gt;esta é &lt;strong&gt;outra história&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Ambos são feitos tecnológicos notáveis.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Desde que entrou em operação em 1976 até sua aposentadoria em 2003, você, cidadão comum – e razoavelmente abastado –, poderia comprar uma passagem do &lt;em&gt;Concorde&lt;/em&gt; e cruzar o Atlântico a mais de duas vezes a velocidade do som, sentado confortavelmente bebendo champanhe. Grite “Uau!” e saiba que você poderia chegar até o ouvido mais próximo duas vezes mais rápido que o seu grito. Sentado e bebendo champanhe. “Uau!”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;E, no entanto, hoje já não se pode mais fazer isto. Com pouco mais de dez mil dólares ainda é possível comprar um passeio em um caça supersônico russo, mas não é a mesma coisa. Não se poderá beber champanhe, por exemplo. E que seja um avião caça, militar, nos leva ao bombardeiro B-52.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Desenvolvido a partir de 1952 e introduzido em serviço em 1955, o B-52 ainda é uma das principais aeronaves da Força Aérea dos Estados Unidos. Usado no Vietnã, nas duas guerras do Iraque e no Afeganistão, ele está muito longe de ser aposentado. Em verdade, os militares americanos planejam manter este avião subsônico em serviço pelo menos até o ano de 2040 (!). Seriam mais de 80 anos voando e despejando bombas pelo planeta, mais tempo do que o que levou do &lt;em&gt;Flyer&lt;/em&gt; dos irmãos Wright à potência dos foguetes do &lt;em&gt;Saturno V&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se a foto do reflexo do Flyer no traje de Armstrong representa o imenso progresso tecnológico de que somos capazes, o B-52 é um símbolo concreto de estagnação. Resulta, no entanto, que ambos têm muito mais em comum do que se gostaria.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="strangelove" border="0" alt="strangelove" src="http://scienceblogs.com.br/100nexos/strangelove.jpg" width="500" height="342" /&gt;&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O motivo pelo qual este bombardeiro ainda está em serviço não é devido à nossa incapacidade de criar bombardeiros mais avançados. Pelo contrário, novas formas de lançar bombas têm sido desenvolvidas constantemente. Em 1964, há mais de quarenta anos e antes que pisássemos na Lua, já se havia criado o protótipo &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/XB-70_Valkyrie" target="_blank"&gt;XB-70 &lt;em&gt;Valkyrie&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, um bombardeiro com capacidade para toneladas de armas, capaz de voar a Mach 3, mais rápido que o próprio Concorde criado anos depois. Outras aeronaves como o &lt;em&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/B-1_Lancer" target="_blank"&gt;B-1&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; ou o &lt;em&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/B-2_Spirit" target="_blank"&gt;B-2&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, ainda em serviço, representam os avanços aeronáuticos que continuaram desde a introdução do B-52 há mais de meio século. Não é a ausência de tecnologia que faz com que este dinossauro voe até 2040.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“É a economia, estúpido”, bradou a campanha de &lt;strong&gt;Bill Clinton&lt;/strong&gt; contra &lt;strong&gt;George Bush&lt;/strong&gt; pai em 1992. Clinton ganhou. Bombardeiros B-52 são baratos, e funcionam bem para jogar bombas ao redor do mundo. Eles ganharam. Se a União Soviética não houvesse se dissolvido e a corrida armamentista desenfreada ainda estivesse em curso, é provável que o B-52 já tivesse sido aposentado em favor de algo mais moderno. Mas não por coincidência, a União Soviética também ruiu em grande parte por causa do fracasso de sua economia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Economia também é o que levou à aposentadoria do &lt;em&gt;Concorde&lt;/em&gt; em 2003. Apenas 20 unidades foram construídas nos quase trinta anos de serviço, muito menos do que o planejado. E a própria história do desenvolvimento do Concorde é ilustrativa do que se pretende discutir aqui.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Criar uma grande aeronave comercial supersônica não era nem nunca foi barato, e pelo visto, jamais foi economicamente viável. Diversos países se aventuraram, mas todos desistiram… por causa da economia. Houve apenas duas exceções: o próprio &lt;em&gt;Concorde&lt;/em&gt;, e então o soviético &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tupolev_Tu-144" target="_blank"&gt;Tupolev Tu-144&lt;/a&gt;, desenvolvido às pressas pelos soviéticos como resposta ao projeto ocidental e aposentado igualmente às pressas, por mostrar-se operacionalmente inviável.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É notável que tanto o Tupolev quanto o Concorde possam ser vistos como resultados de disputas. Como já mencionado, o projeto soviético opunha-se ao do Concorde e foi um vergonhoso fracasso. A surpresa é que o próprio projeto ocidental não foi uma cooperação tão feliz, e a infelicidade da parceria entre Reino Unido e França pode ser mesmo o motivo de seu sucesso. Ou fracasso, dependendo do ponto de vista.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="20070118_napoleon" border="0" alt="20070118_napoleon" src="http://scienceblogs.com.br/100nexos/20070118_napoleon.jpg" width="300" height="316" /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quando franceses e ingleses firmaram o acordo de desenvolvimento do Concorde, este incluía a condição de que caso qualquer dos países abandonasse o compromisso, teria que pagar pesadas multas ao outro. Isso se tornaria um pesadelo aos políticos responsáveis nos dois países porque o desenvolvimento estourou todos os orçamentos previstos, mas abandonar o acordo ainda sairia mais caro que empurrá-lo com a barriga e continuar investindo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao final, o Concorde foi levado até o final a um custo seis vezes maior do que o previsto. Nenhuma companhia aérea além de &lt;em&gt;British Airways&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Air France&lt;/em&gt; comprou unidades, e as duas companhias só adquiriram suas unidades porque as receberam por generosos financiamentos. Quase todas as rotas iniciais foram canceladas. Foram bilhões de investimento público em aviões comerciais supersônicos que tudo indica não terem sequer rendido o suficiente para cobrir tal gasto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O que isso tem a ver com o B-52 e a Lua? No próximo texto da série.&lt;/p&gt; &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/02/a_humanidade_no_merece_ir_lua_1.php#commentsArea"&gt;Read the comments on this post...&lt;/a&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/100nexos/~4/xrRbVdNLmls" height="1" width="1"/&gt;</description>
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         <pubDate>Wed, 03 Feb 2010 20:05:51 -0300</pubDate>
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         <title><![CDATA[A Humanidade n&atilde;o merece ir &agrave; Lua (I)]]></title>
          <description>&lt;p&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="wright-armstrong" border="0" alt="wright-armstrong" src="http://scienceblogs.com.br/100nexos/wrightarmstrong.jpg" width="500" height="320" /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Reconhece a imagem acima? Está um tanto distorcida, mas é o &lt;em&gt;Flyer&lt;/em&gt; dos irmãos Wright, o primeiro avião a voar em 17 de dezembro de 1903. A razão da pequena distorção é singela: o Flyer está sendo visto como um reflexo dourado em uma réplica do traje lunar de &lt;strong&gt;Neil Armstrong&lt;/strong&gt;, o primeiro homem a pisar na Lua em 20 de julho de 1969.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O reflexo no visor recoberto de ouro, em um breve encontro do Flyer original e da réplica do traje de Armstrong, se deu brevemente no ano passado, permitindo a estupenda fotografia repleta de significado. Como &lt;a href="http://www.airspacemag.com/snapshot/53948817.html" target="_blank"&gt;destacou a revista &lt;em&gt;Air and Space&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, apenas 65 anos e meio separam o primeiro avião do primeiro pouso na Lua, ilustrando a rapidez com que fomos de um pequeno vôo a um gigantesco salto. Das asas de pano aos trajes multi-camada capazes de suportar variações de temperatura de centenas de graus e proteger um ser humano em outro mundo. Das dezenas de metros do primeiro vôo, aos quase 400.000 km que nos separam do satélite natural.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/wrightflyerarmstrong.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="wrightflyer-armstrong" border="0" alt="wrightflyer-armstrong" src="http://scienceblogs.com.br/100nexos/wrightflyerarmstrong_thumb.jpg" width="326" height="489" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;“Imagine nascer em 17 de dezembro de 1890, em um mundo onde os esforços para o vôo motorizado não tinham ido a lugar algum em toda história humana. Em seu aniversário de 13 anos, os humanos finalmente solucionam o enigma de voar. E quando você alcançasse os 79 anos e meio, humanos pisariam na Lua. Coisa pouca, não?”.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;Como não se orgulhar disto? Apesar de todas nossas limitações, fomos capazes de em menos de três gerações não só conquistar o vôo dos pássaros, como realizar um feito que até onde sabemos nenhum ser vivo, terrestre ou não, realizou em bilhões de anos. Não existem pássaros capazes de ir à Lua. Pisar na Lua representou o ápice daquilo que nos faz humanos, daquilo que podemos fazer e que, até onde sabemos, ninguém nem nada mais pode fazer.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se não formos nós a colonizar outros planetas, não há evidência de que a natureza colonize com vida abundante o sistema solar, muito menos outros sistemas estelares. De fato, é possível que outros planetas no sistema solar como Marte já tenham abrigado vida, mas hoje ela mal se faz presente, se é que ainda existe. A terceira grande rocha a partir do Sol é o único local onde conhecemos vida, e vida com uma diversidade incrível.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Incluindo aí uma espécie capaz de visitar outros mundos não através de alguma característica biológica especial desenvolvida pela evolução em bilhões de anos. Nada contra os pássaros e seu vôo. Mas somos capazes de feitos concretizados por tecnologia, que transforma em 65 anos um avião de madeira e pano que mal se sustenta no ar em um foguete de 100 metros de altura e mais de 3.000 toneladas capaz de lançar 47 destas em órbita de outro mundo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Podemos isto porque somos humanos, e se há algo com que se orgulhar em ser humano, é lembrar do que fizemos, do que pudemos e principalmente, do que podemos fazer. Não se pode enfatizar o quanto de mais valoroso o sucesso do projeto Apollo representa, as conquistas são intermináveis.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Depois de todo este entusiasmo, no entanto, no próximo texto tentarei explicar por que o projeto Apollo também representa por que não merecemos ir à Lua, em uma série de textos aqui em 100nexos com algumas reflexões sobre o cancelamento do projeto americano de retornar à Lua noticiado recentemente. [imagem via &lt;a href="http://cgr20.blogspot.com/2009/08/sesenta-y-cinco-anos-y-medio-son-los.html" target="_blank"&gt;cgr v2.0&lt;/a&gt;]&lt;/p&gt; &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/02/a_humanidade_no_merece_ir_lua.php#commentsArea"&gt;Read the comments on this post...&lt;/a&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/100nexos/~4/C8NDl4e90_I" height="1" width="1"/&gt;</description>
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         <pubDate>Tue, 02 Feb 2010 23:23:55 -0300</pubDate>
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         <title><![CDATA[A dan&ccedil;a das estrelas vagantes]]></title>
          <description>&lt;p&gt;&lt;!-- URL's used in the movie--&gt;&lt;a href="http://www.davidcolarusso.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;!-- text used in the movie--&gt;&lt;!-- Your Solar System at David Colarusso dot com --&gt;&lt;OBJECT classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=5,0,0,0" WIDTH=600 HEIGHT=100&gt; &lt;PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.davidcolarusso.com/astro/nights_sky_o3.swf"&gt;  &lt;PARAM NAME="menu" VALUE="false"&gt;  &lt;PARAM NAME="quality" VALUE="high"&gt;  &lt;PARAM NAME="bgcolor" VALUE="#FFFFFF"&gt;  &lt;EMBED src="http://www.davidcolarusso.com/astro/nights_sky_o3.swf" menu="false" quality="high" bgcolor="#FFFFFF" WIDTH="600" HEIGHT="100" TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash"&gt;&lt;/EMBED&gt; &lt;/OBJECT&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mais conhecidas como planetas. O professor &lt;strong&gt;David Colarusso&lt;/strong&gt; oferece &lt;a href="http://www.davidcolarusso.com/astro/" target="_blank"&gt;uma simulação da dança do Sol e cinco planetas pelo céu&lt;/a&gt;, uma visão clara que permite perceber Mercúrio girando freneticamente ao redor do astro-rei ou os movimentos retrógrados, que motivaram &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/01/os_epiciclos_ptolemaicos_de_ho.php" target="_blank"&gt;os epiciclos Ptolemaicos (de Homer Simpson?)&lt;/a&gt;. E há muito, muito mais que pode ser descoberto a partir dessa simulação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Colarusso promove a ferramenta como um &lt;a href="http://www.davidcolarusso.com/astro/teach.html" target="_blank"&gt;instrumento pedagógico&lt;/a&gt;, através do qual você, pai, professor, educador, poderá criar um sistema solar personalizado para que cada aluno acompanhe de um a cinco planetas ao longo de suas trajetórias. “Será que postularão um universo heliocêntrico, ou descobrirão a lei das elipses? Trabalhando com dados hipotéticos do sistema solar, você pode garantir que seus estudantes não tomem nenhum ‘atalho’ para terminar sua lição de casa”, sugere o professor, que ainda explica como solucionar as &lt;a href="http://www.davidcolarusso.com/astro/#kepe" target="_blank"&gt;equações de Kepler&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com algum esforço, cada aluno poderá dar por si mesmo os gigantescos saltos intelectuais que permitiram descobrir nossa posição no Universo. [via &lt;a href="http://cgr20.blogspot.com/2010/01/danza-de-los-planetas.html" target="_blank"&gt;cgr v2.0&lt;/a&gt;]&lt;/p&gt; &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/01/a_dana_das_estrelas_vagantes.php#commentsArea"&gt;Read the comments on this post...&lt;/a&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/100nexos/~4/GerW_rENcrs" height="1" width="1"/&gt;</description>
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         <category>educação</category>
         
         <pubDate>Sat, 30 Jan 2010 21:33:52 -0300</pubDate>
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         <title>A Escala do Universo: do yocto ou yotta</title>
          <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.newgrounds.com/portal/view/525347" target="_blank"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="sizescaleanimation" border="0" alt="sizescaleanimation" src="http://scienceblogs.com.br/100nexos/sizescaleanimation.jpg" width="500" height="338" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Do menor comprimento físico observável, o comprimento de Planck, medindo &lt;strong&gt;0,00000000000000000000000000000000001 metros&lt;/strong&gt;; ao maior tamanho, o tamanho do próprio Universo estimado em &lt;strong&gt;930.000.000.000.000.000.000.000.000&lt;/strong&gt; metros: são muitos zeros em uma diferença de magnitude difícil de compreender.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ou talvez nem tanto. Em &lt;a href="http://www.newgrounds.com/portal/view/525347" target="_blank"&gt;uma fantástica animação interativa em Flash&lt;/a&gt;, você pode viajar por todas as escalas do Universo, começando da espuma quântica na escala de frações de yoctometros, passando por átomos, moléculas, vírus, células, seres vivos, planetas, estrelas, nebulosas, galáxias, aglomerados, o agrupamento local, o universo observável e o próprio Universo, com tamanho medido em yottametros.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De 10^-35 a 10^26, é uma longa viagem, e você pode arrastar a barra com o mouse para navegar ou usar as teclas de direção do teclado se desejar mais precisão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Como &lt;a href="http://blogs.discovermagazine.com/badastronomy/2010/01/29/the-interactive-scale-of-the-universe/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Phil “Bad Astronomer” Plait&lt;/strong&gt; comentou&lt;/a&gt;, “minha parte favorita está no extremo menor, quando você precisa passar por várias potências de dez com nada acontecendo até o comprimento de Planck, a menor escala no Universo. É uma noção um tanto aterradora”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Será mera casualidade que a maior parte dos objetos que ilustram as escalas do Universo se concentre nas escalas ao redor de nosso próprio tamanho? Teorias físicas sugerem que pode haver uma incrível complexidade em escalas próximas do comprimento de Planck, bem como resta quase literalmente um Universo a descobrir em escalas estelares, galácticas, de grande agrupamentos. São quase 60 potências de dez do mundo bem real em que vivemos disponíveis para exploração científica.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Como dizia &lt;strong&gt;Sagan&lt;/strong&gt;, nós mal começamos a explorar as margens do oceano cósmico, que se estende tanto pelas estrelas quanto pelo interior dos átomos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;[Share do &lt;a href="http://www.ricbit.com/" target="_blank"&gt;RicBit&lt;/a&gt;, confira &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/12/o_universo_conhecido.php" target="_blank"&gt;outra viagem pelo Universo conhecido aqui&lt;/a&gt;, e uma &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2009/11/o_tamanho_das_coisas.php" target="_blank"&gt;de um grão de café a um átomo de carbono aqui&lt;/a&gt;]&lt;/p&gt; &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/01/a_escala_do_universo_do_yocto.php#commentsArea"&gt;Read the comments on this post...&lt;/a&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/100nexos/~4/78RkYp7bz5U" height="1" width="1"/&gt;</description>
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         <category>educação</category>
         
         <pubDate>Fri, 29 Jan 2010 14:16:23 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title><![CDATA[Aprenda com Mang&aacute;s &ndash; e 20% de desconto!]]></title>
          <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.novatec.com.br/livros/mangaeletricidade/" target="_blank"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="guiamangaelet" border="0" alt="guiamangaelet" src="http://scienceblogs.com.br/100nexos/guiamangaelet.jpg" width="500" height="335" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Aprender conceitos científicos dos mais básicos aos mais avançados – de nível superior – através de histórias em quadrinhos pode parecer uma idéia tão estranha que só pode ter vindo do Japão. Mas se veio do Japão, e continuando nos estereótipos, também funciona muito bem! Na terra do mangá há uma tradição de desenhos ensinando de tudo com aventuras infantis, incluindo o sempre presente recurso do mascote cômico e piadas engraçadinhas. A &lt;em&gt;Novatec&lt;/em&gt; editora está lançando agora uma série destes guias mangá no país, abordando desde &lt;a href="http://www.novatec.com.br/livros/mangabd/" target="_blank"&gt;Bancos de Dados&lt;/a&gt;, passando por &lt;a href="http://www.novatec.com.br/livros/mangaestatistica/" target="_blank"&gt;Estatística&lt;/a&gt; e através do nosso &lt;em&gt;ScienceBlogs Brasil&lt;/em&gt; e por cortesia da editora, recebi o &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.novatec.com.br/livros/mangaeletricidade/" target="_blank"&gt;Guia Mangá de Eletricidade&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; para avaliar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Começando do mais elementar, com exemplos práticos, fartas ilustrações (claro!) e mesmo um pouco de história da ciência, os quadrinhos avançam rápido e com uma densidade de informação que faz com que em 200 páginas o mangá apresente mais informações do que muitos livros didáticos tradicionais… sem nenhum desenho! E todo mundo adora desenhos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Todo esse material de eletricidade estática a circuitos, campos magnéticos, usinas nucleares (!) e mais faz parte do currículo japonês até o ensino médio, mas no Brasil, parte destes conceitos só são apresentados aos alunos na faculdade… em um curso que abranja a área de eletricidade! Há bastante nestes quadrinhos que mesmo aqueles graduados (ou até pós, de outras áreas) poderão aprender, incluindo um pouco da física de semicondutores que faz seu computador funcionar. Tudo isso com um mascote cômico e piadas engraçadinhas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se há uma ressalva que pode ser feita ao guia mangá, talvez seja justamente sua quantidade de informação, já que uma criança dificilmente entenderá a tudo, ainda que ilustrado. Mas então, crianças sempre podem nos surpreender, e o guia mangá pode ser uma introdução e referência futura para consulta. A beleza dos quadrinhos é que qualquer criança entenderá a historinha de fundo, aprenderá algo dos conceitos básicos, e terá sido apresentada a belos exemplos e analogias para idéias mais complexas que estarão lá em algum canto de seu cérebro até o dia em que a ficha finalmente caia. Não há como perder, ainda mais porque o mangá não se dirige apenas a crianças.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A editora oferece amostras com várias páginas para que você confira o tom e qualidade do trabalho – confira para &lt;a href="http://www.novatec.com.br/livros/mangaeletricidade/" target="_blank"&gt;Eletricidade&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.novatec.com.br/livros/mangabd/" target="_blank"&gt;Bancos de Dados&lt;/a&gt; –, e promete lançar ainda guias mangás sobre Cálculo, Biologia Molecular e Física.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Gostou? Através do código promocional “100NEXO” a editora Novatec oferece ainda &lt;strong&gt;20% de desconto&lt;/strong&gt; nos títulos até o dia 30/04/2010. Basta informá-lo no carrinho de compras.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Talvez o tom desta resenha tenha parecido muito empolgado, e o desconto especial oferecido desperte alguma suspeita, mas esclareço que além do exemplar do livro recebido para resenha, este post não foi nem é patrocinado de qualquer forma, e a opinião expressa reflete unicamente a avaliação livre deste blogueiro, que &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2008/11/antony-flew-ex-ateu-garante-deus-existe.php" target="_blank"&gt;já criticou duramente o que não gostou&lt;/a&gt;. O entusiasmo aqui é porque este blogueiro gostou muito.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O guia mangá é ótimo e altamente recomendado. Compre djá!&lt;/p&gt; &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/01/aprenda_com_mangs_e_20_de_desc.php#commentsArea"&gt;Read the comments on this post...&lt;/a&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/100nexos/~4/eu_ApRmA9Og" height="1" width="1"/&gt;</description>
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         <category>ciência</category>
         
         <pubDate>Tue, 26 Jan 2010 13:29:01 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title><![CDATA[Usina de carv&atilde;o: o horror]]></title>
          <description>&lt;p&gt;&lt;object width="500" height="281"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8756755&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00ADEF&amp;amp;fullscreen=1" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8756755&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00ADEF&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="500" height="281"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Jeff Grewe&lt;/strong&gt; capturou em lapso de tempo uma usina de energia movida a carvão no sul dos EUA. Com a trilha sonora saída do filme de terror “O Iluminado”, o resultado é talvez mais impactante do que os esforços de marketeiros e mesmo ex-presidentes por aí. Mas vale destrinchar um tanto do que estamos vendo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Usinas de carvão emitem não apenas o tão comentado CO2, que é um gás invisível: você o está exalando neste exato momento. O que vemos como um gigantesco monstro branco é a poluição em aerosol, que tem consequências um tanto diferentes para o meio ambiente. Se o CO2 é um gás de efeito estufa que contribui para o aquecimento, os aerossóis têm efeito contrário, diminuindo a parcela de radiação solar que chega até o solo. Há algumas décadas, previsões alarmistas na mídia davam conta de que com o planeta tomado por fumaça viveríamos uma nova era glacial.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Isso não só não ocorreu como hoje os alardes são pelo efeito oposto, com o derretimento das calotas polares. Negadores das mudanças climáticas tomam esta aparente contradição como exemplo de que as previsões de cientistas alarmistas desta vez também irão se mostrar erradas: o que não contam é que mesmo enquanto a mídia dava voz a especulações sobre eras glaciais, &lt;a href="http://www.skepticalscience.com/ice-age-predictions-in-1970s.htm" target="_blank"&gt;os periódicos científicos de climatologia já apontavam que o contrário deveria ocorrer&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Isto ocorre porque enquanto os aerossóis têm um tempo de ação limitado, o CO2 tem um ciclo muito mais longo, produzindo um efeito cumulativo. Já são mais de 150 anos em que as emissões de carbono só vêm aumentando, e sua concentração na atmosfera também. Ainda que interrompêssemos todas as emissões hoje, levaria muito tempo até que sua presença na atmosfera voltasse a níveis pré-industriais. Se é que retornaria a tal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É o mesmo motivo que faz com que as emissões de carbono acabem mais relevantes para o futuro do clima na Terra do que a atividade solar: enquanto o Sol, o evidente determinante principal do clima no planeta, pode aumentar ou diminuir a temperatura global a qualquer variação pequena de sua atividade, no longo prazo os aumentos tendem a compensar as diminuições. Já o CO2, de efeito menor, só aumenta. É um vilão invisível, silencioso e persistente. Caso queira rir, é algo como &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=9VDvgL58h_Y" target="_blank"&gt;o assassino da colher&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O horror do monstro branco de fumaça da usina de carvão é assim uma das faces menos perigosas do que vemos. [via &lt;a href="http://feedproxy.google.com/~r/NerdcoreRSS2/~3/DYdWWMi0Ovw/" target="_blank"&gt;Nerdcore&lt;/a&gt;]&lt;/p&gt; &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/01/usina_de_carvo_o_horror.php#commentsArea"&gt;Read the comments on this post...&lt;/a&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/100nexos/~4/pNd1tHPoV7c" height="1" width="1"/&gt;</description>
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         <category>Imagens</category>
         
         <pubDate>Wed, 20 Jan 2010 19:07:16 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Os Epiciclos Ptolemaicos de Homer Simpson</title>
          <description>&lt;p&gt;&lt;object width="500" height="281"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=4505537&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=0&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00ADEF&amp;amp;fullscreen=1" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=4505537&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=0&amp;amp;show_byline=0&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00ADEF&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="500" height="281"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma noite de observação do céu estrelado basta para perceber que tudo está em movimento. O vídeo acima em &lt;em&gt;time-lapse&lt;/em&gt; registra &lt;a href="http://www.sedentario.org/colunas/duvida-razoavel/o-ceu-em-movimento-e-o-planeta-em-perspectiva-11107" target="_blank"&gt;o céu em movimento&lt;/a&gt; (clique para mais), oferecendo a noção muito clara de uma abóbada celeste girando ao nosso redor. Além de vídeos em lapso de tempo, uma fotografia em longa exposição também ilustra o círculo celeste.&lt;/p&gt;  &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/01/os_epiciclos_ptolemaicos_de_ho.php"&gt;Read the rest of this post...&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/01/os_epiciclos_ptolemaicos_de_ho.php#commentsArea"&gt;Read the comments on this post...&lt;/a&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/100nexos/~4/W0sYXjK-iu4" height="1" width="1"/&gt;</description>
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         <category>história</category>
         
         <pubDate>Fri, 15 Jan 2010 20:26:30 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title><![CDATA[Pin&oacute;quio, Deus e a Incompletude de G&ouml;del]]></title>
          <description>&lt;p&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="Philosoraptor-E-se-Pinquio-disser-Meu-nariz-vai-crescer" border="0" alt="Philosoraptor-E-se-Pinquio-disser-Meu-nariz-vai-crescer" src="http://scienceblogs.com.br/100nexos/PhilosoraptorEsePinquiodisserMeunarizvaicrescer.jpg" width="407" height="405" /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O &lt;em&gt;&lt;a href="http://knowyourmeme.com/memes/philosoraptor" target="_blank"&gt;Philosoraptor&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; tropeçou em uma questão profundamente filosófica, ligando a matemática à compreensão fundamental do Universo, nossa mente – e, para alguns, mesmo Deus. Pense bem. Esta forma de gerar &lt;a href="http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/fregerussel/contradicao_antinomia.htm" target="_blank"&gt;um paradoxo&lt;/a&gt; fazendo com que uma declaração faça referência a si mesma foi o truque que o matemático &lt;strong&gt;Kurt Gödel&lt;/strong&gt; utilizou em 1931 para provar seus Teoremas de Incompletude, entre as mais importantes descobertas científicas e filosóficas do século passado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marcus Dominus&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://blog.plover.com/math/Gdl-Smullyan.html" target="_blank"&gt;cita&lt;/a&gt; “a explicação mais curta ao Teorema de Gödel”, de autoria de &lt;strong&gt;Raymond Smullyan&lt;/strong&gt;, e como ela é realmente curta, a traduzo na íntegra:&lt;/p&gt;  &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/01/pinquio_deus_e_a_incompletude.php"&gt;Read the rest of this post...&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/01/pinquio_deus_e_a_incompletude.php#commentsArea"&gt;Read the comments on this post...&lt;/a&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/100nexos/~4/MsQ5SGBchHc" height="1" width="1"/&gt;</description>
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         <category>idéias</category>
         
         <pubDate>Thu, 14 Jan 2010 01:43:09 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title><![CDATA[Espirrando -- e triplicando a resolu&ccedil;&atilde;o de seu monitor]]></title>
          <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/01/espirrando_--_e_triplicando_a.php#more" target="_blank"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="56354-siemens-large-monitor-embed" border="0" alt="56354-siemens-large-monitor-embed" src="http://scienceblogs.com.br/100nexos/56354siemenslargemonitorembed.jpg" width="500" height="384" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Você já espirrou na tela do monitor? É algo fascinante – se apreciado da forma correta, claro, tudo pode ser fascinante. Experimente. Não é preciso contaminar a tela; pode-se molhar a mão e então chacoalhá-la, jogando muito levemente gotículas de água sobre ele. &lt;strong&gt;Gotículas&lt;/strong&gt;, é bom alertar, não se deve encharcar o monitor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Aqui está o fascinante: as gotas sobre o monitor adquirem uma aparência multicolorida, alternando entre vermelho, verde e azul, mesmo que o monitor esteja exibindo uma imagem completamente branca. Isto ocorre porque a imagem completamente branca é em verdade formada por uma série de elementos vermelhos, verdes e azuis, e as gotículas de água agem como lentes de aumento, permitindo que você veja estes minúsculos elementos individualmente. Você também poderia se fascinar observando o monitor com uma lupa – só não seria algo tão nerd (ou nojento?) quanto admirar gotículas de cuspe sobre o monitor.&lt;/p&gt;  &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/01/espirrando_--_e_triplicando_a.php"&gt;Read the rest of this post...&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/01/espirrando_--_e_triplicando_a.php#commentsArea"&gt;Read the comments on this post...&lt;/a&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/100nexos/~4/2mRb0O-Ni6I" height="1" width="1"/&gt;</description>
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         <category>computadores</category>
         
         <pubDate>Tue, 12 Jan 2010 01:59:07 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title><![CDATA[O C&oacute;digo da Pizza]]></title>
          <description>&lt;p&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="tumblr_kvdhymmLMp1qa4ygxo1_400" border="0" alt="tumblr_kvdhymmLMp1qa4ygxo1_400" src="http://scienceblogs.com.br/100nexos/tumblr_kvdhymmLMp1qa4ygxo1_400.png" width="400" height="354" /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tome o raio da pizza, digamos, &lt;strong&gt;z&lt;/strong&gt;; sua altura como &lt;strong&gt;a&lt;/strong&gt;; para obter seu volume basta multiplicar pi * z^2 * a.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ou pi.z.z.a.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De nada. [via &lt;a href="http://fuckyeahmath.tumblr.com/" target="_blank"&gt;FYM&lt;/a&gt;, @&lt;a href="http://twitter.com/samirsalimjr" target="_blank"&gt;samirsalimjr&lt;/a&gt;]&lt;/p&gt; &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/01/o_cdigo_da_pizza.php#commentsArea"&gt;Read the comments on this post...&lt;/a&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/100nexos/~4/zj6oVd1sXS8" height="1" width="1"/&gt;</description>
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         <category>educação</category>
         
         <pubDate>Tue, 05 Jan 2010 17:22:27 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Newton e os Universos Paralelos</title>
          <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.ricbit.com/2010/01/newton-e-os-universos-paralelos_02.html" target="_blank"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="royal_society-746652" border="0" alt="royal_society-746652" src="http://scienceblogs.com.br/100nexos/royal_society746652.jpg" width="500" height="155" /&gt;&lt;/a&gt;   &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;“Sempre que pensamos em universo paralelos, tendemos a imaginar um muito semelhante ao nosso, onde apenas alguns detalhes mudam. E se imaginássemos um universo tão diferente que até as leis físicas são distintas da nossa? Por exemplo, como seriam as órbitas planetárias num universo onde a Lei da Gravidade não variasse com o quadrado da distância, mas sim com alguma outra expressão qualquer?”     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BrainDump&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://www.ricbit.com/2010/01/newton-e-os-universos-paralelos_02.html" target="_blank"&gt;Newton e os universos paralelos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;Comece bem o ano com esse texto rápido e sensacional, misturando história da ciência, física e fantasia.&lt;/p&gt;&lt;/p&gt; &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/01/newton_e_os_universos_paralelo.php#commentsArea"&gt;Read the comments on this post...&lt;/a&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/100nexos/~4/0EZNlo-wmyM" height="1" width="1"/&gt;</description>
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         <category>educação</category>
         
         <pubDate>Sat, 02 Jan 2010 10:21:49 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Retrospectiva 100nexos: 2009</title>
          <description>&lt;p&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="feliz2010" border="0" alt="feliz2010" src="http://scienceblogs.com.br/100nexos/feliz2010.jpg" width="489" height="489" /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se 2008 foi o ano em que nos juntamos ao primeiro condomínio de blogs sobre ciência no Brasil, 2009 foi o ano em que este condomínio se transformou no &lt;a href="http://scienceblogs.com.br" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;ScienceBlogs Brasil&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, parte da maior rede de blogs de ciência no mundo!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Também foi o ano em que completamos &lt;a href="http://www.sitemeter.com/?a=stats&amp;amp;s=s29100nexos" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;um milhão&lt;/strong&gt; de leituras&lt;/a&gt; aos nexos que oferecemos por aqui e &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/09/ganhamos.php" target="_blank"&gt;ganhamos o prêmio&lt;/a&gt; do &lt;a href="http://dfm.ffclrp.usp.br/ldc/index.php/anel-de-blogs-cientificos" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Anel de Blogs Científicos&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; na categoria &lt;em&gt;Ciência Geral, Política Científica e Tecnologia&lt;/em&gt;!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não poderia ter sido um ano melhor, pelo que agradeço aos coordenadores do &lt;em&gt;ScienceBlogs Brasil&lt;/em&gt;, &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/brontossauros/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Carlos Hotta&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/rainha/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Atila Iamarino&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; pela oportunidade que ofereceram ao &lt;em&gt;100nexos&lt;/em&gt; e ao trabalho que dedicam para toda a blogofera científica no país; aos &lt;em&gt;SciBlings&lt;/em&gt;, amigos e colegas por todo o apoio e paciência; e, claro, a vocês, que se aventuram a ler este não tão humilde blog. Mas final de ano é para comemorar mesmo, ainda mais um como este!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Segue então uma seleção 100nexos do que foi publicado em 2009, começando com:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Top 10 por número de visitas:&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/12/o_universo_conhecido.php"&gt;O Universo Conhecido&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/06/na_russia_plasma_radio_voce.php"&gt;Na Rússia, Plasma rádio VOCÊ !!&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/10/sexo_selvagem_com_animal_em_ex.php"&gt;Sexo Selvagem com Animal em Extinção&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/02/magenta-e-todas-as-outras-cores-da-massa-cinzenta.php"&gt;Magenta… e todas as outras cores da massa cinzenta&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/09/trs_prostitutas_duas_camisinha.php"&gt;Três prostitutas, duas camisinhas: o problema matemático com mais sacanagem&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/05/gripe_suina_vamos_todos_morrer.php"&gt;Gripe suína: &amp;quot;Vamos todos morrer&amp;quot; (Lições de 1976)&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/07/o_paradoxo_de_braess_e_a_ampli.php"&gt;O Paradoxo de Braess e a Ampliação da Marginal&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/02/como-vencer-um-debate-sem-ter-razo.php"&gt;Como vencer um debate (sem ter razão)&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/04/demonstracao_de_anti-gravidade.php"&gt;Demonstração de anti-gravidade?&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/03/a_assassina_do_cotonete.php"&gt;A Assassina do Cotonete&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;p&gt;Mais 20 seleções do autor:&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/08/um_pixel_da_terra_lua_ao_infin.php"&gt;Um pixel, da Terra à Lua, ao infinito e além&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/05/cheirando_estrelas_nos_confins.php"&gt;Cheirando estrelas nos confins do Universo&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/05/roombas_sonham_com_ovelhas_ele.php"&gt;Roombas sonham com ovelhas elétricas? As Tartarugas de Walter&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/12/o_universo_em_uma_rvore_de_nat.php"&gt;O Universo em uma Árvore de Natal&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/03/a_evolucao_dos_ruidos_do_satan.php"&gt;A Evolução dos Ruídos: do Satanismo digital ao que somos&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/03/mas_isso_eu_ja_sabia.php"&gt;&amp;quot;Mas isso eu já sabia!&amp;quot;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/10/o_segredo_de_gregor_samsa.php"&gt;O Segredo de Gregor Samsa&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/12/aprendendo_com_a_constelao_de.php"&gt;Aprendendo com a Constelação de Homer Simpson&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.sedentario.org/colunas/duvida-razoavel/boxxy-for-president-12865" target="_blank"&gt;Boxxy for President&lt;/a&gt; (no S&amp;amp;H)&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/01/enxergando-padres.php"&gt;Enxergando padrões&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/04/dinossauros_tinham_gosto_de_fr.php"&gt;Dinossauros tinham gosto de... frango?&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/10/super-homem_uma_teoria_unifica.php"&gt;Super-Homem: Uma Teoria Unificada para seus Superpoderes&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/05/pedalternorotandomovens_centro.php"&gt;Pedalternorotandomovens Centroculatus Articulosus&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/11/o_triste_fim_do_pequeno_albert.php"&gt;O Triste Fim do Pequeno Albert&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.sedentario.org/colunas/duvida-razoavel/dentro-ou-fora-15872" target="_blank"&gt;Dentro ou fora? O Teorema da Curva de Jordan&lt;/a&gt; (no S&amp;amp;H)&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/04/computador_a_agua.php"&gt;Computador a água?&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/11/el_silbo_agora_o_mundo_acaba.php"&gt;El Silbo, agora o mundo acaba&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/10/como_andar_de_bicicleta_uma_bi.php"&gt;Como andar de bicicleta? Uma bicicleta com rodinhas… dentro da roda&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/05/da_pre-historia_ao_trans-human.php"&gt;Da Pré-História ao Trans-Humanismo em um pote de cerâmica&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/09/pedro_jack_kilby_e_o_chip.php"&gt;Pedro, Jack Kilby e o Chip&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;p&gt;E por que não? Mais uma avalanche de posts rápidos (ou nem tanto) comentando vídeos, imagens e tudo o mais:&lt;/p&gt;  &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/12/retrospectiva_100nexos_2009.php"&gt;Read the rest of this post...&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/12/retrospectiva_100nexos_2009.php#commentsArea"&gt;Read the comments on this post...&lt;/a&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/100nexos/~4/9duZifEMZl0" height="1" width="1"/&gt;</description>
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         <category>ciência</category>
         
         <pubDate>Wed, 30 Dec 2009 11:58:08 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title><![CDATA[O Universo em uma &Aacute;rvore de Natal]]></title>
          <description>&lt;p&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="arvore_natal_universo" border="0" alt="arvore_natal_universo" src="http://scienceblogs.com.br/100nexos/arvore_natal_universo.jpg" width="500" height="375" /&gt;&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A árvore de Natal é um belo símbolo, representando a vida eterna renascendo do inverno. Os antigos já haviam compreendido os solstícios, e a decoração da árvore com frutas simbolizava a fartura por vir.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Bem, nós descobrimos um tanto mais sobre o Universo desde então. Que tal enxergar a árvore de Natal sob a luz de um punhado destas novas descobertas? Você pode &lt;em&gt;agitar&lt;/em&gt; sua ceia de Natal.&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Conhecemos hoje mais planetas além do sistema solar que o número de bolas de Natal em sua árvore&lt;/strong&gt;. A contagem atual é de &lt;a href="http://exoplanets.org/" target="_blank"&gt;358 exoplanetas&lt;/a&gt;; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Se o planeta Terra fosse diminuído ao tamanho de uma bola de Natal, seria uma bola mais lisa que as outras&lt;/strong&gt;. Geometricamente: o Monte Everest (+8km) ou a Fossa das Marianas (-11km) representam imperfeições minúsculas dado o diâmetro de mais de 12.000km. É uma imperfeição menor que 0,01%. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Caso um familiar particularmente inconveniente disser que a Terra não é perfeitamente esférica, e sim um &lt;em&gt;esferóide oblato&lt;/em&gt;, mais largo no equador, note que ainda assim &lt;strong&gt;o desvio para uma esfera perfeita seria menor do que 0,04%&lt;/strong&gt;. Bolas de Natal não são tão redondas assim. E para a maior parte dos fins práticos, a Terra é sim redonda. You win. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Se uma bola de Natal de oito centímetros representar a Terra e uma outra bola ao lado representar o exoplaneta mais próximo – &lt;em&gt;Epsilon Eridani b&lt;/em&gt;, a 10,5 anos-luz de distância – então para que a distância entre os planetas seja representada na mesma escala que o tamanho do planeta Terra, a outra bola de Natal deveria estar a aproximadamente 630.000 km de distância. &lt;strong&gt;Quase o dobro da distância da Terra à Lua&lt;/strong&gt;. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Se a estrela no topo da árvore representar o nosso Sol, e a estrela no topo da árvore de Natal do seu vizinho – digamos, a 50 metros -- representar as estrelas mais próximas, o sistema binário de Alfa Centauro, a 4 anos-luz, então o tamanho da estrela no topo de sua árvore deveria ser de 0,00074 centímetros, ou 0,74 micrômetros. &lt;strong&gt;Mais de 100 vezes menor que a espessura de um fio de cabelo&lt;/strong&gt;. &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;O Universo tem espaço. Uma curiosidade de bônus ilustra como também tem tempo:&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;ul&gt;     &lt;li&gt;Digamos que sua árvore de Natal seja um vistoso pinheiro, que tenha levado dez anos para crescer. Se o momento em que foi semeado coincidisse com o &lt;i&gt;Big Bang&lt;/i&gt;, há 13,7 bilhões de anos, e todo o resto fosse comprimido até o presente, então esta árvore de Natal só teria conhecido os primeiros primatas nas últimas horas, e toda nossa história registrada teria pouco mais de um minuto. Dez anos crescendo, e nossas aventuras se resumiriam a alguns instantes encenados em uma parte minúscula desta árvore repleta de ornamentos. O pinheiro de dez anos pode ser visto como uma versão do &lt;a href="http://www.velloso.com/Historia/html/aqtexto04.html"&gt;Calendário Cósmico&lt;/a&gt; de &lt;b&gt;Carl Sagan&lt;/b&gt;. &lt;/li&gt;   &lt;/ul&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;“A astronomia é uma experiência de humildade que constrói o caráter”, notou Sagan. ”Dizem que os cientistas são frios, que sua paixão por descobrir coisas tira a beleza e o mistério do mundo. Mas não é sensacional entender como o mundo realmente funciona – que a luz branca é feita de cores, que a cor é a forma como percebemos comprimentos de ondas de luz, que o ar transparente reflete a luz e que ao fazê-lo separa as ondas, e que o céu é azul pela mesma razão que o pôr-do-sol é vermelho? Não faz mal nenhum ao romance do pôr-do-sol conhecer algo sobre ele”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Que o espírito Natalino inspirado por uma árvore de Natal tomada como ponto de partida para uma viagem pelo &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/12/o_universo_conhecido.php" target="_blank"&gt;Universo descoberto pela ciência&lt;/a&gt; seja um bom presente neste Natal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Boas festas! [imagem da árvore de &lt;a href="http://www.sxc.hu/photo/422284" target="_blank"&gt;dyet&lt;/a&gt;]&lt;/p&gt; &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/12/o_universo_em_uma_rvore_de_nat.php#commentsArea"&gt;Read the comments on this post...&lt;/a&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/100nexos/~4/TLvy3RT5yck" height="1" width="1"/&gt;</description>
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         <category>educação</category>
         
         <pubDate>Wed, 23 Dec 2009 23:36:06 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title><![CDATA[Garfo recursivo, fractal ou&hellip;]]></title>
          <description>&lt;p&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="garfofractal" border="0" alt="garfofractal" src="http://scienceblogs.com.br/100nexos/garfofractal.jpg" width="418" height="459" /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;para quem conhece seu meme, &lt;a href="http://knowyourmeme.com/memes/xzibit-yo-dawg" target="_blank"&gt;Xzibit&lt;/a&gt;. [&lt;a href="http://moronail.net/img/2380_xzibit_fork" target="_blank"&gt;Monorail&lt;/a&gt;]&lt;/p&gt; &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/12/garfo_recursivo_fractal_ou.php#commentsArea"&gt;Read the comments on this post...&lt;/a&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/100nexos/~4/vdNPiYhz6Tk" height="1" width="1"/&gt;</description>
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         <category>diversão</category>
         
         <pubDate>Wed, 23 Dec 2009 14:53:19 -0300</pubDate>
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      <item>
         <title>Antenas que falam: na Nature</title>
          <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://blog.modernmechanix.com/2009/12/18/antenna-now-a-loud-speaker/" target="_blank"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="plasmaradio1933" border="0" alt="plasmaradio1933" src="http://scienceblogs.com.br/100nexos/plasmaradio1933.jpg" width="500" height="357" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Há alguns meses &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/06/na_russia_plasma_radio_voce.php" target="_blank"&gt;abordamos o popular vídeo do “rádio de plasma” na Rússia&lt;/a&gt;, e buscamos explicar o curioso efeito da melhor forma possível: de rádios galena na Segunda Guerra a bobinas de Tesla cantando o tema de &lt;em&gt;Super Mario Bros&lt;/em&gt;, chegamos finalmente ao vídeo de uma antena falante, confirmando o fenômeno.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em um follow-up fascinante, o SciBling do &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/massacritica/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Massa Crítica&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; indica &lt;a href="http://blog.modernmechanix.com/2009/12/18/antenna-now-a-loud-speaker/" target="_blank"&gt;esta nota da revista &lt;em&gt;Modern Mechanix&lt;/em&gt; de 1933&lt;/a&gt; (!) que descreve exatamente o mesmo fenômeno:&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;“Um incidente na estação de Hilversum (Holanda), relatado pela autoridade de ninguém menos que o Dr. &lt;strong&gt;Balthasar van der Pol&lt;/strong&gt;, em uma carta à &lt;em&gt;Nature&lt;/em&gt;, é bem autenticada por observação competente. Energia adicional, durante um tempo demasiadamente seco, foi seguido pela aparição de uma descarga ‘coronal’ – isto é, luz cercando os fios da antena, produzida, claro, pela ionização do gás afetado pela saída de elétrons dos fios. A corono, no entanto, apareceu na forma de bolas de luz, de algumas polegadas de diâmetro, primeiro em uma extremidade do fio externo, e então interno. Quando a energia na estação foi reduzida a um valor normal – em torno de 10 kilowattts, 296 metros – a luz desapareceu. Além de ser luminosa, a antena era bem audível.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O programa da estação foi ouvido por transeuntes, como som vindo da antena&lt;/strong&gt;, a uma distância de uma milha, em experimentos com alta voltagem posteriores. A ação é sem dúvida similar ao alto-falante de descarga elétrica, com o qual experimentos interessantes foram realizados no passado, mas precisa de voltagem muito alta para uso comum”.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;Exatamente como o vídeo no Youtube da antena sobrecarregada, mas em um incidente na Holanda em 1933, devidamente relatado pelo doutor van der Pol à Nature! &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/06/na_russia_plasma_radio_voce.php" target="_blank"&gt;Não é só na Rússia que Plasma, rádio VOCÊ!!&lt;/a&gt; [&lt;a href="http://blog.modernmechanix.com/2009/12/18/antenna-now-a-loud-speaker/" target="_blank"&gt;Modern Mechanix&lt;/a&gt;, via &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/massacritica/" target="_blank"&gt;Luis Brudna&lt;/a&gt;]&lt;/p&gt; &lt;a href="http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/12/antenas_que_falam_na_nature.php#commentsArea"&gt;Read the comments on this post...&lt;/a&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/100nexos/~4/ys2z6PDc_LY" height="1" width="1"/&gt;</description>
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         <category>curiosidades</category>
         
         <pubDate>Mon, 21 Dec 2009 19:40:51 -0300</pubDate>
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